domingo, 8 de novembro de 2009

Agora é a comandante Dilma quem ataca a imprensa

Por Ana Flor, na Folha:

A digamos "ministra" Dilma Rousseff (Casa Civil) saiu em defesa ontem do presidente Lula, atacando a imprensa e a oposição. Dilma afirmou que existe uma “oposição quase midiática” no país e acusou segmentos da imprensa de “partidarização”.
Na semana passada, o governo Lula foi alvo de críticas do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso. O cantor Caetano Veloso foi também a público dizer que Lula é “analfabeto e grosseiro”.
Ao falar a prefeitos e vice-prefeitos do PT ontem em São Paulo, Dilma disse que as alianças que o PT está construindo devem ser “uma das explicações para o crescente isolamento de setores políticos, basicamente a oposição, que se vê sem projeto, sem discurso e cada vez mais sem base social”.
Dilma disse ainda que há a “substituição da oposição partidária pela oposição quase midiática”. Ela voltou a classificar a oposição de “patética”, como fez no dia anterior, além de chamá-la de “desconexa” e vítima de um “excesso de vaidade”.
Ao se referir ao PT, disse que “nós somos de fato os grandes democratas do Brasil”.
Numa tentativa de municiar os prefeitos para defenderem o projeto petista na campanha do próximo ano, Dilma falou que o governo tem derrubado “dogmas” da oposição. Como exemplo, falou da crença de que “o povo é politicamente atrasado [e] precisa de formadores de opinião o orientando” -uma resposta às críticas de Caetano.
Dilma foi recebida por centenas de prefeitos e vice-prefeitos do PT em Guarulhos. Além de gritos de “Urgente, Dilma presidente” da plateia, os palestrantes brincavam, ao começar suas falas, dizendo “bom Dilma” -ao invés de “bom dia”.
A ministra subiu o tom dos ataques menos de uma semana depois de FHC criticar, em artigos para jornais, o “lulismo” que comandaria o grupo hoje no poder no país.
Em seu discurso, o presidente do PT, Ricardo Berzoini, chamou o ex-presidente de “Fracassando Henrique Cardoso”.
Há poucas semanas, também em São Paulo, Lula criticou a imprensa, afirmando que o povo pensa por si e “não precisa de intermediários”. A fala de Dilma, muito aplaudida pela plateia petista, foi na mesma linha. Segundo ela, é “arrogância atribuir nossa popularidade como uma miopia” do povo.

COMENTO

Meus nobres amigos e leitores, o que se vê no Brasil, hoje, é um grande absurdo uma especie de “superpresidencialismo desbussolado, desnorteado e pitoresco”, em que se produz “a montagem de um novo bloco de bandidagem, corrupção e poder”. Talvez não seja um digamos subperonismo, como alertou no domingo passado, em artigo no Estado, o outro bandido caudilho e revanchista, mas algo pior. “Porque o populismo de Perón politizava, enquanto o pobrismo do Brasil avilta.”

A excelente e brilhante comparação é do historiador Carlos Guilherme Mota, professor titular de História Contemporânea da USP (aposentado) e de História da Cultura na Universidade Mackenzie, para quem Lula pratica “uma forma cordial, mas matreira, de evitar a implantação de uma moderna sociedade civil”. Respondendo ao “para onde vamos”. Mota diz que “há um fenômeno novo, estimulante, de uma nova esquerda liberal, republicana, socializante”, aparecendo nos EUA, na União Europeia, no Chile e até no Brasil, com figuras como Barack Obama, Michelle Bachelet, Segolène Royal e alguns outros.

Na verdade, este governo bandido, nocivo e super corrupto que está no poder da República conduz o Brasil para um subperonismo, absurdo e estúpido jamais visto antes na história da humanidade?

Não sei se o termo é esse, mas que se trata da crise mais grave desde que Cabral aqui pisou, isto é verossímel. Prefiro definir o grave cenário de banditismo institucionalizado e exacerbada corrupção edêmica, como: um superpresidencialismo desbussolado, desnorteado e pitoresco.

O Pior é que a nação brasileira assiste, bestificada, à montagem de um novo mega bloco de poder. O tratamento dado ao segmento social que o governo entende por povo tem algo em comum com o dos descamisados de Evita e de Perón, mas é pior, na medida em que se aproxima da política usada por outro super bandido Hugo Chavez, na Venezuela.

Em que isto é pior?

Porque o populismo de Perón politizava e o pobrismo daqui avilta.
O super assistencialismo brasileiro é deprimente, deplorável e abominável, pois trata esses pobres condenados da terra como fracassados. E as condições de melhoria social - tão sonhada e ensinada por grandes figuras do passado, são simplesmente pífias e ilusórias.

Aqui no país dos Petralhas e na República da corrupção, o capitalismo andou para um lado e a política social andou para outro. Basta ver que o governo não consegue encaminhar a questão dos sem-terra, por exemplo. Mas há, de fato, uma semelhança até física de um certo tipo de “neossindicalista” brasileiro de hoje com aqueles pelegos dos tempos de Getúlio Vargas, Perón, Ademar de Barros…

Como Perón nos anos 50 e nos 70, o desnorteado e desequilibrado Molusco ainda tem uma enorme aprovação para si e para seu corrupto governo.

Esse nocivo e caudilho só consegue isso porque põe em marcha uma mobilização autoritária em que aplica, magistral e perversamente, a velha metodologia da conciliação. O autoritarismo popular, praticado por Molusco, é uma forma cordial, mas matreira, de se evitar a implantação democrática de uma moderna sociedade civil. Com valores e regras respeitados, que valorize a formação da cidadania, as instituições do país, a constituição, as Forças Armadas e principalmente os militares, que são alvos de um exacerbado revanchismo, como nunca visto antes na história deste país.

BOM DOMINGO PARA TODOS.

sábado, 7 de novembro de 2009

Militares aceitam maior presença do poder civil nas Forças Armadas

Por Tânia Monteiro, no Estadão:

Temas tabus nas Forças Armadas, o papel de “policial das fronteiras” e a submissão completa ao poder civil foram digeridos pela cúpula militar depois de um processo de negociação, comandado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim. A articulação envolveu a promessa de orçamentos mais robustos para Exército, Aeronáutica e Marinha e a edição de um novo plano estratégico ao gosto dos militares.

O resultado é que o governo, como apurou o Estado com fontes militares, não vai enfrentar maiores problemas na caserna durante a tramitação no Congresso da proposta de alteração da Lei Complementar 97, que estende para a FAB e Marinha o poder de polícia e dá mais poderes ao ministro da Defesa.

No campo político, para que as resistências às mudanças fossem as menores possíveis, Jobim dedicou os últimos meses a promover diversas reuniões com lideranças partidárias, além de integrantes das Comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara e do Senado.

O Estado antecipou ontem o texto que será encaminhado ao Congresso, segundo o qual as Forças Armadas estarão cobertas pela proteção legal para realizar operações típicas de manutenção da lei e da ordem. Pela proposta, em operações de vigilância na fronteira e demais ações ordenadas pelos Poderes constituídos, Exército, Marinha e Aeronáutica poderão revistar pessoas, veículos e instalações e fazer prisões em flagrante delito.

O projeto fortalece, ainda, o cargo de ministro da Defesa, que passa a ter comando operacional sobre as três Forças, que ficam, efetivamente, subordinadas ao poder civil. Segundo o novo texto, os comandantes das Forças passam a ter obrigação de apresentar ao ministro a lista de escolha dos militares a serem promovidos, assim como os nomes dos indicados para os respectivos cargos. No caso do emprego das Forças, a subordinação continua sendo ao presidente da República, comandante supremo, mas por intermédio do ministro da Defesa.


LULA, O VERDADEIRO E O FALSO. OU: UMA VISÃO FASCISTÓIDE DO PROCESSO DEMOCRÁTICO

Por Reinaldo Azevedo

O humorista Barthô, em um programa chamado Chupim, da Rádio Metropolitana, concede entrevistas a uma rádio de Moçambique e a uma outra de Angola como se fosse Lula. A imitação é perfeita. Também nos dons do pensamento. O “falso” Lula fez o mesmo com um programa da Austrália, o que chegou a mobilizar até o GSI (Gabinete da Segurança Institucional). Embora, deixei claro, não endosse esse tipo de brincadeira, talento não falta ao imitador. Não só consegue imitar muito bem a, digamos, banda sonora da fala de Lula como reproduz com exatidão todos os cacoetes políticos de seu discurso, em que megalomania, mistificação e, freqüentemente, bobagens abissais se misturam. Abissais mesmo: na sua tirada mais surpreendente, Lula, real, disse que queria comprar os caças para evitar que alguém roubasse o petróleo do pré-sal… Nem o Barthô-Lula chegou a tal extremo de sandice. Ontem, o presidente, o de verdade, foi a um encontro do PC do B. E, mais uma vez, deixou seu imitador no chinelo.

Não tem jeito: quando Lula está na área, não há humorista que o suplante; não há ficção que o supere. Só que uma observação precisa ser feita: se as batatadas ditas por Barthô seriam irrelevantes mesmo que tivessem saído da boca do presidente real, o que disse ontem o presidente real é muito grave e indica intolerância com o regime democrático. E cabe ao PSDB, com a Constituição na mão, processá-lo.

A Folha publicou ontem que a oposição está se mobilizando para treinar 4.500 “multiplicadores de opinião” no Nordeste. O nome não-marqueteiro disso é “cabos eleitorais”. Atenção: é uma prática comum, ordinária, comezinha, regular, convencional, legal e habitual — e quantos adjetivos houver nesse paradigma — das disputas nas democracias. As campanhas de Lula de 2002 e 2006 contaram com milhares desses profissionais. Aquela idéia romântica de que só o militante do partido cuidava do assunto foi definitivamente arquivada.

Mas Lula não teve dúvida: comparou a decisão do partido com a ação de Hitler: “É um pouco o que o Hitler dizia para os alemães pegarem os judeus. Ou seja, vamos treinar gente para não permitir que eles sobrevivam”. É o fim da picada! O presidente da República está satanizando as oposições e tentando criminalizar uma prática política a que seu partido, mais do que todos os outros somados, recorre onde quer que dispute eleição. Ao fazer tal comparação, ofende gravemente a democracia e, obviamente, mas uma vez, banaliza o Holocausto, absurdo em que vem incidindo com espantosa freqüência. Tentar derrotar o PT, como a gente vê, é um ato contra a humanidade!!!

Cabe, ademais, lembrar que, em matéria de perseguição a judeus, Lula é que tem de dar expliações. Daqui a alguns dias, ele receberá com rapapés e salamaleques ninguém menos do que o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Em recente entrevista à Folha, indagado, numa pergunta já infeliz, se os judeus não ficariam “bravos” com a visita de alguém que nega o Holocausto (como se esse fosse um assunto afeito apenas aos judeus), Lula afirmou que um chefe de estado não tem de pensar se seus atos vão desagradar judeus ou árabes (deve pensar que iranianos são árabes…). Em outras palavras, o Holocausto não lhe parece assunto grande o bastante para um chefe de estado…

Nas entrevistas do Barthô-Lula às rádios angolana e moçambicana, tendemos a nos solidarizar um tantinho com os entrevistadores, que seguem adiante, ouvindo aquelas batatadas com a maior seriedade. O de Moçambique, mesmo em meio a um suposto tiroteio, ainda cobra do “falso” Lula as palavras de encerramento… Por que os dois caíram? Seria só ingenuidade?

Não! É que Barthô, excelente imitador, construiu um Lula absolutamente verossímil. Em, suma, eles só caíram na pegadinha porque, com efeito, o verdadeiro Lula é o falso Lula.

Quando será que o povo brasileiro e as autoridades vão acordar desse grande pesadêlo? Temos que tirar essa hidra do poder.

A mega e desnorteada, comandante Dilma e o analfabetismo “conecto”

Houve revolta entre os artistas que ainda restam no PT — quantos com patrocínio oficial, não sei — porque Caetano Veloso chamou Molusco de “analfabeto”, “cafona” e “grosseiro” em entrevista ao Estadão. “Preconceito!”, gritaram alguns.

No encontro do PC do B ontem, Lula, uma vez mais, comparando-se a FHC, orgulhou-se de não ter diploma, mas de ser mais inteligente. Sei…Realmente é um grande paradoxo, visto que ambos são farinha do mesmo saco.

A medíocre e desnorteada comandante também discursou. Chamou a oposição de “patética e esdrúxula”, provando que, em matéria de grosseria, caso o projeto do PT prospere, ninguém sentirá falta do passado. E saiu-se com um outro adjetivo. Afirmou que a oposição é “desconecta”.

COMENTO

“Desconecta” é a versão analfabeto-chique de “desconectada”. Somente alguém que barbarizou a República, nas décadas de 60 e 70 pode ter um comportamento estúpido dessa natureza.

O terrível e abominável Molusco já ensinou o outro desnorteado, Tarso Genro a conjugar o verbo “intervir”. Agora precisa ajudar a super comandante Dilma com os adjetivos formados com o particípio passado dos verbos. Até parece que os petralhas que formam, essa mega facção criminosa e danosa, são mesmos alérgicos a cultura.

Meus caros amigos e leitores deste humilde blog, acreditem: mesmo se a desnorteada comandante Dilma for eleita, ainda que ela conseguisse melhorar alguma coisa, uma pioraria fatalmente: o português falado no Palácio do Planalto. O apedeuta Molusco, perto dessa destrambelhada, é um verdadeiro Padre Vieira! Enquanto os jornalistas estivessem soltos, seria uma verdadeira e grande farra digamos folclórica!

Bem. é lógico, que suas chances de chegar a ser chefe desta mega facção que se encontra no poder são muito reduzidas, uma vez que a nação brasileira, não permitirá a continuação do banditismo institucionalizado e da corrupção edêmica desta hidra que se encontra no poder da República e ainda com os firmes propósitos de perpetuar-se e locupletar-se do erário público.

FFAA, precisamos sair da inércia e nos mobilizarmos em prol de salvarmos a nação e o povo, uma vez que esta hidra que se encontra no poder vai barbarizar e atropelar todos que forem de encontro com suas bandidagens PETRALHAS-MOLUSQUIANAS.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

GOVERNO QUER DAR PODER DE POLÍCIA ÀS FORÇAS ARMADAS

Por Tânia Monteiro, na Folha:

As Forças Armadas deverão ganhar mais poder de polícia e proteção legal para realizar operações típicas de manutenção e garantia da lei e da ordem. Essas mudanças fazem parte da proposta de novo texto para a Lei Complementar 97 - a que o Estado teve acesso. Em operações de vigilância na fronteira e demais ações ordenadas pelos poderes constituídos, Exército, Marinha e Aeronáutica podem revistar pessoas, veículos e instalações e fazer prisões em flagrante delito.

O projeto de lei - em fase final de formatação na Casa Civil, após aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do parecer favorável do Ministério da Justiça e da Advocacia-Geral da União - fortalece de maneira explícita o cargo de ministro da Defesa. Ele passa a ter comando operacional sobre as três Forças, que ficam efetivamente subordinadas ao poder civil. Na prática, o texto acaba com a concentração de poder nos comandos.

A proposta, que respalda a Estratégia Nacional de Defesa e deve ser enviada ao Congresso ainda neste mês, também enfrenta uma antiga reclamação dos militares, quando são convocados para atuar em ações repressivas, como a subida de morros ou trabalhos de proteção social na época das eleições.

Agora fica claro que a tropa, nessas ações, desempenhará “atividades militares”. Diante de eventuais incidentes, seus integrantes serão julgados por tribunais militares, e não pela Justiça comum, como ocorre hoje.

Alguns soldados, que fizeram vigilância nas favelas e participaram em 1994 e1995 das Operações Rio I e Rio II, respondem até hoje a processos na Justiça comum, quando estavam sob ordens do Exército. Sem proteção legal, são obrigados a pagar seus próprios advogados nos tribunais civis. Os soldados que estão no Haiti, na Missão de Paz das Nações Unidas (Minustah), são protegidos por legislação especial: fazem trabalho de polícia, mas na condição de militares.

COMENTO
Isto não é nada: é só mais uma dos petralhas essa super máquina de corrupção e bandidagem, QUE SE ENCONTRA NO PODER DA REPÚBLICA.

AGORA, MAIS BANDIDAGENS LULO-PETRALHA-MOLUSQUIANO-BOLIVARIANO

A porta de saída do Bolsa Família é um caixão

O Bolsa Funeral, que o governo pretende agregar ao Bolsa Família, é uma tentativa de recuperar, num novo formato, uma prática antiga da política brasileira: o morto que vota.

Como é mesmo?

Vai transar? O governo dá camisinha.
Não quer engravidar? O governo dá pílula.
Já transou sem proteção? O governo dá pílula do dia seguinte.
Engravidou? O governo dá o aborto.
Teve filho? O governo dá o Bolsa Família.
Tá desempregado? O governo dá o Seguro Desemprego.
Vai prestar vestibular? O governo dá o Bolsa Cota e o ProUni.
Quer morar? O governo dá o Bolsa Moradia.
Não tem terra? O governo dá o Bolsa Invasão e ainda aposenta o invasor.
Vai morrer? O governo dá o Bolsa Caixão.

Meus caros amigos e leitores, como se nota, o norte conceitual e o norte magnético dessa prática é a estatização do indivíduo do tesão dos país à própria morte. E, assim, uma boa parte da pobre sociedade brasileira vai se tornando prisioneira dos bandidos e dos grilhões da virtude, da cadeia do “bem comum” garantida pelo estado de direito, isto na concepção medíocre e nociva de uma facção exacerbadamente criminosa que se encontra no poder da República, com o firme propósito de cometer crimes e locupletar-se do erário público.

Há um quê de condenação nessa história. Sempre se reclamou uma porta de saída para o Bolsa Esmola — e Molusco, sem dúvida, está arranjando uma. O estado, como se nota, empacota o indivíduo do primeiro flerte dos progenitores à hora final.

O povo brasileiro da 'utopia petralha e estatista' ainda precisa das bandidagens do corrupto e nocivo governo até para cuidar das chamadas questões intrafemurais. “Mais um pouco, e teremos nestepaiz o Ministério das MARACUTAIAS E SAFADEZAS PETRALHAS MOLUSQUIANAS“. Pois é, esses bandidos já foram longe demais: pois já temos até a MorteBras. É ou não é, muita bandidagem no país dos PETRALHAS? Só não ver, quem não quer. Certo?

MAIS BANDIDAGEM LULO-PETRALHA-BOLIVARIANO.

O Ministro desta terrível facção dos petralhas e do Desenvolvimento Agrário: no fundo, ele acaba justificando a barbárie cometida pelos, sem-terra, o braço armado dos sujos e nocivos petistas.

Ontem Guilherme Cassel, ministro do Desenvolvimento Agrário, comentou o vandalismo dos sem-terra no Sul do Pará. O que disse a triste, melancólica e desnorteada figura? Ah, que todos têm de cumprir a lei: ruralistas, sem-terra…Pergunto, por que o governo não as cumpre? Por que esse governo não respeita a constituição federal? Por que esse governo não respeita às Forças Armados e os Militares? Ficam essas perguntinhas para serem respondidas pelos PETRALHAS?

Bem, o que os ruralistas têm com isso? Quais são os crimes de que são acusados? Por que têm de entrar no exemplo do ministro quando a mega violência foi praticada pelos sem-terra? Ora, porque, no fundo, ele está sugerindo que o vandalismo é uma reação extrema, condenável, mas com uma causa legítima.

O que se pode entender é que neste governo existe uma espécie de vale-tudo, para se perpetuar no corrupto poder mesmo, matando e roubando, o mais importante para eles é não largar o osso, e continuar mamando nas tetas da República.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

"ESTATAIS PATROCINAM PRÊMIO CONCEDIDO AO MOLUSCO"

Por Simone Iglesias e Ana Flor, na Folha:

A lista de empresas que patrocinaram ou apoiaram o prêmio que o digamos "presidente" Luiz Inácio Lula da Silva recebe hoje em Londres inclui três das mais corruptas estatais (Petrobras, BB e BNDES), três empresas privadas brasileiras (Bradesco, Itaú e TAM) e várias companhias estrangeiras com interesses comerciais no país.

Molusco recebe hoje o prestigiado prêmio Chatham House 2009, em Londres, por ser o “motor-chave da estabilidade e da integração na América Latina”. Oferecido pelo Royal Institute for International Affairs, o prêmio teve outros dois finalistas: o chanceler da Arábia Saudita, o príncipe Saud Al Faisal, e a presidente da Libéria, Ellen Johnson-Sirleaf. Lula ganhou em votação aberta realizada na instituição.
O site da Chatham House lista os patrocinadores. Além das estatais e das empresas privadas nacionais, aparecem a Royal Dutch Shell (patrocinadora principal), Anglo American, BG Group, Bloomberg, British American Tobacco, Chevron Ltda, Chivas Brothers, Eni S.p.A, GlaxoSmithKline, HSBC, Rolls-Royce, Santander e Telefonica. O site não informa o valor das cotas de patrocínio.
Procurada pela Folha, a assessoria do BNDES informou que nunca patrocinou o prêmio, mas que comprou uma mesa de oito a dez lugares para diretores que estão no Reino Unido acompanharem a homenagem. Não informou o preço.

O Banco do Brasil também informou que nunca patrocinou a Chatham House, mas que comprou uma mesa para dez diretores da instituição no valor de 16 mil libras (R$ 44 mil). A assessoria do banco estatal disse que não eram vendidos convites individualmente, só o pacote de dez lugares. O BB disse que fará uma reclamação ao Royal Institute for International Affairs por constar no site como patrocinador.
A Petrobras afirma que “participa do Prêmio Chatham House 2009 através de uma cota no evento”, mas não informou o valor despendido.

COMENTO
São muitas bandidagens no país dos PETRALHAS, enquanto essas estatais ficam torrando dinheiro público, milhares de brasileiros morrem de fôme
por dia neste país, que está sendo administrado por essa facção exacerbadamente criminosa que se encontra no poder da República.


O MST E O TERRORISMO OFICIALIZADO
Por Reinaldo Azevedo

O MST teve uma idéia luminosa: “Já que há muita gente protestando contra os nossos crimes, por que a gente não vai ali e invade duas fazendas de Daniel Dantas? Ninguém vai ligar! Ele foi transformado no inimigo nº 1 do país; tudo o que fizermos contra Dantas será considerado legítimo”. E o MST invadiu as fazendas Maria Bonita e a Rio Vermelho, localizadas, respectivamente, nos municípios de Sapucaia e Xinguara, no sul do Pará. Desta feita, segundo as vítimas, a ação foi praticada por homens encapuzados e armados. Fizeram o diabo: derrubaram e queimaram casas com os tratores das propriedades, puseram fogo nos veículos, roubaram gado, ameaçaram de espancamento mulheres, crianças e velhos, que tiveram de fugir, e agrediram alguns homens.
Imóvel da fazenda destruído com trator

As imagens estão no blog de Marcelo Marques. Até quando? O MST admite as invasões e, como de hábito, nega a depredação. Aqueles ditos intelectuais, mais o Chico Buarque, o sambista, que assinaram o “manifesto” contra a CPI do MST devem achar que a luta pela terra passa por atos como este, tipicamente terrorista. Aliás, não custa lembrar que o governo Lula se nega a votar uma lei que caracterize o crime de terrorismo justamente para preservar o MST, seu aliado. Seguem mais algumas imagens, agora do interior das casas dos funcionários da fazenda.

Segundo a corrupta e nociva, candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, as críticas ao MST caracterizam a “demonização dos movimentos sociais”, opinião compartilhada pelo ministro Tarso Genro (Justiça) e, certamente, pelo chefão de todos eles: Luiz Inácio Lula da Silva. Isso significa que, caso Dilma se eleja, o MST continuará livre para invadir, depredar, incendiar, ameaçar, destruir plantações, roubar e matar o gado. Ninguém põe ordem no movimento, que tem as suas próprias leis e executa a sua própria justiça. Acho que é preciso mostrar mais algumas fotos.

É evidente que, num país em que o próprio Senado da República se nega a cumprir uma ordem do Poder Judiciário contra a qual não cabe mais recurso, as ações do MST devem ser vistas como o ponto extremo a que pode chegar o chute no traseiro das instituições. Não é por acaso que o comandante da Mesa do Senado, que deu de ombros para a Justiça, seja o mesmo José Sarney que também saiu, dia desses, em defesa do MST.

Sim, haverá gente imbec... o bastante que usará, para analisar a ação do MST, o que eu chamaria de Paradigma Uniban de Trogloditismo, Irracionalidade, Cretinismo e Estupidez. No caso daquela aluna massacrada pela corja, considerava-se: “Pô, ela provocou! Quem mandou usar aquele vestido?” E a lei que se dane! No caso das fazendas, não faltará quem diga: “Ah, Daniel Dantas que vá se catar! Ele já fez tanta coisa ruim”. Como se a melhor forma para combater os crimes de que o banqueiro é acusado fosse cometendo e permitindo crimes novos. Como se o MST precisasse de um proprietário como Dantas para cometer as suas sandices.

COMENTO

Meus caros amigos e leitores, em meio ao hiper mega banditismo intitucionalizado e a super corrupção edêmica da facção dos Petralhas, à impunidade, dessa quadrilha do MST, é o mínimo, visto que, uma outra recém-criada organização criminosa de sem-terra começou a aterrorizar a região: a Liga dos Camponeses Pobres, que mantém relações com remanescentes do Sendero Luminoso, o grupo terrorista de orientação maoísta que matou 30.000 pessoas no Peru nas décadas de 80 e 90.

Os integrantes desta super facção criminosa andam encapuzados e armados. Dois deles contaram que a organização funciona com o dinheiro que cobra de pessoas interessadas em ganhar lotes da reforma agrária. Quem paga 10 reais por mês pode manter uma barraca nas áreas ocupadas das terras que são invadidas.

No mês passado, vários integrantes desta facção invadiram a Fazenda Forkilha, em Santa Maria das Barreiras. Os proprietários foram feitos reféns por doze horas antes de ser liberados. Atualmente, a Forkilha está tomada por mais de 1.000 bandidos acampados, alguns desses têm casa própria em cidades da região. Os métodos desses super marginais são tão violentos que assustam até as outras organizações de sem-terra que atuam na região. “São bandidos muito violentos. Quem age mascarado e com arma na mão não é de movimento social”, diz Pedro Alcântara de Sousa, da Federação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura Familiar.

É isso aí, meus caros amigos e leitores deste humilde blog. Este é o país dos bandidos, corruptos petralhas e marginais. É assim que esse governo Molusco, essa super máquina de cometer crimes, assegura os direitos do setor que é o principal responsável pela estabilidade alcançada pela economia brasileira e relativamente mantida mesmo diante da crise mundial.

E até quando? Até quando esses canalhas petralhas estiverem no poder da República e ainda contarem com a leniência de algumas autoridades e alguns setores da nossa sociedade. Pessoal precisamos votar certo, não podemos mais cometer erros.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

BRASIL ESCULHAMBADO

Supremo divulga nota em defesa de Toffoli;
Na Folha.

O STF (Supremo Tribunal Federal) divulgou ontem uma nota informando que é normal que entidades de classe promovam eventos de posse para magistrados brasileiros e que o ministro José Antonio Dias Toffoli não sabia que a Caixa Econômica Federal era um dos patrocinadores de sua festa.
“O STF afirma que é usual que entidades de classe patrocinem a celebração de posse de ministros do Supremo e de outros tribunais”, diz a nota. “O ministro Toffoli esclareceu que não foi consultado sobre esse patrocínio da CEF e que ignorava o fato”, conclui o STF.
A Folha revelou no domingo que parte da festa oferecida em homenagem ao ministro Toffoli após a sua posse, no último dia 23, em Brasília, foi patrocinada pela Caixa. A Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) organizou a homenagem em parceria com outras entidades da magistratura e pediu R$ 50 mil à Caixa, como patrocínio. Após ser questionado pela Folha, o banco confirmou que repassou R$ 40 mil.
A comemoração organizada para receber 1.500 pessoas foi no Marina Hall, casa de eventos numa área de 5.000 m2 às margens do lago Paranoá, ponto nobre da capital federal.
O juiz federal Luiz Cláudio Flores da Cunha, do 6º Juizado Especial Federal do Rio, pretende questionar no Tribunal de Contas da União e no Ministério Público Federal a legalidade do patrocínio. Ele entende que a associação dos juízes federais foi usada para ocultar o repasse de um órgão público para cobrir gastos de uma festa.
Em agosto de 2008, a Folha revelou que o Tribunal Regional Federal da 2ª Região reuniu juízes em seminário em hotel no balneário de Búzios (RJ) com despesas pagas por empresas privadas. Como o TRF não podia receber o dinheiro, a Ajufe atuou como intermediária das patrocinadoras e arcou com a maior parte dos gastos.

COMENTO

Meus prezados amigos, já que os corruptos e bandidos promotores da festinha não pouparam o Supremo do constrangimento, o Supremo poderia ter-se poupado, evitando uma nota tão idiota como essa.

Ela não esclarece absolutamente nada! Ao contrário: demonstra que, por enquanto, esse digamos petista de 3º categoria, Toffoli participa da Casa como massa super negativa. Em vez de ter tornado o STF maior, o STF é que veio em seu auxílio, sendo obrigado a se diminuir. Como se pode ver, é só mais um abominável PETRALHA.

Mesmo não tendo, claro, “nada com isso”, “não sabendo de nada”, Toffoli deveria reunir parte das economias que certamente juntou quando advogado do PT e de empresas privadas e fazer uma doação correspondente a algum fundo público. Creio que seria impossível devolver à CEF, que é uma das principais financiadoras, das maracutais e bandidagem dos petistas.

Seria um gesto simbólico, sem dúvida, mas que expressaria o seu repúdio ao que as tais associações de magistrados fizeram. Porque é bom notar: ele disse que não tem nada com esse imbróglio abominável.

Qual será o próximo passo do Supremo? Afirmar que aquele que ignora a lei pode descumpri-la?
Como diria o outro......Marco Aurélio de Mello, só mesmo fechando o Brasil para balanço…Pois realmente está tudo dominado, e o país dos Petralhas, não tem mais jeito mesmo; Onde o banditismo institucionalizado e a corrupção edêmica, são os alicerces desta facção que está no poder da República.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

"BANDIDAGEM NO PROJETO "MINHA CASA, MINHA VIDA"

Por Fernando Barros de Mello, na Folha:

Uma corretora dirigida por sindicalistas da Caixa Econômica Federal, que são filiados ao PT e também doadores de candidatos a deputado e prefeito pelo partido, é a maior negociadora de seguros de entrega de obras do Minha Casa, Minha Vida, programa do governo federal lançado há sete meses.
A Fenae Corretora é a única a ter acordo com a Caixa para a venda do seguro-garantia do programa habitacional -um negócio de milhões de reais. Empreiteiras e corretores ouvidos pela Folha afirmam haver um monopólio informal.
Construtoras que participam do programa são obrigadas a contratar um seguro para garantir a entrega das moradias, caso as próprias empreiteiras não cumpram o prometido.
Duas seguradoras, Caixa Seguros e J Malucelli, dominam o mercado até o momento. A Fenae Corretora é quem faz a intermediação entre construtoras e seguradoras.
Em julho, Caixa Seguros, J Malucelli e Fenae divulgaram comunicado ao setor financeiro anunciando um acordo “para explorarem juntas esse mercado”. À Folha, o setor de relações com investidores da J Malucelli confirmou que quase a totalidade dos seguros é negociada, até agora, pela parceria das três empresas.
A Caixa diz que quaisquer seguradoras e corretoras podem participar e o mercado é livre. A Fenae afirma ser uma das mais experientes da área.
O Minha Casa, Minha Vida -que é uma das principais bandeiras da pré-campanha da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) ao Planalto- promete investir R$ 34 bilhões na construção de um milhão de casas populares. O valor a ser segurado é de 10% de cada obra.
Isso representaria um prêmio de cerca de R$ 40 milhões para as seguradoras que atuarem nesse nicho -considerando uma taxa conservadora de gratificação de menos de 1,5% sobre o valor total segurado.
A comissão a ser recebida pelos corretores de seguro, segundo documento da própria J Malucelli, chega a 10% do prêmio recebido pelas seguradoras (o que representaria um total de R$ 4 milhões para a Fenae, caso seja a única a explorar o mercado).
Em pouco mais de três meses, mais de R$ 4 bilhões em financiamentos da Caixa para o Minha Casa foram garantidos pela J Malucelli, segundo a própria empresa. Alexandre Malucelli, vice-presidente da J Malucelli Seguros, diz que a Fenae “é a corretora cativa da Caixa Seguros” e que por isso foi escolhida para a parceria.
“O seguro-garantia é complexo e a Caixa tem o direito de indicar a seguradora de sua confiança. O que combatemos é o abuso, a imposição de representantes”, diz André Dabus, coordenador de Crédito e Garantia do Sincor-SP (sindicato dos corretores). “Os corretores entendem que banco é banco, corretora é corretora. Monopólio não é sadio. Esperamos que a Caixa não fique na contramão da história.” Aqui

MAIS BANDIDAGENS LULO-PETRALHA-MOLUSQUIANA
MST, o braço armado dos PETRALHAS, corta madeira, vende e dinheiro some, ISTO É BANDIDO ROUBANDO BANDIDO.

Por José Maria Tomazela, no Estadão:

Uma cooperativa do Movimento dos Sem-Terra (MST) cortou e vendeu cerca de 400 mil metros cúbicos de pinus no Assentamento Zumbi dos Palmares, em Iaras, no sudoeste paulista. Parte do dinheiro foi desviada.

A quantidade de madeira cortada equivale à carga de 10 mil caminhões. Os recursos deveriam ter sido aplicados nos lotes. O rombo, que pode chegar a R$ 3 milhões, é investigado pelo Ministério Público Federal.

Impedido de derrubar outros 1,4 mil hectares de árvores, o MST abandonou os assentados. A região, no centro-oeste do Estado, é a mesma que os sem-terra querem transformar num grande polo de assentamentos da reforma agrária.

A floresta de pinus pertencia ao Instituto Florestal, órgão da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, e foi comprada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) num processo de arrecadação de terras para fazer assentamentos. O plano era executar o manejo da floresta de acordo com as normas ambientais e investir o dinheiro na infraestrutura do lugar.

“Assim que tivemos a imissão de posse na área, em 2007, houve uma série de incêndios intencionais que estão sendo investigados pela Polícia Federal”, contou o superintendente do Incra em São Paulo, Raimundo Pires da Silva. As chamas atingiram quase mil hectares do pinheiral. Há suspeita de que os próprios interessados teriam ateado fogo para apressar o corte raso do pinus.

Por meio de convênio assinado em 2008, o Incra contratou a Cooperativa de Comercialização e Prestação de Serviços dos Assentados da Reforma Agrária de Iaras e Região (Cocafi), criada pelo MST, para extrair e vender a madeira. O dinheiro seria aplicado na infraestrutura do assentamento. Em poucos meses, máquinas e motosserras a serviço da cooperativa botaram abaixo mais de 300 mil árvores. À medida que as toras eram retiradas, os sem-terra cadastrados pelo Incra iam sendo assentados sobre os restos da floresta. A infraestrutura nos lotes não foi feita e eles procuraram o Ministério Público de Ourinhos. O corte e a venda da madeira foram embargados.

O assentado Antonio da Silva, de 64 anos, reclama que tiraram os pinus de metade de seu lote, de 15 hectares, mas nada deram em troca. “A terra é um areião e precisa de calcário e adubo.” Ele é um dos que acusam a cooperativa de desviar o dinheiro que seria aplicado em água, estradas e recursos para os assentados. O agricultor Roberto Ramos aponta as toras amontoadas no lote e lamenta os desvios. “Essa madeira poderia valer muito adubo.” Ele e a família deixaram a região de Campinas há seis meses, a convite do MST, mas nada plantaram até agora. “Fomos colocados aqui e abandonados.” Aqui

MAIS BANDIDAGENS LULO-PETRALHA-BOLIVARIANA

Caixa Econômica Federal paga festa de Toffoli, e STF paga o pato
Por Christiane Samarco e Carol Pires, no Estadão:

Mal tomou posse no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro José Antonio Dias Toffoli já causa desgaste à imagem da instituição, por conta do patrocínio de R$ 40 mil da Caixa Econômica Federal à sua festa de posse. “É claro que é um desgaste para ele e para a instituição também, mas só posso presumir que ele não estava a par disso”, observa o ministro Marco Aurélio Mello.

“Isso desvaloriza o Supremo, que deveria ser preservado como uma instituição acima de qualquer suspeita”, completa o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), um dos maiores críticos da indicação de Toffoli.

Em sua defesa, o ministro afirma que não tinha conhecimento do patrocínio da Caixa à recepção organizada por associações ligadas à magistratura, caso que foi revelado pelo jornal Folha de S. Paulo. “A festa não foi iniciativa minha nem do Supremo. Eu fui apenas um convidado”, argumenta o ministro.

“Não pedi festa nenhuma e não sei onde obtiveram o dinheiro. Supus que os recursos vieram dos associados, mas de onde veio o dinheiro não é problema meu”, reagiu o ministro. “É problema de quem ofertou, e não meu.”

O líder do PT na Câmara, Cândido Vaccarezza (SP), lembra que a Caixa está disputando mercado com todos os bancos e patrocina eventos em vários ramos. Ele até reconhece que a oposição está no seu papel legítimo de criticar. “O errado é dizer que aí tem problema legal e ético, porque não tem”, contesta, enfatizando que não há nada na lei que impeça a Caixa de “financiar” a posse de um ministro. Mas as críticas persistem.

“É um absurdo desnecessário a Caixa, um banco público, financiar festa de ministro. Para que festa de posse?”, argumenta o senador Pedro Simon (PMDB-RS).


COMENTO
"Meus prezados amigos, até parece que essa facção exacerbadamente criminosa e danosa dos petralhas é uma poderosa máquina, de cometer crimes e bandidagens de toda natureza.

Em um excelente artigo no domingo, no Estadão, que já está rendendo algumas reações entre cínicas e furiosas dos petistas e das esquerdas. Num texto intitulado Para onde vamos?, foi analisado o governo do presidente Luiz Inácio Molusco da Silva e afirma: Tudo o que o cerca possui um DNA que, mesmo sem conspiração alguma, pode levar o País, devagarzinho, quase sem que se perceba, a moldar-se a um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade que pouco têm que ver com nossos ideais democráticos'. E o autor lista, então, as muitas vezes em que o presidente e sua base de apoio atravessam os bons procedimentos democráticos.

Bem, o artigo é impecável, sobre a forma como Lula governa: 'Como dizia o famoso príncipe transloucado, nesta loucura há método.” O “príncipe transloucado' é Hamlet, da peça homônima, de Shakespeare. Ocorre que a fala “Though this be madness, yet there is method in ‘t” (É loucura, mas há método nela) não é do príncipe, mas de Polônio, o conselheiro, símbolo da ponderação. Ele a pronuncia justamente ao fim de um dos delírios de Hamlet.

É realmente muito grave, a situação do noso país, e quem é a primeira vítima, ainda que acidental, do príncipe destrambelhado e politicamente idiota, que produz um banho de sangue? Justamente Polônio! Justamente a ponderação! Digamos que esta senhora, a “Ponderação”, não costuma ser muito popular em política.

Os petralhas, na Internet, já reagiram, se me permitem a metáfora, com aquela elegância de pensamento e comportamento típicos daqueles linchadores da Uniban, que ameaçavam uma jovem com o estupro porque acharam a sua roupa inadequada para uma faculdade onde há alunos que se comportam como linchadores e estupradores… Os petralhas estão gritando com aquela inteligência característica: “Inveja! É tudo Inveja! É despeito! Molusco ficou mais famoso do que o outro presidentes!

À estratégia petista, que vai, como de hábito, exibir seus vícios e suas bandidagens como virtudes, o que vai acima precisa ser apontado.
A matéria identifica com precisão a base material de sustentação do corrupto governo, numa leitura que não é estranha aos leitores deste simples e humilde blog.

O diagnóstico é exato. Exemplo acabado do modo como o governo Molusco entende as instituições é a investida contra o Tribunal de Contas da União. Os petistas pretendem criar o que chamam uma “Câmara” para avaliar as obras em que o tribunal encontra irregularidades. E qual é o problema de Lula com este órgão? Ele é formado por uma maioria de pessoas que não foram indicadas pelo Demiurgo. Os petistas só respeitam instituições que eles dominam; logo, não respeitam instituição nenhuma: aceitam apenas o partido como instância legítima e o querem substituindo a sociedade. Eu diria que esse método é um pouco mais 'moderno' (no tempo) e mais “atrasado” (na política) do que o próprio peronismo: criar órgãos paralelos para atropelar os legais é coisa de bolivarianos mesmo.

Que as muitas quadrilhas, que formam essa facção criminosa, grite à vontade. O fato é que estamos no centro da questão. E é a democracia que está em xeque-mate, a República é que está em frangalhos, a nação brasileira vai definhar por muitos anos, e o povo brasileiro irá pagar um preço muito caro dessa administração tão corrupta e nociva, como, nunca vista antes na história deste país.

Enquanto isso, nossas Forças Armadas continuam à cada dia mais desarmadas e militares flagelados por dois dos maiores caudilhos da história da humanidade, FHC e Molusco Silva.

Os lugares mais quentes do inferno, estão reservados para aqueles que em tempo de paz, optam por ficar na NEUTRALIDADE. (Dante Alighieri)".

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

LULA, A IMPRENSA E O PT.

Moacyr Lopes Junior/

Por que Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa e o casal Kirchner tratam a imprensa como inimiga? Porque na Venezuela, na Bolívia, no Equador e na Argentina de seus sonhos não há lugar para jornais, revistas e redes de televisão independentes. Para essa gente, notícia é só aquilo que seus ministros da propaganda dizem que é notícia. Todos eles suprimiram a liberdade de imprensa ou estão em via de fazê-lo. Esperam um dia atingir o controle total da informação obtido pelas grandes ditaduras do século passado, prática que é mantida ainda por seus irrelevantes sobreviventes atuais: Cuba e Coreia do Norte. Nesses países não existe imprensa. Não existem repórteres. Não existem jornais. Não existe democracia. Não existe liberdade. Portanto, não existe notícia. Cubanos e norte-coreanos vivem vidas miseráveis, privados das mínimas exigências da subsistência civilizada, mas os papéis pintados periódicos daqueles países não relatam a triste realidade.

Por onde se olha na América Latina, há um governante com a ideia fixa de que seus fracassos seriam menos gritantes se só existisse a imprensa oficial. O Brasil vinha sendo a excepcionalidade na região. Agora o próprio presidente Lula está desenhando o que ele imagina ser a imprensa ideal. “Não acho que o papel da imprensa é fiscalizar. É informar”, disse Lula há duas semanas. Na quinta-feira passada, ele voltou à carga com o seguinte discurso, direcionado a repórteres que cobriam uma cerimônia que reunia catadores de papel, em São Paulo: “Hoje vocês têm a oportunidade de fazer a matéria da vida de vocês. Se vocês esquecerem a pauta do editor de vocês e se embrenharem no meio dessa gente (…) Publiquem apenas o que eles falarem. Não tentem interpretar”.

É espantoso. Lula não lê jornais. Mas quer ensinar como editar jornais. Má notícia, senhor presidente. Ter 80% de popularidade não credencia ninguém a ser repórter ou editor. Não existe jornalismo a favor. Não existe jornalismo feito pelo estado. Não é atributo do Poder Executivo traçar limites para o exercício da imprensa. A liberdade de expressão não pertence ao universo oficial dos gabinetes executivos, não tangencia os planos de governo e não obedece às orientações dos ministérios da propaganda. Seus limites estão estabelecidos na Constituição e eternizados na cultura dos países democráticos. Os próprios leitores e a Justiça punem os jornalistas que ultrapassam os limites éticos.

A imprensa tem sido vilanizada no Brasil por duas razões principais. A primeira decorre da noção primitiva que alguns ideólogos do petismo têm do Brasil, que para eles é uma grande e simplória terra ideal: a “PTópolis”, habitada por pessoas que têm papéis claramente definidos, como a Patópolis, de Walt Disney. Os habitantes de PTópolis também são divididos em classificações rígidas. Existem os que ocupam o andar de cima e os do andar de baixo; os pretos e os brancos; os ricos e os pobres; os bons e os maus; os produtores e os usurários; os amigos e os inimigos do rei… A segunda razão é o fato de que, quando a cúpula de PTópolis e seus corruptos do coração produzem escândalos - e eles os produzem aos montes -, a culpa nunca pode ser do líder ou de seus próximos. A imprensa livre é um estorvo em PTópolis. Ela insiste em investigar, fiscalizar e dar nome aos bois. Em PTópolis, idealmente, só deveriam exercer o jornalismo as pessoas designadas para isso pelo estado. No mundo perfeito de PTópolis não há lugar para algo imperfeito, barulhento, enxerido, investigativo, teimoso, livre, falível e, algumas vezes, até irresponsável como é a imprensa. PTópolis: ame-a ou deixe-a!

COMENTO
"Meus prezados amigos, esse 'governo dos Petralhas', vai fazer tudo que pode e o que não pode para eleger sua abominável e nociva candidata, que todos conhecem muito bem suas atuações políticas desde da década de 60. Isso não é nenhuma novidade. Certo?

Em dezembro, faz dois anos que estreou a televisão pública de Lula, a TV Brasil. É um bom momento para falar de números. Em setembro, no Rio de Janeiro, segundo o Ibope, a média de audiência da TV Brasil foi de 0,4 ponto porcentual entre 7 da manhã e meia-noite. Achou pouco? Em Brasília, foi de 0,3 ponto porcentual. Isso significa dinheiro público jogado fora.

Esse governo dos petralhas, onde o banditismo institucionalizado e a corrupção edêmica, são os seus alicerces mais importantes, vai fazer coisas tão absurdas para conseguir o terceiro mandado do Molusco, através de sua candidata; que a nação brasileira, ficará estática e jamais voltará a ser como antes.

Recebo muitos e-mails por dia perguntando, quem eu indico para presidente, ora não posso indicar ninguém, visto que a campanha ainda não começou e não conhecemos os outros candidatos, por enquanto de certo só temos a desnorteada candidata da facção do PT.

O que mais preocupa, não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos e nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons. (Martim Luther King).

O PT é uma facção que não tem organização e nem métodos, se a exacerdada bandidagem e corrupção existem, é porque tem quem à mantenha de forma impune e imune.

Esse monstro de nove cabeças e nove tetácúlos, onde certamente uma dessas cabeças é a de Lenine e está no Livro o Estado e a Revolução de 1918. Outra cabeça é a do caudilho FHC 'o pai' de 90% das das bandidagens que estão acontecendo hoje na República.

Causa-me estranheza a leniência das autoridades brasileiras com essa facção que se encontra no poder da República, cometendo todos os tipos de bandidagens possíveis e impossíveis". Bom feriado para todos.