Meus nobres e queridos amigos, uma boa parte das nações e dos homens celebrou, nesta semana á passagem do ano de 2008, e uma vez mais nos perguntamos, e o faremos pela eternidade afora: Qual é o lugar de Deus, num mundo de iniquidades? Até quando há de permitir tamanha luta entre o Bem e o Mal? O certo e o errado? Até Deus, fechou os olhos diante de nós militares, que fomos as maiores das vítimas do LULISMO no Brasil, do nazismo em Auschwitz, dos soviéticos que pereceram no Gulag, da fome dizimando milhões depois da revolução chinesa? E hoje, "Senhor Deus dos Desgraçados" (como O chamou o poeta Castro Alves)? Darfur, a África Subsaariana, o Oriente Médio... Então não vê o triunfo do horror, da morte e da fúria? Por que um Deus inerme, diante das "espectrais procissões de braços estendidos", como escreveu Carlos Drummond de Andrade? Por que o Deus do, olímpico é também dos indivíduos malígnos e "molusquianos"? Olhemos a tristeza dos becos escuros, grotões imundos e sujos do mundo de horror, onde um homem acaba de fechar os olhos pela última vez, levando estampada na retina a imagem dos seus sonhos – pequeninos e ainda na sua pequenês humana, mesmo assim, frustrado... Por que governantes malfazejos como: O bebado Molusco e o monstro FHC cometeram tantas atrocidades com o povo brasileiro, principalmente com as FFAA e com nós militares?
Deus, até quando haveremos de honrá-Lo com nossa dor, com nossas chagas, com nosso sofrimento? Até quando pessoas miseráveis, anônimas, rejeitadas até pela morte, murcharão aos poucos na sua mísera humana e insignificância, fazendo o inventário de suas grandes solidões, colecionando todas as chagas e tudo o que não têm – e o que é pior: nem se revoltam? Se Ele realmente nos criou, por que nos fez essa coisa tão lastimável e abominável como espécie e como espécimes? Se ao menos tirasse de nosso coração os anseios, os desejos, para que aprendêssemos a ser pedra, a ser árvore, a ser bicho entre bichos... Mas nem isso. Somos uns primatas pelados, plenos de fúrias e delicadezas (e estas nos doem mais do que aquelas), a vagar com a cruz nos ombros e a memória em carne viva. Se a nossa alma é imortal, por que lamentamos tanto a morte? Como observou o latino Lucrécio (séc. I a.C.)? Se há um Deus, por que Ele não nos dá tudo aquilo que um mundo sem Deus nos sonega? Indubitávelmente são indagações como essas que tiram nossa fé e nos remete ao primitivismo mais abominável e selvagem.
Meus amigos, o mistério da fé, poderia, sim, responder a algumas perplexidades da materia. O que quero expressar neste texto é a mensagem do Cristo como uma ética entre pessoas, povos e até religiões. Não quero, com isso, solapar a dimensão mística do Salvador, mas dar relevo a sua dimensão com o espiritos e as criaturas humana.
O Cristianismo é o inequívoco fundador do humanismo moderno porque é o criador do homem universal, de quem nada se exigia de prévio para reivindicar a condição de filho de Deus e irmão dos demais homens. É o fundamento religioso do que, no mundo laico, é o princípio da democracia contemporânea. Não por acaso, a chamada "civilização ocidental" é entendida, nos seus valores essenciais, como "democrática" e "cristã". Isso tudo é história e não crença religiosa ou qualquer outra seita.
Falo aqui das iniquidades porque é com elas que se costuma contrastar a eventual existência de uma ordem divina. O ser supremo que, segundo essa perspectiva, se o Mal subsiste, então não pode haver um Deus vingativo e carrasco, como no velho testamento, que só seria compatível com o Bem perpétuo. Ocorre que isso tiraria dos nossos ombros o peso das escolhas, das responsabilidades e do discernimento, há no entanto a necessidade de uma ética moral. E nesse caso, o homem só seria viável se isolado no Paraíso, imerso numa natureza pura e necessariamente benfazeja e generosa.
O Cristianismo assim bem como as demais religiões (e também a ciência) – existe é no mundo das imperfeições humanas e das materializações, neste planeta de expiação o mundo dos homens pós- queda. Contestar a existência do supremo criador, Deus segundo esses termos corresponde a acenar para uma felicidade perpétua somente possível num tempo místico ou próximo da luz divina.
E as religiões são histórias encarnadas nas fragilidades das equivocadas almas, humanas. Sócrates já dizia que, "na iminência em que me vejo para provar a existência de Deus, revela-me a sua existência".
Em Auschwitz, no Gulag ou em Darfur, vê-se, sem dúvida, a dimensão trágica da liberdade: a escolha do Mal. E isso quer dizer, sim, a renúncia a Deus. Mas também se assiste à dramática renúncia ao homem. Esperavam talvez que se dissesse aqui que o Mal Absoluto decorre da deposição da Cruz em favor de alguma outra crença ou convicção.
A piedade cristã certamente se ausentou de todos esses palcos da barbárie cometida por tiranos. Mas, com ela, entrou em falência a Razão, salvadora e redentora da humanidade. Todavia a misericordia de Deus um dia vai nos tirar da roda das reencarnações, passaremos para à luz e todo sofrimento será extinto e a tão sonhada felicidade nos acompanhará pela eternidade afora.
Pois fé e Razão são categorias totalmente opostas, mas nasceram ao mesmo tempo e de um mesmo esforço: entender o mundo e os mistérios de Deus, que não são explicados nem pelas escolas de mistérios, que surgem a cada 700 anos com um "Hierofante" e assim estabelecendo uma hierarquia de valores que possa ser por todos interiorizada.
As cenas bárbaras das mulheres de Darfur fugindo com suas crianças, empurradas pela barbárie, remetem, é inevitável, à fuga de Maria e do Menino Jesus para o Egito, retratada por Caravaggio (1571-1610) o carpinteiro José segura a partitura para o anjo. As representações dessa passagem, pouco importam o pintor ou a escola, nunca são tristes (estas vem até com músicas), ainda que se conheça o desfecho da história. É o cuidado materno, símbolo praticamente universal do amor de salvação, sobrepondo-se à violência irracional dos homens maus que o persegue, tornando-se assim seres selvagens, monstruosos e primitivos.
LULISMO, NAZISMO, COMUNISMO SÃO: Tribalismos aborigenes e ao mesmo tempo contemporâneos tornados ideologias...idiotas e babácas.... São movimentos ridículos e abomináveis, cada um praticando o horror a seu próprio modo, que destruíram e que destroem, sem dúvida, a autoridade divina e penaliza á criatura humana.
Tanto a monstruosa DELINQUÊNCIA LULISTA, como os outros, nenhum deles triunfou sem a destruição, também, da autoridade humana, subvertendo os valores da Razão (afinal, acreditamos que ela busca o Bem, mesmo só fazendo o mal), para os cristãos, a santidade da vida. Todas as errupções revolucionárias destruíram os valores que as animaram, como Saturno engolindo os próprios filhos. O progresso está com os que conservam o mundo, reformando-o a seu modo e ao seu bel prazer, como os MALFASEJOS E MONSTROS SOCIOPATAS PETRALHAS.
DITADORES MALIGNOS E SANGUINÁRIOS COMO: LULA E FHC SÃO:
Mentes nocivas, doentias, conflitivas e desonestas, "HIEROFANTES DO MAL" são almas totalmente equivocadas, O LULISMO é ainda pior do que o NAZISMO, no seu patamar mais abominável, selvagem e destruidor.
Seu idealizador um terrível molusco um babalorixá monstro de barbas com nove tentáculos, é sim a besta do apocalipse de João, não é uma criatura humana. É o próprio LÚCIFER encarnadado, que veio a terra para MATAR, ROUBAR E DESTRUIR TUDO E TODOS E ACABAR COM A HUMANIDADE. MEUS AMIGOS PODEM ACREDITAR NISSO, NÃO É PREVISÃO CATASTRÓFICA É A REALIDADE QUE EM BREVE TODOS IRÃO SABER.
Senhores, um mundo com Deus é melhor do que um mundo sem Deus! Observou Chesterton (1874-1936), pensador católico inglês, para provar que a civilização é melhor do que a selvageria, olharíamos ao redor um tanto desesperados e conseguiríamos, no máximo, ser estupidamente parciais e reducionistas: "Ah, na civilização, há livros, estantes, computador..." Querem ver? "Prove, articulista, que o estado de direito, que segue os ritos processuais, é mais justo do que os tribunais corruptos MOLUSQUIANOS." E haveria uma grande chance de a civilização do estado de direito parecer mais ineficiente, mais fraca, do que a barbárie do "JUDICIARIO LULISTA MOLUSQUIANO UM GRANDE RECEBEDOR DE PROPINA". Até de Dantas. Pois há casos em que é mais fácil exibir cabeças do que provas. A convicção plena, às vezes, é um tanto desamparada. Pois o petismo mais selvagem consegue entre muitas coisas ruins, até CEGAR uma boa parte dos brasileiros, pessoas de bem principalmente aqueles com pouca cultura e menos oportunidades. ( OS MAIS POBRES).
Meus amigos, não trato aqui do mistério da fé, mas da força e da esperança, que é o cerne da mensagem cristã, como queria o apóstolo Paulo: "É na esperança que somos salvos". O que ganha quem se esforça para roubá-la do homem, fale em nome da Razão, da Natureza ou de algum outro Ente maiúsculo qualquer? E trato da esperança nos dois sentidos possíveis da palavra: o que tenta despertar os homens para a fraternidade universal, com todas as suas implicações morais, e o que acena para a vida eterna. O ladrão de esperanças não leva nada que lhe seja útil e ainda nos torna mais pobres de anseios e de esperanças no cristianismo menos ortodóxo, paradoxal e conflitivo.
O Cristianismo primitivo, já foi acusado até de morbidamente triste, avesso à felicidade e ao prazer de viver, e também de ópio das massas, cobrindo a realidade com o véu de uma fantasia conformista, que as impedia de ver a verdade. Ao pregar o perdão, dizem, é filosofia da tibieza; ao reafirmar a autoridade divina, acusam, é autoritário. Pouco afeito à subversão da autoridade humana, apontam seu servilismo; ao acenar com o reino de Deus, sua ambição desmedida. Em meio a tantos paradoxo, subsiste como uma promessa, mas também como disciplina vivida, pelos mais iluminados, que não foge à verdadeira luta nunca.
Precisamos muito do Cristo não porque os homens se esqueceram de ter fé, mas porque, com freqüência, eles abandonam a Razão e cedem ao horror. Sem essa certeza, Darfur – a guerra do forte contra o indefeso, da criança contra o fuzil, do bruto contra a mulher –, do MOLUSCO contra à nação brasileira são tragédias, são escárnios abomináveis que o mundo simplesmente ignora.
Covoco todos os brasileiros de bem do nosso país para salvar nossa nação com à ajuda de Deus, vamos acabar com 666. (O BABALORIXÁ TERRIVEL BATRÁQÜIO MOLUSCO SANGUINÁRIO). O 666 A BESTA DO APOCALIPSE DE JOÃO.
Em 2009 com ajuda do senhor Deus quero ver o fim do LULISMO no nosso país e que todos os malfasejos petralhas e tucanos voltem para o lugar de onde eles nunca deveriam terem saído do "inferno".
sábado, 3 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
"O ANO DAS PARÁBOLAS"!
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Blog inserido em 02 de Jan. de 2009.
Diogo Mainardi:
Qual é o peso do molusco? É para realizar um teste. O mesmo teste que Galileu realizou com uma bola de bronze do tamanho de uma castanha. O teste de Galileu é de 1608. Quatrocentos anos depois, nos últimos momentos de 2008, sugiro reproduzi-lo em sua homenagem. Com Lula no lugar da bola de bronze.
O teste de Galileu permitiu-lhe estudar a trajetória dos projéteis. Uma bola de bronze corria por uma prancha inclinada, dotada de uma canaleta, posicionada na borda de uma mesa. Dependendo do ângulo de inclinação da prancha, a bola de bronze atingia uma determinada velocidade e era projetada mais perto ou mais longe, até se chocar contra o solo. Dessa maneira, Galileu demonstrou que a trajetória dos projéteis, ao contrário do que se dizia desde os tempos de Aristóteles, fazia uma parábola no ar, como ele ilustrou no seguinte desenho:
É assim que eu resumiria 2008: o ano parabólico. Ou mais simplesmente: o ano de Galileu. Na primeira metade, a gente subiu, subiu, subiu. Na segunda metade, desceu, desceu, desceu. Há 400 anos, no laboratório de Pádua, Galileu analisou o arco percorrido pela bola de bronze, que ascendia até tocar seu vértice e, a partir daí, empreendia uma trajetória descendente, estatelando-se no solo. Foi o que aconteceu em 2008, no Brasil e lá fora.
COMENTO COM ESSA POSTAGEM BELÍSSIMA. "ESQUIMÓS E LARÁPIOS"!UMA DAS MELHORES DE 2008.
Amigos, dizem que os esquimós têm 32 diferentes palavras para descrever a neve, elemento onipresente em suas vidas. Não sei quantas temos, no Brasil, para falar de desonestidade, mas – para início de conversa – além de ladrão e corrupto, me ocorrem meliante, gandaia, bandalheira, larápio, picareta, usurpador, maracutaia, batedor de carteira, gatuno, trambicagem, safadeza, bandido, malandro, canalha e petralha.
Curiosidades etimológicas à parte, isso certamente confirma que a questão vem de longe, e que não por acaso permeia a vida e a língua que hoje une mais de 180 milhões de brasileiros.
É evidente que a desonestidade não é um fenômeno nativo nem recente. Existe desde que os homens desenvolveram o conceito da honestidade e seu oposto e se encontra em todas as culturas e línguas desde o início da civilização – inclusive nas leis e religiões que há tantos milênios visam a reprimi-la e puni-la.
É aí que fico fascinado com o que me parece ser uma das principais e mais urgentes questões da nossa vida pública: a impunidade. Pois, se é verdade que na vida real somos todos permanentemente tentados a cometer uma ou outra desonestidade, é também verdade que a grande maioria consegue resistir às tentações correspondentes por uma mistura de ensinamentos, princípios éticos ou religiosos e – certamente – receio de alguma punição.
Como múltiplas reportagens de VEJA e tantos outros veículos vêm mostrando ao longo do tempo, o que diferencia o Brasil dos países mais avançados e desenvolvidos do planeta não é o número de casos em que nossos governantes desviam recursos públicos ou se aproveitam de seu cargo para usurpar e obter vantagens ilícitas. Isso, infelizmente, parece ser uma constante planetária. O que varia muito de um país para outro é o que acontece aos transgressores quando descobertos. É o que lhes acontece em seguida. Com os abomináveis, corruptos e nocivos petralhas acho que eles não vão ficar impunes por muito tempo. Acho que, com o inicio da era de aquários isso terá um fim e os monstros petralhas deverão voltar para seus habitat natural o INFERNO. Lugar de onde eles nunca deveriam ter saído. Principalmente o monstro batráqüio molusco, que atualmente é pior encarnado na face da terra.
A progressiva – e muito bem-vinda – institucionalização do país vem resultando em crescente número de investigações e denúncias nessa frente por parte da Polícia Federal molusquiana, do Ministério Público e da grande imprensa. Mas o que vem acontecendo em seguida? As ações entre amigos no âmbito legislativo, o corporativismo, o nosso tortuoso e desmantelado sistema jurídico e os intermináveis recursos de muitos competentes e bem remunerados advogados pilantras que vêm se juntando para frustrar praticamente todas as tentativas de punir os governantes ladrões e mal carateres que – em todos os níveis da vida pública nacional – abusam da sua autoridade, traindo a confiança dos seus eleitores, desviando recursos públicos e se locupletando impunemente. (OS PETRALHAS SÃO MESTRES NESSA ARTE).
Sei que é virtualmente impossível esperar que todos os nossos prefeitos, vereadores, deputados, senadores, governadores e outros dirigentes políticos sejam íntegros e dedicados apenas à boa gestão da coisa pública e ao bem comum. E é exatamente por isso que urge acelerar as mudanças indispensáveis para garantir que todos os que violarem a lei sejam não apenas julgados e condenados, mas – quando assim for determinado – que também passem a cumprir sua pena na prisão. Pois um bom sinônimo de desonesto é indigno. E servidor do povo indigno não pode e não deve escapar incólume. Meu sonho é ver todos esses monstros petralhas atrás das grades.
Somente quando virmos cada vez mais esses monstros corruptos atrás das grades é que poderemos finalmente festejar o fim da impunidade que tantos males tem trazido ao nosso país, ao povo brasileiro e principalmente os militares.
Monstros sociopatas como Lula e sua corja de ladrões sem escrúpulos vão pagar muito caro pelo que estão fazendo com o Brasil, com os militares e com as FFAA. Certo?
Nosso povo está começando a tirar essa venda terrível dos olhos e percebendo o tamanho da ganância dos larápios petralhas, seres e monstros abomináveis e decaídos do inferno, elementos do mal, que só pensam em corrupções, maracutaias, safadezas e enrriquecimento ilícito.
Se não houver jutiça dos homens haverá justiça de Deus, para fazer esses malignos e malfasejos petralhas pagarem por todas as atrocidades cometidas, durante toda à eternidade e a misericordia de Deus fazer-se-á, sentir-se em ordem crecente, no coração daqueles que foram prejudicados por essa monstruosa facção criminosa, abominável e nociva. A maior do mundo.
Blog inserido em 02 de Jan. de 2009.
Diogo Mainardi:
Qual é o peso do molusco? É para realizar um teste. O mesmo teste que Galileu realizou com uma bola de bronze do tamanho de uma castanha. O teste de Galileu é de 1608. Quatrocentos anos depois, nos últimos momentos de 2008, sugiro reproduzi-lo em sua homenagem. Com Lula no lugar da bola de bronze.
O teste de Galileu permitiu-lhe estudar a trajetória dos projéteis. Uma bola de bronze corria por uma prancha inclinada, dotada de uma canaleta, posicionada na borda de uma mesa. Dependendo do ângulo de inclinação da prancha, a bola de bronze atingia uma determinada velocidade e era projetada mais perto ou mais longe, até se chocar contra o solo. Dessa maneira, Galileu demonstrou que a trajetória dos projéteis, ao contrário do que se dizia desde os tempos de Aristóteles, fazia uma parábola no ar, como ele ilustrou no seguinte desenho:
É assim que eu resumiria 2008: o ano parabólico. Ou mais simplesmente: o ano de Galileu. Na primeira metade, a gente subiu, subiu, subiu. Na segunda metade, desceu, desceu, desceu. Há 400 anos, no laboratório de Pádua, Galileu analisou o arco percorrido pela bola de bronze, que ascendia até tocar seu vértice e, a partir daí, empreendia uma trajetória descendente, estatelando-se no solo. Foi o que aconteceu em 2008, no Brasil e lá fora.
COMENTO COM ESSA POSTAGEM BELÍSSIMA. "ESQUIMÓS E LARÁPIOS"!UMA DAS MELHORES DE 2008.
Amigos, dizem que os esquimós têm 32 diferentes palavras para descrever a neve, elemento onipresente em suas vidas. Não sei quantas temos, no Brasil, para falar de desonestidade, mas – para início de conversa – além de ladrão e corrupto, me ocorrem meliante, gandaia, bandalheira, larápio, picareta, usurpador, maracutaia, batedor de carteira, gatuno, trambicagem, safadeza, bandido, malandro, canalha e petralha.
Curiosidades etimológicas à parte, isso certamente confirma que a questão vem de longe, e que não por acaso permeia a vida e a língua que hoje une mais de 180 milhões de brasileiros.
É evidente que a desonestidade não é um fenômeno nativo nem recente. Existe desde que os homens desenvolveram o conceito da honestidade e seu oposto e se encontra em todas as culturas e línguas desde o início da civilização – inclusive nas leis e religiões que há tantos milênios visam a reprimi-la e puni-la.
É aí que fico fascinado com o que me parece ser uma das principais e mais urgentes questões da nossa vida pública: a impunidade. Pois, se é verdade que na vida real somos todos permanentemente tentados a cometer uma ou outra desonestidade, é também verdade que a grande maioria consegue resistir às tentações correspondentes por uma mistura de ensinamentos, princípios éticos ou religiosos e – certamente – receio de alguma punição.
Como múltiplas reportagens de VEJA e tantos outros veículos vêm mostrando ao longo do tempo, o que diferencia o Brasil dos países mais avançados e desenvolvidos do planeta não é o número de casos em que nossos governantes desviam recursos públicos ou se aproveitam de seu cargo para usurpar e obter vantagens ilícitas. Isso, infelizmente, parece ser uma constante planetária. O que varia muito de um país para outro é o que acontece aos transgressores quando descobertos. É o que lhes acontece em seguida. Com os abomináveis, corruptos e nocivos petralhas acho que eles não vão ficar impunes por muito tempo. Acho que, com o inicio da era de aquários isso terá um fim e os monstros petralhas deverão voltar para seus habitat natural o INFERNO. Lugar de onde eles nunca deveriam ter saído. Principalmente o monstro batráqüio molusco, que atualmente é pior encarnado na face da terra.
A progressiva – e muito bem-vinda – institucionalização do país vem resultando em crescente número de investigações e denúncias nessa frente por parte da Polícia Federal molusquiana, do Ministério Público e da grande imprensa. Mas o que vem acontecendo em seguida? As ações entre amigos no âmbito legislativo, o corporativismo, o nosso tortuoso e desmantelado sistema jurídico e os intermináveis recursos de muitos competentes e bem remunerados advogados pilantras que vêm se juntando para frustrar praticamente todas as tentativas de punir os governantes ladrões e mal carateres que – em todos os níveis da vida pública nacional – abusam da sua autoridade, traindo a confiança dos seus eleitores, desviando recursos públicos e se locupletando impunemente. (OS PETRALHAS SÃO MESTRES NESSA ARTE).
Sei que é virtualmente impossível esperar que todos os nossos prefeitos, vereadores, deputados, senadores, governadores e outros dirigentes políticos sejam íntegros e dedicados apenas à boa gestão da coisa pública e ao bem comum. E é exatamente por isso que urge acelerar as mudanças indispensáveis para garantir que todos os que violarem a lei sejam não apenas julgados e condenados, mas – quando assim for determinado – que também passem a cumprir sua pena na prisão. Pois um bom sinônimo de desonesto é indigno. E servidor do povo indigno não pode e não deve escapar incólume. Meu sonho é ver todos esses monstros petralhas atrás das grades.
Somente quando virmos cada vez mais esses monstros corruptos atrás das grades é que poderemos finalmente festejar o fim da impunidade que tantos males tem trazido ao nosso país, ao povo brasileiro e principalmente os militares.
Monstros sociopatas como Lula e sua corja de ladrões sem escrúpulos vão pagar muito caro pelo que estão fazendo com o Brasil, com os militares e com as FFAA. Certo?
Nosso povo está começando a tirar essa venda terrível dos olhos e percebendo o tamanho da ganância dos larápios petralhas, seres e monstros abomináveis e decaídos do inferno, elementos do mal, que só pensam em corrupções, maracutaias, safadezas e enrriquecimento ilícito.
Se não houver jutiça dos homens haverá justiça de Deus, para fazer esses malignos e malfasejos petralhas pagarem por todas as atrocidades cometidas, durante toda à eternidade e a misericordia de Deus fazer-se-á, sentir-se em ordem crecente, no coração daqueles que foram prejudicados por essa monstruosa facção criminosa, abominável e nociva. A maior do mundo.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
REFLEXÃO II
Meus nobres e queridos amigos, uma boa parte das nações e dos homens celebrou, semana passada o nascimento do cristo e nesta semana celebrará á passagem do ano, e uma vez mais nos perguntamos, e o faremos pela eternidade afora: Qual é o lugar de Deus, num mundo de iniqüidades? Até quando há de permitir tamanha luta entre o Bem e o Mal? O certo e o errado? Até Deus, fechou os olhos diante das vítimas do lulismo no Brasil, do nazismo em Auschwitz, dos soviéticos que pereceram no Gulag, da fome dizimando milhões depois da revolução chinesa? E hoje, "Senhor Deus dos Desgraçados" (como O chamou o poeta Castro Alves)? Darfur, a África Subsaariana, o Oriente Médio... Então não vê o triunfo do horror, da morte e da fúria? Por que um Deus inerme, diante das "espectrais procissões de braços estendidos", como escreveu Carlos Drummond de Andrade? Por que o Deus do, olímpico é também dos indivíduos malígnos e "molusquianos"? Olhemos a tristeza dos becos escuros, imundos e sujos do mundo de horror, onde um homem acaba de fechar os olhos pela última vez, levando estampada na retina a imagem dos seus sonhos – pequeninos e ainda na sua pequenês humana, mesmo assim, frustrado...Por que governos como: Molusco e FHC que cometem tantas atrocidades com o povo brasileiro e principalmente com as FFAA e com os militares?
Deus, até quando haveremos de honrá-Lo com nossa dor, com nossas chagas, com nosso sofrimento? Até quando pessoas miseráveis, anônimas, rejeitadas até pela morte, murcharão aos poucos na sua mísera humana e insignificância, fazendo o inventário de suas grandes solidões, colecionando todas as chagas e tudo o que não têm – e o que é pior: nem se revoltam? Se Ele realmente nos criou, por que nos fez essa coisa tão lastimável e abominável como espécie e como espécimes? Se ao menos tirasse de nosso coração os anseios, os desejos, para que aprendêssemos a ser pedra, a ser árvore, a ser bicho entre bichos... Mas nem isso. Somos uns primatas pelados, plenos de fúrias e delicadezas (e estas nos doem mais do que aquelas), a vagar com a cruz nos ombros e a memória em carne viva. Se a nossa alma é imortal, por que lamentamos tanto a morte? Como observou o latino Lucrécio (séc. I a.C.)? Se há um Deus, por que Ele não nos dá tudo aquilo que um mundo sem Deus nos sonega? Indubitávelmente são indagações como essas que tiram nossa fé e nos remete ao primitivismo mais abominável e selvagem.
Meus amigos, não vou tratar aqui do mistério da fé, que poderia, sim, responder a algumas perplexidades da materia. O que quero expressar neste texto é a mensagem do Cristo como uma ética entre pessoas, povos e até religiões. Não quero, com isso, solapar a dimensão mística do Salvador, mas dar relevo a sua dimensão com a criatura humana.
O Cristianismo é o inequívoco fundador do humanismo moderno porque é o criador do homem universal, de quem nada se exigia de prévio para reivindicar a condição de filho de Deus e irmão dos demais homens. É o fundamento religioso do que, no mundo laico, é o princípio da democracia contemporânea. Não por acaso, a chamada "civilização ocidental" é entendida, nos seus valores essenciais, como "democrática" e "cristã". Isso tudo é história e não crença religiosa ou qualquer outra seita.
Falo aqui das iniqüidades porque é com elas que se costuma contrastar a eventual existência de uma ordem divina. O ser supremo que, segundo essa perspectiva, se o Mal subsiste, então não pode haver um Deus vingativo e carrasco, como no velho testamento, que só seria compatível com o Bem perpétuo. Ocorre que isso tiraria dos nossos ombros o peso das escolhas, das responsabilidades e do discernimento, há no entanto a necessidade de uma ética moral. E nesse caso, o homem só seria viável se isolado no Paraíso, imerso numa natureza pura e necessariamente benfazeja e generosa.
O Cristianismo assim bem como as demais religiões (e também a ciência) – existe é no mundo das imperfeições humanas e das materializações, neste planeta de expiação o mundo dos homens pós- queda. Contestar a existência do supremo criador, Deus segundo esses termos corresponde a acenar para uma felicidade perpétua somente possível num tempo místico ou próximo da luz divina.
E as religiões são histórias encarnadas nas fragilidades das equivocadas almas, humanas. Sócrates já dizia que, "na iminência em que me vejo para provar a existência de Deus, revela-me a sua existência".
Em Auschwitz, no Gulag ou em Darfur, vê-se, sem dúvida, a dimensão trágica da liberdade: a escolha do Mal. E isso quer dizer, sim, a renúncia a Deus. Mas também se assiste à dramática renúncia ao homem. Esperavam talvez que se dissesse aqui que o Mal Absoluto decorre da deposição da Cruz em favor de alguma outra crença ou convicção.
A piedade cristã certamente se ausentou de todos esses palcos da barbárie cometida por tiranos. Mas, com ela, entrou em falência a Razão, salvadora e redentora da humanidade. Todavia a misericordia de Deus um dia vai nos tirar da roda das reencarnações, passaremos para à luz e todo sofrimento será extinto e a tão sonhada felicidade nos acompanhará pela eternidade afora.
Pois fé e Razão são categorias totalmente opostas, mas nasceram ao mesmo tempo e de um mesmo esforço: entender o mundo e os mistérios de Deus, que não são explicados nem pelas escolas de mistérios, que surgem a cada 700 anos com um "Hierofante" e assim estabelecendo uma hierarquia de valores que possa ser por todos interiorizada.
As cenas bárbaras das mulheres de Darfur fugindo com suas crianças, empurradas pela barbárie, remetem, é inevitável, à fuga de Maria e do Menino Jesus para o Egito, retratada por Caravaggio (1571-1610) o carpinteiro José segura a partitura para o anjo. As representações dessa passagem, pouco importam o pintor ou a escola, nunca são tristes (estas vem até com músicas), ainda que se conheça o desfecho da história. É o cuidado materno, símbolo praticamente universal do amor de salvação, sobrepondo-se à violência irracional dos homens maus que o persegue, tornando-se assim seres selvagens, monstruosos e primitivos.
LULISMO, NAZISMO, COMUNISMO SÃO: Tribalismos aborigenes e ao mesmo tempo contemporâneos tornados ideologias...idiotas.... São movimentos abomináveis, cada um praticando o horror a seu próprio modo, que destruíram e que destroem, sem dúvida, a autoridade divina. Mas nenhum deles triunfou sem a destruição, também, da autoridade humana, subvertendo os valores da Razão (afinal, acreditamos que ela busca o Bem) e, para os cristãos, a santidade da vida. Todas as errupções revolucionárias destruíram os valores que as animaram, como Saturno engolindo os próprios filhos. O progresso está com os que conservam o mundo, reformando-o a seu modo e ao seu bel prazer, como os petralhas.
DITADORES SANGUINÁRIOS SÃO: Mentes doentias, conflitivas é almas totalmente equivocadas, O LULISMO é ainda pior do que o NAZISMO, no seu patamar mais abominável, selvagem e destruidor.
Seu idealizador o molusco um monstro de barbas com nove tentáculos, é sim a besta do apocalipse de João, não é uma criatura humana. É o Lúcifer encarnadado, que veio a terra para MATAR, ROUBAR E DESTRUIR TUDO E TODOS.
Pedem-me que prove que um mundo com Deus é melhor do que um mundo sem Deus? Se nos pedissem, observou Chesterton (1874-1936), pensador católico inglês, para provar que a civilização é melhor do que a selvageria, olharíamos ao redor um tanto desesperados e conseguiríamos, no máximo, ser estupidamente parciais e reducionistas: "Ah, na civilização, há livros, estantes, computador..." Querem ver? "Prove, articulista, que o estado de direito, que segue os ritos processuais, é mais justo do que os tribunais MOLUSQUIANOS." E haveria uma grande chance de a civilização do estado de direito parecer mais ineficiente, mais fraca, do que a barbárie do tribunal "LULISTA MOLUSQUIANO". Há casos em que é mais fácil exibir cabeças do que provas. A convicção plena, às vezes, é um tanto desamparada. Pois o petismo mais selvagem consegue entre muitas coisas ruins, até cegar uma boa parte dos brasileiros, pessoas de bem principalmente aqueles com pouca cultura e menos oportunidades.
Amigos, este artigo não trata do mistério da fé, mas da força da esperança, que é o cerne da mensagem cristã, como queria o apóstolo Paulo: "É na esperança que somos salvos". O que ganha quem se esforça para roubá-la do homem, fale em nome da Razão, da Natureza ou de algum outro Ente maiúsculo qualquer? E trato da esperança nos dois sentidos possíveis da palavra: o que tenta despertar os homens para a fraternidade universal, com todas as suas implicações morais, e o que acena para a vida eterna. O ladrão de esperanças não leva nada que lhe seja útil e ainda nos torna mais pobres de anseios e de esperanças no cristianismo menos ortodóxo e paradoxal.
O cristianismo primitivo, já foi acusado de morbidamente triste, avesso à felicidade e ao prazer de viver, e também de ópio das massas, cobrindo a realidade com o véu de uma fantasia conformista, que as impedia de ver a verdade. Ao pregar o perdão, dizem, é filosofia da tibieza; ao reafirmar a autoridade divina, acusam, é autoritário. Pouco afeito à subversão da autoridade humana, apontam seu servilismo; ao acenar com o reino de Deus, sua ambição desmedida. Em meio a tantos paradoxo, subsiste como uma promessa, mas também como disciplina vivida, que não foge à verdadeira luta nunca.
Precisamos do Cristo não porque os homens se esqueceram de ter fé, mas porque, com freqüência, eles abandonam a Razão e cedem ao horror. Sem essa certeza, Darfur – a guerra do forte contra o indefeso, da criança contra o fuzil, do bruto contra a mulher –, do MOLUSCO contra à nação brasileira são tragédias, são escárnios abomináveis que o mundo simplesmente ignora.
Covoco todos os brasileiros de bem do nosso país para salvar nossa nação com à ajuda de Deus, vamos acabar com 666. (O TERRIVEL BATRÁQÜIO MOLUSCO SANGUINÁRIO). O 666 A BESTA DO APOCALIPSE.
Meus irmãos de farda, no meio dessa bela, profunda e forte reflexão, desejo para todos os companheiros de luta, que me deram a honra de prestigiar meus textos neste ano 2008, um ano novo repleto de realizações pessoais. E uma certeza de que em 2009 a luta será muito maior. Pois já subimos um degrau e o nosso objetivo é acabar com Lulismo selvagem e recuperarmos nossas FFAA e a auto estima dos militares, custe o que custar, nem que para isso tenhamos que usar métodos digamos mais ortodóxos e muito mais radicais, visto que só seremos uma nação respeitada e decente quando conseguirmos acabar com as quadrilhas de ladrões comandadas pelos monstros Lula e FHC.
Deus, até quando haveremos de honrá-Lo com nossa dor, com nossas chagas, com nosso sofrimento? Até quando pessoas miseráveis, anônimas, rejeitadas até pela morte, murcharão aos poucos na sua mísera humana e insignificância, fazendo o inventário de suas grandes solidões, colecionando todas as chagas e tudo o que não têm – e o que é pior: nem se revoltam? Se Ele realmente nos criou, por que nos fez essa coisa tão lastimável e abominável como espécie e como espécimes? Se ao menos tirasse de nosso coração os anseios, os desejos, para que aprendêssemos a ser pedra, a ser árvore, a ser bicho entre bichos... Mas nem isso. Somos uns primatas pelados, plenos de fúrias e delicadezas (e estas nos doem mais do que aquelas), a vagar com a cruz nos ombros e a memória em carne viva. Se a nossa alma é imortal, por que lamentamos tanto a morte? Como observou o latino Lucrécio (séc. I a.C.)? Se há um Deus, por que Ele não nos dá tudo aquilo que um mundo sem Deus nos sonega? Indubitávelmente são indagações como essas que tiram nossa fé e nos remete ao primitivismo mais abominável e selvagem.
Meus amigos, não vou tratar aqui do mistério da fé, que poderia, sim, responder a algumas perplexidades da materia. O que quero expressar neste texto é a mensagem do Cristo como uma ética entre pessoas, povos e até religiões. Não quero, com isso, solapar a dimensão mística do Salvador, mas dar relevo a sua dimensão com a criatura humana.
O Cristianismo é o inequívoco fundador do humanismo moderno porque é o criador do homem universal, de quem nada se exigia de prévio para reivindicar a condição de filho de Deus e irmão dos demais homens. É o fundamento religioso do que, no mundo laico, é o princípio da democracia contemporânea. Não por acaso, a chamada "civilização ocidental" é entendida, nos seus valores essenciais, como "democrática" e "cristã". Isso tudo é história e não crença religiosa ou qualquer outra seita.
Falo aqui das iniqüidades porque é com elas que se costuma contrastar a eventual existência de uma ordem divina. O ser supremo que, segundo essa perspectiva, se o Mal subsiste, então não pode haver um Deus vingativo e carrasco, como no velho testamento, que só seria compatível com o Bem perpétuo. Ocorre que isso tiraria dos nossos ombros o peso das escolhas, das responsabilidades e do discernimento, há no entanto a necessidade de uma ética moral. E nesse caso, o homem só seria viável se isolado no Paraíso, imerso numa natureza pura e necessariamente benfazeja e generosa.
O Cristianismo assim bem como as demais religiões (e também a ciência) – existe é no mundo das imperfeições humanas e das materializações, neste planeta de expiação o mundo dos homens pós- queda. Contestar a existência do supremo criador, Deus segundo esses termos corresponde a acenar para uma felicidade perpétua somente possível num tempo místico ou próximo da luz divina.
E as religiões são histórias encarnadas nas fragilidades das equivocadas almas, humanas. Sócrates já dizia que, "na iminência em que me vejo para provar a existência de Deus, revela-me a sua existência".
Em Auschwitz, no Gulag ou em Darfur, vê-se, sem dúvida, a dimensão trágica da liberdade: a escolha do Mal. E isso quer dizer, sim, a renúncia a Deus. Mas também se assiste à dramática renúncia ao homem. Esperavam talvez que se dissesse aqui que o Mal Absoluto decorre da deposição da Cruz em favor de alguma outra crença ou convicção.
A piedade cristã certamente se ausentou de todos esses palcos da barbárie cometida por tiranos. Mas, com ela, entrou em falência a Razão, salvadora e redentora da humanidade. Todavia a misericordia de Deus um dia vai nos tirar da roda das reencarnações, passaremos para à luz e todo sofrimento será extinto e a tão sonhada felicidade nos acompanhará pela eternidade afora.
Pois fé e Razão são categorias totalmente opostas, mas nasceram ao mesmo tempo e de um mesmo esforço: entender o mundo e os mistérios de Deus, que não são explicados nem pelas escolas de mistérios, que surgem a cada 700 anos com um "Hierofante" e assim estabelecendo uma hierarquia de valores que possa ser por todos interiorizada.
As cenas bárbaras das mulheres de Darfur fugindo com suas crianças, empurradas pela barbárie, remetem, é inevitável, à fuga de Maria e do Menino Jesus para o Egito, retratada por Caravaggio (1571-1610) o carpinteiro José segura a partitura para o anjo. As representações dessa passagem, pouco importam o pintor ou a escola, nunca são tristes (estas vem até com músicas), ainda que se conheça o desfecho da história. É o cuidado materno, símbolo praticamente universal do amor de salvação, sobrepondo-se à violência irracional dos homens maus que o persegue, tornando-se assim seres selvagens, monstruosos e primitivos.
LULISMO, NAZISMO, COMUNISMO SÃO: Tribalismos aborigenes e ao mesmo tempo contemporâneos tornados ideologias...idiotas.... São movimentos abomináveis, cada um praticando o horror a seu próprio modo, que destruíram e que destroem, sem dúvida, a autoridade divina. Mas nenhum deles triunfou sem a destruição, também, da autoridade humana, subvertendo os valores da Razão (afinal, acreditamos que ela busca o Bem) e, para os cristãos, a santidade da vida. Todas as errupções revolucionárias destruíram os valores que as animaram, como Saturno engolindo os próprios filhos. O progresso está com os que conservam o mundo, reformando-o a seu modo e ao seu bel prazer, como os petralhas.
DITADORES SANGUINÁRIOS SÃO: Mentes doentias, conflitivas é almas totalmente equivocadas, O LULISMO é ainda pior do que o NAZISMO, no seu patamar mais abominável, selvagem e destruidor.
Seu idealizador o molusco um monstro de barbas com nove tentáculos, é sim a besta do apocalipse de João, não é uma criatura humana. É o Lúcifer encarnadado, que veio a terra para MATAR, ROUBAR E DESTRUIR TUDO E TODOS.
Pedem-me que prove que um mundo com Deus é melhor do que um mundo sem Deus? Se nos pedissem, observou Chesterton (1874-1936), pensador católico inglês, para provar que a civilização é melhor do que a selvageria, olharíamos ao redor um tanto desesperados e conseguiríamos, no máximo, ser estupidamente parciais e reducionistas: "Ah, na civilização, há livros, estantes, computador..." Querem ver? "Prove, articulista, que o estado de direito, que segue os ritos processuais, é mais justo do que os tribunais MOLUSQUIANOS." E haveria uma grande chance de a civilização do estado de direito parecer mais ineficiente, mais fraca, do que a barbárie do tribunal "LULISTA MOLUSQUIANO". Há casos em que é mais fácil exibir cabeças do que provas. A convicção plena, às vezes, é um tanto desamparada. Pois o petismo mais selvagem consegue entre muitas coisas ruins, até cegar uma boa parte dos brasileiros, pessoas de bem principalmente aqueles com pouca cultura e menos oportunidades.
Amigos, este artigo não trata do mistério da fé, mas da força da esperança, que é o cerne da mensagem cristã, como queria o apóstolo Paulo: "É na esperança que somos salvos". O que ganha quem se esforça para roubá-la do homem, fale em nome da Razão, da Natureza ou de algum outro Ente maiúsculo qualquer? E trato da esperança nos dois sentidos possíveis da palavra: o que tenta despertar os homens para a fraternidade universal, com todas as suas implicações morais, e o que acena para a vida eterna. O ladrão de esperanças não leva nada que lhe seja útil e ainda nos torna mais pobres de anseios e de esperanças no cristianismo menos ortodóxo e paradoxal.
O cristianismo primitivo, já foi acusado de morbidamente triste, avesso à felicidade e ao prazer de viver, e também de ópio das massas, cobrindo a realidade com o véu de uma fantasia conformista, que as impedia de ver a verdade. Ao pregar o perdão, dizem, é filosofia da tibieza; ao reafirmar a autoridade divina, acusam, é autoritário. Pouco afeito à subversão da autoridade humana, apontam seu servilismo; ao acenar com o reino de Deus, sua ambição desmedida. Em meio a tantos paradoxo, subsiste como uma promessa, mas também como disciplina vivida, que não foge à verdadeira luta nunca.
Precisamos do Cristo não porque os homens se esqueceram de ter fé, mas porque, com freqüência, eles abandonam a Razão e cedem ao horror. Sem essa certeza, Darfur – a guerra do forte contra o indefeso, da criança contra o fuzil, do bruto contra a mulher –, do MOLUSCO contra à nação brasileira são tragédias, são escárnios abomináveis que o mundo simplesmente ignora.
Covoco todos os brasileiros de bem do nosso país para salvar nossa nação com à ajuda de Deus, vamos acabar com 666. (O TERRIVEL BATRÁQÜIO MOLUSCO SANGUINÁRIO). O 666 A BESTA DO APOCALIPSE.
Meus irmãos de farda, no meio dessa bela, profunda e forte reflexão, desejo para todos os companheiros de luta, que me deram a honra de prestigiar meus textos neste ano 2008, um ano novo repleto de realizações pessoais. E uma certeza de que em 2009 a luta será muito maior. Pois já subimos um degrau e o nosso objetivo é acabar com Lulismo selvagem e recuperarmos nossas FFAA e a auto estima dos militares, custe o que custar, nem que para isso tenhamos que usar métodos digamos mais ortodóxos e muito mais radicais, visto que só seremos uma nação respeitada e decente quando conseguirmos acabar com as quadrilhas de ladrões comandadas pelos monstros Lula e FHC.
domingo, 28 de dezembro de 2008
ESQUIMÓS E LARÁPIOS!
Amigos, dizem que os esquimós têm 32 diferentes palavras para descrever a neve, elemento onipresente em suas vidas. Não sei quantas temos, no Brasil, para falar de desonestidade, mas – para início de conversa – além de ladrão e corrupto, me ocorrem meliante, gandaia, bandalheira, larápio, picareta, usurpador, maracutaia, batedor de carteira, gatuno, trambicagem, safadeza, bandido, malandro, canalha e petralha.
Curiosidades etimológicas à parte, isso certamente confirma que a questão vem de longe, e que não por acaso permeia a vida e a língua que hoje une mais de 180 milhões de brasileiros.
É evidente que a desonestidade não é um fenômeno nativo nem recente. Existe desde que os homens desenvolveram o conceito da honestidade e seu oposto e se encontra em todas as culturas e línguas desde o início da civilização – inclusive nas leis e religiões que há tantos milênios visam a reprimi-la e puni-la.
É aí que fico fascinado com o que me parece ser uma das principais e mais urgentes questões da nossa vida pública: a impunidade. Pois, se é verdade que na vida real somos todos permanentemente tentados a cometer uma ou outra desonestidade, é também verdade que a grande maioria consegue resistir às tentações correspondentes por uma mistura de ensinamentos, princípios éticos ou religiosos e – certamente – receio de alguma punição.
Como múltiplas reportagens de VEJA e tantos outros veículos vêm mostrando ao longo do tempo, o que diferencia o Brasil dos países mais avançados e desenvolvidos do planeta não é o número de casos em que nossos governantes desviam recursos públicos ou se aproveitam de seu cargo para usurpar e obter vantagens ilícitas. Isso, infelizmente, parece ser uma constante planetária. O que varia muito de um país para outro é o que acontece aos transgressores quando descobertos. É o que lhes acontece em seguida. Com os abomináveis, corruptos e nocivos petralhas acho que eles não vão ficar impunes por muito tempo. Acho que, com o inicio da era de aquários isso terá um fim e os monstros petralhas deverão voltar para seus habitat natural o INFERNO. Lugar de onde eles nunca deveriam ter saído. Principalmente o monstro batráqüio molusco, que atualmente é pior encarnado na face da terra.
A progressiva – e muito bem-vinda – institucionalização do país vem resultando em crescente número de investigações e denúncias nessa frente por parte da Polícia Federal molusquiana, do Ministério Público e da grande imprensa. Mas o que vem acontecendo em seguida? As ações entre amigos no âmbito legislativo, o corporativismo, o nosso tortuoso e desmantelado sistema jurídico e os intermináveis recursos de muitos competentes e bem remunerados advogados pilantras que vêm se juntando para frustrar praticamente todas as tentativas de punir os governantes ladrões e mal carateres que – em todos os níveis da vida pública nacional – abusam da sua autoridade, traindo a confiança dos seus eleitores, desviando recursos públicos e se locupletando impunemente. (OS PETRALHAS SÃO MESTRES NESSA ARTE).
Sei que é virtualmente impossível esperar que todos os nossos prefeitos, vereadores, deputados, senadores, governadores e outros dirigentes políticos sejam íntegros e dedicados apenas à boa gestão da coisa pública e ao bem comum. E é exatamente por isso que urge acelerar as mudanças indispensáveis para garantir que todos os que violarem a lei sejam não apenas julgados e condenados, mas – quando assim for determinado – que também passem a cumprir sua pena na prisão. Pois um bom sinônimo de desonesto é indigno. E servidor do povo indigno não pode e não deve escapar incólume. Meu sonho é ver todos esses monstros petralhas atrás das grades.
Somente quando virmos cada vez mais esses monstros corruptos atrás das grades é que poderemos finalmente festejar o fim da impunidade que tantos males tem trazido ao nosso país, ao povo brasileiro e principalmente os militares.
Monstros sociopatas como Lula e sua corja de ladrões sem escrúpulos vão pagar muito caro pelo que estão fazendo com o Brasil, com os militares e com as FFAA.
Nosso povo está começando a tirar essa venda terrível dos olhos e percebendo o tamanho da ganância dos larápios petralhas, seres abomináveis e decaídos, elementos do mal, que só pensam em corrupções, maracutaias e safadezas.
Se não houver jutiça dos homens haverá justiça de Deus, para fazer esses malignos e malfasejos petralhas pagarem por todas as atrocidades cometidas.
Curiosidades etimológicas à parte, isso certamente confirma que a questão vem de longe, e que não por acaso permeia a vida e a língua que hoje une mais de 180 milhões de brasileiros.
É evidente que a desonestidade não é um fenômeno nativo nem recente. Existe desde que os homens desenvolveram o conceito da honestidade e seu oposto e se encontra em todas as culturas e línguas desde o início da civilização – inclusive nas leis e religiões que há tantos milênios visam a reprimi-la e puni-la.
É aí que fico fascinado com o que me parece ser uma das principais e mais urgentes questões da nossa vida pública: a impunidade. Pois, se é verdade que na vida real somos todos permanentemente tentados a cometer uma ou outra desonestidade, é também verdade que a grande maioria consegue resistir às tentações correspondentes por uma mistura de ensinamentos, princípios éticos ou religiosos e – certamente – receio de alguma punição.
Como múltiplas reportagens de VEJA e tantos outros veículos vêm mostrando ao longo do tempo, o que diferencia o Brasil dos países mais avançados e desenvolvidos do planeta não é o número de casos em que nossos governantes desviam recursos públicos ou se aproveitam de seu cargo para usurpar e obter vantagens ilícitas. Isso, infelizmente, parece ser uma constante planetária. O que varia muito de um país para outro é o que acontece aos transgressores quando descobertos. É o que lhes acontece em seguida. Com os abomináveis, corruptos e nocivos petralhas acho que eles não vão ficar impunes por muito tempo. Acho que, com o inicio da era de aquários isso terá um fim e os monstros petralhas deverão voltar para seus habitat natural o INFERNO. Lugar de onde eles nunca deveriam ter saído. Principalmente o monstro batráqüio molusco, que atualmente é pior encarnado na face da terra.
A progressiva – e muito bem-vinda – institucionalização do país vem resultando em crescente número de investigações e denúncias nessa frente por parte da Polícia Federal molusquiana, do Ministério Público e da grande imprensa. Mas o que vem acontecendo em seguida? As ações entre amigos no âmbito legislativo, o corporativismo, o nosso tortuoso e desmantelado sistema jurídico e os intermináveis recursos de muitos competentes e bem remunerados advogados pilantras que vêm se juntando para frustrar praticamente todas as tentativas de punir os governantes ladrões e mal carateres que – em todos os níveis da vida pública nacional – abusam da sua autoridade, traindo a confiança dos seus eleitores, desviando recursos públicos e se locupletando impunemente. (OS PETRALHAS SÃO MESTRES NESSA ARTE).
Sei que é virtualmente impossível esperar que todos os nossos prefeitos, vereadores, deputados, senadores, governadores e outros dirigentes políticos sejam íntegros e dedicados apenas à boa gestão da coisa pública e ao bem comum. E é exatamente por isso que urge acelerar as mudanças indispensáveis para garantir que todos os que violarem a lei sejam não apenas julgados e condenados, mas – quando assim for determinado – que também passem a cumprir sua pena na prisão. Pois um bom sinônimo de desonesto é indigno. E servidor do povo indigno não pode e não deve escapar incólume. Meu sonho é ver todos esses monstros petralhas atrás das grades.
Somente quando virmos cada vez mais esses monstros corruptos atrás das grades é que poderemos finalmente festejar o fim da impunidade que tantos males tem trazido ao nosso país, ao povo brasileiro e principalmente os militares.
Monstros sociopatas como Lula e sua corja de ladrões sem escrúpulos vão pagar muito caro pelo que estão fazendo com o Brasil, com os militares e com as FFAA.
Nosso povo está começando a tirar essa venda terrível dos olhos e percebendo o tamanho da ganância dos larápios petralhas, seres abomináveis e decaídos, elementos do mal, que só pensam em corrupções, maracutaias e safadezas.
Se não houver jutiça dos homens haverá justiça de Deus, para fazer esses malignos e malfasejos petralhas pagarem por todas as atrocidades cometidas.
sábado, 27 de dezembro de 2008
RETROSPECTIVA E MISTÉRIO DA FÉ !!
Meus caros amigos, boa parte das nações e dos homens celebrou, nesta semana, o nascimento do Cristo, e uma vez mais nos perguntamos, e o faremos pela eternidade afora: qual é o lugar de Deus num mundo de iniqüidades? Até quando há de permitir tamanha luta entre o Bem e o Mal? O certo e o errado? Até Ele fechou os olhos diante das vítimas do lulismo no Brasil, do nazismo em Auschwitz, dos soviéticos que pereceram no Gulag, da fome dizimando milhões depois da revolução chinesa? E hoje, "Senhor Deus dos Desgraçados" (como O chamou o poeta Castro Alves)? Darfur, a África Subsaariana, o Oriente Médio... Então não vê o triunfo do horror, da morte e da fúria? Por que um Deus inerme, diante das "espectrais procissões de braços estendidos", como escreveu Carlos Drummond de Andrade? Por que o Deus do, olímpico é também dos indivíduos malígnos e "molusquianos"? Olhemos a tristeza dos becos escuros e sujos do mundo, onde um homem acaba de fechar os olhos pela última vez, levando estampada na retina a imagem de seu sonho – pequenino e, ainda assim, frustrado...Por que governos como: Molusco comete tantas atrocidades?
Deus, até quando haveremos de honrá-Lo com nossa dor, com nossas chagas, com nosso sofrimento? Até quando pessoas miseráveis, anônimas, rejeitadas até pela morte, murcharão aos poucos na sua mísera humana e insignificância, fazendo o inventário de suas grandes solidões, colecionando tudo o que não têm – e o que é pior: nem se revoltam? Se Ele realmente nos criou, por que nos fez essa coisa tão lastimável como espécie e como espécimes? Se ao menos tirasse de nosso coração os anseios, os desejos, para que aprendêssemos a ser pedra, a ser árvore, a ser bicho entre bichos... Mas nem isso. Somos uns macacos pelados, plenos de fúrias e delicadezas (e estas nos doem mais do que aquelas), a vagar com a cruz nos ombros e a memória em carne viva. Se a nossa alma é imortal, por que lamentamos tanto a morte? Como observou o latino Lucrécio (séc. I a.C.)? Se há um Deus, por que Ele não nos dá tudo aquilo que um mundo sem Deus nos sonega? Indubitávelmente são indagações como essas que tiram nossa fé e nos remete ao primitivismo mais abominável e selvagem.
Meus amigos, não vou tratar aqui do mistério da fé, que poderia, sim, responder a algumas perplexidades. O que quero expressar neste texto é a mensagem do Cristo como uma ética entre pessoas, povos e até religiões. Não quero, com isso, solapar a dimensão mística do Salvador, mas dar relevo a sua dimensão humana. O cristianismo é o inequívoco fundador do humanismo moderno porque é o criador do homem universal, de quem nada se exigia de prévio para reivindicar a condição de filho de Deus e irmão dos demais homens. É o fundamento religioso do que, no mundo laico, é o princípio da democracia contemporânea. Não por acaso, a chamada "civilização ocidental" é entendida, nos seus valores essenciais, como "democrática" e "cristã". Isso tudo é história e não crença religiosa.
Falo aqui das iniqüidades porque é com elas que se costuma contrastar a eventual existência de uma ordem divina. Segundo essa perspectiva, se o Mal subsiste, então não pode haver um Deus vingativo, que só seria compatível com o Bem perpétuo. Ocorre que isso tiraria dos nossos ombros o peso das escolhas, a responsabilidade do discernimento, a necessidade de uma ética moral. E nesse caso, o homem só seria viável se isolado no Paraíso, imerso numa natureza necessariamente benfazeja e generosa. O cristianismo – assim como as demais religiões (e também a ciência) – existe é no mundo das imperfeições e materializações, no mundo dos homens. Contestar a existência de Deus segundo esses termos corresponde a acenar para uma felicidade perpétua só possível num tempo místico. E as religiões são histórias encarnadas nas almas, humanas. Sócrates dizia que, "na iminência em que me vejo para provar a existência de Deus, revela-me a sua existência".
Em Auschwitz, no Gulag ou em Darfur, vê-se, sem dúvida, a dimensão trágica da liberdade: a escolha do Mal. E isso quer dizer, sim, a renúncia a Deus. Mas também se assiste à dramática renúncia ao homem. Esperavam talvez que se dissesse aqui que o Mal Absoluto decorre da deposição da Cruz em favor de alguma outra crença ou convicção. A piedade cristã certamente se ausentou de todos esses palcos da barbárie. Mas, com ela, entrou em falência a Razão, salvadora e redentora da humanidade.
Fé e Razão são categorias opostas, mas nasceram ao mesmo tempo e de um mesmo esforço: entender o mundo, estabelecendo uma hierarquia de valores que possa ser por todos interiorizada. As cenas das mulheres de Darfur fugindo com suas crianças, empurradas pela barbárie, remetem, é inevitável, à fuga de Maria e do Menino Jesus para o Egito, retratada por Caravaggio (1571-1610) o carpinteiro José segura a partitura para o anjo. As representações dessa passagem, pouco importam pintor ou escola, nunca são tristes (estas vem até com músicas), ainda que se conheça o desfecho da história. É o cuidado materno, símbolo praticamente universal do amor de salvação, sobrepondo-se à violência irracional dos homens que o persegue.
LULISMO, NAZISMO, COMUNISMO SÃO: Tribalismos contemporâneos tornados ideologias... São movimentos, cada um praticando o horror a seu próprio modo, que destruíram e que destroem, sem dúvida, a autoridade divina. Mas nenhum deles triunfou sem a destruição, também, da autoridade humana, subvertendo os valores da Razão (afinal, acreditamos que ela busca o Bem) e, para os cristãos, a santidade da vida. Todas as irrupções revolucionárias destruíram os valores que as animaram, como Saturno engolindo os próprios filhos. O progresso está com os que conservam o mundo, reformando-o a seu modo.
DITADORES SÃO: Mentes conflitivas é almas equivocadas, O LULISMO é ainda pior do que o NAZISMO, no seu patamar mais abominável.
Seu idealizador um monstro de barbas com nove dedos, é sim a besta do apocalipse de João, não é uma criatura humana. É o Lúcifer encarnadado, que veio para MATAR, ROUBAR E DESTRUIR.
Pedem-me que prove que um mundo com Deus é melhor do que um mundo sem Deus? Se nos pedissem, observou Chesterton (1874-1936), pensador católico inglês, para provar que a civilização é melhor do que a selvageria, olharíamos ao redor um tanto desesperados e conseguiríamos, no máximo, ser estupidamente parciais e reducionistas: "Ah, na civilização, há livros, estantes, computador..." Querem ver? "Prove, articulista, que o estado de direito, que segue os ritos processuais, é mais justo do que os tribunais MOLUSQUIANOS." E haveria uma grande chance de a civilização do estado de direito parecer mais ineficiente, mais fraca, do que a barbárie do tribunal "LULISTA MOLUSQUIANO". Há casos em que é mais fácil exibir cabeças do que provas. A convicção plena, às vezes, é um tanto desamparada. Pois o petismo mais selvagem consegue cegar uma boa parte dos brasileiros, principalmente aqueles com pouca cultura.
Amigos, este artigo não trata do mistério da fé, mas da força da esperança, que é o cerne da mensagem cristã, como queria o apóstolo Paulo: "É na esperança que somos salvos". O que ganha quem se esforça para roubá-la do homem, fale em nome da Razão, da Natureza ou de algum outro Ente maiúsculo qualquer? E trato da esperança nos dois sentidos possíveis da palavra: o que tenta despertar os homens para a fraternidade universal, com todas as suas implicações morais, e o que acena para a vida eterna. O ladrão de esperanças não leva nada que lhe seja útil e ainda nos torna mais pobres de anseios e de esperanças no cristianismo menos ortodóxo.
O cristianismo já foi acusado de morbidamente triste, avesso à felicidade e ao prazer de viver, e também de ópio das massas, cobrindo a realidade com o véu de uma fantasia conformista, que as impedia de ver a verdade. Ao pregar o perdão, dizem, é filosofia da tibieza; ao reafirmar a autoridade divina, acusam, é autoritário. Pouco afeito à subversão da autoridade humana, apontam seu servilismo; ao acenar com o reino de Deus, sua ambição desmedida. Em meio a tantos opostos, subsiste como uma promessa, mas também como disciplina vivida, que não foge à luta.
Precisamos do Cristo não porque os homens se esqueceram de ter fé, mas porque, com freqüência, eles abandonam a Razão e cedem ao horror. Sem essa certeza, Darfur – a guerra do forte contra o indefeso, da criança contra o fuzil, do bruto contra a mulher –, do Lula contra à nação brasileira são tragédias, são escárnios que o mundo ignora.
Covoco todos os brasileiros de bem do nosso país para salvar nossa nação com à ajuda de Deus, vamos acabar com 666. (O BATRÁQÜIO MOLUSCO).
Amigos, no meio dessa profunda reflexão, desejo para todos os companheiros de luta, que me deram a honra de prestigiar meus textos neste ano 2008, um ano novo repleto de realizações pessoais. E uma certeza de que em 2009 a luta será muito maior. Pois já subimos um degrau e o nosso objetivo é acabar com Lulismo selvagem e recuperarmos nossas FFAA custe o que custar, nem que para isso tenhamos que usar métodos mais ortodóxos e radicais.
Muita paz e luz para todos.
FELIZ ANO NOVO!!!
Deus, até quando haveremos de honrá-Lo com nossa dor, com nossas chagas, com nosso sofrimento? Até quando pessoas miseráveis, anônimas, rejeitadas até pela morte, murcharão aos poucos na sua mísera humana e insignificância, fazendo o inventário de suas grandes solidões, colecionando tudo o que não têm – e o que é pior: nem se revoltam? Se Ele realmente nos criou, por que nos fez essa coisa tão lastimável como espécie e como espécimes? Se ao menos tirasse de nosso coração os anseios, os desejos, para que aprendêssemos a ser pedra, a ser árvore, a ser bicho entre bichos... Mas nem isso. Somos uns macacos pelados, plenos de fúrias e delicadezas (e estas nos doem mais do que aquelas), a vagar com a cruz nos ombros e a memória em carne viva. Se a nossa alma é imortal, por que lamentamos tanto a morte? Como observou o latino Lucrécio (séc. I a.C.)? Se há um Deus, por que Ele não nos dá tudo aquilo que um mundo sem Deus nos sonega? Indubitávelmente são indagações como essas que tiram nossa fé e nos remete ao primitivismo mais abominável e selvagem.
Meus amigos, não vou tratar aqui do mistério da fé, que poderia, sim, responder a algumas perplexidades. O que quero expressar neste texto é a mensagem do Cristo como uma ética entre pessoas, povos e até religiões. Não quero, com isso, solapar a dimensão mística do Salvador, mas dar relevo a sua dimensão humana. O cristianismo é o inequívoco fundador do humanismo moderno porque é o criador do homem universal, de quem nada se exigia de prévio para reivindicar a condição de filho de Deus e irmão dos demais homens. É o fundamento religioso do que, no mundo laico, é o princípio da democracia contemporânea. Não por acaso, a chamada "civilização ocidental" é entendida, nos seus valores essenciais, como "democrática" e "cristã". Isso tudo é história e não crença religiosa.
Falo aqui das iniqüidades porque é com elas que se costuma contrastar a eventual existência de uma ordem divina. Segundo essa perspectiva, se o Mal subsiste, então não pode haver um Deus vingativo, que só seria compatível com o Bem perpétuo. Ocorre que isso tiraria dos nossos ombros o peso das escolhas, a responsabilidade do discernimento, a necessidade de uma ética moral. E nesse caso, o homem só seria viável se isolado no Paraíso, imerso numa natureza necessariamente benfazeja e generosa. O cristianismo – assim como as demais religiões (e também a ciência) – existe é no mundo das imperfeições e materializações, no mundo dos homens. Contestar a existência de Deus segundo esses termos corresponde a acenar para uma felicidade perpétua só possível num tempo místico. E as religiões são histórias encarnadas nas almas, humanas. Sócrates dizia que, "na iminência em que me vejo para provar a existência de Deus, revela-me a sua existência".
Em Auschwitz, no Gulag ou em Darfur, vê-se, sem dúvida, a dimensão trágica da liberdade: a escolha do Mal. E isso quer dizer, sim, a renúncia a Deus. Mas também se assiste à dramática renúncia ao homem. Esperavam talvez que se dissesse aqui que o Mal Absoluto decorre da deposição da Cruz em favor de alguma outra crença ou convicção. A piedade cristã certamente se ausentou de todos esses palcos da barbárie. Mas, com ela, entrou em falência a Razão, salvadora e redentora da humanidade.
Fé e Razão são categorias opostas, mas nasceram ao mesmo tempo e de um mesmo esforço: entender o mundo, estabelecendo uma hierarquia de valores que possa ser por todos interiorizada. As cenas das mulheres de Darfur fugindo com suas crianças, empurradas pela barbárie, remetem, é inevitável, à fuga de Maria e do Menino Jesus para o Egito, retratada por Caravaggio (1571-1610) o carpinteiro José segura a partitura para o anjo. As representações dessa passagem, pouco importam pintor ou escola, nunca são tristes (estas vem até com músicas), ainda que se conheça o desfecho da história. É o cuidado materno, símbolo praticamente universal do amor de salvação, sobrepondo-se à violência irracional dos homens que o persegue.
LULISMO, NAZISMO, COMUNISMO SÃO: Tribalismos contemporâneos tornados ideologias... São movimentos, cada um praticando o horror a seu próprio modo, que destruíram e que destroem, sem dúvida, a autoridade divina. Mas nenhum deles triunfou sem a destruição, também, da autoridade humana, subvertendo os valores da Razão (afinal, acreditamos que ela busca o Bem) e, para os cristãos, a santidade da vida. Todas as irrupções revolucionárias destruíram os valores que as animaram, como Saturno engolindo os próprios filhos. O progresso está com os que conservam o mundo, reformando-o a seu modo.
DITADORES SÃO: Mentes conflitivas é almas equivocadas, O LULISMO é ainda pior do que o NAZISMO, no seu patamar mais abominável.
Seu idealizador um monstro de barbas com nove dedos, é sim a besta do apocalipse de João, não é uma criatura humana. É o Lúcifer encarnadado, que veio para MATAR, ROUBAR E DESTRUIR.
Pedem-me que prove que um mundo com Deus é melhor do que um mundo sem Deus? Se nos pedissem, observou Chesterton (1874-1936), pensador católico inglês, para provar que a civilização é melhor do que a selvageria, olharíamos ao redor um tanto desesperados e conseguiríamos, no máximo, ser estupidamente parciais e reducionistas: "Ah, na civilização, há livros, estantes, computador..." Querem ver? "Prove, articulista, que o estado de direito, que segue os ritos processuais, é mais justo do que os tribunais MOLUSQUIANOS." E haveria uma grande chance de a civilização do estado de direito parecer mais ineficiente, mais fraca, do que a barbárie do tribunal "LULISTA MOLUSQUIANO". Há casos em que é mais fácil exibir cabeças do que provas. A convicção plena, às vezes, é um tanto desamparada. Pois o petismo mais selvagem consegue cegar uma boa parte dos brasileiros, principalmente aqueles com pouca cultura.
Amigos, este artigo não trata do mistério da fé, mas da força da esperança, que é o cerne da mensagem cristã, como queria o apóstolo Paulo: "É na esperança que somos salvos". O que ganha quem se esforça para roubá-la do homem, fale em nome da Razão, da Natureza ou de algum outro Ente maiúsculo qualquer? E trato da esperança nos dois sentidos possíveis da palavra: o que tenta despertar os homens para a fraternidade universal, com todas as suas implicações morais, e o que acena para a vida eterna. O ladrão de esperanças não leva nada que lhe seja útil e ainda nos torna mais pobres de anseios e de esperanças no cristianismo menos ortodóxo.
O cristianismo já foi acusado de morbidamente triste, avesso à felicidade e ao prazer de viver, e também de ópio das massas, cobrindo a realidade com o véu de uma fantasia conformista, que as impedia de ver a verdade. Ao pregar o perdão, dizem, é filosofia da tibieza; ao reafirmar a autoridade divina, acusam, é autoritário. Pouco afeito à subversão da autoridade humana, apontam seu servilismo; ao acenar com o reino de Deus, sua ambição desmedida. Em meio a tantos opostos, subsiste como uma promessa, mas também como disciplina vivida, que não foge à luta.
Precisamos do Cristo não porque os homens se esqueceram de ter fé, mas porque, com freqüência, eles abandonam a Razão e cedem ao horror. Sem essa certeza, Darfur – a guerra do forte contra o indefeso, da criança contra o fuzil, do bruto contra a mulher –, do Lula contra à nação brasileira são tragédias, são escárnios que o mundo ignora.
Covoco todos os brasileiros de bem do nosso país para salvar nossa nação com à ajuda de Deus, vamos acabar com 666. (O BATRÁQÜIO MOLUSCO).
Amigos, no meio dessa profunda reflexão, desejo para todos os companheiros de luta, que me deram a honra de prestigiar meus textos neste ano 2008, um ano novo repleto de realizações pessoais. E uma certeza de que em 2009 a luta será muito maior. Pois já subimos um degrau e o nosso objetivo é acabar com Lulismo selvagem e recuperarmos nossas FFAA custe o que custar, nem que para isso tenhamos que usar métodos mais ortodóxos e radicais.
Muita paz e luz para todos.
FELIZ ANO NOVO!!!
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
"PAC DA DEFESA NÃO CONTEMPLA MILITARES"!
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Blog inserido em 23 de Dez. de 2008.
Amigos, é muita tramóia molusquiana, no país dos petralhas, é a maior facção criminosa da terra. Pois pasmem a Petrobras elevou empréstimo na Caixa para R$ 3,5 bilhões e ainda estende o prazo de pagamento.
A Petrobras comunicou ontem à noite que alongou os prazos dos financiamentos que obteve neste ano com a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil e que obteve mais dinheiro da Caixa.
Em outubro, durante o agravamento da crise de crédito pelo mundo, a empresa captou cerca de R$ 2 bilhões com a Caixa Econômica, numa operação que gerou polêmica. Maior companhia do país, a Petrobras foi alvo de críticas por competir com empresas menores em busca de financiamento dos bancos públicos em um momento de escassez do crédito.
E mesmo com o barril de petróleo em baixa, de mais de 60% em relação ao inicio do ano, ela se nega a baixar os preços dos combustiveis, isso é escárnio porque tamanha ganância? Certamente para injetar verdadeiras montanhas de dinheiro nos cofres do PT. É ou não é um absurdo?
O próprio presidente apadeuta Luiz Inácio Molusco Batráquio da Silva chegou a afirmar, no início do mês, que "a Petrobras é tão poderosa que [o fato de] ir à Caixa pegar dinheiro, obviamente, tira de uma pequena empresa, da construção civil, do comércio". Isso é lamentável e monstruoso é pura safadeza dos petralhas .
Sarkozy no Brasil - França fará estaleiro no País, diz o digamos "ministro" Jobim
O "ministro" da Defesa, Nelson Jobim, afirmou ontem que os acordos militares do Brasil com a França possibilitarão a instalação no Rio de um estaleiro para a construção pelos franceses de cinco submarinos para a Marinha do Brasil: quatro Scorpéne convencionais e o veículo nuclear brasileiro. De acordo com o ministro, o estaleiro será construído e operado pelo setor privado francês e, depois de 20 anos, passará a integrar o patrimônio público brasileiro.
Indubitávelmente os acordos com a França não incluem propulsão submarina nuclear, cuja tecnologia o País já domina. Também no Rio, explicou o digamos "ministro", ficará a base do futuro submarino nuclear, que levará duas décadas para ficar pronto. "O estaleiro vai ser construído, em entendimento com o setor privado. Eles produzem e, depois de 20 anos, isso vem para o patrimônio brasileiro", declarou Jobim, durante o 2º Encontro Empresarial Brasil-União Européia, no Copacabana Palace, do qual participaram o presidente Luiz Inácio Batráquio Molusco da Silva e o presidente da França, Nicolas Sarkozy.
"No vigésimo ano, vamos terminar recebendo o submarino nuclear. Tudo isso com transferência total de tecnologia, inclusive treinamento de engenheiros brasileiros junto a fábricas francesas", informou.
Os acordos, firmados ontem, também prevêem a compra, para montagem no Brasil, de 50 helicópteros, ao custo de 1,899 bilhão nos próximos anos. Só essa parte das conversas com os franceses já está definitivamente fechada, inclusive com contrato, afirmou o digamos "ministro" da Defesa.
Os submarinos seriam objeto de instrumentos legais distintos, mas ainda preliminares. Nos dois casos, haveria, de acordo com o "ministro", transferência de tecnologia francesa, uma das preocupações do governo brasileiro.
E no meio disso tudo, estão nossas FFAA cada dia pior, visto que esses projetos vão demorar muito. Militares sem projetos de reestruturação de soldo, oficiais generais leniêntes com os petralhas e as autoridades brasileiras anestesiadas, com tanta corrupção e falcatrua dos petistas.
Acho que não podemos resolver isso por meios pacíficos, somente outro 64, do contrário vamos definhar cada dia mais. Certo senhores deputados?
Blog inserido em 23 de Dez. de 2008.
Amigos, é muita tramóia molusquiana, no país dos petralhas, é a maior facção criminosa da terra. Pois pasmem a Petrobras elevou empréstimo na Caixa para R$ 3,5 bilhões e ainda estende o prazo de pagamento.
A Petrobras comunicou ontem à noite que alongou os prazos dos financiamentos que obteve neste ano com a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil e que obteve mais dinheiro da Caixa.
Em outubro, durante o agravamento da crise de crédito pelo mundo, a empresa captou cerca de R$ 2 bilhões com a Caixa Econômica, numa operação que gerou polêmica. Maior companhia do país, a Petrobras foi alvo de críticas por competir com empresas menores em busca de financiamento dos bancos públicos em um momento de escassez do crédito.
E mesmo com o barril de petróleo em baixa, de mais de 60% em relação ao inicio do ano, ela se nega a baixar os preços dos combustiveis, isso é escárnio porque tamanha ganância? Certamente para injetar verdadeiras montanhas de dinheiro nos cofres do PT. É ou não é um absurdo?
O próprio presidente apadeuta Luiz Inácio Molusco Batráquio da Silva chegou a afirmar, no início do mês, que "a Petrobras é tão poderosa que [o fato de] ir à Caixa pegar dinheiro, obviamente, tira de uma pequena empresa, da construção civil, do comércio". Isso é lamentável e monstruoso é pura safadeza dos petralhas .
Sarkozy no Brasil - França fará estaleiro no País, diz o digamos "ministro" Jobim
O "ministro" da Defesa, Nelson Jobim, afirmou ontem que os acordos militares do Brasil com a França possibilitarão a instalação no Rio de um estaleiro para a construção pelos franceses de cinco submarinos para a Marinha do Brasil: quatro Scorpéne convencionais e o veículo nuclear brasileiro. De acordo com o ministro, o estaleiro será construído e operado pelo setor privado francês e, depois de 20 anos, passará a integrar o patrimônio público brasileiro.
Indubitávelmente os acordos com a França não incluem propulsão submarina nuclear, cuja tecnologia o País já domina. Também no Rio, explicou o digamos "ministro", ficará a base do futuro submarino nuclear, que levará duas décadas para ficar pronto. "O estaleiro vai ser construído, em entendimento com o setor privado. Eles produzem e, depois de 20 anos, isso vem para o patrimônio brasileiro", declarou Jobim, durante o 2º Encontro Empresarial Brasil-União Européia, no Copacabana Palace, do qual participaram o presidente Luiz Inácio Batráquio Molusco da Silva e o presidente da França, Nicolas Sarkozy.
"No vigésimo ano, vamos terminar recebendo o submarino nuclear. Tudo isso com transferência total de tecnologia, inclusive treinamento de engenheiros brasileiros junto a fábricas francesas", informou.
Os acordos, firmados ontem, também prevêem a compra, para montagem no Brasil, de 50 helicópteros, ao custo de 1,899 bilhão nos próximos anos. Só essa parte das conversas com os franceses já está definitivamente fechada, inclusive com contrato, afirmou o digamos "ministro" da Defesa.
Os submarinos seriam objeto de instrumentos legais distintos, mas ainda preliminares. Nos dois casos, haveria, de acordo com o "ministro", transferência de tecnologia francesa, uma das preocupações do governo brasileiro.
E no meio disso tudo, estão nossas FFAA cada dia pior, visto que esses projetos vão demorar muito. Militares sem projetos de reestruturação de soldo, oficiais generais leniêntes com os petralhas e as autoridades brasileiras anestesiadas, com tanta corrupção e falcatrua dos petistas.
Acho que não podemos resolver isso por meios pacíficos, somente outro 64, do contrário vamos definhar cada dia mais. Certo senhores deputados?
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
O PROSELITISMO DE UM PSICOPÁTA NO GOVERNO MOLUSQUIANO!
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Blog inserido em 22 de Dez. de 2008.
AMIGOS, FRANKLIN, O HOMEM DA PROPAGANDA, E TER OU NÃO LIMITES?
Folha e Estadão publicaram ontem perfis do digamos "ministro" Franklin Martins (Comunicação Social), o homem que cuida da propaganda do governo molusco. Nunca antes na história neste país o homem encarregado do relacionamento do presidente com o que eles chamam “mídia” foi também o responsável por distribuir a verba publicitária (do governo e das estatais) entre os veículos de comunicação. Isso é escárnio, e Franklin faz isso direitinho: revistas que só existem na ficção de seus pequenos napoleões de hospício são agraciadas com anúncios do governo e das estatais. Fazem jornalismo? Não! Só proselitismo e propaganda partidária. Como lembrei ontem, até o MR-8 já foi premiado. Adiante vamos lá que tem mais maracutaia nociva e selvagem.
O texto da Folha revela a ficha de um psicopata, Franklin no artigo SNI. Quero comentar um trecho da fala do suposto "ministro". Lida sem muita atenção, não revela suas reais implicações. Vejam o que ele pensa sobre a sua atuação, que incluiu seqüestros, assaltos, roubos e tráfico.
"Estava lutando contra um regime que, de arma na mão, derrubou o presidente constitucional, fechou os sindicatos, instituiu a censura, acabou com os partidos políticos, prendeu gente até dizer chega, tirou um grande número de parlamentares do Congresso, prendeu, torturou, matou.... não sei por que eu teria uma relação de ‘eu só luto até certo ponto contra a ditadura’. Não.”
Pouco importa o tamanho do nosso inimigo e o quão feroz ou delinqüente ele seja, creio que sempre lutamos “até um certo ponto”, não é?. E isso não quer dizer que se pare de lutar, mas que a ação obedece a limites que são éticos: “Isso eu não faço”. Ora, se Franklin admite que seu combate à ditadura não tinha limite e que seu inimigo representava o horror, em que eles se diferenciavam? Em nada! A fala do ministro corrupto, lamento dizer, traz a justificativa supostamente moral do mega terrorismo. E também da super tortura. Um abominavel torturador, pensando nos horrores do comunismo que dizia combater, poderia afirmar: "Não sei por que eu teria uma relação de ‘eu só luto até certo ponto contra a ditadura comunista’. Não.” Isso dá a medida do que teria acontecido ao Brasil se o apedeuta Franklin e seus aliados petralhas narcoguerrilheiros e narcotraficantes tivessem vencido.
Amigos, Façam uma pesquisa para saber quem foi o psiquiatra antilhano Frantz Fanon, um dos líderes da Frente de Libertação Nacional da Argélia. Ele se transformou num teórico da violência como método de resistência ao inimigo — no caso, o colonialismo francês. E a prática dos “oprimidos” não deveu nada em brutalidade e horror ao Exército francês. Fanon é uma das raízes do severo desentendimento de Albert Camus (franco-argelino) com Sartre. E Camus estava certo: da violência praticada por Fanon e aliados, não resultaria civilização. E não resultou. Franklin foi um dos seqüestradores do embaixador americano Charles Elbrick. Se ele, com efeito, não era do tipo que lutava “até um certo ponto”, resta evidente que um inocente teria sido assassinado se o governo não tivesse cedido à exigências. Segundo essa lógica torta, por que não matar inocentes para combater a suposta "ditadura". O que os petralhas de 60, queriam era implantar o comunismo aqui de qualquer jeito. não é mesmo senhores?
E ainda há um outro trecho revelador na reportagem. Franklin aproveita para fazer um pouco mais de lambança:
Ao ministro são atribuídos, num dos documentos, comentários desabonadores ao atual presidente da República. O texto, que constava dos arquivos do SNI, afirma que, num debate público sobre "o socialismo e a crise na Polônia", Franklin se destacou pelas críticas ao sindicato Solidariedade. Ele teria expressado que, "a exemplo da Polônia, o líder molusquiano deve perder a máscara", comentário do qual Franklin não reconhece a autoria. O ministro, à época, foi contra a criação do PT. "Eu nunca fui do PT, nem próximo. Ao contrário, tinha críticas, achava o PT muito esquerdista", diz o mega narcoterrorista Franklin hoje.
Nesse particular, não tenho dúvida de que o SNI fala a verdade. Na época de criação do PT — na Polônia, o sindicato Solidariedade desafiava a ditadura comunista —, narcoterrorista Franklin continuava ligado ao MR-8, que era pró-Moscou. Tratava-se de um antro de stalinistas. E eles defendiam que o tal sindicato fosse esmagado. No Brasil, de fato, combatiam o PT. Quando o general Wojciech Jaruzelski decretou Lei Marcial na Polônia e fechou o sindicato Solidariedade, Franklin e sua turma nociva e nojenta de narcoguerrilheiro aplaudiram.
E é preciso pôr em perspectiva histórica a afirmação do ministro de que achava o “PT muito esquerdista”. Ele está falando do início da década de 80. O que isso queria dizer para o MR-8? A turma pró-URSS, caso de Franklin, achava que o petismo “dividia” as esquerdas; que era muito “voluntarista”; que o socialismo chegaria no Brasil de modo mais paulatino, numa associação, num primeiro momento, com políticos da própria "burguesia". O MR-8, por exemplo, tornou-se quercista: chamava Quércia de “Grande Timoneiro”. Isso é ou não é abominavel e esdrúxulo?
Quando Franklin diz que considerava o PT muito esquerdista, isso não quer dizer que ele tivesse algum viés democrático ou mais à direita. Não! Quer dizer apenas que ele e sua turma de terroristas larápios achavam que o excesso de “esquerdismo”, então juvenil, do PT criava dificuldades para implementar no Brasil um regime de modelo soviético. Meus amigos Isso é história, não é a minha opinião. O governo molusco é péssimo e ainda está sendo assessorado por pessoas de carater abominavel. É ou não é escárnio, sem precedente na história da república?
Ah, sim. O digamos "ministro" que não tinha limite no combate à ditadura aprendeu a ter limites na democracia. É inegável que o jornalismo para-estatal ficou mais assanhado, nocivo e super arrogante depois que ele chegou ao poder. Publicidade, falcatrua e terrorismo é o que não lhe falta. Por esses e outros motivos é que afirmo ser o PT a maior facção criminosa da terra. E o molusco a besta 666 do apocalipse de João.
E no meio de tantos terroristas e narcotraficantes estão nossas FFAA, cada dia mais definhadas e desmanteladas, militares nas mãos de psicopatas e energumenos caudilhos como: FHC e Batráqüio molusco carraspanado.
E as autoridades leniêntes com toda essa "esculhambação" que aí está.
Presidentes dos clubes militares "meio que" na inércia. Deputados que não estão preocupados com a real situação na caserna. E muitos oficiais generais preocupados apenas com os cargos que irão ocupar no governo por ocasião da inatividade. Isso tudo é lamentável, certo meus amigos?
Blog inserido em 22 de Dez. de 2008.
AMIGOS, FRANKLIN, O HOMEM DA PROPAGANDA, E TER OU NÃO LIMITES?
Folha e Estadão publicaram ontem perfis do digamos "ministro" Franklin Martins (Comunicação Social), o homem que cuida da propaganda do governo molusco. Nunca antes na história neste país o homem encarregado do relacionamento do presidente com o que eles chamam “mídia” foi também o responsável por distribuir a verba publicitária (do governo e das estatais) entre os veículos de comunicação. Isso é escárnio, e Franklin faz isso direitinho: revistas que só existem na ficção de seus pequenos napoleões de hospício são agraciadas com anúncios do governo e das estatais. Fazem jornalismo? Não! Só proselitismo e propaganda partidária. Como lembrei ontem, até o MR-8 já foi premiado. Adiante vamos lá que tem mais maracutaia nociva e selvagem.
O texto da Folha revela a ficha de um psicopata, Franklin no artigo SNI. Quero comentar um trecho da fala do suposto "ministro". Lida sem muita atenção, não revela suas reais implicações. Vejam o que ele pensa sobre a sua atuação, que incluiu seqüestros, assaltos, roubos e tráfico.
"Estava lutando contra um regime que, de arma na mão, derrubou o presidente constitucional, fechou os sindicatos, instituiu a censura, acabou com os partidos políticos, prendeu gente até dizer chega, tirou um grande número de parlamentares do Congresso, prendeu, torturou, matou.... não sei por que eu teria uma relação de ‘eu só luto até certo ponto contra a ditadura’. Não.”
Pouco importa o tamanho do nosso inimigo e o quão feroz ou delinqüente ele seja, creio que sempre lutamos “até um certo ponto”, não é?. E isso não quer dizer que se pare de lutar, mas que a ação obedece a limites que são éticos: “Isso eu não faço”. Ora, se Franklin admite que seu combate à ditadura não tinha limite e que seu inimigo representava o horror, em que eles se diferenciavam? Em nada! A fala do ministro corrupto, lamento dizer, traz a justificativa supostamente moral do mega terrorismo. E também da super tortura. Um abominavel torturador, pensando nos horrores do comunismo que dizia combater, poderia afirmar: "Não sei por que eu teria uma relação de ‘eu só luto até certo ponto contra a ditadura comunista’. Não.” Isso dá a medida do que teria acontecido ao Brasil se o apedeuta Franklin e seus aliados petralhas narcoguerrilheiros e narcotraficantes tivessem vencido.
Amigos, Façam uma pesquisa para saber quem foi o psiquiatra antilhano Frantz Fanon, um dos líderes da Frente de Libertação Nacional da Argélia. Ele se transformou num teórico da violência como método de resistência ao inimigo — no caso, o colonialismo francês. E a prática dos “oprimidos” não deveu nada em brutalidade e horror ao Exército francês. Fanon é uma das raízes do severo desentendimento de Albert Camus (franco-argelino) com Sartre. E Camus estava certo: da violência praticada por Fanon e aliados, não resultaria civilização. E não resultou. Franklin foi um dos seqüestradores do embaixador americano Charles Elbrick. Se ele, com efeito, não era do tipo que lutava “até um certo ponto”, resta evidente que um inocente teria sido assassinado se o governo não tivesse cedido à exigências. Segundo essa lógica torta, por que não matar inocentes para combater a suposta "ditadura". O que os petralhas de 60, queriam era implantar o comunismo aqui de qualquer jeito. não é mesmo senhores?
E ainda há um outro trecho revelador na reportagem. Franklin aproveita para fazer um pouco mais de lambança:
Ao ministro são atribuídos, num dos documentos, comentários desabonadores ao atual presidente da República. O texto, que constava dos arquivos do SNI, afirma que, num debate público sobre "o socialismo e a crise na Polônia", Franklin se destacou pelas críticas ao sindicato Solidariedade. Ele teria expressado que, "a exemplo da Polônia, o líder molusquiano deve perder a máscara", comentário do qual Franklin não reconhece a autoria. O ministro, à época, foi contra a criação do PT. "Eu nunca fui do PT, nem próximo. Ao contrário, tinha críticas, achava o PT muito esquerdista", diz o mega narcoterrorista Franklin hoje.
Nesse particular, não tenho dúvida de que o SNI fala a verdade. Na época de criação do PT — na Polônia, o sindicato Solidariedade desafiava a ditadura comunista —, narcoterrorista Franklin continuava ligado ao MR-8, que era pró-Moscou. Tratava-se de um antro de stalinistas. E eles defendiam que o tal sindicato fosse esmagado. No Brasil, de fato, combatiam o PT. Quando o general Wojciech Jaruzelski decretou Lei Marcial na Polônia e fechou o sindicato Solidariedade, Franklin e sua turma nociva e nojenta de narcoguerrilheiro aplaudiram.
E é preciso pôr em perspectiva histórica a afirmação do ministro de que achava o “PT muito esquerdista”. Ele está falando do início da década de 80. O que isso queria dizer para o MR-8? A turma pró-URSS, caso de Franklin, achava que o petismo “dividia” as esquerdas; que era muito “voluntarista”; que o socialismo chegaria no Brasil de modo mais paulatino, numa associação, num primeiro momento, com políticos da própria "burguesia". O MR-8, por exemplo, tornou-se quercista: chamava Quércia de “Grande Timoneiro”. Isso é ou não é abominavel e esdrúxulo?
Quando Franklin diz que considerava o PT muito esquerdista, isso não quer dizer que ele tivesse algum viés democrático ou mais à direita. Não! Quer dizer apenas que ele e sua turma de terroristas larápios achavam que o excesso de “esquerdismo”, então juvenil, do PT criava dificuldades para implementar no Brasil um regime de modelo soviético. Meus amigos Isso é história, não é a minha opinião. O governo molusco é péssimo e ainda está sendo assessorado por pessoas de carater abominavel. É ou não é escárnio, sem precedente na história da república?
Ah, sim. O digamos "ministro" que não tinha limite no combate à ditadura aprendeu a ter limites na democracia. É inegável que o jornalismo para-estatal ficou mais assanhado, nocivo e super arrogante depois que ele chegou ao poder. Publicidade, falcatrua e terrorismo é o que não lhe falta. Por esses e outros motivos é que afirmo ser o PT a maior facção criminosa da terra. E o molusco a besta 666 do apocalipse de João.
E no meio de tantos terroristas e narcotraficantes estão nossas FFAA, cada dia mais definhadas e desmanteladas, militares nas mãos de psicopatas e energumenos caudilhos como: FHC e Batráqüio molusco carraspanado.
E as autoridades leniêntes com toda essa "esculhambação" que aí está.
Presidentes dos clubes militares "meio que" na inércia. Deputados que não estão preocupados com a real situação na caserna. E muitos oficiais generais preocupados apenas com os cargos que irão ocupar no governo por ocasião da inatividade. Isso tudo é lamentável, certo meus amigos?
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