segunda-feira, 10 de agosto de 2009

CENSURA AO ESTADÃO É ABUSO DE PODER E COVARDIA!

CENSURA AO ESTADÃO É ABUSO DE PODER!

Censura ao Estadão é abuso de poder, alerta Repórteres Sem Fronteiras
Por Roberto Almeida, no Estadão:

“A liberdade de imprensa enfrenta dias sombrios.” Esta é a avaliação feita pela organização Repórteres Sem Fronteiras sobre a situação brasileira. A entidade, que defende o jornalismo e luta contra a censura em 120 países, condenou a decisão do desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, que censurou o Estado, classificando-a de “abuso de poder”.

De acordo com Repórteres Sem Fronteiras, o Grupo Estado foi “forçado ao silêncio após ter divulgado informações envolvendo autoridades públicas”. Em sua decisão, Vieira proibiu o Estado de divulgar informações referentes à Operação Boi Barrica, que envolve Fernando Sarney, filho do presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP). Os áudios em que ambos falam sobre distribuição de cargos no Senado tiveram de ser retirados do portal estadao.com.br.

“Quanto à decisão da Justiça que proíbe O Estado de S.Paulo de publicar notícias sobre Fernando Sarney, constitui um ato de censura que lesa a liberdade de expressão”, anota a entidade.

O advogado Manuel Alceu Affonso Ferreira, do Grupo Estado, pediu na última quarta-feira que Vieira se afaste do caso. Ex-consultor jurídico do Senado, o desembargador é do convívio social da família Sarney e do ex-diretor-geral Agaciel Maia. Ele foi fotografado ao lado de Sarney no casamento de Mayanna Maia, filha de Agaciel, da qual o presidente do Senado foi padrinho.

Oposição quer explicações sobre suposta ajuda de Dilma a Sarney
No Estadão:
A oposição quer que a ex-secretária da Receita Federal Lina Maria Vieira explique no Congresso o pedido que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) lhe teria feito, no final do ano passado, para “agilizar a fiscalização do filho do Sarney”.

Parlamentares ouvidos ontem classificaram como “gravíssima” a afirmação da ex-chefe do Fisco, demitida no mês passado, e não descartaram a possibilidade de convocar a ministra para esclarecer as acusações. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Lina disse que entendeu o pedido de Dilma como um recado “para encerrar” as investigações.

O pedido da ministra teria sido feito em reunião no Planalto, depois de o juiz Ney Bello Filho, da 1ª Vara Federal do Maranhão, ter autorizado uma ampliação das investigações da Operação Boi Barrica - estavam sob auditoria da Receita as empresas da família Sarney, que são geridas por Fernando, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

A assessoria de Dilma negou ontem ao Estado que a reunião com Lina tenha ocorrido e disse que a ministra jamais teria feito tal pedido.

O juiz autorizou o aprofundamento das investigações em setembro de 2008. Meses depois, Sarney decidiu sair candidato ao comando do Legislativo, sendo eleito em fevereiro de 2009.

O senador José Agripino (DEM-RN) defendeu a convocação da ex-secretária para depor na Comissão Parlamentar de Inquérito que investigará contratos de patrocínio da Petrobrás e supostas irregularidades da estatal na construção e reforma de plataformas, além da mudança contábil feita pela empresa que teria, com isso, deixado de recolher R$ 1,14 bilhão aos cofres públicos.

“É um fato gravíssimo porque é uma insinuação para que não se investigasse”, disse Agripino. “Essa reportagem reforça a necessidade de a Lina ir à CPI da Petrobrás”, acrescentou. Na semana passada, o relator da CPI, senador Romero Jucá (PMDB-RR), rejeitou o requerimento que pedia a convocação de Lina.

Senadores da oposição defendem a ida da ex-secretária à comissão para que ela explique a investigação que o órgão começou a fazer na Petrobrás após o anúncio de que a empresa havia feito a operação de compensação tributária. A Receita chegou a se manifestar formalmente contra a operação da estatal - essa foi uma das justificativas para a demissão de Lina, no mês passado.

Agripino sugere cautela porque o governo estaria querendo a “politização” da CPI, o que enfraqueceria a comissão. “Por enquanto, tem que fazer a investigação preliminar. Se isso ficar comprovado, Dilma terá contas a prestar”. O senador Álvaro Dias (PSDB-PR), autor do requerimento arquivado por Jucá, disse que a oposição vai insistir na convocação de Lina. “Ela tem muita coisa a dizer”, avaliou. Se a oposição não conseguir, a ex-secretária poderá comparecer a uma audiência pública de uma das comissões permanentes da Casa. “Por essa declaração, ela não precisa necessariamente depor na CPI, tem de depor no Senado”, defendeu o senador Sérgio Guerra (PSDB-PE). Um depoimento na Comissão de Fiscalização e Controle foi defendido pelo líder tucano, Arthur Virgílio (AM).

Governo não aceita convocação de ministra COMANDANTE DESTA FACÇÃO NAS DÉCADAS DE 60 E 70.
Por Tânia Monteiro, no Estadão:

O governo não quer a CPI da Petrobrás envolvida na investigação da suspeita levantada pela ex-secretária da Receita Lina Vieira. E também não aceitará a convocação da ministra-chefe da Casa Civil para explicar um assunto que, para a assessoria de Dilma Rousseff, “é de palavra contra palavra”. Ontem, a assessoria da ministra disse que “não houve reunião” entre Dilma e Lina e que “jamais a ministra fez tal pedido” - para agilizar e encerrar as investigações das empresas da família Sarney.

O ministro José Múcio (Relações Institucionais) disse que esse assunto não pode politizar a CPI da Petrobrás. “É preciso que as coisas sejam despartidarizadas. Conhecendo a ministra Dilma como conheço, não acredito que ela tenha feito tal pedido.”

Para ele, “está aberta a temporada de ressentimentos e denuncismo”. “Os assuntos políticos já foram separados. A CPI da Petrobrás vai ser esclarecedora, mas é preciso despolitizar e desemocionalizar os temas”, avaliou o ministro. Ele aposta em uma semana “ótima”. “Porque nada pode ser pior do que a semana passada, quando as tensões chegaram, na quinta-feira, à temperatura máxima”, disse, lembrando o bate-boca envolvendo a tropa de choque do PMDB e os líderes da oposição. Na ocasião, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) chamou Tasso Jereissati (PSDB-CE) de “coronel de xyzwhijps”; o tucano devolveu com “coronel cangaceiro”.

Governo já admite reabrir ação contra Sarney

Os corruptos Palhaços do Planalto já admite que as investigações sobre o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), no Conselho de Ética, serão reabertas quando for a julgamento o recurso que a oposição apresentará nos próximos dias, conforme reportagem de Gerson Camarotti na edição desta segunda-feira do jornal O GLOBO.

Na última semana, o presidente do Conselho, o abominável e louco Paulo Duque (PMDB-RJ), determinou o arquivamento sumário de todas as ações contra o senador . Apesar de contar com a retomada da apuração, o governo recebeu indicações de que sua base, inclusive o PT, não permitirá que a análise das representações seja transformada num processo de cassação.

Segundo a reportagem, Governistas e integrantes da oposição tentam agora levar a crise do plenário do Senado para o Conselho. Senadores ouvidos pelo GLOBO no fim de semana apontaram que essa pode ser a “saída honrosa” para tentar diminuir o clima de tensão que tomou conta da Casa. O digamos "desnorteado presidente" Molusco foi informado de que a bancada dos petralhas trabalhará para solucionar a grave crise.

COMENTO
"A República está pedindo socorro, não é possível tantas bandidagens, maracutaias e safadezas, num patamar tão esdrúxulo e exacerbado.
Tudo isso é culpa desta facção abominável e criminosa que hoje está no poder, apenas para locupletar-se, as custa do erário público e cometer os mais diversos e abomináveis crimes de corrupção, nepotismo e etc.
E essa mega quadrilha de bandidos e gatunos ainda quer se perpetuar no poder de qualquer jeito e a qualquer custo. Isto é imoral e falta de respeito com a nação e o povo brasileiro.
Senhores oficiais generais das nossas definhadas e desmanteladas Forças Armadas, isso é um absurdo. Vamos acabar com essa facção criminosa dos bandidos PETRALHAS". Vamos ser mais radical com esses canalhas.

domingo, 9 de agosto de 2009

"O BRASIL E A FACÇÃO CRIMINOSA DONA DO PODER"!

A Comandante Dilma Rousseff, tentou interferir em investigação em empresas dos Sarneys, diz ex-secretária da Receita
Por Leonardo Souza e Andreza Matais, na Folha:

A ex-secretária da Receita Federal Lina Maria Vieira diz que, em um encontro a sós no final do ano passado, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) pediu a ela que a investigação realizada pelo órgão nas empresas da família Sarney fosse concluída rapidamente.
A Folha obteve há três semanas a informação sobre o encontro e o pedido. Procurada pela reportagem, a ex-secretária confirmou. Ressaltou que não poderia dar detalhes sobre a auditoria, em respeito ao sigilo fiscal previsto no Código Tributário Nacional. Mas aceitou contar como teria sido a conversa com a ministra e pré-candidata à Presidência da República. A assessoria de Dilma diz que o encontro nunca ocorreu.
“Falamos sobre amenidades e, então, ela me perguntou se eu podia agilizar a fiscalização do filho do Sarney.” A ex-secretária disse que entendeu como um recado “para encerrar” a investigação, o que se recusou a fazer. “Fui embora e não dei retorno. Acho que eles não queriam problema com o Sarney”, que usado a máquina do Congresso em favor de parentes e aliados. Continua no cargo com o apoio de Lula.

Petrobras é que “abriu o verbo”, diz Lina
Na Folha:

Responsabilizada no governo por não ter conduzido corretamente a polêmica sobre a manobra contábil adotada pela Petrobras para pagar menos impostos, a ex-secretária da Receita Lina Maria Vieira alega que foi a própria estatal que trouxe a público o assunto.
Segundo Lina, nem ela nem o fisco deram informações sobre o artifício, que permitiu à Petrobras deixar de pagar R$ 2,14 bilhões em impostos neste ano e que serviu de estopim para a criação de uma CPI no Senado.
Em entrevista à Folha, Lina disse que foi repreendida pelo líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), que a acusou de ter “cometido um crime” e municiado a oposição com dados sobre a compensação de tributos.
A responsabilidade, segundo ela, foi do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli. “Em momento algum, da minha boca saiu essa palavra [Petrobras]. Estávamos na comissão de acompanhamento da crise no Senado, e me limitei a mostrar a arrecadação e por que ela tinha caído, pela utilização da compensação. Agora, quem abriu o verbo foi o presidente da Petrobras, quem veio [ao Senado] e falou da mudança do regime foi ele.”
A ex-secretária contou que o ministro Guido Mantega (Fazenda) demitiu-a, no dia 9 de julho, dizendo que o episódio da estatal pesou na decisão dos Palhaços do Planalto. Mercadante confirmou que conversou com Lina sobre a Petrobras.
Lina Vieira afirmou que procurou o ministro Guido Mantega, da Fazenda, para dizer que não aceitava a forma como Aloizio Mercadante havia falado com ela sobre a Petrobras.

A sra. teve uma conversa dura com Aloizio Mercadante (PT-SP) e com outras pessoas do governo sobre o caso da Petrobras. Como foram essas discussões?
LINA VIEIRA - No final de abril, fomos a uma reunião no Senado. Os senadores queriam entender por que a arrecadação vinha caindo. Mostramos que se devia à queda industrial e a algo que não acontecia, que eram muitas compensações [tributárias]. O senador Tasso [Jereissati, PSDB-CE] perguntou por que o repasse da Cide para os Estados estava tão pequeno. Um assessor meu disse: “Houve compensações [na Cide] de R$ 4 bi e não sei quanto”. Tasso perguntou: “De quem, foi a Petrobras?” Eu disse que não podíamos falar o nome do contribuinte. Dias depois, o presidente da Petrobras foi lá e abriu, falou. Nós não falamos nada.

”Censura e crise podem levar a autoritarismo”
Por Wilson Tosta, no Estadão:

Doutora em sociologia com especial interesse pela área de história da imprensa, a pesquisadora Alzira Alves de Abreu, da Fundação Getúlio Vargas, se escandalizou com a proibição ao Estado de veicular informações sobre Fernando Sarney - filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) -, imposta pelo desembargador Dácio Vieira, do Distrito Federal, no último dia 30. A pesquisadora lembra que, no passado, as restrições aos meios de comunicação brasileiros partiram do Executivo e ocorreram em regimes de exceção. E vê perigo de a censura à imprensa e a crise do Senado apontarem para um regime autoritário, com restrições ao exercício do jornalismo, como, segundo ela, começa a ocorrer em outros países da América Latina, como a Venezuela. “Esses políticos não estão se dando conta do que estão preparando para o futuro”, diz, alarmada.

VOLTA DA CENSURA POR UM INFELIZ E DESONESTO MAGISTRADO
“Acho lamentável. Lembro de uma frase do (filósofo italiano) Norberto Bobbio, que diz que a regra da democracia é a publicidade e não o segredo; a luz, não a escuridão. Me parece que (as sentenças proibindo jornais de abordar certos assuntos) são decisões muito complicadas, que comprometem muito o regime democrático. Isso me assusta muito.”

Lula, Sarney, Collor e Renan… por Lula, Sarney, Collor e Renan
Por Daniel Bramatti, no Estadão:
A crise dos atos secretos evidenciou o compadrio de quatro figuras públicas que, há cerca de duas décadas, trocavam acusações de corrupção, incompetência e desequilíbrio. Em diversos momentos, Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Collor, José Sarney e Renan Calheiros se portaram mais como inimigos que como adversários. Com o tempo, conveniências políticas fizeram com que todos gravitassem para o mesmo lado.

“Gostaria de tratar o senhor José Sarney com elegância e respeito, mas não posso, porque estou falando com um irresponsável, um omisso, um desastrado, um fraco. (…) O senhor sempre foi um político de segunda classe, nunca teve uma atitude de coragem.”

As frases são de Collor, no horário gratuito de TV da campanha eleitoral de 1989, quando acusava Sarney de patrocinar, a 15 dias da eleição, uma manobra para incluir o apresentador Silvio Santos entre os candidatos a presidente. “O senhor passou boa parte de seu governo apadrinhando seus amigos, seus familiares, muitos dos quais hoje estão sendo processados por atos de corrupção”, disse o então representante do PRN.

Passadas duas décadas, Sarney é novamente acusado de apadrinhar amigos e parentes, mas Collor agora está entre seus principais defensores - após ter conquistado, com o apoio do novo aliado, a presidência da Comissão de Infraestrutura do Senado.

Hoje Renan e Sarney são unha e carne. Ao liderar a tropa de choque que busca evitar a queda do presidente do Senado, o alagoano retribui a solidariedade que recebeu do colega quando seu próprio mandato esteve a perigo, em 2007, por causa das acusações de que teria contas pagas por um lobista da empreiteira Andrade Gutierrez.

Em relação a Collor e Lula, a trajetória de Renan também é oscilante. Rompeu com o primeiro em 1990, depois de disputar - e perder - as eleições para o governo de Alagoas sem a esperada ajuda da máquina federal. Chegou a ser processado pelo antigo amigo, depois de acusá-lo na CPI que deflagrou o impeachment. “O presidente da República tinha pleno conhecimento das ações do senhor PC Farias porque foi por mim advertido e informado, enquanto fui líder de seu governo na Câmara dos Deputados”, disse, ao prestar depoimento à comissão parlamentar de inquérito, em 1992.

Na CPI, Renan ainda comparou o ex-aliado aos “perversos” imperadores romanos Nero e Calígula. Não era a primeira comparação entre Collor e figuras históricas com trajetórias nada louváveis. Em 1988, no governo Sarney, o ainda ativo Serviço Nacional de Informações (SNI) produziu um relatório que qualificava o então governador de Alagoas como “um Al Capone moderno e discípulo aplicado de Goebbels”.

Tropa de choque relativiza até a diferença entre público e privado
Por Leandro Colon, no Estadão:

Os recentes discursos, em plenário, da tropa de choque do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), demonstram a defesa de uma doutrina política avessa a reformas e a favor da manutenção do atual padrão de comportamento dos senadores. As entrelinhas das falas oficiais dos aliados de Sarney - sejam lideranças experientes ou suplentes sem currículo - revelam justificativas para os erros cometidos e repúdio a questionamentos sobre temas polêmicos.

A começar pela ética. Na noite de quinta-feira, o senador Wellington Salgado (PMDB-MG), da tropa de Sarney, revelou o que pensa sobre o tema. Suas palavras foram ofuscadas pela repercussão do bate-boca envolvendo pouco antes Renan Calheiros (PMDB-AL) e Tasso Jereissati (PSDB-CE). “O padrão de ética não está muito bem definido. Digo isso todo dia”, discursou. “A ética praticada aqui é fruto da organização errada desta Casa. A ética que for criada eu vou aderir. Se a ética de vossa excelência é tida como errada, talvez eu tenha alguns erros também.”

Pouco antes, Renan havia explicado o que entende por ética. “A ética não tem dono. Ninguém é dono da ética, ninguém se convence com a retórica. As pessoas só se convencem com a prática”, disse. No mesmo discurso, o senador alagoano defendeu a situação de suplência vivida por Salgado e outros aliados, entre eles Paulo Duque (PMDB-RJ), presidente do Conselho de Ética, que arquivou as 11 ações contra Sarney.

Salgado, Duque e os demais suplentes assumiram a vaga de senador sem ter conquistado um único voto - foram indicados pelos titulares durante a eleição. O Senado discute projetos para acabar com isso, mas, na opinião de Renan, não há motivos para mudança. “O suplente existe porque há um mandamento constitucional. Essa coisa de discutir legitimidade de suplente tem de acabar nesta Casa, precisa acabar, porque as pessoas se legitimam na atividade política, no dia a dia. A comunicação virtual obriga que façamos isso todos os dias, todas as horas”, argumentou.

Os superpoderosos sem voto
Por Luciana Nunes Leal, no Estadão:

Se valessem no Senado as regras da Câmara, o senador Paulo Duque (PMDB-RJ) não seria presidente do Conselho de Ética e o petista João Pedro (AM) não comandaria a CPI da Petrobrás. Por serem suplentes, eles poderiam ocupar uma vaga, mas não o cargo mais importante desses colegiados.

Ao proibir que assumam cargos na Mesa Diretora, presidência ou vice-presidência de comissões (o que inclui o Conselho de Ética e CPIs), a Câmara evidencia a fragilidade dos suplentes, que podem ser substituídos a qualquer hora se o titular reassumir o mandato, por vontade própria ou por manobra do partido a que pertence. Para evitar esse troca-troca, o artigo 243 do regimento interno da Câmara restringe a atuação dos suplentes.

O presidente do Conselho de Ética da Câmara, José Carlos Araújo (PR-BA), elogia a norma, mas ainda acha pouco. Ele apresentou projeto que proíbe suplentes de participarem do conselho. “Se um partido não está satisfeito com o comportamento do conselheiro que é um deputado suplente, convoca de volta o titular do cargo, mesmo que seja por alguns dias. Essa brecha não pode continuar. O mandato do conselheiro tem que ir até o fim. O suplente fica na mão do líder de seu partido.”

No Senado - onde os suplentes não têm votos - não há qualquer impedimento à atuação desses parlamentares. Ao contrário. Sem contas a prestar aos eleitores, muitas vezes eles são peças importantes no rolo compressor da maioria. Integrante da tropa de defesa do senador José Sarney (PMDB-AP), Paulo Duque - suplente do suplente do governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB) - não apenas assumiu o Conselho de Ética como mandou arquivar boa parte das denúncias da oposição contra Sarney.

João Pedro - substituto do ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (PP) - terá sua atuação avaliada com o início dos trabalhos da CPI, que já deu aos governistas a primeira vitória ao impedir a investigação do convênio firmado entre a Petrobrás e a fundação que leva o nome de José Sarney.

Em 2007, a escolha do petista Sibá Machado (AC), suplente da senadora Marina Silva (PT-AC) - na época ministra do Meio Ambiente - para a presidência do Conselho de Ética da Casa motivou protesto de senadores como Pedro Simon (PMDB-RS). “O senador Sibá, se amanhã resolver tomar alguma atitude que o presidente Lula não goste, a ministra Marina Silva volta e ele não é mais presidente do conselho.”


Crise leva Senado à paralisia e trava votação de projetos
No Estadão:
A semana de intenso tiroteio imobilizou o Senado e evidenciou ainda mais as suas deficiências. Projetos de grande repercussão - divórcio, maioridade penal e cotas raciais - foram escanteados na volta do recesso. “O Senado está completamente anestesiado”, alerta José Agripino Maia, líder do DEM.

Votar, porém, não é o único problema. A absolvição de José Sarney (PMDB-AP) não elimina a lista de problemas estruturais, que exigem soluções intrincadas, difíceis. Líderes buscam “choque de ordem”, mas têm grandes barreiras à frente, como os suplentes - grupo dos sem-voto que já galgam cargos com poder de enterrar CPIs e representações.

Vem à tona, ainda, a doutrina política da tropa de choque de Sarney. No ideário do grupo há explicação para tudo e disposição de sobra para sustentar o “bateu, levou”. “O padrão de ética não está muito bem definido”, chegou a dizer o mega bandido e abominável Wellington Salgado (PMDB-MG). “A ética que for criada, vou aderir.”

COMENTO
"É muito triste, ver a República mergulhada em tantas bandidagens, maracutaias, nepotismo e safadeza Sarneista X molusquiana.
Só não entendo é a leniência das autoridades brasileiras, com essa facção criminosa, que está no poder, cometendo todos os tipos de corrupção possível e impossível.
Nossas Forças Armadas estão amordaçadas, definhadas e desmanteladas não podem fazer nada para salvar a nação brasileira.
E quanto mais corrupção e bandidagem, mais a popularidade do apedeuta aumenta, alguma coisa está errada, certo meus amigos? Só não ver quem não quer", QUEM RECEBE BOLSA FAMÍLIA OU QUEM TEM CARGOS COMISSIONADOS NA FACÇÃO CRIMINOSA DOS PETRALHAS.

sábado, 8 de agosto de 2009

MOLUSCO, O VERDADEIRO CHEFE DE RENAN "CANALHEIROS".

Molusco, o verdadeiro chefe do corrupto bandido e canalha Renan Calheiros...

Molusco endossa, assim, o espetáculo de arrogância, truculência e baixo calão protagonizado por Renan. A coisa não pára por aí. Ele também gostou daquela frase emblemática do seu aliado: a oposição é “minoria com complexo de maioria”.

A nação brasileira está com vergonha dos seus sujos políticos, que a cada dia cometem, mais bandidagens e crimes principalmente no senado da República.

"Ninguém, na tropa de choque de Renan, tem algo a perder, visto que só tem bandido de alta periculosidade, alguns dos seus soldados nem mesmo têm votos, já que são suplentes. Ele próprio não ambiciona mais ser algo além do que já é. Sabe que, na corrupta carreira, chegou ao topo. E conta com a máquina bandida que montou em seu estado para lhe garantir os mandatos. Renan, Collor, Wellington Salgado… Eis a guarda pretoriana de Sarney. São esses monumentos imorais que hoje tentam protegê-lo da própria suja, corrupta e nociva biografia".

O país assiste, estupefato e impotente, a mais um espetáculo vexaminoso que se desenrola em Brasília. Para garantir-se na presidência do Senado, José Sarney, afogando-se em revelações de nepotismo e corrupção, recorreu à “tropa de choque” - um lumpesinato parlamentar de biografia encardida, sem nada a perder e que usa como armas da chantagem à intimidação física. A tropa de choque que tenta blindar Sarney é capitaneada por Renan Calheiros, derrubado da mesma cadeira em 2007, depois que vieram à tona a pensão da filha paga por um lobista e outros ilícitos bem mais constrangedores. Seu lugar-tenente é Fernando Collor de Mello, um ex-presidente da República cuja folha corrida dispensa apresentações. Ao alistar gente dessa espécie para formar sua linha de ataque, Zé Sarney aceitou pagar o preço que esses corruptos serviços de proteção cobram e muito alto.

É lógico que molusco e toda sua facção criminosa estão por trás dos desagradáveis fatos. É esse sentimento que os senhores símbolos da falência do atual modo de vida parlamentar arriscam matar.

A bandidagem, a corrupção e a bandalheira contunua a todo vapor no país dos petralhas e nossas Forças Armadas, assistindo tudo de braços cruzados, isso é lastimável e nos envergonha bastante; ver tanto bandido usurpando e locupletando-se as custa da nação brasileira de forma tão vexatória e imoral.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

BRASIL COBRA GARANTIAS SOBRE BASES NA COLÔMBIA

Por Letícia Sander, na Folha:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou para o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, o mal-estar do Brasil com a ampliação da presença militar americana no seu país, que pode chegar a sete bases e não foi previamente comunicada aos vizinhos da região. Também pediu garantias a Uribe de que as operações se limitem ao território colombiano.
Uribe encerrou ontem no Brasil uma ofensiva diplomática que o levou a outros seis países da região sem conseguir pôr fim à polêmica em torno do acordo militar ampliado que seu país negocia com os EUA.
Reunido por pouco mais de duas horas com Lula, ele ouviu as cobranças e explicou os objetivos do acordo, mas não acatou o pedido brasileiro para participar da reunião da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) no Equador, na segunda-feira, e dar informações sobre as bases aos 12 países do grupo.
“Não posso responder pelo Uribe. Minha impressão é de que ele não vai”, disse o chanceler Celso Amorim, que participou do encontro.
O assessor especial da Presidência, Marco Aurélio Garcia, também confirmou a negativa de Uribe: “Evidente que gostaríamos que todos fossem, mas entendemos os motivos de a Colômbia não ir”, disse ele.
Resumindo a conversa, Amorim disse: “Voltamos a reiterar que um acordo com os EUA que seja específico e delimitado ao território colombiano é matéria naturalmente da soberania colombiana, sempre quando os dados gerais de que se disponham sejam compatíveis com esta delimitação das ações ao território colombiano”.
E continuou: “Isso foi colocado, Uribe reiterou que este é o propósito, mas naturalmente isso vai exigir outras consultas e conversas, não só com a Colômbia, mas com os EUA”.

Baixaria no Congresso Nacional

Tasso para Renan: “Não aponte esse dedo sujo para mim, cangaceiro de terceira categoria”
Agência Estado

Os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Tasso Jereissatti (PSDB-CE) travaram um agressivo e tumultuado bate-boca no plenário da Casa no fim da tarde desta quinta-feira, 6, depois que Renan, líder do PMDB no Senado, pediu a cassação do líder tucano, Arthur Virgílio (AM), por quebra do decoro parlamentar.

A briga fez com que o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), interrompesse por alguns instantes a sessão, e a TV Senado suspendeu momentaneamente a transmissão da reunião.

O tumulto começou assim que Renan terminou o pronunciamento e retornou à sua cadeira. Nesse momento, um estranho invadiu a tribuna e passou a fazer declarações de apoio a Renan. O senador Tasso pediu a Sarney que o intruso fosse retirado. Renan, por sua vez, passou a defender a permanência do manifestante e, enquanto falava, apontava um dedo para o senador cearense. Começou o bate-boca: “Não aponte esse dedo sujo para cima de mim”, bradou Tasso.

“Dedo sujo é o do senhor, que paga jatinho com dinheiro do Senado”, retrucou Renan.

“O dinheiro é meu, o jatinho é meu. Não é igual ao que você anda com seus empreiteiros. Coronel, cangaceiro de terceira categoria!”, devolveu Tasso.

Em seguida, fora do microfone, Renan falou uma frase, que, segundo alguns senadores, teria sido: (“CORONEL DE MERDA!”). Isso foi legal e verossímel, visto que ambos são: abomináveis e corruptos.

“Me respeite!”, disse Tasso. “Me respeite!”, respondeu Renan. Por fim, Renan aponta para Tasso: “Você é minoria com complexo de maioria.”

Após o bate boca, Tasso disse ao presidente Sarney que Renan lhe dirigiu palavras de baixo calão, e pediu que seja feita representação contra ele por falta de decoro.

Por fim, Renan pediu a Sarney a retirada a expressão “minoria com complexo de maioria”.

Sarney nega elo com nomeado e é desmentido
Por Leandro Cólon e Rosa Costa, no Estadão:

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), reuniu argumentos ontem para rebater novas acusações de ter mentido em plenário - o que pode caracterizar quebra de decoro parlamentar. Sarney atribuiu a um homônimo do genro de Agaciel Maia, Rodrigo Cruz, o fato de na véspera ter declarado na tribuna que não o conhece.

Em nota divulgada ontem por sua assessoria de imprensa, Sarney disse que, na verdade, se referiu a outra pessoa, chamada “Rodrigo Miguel Cruz”. Segundo o senador, o rapaz seria ex- funcionário de Roseana Sarney e seu nome é o que aparece na representação protocolada pelo PSOL no dia 30 de junho. “É este que está relacionado na denúncia do PSOL, que se baseia em O Estado de S. Paulo”, informa a nota.
Os documentos, contudo, desmentem a versão do senador. A representação do PSOL não cita nenhum “Rodrigo Miguel Cruz”. Na página 4, está o nome de “Rodrigo Cruz” e uma referência a um endereço do portal estadao.com.br com a lista de apadrinhados e parentes de Sarney envolvidos em atos secretos. Ao acessar o nome de “Rodrigo Cruz”no site, surge a descrição de que ele é a pessoa que se casou com Mayanna Maia, filha de Agaciel, no dia 10 de junho. Sarney foi padrinho do casamento.

Reportagem publicada pelo Estado no dia seguinte à festa revelou que o noivo ganhou emprego no Senado por meio de ato secreto. Rodrigo Cruz foi nomeado em 19 de janeiro de 2006. Trabalhou no gabinete de Maguito Vilela e na Secretaria Especial do Interlegis. O “Rodrigo Miguel Cruz” citado por Sarney trabalhou entre 2003 e 2007 no gabinete de Roseana e do então senador e hoje ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA). Ele não aparece em atos secretos, nem na representação do PSOL.

Ontem, em plenário, o senador José Nery (PSOL-PA) afirmou que Sarney pode ter quebrado o decoro parlamentar novamente. “O senador Sarney faltou com a verdade”, disse. Irritado, Sarney chegou a levantar a suspeita de que o PSOL possa ter fraudado a representação para incluir o endereço do estadao.com.br. Nery pediu respeito a Sarney e exigiu que o Conselho de Ética comprove que não houve alteração no documento.

Tropa de choque livra Sarney de CPI
Por Eugênia Lopes, no Estadão:

Em seu primeiro dia de trabalho, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás começou do jeito esperado: o governo acionou o rolo compressor e escanteou a oposição ao impedir a investigação do convênio da Petrobrás com a Fundação José Sarney e evitar o depoimento da ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira, que foi demitida depois de divulgar nota em que considerou irregular a manobra contábil feita pela estatal para alterar seu regime tributário, no ano passado.

Ao mesmo tempo que blindou o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a comissão de inquérito aprovou um plano de trabalho que prevê a investigação de contratos de patrocínios da Petrobrás, no período de 1998 a 2009, atingindo os convênios firmados no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

O relator da CPI, senador Romero Jucá (PMDB-RR), fez um extenso plano de trabalho, no qual propôs a rejeição de 66 dos 88 requerimentos apresentados à comissão. Diante das reclamações da oposição, que apresentou a maioria dos requerimentos, Jucá contemporizou. Ele concordou em aprovar 22 requerimentos de convite e de envio de documentos, deixando sem votar os 66 requerimentos por ele previamente rejeitados. Entre eles, o convite a Lina Vieira e o pedido de informações sobre patrocínios da Petrobrás à Fundação José Sarney.

Jucá argumentou que o depoimento, na próxima terça-feira, do secretário interino da Receita Federal, Otacílio Dantas Cartaxo, deverá suprir as explicações sobre a manobra contábil feita pela estatal.

Também foram aprovados os requerimentos de convite do presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, e de oito diretores da estatal, além do presidente da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, quatro diretores da ANP, entre eles, Victor de Souza Martins, irmão do ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins.

Entre os requerimentos rejeitados por Jucá está o de Josênia Bourguignon Seabra, mulher de Victor Martins, e sua sócia na empresa Análise Consultoria e Desenvolvimento. Segundo denúncia publicada na revista Veja, a assessoria teria se beneficiado com ganhos de R$ 260 milhões de comissão com o aumento do repasse de royalties do petróleo para prefeituras que contrataram a Análise Consultoria.

“O relator fez um roteiro competente, mas parcial. Ele optou por convidar apenas aqueles que supostamente defenderão a causa governista. O relator eliminou preliminarmente aqueles que eventualmente possam denunciar. Teremos aqui um tribunal só com advogado de defesa e sem promotor. Assim não investigaremos as causas das irregularidades que a CPI se propõe a fazer”, reclamou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), autor do pedido de criação da comissão de inquérito.

COMENTO
Amigos, o corrupto Congresso Nacional, está desmoralizado, e por este motivo deve ser fechado imediatamente, visto que este, está prestando um deserviço a nação brasileira, ao povo e a pátria.

Só não entendo, é como as autoridades brasileiras podem assistir aos tristes espetáculos abomináveis, como os dos últimos dias e ficarem leniêntes com essa "esculhambação" que assola a nossa República.

Os oficiaias generais das nossas Forças Armadas, em suas letargias profundas perderam a capacidade de se indignarem, com essas facções exacerbadamente criminosas que estão nos três poderes da República. Principalmente a facção dos corruptos, sujos e bandidos Petralhas, que estão cometendo tantas atrocidades e bandidagens no nosso país.

Os três poderes da República estão desmoralizando nossa nação brasileira e nos envergonhando, diante de todos os países do mundo.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Vencimentos de José Sarney ultrapassam teto máximo

Folha Online

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), recebe mensalmente ao menos R$ 52 mil dos cofres públicos, mais do que o dobro permitido pela Constituição, que estabeleceu como teto salarial o subsídio de ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), hoje de R$ 24.500, informa reportagem de Fernanda Odilla e Hudson Corrêa, publicada nesta quinta-feira pela Folha.

COMENTO
Verossimilhança – princípio que se baseia na construção de argumentos a partir de fontes diversas, através de informações fragmentárias, que não deixam dúvidas.
Meus nobres amigos,“Já se tornara impossível distinguir quem era homem, quem era bicho ou um animal, perigosamente selvagem”.

O corrupto, desnorteado e desqualificado, ex-presidente Fernando Collor, agora senador pelo PTB (AL), esteve na terça-feira, com o presidente molusco, um dia depois de protagonizar aquele espetáculo de pirotecnia e fúria animalesca no Senado, quando voltou a encarnar a figura do homem “com aquilo roxo”, olhar viperino, vamperesco, dentes cerrados, respiração ofegante, como quem está prestes a dar um daqueles golpes definitivos de morte, não é mesmo? Isto mesmo: Collor de Mello, agora me lembro, havia nos prometido dar a o “ippon” na inflação e só deu Zélia Cardoso de Mello com aquela saia que Bernardo Cabral achava “deliciosa”.,, E outros espetáculos de vulgaridade, arrivismo, maus-bofes, falta de educação e requintes de bandidagens.

O corrupto "Caçador de marajás das Alagoas", Fernando Collor, o mega valentão, olhava, prestes a explodir, com olhar nocivo e ameaçador, a um homem de 80 anos. A idade, por si, não dava razão a Pedro Simon, mas seu legado sim.

Vale apena lembrar que, na década de 60, seu pai deu um tiro em outro senador, durante uma sessão no Congresso Nacional e por este ato não ficou preso um dia se quer.

Voltando ao destemperado e desqualificado para o cargo que ocupa, Collor ele só tinha aquela fúria publicitária que o tornou tão notável; Seu irmão Pedro Collor disse realmente quem era ele. O desnorteado ainda foi recebido ontem pelo digamos "presidente da República". Como se vê, não há disfarce na suja operação de politicagem abrúpta e corrupta na República dos Petralhas.

O OUTRO CORRUPTO E EXACERBADAMENTE NOCIVO
Zé Sarney, se fosse um político um pouquinho melhor e tivesse o mínimo de caráter, teria renunciado ontem.

O chefe do Clã, Sarney discursou ontem no Senado.
Se o abominável político, fosse um pouquinho melhor e menos ganancioso depois de o, por assim dizer, “Conselho de Ética” livrá-lo de todas as acusações, renunciaria. E com Uma certa propensão para o pragmático e para os altivos gestos gratuitos de gatunagem. Mesmo sem precisar — porque endossado por seus corruptos pares, ele abriria mão do cargo. Seria uma pequena nota maiúscula na coleção de minoridades em que se transformou a sua suja e corrupta biografia. Assumiria interinamente um senador da oposição e logo se faria outra eleição e assumiria outro bandido e ficaria "tudo como dante no quartel de Abrante". Más no Senado da Reública, a sua grande obra permanece secreta. Ah, sim: ainda que fique no cargo, será só um pato manco e roco, quase sem voz.

Facção criminosa dos PETRALHAS evita engrossar coro por renúncia e fortalece o chefe das bandidagens no Legislativo, o corrupto Zé Sarney.
Por Eugênia Lopes e Christiane Samarco, no Estadão:

O PT reforçou ontem o apoio para a permanência de José Sarney (PMDB-AP) na presidência da Casa ao manter a posição pela licença temporária e não aceitar um convite de outros quatro partidos (DEM, PSDB, PDT e PSB) para pedir a renúncia do senador ao cargo. A decisão do PT acabou fortalecendo Sarney e deixando isolados os senadores que defendiam a renúncia - ao fim do dia, todos os partidos optaram por manter só o pedido de afastamento de Sarney.
Se o PT tivesse concordado com a renúncia, os demais partidos fariam o mesmo tornando inviável a permanência de Sarney no comando do corrupto e abominavel Senado da República.

Em um plenário de 81 senadores, os 5 partidos somam 46 votos - 14 do DEM, 13 do PSDB, 12 do PT, 5 do PDT e 2 do PSB. Mesmo com as dissidências (senadores francamente favoráveis a Sarney), a situação do presidente do Senado ficaria mais frágil com o pedido formal dos partidos para que renunciasse.

Em uma demonstração clara de que sua renúncia ficou mais longe, Sarney fez questão ontem de presidir a sessão do Senado por mais de duas horas e depois desfilou com desenvoltura pelo plenário cumprimentando aliados e até “inimigos”. Inicialmente, os cinco partidos haviam cogitado fazer uma nota conjunta pedindo o afastamento de Sarney da presidência do Senado, mas acabaram desistindo, reforçando sua permanência no comando da Casa.

Tropa de choque, do partido de aluguel, mais sujo da República, vasculha despesas de senadores
Por Leandro Colon, no Estadão:

A tropa de choque do presidente José Sarney (PMDB-AP) manteve ontem a tática iniciada na segunda-feira de fazer ameaças aos que pedem a renúncia do senador. A estratégia é levantar as despesas dos senadores e buscar antigas denúncias e novas informações que possam intimidar adversários. Na mira estão tucanos, peemedebistas que não fazem parte da tropa e até petistas que defendem a saída de Sarney da cadeira de presidente do Senado.

Um dos comandantes do grupo, um "selvagem bandido e cabeludo", Wellington Salgado (PMDB-MG), anunciou que deve finalizar hoje o pente-fino que mandou fazer nas centenas de atos secretos editados nos últimos anos. Aos jornalistas, avisou que os ex-presidentes Garibaldi Alves (PMDB-RN) e Tião Viana (PT-AC) são os campeões de boletins sigilosos nos últimos anos. “Meus assessores ainda encontraram muita coisa anunciada de maneira errada”, afirmou. Salgado quer apresentar o resultado na reunião de hoje do Conselho de Ética.

Em plenário, o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), disse ao próprio Sarney que esse tipo de ameaça pode prejudicá-lo. O tucano foi o primeiro alvo, após a revelação de que o Senado gastou R$ 216 mil com um assessor que passou 18 meses estudando no exterior com salário pago pela Casa. Virgílio já devolveu R$ 60 mil. “Mas eu tomo a atitude de vir a esta tribuna e fazer uma autocrítica, tomo a atitude de não mentir, tomo a atitude de não tergiversar”, afirmou ontem em plenário, dirigindo-se ao senador Sarney.

O pragmático Juiz da censura terá de explicar relações com família Sarney
Por Felipe Recondo e Mariângela Gallucci, no Estadão:

O mega e desnorteado "desembargador" Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, terá de explicar ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) suas relações com a família Sarney. O corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, vai determinar que ele se manifeste sobre a representação encaminhada ao CNJ pelo líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (PSDB-AM), que aponta a amizade do magistrado com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e com o ex-diretor da Casa Agaciel Maia.

A análise do caso pelo CNJ pode indicar se o desembargador deveria ou não se dar por suspeito para julgar o pedido de liminar feito ao TJ por Fernando Sarney. Filho do presidente do Senado, Fernando conseguiu liminar para impedir que o Estado publique informações sobre as investigações da Polícia Federal que envolvam seu nome.

Pelo Código de Processo Civil, o juiz que é “amigo íntimo” de uma das partes interessadas no processo pode ser considerado suspeito e, portanto, deveria se dar por impedido para julgar o caso. Virgílio relata na representação as relações pessoais entre Dácio Vieira, Sarney e Agaciel. Vieira foi um dos convidados para o casamento de Mayanna Maia, filha do ex-diretor do Senado, em 10 de junho em Brasília, e aparece em foto ao lado de Sarney, de Agaciel e do senador Renan Calheiros (PMDB-AL).


MAIS BANDIDAGEM "SARNEISTA X MOLUSQUIANA PETRALHA".
Secretária de Roseana recebeu verba indenizatória
Por Andreza Mais e Hudson Corrêa, na Folha:

A governadora Roseana Sarney (PMDB-MA) pagou com verba indenizatória no começo do ano, enquanto era senadora, R$ 12 mil a uma empresa que pertence à secretária de Desenvolvimento Agrário do Maranhão, Conceição Andrade.
A reportagem esteve na semana passada no endereço da Pads Assessoria de Desenvolvimento Social, em São Luís, empresa que recebeu o dinheiro. O porteiro do prédio informou que no apartamento morava Conceição Andrade e não havia ali nenhuma empresa.
Criada em dezembro de 2007, a Pads tem capital social de R$ 5.000 e Conceição possui 50% de participação na empresa, segundo documento obtido pela Folha. A outra sócia é Liana Maria Lindoso Piedade, que também trabalha no governo de Roseana como assessora de Conceição na secretaria.
A reportagem teve acesso às notas fiscais, não disponíveis no portal de transparência do Senado, relativas ao pagamento à Pads. São duas notas no valor de R$ 5.985, cada uma, de janeiro e fevereiro passados.
Procurada, Conceição disse, em um primeiro momento, que a Pads não era dela. Informada de que a empresa tem como sede o seu apartamento em um bairro nobre, afirmou que “precisava verificar porque nessa época não estava trabalhando para a senadora”.

COMENTO
O Legislativo e o Executivo da República precisam passar por uma grande reforma, não é possível que esses poderes da República, cometam tantos crimes, de corrupções e bandidagens e fiquem impunes.
Visto que os bandidos desses poderes, "medram o seio político, causando vergonha a República", esses políticos: hipócritas, medíocres e pérfidos, que locupletam-se as custa do erário público, ainda pretendem perpetuar-se no poder, passando por cima de tudo e de todos, atropelando e matando qualquer um, que por ventura venham tolhír seus passos e abscoitar seus ideais de corrupção e bandidagem "selvagem e molusquiana".

Enquanto isso nossas Forças Armadas num patamar letárgico e inerte definhadas e desmanteladas, não podem nem cumprir sua missão constitucional.

Militares flagelados e humilhados e ainda ganhando menos do que a facção da PM do DF. Isso é um absurdo vergonhoso e lastimável ver que a constituição brasileira está sendo desrespeitada dessa maneira, tão exacerbada e vexatória, por esses medíocres criminosos e bandidos, que estão hoje no poder da República, cometendo tantos crimes e maracutaias.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

"O PRAGMATISMO DA REPÚBLICA DOS PETRALHAS"!

Meus nobres amigos,“Já se tornara impossível distinguir quem era homem, quem era bicho”

O corrupto e desnorteado ex-presidente Fernando Collor, agora senador pelo PTB (AL), esteve ontem com o presidente molusco, um dia depois de protagonizar aquele espetáculo de pirotecnia e fúria animalesca no Senado, quando voltou a encarnar a figura do homem “com aquilo roxo”, olhar viperino, vamperesco, dentes cerrados, respiração ofegante, como quem está prestes a dar um daqueles golpes definitivos de morte, não é mesmo? Isto mesmo: Collor de Mello, agora me lembro, havia nos prometido dar a o “ippon” na inflação e só deu Zélia Cardoso de Mello com aquela saia que Bernardo Cabral achava “deliciosa”.,, E outros espetáculos de vulgaridade, arrivismo, maus-bofes e falta de educação.

Fernando Collor, o mega valentão, olhava, prestes a explodir, com olhar nocivo e ameaçador, a um homem de 80 anos. A idade, por si, não dava razão a Pedro Simon, mas seu legado sim.

Vale apena lembrar que, na década de 60, seu pai deu um tiro em outro senador, durante uma sessão no Congresso Nacional e por este ato não ficou preso um dia se quer.

Voltando ao destemperado e desqualificado para o cargo que ocupa, Collor ele só tinha aquela fúria publicitária que o tornou tão notável; Seu irmão Pedro Collor disse realmente quem era ele. O desnorteado ainda foi recebido ontem pelo digamos "presidente da República". Como se vê, não há disfarce na suja operação de politicagem abrúpta e corrupta na República dos Petralhas.

O OUTRO CORRUPTO E EXACERBADAMENTE BANDIDO E NOCIVO
Zé Sarney, se fosse um político um pouquinho melhor e tivesse o mínimo de caráter, renunciaria hoje.

O chefe do Clã, Sarney vai discursar hoje no Senado.
Se o abominável político, fosse um pouquinho melhor e menos ganâncioso depois de o, por assim dizer, “Conselho de Ética” livrá-lo de todas as acusações, renunciaria. E com Uma certa propensão para o pragmático e para os altivos gestos gratuitos de gatunagem. Mesmo sem precisar — porque endossado por seus corruptos pares, ele abriria mão do cargo. Seria uma pequena nota maiúscula na coleção de minoridades em que se transformou a sua suja e corrupta biografia. Assumiria interinamente um senador da oposição e logo se faria outra eleição e assumiria outro bandido e ficaria "tudo como dante no quartel de Abrante". Más no Senado da Reública, a sua grande obra permanece secreta. Ah, sim: ainda que fique no cargo, será só um pato manco e roco, quase sem voz.

Facção criminosa dos PETRALHAS evita engrossar coro por renúncia e fortalece o chefe das bandidagens no Legislativo, o corrupto Zé Sarney.
Por Eugênia Lopes e Christiane Samarco, no Estadão:

O PT reforçou ontem o apoio para a permanência de José Sarney (PMDB-AP) na presidência da Casa ao manter a posição pela licença temporária e não aceitar um convite de outros quatro partidos (DEM, PSDB, PDT e PSB) para pedir a renúncia do senador ao cargo. A decisão do PT acabou fortalecendo Sarney e deixando isolados os senadores que defendiam a renúncia - ao fim do dia, todos os partidos optaram por manter só o pedido de afastamento de Sarney.
Se o PT tivesse concordado com a renúncia, os demais partidos fariam o mesmo tornando inviável a permanência de Sarney no comando do corrupto Senado.

Em um plenário de 81 senadores, os 5 partidos somam 46 votos - 14 do DEM, 13 do PSDB, 12 do PT, 5 do PDT e 2 do PSB. Mesmo com as dissidências (senadores francamente favoráveis a Sarney), a situação do presidente do Senado ficaria mais frágil com o pedido formal dos partidos para que renunciasse.

Em uma demonstração clara de que sua renúncia ficou mais longe, Sarney fez questão ontem de presidir a sessão do Senado por mais de duas horas e depois desfilou com desenvoltura pelo plenário cumprimentando aliados e até “inimigos”. Inicialmente, os cinco partidos haviam cogitado fazer uma nota conjunta pedindo o afastamento de Sarney da presidência do Senado, mas acabaram desistindo, reforçando sua permanência no comando da Casa.

Tropa de choque, do partido de aluguel, mais sujo da República, vasculha despesas de senadores
Por Leandro Colon, no Estadão:

A tropa de choque do presidente José Sarney (PMDB-AP) manteve ontem a tática iniciada na segunda-feira de fazer ameaças aos que pedem a renúncia do senador. A estratégia é levantar as despesas dos senadores e buscar antigas denúncias e novas informações que possam intimidar adversários. Na mira estão tucanos, peemedebistas que não fazem parte da tropa e até petistas que defendem a saída de Sarney da cadeira de presidente do Senado.

Um dos comandantes do grupo, o cabeludo Wellington Salgado (PMDB-MG), anunciou que deve finalizar hoje o pente-fino que mandou fazer nas centenas de atos secretos editados nos últimos anos. Aos jornalistas, avisou que os ex-presidentes Garibaldi Alves (PMDB-RN) e Tião Viana (PT-AC) são os campeões de boletins sigilosos nos últimos anos. “Meus assessores ainda encontraram muita coisa anunciada de maneira errada”, afirmou. Salgado quer apresentar o resultado na reunião de hoje do Conselho de Ética.

Em plenário, o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), disse ao próprio Sarney que esse tipo de ameaça pode prejudicá-lo. O tucano foi o primeiro alvo, após a revelação de que o Senado gastou R$ 216 mil com um assessor que passou 18 meses estudando no exterior com salário pago pela Casa. Virgílio já devolveu R$ 60 mil. “Mas eu tomo a atitude de vir a esta tribuna e fazer uma autocrítica, tomo a atitude de não mentir, tomo a atitude de não tergiversar”, afirmou ontem em plenário, dirigindo-se ao senador Sarney.

O pragmático Juiz da censura terá de explicar relações com família Sarney
Por Felipe Recondo e Mariângela Gallucci, no Estadão:

O desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, terá de explicar ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) suas relações com a família Sarney. O corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, vai determinar que ele se manifeste sobre a representação encaminhada ao CNJ pelo líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (PSDB-AM), que aponta a amizade do magistrado com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e com o ex-diretor da Casa Agaciel Maia.

A análise do caso pelo CNJ pode indicar se o desembargador deveria ou não se dar por suspeito para julgar o pedido de liminar feito ao TJ por Fernando Sarney. Filho do presidente do Senado, Fernando conseguiu liminar para impedir que o Estado publique informações sobre as investigações da Polícia Federal que envolvam seu nome.

Pelo Código de Processo Civil, o juiz que é “amigo íntimo” de uma das partes interessadas no processo pode ser considerado suspeito e, portanto, deveria se dar por impedido para julgar o caso. Virgílio relata na representação as relações pessoais entre Dácio Vieira, Sarney e Agaciel. Vieira foi um dos convidados para o casamento de Mayanna Maia, filha do ex-diretor do Senado, em 10 de junho em Brasília, e aparece em foto ao lado de Sarney, de Agaciel e do senador Renan Calheiros (PMDB-AL).


MAIS BANDIDAGEM "SARNEISTA X MOLUSQUINA".
Secretária de Roseana recebeu verba indenizatória
Por Andreza Mais e Hudson Corrêa, na Folha:

A governadora Roseana Sarney (PMDB-MA) pagou com verba indenizatória no começo do ano, enquanto era senadora, R$ 12 mil a uma empresa que pertence à secretária de Desenvolvimento Agrário do Maranhão, Conceição Andrade.
A reportagem esteve na semana passada no endereço da Pads Assessoria de Desenvolvimento Social, em São Luís, empresa que recebeu o dinheiro. O porteiro do prédio informou que no apartamento morava Conceição Andrade e não havia ali nenhuma empresa.
Criada em dezembro de 2007, a Pads tem capital social de R$ 5.000 e Conceição possui 50% de participação na empresa, segundo documento obtido pela Folha. A outra sócia é Liana Maria Lindoso Piedade, que também trabalha no governo de Roseana como assessora de Conceição na secretaria.
A reportagem teve acesso às notas fiscais, não disponíveis no portal de transparência do Senado, relativas ao pagamento à Pads. São duas notas no valor de R$ 5.985, cada uma, de janeiro e fevereiro passados.
Procurada, Conceição disse, em um primeiro momento, que a Pads não era dela. Informada de que a empresa tem como sede o seu apartamento em um bairro nobre, afirmou que “precisava verificar porque nessa época não estava trabalhando para a senadora”.

COMENTO
O Legislativo e o Executivo da República precisam passar por uma grande reforma, não é possível que esses poderes da República, cometam tantos crimes, de corrupções e bandidagens e fiquem impunes.
Visto que os bandidos desses poderes, "medram o seio político, causando vergonha a República", esses políticos: hipócritas, medíocres e pérfidos, que locupletam-se as custa do erário público, ainda pretendem perpetuar-se no poder, passando por cima de tudo e de todos, atropelando e matando qualquer um, que por ventura venham tolhír seus passos e abscoitar seus ideais de corrupção e bandidagem "selvagem e molusquiana".

Enquanto isso nossas Forças Armadas num patamar letárgico, definhadas e desmanteladas, não podem nem cumprir sua missão constitucional.
Militares flagelados e humilhados e ainda ganhando menos do que a facção da PM do DF. Isso é um absurdo vergonhoso, ver que a constituição brasileira está sendo desrespeitada dessa maneira, tão exacerbada e vexatória por esses medíocres, bandidos e criminosos, que estão hoje no poder da República.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

"A REPÚBLICA ESTÁ SUCUBINDO AOS POUCOS"!

Chefe do Clã Sarney, diz que fica e tropa de choque do PMDB, um partido de aluguél ameaça oposição com frudulentos dossiês.
Por Eugênia Lopes e Vera Rosa, no Estadão:

Apoiados pelos "Palháços do Planalto", os aliados do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), cumpriram à risca a estratégia montada na semana passada e voltaram do recesso acuando a oposição, que pede sua renúncia do cargo. O próprio Sarney, após indicar para aliados e familiares, na semana passada, que iria renunciar, ontem mudou de ideia, reforçou a corrente de resistência da tropa de choque e negou que vá deixar o cargo. “Isso não existe, isso não existe”, repetiu, ao deixar o plenário.

Na sessão, os aliados de Sarney revelaram abertamente que preparam “dossiês” sobre senadores da oposição. Também “vazaram” denúncias de irregularidades praticadas por desafetos do presidente da Casa. “Eu peguei todos os atos. Xeroquei do original. Tem a assinatura de cada um dos líderes lá avalizando as atitudes tomadas pelo presidente. Eu tenho os documentos”, avisou Wellington Salgado (PMDB-MG), da tropa de Sarney, em plenário. Pelo raciocínio do grupo, se ele cair, não será sozinho.

A senha para o ataque foi o discurso do senador Pedro Simon (PMDB-RS), que pediu a renúncia de Sarney da presidência. Liderada por Renan Calheiros (PMDB-AL), a reação contou com a adesão de Fernando Collor (PTB-AL), que reeditou o estilo “bateu levou”, da época em que presidiu o Brasil, entre 1990 e 1992, antes de ser alvo de processo de impeachment e ter o mandato cassado.

Momentos antes de o clima de beligerância tomar conta do plenário, Sarney saiu e se recolheu a seu gabinete. “Estou com um espírito muito bom. Nunca deixei de estar confiante”, afirmou, ao ser indagado se estava tranquilo para enfrentar os 11 pedidos de investigação protocolados no Conselho de Ética.

Desde que assumiu, em fevereiro, Sarney vem sendo alvo de denúncias que envolvem emprego de familiares, uso de atos secretos no Senado e desvios da fundação que leva seu nome.

Os aliados passaram o início da tarde tentando pôr panos quentes na crise e refutando a hipótese de renúncia. “Isso aqui não é como time de futebol, que troca de técnico a toda hora”, disse o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). “Não existe possibilidade de renunciar”, emendou Salgado.

Ao ser indagado sobre a nota do PMDB, divulgada anteontem, que aconselhou os dissidentes a saírem da legenda, em uma referência a Simon e Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Jucá tentou amainar a crise. “Se estamos trabalhando para desidratar a crise, não há como jogar mais combustão”, disse.

A decisão do Palácio do Planalto de apoiar Sarney foi tomada com base na certeza de que, se ele cair agora, a derrota será debitada pelo PMDB na conta do PT. O argumento é que o senador pode até não resistir à guerra e renunciar ao cargo, mas não é inteligente o PT empurrá-lo para o abismo. Ao contrário, trata-se, no diagnóstico do governo, de “tática suicida”.

Apedeuta Molusco desiste de ir ao MA, mas não de ajudar o corrupto aliado
Por Leonencio Nossa, no Estadão:

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desmarcou as viagens que faria nesta semana ao Maranhão e ao Piauí. No Maranhão, na quinta-feira, ele pretendia prestigiar a governadora Roseana Sarney (PMDB), filha do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Mudou a estratégia, porém, considerando que sua presença em Brasília pode ser mais útil ao senador, cada vez mais ameaçado de perder o cargo de presidente.

Lula também deverá conversar reservadamente com o PT. Vai exigir do partido que pare de pedir a saída de Sarney.

Assessores do governo disseram que Lula desmarcou as viagens depois de receber um telefonema do presidente colombiano, Álvaro Uribe, pedindo um encontro, na quinta-feira, em Brasília. O tema da reunião seria a polêmica decisão de ceder o território da Colômbia para a construção de bases militares dos Estados Unidos.

O pedido de Uribe, porém, foi o bastante para Lula cancelar também a presença no evento de lançamento das obras da Ferrovia Transnordestina, no Piauí, na sexta-feira.

Segundo assessores do presidente, o cancelamento da visita às obras no Maranhão teria sobretudo o objetivo de preservar a imagem da ministra Dilma Rousseff - já desgastada por ter feito declarações públicas de apoio a Sarney.

Para os ministros do STF, liminar do juiz contraria a Constituição
Por Mariângela Gallucci e Fausto Macedo, no Estadão:

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), juristas, advogados e promotores do Ministério Público afirmaram ontem que a decisão do desembargador Dácio Vieira, que proibiu o Estado de publicar reportagens sobre a Operação Boi Barrica, da Polícia Federal, contraria a Constituição e recentes manifestações da corte que garantem a liberdade de imprensa e de expressão.

Os ministros avaliam que a ordem de Vieira será derrubada pelo próprio Tribunal de Justiça (TJ) do Distrito Federal ou pelas instâncias superiores do Judiciário - o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou o Supremo Tribunal Federal.

Eles consideraram “estranho” o conteúdo da decisão, já que neste ano o STF deu decisões claras no sentido de que não podem ser admitidas restrições à liberdade de imprensa.

Os ministros afirmaram que o desembargador deveria ter se negado a analisar o pedido de Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Vieira fez carreira no Senado. Foto publicada pelo Estado no sábado mostra o desembargador com Sarney na festa de casamento da filha do ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia.

ATENTADO A DEMOCRACIA E DESRESPEITO A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA

“Numa democracia consolidada não podemos admitir censura ou limitação à liberdade de expressão”, alertou Mozart Valadares, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). “Não se pode admitir no Estado Democrático de Direito decisões que censurem ou limitem a liberdade de expressão. É um atentado contra a democracia.”

O promotor de Justiça José Carlos Cosenzo, presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público, disse que pelo “princípio da tutela jurisdicional” todos podem bater às portas da Justiça. “Este caso é absurdo. Em plena vigência do Estado democrático, vetar o direito da sociedade de saber o que está acontecendo é inadmissível.”

Para o promotor não se trata de uma questão de ordem privada, mas de ordem pública. “O Estadão presta um serviço ao País. O objetivo do jornal é informar e a Constituição assegura a todos o direito à informação. A censura é desserviço. A suspeição (do desembargador) é claríssima. Não se pode impedir que a sociedade saiba dos fatos que são de interesse público. A sociedade tem sim o direito de saber o que está por trás dessa crise política do Senado.”

A assessoria do TJ do Distrito Federal informou que o desembargador, procurado pelo Estado desde sexta-feira, não vai se manifestar sobre o caso.

Virgílio aciona CNJ contra desembargador
No Estadão:

Virgílio (AM), pediu ontem ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que abra sindicância para investigar a decisão do desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, contra o Estado. Em liminar concedida na quinta-feira ao empresário Fernando Sarney, filho do senador José Sarney (PMDB-AP), o desembargador proibiu o jornal de publicar reportagens com informações sobre a Operação Boi Barrica, da Polícia Federal.

Para Virgílio, “a decisão do desembargador é flagrantemente inconstitucional, afrontando um dos princípios do Estado Democrático de Direito, que é a liberdade de imprensa”. O senador lembrou que Vieira impôs censura prévia a um veículo de comunicação e revelou parcialidade ao não se considerar impedido para julgar uma ação impetrada pela família de Sarney, de quem ele é amigo íntimo. Virgílio destacou também a ligação pessoal de Vieira com o ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia - ele esteve presente, em junho passado, no casamento da filha do ex-diretor.

“Fica claramente evidenciado que o ato praticado pelo desembargador é incompatível com a sua conduta funcional, colocando em suspeição a imparcialidade de suas decisões”, disse o tucano. O pedido de sindicância será analisado pelo corregedor do CNJ, Gilson Dipp.

“O Supremo Tribunal Federal tem o entendimento de que a liberdade de expressão, nos casos em que denuncia a prática de ilegalidades, deve ser resguardada de todas as prerrogativas possíveis, o que exclui até mesmo dano moral em função da divulgação dessas notícias”, acrescentou Virgílio.

COMENTO
Nossas instituições democráticas, estão em grave crise, onde já viu um magistrado, só por ser amigo da família, desrespeitar a constituição brasileira de forma tão vergonhosa?
Isso é um descalabro sem precedente na história da República, até porque as provas dos crimes no clã dos Sarney são incontestáveis.

O STF precisa tomar sérias medidas disciplinares contra esse digamos "desembargador", se a lei permitir, até colocá-lo atrás das grades, por ter rasgado a constituição, a carta magna da nossa República.
Será que o "Chavismo" já foi implantado aqui no Brasil? Espero que os oficiais generais das nossas Forças Armadas saiam da inércia e o povo brasileiro acorde de sua profunda letargia.