terça-feira, 6 de janeiro de 2009

O ESCÁRNIO DA "OLPT"!

[ 14.000 Visualizações PORTAL MILITAR E BLOGSPOT | Status: Aberto ]
Blog inserido em 06 de Jan. de 2009.

Amigos a mega facção criminosa dos petralhas, oh que surpresa!!!, divulgou uma nota de repúdio a Israel. Por que não? O texto, bem que poderia ser enquadrado no crime de terrorismo, é bem verdade, mas contra a língua portuguesa.

A mega super facção criminosa petista condena ataques criminosos.
Os ataques do exército de Israel contra o território palestino, que já causaram milhares de vítimas e centenas de mortes, além de danos materiais, só podem ser caracterizados como terrorismo de Estado.
Não aceitamos a "justificativa" apresentada pelo governo israelense, de que estaria agindo em defesa própria e reagindo a ataques.
Atentados não podem ser respondidos através de ações contra civis. A retaliação contra civis é uma prática típica do exército nazista: Lídice e Guernica são dois exemplos disso.

Amigos, viram só? Lembram-se, venho dizendo que a facção criminosa petista é uma coisa abominável. Vejam eis ali a associação entre a ação israelense e os nazistas. O que foi mesmo que dei ênfase nos últimos blogs? Exatamente . Os petralhas sempre fazem isso:
a) maximiza-se a tragédia presente dos palestinos;
b) minimiza-se a tragédia passada dos judeus:
c) apaga-se da história o fato de que o Hamas é a força agressora, e Israel, o país agredido;
d) equiparam-se os judeus aos nazistas que tentaram exterminá-los, o que, por razões que dispensam a exposição, diminui a culpa dos algozes;
e) cria-se uma equivalência que aponta para uma indagação monstruosa: não seria o povo vítima do Holocausto um tanto merecedor daquele destino já que incapaz de aprender com a história?
f) Somente "asnos" abominaveis lulistas podem cometer tantos erros tão grosseiros.

Pois o governo de Israel ocupa territórios palestinos, ao arrepio de seguidas resoluções da ONU. Até agora, conta com apoio do governo dos Estados Unidos, que se realmente quiser tem os meios para deter os ataques.
AQUI ESTÁ UMA DAS FORMIDÁVEIS MENTIRAS DA NOTA. Não, os EUA não dispõem dos meios para impedir os ataques. Não há ou haverá governo americano — de Bush, de Obama ou de qualquer outro — capaz de impedir Israel de se defender. E não só em relação ao Hamas. Se a Europa e os EUA permitirem, por exemplo, que o Irã faça a sua bomba, Israel irá à luta. Nem que seja sozinho.

Feitos sob pretexto de "combater o terrorismo", os ataques de Israel terão como resultado alimentar o ódio popular e as fileiras de todas as organizações que lutam contra os EUA e seus aliados no Oriente Médio, aumentando a tensão mundial.
Duas canalhices petralhas imorais em tão poucas linhas! Certo?
1 - O texto ignora os ataques feitos pelo Hamas — considerados apenas “pretextos”.
2 – A nota da facção dos PETRALHAS, pretende ser uma peça de fina teoria política. Observem que tem a ousadia de dar aula de realismo aos EUA e a Israel, como a dizer: “Se vocês não quiserem que o ódio contra vocês aumente, então os ataques têm de parar agora”. Vale dizer: “A melhor maneira que você têm de combater o inimigo é ceder às suas pressões e chantagens”. Ah, claro: até parece que o PT está realmente preocupado com a reputação dos EUA e de Israel...A verdadeira preocupação do PT é roubar mais....mais....e cada vez mais...........

A facção criminosa com o nome de Partido dos Trabalhadores, soma sua voz à condenação dos ataques que estão sendo perpetrados pelas forças armadas de Israel contra o território palestino e convoca seus militantes a engrossarem as manifestações contra a guerra e pela paz que estão sendo organizadas em todo o Brasil e no mundo.

De fato, os petistas conseguem “engrossar” qualquer coisa... Ah, sim: “manifestação pela paz” é sinônimo de condenação a Israel e, pois, da continuidade do ataques do Hamas. Na prática, o que se pede é que o terroristas continuem a lançar “em paz” os seus foguetes.

Com isso a mega e super facção criminosa dos montros do PT reafirma, finalmente, seu integral apoio à causa palestina. E ainda, apóia os foguetes do Hamas.

Ricardo Berzoini um abominavel petista ladrão e sem carater é o presidente nacional da facção criminosa PT.
Valter Pomar outro petista imundo....sem escrúpulo, corrupto e nocivo
Secretário de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores
Berzoini é o camarada que, apropriadamente, costumo chamar de Berzoniev. Pomar? Ah, é o atual chefão do FORO DE SÃO PAULO, aquela entidade que congrega as esquerdas latino-americanas, inclusive o Partido Comunista Cubano, que responde por quase 100 mil mortos no seu esforço para construir o “novo homem”. Mortes justas, como sabemos, que honram o pacifismo, o humanismo e o lulismo mais primitivo e selvagem .

E, como é sabido, a posição do PT é também a do governo brasileiro: sempre muito simpático a todas às ditaduras, hostil, sempre que possível, às democracias. No começo dos anos 1980, quando praticamente todas as facções criminosas e terroristas da palestinas estavam abrigadas na então OLP (Organização para a Libertação da Palestina). Logo o PT pode ser chamado de “OLPT”. É muito Justo e premonitório. Não é mesmo senhores militares e senhores deputados?

Parece que esses malfasejos, bandidos e traficantes petralhas, não se cansam nunca, quando não estão fazendo o mal, ou alguma corrupção estão falando "abobrinha". Coisa bem própria do 666. Não é mesmo senhores?

E no meio de tanto escárnio e corrupção dos monstros do PT estão nossas frágeis FFAA, totalmente definhadas, desmanteladas e com seus parcos recursos, militares na miséria por causa de dois dos maiores caudilhos da história da humanidade, FHC e o BATRÁQUIO MOLUSCO CARRASPANADO DA SILVA. Senhores oficiais generais e comandantes dos clubes militares esse ano vai ser o ano "D". Vamos ter muita atenção ao momento certo.

sábado, 3 de janeiro de 2009

A MINHA MELHOR REFLEXÃO DO ANO DE 2008!

Meus nobres e queridos amigos, uma boa parte das nações e dos homens celebrou, nesta semana á passagem do ano de 2008, e uma vez mais nos perguntamos, e o faremos pela eternidade afora: Qual é o lugar de Deus, num mundo de iniquidades? Até quando há de permitir tamanha luta entre o Bem e o Mal? O certo e o errado? Até Deus, fechou os olhos diante de nós militares, que fomos as maiores das vítimas do LULISMO no Brasil, do nazismo em Auschwitz, dos soviéticos que pereceram no Gulag, da fome dizimando milhões depois da revolução chinesa? E hoje, "Senhor Deus dos Desgraçados" (como O chamou o poeta Castro Alves)? Darfur, a África Subsaariana, o Oriente Médio... Então não vê o triunfo do horror, da morte e da fúria? Por que um Deus inerme, diante das "espectrais procissões de braços estendidos", como escreveu Carlos Drummond de Andrade? Por que o Deus do, olímpico é também dos indivíduos malígnos e "molusquianos"? Olhemos a tristeza dos becos escuros, grotões imundos e sujos do mundo de horror, onde um homem acaba de fechar os olhos pela última vez, levando estampada na retina a imagem dos seus sonhos – pequeninos e ainda na sua pequenês humana, mesmo assim, frustrado... Por que governantes malfazejos como: O bebado Molusco e o monstro FHC cometeram tantas atrocidades com o povo brasileiro, principalmente com as FFAA e com nós militares?

Deus, até quando haveremos de honrá-Lo com nossa dor, com nossas chagas, com nosso sofrimento? Até quando pessoas miseráveis, anônimas, rejeitadas até pela morte, murcharão aos poucos na sua mísera humana e insignificância, fazendo o inventário de suas grandes solidões, colecionando todas as chagas e tudo o que não têm – e o que é pior: nem se revoltam? Se Ele realmente nos criou, por que nos fez essa coisa tão lastimável e abominável como espécie e como espécimes? Se ao menos tirasse de nosso coração os anseios, os desejos, para que aprendêssemos a ser pedra, a ser árvore, a ser bicho entre bichos... Mas nem isso. Somos uns primatas pelados, plenos de fúrias e delicadezas (e estas nos doem mais do que aquelas), a vagar com a cruz nos ombros e a memória em carne viva. Se a nossa alma é imortal, por que lamentamos tanto a morte? Como observou o latino Lucrécio (séc. I a.C.)? Se há um Deus, por que Ele não nos dá tudo aquilo que um mundo sem Deus nos sonega? Indubitávelmente são indagações como essas que tiram nossa fé e nos remete ao primitivismo mais abominável e selvagem.

Meus amigos, o mistério da fé, poderia, sim, responder a algumas perplexidades da materia. O que quero expressar neste texto é a mensagem do Cristo como uma ética entre pessoas, povos e até religiões. Não quero, com isso, solapar a dimensão mística do Salvador, mas dar relevo a sua dimensão com o espiritos e as criaturas humana.

O Cristianismo é o inequívoco fundador do humanismo moderno porque é o criador do homem universal, de quem nada se exigia de prévio para reivindicar a condição de filho de Deus e irmão dos demais homens. É o fundamento religioso do que, no mundo laico, é o princípio da democracia contemporânea. Não por acaso, a chamada "civilização ocidental" é entendida, nos seus valores essenciais, como "democrática" e "cristã". Isso tudo é história e não crença religiosa ou qualquer outra seita.

Falo aqui das iniquidades porque é com elas que se costuma contrastar a eventual existência de uma ordem divina. O ser supremo que, segundo essa perspectiva, se o Mal subsiste, então não pode haver um Deus vingativo e carrasco, como no velho testamento, que só seria compatível com o Bem perpétuo. Ocorre que isso tiraria dos nossos ombros o peso das escolhas, das responsabilidades e do discernimento, há no entanto a necessidade de uma ética moral. E nesse caso, o homem só seria viável se isolado no Paraíso, imerso numa natureza pura e necessariamente benfazeja e generosa.

O Cristianismo assim bem como as demais religiões (e também a ciência) – existe é no mundo das imperfeições humanas e das materializações, neste planeta de expiação o mundo dos homens pós- queda. Contestar a existência do supremo criador, Deus segundo esses termos corresponde a acenar para uma felicidade perpétua somente possível num tempo místico ou próximo da luz divina.

E as religiões são histórias encarnadas nas fragilidades das equivocadas almas, humanas. Sócrates já dizia que, "na iminência em que me vejo para provar a existência de Deus, revela-me a sua existência".

Em Auschwitz, no Gulag ou em Darfur, vê-se, sem dúvida, a dimensão trágica da liberdade: a escolha do Mal. E isso quer dizer, sim, a renúncia a Deus. Mas também se assiste à dramática renúncia ao homem. Esperavam talvez que se dissesse aqui que o Mal Absoluto decorre da deposição da Cruz em favor de alguma outra crença ou convicção.
A piedade cristã certamente se ausentou de todos esses palcos da barbárie cometida por tiranos. Mas, com ela, entrou em falência a Razão, salvadora e redentora da humanidade. Todavia a misericordia de Deus um dia vai nos tirar da roda das reencarnações, passaremos para à luz e todo sofrimento será extinto e a tão sonhada felicidade nos acompanhará pela eternidade afora.

Pois fé e Razão são categorias totalmente opostas, mas nasceram ao mesmo tempo e de um mesmo esforço: entender o mundo e os mistérios de Deus, que não são explicados nem pelas escolas de mistérios, que surgem a cada 700 anos com um "Hierofante" e assim estabelecendo uma hierarquia de valores que possa ser por todos interiorizada.

As cenas bárbaras das mulheres de Darfur fugindo com suas crianças, empurradas pela barbárie, remetem, é inevitável, à fuga de Maria e do Menino Jesus para o Egito, retratada por Caravaggio (1571-1610) o carpinteiro José segura a partitura para o anjo. As representações dessa passagem, pouco importam o pintor ou a escola, nunca são tristes (estas vem até com músicas), ainda que se conheça o desfecho da história. É o cuidado materno, símbolo praticamente universal do amor de salvação, sobrepondo-se à violência irracional dos homens maus que o persegue, tornando-se assim seres selvagens, monstruosos e primitivos.

LULISMO, NAZISMO, COMUNISMO SÃO: Tribalismos aborigenes e ao mesmo tempo contemporâneos tornados ideologias...idiotas e babácas.... São movimentos ridículos e abomináveis, cada um praticando o horror a seu próprio modo, que destruíram e que destroem, sem dúvida, a autoridade divina e penaliza á criatura humana.

Tanto a monstruosa DELINQUÊNCIA LULISTA, como os outros, nenhum deles triunfou sem a destruição, também, da autoridade humana, subvertendo os valores da Razão (afinal, acreditamos que ela busca o Bem, mesmo só fazendo o mal), para os cristãos, a santidade da vida. Todas as errupções revolucionárias destruíram os valores que as animaram, como Saturno engolindo os próprios filhos. O progresso está com os que conservam o mundo, reformando-o a seu modo e ao seu bel prazer, como os MALFASEJOS E MONSTROS SOCIOPATAS PETRALHAS.

DITADORES MALIGNOS E SANGUINÁRIOS COMO: LULA E FHC SÃO:
Mentes nocivas, doentias, conflitivas e desonestas, "HIEROFANTES DO MAL" são almas totalmente equivocadas, O LULISMO é ainda pior do que o NAZISMO, no seu patamar mais abominável, selvagem e destruidor.
Seu idealizador um terrível molusco um babalorixá monstro de barbas com nove tentáculos, é sim a besta do apocalipse de João, não é uma criatura humana. É o próprio LÚCIFER encarnadado, que veio a terra para MATAR, ROUBAR E DESTRUIR TUDO E TODOS E ACABAR COM A HUMANIDADE. MEUS AMIGOS PODEM ACREDITAR NISSO, NÃO É PREVISÃO CATASTRÓFICA É A REALIDADE QUE EM BREVE TODOS IRÃO SABER.

Senhores, um mundo com Deus é melhor do que um mundo sem Deus! Observou Chesterton (1874-1936), pensador católico inglês, para provar que a civilização é melhor do que a selvageria, olharíamos ao redor um tanto desesperados e conseguiríamos, no máximo, ser estupidamente parciais e reducionistas: "Ah, na civilização, há livros, estantes, computador..." Querem ver? "Prove, articulista, que o estado de direito, que segue os ritos processuais, é mais justo do que os tribunais corruptos MOLUSQUIANOS." E haveria uma grande chance de a civilização do estado de direito parecer mais ineficiente, mais fraca, do que a barbárie do "JUDICIARIO LULISTA MOLUSQUIANO UM GRANDE RECEBEDOR DE PROPINA". Até de Dantas. Pois há casos em que é mais fácil exibir cabeças do que provas. A convicção plena, às vezes, é um tanto desamparada. Pois o petismo mais selvagem consegue entre muitas coisas ruins, até CEGAR uma boa parte dos brasileiros, pessoas de bem principalmente aqueles com pouca cultura e menos oportunidades. ( OS MAIS POBRES).

Meus amigos, não trato aqui do mistério da fé, mas da força e da esperança, que é o cerne da mensagem cristã, como queria o apóstolo Paulo: "É na esperança que somos salvos". O que ganha quem se esforça para roubá-la do homem, fale em nome da Razão, da Natureza ou de algum outro Ente maiúsculo qualquer? E trato da esperança nos dois sentidos possíveis da palavra: o que tenta despertar os homens para a fraternidade universal, com todas as suas implicações morais, e o que acena para a vida eterna. O ladrão de esperanças não leva nada que lhe seja útil e ainda nos torna mais pobres de anseios e de esperanças no cristianismo menos ortodóxo, paradoxal e conflitivo.

O Cristianismo primitivo, já foi acusado até de morbidamente triste, avesso à felicidade e ao prazer de viver, e também de ópio das massas, cobrindo a realidade com o véu de uma fantasia conformista, que as impedia de ver a verdade. Ao pregar o perdão, dizem, é filosofia da tibieza; ao reafirmar a autoridade divina, acusam, é autoritário. Pouco afeito à subversão da autoridade humana, apontam seu servilismo; ao acenar com o reino de Deus, sua ambição desmedida. Em meio a tantos paradoxo, subsiste como uma promessa, mas também como disciplina vivida, pelos mais iluminados, que não foge à verdadeira luta nunca.

Precisamos muito do Cristo não porque os homens se esqueceram de ter fé, mas porque, com freqüência, eles abandonam a Razão e cedem ao horror. Sem essa certeza, Darfur – a guerra do forte contra o indefeso, da criança contra o fuzil, do bruto contra a mulher –, do MOLUSCO contra à nação brasileira são tragédias, são escárnios abomináveis que o mundo simplesmente ignora.

Covoco todos os brasileiros de bem do nosso país para salvar nossa nação com à ajuda de Deus, vamos acabar com 666. (O BABALORIXÁ TERRIVEL BATRÁQÜIO MOLUSCO SANGUINÁRIO). O 666 A BESTA DO APOCALIPSE DE JOÃO.

Em 2009 com ajuda do senhor Deus quero ver o fim do LULISMO no nosso país e que todos os malfasejos petralhas e tucanos voltem para o lugar de onde eles nunca deveriam terem saído do "inferno".

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

"O ANO DAS PARÁBOLAS"!

[ 13.000 Visualizações | Status: Aberto ]
Blog inserido em 02 de Jan. de 2009.
Diogo Mainardi:
Qual é o peso do molusco? É para realizar um teste. O mesmo teste que Galileu realizou com uma bola de bronze do tamanho de uma castanha. O teste de Galileu é de 1608. Quatrocentos anos depois, nos últimos momentos de 2008, sugiro reproduzi-lo em sua homenagem. Com Lula no lugar da bola de bronze.

O teste de Galileu permitiu-lhe estudar a trajetória dos projéteis. Uma bola de bronze corria por uma prancha inclinada, dotada de uma canaleta, posicionada na borda de uma mesa. Dependendo do ângulo de inclinação da prancha, a bola de bronze atingia uma determinada velocidade e era projetada mais perto ou mais longe, até se chocar contra o solo. Dessa maneira, Galileu demonstrou que a trajetória dos projéteis, ao contrário do que se dizia desde os tempos de Aristóteles, fazia uma parábola no ar, como ele ilustrou no seguinte desenho:

É assim que eu resumiria 2008: o ano parabólico. Ou mais simplesmente: o ano de Galileu. Na primeira metade, a gente subiu, subiu, subiu. Na segunda metade, desceu, desceu, desceu. Há 400 anos, no laboratório de Pádua, Galileu analisou o arco percorrido pela bola de bronze, que ascendia até tocar seu vértice e, a partir daí, empreendia uma trajetória descendente, estatelando-se no solo. Foi o que aconteceu em 2008, no Brasil e lá fora.

COMENTO COM ESSA POSTAGEM BELÍSSIMA. "ESQUIMÓS E LARÁPIOS"!UMA DAS MELHORES DE 2008.
Amigos, dizem que os esquimós têm 32 diferentes palavras para descrever a neve, elemento onipresente em suas vidas. Não sei quantas temos, no Brasil, para falar de desonestidade, mas – para início de conversa – além de ladrão e corrupto, me ocorrem meliante, gandaia, bandalheira, larápio, picareta, usurpador, maracutaia, batedor de carteira, gatuno, trambicagem, safadeza, bandido, malandro, canalha e petralha.

Curiosidades etimológicas à parte, isso certamente confirma que a questão vem de longe, e que não por acaso permeia a vida e a língua que hoje une mais de 180 milhões de brasileiros.

É evidente que a desonestidade não é um fenômeno nativo nem recente. Existe desde que os homens desenvolveram o conceito da honestidade e seu oposto e se encontra em todas as culturas e línguas desde o início da civilização – inclusive nas leis e religiões que há tantos milênios visam a reprimi-la e puni-la.

É aí que fico fascinado com o que me parece ser uma das principais e mais urgentes questões da nossa vida pública: a impunidade. Pois, se é verdade que na vida real somos todos permanentemente tentados a cometer uma ou outra desonestidade, é também verdade que a grande maioria consegue resistir às tentações correspondentes por uma mistura de ensinamentos, princípios éticos ou religiosos e – certamente – receio de alguma punição.

Como múltiplas reportagens de VEJA e tantos outros veículos vêm mostrando ao longo do tempo, o que diferencia o Brasil dos países mais avançados e desenvolvidos do planeta não é o número de casos em que nossos governantes desviam recursos públicos ou se aproveitam de seu cargo para usurpar e obter vantagens ilícitas. Isso, infelizmente, parece ser uma constante planetária. O que varia muito de um país para outro é o que acontece aos transgressores quando descobertos. É o que lhes acontece em seguida. Com os abomináveis, corruptos e nocivos petralhas acho que eles não vão ficar impunes por muito tempo. Acho que, com o inicio da era de aquários isso terá um fim e os monstros petralhas deverão voltar para seus habitat natural o INFERNO. Lugar de onde eles nunca deveriam ter saído. Principalmente o monstro batráqüio molusco, que atualmente é pior encarnado na face da terra.

A progressiva – e muito bem-vinda – institucionalização do país vem resultando em crescente número de investigações e denúncias nessa frente por parte da Polícia Federal molusquiana, do Ministério Público e da grande imprensa. Mas o que vem acontecendo em seguida? As ações entre amigos no âmbito legislativo, o corporativismo, o nosso tortuoso e desmantelado sistema jurídico e os intermináveis recursos de muitos competentes e bem remunerados advogados pilantras que vêm se juntando para frustrar praticamente todas as tentativas de punir os governantes ladrões e mal carateres que – em todos os níveis da vida pública nacional – abusam da sua autoridade, traindo a confiança dos seus eleitores, desviando recursos públicos e se locupletando impunemente. (OS PETRALHAS SÃO MESTRES NESSA ARTE).

Sei que é virtualmente impossível esperar que todos os nossos prefeitos, vereadores, deputados, senadores, governadores e outros dirigentes políticos sejam íntegros e dedicados apenas à boa gestão da coisa pública e ao bem comum. E é exatamente por isso que urge acelerar as mudanças indispensáveis para garantir que todos os que violarem a lei sejam não apenas julgados e condenados, mas – quando assim for determinado – que também passem a cumprir sua pena na prisão. Pois um bom sinônimo de desonesto é indigno. E servidor do povo indigno não pode e não deve escapar incólume. Meu sonho é ver todos esses monstros petralhas atrás das grades.

Somente quando virmos cada vez mais esses monstros corruptos atrás das grades é que poderemos finalmente festejar o fim da impunidade que tantos males tem trazido ao nosso país, ao povo brasileiro e principalmente os militares.

Monstros sociopatas como Lula e sua corja de ladrões sem escrúpulos vão pagar muito caro pelo que estão fazendo com o Brasil, com os militares e com as FFAA. Certo?

Nosso povo está começando a tirar essa venda terrível dos olhos e percebendo o tamanho da ganância dos larápios petralhas, seres e monstros abomináveis e decaídos do inferno, elementos do mal, que só pensam em corrupções, maracutaias, safadezas e enrriquecimento ilícito.

Se não houver jutiça dos homens haverá justiça de Deus, para fazer esses malignos e malfasejos petralhas pagarem por todas as atrocidades cometidas, durante toda à eternidade e a misericordia de Deus fazer-se-á, sentir-se em ordem crecente, no coração daqueles que foram prejudicados por essa monstruosa facção criminosa, abominável e nociva. A maior do mundo.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

REFLEXÃO II

Meus nobres e queridos amigos, uma boa parte das nações e dos homens celebrou, semana passada o nascimento do cristo e nesta semana celebrará á passagem do ano, e uma vez mais nos perguntamos, e o faremos pela eternidade afora: Qual é o lugar de Deus, num mundo de iniqüidades? Até quando há de permitir tamanha luta entre o Bem e o Mal? O certo e o errado? Até Deus, fechou os olhos diante das vítimas do lulismo no Brasil, do nazismo em Auschwitz, dos soviéticos que pereceram no Gulag, da fome dizimando milhões depois da revolução chinesa? E hoje, "Senhor Deus dos Desgraçados" (como O chamou o poeta Castro Alves)? Darfur, a África Subsaariana, o Oriente Médio... Então não vê o triunfo do horror, da morte e da fúria? Por que um Deus inerme, diante das "espectrais procissões de braços estendidos", como escreveu Carlos Drummond de Andrade? Por que o Deus do, olímpico é também dos indivíduos malígnos e "molusquianos"? Olhemos a tristeza dos becos escuros, imundos e sujos do mundo de horror, onde um homem acaba de fechar os olhos pela última vez, levando estampada na retina a imagem dos seus sonhos – pequeninos e ainda na sua pequenês humana, mesmo assim, frustrado...Por que governos como: Molusco e FHC que cometem tantas atrocidades com o povo brasileiro e principalmente com as FFAA e com os militares?

Deus, até quando haveremos de honrá-Lo com nossa dor, com nossas chagas, com nosso sofrimento? Até quando pessoas miseráveis, anônimas, rejeitadas até pela morte, murcharão aos poucos na sua mísera humana e insignificância, fazendo o inventário de suas grandes solidões, colecionando todas as chagas e tudo o que não têm – e o que é pior: nem se revoltam? Se Ele realmente nos criou, por que nos fez essa coisa tão lastimável e abominável como espécie e como espécimes? Se ao menos tirasse de nosso coração os anseios, os desejos, para que aprendêssemos a ser pedra, a ser árvore, a ser bicho entre bichos... Mas nem isso. Somos uns primatas pelados, plenos de fúrias e delicadezas (e estas nos doem mais do que aquelas), a vagar com a cruz nos ombros e a memória em carne viva. Se a nossa alma é imortal, por que lamentamos tanto a morte? Como observou o latino Lucrécio (séc. I a.C.)? Se há um Deus, por que Ele não nos dá tudo aquilo que um mundo sem Deus nos sonega? Indubitávelmente são indagações como essas que tiram nossa fé e nos remete ao primitivismo mais abominável e selvagem.

Meus amigos, não vou tratar aqui do mistério da fé, que poderia, sim, responder a algumas perplexidades da materia. O que quero expressar neste texto é a mensagem do Cristo como uma ética entre pessoas, povos e até religiões. Não quero, com isso, solapar a dimensão mística do Salvador, mas dar relevo a sua dimensão com a criatura humana.

O Cristianismo é o inequívoco fundador do humanismo moderno porque é o criador do homem universal, de quem nada se exigia de prévio para reivindicar a condição de filho de Deus e irmão dos demais homens. É o fundamento religioso do que, no mundo laico, é o princípio da democracia contemporânea. Não por acaso, a chamada "civilização ocidental" é entendida, nos seus valores essenciais, como "democrática" e "cristã". Isso tudo é história e não crença religiosa ou qualquer outra seita.

Falo aqui das iniqüidades porque é com elas que se costuma contrastar a eventual existência de uma ordem divina. O ser supremo que, segundo essa perspectiva, se o Mal subsiste, então não pode haver um Deus vingativo e carrasco, como no velho testamento, que só seria compatível com o Bem perpétuo. Ocorre que isso tiraria dos nossos ombros o peso das escolhas, das responsabilidades e do discernimento, há no entanto a necessidade de uma ética moral. E nesse caso, o homem só seria viável se isolado no Paraíso, imerso numa natureza pura e necessariamente benfazeja e generosa.

O Cristianismo assim bem como as demais religiões (e também a ciência) – existe é no mundo das imperfeições humanas e das materializações, neste planeta de expiação o mundo dos homens pós- queda. Contestar a existência do supremo criador, Deus segundo esses termos corresponde a acenar para uma felicidade perpétua somente possível num tempo místico ou próximo da luz divina.

E as religiões são histórias encarnadas nas fragilidades das equivocadas almas, humanas. Sócrates já dizia que, "na iminência em que me vejo para provar a existência de Deus, revela-me a sua existência".

Em Auschwitz, no Gulag ou em Darfur, vê-se, sem dúvida, a dimensão trágica da liberdade: a escolha do Mal. E isso quer dizer, sim, a renúncia a Deus. Mas também se assiste à dramática renúncia ao homem. Esperavam talvez que se dissesse aqui que o Mal Absoluto decorre da deposição da Cruz em favor de alguma outra crença ou convicção.
A piedade cristã certamente se ausentou de todos esses palcos da barbárie cometida por tiranos. Mas, com ela, entrou em falência a Razão, salvadora e redentora da humanidade. Todavia a misericordia de Deus um dia vai nos tirar da roda das reencarnações, passaremos para à luz e todo sofrimento será extinto e a tão sonhada felicidade nos acompanhará pela eternidade afora.

Pois fé e Razão são categorias totalmente opostas, mas nasceram ao mesmo tempo e de um mesmo esforço: entender o mundo e os mistérios de Deus, que não são explicados nem pelas escolas de mistérios, que surgem a cada 700 anos com um "Hierofante" e assim estabelecendo uma hierarquia de valores que possa ser por todos interiorizada.

As cenas bárbaras das mulheres de Darfur fugindo com suas crianças, empurradas pela barbárie, remetem, é inevitável, à fuga de Maria e do Menino Jesus para o Egito, retratada por Caravaggio (1571-1610) o carpinteiro José segura a partitura para o anjo. As representações dessa passagem, pouco importam o pintor ou a escola, nunca são tristes (estas vem até com músicas), ainda que se conheça o desfecho da história. É o cuidado materno, símbolo praticamente universal do amor de salvação, sobrepondo-se à violência irracional dos homens maus que o persegue, tornando-se assim seres selvagens, monstruosos e primitivos.

LULISMO, NAZISMO, COMUNISMO SÃO: Tribalismos aborigenes e ao mesmo tempo contemporâneos tornados ideologias...idiotas.... São movimentos abomináveis, cada um praticando o horror a seu próprio modo, que destruíram e que destroem, sem dúvida, a autoridade divina. Mas nenhum deles triunfou sem a destruição, também, da autoridade humana, subvertendo os valores da Razão (afinal, acreditamos que ela busca o Bem) e, para os cristãos, a santidade da vida. Todas as errupções revolucionárias destruíram os valores que as animaram, como Saturno engolindo os próprios filhos. O progresso está com os que conservam o mundo, reformando-o a seu modo e ao seu bel prazer, como os petralhas.
DITADORES SANGUINÁRIOS SÃO: Mentes doentias, conflitivas é almas totalmente equivocadas, O LULISMO é ainda pior do que o NAZISMO, no seu patamar mais abominável, selvagem e destruidor.
Seu idealizador o molusco um monstro de barbas com nove tentáculos, é sim a besta do apocalipse de João, não é uma criatura humana. É o Lúcifer encarnadado, que veio a terra para MATAR, ROUBAR E DESTRUIR TUDO E TODOS.

Pedem-me que prove que um mundo com Deus é melhor do que um mundo sem Deus? Se nos pedissem, observou Chesterton (1874-1936), pensador católico inglês, para provar que a civilização é melhor do que a selvageria, olharíamos ao redor um tanto desesperados e conseguiríamos, no máximo, ser estupidamente parciais e reducionistas: "Ah, na civilização, há livros, estantes, computador..." Querem ver? "Prove, articulista, que o estado de direito, que segue os ritos processuais, é mais justo do que os tribunais MOLUSQUIANOS." E haveria uma grande chance de a civilização do estado de direito parecer mais ineficiente, mais fraca, do que a barbárie do tribunal "LULISTA MOLUSQUIANO". Há casos em que é mais fácil exibir cabeças do que provas. A convicção plena, às vezes, é um tanto desamparada. Pois o petismo mais selvagem consegue entre muitas coisas ruins, até cegar uma boa parte dos brasileiros, pessoas de bem principalmente aqueles com pouca cultura e menos oportunidades.

Amigos, este artigo não trata do mistério da fé, mas da força da esperança, que é o cerne da mensagem cristã, como queria o apóstolo Paulo: "É na esperança que somos salvos". O que ganha quem se esforça para roubá-la do homem, fale em nome da Razão, da Natureza ou de algum outro Ente maiúsculo qualquer? E trato da esperança nos dois sentidos possíveis da palavra: o que tenta despertar os homens para a fraternidade universal, com todas as suas implicações morais, e o que acena para a vida eterna. O ladrão de esperanças não leva nada que lhe seja útil e ainda nos torna mais pobres de anseios e de esperanças no cristianismo menos ortodóxo e paradoxal.

O cristianismo primitivo, já foi acusado de morbidamente triste, avesso à felicidade e ao prazer de viver, e também de ópio das massas, cobrindo a realidade com o véu de uma fantasia conformista, que as impedia de ver a verdade. Ao pregar o perdão, dizem, é filosofia da tibieza; ao reafirmar a autoridade divina, acusam, é autoritário. Pouco afeito à subversão da autoridade humana, apontam seu servilismo; ao acenar com o reino de Deus, sua ambição desmedida. Em meio a tantos paradoxo, subsiste como uma promessa, mas também como disciplina vivida, que não foge à verdadeira luta nunca.

Precisamos do Cristo não porque os homens se esqueceram de ter fé, mas porque, com freqüência, eles abandonam a Razão e cedem ao horror. Sem essa certeza, Darfur – a guerra do forte contra o indefeso, da criança contra o fuzil, do bruto contra a mulher –, do MOLUSCO contra à nação brasileira são tragédias, são escárnios abomináveis que o mundo simplesmente ignora.
Covoco todos os brasileiros de bem do nosso país para salvar nossa nação com à ajuda de Deus, vamos acabar com 666. (O TERRIVEL BATRÁQÜIO MOLUSCO SANGUINÁRIO). O 666 A BESTA DO APOCALIPSE.

Meus irmãos de farda, no meio dessa bela, profunda e forte reflexão, desejo para todos os companheiros de luta, que me deram a honra de prestigiar meus textos neste ano 2008, um ano novo repleto de realizações pessoais. E uma certeza de que em 2009 a luta será muito maior. Pois já subimos um degrau e o nosso objetivo é acabar com Lulismo selvagem e recuperarmos nossas FFAA e a auto estima dos militares, custe o que custar, nem que para isso tenhamos que usar métodos digamos mais ortodóxos e muito mais radicais, visto que só seremos uma nação respeitada e decente quando conseguirmos acabar com as quadrilhas de ladrões comandadas pelos monstros Lula e FHC.

domingo, 28 de dezembro de 2008

ESQUIMÓS E LARÁPIOS!

Amigos, dizem que os esquimós têm 32 diferentes palavras para descrever a neve, elemento onipresente em suas vidas. Não sei quantas temos, no Brasil, para falar de desonestidade, mas – para início de conversa – além de ladrão e corrupto, me ocorrem meliante, gandaia, bandalheira, larápio, picareta, usurpador, maracutaia, batedor de carteira, gatuno, trambicagem, safadeza, bandido, malandro, canalha e petralha.

Curiosidades etimológicas à parte, isso certamente confirma que a questão vem de longe, e que não por acaso permeia a vida e a língua que hoje une mais de 180 milhões de brasileiros.

É evidente que a desonestidade não é um fenômeno nativo nem recente. Existe desde que os homens desenvolveram o conceito da honestidade e seu oposto e se encontra em todas as culturas e línguas desde o início da civilização – inclusive nas leis e religiões que há tantos milênios visam a reprimi-la e puni-la.

É aí que fico fascinado com o que me parece ser uma das principais e mais urgentes questões da nossa vida pública: a impunidade. Pois, se é verdade que na vida real somos todos permanentemente tentados a cometer uma ou outra desonestidade, é também verdade que a grande maioria consegue resistir às tentações correspondentes por uma mistura de ensinamentos, princípios éticos ou religiosos e – certamente – receio de alguma punição.

Como múltiplas reportagens de VEJA e tantos outros veículos vêm mostrando ao longo do tempo, o que diferencia o Brasil dos países mais avançados e desenvolvidos do planeta não é o número de casos em que nossos governantes desviam recursos públicos ou se aproveitam de seu cargo para usurpar e obter vantagens ilícitas. Isso, infelizmente, parece ser uma constante planetária. O que varia muito de um país para outro é o que acontece aos transgressores quando descobertos. É o que lhes acontece em seguida. Com os abomináveis, corruptos e nocivos petralhas acho que eles não vão ficar impunes por muito tempo. Acho que, com o inicio da era de aquários isso terá um fim e os monstros petralhas deverão voltar para seus habitat natural o INFERNO. Lugar de onde eles nunca deveriam ter saído. Principalmente o monstro batráqüio molusco, que atualmente é pior encarnado na face da terra.

A progressiva – e muito bem-vinda – institucionalização do país vem resultando em crescente número de investigações e denúncias nessa frente por parte da Polícia Federal molusquiana, do Ministério Público e da grande imprensa. Mas o que vem acontecendo em seguida? As ações entre amigos no âmbito legislativo, o corporativismo, o nosso tortuoso e desmantelado sistema jurídico e os intermináveis recursos de muitos competentes e bem remunerados advogados pilantras que vêm se juntando para frustrar praticamente todas as tentativas de punir os governantes ladrões e mal carateres que – em todos os níveis da vida pública nacional – abusam da sua autoridade, traindo a confiança dos seus eleitores, desviando recursos públicos e se locupletando impunemente. (OS PETRALHAS SÃO MESTRES NESSA ARTE).

Sei que é virtualmente impossível esperar que todos os nossos prefeitos, vereadores, deputados, senadores, governadores e outros dirigentes políticos sejam íntegros e dedicados apenas à boa gestão da coisa pública e ao bem comum. E é exatamente por isso que urge acelerar as mudanças indispensáveis para garantir que todos os que violarem a lei sejam não apenas julgados e condenados, mas – quando assim for determinado – que também passem a cumprir sua pena na prisão. Pois um bom sinônimo de desonesto é indigno. E servidor do povo indigno não pode e não deve escapar incólume. Meu sonho é ver todos esses monstros petralhas atrás das grades.

Somente quando virmos cada vez mais esses monstros corruptos atrás das grades é que poderemos finalmente festejar o fim da impunidade que tantos males tem trazido ao nosso país, ao povo brasileiro e principalmente os militares.

Monstros sociopatas como Lula e sua corja de ladrões sem escrúpulos vão pagar muito caro pelo que estão fazendo com o Brasil, com os militares e com as FFAA.
Nosso povo está começando a tirar essa venda terrível dos olhos e percebendo o tamanho da ganância dos larápios petralhas, seres abomináveis e decaídos, elementos do mal, que só pensam em corrupções, maracutaias e safadezas.
Se não houver jutiça dos homens haverá justiça de Deus, para fazer esses malignos e malfasejos petralhas pagarem por todas as atrocidades cometidas.

sábado, 27 de dezembro de 2008

RETROSPECTIVA E MISTÉRIO DA FÉ !!

Meus caros amigos, boa parte das nações e dos homens celebrou, nesta semana, o nascimento do Cristo, e uma vez mais nos perguntamos, e o faremos pela eternidade afora: qual é o lugar de Deus num mundo de iniqüidades? Até quando há de permitir tamanha luta entre o Bem e o Mal? O certo e o errado? Até Ele fechou os olhos diante das vítimas do lulismo no Brasil, do nazismo em Auschwitz, dos soviéticos que pereceram no Gulag, da fome dizimando milhões depois da revolução chinesa? E hoje, "Senhor Deus dos Desgraçados" (como O chamou o poeta Castro Alves)? Darfur, a África Subsaariana, o Oriente Médio... Então não vê o triunfo do horror, da morte e da fúria? Por que um Deus inerme, diante das "espectrais procissões de braços estendidos", como escreveu Carlos Drummond de Andrade? Por que o Deus do, olímpico é também dos indivíduos malígnos e "molusquianos"? Olhemos a tristeza dos becos escuros e sujos do mundo, onde um homem acaba de fechar os olhos pela última vez, levando estampada na retina a imagem de seu sonho – pequenino e, ainda assim, frustrado...Por que governos como: Molusco comete tantas atrocidades?

Deus, até quando haveremos de honrá-Lo com nossa dor, com nossas chagas, com nosso sofrimento? Até quando pessoas miseráveis, anônimas, rejeitadas até pela morte, murcharão aos poucos na sua mísera humana e insignificância, fazendo o inventário de suas grandes solidões, colecionando tudo o que não têm – e o que é pior: nem se revoltam? Se Ele realmente nos criou, por que nos fez essa coisa tão lastimável como espécie e como espécimes? Se ao menos tirasse de nosso coração os anseios, os desejos, para que aprendêssemos a ser pedra, a ser árvore, a ser bicho entre bichos... Mas nem isso. Somos uns macacos pelados, plenos de fúrias e delicadezas (e estas nos doem mais do que aquelas), a vagar com a cruz nos ombros e a memória em carne viva. Se a nossa alma é imortal, por que lamentamos tanto a morte? Como observou o latino Lucrécio (séc. I a.C.)? Se há um Deus, por que Ele não nos dá tudo aquilo que um mundo sem Deus nos sonega? Indubitávelmente são indagações como essas que tiram nossa fé e nos remete ao primitivismo mais abominável e selvagem.

Meus amigos, não vou tratar aqui do mistério da fé, que poderia, sim, responder a algumas perplexidades. O que quero expressar neste texto é a mensagem do Cristo como uma ética entre pessoas, povos e até religiões. Não quero, com isso, solapar a dimensão mística do Salvador, mas dar relevo a sua dimensão humana. O cristianismo é o inequívoco fundador do humanismo moderno porque é o criador do homem universal, de quem nada se exigia de prévio para reivindicar a condição de filho de Deus e irmão dos demais homens. É o fundamento religioso do que, no mundo laico, é o princípio da democracia contemporânea. Não por acaso, a chamada "civilização ocidental" é entendida, nos seus valores essenciais, como "democrática" e "cristã". Isso tudo é história e não crença religiosa.

Falo aqui das iniqüidades porque é com elas que se costuma contrastar a eventual existência de uma ordem divina. Segundo essa perspectiva, se o Mal subsiste, então não pode haver um Deus vingativo, que só seria compatível com o Bem perpétuo. Ocorre que isso tiraria dos nossos ombros o peso das escolhas, a responsabilidade do discernimento, a necessidade de uma ética moral. E nesse caso, o homem só seria viável se isolado no Paraíso, imerso numa natureza necessariamente benfazeja e generosa. O cristianismo – assim como as demais religiões (e também a ciência) – existe é no mundo das imperfeições e materializações, no mundo dos homens. Contestar a existência de Deus segundo esses termos corresponde a acenar para uma felicidade perpétua só possível num tempo místico. E as religiões são histórias encarnadas nas almas, humanas. Sócrates dizia que, "na iminência em que me vejo para provar a existência de Deus, revela-me a sua existência".

Em Auschwitz, no Gulag ou em Darfur, vê-se, sem dúvida, a dimensão trágica da liberdade: a escolha do Mal. E isso quer dizer, sim, a renúncia a Deus. Mas também se assiste à dramática renúncia ao homem. Esperavam talvez que se dissesse aqui que o Mal Absoluto decorre da deposição da Cruz em favor de alguma outra crença ou convicção. A piedade cristã certamente se ausentou de todos esses palcos da barbárie. Mas, com ela, entrou em falência a Razão, salvadora e redentora da humanidade.

Fé e Razão são categorias opostas, mas nasceram ao mesmo tempo e de um mesmo esforço: entender o mundo, estabelecendo uma hierarquia de valores que possa ser por todos interiorizada. As cenas das mulheres de Darfur fugindo com suas crianças, empurradas pela barbárie, remetem, é inevitável, à fuga de Maria e do Menino Jesus para o Egito, retratada por Caravaggio (1571-1610) o carpinteiro José segura a partitura para o anjo. As representações dessa passagem, pouco importam pintor ou escola, nunca são tristes (estas vem até com músicas), ainda que se conheça o desfecho da história. É o cuidado materno, símbolo praticamente universal do amor de salvação, sobrepondo-se à violência irracional dos homens que o persegue.

LULISMO, NAZISMO, COMUNISMO SÃO: Tribalismos contemporâneos tornados ideologias... São movimentos, cada um praticando o horror a seu próprio modo, que destruíram e que destroem, sem dúvida, a autoridade divina. Mas nenhum deles triunfou sem a destruição, também, da autoridade humana, subvertendo os valores da Razão (afinal, acreditamos que ela busca o Bem) e, para os cristãos, a santidade da vida. Todas as irrupções revolucionárias destruíram os valores que as animaram, como Saturno engolindo os próprios filhos. O progresso está com os que conservam o mundo, reformando-o a seu modo.
DITADORES SÃO: Mentes conflitivas é almas equivocadas, O LULISMO é ainda pior do que o NAZISMO, no seu patamar mais abominável.
Seu idealizador um monstro de barbas com nove dedos, é sim a besta do apocalipse de João, não é uma criatura humana. É o Lúcifer encarnadado, que veio para MATAR, ROUBAR E DESTRUIR.

Pedem-me que prove que um mundo com Deus é melhor do que um mundo sem Deus? Se nos pedissem, observou Chesterton (1874-1936), pensador católico inglês, para provar que a civilização é melhor do que a selvageria, olharíamos ao redor um tanto desesperados e conseguiríamos, no máximo, ser estupidamente parciais e reducionistas: "Ah, na civilização, há livros, estantes, computador..." Querem ver? "Prove, articulista, que o estado de direito, que segue os ritos processuais, é mais justo do que os tribunais MOLUSQUIANOS." E haveria uma grande chance de a civilização do estado de direito parecer mais ineficiente, mais fraca, do que a barbárie do tribunal "LULISTA MOLUSQUIANO". Há casos em que é mais fácil exibir cabeças do que provas. A convicção plena, às vezes, é um tanto desamparada. Pois o petismo mais selvagem consegue cegar uma boa parte dos brasileiros, principalmente aqueles com pouca cultura.

Amigos, este artigo não trata do mistério da fé, mas da força da esperança, que é o cerne da mensagem cristã, como queria o apóstolo Paulo: "É na esperança que somos salvos". O que ganha quem se esforça para roubá-la do homem, fale em nome da Razão, da Natureza ou de algum outro Ente maiúsculo qualquer? E trato da esperança nos dois sentidos possíveis da palavra: o que tenta despertar os homens para a fraternidade universal, com todas as suas implicações morais, e o que acena para a vida eterna. O ladrão de esperanças não leva nada que lhe seja útil e ainda nos torna mais pobres de anseios e de esperanças no cristianismo menos ortodóxo.

O cristianismo já foi acusado de morbidamente triste, avesso à felicidade e ao prazer de viver, e também de ópio das massas, cobrindo a realidade com o véu de uma fantasia conformista, que as impedia de ver a verdade. Ao pregar o perdão, dizem, é filosofia da tibieza; ao reafirmar a autoridade divina, acusam, é autoritário. Pouco afeito à subversão da autoridade humana, apontam seu servilismo; ao acenar com o reino de Deus, sua ambição desmedida. Em meio a tantos opostos, subsiste como uma promessa, mas também como disciplina vivida, que não foge à luta.

Precisamos do Cristo não porque os homens se esqueceram de ter fé, mas porque, com freqüência, eles abandonam a Razão e cedem ao horror. Sem essa certeza, Darfur – a guerra do forte contra o indefeso, da criança contra o fuzil, do bruto contra a mulher –, do Lula contra à nação brasileira são tragédias, são escárnios que o mundo ignora.
Covoco todos os brasileiros de bem do nosso país para salvar nossa nação com à ajuda de Deus, vamos acabar com 666. (O BATRÁQÜIO MOLUSCO).

Amigos, no meio dessa profunda reflexão, desejo para todos os companheiros de luta, que me deram a honra de prestigiar meus textos neste ano 2008, um ano novo repleto de realizações pessoais. E uma certeza de que em 2009 a luta será muito maior. Pois já subimos um degrau e o nosso objetivo é acabar com Lulismo selvagem e recuperarmos nossas FFAA custe o que custar, nem que para isso tenhamos que usar métodos mais ortodóxos e radicais.

Muita paz e luz para todos.

FELIZ ANO NOVO!!!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

"PAC DA DEFESA NÃO CONTEMPLA MILITARES"!

[ 16.000 Visualizações POTAL MILITAL E VISÃO MILITAR| Status: Aberto ]
Blog inserido em 23 de Dez. de 2008.

Amigos, é muita tramóia molusquiana, no país dos petralhas, é a maior facção criminosa da terra. Pois pasmem a Petrobras elevou empréstimo na Caixa para R$ 3,5 bilhões e ainda estende o prazo de pagamento.
A Petrobras comunicou ontem à noite que alongou os prazos dos financiamentos que obteve neste ano com a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil e que obteve mais dinheiro da Caixa.

Em outubro, durante o agravamento da crise de crédito pelo mundo, a empresa captou cerca de R$ 2 bilhões com a Caixa Econômica, numa operação que gerou polêmica. Maior companhia do país, a Petrobras foi alvo de críticas por competir com empresas menores em busca de financiamento dos bancos públicos em um momento de escassez do crédito.

E mesmo com o barril de petróleo em baixa, de mais de 60% em relação ao inicio do ano, ela se nega a baixar os preços dos combustiveis, isso é escárnio porque tamanha ganância? Certamente para injetar verdadeiras montanhas de dinheiro nos cofres do PT. É ou não é um absurdo?

O próprio presidente apadeuta Luiz Inácio Molusco Batráquio da Silva chegou a afirmar, no início do mês, que "a Petrobras é tão poderosa que [o fato de] ir à Caixa pegar dinheiro, obviamente, tira de uma pequena empresa, da construção civil, do comércio". Isso é lamentável e monstruoso é pura safadeza dos petralhas .

Sarkozy no Brasil - França fará estaleiro no País, diz o digamos "ministro" Jobim
O "ministro" da Defesa, Nelson Jobim, afirmou ontem que os acordos militares do Brasil com a França possibilitarão a instalação no Rio de um estaleiro para a construção pelos franceses de cinco submarinos para a Marinha do Brasil: quatro Scorpéne convencionais e o veículo nuclear brasileiro. De acordo com o ministro, o estaleiro será construído e operado pelo setor privado francês e, depois de 20 anos, passará a integrar o patrimônio público brasileiro.

Indubitávelmente os acordos com a França não incluem propulsão submarina nuclear, cuja tecnologia o País já domina. Também no Rio, explicou o digamos "ministro", ficará a base do futuro submarino nuclear, que levará duas décadas para ficar pronto. "O estaleiro vai ser construído, em entendimento com o setor privado. Eles produzem e, depois de 20 anos, isso vem para o patrimônio brasileiro", declarou Jobim, durante o 2º Encontro Empresarial Brasil-União Européia, no Copacabana Palace, do qual participaram o presidente Luiz Inácio Batráquio Molusco da Silva e o presidente da França, Nicolas Sarkozy.

"No vigésimo ano, vamos terminar recebendo o submarino nuclear. Tudo isso com transferência total de tecnologia, inclusive treinamento de engenheiros brasileiros junto a fábricas francesas", informou.
Os acordos, firmados ontem, também prevêem a compra, para montagem no Brasil, de 50 helicópteros, ao custo de 1,899 bilhão nos próximos anos. Só essa parte das conversas com os franceses já está definitivamente fechada, inclusive com contrato, afirmou o digamos "ministro" da Defesa.
Os submarinos seriam objeto de instrumentos legais distintos, mas ainda preliminares. Nos dois casos, haveria, de acordo com o "ministro", transferência de tecnologia francesa, uma das preocupações do governo brasileiro.

E no meio disso tudo, estão nossas FFAA cada dia pior, visto que esses projetos vão demorar muito. Militares sem projetos de reestruturação de soldo, oficiais generais leniêntes com os petralhas e as autoridades brasileiras anestesiadas, com tanta corrupção e falcatrua dos petistas.
Acho que não podemos resolver isso por meios pacíficos, somente outro 64, do contrário vamos definhar cada dia mais. Certo senhores deputados?