quarta-feira, 28 de abril de 2010

CIRO: “AO REI TUDO, MENOS A HONRA”























A cúpula de meu partido, o PSB, da base aliada do governo, decidiu-se por não me dar a oportunidade de concorrer à Presidência da República. Esta sempre foi uma das possibilidades de desdobramento da minha luta. Aliás, esta sempre foi a maior das possibilidades. Acho um erro tático em relação ao melhor interesse do partido e uma deserção de nossos deveres para com o país.

Não é hora mais, entretanto, de repetir os argumentos claros e já tão repetidos e até óbvios. É hora de aceitar a decisão da direção partidária. É hora de controlar a tristeza de ver assim interrompida uma vida pública de mais de 30 anos dedicada ao Brasil e aos brasileiros e concentrar-me no que importa: o futuro de nosso País!

Quero agradecer, muito comovido, a todos os que me estimularam, me apoiaram, me ajudaram, nesta caminhada da qual muito me orgulho.

Quero afirmar que uma democracia não se faz com donos da verdade e que, se minhas verdades não encontram eco na maioria da direção partidária, é preciso respeitar e submeter-se à decisão. É assim que se deve proceder mesmo que os processos sejam meio tortuosos, às vezes.

É o que farei.

Deixo claro: acato a decisão da direção do partido. Respeitarei as diretrizes que, desta decisão em diante, devem ser tomadas em relação ao nosso posicionamento na conjuntura política brasileira.

Meu entusiasmo, e o nível de meu modesto engajamento, entretanto, compreendam-me, por favor, meus companheiros, irão depender do encaminhamento, pelo partido, de minhas preocupações com o Brasil, com nossa falta de um projeto estratégico de futuro, com a deterioração ética generalizada de nossa prática política, com a potencial e precoce esclerose de nossa democracia.

Agradeço novamente aos companheiros de partido pelo apoio que sempre me deram. Faço também um agradecimento especial ao povo cearense pelo apoio de todas as horas; mas minha lembrança mais grata vai para o simpatizante anônimo, para o brasileiro humilde, para a mulher trabalhadora, para os jovens, em nome de quem renovo meu compromisso de seguir lutando!

NOSSA LÍDER EM MOMENTOS IMPORTANTES DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE
Camaradas petralhas! A casa caiu!

A mídia resolveu falar da camarada Dilma Estela Vanda Roussef e desmascarou nossa reconstrução histórica! Diante desse fato lamentável, a montagem apresentada no sítio progressista da nossa candidata a presidência da Coréia do Norte precisa urgentemente ser trocada por outra que demonstre, de uma vez por todas, sua participação em momentos importantes da história da HUMANIDADE!

O Partido do Povo já arranjou três novos fatos revolucionários e apresenta a reconstrução biográfica DEFINITIVA da camarada e guerrilheira Dilma:

Em 1917, ano da Revolução Russa, Dilma ingressa no Partido Comunista da União Soviética. “Camarada Dilma Rousseff, minha companheira de armas e lutas”, assim Lênin e Stálin saudavam Dilma.

Sob a liderança de Fidel Castro, um pequeno grupo de aproximadamente 79 homens e uma mulher (Dilma) se espalhou em diversos focos de luta contra as forças do governo de Fulgêncio Batista. Entre 1956 e 1959, o grupo conseguiu vencer e conquistar várias cidades do território cubano. No último ano de luta, conseguiram finalmente acabar com o governo e estabelecer um novo regime progressista pautado no respeito aos direitos humanos, na paz, na fraternidade, na melhoria das condições de vida dos menos favorecidos, na solidariedade humana e na execução sumária dos inimigos políticos.

Bem, o texto acima é do camarada Emmanuel Goldstein, o Guia Genial da Vanguarda Popular, que também responde pelos inéditos flagrantes fotográficos publicados acima.

TSE, POR ENQUANTO, NAO CAIU NO TRUQUE DOS BANDIDOS PETRALHAS. VAMOS VER NO FUTURO

O PRIMEIRO BANDIDO DA REPÚBLICA usou e usa escancaradamente a máquina para tentar eleger a sua candidata. Os petistas, dentro e fora do governo, abusam da propaganda ilegal. As multas aplicadas pelo TSE e o parecer da Procuradoria Geral Eleitoral sobre a greve política da Apeoesp, em São Paulo, são evidências das ilegalidades.

Um dos truques do arsenal petista na política é o famoso “não sou só eu; o meu adversário faz o mesmo”. Em matéria de virtude, o PT reivindica o monopólio. Quando se trata de crime, bandidagem ou vício, logo procura o ombro amigo dos adversários para dividir o peso das ilegalidades.

Foi o que tentou fazer o Diretório Municipal do PT de São Bernardo. Entrou com duas representações contra um candidato da oposição.

O TSE disse “não” às duas representações. Em uma delas, o PT, acreditem, reclama que os “militantes” (???) teriam sido impedidos de participar da inauguração.


PETISMO E FASCISMO SÃO METÁFORAS CORPORATIVAS.

O abominável e terrível molusco chamou a sua criatura eleitoral e lhe deu um pito. É preciso adaptar o discurso à audiência, ser mais simples, falar com mais clareza, não se perder em tecnicalidades.

Dilma falou ontem a caminhoneiros em Brasília. E usou uma metáfora para… caminhoneiros!
“Tenho certeza que vocês não vão permitir a volta do atraso e da estagnação. Não vão deixar que isso aconteça. Se o Brasil para não tem desenvolvimento. O Brasil precisa impedir a volta da política da roda presa que colocou o país no acostamento e que nos paramos com ela. O país está crescendo e vocês não podem parar”.

Entendo. A estrada (!) está definida. Agora basta adaptar a metáfora às várias categorias profissionais:
Cozinheiros: “O Brasil precisa impedir a volta da política do fogo brando”;
Açougueiros: “O Brasil precisa impedir a volta da política da carne de segunda”;
Padeiros: “O Brasil precisa impedir a volta da política sem fermento”;
Faxineiros: “O Brasil precisa impedir a volta da política sem vassoura”;
Agricultores: “O Brasil precisa impedir a volta da política sem adubo”;
Taxistas: “O Brasil precisa impedir a volta da política sem passageiros”;
Profissionais do sexo: “O Brasil precisa impedir a volta da política sem Viagra”.
E assim vai. A adaptação é livre.

A PRE-CANDIDATA DILMA, SERÁ DERROTADA NO PRIMEIRO TURNO!!!

Uma das maiores dificuldades da super guerrilheira petista, que nas décadas de 60 e 70, barbarizou o nosso país, (Dilma Rousseff), é falar com clareza. Seu discurso, expressão, talvez, de um raciocínio exacerbadamente confuso, não flui, perdendo-se em anacolutos. Uma espécie de confusão mental, Falta-lhe, também, experiência. A política supõe o talento para um certo fingimento decoroso. Quando menos, é preciso afetar interesse por aquilo que diz o outro, havendo, então, a interlocução. Dilma não foi treinada nessas delicadezas da democracia… Daí ela ser o mega desastre que se vê.

"Bem, as peripécias e safadezas desta facção criminosa não param por aí, certo? E no meio de tanta bandidagem desta máquina de crimes e revanchismo que se encontra no poder da República e ainda quer se perpetuar, estão nossas Forças Armadas, 'totalmente desarmadas e sucateadas', sem poder cumprir sua missão constitucional, militares humilhados e flagelados por dois dos maiores caudilhos e bandidos da história da humanidade FHC e MOLUSCO DA SILVA. Só uma ação mais radical e ortodóxa, do tipo outro 64, poderia nos salvar".

terça-feira, 27 de abril de 2010

POLÍTICA, CORRUPÇÃO, BANDIDAGEM E TRAIÇÃO:









Por Reinaldo Azevedo

UM PAPO UM TANTO ELEVADO SOBRE POLÍTICA NA HIPÓTESE, CLARO, DE QUE ELA O MEREÇA

O PSB encerra hoje a longa agonia do deputado Ciro Gomes (ex-cearense) e bate o martelo: “Não é candidato”. Os deuses olímpicos do petismo punem, assim, com severidade o “mortal” por sua “húbris”. Ciro agora diz que sua candidatura havia sido acertada numa reunião no ano passado, na qual houve até algumas lágrimas. Pois é… Em política, é bom desconfiar sempre do excesso de emoção. Enquanto uns choram, os outros fazem cálculos. É claro que Ciro foi enganado. Ou não estaria tão furioso. Judas traiu com um beijo; Lula, mais dramático, com lágrimas. Parafraseando Cecília Meireles, aquele traiu Jesus; Lula, um simples deputado.

Apelo a dramas humanos inscritos em nossa memória para evidenciar que não há nada de muito novo sob o sol no que diz respeito às fraquezas humanas. Tampouco há novidade na política. Lula não chega a ser, assim, um grande intelectual e é certo que não leu O Príncipe. Mas poderia escrever sem receio o seu “quomodo fides a principibus sit servanda“, nas pegadas de Maquiavel, explicando de que modo pode o príncipe manter a fé na palavra empenhada.

É preferível, dizia o autor no capítulo 18, manter-se fiel ao que se disse, sem truques, mas, reconhecia ele, alguns príncipes realizaram “grandes coisas a despeito de terem tido em pouca conta a fé da palavra dada”, conseguindo mesmo “superar aqueles que se firmaram sobre a lealdade”.

É claro que Maquiavel, filtrado ou intuído por Lula, vira uma coisa, assim, mais simplezinha, né? Pode resultar, por exemplo, na “Teoria Geral da Bravata” — na oposição, defende-se uma coisa; no governo, o seu contrário… Ciro, com efeito, criou todas as circunstâncias para se traído ao, voluntariamente, sujeitar-se às vontades do presidente, mudando até seu domicílio eleitoral. Nenhum outro setor da vida está tão sujeito à volatilidade da palavra empenhada — e notem como isso é antigo — quanto a política.

Não há, pois, nada de essencialmente novo nessa lambança. Lula acalentou Ciro enquanto ele foi útil a seu projeto e decidiu rifá-lo quando ele passou a ser um aliado incômodo, que não aceita o papel que lhe foi reservado. Privilégio dos príncipes: cumprir ou não a palavra. Não é aí que está a particularidade desse caso — ou, por outra, a sua perversidade. Até porque Ciro é bem grandinho e sabe o que faz. Também é um político e já traiu antes. É um traço da profissão.

O que chama a atenção em particular nesse episódio é outra coisa. Marco Aurélio Garcia, aquele — o guardião do Tártaro, o Cérbero de Lula —, emitiu nesta segunda o seu pensamento sempre elegante sobre o episódio. Leiam:
“Estamos numa democracia. Cada um fala o que quiser. Eu tenho muito apreço pelo Ciro. Ele colaborou muito com o governo do presidente Lula. Eu não queria que este momento particular e declarações que ele esteja fazendo venham a comprometer a sua trajetória. A trajetória do Ciro é uma trajetória extremamente meritória, e eu fico com essa boa imagem dele”.

Observem que, nas reflexões do Marco Aurélio do PT, o caráter, vamos dizer, utilitário de Ciro fica explicitado sem qualquer fingimento — e saber fingir é parte das ações decorosas dos políticos. Os “sinceros” choram, se é que vocês me entendem… Para Marco Aurélio, a trajetória “extremamente meritória” de Ciro está em risco, e quem a ameaça, obviamente, é o próprio deputado, que não estaria sabendo se comportar adequadamente. Juiz do destino do outro, autor de seu drama político, o PT pretende também pautar a sua reação e definir o que é e o que não é aceitável no comportamento do traído.

Aí, sim: é contra esse complexo de Deus — ou de Zeus (para voltar ao primeiro parágrafo) — que eu permanentemente me insurjo. Se a política não é coisa de santos, e não é, também não pode ser obra de ogros, sejam eles petistas ou não. O PT só merece a minha especial atenção por conta de sua ação metódica.

COMENTO

"Bem meus amigos, tenho dito aqui exaustivamente que o PT, é a (MAIOR FACÇÃO CRIMINOSA DO PLANETA), alguns dos bandidos Petralhas não gostam, más as evidências, estão aí, não deixam dúvidas, Certo? Agora o deputado Ciro Gomes, o grupo Guararapes e muitas outras pessoas de bem do nosso país, já acham a mesma coisa que eu.

Eles vão continuar cometendo crimes e bandidagens, do Oiapóque ao Chuí, afinal de contas é o que eles mais sabem fazer e ainda vão tentar de tudo para continuar no poder da República, usurpando e locupletando-se do erário público, mesmo que para isto, tenham que aumentar o número de crimes e ainda vão passar por cima de tudo e de todos que por ventura ousem tolhir seus passos.

O nefasto e abominável currículo de crimes, bandidagens, asaltos, sequestros e assassinatos da super guerrilheira e candidata do governo do PT, está aí na internet, inclusive as fotos com as 'montanhas de cadáveres", para o conhecimento de todos.

Hoje quase a metade da população do nosso país já tem tem acesso a WEB, mesmos os menos fovorecidos, aqueles que recebem bolsa família, só vota em bandidos se quiserem. Pessoal desta vez vamos procurar votar certo. No caso de dúvida, vamos anular nosso voto.

Só se pode mudar essa bandidagem toda que aí está, com conhecimento, educação e pelas urnas, caso contrário essas quadrilhas de gângsters, com seu banditismo institucionalizado e sua corrupção edêmica vão continuar no governo dos malditos, amaldiçoados e sujos TUCANOS OU PETRALHAS".

Um mega bandido do PT briga com sindicalistas da facção criminosa, para emplacar presidente da Previ, mas é O abominável Molusco, quem vai dá palavra final.
Além de cuidar do “voo da galinha”, como é chamada a complicada decolagem da candidatura presidencial da guerilheira Dilma Rousseff, o primeiro bandido da República, tem o problema de uma outra eleição para administrar, no curto prazo. Uma briga de super bandidos... Antonio Palocci Filho – um de seus homens de confiança – contra a ala sindical da facção criminosa do PT. A disputa mortal é pela presidência da Previ, o maior fundo de pensão do Brasil, com R$ 142 bilhões de patrimônio, que tem ingerência em grandes empresas como Vale, Oi, Embraer, Brasil Foods e por aí vai, os gatunos estão enloquecidos.

O atual presidente da Previ, Sérgio Rosa, deixa o cargo para “arrecadar recursos para a campanha da guerrilheira nociva Dilma Rousseff”.
A poderosa cadeira de Rosa é disputada de modo espinhoso. Usando o ministro Guido Mantega como escudo-laranja, Palocci quer emplacar o nome de Paulo Cafarelli – atual vice-presidente de Novos Negócios do Banco do Brasil. Já a ala sindical joga pesado para eleger Joilson Ferreira – atual diretor de participações do fundo. A eleição da Previ está marcada para o dia 31 de maio. O primeiro corrupto da República, dará a palavra final sobre o bandido a ser escolhido.

O controle da Previ é fundamental para o projeto de bandidagem do PT. O fundo tem 180 conselheiros que atuam em assembléias de empresas de peso, como AmBev, Bradesco, Brasil Foods, Cemig, Tim, Souza Cruz, Vale, Oi, Embraer e do próprio Banco do Brasil. Outros dois diretores da Previ serão escolhidos entre 17 e 27 de maio, como representantes dos funcionários do Banco do Brasil, que é o patrocinador do fundo de pensão. Esses fundos alimenta os crimes e as bandidagens desta facção criminosa que está no poder da República.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Ciro vira alvo de fogo amigo no PSB e pode perder seus cargos no governo




Por Eugênia Lopes, de Brasília -
O Estado de S.Paulo:
A um dia de perder a legenda para disputar a Presidência da República, o deputado Ciro Gomes (CE) transformou-se em alvo de fogo amigo do próprio PSB. Em retaliação às críticas desferidas pelo deputado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao PSB, integrantes da cúpula partidária defendem que Ciro perca os cargos que possui no governo.

Na mira dos dirigentes socialistas está a Secretaria de Portos, que tem status de ministério, sob o comando de Pedro Brito, homem de confiança de Ciro Gomes. A Secretaria de Portos comanda sete Companhias Docas pelo Brasil e foi criada pelo presidente Lula, em 2007, para atender à reivindicação do PSB de mais espaço no governo.

Secretário executivo de Ciro Gomes no Ministério da Integração Nacional, no primeiro mandato de Lula, Brito ganhou o cargo por indicação do deputado. Antes, ele ocupou por quase um ano a titularidade da pasta da Integração Nacional, com a saída de Ciro Gomes para disputar uma cadeira na Câmara, em 2006. O sucessor de Brito na Integração Nacional foi o peemedebista Geddel Vieira Lima, hoje candidato ao governo da Bahia.

O Orçamento de 2010 para a Secretaria de Portos é de R$ 1,5 bilhão. Desse total, R$ 300 milhões já foram empenhados, ou seja, podem ser usados, segundo dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi). São 34 portos públicos marítimos sob a gestão da secretaria e sete Companhias Docas: do Pará, do Ceará, do Rio Grande do Norte, da Bahia, do Rio de Janeiro e de São Paulo, responsável pelo Porto de Santos.

A Executiva Nacional do PSB se reúne amanhã para bater o martelo sobre a retirada da pré-candidatura de Ciro da corrida presidencial. A expectativa é que o partido apoie a candidatura de Dilma Rousseff (PT).

Em troca, o PT deverá permitir que partidos aliados se coliguem com o PSB em alguns Estados. Seria o caso de São Paulo, onde o pré-candidato do PSB ao governo, Paulo Skaf, quer atrair para sua chapa o PR e o PC do B.

As críticas feitas por Ciro a Lula e ao PSB irritaram integrantes da cúpula do partido, que, nos bastidores, passaram a defendem as retaliações.

O presidente do partido e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, não gostaram da reação de Ciro diante da iminência de ter a candidatura negada. O deputado os acusou de não estarem “no nível que a história impõem a eles”. Outro que ficou aborrecido foi Lula, que foi surpreendido com a comparação feita entre Dilma e o pré-candidato tucano, José Serra. Ciro disse que “Dilma é melhor do que Serra como pessoa, mas o Serra é mais preparado, mais legítimo, mais capaz”.

Polêmica. A ordem do Palácio do Planalto e do PSB é, no entanto, evitar responder às críticas e não polemizar com Ciro. Na avaliação dos socialistas, a candidatura dele perdeu densidade com a polarização da eleição presidencial entre Dilma e Serra.

Um dos sinais de que o próprio Ciro teria jogado a toalha em relação a sua entrada na disputa foi o fato de Pedro Brito não ter se desincompatibilizado, no início de abril, para disputar uma vaga na Câmara pelo Ceará.

Na reunião da Executiva do PSB, a direção apresentará levantamento que mostra a maioria dos diretórios hoje contra a candidatura Ciro.

COMENTO

Bem na verdade, é sem sombra de dúvida, a facção criminosa dos bandidos Petralhas, que está por trás dessa estúpida novela mexicana.

O maior erro de Ciro, foi ter feito parte deste governo, abominavelmente corrupto e nocivo que tantas bandidagens e crimes, cometeu neste período que se encontra no poder da República.

Enquanto as bandidagens no corrupto governo do PT, continua a todo vapor, nossas Forças Armada continua a cada dia mais definhada, desmantelada e sucateadas sem poder cumprir sua missão constitucional, militares continuam flagelados por dois os maiores bandidos da história da humanidade, FHC e o abominável Molusco da Silva.

A Cúpula militar manda recado ao STF:

Bem, Provocar uma crise militar, em plena pré-campanha eleitoral, é acidose institucional aloprada e desnecessária. Induzidos a raciocinar desta forma, a maioria da cúpula do STF tende a deixar a Lei de Anistia do jeito que está. O Alto Comando do Exército, através do ministro da Defesa e ex-presidente do STF, Nelson Jobim, fez chegar à Suprema Corte abominável e Tupiniquim o seguinte recado de que é “inegociável, intolerável e inaceitável reinterpretar a Lei nº 6.683/1979”. As Legiões estão de prontidão. Democraticamente, é lógico.

A Advocacia Geral da União e a Procuradoria Geral da República, bem como os militares, são contra a ADPF proposta pela Ordem dos Advogados do Brasil e defendida por outras três entidades: a Associação Juízes para a Democracia, a Associação Brasileira de Anistiados Políticos e o Centro pela Justiça e o Direito Internacional – CEJIL. O apoio desta última entidade confirma que o ataque à anistia brasileira é mais uma ingerência do modelo globalitário na soberania do Brasil.

sábado, 24 de abril de 2010

MOLUSCO, UM ESPECIALISTA EM ESMAGAR PESSOAS








Em uma entrevista Ciro Gomes afirma que pode até se afastar da política. Pois é… Quando brigou com os outros bandidos tucanos de São Paulo, fizeram dele um gigante. Depois de se aliar aos corruptos e sujos bandidos petistas, pode até desistir da política. Ciro precisa repensar que estranha relação é essa em que os inimigos servem para torná-lo grande, e os amigos, para destruí-lo. Não seria o caso de um ajustamento de conduta, de modo que estas duas categorias de bandidos que infelizmente tem grande relevância na política brasileira, possam andar juntas?

Bem, eu particularmente, não creio que Ciro desista. Mas, caso o faça, poderia se dedicar, quem sabe?, à vida acadêmica. Há um campo de estudo bastante interessante, que jamais será investigado pela “subintelectuália esquerdopata” das universidades PETRALHAS: “O que aconteceu, nos últimos 30 anos, com qualquer um que tenha contestado o corrupto e abominável Molusco, que sem dúvida atualmente é um dos moires bandidos do planeta terra!”

Uma boa pesquisa requer frieza analítica. Mas a experiência pessoal pode ajudar. Dou algumas pistas:
- Molusco destruiu todos os seus adversários no sindicalismo, estivessem eles à “esquerda” ou à “direita”. Sobreviveu quem se dobrou ou se vendeu. Vejam o caso de Joaquinzão, o dito grande pelego do “sindicalismo reacionário”: morreu pobre e abandonado num asilo. Lula, o “progressista e socialista”, é o bandido quem é;

- O apedeuta relegou a uma expressão não mais do que regional lideranças de esquerda ou “progressistas” egressas do pré-64, como Leonel Brizola e Miguel Arraes;

- O Bandido esmagou politicamente todos aqueles que tentaram, quando isso não lhe era pessoalmente conveniente, qualquer diálogo com outras forças políticas. Vejam o que aconteceu com os três deputados petistas que participaram do Colégio Eleitoral que elegeu Tancredo Neves (José Eudes, Beth Mendes e Airton Soares) com ou Luíza Erundina, que aceitou ser ministra de Itamar Franco;

- O corrupto desmoralizou, chegando ao poder, as alas à esquerda do partido. Posso até achar que ele fez muito bem, mas elas eram suas aliadas, não minhas, e faziam o discurso histórico do petismo; que na oposição era uma coisa e agora no governo é outra totalmente diferente.

- O abominável bandido, sempre tratou a pontapés qualquer um que ousasse contestar a sua liderança no partido ou na facção criminosa (ou em qualquer outro assunto), como sabe, por exemplo, o senador Cristovam Buarque (DF), hoje no PDT, demitido por telefone;

E Molusco, finalmente, trata como inimiga a ser destruída a própria história do Brasil, ao tentar desconstruir a biografia de todos os governantes que o antecederam — em parte, contou com a colaboração de Ciro por um período ao menos.

Todos sabem que, nada cresce à sombra de Molusco, o deputado Ciro Gomes, se não for com a plena concordância do abominável, frondoso, corrupto e sujo apedeuta! E o que lhe garantiu tal poder? É dono, sem dúvida, de uma notável inteligência política. Isso conta muito. Lidera uma super facção criminosa, que se estrutura para substituir a sociedade, não para governá-la. E isso é fundamental. E, não menos importante, o PT tem uma presença maciça na imprensa. E isso não é de hoje. Querem um exemplo até banal? Quem primeiro chamou o Democratas de “demo” e seus membros de “demos” foi o PT. O termo é hoje empregado como linguagem pejorativa é referencial dos jornalistas que pertencem a facção criminosa dos PETRALHAS.

Qualquer político que ambicione ter existência própria, inclusive o deputado Ciro Gomes, deve se preparar para enfrentar essa SUPER MÁQUINA DE CRIMES E BANDIDAGENS, em vez de se aliar a ela. O LULO-PETISMO, entende duas categorias: oposição, que ele tenta destruir por meios lícitos e ilícitos, e subordinação. Se não conseguir, eles 'fazem como fizeram' com, TONINHO DO PT, O EX-PREFEITO CELSO DANIEL E MUITOS OUTROS QUE OUSARAM DISCORDAR DA FACÇÃO.

Bem meus prezado amigos, não resta nenhuma dúvida que essa "super máquina de cometer crimes e bandidagens que está no poder da República, tem que ser freiada" de qualquer jeito, nem que seja por meios mais ortodoxo e radicais, talvez um outro
(64) neste momento tão grave que o país está passando, fosse muito bem vindo, uma vez que o banditismo intitucionalizado e a corrupção edêmica, já estão totalmente integrados aos palhaços do planalto, que além dos crimes, estão locupletando-se e usurpando o erário público.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

O DESENCARNE DE CHICO XAVIER




















RECEBI POR E-MAIL DO AMIGO CASTELO, A HISTÓRIA DE UM GRANDE BRASILEIRO!!!

Há 8 anos, no dia 30 de Junho de 2002, nosso querido Chico Xavier retornava ao Plano Espiritual.
Relembrando esta data, trago para vocês uma breve descrição do que ocorreu do outro lado da vida’ (paralelamente ao velório no plano físico): uma merecida recepção a esse maravilhoso médium, que tanto fez pela Doutrina Espírita e por
todos nós... Que todos nós possamos aproveitar para refletir...

(Esta descrição foi realizada pelo Espírito Inácio Ferreira, e está presente no livro Na Próxima Dimensão”, psicografado pelo médium Carlos Alberto Baccelli.)

(...)
No Mundo Espiritual, nosso irmão Lilito Chaves veio ao nosso encontro e anunciou o que, desde algum tempo, aguardávamos com expectativa: a
desencarnação do médium Francisco Cândido Xavier, o nosso estimado Chico. O
acontecimento nos impunha rápidas mudanças de planos, improvisamos uma
excursão à Crosta para saudar aquele que, após cumprir com êxito a sua missão, retornava à Pátria de origem.

Assim, sem maiores delongas, Odilon, Paulino e eu, juntando-nos a uma plêiade
de companheiros uberabenses desencarnados, rumamos para Uberaba no começo da noite daquele domingo, dia 30 de junho.

A caminho, impressionava- nos o número de grupos espirituais, procedentes de
localidades diversas, do Brasil e do Exterior, que se movimentavam com a mesma finalidade.

Todos estávamos profundamente emocionados e, mais comovidos ficamos quando, estacionando nas vizinhanças do “Grupo Espírita da Prece”, onde estava sendo realizado o velório, com o corpo exposto à visitação pública, observamos uma faixa de luz resplandecente, que, pairando sobre a humilde casa de trabalho do médium, a ligava às Esferas Superiores, às quais não tínhamos acesso.

Conversando conosco, Odilon observou:

— Embora, evidentemente, já desligado do corpo, nosso Chico, em espírito, ainda não se ausentou da atmosfera terrestre; os Benfeitores Espirituais que,
durante 75 anos, com ele serviram à Causa do Evangelho, estarão, com certeza, à espera de ordens superiores para conduzi-lo a Região Mais Alta... De nossa parte, permaneçamos em oração, buscando reter conosco as lições deste raro
momento.

Aproximando-nos quanto possível, notamos a formação de duas filas imensas, constituídas de irmãos encarnados e desencarnados, que reverenciavam o companheiro recém-liberto do jugo opressor da matéria: eram espíritos, no corpo e fora dele, extremamente gratos a tudo que haviam recebido de suas mãos, a vida inteira dedicadas à Caridade, nas mais fiel vivência do “amaivos uns aos outros”. Mães e pais que, por ele haviam sido consolados em suas dores; filhos e filhas que puderam reatar o diálogo com os genitores saudosos, escrevendo-lhes comoventes páginas do Outro Lado da Vida; famílias desvalidas com as quais repartira o pão; doentes que confortara agonizantes em seus leitos; religiosos de todas as crenças que, respeitosos, lhe agradeciam o esforço sobre-humano em prol da fé na imortalidade da alma...

Não registramos nas imediações, é bom que se diga, um só espírito que ousasse se aproximar com intenções infelizes. Os pensamentos de gratidão e as preces que lhe eram endereçadas, formavam um halo de luz protetor que tudo iluminava num raio de cinco quilômetros; porém essa luz amarelo-brilhante contrastava com a faixa de luz azulínea que se perdia entre as estrelas no firmamento.

A cena era grandiosa demais para ser descrita e desafiaria a inspiração do mais exímio gênio da pintura que tentasse retratá-la.
Uma música suave, cujos acordes eu desconhecia, ecoava entre nós, sem que pudéssemos identificar de onde provinha, como se invisível coral de vozes infantis, volitando no espaço, tivesse sido treinado para aquela hora.

Espíritos mais simples que passavam rente comentavam:

— “Este é um dos últimos... Não sabemos quando a Terra será beneficiada
novamente por um espírito de tal envergadura”; “Este, de fato, procurava viver o
que pregava” “Quem nos valerá agora?”;
“Durante muitos anos, ele matou a fome da minha família... “Lembro-me de
que, certa vez, desesperado, com a idéia de suicídio na cabeça, eu o procurei e a minha vida mudou”; “Os seus livros me inspiraram a ser o que fui, livrando-me de uma existência medíocre”; “Quando minha avó morreu, foi ele quem pagou seu enterro, pois, à época, éramos totalmente desprovidos de recursos”; “Fundei minha casa espírita sob a orientação de Chico Xavier, que recebeu para mim uma mensagem de incentivo e de apoio”;
“Comigo, foi diferente: eu estava doente, desenganado pela Medicina, ele me
receitou um remédio de Homeopatia e fiquei bom”...
Os caravaneiros não cessavam de chegar, todos portando flâmulas e faixas com dizeres luminosos; creio sinceramente que, em nosso Plano, jamais houve uma
recepção semelhante a um espírito que tivesse deixado o corpo, após finda a sua
tarefa no mundo; com exceção do Cristo e de um ou outro luminar da Espiritualidade, ninguém houvera feito jus ao aparato espiritual que se organizara em torno do desenlace de Chico Xavier.

Com dificuldade, logrando adentrar o recinto do “Grupo Espírita da Prece”, reparamos que uma comissão de nobres espíritos, dispostos em semicírculo, todos trajando vestes luminescentes, permanecia, quanto nós mesmos, em
expectativa. Odilon sussurrou-me ao ouvi­do:

— Inácio, estas são as entidades que trabalharam com ele na chamada
“Coleção de André Luiz”; são os Mentores das obras que o nosso André reportou para o mundo, no desdobramento do Pentateuco Kardeciano:

Clarêncio, Aniceto, Calderaro, Áulus e tantos outros...

E aqueles que estão imediatamente atrás?

— indaguei.

— São alguns representantes da família do médium e amigos fiéis de longa data.

— E onde estão Emmanuel, nosso Dr. Bezerra de Menezes e Eurípedes
Barsanulfo? Porventura, ainda não chegaram?...

— Devem estar
— respondeu — cuidando da organização...

Ao lado do seu corpo inerte, nosso Chico, segundo a visão que tive, me parecia uma criança ressonando, tranqüila, no colo de um anjo transfigurado em mulher, fazendo-me recordar, de imediato, a imagem de “Pietà”, a famosa escultura de
Michelangelo.

— Quem é ela?
— perguntei.

— Trata-se de D. Cidália, a sua segunda mãe...

— E D. Maria João de Deus?...

— Ao que estou informado — esclareceu Odilon —, encontra-se reencarnada no seio da própria família.

— E seu pai, o Sr. João Cândido?

— Está em processo de reencarnação, seguindo os passos da primeira esposa.
Adiantando-se, nosso Lilito indagou:

— Odilon, na sua opinião, por que o Chico está parecendo uma criança?

— Ele necessita se refazer, pois o seu desgaste, como não ignoramos, foi
muito grande, mormente nos últimos anos da vida física; nosso Chico carece de se desligar completamente. ..

— Perderá, no entanto, a consciência de si?

— É evidente que não. O seu verdadeiro despertar acontecerá gradativamente, à medida em que se recupere da luta sem tréguas que travou... Aliás, a Espiritualidade Superior, nos últimos três anos, vinha trabalhando para que a sua transição ocorresse sem traumas, tanto para a imensa família espírita, que o venera, quanto para ele próprio.

Inúmeras caravanas e representações continuavam chegando, formando extensas
filas, que se postavam paralelas às filas organizadas pelos nossos irmãos encarnados, a comparecerem ao velório para render a Chico Xavier merecidas homenagens. e dezenas de jovens formavam grupos especiais que vinham recebê-lo no limiar da Nova Vida, gratos por ter sido ele o seu instrumento de consolo aos familiares na Terra, quando se viram compelidos à desencarnação. ..

A tarefa de Chico Xavier — explicou Odilon, emocionado — não tem fronteiras; raras vezes, a Espiritualidade conseguiu tamanho êxito no campo do intercâmbio mediúnico... No entanto a força que o sustentava nas dificuldades vinha de Cima, pois, caso contrário, teria sucumbido às pressões daqueles que, encarnados e
desencarnados, se opõem ao Evangelho. Chico, por assim dizer, ocultou-se
espiritualmente em um corpo franzino e deu início ao seu trabalho, sem que praticamente ninguém lhe desse crédito; quando as trevas o perceberam, já havia atravessado a faixa dos vinte de idade e em franco labor, tendo pronto o “Parnaso de Além-Túmulo”, a obra inicial de sua profícua e excelente atividade psicográfica. ..
Estávamos todos profundamente emocionados. A multidão, dos Dois Lados da
Vida, não parava de crescer e, assim como no Plano Físico os policiais cuidavam da organização, na Dimensão Espiritual em que nos situávamos, Entidades diversas haviam sido encarregadas de disciplinar a intensa movimentação, sem que nenhum de nós se sentisse encorajado a reclamar qualquer privilégio com o
propósito de uma maior aproximação. Quase todos nos conservávamos em atitude de profundo silêncio e de reverência.

Os grupos de espíritos que haviam, ao longo de seus 75 anos de labor, trabalhado com o médium, com exceção, evidentemente, daqueles que já haviam reencarnado, se faziam representar pelos seus maiores expoentes no campo da
Poesia e da Literatura.
Próximas a Cidália, em cujos braços Chico Xavier descansava, à espera de que o cortejo fúnebre partisse conduzindo os seus restos mortais, notei a presença de
algumas entidades femininas que eu não soube identificar.

— Quem são?
— perguntei a Odilon, que era um dos poucos dentre nós com plena liberdade de
movimentar-se.

— Aquelas quatro primeiras, são as nossas irmãs Meimei, Maria Dolores, Scheilla e Auta de Souza; as demais são corações maternos agradecidos que, em uma ou outra oportunidade, se expressaram pela mediunidade psicográfica do nosso Chico.

— Quem estará na coordenação do evento? — insisti, ansioso por maiores esclarecimentos.

— O Dr. Bezerra de Menezes e Emmanuel, assessorados diretamente por José
Xavier respondeu.

— José Xavier?...

— Sim, o irmão do médium, que está conduzindo um grupo de espíritos amigos
de Pedro Leopoldo e região; quando Chico se transferiu para a cidade de Uberaba, em 1959, os seus vínculos afetivos com a sua terra natal não se
desfizeram; os espíritas que constituíram o Centro Espírita “Luiz Gonzaga”
sempre se senti­ram membros de uma única família.

— E aquele casal mais próximo que, de quando a quando, dialoga com Cidália?

— José Hermínio e D. Carmem Perácio; foram eles que iniciaram Chíco Xavier
no conhecimento da Doutrina Espírita, doando-lhe exemplares de “O Livro dos
Espíritos” e de “O Evangelho Segundo o Espiritis­mo”. ..

Pude perceber, com clareza, que os filamentos perispirituais que uniam o
espírito recém-desencarnado ao corpo enrijecido, se enfraqueciam gradualmente; sem dúvida, o médium, assim que se lhe cerraram os olhos físicos, desprendeu-se da forma material, no entanto, devido à necessidade de permanecer durante 48 horas exposto à visitação pública, conforme era seu
desejo, exigia que o corpo, de certa forma, continuasse a receber suplementos de princípio vital, evitando-se os constrangimentos da cadaverização. Embora aconchegado aos braços daquela que havia sido na Terra a sua segunda mãe e grande benfeitora, o espírito Chico guardava relativa consciência de tudo...

As expectativas de quase todos, porém, se concentravam sobre aquela faixa de luz azulínea, a qual, à medida que se abeirava a hora do sepultamento, se intensificava; tínhamos a impressão de que aquele caminho iluminado era a passagem para uma Dimensão Desconhecida, para a qual, com certeza, Chico Xavier haveria de ser conduzido.
Dentro de poucos instantes, o silêncio se fez naturalmente maior e um venerável senhor, ladeado por Irmão José e Herculano Pires, este um dos vultos mais
importantes da Doutrina nos últimos tempos, assomou discreta tribuna e começou a falar.

— Quem é?
Perguntei, à meia-voz...

— Léon Denis — respondeu-me Odilon com um sussurro.

— “Meus irmãos — disse o inesquecível discípulo de Allan Kardec — eis que aqui nos encontramos reunidos, para receber de volta ao nosso convívio, aquele que, uma vez mais, cumpriu exemplarmente a missão que lhe foi confiada
pelo Senhor de nossas vidas. Elevemos ao Infinito os nossos pensamentos
de gratidão e de reconhecimento, porquanto sabemos das dificuldades que o
espírito que moureja na carne enfrenta para desbravar caminhos à Verdade; o
nosso amigo e mestre que, após longa e desgastante peleja, agora retorna à
Pátria Espiritual, se constituiu num verdadeiro exemplo, não somente para os
nossos irmãos encarnados, mas igualmente para os que necessitamos renascer no orbe e, por vezes, nos sentimos desencorajados. .. (...) Um ciclo se encerra, mas outro deve começar (...)”
Passados alguns instantes da alocução proferida por Léon Denis, perfumada aragem começou a soprar, balsamizando o ambiente. De onde será que provinha
aquele suave perfume que, aos poucos, se intensificava, impregnando- nos o corpo espiritual?
Tínhamos a impressão de que, caindo de Esferas Resplandecentes, aquele
orvalho celeste, constituído de diminutos flocos luminosos, antecedia o momento em que o espírito Chico Xavier seria conduzido à ignota região da Vida Sem Fim.

Quando o fenômeno a que tento me referir se fez mais evidente, algumas explosões começaram a ocorrer na extensa faixa de luz azulínea que, agora, ia
mudando de tonalidade, como se um arcoíris se estivesse materializando diante dos nossos olhos.
Gradativamente, cinco entidades foram se fazendo visíveis para nós, tangibilizando- se no pequeno espaço que me parecia reproduzir produzir a
abençoada estrebaria em Belém...

Os cinco espíritos, que não posso lhes dizer que tenham assumido forma propriamente humana, foram sendo identificados por nós: eram Bezerra de Menezes, Emmanuel, Eurípedes Barsanulfo, Veneranda e Celina, a excelsa mensageira de Maria de Nazaré.

Diante da estupenda visão, todos sentimos ímpetos de nos ajoelharmos; muitos,
efetivamente, se ajoelharam, com os olhos banhados de lágrimas.

Bezerra de Menezes, Emmanuel e Eurípedes Barsanulfo estavam, por assim dizer, mais humanizados, no entanto Veneranda e, especialmente, Celina,
nos pareciam dois anjos alados, falenas divinas que se tivessem metamorfoseado apenas para que pudéssemos vê-las... Eu tinha a impressão de estar participando de um sonho que transcendesse a mais fértil imaginação.

Adiantando-se aos demais companheiros, Veneranda, que o tempo todo pairava no ar, começou a orar com sentimento que a palavra não consegue traduzir:

— “Senhor da Vida — exorou, sensibilizando nos profundamente — aqui
estamos para receber, de volta ao nosso convívio, um dos Vossos servidores mais fiéis que, após quase um século de lutas acerbas pela causa do Vosso
Evangelho na Terra, regressa ao Grande Lar, com a consciência do dever
cumprido.

Que as Vossas bênçãos envolvam o espírito naturalmente exaurido, restituindo- lhe as energias que se consumiram de todo por amor do Vosso Nome entre os homens, nossos irmãos! Que do seu extraordinário esforço não se perca, Mestre, uma única gota de suor, das que se misturaram às lágrimas anônimas vertidas por ele no testemunho da Fé.

Que o trabalho de sua profícua existência no corpo físico continue a ser prodigiosa sementeira para as gerações do porvir, apontando o Caminho para quantos anseiam por seguir os Vossos passos...

Senhor, os que tão somente agora, depois de séculos e século de sombras, nos convencemos da Vossa magnanimidade, vos agradecemos por não terdes
consentido que o nosso irmão sucumbisse diante das provas e, em nada, se
afastasse da trajetória que lhe traçaste no mundo — sabemos que, nos momentos mais difíceis, sem que nós mesmos pudéssemos perceber, a Vossa mão o sustentava para que não tombasse sob o peso da cruz que lhe pusestes aos ombros... Nós vos louvamos por terdes realizado nele a obra consagrada do Vosso amor, que, um dia, redimirá a Humanidade inteira.

E que, agora, ainda unidos ao espírito companheiro que soube transformar-se em exemplo de renúncia e de sacrifício, de desprendimento e de abnegação,
possamos dar seqüência à tarefa que iniciastes há dois mil anos, da edificação do Reino de Deus sobre a face da Terra!...

Que a claridade sublime das Altas Esferas não nos faça ignorar os vales de sombras dos quais procedemos e nos quais acendestes, para sempre, a Vossa
Luz... Que não nos seja lícito o descanso, enquanto o orbe planetário, onde
tantas vezes expiamos as nossas faltas, se transfigure em estrela de real
grandeza, a fulgir na glória dos mundos redimidos.

Abençoai, Senhor, os nossos propósitos que são os Vossos e que, hoje e sempre, possamos exaltar Vos o Nome através de nossas vidas!...”
Terminando de orar, Veneranda e Celina se aproximaram de Cidália, que continuava a aconchegar em seu materno coração o espírito que foi nosso Chico, o qual, de quando a quando, estampava cândido sorriso, como se fosse uma criança participando de um sonho bom do qual jamais ousasse acordar.

O silêncio reinante era de tal ordem, que, aos nossos ouvidos, a voz inarticulada da Natureza nos parecia uma sinfonia; de minha parte, confesso-lhes que eu nunca tinha ouvido a música dos astros e nem podia imaginar que o próprio silêncio tivesse voz.

A faixa de luz azulínea que se transformara num arcoíris ainda se mostrava mais viva, e todos permanecíamos na expectativa do que não sabíamos pudesse
acontecer.

Direcionando os sentidos, quis ver, naquela hora, como os preparativos para
o féretro estavam desenvolvendo-se no Plano Físico e, justamente, quando começou a ser entoada a canção “Nossa Senhora” e os nossos irmãos começaram a movimentar-se, dando início ao cortejo, uma Luz indescritível, descendo por aquele leque iluminado que ligava a Terra ao Infinito — a faixa de luz que ali se instalara logo após ter sido armado o velório no “Grupo Espírita da Prece” —, uma Luz que, para mim, era muito superior à luz do próprio Sol e que me acionava a memória para a lembrança da visão que Paulo teve do Cristo, às portas de Damasco, repetiu com indefinível ternura:

— “Vinde a mim, todos os que andais em sofrimento e vos achais carregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.
Aquela Extraordinária Visão, que sequer povoava os meus sonhos mais remotos de espírito devedor, estendeu dois braços humanos reluzentes e, quando notei que o Chico em espírito se transferia dos braços de Cidália para aqueles Braços que o atraíam, digo-lhes que, desde quando fui beneficiado com o laurel da razão,
não tenho recordação de jamais ter chorado tanto...

Aquela Luz, que se humanizava parcialmente para que pudéssemos vê-la,
estreitou Chico Xavier ao peito e depositou-lhe um ósculo santo na fronte e, em
seguida, partiu, levando-o consigo, despedindo-se com inesquecível sorriso dos que continuavam presos ao abismo, sentenciados pelo tribunal da consciência
culpada.

Foi Odilon que, depois de muito tempo, conseguiu falar, comentando conosco:

— Eu sempre que lia as páginas do Velho Testamento, ficava intrigado e colocava em questão a narrativa de que o profeta Elias fora conduzido ao céu por “um carro de fogo”... Agora sei que não se tratava de força de expressão ou algo
semelhante.

(...) Um grande vazio se fez após e, gradativamente, a faixa de luz foi se recolhendo de baixo para cima, à medida em que o cortejo celestial se retirava.

A praça em que nos havíamos reunido já se encontrava praticamente vazia; diversos grupos, procedentes de várias regiões da Espiritualidade, haviam
partido e, agora, os curiosos e desocupados de além-túmulo se aproximavam,
como que para vasculhar os espólios do concorrido velório...

Contrastando com a luz do corpo espiritual de eminentes entidades, esses
outros nossos irmãos se mostravam opacos em seu novo veículo de expressão,
dando-me a impressão de que, embora desencarnados, ainda não tinham rogrado completa emancipação; muitos caminhavam sem qualquer desenvoltura, qual se fossem doentes com dificuldade para mudar o passo...

Identificando- nos na condição de adeptos do Espiritismo e amigos de Chico Xavier, começamos a ser abordados por aquelas entidades infelizes que, aos meus olhos, se assemelhavam a sobreviventes onde houvesse sido travada
intensa batalha. A grande maioria exibia as vestes em farrapos e, além da
obscuridade espiritual à qual já me referi, deixavam exalar de si quase insuportá­vel odor...

— Por favor, auxiliem-nos! — disse-nos um deles, adiantando-se aos demais —Estamos convencidos de que, realmente, o mal não compensa... O que vimos acontecer hoje, aqui...

Olhando-me, significativamente, Odilon comentou:

— Quantas bênçãos a vida e a suposta morte de um verdadeiro homem de bem pode espalhar! Quantos não estarão sendo motivados à renovação íntima, ante
o episódio da desencarnação do nosso Chico! ... Ele que, no corpo, descerrou caminhos para tanta gente, ao dei­xar a vestimenta física, prossegue orientando com os seus exemplos os que se desnortearam além da morte.

Faz-me recordar o que disse Jesus, no capítulo 12, versículo 24, das anotações de João: “Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto”...

COMENTO

Chico Xavier, UM GRANDE BRASILEIRO, entre muitos dos seus legados podemos destacar: dignidade, fraternidade, honestidade, caridade, desprendimento de bens materiais e etc....

Um homem, que passou toda sua vida fazendo o bem e que tinha como missão, difundir o espiritismo e cumprir seu designo espiritual, através da prática do bem e da caridade, sempre repetia a seguinte frase de Allan Kardec : FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.

Um grande espírita, que teve a missão de encarnar no Brasil, com o propósito de ajudar muito, principalmente aos mais pobres, na grande maioria das vezes trazendo conforto espiritual e psicografando mensagens espiritas.

Mesmo tendo só o curso primário, psicografou mais de quatrocentos livros e hoje sua obra literária e reconhecida como a mais completa do espiritismo e pode ser encontrada em quase todo planeta.

CIRO: MAIS UMA VÍTIMA DO LULO-PETISMO.









Reinaldo Azevedo

A humilhação a que a o lulo-petismo, por intermédio do PSB, submete o deputado Ciro Gomes deve ser inédita entre aliados. Ciro recebe, assim, uma dura lição numa quadra da vida em que as pessoas costumam estar se preparando para ser mestres. Quando rompeu com o PSDB, exercitando aquele seu discurso sempre estrepitoso, cheio de palavras fortes que apelam à moral, à honra, à dignidade, conquistou grande espaço na imprensa. Eram tempos em que se opor a FHC costumava tornar as pessoas maiores do que de fato eram. Ainda recentemente, no período de indefinição da candidatura tucana, bastava a Ciro uma viagem a Minas ou uma declaração antevendo a desistência de Serra, e sua visibilidade estava garantida. Nos bastidores, ou nem tanto, costurou um acordo com Lula que previa um Plano B, concorrer ao governo de São Paulo, caso não conseguisse tornar viável o Plano A: disputar a Presidência da República. Como segurança, transferiu o domicílio eleitoral para São Paulo.

Ciro gosta de se mostrar um senhor sabido, também um estudioso da política, daí que seu discurso seja salpicado de termos e expressões oriundos da ciência política. Mas demonstrou uma espantosa ingenuidade — além de ignorar, como já escrevi aqui muitas vezes, a natureza do PT. O que ele imaginou? Garantida a transferência de domicílio, acreditou que Lula realmente o deixaria livre para tentar arregimentar alguns partidos da base aliada para emplacar a sua candidatura? Apostou, em algum momento, que ele e Dilma concorreriam no livre mercado do governismo, e Lula acabaria indicando aquele que se mostrasse mais viável?

Sei lá que diabos se passou pela sua cabeça. Um pouco de teoria política — ou de prática, que ele tem!!! — adverte que não se dá àquele com quem se negocia a vantagem que Ciro deu a Lula: tornou viável o desejo do petista (fazê-lo candidato em São Paulo) e o deixou solto pra capturar todos os partidos com os quais ele, Ciro, poderia potencialmente se aliar, de sorte que este não teria como defender a sua candidatura nem junto ao PSB, que nunca, de fato, a levou a sério.

Nesta fase de pré-disputa, Ciro viu seu patrimônio eleitoral reduzir-se de modo vexaminoso. Dos 22% que já chegou a ter das intenções de voto, caiu para algo aí entre 8% e 9%, desidratado que foi pelo próprio Lula. Na reunião de hoje com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, também presidente do PSB, e com o vice-presidente, Roberto Amaral, foi obrigado a ouvir que a sua candidatura não emplacou, foi pro vinagre, está acabada. Por outra: Lula, o PT e o próprio PSB empurraram Ciro para a derrocada. E agora usam a sua situação ruim nas pesquisas para lhe impor a desistência.

Mas não só isso: o PSB instrumentalizou a sua eventual candidatura para arrancar vantagens do PT nos estados. Ciro foi usado como mercadoria mesmo; trocado por trinta dinheiros com uma desfaçatez como nunca vi. Tenho um aguçado senso de justiça. Mesmo Ciro sendo quem é, quase me solidarizo com ele. À sua maneira e do seu exclusivo ponto de vista, é mais uma vítima do lulo-petismo.

O que lhe resta? Sei lá eu! Fico a imaginá-lo, depois de uma conversa com Lula, o seu verdugo, a declarar apoio a Dilma Rousseff, o que significará, então, o endosso ao “roçado de escândalos”, segundo expressão sua, que une o PT ao PMDB… Seria uma boa forma de ele dilapidar os 8% que lhe restam de reconhecimento do eleitorado brasileiro…

Talvez, dado o andamento da coisa, acabasse lhe ficando bem a neutralidade, já que acredita que o desfecho eleitoral que aí está obedece a uma espécie de urdidura conspiratória. E qual lição pode ter aprendido? Esta:

“NEM SEMPRE O INIMIGO DO MEU INIMIGO É MEU AMIGO!” No caso, pode até ser meu pior inimigo. Romper com o PSDB fez Ciro parecer maior do que era. Aliar-se ao PT o tornou menor do que efetivamente era.

COMENTO

"Bem, na verdade, essa super máquina de cometer crimes e bandidagens, que se encontra no poder da República, cometendo todo tipo de atrocidade, acha que 'pode tudo', o certo é que, a popularidade mesmo comprada com bolsa família, o apedeuta e chefe desta facção criminosa, além de não respeitar a constituição do nosso país, se considera acima da lei e acima do bem e do mal.

Um elemento nocivo e analfabeto, que nunca trabalhou e que recebe três 'poupudas' aposentadorias, entre elas uma, por ter passado uns dias preso, durante a chamada 'ditadura ou ditabranda' e que passou a vida toda em cima de carro de som vociferando e excitando greves no ABC paulista e que ao chegar a presidência da República cometeu muitos crimes como: mensalão do PT, Sanguessugas, Farras com cartões corporativos, tráfico de influência, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, peculato e milhares de outros crimes, deveria no mínimo estar atrás da grades, se este país fosse uma democracia séria, visto que este elemento abominável e nocivo, transformou o país numa (CLEPTOCRACIA), QUE É UM REGIME DE GOVERNO ONDE A CORRUPÇÃO E A BANDIDAGEM É EXACERBADA.

Causa-me estranheza a leniência das autoridades brasileiras com esse banditismo institucionalizado e com a corrupção edêmica, que tanto assola o nosso país.
O pior que que essa super quadrilha de gângsters que está no poder, ainda quer se perpetuar de qualquer jeito, mesmo passando por cima de tudo e de todos. O foro de São Paulo os preparou muito bem para passarem 20 anos no corrupto poder.

E no meio de tantas bandidagens e corrupções, estão nossas FFAA, totalmente desarmadas e sucateadas, nossa segurança pública totalmente definhada e desmantelada, visto que os policiais e militares estão totalmente desmotivados, por conta dos baixos soldos. As PECs 300, 245/249 e a MP 2215-10, o 'maldito' e corrupto governo, como tem maioria no Congresso Nacional, não deixa votar essas materias. Precisamos saír da inércia e dar um basta em tanta bandidagens e corrupções deste sujo e corrupto governo, outro (64), no momento seria muito bem vindo, Certo meus prezados amigos e leitores deste humilde e simples blog"?

quinta-feira, 22 de abril de 2010

A CANDIDATA DA FACÇÃO DOS PETRALHAS, CHAMAVA-SE "VANDA"!







UMA CANDIDATA LINHA DURA QUE CHAMAVA-SE “VANDA"!

A ex-guerrilheira, comandante Dilma Rousseff, quando pertencia a grupos clandestinos, devia se encarregar de assuntos lítero-musicais, já que assegura não ter participado de nenhuma das ações armadas das três organizações terroristas que integrou: Colina, VAR-Palmares e VPR. Também deve ter lido muito a Bíblia com afinco naqueles tempos, daí a insistência em acusar a oposição de “lobos em pele de cordeiro”. Na, vá lá, “entrevista” concedida ontem ao Datena, da Band, a pré-candidata petista mostrou o que sobrou de tanta reflexão Marxista, Lenista e muita falsidade ideológica.

Bem! “Calma, Vanda!” Que suas peripécias vão aparecer durante horário político na TV.
Antes, em um bate-papo descontraído com o "Zé da Maconha" Carlos Minc andou mantendo com os bandidos descolados do Rio. Segundo o ex-ministro do Meio Ambiente, quando Dilma, à frente da Casa Civil, ficava muito brava e dava murros na mesa, ele conseguia apaziguá-la dizendo estas palavras mágicas: “Calma, Vanda, calma!!!” Huuummm… “Vanda” é um dos nomes que Dilma teve na clandestinidade. O nocivo ex-ministro, diga-se, chegado a um verde, que hoje abraçaria troncos de árvore com emoção, já foi menos doce com as pessoas. Quando atuava nas várias organizações criminosas costuma ser muito violento.Será que o bandido é um lobo em pele de Minc(não resisti)? São realmente muitas bandididagens para o meu refinado gosto.

Um pouco de história, no dia 31 de março de 1969, a Vanguarda Popular Revolucionária assaltou o banco Andrade Arnaud no Rio. Os bandidos terroristas, que hoje formam o primeiro escalão do governo Molusco, mataram um inocente, o comerciante Manoel da Silva Dutra. Os megas guerrilheiros, Carlos Minc e Dilma fezeram parte da operação.

DATENA - Não sendo nem um pouco criativo, quando fizeram aquela pergunta para outro bandido e caudilho FHC, ele demorou três horas e meia para responder. A senhora acredita em Deus?

A GUERRILHEIRA DILMA RESPONDEU! Olha, eu acredito numa força superior que a gente pode chamar de Deus. Eu acredito e… E acredito, mais do que nessa força, se você me permitir, eu acredito na força dessa deusa mulher que é Nossa Senhora.

DATENA - Nossa Senhora de Aparecida, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora de uma forma geral (!!!)…

GUERRILHEIRA DILMA - Todas essas múltiplas Nossas Senhoras (!!!) que existem por esse Brasil afora: Nossa Senhora das Dores, das Graças, Aparecida etc..

DATENA - Porque no fundo, no fundo, elas representam é…

GUERRILHEIRA DILMA - Nossa Senhora da Boa-Morte…

DATENA - No fundo, no fundo, Nossa Senhora representa a força que a mulher brasileira tem, certo?

GUERRILHEIRA DILMA - Representa isso, eu acho, e representa uma coisa que todo mundo precisa: misericórdia. Ela representa muito isso. Proteção! Que todo mundo precisa.

COMENTO

Bem meus prezados amigos e leitores, o aspecto mais, bizarro da resposta. Pode ser chato, mas nem a VPR teria mudado isto caso tivesse conseguido implantar a ditadura comunista, nociva e atéia no Brasil: as religiões monoteístas têm apenas um Deus. Assim, Nossa Senhora não é uma “deusa mulher” porque inexistem deuses e deusas no catolicismo — na verdade, no cristianismo. Só existe “Deus”, que se expressa nas três Pessoas da Trindade. O catolicismo reconhece a existência de santos — e Maria, a “Nossa Senhora”, está entre eles, recebendo denominações distintas de acordo com os locais de aparição ou com o tipo de culto que se faça à Santa. Com alguma graça, poder-se-ia dizer que o Deus cristão é, sim, Três em Um, mas Nossa Senhora é Uma em Uma em suas várias manifestações.

O diálogo, como se estabelece num nível elevado, inclusive o teológico, permite que Datena indague em qual Nossa Senhora em particular ela acredita, incluindo uma nova: a “Nossa Senhora de Uma Forma Geral”. E a sapientíssima fala das “múltiplas Nossas Senhoras Brasil afora. E quais são elas? A das Graças (França); a da Boa Morte (Portugal) e a Das Dores, que já era cultuada na Alemanha no século 13… Datena, que só perdeu em cultura religiosa para a entrevistada, arrematou: “No fundo, Nossa Senhora é a força da mulher brasileira”. Ô!!! Quase que ele dizia, Maria nasceu em Garanhuns, Pernambuco! Faltou muito pouco, para isto!!

Então a guerrilheira Dilma é a católica que chama Nossa Senhora de “deusa”, que defende a legalização do aborto e que reza quando há lambança ou balança o avião. Daí seu Deus ser aquela tal “força superior” — ela pode estar confundindo com o Molusco, na qual credita. Mas acredita mais ainda na “Deusa mulher”…

A Comandante Dilma, acusada pelos amiginhos, de ser muito violenta quando estava à frente das organizações criminosas e que dá murro na mesa é mais autêntica, creio. Forçar esse figurino descontraído, “humano”, será que vai funcionar? Talvez os marqueteiros devessem deixar a candidata um pouco mais à vontade. E os companheiros Minc e Franklin Martins bem que poderia acompanhá-la Brasil afora. Ao menor sinal de perda de controle, eles diriam: “Calma, Vanda, Calma!!!”

O alinhamento de Datena com Lula, o PT e Dilma é conhecido. Atuou, durante a entrevista, como um advogado entusiasmado do governismo e tradutor do que ela dizia. Mas o esforço, parece, que não foi bem-sucedido. Queria algo que, afinal, fosse notícia nos sites e nos jornais. Aos cinco minutos (desse trecho), cobra:
DATENA - Me dá uma notícia que vai sair no jornal amanhã. A senhora não me deu nenhuma até agora.

E Dilma respondeu com aquela descontração natural:
“A minha manchete é a seguinte: eu achei a entrevista com você o máximo!”

Bem, é lógico que o fraco apesentador é um desastre e a guerrilheira entrevistada é um desastre muito maior.
Muitas coisas do sujo e nocivo passado desta senhora, vai vir atona quando começar o horário político na TV. Vamos aguardar!

Nos bastidores do Planalto, existe um plano "B", será o seguinte: Molusco se licenciar da presidência, para ser o vice de Dilma, não sei se isto tem embasamento jurídico, isto está me parecendo um golpe desesperado, mas vindo desta facção criminosa pode se esperar qualquer coisa. Certo meus amigos?

E no meio de tanta demagogia, revanchismo, bandidagem e corrupção desta facção exacerbadamente criminosa, que se encontra no poder da República, estão nossas FFAA e os Policiais de todo País, esses flagelados pelos governadores dos vários estados do Brasil.
E os militares pelos dois maiores caudilhos da história da humanidade FHC e Molusco da Silva. Não vamos mais votar em bandidos e caudilhos com ficha suja!!!!
Vamos precionar o Congresso Nacional para votar as PECs 300, 245/249 e a MP 2215-10.