Existe o modelo petista de promover a estatização, que Gaspari ainda não apelidou, que é este que vocês verão abaixo. No outro modelo, as empresas privadas investem alguns bilhões e, poucos anos depois, o telefone, que era um luxo, chega a todos os brasileiros. No modelo petista de promover a estatização, não se acrescenta um único celular aos telefones existentes, não se investe um miserável tostão, mas alguns saem da operação com as burras cheias de dinheiro. Um sujeito que investiu R$ 1 pode levar a bolada de R$$ 200 milhões.
No dia 18, quando Márcio Aith e Julio Wiziack publicaram a primeira reportagem a respeito, o texto ESTÁ PINTANDO UM ESCÂNDALO GIGANTESCO NA TELEBRÁS! OU: A TELEFONIA À MODA PETISTA. Lia-se lá:
“A história cheira muito mal. Márcio Aith e Julio Wiziack começaram a mexer num grande escândalo. NÃO SEI NADA A MAIS DO QUE A MATÉRIA REVELA; SEI, COMO SEMPRE, O QUE INDICA A LÓGICA DO PROCESSO. E a lógica do processo me diz que não se fabrica uma valorização de ações dessa dimensão sem que homens muito, vamos dizer assim, “super influentes” atuem nos bastidores e nas franjas do poder corrupto.”
Pois bem, meu amigos! Agora leiam trecho da reportagem de hoje de Aith e Wiziack.
O ex-ministro abominável José Dirceu recebeu pelo menos R$ 620 mil do principal grupo empresarial privado que será beneficiado caso a Telebrás seja reativada, como promete o corrupto e abominável governo do PT.
A "dinheirama" toda foi paga entre 2007 e 2009 por Nelson dos Santos, dono da Star Overseas Ventures, companhia sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, paraíso fiscal no Caribe. O corrupto e nocivo, Zé Dirceu não quis comentar, e Santos declarou que o dinheiro pago não foi para “lobby”.
Tanto a trajetória da Star Overseas quanto a decisão de Santos de contratar Dirceu, deputado cassado e réu no processo que investiga o mensalão do PT, expõem a atuação de uma rede de interesses privados junto ao governo paralelamente ao discurso oficial do fortalecimento da corrupta estatal do setor.
De sucata a ouro
Em 2005, a “offshore” de Santos comprou, por R$ 1, participação em uma empresa brasileira praticamente falida chamada Eletronet. Com a reativação da Telebrás, Santos poderá sair do negócio com cerca de R$ 200 milhões.
Constituída como estatal, no início da decada de 90, a Eletronet ganhou sócio privado em março de 1999, quando 51% de seu capital passou para a americana AES. Os 49% restantes ficaram nas mãos do governo. Em 2003, a Eletronet pediu autofalência porque seu modelo de negócio não resistiu à competição das teles privatizadas.
Resultado: o valor de seu principal ativo, uma rede de 16 mil quilômetros de cabos de fibra óptica interligando 18 Estados, não cobria as dívidas, estimadas em R$ 800 milhões.
Diante da falência, a AES vendeu sua participação para uma empresa canadense, a Contem Canada, que, por sua vez, revendeu metade desse ativo para Nelson dos Santos, da Star Overseas, transformando-o em sócio do Estado dentro da empresa falida.
A princípio, o negócio de Santos não fez sentido aos integrantes do setor. Afinal, ele pagou R$ 1 para supostamente assumir, ao lado do Estado, R$ 800 milhões em dívidas.
Em novembro de 2007, oito meses depois da contratação de Dirceu por Santos, o governo passou a fazer anúncios e a tomar decisões que transformaram a sucata falimentar da Eletronet em ouro. Isso porque, pelo plano do governo, a reativação da Telebrás deverá ser feita justamente por meio da estrutura de fibras ópticas da Eletronet.
Outro ponto que espanta os observadores desse processo é que o governo decidiu arcar sozinho, sem nenhuma contrapartida de Santos, com a caução judicial necessária para resgatar a rede de fibras ópticas, hoje em poder dos credores.
Até o momento, Santos entrou com R$ 1 na companhia e pretende sair dela com a parte boa, sem as dívidas. Advogados envolvidos nesse processo estimam que, com a recuperação da Telebrás, ele ganhe cerca de R$ 200 milhões.
Um sinal disso aparece no blog de José Dirceu: “Do ponto de vista econômico, faz sentido o governo defender a reincorporação, pela Eletrobrás, dos ativos da Eletronet, uma rede de 16 mil quilômetros de fibras ópticas, joint venture entre a norte-americana AES e a Lightpar, uma associação de empresas elétricas da Eletrobrás”.
O ex-ministro não mencionou o nome de seu cliente nem sua ligação comercial com o caso. O primeiro post de Dirceu no blog se deu no mês de sua contratação por Santos, março de 2007. O texto mais recente do ex-ministro sobre o assunto saiu no jornal “Brasil Econômico”, do qual é colunista, em 4 de fevereiro passado.
Meus amigos, deu para entender? Eis o jeito dos bandidos petistas de incentivarem o “estatismo”. Na entrevista que concedeu ao Estadão, Molusco tratou do assunto:
A banda larga precisa de uma Telebrás?
Se as empresas privadas que estão no mercado puderem oferecer banda larga de qualidade nos lugares mais longínquos, a preço acessível, por que não?
Mas porque precisam de uma Telebrás?
Depende. O governo só vai conseguir fazer uma proposta para a sociedade se tiver um instrumento. Não quero uma nova Telebrás com 3 ou 4 mil funcionários. Quero uma empresa enxuta, que possa propor projetos para o governo. Nosso programa está quase fechado, mais uns 15 dias e posso dizer que tenho um programa de banda larga. Vou chamar todos e quero saber quem vai colocar a última milha ao preço mais baixo. Quem fizer, ganha; quem não fizer, tá fora. Para isso o Estado tem de ter capacidade de barganhar.
Ele falou em “barganha”? É mesmo uma boa palavra. Como se lembram, afirmei que a coisa cheirava a carniça. E cheira! Há dias, lembrei aqui como era o “socialismo” à moda petista. Do velho regime, só sobrou aos petistas o amor pela ditadura. Seu “estatismo” faz milionários privados.
Posso citar uma frase “Máximas de Um País Mínimo”, que vocês já conhecem?
“São as empresas privadas que atendem ao interesse público; as empresas públicas existem para atender aos interesses privados”.Bingo!!!É a Máquina Petralha de cometer bandidagens, O ABOMINÁVEL Molusco é realmente um GÊNIO.......SÓ NÃO VER QUEM NÃO QUER, certo meus prezados amigos e leitores?
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
"MEMÓRIAS DE UMA CANDIDATA EM UM BRASIL DE ESQUERDA"
"MEMÓRIAS DE UMA CANDIDATA EM UM BRASIL DE ESQUERDA"
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Meus prezados amigos, uns bobalhões que se querem grandes “progressistas” saúdam o fato de que teremos mais uma eleição no Brasil sem um candidato de “direita”. E teremos mesmo. Só rematados delinqüentes do petralhismo selvagem e a escória da Internet alimentada com a grana das estatais consegue sustentar essas bobagens, coisa de idiota mesmo.
Que moderna democracia no mundo convive com a anomalia da “ausência da direita”? Nenhuma! Uma direita sem condições de disputar o poder não é sinal de saúde democrática, não! Ao contrário: é sintoma de uma doença. O regime democrático brasileiro começa a exibir sinais de que vive sob uma espécie de tutela: a representação política e a arena dos embates ideológicos — sim, eles existem em todo o mundo civilizado — estão sendo seqüestrados pelos ditos “movimentos sociais” e pelo sindicalismo, que nada mais são do que as longas franjas de um partido político. E isso está longe de contribuir para o aprimoramento de um regime de liberdades públicas.
Essa é a esquerda possível no Brasil, ao menos por ora. Não ser mais o partido “socialista” dos anos 80 e sim uma mega facção criminosa. A voz da sociedade real — boa parcela dela conservadora, sim, senhores — é abafada pela gritaria e pelo militantismo. Os políticos que rejeitam esse protagonismo da minoria barulhenta, que toma conta da agenda, têm receio de se insurgir contra o “movimento criminoso”. Porque sabem que encontrarão também a oposição de setores importantes da imprensa dos sujos e bandidos PTralhas.
Recuperem na Internet as primeiras entrevistas de Marco Aurélio Top Top Garcia, lá nos primórdios do governo Lula. A política externa brasileira está sendo miseravelmente derrotada, sabemos, e isso é o sinal mais evidente de que o Top Top venceu. Seus delírios antiimperialistas tornaram-se política do estado brasileiro. E a estupidez continuará caso Dilma seja eleita. Indagada por Época se a “aproximação” do Brasil com Irã não afiança a brutalidade daquele governo com os opositores do regime, sabem o que ela responde?
“Quando a gente faz a mesma coisa com os Estados Unidos, estamos afiançando Guantánamo? Ou o que aconteceu em Abu Graib? Não estamos fazendo isso. Estamos nos relacionando soberanamente.
A boçalidade da resposta é tal que isso só pode ser um caso de “media training” digerida aos tropeços. Observem que Dilma compara os EUA a uma ditadura que financia o terrorismo em três países, que praticou um atentado terrorista na Argentina e que, na prática, ameaça os adversários com o terror nuclear.
A ausência de uma força conservadora organizada no Brasil permite que conceitos estranhos comecem a prosperar sem que ninguém maisse escandalize. Na entrevista ao Estadão, Lula definiu a Venezuela como “uma democracia”. Ora, se é, então como definir o seu próprio governo, quiseram saber os entrevistadores: “Uma hiper-democracia; a essência da democracia”.
“Mas isso é tema de campanha?” Por que não? Diz respeito à vida de milhões de pessoas e remete a algumas de suas convicções mais profundas. Do mesmo modo, há um vastíssimo debate a ser feito sobre o estado gastador e tributador. De novo: no mundo inteiro, conservadores se interessam por isso e quase sempre têm contribuído para um estado mais enxuto do que inchado, bem diferente da máquina dos PTralhas. Essa super facção criminosa que se encontra hoje no poder da República.
PARA REFRESCAR A MEMÓRIA DA SUPER CANDIDATA DO PT DILMA ROUSSEFF
A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, já andou se estranhando um tanto com a verdade. Seu currículo posto até outro dia no site da Casa Civil e na Plataforma Lattes não me deixa mentir. Em marco de 2009, por exemplo, Dilma asseverou à Folha: “Nunca fiz nem treinamento no exterior nem ação armada”. Agora, quase um ano depois, ela admite que fez treinamento militar Uruguai. Confrontada com a mentira, saiu-se com uma resposta esquisita. Informa o jornal:
“[Dilma] alega que, à época, não queria falar sobre atos envolvendo outros países. Resolveu fazer a revelação depois da eleição de José Mujica, ex-guerrilheiro da organização Tupamaros, que lutou contra a ditadura militar uruguaia: ‘O presidente Mujica está ali e sabe como foram os anos 70’, diz Dilma”.
Na entrevista concedida à revista Época, uma resposta de Dilma me deixou particularmente encantado. Reproduzo:
O ex-ministro José Dirceu, no dia de sua posse na Casa Civil, chamou-a de “camarada de armas”. A senhora gostou?
Ele estava fazendo para mim um cumprimento porque, para ele, era muito importante. Havia várias características nas diferentes organizações de esquerda. A minha fazia certas críticas às ações armadas, principalmente assaltos a banco. Tínhamos uma crítica a isso, e isso está registrado. Não fui condenada por ação armada, porque não a pratiquei.
A disputa eleitoral costuma deixar os políticos com a memória fraca. Mas a gente está aqui, alguns de nós ao menos, para lembrar o que eles esquecem. Dilma, pelo visto, participou de três organizações terroristas —Colina, VAR-Palmares e VPR — para cuidar de assuntos lítero-musicais. Ou para escrever o diário “A Moça e Seus Problemas”. O grupo tinha “críticas” aos assaltos a banco? Os banqueiros até podem achar bacana… Já em matéria de seqüestro, assassinato, execuções sumárias, bem, aí não havia crítica nenhuma. Acho chato ter de lembrar isso, mas lembro. Seguem as pessoas que as organizações a que Dilma pertenceu mataram. A lista completa com todas as pessoas assassinadas pelas esquerdas foi publicada no dia 12 de janeiro no blog do Reinaldo Azevedo e aqui.
PESSOAS ASSASSINADAS PELA VPR OU COM SUA PARTICIPAÇÃO
- 26/06/68- Mário Kozel Filho - Soldado do Exército - SP
- 27/06/68 - Noel de Oliveira Ramos - civil - RJ
- 12/10/68 - Charles Rodney Chandler - Cap. do Exército dos Estados Unidos – SP
- 07/11/68 - Estanislau Ignácio Correia - Civil - SP
- 09/05/69 - Orlando Pinto da Silva - Guarda Civil – SP
- 10/11/70 - Garibaldo de Queiroz - Soldado PM – SP
- 10/12/70 - Hélio de Carvalho Araújo - Agente da Polícia Federal - RJ
- 27/09/72 - Sílvio Nunes Alves - Bancário – RJ
PESSOAS ASSASSINADAS PELA VAR-PALMARES OU COM SUA PARTICIPAÇÃO
- 11/07/69 - Cidelino Palmeiras do Nascimento - Motorista de táxi – RJ
- 24/07/69 - Aparecido dos Santos Oliveira - Soldado PM – SP
- 22/10/71 - José do Amaral - Sub-oficial da reserva da Marinha – RJ
- 05/02/72 - David A. Cuthberg - Marinheiro inglês - Rio de Janeiro
- 27/09/72 - Sílvio Nunes Alves - Bancário – RJ
PESSOAS ASSASSINADAS PELO COLINA OU COM SUA PARTICIPAÇÃO
- 29/01/69 - José Antunes Ferreira - guarda civil-BH/MG
- 01/07/68 - Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen - major do Exército Alemão - RJ
- 25/10/68 - Wenceslau Ramalho Leite - civil – RJ
Dilma talvez fosse aos encontros da Colina, da VPR e da VAR-Palmares para tocar piano. Mas os seus “camaradas”, alguns saudados por ele em seu discurso como candidata, organizavam-se mesmo para assaltar banco, seqüestrar e matar. Eram os meios que julgavam válidos não para resistir à ditadura, mas para fazer a “luta revolucionária” e instaurar a ditadura do proletariado.
Mentir sobre números do PAC, vá lá. Tripudiar sobre a história, aí já é um pouco demais. Daqui a pouco a VAR-Palmares se confunde com a Liga das Senhoras Católicas… Quem quiser que compre a falsificação. Eu rejeito.
Bem isso são fatos reais, está tudo muito claro só não ver quem não quer, certo ?
Enquanto isto nossas Forças Armadas e nossos irmãos militares continuam a ver navios, humilhados por dois dos maiores caudilhos e revanchistas da história da humanidade, FHC e Mega Molusco. Só a união de todos os brasileiros honestos do nosso país, poderá salvar a nossa nação.
BOM DOMINGO PARA TODOS.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Meus prezados amigos, uns bobalhões que se querem grandes “progressistas” saúdam o fato de que teremos mais uma eleição no Brasil sem um candidato de “direita”. E teremos mesmo. Só rematados delinqüentes do petralhismo selvagem e a escória da Internet alimentada com a grana das estatais consegue sustentar essas bobagens, coisa de idiota mesmo.
Que moderna democracia no mundo convive com a anomalia da “ausência da direita”? Nenhuma! Uma direita sem condições de disputar o poder não é sinal de saúde democrática, não! Ao contrário: é sintoma de uma doença. O regime democrático brasileiro começa a exibir sinais de que vive sob uma espécie de tutela: a representação política e a arena dos embates ideológicos — sim, eles existem em todo o mundo civilizado — estão sendo seqüestrados pelos ditos “movimentos sociais” e pelo sindicalismo, que nada mais são do que as longas franjas de um partido político. E isso está longe de contribuir para o aprimoramento de um regime de liberdades públicas.
Essa é a esquerda possível no Brasil, ao menos por ora. Não ser mais o partido “socialista” dos anos 80 e sim uma mega facção criminosa. A voz da sociedade real — boa parcela dela conservadora, sim, senhores — é abafada pela gritaria e pelo militantismo. Os políticos que rejeitam esse protagonismo da minoria barulhenta, que toma conta da agenda, têm receio de se insurgir contra o “movimento criminoso”. Porque sabem que encontrarão também a oposição de setores importantes da imprensa dos sujos e bandidos PTralhas.
Recuperem na Internet as primeiras entrevistas de Marco Aurélio Top Top Garcia, lá nos primórdios do governo Lula. A política externa brasileira está sendo miseravelmente derrotada, sabemos, e isso é o sinal mais evidente de que o Top Top venceu. Seus delírios antiimperialistas tornaram-se política do estado brasileiro. E a estupidez continuará caso Dilma seja eleita. Indagada por Época se a “aproximação” do Brasil com Irã não afiança a brutalidade daquele governo com os opositores do regime, sabem o que ela responde?
“Quando a gente faz a mesma coisa com os Estados Unidos, estamos afiançando Guantánamo? Ou o que aconteceu em Abu Graib? Não estamos fazendo isso. Estamos nos relacionando soberanamente.
A boçalidade da resposta é tal que isso só pode ser um caso de “media training” digerida aos tropeços. Observem que Dilma compara os EUA a uma ditadura que financia o terrorismo em três países, que praticou um atentado terrorista na Argentina e que, na prática, ameaça os adversários com o terror nuclear.
A ausência de uma força conservadora organizada no Brasil permite que conceitos estranhos comecem a prosperar sem que ninguém maisse escandalize. Na entrevista ao Estadão, Lula definiu a Venezuela como “uma democracia”. Ora, se é, então como definir o seu próprio governo, quiseram saber os entrevistadores: “Uma hiper-democracia; a essência da democracia”.
“Mas isso é tema de campanha?” Por que não? Diz respeito à vida de milhões de pessoas e remete a algumas de suas convicções mais profundas. Do mesmo modo, há um vastíssimo debate a ser feito sobre o estado gastador e tributador. De novo: no mundo inteiro, conservadores se interessam por isso e quase sempre têm contribuído para um estado mais enxuto do que inchado, bem diferente da máquina dos PTralhas. Essa super facção criminosa que se encontra hoje no poder da República.
PARA REFRESCAR A MEMÓRIA DA SUPER CANDIDATA DO PT DILMA ROUSSEFF
A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, já andou se estranhando um tanto com a verdade. Seu currículo posto até outro dia no site da Casa Civil e na Plataforma Lattes não me deixa mentir. Em marco de 2009, por exemplo, Dilma asseverou à Folha: “Nunca fiz nem treinamento no exterior nem ação armada”. Agora, quase um ano depois, ela admite que fez treinamento militar Uruguai. Confrontada com a mentira, saiu-se com uma resposta esquisita. Informa o jornal:
“[Dilma] alega que, à época, não queria falar sobre atos envolvendo outros países. Resolveu fazer a revelação depois da eleição de José Mujica, ex-guerrilheiro da organização Tupamaros, que lutou contra a ditadura militar uruguaia: ‘O presidente Mujica está ali e sabe como foram os anos 70’, diz Dilma”.
Na entrevista concedida à revista Época, uma resposta de Dilma me deixou particularmente encantado. Reproduzo:
O ex-ministro José Dirceu, no dia de sua posse na Casa Civil, chamou-a de “camarada de armas”. A senhora gostou?
Ele estava fazendo para mim um cumprimento porque, para ele, era muito importante. Havia várias características nas diferentes organizações de esquerda. A minha fazia certas críticas às ações armadas, principalmente assaltos a banco. Tínhamos uma crítica a isso, e isso está registrado. Não fui condenada por ação armada, porque não a pratiquei.
A disputa eleitoral costuma deixar os políticos com a memória fraca. Mas a gente está aqui, alguns de nós ao menos, para lembrar o que eles esquecem. Dilma, pelo visto, participou de três organizações terroristas —Colina, VAR-Palmares e VPR — para cuidar de assuntos lítero-musicais. Ou para escrever o diário “A Moça e Seus Problemas”. O grupo tinha “críticas” aos assaltos a banco? Os banqueiros até podem achar bacana… Já em matéria de seqüestro, assassinato, execuções sumárias, bem, aí não havia crítica nenhuma. Acho chato ter de lembrar isso, mas lembro. Seguem as pessoas que as organizações a que Dilma pertenceu mataram. A lista completa com todas as pessoas assassinadas pelas esquerdas foi publicada no dia 12 de janeiro no blog do Reinaldo Azevedo e aqui.
PESSOAS ASSASSINADAS PELA VPR OU COM SUA PARTICIPAÇÃO
- 26/06/68- Mário Kozel Filho - Soldado do Exército - SP
- 27/06/68 - Noel de Oliveira Ramos - civil - RJ
- 12/10/68 - Charles Rodney Chandler - Cap. do Exército dos Estados Unidos – SP
- 07/11/68 - Estanislau Ignácio Correia - Civil - SP
- 09/05/69 - Orlando Pinto da Silva - Guarda Civil – SP
- 10/11/70 - Garibaldo de Queiroz - Soldado PM – SP
- 10/12/70 - Hélio de Carvalho Araújo - Agente da Polícia Federal - RJ
- 27/09/72 - Sílvio Nunes Alves - Bancário – RJ
PESSOAS ASSASSINADAS PELA VAR-PALMARES OU COM SUA PARTICIPAÇÃO
- 11/07/69 - Cidelino Palmeiras do Nascimento - Motorista de táxi – RJ
- 24/07/69 - Aparecido dos Santos Oliveira - Soldado PM – SP
- 22/10/71 - José do Amaral - Sub-oficial da reserva da Marinha – RJ
- 05/02/72 - David A. Cuthberg - Marinheiro inglês - Rio de Janeiro
- 27/09/72 - Sílvio Nunes Alves - Bancário – RJ
PESSOAS ASSASSINADAS PELO COLINA OU COM SUA PARTICIPAÇÃO
- 29/01/69 - José Antunes Ferreira - guarda civil-BH/MG
- 01/07/68 - Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen - major do Exército Alemão - RJ
- 25/10/68 - Wenceslau Ramalho Leite - civil – RJ
Dilma talvez fosse aos encontros da Colina, da VPR e da VAR-Palmares para tocar piano. Mas os seus “camaradas”, alguns saudados por ele em seu discurso como candidata, organizavam-se mesmo para assaltar banco, seqüestrar e matar. Eram os meios que julgavam válidos não para resistir à ditadura, mas para fazer a “luta revolucionária” e instaurar a ditadura do proletariado.
Mentir sobre números do PAC, vá lá. Tripudiar sobre a história, aí já é um pouco demais. Daqui a pouco a VAR-Palmares se confunde com a Liga das Senhoras Católicas… Quem quiser que compre a falsificação. Eu rejeito.
Bem isso são fatos reais, está tudo muito claro só não ver quem não quer, certo ?
Enquanto isto nossas Forças Armadas e nossos irmãos militares continuam a ver navios, humilhados por dois dos maiores caudilhos e revanchistas da história da humanidade, FHC e Mega Molusco. Só a união de todos os brasileiros honestos do nosso país, poderá salvar a nossa nação.
BOM DOMINGO PARA TODOS.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
O AIATOLÁ FRANKLIN MARTINS E A GEURRILHEIRA DILMA
Os PTralhas são assim mesmo, e a facção criminosa está a todo vapor, o clima não anda nada bom, na verdade, está péssimo — entre o mega superministro da Comunicação Social, o abominável e esdrúxulo, Franklin Martins, e Dilma Rousseff, ainda ministra da Casa Civil e super candidata do PT (FACÇÃO CRIMINOSA DOS PETRALHAS), à Presidência da República. Os que acompanham os embates afirmam que os dois nocivos têm temperamentos muito parecidos: não gostam de ser contrariados e reagem com rispidez muito característica — uma espécie, assim, de grossura furiosa, coisa de ex-bandido mesmo, se acreditam que sua autoridade está sendo desafiada.
Se formos fazer a história das idéias, os dois vêm de escolas de pensamento totalitárias, né? Ele, do MR-8; ela, da VAR-Palmares… Foram descobrir a democracia, a que aderiram por necessidade, não por boniteza, quando já eram bem maduros. Aqui em Fortaleza, a gente diz que burro velho não aprende a puxar carroça. E não aprende mesmo! Certo senhores militares?
À Abominável Dilma não gosta da onipresença do carrasco Franklin Martins no governo, hoje o ministro que Lula mais ouve. E a questão já chega à disputa eleitoral. Dilma não queria o publicitário João Santana para cuidar de sua campanha, mas Franklin acha que tem de ser ele e já convenceu o presidente. Dilma não gostou. Os palacianos que assistem aos embates e que sabem na guerra de bastidores acreditam que, a ficar tudo como está, caso a petista vença a eleição, não será fácil Franklin ter um lugar no seu corrupto governo.(CLEPTOCRACIA OU BANDIDOCRACIA).
A CORRUPTA, ABOMINÁVEL E MEGA GUERRILHEIRA petista, aliás, com aquela cinturinha de pilão para a política que Deus lhe deu, anda dizendo pelos corredores que, no seu eventual governo, o PMDB não terá o espaço que tem hoje de jeito nenhum! O conversê chegou aos ouvidos de Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), ministro da Integração Nacional, que reagiu com ironia: “Eles estão pensando que estão lidando com menino”… Definitivamente, não estão! ESSAS DUAS FACÇÕES CRIMINOSAS PMDB E PT, SÓ UMA PODE ACABAR COM A OUTRA.
Se formos fazer a história das idéias, os dois vêm de escolas de pensamento totalitárias, né? Ele, do MR-8; ela, da VAR-Palmares… Foram descobrir a democracia, a que aderiram por necessidade, não por boniteza, quando já eram bem maduros. Aqui em Fortaleza, a gente diz que burro velho não aprende a puxar carroça. E não aprende mesmo! Certo senhores militares?
À Abominável Dilma não gosta da onipresença do carrasco Franklin Martins no governo, hoje o ministro que Lula mais ouve. E a questão já chega à disputa eleitoral. Dilma não queria o publicitário João Santana para cuidar de sua campanha, mas Franklin acha que tem de ser ele e já convenceu o presidente. Dilma não gostou. Os palacianos que assistem aos embates e que sabem na guerra de bastidores acreditam que, a ficar tudo como está, caso a petista vença a eleição, não será fácil Franklin ter um lugar no seu corrupto governo.(CLEPTOCRACIA OU BANDIDOCRACIA).
A CORRUPTA, ABOMINÁVEL E MEGA GUERRILHEIRA petista, aliás, com aquela cinturinha de pilão para a política que Deus lhe deu, anda dizendo pelos corredores que, no seu eventual governo, o PMDB não terá o espaço que tem hoje de jeito nenhum! O conversê chegou aos ouvidos de Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), ministro da Integração Nacional, que reagiu com ironia: “Eles estão pensando que estão lidando com menino”… Definitivamente, não estão! ESSAS DUAS FACÇÕES CRIMINOSAS PMDB E PT, SÓ UMA PODE ACABAR COM A OUTRA.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
"IMBRÓGLIO FACINOROSO DE UMA FACÇÃO NO PODER"
O sociólogo Demétrio Magnoli escreveu ontem um artigo no Estadão e no Globo relatando um caso que é de estarrecer. É este que aparece aí acima. Leiam o artigo intitulado “Fora da lei”.
A Constituição diz que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”, mas a Universidade de Brasília (UnB) distingue os candidatos inscritos em seus vestibulares em função de um critério racial. A Constituição determina que o “acesso aos níveis mais elevados do ensino” se dará “segundo a capacidade de cada um”, mas a UnB reserva um quinto de suas vagas a “negros”. Na UnB, uma comissão constituída por docentes racialistas e lideranças do “movimento negro” prega rótulos raciais aos candidatos, cassando-lhes o direito de autodeclaração de cor/raça. A Constituição assegura que “ninguém será privado de direitos” por motivo de “convicção filosófica ou política”, mas o tribunal racial da UnB promove “entrevistas identitárias” para investigar as opiniões dos candidatos sobre negritude e movimento negro. Por iniciativa do senador Demóstenes Torres, o DEM ingressou no Supremo Tribunal Federal (STF) com ação de inconstitucionalidade contra o vestibular racializado da UnB.
A Fundação Ford é a principal exportadora das políticas de preferências raciais inventadas nos EUA a partir do governo de Richard Nixon. Há uma década ela financia simpósios jurídicos no Brasil destinados a ensinar a juízes como contornar o princípio constitucional da igualdade entre os cidadãos. O argumento formulado pela Fundação Ford baseia-se no justo paradigma de tratar desigualmente os desiguais - o mesmo que sustenta a tributação progressiva e a exigência de rampas para deficientes físicos em edifícios de uso público. Sobre tal paradigma se equilibra o raciocínio de que a desigualdade média de renda entre “brancos”, de um lado, e “pretos” e “pardos”, de outro, deve ser remediada por políticas raciais de discriminação reversa.
O sofisma precisa ser desmascarado em dois planos. No plano das políticas sociais, tratar desigualmente os desiguais significa expandir as vagas nas universidades públicas e investir na qualidade do sistema público de ensino. Nas palavras de Wellington Dias, o governador petista do Piauí que, corajosamente, desafia um dogma de seu partido: “Criar cotas para negros, índios, alunos do ensino público esconde o lado grave do problema. Isso mostra a incapacidade do poder público. Sou contra isso. É preciso melhorar o sistema e qualificar os professores.”
No plano do Direito, o sofisma converte indivíduos singulares em representantes de “raças”, ensinando a milhões de jovens a terrível lição de que seus direitos constitucionais estão subordinados a uma cláusula racial. O vestibular da UnB é capaz de negar uma vaga a um concorrente de baixa renda que obteve notas altas, mas foi rotulado como “branco”, para transferi-la a um candidato de alta renda com notas inferiores, mas rotulado como “negro”. A justificativa implícita inscreve-se na fantasia do pensamento racial: o candidato de alta renda da cor certa “simboliza” a “raça” de baixa renda e seus imaginários ancestrais escravos. O sofisma não resiste a um exame lógico, mas persiste pela adesão política de uma corrente significativa de juristas ao pensamento racial.
A política, no baixo sentido da palavra, contamina a apreciação da ação de inconstitucionalidade que tramita na abominável e nociva Corte constitucional. O relator Ricardo Lewandowski, um juiz que enxerga as audiências públicas como meios para mostrar que o tribunal toma decisões “em contato com o povo”, tem curiosos critérios de seleção do “povo”. No caso da audiência sobre o vestibular da UnB, ele decidiu ignorar a regra elementar da isonomia, convocando 28 depoentes favoráveis às cotas raciais e apenas 12 contrários. O “povo” do relator, ao menos quando se trata da introdução da raça na lei, é constituído essencialmente por representantes do Executivo e das incontáveis ONGs que figuram como sublegendas brasileiras da Fundação Ford.
O princípio da impessoalidade na administração pública, consagrado na Constituição, serve tanto para coibir o patrimonialismo tradicional quanto para conter a tentação contemporânea de subordinar os interesses gerais difusos aos interesses ideológicos organizados. Edson Santos, chefe da mal batizada Secretaria da Igualdade Racial, não reconhece a vigência dessa parte do texto constitucional. Um ofício assinado por ele cumpre o papel de panfleto de convocação de funcionários governamentais e ONGs para “mobilizarem caravanas com destino a Brasília” a fim de pressionar o STF nos dias da audiência pública. Edson Santos monta o circo por fora, enquanto Lewandowski ergue as lonas por dentro.
Em 2 de fevereiro, dia exato em que Edson Santos divulgou o panfleto oficial, as centrais sindicais - cujo financiamento decorre de um ato governamental - firmaram uma carta conjunta de apoio ao vestibular racial da UnB. O “movimentismo” é fenômeno típico do estágio embrionário dos totalitarismos. Nesse estágio, o Estado despe-se de sua natureza pública e adquire as feições de um ente de coordenação de “movimentos sociais” que já não passam de tentáculos do governo. O ministro-militante, que faz o Estado patrocinar uma manifestação “popular” de sítio à Corte constitucional, seria alvo óbvio de processos de responsabilidade se o Ministério Público e a maioria parlamentar não estivessem envenenados pela concepção da sociedade brasileira como uma coleção de “movimentos sociais” e ONGs.
No ofício ilegal, Edson Santos assevera que o hipotético acatamento da ação de inconstitucionalidade “abrirá as portas para paralisar todas as políticas de ação afirmativa, inclusive aquelas que beneficiam as mulheres, estudantes, trabalhadores, os índios, deficientes físicos e mentais, as comunidades tradicionais, etc.” A ação em curso incide exclusivamente sobre as políticas de preferências raciais, cujo pressuposto é a rotulação estatal dos cidadãos segundo o critério abominável da raça. Mas o que seria do “movimentismo” sem o clássico expediente da mentira oficial?
O ofício de Edson Santos convocando os “gestores públicos” para organizar um cerco ao STF é ilegal. Mas aposto 10 contra 1 que o Ministério Público não moverá uma palha. No texto, saído da máquina oficial do Estado, além da mentira escandalosa a que alude Magnoli, Santos se entrega ao proselitismo escancarado, partidário. Escreve ele:
“Em sua argüição, o referido e sujo partido ou seja uma facção criminosa, alega que a política adotada pela UNB fere a dignidade da pessoa humana. o direito universal à educação, a igualdade, a autonomia universitária, a legalidade, dentre outros artigos da Constituição Federal. Como se vê, utiliza argumentação falaciosa, que, sob o pretexto de defender princípios de nossa Carta Magna, o que pretende é impedir o encontro da nacionalidade com o povo negro, historicamente discriminado e abandonado pelas políticas do estado brasileiro”.
O mais espantoso no trecho acima é que a síntese que ele faz das razões apontadas pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO) é perfeita. E, como acontece nesse tipo de debate, Santos nem faz menção de contestá-las. A ele basta acusar o adversário de racista, preconceituoso, reacionário… Vale a máxima: não tendo o que responder, ofenda e se faça de vítima agravada pelo adversário.
A política de cotas, na forma como a aplica a UnB, é escandalosamente inconstitucional. Chegou a hora de debater a questão no Supremo. Mas, como se pode notar, a audiência pública caminha para ser um circo, em que a Constituição fará o papel do palhaço.
Está tudo errado neste governo dos PTralhas, que transformaram o Brasil numa "CLEPTOCRACIA OU BANDIDOCRACIA BOLIVARIANA".
Enquanto isto nossas Forças Armadas continuam desarmadas, militares flagelados por dois dos maiores bandidos da história da humanidade, FHC autor da MP 2215-10 e o abominável, corrupto e sujo Molusco.
A Constituição diz que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”, mas a Universidade de Brasília (UnB) distingue os candidatos inscritos em seus vestibulares em função de um critério racial. A Constituição determina que o “acesso aos níveis mais elevados do ensino” se dará “segundo a capacidade de cada um”, mas a UnB reserva um quinto de suas vagas a “negros”. Na UnB, uma comissão constituída por docentes racialistas e lideranças do “movimento negro” prega rótulos raciais aos candidatos, cassando-lhes o direito de autodeclaração de cor/raça. A Constituição assegura que “ninguém será privado de direitos” por motivo de “convicção filosófica ou política”, mas o tribunal racial da UnB promove “entrevistas identitárias” para investigar as opiniões dos candidatos sobre negritude e movimento negro. Por iniciativa do senador Demóstenes Torres, o DEM ingressou no Supremo Tribunal Federal (STF) com ação de inconstitucionalidade contra o vestibular racializado da UnB.
A Fundação Ford é a principal exportadora das políticas de preferências raciais inventadas nos EUA a partir do governo de Richard Nixon. Há uma década ela financia simpósios jurídicos no Brasil destinados a ensinar a juízes como contornar o princípio constitucional da igualdade entre os cidadãos. O argumento formulado pela Fundação Ford baseia-se no justo paradigma de tratar desigualmente os desiguais - o mesmo que sustenta a tributação progressiva e a exigência de rampas para deficientes físicos em edifícios de uso público. Sobre tal paradigma se equilibra o raciocínio de que a desigualdade média de renda entre “brancos”, de um lado, e “pretos” e “pardos”, de outro, deve ser remediada por políticas raciais de discriminação reversa.
O sofisma precisa ser desmascarado em dois planos. No plano das políticas sociais, tratar desigualmente os desiguais significa expandir as vagas nas universidades públicas e investir na qualidade do sistema público de ensino. Nas palavras de Wellington Dias, o governador petista do Piauí que, corajosamente, desafia um dogma de seu partido: “Criar cotas para negros, índios, alunos do ensino público esconde o lado grave do problema. Isso mostra a incapacidade do poder público. Sou contra isso. É preciso melhorar o sistema e qualificar os professores.”
No plano do Direito, o sofisma converte indivíduos singulares em representantes de “raças”, ensinando a milhões de jovens a terrível lição de que seus direitos constitucionais estão subordinados a uma cláusula racial. O vestibular da UnB é capaz de negar uma vaga a um concorrente de baixa renda que obteve notas altas, mas foi rotulado como “branco”, para transferi-la a um candidato de alta renda com notas inferiores, mas rotulado como “negro”. A justificativa implícita inscreve-se na fantasia do pensamento racial: o candidato de alta renda da cor certa “simboliza” a “raça” de baixa renda e seus imaginários ancestrais escravos. O sofisma não resiste a um exame lógico, mas persiste pela adesão política de uma corrente significativa de juristas ao pensamento racial.
A política, no baixo sentido da palavra, contamina a apreciação da ação de inconstitucionalidade que tramita na abominável e nociva Corte constitucional. O relator Ricardo Lewandowski, um juiz que enxerga as audiências públicas como meios para mostrar que o tribunal toma decisões “em contato com o povo”, tem curiosos critérios de seleção do “povo”. No caso da audiência sobre o vestibular da UnB, ele decidiu ignorar a regra elementar da isonomia, convocando 28 depoentes favoráveis às cotas raciais e apenas 12 contrários. O “povo” do relator, ao menos quando se trata da introdução da raça na lei, é constituído essencialmente por representantes do Executivo e das incontáveis ONGs que figuram como sublegendas brasileiras da Fundação Ford.
O princípio da impessoalidade na administração pública, consagrado na Constituição, serve tanto para coibir o patrimonialismo tradicional quanto para conter a tentação contemporânea de subordinar os interesses gerais difusos aos interesses ideológicos organizados. Edson Santos, chefe da mal batizada Secretaria da Igualdade Racial, não reconhece a vigência dessa parte do texto constitucional. Um ofício assinado por ele cumpre o papel de panfleto de convocação de funcionários governamentais e ONGs para “mobilizarem caravanas com destino a Brasília” a fim de pressionar o STF nos dias da audiência pública. Edson Santos monta o circo por fora, enquanto Lewandowski ergue as lonas por dentro.
Em 2 de fevereiro, dia exato em que Edson Santos divulgou o panfleto oficial, as centrais sindicais - cujo financiamento decorre de um ato governamental - firmaram uma carta conjunta de apoio ao vestibular racial da UnB. O “movimentismo” é fenômeno típico do estágio embrionário dos totalitarismos. Nesse estágio, o Estado despe-se de sua natureza pública e adquire as feições de um ente de coordenação de “movimentos sociais” que já não passam de tentáculos do governo. O ministro-militante, que faz o Estado patrocinar uma manifestação “popular” de sítio à Corte constitucional, seria alvo óbvio de processos de responsabilidade se o Ministério Público e a maioria parlamentar não estivessem envenenados pela concepção da sociedade brasileira como uma coleção de “movimentos sociais” e ONGs.
No ofício ilegal, Edson Santos assevera que o hipotético acatamento da ação de inconstitucionalidade “abrirá as portas para paralisar todas as políticas de ação afirmativa, inclusive aquelas que beneficiam as mulheres, estudantes, trabalhadores, os índios, deficientes físicos e mentais, as comunidades tradicionais, etc.” A ação em curso incide exclusivamente sobre as políticas de preferências raciais, cujo pressuposto é a rotulação estatal dos cidadãos segundo o critério abominável da raça. Mas o que seria do “movimentismo” sem o clássico expediente da mentira oficial?
O ofício de Edson Santos convocando os “gestores públicos” para organizar um cerco ao STF é ilegal. Mas aposto 10 contra 1 que o Ministério Público não moverá uma palha. No texto, saído da máquina oficial do Estado, além da mentira escandalosa a que alude Magnoli, Santos se entrega ao proselitismo escancarado, partidário. Escreve ele:
“Em sua argüição, o referido e sujo partido ou seja uma facção criminosa, alega que a política adotada pela UNB fere a dignidade da pessoa humana. o direito universal à educação, a igualdade, a autonomia universitária, a legalidade, dentre outros artigos da Constituição Federal. Como se vê, utiliza argumentação falaciosa, que, sob o pretexto de defender princípios de nossa Carta Magna, o que pretende é impedir o encontro da nacionalidade com o povo negro, historicamente discriminado e abandonado pelas políticas do estado brasileiro”.
O mais espantoso no trecho acima é que a síntese que ele faz das razões apontadas pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO) é perfeita. E, como acontece nesse tipo de debate, Santos nem faz menção de contestá-las. A ele basta acusar o adversário de racista, preconceituoso, reacionário… Vale a máxima: não tendo o que responder, ofenda e se faça de vítima agravada pelo adversário.
A política de cotas, na forma como a aplica a UnB, é escandalosamente inconstitucional. Chegou a hora de debater a questão no Supremo. Mas, como se pode notar, a audiência pública caminha para ser um circo, em que a Constituição fará o papel do palhaço.
Está tudo errado neste governo dos PTralhas, que transformaram o Brasil numa "CLEPTOCRACIA OU BANDIDOCRACIA BOLIVARIANA".
Enquanto isto nossas Forças Armadas continuam desarmadas, militares flagelados por dois dos maiores bandidos da história da humanidade, FHC autor da MP 2215-10 e o abominável, corrupto e sujo Molusco.
Resumo biográfico de uma mega guerrilheira e candidata, a Presidência da República!
Resumo biográfico de uma mega guerrilheira e candidata, a Presidência da República!
O pai dela - Pétar Russév (mudado para Pedro Roussef) -, filiado ao Partido Comunista búlgaro, deixou um filho (Luben) lá na Bulgária e veio dar com os costados em Salvador, depois Buenos Aires e, ao fim, fez negócios em São Paulo. Encantou-se com a professorinha de 20 aninhos, Dilma Jane da Silva (rica, filha de fazendeiro), e com ela casou e viveu em Belo Horizonte, tendo três filhos: Igor, Dilma - a guerrilheira - e Lúcia. Igor morreu em 1977.
Era uma família classe A, com casa enorme, três empregadas, refeições servidas à francesa, com guarnições e talheres específicos. Tinham piano e professora particular de francês. Dilma entrou primeiro numa escola de freiras - Colégio Sion - e, depois, no renomado Estadual Central. Nas férias, iam de avião para Guarapari/ES e ficavam no Hotel Cassino Radium.
ABOMINÁVEL E TERRÍVEL COMANDANTE Dilma, ainda jovem, entrou para o POLOP - Política Operária - e depois mudou-se para o COLINA - Comando de Libertação Nacional -. Apaixonou-se e casou-se com Cláudio Galeno Linhares, especialista em fazer bombas com os pós e líquidos da farmácia de manipulação do seu pai.
Sua primeira aula de marxismo foi-lhe dada por Apolo Heringer e, pouco depois, estava em suas mãos o livro: "Revolução na Revolução", de Régis Debray, francês que mudou-se para Cuba e ficou amigo do Fidel e mais tarde, acompanhando Guevara, foi preso na Bolívia.
Aos 21 anos, Dilma partiu para o RJ a fim de se esconder dos militares, após o frustrado assalto ao Banco da Lavoura de Sabará. No Rio, ainda casada, apaixonou-se por Carlos Franklin Paixão de Araújo, o chefe da dissidência do Partidão; então, chegou, de "chofer", e disse para o marido: "Estou com o Carlos!".
Carlos vivia antes com a geógrafa Vânia Arantes e, sedutor, já havia tido outras sete mulheres, aos 31 de idade. Com ele, Dilma participou da fusão COLINA/VPR (esta do Lamarca), que deu origem, em Mongaguá, à Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares, cujo estatuto dizia: Art.1º - A Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares é uma organização político-militar de caráter partidário, marxista-leninista, que se propõe a cumprir todas as tarefas da guerra revolucionária e da construção do Partido da Classe Operária, com o objetivo de tomar o poder e construir o socialismo." Foi neste período que houve muitos assaltos, seqüestros e assassinatos, inclusive de muitos militares do comando militar do Leste. As fotos das montanhas de cadáveres estão na internet.
Foi em Mongaguá, litoral paulista, que se traçou o plano da "Grande Ação", que se deu em 18 de julho de 1969, com o assalto e roubo do cofre da casa da amante do Ademar de Barros, em Santa Teresa /RJ, que rendeu-lhes 2,5 milhões de dólares, cofre aberto em Porto Alegre, a maçarico, pelo metalúrgico Delci. Mas a organização se dividiu entre "basistas" - que defendiam o trabalho das "massas" e junto às "bases", e os "militaristas", que priorizavam a imediata e constante luta armada comunista. A disputa pelo butim dolarizado foi ferrenha! Dilma era chamada de "Joana D'Arc da subversão", a SUPER bandida era considerada "LINHA DURA".
Então, foi para São Paulo onde dividia um quarto com Maria Celeste Martins, hoje sua assessora imediata no Planalto.
Dedurada por José Olavo Leite Ribeiro - mantinha com ela três contatos semanais. Depois de vários ataques, -, foi presa, armada, em um bar da Rua Augusta, juntamente com Antônio de Pádua Perosa; depois, entregou à polícia seu amigo Natael Custódio Barbosa. Enquanto isso, o Carlos Araújo teve um romance tórrido com a atriz Bete Mendes, da TV Globo.
A mega guerrilheira, saiu do presídio em 1973 e foi para Porto Alegre, reatar com o Carlos infiel. Mas hoje, Carlos Araújo mora sozinho com dois vira-latas (Amarelo e Negrão), numa casinha às margens da lagoa do Guaíba, em Porto Alegre. Ele tem enfisema pulmonar e está com 71 anos. Diz que é feliz, mesmo com a ex-esposa sendo Ministra e candidata do bandido e apedeuta/ fronteiriço à Presidência da República.
Eis aí a "síntese/sintética/resumida" da vida da Dilma Roussef que, logo....logo... será apresentada pelo abominável e bandido Molusco como a pessoa ideal para governar o país. E, em se tratando do povo brasileiro (batucada, bola, bolsa-família/esmolas e bunda), tudo pode se esperar, infelizmente falta cultura ao povo brasileiro.
Mas, nem tudo está perdido... vc tem uma arma poderosa para utilizar na hora certa contra essa facção criminosa e danosa que está hoje no poder da República, cometendo os mesmos crimes de antes. Cuidado com o seu voto. Faça dele a sua arma para acabar com esses "mitos" que andam por aí, fingindo que são bonzinhos.
Guerrilheiro vota em guerrilheiro que pede para quem não é guerrilheiro votar em guerrilheiro. ....Não perca seu voto, muita atenção aos sujos candidatos da facção criminosa dos PTralhas.
Repasse este, para todos os seus contatos, vamos tirar esses bandidos do poder.
O pai dela - Pétar Russév (mudado para Pedro Roussef) -, filiado ao Partido Comunista búlgaro, deixou um filho (Luben) lá na Bulgária e veio dar com os costados em Salvador, depois Buenos Aires e, ao fim, fez negócios em São Paulo. Encantou-se com a professorinha de 20 aninhos, Dilma Jane da Silva (rica, filha de fazendeiro), e com ela casou e viveu em Belo Horizonte, tendo três filhos: Igor, Dilma - a guerrilheira - e Lúcia. Igor morreu em 1977.
Era uma família classe A, com casa enorme, três empregadas, refeições servidas à francesa, com guarnições e talheres específicos. Tinham piano e professora particular de francês. Dilma entrou primeiro numa escola de freiras - Colégio Sion - e, depois, no renomado Estadual Central. Nas férias, iam de avião para Guarapari/ES e ficavam no Hotel Cassino Radium.
ABOMINÁVEL E TERRÍVEL COMANDANTE Dilma, ainda jovem, entrou para o POLOP - Política Operária - e depois mudou-se para o COLINA - Comando de Libertação Nacional -. Apaixonou-se e casou-se com Cláudio Galeno Linhares, especialista em fazer bombas com os pós e líquidos da farmácia de manipulação do seu pai.
Sua primeira aula de marxismo foi-lhe dada por Apolo Heringer e, pouco depois, estava em suas mãos o livro: "Revolução na Revolução", de Régis Debray, francês que mudou-se para Cuba e ficou amigo do Fidel e mais tarde, acompanhando Guevara, foi preso na Bolívia.
Aos 21 anos, Dilma partiu para o RJ a fim de se esconder dos militares, após o frustrado assalto ao Banco da Lavoura de Sabará. No Rio, ainda casada, apaixonou-se por Carlos Franklin Paixão de Araújo, o chefe da dissidência do Partidão; então, chegou, de "chofer", e disse para o marido: "Estou com o Carlos!".
Carlos vivia antes com a geógrafa Vânia Arantes e, sedutor, já havia tido outras sete mulheres, aos 31 de idade. Com ele, Dilma participou da fusão COLINA/VPR (esta do Lamarca), que deu origem, em Mongaguá, à Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares, cujo estatuto dizia: Art.1º - A Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares é uma organização político-militar de caráter partidário, marxista-leninista, que se propõe a cumprir todas as tarefas da guerra revolucionária e da construção do Partido da Classe Operária, com o objetivo de tomar o poder e construir o socialismo." Foi neste período que houve muitos assaltos, seqüestros e assassinatos, inclusive de muitos militares do comando militar do Leste. As fotos das montanhas de cadáveres estão na internet.
Foi em Mongaguá, litoral paulista, que se traçou o plano da "Grande Ação", que se deu em 18 de julho de 1969, com o assalto e roubo do cofre da casa da amante do Ademar de Barros, em Santa Teresa /RJ, que rendeu-lhes 2,5 milhões de dólares, cofre aberto em Porto Alegre, a maçarico, pelo metalúrgico Delci. Mas a organização se dividiu entre "basistas" - que defendiam o trabalho das "massas" e junto às "bases", e os "militaristas", que priorizavam a imediata e constante luta armada comunista. A disputa pelo butim dolarizado foi ferrenha! Dilma era chamada de "Joana D'Arc da subversão", a SUPER bandida era considerada "LINHA DURA".
Então, foi para São Paulo onde dividia um quarto com Maria Celeste Martins, hoje sua assessora imediata no Planalto.
Dedurada por José Olavo Leite Ribeiro - mantinha com ela três contatos semanais. Depois de vários ataques, -, foi presa, armada, em um bar da Rua Augusta, juntamente com Antônio de Pádua Perosa; depois, entregou à polícia seu amigo Natael Custódio Barbosa. Enquanto isso, o Carlos Araújo teve um romance tórrido com a atriz Bete Mendes, da TV Globo.
A mega guerrilheira, saiu do presídio em 1973 e foi para Porto Alegre, reatar com o Carlos infiel. Mas hoje, Carlos Araújo mora sozinho com dois vira-latas (Amarelo e Negrão), numa casinha às margens da lagoa do Guaíba, em Porto Alegre. Ele tem enfisema pulmonar e está com 71 anos. Diz que é feliz, mesmo com a ex-esposa sendo Ministra e candidata do bandido e apedeuta/ fronteiriço à Presidência da República.
Eis aí a "síntese/sintética/resumida" da vida da Dilma Roussef que, logo....logo... será apresentada pelo abominável e bandido Molusco como a pessoa ideal para governar o país. E, em se tratando do povo brasileiro (batucada, bola, bolsa-família/esmolas e bunda), tudo pode se esperar, infelizmente falta cultura ao povo brasileiro.
Mas, nem tudo está perdido... vc tem uma arma poderosa para utilizar na hora certa contra essa facção criminosa e danosa que está hoje no poder da República, cometendo os mesmos crimes de antes. Cuidado com o seu voto. Faça dele a sua arma para acabar com esses "mitos" que andam por aí, fingindo que são bonzinhos.
Guerrilheiro vota em guerrilheiro que pede para quem não é guerrilheiro votar em guerrilheiro. ....Não perca seu voto, muita atenção aos sujos candidatos da facção criminosa dos PTralhas.
Repasse este, para todos os seus contatos, vamos tirar esses bandidos do poder.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
"A MEGA GUERRILHEIRA, O PT E O GOVERNO MOLUSCO"
Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência e, dizem os crédulos, ministra-chefe da Casa Civil, da facção criminosa dos PTralhas, concedeu uma entrevista a Emir Sader, Marco Aurélio Garcia e Jorge Mattoso (!). Mattoso, antes que me dê a outros considerandos, é aquele elemento bandido, que era presidente da Caixa Econômica Federal e que, no exercício do cargo, quebrou ilegalmente o sigilo bancário do caseiro Francenildo, demonstrando o apreço que um petista de verdade tem pela Constituição. Ora, ninguém iria às ruas para defender os direitos de um caseiro, não é mesmo? A esquerda não tem tempo a perder com pobre que está do lado errado. O “bom” pobre, o que eventualmente rende uma passeata, é aquele que serve às verdades eternas do petismo mais selvagem.
A entrevista virou livro, que vai ser lançado no Congresso da facção dos PTralhas, que começa na quinta e vai até sábado. É, como registrei, a única forma de compatibilizar Dilma e um livro: ela fala, os outros anotam. Emir Sader e Marco Aurélio Top Top Garcia são dois tubarões da subintelectualidade esquerdista. Jamais produziram qualquer coisa que possa ser considerada, ainda que remotamente, uma obra de referência. São expressões, no miserável mundo da academia brasileira, da chamada burguesia do capital alheio - um com cargo no governo, outro sem. Sáder é bastante próximo de outros “estadistas”, como Hugo Chávez e Evo Morales. pinoch, Mau, Jean Bertan Aristides e outros intelectuais da bandidagem internacional.
Eis aí: Arruda, um grande bandido está preso, e isso é um bom para o Brasil; Mattoso não está apenas solto: ele está no grupo dos PTralhas daquele que pode ser nada menos do que presidente da República. Se à abominável e nociva Dilma o aceita como interlocutor, significa que endossa os seus sujos métodos terroristas. A presença deste senhor bandido no encontro é imoral, indecorosa mesmo. Se Dilma acata seu modo de fazer as coisas, então todos os sigilos do país estarão sob risco se ela se eleger. Não é assim porque eu quero. É assim por uma questão de lógica, essa facção exacerbadamente criminosa vai acabar com o resto do país.
Na tal entrevista, Dilma defendeu o estado empresário. Nem me perco muito em considerações. A fala serve para tentar carimbar no governo anterior, do outro caudilho, FHC, a pecha de “neoliberal”, o que é de um ridículo demonstrável pelos fatos. Os petistas anseiam ter criado um novo modelo, o capitalismo de estado. Que nem novo é. Trata-se de um geiselismo reciclado, agora sob os cuidados da tal burguesia do capital alheio.
À medida que o governo PTralha amplia a interferência do estado na economia, consegue também aumentar o grau de chantagem com que lida com os vários agentes econômicos. O “estado empresário” de Dilma é peça de um outro delírio: a construção de um regime de partido único. No fascismo, a fórmula de Giovanni Gentile era “Tudo no Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado”. No fascismo petista, o “estado” foi substituído pela facção criminosa dos Petralhas, Assim, os petistas têm nas mãos uma boa fatia do PIB. E cobra por isso - também em democracia!
Informa o texto da Folha:
Durante a entrevista, a comandante Dilma Rousseff concordou com o coordenador do seu futuro programa de governo e vice-presidente do PT sobre o que Marco Aurélio TOP TOP Garcia chamou de “retraimento do pensamento crítico”, com o avanço de uma “subintelectualidade de direita”. Garcia defendeu a valorização da produção cultural “submersa” pela indústria cultural. Dilma acenou com o plano que pretende universalizar o serviço de acesso à internet por banda larga para ampliar os canais de comunicação. “Estamos vivendo um momento culturalmente explosivo. Precisamos colaborar com essa explosão”.
A covardia desses bandidos os impede de fazer um debate honesto. E não é por acaso que, não podendo vencer no berro, tentam censurar a imprensa. Querem se impor pelo silêncio. Voltem àquele trecho em vermelho. Esses pterodáctilos ainda estão naquela conversa dos anos 60 de combater a “indústria cultural”. E prometem usar a revolução tecnológica em sua batalha. É isto: Dilma e Marco Aurélio querem universalizar a banda larga de Internet para poderem combater o imperialismo como mais eficiência… Não sei se vocês atentam para o humor da coisa.
Muitas pessoas da área de comunicação no Brasil darão de ombros para o absurdo e lançarão tudo na conta de mais uma bobagem de Dilma e Marco Aurélio. Ocorre que o risco de ela ser presidente da República é real. Como é real a visão autoritária que eles têm do poder. Se algo ameaça hoje a inteligência brasileira, como é óbvio, é a subintelectualidade de esquerda, cuja expressão genérica é o pensamento politicamente correto e cuja expressão particular são os ditos movimentos sociais, meras franjas do petismo selvagem. Aí se encontram as grandes reservas da estupidez nacional.
Meus caros amigos, se a mega guerrilheira for eleita, certamente veremos no primeiro escalão de seu governo nomes como: Delúbio Soares, Silvinho, Zé Dirceu, Marcos Valério, Fernandinho Beira-Mar e muitos outros bandidos.
Enquanto isso nossas Forças Armadas, vão continuar desmanteladas, definhadas e sucateadas e militares flagelados, por uma facção criminosa que está e ainda pretende continuar no poder.
A entrevista virou livro, que vai ser lançado no Congresso da facção dos PTralhas, que começa na quinta e vai até sábado. É, como registrei, a única forma de compatibilizar Dilma e um livro: ela fala, os outros anotam. Emir Sader e Marco Aurélio Top Top Garcia são dois tubarões da subintelectualidade esquerdista. Jamais produziram qualquer coisa que possa ser considerada, ainda que remotamente, uma obra de referência. São expressões, no miserável mundo da academia brasileira, da chamada burguesia do capital alheio - um com cargo no governo, outro sem. Sáder é bastante próximo de outros “estadistas”, como Hugo Chávez e Evo Morales. pinoch, Mau, Jean Bertan Aristides e outros intelectuais da bandidagem internacional.
Eis aí: Arruda, um grande bandido está preso, e isso é um bom para o Brasil; Mattoso não está apenas solto: ele está no grupo dos PTralhas daquele que pode ser nada menos do que presidente da República. Se à abominável e nociva Dilma o aceita como interlocutor, significa que endossa os seus sujos métodos terroristas. A presença deste senhor bandido no encontro é imoral, indecorosa mesmo. Se Dilma acata seu modo de fazer as coisas, então todos os sigilos do país estarão sob risco se ela se eleger. Não é assim porque eu quero. É assim por uma questão de lógica, essa facção exacerbadamente criminosa vai acabar com o resto do país.
Na tal entrevista, Dilma defendeu o estado empresário. Nem me perco muito em considerações. A fala serve para tentar carimbar no governo anterior, do outro caudilho, FHC, a pecha de “neoliberal”, o que é de um ridículo demonstrável pelos fatos. Os petistas anseiam ter criado um novo modelo, o capitalismo de estado. Que nem novo é. Trata-se de um geiselismo reciclado, agora sob os cuidados da tal burguesia do capital alheio.
À medida que o governo PTralha amplia a interferência do estado na economia, consegue também aumentar o grau de chantagem com que lida com os vários agentes econômicos. O “estado empresário” de Dilma é peça de um outro delírio: a construção de um regime de partido único. No fascismo, a fórmula de Giovanni Gentile era “Tudo no Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado”. No fascismo petista, o “estado” foi substituído pela facção criminosa dos Petralhas, Assim, os petistas têm nas mãos uma boa fatia do PIB. E cobra por isso - também em democracia!
Informa o texto da Folha:
Durante a entrevista, a comandante Dilma Rousseff concordou com o coordenador do seu futuro programa de governo e vice-presidente do PT sobre o que Marco Aurélio TOP TOP Garcia chamou de “retraimento do pensamento crítico”, com o avanço de uma “subintelectualidade de direita”. Garcia defendeu a valorização da produção cultural “submersa” pela indústria cultural. Dilma acenou com o plano que pretende universalizar o serviço de acesso à internet por banda larga para ampliar os canais de comunicação. “Estamos vivendo um momento culturalmente explosivo. Precisamos colaborar com essa explosão”.
A covardia desses bandidos os impede de fazer um debate honesto. E não é por acaso que, não podendo vencer no berro, tentam censurar a imprensa. Querem se impor pelo silêncio. Voltem àquele trecho em vermelho. Esses pterodáctilos ainda estão naquela conversa dos anos 60 de combater a “indústria cultural”. E prometem usar a revolução tecnológica em sua batalha. É isto: Dilma e Marco Aurélio querem universalizar a banda larga de Internet para poderem combater o imperialismo como mais eficiência… Não sei se vocês atentam para o humor da coisa.
Muitas pessoas da área de comunicação no Brasil darão de ombros para o absurdo e lançarão tudo na conta de mais uma bobagem de Dilma e Marco Aurélio. Ocorre que o risco de ela ser presidente da República é real. Como é real a visão autoritária que eles têm do poder. Se algo ameaça hoje a inteligência brasileira, como é óbvio, é a subintelectualidade de esquerda, cuja expressão genérica é o pensamento politicamente correto e cuja expressão particular são os ditos movimentos sociais, meras franjas do petismo selvagem. Aí se encontram as grandes reservas da estupidez nacional.
Meus caros amigos, se a mega guerrilheira for eleita, certamente veremos no primeiro escalão de seu governo nomes como: Delúbio Soares, Silvinho, Zé Dirceu, Marcos Valério, Fernandinho Beira-Mar e muitos outros bandidos.
Enquanto isso nossas Forças Armadas, vão continuar desmanteladas, definhadas e sucateadas e militares flagelados, por uma facção criminosa que está e ainda pretende continuar no poder.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
"ALGUMAS CONTRIBUIÇÕES DO ABOMINÁVEL E CORRUPTO MOLUSCO AO APURO RETÓRICO NACIONAL"
Abaixo, alguns trechos de falas presidenciais extraídos do Dicionário Lula, de Ali Kamel. Agora entendo o que Marilena Chaui quis dizer numa entrevista ao afirmar que, quando Lula fala, o mundo se ilumina.
MERDA
Ou ao defender seu programa de saneamento básico:
Pense num “cabra” [o próprio Lula] que, um dia, saiu dessa rua Auriverde e foi morar na rua Verão, numa casa nova, com cheiro de tinta, em junho de 1963. E, em janeiro de 1964, acordou à meia-noite, com rato disputando espaço com barata, com merda boiando na ponta do nariz, com água batendo no colchão, e teve que se levantar à noite para levantar o colchão, para levantar a mãe, para tirar as irmãs. (12/7/07, Recife - PE. Lançamento do PAC nas áreas de saneamento e urbanização no estado de Pernambuco)
Ao defender o Programa de Aceleração do Crescimento:
Só é contra quem não sabe o que é carregar uma lata d’água na cabeça por quatro ou cinco léguas. Só é contra quem não sabe o que é pegar um pote d’água cheio de barro, de merda de animal, de caramujo, levar para dentro de casa, colocar para assentar e ficar tomando aquela água barrenta cheia de caramujo para pegar doença, para apodrecer os dentes, para pegar verminose. Então, quem tem água Perrier na geladeira pode até ser contra. (27/7/07, Natal - RN. Lançamento do PAC Saneamento e Urbanização no estado do Rio Grande do Norte)
COCÔ
Ou ao defender a transposição das águas do São Francisco:
Vou fazer porque sei o que é ir buscar água num açude e ficar separando cocô da água - cocô de cavalo, cocô de cabrito - para pegar água numa canequinha, colocar num pote, deixar assentar, para depois, no dia seguinte, tomar um metro de barro dentro da água com caramujo. Eu sei, porque eu já bebi; sei porque já fui buscar água em açude. (11/2/05, Caruaru - PE. Inauguração da Clínica Asa Branca, do Programa Brasil Sorridente)
FEZES
Ao defender a criação do Fundo de Habitação Social:
Eu li um livro muito importante chamado Geografia da Fome, um livro produzido pelo Josué de Castro em 1946, se não me falha a memória, em que ele descreve a vida do cidadão que mora na palafita, em que ele comia as próprias fezes porque fazia um buraco, criava o caranguejo, defecava ali, o caranguejo comia e ele comia o caranguejo, a história é mais ou menos essa. (23/3/06, Brasília - DF. 16.ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social - CDES)
FEDENTINA, ESGOTO
Ao defender o seu programa de obras para baixa renda:
Quero dizer para vocês que essas obras que nós estamos aqui assinando contrato com o Governo e com a prefeitura certamente são o início da mudança da cara da periferia de Fortaleza. As mulheres pobres deste país não são obrigadas a levantarem todo dia, abrirem a porta e cheirar uma fedentina de esgoto a céu aberto de rios podres na frente das suas casas. (28/2/08, Fortaleza - CE. Assinatura de atos de saneamento e habitação do PAC)
RATOS, BARATAS
Ou ao defender o seu programa de combate à fome:
Eu me lembro de que, uma vez, no sindicato, nós denunciamos que os trabalhadores comiam rato na favela do Alves Dias. Foi um escândalo. A pessoa lia o jornal e achava que a gente era xiita: “Onde já se viu dizer que as pessoas comem rato?” E comiam. Em Quipapá, Pernambuco, quando fui pela primeira vez, com Jarbas Vasconcelos [governador de Pernambuco], Marcos Freire [político pernambucano, já falecido] e Cristina Tavares [política pernambucana, já falecida], entramos numa casa que tinha uma família comendo rato. E não era preá, era rato mesmo. (25/3/03, Brasília - DF. Discurso no Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - Consea)
Ou ao defender a necessidade de investimentos nas regiões metropolitanas:
Então nós resolvemos, em vez de espalhar o dinheiro por todo o território nacional, centrar o dinheiro nas grandes cidades brasileiras, que é onde tem os maiores problemas, tem mais criminalidade, tem mais tráfico de droga, tem mais gente apinhada, às vezes crianças repartindo três metros quadrados com rato, com barata e com esgoto a céu aberto. (21/6/07, Belo Horizonte - MG. Visita às obras do projeto Vila Viva Aglomerado da Serra)
SARNA, PIOLHO
Ao defender a recriação da Sudene:
A Sudene que durante muito tempo foi responsável por 60% de todo o ICMS arrecadado no Nordeste brasileiro. E ela deixou de cumprir as suas funções para com o Nordeste quando os governantes deixaram de cumprir as suas funções com o Nordeste. Porque não é possível que uma mãe descubra que uma criança está com sarna ou com piolho e resolva jogar a criança fora, junto com a água. (30/4/08, Brasília - DF. Lançamento da carteira de trabalho informatizada e do Cartão de Identificação do Trabalhador)
BUNDA
Ao defender a criação de escolas técnicas:
O formado tem facilidade de arrumar emprego e tem facilidade de ganhar um salário melhor. O não formado bota a carteira no bolso da bunda, anda dias e meses atrás de um emprego e ninguém pega o emprego, e quando pega é para ganhar um salário mínimo ou, às vezes, só arruma emprego terceirizado. (9/5/08, Ilhéus - BA. Lançamento do Plano de Aceleração do Desenvolvimento e de Diversificação Agrícola na Região Cacaueira do estado da Bahia)
ÚTERO PERFURADO
Ao defender a atenção do Estado para o drama de adolescentes grávidas:
Eu conheço casos de meninas que perfuraram o útero com agulha de fazer tricô. Eu conheço casos, na Bahia e em outros estados do Nordeste, em que meninas colhiam fuligens no fogão de lenha, achando que aquilo poderia resolver o problema da sua gravidez. (7/5/07, Brasília - DF. Entrevista à Rede Católica de Rádio, no Palácio do Planalto)
Ao defender seu programa habitacional:
Quem mora numa grande cidade ou numa cidade média, fora do mangue, simplesmente não conhece o que é uma palafita. Mas eu já vi mulher com uma estaca de pau grudada na costela, que perfurou o seu útero e matou o seu filho. É o tipo de moradia mais degradante que pode existir. (11/3/03, Brasília - DF. Encontro com prefeitos - VI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios)
PONTO G
Ao falar de um possível acordo com George Bush em relação à rodada de Doha:
Nós já conversamos muito sobre a rodada de Doha ao longo desses últimos meses e nós estamos andando com muita solidez para encontrar a possibilidade, com o chamado ponto G, de fazer um acordo. (9/3/07, São Paulo - SP. Declaração à imprensa após almoço de trabalho sobre biocombustível com o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush).
Este elemento nocivo, analfabeto e destrabelhado, é totalmente despreparado, para o cargo que oculpa. Certo senhoras e senhores? Não entendo mesmo como isso pode acontecer no nosso país. Causa-me estranheza a leniência das autoridades e das Forças Armadas brasileiras, com o chefe desta facção exacerbadamente criminosa e danosa que se encontra no poder da República, cometendo tantos crimes e causando tantos males a Nação, ao povo e principalmente aos militares.
Bom Domingo para todos.
MERDA
Ou ao defender seu programa de saneamento básico:
Pense num “cabra” [o próprio Lula] que, um dia, saiu dessa rua Auriverde e foi morar na rua Verão, numa casa nova, com cheiro de tinta, em junho de 1963. E, em janeiro de 1964, acordou à meia-noite, com rato disputando espaço com barata, com merda boiando na ponta do nariz, com água batendo no colchão, e teve que se levantar à noite para levantar o colchão, para levantar a mãe, para tirar as irmãs. (12/7/07, Recife - PE. Lançamento do PAC nas áreas de saneamento e urbanização no estado de Pernambuco)
Ao defender o Programa de Aceleração do Crescimento:
Só é contra quem não sabe o que é carregar uma lata d’água na cabeça por quatro ou cinco léguas. Só é contra quem não sabe o que é pegar um pote d’água cheio de barro, de merda de animal, de caramujo, levar para dentro de casa, colocar para assentar e ficar tomando aquela água barrenta cheia de caramujo para pegar doença, para apodrecer os dentes, para pegar verminose. Então, quem tem água Perrier na geladeira pode até ser contra. (27/7/07, Natal - RN. Lançamento do PAC Saneamento e Urbanização no estado do Rio Grande do Norte)
COCÔ
Ou ao defender a transposição das águas do São Francisco:
Vou fazer porque sei o que é ir buscar água num açude e ficar separando cocô da água - cocô de cavalo, cocô de cabrito - para pegar água numa canequinha, colocar num pote, deixar assentar, para depois, no dia seguinte, tomar um metro de barro dentro da água com caramujo. Eu sei, porque eu já bebi; sei porque já fui buscar água em açude. (11/2/05, Caruaru - PE. Inauguração da Clínica Asa Branca, do Programa Brasil Sorridente)
FEZES
Ao defender a criação do Fundo de Habitação Social:
Eu li um livro muito importante chamado Geografia da Fome, um livro produzido pelo Josué de Castro em 1946, se não me falha a memória, em que ele descreve a vida do cidadão que mora na palafita, em que ele comia as próprias fezes porque fazia um buraco, criava o caranguejo, defecava ali, o caranguejo comia e ele comia o caranguejo, a história é mais ou menos essa. (23/3/06, Brasília - DF. 16.ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social - CDES)
FEDENTINA, ESGOTO
Ao defender o seu programa de obras para baixa renda:
Quero dizer para vocês que essas obras que nós estamos aqui assinando contrato com o Governo e com a prefeitura certamente são o início da mudança da cara da periferia de Fortaleza. As mulheres pobres deste país não são obrigadas a levantarem todo dia, abrirem a porta e cheirar uma fedentina de esgoto a céu aberto de rios podres na frente das suas casas. (28/2/08, Fortaleza - CE. Assinatura de atos de saneamento e habitação do PAC)
RATOS, BARATAS
Ou ao defender o seu programa de combate à fome:
Eu me lembro de que, uma vez, no sindicato, nós denunciamos que os trabalhadores comiam rato na favela do Alves Dias. Foi um escândalo. A pessoa lia o jornal e achava que a gente era xiita: “Onde já se viu dizer que as pessoas comem rato?” E comiam. Em Quipapá, Pernambuco, quando fui pela primeira vez, com Jarbas Vasconcelos [governador de Pernambuco], Marcos Freire [político pernambucano, já falecido] e Cristina Tavares [política pernambucana, já falecida], entramos numa casa que tinha uma família comendo rato. E não era preá, era rato mesmo. (25/3/03, Brasília - DF. Discurso no Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - Consea)
Ou ao defender a necessidade de investimentos nas regiões metropolitanas:
Então nós resolvemos, em vez de espalhar o dinheiro por todo o território nacional, centrar o dinheiro nas grandes cidades brasileiras, que é onde tem os maiores problemas, tem mais criminalidade, tem mais tráfico de droga, tem mais gente apinhada, às vezes crianças repartindo três metros quadrados com rato, com barata e com esgoto a céu aberto. (21/6/07, Belo Horizonte - MG. Visita às obras do projeto Vila Viva Aglomerado da Serra)
SARNA, PIOLHO
Ao defender a recriação da Sudene:
A Sudene que durante muito tempo foi responsável por 60% de todo o ICMS arrecadado no Nordeste brasileiro. E ela deixou de cumprir as suas funções para com o Nordeste quando os governantes deixaram de cumprir as suas funções com o Nordeste. Porque não é possível que uma mãe descubra que uma criança está com sarna ou com piolho e resolva jogar a criança fora, junto com a água. (30/4/08, Brasília - DF. Lançamento da carteira de trabalho informatizada e do Cartão de Identificação do Trabalhador)
BUNDA
Ao defender a criação de escolas técnicas:
O formado tem facilidade de arrumar emprego e tem facilidade de ganhar um salário melhor. O não formado bota a carteira no bolso da bunda, anda dias e meses atrás de um emprego e ninguém pega o emprego, e quando pega é para ganhar um salário mínimo ou, às vezes, só arruma emprego terceirizado. (9/5/08, Ilhéus - BA. Lançamento do Plano de Aceleração do Desenvolvimento e de Diversificação Agrícola na Região Cacaueira do estado da Bahia)
ÚTERO PERFURADO
Ao defender a atenção do Estado para o drama de adolescentes grávidas:
Eu conheço casos de meninas que perfuraram o útero com agulha de fazer tricô. Eu conheço casos, na Bahia e em outros estados do Nordeste, em que meninas colhiam fuligens no fogão de lenha, achando que aquilo poderia resolver o problema da sua gravidez. (7/5/07, Brasília - DF. Entrevista à Rede Católica de Rádio, no Palácio do Planalto)
Ao defender seu programa habitacional:
Quem mora numa grande cidade ou numa cidade média, fora do mangue, simplesmente não conhece o que é uma palafita. Mas eu já vi mulher com uma estaca de pau grudada na costela, que perfurou o seu útero e matou o seu filho. É o tipo de moradia mais degradante que pode existir. (11/3/03, Brasília - DF. Encontro com prefeitos - VI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios)
PONTO G
Ao falar de um possível acordo com George Bush em relação à rodada de Doha:
Nós já conversamos muito sobre a rodada de Doha ao longo desses últimos meses e nós estamos andando com muita solidez para encontrar a possibilidade, com o chamado ponto G, de fazer um acordo. (9/3/07, São Paulo - SP. Declaração à imprensa após almoço de trabalho sobre biocombustível com o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush).
Este elemento nocivo, analfabeto e destrabelhado, é totalmente despreparado, para o cargo que oculpa. Certo senhoras e senhores? Não entendo mesmo como isso pode acontecer no nosso país. Causa-me estranheza a leniência das autoridades e das Forças Armadas brasileiras, com o chefe desta facção exacerbadamente criminosa e danosa que se encontra no poder da República, cometendo tantos crimes e causando tantos males a Nação, ao povo e principalmente aos militares.
Bom Domingo para todos.
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