domingo, 14 de março de 2010

QUANTO VALE O QUE ALGUNS NEGAM E O QUE OUTROS AFIRMAM?

Por Reinaldo Azevedo

Vamos conversar um pouco sobre política, a natureza de alguns políticos e a obrigação do jornalismo.

As capas
Duas capas da VEJA abriram a vereda para se chegar a dois grandes mistérios da República petista: a origem da dinheirama do mensalão e a da grana que pagaria o dossiê dos aloprados. E, tudo indica, as picadas conduzem a João Vaccari Neto, amigo pessoal do presidente Lula e figura de proa do petismo. O PT, como se tornou um hábito, nega tudo. Quanto vale uma negativa do PT? Quem vai responder a essa pergunta, como veremos, é o próprio Lula. Já chego lá. Antes, outras considerações importantes.

O depoimento do corretor Lúcio Funaro à Procuradoria Geral da República é dos mais contundentes. Segundo ele, Vaccari era o homem que cuidava da corretagem junto aos fundos de pensão das estatais. O esquema, na sua versão, era de uma espantosa simplicidade: essas instituições bilionárias faziam pesados investimentos em alguns bancos, e estes repassavam uma comissão ao partido. Relata reportagem da VEJA:
Entre 2003 e 2004, os três bancos citados pelo corretor - BMG, Rural e Santos - receberam 600 milhões de reais dos fundos de pensão controlados pelo PT. Apenas os cinco fundos sob a influência do tesoureiro aplicaram 182 milhões de reais em títulos do Rural e do BMG, os principais financiadores do mensalão, em 2004. É um volume 600% maior que o do ano anterior e 1 650% maior que o de 2002, antes de o PT chegar ao governo. As investigações da polícia revelaram que os dois bancos “emprestaram” 55 milhões de reais ao PT. É o equivalente a 14,1% do que receberam em investimentos - portanto, dentro da margem de propina que Funaro acusa o partido de cobrar (entre 6% e 15%).

Os cinco fundos de pensão, no caso, são Previ (Banco do Brasil), Funcef (Caixa Econômica), Nucleos (Nuclebrás), Petros (Petrobras) e Eletros (Eletrobrás). Juntos, têm um patrimônio de R$ 190 bilhões. (ESTE PATRIMÔNIO ALIMENTA O BANDITISMO INSTITUCIONALIZADO E A CORRUPÇÃO EDÊMICA NO NOSSO PAÍS, POR ESSA FACÇÃO CRIMINOSA DOS PETRALHAS QUE SE ENCONTRA NO PODER DA REPÚBLICA).

Das negativas
Vaccari emitiu neste sábado uma nota acusando uma espécie de conspiração contra o partido. E atacou a revista VEJA, como era de se esperar. Comentei na semana passada as formas a que o PT recorre para tentar se safar das acusações. A Carta ao Leitor da revista desta semana (ver post) trata do assunto. Os petistas dedicam menos tempo a negar as falcatruas do que a acusar uma grande armação dos adversários em conluio com a famosa “mídia”.

Como sabemos, o PT chama “mídia” àquela coisa nefasta que noticia o que o partido não gosta de ler. Já as informações que atingem seus adversários são coisas do mais refinado “jornalismo”. Na entrevista que concedeu à Folha em 2005 denunciando a existência do mensalão, o então deputado Roberto Jefferson (PTB) asseverou que havia advertido Lula sobre o esquema. O Planalto sentiu cheiro de carne queimada: era de tal sorte grave a denúncia que o imbróglio poderia resultar numa acusação de crime de responsabilidade — de que poderia decorrer o impeachment. Na versão oficial, Lula ignorava a tramóia e não se lembrava de ter sido advertido por Jefferson. Era tão inocente que, ao fazer um pronunciamento sobre o caso, orientado por Márcio Thomaz Bastos, chegou a se dizer “traído” — só não disse quem o traiu.

O PT começava a popularizar o que acabou se transformando num clichê partidário e numa blague no meio político: a frase “Eu não sabia!” Pois é… "Eu não sabia"!

A bolada do PL
Lembram-se da bolada que o PT pagou a Valdemar Costa Neto, do PL? Reproduzo trecho de uma entrevista concedida pelo próprio: “A reunião foi no apartamento do deputado Paulo Rocha. Estavam lá os seguntes bandidos: Lula, o José Alencar, o Dirceu e o Delúbio. O presidente sabia o que a gente estava negociando. O Lula sabia o que o Dirceu estava fazendo. O Lula foi lá para bater o martelo. Lula foi lá pra autorizar essa operação.” O PL queria, inicialmente, R$ 20 milhões, deixou por R$ 10 milhões, mas recebeu um pouco menos, segundo Valdemar. E o pagamento foi feito depois que Lula já era presidente. O corretor Funaro, diga-se, operou para o chefão do PL — leia a reportagem de capa na VEJA desta semana.

Na Outra capa
O super Bandido Vaccari e os outros bandidos petistas estão bastante indignados com as duas mais recentes capas da VEJA. Entendo. O partido também não gostou desta:

Trata-se da edição nº 1914, de 20 de julho de 2005. E se lia lá:
Nas últimas quatro semanas, VEJA conversou com 29 autoridades para responder à pergunta primordial do escândalo atual: Lula sabia? Lula foi avisado de que deputados aliados receberam dinheiro para aderir à base governista? Lula foi alertado de que aliados vinham embolsando uma mesada de 30.000 reais para votar a favor das propostas do governo? VEJA entrevistou quatro ministros, cinco assessores, seis senadores, doze deputados e dois governadores, sendo que todos eles tiveram contato direto ou indireto com o assunto, e chegou a uma conclusão: o presidente Lula soube mais do que admitiu oficialmente até agora. VEJA encontrou cinco episódios nos quais o presidente estava presente quando se falou do chamado mensalão. O primeiro episódio identificado por VEJA aconteceu em 25 de fevereiro do ano passado, e o portador da notícia da existência do pagamento de mesada foi o deputado Miro Teixeira, na época líder do governo na Câmara. A quinta ocasião foi a única que já veio a público com detalhes. O alerta foi dado pelo deputado Roberto Jefferson, em 23 de março passado, no gabinete de Lula no Planalto.
O levantamento sobre o que chegou aos ouvidos do presidente tem uma evidente lacuna nas diferentes versões. O deputado Roberto Jefferson, desde a sua primeira e explosiva entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, tem dito que levou a denúncia do mensalão ao presidente Lula “em duas conversas”. Na semana passada, por meio da assessoria de imprensa, o deputado confirmou a VEJA que a primeira conversa com Lula aconteceu em 5 de janeiro deste ano, no Palácio do Planalto, tendo sido testemunhada apenas pelo ministro do Turismo, Walfrido Mares Guia

O Ministério Público Federal enviou 33 perguntas ao corrupto Molusco sobre o mensalão. Uma das indagações é se Jefferson o advertira ou não sobre o esquema. Segundo informou a Folha de S. Paulo, Lula finalmente admitirá que foi, sim, avisado por Jefferson. É o que assegurou a capa de VEJA há quase cinco anos. E não só por ele. No post abaixo , vocês encontrarão quadros sintetizado as outras quatro vezes em que o presidente fora “avisado”. Lula também dirá que participou daquela reunião com o PL. Mas ignorava qualquer rolo com dinheiro.

Quanto vale mesmo a negativa de um petista com a importância de Lula? Por ela, pode-se estimar o valor da negativa de um petista com a importância de Vaccari. O comportamento das estrelas do partido varia muito pouco. Quando Hamilton Lacerda, assessor pessoal de Aloizio Mercadante, foi flagrado carregando a dinheirama do dossiê dos aloprados, o que disse o senador, então candidato ao governo de São Paulo e um dos beneficiários diretos da falcatrua caso ela tivesse prosperado? “Eu não sabia!” Para quem Lacerda ligou uma hora antes de passar a bolada aos outros super bandidos do PT? Para Vaccari.

Quando se descobriu que a Casa Civil, sob o comando de Dilma Rousseff, havia preparado um “dossiê” (eles adoram essas coisas) contra FHC e sua mulher, Ruth Cardoso, os petistas seguiram a sua aborrecida rotina: 1) o dossiê não existe; 2) se existe, o governo não sabia; 3) existe, mas não é dossiê…

Na estranha lógica do petismo corrupto e selvagem, esses escândalos só vêm à luz porque estamos em ano eleitoral, e tudo não passaria de uma guerra entre governo e oposição. O juiz que rejeitou, por enquanto, a quebra do sigilo bancário de Vaccari lembrou do especial cuidado que é preciso ter em tempos assim. Claro, claro… O curioso é que esses argumentos poderiam ter protegido o bando que atuou com José Roberto Arruda no Distrito Federal, não é mesmo? A eleição, de resto, é um motivo a mais para denunciar as safadezas. O eleitor tem o direito de saber dos fatos para decidir com mais clareza. O presidente vai admitir agora o que VEJA estampou na capa há quase cinco anos? Assim são as coisas.

Lula é este cara nocivo e mal carater: está sempre fazendo história. E tornando históricas as capas da revista. A cada semana, há uma VEJA nova nas bancas e na casa dos assinantes. E, como se nota, sob certo ponto de vista, a revista não muda. E isso é fazer história e todas as semanas surgem inúmeros novos casos de bandidagens lulo-petralha-molusquiano. Isto já passou do limite suportável pelo povo brasileiro.

Só agora o primeiro bandido da República, junto com o primeiro compadre e o primeiro bigode, vão admitir que fora, sim, advertidos por Roberto Jefferson sobre a existência do mensalão. Abaixo, as cinco circunstâncias que provam que eles sabiam da existência do super esquema de bandidagem. Os quadros estão naquela edição de VEJA de julho de 2005.

3ª Oportunidade
Perguntar justamente a Paulo Rocha se ele sabia de alguma coisa não deixa de ter a sua graça. A famosa reunião do PL com o PT, em que se acertou que o partido de Lula daria uma bolada de dinheiro para o partido de Valdemar Costa Neto (ver post anterior) aconteceu na casa de… Rocha! Lula vai admitir ao Ministério Público que participou do encontro, mas vai negar que soubesse do dinheiro. Em entrevista, Costa Neto o desmentiu: “Sempre soube de tudo”.

BANCOOP – ESCRITOR DENUNCIA DESESPERO, ARROGÂNCIA, AMEAÇAS E BANDIDAGEM DO PT.
Muitas pessoas “do povo” — em nome de quem o PT diz falar — foram lesadas pelas falcatruas da Bancoop. Como era um empreendimento de um sindicato tradicional, o dos Bancários de São Paulo, muita gente que exerce a desconfiança até como obrigação profissional acabou lesada. É o caso do escritor e jornalista Ignácio de Loyola Brandão. Leiam a carta que ele enviou à VEJA. E mais um a denunciar a tática da intimidação a que recorre a direção da cooperativa.

Minha alma foi lavada com a reportagem “A casa caiu” (10 de março), sobre a Bancoop, que me confiscou - porque foi um confisco - 100 000 reais, pagos por meio de boletos, em três anos. O apartamento que comprei não saiu do 7º piso na Rua Bela Cintra, em São Paulo. Jamais conseguimos marcar uma audiência com João Vaccari Neto; ele é de uma arrogância ímpar. Algumas reuniões dos cooperados eram desesperadoras, tristes. Havia velhos que jogaram tudo o que tinham economizado, sacaram fundo de garantia e ficaram sem nada. Continuo a receber boletos me cobrando quantia semelhante à que coloquei no saco sem fundo da Bancoop. Sou ameaçado não de despejo, mas de processo, de penhora de bens.
Ignácio de Loyola Brandão
São Paulo, SP

Comento
Bem meus prezados amigos, o PT não é um partido político e sim uma mega facção criminosa e uma super máquina de cometer crimes e todos os tipos de bandidagens possíveis, o pior com a leniência das autoridades do nosso país e até da suprema corte. Como foi o caso da liminar a favor dos PMS do DF e contra as Forças Armadas, que continuam desarmadas militares flagelados por dois dos maiores bandidos e caudilhos da história da humanidade FHC e Molusco.

sábado, 13 de março de 2010

O PEDÁGIO DOS BANDIDOS PETRALHAS - VIAGEM AO CORAÇÃO DE UM ESQUEMA CORRUPTO!

Além de desviar dinheiro da Bancoop, o mega bandido e tesoureiro da facção criminosa dos PTralhas, arrecadava dinheiro para o caixa do mensalão cobrando todo tipo de propina.

Por Alexandre Oltramari e Diego Escosteguy

O ELO PERDIDO DO MENSALÃO DO PT
O corretor de câmbio Lúcio Funaro prestou seis depoimentos sigilosos à Procuradoria-Geral da República, nos quais narrou como funcionava a arrecadação de propina petista nos fundos de pensão: “Ele (João Vaccari, á dir.) cobra 12% de comissão para o partido”

O novo tesoureiro da facção do PT, João Vaccari Neto, é uma peça mais fundamental do que parece nos esquemas de arrecadação financeira do partido. Investigado pelo promotor José Carlos Blat por suspeita de estelionato, apropriação indébita, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha no caso dos desvios da Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop), Vaccari é também personagem, ainda oculto, do maior e mais escandaloso caso de corrupção da história recente do Brasil: o mensalão - o milionário esquema de desvio de dinheiro público usado para abastecer campanhas eleitorais do PT e corromper parlamentares no Congresso. O mensalão produziu quarenta réus ora em julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Entre eles não está Vaccari. Ele parecia bagrinho no esquema. Pelo que se descobriu agora, é um peixão. Em 2003, enquanto cuidava das finanças da Bancoop, João Vaccari acumulava a função de administrador informal da relação entre o PT e os fundos de pensão das empresas estatais, bancos e corretoras. Ele tocava o negócio de uma maneira bem peculiar: cobrando propina. Propina que podia ser de 6%, de 10% ou até de 15%, dependendo do cliente e do tamanho do negócio. Uma investigação sigilosa da Procuradoria-Geral da República revela, porém, que 12% era o número mágico para o tesoureiro - o porcentual do pedágio que ele fixava como comissão para quem estivesse interessado em se associar ao partido para saquear os cofres públicos.

A revelação do elo de João Vaccari com o escândalo que produziu um terremoto no governo federal está em uma série de depoimentos prestados pelo corretor Lúcio Bolonha Funaro, considerado um dos maiores especialistas em cometer fraudes financeiras do país.
(…)
Entre 2003 e 2004, os três bancos citados pelo corretor - BMG, Rural e Santos - receberam 600 milhões de reais dos fundos de pensão controlados pelo PT. Apenas os cinco fundos sob a influência do tesoureiro aplicaram 182 milhões de reais em títulos do Rural e do BMG, os principais financiadores do mensalão, em 2004. É um volume 600% maior que o do ano anterior e 1 650% maior que o de 2002, antes de o PT chegar ao governo. As investigações da polícia revelaram que os dois bancos “emprestaram” 55 milhões de reais ao PT. É o equivalente a 14,1% do que receberam em investimentos - portanto, dentro da margem de propina que Funaro acusa o partido de cobrar (entre 6% e 15%). Mas, para os petistas, isso deve ser somente uma coincidência…


Os bandidos corruptos da política pegos em flagrante delito em todos os tempos e latitudes não costumam dar o braço a torcer facilmente. Nunca antes na história deste país desde que Cabral aqui pisou pela primeira vez, houve uma facção tão criminosa quanto a facção dos PTralhas. Aonde esses bandidos querem chegar?

A vida pública brasileira tem sido palco constante desses exercícios de cinismo. Isso vem se repetindo previsivelmente desde a semana passada, quando VEJA revelou que caminha para o desfecho o inquérito em que João Vaccari Neto, bandido e tesoureiro do PT, cotado para a mesma função na campanha presidencial da guerrilheira Dilma Rousseff, é acusado de numerosos crimes – entre eles o desvio de dinheiro público e privado para a formação de caixa dois eleitoral, assasinatos, sequestros, roubos a bancos e etc.

Bastou a capa de VEJA chegar à casa dos assinantes e às bancas para que Vaccari e seus correligionários sacassem do bolso do colete as redondilhas já tornadas clássicas nos escândalos dos sete anos de governo petista. Diante das provas dos crimes compiladas pela promotoria e reveladas pela revista, os envolvidos saíram-se com as seguintes desculpas:

- O assunto é velho e foi requentado.
- A motivação é eleitoreira.
- A culpa é da imprensa.
- Nossos adversários fazem a mesma coisa.
- No Brasil só se dá destaque a notícia ruim.

Doravante VEJA vai listar as desculpas dadas por corruptos pegos com a boca na botija nas categorias acima. A revista convida os leitores que encontrarem outras dessas pérolas a compartilhar seus achados no site VEJA.com.



MAIS BANDIDAGENS BANCOOP - CHEQUES À MODA PETISTA
VEJA obteve imagens de cheques que mostram a suspeitíssima movimentação
bancária da Bancoop. O primeiro, no valor de 50 000 reais, além de exibir a
palavra “saque” no verso, traz o código SQ21, que tem o mesmo significado
(saque) e se repete na maioria dos cheques emitidos pela Bancoop para
ela mesma. O segundo destina-se à empresa Caso Sistemas de Segurança,
do “aloprado” Freud Godoy, e pertence a uma série que até agora já soma
1,5 milhão de reais. O terceiro mostra repasse da Germany para o PT,
em ano de eleição. A Germany, empresa de ex-dirigentes da Bancoop, tinha
como único cliente a própria cooperativa DOS BANDIDOS PTRALHAS.

MAIS BANDODAGENS MOLUSCO INAUGURA OBRA INACABADA E SUSPEITA
Por Evandro Fadel, no Estadão:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se antecipou ontem às críticas da oposição e tratou de justificar sua presença na inauguração de uma obra não totalmente concluída na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, na região metropolitana de Curitiba, e também questionada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), sob suspeita de superfaturamento. Acompanhado da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência, Lula destacou que investigações não devem afetar a criação de empregos.. Aqui

“Eu fiz uma brincadeira esses dias, um fato que eu não sabia. Eu disse que nesta época do ano tem gente inaugurando até maquete”, declarou Lula, enquanto os ouvintes riam. “Não sabia que o governador de São Paulo ia inaugurar uma maquete e ficou como se eu soubesse, mas eu não sabia, eu falei porque isso faz parte da cultura política do País.”

Nesta semana, o governador paulista e provável candidato do PSDB à Presidência, José Serra, esteve em Santos, onde participou de evento para apresentar a maquete de uma ponte entre a cidade e o Guarujá.

Lula destacou que sua presença ontem era importante porque “quem engorda os porcos são os olhos do dono” e destacou a criação de 15 mil empregos agora e 25 mil até junho ou julho. Relatou que recentemente soube que milhares de trabalhadores seriam dispensados, com o corte nos repasses por suspeita de irregularidades. “O Tribunal de Contas da União mandou à Comissão de Orçamento do Congresso um aviso de que tinha suspeita de irregularidade nas obras e tinham que ser suspensas”, comentou.

O pente-fino do TCU atingiu vários projetos da Petrobrás - a Repar, a Refinaria Abreu e Lima (PE), a construção do terminal de escoamento de Barra do Riacho (ES) e o complexo petroquímico do Rio. Lula disse que decidiu vetar a recomendação do órgão e liberar as verbas orçamentárias na certeza de que teria apoio dos governadores. “Fui convencido a vetar no Orçamento a parte que acusava a Petrobrás”, destacou.

Ele ainda ressaltou que não é contra investigar. “Se tem de fazer investigação, que se faça. Se tem de apurar, que seja apurado, mas não vamos deixar que trabalhadores fiquem desempregados porque alguém suspeita que alguma coisa está acontecendo”, criticou


Refinaria tem 90% do custo sob suspeita de irregularidades

Por Roberto Almeida, no Estadão:
O Tribunal de Contas da União (TCU) justificou seu pedido de paralisação das obras na Refinaria Presidente Getúlio Vargas com base em indícios de irregularidades encontrados em 19 contratos. O montante sob suspeita é de R$ 8,664 bilhões, ou 90% do custo total da reforma da refinaria, que, de acordo com a Petrobrás, chega a US$ 5,4 bi, ou R$ 9,55 bi.

Os números fazem parte do Fiscobras 2009, relatório divulgado pelo TCU em 29 de setembro do ano passado. Segundo o órgão, não houve avanços desde então para que as supostas irregularidades fossem sanadas. São casos de sobrepreço, restrição à competitividade em licitações e projetos deficientes ou desatualizados. A Petrobrás nega as irregularidades.

Ontem, em Araucária (PR), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou partes da obra que estão na mira do TCU. Como por exemplo a reforma de uma subestação de energia e a construção de outra, ao custo de R$ 109 milhões, e a construção de um Centro Integrado de Controle, para otimizar a automação da refinaria, no valor de R$ 41,8 milhões.

Tanto nas subestações como no centro de controle, o órgão de fiscalização apontou para sobrepreço, projeto deficiente ou desatualizado e restrição à competitividade na licitação, entre outros problemas.

Chamam a atenção, porém, contratos bilionários que também estão sob suspeita. Entre os 19 apontados pelo TCU, há um no valor de R$ 1,821 bilhão para a construção de uma unidade de gasolina e outros dois na casa dos R$ 2 bi para fornecimento de equipamentos materiais e serviços. Todos com problemas, de acordo com o órgão de fiscalização.

E no meio de tantas bandidagens, nossas Forças Armadas continuam desarmadas, militares flagelados por dois dos maiores bandidos da história da humaninade, FHC e o abominável Molusco, um STF leniente com esta facção criminosa que está no poder da República, uma vez que: o julgamento negativo da liminar, em que os PM do DF podem ganhar mais do que as FFAA foi vergonhoso, um grande escárnio e um absurdo sem precedente e nunca antes visto na história deste país.

sexta-feira, 12 de março de 2010

MOLUSCO VOLTA A ATACAR A IMPRENSA EM CONFERÊNCIA DE CULTURA, QUE TAMBÉM DEFENDE FORMAS DE… CENSURA!!!

O abominável, terrivel e sujo Molusco, falou no fim da noite de ontem na abertura de mais uma daquelas pajelanças esquerdopatas típicas de seu corrupto e nocivo governo, que costumam conjurar as forças do atraso a se mobilizar contra a democracia e o estado de direito. Que Democracia é esta onde o voto é obirigatório e 99% dos candidatos são bandidos e terrorista da pior espécie e a grande maioria tem ficha suja. Refiro-me à Conferência de Cultura. Antes dela, houve a de Comunicação, do hiper mega super bandido Franklin Martins, este gigante da TV do traço e dos salários milionários pagos aos amigos de sua laia. Um dos documentos que orientam os debates da Conferência de Cultura também defende o dito controle social dos meios de comunicação — seguindo a trilha da Confecom e do Programa Nacional-Socialista dos Direitos Humanos. Eles não desistem nunca, visto que, são super bandidos de uma super quadrilha da pior espécie que possa existir. Pois esses gângster só pensam em locupletar-se do erário público.

Durante um bom tempo, este humilde blog publicou: o PT só presta como oposição, por isso Molusco é uma especie de maionete nas mãos do PETISMO MAIS SELVAGEM, é que o corrompe, como se ele fosse só o bom selvagem tornado um monstro pela civilização petista. Não! o ABOMINÁVEL pode não alcançar todas as extensões das teorias totalitárias de esquerda, mas ele é, inequivocamente, um deles. Num texto escrito anteontem, afirmo que, moralmente, já vivemos numa tirania. Os valores tornados influentes pelo corrupto governo são os de uma sociedade totalitária. E O TIRANO, ontem, mais uma vez, não decepcionou os dinossauros PETRALHAS.

Em seu discurso de abertura, o DIGAMOS "presidente" resolveu atacar os jornais, especialmente os “editoriais”. Estava certamente chateado porque Folha e Estadão haviam criticado severamente a estúpida comparação que ele fizera entre os presos políticos cubanos e bandidos brasileiros. Na quarta, o Estadão já tinha cravado o texto “O partido da bandidagem”. Referia-se ao PT e às lambanças da Bancoop. E O NOCIVO E ESTÚPIDO MOLUSCO decidiu se vingar.

“Vocês prestem atenção. Se vocês são como eu que não gostam de ler notícia ruim, vocês prestem atenção no noticiário, porque política e eleição também são cultura. Sobretudo o resultado. Prestem muita atenção daqui para frente. Leiam os editoriais dos jornais, que a gente pensa que só o dono lê. De vez em quando, é bom ler para a gente ver o comportamento de alguns falsos democratas, que dizem que são democratas, mas que agem querendo que o editorial deles fosse a única voz pensante no mundo”.

A fala saiu assim, vazada nesta coisa símil ao português. Por que os jornais, ou seus editorialistas, seriam “falsos democratas”, isso a gente não sabe, mas intui. Lula está num excelente momento para dar aula sobre a “verdadeira democracia”. Seu comportamento diante da tirania cubana e seu cinismo cruel com as vítimas fazem dele um verdadeiro mestre do debate… Mas os dinossauros presentes adoraram a fala do “duce” da nova classe do lulismo que governa o Brasil.

Evidenciando que o abominável bandido Marco Aurélio Top Top Garcia não está sozinho nas críticas às TVs a cabo, o chefão do PT também reclamou dos “enlatados”. Todos sabemos que seu governo está empenhado numa alternativa: a TV Brasil, a Lula News, do mega guerrilheiro do MR-8, Franklin Martins e Tereza Cruvinel. Além de seduzir as massas, como sabemos, a emissora se orienta por aqueles rígidos critérios de moralidade que vimos ontem relatados em reportagem da Folha.

Esses canalhas PTralhas, podem me odiar à vontade, que não estou nem aí e, se querem saber, não dou a mínima para esses bandidos. Enquanto eu sei por que os repudio, respiro ar permanentemente fresco. Eles me odeiam porque eu os conheço com a paixão com que um entomologista disseca um escarabeídeo da família dos coprófagos.
O Brasil, com o seu pendor para a linguagem direta, assim apelidou o bicho: besouro rola-bosta. Assim: pego o rola-bosta com luvas, faço cortes longitudinais, descrevo o que vejo. Depois os fatio em laminas muito finas e aponto cada detalhe. Sentindo-se descritos, devidamente caracterizados, eles começam a zunir no esterco: “Reacionário! Reacionário! Você não deixa nem a gente defender uma ditadura em paz!”. E noto a favor dos besouros: eles são utilíssimos à natureza e à pecuária. Estes outros, de que falo, apenas tentam fazer do Brasil a matéria de que precisam para sobreviver e se multiplicar.

Na facção criminosa dos PTralhas está tudo errado, “A cultura deve relacionar-se com as políticas de ciência e tecnologia e reforçar a premissa de que o desenvolvimento científico tem de incorporar a diversidade cultural do País, com seus múltiplos conhecimentos e técnicas”.
Sabe-se lá o que isso significa, mas acredito que os governos, no caso das chuvas, por exemplo, devem apelar ao saber eurocêntrico dos meteorologistas, mas também às intuições do Cacique Cobra Coral e daquelas entidades que se juntaram ao MST, à UNE, à CUT, ao Antonio Candido e ao Chico (Guri Deles) Buarque para rever a Lei da Anistia. Não se dará alerta de tempestades sem considerar o que pensam a Ilê Asé Orisá Osun Dewi e a Ilê Ase Oju Omi Iya Ogunte.

Antes de tomar uma decisão sobre qualquer vacina, será preciso perguntar a opinião da Tupã Oca Do Caboclo Arranca Toco e do Núcleo Caboclo Flecha Dourada. Vamos ser claros, no bom sentido, é claro (no bom sentido de novo): toda a ciência e tecnologia que há por aí não passa de uma canalhice caucasiana, eurocêntrica e baseada na exploração capitalista do homem pelo homem. É preciso inverter essa exploração, de modo que o homem passe a explorar o homem, entenderam?, criando uma ciência e tecnologia negra, uma outra indígena, outra ainda que vá na contramão da heteronormatividade. CHEGA DE MAIORIAS DOMINANDO MINORIAS. CHEGOU A HORA DE INVERTER!

Meus prezados amigos, a coisa está ficando feia, vocês podem não acreditar. Mas também os bandidos e meliantes que debatem a Conferência da Cultura querem CENSURAR OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA!!! É… Vocês assistiram àquele filme já ancestral chamado Jurassic Park?

Lembram-se quando aquele monte de velociraptor (acima) atacava uma vítima — ou presa — ao mesmo tempo? Bandos de petralha ficariam nos rondando — nós, os jornalistas, artistas, produtores culturais —, numa competição louca para saber quem tiraria primeiro um naco de carne. Lá viria o bando de raptores do Franklin, em nome da Confecom… Depois, o bando de raptores do Juca Qualquer Coisa, da Confecul — bom nome este que sugiro, né? Em seguida, os raptores do Paulo Vannuchi e da Dilma, em nome dos direitos humanos… Ao fim do repasto, a liberdade de expressão estaria como as vítimas dos raptores: estraçalhada, osso puro… Se eles não conseguem ser úteis como aqueles besouros de hábitos esquisitos, também não se igualam exatamente aos raptores: os bichos andavam sobre duas patas.

Se bem que os raptores da cultura pretendem trabalhar em conjunto, sabem? Querem propor alianças. Vejam que bonitinho:
- aliança com a Confecom:
“O monopólio dos meios de comunicação (mídias) representa uma ameaça à democracia e aos direitos humanos, principalmente no Brasil, onde a televisão e o rádio são os equipamentos de produção e distribuição de bens simbólicos mais disseminados, e por isso cumprem função relevante na vida cultural (…) Tão necessário quanto reatar o vínculo entre cultura e educação é integrar as políticas culturais e de comunicação. Nesse sentido, os fóruns de cultura e de comunicação devem unir-se na luta pela regulamentação dos artigos da Constituição Federal de 1988 relativos ao tema. Entre eles o que obriga as emissoras de rádio e televisão a adaptar sua programação ao princípio da regionalização da produção cultural, artística e jornalística, bem como o que estabelece a preferência que deve ser dada às finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas, à promoção da cultura nacional e regional e à produção independente (art. 221).”

Já na primeira conferência, eles pediam:
“Garantir a participação da sociedade civil, através de seus fóruns, na discussão da elaboração da lei geral de comunicação de massa assegurando a descentralização, a universalização, a democratização e o controle da sociedade civil sobre os meios de comunicação e que regule o sistema de concessão e produção de conteúdo”.
Traduzo: fechar a TV Globo e obrigar todo mundo a assistir àquela estrovenga inventada por Franklin Martins e Tereza Cruvinel, cujo resultado, como sabem, tem a cara dela e o espírito democrático dele.

- aliança com o meio ambiente
“A política cultural não está alheia à crise ambiental, que se torna mais grave a cada dia. Mesmo porque essa crise decorre de um componente cultural: o modo de vida consumista, que explora exaustivamente os recursos naturais (…). No Brasil aprendemos pouco com as culturas indígenas; ao contrário, o país ainda está preso ao modelo colonial, extrativista, perdulário e sem compromisso com a preservação dos recursos naturais.”
Nem é o caso de mandar internar porque os hospitais psiquiátricos devem ficar reservados, entendo, àqueles que perderam a razão, não aos que perderam a vergonha. “Modelo extrativista-colonial” no Brasil de hoje? No país que tem a agricultura, a pecuária e a agroindústria entre as mais desenvolvidas do mundo? É a maior boçalidade que li neste ano e certamente uma das maiores em qualquer tempo.

O bonito desse negócio de transversalidade é isto: os iluminados se reúnem para debater a cultura, a comunicação e o meio ambiente, a rebimboca da parafuseta e chegam à conclusão de que é preciso:
- controlar os meios de comunicação;
- controlar o jornalismo;
- mudar o currículo das escolas;
- criar uma instância acima da Justiça;
- acabar com o capitalismo;
- destruir a agricultura e a pecuária…
Realizados tais propósitos, aí viria um reino de paz, justiça e igualdade. O mais interessante é que não chega a ser um modelo inédito… Cuba e a Coréia do Norte, por exemplo, já o aplicam, com os resultados conhecidos. Não citarei a China como exemplo porque, na China comunista, esses valentes seriam executados com um tiro na nuca antes que dessem o primeiro pio. Não é o que quero para eles. Eles é que flertam com o que aquele país tem de pior|, não eu.

Dia desses, um outro bandido bobalhão financiado em dólares — grana da Fundação Ford, que financia petralhas de todas as línguas (nem tão bobo…) — afirmou que o tal documento sobre os supostos direitos humanos era democrático porque debatido por mais de 14 mil pessoas… Santo Deus! O Brasil tem quase 200 milhões de habitantes. Aí um bobalhão achou que tinha me pegado no pulo: “Mas você não vive dizendo que apóia a democracia representativa? E agora?”

Besourão, agora o quê? Alguém votou nesses vagabundos? Eu não votei! Alguém que me lê sabe em que cafofo se esconde esse fantástico grupo que representa 0,007% da população? Com que autoridade eles vêm falar em nome dos brasileiros, chamando a própria demência minoritária de democracia? Que é que há? E se as maiorias de fato também resolverem fazer a sua conferência, tentando impor a sua “legislação”? Bando de fascistóides!!!

Não! Não cometam o erro de pensar que essas pessoas são doentes! Não são! São oportunistas. A “causa” em nome da qual falam virou o seu meio de vida, o seu ganha-pão, o seu emprego. Até aí, vá lá… O problema é que uma boa parcela vive do que arranca dos cofres públicos. O problema é que tentam pegar a democracia e o estado de direito e transformar naquelas bolinhas, que levam para os seus buracos, onde depositam seus ovos, de onde saem novos escarabeídeos coprófagos.

Que babem o seu reacionarismo à vontade. Como já brinquei aqui, podem ir tirando seu ódio do caminho que eu quero passar com o meu humor.

Esta facção criminosa que se encontra no poder da República, eu os conheço muito bem.
Eu os disseco, Eu os denuncio como: A maior facção criminosa do planeta terra, e
E eles continuam rolando e roubando a República…E cada vez mais locupletando-se do erário público.

E no meio de tantas bandidagens dos PTralhas, nossas Forças Armadas, continuam a merçê desses nocivos e bandidos revanchista, militares flagelados por dois dos maiores monstros da história da humanidade, FHC e Molusco, MP 2215-10 ainda não foi votada, PECS 245 e 249 nada. Por estes motivos estamos literalmente na lama.
Somente outra intervenção militar poderá mudar isto tudo que aí está.

quinta-feira, 11 de março de 2010

PT UM PARAISO PARA OS BANDIDOS DA REPÚBLICA

Promotor e MPF pedirá indiciamento do super bandido e tesoureiro do PT por estelionato lavagem de dinheiro e formação de quadrilha e bando.

Por Fausto Macedo, no Estadão:
O promotor de Justiça José Carlos Blat declarou ontem que vai requerer o indiciamento criminal e denunciar à Justiça João Vaccari Neto por formação de quadrilha, estelionato, apropriação indébita e lavagem de dinheiro ? delitos que o tesoureiro do PT, segundo o promotor, teria praticado enquanto ocupou a presidência da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop), entre 2005 e 2010. Blat disse que a medida será tomada ao fim de sua investigação, independentemente de a Justiça autorizar ou não a quebra do sigilo bancário e fiscal de Vaccari, requerida sexta-feira.

“Nada vai impedir o nosso trabalho”, afirmou o promotor, indignado com acusações de cardeais do PT de que estaria a serviço do PSDB. Ele anotou que Ricardo Berzoini, ex-presidente da sigla, o acusou em entrevista a uma emissora de rádio de ser sócio de bicheiro e de contrabandista. “Propaganda difamatória e ofensas pessoais não vão desviar a nossa atenção. Vamos dar continuidade. Já enfrentei outras organizações criminosas tão ou mais importantes que essa.”

O rombo, calcula o promotor, supera R$ 100 milhões. Ele está convencido de que parte desse montante financiou muitas a campanhas eleitorais da facção criminosa do PT.

Blat ganhou reforço significativo da instituição. Ele estava praticamente isolado na apuração, mas a partir de hoje as operações da Bancoop serão alvo também de inquérito civil da Promotoria do Patrimônio Público e Social, braço do Ministério Público com larga especialização em ações contra corrupção e improbidade.

O promotor requereu remessa do inquérito à Seccional Centro de Polícia para que o bandido e ex-presidente da Bancoop seja intimado. “Ele (Vaccari) terá oportunidade de se explicar, é exercício sagrado da defesa”, observou Blat. “Poderá dar sua versão, se quiser. Depois vamos individualizar as condutas e apresentar denúncia criminal.”

Ressaltou também que o requerimento de quebra de sigilo de Vaccari complementa o inquérito. “Não seria adequado que outros ex-dirigentes da Bancoop tivessem afastado seu sigilo e ele ficasse de fora.”

Blat planeja denunciar Ana Maria Érnica e Tomás Edson Botelho Fraga, que integravam a cúpula da cooperativa. A devassa se estende ao período anterior à gestão Vaccari ? seu antecessor, Luiz Eduardo Malheiro, morreu em acidente de carro em 2004. “Os golpes mais incidentes aconteceram entre 2002 e 2006″, afirmou. “Vaccari e Ana participaram diretamente na administração financeira fraudulenta da Bancoop.”

Os Cooperados que foram prejudicados recorrem ao Ministério Público

Por Fausto Macedo, no Estadão:
Dezoito líderes de cooperados que alegam ser vítimas de fraudes e estelionato da Bancoop foram buscar ajuda ontem na sede da Procuradoria-Geral de Justiça em São Paulo. Recebidos por um grupo de promotores especialistas em desvendar desfalques no patrimônio público, eles relataram por cerca de uma hora o tormento que vivem desde que depositaram suas economias e a confiança nos projetos da cooperativa que um núcleo do PT fundou em 1996.

Durante a audiência, o advogado Walter Picazio Júnior, em nome de oito associações de famílias que compraram, mas não tomaram posse dos imóveis, entregou “pedido de providências urgentes” aos promotores - documento de 11 páginas que, ao final, requer dissolução da cooperativa e imediato afastamento de todo o quadro diretivo. “Só assim vamos nos livrar dessa cruz e poderemos concluir as construções com o nosso próprio esforço”, disse Picazio.

Os cooperados estão revoltados. Acusam a Bancoop de fazer “terrorismo”. Falam em “fraudes escancaradas”. Citam o balanço 2008 que revela adiantamentos a fornecedores e no qual a Bancoop admite que repasses são relativos “a pagamentos efetuados a terceiros, de 2001 a 2005, sem identificação do correspondente documento comprobatório do serviço prestado ou material adquirido”.

“Esta representação é de teor praticamente idêntico ao que já foi feito em 2006 por uma comissão de cooperados e que motivou ação civil pública da promotoria”, declarou o advogado Pedro Dallari, da Bancoop. A ação resultou em acordo judicial entre o Ministério Público e a Bancoop. “O acordo vem sendo rigorosamente observado pela cooperativa”, explicou Dallari.

MAIS BANDIDAGENS LULO-PETRALHA-MOLUSQUIANO.
ESTADO TOTALITÁRIO - Governo quer dar à Receita poder de juiz e de polícia sobre os contribuintes
Por Renato Andrade, no Estadão:

Após dez meses em hibernação na Câmara, os deputados vão começar a discutir nas próximas semanas um pacote tributário enviado pelo governo que promove uma verdadeiro cerco aos contribuintes. No meio dos artigos para criar novos mecanismos de cobrança das dívidas ativas e penhora de bens, a Fazenda quer que seus fiscais ganhem poderes de polícia, sem autorização judicial. Os fiscais podem quebrar sigilo, penhorar bens e até arrombar portas de empresas e casas sem autorização prévia do Judiciário.

O pacote cria um sistema de investigação com acesso a todos os dados financeiros e cadastros patrimoniais dos cidadãos. A nova sistemática de cobrança valerá tanto para a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, órgão responsável pela gestão da dívida ativa da União, quanto para as similares nos Estados e municípios. No limite, a penhora poderá ser aplicada contra uma grande empresa ou contra um contribuinte-pessoa física que tenha deixado de pagar o IPTU ou o IPVA. Na prática, um oficial da Fazenda, mesmo sem autorização de um juiz, pode arrestar uma casa ou um carro para quitar uma dívida tributária com o município.

As três propostas foram enviadas em abril do ano passado, mas só agora começaram a ter tramitação efetiva - no mês passado foi criada a comissão especial da dívida ativa. O deputado Jurandil Juarez (PMDB-AP), que preside a comissão, pretende organizar ao longo dos próximos meses audiências públicas para discutir as propostas. O deputado João Paulo Cunha (PT-SP) será o relator das matérias.

A retomada das discussões não passou despercebida por entidades empresariais, tributaristas e pela seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que classificou as medidas como abusivas e inconstitucionais. O Planalto alega que as propostas são “indispensáveis” à “modernização” da administração fiscal e diz que está garantido aos contribuintes o princípio da “ampla defesa”.

MOLUSCO FAZ TERRORISMO ELEITORAL. DE NOVO!

Por Anne Warth, no Estadão Online.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva dedicou grande parte de seu discurso de hoje, durante cerimônia de inauguração da Usina Termelétrica Euzébio Rocha, na Baixada Santista (SP), ao combate as privatizações feitas durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Lula disse que o Brasil passou por uma crise “sem precedentes” entre 1980 e 2003 e que esteve por mais de 20 anos subordinado à tutela do Fundo Monetário Internacional (FMI) e a uma política de ajuste fiscal muito forte.
“As empresas brasileiras, como própria Petrobras, pararam de fazer investimentos. Entramos em uma era em que os governantes negavam o Estado e diziam que a única solução era privatizar todas as empresas brasileiras porque assim o Brasil teria mais competência”, disse o presidente a uma plateia formada fundamentalmente por funcionários da Petrobras, citando como exemplo de privatizações os setores de telecomunicação, energia elétrica e siderurgia.
Lula continuou com as críticas: “Tentaram privatizar o Banco do Brasil. Tentaram até mudar o nome da Petrobras e quebraram o seu monopólio. Ferrovias não foram nem privatizadas, foram dadas a determinados grupos empresariais que fizeram os investimentos necessários”, declarou, em referência a ações do governo de FHC.
Num dos momentos mais aplaudidos de seu discurso, o presidente afirmou que “a lógica perversa era levar a Petrobras à falência para poder justificar a venda da empresa, alegando que o Brasil não era autossuficiente em petróleo”. De acordo com Lula, os ministros da área econômica, na época, “baixaram a cabeça” para o FMI. “Nossa querida Petrobras não tinha nem sequer capacidade de investimento”, reclamou.
Essa não é a primeira vez que o presidente Lula tenta associar ao PSDB, às vésperas de uma eleição presidencial, a pecha de privatista. Em 2006, quando Lula disputou a reeleição à Presidência da República, a equipe de campanha do petista insinuou que o então candidato Geraldo Alckmin (PSDB-SP), se eleito, iria privatizar a Petrobras, o Banco do Brasil e a Caixa, essas estatais hoje são a principal fonte de financiamento da facção criminosa dos bandidos PTralhas.

Pré-sal mais bandidagens Molusquianas
O digamos "presidente" declarou ainda que as recentes descobertas de reservas de petróleo na camada do pré-sal vão possibilitar que o Brasil se torne um dos principais produtores do mundo, mas frisou que o objetivo será comercializar produtos com valor agregado, e não apenas óleo cru. O presidente destacou que, pelo novo marco regulatório na área de petróleo, o Brasil terá participação nas descobertas das empresas que explorarem e descobrirem petróleo.
“Esse dinheiro do petróleo não pode ser usado para enricar algumas empresas”, afirmou, ressaltando a criação de um fundo destinado a investimentos em educação, ciência e tecnologia. Ao entrar no tema da educação, Lula reiterou que seu governo foi o que mais criou universidades e escolas técnicas. “Em oito anos, fizemos 1,5 vez mais o que fizeram em um século”, frisou.
Em seguida, Lula cobrou que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência da República, faça mais do que ele caso vença a disputa eleitoral. “Achamos que é pouco, é pouco. A companheira Dilma que se prepare porque é preciso fazer muito mais. Temos uma dívida secular coma a educação brasileira”, afirmou.


Molusco fez uma homenagem às mulheres pelo Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, e também à pré-candidata e guerrilheira do PT. Segundo ele, até a década de 90 era proibido às mulheres trabalhar na área de soldagem das empresas. Ele disse ter ficado feliz ao constatar a presença de diversas soldadores do sexo feminino na usina inaugurada em Cubatão. Uma das trabalhadoras entregou uma placa à ministra.
“Isso é uma demonstração de que, para as mulheres, não basta apenas ser maioria numérica neste País. Elas querem ocupar mais espaço e participar da política. Não querem mais ser tratadas como objeto de segundo grau, como objeto de cama e mesa. A mulher quer ser cidadã em sua plenitude. Pensar, deliberar e executar”, enumerou o presidente.

Num discurso na Anfavea há alguns dias, Lula criticou o terrorismo eleitoral, afirmando que, pouco importa quem vença as eleições, o Brasil não vai sair do rumo etc e tal. Comentei, então, que era uma fala civilizada, mas que tendia a ter curta duração. Eis aí.

O nome do que vai acima é… terrorismo eleitoral. Ao atacar as privatizações de modo generalizado, como se elas não tivessem trazido benefícios ao país, Lula mente e depreda o passado. A força que tem hoje a Petrobras decorre, ele sabe disso, da quebra do monopólio. As empresas estrangeiras que atuam no Brasil trabalham em parceria com a gigante. A rigor, o monopólio nunca deixou de existir.

É mentira, mentira escandalosa, que alguém, no governo FHC, tenha falado algum dia em privatizar o Banco do Brasil ou a própria Petrobras. Isso é de uma vigarice absurda! Ainda que se encontre uma fala deste ou daquele nesse sentido, nunca foi uma proposta do governo; esse assunto nunca chegou a ser nem mencionado oficialmente. Imaginem se os discursos de petistas pregando a reestatização da Vale do Rio Doce fossem tomadas como opinião do governo.

O PT de 2002 era menos “estatista”; naquele ano, cumpria demonstrar que o partido nada tinha contra as empresas privadas. Ora, por que Lula não fez uma campanha propondo a reestatização da telefonia e da Vale, por exemplo? Porque seria liquidado. Em 2006 o PT estatizante voltou, brandindo essas mesmas mentiras. O objetivo de Lula é mais do que evidente: criar a boataria de que, caso vença a eleição, a oposição vai privatizar a Petrobras, o Banco do Brasil, a CEF…

Ok, ok, políticos não são exatamente filósofos empenhados em chegar à verdade última das coisas. É uma atividade em que aparências e conveniências fazem parte do jogo. Numa dimensão que nem vou explorar agora — fica para outra hora —, uma política que estivesse sempre empenhada em revelar a verdade nua e crua, sem nenhuma hipocrisia decorosa, talvez evoluísse rapidamente para uma tentativa de ditadura virtuosa — que, célere, caminharia para o desastre. A razão é simples: não existem ditaduras virtuosas.

Assim, Molusco mentir um pouco sobre os próprios feitos, magnificando-os, é parte do jogo. Que busque tratar com um certo desdém os feitos alheios, vá lá, pode não honrar o homem, mas é coisa explicável na trajetória do político. Mas não a fala desta quarta. Isso é nada menos que terrorismo. Aquele que ele próprio combateu na Anfavea. E sem uma voz clara, definida, inequívoca da oposição para dizer simplesmente: “Isso é bobagem! isso é mentira!”.


Construtora OAS assumiu obra da Bancoop em prédio de Lula


Por Fernando Barros de Mello, na VEJA Online:
A Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop) transferiu cinco prédios inacabados para construtoras privadas, que deverão tocar as obras. A empreiteira OAS, uma das patrocinadoras do filme Lula, o Filho do Brasil e grande doadora eleitoral, inclusive de campanhas do PT, assumiu três desses empreendimentos, em outubro do ano passado. Um deles, no Guarujá, tem como mutuário o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2006, Lula declarou à Justiça Eleitoral ter cotas nesse empreendimento.

A edição desta semana de VEJA mostrou que o Ministério Público de São Paulo quebrou o sigilo da Bancoop e descobriu que dirigentes da Cooperativa Habitacional lesaram milhares de associados, para montar um esquema de desvio de dinheiro que abasteceu a campanha de Lula em 2002. Foram sacados ao menos 31 milhões de reais na boca do caixa. Como resultado, milhares de cooperados ficaram sem receber seus apartamentos.


PELUSO NA PRESIDÊNCIA DO STF: OS AUGÚRIOS SÃO BONS
O ministro Cezar Peluso foi eleito o novo presidente do Supremo Tribunal Federal. Carlos Ayres Britto é o vice. A posse acontece no dia 23 de abril. De acordo com o regimento, devem ocupar os respectivos cargos os dois ministros mais antigos da Casa que ainda não os tenham exercido. A reeleição é proibida. A renovação do comando acontece a cada dois anos.

Peluso vai substituir um presidente forte, o ministro Gilmar Mendes. Nego-me a classificar os dois anos de sua gestão de polêmicos, como podem fazer alguns tontos. Ou, se polêmica houve — para recuperar o sentido original da palavra, “luta” —, fela se deu entre o estado de direito e a chicana; entre o direito achado na lei e o direito achado na rua; entre a voz ponderada das instituições e a algaravia das esquinas. E Mendes fez a escolha clara: Constituição, leis, instituições.

E isso independe de concordar com seus votos ou discordar deles. O mesmo vale para Peluso. Muitas vezes, achei que sua leitura dos fatos era exemplar, correta; noutras, nem tanto. Democracia é assim mesmo. O importante é saber qual VALOR um ministro está lustrando quando profere um voto. E estou entre aqueles que alimentam em relação a Peluso as melhores expectativas.

Acho que ele dará continuidade à defesa estrita do estado de direito, sem invencionices, que caracterizou o período de Gilmar Mendes — a despeito dos espadachins da reputação alheia que tentaram atingir o ministro.


O governo Molusco é uma tirania.

“Como? Ficou louco?” Não! Estou sendo uma objetividade escandalosamente óbvia. Os petistas não instituem uma ditadura porque não podem, não porque não queiram; não o fazem porque as instituições, a despeito deles e resistindo ao assédio a que as submetem, ainda resistem. Mas isso não quer dizer que será sempre assim — desse particular, trato daqui a pouco; quero voltar à afirmação da primeira linha do texto.

Todas as vezes em que se refere à democracia e expressa seu grande apreço por ela, Lula faz isso parecer uma concessão, como se estivesse nos fazendo um grande favor. E ele não está. Foi a democracia representativa, assentada no estado de direito — que o PT, na prática, combateu e combate muitas vezes — que lhe abriu os caminhos para chegar ao poder. Mas não é o regime do coração dos petistas. De modo nenhum!

E quais são as evidências disso? As reiteradas vezes em que o partido e o governo trataram com desdém, quando não com agressividade, as democracias, em benefício, com freqüência, de ditaduras e mesmo de estados terroristas. A sua suposta diplomacia “Sul-Sul” e sua ambição de ser uma espécie de “Império do B” na América Latina (podem gargalhar) pressupõem o alinhamento com o que o mundo produz de pior na política.

Na América Latina, o Brasil sempre deu apoio incondicional a Hugo Chávez — na Venezuela, disse Lula, há “democracia até demais” —, e a seus satélites, Evo Morales e Rafael Corrêa; flertou abertamente com os terroristas das Farc e contra o governo constitucional da Colômbia; co-patrocinou, na prática, uma tentativa de golpe de estado de Honduras; criou facilidades, contra os interesses do Brasil, para o governo do “companheiro” Fernando Lugo no Paraguai; apoiou, com mais estridência do que qualquer outro país, a nova e boçal investida da Argentina para tentar “reconquistar” as Falklands — também apelidadas de “Malvinas”… No mundo, não foi diferente. Não há ditador, facínora, delinqüente ou terrorista que não tenham contando com o apoio do Brasil, bastando, para tanto, que sejam, de algum modo, hostis aos Estados Unidos. Ahmadinjad, o terrorista nuclear, é nosso aliado. Omar al Bashir, o açougueiro do Sudão, que já matou mais de 300 mil pessoas, também.

Hostil mesmo o Brasil tem-se mostrado é às democracias — Colômbia, Estados Unidos, Honduras, Israel… Invente Lula o pretexto que for, a sua decisão de não comparecer à posse de Sebastián Piñera na Presidência do Chile é mais uma manifestação da degradação a que chegou a política externa. Notem que ele se apressou em apertar a mão de Michelle Bachelet depois do terremoto. Simbolicamente, é como se não reconhecesse o novo governo — “de direita”…

E há, como se sabe, o apoio incondicional a Cuba, chegando ao requinte de comparar preso político a bandido. Que seja um petista a dizer isso, é um escândalo adicional. Que seja um petista que recebe uma indenização de quase R$ 6 mil mensais porque ficou um mês preso quando dirigente sindical — sem que lhe encostassem num fio de barba, felizmente —, redobra o absurdo. Naquele episódio, diga-se, se alguém sofreu, parece, foi só o “Menino do MEP”. Mesmo assim, a simbologia do “preso político” lhe rendeu a compensação com que se regala.

E, convenham, Lula estava preso, como diria Lula, segundo as leis que havia no Brasil, não é mesmo?

Assim, é preciso concluir que Lula e os petistas não têm nenhuma dificuldade em apoiar e endossar ditaduras. A “conversão” da patota à democracia não foi uma mudança de princípio; trata-se apenas de um meio para reforçar a não-democracia.

Herá o dia em que conseguirão criar — dentro das regras de mercado, lembro sempre! — uma variante tão particular de democracia no Brasil que seja também uma variante particular de ditadura? É o que eles estão tentando. São moralmente tiranos. Vamos ver se a sociedade brasileira consegue impedi-los de realizar, na prática, o seu delírio totalitário.Ulalá!!! Isso não é democracia, mas uma orgia ideológica.

“Que coisa triste!” O teatro continua aquela coisa… Mas agora a Petrobras paga as contas da facção criminosa dos petralhas.


No meio de tantas bandidagens nossas Forças Armadas, continuam desarmadas, militares flagelados, por dois dos maiores bandidos da história da humanidade, FHC e o abominavel e terrível Molusco.

segunda-feira, 8 de março de 2010

PSICOPATAS OU ESQUIZOFRÊNICOS IDEOLÓGICOS PETRALHAS!

A Oligarquia Financeira Transnacional, que comanda o globalitarismo usando clubes de decisão e centros de inteligência, emprega cinco instrumentos para exercer seu Poder. Primeiro, as ideologias ou ideocracias. Segundo, corrupção, violência ou terror. Terceiro, legislações ou regras padronizadas globalmente. Quarto, conflitos de diferenças: regionais, políticas, econômicas e psicossociais. Quinto, o controle e gestão global da Comunicação de Massa( O POVO) considerado massa de manobra.

Mais bandidagens LULO-PETRALHA-MOLUSQUIANO-BOLIVARIANA.
O corrupto, nocivo e bandido, Tesoureiro do PT terá sigilo bancário quebrado por desvio de grana de cooperativa para campanhas eleitorais.

A Justiça tem tudo para decretar hoje a quebra do sigilo bancário do ababinável tesoureiro do Partido dos Trabalhadores. João Vacari Neto foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo, sob a suspeita de envolvimento no desvio de recursos da Bancoop (cooperativa habitacional dos bancários). O esquema, que teria abastecido todas as campanhas do PT desde 2002, tem tudo para virar uma CPI na Assembléia Legislativa de SP. Ficou mal na fita o bandido que cuidará da grana da campanha presidencial da Dilma Rousseff.

O escândalo foi denunciado pelo promotor José Carlos Blat - que atua em defesa das três mil famílias que teriam sido lesadas pelo esquema do crime organizado na Bancoop. Um longo processo na 37ª Vara Cível de São Paulo. São investigados os ex-dirigentes da cooperativa que desde a sua fundação (em 1996) participaram da gestão da Bancoop: O abominável, Ricardo Berzoini, como Diretor Financeiro, João Vaccari Neto, que chegou a presidi-la, além do poderoso Luiz Gushiken - afastado do poder, mas presente nos bastidores da facção criminosa dos PTralhas.

O Ministério Público investiga por que, estranhamente, nocivas figuram como sócias da cooperativa dos bancários pessoas que são sócias de empresas do ramo da construção civil que prestam serviços à Bancoop: Conservix, Germany, Mirante, Máster Fish e Vita. O Ministério Público recebeu denúncias de que essas empresas contribuíram com caixa 2 na campanha dos bandidos do PT na eleição de 2004 na cidade de Praia Grande. Há indícios de que a grana desviada tenha entrado em campanhas eleitorais do PT: a da Presidência da República, em 2002, e a da Prefeitura de São Paulo, em 2004.

Na desastrada e supostamente desonesta operação da República dos Sindicalistas do PT, a Bancoop pegou mais de R$ 100 milhões, de 15 mil famílias, e simplesmente quebrou, sem concluir os empreendimentos imobiliários de Torres de Pirituba, Casa Verde, Butantã, Ubatuba e Praia Grande. Por ironia, o chefão Molusco da Silva, que é sócio da Bancoop figura entre os lesados pela má gestão dos seus amigos-companheiros-e coruptos sindicalistas.

Na sede da Bancoop, a fim de atrair novos sócios, eram exibidas fotos do Molusco visitando canteiros das obras que nunca acabaram. Por causa destas e outras super fraudes, a Bancoop já foi definida pelo promotor José Carlos Blat como uma “ mega organização criminosa”.

Os Palhaços do Planalto ficaram alarmado porque o escândalo da Bancoop – que vem sendo denunciado, por vários jornais, ganharam as páginas da revista Veja.

Como de costume, o deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) saiu em defesa da nociva petralhada atacando o promotor:

O presidenciável e o melhor candidato que temos, Mário de Oliveira já aparece com surpreendentes índices de intenção de voto em várias enquetes feitas via Internet.
O candidato vai atacar, na campanha, os temas “impostos” e “segurança”, também dando aos militares uma missão objetiva: “cuidar melhor da Amazônia”, tendando mudar essa estrutura corrupta e falida dos últimos governos caudilhos do FHC e MOLUSCO.

Mais bandidagens
Os chineses deduraram que o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), manteria no exterior conta corrente não declarada à Receita Federal.

O próprio empresário, seria o operador da conta, que está em nome de uma offshore sediada no Caribe, e foi usada para receber remessa de US$ 1 milhão.

A autorização para a transação é assinada pelo próprio Fernando Sarney e consta do inquérito da Operação Faktor, da Polícia Federal, que o indiciou por formação de quadrilha, gestão fraudulenta e de instituição financeira irregular, falsidade ideológica, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

No começo de 2008, o dinheiro foi remetido para o HSBC em Nova York e, em seguida, depositado em favor da Prestige Cycle Parts & Accessories numa agência do banco em Qingdao (China).

E no meio de tantas bandidagens e corrupções, nossas Forças Armadas continuam a cada dia mais desarmadas, definhadas e desmanteladas, militares flagelados e humihados por dois dos maiores bandidos da história da humanidade e do planeta terra. FHC e MOLUSCO.

domingo, 7 de março de 2010

BANCOOP O VELHO E O PASSADO DE BANDIDAGENS DO PT!!!

Bem meus prezados amigos e leitores, é muito engraçada e cínica a reação de petistas e petralhas diante dos descalabros do esquema Bancoop: “Ah, isso é notícia velha, requentada!” Velho, nesse ramo, é o passado do PT! Que o escândalo é antigo, disso ninguém dúvida. Já houve manifestações de protesto das pessoas que tiveram a vida arrasada pelos “pelos companheiros bandidos”: investiram suas economias no sonho de um apartamento próprio e acabaram enriquecendo larápios e super bandidos desta facção criminosa dos PTralhas.


Também já se tinha certeza que o “Bangolpe” desviava recursos para o PT e para o bolso dos chefes bandidos da cooperativa. Mas faltavam as evidências materiais da safadeza. E elas apareceram. Sim, a investigação é antiga, como atestam as primeiras palavras da reportagem de VEJA — “Depois de quase três anos de investigação…” —, mas há evidências que são notícia fresquinha: “O Ministério Público de São Paulo finalmente conseguiu pôr as mãos na caixa-preta que promete desvendar um dos mais espantosos esquemas de desvio de dinheiro perpetrados pelo núcleo duro e selvagem do Partido dos Trabalhadores, ou desta facção criminosa: o esquema Bancoop”, reforça o que todos dizem o PT não é um partido político, e sim uma facção criminosa e danosa, para a nação brasileira .

Meus amigos, o que se tem agora e não se tinha até a semana passada:
1 - 8.000 páginas de registros de transações bancárias realizadas pela Bancoop entre 2001 e 2008;

2 – As evidências dos saques na boca do caixa feitos pela corrupta e bandida diretoria da cooperativa; no lote analisado, apenas uma parte dos documentos recebidos, eles já somam R$ 31 milhões; É realmente um dos maiores escândalos da facção criminosa dos bandidos PTralhas.

3 – o pedido do Ministério Público de quebra de sigilo bancário de João Vaccari Neto, ex-diretor financeiro e ex-presidente da cooperativa e atual tesoureiro do PT e da campanha da guerrilheira Dilma Rousseff à Presidência;

4 – o valor de dinheiro transferido da cooperativa para o bolso de quatro dirigentes da cooperativa: o ex-presidente Luiz Eduardo Malheiro e os ex-diretores Alessandro Robson Bernardino, Marcelo Rinaldo e Tomas Edson Botelho Fraga – os três primeiros mortos em um acidente de carro em 2004 em Petrolina (PE). No total, R$ 10 milhões — no lote já analisado dos documentos, destaque-se;

5 – a informação de que 11 cheques, totalizando 1,5 milhão, datados entre 2005 e 2006, foram parar numa “empresa de segurança” de Freud Godoy — aquele do escândalo dos aloprados. A dita-cuja ficava em Santana do Paranaíba, cidade conhecida por contar com muitas empresas que só existem no papel. Os vizinhos nunca a viram funcionando no nº 89 da Rua Alberto Frediani.

MAS MEUS NOBRES AMIGOS OS SENHORES ESTÃO CERTO EM INTUIR QUE AINDA FALTA SABER MUITA COISA, NÃO É mesmo? E, BEM, ACHO QUE VAMOS FICAR SABENDO DE MUITAS COISAS QUE VÃO ABALAR A REPÚBLICA.

Fundos de pensão
O caso Bancoop é uma espécie de escândalo-símbolo ou escândalo-emblema do que é o petismo — ou, mais amplamente, de como se comporta isto que chamo “nova classe social” no poder. Recorri a esta expressão antes do sociólogo de esquerda Francisco de Oliveira; daí empregar a primeira pessoa. Eu até a batizei, como bem sabem os meus leitores mais antigos: “burguesia do capital alheio”.

O escândalo é exemplar porque não lhe falta o clássico desvio de dinheiro para o partido. Nesse sentido, antecipa, como apontado por VEJA, uma das faces do escândalo do mensalão do PT. Não lhe falta ainda o puro e simples enriquecimento ilícito de alguns “companheiros”. Afinal, vocês sabem, a ideologia dessa gente não é assim tão de ferro que resista ao ouro… Mas não é aí que está a cereja do bolo.

E onde está a cereja?
1 – como vocês já leram, Luiz Eduardo Malheiro, Alessandro Robson Bernardino, Marcelo Rinaldo e Tomas Edson Botelho Fraga eram diretores da Bancoop. Mas também eram, vejam que fabuloso!, donos da Germany Empreiteira, que tinha um único cliente: a Bancoop!!!;

2 – A Germany era a empresa que fazia a lambança com a dinheirama, conforme atesta ao Ministério Público um outro Malheiro, Helio, irmão de Luiz Eduardo, morto num acidente em novembro de 2004, em companhia de Bernardinho e Rinaldo. Ameaçado de morte, Hélio está num programa de proteção a testemunhas;

3 – Uma outra testemunha disse ao Ministério Público que Luiz Eduardo entregava envelopes de dinheiro diretamente a Vaccari, o chefão do PT;

4 – em 2004, Luiz Eduardo procura Ricardo Berzoini, então ministro do Trabalho, e diz que a cooperativa precisa de ajuda;

5 – em novembro de 2004, acontece o acidente de carro (ver post abaixo), e Vaccari assume a presidência da cooperativa;

6 – em dezembro, a Bancoop, que já estava quebrada, conseguiu captar no “mercado”, por meio da corretora Planner, nada menos de R$ 43 milhões — R$ 36,9 milhões dos quais saíram dos fundos de pensão de estatais controlados pelo… PT!!!

7 – Como dizia Clodovil, “boi preto conhece boi preto”: a corretora Planner foi investigada pela CPI dos Correios sob a acusação de ter causado um prejuízo de R$ 4 milhões ao fundo de pensão da Serpro.

Eis a cereja: cooperativa, fundos de pensão, estatais… Perceberam como essas coisas se misturam num todo orgânico, e o conjunto, no fim das contas, obedece a um ente, a um cérebro, que é o partido? Não por acaso, Vaccari foi presidente do Sindicato dos Bancários, dirigente da CUT, presidente da Bancop e é agora o tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff à Presidência.

O nome de Vaccari, que presidia a cooperativa em que se fizeram saques na boca do caixa de pelo menos R$ 31 milhões, aparece no escândalo dos aloprados. Foi para ele que Hamilton Lacerda, o homem que carregava a mala de grana do dossiê dos aloprados, ligou uma hora antes de fazer o pagamento. Sintetizo: Lacerda, braço direito de Aloizio Mercadante, ligou para Vaccari, o homem da cooperativa do dinheiro vivo, que coordenava a campanha do senador ao governo de São Paulo em 2006 e que também é seu segundo suplente. A Polícia Federal não conseguiu descobrir a origem do dinheiro.

Pedro Abreu Dallari, o abominável advogado da Bancoop, tem uma explicação para a coisa toda: alimentar o pedido do PSDB de CPI na Assembléia paulista. “É a única explicação que encontro para tantas leviandades.” É a famosa tese da conspiração dos adversários.

A gente não deve perguntar a Dallari — já que ele é pago para defender — se também é leviandade apontar o rombo de mais 100 milhões na cooperativa e as três mil famílias lesadas pelos “companheiros”. Vai ver isso tudo não passa de uma trama tucana!

Pedrinho vai ter de usar melhor o seu bodoque. Essa história parece bem longe do fim.
MUITAS BANDIDAGENS DOS ABOMINAVEIS, SUJOS E CORRUPTOS PETRALHAS AINDA VÃO VIR A TONA MUITO EM BREVE.

BOM DOMINGO PARA TODOS.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Aeroportos e outras obras do PAC, estão com até 41 meses de atraso

Por Renato Andrade, no Estadão:As obras de melhoria de infraestrutura em aeroportos e portos no País previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão com atrasos de até 41 meses. Alguns problemas identificados no início do plano ainda não foram solucionados. A avaliação do ritmo dessas obras é relevante porque os aeroportos são uma das bases da infraestrutura da Copa de 2014. A situação dos portos também ajuda a determinar o ritmo do crescimento da economia.

A recuperação e revitalização do sistema de pistas e pátio no Aeroporto do Galeão, no Rio, por exemplo, deveriam ter sido concluídas em julho do ano passado, de acordo com o primeiro balanço do PAC. Até o mês passado, porém, só 51% das obras haviam sido concluídas e o comitê gestor do programa não incluiu em seu último levantamento uma previsão para terminar o empreendimento.

O PAC O PONTO ALTO DA CORRUPÇÃO DOS PETRALHAS, foi lançado em janeiro de 2007 e previa R$ 638 bilhões em investimentos até o fim de 2010, com base em recursos do Orçamento da União, dos Estados e municípios, estatais e empresas do setor privado. O programa é considerado o carro-chefe da campanha da ministra da Dilma Rousseff (Casa Civil), pré-candidata do PT à Presidência. O abominável e nocivo molusco, até apelidou a ministra ex-guerrilheira de “mãe do PAC”.

De acordo com outro levantamento, divulgado ontem pelo jornal Folha de S. Paulo, o governo maquiou balanços oficiais para encobrir atrasos nas principais obras listadas. Três de cada quatro ações destacadas no primeiro balanço do PAC não foram cumpridas no prazo original. O volume de dinheiro alocado até agora - o que não dizer que foi investido - atingiu pouco mais de R$ 400 bilhões, o que dá 63,3% do total previsto, de acordo com o balanço de três anos publicado em fevereiro.

Se a conta for feita considerando apenas as ações efetivamente concluídas, o cenário é mais desalentador. Passados 36 meses, as obras encerradas correspondem a 40,3% do total, totalizando R$ 256,9 bilhões.

A conclusão das obras previstas para o Aeroporto de Vitória (ES), por exemplo, foi adiada em 41 meses. Inicialmente, o governo programara para dezembro de 2008 a construção do novo terminal de passageiros, torre de controle, central de utilidades, edifício do corpo de bombeiros e um sistema de pistas. Passados três anos, a estimativa agora é de que a obra seja concluída em maio de 2012.

PONTO ALTO DA CORRUPÇÃO DOS PETRALHAS: Saneamento teve apenas 20% do prometido

No Estadão:
A manutenção do fraco ritmo de execução das obras de saneamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) vai custar caro e pode fazer com que sejam precisos mais sete programas para garantir acesso a água e esgoto tratados para todos os brasileiros. A análise é do Instituto Trata Brasil (ITB), organização voltada para o acompanhamento da evolução do saneamento público, que divulgou ontem relatório sobre o desempenho das obras no setor dentro do programa federal, carro-chefe da campanha presidencial da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).

O PAC destinou ao setor de saneamento investimentos da ordem de R$ 40 bilhões, o que representa cerca de R$ 10 bilhões por ano para o período de 2007 a 2010. “Na velocidade em que está, vamos precisar de sete anos só para concluir o PAC atual”, avalia Raul Pinho, presidente-executivo do ITB. Para que a meta de universalização seja alcançada, o setor estima que serão necessários R$ 270 bilhões ou sete novos programas de aceleração.

Os técnicos do ITB avaliaram 101 obras de redes de esgoto e estações de tratamento em municípios como mais de 500 mil habitantes que fazem parte do PAC. O resultado mostra que 44% delas ainda não atingiram 20% de execução e mais de 23% ainda não foram iniciadas. “A nossa mostra confirma a lenta performance na área de saneamento”, afirmou.

Todas essas bandidagens dessa abominavel quadrilha de gângster, tem a leniência das autoridades brasileiras, que estão conivente com o banditismo institucionalizado e a corrupção edêmica. São muitos bandidos usurpando o erário público.

Nossas Forças Armadas, continuam desarmadas, militares flagelados por dois dos maiores caudilhos da história da humanidade, FHC e o Terrível Molusco o pai do PAC.