Por Reinaldo Azevedo
O MST é determinado: não recua nunca! Se o país se escandaliza com uma de suas ações, como foi o caso da derrubada de milhares de pés de laranja na fazenda da Cutrale, o movimento não se intimida. Ao contrário: radicaliza. Na semana passada, publiquei aqui fotos da destruição da fazenda Santa Marina, no Pará. Ontem, foi a vez da fazenda Espírito Santo. Ambas pertencem a uma empresa que tem Daniel Dantas entre os seus sócios.
Para as pessoas que gostam de perguntar primeiro quem é a vítima para saber se uma ação foi ou não criminosa, eis aí um prato cheio, não é mesmo? Como Dantas é quem é, o MST sabe que conta com a leniência de alguns setores da sociedade: “Ah, já que a fazenda é dele…” Se ele usasse minivestido rosa-choque, também achariam a ação justificada…
Vejam que coisa curiosa: o governo e os bacanas “progressistas” são contra a CPI do MST porque afirmam que se trata da satanização dos movimentos sociais. Huuummm… Uma análise, digamos, convencional do quadro indicaria ser a hora de o MST recuar um pouco, ficar longe do noticiário, para provar que não é o que dizem dele. Errado, cara pálida! Essa não é a perspectiva “revolucionária” — e o MST, não se esqueçam, sonha com a revolução socialista.
Um esquerdista legítimo é, antes de tudo, um oportunista. Ele aproveita o momento de fraqueza do inimigo ou a leniência daqueles setores do miolo mole para “avançar na luta” e “acirrar as contradições”. Como o MST não vive de sua popularidade, ele pouco se importa com a sua imagem. Sabe que conta com o apoio das chamadas “entidades”. Acuado por sua própria violência, ele responde com mais violência.
OEA
Ah, sim: a Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos) considerou o Estado brasileiro culpado pela não punição dos envolvidos no assassinato de Sétimo Garibaldi, 52, agricultor morto em novembro de 1998 numa tentativa de despejo feita por milícias armadas em um acampamento do MST em Querência do Norte, noroeste do Paraná.
É evidente que mortes em confrontos de terras são inaceitáveis, e os assassinos têm de ser punidos. E é também óbvio que a permanente transgressão das leis protagonizada pelos sem-terra tem de ser coibida, justamente para que se não se crie o ambiente favorável à violência. É preciso ter claro que o sangue dos cadáveres serve para irrigar o terreno ideológico do MST. Se, nessas ações de destruição de fazendas, o outro lado decide resistir, vocês sabem bem qual é o desdobramento óbvio.
Embora não tenha muita chance de prosperar, é preciso que as vítimas do MST façam suas denúncias à OEA e a cortes internacionais. Também morrem, para usar a linguagem rasteira a que essa gente se dedica, pessoas “do lado de lá”, que o movimento considera inimigas. Leiam, a propósito, o texto Silva, um morto sem sepultura. E Dorothy Stang, o vitimismo como ideologia.
O sujo e nocivo movimento deu agora para atacar a casa dos funcionários das fazendas. Faz sentido. Eles são a evidência da chegada do capitalismo ao campo e representam a negação da necessidade de um MST. Uma casa confortável de um trabalhador rural assalariado, de carteira assinada, demonstra a obsolescência de um João Pedro Stedile. E, por isso, o movimento opta pela tática Sendero Luminoso: atacar os “oprimidos” que não colaboram com a revolução.
COMENTO
"Esse tipo de bandidagem do MST, mostra claramente à felência do Estado de Direito, o grave desrespeito as instituições democráticas e ainda que essa facção que está no poder é a única responsalvel por essa esculambação Lulo-Petralha, uma vez que a 'mídia partidarizada e a bandidagem' de Molusco e Dilma, é o que existe de mais abominável e nojento na nossa pobre República.
O PT de antigamente apostava na autonomia do sindicalismo e dos movimentos sociais em relação ao Estado. Não era o oxigênio da democracia? Hoje, o governo Lula cooptou com muito dinheiro público e cargos, os sindicatos que são apenas os que restaram dos movimentos sociais e estudantis.
No Brasil lulista, com 'tudo dominado', é irônico que só os partidos não sejam partidarizados. À sombra do poder, vivem misturados, como beneficiários da avacalhação institucional patrocinada por um governo moralmente leniente e corrupto, mas muito popular, o que inibe a atuação da oposição, que, de resto, não sabe mesmo o que falar e nem como agir.
Nesse ambiente hostil e de bagunça imperial, por que a imprensa ficaria imune? Com publicidade oficial, Molusco faz um arrastão nas chamadas mídias regionais e populares, todas obedientes e subservientes ao poder da máquina de corrupção e bandidagem dos nocivos e sujos petralhas.
Na internet, o lulismo-petralha-Molusquiano, multiplica seus corruptos funcionários voluntariosos é claro. Há, por parte dos palhaços do Planalto, um esforço enorme e metódico para colocar a mídia a serviço do corrupto, bandido e nocivo governo para que, numa palavra, possa partidarizá-la, e com isto se aumenta ainda mais essa espécie de miopia do povo brasileiro, principalmente das clases menos favorecidas, aquelas que recebem o bolsa esmolas, que é a maior moeda de compra de votos do planeta.
Nestes abomináveis casos, fica muito bem caracterizado, o Estado como gângsteres privados da República. O PT pôs isso em xeque. Quem não está conosco é inimigo essa é a lógica subjacente isso fica bem nítido nos discursos da terrível comandante Dilma e do Molusco. Até parece aquelas ideias dos comunistas Rusos de outrora, ou seja, uma ditadura totálitária desse tipo não pode mais prosperar, visto que é um grande atraso para a nossa República. É mesmo que dizer: está tudo domindado, por essa facção exacerbadamente criminosa e danosa, que se encontra no poder da República onde ainda pretendem perpetuar-se para se locupletarem ainda mais do erário público.
Enquanto isto as nossas Forças Armadas, estão cada dia mais desarmadas
Militares flagelados por dois dos maiores caudilhos e Revanchista de toda história da humanidade FHC e MOLUSCO".
terça-feira, 10 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Projeto do governo prevê menos poder para o TCU
Surto Lulo-Petralha-bolivariano e o banditismo Petralha a todo vapor, o corrupto Projeto do nocivo e corrupto governo, prevê menos poder para o TCU.
Por Lilian Christofoletti, na Folha. O Título é meu:
As críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao TCU (Tribunal de Contas da União), responsabilizando-o por supostamente atravancar o crescimento do país ao paralisar obras públicas, estão contempladas num anteprojeto de lei, encomendado pelo governo federal, que prevê limitar a atuação do órgão.
Por este anteprojeto, que é o resultado de um estudo elaborado por uma comissão de advogados nomeados pelo Ministério do Planejamento, o poder do tribunal fica reduzido.
O artigo 62, parágrafo único, do anteprojeto de Lei Orgânica da Administração Pública Federal, reza que o controle externo de órgãos estatais, atividade exercida pelos Tribunais de Contas, “não pode implicar interferência na gestão dos órgãos ou entidades a ele submetidos nem ingerência no exercício de suas competências ou na definição de políticas públicas”.
Em outras palavras, se o documento for aprovado, o TCU fica proibido de decretar as chamadas medidas cautelares, por meio das quais suspende licitações e bloqueia repasses para obras quando surgem divergências com a administração ou suspeitas de possíveis irregularidades -neste ano, o TCU já foi responsável por baixar 124 medidas cautelares.
“O dispositivo procura evitar que o TCU decrete cautelares sempre que for contrariado em suas orientações ou quando a administração não seguir o seu entendimento. Dentre as mais de cem cautelares, há casos em que a obra foi suspensa simplesmente porque a administração não acolheu a recomendação do tribunal”, diz o membro da comissão e professor de Direito Administrativo da USP e da FGV (Fundação Getulio Vargas) Floriano de Azevedo Marques Neto.
COMENTO
"Meus prezados amigos e leitores, não é hoje que muitos jornalistas e blogueiros deste país, vem alertando a sociedade brasileira, do grande poder dessa máquina de exacerbada bandidagem e nociva corrupção que se instalou no executivo Lulo-Petralha-molusquiano.
Bem, parece que a miopia do povo brasileiro, começa a dar os primeiros sinais de melhora, pois até mesmo a camada da população menos favorecida, à que recebe bolsa esmolas, já começa a dar os primeiros sinais e perceber claramente à ação corrupta e desnorteada de um governo ignóbio, mentiroso e sem limites para o banditismo institucionalizado e esdrúxulo e para exacerbada corrupção edêmica.
Certamente até o ano que vem em 2010, quando a campanha das eleições presidenciais começar de verdade, muitas coisas sujas desta facção que está no poder, e que ainda estão obscura, virão à tona e esses fatos que são muito gráveis, irão mudar totalmente o rumo das próximas eleições na nossa frágil e esculhambada República dos corruptos Petralhas".
Manipulação tendenciosa e ideológica: Questão do Enade erra nome de Molusco, mas faz propaganda irresponsável contra os digamos críticos do corrupto governo dos Petralhas.
Por Jorge Serrão
Nota Zero, Stalinácio! O germe promocional do Bolcheviquepropagandaminister - que vende a imagem do Super Lula acima do bem e do mal - infestou até a prova de comunicação social do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). A questão 19 mostrou como o nazipetismo utiliza a técnica de engenharia social “dissonância cognitiva”: o bombardeio de informações ideológicas para confundir os sentidos e (de)formar a opinião.
Na Internet, estudantes que ainda raciocinam classificaram de “tendenciosa e política” a pergunta da prova de ontem do Enade que exaltava as previsões de Lula sobre a crise global. Objetivamente, o enunciado da questão induzia a uma resposta que condenava os críticos de Lula. Para agravar a tacanha manipulação ideológica, o formulador da pergunta ainda escreveu o santo nome de Lula errado: Luis (com S, de Stalinácio). E não Luiz (com Z, de Zero – a nota que os manipuladores merecem receber como reprovação imediata).
A pergunta manipuladora foi respondida por ingressantes e concluintes da área de comunicação social - que abrangia os cursos de cinema, editoração, jornalismo, publicidade e propaganda, radialismo e relações públicas. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) será interpelado a explicar como a prova de comunicação teve uma questão com propaganda explícita em favor do Presidente da República.
No mínimo, os áulicos que elaboraram a prova tendenciosa merecem NOTA ZERO.
Releia o artigo: Lula, o verdadeiro Nacional Socialista
Manipulação absurda e irresponsável....
Analise, friamente, a questão 19 da prova de comunicação e constate o abuso ideológico cometido pelo formulador da pergunta tendenciosa:
Questão 19: Quando o presidente Luis Inácio da Silva afirmou que a crise financeira mundial era um tsunami no exterior, mas, no Brasil, seria uma marolinha, vários veiculos da midia criticaram a fala presidencial. Agora é a imprensa internacional que lembra e confirma a previsão de Lula.
Considerando a realidade atual da economia, no exterior e no Brasil, é correto afirmar que houve por parte dos críticos:
a. atitude preconceituosa
b. irresponsabilidade
c. livre exercício da critica
d. manipulação politica da midia
e. prejulgamento
A resposta certa da questão, veiculada no gabarito oficial do Inep, era a "c) livre exercício da crítica".
COMENTO
Ou tiramos essa facção exacerbadamente criminosa do poder, ou esse tipo de bandidagem à cada dia irá fazer parte nas nossas universidades, visto que este abominável governo está infiltrando, membros de sua terrível facção em algumas instituições de ensino superior, pelo país a fora. É ou não é um tremendo absurdo, algo dessa natureza? Só não ver quem não quer, certo?
Por Lilian Christofoletti, na Folha. O Título é meu:
As críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao TCU (Tribunal de Contas da União), responsabilizando-o por supostamente atravancar o crescimento do país ao paralisar obras públicas, estão contempladas num anteprojeto de lei, encomendado pelo governo federal, que prevê limitar a atuação do órgão.
Por este anteprojeto, que é o resultado de um estudo elaborado por uma comissão de advogados nomeados pelo Ministério do Planejamento, o poder do tribunal fica reduzido.
O artigo 62, parágrafo único, do anteprojeto de Lei Orgânica da Administração Pública Federal, reza que o controle externo de órgãos estatais, atividade exercida pelos Tribunais de Contas, “não pode implicar interferência na gestão dos órgãos ou entidades a ele submetidos nem ingerência no exercício de suas competências ou na definição de políticas públicas”.
Em outras palavras, se o documento for aprovado, o TCU fica proibido de decretar as chamadas medidas cautelares, por meio das quais suspende licitações e bloqueia repasses para obras quando surgem divergências com a administração ou suspeitas de possíveis irregularidades -neste ano, o TCU já foi responsável por baixar 124 medidas cautelares.
“O dispositivo procura evitar que o TCU decrete cautelares sempre que for contrariado em suas orientações ou quando a administração não seguir o seu entendimento. Dentre as mais de cem cautelares, há casos em que a obra foi suspensa simplesmente porque a administração não acolheu a recomendação do tribunal”, diz o membro da comissão e professor de Direito Administrativo da USP e da FGV (Fundação Getulio Vargas) Floriano de Azevedo Marques Neto.
COMENTO
"Meus prezados amigos e leitores, não é hoje que muitos jornalistas e blogueiros deste país, vem alertando a sociedade brasileira, do grande poder dessa máquina de exacerbada bandidagem e nociva corrupção que se instalou no executivo Lulo-Petralha-molusquiano.
Bem, parece que a miopia do povo brasileiro, começa a dar os primeiros sinais de melhora, pois até mesmo a camada da população menos favorecida, à que recebe bolsa esmolas, já começa a dar os primeiros sinais e perceber claramente à ação corrupta e desnorteada de um governo ignóbio, mentiroso e sem limites para o banditismo institucionalizado e esdrúxulo e para exacerbada corrupção edêmica.
Certamente até o ano que vem em 2010, quando a campanha das eleições presidenciais começar de verdade, muitas coisas sujas desta facção que está no poder, e que ainda estão obscura, virão à tona e esses fatos que são muito gráveis, irão mudar totalmente o rumo das próximas eleições na nossa frágil e esculhambada República dos corruptos Petralhas".
Manipulação tendenciosa e ideológica: Questão do Enade erra nome de Molusco, mas faz propaganda irresponsável contra os digamos críticos do corrupto governo dos Petralhas.
Por Jorge Serrão
Nota Zero, Stalinácio! O germe promocional do Bolcheviquepropagandaminister - que vende a imagem do Super Lula acima do bem e do mal - infestou até a prova de comunicação social do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). A questão 19 mostrou como o nazipetismo utiliza a técnica de engenharia social “dissonância cognitiva”: o bombardeio de informações ideológicas para confundir os sentidos e (de)formar a opinião.
Na Internet, estudantes que ainda raciocinam classificaram de “tendenciosa e política” a pergunta da prova de ontem do Enade que exaltava as previsões de Lula sobre a crise global. Objetivamente, o enunciado da questão induzia a uma resposta que condenava os críticos de Lula. Para agravar a tacanha manipulação ideológica, o formulador da pergunta ainda escreveu o santo nome de Lula errado: Luis (com S, de Stalinácio). E não Luiz (com Z, de Zero – a nota que os manipuladores merecem receber como reprovação imediata).
A pergunta manipuladora foi respondida por ingressantes e concluintes da área de comunicação social - que abrangia os cursos de cinema, editoração, jornalismo, publicidade e propaganda, radialismo e relações públicas. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) será interpelado a explicar como a prova de comunicação teve uma questão com propaganda explícita em favor do Presidente da República.
No mínimo, os áulicos que elaboraram a prova tendenciosa merecem NOTA ZERO.
Releia o artigo: Lula, o verdadeiro Nacional Socialista
Manipulação absurda e irresponsável....
Analise, friamente, a questão 19 da prova de comunicação e constate o abuso ideológico cometido pelo formulador da pergunta tendenciosa:
Questão 19: Quando o presidente Luis Inácio da Silva afirmou que a crise financeira mundial era um tsunami no exterior, mas, no Brasil, seria uma marolinha, vários veiculos da midia criticaram a fala presidencial. Agora é a imprensa internacional que lembra e confirma a previsão de Lula.
Considerando a realidade atual da economia, no exterior e no Brasil, é correto afirmar que houve por parte dos críticos:
a. atitude preconceituosa
b. irresponsabilidade
c. livre exercício da critica
d. manipulação politica da midia
e. prejulgamento
A resposta certa da questão, veiculada no gabarito oficial do Inep, era a "c) livre exercício da crítica".
COMENTO
Ou tiramos essa facção exacerbadamente criminosa do poder, ou esse tipo de bandidagem à cada dia irá fazer parte nas nossas universidades, visto que este abominável governo está infiltrando, membros de sua terrível facção em algumas instituições de ensino superior, pelo país a fora. É ou não é um tremendo absurdo, algo dessa natureza? Só não ver quem não quer, certo?
domingo, 8 de novembro de 2009
Agora é a comandante Dilma quem ataca a imprensa
Por Ana Flor, na Folha:
A digamos "ministra" Dilma Rousseff (Casa Civil) saiu em defesa ontem do presidente Lula, atacando a imprensa e a oposição. Dilma afirmou que existe uma “oposição quase midiática” no país e acusou segmentos da imprensa de “partidarização”.
Na semana passada, o governo Lula foi alvo de críticas do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso. O cantor Caetano Veloso foi também a público dizer que Lula é “analfabeto e grosseiro”.
Ao falar a prefeitos e vice-prefeitos do PT ontem em São Paulo, Dilma disse que as alianças que o PT está construindo devem ser “uma das explicações para o crescente isolamento de setores políticos, basicamente a oposição, que se vê sem projeto, sem discurso e cada vez mais sem base social”.
Dilma disse ainda que há a “substituição da oposição partidária pela oposição quase midiática”. Ela voltou a classificar a oposição de “patética”, como fez no dia anterior, além de chamá-la de “desconexa” e vítima de um “excesso de vaidade”.
Ao se referir ao PT, disse que “nós somos de fato os grandes democratas do Brasil”.
Numa tentativa de municiar os prefeitos para defenderem o projeto petista na campanha do próximo ano, Dilma falou que o governo tem derrubado “dogmas” da oposição. Como exemplo, falou da crença de que “o povo é politicamente atrasado [e] precisa de formadores de opinião o orientando” -uma resposta às críticas de Caetano.
Dilma foi recebida por centenas de prefeitos e vice-prefeitos do PT em Guarulhos. Além de gritos de “Urgente, Dilma presidente” da plateia, os palestrantes brincavam, ao começar suas falas, dizendo “bom Dilma” -ao invés de “bom dia”.
A ministra subiu o tom dos ataques menos de uma semana depois de FHC criticar, em artigos para jornais, o “lulismo” que comandaria o grupo hoje no poder no país.
Em seu discurso, o presidente do PT, Ricardo Berzoini, chamou o ex-presidente de “Fracassando Henrique Cardoso”.
Há poucas semanas, também em São Paulo, Lula criticou a imprensa, afirmando que o povo pensa por si e “não precisa de intermediários”. A fala de Dilma, muito aplaudida pela plateia petista, foi na mesma linha. Segundo ela, é “arrogância atribuir nossa popularidade como uma miopia” do povo.
COMENTO
Meus nobres amigos e leitores, o que se vê no Brasil, hoje, é um grande absurdo uma especie de “superpresidencialismo desbussolado, desnorteado e pitoresco”, em que se produz “a montagem de um novo bloco de bandidagem, corrupção e poder”. Talvez não seja um digamos subperonismo, como alertou no domingo passado, em artigo no Estado, o outro bandido caudilho e revanchista, mas algo pior. “Porque o populismo de Perón politizava, enquanto o pobrismo do Brasil avilta.”
A excelente e brilhante comparação é do historiador Carlos Guilherme Mota, professor titular de História Contemporânea da USP (aposentado) e de História da Cultura na Universidade Mackenzie, para quem Lula pratica “uma forma cordial, mas matreira, de evitar a implantação de uma moderna sociedade civil”. Respondendo ao “para onde vamos”. Mota diz que “há um fenômeno novo, estimulante, de uma nova esquerda liberal, republicana, socializante”, aparecendo nos EUA, na União Europeia, no Chile e até no Brasil, com figuras como Barack Obama, Michelle Bachelet, Segolène Royal e alguns outros.
Na verdade, este governo bandido, nocivo e super corrupto que está no poder da República conduz o Brasil para um subperonismo, absurdo e estúpido jamais visto antes na história da humanidade?
Não sei se o termo é esse, mas que se trata da crise mais grave desde que Cabral aqui pisou, isto é verossímel. Prefiro definir o grave cenário de banditismo institucionalizado e exacerbada corrupção edêmica, como: um superpresidencialismo desbussolado, desnorteado e pitoresco.
O Pior é que a nação brasileira assiste, bestificada, à montagem de um novo mega bloco de poder. O tratamento dado ao segmento social que o governo entende por povo tem algo em comum com o dos descamisados de Evita e de Perón, mas é pior, na medida em que se aproxima da política usada por outro super bandido Hugo Chavez, na Venezuela.
Em que isto é pior?
Porque o populismo de Perón politizava e o pobrismo daqui avilta.
O super assistencialismo brasileiro é deprimente, deplorável e abominável, pois trata esses pobres condenados da terra como fracassados. E as condições de melhoria social - tão sonhada e ensinada por grandes figuras do passado, são simplesmente pífias e ilusórias.
Aqui no país dos Petralhas e na República da corrupção, o capitalismo andou para um lado e a política social andou para outro. Basta ver que o governo não consegue encaminhar a questão dos sem-terra, por exemplo. Mas há, de fato, uma semelhança até física de um certo tipo de “neossindicalista” brasileiro de hoje com aqueles pelegos dos tempos de Getúlio Vargas, Perón, Ademar de Barros…
Como Perón nos anos 50 e nos 70, o desnorteado e desequilibrado Molusco ainda tem uma enorme aprovação para si e para seu corrupto governo.
Esse nocivo e caudilho só consegue isso porque põe em marcha uma mobilização autoritária em que aplica, magistral e perversamente, a velha metodologia da conciliação. O autoritarismo popular, praticado por Molusco, é uma forma cordial, mas matreira, de se evitar a implantação democrática de uma moderna sociedade civil. Com valores e regras respeitados, que valorize a formação da cidadania, as instituições do país, a constituição, as Forças Armadas e principalmente os militares, que são alvos de um exacerbado revanchismo, como nunca visto antes na história deste país.
BOM DOMINGO PARA TODOS.
A digamos "ministra" Dilma Rousseff (Casa Civil) saiu em defesa ontem do presidente Lula, atacando a imprensa e a oposição. Dilma afirmou que existe uma “oposição quase midiática” no país e acusou segmentos da imprensa de “partidarização”.
Na semana passada, o governo Lula foi alvo de críticas do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso. O cantor Caetano Veloso foi também a público dizer que Lula é “analfabeto e grosseiro”.
Ao falar a prefeitos e vice-prefeitos do PT ontem em São Paulo, Dilma disse que as alianças que o PT está construindo devem ser “uma das explicações para o crescente isolamento de setores políticos, basicamente a oposição, que se vê sem projeto, sem discurso e cada vez mais sem base social”.
Dilma disse ainda que há a “substituição da oposição partidária pela oposição quase midiática”. Ela voltou a classificar a oposição de “patética”, como fez no dia anterior, além de chamá-la de “desconexa” e vítima de um “excesso de vaidade”.
Ao se referir ao PT, disse que “nós somos de fato os grandes democratas do Brasil”.
Numa tentativa de municiar os prefeitos para defenderem o projeto petista na campanha do próximo ano, Dilma falou que o governo tem derrubado “dogmas” da oposição. Como exemplo, falou da crença de que “o povo é politicamente atrasado [e] precisa de formadores de opinião o orientando” -uma resposta às críticas de Caetano.
Dilma foi recebida por centenas de prefeitos e vice-prefeitos do PT em Guarulhos. Além de gritos de “Urgente, Dilma presidente” da plateia, os palestrantes brincavam, ao começar suas falas, dizendo “bom Dilma” -ao invés de “bom dia”.
A ministra subiu o tom dos ataques menos de uma semana depois de FHC criticar, em artigos para jornais, o “lulismo” que comandaria o grupo hoje no poder no país.
Em seu discurso, o presidente do PT, Ricardo Berzoini, chamou o ex-presidente de “Fracassando Henrique Cardoso”.
Há poucas semanas, também em São Paulo, Lula criticou a imprensa, afirmando que o povo pensa por si e “não precisa de intermediários”. A fala de Dilma, muito aplaudida pela plateia petista, foi na mesma linha. Segundo ela, é “arrogância atribuir nossa popularidade como uma miopia” do povo.
COMENTO
Meus nobres amigos e leitores, o que se vê no Brasil, hoje, é um grande absurdo uma especie de “superpresidencialismo desbussolado, desnorteado e pitoresco”, em que se produz “a montagem de um novo bloco de bandidagem, corrupção e poder”. Talvez não seja um digamos subperonismo, como alertou no domingo passado, em artigo no Estado, o outro bandido caudilho e revanchista, mas algo pior. “Porque o populismo de Perón politizava, enquanto o pobrismo do Brasil avilta.”
A excelente e brilhante comparação é do historiador Carlos Guilherme Mota, professor titular de História Contemporânea da USP (aposentado) e de História da Cultura na Universidade Mackenzie, para quem Lula pratica “uma forma cordial, mas matreira, de evitar a implantação de uma moderna sociedade civil”. Respondendo ao “para onde vamos”. Mota diz que “há um fenômeno novo, estimulante, de uma nova esquerda liberal, republicana, socializante”, aparecendo nos EUA, na União Europeia, no Chile e até no Brasil, com figuras como Barack Obama, Michelle Bachelet, Segolène Royal e alguns outros.
Na verdade, este governo bandido, nocivo e super corrupto que está no poder da República conduz o Brasil para um subperonismo, absurdo e estúpido jamais visto antes na história da humanidade?
Não sei se o termo é esse, mas que se trata da crise mais grave desde que Cabral aqui pisou, isto é verossímel. Prefiro definir o grave cenário de banditismo institucionalizado e exacerbada corrupção edêmica, como: um superpresidencialismo desbussolado, desnorteado e pitoresco.
O Pior é que a nação brasileira assiste, bestificada, à montagem de um novo mega bloco de poder. O tratamento dado ao segmento social que o governo entende por povo tem algo em comum com o dos descamisados de Evita e de Perón, mas é pior, na medida em que se aproxima da política usada por outro super bandido Hugo Chavez, na Venezuela.
Em que isto é pior?
Porque o populismo de Perón politizava e o pobrismo daqui avilta.
O super assistencialismo brasileiro é deprimente, deplorável e abominável, pois trata esses pobres condenados da terra como fracassados. E as condições de melhoria social - tão sonhada e ensinada por grandes figuras do passado, são simplesmente pífias e ilusórias.
Aqui no país dos Petralhas e na República da corrupção, o capitalismo andou para um lado e a política social andou para outro. Basta ver que o governo não consegue encaminhar a questão dos sem-terra, por exemplo. Mas há, de fato, uma semelhança até física de um certo tipo de “neossindicalista” brasileiro de hoje com aqueles pelegos dos tempos de Getúlio Vargas, Perón, Ademar de Barros…
Como Perón nos anos 50 e nos 70, o desnorteado e desequilibrado Molusco ainda tem uma enorme aprovação para si e para seu corrupto governo.
Esse nocivo e caudilho só consegue isso porque põe em marcha uma mobilização autoritária em que aplica, magistral e perversamente, a velha metodologia da conciliação. O autoritarismo popular, praticado por Molusco, é uma forma cordial, mas matreira, de se evitar a implantação democrática de uma moderna sociedade civil. Com valores e regras respeitados, que valorize a formação da cidadania, as instituições do país, a constituição, as Forças Armadas e principalmente os militares, que são alvos de um exacerbado revanchismo, como nunca visto antes na história deste país.
BOM DOMINGO PARA TODOS.
sábado, 7 de novembro de 2009
Militares aceitam maior presença do poder civil nas Forças Armadas
Por Tânia Monteiro, no Estadão:
Temas tabus nas Forças Armadas, o papel de “policial das fronteiras” e a submissão completa ao poder civil foram digeridos pela cúpula militar depois de um processo de negociação, comandado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim. A articulação envolveu a promessa de orçamentos mais robustos para Exército, Aeronáutica e Marinha e a edição de um novo plano estratégico ao gosto dos militares.
O resultado é que o governo, como apurou o Estado com fontes militares, não vai enfrentar maiores problemas na caserna durante a tramitação no Congresso da proposta de alteração da Lei Complementar 97, que estende para a FAB e Marinha o poder de polícia e dá mais poderes ao ministro da Defesa.
No campo político, para que as resistências às mudanças fossem as menores possíveis, Jobim dedicou os últimos meses a promover diversas reuniões com lideranças partidárias, além de integrantes das Comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara e do Senado.
O Estado antecipou ontem o texto que será encaminhado ao Congresso, segundo o qual as Forças Armadas estarão cobertas pela proteção legal para realizar operações típicas de manutenção da lei e da ordem. Pela proposta, em operações de vigilância na fronteira e demais ações ordenadas pelos Poderes constituídos, Exército, Marinha e Aeronáutica poderão revistar pessoas, veículos e instalações e fazer prisões em flagrante delito.
O projeto fortalece, ainda, o cargo de ministro da Defesa, que passa a ter comando operacional sobre as três Forças, que ficam, efetivamente, subordinadas ao poder civil. Segundo o novo texto, os comandantes das Forças passam a ter obrigação de apresentar ao ministro a lista de escolha dos militares a serem promovidos, assim como os nomes dos indicados para os respectivos cargos. No caso do emprego das Forças, a subordinação continua sendo ao presidente da República, comandante supremo, mas por intermédio do ministro da Defesa.
LULA, O VERDADEIRO E O FALSO. OU: UMA VISÃO FASCISTÓIDE DO PROCESSO DEMOCRÁTICO
Por Reinaldo Azevedo
O humorista Barthô, em um programa chamado Chupim, da Rádio Metropolitana, concede entrevistas a uma rádio de Moçambique e a uma outra de Angola como se fosse Lula. A imitação é perfeita. Também nos dons do pensamento. O “falso” Lula fez o mesmo com um programa da Austrália, o que chegou a mobilizar até o GSI (Gabinete da Segurança Institucional). Embora, deixei claro, não endosse esse tipo de brincadeira, talento não falta ao imitador. Não só consegue imitar muito bem a, digamos, banda sonora da fala de Lula como reproduz com exatidão todos os cacoetes políticos de seu discurso, em que megalomania, mistificação e, freqüentemente, bobagens abissais se misturam. Abissais mesmo: na sua tirada mais surpreendente, Lula, real, disse que queria comprar os caças para evitar que alguém roubasse o petróleo do pré-sal… Nem o Barthô-Lula chegou a tal extremo de sandice. Ontem, o presidente, o de verdade, foi a um encontro do PC do B. E, mais uma vez, deixou seu imitador no chinelo.
Não tem jeito: quando Lula está na área, não há humorista que o suplante; não há ficção que o supere. Só que uma observação precisa ser feita: se as batatadas ditas por Barthô seriam irrelevantes mesmo que tivessem saído da boca do presidente real, o que disse ontem o presidente real é muito grave e indica intolerância com o regime democrático. E cabe ao PSDB, com a Constituição na mão, processá-lo.
A Folha publicou ontem que a oposição está se mobilizando para treinar 4.500 “multiplicadores de opinião” no Nordeste. O nome não-marqueteiro disso é “cabos eleitorais”. Atenção: é uma prática comum, ordinária, comezinha, regular, convencional, legal e habitual — e quantos adjetivos houver nesse paradigma — das disputas nas democracias. As campanhas de Lula de 2002 e 2006 contaram com milhares desses profissionais. Aquela idéia romântica de que só o militante do partido cuidava do assunto foi definitivamente arquivada.
Mas Lula não teve dúvida: comparou a decisão do partido com a ação de Hitler: “É um pouco o que o Hitler dizia para os alemães pegarem os judeus. Ou seja, vamos treinar gente para não permitir que eles sobrevivam”. É o fim da picada! O presidente da República está satanizando as oposições e tentando criminalizar uma prática política a que seu partido, mais do que todos os outros somados, recorre onde quer que dispute eleição. Ao fazer tal comparação, ofende gravemente a democracia e, obviamente, mas uma vez, banaliza o Holocausto, absurdo em que vem incidindo com espantosa freqüência. Tentar derrotar o PT, como a gente vê, é um ato contra a humanidade!!!
Cabe, ademais, lembrar que, em matéria de perseguição a judeus, Lula é que tem de dar expliações. Daqui a alguns dias, ele receberá com rapapés e salamaleques ninguém menos do que o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Em recente entrevista à Folha, indagado, numa pergunta já infeliz, se os judeus não ficariam “bravos” com a visita de alguém que nega o Holocausto (como se esse fosse um assunto afeito apenas aos judeus), Lula afirmou que um chefe de estado não tem de pensar se seus atos vão desagradar judeus ou árabes (deve pensar que iranianos são árabes…). Em outras palavras, o Holocausto não lhe parece assunto grande o bastante para um chefe de estado…
Nas entrevistas do Barthô-Lula às rádios angolana e moçambicana, tendemos a nos solidarizar um tantinho com os entrevistadores, que seguem adiante, ouvindo aquelas batatadas com a maior seriedade. O de Moçambique, mesmo em meio a um suposto tiroteio, ainda cobra do “falso” Lula as palavras de encerramento… Por que os dois caíram? Seria só ingenuidade?
Não! É que Barthô, excelente imitador, construiu um Lula absolutamente verossímil. Em, suma, eles só caíram na pegadinha porque, com efeito, o verdadeiro Lula é o falso Lula.
Quando será que o povo brasileiro e as autoridades vão acordar desse grande pesadêlo? Temos que tirar essa hidra do poder.
A mega e desnorteada, comandante Dilma e o analfabetismo “conecto”
Houve revolta entre os artistas que ainda restam no PT — quantos com patrocínio oficial, não sei — porque Caetano Veloso chamou Molusco de “analfabeto”, “cafona” e “grosseiro” em entrevista ao Estadão. “Preconceito!”, gritaram alguns.
No encontro do PC do B ontem, Lula, uma vez mais, comparando-se a FHC, orgulhou-se de não ter diploma, mas de ser mais inteligente. Sei…Realmente é um grande paradoxo, visto que ambos são farinha do mesmo saco.
A medíocre e desnorteada comandante também discursou. Chamou a oposição de “patética e esdrúxula”, provando que, em matéria de grosseria, caso o projeto do PT prospere, ninguém sentirá falta do passado. E saiu-se com um outro adjetivo. Afirmou que a oposição é “desconecta”.
COMENTO
“Desconecta” é a versão analfabeto-chique de “desconectada”. Somente alguém que barbarizou a República, nas décadas de 60 e 70 pode ter um comportamento estúpido dessa natureza.
O terrível e abominável Molusco já ensinou o outro desnorteado, Tarso Genro a conjugar o verbo “intervir”. Agora precisa ajudar a super comandante Dilma com os adjetivos formados com o particípio passado dos verbos. Até parece que os petralhas que formam, essa mega facção criminosa e danosa, são mesmos alérgicos a cultura.
Meus caros amigos e leitores deste humilde blog, acreditem: mesmo se a desnorteada comandante Dilma for eleita, ainda que ela conseguisse melhorar alguma coisa, uma pioraria fatalmente: o português falado no Palácio do Planalto. O apedeuta Molusco, perto dessa destrambelhada, é um verdadeiro Padre Vieira! Enquanto os jornalistas estivessem soltos, seria uma verdadeira e grande farra digamos folclórica!
Bem. é lógico, que suas chances de chegar a ser chefe desta mega facção que se encontra no poder são muito reduzidas, uma vez que a nação brasileira, não permitirá a continuação do banditismo institucionalizado e da corrupção edêmica desta hidra que se encontra no poder da República e ainda com os firmes propósitos de perpetuar-se e locupletar-se do erário público.
FFAA, precisamos sair da inércia e nos mobilizarmos em prol de salvarmos a nação e o povo, uma vez que esta hidra que se encontra no poder vai barbarizar e atropelar todos que forem de encontro com suas bandidagens PETRALHAS-MOLUSQUIANAS.
Temas tabus nas Forças Armadas, o papel de “policial das fronteiras” e a submissão completa ao poder civil foram digeridos pela cúpula militar depois de um processo de negociação, comandado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim. A articulação envolveu a promessa de orçamentos mais robustos para Exército, Aeronáutica e Marinha e a edição de um novo plano estratégico ao gosto dos militares.
O resultado é que o governo, como apurou o Estado com fontes militares, não vai enfrentar maiores problemas na caserna durante a tramitação no Congresso da proposta de alteração da Lei Complementar 97, que estende para a FAB e Marinha o poder de polícia e dá mais poderes ao ministro da Defesa.
No campo político, para que as resistências às mudanças fossem as menores possíveis, Jobim dedicou os últimos meses a promover diversas reuniões com lideranças partidárias, além de integrantes das Comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara e do Senado.
O Estado antecipou ontem o texto que será encaminhado ao Congresso, segundo o qual as Forças Armadas estarão cobertas pela proteção legal para realizar operações típicas de manutenção da lei e da ordem. Pela proposta, em operações de vigilância na fronteira e demais ações ordenadas pelos Poderes constituídos, Exército, Marinha e Aeronáutica poderão revistar pessoas, veículos e instalações e fazer prisões em flagrante delito.
O projeto fortalece, ainda, o cargo de ministro da Defesa, que passa a ter comando operacional sobre as três Forças, que ficam, efetivamente, subordinadas ao poder civil. Segundo o novo texto, os comandantes das Forças passam a ter obrigação de apresentar ao ministro a lista de escolha dos militares a serem promovidos, assim como os nomes dos indicados para os respectivos cargos. No caso do emprego das Forças, a subordinação continua sendo ao presidente da República, comandante supremo, mas por intermédio do ministro da Defesa.
LULA, O VERDADEIRO E O FALSO. OU: UMA VISÃO FASCISTÓIDE DO PROCESSO DEMOCRÁTICO
Por Reinaldo Azevedo
O humorista Barthô, em um programa chamado Chupim, da Rádio Metropolitana, concede entrevistas a uma rádio de Moçambique e a uma outra de Angola como se fosse Lula. A imitação é perfeita. Também nos dons do pensamento. O “falso” Lula fez o mesmo com um programa da Austrália, o que chegou a mobilizar até o GSI (Gabinete da Segurança Institucional). Embora, deixei claro, não endosse esse tipo de brincadeira, talento não falta ao imitador. Não só consegue imitar muito bem a, digamos, banda sonora da fala de Lula como reproduz com exatidão todos os cacoetes políticos de seu discurso, em que megalomania, mistificação e, freqüentemente, bobagens abissais se misturam. Abissais mesmo: na sua tirada mais surpreendente, Lula, real, disse que queria comprar os caças para evitar que alguém roubasse o petróleo do pré-sal… Nem o Barthô-Lula chegou a tal extremo de sandice. Ontem, o presidente, o de verdade, foi a um encontro do PC do B. E, mais uma vez, deixou seu imitador no chinelo.
Não tem jeito: quando Lula está na área, não há humorista que o suplante; não há ficção que o supere. Só que uma observação precisa ser feita: se as batatadas ditas por Barthô seriam irrelevantes mesmo que tivessem saído da boca do presidente real, o que disse ontem o presidente real é muito grave e indica intolerância com o regime democrático. E cabe ao PSDB, com a Constituição na mão, processá-lo.
A Folha publicou ontem que a oposição está se mobilizando para treinar 4.500 “multiplicadores de opinião” no Nordeste. O nome não-marqueteiro disso é “cabos eleitorais”. Atenção: é uma prática comum, ordinária, comezinha, regular, convencional, legal e habitual — e quantos adjetivos houver nesse paradigma — das disputas nas democracias. As campanhas de Lula de 2002 e 2006 contaram com milhares desses profissionais. Aquela idéia romântica de que só o militante do partido cuidava do assunto foi definitivamente arquivada.
Mas Lula não teve dúvida: comparou a decisão do partido com a ação de Hitler: “É um pouco o que o Hitler dizia para os alemães pegarem os judeus. Ou seja, vamos treinar gente para não permitir que eles sobrevivam”. É o fim da picada! O presidente da República está satanizando as oposições e tentando criminalizar uma prática política a que seu partido, mais do que todos os outros somados, recorre onde quer que dispute eleição. Ao fazer tal comparação, ofende gravemente a democracia e, obviamente, mas uma vez, banaliza o Holocausto, absurdo em que vem incidindo com espantosa freqüência. Tentar derrotar o PT, como a gente vê, é um ato contra a humanidade!!!
Cabe, ademais, lembrar que, em matéria de perseguição a judeus, Lula é que tem de dar expliações. Daqui a alguns dias, ele receberá com rapapés e salamaleques ninguém menos do que o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Em recente entrevista à Folha, indagado, numa pergunta já infeliz, se os judeus não ficariam “bravos” com a visita de alguém que nega o Holocausto (como se esse fosse um assunto afeito apenas aos judeus), Lula afirmou que um chefe de estado não tem de pensar se seus atos vão desagradar judeus ou árabes (deve pensar que iranianos são árabes…). Em outras palavras, o Holocausto não lhe parece assunto grande o bastante para um chefe de estado…
Nas entrevistas do Barthô-Lula às rádios angolana e moçambicana, tendemos a nos solidarizar um tantinho com os entrevistadores, que seguem adiante, ouvindo aquelas batatadas com a maior seriedade. O de Moçambique, mesmo em meio a um suposto tiroteio, ainda cobra do “falso” Lula as palavras de encerramento… Por que os dois caíram? Seria só ingenuidade?
Não! É que Barthô, excelente imitador, construiu um Lula absolutamente verossímil. Em, suma, eles só caíram na pegadinha porque, com efeito, o verdadeiro Lula é o falso Lula.
Quando será que o povo brasileiro e as autoridades vão acordar desse grande pesadêlo? Temos que tirar essa hidra do poder.
A mega e desnorteada, comandante Dilma e o analfabetismo “conecto”
Houve revolta entre os artistas que ainda restam no PT — quantos com patrocínio oficial, não sei — porque Caetano Veloso chamou Molusco de “analfabeto”, “cafona” e “grosseiro” em entrevista ao Estadão. “Preconceito!”, gritaram alguns.
No encontro do PC do B ontem, Lula, uma vez mais, comparando-se a FHC, orgulhou-se de não ter diploma, mas de ser mais inteligente. Sei…Realmente é um grande paradoxo, visto que ambos são farinha do mesmo saco.
A medíocre e desnorteada comandante também discursou. Chamou a oposição de “patética e esdrúxula”, provando que, em matéria de grosseria, caso o projeto do PT prospere, ninguém sentirá falta do passado. E saiu-se com um outro adjetivo. Afirmou que a oposição é “desconecta”.
COMENTO
“Desconecta” é a versão analfabeto-chique de “desconectada”. Somente alguém que barbarizou a República, nas décadas de 60 e 70 pode ter um comportamento estúpido dessa natureza.
O terrível e abominável Molusco já ensinou o outro desnorteado, Tarso Genro a conjugar o verbo “intervir”. Agora precisa ajudar a super comandante Dilma com os adjetivos formados com o particípio passado dos verbos. Até parece que os petralhas que formam, essa mega facção criminosa e danosa, são mesmos alérgicos a cultura.
Meus caros amigos e leitores deste humilde blog, acreditem: mesmo se a desnorteada comandante Dilma for eleita, ainda que ela conseguisse melhorar alguma coisa, uma pioraria fatalmente: o português falado no Palácio do Planalto. O apedeuta Molusco, perto dessa destrambelhada, é um verdadeiro Padre Vieira! Enquanto os jornalistas estivessem soltos, seria uma verdadeira e grande farra digamos folclórica!
Bem. é lógico, que suas chances de chegar a ser chefe desta mega facção que se encontra no poder são muito reduzidas, uma vez que a nação brasileira, não permitirá a continuação do banditismo institucionalizado e da corrupção edêmica desta hidra que se encontra no poder da República e ainda com os firmes propósitos de perpetuar-se e locupletar-se do erário público.
FFAA, precisamos sair da inércia e nos mobilizarmos em prol de salvarmos a nação e o povo, uma vez que esta hidra que se encontra no poder vai barbarizar e atropelar todos que forem de encontro com suas bandidagens PETRALHAS-MOLUSQUIANAS.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
GOVERNO QUER DAR PODER DE POLÍCIA ÀS FORÇAS ARMADAS
Por Tânia Monteiro, na Folha:
As Forças Armadas deverão ganhar mais poder de polícia e proteção legal para realizar operações típicas de manutenção e garantia da lei e da ordem. Essas mudanças fazem parte da proposta de novo texto para a Lei Complementar 97 - a que o Estado teve acesso. Em operações de vigilância na fronteira e demais ações ordenadas pelos poderes constituídos, Exército, Marinha e Aeronáutica podem revistar pessoas, veículos e instalações e fazer prisões em flagrante delito.
O projeto de lei - em fase final de formatação na Casa Civil, após aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do parecer favorável do Ministério da Justiça e da Advocacia-Geral da União - fortalece de maneira explícita o cargo de ministro da Defesa. Ele passa a ter comando operacional sobre as três Forças, que ficam efetivamente subordinadas ao poder civil. Na prática, o texto acaba com a concentração de poder nos comandos.
A proposta, que respalda a Estratégia Nacional de Defesa e deve ser enviada ao Congresso ainda neste mês, também enfrenta uma antiga reclamação dos militares, quando são convocados para atuar em ações repressivas, como a subida de morros ou trabalhos de proteção social na época das eleições.
Agora fica claro que a tropa, nessas ações, desempenhará “atividades militares”. Diante de eventuais incidentes, seus integrantes serão julgados por tribunais militares, e não pela Justiça comum, como ocorre hoje.
Alguns soldados, que fizeram vigilância nas favelas e participaram em 1994 e1995 das Operações Rio I e Rio II, respondem até hoje a processos na Justiça comum, quando estavam sob ordens do Exército. Sem proteção legal, são obrigados a pagar seus próprios advogados nos tribunais civis. Os soldados que estão no Haiti, na Missão de Paz das Nações Unidas (Minustah), são protegidos por legislação especial: fazem trabalho de polícia, mas na condição de militares.
COMENTO
Isto não é nada: é só mais uma dos petralhas essa super máquina de corrupção e bandidagem, QUE SE ENCONTRA NO PODER DA REPÚBLICA.
AGORA, MAIS BANDIDAGENS LULO-PETRALHA-MOLUSQUIANO-BOLIVARIANO
A porta de saída do Bolsa Família é um caixão
O Bolsa Funeral, que o governo pretende agregar ao Bolsa Família, é uma tentativa de recuperar, num novo formato, uma prática antiga da política brasileira: o morto que vota.
Como é mesmo?
Vai transar? O governo dá camisinha.
Não quer engravidar? O governo dá pílula.
Já transou sem proteção? O governo dá pílula do dia seguinte.
Engravidou? O governo dá o aborto.
Teve filho? O governo dá o Bolsa Família.
Tá desempregado? O governo dá o Seguro Desemprego.
Vai prestar vestibular? O governo dá o Bolsa Cota e o ProUni.
Quer morar? O governo dá o Bolsa Moradia.
Não tem terra? O governo dá o Bolsa Invasão e ainda aposenta o invasor.
Vai morrer? O governo dá o Bolsa Caixão.
Meus caros amigos e leitores, como se nota, o norte conceitual e o norte magnético dessa prática é a estatização do indivíduo do tesão dos país à própria morte. E, assim, uma boa parte da pobre sociedade brasileira vai se tornando prisioneira dos bandidos e dos grilhões da virtude, da cadeia do “bem comum” garantida pelo estado de direito, isto na concepção medíocre e nociva de uma facção exacerbadamente criminosa que se encontra no poder da República, com o firme propósito de cometer crimes e locupletar-se do erário público.
Há um quê de condenação nessa história. Sempre se reclamou uma porta de saída para o Bolsa Esmola — e Molusco, sem dúvida, está arranjando uma. O estado, como se nota, empacota o indivíduo do primeiro flerte dos progenitores à hora final.
O povo brasileiro da 'utopia petralha e estatista' ainda precisa das bandidagens do corrupto e nocivo governo até para cuidar das chamadas questões intrafemurais. “Mais um pouco, e teremos nestepaiz o Ministério das MARACUTAIAS E SAFADEZAS PETRALHAS MOLUSQUIANAS“. Pois é, esses bandidos já foram longe demais: pois já temos até a MorteBras. É ou não é, muita bandidagem no país dos PETRALHAS? Só não ver, quem não quer. Certo?
MAIS BANDIDAGEM LULO-PETRALHA-BOLIVARIANO.
O Ministro desta terrível facção dos petralhas e do Desenvolvimento Agrário: no fundo, ele acaba justificando a barbárie cometida pelos, sem-terra, o braço armado dos sujos e nocivos petistas.
Ontem Guilherme Cassel, ministro do Desenvolvimento Agrário, comentou o vandalismo dos sem-terra no Sul do Pará. O que disse a triste, melancólica e desnorteada figura? Ah, que todos têm de cumprir a lei: ruralistas, sem-terra…Pergunto, por que o governo não as cumpre? Por que esse governo não respeita a constituição federal? Por que esse governo não respeita às Forças Armados e os Militares? Ficam essas perguntinhas para serem respondidas pelos PETRALHAS?
Bem, o que os ruralistas têm com isso? Quais são os crimes de que são acusados? Por que têm de entrar no exemplo do ministro quando a mega violência foi praticada pelos sem-terra? Ora, porque, no fundo, ele está sugerindo que o vandalismo é uma reação extrema, condenável, mas com uma causa legítima.
O que se pode entender é que neste governo existe uma espécie de vale-tudo, para se perpetuar no corrupto poder mesmo, matando e roubando, o mais importante para eles é não largar o osso, e continuar mamando nas tetas da República.
As Forças Armadas deverão ganhar mais poder de polícia e proteção legal para realizar operações típicas de manutenção e garantia da lei e da ordem. Essas mudanças fazem parte da proposta de novo texto para a Lei Complementar 97 - a que o Estado teve acesso. Em operações de vigilância na fronteira e demais ações ordenadas pelos poderes constituídos, Exército, Marinha e Aeronáutica podem revistar pessoas, veículos e instalações e fazer prisões em flagrante delito.
O projeto de lei - em fase final de formatação na Casa Civil, após aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do parecer favorável do Ministério da Justiça e da Advocacia-Geral da União - fortalece de maneira explícita o cargo de ministro da Defesa. Ele passa a ter comando operacional sobre as três Forças, que ficam efetivamente subordinadas ao poder civil. Na prática, o texto acaba com a concentração de poder nos comandos.
A proposta, que respalda a Estratégia Nacional de Defesa e deve ser enviada ao Congresso ainda neste mês, também enfrenta uma antiga reclamação dos militares, quando são convocados para atuar em ações repressivas, como a subida de morros ou trabalhos de proteção social na época das eleições.
Agora fica claro que a tropa, nessas ações, desempenhará “atividades militares”. Diante de eventuais incidentes, seus integrantes serão julgados por tribunais militares, e não pela Justiça comum, como ocorre hoje.
Alguns soldados, que fizeram vigilância nas favelas e participaram em 1994 e1995 das Operações Rio I e Rio II, respondem até hoje a processos na Justiça comum, quando estavam sob ordens do Exército. Sem proteção legal, são obrigados a pagar seus próprios advogados nos tribunais civis. Os soldados que estão no Haiti, na Missão de Paz das Nações Unidas (Minustah), são protegidos por legislação especial: fazem trabalho de polícia, mas na condição de militares.
COMENTO
Isto não é nada: é só mais uma dos petralhas essa super máquina de corrupção e bandidagem, QUE SE ENCONTRA NO PODER DA REPÚBLICA.
AGORA, MAIS BANDIDAGENS LULO-PETRALHA-MOLUSQUIANO-BOLIVARIANO
A porta de saída do Bolsa Família é um caixão
O Bolsa Funeral, que o governo pretende agregar ao Bolsa Família, é uma tentativa de recuperar, num novo formato, uma prática antiga da política brasileira: o morto que vota.
Como é mesmo?
Vai transar? O governo dá camisinha.
Não quer engravidar? O governo dá pílula.
Já transou sem proteção? O governo dá pílula do dia seguinte.
Engravidou? O governo dá o aborto.
Teve filho? O governo dá o Bolsa Família.
Tá desempregado? O governo dá o Seguro Desemprego.
Vai prestar vestibular? O governo dá o Bolsa Cota e o ProUni.
Quer morar? O governo dá o Bolsa Moradia.
Não tem terra? O governo dá o Bolsa Invasão e ainda aposenta o invasor.
Vai morrer? O governo dá o Bolsa Caixão.
Meus caros amigos e leitores, como se nota, o norte conceitual e o norte magnético dessa prática é a estatização do indivíduo do tesão dos país à própria morte. E, assim, uma boa parte da pobre sociedade brasileira vai se tornando prisioneira dos bandidos e dos grilhões da virtude, da cadeia do “bem comum” garantida pelo estado de direito, isto na concepção medíocre e nociva de uma facção exacerbadamente criminosa que se encontra no poder da República, com o firme propósito de cometer crimes e locupletar-se do erário público.
Há um quê de condenação nessa história. Sempre se reclamou uma porta de saída para o Bolsa Esmola — e Molusco, sem dúvida, está arranjando uma. O estado, como se nota, empacota o indivíduo do primeiro flerte dos progenitores à hora final.
O povo brasileiro da 'utopia petralha e estatista' ainda precisa das bandidagens do corrupto e nocivo governo até para cuidar das chamadas questões intrafemurais. “Mais um pouco, e teremos nestepaiz o Ministério das MARACUTAIAS E SAFADEZAS PETRALHAS MOLUSQUIANAS“. Pois é, esses bandidos já foram longe demais: pois já temos até a MorteBras. É ou não é, muita bandidagem no país dos PETRALHAS? Só não ver, quem não quer. Certo?
MAIS BANDIDAGEM LULO-PETRALHA-BOLIVARIANO.
O Ministro desta terrível facção dos petralhas e do Desenvolvimento Agrário: no fundo, ele acaba justificando a barbárie cometida pelos, sem-terra, o braço armado dos sujos e nocivos petistas.
Ontem Guilherme Cassel, ministro do Desenvolvimento Agrário, comentou o vandalismo dos sem-terra no Sul do Pará. O que disse a triste, melancólica e desnorteada figura? Ah, que todos têm de cumprir a lei: ruralistas, sem-terra…Pergunto, por que o governo não as cumpre? Por que esse governo não respeita a constituição federal? Por que esse governo não respeita às Forças Armados e os Militares? Ficam essas perguntinhas para serem respondidas pelos PETRALHAS?
Bem, o que os ruralistas têm com isso? Quais são os crimes de que são acusados? Por que têm de entrar no exemplo do ministro quando a mega violência foi praticada pelos sem-terra? Ora, porque, no fundo, ele está sugerindo que o vandalismo é uma reação extrema, condenável, mas com uma causa legítima.
O que se pode entender é que neste governo existe uma espécie de vale-tudo, para se perpetuar no corrupto poder mesmo, matando e roubando, o mais importante para eles é não largar o osso, e continuar mamando nas tetas da República.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
"ESTATAIS PATROCINAM PRÊMIO CONCEDIDO AO MOLUSCO"
Por Simone Iglesias e Ana Flor, na Folha:
A lista de empresas que patrocinaram ou apoiaram o prêmio que o digamos "presidente" Luiz Inácio Lula da Silva recebe hoje em Londres inclui três das mais corruptas estatais (Petrobras, BB e BNDES), três empresas privadas brasileiras (Bradesco, Itaú e TAM) e várias companhias estrangeiras com interesses comerciais no país.
Molusco recebe hoje o prestigiado prêmio Chatham House 2009, em Londres, por ser o “motor-chave da estabilidade e da integração na América Latina”. Oferecido pelo Royal Institute for International Affairs, o prêmio teve outros dois finalistas: o chanceler da Arábia Saudita, o príncipe Saud Al Faisal, e a presidente da Libéria, Ellen Johnson-Sirleaf. Lula ganhou em votação aberta realizada na instituição.
O site da Chatham House lista os patrocinadores. Além das estatais e das empresas privadas nacionais, aparecem a Royal Dutch Shell (patrocinadora principal), Anglo American, BG Group, Bloomberg, British American Tobacco, Chevron Ltda, Chivas Brothers, Eni S.p.A, GlaxoSmithKline, HSBC, Rolls-Royce, Santander e Telefonica. O site não informa o valor das cotas de patrocínio.
Procurada pela Folha, a assessoria do BNDES informou que nunca patrocinou o prêmio, mas que comprou uma mesa de oito a dez lugares para diretores que estão no Reino Unido acompanharem a homenagem. Não informou o preço.
O Banco do Brasil também informou que nunca patrocinou a Chatham House, mas que comprou uma mesa para dez diretores da instituição no valor de 16 mil libras (R$ 44 mil). A assessoria do banco estatal disse que não eram vendidos convites individualmente, só o pacote de dez lugares. O BB disse que fará uma reclamação ao Royal Institute for International Affairs por constar no site como patrocinador.
A Petrobras afirma que “participa do Prêmio Chatham House 2009 através de uma cota no evento”, mas não informou o valor despendido.
COMENTO
São muitas bandidagens no país dos PETRALHAS, enquanto essas estatais ficam torrando dinheiro público, milhares de brasileiros morrem de fôme
por dia neste país, que está sendo administrado por essa facção exacerbadamente criminosa que se encontra no poder da República.
O MST E O TERRORISMO OFICIALIZADO
Por Reinaldo Azevedo
O MST teve uma idéia luminosa: “Já que há muita gente protestando contra os nossos crimes, por que a gente não vai ali e invade duas fazendas de Daniel Dantas? Ninguém vai ligar! Ele foi transformado no inimigo nº 1 do país; tudo o que fizermos contra Dantas será considerado legítimo”. E o MST invadiu as fazendas Maria Bonita e a Rio Vermelho, localizadas, respectivamente, nos municípios de Sapucaia e Xinguara, no sul do Pará. Desta feita, segundo as vítimas, a ação foi praticada por homens encapuzados e armados. Fizeram o diabo: derrubaram e queimaram casas com os tratores das propriedades, puseram fogo nos veículos, roubaram gado, ameaçaram de espancamento mulheres, crianças e velhos, que tiveram de fugir, e agrediram alguns homens.
Imóvel da fazenda destruído com trator
As imagens estão no blog de Marcelo Marques. Até quando? O MST admite as invasões e, como de hábito, nega a depredação. Aqueles ditos intelectuais, mais o Chico Buarque, o sambista, que assinaram o “manifesto” contra a CPI do MST devem achar que a luta pela terra passa por atos como este, tipicamente terrorista. Aliás, não custa lembrar que o governo Lula se nega a votar uma lei que caracterize o crime de terrorismo justamente para preservar o MST, seu aliado. Seguem mais algumas imagens, agora do interior das casas dos funcionários da fazenda.
Segundo a corrupta e nociva, candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, as críticas ao MST caracterizam a “demonização dos movimentos sociais”, opinião compartilhada pelo ministro Tarso Genro (Justiça) e, certamente, pelo chefão de todos eles: Luiz Inácio Lula da Silva. Isso significa que, caso Dilma se eleja, o MST continuará livre para invadir, depredar, incendiar, ameaçar, destruir plantações, roubar e matar o gado. Ninguém põe ordem no movimento, que tem as suas próprias leis e executa a sua própria justiça. Acho que é preciso mostrar mais algumas fotos.
É evidente que, num país em que o próprio Senado da República se nega a cumprir uma ordem do Poder Judiciário contra a qual não cabe mais recurso, as ações do MST devem ser vistas como o ponto extremo a que pode chegar o chute no traseiro das instituições. Não é por acaso que o comandante da Mesa do Senado, que deu de ombros para a Justiça, seja o mesmo José Sarney que também saiu, dia desses, em defesa do MST.
Sim, haverá gente imbec... o bastante que usará, para analisar a ação do MST, o que eu chamaria de Paradigma Uniban de Trogloditismo, Irracionalidade, Cretinismo e Estupidez. No caso daquela aluna massacrada pela corja, considerava-se: “Pô, ela provocou! Quem mandou usar aquele vestido?” E a lei que se dane! No caso das fazendas, não faltará quem diga: “Ah, Daniel Dantas que vá se catar! Ele já fez tanta coisa ruim”. Como se a melhor forma para combater os crimes de que o banqueiro é acusado fosse cometendo e permitindo crimes novos. Como se o MST precisasse de um proprietário como Dantas para cometer as suas sandices.
COMENTO
Meus caros amigos e leitores, em meio ao hiper mega banditismo intitucionalizado e a super corrupção edêmica da facção dos Petralhas, à impunidade, dessa quadrilha do MST, é o mínimo, visto que, uma outra recém-criada organização criminosa de sem-terra começou a aterrorizar a região: a Liga dos Camponeses Pobres, que mantém relações com remanescentes do Sendero Luminoso, o grupo terrorista de orientação maoísta que matou 30.000 pessoas no Peru nas décadas de 80 e 90.
Os integrantes desta super facção criminosa andam encapuzados e armados. Dois deles contaram que a organização funciona com o dinheiro que cobra de pessoas interessadas em ganhar lotes da reforma agrária. Quem paga 10 reais por mês pode manter uma barraca nas áreas ocupadas das terras que são invadidas.
No mês passado, vários integrantes desta facção invadiram a Fazenda Forkilha, em Santa Maria das Barreiras. Os proprietários foram feitos reféns por doze horas antes de ser liberados. Atualmente, a Forkilha está tomada por mais de 1.000 bandidos acampados, alguns desses têm casa própria em cidades da região. Os métodos desses super marginais são tão violentos que assustam até as outras organizações de sem-terra que atuam na região. “São bandidos muito violentos. Quem age mascarado e com arma na mão não é de movimento social”, diz Pedro Alcântara de Sousa, da Federação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura Familiar.
É isso aí, meus caros amigos e leitores deste humilde blog. Este é o país dos bandidos, corruptos petralhas e marginais. É assim que esse governo Molusco, essa super máquina de cometer crimes, assegura os direitos do setor que é o principal responsável pela estabilidade alcançada pela economia brasileira e relativamente mantida mesmo diante da crise mundial.
E até quando? Até quando esses canalhas petralhas estiverem no poder da República e ainda contarem com a leniência de algumas autoridades e alguns setores da nossa sociedade. Pessoal precisamos votar certo, não podemos mais cometer erros.
A lista de empresas que patrocinaram ou apoiaram o prêmio que o digamos "presidente" Luiz Inácio Lula da Silva recebe hoje em Londres inclui três das mais corruptas estatais (Petrobras, BB e BNDES), três empresas privadas brasileiras (Bradesco, Itaú e TAM) e várias companhias estrangeiras com interesses comerciais no país.
Molusco recebe hoje o prestigiado prêmio Chatham House 2009, em Londres, por ser o “motor-chave da estabilidade e da integração na América Latina”. Oferecido pelo Royal Institute for International Affairs, o prêmio teve outros dois finalistas: o chanceler da Arábia Saudita, o príncipe Saud Al Faisal, e a presidente da Libéria, Ellen Johnson-Sirleaf. Lula ganhou em votação aberta realizada na instituição.
O site da Chatham House lista os patrocinadores. Além das estatais e das empresas privadas nacionais, aparecem a Royal Dutch Shell (patrocinadora principal), Anglo American, BG Group, Bloomberg, British American Tobacco, Chevron Ltda, Chivas Brothers, Eni S.p.A, GlaxoSmithKline, HSBC, Rolls-Royce, Santander e Telefonica. O site não informa o valor das cotas de patrocínio.
Procurada pela Folha, a assessoria do BNDES informou que nunca patrocinou o prêmio, mas que comprou uma mesa de oito a dez lugares para diretores que estão no Reino Unido acompanharem a homenagem. Não informou o preço.
O Banco do Brasil também informou que nunca patrocinou a Chatham House, mas que comprou uma mesa para dez diretores da instituição no valor de 16 mil libras (R$ 44 mil). A assessoria do banco estatal disse que não eram vendidos convites individualmente, só o pacote de dez lugares. O BB disse que fará uma reclamação ao Royal Institute for International Affairs por constar no site como patrocinador.
A Petrobras afirma que “participa do Prêmio Chatham House 2009 através de uma cota no evento”, mas não informou o valor despendido.
COMENTO
São muitas bandidagens no país dos PETRALHAS, enquanto essas estatais ficam torrando dinheiro público, milhares de brasileiros morrem de fôme
por dia neste país, que está sendo administrado por essa facção exacerbadamente criminosa que se encontra no poder da República.
O MST E O TERRORISMO OFICIALIZADO
Por Reinaldo Azevedo
O MST teve uma idéia luminosa: “Já que há muita gente protestando contra os nossos crimes, por que a gente não vai ali e invade duas fazendas de Daniel Dantas? Ninguém vai ligar! Ele foi transformado no inimigo nº 1 do país; tudo o que fizermos contra Dantas será considerado legítimo”. E o MST invadiu as fazendas Maria Bonita e a Rio Vermelho, localizadas, respectivamente, nos municípios de Sapucaia e Xinguara, no sul do Pará. Desta feita, segundo as vítimas, a ação foi praticada por homens encapuzados e armados. Fizeram o diabo: derrubaram e queimaram casas com os tratores das propriedades, puseram fogo nos veículos, roubaram gado, ameaçaram de espancamento mulheres, crianças e velhos, que tiveram de fugir, e agrediram alguns homens.
Imóvel da fazenda destruído com trator
As imagens estão no blog de Marcelo Marques. Até quando? O MST admite as invasões e, como de hábito, nega a depredação. Aqueles ditos intelectuais, mais o Chico Buarque, o sambista, que assinaram o “manifesto” contra a CPI do MST devem achar que a luta pela terra passa por atos como este, tipicamente terrorista. Aliás, não custa lembrar que o governo Lula se nega a votar uma lei que caracterize o crime de terrorismo justamente para preservar o MST, seu aliado. Seguem mais algumas imagens, agora do interior das casas dos funcionários da fazenda.
Segundo a corrupta e nociva, candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, as críticas ao MST caracterizam a “demonização dos movimentos sociais”, opinião compartilhada pelo ministro Tarso Genro (Justiça) e, certamente, pelo chefão de todos eles: Luiz Inácio Lula da Silva. Isso significa que, caso Dilma se eleja, o MST continuará livre para invadir, depredar, incendiar, ameaçar, destruir plantações, roubar e matar o gado. Ninguém põe ordem no movimento, que tem as suas próprias leis e executa a sua própria justiça. Acho que é preciso mostrar mais algumas fotos.
É evidente que, num país em que o próprio Senado da República se nega a cumprir uma ordem do Poder Judiciário contra a qual não cabe mais recurso, as ações do MST devem ser vistas como o ponto extremo a que pode chegar o chute no traseiro das instituições. Não é por acaso que o comandante da Mesa do Senado, que deu de ombros para a Justiça, seja o mesmo José Sarney que também saiu, dia desses, em defesa do MST.
Sim, haverá gente imbec... o bastante que usará, para analisar a ação do MST, o que eu chamaria de Paradigma Uniban de Trogloditismo, Irracionalidade, Cretinismo e Estupidez. No caso daquela aluna massacrada pela corja, considerava-se: “Pô, ela provocou! Quem mandou usar aquele vestido?” E a lei que se dane! No caso das fazendas, não faltará quem diga: “Ah, Daniel Dantas que vá se catar! Ele já fez tanta coisa ruim”. Como se a melhor forma para combater os crimes de que o banqueiro é acusado fosse cometendo e permitindo crimes novos. Como se o MST precisasse de um proprietário como Dantas para cometer as suas sandices.
COMENTO
Meus caros amigos e leitores, em meio ao hiper mega banditismo intitucionalizado e a super corrupção edêmica da facção dos Petralhas, à impunidade, dessa quadrilha do MST, é o mínimo, visto que, uma outra recém-criada organização criminosa de sem-terra começou a aterrorizar a região: a Liga dos Camponeses Pobres, que mantém relações com remanescentes do Sendero Luminoso, o grupo terrorista de orientação maoísta que matou 30.000 pessoas no Peru nas décadas de 80 e 90.
Os integrantes desta super facção criminosa andam encapuzados e armados. Dois deles contaram que a organização funciona com o dinheiro que cobra de pessoas interessadas em ganhar lotes da reforma agrária. Quem paga 10 reais por mês pode manter uma barraca nas áreas ocupadas das terras que são invadidas.
No mês passado, vários integrantes desta facção invadiram a Fazenda Forkilha, em Santa Maria das Barreiras. Os proprietários foram feitos reféns por doze horas antes de ser liberados. Atualmente, a Forkilha está tomada por mais de 1.000 bandidos acampados, alguns desses têm casa própria em cidades da região. Os métodos desses super marginais são tão violentos que assustam até as outras organizações de sem-terra que atuam na região. “São bandidos muito violentos. Quem age mascarado e com arma na mão não é de movimento social”, diz Pedro Alcântara de Sousa, da Federação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura Familiar.
É isso aí, meus caros amigos e leitores deste humilde blog. Este é o país dos bandidos, corruptos petralhas e marginais. É assim que esse governo Molusco, essa super máquina de cometer crimes, assegura os direitos do setor que é o principal responsável pela estabilidade alcançada pela economia brasileira e relativamente mantida mesmo diante da crise mundial.
E até quando? Até quando esses canalhas petralhas estiverem no poder da República e ainda contarem com a leniência de algumas autoridades e alguns setores da nossa sociedade. Pessoal precisamos votar certo, não podemos mais cometer erros.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
BRASIL ESCULHAMBADO
Supremo divulga nota em defesa de Toffoli;
Na Folha.
O STF (Supremo Tribunal Federal) divulgou ontem uma nota informando que é normal que entidades de classe promovam eventos de posse para magistrados brasileiros e que o ministro José Antonio Dias Toffoli não sabia que a Caixa Econômica Federal era um dos patrocinadores de sua festa.
“O STF afirma que é usual que entidades de classe patrocinem a celebração de posse de ministros do Supremo e de outros tribunais”, diz a nota. “O ministro Toffoli esclareceu que não foi consultado sobre esse patrocínio da CEF e que ignorava o fato”, conclui o STF.
A Folha revelou no domingo que parte da festa oferecida em homenagem ao ministro Toffoli após a sua posse, no último dia 23, em Brasília, foi patrocinada pela Caixa. A Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) organizou a homenagem em parceria com outras entidades da magistratura e pediu R$ 50 mil à Caixa, como patrocínio. Após ser questionado pela Folha, o banco confirmou que repassou R$ 40 mil.
A comemoração organizada para receber 1.500 pessoas foi no Marina Hall, casa de eventos numa área de 5.000 m2 às margens do lago Paranoá, ponto nobre da capital federal.
O juiz federal Luiz Cláudio Flores da Cunha, do 6º Juizado Especial Federal do Rio, pretende questionar no Tribunal de Contas da União e no Ministério Público Federal a legalidade do patrocínio. Ele entende que a associação dos juízes federais foi usada para ocultar o repasse de um órgão público para cobrir gastos de uma festa.
Em agosto de 2008, a Folha revelou que o Tribunal Regional Federal da 2ª Região reuniu juízes em seminário em hotel no balneário de Búzios (RJ) com despesas pagas por empresas privadas. Como o TRF não podia receber o dinheiro, a Ajufe atuou como intermediária das patrocinadoras e arcou com a maior parte dos gastos.
COMENTO
Meus prezados amigos, já que os corruptos e bandidos promotores da festinha não pouparam o Supremo do constrangimento, o Supremo poderia ter-se poupado, evitando uma nota tão idiota como essa.
Ela não esclarece absolutamente nada! Ao contrário: demonstra que, por enquanto, esse digamos petista de 3º categoria, Toffoli participa da Casa como massa super negativa. Em vez de ter tornado o STF maior, o STF é que veio em seu auxílio, sendo obrigado a se diminuir. Como se pode ver, é só mais um abominável PETRALHA.
Mesmo não tendo, claro, “nada com isso”, “não sabendo de nada”, Toffoli deveria reunir parte das economias que certamente juntou quando advogado do PT e de empresas privadas e fazer uma doação correspondente a algum fundo público. Creio que seria impossível devolver à CEF, que é uma das principais financiadoras, das maracutais e bandidagem dos petistas.
Seria um gesto simbólico, sem dúvida, mas que expressaria o seu repúdio ao que as tais associações de magistrados fizeram. Porque é bom notar: ele disse que não tem nada com esse imbróglio abominável.
Qual será o próximo passo do Supremo? Afirmar que aquele que ignora a lei pode descumpri-la?
Como diria o outro......Marco Aurélio de Mello, só mesmo fechando o Brasil para balanço…Pois realmente está tudo dominado, e o país dos Petralhas, não tem mais jeito mesmo; Onde o banditismo institucionalizado e a corrupção edêmica, são os alicerces desta facção que está no poder da República.
Na Folha.
O STF (Supremo Tribunal Federal) divulgou ontem uma nota informando que é normal que entidades de classe promovam eventos de posse para magistrados brasileiros e que o ministro José Antonio Dias Toffoli não sabia que a Caixa Econômica Federal era um dos patrocinadores de sua festa.
“O STF afirma que é usual que entidades de classe patrocinem a celebração de posse de ministros do Supremo e de outros tribunais”, diz a nota. “O ministro Toffoli esclareceu que não foi consultado sobre esse patrocínio da CEF e que ignorava o fato”, conclui o STF.
A Folha revelou no domingo que parte da festa oferecida em homenagem ao ministro Toffoli após a sua posse, no último dia 23, em Brasília, foi patrocinada pela Caixa. A Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) organizou a homenagem em parceria com outras entidades da magistratura e pediu R$ 50 mil à Caixa, como patrocínio. Após ser questionado pela Folha, o banco confirmou que repassou R$ 40 mil.
A comemoração organizada para receber 1.500 pessoas foi no Marina Hall, casa de eventos numa área de 5.000 m2 às margens do lago Paranoá, ponto nobre da capital federal.
O juiz federal Luiz Cláudio Flores da Cunha, do 6º Juizado Especial Federal do Rio, pretende questionar no Tribunal de Contas da União e no Ministério Público Federal a legalidade do patrocínio. Ele entende que a associação dos juízes federais foi usada para ocultar o repasse de um órgão público para cobrir gastos de uma festa.
Em agosto de 2008, a Folha revelou que o Tribunal Regional Federal da 2ª Região reuniu juízes em seminário em hotel no balneário de Búzios (RJ) com despesas pagas por empresas privadas. Como o TRF não podia receber o dinheiro, a Ajufe atuou como intermediária das patrocinadoras e arcou com a maior parte dos gastos.
COMENTO
Meus prezados amigos, já que os corruptos e bandidos promotores da festinha não pouparam o Supremo do constrangimento, o Supremo poderia ter-se poupado, evitando uma nota tão idiota como essa.
Ela não esclarece absolutamente nada! Ao contrário: demonstra que, por enquanto, esse digamos petista de 3º categoria, Toffoli participa da Casa como massa super negativa. Em vez de ter tornado o STF maior, o STF é que veio em seu auxílio, sendo obrigado a se diminuir. Como se pode ver, é só mais um abominável PETRALHA.
Mesmo não tendo, claro, “nada com isso”, “não sabendo de nada”, Toffoli deveria reunir parte das economias que certamente juntou quando advogado do PT e de empresas privadas e fazer uma doação correspondente a algum fundo público. Creio que seria impossível devolver à CEF, que é uma das principais financiadoras, das maracutais e bandidagem dos petistas.
Seria um gesto simbólico, sem dúvida, mas que expressaria o seu repúdio ao que as tais associações de magistrados fizeram. Porque é bom notar: ele disse que não tem nada com esse imbróglio abominável.
Qual será o próximo passo do Supremo? Afirmar que aquele que ignora a lei pode descumpri-la?
Como diria o outro......Marco Aurélio de Mello, só mesmo fechando o Brasil para balanço…Pois realmente está tudo dominado, e o país dos Petralhas, não tem mais jeito mesmo; Onde o banditismo institucionalizado e a corrupção edêmica, são os alicerces desta facção que está no poder da República.
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