domingo, 14 de dezembro de 2008

LADRÕES, CUECAS, LITERATURA E POLÍTICA!!

Caros amigos, vocês se lembram daquele sujeito preso com uma mala de dinheiro e dólares na cueca, não? Era assessor de um irmão de José Genoino. O abominável petismo inaugurava uma categoria nova na política e nas finanças: a cueca como casa de câmbio. Agora, outro petista enrolado com o mensalão resolveu repetir o procedimento. Também está sendo inaugural, criando uma nova moeda, como escreve VEJA nesta semana: a “eureca” — o euro na cueca. Em agosto de 2005, no site Primeira Leitura um texto chamado “Cueca, literatura e política”. O episódio era tão bizarro, tão emblemático do petismo, que me pareceu insuficiente a linguagem jornalística para narrá-lo. Então, Dado o surgimento do homem da eureca, um novo texto. Ah, sim: o irmão de Genoino, chefe do cuequeiro, um pobretão, ascendeu no PT. E Genoino foi eleito deputado..É ou não a maior facção criminosa da terra? Alguém contesta?

Literatura política, corrupção e maracutaia, implantada pelos petralhas.
Em vez de Marx ou Maquiavel, os petistas podem ler os sete livros da série Capitão Cueca, publicados pela Cosac & Naify. Para os teóricos da conspiração, o mais indicado é Capitão Cueca e o Perigoso Plano Secreto do Professor Fraldinha Suja. Ótimo para candidatos a comissário do povo. Para os que se amarram num debate-boca sobre o monopólio petista da ética, pode-se recomendar Capitão Cueca e o Ataque das Privadas Falantes. E para os que querem, mas já não podem, se livrar de companhias incômodas e suas milionárias contas secretas, vai o Capitão Cueca e a Grande e Desagradável Batalha do Menino Biônico Meleca Seca.
Parecem até os livros do digamos "ministro da justiça", más garanto que não são.

Um Haicai:
Cueca e dinheiro,
o outono da ideologia
do vil companheiro

À moda Machado de Assis:
Foi petista por 25 anos e 100 mil dólares na cueca.

À moda Dalton Trevisan:
PT. Cem mil. Cueca. Acabou.

À moda concretista petista:
PT
Cueca
Cu
PT
Eca
Peteca
Te
Peca
cloaca

À moda Graciliano:
Parecia padecer de um desconforto moral. Eram os dólares a lhe pressionar os testículos.

À moda Rimbaud:
Prendi os dólares na cueca, e vinte e cinco anos de rutilantes empulhações cegaram-me os olhos, mas não o raio X.

À moda Álvaro de Campos:
Os dólares estão em mim
já não me sou
mesmo sendo o que estava destinado a ser.
Nunca fui senão isto:
um estelionato moral
na cueca das idéias vãs.

À moda Drummond:
Tinha um raio X no meio do caminho que me pegou.

À moda TS Eliot:
Que dólares são estes que se agarram a esta imundície pelancosa?
Filhos da mãe! Não podem dizer! Nem mesmo estimam
O mal porque conhecem não mais do que um tanto de idéias fraturadas, batidas pelo tempo,
E as verdades mortas já não mais os abrigam nem consolam".

À moda Lispector:
Guardei os dólares na cueca e senti o prazer terrível da traição. Não a traição aos meus pares, que estávamos juntos, mas a de séculos de uma crença que eu sempre soube estúpida, embora apaixonante. Sentia-me ao mesmo tempo santo e xyzwhijp, mártir de uma causa e seu mais sujo servidor, nota a nota.

À moda Lênin:
Não escondemos dólares na cueca, antes afrontamos os fariseus da social-democracia. Recorrer aos métodos que a hipocrisia burguesa criminaliza não é, pois, crime, mas ato de resistência e fratura revolucionária. Não há bandidos quando é a ordem burguesa que está sendo derribada. Robespierre não cortava cabeças, mas irrigava futuros com o sangue da reação. Assim faremos nós: o dólar na cueca é uma arma que temos contra os inimigos do povo. Não usá-la é fazer o jogo dos que querem deter a revolução. Usá-la é dever indeclinável de todo revolucionário.

À moda Stálin:
Guarda e passa fogo na cambada!.

À moda Guimarães Rosa:
Zezinho doleta tinha dívida de gratidão que não se paga jamais, seu moço, com Nhô Nobre, coisa assim lá pras bandas de outro mundo genuinamente de dentro dos cafundós da alma e por isso aceitou abrigar lá nas baixuras do homem onde a gente peca e fica sujo de tanta felicidade aquela dinheirama toda. E sentiu assim uma gostosura morna, só esfriando quando o sordado do zóio amarelo lhe apalpou as honras. Mas se calou mudo como nos confins do mundo imundo.

À moda Rubem Fonseca
O dinheiro lhe pesava no escroto e aquela acidez permanente ameaçando romper a barreira do esfíncter esofagiano inferior. Mastigou um comprimido de magnésia bisurada e achou engraçado que pudesse ter uma ereção numa hora como aquela, com o sangue a encher os corpos cavernosos de sua honra inútil, procurando um lugar entre notas amassadas e pentelhos hirsutos. Sentiu, sem saber por quê, vontade de matar anões.

À moda Jô Soares:
Eu não uso cueca.

À moda Proust:
Acomodou os dólares na cueca e atentou para o elástico frouxo e a trama do tecido já interrompida pela ação do tempo. O sol invadia pela janela o quarto de um hotel perdido no centro velho da cidade, e a trajetória de seu raio sofria um ligeiro deslocamento ao passar através de uma das abas da janela que se projetava, antiga, para fora, sobre uma cidade cinza, porém viva. Àquela hora, ruidosos, apressados e alegres, rapazes e moças do povo seguiam para o trabalho espiados por uma algaravia de estilos que pendia dos prédios, cujos capitéis e acantos da antiga elite cafeeira, já tomados pela fuligem, deitavam sua sombra sobre aquela massa humana, tão mais viva quanto mais disforme em suas roupas de tecido ordinário, porém com a graça eloqüente que tem a vulgaridade. Àquela hora, Odette acabara de se levantar e olhava com preguiça a macieira à frente de sua janela. Não pensava nada, pálida ainda de sono renitente. Caminharia ela também em direção à janela, olharia o quintal, estenderia mais adiante a vista, olhando os primeiros passantes do dia e diria com a força de uma sentença que nele sempre tinha o poder de um evento milagroso: "Acordei". Passou ainda uma vez as mãos sobre o volume de notas escondido sob a cueca de elástico esbaguelado, fechou a porta e seguiu para o aeroporto. Odette tomava café.

À moda Julio Cortázar:
Um cronópio não carrega dinheiro na cueca porque está mais para supervida do que para intervida, como um fama, que então enche os fundilhos com bolinhos de dinheiro e sai por aí dobrando esquinas e chamando para si a perícia da polícia e depois se queda quietinho, apagando a memória do celular.

À moda Roberto Schwarz:
O dólar na cueca expõe uma das muitas faces da crise do capital, que tanto mais se expõe quanto mais aniquila as dimensões de uma visibilidade que, à medida que se impõe, explora os caminhos de sua própria inviabilidade. Seu fator estruturante elimina o espaço da subjetividade, e a cueca passa a encarnar, então, não o dinheiro como base material do valor, mas o fetiche da ilegalidade que hoje marca o capitalismo. O indivíduo-indivíduo se torna um indivíduo-cueca à medida que agasalha, como metáfora e metonímia, a moeda que traduz um ponto de trajetória do domínio do império.

À moda Emir Sader:
É tudo culpa da "Ditadura" e do Ariel Sharon.

À moda Marilena Chaui:
A cueca de Espinosa melou por ti, segundo Merleau-Ponty.

À moda Renato Janine Ribeiro:
Uma cueca cheia de dólares é sempre mais que uma cueca cheia de dólares. Uma cueca cheia de dólares apela às culpas que cada um de nós carrega dentro de si e quer ver espiadas e expiadas por meio da ação de um partido ético, que só pode ser o PT, embora eu não seja filiado ao partido. Reparem que duas crises se cruzam neste evento como emblemas: ao mesmo tempo em que o símbolo do império escancara o seu poder de chantagem, sabemos que o dinheiro foi flagrado na cueca, expressão de uma intimidade masculina que vem à luz, como se o homem contemporâneo buscasse ser outra coisa e desse um grito de socorro, mais feminino, mais humano, mais aberto, mais gentil.

À moda Eça de Queirós
Tinha escondido os dólares nas cuecas. Surpreendido, emudeceu, e seu olhar se perdeu nas rutilâncias metálicas do aeroporto, detendo-se nas colunas sobrepostas por uma camada que imaginava espessa de aço escovado. Àquela hora, Luísa estaria a preparar o café, e um aroma denso, doce, tomaria o ambiente, numa esfera de sensualidade doméstica em tudo avessa à inquirição pela qual certamente haveria de passar. À sua volta, o alarido da imprensa simulava um auto-de-fé de que ele era o cordeiro de Deus, pronto para o rito sacrificial. E esta idéia quase que lhe foi uma forma de conforto, não tivesse sido tirado de sua acolhedora catatonia pelas palavras do meirinho, que insistia no cumprimento de um ritual burocrático que estava a léguas de sua buliçosa vida interior.
— Qual é a origem deste dinheiro? Quem lho deu?
A voz parecia advir das trevas, de um escuro persecutório que contrastava com a luz refletida e esmagada nas colunas de aço escovado. Disse, então, para si mesmo, que a privacidade houvera ficado perdida num determinado ponto da história, que já não tinha mais volta. O tempo corria. Urgia que tivesse ao menos uma desculpa. Algo que pudesse devolvê-lo àquela cálida sensação de que tudo, na vida, passa e de que vivemos à espera da morte.

À moda Flaubert
O dólar na cueca apelava a um rol de licenças íntimas desde que houvera decidido que o exercício da vontade não podia encontrar no crime o seu limite. Tinha plena consciência da afronta aos padrões vigentes da moralidade, mas o que, inicialmente, lhe parecia uma escolha tomou a súbita determinação de uma vontade compulsiva, cujos detalhes ele podia experimentar com mórbido prazer. Sabia que se fazia, assim, o último extremo da abjeção, e a culpa lhe consumia a alma e lhe pesava nas calças, como se a matéria conspirasse com uma antiga moral e lhe apontasse um dedo acusador. Mas já não era mais senhor de suas escolhas. Àquela tentação da censura, opunha-se uma outra: o prazer da transgressão que experimentam os criminosos, ainda que ele pudesse sentir-se o último dos desgraçados. Tinha fortes razões para concluir que chegava ali empurrado por tudo o que fizeram dele. Mas não podia negar à sua própria consciência uma evidência: amava o crime e a abjeção a que era relegado. Sentiu-se, então, estimulado por uma força que muitos chamariam de estranha, mas que ele sabia ser o chamamento de sua própria vontade, como um édito, uma determinação do destino. E riu intimamente de suas própria e falsa profundidade, que não era diferente de escarnecer de sua moral desengonçada.

À moda Nelson Rodrigues
Tomou um Chicabom e escondeu os dólares na cueca de bolinhas. Antes de ser preso, ainda pensou: “Todo homem tem de fazer amor com a sua cunhada e de ejacular ao menos uma vez no lavatório”.

À moda Cecília Meireles
Às vezes um homem passa
do outro lado do vidro. Às vezes, um menino
e seu irmão. Tudo lhe parece perfeito,
sereno, em seu lugar, como personagens
de Lope de Vega.
E, no entanto, havia aquilo:
os dólares presos à cueca.
Ainda teve tempo de pensar:
“Haverá uma forma em que eu possa
conciliar a mentira com o que há de belamente
fatal nesta hora”.
Algo em sua consciência censurava
a escolha insensata, a que respondia, no entanto,
certa atração fatal pelo suavemente sórdido,
como um desenho vulgar
feito no cabo de um punhal de prata.

À moda Shakespeare
Ó tempo devorador de homens e de reputações! Ó dia aziago! Em má hora quis o destino que a minha vontade e a sorte se encontrassem neste sortilégio. Vai, vil metal, confessa o meu opróbrio, denuncia a minha covardia.

À moda Musil
Escondeu os dólares na cueca. A suposição de que pudesse estar cometendo um crime o excitava um pouco, embora dissesse para si mesmo que aquele não era um sentimento genuíno, que lhe aflorasse das entranhas rumo à pele. Um olhar curioso, que o via de fora, emprestava ao ato a força de uma transgressão que ele mesmo não reconhecia, desiludido que estava até do fascínio do crime. Mas compreendia, no entanto, que outros pudessem se excitar em seu lugar. Deu-se, assim, por satisfeito em poder animar a vida alheia, já que a própria lhe parecia presa não exatamente do absurdo, mas de uma poderosa maldição da repetição. Pois que se deliciassem, então, com o acontecimento excepcional.

À moda Ascenso Ferreira
Parte o cearense, valente,
Com os dólares na cueca escondidos.
Olha o moço do raio-x
Com a coragem dos fortes
E não desvia o olhar nem mesmo
Quando lhe indagam:
— De quem é isto?
"Pra que tanta coragem?",
Ele se pergunta.
Pra nada. Pois os petralhas vão conseguir de volta e sem batalha.

À moda Camões
Enquanto quis muito cueca que tivesse,
Esperança de alguns maracutaias e ocultamento,
O gosto de um suave e larápio livramento,
Me fez mais corrupto, para que alguns milhares escondesse.

À moda Manoel de Barros
Nos fundilhos do meu corrupto quintal, íntimo, meu senhor, o dólar me faz homem-bomba DO PT.

Ele me batráquio corrupto e analfa,
Ele me sapo carraspanado,
Ele me molusco picareta ladrão.
Ele me PETRALHA LARÁPIO.

(Conheço do Oiapóque ao Chuí, os dementes grotões do Brasil. Penso que na minha cueca, não tem dinheiro ilegal, mas sim um silêncio legal, que vai morrer com o passarinho no ninho. Sem dar um pio. O que dor! Que tristesa! Pois é muita safadeza. Desses petralhas que acham que são da nobreza).

Raposa Serra do Sol - Roraima prevê forte abalo na economia
O que vai acontecer com a economia de Roraima? Essa pergunta começou a ser feita com mais insistência nos últimos dias, diante do rumo do julgamento da demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, no Supremo Tribunal Federal (STF), apontando para a retirada dos produtores de arroz do interior daquela área. A curto prazo já se sabe que, caso isso ocorra, haverá perdas de empregos, redução da oferta de arroz em três Estados - Amazonas, Pará e Roraima -, queda nas atividades industriais e comerciais em Boa Vista, diminuição na arrecadação de impostos. Não é só o efeito de curto prazo, porém, que está em discussão. De acordo com especialistas, é preciso observar o impacto a médio prazo: a expulsão dos arrozeiros tem o efeito de uma bomba no meio de uma classe média rural moderna, do ponto de vista capitalista, que está começando a se formar no Estado e tem nos arrozeiros um dos seus núcleos mais dinâmicos. Atrás deles estão vindo produtores de soja, de cana e de outros produtos agrícolas.
"Depois disso, quem vai querer investir nesse Estado, que parece um caldeirão fervente de insegurança jurídica?", pergunta o secretário de Planejamento do Estado, Haroldo Eurico Amoras dos Santos. "A expulsão dos arrozeiros golpeia sobretudo o empreendedorismo numa região em que a presença do Estado é kafkianamente gigantesca, dominadora."

Se [os arrozeiros] pararem de produzir, poderá ser o fim de aproximadamente mil empregos diretos, segundo cálculos do presidente da Associação dos Arrozeiros de Roraima, Nelson Massami Itikawa. Pode parecer pouco num Estado como São Paulo, com mais de 42 milhões de habitantes, mas é uma catástrofe em Roraima, o Estado cuja população mal chega a 400 mil habitantes e exibe a menor densidade populacional do País.
Não existem outros setores produtivos em condições de absorver a curto prazo essa massa de trabalhadores. E eles sabem disso. Na quinta-feira à tarde, enquanto vigiava o nível da água no meio dos pés de arroz, em uma fazenda no município de Pacaraima, no interior da Raposa, o índio uapixana Lourenço Gomes da Silva dizia ao repórter, entre um golpe de enxadão e outro: "Sou o aguador. Tenho que cuidar para nunca deixar a lavoura secar. Especialmente agora, que o arroz está embuchando: não pode faltar água de jeito nenhum. Trabalho há oito anos aqui. Ganho dois salários mínimos e tenho três refeições por dia. Onde eu vou achar quem me pague isso? Não tenho pra onde ir."

Não rolem de rir: Cúpula na Bahia, do Molusco, discute uma "Alca" sem EUA e Canadá, mas Cuba
O governo Luiz Inácio Batráquio Molusco da Silva prepara sua última cartada para tentar consolidar o Brasil na condição de líder da América Latina. Sob seu comando, os 33 países da região se reúnem na quarta-feira, na Costa do Sauípe (na Bahia), para lançar um projeto de integração e um foro político dissociado dos EUA.
Maturada lentamente desde o início do governo Lula, em 2003, essa versão redesenhada da Área de Livre Comércio das Américas (Alca), processo de integração abortado em 2005 pela trinca Brasil-Argentina-Venezuela, dará um contorno à região muito diferente do imaginado por Washington.

Ela incluirá Cuba e excluirá o Canadá e os EUA - estrategicamente, a um mês da posse de seu futuro presidente, Barack Obama. A Cúpula da América Latina e Caribe (CALC) ocorrerá logo depois das reuniões de três outros foros regionais da região. Amanhã e terça-feira, o Mercosul tentará encontrar em sua reunião semestral uma possibilidade de recuperação após cinco anos de estagnação. O bloco deverá aprovar medidas que lhe dêem mais consistência - como a adoção de um Código Aduaneiro.
Ainda na terça-feira, ocorrerá a cúpula da União de Nações Sul-americanas (Unasul) e uma sessão-relâmpago do Grupo do Rio (foro político que caiu em desuso há anos), para formalizar o ingresso de Cuba.
Por ordem do presidente Lula, as consultas oficiais aos outros 32 países sobre a organização do evento e a montagem do novo foro multilateral começaram em fevereiro. Mas essa iniciativa está no topo de uma estratégia calculada pelo Itamaraty, que começou com a negociação da Unasul, a partir de 2004, apesar da resistência do México, que acabou excluído até mesmo como observador.
A CALC, envolverá os 33 países da região e seus blocos regionais - Mercosul, Comunidade Andina (CAN), Sistema de Integração Centro-americano (Sica), Caricom, Associação Latino-americana de Integração (Aladi), Unasul e Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba).

No meio de tanta coisa bizarra, estão nossas FFAA cada dia pior, mais definhadas e desmanteladas militares esperando que semana que vem os deputados aprovem as emendas da MP 2215-10. Caso isso não aconteça vamos começar uma campanha para o fechamento do congresso nacional, nos mesmos "moldes" do A-5 agora o A-6. Atenção senhores deputados. Vamos trabalhar sério.

sábado, 13 de dezembro de 2008

AI-5: COMPLETA 40 ANOS NESTE SÁBADO!

Inclusão inserida em 13 de Dez. de 2008 com 12.345 Visualizações no Portal Militar.

Tio Rei, Há 40 anos, era editado no país o Ato Institucional nº 5, o famigerado AI-5, emblema e soma de uma política que tinha uma dimensão doméstica, mas que também espelhava dissensões que iam pelo mundo. O Brasil estava no mapa dos confrontos da Guerra Fria. E o golpe desfechado quatro anos antes era a maior evidência. Pode-se duvidar se as esquerdas marxistas conseguiriam ou não fazer a sua “revolução”, mas inegável é que se mobilizavam para tanto. Pode-se duvidar se a esquerda populista, liderada por João Goulart, seria bem-sucedida em desfechar um autogolpe, mas a tentação estava no ar. Pode-se duvidar se aqueles que se alinharam aos golpistas estavam interessados apenas na lei e na ordem — ou se tudo aquilo não passou do esforço, como dizem setores da esquerda, para a tomada do estado pelas forças do capital. Inegável é que os radicais de esquerda forneceram todos os pretextos, os verdadeiros e os apenas verossímeis, para o golpe (1964) e para o golpe dentro do golpe (1968). Tanto é assim que o regime militar brasileiro, à diferença de quase todos os seus congêneres latino-americanos, tinha apoio popular. Os brasileiros não endossavam os métodos da esquerda que se preparava para se armar e que acabou se armando. A ditadura fez água quando a economia abriu o bico.

O AI-5, sem dúvida, fez mal ao Brasil. Mas é pura mistificação, mentira das mais grotescas, atribuir o movimento de 1964 e o extremismo de 1968 apenas à ação dos “homens maus”. A democracia brasileira foi golpeada num ano e morta quatro anos depois não porque anjos lutassem contra demônios; não porque democratas lutassem contra tiranos. A liberdade só naufragou por falta de quem a defendesse, à direita e à esquerda. À diferença do que faz crer a mistificação dos egressos da esquerda armada, hoje no poder, eles não queriam um regime de liberdades. Queriam uma ditadura comunista. Não há um só documento produzido pela esquerda brasileira naquele período que defendesse a democracia. E não custa lembrar: ainda hoje, sempre que a dita-cuja é evocada, fica evidente seu caráter, vamos dizer, apenas tático. Tarso Genro, ministro da Justiça, por exemplo, diz que seu negócio é mesmo o socialismo...A COMANDANTE Dilma Rousseff, da Casa Civil e apontada como candidata do PT à Presidência, já expressou orgulho pelo seu passado. Ela pertenceu a uma mega super organização criminosa que praticava atos selvagens e terroristas. Mais do que isso: o líder de seu grupo um narcotraficante sem escrúpulo, redigiu um manual dito de guerrilha, mas que fazia a defesa aberta do terrorismo. Antes que retome o texto a partir daqui, uma pequena digressão – ou nem tanto. Certo?

A íntegra do Ai-5 está aqui. Lendo o texto, não resta dúvida: trata-se de um ato que institui uma ditadura. Já o primeiro parágrafo do preâmbulo carrega naquela linguagem patética das ditaduras: “Considerando que a Revolução brasileira de 31 de março de 1964 teve, conforme decorre dos Atos com os quais se institucionalizou, fundamentos e propósitos que visavam a dar ao País um regime que, atendendo às exigências de um sistema jurídico e político, assegurasse autêntica ordem democrática, baseada na liberdade, no respeito à dignidade da pessoa humana, no combate à subversão e às ideologias contrárias às tradições de nosso povo, na luta contra a corrupção...” É... A ditadura buscava a “democracia autêntica”, como se vê. A esquerda radical, como vocês sabem, quer “a verdadeira democracia”. São adjetivos que servem de atalhos para ditaduras. O artigo 2º do ato não deixava a menor dúvida: “Art 2º - O Presidente da República poderá decretar o recesso do Congresso Nacional, das Assembléias Legislativas e das Câmaras de Vereadores, por Ato Complementar, em estado de sitio ou fora dele, só voltando os mesmos a funcionar quando convocados pelo Presidente da República.”

Assim, que, em nenhum momento, seja posto em dúvida o óbvio caráter ditatorial do texto. Mais: que, em nenhum momento, se suponha que se possa construir, com um ato daquela natureza, um país civilizado. Porque ninguém jamais conseguiu ou conseguirá fazê-lo. Não há um só regime, fora da democracia representativa, que mereça tal epíteto. E qualquer flerte com alternativas, como ainda há hoje em dia à esquerda e à direta, merece o repúdio de quem entende que a democracia representativa, nas economias de mercado, oferece aos homens a oportunidade para que busquem o que de melhor pode oferecer o gênio humano. Por isso Tio Rei não é relativista, não é multiculturalista nem é “pluralista” em matéria de regimes políticos. Tio Rei é só a favor da democracia representativa – nem a “autêntica” nem a “verdadeira”. Só a democracia representativa.

Posto isso, volto lá àquele segundo parágrafo. É mentira que as esquerdas brasileiras tenham aderido à luta armada apenas depois da decretação do AI-5 e que, portanto, a luta armada e o terrorismo fossem a única saída de quem queria “combater o regime” ou, como dizem hoje alguns cínicos montados da bufunfa de indenizações indecorosas, “lutar pela liberdade”. FARSA! FARSA DAS MAIS ASQUEROSAS! Não merece outro nome os que, distorcendo o passado de maneira miserável, escondem debaixo do tapete da mistificação suas ilusões e delírios totalitários para posar apenas de vítimas dos homens maus.

Tal constatação tem alguma relevância hoje em dia? Tem, sim. Está aí o ministro Paulo Vannuchi, por exemplo, ele mesmo um ex-subordinado de uma organização terrorista, a querer encruar a história, como se ele próprio, naquele passado, tivesse integrado uma fileira de anjos. Morreram, segundo os próprios esquerdistas, 424 pessoas em decorrência das ações legais do estado e da atuação ilegal de agentes do regime ou a ele ligados. Nessa conta, estão os que tombaram de arma na mão — e ela também servia para matar... Os esquerdistas fizeram mais de uma centena de mortos. Considerando-se o tamanho das duas forças, a letalidade das esquerdas foi bem maior. E isso é um indício do que teria acontecido se tivessem vencido. Ninguém precisa se dedicar a especulações. Onde a guerrilha marxista e lenista triunfou, os mortos se contam aos muitos milhares, aos muitos milhões. Já demonstrei aqui: por 100 mil habitantes, Fidel Castro é umas 2.700 vezes mais assassino do que o regime militar brasileiro. E, no entanto, mereceu e merece a reverência da esuerdopatia nativa. Em nome do quê? Ora, do mesmo humanismo de quando esses puros pegaram na metranca mais corrupta.

O fato de o AI-5, com efeito, ter sido um horror não torna heróis os facínoras de ontem ou desculpa as tentações autoritárias de hoje. Não existem boas ditaduras ou ditadores virtuosos. Não??? Não para mim, para os liberais. Podem-se encontrar muitas diferenças, sem dúvida, entre o Getúlio Vargas do Estado Novo e o Regime Militar de 64. Mas, no que concerne à democracia – ou à falta dela -, há muitas semelhanças. Não obstante, o que a soma de populismo, nacionalismo bocó e esquerdismo verde-amarelo fizeram com ele? Transformaram-no num herói. Luiz Carlos Prestes, um comunista barbaramente torturado pela polícia do ditador, saiu da cadeia para subir no seu palanque. Entendeu que seu algoz ajudava a combater as forças reacionárias... Apanhou de Getúlio, mas queria mais Getúlio.

O AI-5, felizmente, se foi. As tentações autoritárias ainda estão estampadas na alma de muita gente para quem a adesão à democracia continua a ser apenas uma etapa. Afinal, uns a querem “autêntica”, outras a querem “verdadeira”. De fato, eles todos a odeiam e querem mesmo é ditadura.

Comento
Será que: O que os petralhas estão fazendo no país hoje não é pior do que tudo que já foi feito no passado? Pois essse monstros estão cometendo verdadeira atrocidades, exacerbada corrupção e todo tipo de maracutaia, possível e impossível, não é a toa que eles formam a maior facção criminosa do planeta terra. E afirmo que o maior erro da "ditadura" foi ter deixado vivos os dois maiores caudilhos da história da humanidade, FHC e Batráqüio carraspanado molusco.

VEJAM: O Instinto selvagem e destruidora tempestade que se abateu, com a crise financeira, sobre a troca mundial de bens e serviços – o comércio, aquela atividade social definida pelo autor português Fernando Pessoa como distintiva, ao lado da cultura, das sociedades civilizadas. Tome-se o exemplo do transporte marítimo de cargas. Em abril, no auge da alta das commodities, grandes companhias de navegação comercial, como a Maersk e a Hapag-Lloyd, cobravam 2 000 dólares para carregar um contêiner da Ásia para a Europa. Esse preço caiu para 500 dólares. Os estaleiros, que até há pouco obtinham lucros exuberantes, hoje nem sequer têm dinheiro para terminar a construção de 2 000 cargueiros.
(...)
Quando a fase atual do comércio internacional é vista assim, secamente, sem a lente da perspectiva histórica – ou, ao contrário, equiparada aos seus momentos mais sombrios –, parece que a humanidade decidiu, por trauma de seus próprios excessos, tolher o que Adam Smith dizia ser sua "propensão intrínseca para barganhar, permutar e trocar uma coisa por outra". Engano. O comércio não corre riscos. Ele está de ressaca. Produto do mais básico bom senso, essa conclusão ganha argumentos sólidos e apetitosos em Uma Mudança Extraordinária – Como o Comércio Revolucionou o Mundo, livro mais recente do historiador financeiro William Bernstein (tradução de Patrícia Sá; Campus; 332 páginas; 85,90 reais). Bernstein descreve como, ao longo da história, os consumidores ávidos por novidades pagaram fortunas por produtos cuja origem exata desconheciam.

VEJAM - Corrupção: o país dos nocivos petralha, da "eureca", o euro na cueca. Pois uma pesquisa divulgada pela ONG Transparência Internacional na semana passada colocou o Brasil, mais uma vez, na lista dos países mais corruptos do mundo. O estudo, que ouviu executivos com negócios em 22 das nações mais ricas do planeta, revela que o Brasil ocupa a quinta colocação entre os países onde o suborno é mais difundido. Só perde para Índia, México, China e Rússia, campeã isolada do ranking da propina. Mesmo em um país habituado a freqüentar esse tipo de lista, porém, o que se viu agora foi assustador. No Espírito Santo, o presidente do Tribunal de Justiça, a mais alta corte do estado, foi parar na cadeia. Ele e outros três juízes, também presos, são acusados de transformar o tribunal em um balcão para a venda de sentenças. Em São Paulo, um dos réus no escândalo do mensalão foi preso no aeroporto com 361 000 euros escondidos até na cueca. Em Brasília, a bandalha promovida na Fundação Nacional de Saúde (Funasa), órgão federal que deveria cuidar de comunidades carentes, agora avança até sobre a verba destinada à construção de sanitários. O festival de trapaças causa a impressão de que a corrupção é uma praga indestrutível. Indubitávelmente o PT é abominável certo? É o que existe de mais podre na nação brasileira. Não é mesmo? (MONSTROS MALÍGNOS).

VEJAM - O território é do Brasil. Certo?
O ministro Direito lembrou que os índios têm o usufruto da terra, mas não a sua posse. Certo?
O Supremo Tribunal Federal encerrou, na semana passada, o mais conturbado processo de demarcação de reserva indígena da história recente do país: o da Raposa Serra do Sol, em Roraima. Oito dos onze ministros do STF mantiveram a extensão contínua de uma área de 17.000 quilômetros quadrados, que abarca quase 10% do território daquele estado, faz fronteira com a Venezuela e a Guiana e só é habitada por 19.000 índios. A sentença sairá apenas em 2009 por causa de um pedido de vista do ministro Marco Aurélio Mello. O julgamento, porém, não será alterado. A manutenção da reserva na sua configuração atual atende à reivindicação dos caciques que lá vivem, mas, graças ao voto do ministro Carlos Alberto Menezes Direito, até agora acompanhado pela maioria de seus colegas, foi dado um basta ao frenesi demarcatório da Fundação Nacional do Índio (Funai) e impedida a viabilização de uma idéia maluca, acalentada por padres marxistas e ongueiros estrangeiros: a da criação de uma nação indígena no norte do país.

Corrupção em alto grau do super mega petista nocivo e ladrão, Luiz Marinho, de onde vem esse dinheiro todo? Pois acreditem, esse corrupto petralha "doou" R$ 5 milhões para campanhas políticas do PT.
prefeito eleito de São Bernardo do Campo (SP), Luiz Marinho (PT), bancou parte das campanhas de 242 candidatos a vereador do município, mais da metade dos 480 postulantes ao cargo na cidade, revelam dados das prestações de contas disponibilizados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
A campanha de Marinho injetou R$ 5 milhões nas contas de candidatos de 11 partidos que compuseram sua coligação, alçando o petista à condição de quinto maior doador geral das eleições, desbancando bancos e empreiteiras.

Os repasses a outros candidatos representam 45% dos R$ 11,2 milhões arrecadados por Marinho -façanha que lhe conferiu o status de campanha proporcionalmente mais cara do PT. Segundo relato feito à Justiça Eleitoral, o dinheiro financiou cerca de um milhão de "impressos", além de carros de som e combustível.
Marinho disse ontem que as doações foram parte de sua estratégia para vencer as eleições. Ele afirmou que decidiu "assumir" as campanhas dos 242 candidatos, que, na prática, tornaram-se cabos eleitorais de peso. Marinho venceu, mas na outra ponta o plano naufragou: a coligação conquistou apenas 6 das 21 cadeiras da Câmara de São Bernardo do Campo. Todos os vitoriosos são da facção criminosa petistas. (NOCIVOS LARÁPIOS).

SAFADEZA MONSTRA: O STF deve livrar Palocci de ação por quebra de sigilo do caseiro.
O ex-ministro da Fazenda e deputado federal Antonio Palocci (PT-SP) deve se livrar da denúncia de envolvimento na quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa, em 2006. Essa é a tendência apontada por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para o julgamento marcado para a quinta-feira, penúltima sessão antes do recesso.Segundo ministros, não há provas suficientes para ligar Palocci à quebra do sigilo e ao vazamento das informações à imprensa. Sem isso, dizem, seria impossível responsabilizá-lo penalmente.
O relator do caso, o presidente do STF, Gilmar Mendes, decidirá se aceita a denúncia do Ministério Público Federal contra Palocci. Apesar da expectativa de que o assunto entre na pauta na semana que vem, Mendes afirmou ontem que a tendência é jogar o assunto para 2009. "Espero me ver livre disso em fevereiro", disse o presidente do STF, em visita a São Paulo.

Os advogados do PETRALHA CORRUPTO, Palocci apostaram justamente na falta de provas para rejeitar a proposta feita pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, de suspender o processo em troca de uma pena alternativa. Em agosto, os advogados encaminharam ofício ao Supremo para recusar a oferta e pedir o julgamento.
Além de Palocci, os ministros avaliarão também se aceitam a denúncia contra os outros dois denunciados: o ex-presidente da Caixa Jorge Mattoso e o ex-assessor de imprensa do Ministério da Fazenda Marcelo Netto. Se aceitarem a denúncia contra os dois, mas rejeitarem as acusações contra Palocci, a investigação será remetida para a primeira instância, já que o único envolvido que tinha foro privilegiado - Palocci - estará fora da investigação. Isso deve gerar um atraso no processo que pode acabar prescrevendo.
Caso queiram se livrar da ação, Netto e Mattoso podem ainda aceitar a proposta do procurador-geral de trancar o processo em troca de uma pena alternativa: doação de 50 resmas de papel à Associação Brasiliense dos Deficientes Visuais (ABDV) e palestras bimestrais durante dois anos a estudantes da rede pública de ensino. É um absurdo lastimável isso.

Comadante Dilma adota discurso de candidata ao Planalto e critica gestão do monstros e caudilho FHC autor da MP 2215-10. (MP DO MAL)
Ao abrir nesta sexta-feira o encontro nacional de prefeitos do PT, a ministra e comandante da mega super facção criminosa de 60, Dilma Rousseff (Casa Civil) adotou discurso de candidata ao Palácio das corrupções, ao criticar a gestão do ex-presidente caudilho Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Dilma disse aos prefeitos que o governo do presidente Luiz Inácio Batráqüio Molusco da Silva promoveu uma diferença "radical" entre gestões passadas, deixando de lado o discurso neoliberal porque tem como foco as políticas sociais.
"A nossa visão de Estado não é neoliberal. É uma visão comprometida com projeto de desenvolvimento. "Somos governo com responsabilidade fiscal, mas também social, afirmou". Acreditem quem quizer em petralhas.
Na minha visão é um governo comprometido apenas com a corrupção, maracutaia, safadeza e todo tipo de falcatrua possível.

E no meio de exacerbada corrupção dos petralhas estão nossas FFAA cada dia pior mais definhadas e desmanteladas, militares a espera dos milagres. Certo senhores deputados? Vamos sair da inércia.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

A HORA DAS RAPOSAS!!

Inclusão inserida em 12 de Dez. de 2008 com 11.090 Visualizações no Portal Militar.
Amigos, UMA ÍNDIA E UMA MESTIÇA HUMILHAM OITO MINISTROS DO STF COM O SEU BOM SENSO, Isso não é o máximo?
A nossa Corte Suprema se reuniu anteontem não para responder às demandas reais de homens e mulheres reais, mas para mandar um recado amistoso a “tribunais” estrangeiros que ignoram a realidade brasileira e ainda imaginam o país como o rincão perdido, onde povos primitivos teriam direito a seu éden. É isto: os nossos ministros, com mais (Menezes Direito) ou menos (Joaquim Barbosa) exigências, cederam à pressão desses organismos meldíocres e aborígenes, de uma miríade de ONGs que atuam no país. Só na Amazônia, acreditem, há 100 mil delas. Não errei, não: 100 mil mesmo! Padre Vieira puxaria a orelha de cada um daqueles senhores togados: eles decidiram, mas os riscos são das almas alheias. Em vez do mundo edênico, a ameaça da miséria e da fome. Certamente o STF está prestando um "desserviço" ao Brasil.

O Jornal Nacional levou ao ar ontem uma ótima reportagem de Cristina Serra, Cristina falou com Audet, descendente de índios e brancos. Ela é mãe de cinco filhos. O marido, o pai e o irmão trabalham nas fazendas do líder dos arrozeiros, Paulo Cesar Quartieiro. Apreensiva, diz: “Vai ficar todo mundo desempregado. É o que vai acontecer”. Será que esses ministros estão bem de saúde mental? Acho que não. "O país merecia coisas bem melhores". Não esses digamos "ministros", que aí estão.

Audet, mestiça, e Eunice, índia, são evidências de que está em curso na região o que acontece em todo o Brasil: somos um país mestiço. Mas não para as ONGs estrangeiras que financiam o CIR (Conselho Indígena de Roraima); não para os padres do CIMI (Conselho Indigenista Missionário); não para o ministro Ayres Britto, que relatou um voto da mais pura e delirante poesia indianista; não para os sete ministros que o seguiram (apesar das restrições de Menezes Direito). Isso é escárnio.

Os índios daquela região de Roraima, vejam que coisa!, à diferença de muitos outros espalhados pelo Brasil, não conhecem a miséria, a pobreza extrema. E isso foi garantido pela chegada do trabalho assalariado — e não é de hoje. A presença do “branco” ali data do século 19. Os arrozeiros estão há mais de 30, em terras compradas do Incra. Recolhem religiosamente seus impostos a um estado que, agora, os trata como invasores e usurpadores. Esses ministros do STF estão perdidos.

Expulsos os fazendeiros, no dia seguinte, haverá muitas centenas de homens desempregados: índios, mestiços, não-índios. Como não são mais “índios” na sua acepção plena — isto é: não vivem da caça, da pesca, da coleta e de uma pequena lavoura de mandioca —, terão de buscar o seus sustento de algum modo. O estado brasileiro, por meio do Executivo, da Funai e, agora, do STF, os está empurrando para a marginalidade. Reitero: Raposa Serra do Sol corresponde a 11 cidades de São Paulo para estimados 19 mil índios — há quem diga que o número é muito inferior.

Era e é perfeitamente possível conciliar as chamadas terras contínuas com a presença dos fazendeiros, que ocupam uma das margens da reserva: apenas 0,7% da área total. Mas isso não atenderia aos anseios das ONGs e de entidades internacionais que gostam de pensar na idéia de um paraíso perdido, onde vive aquela gente pura... O ministro Menezes Direito pode ficar tranqüilo: nenhuma de suas 18 exigências será cumprida. E a razão é simples: a maioria delas já está em algum código legal. E não tem serventia nenhuma.

Sábias são Audet e Eunice. Talvez as ministras Ellen Gracie e Carmen Lúcia devessem arrastar por aí de cinco a sete bacuris para entender por que aquelas mães estão tão preocupadas. Talvez os seis vetustos senhores que, quem sabe?, estejam se imaginando como verdadeiros Tarzans salvando os homens primitivos devessem se perguntar do que vai viver aquela gente — índios, mestiços e não-índios —, já incorporada à economia capitalista e ao trabalho remunerado, com o qual alimentam bocas.

E que se note: um dia depois da decisão, a Funai já se colocava como guarda pretoriana da Raposa Serra do Sol. Entendo. Os índios dali cometem um grave pecado. Eles estão longe daquela vida miserável que leva a maioria de todos os outros índios tutelados pelo órgão. Isso é lamentável, não sei como, mais certamente tem dedos sujos dos petralhas nesse engodo.

PF suspeita de mineração ilegal na Raposa Serra do Sol. E aí, STF?
A Polícia Federal em Roraima investiga denúncias de que índios e não-índios estejam explorando ilegalmente os recursos minerais da terra indígena Raposa/ Serra do Sol.
A Funai (Fundação Nacional do Índio) confirmou que, apesar de isoladas e de terem diminuído desde 2005, quando houve a homologação da reserva, as tentativas para retirar minerais continuam.
Três ações da PF nos últimos 30 dias aumentaram as suspeitas sobre a atividade mineradora ilegal. Há cerca de 20 dias, dois cidadãos norte-americanos foram detidos portando equipamentos para pesquisa mineral. Eles alegaram ser missionários religiosos e foram liberados.
As outras duas ações apuravam denúncias contra indígenas. Em uma delas, a PF deteve um homem carregando combustível que seria usado por balsas de garimpos, o que não se confirmou. Em outra, a polícia foi até um local suspeito de ter máquinas para garimpar, mas não encontrou nada. Pela Constituição, esse tipo de exploração só pode ser autorizado pelo Congresso.

É impressionante! A militância ongueira, quase sempre financiada ou por dinheiro estrangeiro ou dos petralhas, vai conseguir transformar numa área conflagrada uma região que, dada a realidade nos rincões do Brasil, conseguia viver em paz. Oficiais generais está chegando a hora. Certo?

Pois os arrozeiros continuam a fazer a coisa certa: plantar comida
Um dia após ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) terem votado a favor da retirada dos produtores de arroz da reserva indígena Raposa/ Serra do Sol, em Roraima, os fazendeiros afirmaram que vão continuar plantando.
A Folha falou ontem com quatro dos sete rizicultores que deverão deixar a terra indígena se a votação for mantida. Todos disseram que continuarão a produzir enquanto puderem. O arroz plantado agora poderá ser colhido a partir de abril.
"Eu vou plantar. Tenho funcionário que trabalha comigo há dez anos. Vou fazer o quê?
Mandar todos embora? E a família desse povo faz o quê?", disse o gaúcho Ivo Barili, que está em Roraima há 28 anos.
Ele disse empregar atualmente cerca de 40 pessoas.

Veja as medidas do pacote do governo para tentar amenizar a crise
O governo federal vai deixar de arrecadar R$ 4,9 bilhões com as mudanças no Imposto de Renda Pessoa Física, conforme as medidas anunciadas nesta quinta-feira para amenizar os efeitos da crise internacional sobre o setor produtivo e o consumidor.
Em reunião com empresários em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou além da criação de novas alíquotas --de 7,5% e 22,5%-- do Imposto de Renda Pessoa Física, a redução do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para operações de crédito e isenções de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para o setor automotivo.
Com a correção prevista em lei de 4,5%, a nova tabela do imposto de renda prevê isenção para quem ganha até R$ 1.434; alíquota de 7,5% para quem ganha mais de R$ 1.434 até R$ 2.150; de 15% para quem ganha mais de R$ 2.150 até R$ 2.866, de 22,5% para quem ganha mais de R$ 2.866 até R$ 3.582 e de 27,5% para quem ganha mais de R$ 3.582.
A decisão de alterar a tabela de imposto de renda é definitiva (não tem prazo de vigência) e entrará em vigor por medida provisória, a partir de 1º de janeiro.
Também haverá redução de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para pessoas físicas, de 3% para 1,5%, pelo período que o governo julgar necessário. O custo desta medida, segundo o governo, será de R$ 2,560 bilhões.

PETRALHAS, LUZES E TREVAS
Mais chatos e, às vezes, cretinos do que os defensores do batráquio molusco, só mesmo os que se atribuem o papel de procuradores de maracutais, pois petralhas como: Dilma comandante da facção de 60, Mercadante, primeiro compadre Teixeira, Dantas, Greenhalgh, Lulinha e outros mosntros petistas, só fazem isso, pois mensalão, sanguesugas e CC e o engodo da Varig e B.T com nove dedos sujos e cabeludos é o que pode existir de mais abomonável no nosso país. É o da picada! É Muita corrupção dos petralhas.

E indubitávelmente no meio de exacerbada corrupção dos petralhas estão nossas definhadas e desmanteladas FFAA a espera do seu aniquilamento final. Militares contado com à aprovação das emendas da MP 2215-10 e das PECs 245 e 249. Certo senhores deputados?

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

DANTAS E LULA HOMENS ACIMA DA LEI!!

Declare-se inimigo de Daniel Dantas ou do Lula e você pode cair nas garras malignas dos petistas. Caso se veja tentado sapatear sobre a Constituição, não passe vontade: sapateie e jogue-a no lixo, Vamos anunciar ao mundo: “ Vamos Prender Daniel Dantas e Lula!” Eles se tornaram o que existe de mais abominável no Brasil, o Cristo às avessas: o Nazareno redimia todos os pecados da humanidade, padecendo, em seu lugar, as penas. Há um risco considerável de que Dantas e Molusco não pague pena nenhuma — já que alguns amigos paladinos decidiram que já estava na hora de colocar esses ignóbios petralha na cadeia, a lei era uma boa maneira de pegá-lo —, e aqueles que gritam “Prendam Daniel Dantas e Lula”, Pois eles usam a lei como pretexto para cometerem suas próprias ilegalidades. Como: Corrupção, maracutais getão fraudulenta, lavagem de dinheiro, tráfico e muitas outras safadezas. De novo: se cobrir vira circo; se cercar, vira hospício. Os petistas são abomináveis mesmos. São patéticos e nocivos. Certo?

Ontem, a Câmara dos Deputados conferiu uma homenagem muito justa ao delegado Protógenes a medalha do Mérito Legislativo. Ele foi sonoramente aplaudido pelos deputados. É o blilhante delegado da Operação Satiagraha. Afinal, Protógenes é um dos que gritam: “Prendam Daniel Dantas e Molusco!” No gargarejo e no aplauso, algumas notórias reputações envolvidas com o mensalão — que tem um novo capítulo escrito pelos cuequeiros. O binômio Daniel Dantas-mensalão, sanguessugas e CC, parece interessar menos à Câmara e àqueles que o investigaram.

Protógenes é hoje o inimputável da República, um delegado brilhante e honesto, um grande patriota. Leiam esta sua fala, publicada na Folha Online: “Eu recebi uma decisão unilateral do órgão central da PF que propôs a relotação para outro setor, mas ainda não fui comunicado oficialmente dessa relotação.” E prossegue a Folha: “Segundo Protógenes, a fita divulgada pela PF com trechos da reunião que selou o seu afastamento foi editada ‘criminosamente’ pela direção do órgão. ‘A fita revela que eu não fui afastado, que eu fui deliberadamente afastado. Me propus a trabalhar nos fins de semana e permanecer para fazer análise do material apreendido.’" É isto: o delegado pode acusar quem ele bem entender, o que inclui os seus chefes na Polícia Federal. Quem não concorda com seus métodos está, naturalmente, a serviço de... Daniel Dantas. “Prendam Daniel Dantas e molusco!”.

Esse grande paladino responsável e honesto, já contaminou setores da polícia e do próprio Judiciário, pois seu exemplo de brilhantismo é um orgulho para seus pares, profissional exemplar de notável inteligência. Um patriota que deve servir de exmplo para todos os Brasileiros. A apuração da operação Satiagraha já está em mãos de outro delegado. Os dados dessa frente de investigação já estão colhidos. O que quer que venha a acontecer com Dantas não depende mais da ação de Protógenes. O que é uma pena, pois Protógenes é um grande Brasileiro.


Sabem aquele clichê: se cobrir vira circo, se cercar vira hospício? Cabe hoje ao país mais do que nunca. O primeiro episódio que leva a essa constatação diz respeito, justamente, à reserva de Raposa Serra do Sol. O voto do ministro Menezes Direito expõe o desastre legal que vai tomando conta do país. Antes de entrar nesse mérito, algumas considerações prévias.

Até agora, por oito a zero, num processo regimental de antecipação de voto, os ministros do Supremo decidiram que a área da demarcação tem de ser contínua. Isso quer dizer, na prática, que uma única antropóloga pode decidir entregar um pedaço de país a um grupo de índios comandados por ONGs. A questão em Raposa Serra do Sol é de tal sorte ridícula, que se pode dizer que, lá, índios católicos (pró-expulsão dos “brancos”) estão em confronto com índios protestantes (a favor da permanência dos “invasores”). A propósito: os padres do Conselho Indigenista Missionário — que é assim uma mistura de crucifixo com cauim moral (já que os índios de lá nem devem saber o que é isso e bebem o que a gente bebe) — continuarão na reserva, é claro (as ONGs também vão ficar). Não produzem um grão de arroz. Não servem para matar fome de um passarinho. Mas fundem como ninguém as coisas de Deus com o espírito de Anhangá...E das maracutaias, acho até que tem dedos dos petralhas nessa sujeira toda, vamos aguardar para ver.

A miscelânea religiosa ali vigente é só mais uma, entre tantas evidências, de que aqueles índios há muito estão aculturados. Mas vá lá... Ainda que a área permanecesse contínua, pergunta-se: por que proibir que menos de 1% de toda aquela terra seja dedicada à produção de arroz? É um absurdo é lastimável é imoral. A julgar pelos votos de Ayres Britto e Joaquim Barbosa, isso significa uma terrível agressão à natureza e à cultura indígena. Qual cultura indígena, caras pálidas e não-pálidas? Mas sigamos. Pensemos, então, conforme anuncio no primeiro parágrafo, no voto de Menezes Direito.

Foi Publicado ontem, as 18 exigências, endossadas pelos outros sete ministros, para que se mantenha a reserva Raposa Serra do Sol — e, entende-se, o que vai ali passa a valer para todas as outras reservas indígenas. Percebam: o ministro, sozinho, comportou-se como Legislativo, Executivo e ATÉ MESMO JUDICIÁRIO. Não, não o estou censurando por este particular. Alguém tinha de pôr alguma ordem na bagunça — por que não ele? Espantoso é o judiciaário querer prejudicar o país e que, até agora, nenhuma de suas exigências muito sensatas esteja em lei. E não está porque o Congresso não se mobilizou para tanto, porque o Executivo, por meio da Funai, não se mobilizou para tanto, porque, vejam que coisa, até as Forças Armadas andaram se descuidando do assunto, tendo despertado para o problema só agora, quando um pedaço do território brasileiro está prestes a se consolidar como terra de ninguém — já é hoje território livre das ONGs, com régio financiamento estrangeiro e todo tipo de maracutaia e safadeza.

Sim, as 18 exigências de Menezes Direito são procedentes. Mas será esse o seu papel? Cabe a um ministro do Supremo descer a tais minudências para disciplinar a forma de ocupação, preservação e exploração dos territórios indígenas? Ele faz bem em preencher esse vazio, mas que se note: trata-se do preenchimento de um vazio. Tivéssemos um Congresso e um Executivo que cumprissem as suas funções, o ministro poderia ser acusado de ser um usurpador. Mas não. Ou é assim, ou é a continuidade do vazio legal.

Então tudo certo? Não! Continua tudo errado. A disciplina que os ministros do STF querem ver agora aplicada às reservas existirá apenas no papel. Quero ver, ministro Direito, quem é que vai entrar na reserva para coibir o garimpo ilegal. Eu respondo: ninguém! Expulsos os fazendeiros, sem a renda que a atividade gera na região, aumentará a mão-de-obra disponível para as atividades ilegais. Um ministro do Supremo vale pelo Executivo, Legislativo e Judiciário, mas, no fim das contas, suas exigências não valem nada. Jamais sairão do papel. No máximo, o que se vai conseguir é deixar Roraima ainda mais pobre.

E no meio disso tudo estão nossas FFAA, agora na expectativa da votação da MP 2215-10 o que segundo Garibaldi Alves, deve acontecer na semana que vem. Estamos de olho. Senhores militares não vamos medir esforços para conseguirmos nossos objetivos. Senhores deputados chegou a hora do "tudo ou nada".

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

PETISTA CORRUPTO USA CUECA COMO CASA DE CÂMBIO!!!

Inclusão inserida em 10 de Dez. de 2008 com 12.370 Visualizações

Amigos, Procuradoria vai investigar origem de euros dos petistas corruptos.
O Ministério Público Federal deverá investigar a origem dos 361,4 mil euros apreendidos com o empresário larápio e petista, Enivaldo Quadrado, um dos 40 réus do processo que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) para investigar o esquema do mensalão. Quadrado foi preso pela Polícia Federal na madrugada do último sábado no aeroporto de Guarulhos (Grande São Paulo), horas depois de desembarcar de um vôo proveniente de Portugal. Ao preencher o formulário entregue pela Receita Federal aos passageiros, super Quadrado não declarou portar valor acima de R$ 10 mil. Os petistas acham que podem enganar todo mundo.

O dinheiro, equivalente a R$ 1,157 milhão ao câmbio de ontem, estava escondido nas meias, na cueca e numa pasta do empresário. Ele foi preso em flagrante sob a acusação de falsidade ideológica, cuja pena prevista varia de um a cinco anos de reclusão.
Em nota distribuída à imprensa às 20h de ontem, o advogado do super Quadrado, Antonio Sergio de Moraes Pitombo, disse ter encontrado "imprecisões e incoerências constantes no auto de prisão em flagrante [que] precisam ser devidamente esclarecidas".
O advogado disse que obteve a cópia do inquérito às 18h30 e que, por isso, seria "impossível fazer manifestação" mais completa ainda ontem. A nota não abordou a questão da origem do dinheiro apreendido. Que certamente é dinheiro roubado do povo Brasileiro. Pois essa mega facção criminosa não faz outra coisa a não ser: Maracutaia, corrupção e roubo.

A cueca como casa de câmbio, Juiz nega pedido de liberdade provisória de réu do mensalão de Marcos Valério.
A suposta participação de Enivaldo Quadrado, ex-sócio da corretora Bônus Banval, no esquema do mensalão e a grande quantia de dinheiro apreendida em seu poder no Aeroporto Internacional de Cumbica foram determinantes para que o juiz Alessandro Diaféria, da Justiça Federal de Guarulhos, negasse seu pedido de liberdade provisória. Quadrado deve permanecer no cadeião de Pinheiros, em São Paulo.
Segundo despacho de Diaféria, o princípio de presunção de inocência foi levado em consideração, mas "chama a atenção a expressiva quantia apreendida" e a "preexistência de processo criminal envolvendo ?lavagem? de dinheiro", formação de quadrilha, apropriação de dinheiro público e peculato. É uma alusão à ação penal nº 470, referente ao mensalão, que corre o Supremo Tribunal Federal (STF).

Quadrado é um dos 40 réus do processo, ao lado do ex-ministro da Casa Civil o arrogante petralha José Dirceu, do petista e digamos "publicitário" corrupto Marcos Valério, de deputados e ex-deputados. O empresário é citado por corrupção ativa e lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A corretora Bônus Banval, liquidada após o escândalo, teria repassado dinheiro a petistas e aliados oriundo do chamado valerioduto.
O magistrado ressaltou que a situação em que Quadrado se encontra merece "cautela". "Pode ser mera coincidência, mas não há como ignorá-la." Isso é safadeza pura dos petralhas. Um dia isso vai acabar.

Quadrado foi preso em flagrante pela Polícia Federal ao desembarcar na capital paulista de um vôo da companhia aérea portuguesa TAP, proveniente de Lisboa, na madrugada de sábado. Dois agentes federais, em revista de rotina, encontraram em suas roupas 361.445, o equivalente a R$ 1,16 milhão. De acordo com a PF, as cédulas estavam nas meias, na cintura, no interior de uma pasta e na cueca do empresário.
Ele confessou aos agentes, durante a revista, que levava dinheiro no corpo. Em seguida, declarou à Receita Federal que o valor tem como origem um empréstimo realizado por um amigo que reside em Portugal e seria utilizado para comprar automóveis a serem revendidos no Brasil.
Tenho dito aqui que os petitas se acham acima do bem e do mal. Certo?

Crise financeira internacional interrompe crescimento virtuoso, O melhor já ficou para trás. É isso o que os números do PIB (Produto Interno Bruto) do terceiro trimestre de 2008 sugeriram ontem ao apontar um crescimento de 1,8% em relação ao segundo trimestre deste ano e de 6,8% sobre igual período do ano passado.
Foram os melhores resultados de 2008. E os mais virtuosos, apoiados numa taxa recorde de investimentos (alta de 19,7%, a maior da série) e no consumo das famílias (7,3%, apoiada no aumento de 10,6% na massa salarial). Daqui para a frente, porém, a direção deve ser a inversa, de desaceleração.
O quase consenso entre economistas e consultorias é que a crise global imporá retração do PIB no último trimestre do ano em relação ao terceiro trimestre. As previsões variam de uma queda de 0,3% a queda de 1%.
Se isso for confirmado, e o PIB continuar se desacelerando ao longo do primeiro trimestre de 2009, o Brasil estará tecnicamente em recessão, com dois trimestres consecutivos de crescimento negativo.
O bom ano de 2008, no entanto, já está garantido. Mesmo que a economia não avance nada no último trimestre ante o mesmo período de 2007 (o que é impossível), o Brasil cresceria 4,8% neste ano. O IBGE também revisou o resultado do PIB de 2007, de 5,4% para 5,7%.
Para repetir o bom desempenho de 2007, o Brasil teria de crescer só 3,7% no último trimestre sobre o mesmo período de 2007, o que é possível. Mas isso já representaria uma forte desaceleração em relação aos 6,8% do terceiro trimestre.

O crescimento entre julho e setembro praticamente não foi afetado pela crise global (cujos efeitos no Brasil começaram a aparecer só em outubro) e se acelerou na maioria dos setores. "O crescimento se espalhou por toda a economia, principalmente nas áreas mais importantes, como investimentos e construção civil, indústria e consumo das famílias", disse Rebeca Palis, gerente de Contas Nacionais do IBGE.

No meio de tanta corrupção estão nossas FFAA cada dia pior, mais definhadas e desmanteladas, militares à espera de milagres, das PECs e da revogação da MP 2215-10 do super mega caudilho FHC. Certo Bolsonaro? Certo senhores oficiais generais? Certo OAB? Certo STF? Certo MPF.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

MAIS UM SUPER PETISTA CORRUPTO!!!!!!!!!!

Inclusão inserida em 09 de Dez. de 2008 com 11.000 Visualizações

Amigos, um Petista larápio e réu no mensalão é preso com muitos euros na cueca.
O digamos "empresário" Enivaldo Quadrado, réu por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, desvio de dinheiro público, corrupção ativa e peculato, no processo do mensalão, foi preso pela Polícia Federal (PF) na madrugada de sábado quando desembarcava no Aeroporto Internacional de Cumbica com 361.445 euros em espécie - o equivalente a R$ 1,16 milhão. Até aí sendo ele um petista é uma fato normal.

Segundo a PF, as cédulas estavam distribuídas sob as meias, na cintura, no interior de uma pasta de mão e até nas cuecas de Quadrado. A prisão foi em flagrante. A PF autuou o empresário por crime de falsidade ideológica, uma vez que ele declarou à Receita portar quantia inferior.
Ontem à tarde, Quadrado foi transferido de uma cela da PF em Cumbica para o Cadeião de Pinheiros.

Ex-sócio da Bônus Banval Corretora de Valores, suposto canal para lavagem de dinheiro de Marcos Valério, apontado como operador do mensalão, o empresário foi apanhado ao retornar de uma viagem à Europa.

A PF constatou que ele passou alguns dias em Madri, onde hospedou-se no Novotel, no bairro Ponto de La Paz. Na volta, desceu em Lisboa e tomou um vôo da TAP. Em Cumbica, dois agentes federais o revistaram rotineiramente. São comuns abordagens desse tipo, sobretudo quando o passageiro oriundo de Portugal traz apenas bagagem de mão. Os federais costumam pegar traficantes de drogas nessas condições. Desta vez, porém, o homem que abordaram não tinha entorpecentes entre seus pertences.

Segundo a PF, ao se ver cercado, Quadrado admitiu: "Estou com dinheiro". Conferiram sua declaração ao Fisco, na qual ele havia omitido a quantia que transportava no corpo e na pasta. Quadrado preencheu, então, nova declaração atestando que trazia 300 mil euros, mas ainda desta vez o dado que apresentou não era correto.

Dois federais e dois auditores da Receita passaram duas horas conferindo o montante. Apuraram quase 361,5 mil euros com o homem do super mensalão. Diante da contradição, o Quadrado corrupto foi autuado e o dinheiro do PT, apreendido.

Segundo nota da Receita Federal divulgada ontem, o empresário disse que os recursos tiveram origem num empréstimo contraído de um amigo residente em Portugal e seriam destinados à compra de automóveis para revenda no Brasil. É lógico que isso é mentira, pois esse dinheiro era de alguma forma para o PT. Isso não tenho dúvida, visto que o PT é a maior facção criminosa do planeta, muito em breve vamos ficar sabendo de muito mais corrupção dessa quadrilha petralha.

Senhores oficiais generais, comandantes dos clubes militares, vamos salvar nosso país das garras dos petralhas. Senhores deputados vamos sair da inércia. Vamos trabalhar para colocarmos esses petistas na cadeia, junto com o Quadrado, Dantas, primeiro compadre, Greenhalgh e outros corruptos.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Hospício PT critica BC, pede Estado forte!!

Inclusão inserida em 08 de Dez. de 2008 com 16.460 Visualizações E POTAL MILITAR!!

Amigos, arrego! O PT critica BC, pede Estado forte e culpa o monstro e Caudilho FHC pela crise.
De olho na sucessão presidencial em 2010, o PT já prepara o discurso eleitoral para neutralizar eventuais impactos da crise financeira sobre uma candidatura petista. A estratégia é empurrar para os principais adversários nas próximas eleições, o PSDB e o DEM, a responsabilidade por dificuldades econômicas que venham a surgir nos próximos dois anos.
"A crise tem pai e mãe. Ela é uma crise do modelo neoliberal, daqueles que no Brasil defenderam as idéias de desregulamentação do Estado, ou seja, o PSDB e o DEM, que são tão mediócre e ineficientes que não prestam nem para serem oposição. E esse debate o PT vai fazer. Os neoliberais perderam", disse ontem o secretário nacional de Comunicação do PT, o nocivo Gleber Naime, no desfecho do seminário da ala mais corrupta do PT Construindo um Novo Brasil. O grupo é liderado pelo ex-deputado sociopata e mega corrupto, que criou o mensalão "Zé que Desceu".

A crise mundial e os efeitos dela na disputa eleitoral foram a tônica do encontro, realizado no fim de semana em um hotel em São Roque, no interior paulista. Foram três dias de palestras com a participação de super petralhas de peso, como a digamos "ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff a comandante da facção de 60, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, e o presidente nacional do partido, o grande energúmeno Ricardo Berzoini, aquele que queria matar os velhinhos quando era ministro da previdência social. Certo?

Se a artilharia será pesada contra os "neoliberais brasileiros", na mesma intensidade, mas em sentido oposto, virão os elogios à subconduta do digamos governo do presidente Luiz Inácio Batráquio Molusco da Silva diante do super caos financeiro mundial. "Na minha reflexão todas as medidas tomadas até agora pelo governo Molusco não foram corretas".

Menores juros
Os petralhas fecharam questão também sobre algumas cobranças a serem levadas a Lula. "O governo precisa fazer uma combinação: diminuir a taxa de juros, diminuir superávit (primário) e jogar mais dinheiro para financiar a economia popular, principalmente na habitação e no saneamento", disse o secretário, ao resumir as conclusões tiradas do seminário.
A discussão sobre o nome do próximo presidente do partido ficou esvaziada. O chefe de gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho, é o mais cotado hoje para assumir o posto no biênio 2009-2010.
O líder do PSDB na Câmara, José Aníbal (SP), classificou o discurso petista de "desnorteado e primitivo". "O que fez com que o Brasil esteja em melhor condição hoje para enfrentar essa crise foi a nossa política, com o Plano Real, o Proer, a Lei de Responsabilidade Fiscal", rebateu.
O deputado Rodrigo Maia (RJ), presidente nacional do DEM, ironizou: "Isso mostra que nem eles estão acreditando no presidente batráquio, quando ele diz que a crise é só uma marolinha."

O Brasil só cresceu nesse período porque, afinal, o governo do apedeuta não fez nenhuma das besteiras que estão sendo de novo defendidas pelo PT. Viram só? Enquanto havia bonança, faziam crer que tudo derivava das escolhas do apedeuta batráquio. Diante da crise, eles viram “esquerdistas” novamente, isso é meio que nojento e sujo, como todo os petralhas. Certo?

Mas coisa de hospício é responsabilizar o PSDB e o DEM seis anos depois de Lula estar no poder. Entenderam a lógica? Enquanto o país ia bem, o Apedeuta era o grande mago. Agora começou a ir mal, e os tucanotários são a Maga Patalógica da crise. É lógico que esses nocivos fizeram muitas bobagens sendo a maior delas a MP 2215-10. Não é mesmo?

Com crise, déficit de empregos será de 1 milhão em 2009
A desaceleração da economia brasileira fará com que deixem de ser criados 1 milhão de empregos no próximo ano, segundo José Pastore, professor de Relações do Trabalho da Universidade de São Paulo. Com isso, não haverá postos suficientes para absorver cerca de 2,5 milhões de novos trabalhadores que irão ingressar no mercado em 2009. "A taxa de desemprego pode subir 1,5 ponto, em relação ao que esteve em outubro, chegando a 9% no fim do ano", disse Pastore.
O Ministério do Trabalho prevê que, este ano, serão criados 2,5 milhões de postos, como resultado de um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 5,2% ou 5,3%. "Numa conta rápida, são cerca de 500 mil postos de trabalho para cada 1 ponto de crescimento econômico", diz Pastore. "Se reduzir de 5% para 3%, vai haver uma redução drástica de postos de trabalho. As pessoas que entrarão no mercado de trabalho vão se somar ao estoque de desempregados que já existe em 2008." Seriam criados, no ano que vem, perto de 1,5 milhão de postos de trabalho, para 2,5 milhões de novos trabalhadores.
"Esse número de 500 mil trabalhadores por ponto porcentual de crescimento é até um pouco liberal", diz. "As últimas pesquisas mostram que, com a entrada da tecnologia, cada ponto de crescimento está gerando mais ou menos 400 mil. A tecnologia entrou para ficar. Então, no ano que vem, o problema pode ser um pouco mais sério, com 3% de crescimento."

Pastore destaca que o crescimento do desemprego acaba por realimentar a crise, criando uma onda de inadimplência. "Quando a crise mostra a cara no mercado de trabalho, a cara é feia, porque provoca círculos perniciosos", diz. "O camarada perde o emprego, fica inadimplente, não paga a conta da venda, a conta da escola, do médico. O vendeiro não pode pagar a conta do seu fornecedor, e o seu fornecedor não paga a conta do agricultor. Então, o que se tem é uma bola de neve de inadimplência que acaba agravando a própria crise."

No meio desses "humanóides" petralhas estão nossas FFAA cada dia pior, militares a espera de milagres, certo senhores deputados? Vamos fazer alguma coisa pelos militares.