Por Reinaldo Azevedo
Roger Agnelli exerce a presidência da Vale segundo as leis vigentes no país, que obedecem a um ordenamento constitucional plasmado num regime de democracia plena. Se está fazendo uma boa ou uma má gestão na empresa, os acionistas é que podem dizer. E eles dispõem de mecanismos — também regulados por lei numa empresa de capital aberto — para intervir. Infelizmente para os mistificadores, os resultados são fabulosos. A melhor obra que um dirigente de uma empresa pode realizar, seguindo as leis de seu país, é garantir lucro aos acionistas. Não é pecado. Historicamente, o lucro fez a riqueza das nações, e o estado, a riqueza de alguns larápios.
Vivemos, claro, uma era em que o capitalismo voltou a ser demonizado — até pelos capitalistas. A genial Ayn Rand — não era uma grande teórica, mas tinha insights fantásticos — já se perguntava no livro What is Capitalism? que diabo mesmo era o tal “excedente social” que a Enciclopédia Britânica dava como uma das virtudes do capitalismo na comparação com sistemas anteriores. Numa síntese certeira, ela disparou: “Não existe, evidentemente, nada parecido com ‘excedente social’; toda riqueza é produzida por alguém e pertence a alguém”. Ela também ironizava aqueles que apontavam a “promoção do bem comum” ou ainda “a melhor alocação de recursos” como qualidades próprias do sistema. Quais recursos, cara pálida? De quem? Pra quê? Para Ayn Rand, a principal virtude do capitalismo, que realmente o distinguia de modelos anteriores, era a liberdade. Diante do Estado, é claro.
Sei que é uma pequena digressão. Dedico-me a ela para evidenciar que só se considera aceitável a ação troglodita e destrambelhada do governo para derrubar o presidente da Vale porque, no fundo, acredita-se que uma empresa pode e deve ser instrumento passivo da vontade do governantes, que ele vai chamar de “política pública”, “promoção do bem comum” e o diabo a quatro. Ninguém nega — nem a felizmente radical Ayn Rand negava, — que o estado tenha o seu papel no ordenamento da sociedade, mas ele não sabe produzir riqueza, não. E antes que a canalha petralha comece a gritar “E a Petrobras?”, respondo: a Petrobras é uma empresa de economia mista e só saiu da areia com o capital privado. Foi ele que lhe permitiu chegar ao pré-sal. Esta é uma verdade cristalina. E, se ele se ausentar, o petróleo vai ficar lá. Aliás, temos de tomar cuidado para que Lula não seja o fogueteiro precoce do que pode permanecer escondido sete mil metros abaixo do fundo do mar.
Essa gente quer negar o óbvio. Foi a privatização da telefonia que permitiu ao país entrar na economia na informação. Foi a privatização que fez da Vale a gigante que hoje realmente é. Foi a privatização que permitiu à Embraer ser um player internacional. O país não teve excesso de privatizações, mas falta. E é o capital privado, na cidade e no campo, que conseguiu fazer frente à demanda do crescimento chinês - ELE, SIM, O VERDADEIRO ELEMENTO A CONVERTER, AINDA QUE AD HOC, O PT À ECONOMIA DE MERCADO.
Ou alguém acha que essa gente realmente jogou no lixo — lugar adequado — as suas convicções dos 25 anos pregressos? Jogou nada! Dada a menor chance, recupera dos escombros da memória a sua tara estatista. É o que vemos agora. E isso na melhor das hipóteses. E QUE FIQUE CLARO: A CANDIDATA DILMA ROUSSEFF ESTEVE E ESTÁ NA LINHA DE FRENTE DA PRESSÃO CONTRA A VALE. EIS O QUE ELA NOS PROMETE!
Essa história da Vale está muito mal contada. Há caroço nesse angu que ainda não foi detectado, especialmente depois da entrada triunfal do coruscante Eike Batista na jogada. Os mandatos dos diretores da Vale terminam em 2011. Se as coisas não vão bem por lá — o que é piada —, os acionistas estão bem perto de pôr as cartas da mesa. Por que essa pressa agora? A, chamemos assim, eventual deformação ideológica, por si lastimável, parece ser apenas a hipótese mais benevolente para este avanço sobre a companhia. Haveria mais coisas aí? Há atores até agora ocultos nessa lambança? Eu aposto o mindinho no torno petista de modelar mistificações que sim! E não vou perdê-lo.
Elio Gaspari, num texto infelicíssimo, claramente favorável à ação do governo, considerou e recomendou: “Brigas desse tipo estimulam uma tendência para se tomar partido logo que o jogo começa. É muito melhor acompanhá-las dando razão aos dois lados.”
Uma banana! É muito melhor dar razão a quem tem razão e a quem segue o ordenamento jurídico do país. Mais: se isso é um conselho ao jornalismo, é coisa de quem ficou na janela, vendo a banda passar. Levanta e anda, Carolina!!! Ao jornalismo, parece, cabe é investigar os elementos dessa história que não são nada óbvios. Felizmente, os dois jornais que publicaram o conselho de Gaspari não o seguiram. Nesta quinta, em editorial, O Globo e Folha condenam a ação destrambelhada — e, para mim, suspeita — do governo.
Quanto a este blog e seus leitores… Bem, caras e caros, a gente sempre é bastante rápido em algumas coisas, não? Se anda como anta, pasta como anta, tem patas de anta, o olhar da anta, o cheiro da anta, o rabo da anta, o focinho da anta, não precisamos esperar o consenso para concluir: “É uma anta”.
EM EDITORIAL, FOLHA RECHAÇA AÇÃO INDEVIDA DO GOVERNO NA VALE
Felizmente, a Folha não se deixou levar por Elio Gaspari na questão da Vale e não confundiu a ingerência indevida do governo na companhia com uma mera partida de futebol — metáfora da predileção do “Guia” do jornalista — ou com uma rinha de galo. O editorial que segue põe as coisas nos seus devidos termos.
O que dizem Lula e Dilma e os fatos: Planalto só pagou 3,68% do R$ 1,68 bilhão previsto
Por Marcelo de Moraes, no Estadão
Cenário da campanha informal da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, a região do Rio São Francisco não tem sido tão prestigiada em verbas federais. Em 2009, segundo dados do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi), para uma dotação de R$ 1,68 bilhão para projetos que tratam diretamente do rio, o Planalto pagou apenas 3,68%, cerca de R$ 61,8 milhões. No ano passado, a situação foi parecida. Do total de R$ 1,39 bilhão em dotações, só R$ 102,2 milhões foram liberados (7,31%). O levantamento foi feito pela assessoria de orçamento da liderança do DEM, com dados do Siafi de 9 de outubro.
Os maiores pagamentos feitos este ano foram para os projetos dos chamados eixo norte e eixo leste do rio. Para a “integração do Rio São Francisco com as bacias do Nordeste setentrional”, o eixo leste, foram R$ 33,9 milhões. Isso equivale a 6,45% do previsto, R$ 525,9 milhões.
O governo já tem empenhado este ano um valor bem significativo para esse projeto, chegando a R$ 321,5 milhões. Mas o pagamento de R$ 33,9 milhões representa pouco mais de 10,5% do total de empenho.
VALORES
Para a “Integração do Rio São Francisco com as bacias dos rios Jaguaribe, Piranhas-Açú e Apodi”, o eixo norte, foram pagos este ano R$ 17,5 milhões, o que representa 2,45% de uma dotação de R$ 718,7 milhões. É outro projeto que já tem bastante dinheiro empenhado para 2009: R$ 227,1 milhões, mas com pagamentos modestos.
Para “implantação, ampliação ou melhoria de sistemas públicos de esgotamento sanitário em municípios das Bacias do São Francisco e Parnaíba”, os pagamentos em 2009 foram de R$ 8,5 milhões , equivalente a 3,28% da dotação de R$ 261,2 milhões.
Já para o “projeto de recuperação e preservação da Bacia do Rio São Francisco”, com dotação de R$ 6,9 milhões, os pagamento deste ano foram de R$ 339 mil (4,86%).
COMENTO
"Meus prezados amigos e leitores deste humilde blog, é lógico que essa é só mais uma obra eleitoreira, visto que, ela vai se arrastar por muitos e muitos anos.
Não tenham dúvidas tudo que esse pessoal dessa facção do PT faz é pensando em se perpetuar no poder. Isso é muito claro, só não ver quem realmente não quer, ou quem faz parte da mesma".
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
O MST, A "CRIMINALIZAÇÃO" E OS BANDIDOS CRIMINOSOS
Por Gabriela Guerreiro, na Folha Online.
O ministro Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário) criticou nesta terça-feira o que chamou de “criminalização” de movimentos sociais brasileiros, em especial o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). Ao negar qualquer vínculo financeiro do governo com o movimento, Cassel disse que a oposição tenta criar um ambiente de tensão para aproximar o Ministério do Desenvolvimento Agrário do MST.
“Eu acho que a gente tem que superar de uma vez por todas o espírito de criminalização dos movimentos sociais, especialmente o MST, que não ajuda em nada. Uma coisa são ações do MST, que condeno. Outra coisa é a insistência de que o governo repassa recursos de forma inadequada a movimentos sociais. Isso não é verdadeiro, é uma falácia. Estou reivindicando ambiente de equilíbrio, sensatez e sobriedade”, afirmou.
Em depoimento à Comissão de Agricultura do Senado, Cassel rebateu levantamento apresentado pela senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), realizado pela ONG Contas Abertas, que apontou supostos repasses do governo ao MST –no valor total de R$ 159,8 bilhões.
“São recursos do Orçamento Geral da União de todos os ministérios, não do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do Incra. No afã de ir atrás do MST, tem coisas que são ridículas, para dizer o mínimo. Está listada [no levantamento] a Cáritas [entidade ligada à Igreja Católica] como um braço do MST. Não é razoável isso. Vamos começar a perseguir igrejas agora, é isso?”, questionou.
Cassel criticou a invasão de uma fazenda produtora de laranjas no interior de São Paulo, na semana passada, por integrantes do MST. “Eu fui o primeiro a condenar o MST. A gente não pode ter a impunidade nesse caso”, afirmou.
Para o presidente da Abra (Associação Brasileira de Reforma Agrária), Plínio de Arruda Sampaio, o Congresso deveria investigar, além do MST, o dono da fazenda produtora de laranja no interior de São Paulo. “Querem investigar o MST? Eu voto a favor. Agora, tem que chamar também o seu Cutrale [dono da fazenda] para explicar aqui para quem ele deu dinheiro. O kit grilagem não é assim. Aquele que tem jagunço, reina absoluto”, criticou.
CPI
Na opinião do ministro, a discussão em torno de uma CPI para investigar supostos repasses do governo federal ao MST está baseada em informações afastadas da realidade.
“Se criou CPI por conta de informações que são inverídicas. Um deputado [Ronaldo Caiado] disse que eu tinha assumido que repassei R$ 115 milhões ao MST. Isso está errado. Se a gente insistir nisso, a gente continua a alimentar um caldo de conflito que não serve para ninguém. Vamos tratar o episódio do MST com o rigor que deve ser tratado”, afirmou.
Em ofício de resposta a Caiado, Cassel confirmou o repasse de R$ 115 milhões a entidades rurais. O ministro nega, porém, que as entidades tenham qualquer vínculo ao MST, ao contrário do que afirma Caiado. Segundo Cassel, 90% dos recursos foram repassados à Emater e ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).
“Tem que se superar esse instinto persecutório com o MST. Recurso público é sagrado, não pode pairar nenhuma dúvida sobre isso. Mas sou radicalmente contra esse ambiente de criminalização dos movimentos sociais que vem crescendo nos últimos dias”, afirmou.
A oposição diz ter número suficiente de assinaturas para protocolar o pedido de instalação da CPI esta semana. São necessárias, no mínimo, 171 assinaturas na Câmara e 27 no Senado para que a comissão do MST seja instalada.
COMENTO
Meus caros amigos e leitores deste humilde blog, então ficamos assim:
o corrupto e criminoso governo do PT pára de dar dinheiro público, para os super bandidos do MST, esse movimento sujo, clandestino e abominável. Que tal? E também aplica as leis que punem as invasões. Acusar a suposta criminalização de movimentos sociais é só uma forma de passar a mão na cabeça desses megas bandidos, criminosos e pilantras dessa sub-facção criminosa, que tantos danos nocivos e transtornos vem causando ao nosso país. Está tudo muito claro, Molusco tem uma grande parcela de culpa em todos os crimes praticados, pelo seu braço armado, o MST.
É uma pena que as autoridades brasileiras estejam leniêntes, com essa super facção criminosa que está no poder da república, para locupletar-se.
E ainda pretendem se perpetuar. Onde estão nossas Forças Armadas?
O ministro Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário) criticou nesta terça-feira o que chamou de “criminalização” de movimentos sociais brasileiros, em especial o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). Ao negar qualquer vínculo financeiro do governo com o movimento, Cassel disse que a oposição tenta criar um ambiente de tensão para aproximar o Ministério do Desenvolvimento Agrário do MST.
“Eu acho que a gente tem que superar de uma vez por todas o espírito de criminalização dos movimentos sociais, especialmente o MST, que não ajuda em nada. Uma coisa são ações do MST, que condeno. Outra coisa é a insistência de que o governo repassa recursos de forma inadequada a movimentos sociais. Isso não é verdadeiro, é uma falácia. Estou reivindicando ambiente de equilíbrio, sensatez e sobriedade”, afirmou.
Em depoimento à Comissão de Agricultura do Senado, Cassel rebateu levantamento apresentado pela senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), realizado pela ONG Contas Abertas, que apontou supostos repasses do governo ao MST –no valor total de R$ 159,8 bilhões.
“São recursos do Orçamento Geral da União de todos os ministérios, não do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do Incra. No afã de ir atrás do MST, tem coisas que são ridículas, para dizer o mínimo. Está listada [no levantamento] a Cáritas [entidade ligada à Igreja Católica] como um braço do MST. Não é razoável isso. Vamos começar a perseguir igrejas agora, é isso?”, questionou.
Cassel criticou a invasão de uma fazenda produtora de laranjas no interior de São Paulo, na semana passada, por integrantes do MST. “Eu fui o primeiro a condenar o MST. A gente não pode ter a impunidade nesse caso”, afirmou.
Para o presidente da Abra (Associação Brasileira de Reforma Agrária), Plínio de Arruda Sampaio, o Congresso deveria investigar, além do MST, o dono da fazenda produtora de laranja no interior de São Paulo. “Querem investigar o MST? Eu voto a favor. Agora, tem que chamar também o seu Cutrale [dono da fazenda] para explicar aqui para quem ele deu dinheiro. O kit grilagem não é assim. Aquele que tem jagunço, reina absoluto”, criticou.
CPI
Na opinião do ministro, a discussão em torno de uma CPI para investigar supostos repasses do governo federal ao MST está baseada em informações afastadas da realidade.
“Se criou CPI por conta de informações que são inverídicas. Um deputado [Ronaldo Caiado] disse que eu tinha assumido que repassei R$ 115 milhões ao MST. Isso está errado. Se a gente insistir nisso, a gente continua a alimentar um caldo de conflito que não serve para ninguém. Vamos tratar o episódio do MST com o rigor que deve ser tratado”, afirmou.
Em ofício de resposta a Caiado, Cassel confirmou o repasse de R$ 115 milhões a entidades rurais. O ministro nega, porém, que as entidades tenham qualquer vínculo ao MST, ao contrário do que afirma Caiado. Segundo Cassel, 90% dos recursos foram repassados à Emater e ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).
“Tem que se superar esse instinto persecutório com o MST. Recurso público é sagrado, não pode pairar nenhuma dúvida sobre isso. Mas sou radicalmente contra esse ambiente de criminalização dos movimentos sociais que vem crescendo nos últimos dias”, afirmou.
A oposição diz ter número suficiente de assinaturas para protocolar o pedido de instalação da CPI esta semana. São necessárias, no mínimo, 171 assinaturas na Câmara e 27 no Senado para que a comissão do MST seja instalada.
COMENTO
Meus caros amigos e leitores deste humilde blog, então ficamos assim:
o corrupto e criminoso governo do PT pára de dar dinheiro público, para os super bandidos do MST, esse movimento sujo, clandestino e abominável. Que tal? E também aplica as leis que punem as invasões. Acusar a suposta criminalização de movimentos sociais é só uma forma de passar a mão na cabeça desses megas bandidos, criminosos e pilantras dessa sub-facção criminosa, que tantos danos nocivos e transtornos vem causando ao nosso país. Está tudo muito claro, Molusco tem uma grande parcela de culpa em todos os crimes praticados, pelo seu braço armado, o MST.
É uma pena que as autoridades brasileiras estejam leniêntes, com essa super facção criminosa que está no poder da república, para locupletar-se.
E ainda pretendem se perpetuar. Onde estão nossas Forças Armadas?
terça-feira, 13 de outubro de 2009
"O CAMINHO MAIS CURTO PARA CORRUPÇÃO É O PODER"
Super bandidagem Lulo-Petralha-Molusquiano, corrupto e nocivo governo autorizou contratação de 57,1 mil servidores desde 2003
No Globo:
Mesmo com a queda na arrecadação de R$ 56,7 bilhões até agosto, o ritmo de aprovação de leis criando cargos e funções comissionadas no âmbito dos três Poderes continuou acelerado em 2009, segundo reportagem de Cristiane Jungblut na edição desta terça-feira do jornal O GLOBO.
Só este ano, segundo levantamento do deputado tucano Arnaldo Madeira (SP), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já sancionou 25 leis que aumentam despesas com criação de cargos ou funções comissionadas - os projetos foram enviados nos últimos anos. A política do governo Lula de ampliar a estrutura do funcionalismo resultou no ingresso de 57,1 mil novos servidores no Executivo entre 2003 e 2009. Para o mesmo período, o governo autorizou a criação, por concurso público, de 160.701 vagas.
Segundo a reportagem, os cálculos do tucano apontam que as 25 leis sancionadas este ano têm um impacto financeiro de R$ 7,24 bilhões, já que elas preveem a criação de 26,1 mil vagas, sendo 14,4 mil no Poder Executivo (incluídas no total de 160 mil).
As vagas no Executivo foram criadas de janeiro de 2003 a maio de 2009, segundo estudo da Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento (Seges), com base em levantamento dos concursos autorizados desde 2003. Mas nem todas as vagas foram preenchidas. Segundo a Seges, do aumento líquido de 57 mil servidores (ingressos menos aposentadorias e demais exclusões), 29 mil foram destinados à Educação, sendo 14 mil professores.
Hoje, segundo dados do Planejamento, o Executivo já ultrapassou a marca do 1 milhão de servidores ativos: 543,1 mil servidores civis, 428,7 mil militares e ainda servidores de Banco Central, Ministério Público da União e empresas públicas. Ao todo, a União chega a 1,13 milhão de servidores, se contabilizados os 93,8 mil do Poder Judiciário e os 24,6 mil do Legislativo. O quadro total da União pula para 2,1 milhões quando são incluídos os aposentados e pensionistas dos três Poderes.
Mais bandidagem, Retenção de fundos bate recorde
Por Renato Andrade, no Estadão:
O expediente utilizado pelo governo para preservar o caixa federal, retendo parte do dinheiro destinado para os chamados fundos especiais, não é inédito. O valor retido, entretanto, tem aumentado. Em 2007, o Poder Executivo administrava 43 fundos especiais, de acordo com dados do Tribunal de Contas da União (TCU). Desse total, dez acumularam R$ 4,5 bilhões a mais do que as despesas registradas no ano, quando o setor público fez um superávit primário de pouco mais de R$ 101 bilhões.
Em 2008, a mão do governo foi mais pesada. Dos 42 fundos existentes, 22 fecharam o exercício com saldo positivo. A diferença entre receitas e despesas garantiu aos cofres do Tesouro Nacional mais de R$ 29 bilhões, ou 25% do superávit primário apurado naquele ano, que foi de R$ 118 bilhões, de acordo com dados do Banco Central.
Considerando os registros do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi), o volume de retenções esse ano pode bater novo recorde, já que o número de fundos atingidos aumentou e o volume de recursos retidos equivale a quase um quarto da economia feita por todo o setor público para o pagamento dos juros da dívida.
O desempenho do Fundo de Garantia para Promoção da Competitividade (FGPC) é um bom exemplo de como o governo tem manobrado os recursos do Orçamento para garantir dinheiro suficiente para o cumprimento da meta fiscal. Até agora, o FGPC acumula R$ 68,1 milhões em receitas, mas os gastos neste nove meses foram de apenas R$ 2 milhões. A previsão de receitas para o fundo em 2009 é de R$ 89,7 milhões.
Alguns fundos são considerados até mesmo por técnicos do executivo como uma espécie de reserva estratégia do governo.
O exemplo mais clássico é o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust). Desde sua criação, em 2000, nenhum real alocado para o Fust foi utilizado para atender os objetivos fixados. Este ano, as receitas do fundo já somam R$ 1,5 bilhão.
Mais bandidagem 2, Fundos são usados para fazer caixa
Por Renato Andrade, no Estadão:
O corrupto governo tem usado parte do dinheiro destinado para alguns fundos especiais, administrados pelo Poder Executivo, para engordar o caixa e garantir o cumprimento da meta fiscal. A contenção de recursos desses fundos, que em tese são criados para garantir o atendimento de projetos e serviços considerados prioritários, vem crescendo. Somente este ano, o valor retido representa quase 24% do superávit primário acumulado por todo o setor público.
De acordo com levantamento feito pelo Estado, com base em dados do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal, apurados pela liderança do Democratas, dos 51 fundos do Poder Executivo checados, 29 estão com sobra de receitas. A diferença acumulada até setembro já ultrapassa os R$ 10 bilhões.
O valor é expressivo, considerando que de janeiro a agosto União, Estados, municípios e empresas estatais dessas três esferas de poder economizaram R$ 43,477 bilhões para o pagamento de juros da dívida pública, o chamado superávit primário.
A constituição dos fundos do Poder Executivo segue regra fixada por uma lei de 1964. O objetivo é assegurar receitas que, por lei, se vinculam à realização de determinados objetivos ou serviços. Quando o dinheiro não é utilizado, ele é automaticamente destinado para o chamado superávit primário.
A lista inclui o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), uma das principais fontes de receita para as operações de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Fundo do Regime Geral de Previdência (FRGPS), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e até outros menos conhecidos, como o Fundo da Marinha Mercante. É em cima dos fundos menos conhecidos que o governo segura a maior parte do dinheiro.
O uso indevido dos fundos especiais é mais uma das medidas tomadas pelo governo para tentar manter recursos dentro do caixa e cumprir seu compromisso fiscal. Para engordar os cofres, o governo já decidiu este ano exigir um pagamento maior de dividendos por parte das empresas estatais, transferiu para o Tesouro Nacional depósitos judiciais que estavam recolhidos em bancos, além de determinar o retorno de R$ 4,2 bilhões em subsídios pagos nos empréstimos do Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND).
Na semana passada, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu que a Receita Federal do Brasil está retardando o pagamento das restituições do Imposto de Renda das pessoas físicas para segurar o dinheiro nos cofres públicos, afetando diretamente o bolso da classe média. Diante do desgaste provocado, o governo estuda a possibilidade de ampliar os dois últimos lotes de restituição deste ano, que serão pagos em novembro e dezembro.
"Estrelas bandidas e corruptas do Senado correm risco de não se reeleger"
Por Eugênia Lopes, no Estadão:
Como se não bastasse a crise que desmoralizou o Senado neste ano, as eleições de 2010 ameaçam tirar o brilho de antigas estrelas da política nacional, que enfrentam dificuldade para se reeleger. Os obstáculos atingem em cheio senadores de todos os partidos que estão sendo obrigados a fazer arranjos políticos para garantir, ao mesmo tempo, sua sobrevivência e a eleição nos Estados.
Na oposição, há casos emblemáticos como os dos senadores tucanos Sérgio Guerra (PE), atual presidente do PSDB, e Tasso Jereissati (CE), ex-presidente da sigla, que correm o risco de não voltar ao Senado. Os percalços eleitorais também abrangem senadores governistas, como Renan Calheiros (PMDB-AL), que provavelmente terá de encarar como adversários na corrida pelo Senado o ex-governador Ronaldo Lessa (PSB) e a candidata à Presidência pelo PSOL em 2006, Heloisa Helena.
O enfraquecimento de cabeças coroadas da política é mais visível no Nordeste, onde tradicionalmente os governadores são responsáveis pela eleição de senadores. Depois de governar Pernambuco por oito anos consecutivos, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), que tem mais cinco anos de mandato, é pressionado a sair candidato ao governo do Estado. O motivo é que a candidatura do peemedebista seria o caminho mais tranquilo para alavancar a eleição tanto de Sérgio Guerra quanto do ex-vice-presidente Marco Maciel (DEM-PE).
Com dificuldade para se reeleger ao Senado, os dois torcem para que Jarbas dispute o governo do Estado e, com isso, ganhem um palanque forte. Afinal, ambos terão como adversários o ex-prefeito de Recife, o petista João Paulo, e o deputado Armando Monteiro (PTB). Com mandato desde 1971, Maciel é o que tem mais “recall” junto ao eleitorado. Já o senador tucano é o que dispõe da maior estrutura partidária no Estado, mas sem o palanque de Jarbas enfrenta dificuldade de se reeleger para o Senado.
COMENTO
"Meus prezados amigos e leitores, conforme o título desta postagem, o caminho mais curto para corrupção é o poder. Principalmente quando este é exercido de forma arbitrária, por alguém sem caráter, sem formação e sem preparo. Ou ainda por alguém que passou a vida inteira sem trabalhar, só por ter um dedo a menos, passou toda sua vida em cima de carro de som vociferando e excitando os trabalhadores principalmente os metalúrgicos a fazerem greves no ABCD paulista.
Estamos diante da maior bandidagem e corrupção da história da nossa república, desde que Cabral aqui pisou pela primeira vez, nunca houve uma facção tão exacerbadamente corrupta no nosso Brasil.
Nunca antes na história deste país, teve um governo tão comprometido, com a bandidagem de todas as formas, corrupção de todos os jeitos, safadeza molusquiana, em todos os níveis possíveis e imagináveis.
Nosso país está sem rumo, prescisamos de um 'bom timoneiro', para nos conduzir a um porto seguro, visto que estamos totalmente à matroca e estamos sendo levados pelos ventos que sopram em todas as direções e que podem nos jogar em cima dos arrecifes, onde naufragaremos de uma vez por toda.
Esse governo que não respeita a constituição, já conseguiu destruir as Forças Armadas e os militares, agora ele vai destruir o resto do país, isso com a leniência das autoridades que estão coniventes com tantas bandidagens".
No Globo:
Mesmo com a queda na arrecadação de R$ 56,7 bilhões até agosto, o ritmo de aprovação de leis criando cargos e funções comissionadas no âmbito dos três Poderes continuou acelerado em 2009, segundo reportagem de Cristiane Jungblut na edição desta terça-feira do jornal O GLOBO.
Só este ano, segundo levantamento do deputado tucano Arnaldo Madeira (SP), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já sancionou 25 leis que aumentam despesas com criação de cargos ou funções comissionadas - os projetos foram enviados nos últimos anos. A política do governo Lula de ampliar a estrutura do funcionalismo resultou no ingresso de 57,1 mil novos servidores no Executivo entre 2003 e 2009. Para o mesmo período, o governo autorizou a criação, por concurso público, de 160.701 vagas.
Segundo a reportagem, os cálculos do tucano apontam que as 25 leis sancionadas este ano têm um impacto financeiro de R$ 7,24 bilhões, já que elas preveem a criação de 26,1 mil vagas, sendo 14,4 mil no Poder Executivo (incluídas no total de 160 mil).
As vagas no Executivo foram criadas de janeiro de 2003 a maio de 2009, segundo estudo da Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento (Seges), com base em levantamento dos concursos autorizados desde 2003. Mas nem todas as vagas foram preenchidas. Segundo a Seges, do aumento líquido de 57 mil servidores (ingressos menos aposentadorias e demais exclusões), 29 mil foram destinados à Educação, sendo 14 mil professores.
Hoje, segundo dados do Planejamento, o Executivo já ultrapassou a marca do 1 milhão de servidores ativos: 543,1 mil servidores civis, 428,7 mil militares e ainda servidores de Banco Central, Ministério Público da União e empresas públicas. Ao todo, a União chega a 1,13 milhão de servidores, se contabilizados os 93,8 mil do Poder Judiciário e os 24,6 mil do Legislativo. O quadro total da União pula para 2,1 milhões quando são incluídos os aposentados e pensionistas dos três Poderes.
Mais bandidagem, Retenção de fundos bate recorde
Por Renato Andrade, no Estadão:
O expediente utilizado pelo governo para preservar o caixa federal, retendo parte do dinheiro destinado para os chamados fundos especiais, não é inédito. O valor retido, entretanto, tem aumentado. Em 2007, o Poder Executivo administrava 43 fundos especiais, de acordo com dados do Tribunal de Contas da União (TCU). Desse total, dez acumularam R$ 4,5 bilhões a mais do que as despesas registradas no ano, quando o setor público fez um superávit primário de pouco mais de R$ 101 bilhões.
Em 2008, a mão do governo foi mais pesada. Dos 42 fundos existentes, 22 fecharam o exercício com saldo positivo. A diferença entre receitas e despesas garantiu aos cofres do Tesouro Nacional mais de R$ 29 bilhões, ou 25% do superávit primário apurado naquele ano, que foi de R$ 118 bilhões, de acordo com dados do Banco Central.
Considerando os registros do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi), o volume de retenções esse ano pode bater novo recorde, já que o número de fundos atingidos aumentou e o volume de recursos retidos equivale a quase um quarto da economia feita por todo o setor público para o pagamento dos juros da dívida.
O desempenho do Fundo de Garantia para Promoção da Competitividade (FGPC) é um bom exemplo de como o governo tem manobrado os recursos do Orçamento para garantir dinheiro suficiente para o cumprimento da meta fiscal. Até agora, o FGPC acumula R$ 68,1 milhões em receitas, mas os gastos neste nove meses foram de apenas R$ 2 milhões. A previsão de receitas para o fundo em 2009 é de R$ 89,7 milhões.
Alguns fundos são considerados até mesmo por técnicos do executivo como uma espécie de reserva estratégia do governo.
O exemplo mais clássico é o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust). Desde sua criação, em 2000, nenhum real alocado para o Fust foi utilizado para atender os objetivos fixados. Este ano, as receitas do fundo já somam R$ 1,5 bilhão.
Mais bandidagem 2, Fundos são usados para fazer caixa
Por Renato Andrade, no Estadão:
O corrupto governo tem usado parte do dinheiro destinado para alguns fundos especiais, administrados pelo Poder Executivo, para engordar o caixa e garantir o cumprimento da meta fiscal. A contenção de recursos desses fundos, que em tese são criados para garantir o atendimento de projetos e serviços considerados prioritários, vem crescendo. Somente este ano, o valor retido representa quase 24% do superávit primário acumulado por todo o setor público.
De acordo com levantamento feito pelo Estado, com base em dados do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal, apurados pela liderança do Democratas, dos 51 fundos do Poder Executivo checados, 29 estão com sobra de receitas. A diferença acumulada até setembro já ultrapassa os R$ 10 bilhões.
O valor é expressivo, considerando que de janeiro a agosto União, Estados, municípios e empresas estatais dessas três esferas de poder economizaram R$ 43,477 bilhões para o pagamento de juros da dívida pública, o chamado superávit primário.
A constituição dos fundos do Poder Executivo segue regra fixada por uma lei de 1964. O objetivo é assegurar receitas que, por lei, se vinculam à realização de determinados objetivos ou serviços. Quando o dinheiro não é utilizado, ele é automaticamente destinado para o chamado superávit primário.
A lista inclui o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), uma das principais fontes de receita para as operações de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Fundo do Regime Geral de Previdência (FRGPS), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e até outros menos conhecidos, como o Fundo da Marinha Mercante. É em cima dos fundos menos conhecidos que o governo segura a maior parte do dinheiro.
O uso indevido dos fundos especiais é mais uma das medidas tomadas pelo governo para tentar manter recursos dentro do caixa e cumprir seu compromisso fiscal. Para engordar os cofres, o governo já decidiu este ano exigir um pagamento maior de dividendos por parte das empresas estatais, transferiu para o Tesouro Nacional depósitos judiciais que estavam recolhidos em bancos, além de determinar o retorno de R$ 4,2 bilhões em subsídios pagos nos empréstimos do Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND).
Na semana passada, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu que a Receita Federal do Brasil está retardando o pagamento das restituições do Imposto de Renda das pessoas físicas para segurar o dinheiro nos cofres públicos, afetando diretamente o bolso da classe média. Diante do desgaste provocado, o governo estuda a possibilidade de ampliar os dois últimos lotes de restituição deste ano, que serão pagos em novembro e dezembro.
"Estrelas bandidas e corruptas do Senado correm risco de não se reeleger"
Por Eugênia Lopes, no Estadão:
Como se não bastasse a crise que desmoralizou o Senado neste ano, as eleições de 2010 ameaçam tirar o brilho de antigas estrelas da política nacional, que enfrentam dificuldade para se reeleger. Os obstáculos atingem em cheio senadores de todos os partidos que estão sendo obrigados a fazer arranjos políticos para garantir, ao mesmo tempo, sua sobrevivência e a eleição nos Estados.
Na oposição, há casos emblemáticos como os dos senadores tucanos Sérgio Guerra (PE), atual presidente do PSDB, e Tasso Jereissati (CE), ex-presidente da sigla, que correm o risco de não voltar ao Senado. Os percalços eleitorais também abrangem senadores governistas, como Renan Calheiros (PMDB-AL), que provavelmente terá de encarar como adversários na corrida pelo Senado o ex-governador Ronaldo Lessa (PSB) e a candidata à Presidência pelo PSOL em 2006, Heloisa Helena.
O enfraquecimento de cabeças coroadas da política é mais visível no Nordeste, onde tradicionalmente os governadores são responsáveis pela eleição de senadores. Depois de governar Pernambuco por oito anos consecutivos, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), que tem mais cinco anos de mandato, é pressionado a sair candidato ao governo do Estado. O motivo é que a candidatura do peemedebista seria o caminho mais tranquilo para alavancar a eleição tanto de Sérgio Guerra quanto do ex-vice-presidente Marco Maciel (DEM-PE).
Com dificuldade para se reeleger ao Senado, os dois torcem para que Jarbas dispute o governo do Estado e, com isso, ganhem um palanque forte. Afinal, ambos terão como adversários o ex-prefeito de Recife, o petista João Paulo, e o deputado Armando Monteiro (PTB). Com mandato desde 1971, Maciel é o que tem mais “recall” junto ao eleitorado. Já o senador tucano é o que dispõe da maior estrutura partidária no Estado, mas sem o palanque de Jarbas enfrenta dificuldade de se reeleger para o Senado.
COMENTO
"Meus prezados amigos e leitores, conforme o título desta postagem, o caminho mais curto para corrupção é o poder. Principalmente quando este é exercido de forma arbitrária, por alguém sem caráter, sem formação e sem preparo. Ou ainda por alguém que passou a vida inteira sem trabalhar, só por ter um dedo a menos, passou toda sua vida em cima de carro de som vociferando e excitando os trabalhadores principalmente os metalúrgicos a fazerem greves no ABCD paulista.
Estamos diante da maior bandidagem e corrupção da história da nossa república, desde que Cabral aqui pisou pela primeira vez, nunca houve uma facção tão exacerbadamente corrupta no nosso Brasil.
Nunca antes na história deste país, teve um governo tão comprometido, com a bandidagem de todas as formas, corrupção de todos os jeitos, safadeza molusquiana, em todos os níveis possíveis e imagináveis.
Nosso país está sem rumo, prescisamos de um 'bom timoneiro', para nos conduzir a um porto seguro, visto que estamos totalmente à matroca e estamos sendo levados pelos ventos que sopram em todas as direções e que podem nos jogar em cima dos arrecifes, onde naufragaremos de uma vez por toda.
Esse governo que não respeita a constituição, já conseguiu destruir as Forças Armadas e os militares, agora ele vai destruir o resto do país, isso com a leniência das autoridades que estão coniventes com tantas bandidagens".
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
ABOMINÁVEIS PETRALHAS RIDÍCULOS E PERIGOSOS
Por Reinaldo Azevedo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que ainda vai ganhar o Prêmio Nobel de Literatura — uma homenagem à sua obra de ficção —, deu uma entrevista em que sugere que houve sabotagem no vazamento da prova do Enem. Deixou no ar a suspeita de que foi uma tramóia política, coisa dos adversários do seu governo. Vai ver um daqueles rapazes que tentaram vender a prova tem uma tia cuja vizinha é cunhada do primo do irmão de um motorista que freqüenta a mesma roda de pagode da faxineira da sede do PSDB. Taí uma relação que tem de ser investigada! Lula só não admitiu que a incompetência é de Fernando Haddad, o Megalomimoso, que pretendeu fazer um dos maiores vestibulares do Planeta com o mesmo nível de segurança com que se faz uma rifa no PT.
O MST, o braço mais radical do lulo-petismo, atribuiu a agentes infiltrados aquelas barbaridades perpetradas da fazenda da Cutrale. Não fossem estes baderneiros, aquilo não teria acontecido porque sabemos que a turma comandada por João Pedro Stedile (ver posts abaixo) é essencialmente pacífica. Não sei, não… Vai ver os radicais de FHC conseguiriam furar o cinturão de segurança do MST. Vocês sabem: quando é para radicalizar, os tucanos são exemplares.
No Rio, a população padece as agruras de um dos sistemas de transportes mais caóticos da terra. Não pega bem, eu sei. O paraíso está logo ali, em 2016. É chato ficar vendendo uma cidade futurista, com um povo sorridente, feliz e sestroso, e ver o socialismo moreno naquela penúria. Antigamente, isso renderia tanta música do Chico Buarque!!! Haveria tantos desdentados vertendo o seu lirismo de contestação, espremidos em vagões fétidos ou errando, em massa, pelos trilhos…
Isso é coisa de antigamente, de quando, como escreve Diogo Mainardi em sua coluna desta semana, Marilena Chaui considerava o nacionalismo uma construção ideológica “dazelite”. Agora, não! O patriotismo foi “socializado” pelo povo. Não venham dizer que o sistema de transporte é uma xyzwhijp! Se deu problema, só pode ser… sabotagem! É coisa de gente descontente com as Olimpíadas de 2016.
Bem, fomos descobertos! Ricardo Kotscho, o Amaral Netto da pororoca lulista, já nos denunciou. Terei de confessar. Fraudei a prova do Enem; Diogo sabotou os trens, e temos um Cabo Anselmo infiltrado no MST. Diogo é experiente nesse negócio. Com 16 anos, foi flagrado depredando bancos. O negócio dele é a ação direta. Eu, que fui trotskista quando criança, acho que é preciso acirrar as contradições de classe, tentando fraturar este bloco formado pela burguesia nacional, pelo capitalismo financeiro globalizado e pela craçe trabaiadora. Não quero a burguesia e os bancos metidos com bolcheviques como aquele Sérgio Rosa, que preside a Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, e que Eike Batista (ex-Luma de Oliveira) quer na presidência da Vale… Acho que isso atrapalha o esforço para aperfeiçoar o nosso sistema de exclusão social.
A vigarice, como se nota, não tem mesmo limites. Petistas e apaniguados são a exata expressão da caricatura que as esquerdas faziam do Regime Militar. Na boca destes novos patriotas, o “Ame-o ou deixe-o” virou poesia nacionalista; lá no cocho do Kotscho, por exemplo, não se ajoelhar diante da divindade eneadáctila é assim como estar possuído por “ideologias estranhas à índole patriótica do nosso povo”. O próximo passo será formar milícias nacionalistas para exorcizar os recalcitrantes na base do porrete.
O Brasil está cheio de sabotadores, sim. De sabotadores da democracia. Que esperam continuar no poder para levar adiante o seu projeto. No entorno de Lula já há gente chamando de “histórica” a lei proposta pelos Kirchners para tentar quebrar a espinha da imprensa.
COMENTO
Prezados amigos, não nos enganemos. Essa gente suja é: abominável ridícula, perigosa, bandida, pernóstica e nociva a democracia brasileira.
As maluquices de Stedile, o chefão do MS(P)T O comandante do braço armado Lulo-molusquiano-petralha.
Por Eduardo Scolese, na Folha.
João Pedro Stedile, 55, da direção nacional do MST, afirma que o movimento não perdeu o foco, que condena todo o tipo de “vandalismo” e que o presidente Lula está “mal informado”, numa referência à declaração do petista na qual chamou exatamente de “vandalismo” a ação do movimento numa área de plantação de laranja no interior de São Paulo. Em entrevista à Folha Stedile minimiza a derrubada dos pés de laranja na área da Cutrale, pois, segundo ele, a produção seria destinada à exportação, e não para a mesa dos brasileiros.
Oposição fraca, Medíocre e apática, cobra apuração de ingerência da Família Sarney em ministério que cuida do pré-sal
Na Folha:
A revelação feita pela Folha de que o executivo Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney, e o apadrinhado do clã maranhense Silas Rondeau interferem com desenvoltura na agenda do ministro Edison Lobão (Minas e Energia) fez a oposição cobrar uma apuração da Polícia Federal e do Ministério Público para saber se o titular da pasta não cometeu crime.
Do ponto ponto de vista administrativo, dizem os parlamentares ouvidos pela reportagem, deve-se observar se Lobão eventualmente ultrapassou os limites de conduta ética que deve observar no exercício do cargo, uma análise que deverá ser feita pela Comissão de Ética da Alta Administração Federal.
“Se há corruptores, há corruptos. Sem a participação de um servidor esse é um círculo que não se completa. Trata-se de um esquema que funciona necessariamente em duas pontas, o que deve ser investigado em qualquer esfera do governo”, afirmou o senador Alvaro Dias (PSDB-PR).
Segundo o tucano, a investigação “neste caso é ainda mais urgente, porque estamos falando do ministério do pré-sal, que é uma riqueza que o governo superdimensiona. Portanto tem que superdimensionar a vigilância também”.
De acordo com o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), Lobão “deverá responder pelo crime de responsabilidade, na condição de ministro de Estado. Na esfera administrativa, como está licenciado do Senado [tem mandato eletivo pelo PMDB do Maranhão], deverá se submeter à Comissão de Ética do Executivo”.
A próxima reunião da comissão, que pode atuar por meio de ofício ou por representação, é no final deste mês. Em regra, as notícias com esse perfil são analisadas pelo grupo, de sete membros, que decide, sob sigilo, se cabe ou não abertura de processo para avaliar a conduta do servidor em questão.
Comandante Dilma, aliada de Sarney, pede cautela
Na Folha:
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) afirmou ontem em Belém (PA) que é preciso ter “cautela” em relação à revelação feita pela Folha de que o executivo Fernando Sarney, filho do senador José Sarney (PMDB-AP), interferia na agenda do ministro Edison Lobão (Minas e Energia).
“Acho que cautela e caldo de galinha não fazem mal para ninguém”, disse. “Porque no Brasil nós temos o hábito de pegar uma denúncia qualquer e sair condenando. Acho que tem que ouvir as partes, ouvir as explicações antes de a gente sair por aí condenando”, completou.
A ministra ressaltou, porém, que, por causa dos compromissos em Belém, não havia tido tempo de ler a reportagem.
Escutas telefônicas feitas com autorização da Justiça pela Polícia Federal mostram Fernando Sarney e o ex-ministro de Minas e Energia Silas Rondeau, ligado aos Sarney, marcando reuniões e orientando Lobão sobre o que dizer a empresários.
Dilma faz campanha em procissão, ouve governadora ser chamada de “safada” e que “sua hora vai chegar”
Por Angela Lacerda, no Estadão.
A digamos "ministra da Casa Civil", Dilma Rousseff, aproveitou ontem a procissão do Círio de Nazaré, que reuniu 2 milhões de pessoas, em Belém, para fazer propaganda da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ao ver que o tema tinha receptividade, a pré-candidata à Presidência passou a falar de um dos principais programas sociais, o Minha Casa, Minha Vida.
“Fico muito satisfeita com o fato de termos feito o programa Minha Casa, Minha Vida, porque é visível aqui a importância que as pessoas atribuem à casa, como o local fundamental para qualquer pessoa ter segurança, criar seus filhos, desenvolver suas relações afetivas, enfim, ter um teto para desfrutar todos os momentos da vida - os bons e os ruins”, declarou.
Dilma lembrou que a meta do programa é entregar 1 milhão de casas para famílias com renda de até 10 salários mínimos. Juntamente com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Minha Casa, Minha Vida deverá ser um dos projetos mais explorados pela ministra na disputa eleitoral de 2010.
Ao assistir à manifestação religiosa em Belém, que considerou uma das maiores do mundo, Dilma disse ter ficado impressionada com o fato de muita gente levar miniaturas de casas e tijolos. “Perguntei a duas pessoas que carregavam as miniaturas se era por agradecimento ou pedido. Uma respondeu que era por agradecimento, outra por promessa para conseguir uma casa.”
No palanque do governo estadual, montado em um órgão público no percurso da procissão, Dilma presenciou um protesto contra a governadora Ana Julia Carepa (PT). Os manifestantes cobraram do governo do Estado “saúde” e “segurança” e chamaram a governadora de “safada”. Logo em seguida, o mesmo grupo gritou: “Dilma/pode esperar/a sua hora vai chegar.”
Os manifestantes integravam o numeroso grupamento de pessoas que, com grande esforço, acompanha o Círio de Nazaré segurando uma corda de 800 metros de comprimento - outra tradição da cerimônia, que ocorre há 217 anos. Descalços, eles disputam o lugar na corda. Muitos desmaiam durante a procissão.
EMPRESÁRIO CORRUPTO, EIKE BATISTA: Apareceu o PTtriota bilionário para tentar tomar a Vale. É a facção do PT e sua tentação chinesa!;
Por Reinaldo Azevedo
Poucos se lembram de que o Lula caroável, afável, bonachão, esconde uma personalidade política vingativa, que não esquece jamais um desafeto. Pode fazer as pazes? Pode! Mas ele só aceita a paz do fraco — isto é, o “arrependido” precisa beijar a sua mão e não aspirar a mais nada a não ser à subordinação a seu projeto político. Foi assim que esmagou no passado lideranças de seu próprio partido. Geraldo Alckmin (PSDB), que disputou com ele a Presidência em 2006, mereceu a alcunha, imaginem!, de “troglodita”. O seu pecado? Disse que Lula estava errado em algumas coisas. Quem está na mira é Roger Agnelli, presidente da Vale. E o instrumento da vendeta é o reluzente e coruscante Eike Batista, que saiu da coleira de Luma de Oliveira para entrar na história.
Todos conhecem o enredo. Os petistas sempre quiseram meter a mão grande na Vale para, sem trocadilho, valer. Embora o partido, por intermédio dos fundos de pensão, influam na companhia — e, portanto, a gigante da mineração é apenas mais ou menos privada —, a idéia sempre foi dar as cartas por lá. A “marolinha” indispôs Agnelli com Lula e com o PT. O presidente considera que ele não foi “PTtriota” o bastante ao demitir funcionários e cortar investimentos — atendendo, vejam que absurdo!, às necessidades da companhia. Reacendeu-se o velho desejo. E o que era uma vaga intenção virou um plano. E o projeto está na rua.
Eike Batista ocupa hoje generoso espaço nos dois principais jornais de São Paulo. Na Folha, na forma de um perfil-entrevista, com um pé em Caras e outro no jornalismo de negócios e um pouco de astrologia. No Estadão, numa entrevista convencional. Como se vê, entrevistados e entrevistadores não deram nem exigiram exclusividade. É a Operação-Vale em ação. Ao Estadão, Eike até diz quem é seu candidato a presidir a mineradora: Sérgio Rosa, presidente da Previ — o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil. O mesmo Rosa que foi aliado do petismo na luta de foice que se travou, a partir de determinado momento, entre Daniel Dantas e o partido — ou grande parcela dele — pelo controle da Brasil Telecom. O banqueiro acabou, no fim da história, levando uma bolada. Mas teve de cair fora da empresa.
O PT conseguiu criar uma espécie de “ente” que gerencia o capitalismo brasileiro. O partido tem hoje o domínio do estado, dos bancos públicos e dos fundos de pensão e vê o setor privado como mero instrumento de suas demandas. Mesmo que perca as eleições no ano que vem, seu poder continuará gigantesco. Os setores do empresariado que se aproximaram do lulo-petismo sonhando mudar a sua natureza estão percebendo que foram essencialmente inocentes — para não dizer estúpidos. É evidente que o PT não é socialista ao velho estilo — aquele socialismo que morreu com a União Soviética. O que não quer dizer que não seja autoritário. Os petistas entendem o seu partido como o ente que substitui a sociedade e os controles formais do estado democrático. Seu horizonte político e moral é a ditadura dos virtuosos — eles se acham virtuosos…
Segue um trecho da entrevista de Eike Batista ao Estadão. Não sei se Agnelli cai. Se cair, que os empresários se preparem. A depender do futuro, ele é só primeiro. Eike é, assim, o instrumento da tentação chinesa do PT.
Que se registre: um empresário anunciar a investida para comprar participação numa empresa, repetindo rigorosamente o discurso do presidente da República e já declarando qual é seu candidato a presidir a companhia — não por acaso, um homem do PT —, é coisa obviamente inédita na história do Brasil e, acredito, na do capitalismo. Nunca antes nestepaiz ou nestemundo…
*
Por Irany Tereza e David Friedlander:
Depois de meses fugindo do assunto e de muitas respostas genéricas, o empresário Eike Batista finalmente revela detalhes de seu interesse pela Vale, a maior produtora de minério de ferro do mundo. Disse que pode voltar a negociar com o Bradesco, mas no momento está de olho na compra de um lote das ações que a Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil) tem na mineradora. “É pequeno, mas, para sentar ali no conselho e direcionar, acho fantástico”, afirmou ao Estado e à AE Broadcast, na sexta-feira.
Com um discurso igual ao do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Eike criticou a administração da Vale por investir fora do País e disse que gostaria de ter Sérgio Rosa, presidente da Previ, no lugar de Roger Agnelli, atual presidente da Vale. “Honestamente, por mim, comprar uma participação, ter o Sérgio Rosa (presidente da Previ) administrando essa companhia, com a gente podendo dar um input do que fazer (participar da gestão estratégica) já está de bom tamanho. É ajudar o Brasil”, afirma. A seguir, a entrevista.
O sr. acha que vai conseguir comprar um pedaço da Vale?
A Vale é o sonho de qualquer minerador. Ela poderia fazer investimentos para agregar valor aos produtos que exporta. E pode também ser um instrumento para dar eficiência à logística do País. Olhando de fora, enxergo na Vale diamantes não polidos a rodo.
Como foi a negociação para comprar a participação do Bradesco na Vale?
Foi uma conversa, não houve um proposta firme, por escrito. Foi só conceito, tipo eu tô aqui!. Houve a conversa e a resposta de volta (o Bradesco não quis vender).
Não houve uma proposta?
Olha, nosso interesse é falar o menos possível. Apenas dizer que existe o interesse estratégico, sim. A gente acha que agregaria valor ao ativo, que seria bom para o Estado, para os fundos de pensão, que são os maiores acionistas, porque a gente sabe criar valor. Honestamente, por mim, comprar uma participação, ter o Sérgio Rosa (presidente da Previ) administrando essa companhia, com a gente podendo dar um input do que fazer (participar da gestão estratégica) já está de bom tamanho. É ajudar o Brasil.
Essa é a intenção? Ter o Sérgio Rosa no comando?
Sim. Estou falando em tese.
Nas suas empresas, o sr. tem o controle. Aceitaria entrar entrar numa empresa onde o controle está nas mãos dos outros?
Quando a gente conversa com autoridades, eu sempre digo assim: é para usar o chapéu de empresário que quer ganhar dinheiro ou do empresário que pensa no Brasil? Aqui a gente estaria pensando no Brasil, participando da gestão. Enxergaram isso aqui? Viram aquilo lá? Poder avaliar quando chegar uma proposta para comprar alguma coisa.
COMENTO
Amigos, petistas são todos iguais, bandidos por natureza, seja político, chefe de facção ou empresário, não faz nenhuma diferença. Principalmente esses bandios que estão no poder do país para locupletar-se do erário público, são os piores e mais danosos para a nossa nação.
Esse digamos "empresário", Eike Batista é da mesma laia de Daniel Dantas, jogam no mesmo time, é só pesquisar as banidagens, que essa dupla já fizeram no passado, vai ver que, é só mais corrupto entre tantos no Brasil e com a leniência desta facção exacerbadamente criminosa e danosa que está no poder da República.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que ainda vai ganhar o Prêmio Nobel de Literatura — uma homenagem à sua obra de ficção —, deu uma entrevista em que sugere que houve sabotagem no vazamento da prova do Enem. Deixou no ar a suspeita de que foi uma tramóia política, coisa dos adversários do seu governo. Vai ver um daqueles rapazes que tentaram vender a prova tem uma tia cuja vizinha é cunhada do primo do irmão de um motorista que freqüenta a mesma roda de pagode da faxineira da sede do PSDB. Taí uma relação que tem de ser investigada! Lula só não admitiu que a incompetência é de Fernando Haddad, o Megalomimoso, que pretendeu fazer um dos maiores vestibulares do Planeta com o mesmo nível de segurança com que se faz uma rifa no PT.
O MST, o braço mais radical do lulo-petismo, atribuiu a agentes infiltrados aquelas barbaridades perpetradas da fazenda da Cutrale. Não fossem estes baderneiros, aquilo não teria acontecido porque sabemos que a turma comandada por João Pedro Stedile (ver posts abaixo) é essencialmente pacífica. Não sei, não… Vai ver os radicais de FHC conseguiriam furar o cinturão de segurança do MST. Vocês sabem: quando é para radicalizar, os tucanos são exemplares.
No Rio, a população padece as agruras de um dos sistemas de transportes mais caóticos da terra. Não pega bem, eu sei. O paraíso está logo ali, em 2016. É chato ficar vendendo uma cidade futurista, com um povo sorridente, feliz e sestroso, e ver o socialismo moreno naquela penúria. Antigamente, isso renderia tanta música do Chico Buarque!!! Haveria tantos desdentados vertendo o seu lirismo de contestação, espremidos em vagões fétidos ou errando, em massa, pelos trilhos…
Isso é coisa de antigamente, de quando, como escreve Diogo Mainardi em sua coluna desta semana, Marilena Chaui considerava o nacionalismo uma construção ideológica “dazelite”. Agora, não! O patriotismo foi “socializado” pelo povo. Não venham dizer que o sistema de transporte é uma xyzwhijp! Se deu problema, só pode ser… sabotagem! É coisa de gente descontente com as Olimpíadas de 2016.
Bem, fomos descobertos! Ricardo Kotscho, o Amaral Netto da pororoca lulista, já nos denunciou. Terei de confessar. Fraudei a prova do Enem; Diogo sabotou os trens, e temos um Cabo Anselmo infiltrado no MST. Diogo é experiente nesse negócio. Com 16 anos, foi flagrado depredando bancos. O negócio dele é a ação direta. Eu, que fui trotskista quando criança, acho que é preciso acirrar as contradições de classe, tentando fraturar este bloco formado pela burguesia nacional, pelo capitalismo financeiro globalizado e pela craçe trabaiadora. Não quero a burguesia e os bancos metidos com bolcheviques como aquele Sérgio Rosa, que preside a Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, e que Eike Batista (ex-Luma de Oliveira) quer na presidência da Vale… Acho que isso atrapalha o esforço para aperfeiçoar o nosso sistema de exclusão social.
A vigarice, como se nota, não tem mesmo limites. Petistas e apaniguados são a exata expressão da caricatura que as esquerdas faziam do Regime Militar. Na boca destes novos patriotas, o “Ame-o ou deixe-o” virou poesia nacionalista; lá no cocho do Kotscho, por exemplo, não se ajoelhar diante da divindade eneadáctila é assim como estar possuído por “ideologias estranhas à índole patriótica do nosso povo”. O próximo passo será formar milícias nacionalistas para exorcizar os recalcitrantes na base do porrete.
O Brasil está cheio de sabotadores, sim. De sabotadores da democracia. Que esperam continuar no poder para levar adiante o seu projeto. No entorno de Lula já há gente chamando de “histórica” a lei proposta pelos Kirchners para tentar quebrar a espinha da imprensa.
COMENTO
Prezados amigos, não nos enganemos. Essa gente suja é: abominável ridícula, perigosa, bandida, pernóstica e nociva a democracia brasileira.
As maluquices de Stedile, o chefão do MS(P)T O comandante do braço armado Lulo-molusquiano-petralha.
Por Eduardo Scolese, na Folha.
João Pedro Stedile, 55, da direção nacional do MST, afirma que o movimento não perdeu o foco, que condena todo o tipo de “vandalismo” e que o presidente Lula está “mal informado”, numa referência à declaração do petista na qual chamou exatamente de “vandalismo” a ação do movimento numa área de plantação de laranja no interior de São Paulo. Em entrevista à Folha Stedile minimiza a derrubada dos pés de laranja na área da Cutrale, pois, segundo ele, a produção seria destinada à exportação, e não para a mesa dos brasileiros.
Oposição fraca, Medíocre e apática, cobra apuração de ingerência da Família Sarney em ministério que cuida do pré-sal
Na Folha:
A revelação feita pela Folha de que o executivo Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney, e o apadrinhado do clã maranhense Silas Rondeau interferem com desenvoltura na agenda do ministro Edison Lobão (Minas e Energia) fez a oposição cobrar uma apuração da Polícia Federal e do Ministério Público para saber se o titular da pasta não cometeu crime.
Do ponto ponto de vista administrativo, dizem os parlamentares ouvidos pela reportagem, deve-se observar se Lobão eventualmente ultrapassou os limites de conduta ética que deve observar no exercício do cargo, uma análise que deverá ser feita pela Comissão de Ética da Alta Administração Federal.
“Se há corruptores, há corruptos. Sem a participação de um servidor esse é um círculo que não se completa. Trata-se de um esquema que funciona necessariamente em duas pontas, o que deve ser investigado em qualquer esfera do governo”, afirmou o senador Alvaro Dias (PSDB-PR).
Segundo o tucano, a investigação “neste caso é ainda mais urgente, porque estamos falando do ministério do pré-sal, que é uma riqueza que o governo superdimensiona. Portanto tem que superdimensionar a vigilância também”.
De acordo com o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), Lobão “deverá responder pelo crime de responsabilidade, na condição de ministro de Estado. Na esfera administrativa, como está licenciado do Senado [tem mandato eletivo pelo PMDB do Maranhão], deverá se submeter à Comissão de Ética do Executivo”.
A próxima reunião da comissão, que pode atuar por meio de ofício ou por representação, é no final deste mês. Em regra, as notícias com esse perfil são analisadas pelo grupo, de sete membros, que decide, sob sigilo, se cabe ou não abertura de processo para avaliar a conduta do servidor em questão.
Comandante Dilma, aliada de Sarney, pede cautela
Na Folha:
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) afirmou ontem em Belém (PA) que é preciso ter “cautela” em relação à revelação feita pela Folha de que o executivo Fernando Sarney, filho do senador José Sarney (PMDB-AP), interferia na agenda do ministro Edison Lobão (Minas e Energia).
“Acho que cautela e caldo de galinha não fazem mal para ninguém”, disse. “Porque no Brasil nós temos o hábito de pegar uma denúncia qualquer e sair condenando. Acho que tem que ouvir as partes, ouvir as explicações antes de a gente sair por aí condenando”, completou.
A ministra ressaltou, porém, que, por causa dos compromissos em Belém, não havia tido tempo de ler a reportagem.
Escutas telefônicas feitas com autorização da Justiça pela Polícia Federal mostram Fernando Sarney e o ex-ministro de Minas e Energia Silas Rondeau, ligado aos Sarney, marcando reuniões e orientando Lobão sobre o que dizer a empresários.
Dilma faz campanha em procissão, ouve governadora ser chamada de “safada” e que “sua hora vai chegar”
Por Angela Lacerda, no Estadão.
A digamos "ministra da Casa Civil", Dilma Rousseff, aproveitou ontem a procissão do Círio de Nazaré, que reuniu 2 milhões de pessoas, em Belém, para fazer propaganda da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ao ver que o tema tinha receptividade, a pré-candidata à Presidência passou a falar de um dos principais programas sociais, o Minha Casa, Minha Vida.
“Fico muito satisfeita com o fato de termos feito o programa Minha Casa, Minha Vida, porque é visível aqui a importância que as pessoas atribuem à casa, como o local fundamental para qualquer pessoa ter segurança, criar seus filhos, desenvolver suas relações afetivas, enfim, ter um teto para desfrutar todos os momentos da vida - os bons e os ruins”, declarou.
Dilma lembrou que a meta do programa é entregar 1 milhão de casas para famílias com renda de até 10 salários mínimos. Juntamente com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Minha Casa, Minha Vida deverá ser um dos projetos mais explorados pela ministra na disputa eleitoral de 2010.
Ao assistir à manifestação religiosa em Belém, que considerou uma das maiores do mundo, Dilma disse ter ficado impressionada com o fato de muita gente levar miniaturas de casas e tijolos. “Perguntei a duas pessoas que carregavam as miniaturas se era por agradecimento ou pedido. Uma respondeu que era por agradecimento, outra por promessa para conseguir uma casa.”
No palanque do governo estadual, montado em um órgão público no percurso da procissão, Dilma presenciou um protesto contra a governadora Ana Julia Carepa (PT). Os manifestantes cobraram do governo do Estado “saúde” e “segurança” e chamaram a governadora de “safada”. Logo em seguida, o mesmo grupo gritou: “Dilma/pode esperar/a sua hora vai chegar.”
Os manifestantes integravam o numeroso grupamento de pessoas que, com grande esforço, acompanha o Círio de Nazaré segurando uma corda de 800 metros de comprimento - outra tradição da cerimônia, que ocorre há 217 anos. Descalços, eles disputam o lugar na corda. Muitos desmaiam durante a procissão.
EMPRESÁRIO CORRUPTO, EIKE BATISTA: Apareceu o PTtriota bilionário para tentar tomar a Vale. É a facção do PT e sua tentação chinesa!;
Por Reinaldo Azevedo
Poucos se lembram de que o Lula caroável, afável, bonachão, esconde uma personalidade política vingativa, que não esquece jamais um desafeto. Pode fazer as pazes? Pode! Mas ele só aceita a paz do fraco — isto é, o “arrependido” precisa beijar a sua mão e não aspirar a mais nada a não ser à subordinação a seu projeto político. Foi assim que esmagou no passado lideranças de seu próprio partido. Geraldo Alckmin (PSDB), que disputou com ele a Presidência em 2006, mereceu a alcunha, imaginem!, de “troglodita”. O seu pecado? Disse que Lula estava errado em algumas coisas. Quem está na mira é Roger Agnelli, presidente da Vale. E o instrumento da vendeta é o reluzente e coruscante Eike Batista, que saiu da coleira de Luma de Oliveira para entrar na história.
Todos conhecem o enredo. Os petistas sempre quiseram meter a mão grande na Vale para, sem trocadilho, valer. Embora o partido, por intermédio dos fundos de pensão, influam na companhia — e, portanto, a gigante da mineração é apenas mais ou menos privada —, a idéia sempre foi dar as cartas por lá. A “marolinha” indispôs Agnelli com Lula e com o PT. O presidente considera que ele não foi “PTtriota” o bastante ao demitir funcionários e cortar investimentos — atendendo, vejam que absurdo!, às necessidades da companhia. Reacendeu-se o velho desejo. E o que era uma vaga intenção virou um plano. E o projeto está na rua.
Eike Batista ocupa hoje generoso espaço nos dois principais jornais de São Paulo. Na Folha, na forma de um perfil-entrevista, com um pé em Caras e outro no jornalismo de negócios e um pouco de astrologia. No Estadão, numa entrevista convencional. Como se vê, entrevistados e entrevistadores não deram nem exigiram exclusividade. É a Operação-Vale em ação. Ao Estadão, Eike até diz quem é seu candidato a presidir a mineradora: Sérgio Rosa, presidente da Previ — o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil. O mesmo Rosa que foi aliado do petismo na luta de foice que se travou, a partir de determinado momento, entre Daniel Dantas e o partido — ou grande parcela dele — pelo controle da Brasil Telecom. O banqueiro acabou, no fim da história, levando uma bolada. Mas teve de cair fora da empresa.
O PT conseguiu criar uma espécie de “ente” que gerencia o capitalismo brasileiro. O partido tem hoje o domínio do estado, dos bancos públicos e dos fundos de pensão e vê o setor privado como mero instrumento de suas demandas. Mesmo que perca as eleições no ano que vem, seu poder continuará gigantesco. Os setores do empresariado que se aproximaram do lulo-petismo sonhando mudar a sua natureza estão percebendo que foram essencialmente inocentes — para não dizer estúpidos. É evidente que o PT não é socialista ao velho estilo — aquele socialismo que morreu com a União Soviética. O que não quer dizer que não seja autoritário. Os petistas entendem o seu partido como o ente que substitui a sociedade e os controles formais do estado democrático. Seu horizonte político e moral é a ditadura dos virtuosos — eles se acham virtuosos…
Segue um trecho da entrevista de Eike Batista ao Estadão. Não sei se Agnelli cai. Se cair, que os empresários se preparem. A depender do futuro, ele é só primeiro. Eike é, assim, o instrumento da tentação chinesa do PT.
Que se registre: um empresário anunciar a investida para comprar participação numa empresa, repetindo rigorosamente o discurso do presidente da República e já declarando qual é seu candidato a presidir a companhia — não por acaso, um homem do PT —, é coisa obviamente inédita na história do Brasil e, acredito, na do capitalismo. Nunca antes nestepaiz ou nestemundo…
*
Por Irany Tereza e David Friedlander:
Depois de meses fugindo do assunto e de muitas respostas genéricas, o empresário Eike Batista finalmente revela detalhes de seu interesse pela Vale, a maior produtora de minério de ferro do mundo. Disse que pode voltar a negociar com o Bradesco, mas no momento está de olho na compra de um lote das ações que a Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil) tem na mineradora. “É pequeno, mas, para sentar ali no conselho e direcionar, acho fantástico”, afirmou ao Estado e à AE Broadcast, na sexta-feira.
Com um discurso igual ao do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Eike criticou a administração da Vale por investir fora do País e disse que gostaria de ter Sérgio Rosa, presidente da Previ, no lugar de Roger Agnelli, atual presidente da Vale. “Honestamente, por mim, comprar uma participação, ter o Sérgio Rosa (presidente da Previ) administrando essa companhia, com a gente podendo dar um input do que fazer (participar da gestão estratégica) já está de bom tamanho. É ajudar o Brasil”, afirma. A seguir, a entrevista.
O sr. acha que vai conseguir comprar um pedaço da Vale?
A Vale é o sonho de qualquer minerador. Ela poderia fazer investimentos para agregar valor aos produtos que exporta. E pode também ser um instrumento para dar eficiência à logística do País. Olhando de fora, enxergo na Vale diamantes não polidos a rodo.
Como foi a negociação para comprar a participação do Bradesco na Vale?
Foi uma conversa, não houve um proposta firme, por escrito. Foi só conceito, tipo eu tô aqui!. Houve a conversa e a resposta de volta (o Bradesco não quis vender).
Não houve uma proposta?
Olha, nosso interesse é falar o menos possível. Apenas dizer que existe o interesse estratégico, sim. A gente acha que agregaria valor ao ativo, que seria bom para o Estado, para os fundos de pensão, que são os maiores acionistas, porque a gente sabe criar valor. Honestamente, por mim, comprar uma participação, ter o Sérgio Rosa (presidente da Previ) administrando essa companhia, com a gente podendo dar um input do que fazer (participar da gestão estratégica) já está de bom tamanho. É ajudar o Brasil.
Essa é a intenção? Ter o Sérgio Rosa no comando?
Sim. Estou falando em tese.
Nas suas empresas, o sr. tem o controle. Aceitaria entrar entrar numa empresa onde o controle está nas mãos dos outros?
Quando a gente conversa com autoridades, eu sempre digo assim: é para usar o chapéu de empresário que quer ganhar dinheiro ou do empresário que pensa no Brasil? Aqui a gente estaria pensando no Brasil, participando da gestão. Enxergaram isso aqui? Viram aquilo lá? Poder avaliar quando chegar uma proposta para comprar alguma coisa.
COMENTO
Amigos, petistas são todos iguais, bandidos por natureza, seja político, chefe de facção ou empresário, não faz nenhuma diferença. Principalmente esses bandios que estão no poder do país para locupletar-se do erário público, são os piores e mais danosos para a nossa nação.
Esse digamos "empresário", Eike Batista é da mesma laia de Daniel Dantas, jogam no mesmo time, é só pesquisar as banidagens, que essa dupla já fizeram no passado, vai ver que, é só mais corrupto entre tantos no Brasil e com a leniência desta facção exacerbadamente criminosa e danosa que está no poder da República.
sábado, 10 de outubro de 2009
LULA E MANTEGA DOIS PETRALHAS E TRAPALHÕES PODEM RECUAR
Governo bandido, corrupto e nocivo do PT, pode recuar e pagar restituição.
Por Fabio Graner e Adriana Fernandes, no Estadão:
Diante do constrangimento gerado pela notícia que o Ministério da Fazenda está adiando as restituições do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), o governo discute a reversão da medida. A ideia é ampliar o valor dos dois últimos lotes de restituição deste ano - previstos para novembro e dezembro. Dois superlotes evitariam que as devoluções do imposto pago a mais em 2008 sejam feitas apenas em 2010. A exceção ficaria para quem foi retido na malha fina por causa de algum problema na declaração de renda.
Segundo fontes ouvidas pela Agência Estado, a economia gerada até agora pelo adiamento da devolução do IRPF, da ordem de R$ 1,5 bilhão, não seria tão significativa a ponto de compensar o desgaste político que a manobra causou ao governo.
A decisão de retardar as restituições atinge a classe média, considerada eleitoralmente sensível ao noticiário e que ajuda a formar opinião de outros eleitores. Faltando um ano para as eleições, o governo não quer provocar a ira de quem vai às urnas. Por isso, segundo uma fonte, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou insatisfeito com a decisão da Fazenda.
Lula discutiu a retenção das restituições ontem pela manhã com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, no Centro Cultural Banco do Brasil, sede provisória da Presidência. O governo considerou que a oposição fez seu papel ao criticar o adiamento, mas considerou exagerada a avaliação que houve “confisco”.
À tarde, em entrevista no Itamaraty, o corrupto presidente afirmou que o governo não tem interesse econômico ao retardar as restituições do IR. Ele argumentou que o atraso aumentará os custos do governo, pois aos pagamentos serão corrigidos pela taxa básica de juros, a Selic. “É falta de compreensão achar que o governo tenha interesse econômico de reter a restituição”, disse.
O presidente Lula Silva afirmou hoje que o governo não tem nenhum interesse em segurar as restituições do Imposto de Renda. O atraso nos pagamentos foi antecipado em reportagem da Folha e confirmado pelo ministro Guido Mantega (Fazenda) ontem.
“Nós queremos que o povo tenha dinheiro para consumir, e se tiverem dinheiro na mão quem mais vai ganhar são os índices das empresas e do comércio”, afirmou.
Lula disse que há uma falta de compreensão a interpretação de que o governo tenha interesses econômicos do atraso, disse que não é a primeira vez que isso acontece, mas que também o governo já pagou a restituição adiantada.
Segundo a Folha, de cerca de R$ 15 bilhões que seriam inicialmente devolvidos até dezembro, cerca de R$ 3 bilhões só deverão ser liberados no primeiro trimestre do ano que vem.
De junho a outubro houve um recuo de 21,7% nas restituições em comparação com igual período do ano passado –de R$ 7 bilhões para R$ 5,48 bilhões. As maiores reduções foram em agosto e setembro, quando os valores devolvidos aos contribuintes foram diminuídos a menos da metade dos números de 2008. Ontem foi liberado mais um lote de restituição, com redução de 20% em relação ao mesmo mês do ano passado.
Mantega
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu que a Receita Federal esteja demorando mais a pagar a restituição do Imposto de Renda de 2009 devido à queda na arrecadação. Segundo ele, o ajuste que foi feito é normal e não prejudica o contribuinte, já que o valor é corrigido pela Selic.
“Neste ano, existe um ajuste para que a restituição demore mais a ser feita, mas sempre o nosso critério é fazer o mais rápido possível. No ano passado, nos tínhamos uma folga orçamentária e foi feito mais rapidamente, mas este ano temos mais dificuldade”, afirmou.
O ministro negou que o foco da Receita Federal tenha mudado dos grandes contribuintes para os pequenos. “Não tem nenhuma procedência achar que mudamos o foco da Receita. Os grandes contribuintes são sempre o foco, até por uma questão de lógica.”
Molusco esteve hoje com o colega sul-africano, Jacob Zuma, com quem assinou acordos de cooperação na área de esporte e de comércio. O Brasil se comprometeu a colaborar na Copa de 2010, na África do Sul.
COMENTO
Amigos o desnorteado e desequilibrado molusco, evidencia que o corrupto e nocivo ministro Guido Mantega nem sempre é um petista exemplar. Um petista exemplar não pode hesitar na hora de mentir e negar a bandidagem, visto que é isso que os corruptos petistas mais fazem.
Ontem, Guido Mantega deu um escorregão. Confrontado com a evidência inegável de que o governo está fazendo caixa com o dinheiro alheio, só lhe restou admitir. Vocês sabem: se lhe faltou o pudor político na hora da retenção da grana, lembrou-se de ter um tantinho de pudor técnico, reconhecendo o que é evidente.
Molusco não precisa disso. Nunca precisou. Como quer um cineasta, essa retenção é indecorosa e abominável. Quem tem direito a ela pagou mais imposto do que era devido segundo as leis brasileiras que estão em vigência, que também prevêem a forma da devolução.
O governo enfrenta um problema grave de queda de arrecadação - fruto da “marolinha” e das renúncias fiscais para confrontá-la -, mas também de explosão irresponsável de gastos públicos e da exacerbada corrupção Lulo-molusquiana.
O "mega canalha e maior ator do Brasil”, no entanto, não se dá por achado. Ok. Sendo como ele fala, que liberem, então, o dinheiro a quem tem direito de recebê-lo. Basta de tanta bandidagem e corrupção na República, por essa corja de escróques que estão no poder do nosso país.
Por Fabio Graner e Adriana Fernandes, no Estadão:
Diante do constrangimento gerado pela notícia que o Ministério da Fazenda está adiando as restituições do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), o governo discute a reversão da medida. A ideia é ampliar o valor dos dois últimos lotes de restituição deste ano - previstos para novembro e dezembro. Dois superlotes evitariam que as devoluções do imposto pago a mais em 2008 sejam feitas apenas em 2010. A exceção ficaria para quem foi retido na malha fina por causa de algum problema na declaração de renda.
Segundo fontes ouvidas pela Agência Estado, a economia gerada até agora pelo adiamento da devolução do IRPF, da ordem de R$ 1,5 bilhão, não seria tão significativa a ponto de compensar o desgaste político que a manobra causou ao governo.
A decisão de retardar as restituições atinge a classe média, considerada eleitoralmente sensível ao noticiário e que ajuda a formar opinião de outros eleitores. Faltando um ano para as eleições, o governo não quer provocar a ira de quem vai às urnas. Por isso, segundo uma fonte, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou insatisfeito com a decisão da Fazenda.
Lula discutiu a retenção das restituições ontem pela manhã com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, no Centro Cultural Banco do Brasil, sede provisória da Presidência. O governo considerou que a oposição fez seu papel ao criticar o adiamento, mas considerou exagerada a avaliação que houve “confisco”.
À tarde, em entrevista no Itamaraty, o corrupto presidente afirmou que o governo não tem interesse econômico ao retardar as restituições do IR. Ele argumentou que o atraso aumentará os custos do governo, pois aos pagamentos serão corrigidos pela taxa básica de juros, a Selic. “É falta de compreensão achar que o governo tenha interesse econômico de reter a restituição”, disse.
O presidente Lula Silva afirmou hoje que o governo não tem nenhum interesse em segurar as restituições do Imposto de Renda. O atraso nos pagamentos foi antecipado em reportagem da Folha e confirmado pelo ministro Guido Mantega (Fazenda) ontem.
“Nós queremos que o povo tenha dinheiro para consumir, e se tiverem dinheiro na mão quem mais vai ganhar são os índices das empresas e do comércio”, afirmou.
Lula disse que há uma falta de compreensão a interpretação de que o governo tenha interesses econômicos do atraso, disse que não é a primeira vez que isso acontece, mas que também o governo já pagou a restituição adiantada.
Segundo a Folha, de cerca de R$ 15 bilhões que seriam inicialmente devolvidos até dezembro, cerca de R$ 3 bilhões só deverão ser liberados no primeiro trimestre do ano que vem.
De junho a outubro houve um recuo de 21,7% nas restituições em comparação com igual período do ano passado –de R$ 7 bilhões para R$ 5,48 bilhões. As maiores reduções foram em agosto e setembro, quando os valores devolvidos aos contribuintes foram diminuídos a menos da metade dos números de 2008. Ontem foi liberado mais um lote de restituição, com redução de 20% em relação ao mesmo mês do ano passado.
Mantega
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu que a Receita Federal esteja demorando mais a pagar a restituição do Imposto de Renda de 2009 devido à queda na arrecadação. Segundo ele, o ajuste que foi feito é normal e não prejudica o contribuinte, já que o valor é corrigido pela Selic.
“Neste ano, existe um ajuste para que a restituição demore mais a ser feita, mas sempre o nosso critério é fazer o mais rápido possível. No ano passado, nos tínhamos uma folga orçamentária e foi feito mais rapidamente, mas este ano temos mais dificuldade”, afirmou.
O ministro negou que o foco da Receita Federal tenha mudado dos grandes contribuintes para os pequenos. “Não tem nenhuma procedência achar que mudamos o foco da Receita. Os grandes contribuintes são sempre o foco, até por uma questão de lógica.”
Molusco esteve hoje com o colega sul-africano, Jacob Zuma, com quem assinou acordos de cooperação na área de esporte e de comércio. O Brasil se comprometeu a colaborar na Copa de 2010, na África do Sul.
COMENTO
Amigos o desnorteado e desequilibrado molusco, evidencia que o corrupto e nocivo ministro Guido Mantega nem sempre é um petista exemplar. Um petista exemplar não pode hesitar na hora de mentir e negar a bandidagem, visto que é isso que os corruptos petistas mais fazem.
Ontem, Guido Mantega deu um escorregão. Confrontado com a evidência inegável de que o governo está fazendo caixa com o dinheiro alheio, só lhe restou admitir. Vocês sabem: se lhe faltou o pudor político na hora da retenção da grana, lembrou-se de ter um tantinho de pudor técnico, reconhecendo o que é evidente.
Molusco não precisa disso. Nunca precisou. Como quer um cineasta, essa retenção é indecorosa e abominável. Quem tem direito a ela pagou mais imposto do que era devido segundo as leis brasileiras que estão em vigência, que também prevêem a forma da devolução.
O governo enfrenta um problema grave de queda de arrecadação - fruto da “marolinha” e das renúncias fiscais para confrontá-la -, mas também de explosão irresponsável de gastos públicos e da exacerbada corrupção Lulo-molusquiana.
O "mega canalha e maior ator do Brasil”, no entanto, não se dá por achado. Ok. Sendo como ele fala, que liberem, então, o dinheiro a quem tem direito de recebê-lo. Basta de tanta bandidagem e corrupção na República, por essa corja de escróques que estão no poder do nosso país.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
GOVERNO INICIA OFENSIVA CONTRA TCU E LEI DE LICITAÇÃO.
As bandidagens do Governo Lulo-Petralha-Molusquiano, não tem limite
Por João Domingos, no Estadão:
Na tentativa de evitar que a fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU) continue a paralisar obras e para imprimir maior agilidade ao processo burocrático das licitações, o governo decidiu investir em duas frentes, enquanto aguarda o desejado acordo com os setores empresariais, jurídicos e políticos, que poderá dar rapidez aos projetos do pré-sal, da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016.
Ambas as iniciativas impõem limites à fiscalização do TCU. A primeira, já introduzida pelo Congresso na Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2010, determina que a partir do ano que vem o órgão não poderá mais paralisar obras sem o consentimento do Congresso; a segunda está prevista na reforma da Lei de Licitações (Lei 8.666/93), que já tem acordo e poderá ser votada pelo plenário do Senado a partir da semana que vem. As duas são patrocinadas pelo Planalto. Relator do projeto que reforma a lei, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), por orientação do Ministério do Planejamento, adaptou o texto ao gosto do governo e estabeleceu que o prazo máximo das medidas cautelares do TCU, que muitas vezes têm o condão de paralisar obras, será de 90 dias. Hoje, não há prazo. Esse reforço na Lei das Licitações se deve à conclusão do governo de que, mesmo havendo dispositivo estabelecendo o veto à suspensão das obras por parte do TCU, na prática será difícil impedir que a fiscalização as paralise.
Para o deputado Wellington Roberto (PR-PB), relator da LDO, a partir do ano que vem de fato a lei vai estabelecer limites para a ação do órgão. “O TCU suspendia as obras por coisas pequenas, e elas ficavam paradas um ano, dois anos. O prejuízo era do erário, da sociedade. Chegamos à conclusão de que o TCU não tinha essas prerrogativas.” Roberto disse que, durante a fase de votação da LDO, houve muita pressão por parte do tribunal para que os limites não fossem estabelecidos.
Mega bandido e corrupto Petralha Mantega, admite reter restituição do IR
Por Renato Andrade, no Estadão:
O governo admitiu ontem que está adiando o pagamento das restituições do Imposto de Renda das pessoas físicas por causa da forte queda da arrecadação de impostos e contribuições. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, tentou atenuar a decisão, argumentando que o procedimento é “normal”, dada a situação do caixa federal, e afirmou que os contribuintes não serão prejudicados. A decisão de retardar o repasse das restituições teria sido tomada em maio, segundo informou ontem a Folha de S.Paulo. Mantega, por sua vez, afirmou que a avaliação sobre o volume de pagamento das restituições é feita mensalmente e segue o fluxo de caixa do governo. “Não há nenhum artificialismo, estamos agindo de forma normal.”
Para preservar o caixa do Tesouro, o governo tem privilegiado as restituições de valor mais baixo, deixando as quantias maiores para depois. Com isso, o valor dos lotes de restituição têm sido menores. Essa estratégia já rendeu este ano uma economia de R$ 1,5 bilhão ao governo em comparação com os pagamentos feitos no ano passado no mesmo período.
Os pagamentos de restituições do Imposto de Renda este ano somaram até agora R$ 4,381 bilhões, e a Receita promete liberar mais R$ 1,12 bilhão no dia 15, valor referente ao quinto lote de restituição. Em 2008, os quatro primeiros lotes de devolução do imposto pago a mais pelos contribuintes totalizaram R$ 5,6 bilhões. Até outubro do ano passado, já haviam sido devolvidos R$ 7 bilhões.
Para Mantega, os contribuintes que têm imposto a ser restituído não precisam temer nenhum prejuízo, uma vez que o pagamento, quando for efetuado, terá seu valor corrigido pela variação da taxa básica de juro, a Selic, referente ao período.
O processo de recuperação da atividade econômica ainda não se materializou em termos de aumento do fluxo de dinheiro para os cofres da Receita Federal do Brasil este ano. De janeiro a agosto, a arrecadação federal ficou R$ 34,9 bilhões abaixo do volume no mesmo período do ano passado, de acordo com os dados mais recentes divulgados pelo Fisco.
A decisão da Fazenda é mais uma das medidas que têm sido tomadas para tentar manter um certo nível de recursos no caixa federal. Para engordar os cofres, o governo já decidiu este ano exigir um pagamento maior de dividendos das estatais, transferiu para o Tesouro depósitos judiciais que estavam em outros bancos, além de ter determinado o retorno de R$ 4,2 bilhões em subsídios pagos nos empréstimos concedidos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND).
Atrasar as restituições do IR, no entanto, não é uma medida inédita. Em 2003, o então secretário do Tesouro Nacional, Joaquim Levy, solicitou à Receita que reduzisse o ritmo de pagamento das restituições por causa da difícil situação do caixa do governo na época. O atual secretário do Tesouro, Arno Augustin, jogou para a Receita a responsabilidade de comentar o assunto. “Quem fala sobre o assunto da Receita é a Receita.” Ainda assim, o “chefe do cofre” ponderou que o governo “não está tomando nenhuma medida não usual do ponto de vista das programações”.
MAIS BANDIDAGEM LULO-PETRALHA-BOLIVARIANA
Prestação de contas do PAC(PONTO ALTO DA CORRUPÇÃO), ignora a maioria das obras.
Por Daniel Bramatti, no Estadão:
Um universo de obras orçadas em cerca de R$ 150 bilhões ficou de fora do balanço do Programa de Aceleração do Crescimento, segundo estimativa do Contas Abertas, organização não governamental que fiscaliza os gastos públicos. Os investimentos em saneamento e habitação, apesar de fazerem parte do PAC, não estão entre as obras monitoradas regularmente pelo governo.
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, já explicou que as obras de saneamento e educação não entram nos balanços porque são de responsabilidade de Estados e municípios. Sua execução não depende apenas da liberação de recursos federais, mas de contrapartidas de governos locais.
Para o economista Gil Castello Branco, consultor do Contas Abertas, não há lógica no critério adotado pelo governo. “Se as obras estão incluídas no investimento total do PAC, o correto seria prestar contas de tudo.”
Nos levantamentos regulares que faz sobre o PAC, o Contas Aberta não exclui os dois setores e chega a resultados bem diferentes dos oficiais. A ONG estimou, por exemplo, que até abril apenas 7% das obras previstas no programa haviam sido concluídas - metade do índice anunciado pelo governo.
A diferença é que o balanço federal levou em conta cerca de 2.500 obras de infraestrutura de transportes e energia. Já a ONG fez as contas com base em quase 12 mil empreendimentos.
COMENTO
"Meus amigos as bandidagens desta exacerbada facção criminosa que está no poder da República, não tem limite. Tudo que esses bandidos e corruptos puderem fazer para locupletar-se ainda mais, eles vão fazer.
Aquele fenômeno que aconteceu na Jordânia, onde a temperatura chegou a 400° Celsius e que matou muitas ovelhas, bem que poderia ter acontecido em Brasilia, o maior centro de corrupção do planeta, no lugar de ovelhas seriam queimados muitos bandidos corruptos, principalmente os PALHAÇOS DO PLANALTO que formam a maior facção criminosa da terra".
Por João Domingos, no Estadão:
Na tentativa de evitar que a fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU) continue a paralisar obras e para imprimir maior agilidade ao processo burocrático das licitações, o governo decidiu investir em duas frentes, enquanto aguarda o desejado acordo com os setores empresariais, jurídicos e políticos, que poderá dar rapidez aos projetos do pré-sal, da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016.
Ambas as iniciativas impõem limites à fiscalização do TCU. A primeira, já introduzida pelo Congresso na Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2010, determina que a partir do ano que vem o órgão não poderá mais paralisar obras sem o consentimento do Congresso; a segunda está prevista na reforma da Lei de Licitações (Lei 8.666/93), que já tem acordo e poderá ser votada pelo plenário do Senado a partir da semana que vem. As duas são patrocinadas pelo Planalto. Relator do projeto que reforma a lei, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), por orientação do Ministério do Planejamento, adaptou o texto ao gosto do governo e estabeleceu que o prazo máximo das medidas cautelares do TCU, que muitas vezes têm o condão de paralisar obras, será de 90 dias. Hoje, não há prazo. Esse reforço na Lei das Licitações se deve à conclusão do governo de que, mesmo havendo dispositivo estabelecendo o veto à suspensão das obras por parte do TCU, na prática será difícil impedir que a fiscalização as paralise.
Para o deputado Wellington Roberto (PR-PB), relator da LDO, a partir do ano que vem de fato a lei vai estabelecer limites para a ação do órgão. “O TCU suspendia as obras por coisas pequenas, e elas ficavam paradas um ano, dois anos. O prejuízo era do erário, da sociedade. Chegamos à conclusão de que o TCU não tinha essas prerrogativas.” Roberto disse que, durante a fase de votação da LDO, houve muita pressão por parte do tribunal para que os limites não fossem estabelecidos.
Mega bandido e corrupto Petralha Mantega, admite reter restituição do IR
Por Renato Andrade, no Estadão:
O governo admitiu ontem que está adiando o pagamento das restituições do Imposto de Renda das pessoas físicas por causa da forte queda da arrecadação de impostos e contribuições. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, tentou atenuar a decisão, argumentando que o procedimento é “normal”, dada a situação do caixa federal, e afirmou que os contribuintes não serão prejudicados. A decisão de retardar o repasse das restituições teria sido tomada em maio, segundo informou ontem a Folha de S.Paulo. Mantega, por sua vez, afirmou que a avaliação sobre o volume de pagamento das restituições é feita mensalmente e segue o fluxo de caixa do governo. “Não há nenhum artificialismo, estamos agindo de forma normal.”
Para preservar o caixa do Tesouro, o governo tem privilegiado as restituições de valor mais baixo, deixando as quantias maiores para depois. Com isso, o valor dos lotes de restituição têm sido menores. Essa estratégia já rendeu este ano uma economia de R$ 1,5 bilhão ao governo em comparação com os pagamentos feitos no ano passado no mesmo período.
Os pagamentos de restituições do Imposto de Renda este ano somaram até agora R$ 4,381 bilhões, e a Receita promete liberar mais R$ 1,12 bilhão no dia 15, valor referente ao quinto lote de restituição. Em 2008, os quatro primeiros lotes de devolução do imposto pago a mais pelos contribuintes totalizaram R$ 5,6 bilhões. Até outubro do ano passado, já haviam sido devolvidos R$ 7 bilhões.
Para Mantega, os contribuintes que têm imposto a ser restituído não precisam temer nenhum prejuízo, uma vez que o pagamento, quando for efetuado, terá seu valor corrigido pela variação da taxa básica de juro, a Selic, referente ao período.
O processo de recuperação da atividade econômica ainda não se materializou em termos de aumento do fluxo de dinheiro para os cofres da Receita Federal do Brasil este ano. De janeiro a agosto, a arrecadação federal ficou R$ 34,9 bilhões abaixo do volume no mesmo período do ano passado, de acordo com os dados mais recentes divulgados pelo Fisco.
A decisão da Fazenda é mais uma das medidas que têm sido tomadas para tentar manter um certo nível de recursos no caixa federal. Para engordar os cofres, o governo já decidiu este ano exigir um pagamento maior de dividendos das estatais, transferiu para o Tesouro depósitos judiciais que estavam em outros bancos, além de ter determinado o retorno de R$ 4,2 bilhões em subsídios pagos nos empréstimos concedidos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND).
Atrasar as restituições do IR, no entanto, não é uma medida inédita. Em 2003, o então secretário do Tesouro Nacional, Joaquim Levy, solicitou à Receita que reduzisse o ritmo de pagamento das restituições por causa da difícil situação do caixa do governo na época. O atual secretário do Tesouro, Arno Augustin, jogou para a Receita a responsabilidade de comentar o assunto. “Quem fala sobre o assunto da Receita é a Receita.” Ainda assim, o “chefe do cofre” ponderou que o governo “não está tomando nenhuma medida não usual do ponto de vista das programações”.
MAIS BANDIDAGEM LULO-PETRALHA-BOLIVARIANA
Prestação de contas do PAC(PONTO ALTO DA CORRUPÇÃO), ignora a maioria das obras.
Por Daniel Bramatti, no Estadão:
Um universo de obras orçadas em cerca de R$ 150 bilhões ficou de fora do balanço do Programa de Aceleração do Crescimento, segundo estimativa do Contas Abertas, organização não governamental que fiscaliza os gastos públicos. Os investimentos em saneamento e habitação, apesar de fazerem parte do PAC, não estão entre as obras monitoradas regularmente pelo governo.
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, já explicou que as obras de saneamento e educação não entram nos balanços porque são de responsabilidade de Estados e municípios. Sua execução não depende apenas da liberação de recursos federais, mas de contrapartidas de governos locais.
Para o economista Gil Castello Branco, consultor do Contas Abertas, não há lógica no critério adotado pelo governo. “Se as obras estão incluídas no investimento total do PAC, o correto seria prestar contas de tudo.”
Nos levantamentos regulares que faz sobre o PAC, o Contas Aberta não exclui os dois setores e chega a resultados bem diferentes dos oficiais. A ONG estimou, por exemplo, que até abril apenas 7% das obras previstas no programa haviam sido concluídas - metade do índice anunciado pelo governo.
A diferença é que o balanço federal levou em conta cerca de 2.500 obras de infraestrutura de transportes e energia. Já a ONG fez as contas com base em quase 12 mil empreendimentos.
COMENTO
"Meus amigos as bandidagens desta exacerbada facção criminosa que está no poder da República, não tem limite. Tudo que esses bandidos e corruptos puderem fazer para locupletar-se ainda mais, eles vão fazer.
Aquele fenômeno que aconteceu na Jordânia, onde a temperatura chegou a 400° Celsius e que matou muitas ovelhas, bem que poderia ter acontecido em Brasilia, o maior centro de corrupção do planeta, no lugar de ovelhas seriam queimados muitos bandidos corruptos, principalmente os PALHAÇOS DO PLANALTO que formam a maior facção criminosa da terra".
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
"LULA ESTÁ MUITO COMPROMETIDO COM CHÁVEZ"
Por Lourival Sant’Anna, no Estadão:
O governo de facto de Honduras tem poupado o Brasil de críticas, apesar do enfático apoio do País ao presidente deposto Manuel Zelaya. Pela primeira vez, um alto membro do governo de Roberto Micheletti critica abertamente o Brasil. “Lula está muito comprometido com Chávez”, diz a vice-chanceler Marta Lorena Alvarado de Casco, referindo-se aos presidentes do Brasil e da Venezuela. “É muito triste. Não tinha por que Lula fazer isso”, disse ao Estado.
Por que o partido de Zelaya se voltou contra ele?
É muito difícil que um partido tome uma decisão dessa envergadura contra algum de seus membros. Havia tanto desconcerto com a atitude de Zelaya frente à lei, à população, ao dinheiro do país. Ele deveria ter enviado a lei de orçamento em setembro do ano passado e nunca mandou.
Mas o que mudou desde que ele foi candidato do partido, em 2005?
Em 30 anos de carreira política, Zelaya era um liberal normal. Uma vez no poder, aderiu à Alba (Aliança Bolivariana das Américas) e desde então assumiu uma linguagem e uma atitude desafiante à lei, ao partido e ao nosso candidato. Ele queria ser o único homem de Honduras, tem complexo de Messias. Foi marginalizando todos os líderes do Partido Liberal, um por um. Nomeava para um ministério e em seis meses o tirava. Foi decapitando todas as peças importantes do partido e foi capitalizando o poder. Quando já tinha o dinheiro e todo o resto sob controle, decidiu fazer a consulta, que era uma convocatória. Em 28 de junho estava-se celebrando a instalação de uma Assembleia Nacional Constituinte depois do referendo (de 29 de novembro). Foram dormir pensando que celebrariam uma nova conquista socialista e despertaram para um fracasso.
Sua destituição não foi um golpe?
O Congresso escolheu o presidente que correspondia. Só o partido comunista (Unificação Democrática) apoiou Zelaya, e alguns deputados.
A maneira como tiraram Zelaya foi correta?
Esse é o fio de cabelo na sopa - a forma foi feia.
E quem decidiu?
Não sei, porque eu não estava lá. Acho que no momento certo se deveria fazer uma investigação.
Foram os militares, não?
Eles apertaram. Eu não vou dizer nada.Tudo o que aconteceu antes foi horrível para Honduras. E o que viria seria, também, porque era um novo regime estilo Chávez. Não gostamos de Chávez: malcriado, prepotente, autoritário, não respeita os outros países, insultou os hondurenhos (chamando-os de “ianquezinhos”). Chávez domina Zelaya.
(…)
O que vai acontecer agora?
O único propósito desse governo é blindar o processo democrático, que começou em novembro do ano passado, com as primárias (dos partidos), avalizadas pela OEA, das quais emergiram os candidatos. O atual governo não tem nada a ver com nenhuma manipulação de candidatos improvisados ou dirigidos. A única coisa que queremos é que nos deixem em paz, que haja eleições livres, com participação de todos os hondurenhos que amam nosso país, e continuar com nosso destino. Se a comunidade internacional quiser nos ajudar, é bem-vinda. Se não, que não nos atrapalhe.
Para as relações com o Brasil, vai ter consequências?
Depende de Lula. Nós amamos o Brasil, não há problema. Mas Lula está muito comprometido com Chávez. É triste. Não tinha por que Lula fazer isso.
O mega bandido e facínora Chávez cria milícias dentro das Forças Armadas
Da AP e AFP, no Estadão:
A Assembleia Nacional (Congresso) da Venezuela aprovou ontem uma reforma da lei sobre as Forças Armadas para permitir a incorporação de milícias civis às organizações de defesa do país e consagrar legalmente como “bolivarianas” as Forças Armadas venezuelanas. O novo texto entrará em vigor assim que for publicado no Diário Oficial.
A lei aprovada ontem torna oficial o decreto do presidente venezuelano, Hugo Chávez, assinado em julho de 2008, que renomeou as Forças Armadas do país e institucionalizou a milícia bolivariana.
Os corpos de combatentes civis são unidades de cidadãos que trabalham em organizações públicas ou privadas que são registradas, organizadas e treinadas pelo comando-geral da Milícia Bolivariana, que será composta pela Guarda Territorial, pelos Corpos Combatentes e estará sob o comando do presidente venezuelano.
“Por meio deste instrumento, surge a Milícia Bolivariana, corpo especial que será treinado e integrado em todas as áreas em que for necessária sua atuação”, disse o deputado governista Juan Mendoza, presidente da Comissão de Defesa e Segurança da Assembleia.
De acordo com ele, a lei tem como base o “princípio da corresponsabilidade da sociedade na defesa da nação e torna real a fusão cívico-militar, reiterada diversas vezes pelo presidente Chávez”.
Políticos de oposição criticaram a reforma, dizendo que ela permitirá que se armem civis simpatizantes do governo. Para o deputado oposicionista Ismael García, do Podemos, a lei é inconstitucional.
“A Constituição da Venezuela não autoriza esse ou qualquer outro governo a uniformizar a militância de seu partido”, disse García. Ele ressaltou também que a proposta já foi rejeitada pelos venezuelanos em referendo sobre a reforma constitucional de Chávez, em dezembro de 2007.
Vale-tudo: Os palhaços do Planalto querem neutralizar TCU para destravar obras da Copa e do pré-sal, é muita bandidagem, neste governo corrupto.
Por João Domingos e Christiane Samarco, no Estadão:
Uma semana depois de o Tribunal de Contas da União (TCU) determinar a paralisação de 41 obras federais, das quais 13 do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), o Planalto decidiu recorrer a empresários, sindicalistas, governadores, prefeitos, Congresso e Ministério Público na tentativa de fechar um grande acordo com objetivo triplo: destravar projetos do pré-sal, da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016. O próprio TCU será procurado. O governo quer flexibilizar auditorias do tribunal e processos de concessão das licenças ambientais do Ibama.
Um ano antes da eleição presidencial, o Planalto quer reduzir as amarras legais dos projetos de infraestrutura, de forma que grandes obras rodoviárias, ferroviárias e de intervenção urbana, além das relativas ao pré-sal, possam ser tocadas sem paralisações. Na estratégia de destravamento, o governo opera em duas frentes: a jurídica e a fiscal. No campo das finanças, mostra-se indiferente aos “ataques” à Lei de Responsabilidade Fiscal e até abre o cofre do Tesouro para Estados e municípios.
Ontem, por exemplo, o Conselho Monetário Nacional (CNM) autorizou o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a despejar mais R$ 6 bilhões em empréstimos para os Estados mais afetados pela crise. Desde o início do segundo trimestre a economia voltou a crescer.
De acordo com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, nomeado na semana passada, cada um dos três setores - pré-sal, Copa e Olimpíada - que vão movimentar a economia do País nos próximos anos deverá ter “regras próprias”, regulando processos licitatórios dessas áreas.
Desse modo, o TCU e o Ministério Público examinariam se as obras estão ou não cumprindo o que determina a lei sob a ótica do pacote relativo a cada um dos três pilares que vão permitir grandes investimentos em infraestrutura. Na próxima reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CNDES), os conselheiros serão chamados a apontar soluções que possam destravar o andamento das obras. Em seguida, a intenção é dar início aos debates com governadores, prefeitos, TCU, Ministério Público e Congresso, tudo sob a coordenação de Padilha. Aqui
A Lei de Licitações é um dos alvos do governo em sua investida para tentar alterar os mecanismos de controle de obras e gastos públicos.
Em julho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, em evento com empreiteiros, que havia no País um clamor por mudanças na legislação como forma de destravar obras e investimentos. “Eu não conheço um brasileiro que não queira mudar”, discursou Lula, referindo-se à Lei de Licitações.
Para o presidente, a legislação engessa investimentos do governo. Ele revelou estudos na área econômica para reavaliar as exigências para a contratação de bens e serviços. “Ninguém quer bandalheira, sobrepreço, nem nada, mas é preciso mais transparência e mais rapidez, porque entre a gente anunciar a obra e ela acontecer leva três anos. (…) Já fui contra reeleição e não conheço um governo que faça em quatro anos uma obra estruturante neste país.”
BANDIDAGEM LULO-PETRALHA-BOLIVARIANA
Sem caixa, governo segura restituições de Imposto de Renda,
Por Leonardo Souza, na Folha:
O governo federal começou a atrasar o pagamento das restituições do Imposto de Renda das pessoas físicas, em sua grande maioria trabalhadores da classe média, para compensar parte da queda de arrecadação de tributos neste ano. A ordem foi dada à Receita Federal pelo Ministério da Fazenda.
De aproximadamente R$ 15 bilhões que seriam inicialmente devolvidos até dezembro, cerca de R$ 3 bilhões só deverão ser liberados no primeiro trimestre do ano que vem.
Segundo a Folha apurou, a decisão foi informada à cúpula do fisco, no final de maio, pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado, depois de um pedido do secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin.
A Folha conversou por telefone com Augustin na manhã de ontem, mas, ao ser informado do assunto, ele pediu para que a assessoria da Fazenda fosse acionada. Apesar dos reiterados pedidos de esclarecimento feitos pela reportagem, o ministério não ligou de volta até o fechamento desta edição.
O artifício de retardar as devoluções do IR foi posto em prática rapidamente. De junho a outubro houve um recuo de 21,7% nas restituições em comparação com igual período do ano passado -de R$ 7 bilhões para R$ 5,48 bilhões. As maiores reduções foram em agosto e setembro, quando os valores devolvidos aos contribuintes foram diminuídos a menos da metade dos números de 2008.
Ontem foi liberado mais um lote de restituição, com redução de 20% em relação ao mesmo mês do ano passado.
A devolução do IR se dá quando o contribuinte paga mais imposto do que devia, gerando um saldo a ser recebido do governo. As restituições são feitas de junho a dezembro, com as devoluções referentes às declarações retidas em malha fina podendo ser estendidas para os anos subsequentes.
Esta é a segunda medida adotada pela Receita neste ano relacionada à restituição do IR. Conforme a Folha publicou anteontem, também para elevar a arrecadação, o fisco apertou o cerco contra fraudes praticadas pela classe média.
Contas não fecham
Depois de quatro meses seguidos de queda na arrecadação de impostos, provocada principalmente pela crise global, o Tesouro percebeu que as contas do governo não fechariam neste ano se nada fosse feito.
Em maio, o presidente Lula assinou um decreto de revisão de arrecadação (excluindo-se receitas previdenciárias) com R$ 49 bilhões a menos do que a estimativa enviada ao Congresso no ano passado -de R$ 522 bilhões para R$ 473 bilhões.
Em junho, diante dos valores efetivamente cobrados pelo fisco até então, a projeção da arrecadação feita pela Receita para o ano ficou ainda menor -de R$ 465,78 bilhões.
Segundo documento interno do fisco obtido pela Folha, em julho os auditores foram obrigados a fazer um novo cálculo do recolhimento de tributos para 2009, jogando mais para baixo ainda a previsão: R$ 446,7 bilhões.
COMENTO
Meus caros amigos, assim como eu, muitos militares ainda não receberam suas restituições, por que não receberam? É simples esse governo descarado e bandido que está no poder da República é um super corrupto.
Porque o IRPF das 'estrelas famosas' que recebem super salários, não pagam quase nada de impostos. Esse pessoal das TVs que recebem mais de 1 mi por mês a maioria não paga absolutamente nada. Monta uma ONG de fachada para poder sonegar imposto e esse governo nocivo e corrupto, não tem coragem de fazer nada. No entanto os pobres funcionarios públicos que são extorquidos na fonte não tem como se livrarem de tal bandidagem.
O Brasil é o país que tem a maior carga tributária do mundo, esse IRPF, é um assalto oficializado é um descalabro, o que essa facção exacerbadamente criminosa faz para locupletar-se do erário público.
O governo de facto de Honduras tem poupado o Brasil de críticas, apesar do enfático apoio do País ao presidente deposto Manuel Zelaya. Pela primeira vez, um alto membro do governo de Roberto Micheletti critica abertamente o Brasil. “Lula está muito comprometido com Chávez”, diz a vice-chanceler Marta Lorena Alvarado de Casco, referindo-se aos presidentes do Brasil e da Venezuela. “É muito triste. Não tinha por que Lula fazer isso”, disse ao Estado.
Por que o partido de Zelaya se voltou contra ele?
É muito difícil que um partido tome uma decisão dessa envergadura contra algum de seus membros. Havia tanto desconcerto com a atitude de Zelaya frente à lei, à população, ao dinheiro do país. Ele deveria ter enviado a lei de orçamento em setembro do ano passado e nunca mandou.
Mas o que mudou desde que ele foi candidato do partido, em 2005?
Em 30 anos de carreira política, Zelaya era um liberal normal. Uma vez no poder, aderiu à Alba (Aliança Bolivariana das Américas) e desde então assumiu uma linguagem e uma atitude desafiante à lei, ao partido e ao nosso candidato. Ele queria ser o único homem de Honduras, tem complexo de Messias. Foi marginalizando todos os líderes do Partido Liberal, um por um. Nomeava para um ministério e em seis meses o tirava. Foi decapitando todas as peças importantes do partido e foi capitalizando o poder. Quando já tinha o dinheiro e todo o resto sob controle, decidiu fazer a consulta, que era uma convocatória. Em 28 de junho estava-se celebrando a instalação de uma Assembleia Nacional Constituinte depois do referendo (de 29 de novembro). Foram dormir pensando que celebrariam uma nova conquista socialista e despertaram para um fracasso.
Sua destituição não foi um golpe?
O Congresso escolheu o presidente que correspondia. Só o partido comunista (Unificação Democrática) apoiou Zelaya, e alguns deputados.
A maneira como tiraram Zelaya foi correta?
Esse é o fio de cabelo na sopa - a forma foi feia.
E quem decidiu?
Não sei, porque eu não estava lá. Acho que no momento certo se deveria fazer uma investigação.
Foram os militares, não?
Eles apertaram. Eu não vou dizer nada.Tudo o que aconteceu antes foi horrível para Honduras. E o que viria seria, também, porque era um novo regime estilo Chávez. Não gostamos de Chávez: malcriado, prepotente, autoritário, não respeita os outros países, insultou os hondurenhos (chamando-os de “ianquezinhos”). Chávez domina Zelaya.
(…)
O que vai acontecer agora?
O único propósito desse governo é blindar o processo democrático, que começou em novembro do ano passado, com as primárias (dos partidos), avalizadas pela OEA, das quais emergiram os candidatos. O atual governo não tem nada a ver com nenhuma manipulação de candidatos improvisados ou dirigidos. A única coisa que queremos é que nos deixem em paz, que haja eleições livres, com participação de todos os hondurenhos que amam nosso país, e continuar com nosso destino. Se a comunidade internacional quiser nos ajudar, é bem-vinda. Se não, que não nos atrapalhe.
Para as relações com o Brasil, vai ter consequências?
Depende de Lula. Nós amamos o Brasil, não há problema. Mas Lula está muito comprometido com Chávez. É triste. Não tinha por que Lula fazer isso.
O mega bandido e facínora Chávez cria milícias dentro das Forças Armadas
Da AP e AFP, no Estadão:
A Assembleia Nacional (Congresso) da Venezuela aprovou ontem uma reforma da lei sobre as Forças Armadas para permitir a incorporação de milícias civis às organizações de defesa do país e consagrar legalmente como “bolivarianas” as Forças Armadas venezuelanas. O novo texto entrará em vigor assim que for publicado no Diário Oficial.
A lei aprovada ontem torna oficial o decreto do presidente venezuelano, Hugo Chávez, assinado em julho de 2008, que renomeou as Forças Armadas do país e institucionalizou a milícia bolivariana.
Os corpos de combatentes civis são unidades de cidadãos que trabalham em organizações públicas ou privadas que são registradas, organizadas e treinadas pelo comando-geral da Milícia Bolivariana, que será composta pela Guarda Territorial, pelos Corpos Combatentes e estará sob o comando do presidente venezuelano.
“Por meio deste instrumento, surge a Milícia Bolivariana, corpo especial que será treinado e integrado em todas as áreas em que for necessária sua atuação”, disse o deputado governista Juan Mendoza, presidente da Comissão de Defesa e Segurança da Assembleia.
De acordo com ele, a lei tem como base o “princípio da corresponsabilidade da sociedade na defesa da nação e torna real a fusão cívico-militar, reiterada diversas vezes pelo presidente Chávez”.
Políticos de oposição criticaram a reforma, dizendo que ela permitirá que se armem civis simpatizantes do governo. Para o deputado oposicionista Ismael García, do Podemos, a lei é inconstitucional.
“A Constituição da Venezuela não autoriza esse ou qualquer outro governo a uniformizar a militância de seu partido”, disse García. Ele ressaltou também que a proposta já foi rejeitada pelos venezuelanos em referendo sobre a reforma constitucional de Chávez, em dezembro de 2007.
Vale-tudo: Os palhaços do Planalto querem neutralizar TCU para destravar obras da Copa e do pré-sal, é muita bandidagem, neste governo corrupto.
Por João Domingos e Christiane Samarco, no Estadão:
Uma semana depois de o Tribunal de Contas da União (TCU) determinar a paralisação de 41 obras federais, das quais 13 do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), o Planalto decidiu recorrer a empresários, sindicalistas, governadores, prefeitos, Congresso e Ministério Público na tentativa de fechar um grande acordo com objetivo triplo: destravar projetos do pré-sal, da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016. O próprio TCU será procurado. O governo quer flexibilizar auditorias do tribunal e processos de concessão das licenças ambientais do Ibama.
Um ano antes da eleição presidencial, o Planalto quer reduzir as amarras legais dos projetos de infraestrutura, de forma que grandes obras rodoviárias, ferroviárias e de intervenção urbana, além das relativas ao pré-sal, possam ser tocadas sem paralisações. Na estratégia de destravamento, o governo opera em duas frentes: a jurídica e a fiscal. No campo das finanças, mostra-se indiferente aos “ataques” à Lei de Responsabilidade Fiscal e até abre o cofre do Tesouro para Estados e municípios.
Ontem, por exemplo, o Conselho Monetário Nacional (CNM) autorizou o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a despejar mais R$ 6 bilhões em empréstimos para os Estados mais afetados pela crise. Desde o início do segundo trimestre a economia voltou a crescer.
De acordo com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, nomeado na semana passada, cada um dos três setores - pré-sal, Copa e Olimpíada - que vão movimentar a economia do País nos próximos anos deverá ter “regras próprias”, regulando processos licitatórios dessas áreas.
Desse modo, o TCU e o Ministério Público examinariam se as obras estão ou não cumprindo o que determina a lei sob a ótica do pacote relativo a cada um dos três pilares que vão permitir grandes investimentos em infraestrutura. Na próxima reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CNDES), os conselheiros serão chamados a apontar soluções que possam destravar o andamento das obras. Em seguida, a intenção é dar início aos debates com governadores, prefeitos, TCU, Ministério Público e Congresso, tudo sob a coordenação de Padilha. Aqui
A Lei de Licitações é um dos alvos do governo em sua investida para tentar alterar os mecanismos de controle de obras e gastos públicos.
Em julho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, em evento com empreiteiros, que havia no País um clamor por mudanças na legislação como forma de destravar obras e investimentos. “Eu não conheço um brasileiro que não queira mudar”, discursou Lula, referindo-se à Lei de Licitações.
Para o presidente, a legislação engessa investimentos do governo. Ele revelou estudos na área econômica para reavaliar as exigências para a contratação de bens e serviços. “Ninguém quer bandalheira, sobrepreço, nem nada, mas é preciso mais transparência e mais rapidez, porque entre a gente anunciar a obra e ela acontecer leva três anos. (…) Já fui contra reeleição e não conheço um governo que faça em quatro anos uma obra estruturante neste país.”
BANDIDAGEM LULO-PETRALHA-BOLIVARIANA
Sem caixa, governo segura restituições de Imposto de Renda,
Por Leonardo Souza, na Folha:
O governo federal começou a atrasar o pagamento das restituições do Imposto de Renda das pessoas físicas, em sua grande maioria trabalhadores da classe média, para compensar parte da queda de arrecadação de tributos neste ano. A ordem foi dada à Receita Federal pelo Ministério da Fazenda.
De aproximadamente R$ 15 bilhões que seriam inicialmente devolvidos até dezembro, cerca de R$ 3 bilhões só deverão ser liberados no primeiro trimestre do ano que vem.
Segundo a Folha apurou, a decisão foi informada à cúpula do fisco, no final de maio, pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado, depois de um pedido do secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin.
A Folha conversou por telefone com Augustin na manhã de ontem, mas, ao ser informado do assunto, ele pediu para que a assessoria da Fazenda fosse acionada. Apesar dos reiterados pedidos de esclarecimento feitos pela reportagem, o ministério não ligou de volta até o fechamento desta edição.
O artifício de retardar as devoluções do IR foi posto em prática rapidamente. De junho a outubro houve um recuo de 21,7% nas restituições em comparação com igual período do ano passado -de R$ 7 bilhões para R$ 5,48 bilhões. As maiores reduções foram em agosto e setembro, quando os valores devolvidos aos contribuintes foram diminuídos a menos da metade dos números de 2008.
Ontem foi liberado mais um lote de restituição, com redução de 20% em relação ao mesmo mês do ano passado.
A devolução do IR se dá quando o contribuinte paga mais imposto do que devia, gerando um saldo a ser recebido do governo. As restituições são feitas de junho a dezembro, com as devoluções referentes às declarações retidas em malha fina podendo ser estendidas para os anos subsequentes.
Esta é a segunda medida adotada pela Receita neste ano relacionada à restituição do IR. Conforme a Folha publicou anteontem, também para elevar a arrecadação, o fisco apertou o cerco contra fraudes praticadas pela classe média.
Contas não fecham
Depois de quatro meses seguidos de queda na arrecadação de impostos, provocada principalmente pela crise global, o Tesouro percebeu que as contas do governo não fechariam neste ano se nada fosse feito.
Em maio, o presidente Lula assinou um decreto de revisão de arrecadação (excluindo-se receitas previdenciárias) com R$ 49 bilhões a menos do que a estimativa enviada ao Congresso no ano passado -de R$ 522 bilhões para R$ 473 bilhões.
Em junho, diante dos valores efetivamente cobrados pelo fisco até então, a projeção da arrecadação feita pela Receita para o ano ficou ainda menor -de R$ 465,78 bilhões.
Segundo documento interno do fisco obtido pela Folha, em julho os auditores foram obrigados a fazer um novo cálculo do recolhimento de tributos para 2009, jogando mais para baixo ainda a previsão: R$ 446,7 bilhões.
COMENTO
Meus caros amigos, assim como eu, muitos militares ainda não receberam suas restituições, por que não receberam? É simples esse governo descarado e bandido que está no poder da República é um super corrupto.
Porque o IRPF das 'estrelas famosas' que recebem super salários, não pagam quase nada de impostos. Esse pessoal das TVs que recebem mais de 1 mi por mês a maioria não paga absolutamente nada. Monta uma ONG de fachada para poder sonegar imposto e esse governo nocivo e corrupto, não tem coragem de fazer nada. No entanto os pobres funcionarios públicos que são extorquidos na fonte não tem como se livrarem de tal bandidagem.
O Brasil é o país que tem a maior carga tributária do mundo, esse IRPF, é um assalto oficializado é um descalabro, o que essa facção exacerbadamente criminosa faz para locupletar-se do erário público.
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