sábado, 8 de outubro de 2011

Os homens de Togas

Por Cardoso Lira

O QUE ME INCOMODA NÃO É O GRITO DOS MAUS, E SIM, O SILÊNCIO DOS BONS” (Martin Luther King).

"O aviltamento do Marxismo pelos oportunistas corruptos, que estão no poder, nestas premissas, nenhum farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história".(Cardoso Lira).

"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)

‎"Nobreza de quem concede, lealdade, glória, honra e continência a quem merece receber". (Cardoso Lira)

Muito bem, os digamos "magistrados"; uma célula mais específica que domina hoje o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) articula uma proposta no mínimo ousada para colocar um cabresto na corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon. Com o discurso estranho e pouco ortodóxo de que pretende preservar os digamos "poderes" do CNJ, o conselheiro Sílvio Rocha, juiz federal de São Paulo, quer que todas as investigações, antes de serem abertas, sejam submetidas ao plenário do abominável conselho. Composto em sua maioria por magistrados ligados ao PT, o plenário, diria o que pode ou não ser investigado. É lógico que eles não querem ser investigados. Neste imbrógio facinoroso tem dedos sujos dos petralhas, esssa super organização criminosa, que hoje se encontra no poder da República locupletando-se do erário público sem nenhum controle.

"O futuro cobrará justiça, daqueles que tentaram falsificar a própria história" (Cardoso Lira)

"A vida é a espera da morte, por isso faça de sua vida, um bom passaporte"


"Nenhum homem morrerá por afirmação de suas atitudes". (Nietzche)

"Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão." (Eça de Queiroz)

Práxis, em seu sentido mais amplo, é a atividade humana em sociedade e na natureza.

Karl Marx e a práxis revolucionária, algumas das teses sobre Feuerbach, em a Ideologia Alemã e em (A Sagrada Família), Marx desenvolve o conceito de práxis ao criticar o materialismo, o idealismo e o estado burguês.


Forças Armadas não são covil de ratos!

Artigo no Alerta Total


Por José Geraldo Pimentel


Em pouco tempo tem-se conhecimento das mortes por suicídio do Cel MB R/1 (PTTC), Tsuyoshi Harada, e do Sub oficial enfermeiro da Marinha, Nicácio (NICK), sem contar os suicídios de três generais no Haiti, Juiz de Fora e Brasília. Alguma autoridade do alto escalão das Forças Armadas tomou conhecimento ou se preocupou com as causas dessas mortes? Tudo indica que não!

É a consequência de sermos comandados por um bando de energúmenos, covardes e bajuladores, que estão destruindo a instituição militar. Esses vendilhões da pátria só estão pensando nos seus próprios interesses, se locupletando do erário e pensando em ganhar uma boquinha ao passarem para a reserva. A tropa que se lixe!

Esta semana as crianças da escola vizinha ao condomínio em que resido, desciam a ladeira, quando percebem que um roedor saiu do mato e correu para uma fenda, desaparecendo num buraco coberto por uma tampa de cimento. No local fica a instalação de uma rede de água. A criançada começou a bater na tampa, até que o animal saiu da toca e procurou ganhar a rua. Mas não foi feliz. Recebeu uma paulada e mais uma, ficando de dorso, com a barriga para cima. Não sei se pedindo clemência ou morrendo, em seus últimos estertores de vida. Ali permaneceu com os seus pequenos algozes a sua volta. O roedor era um gambá.

Não faz tempo e uma de minhas filhas encontrava-se no Novo Leblon, na Barra, na casa de uma amiga, quando percebeu no mato, a poucos metros de distância, que um gambá fêmea tinha sido morto atacado por um cão. Ao lado do animal pareceu que alguma coisa se mexia. Aproximou-se e viu dois filhotes que saíram da barriga da mãe. Sobreviveram ao ataque do cão. Rápido a garota pegou os filhotes de gambá e levou para dentro da casa. Os animais foram cuidados e depois apareciam em uma caixa de papelão conduzidos pela garota em minha residência, um apartamento. Cuidados e alimentação à base de miolo de pão e leite. E agasalho. Não demorava e os gambás se transformavam em animais de estimação, subindo na cama e dormindo enroscados nos cabelos da garota.

Queria dizer que há muitas maneiras de se dar atenção a um ser, seja uma criatura humana ou um simples roedor. Neste processo seletivo de zelo pelas coisas, algumas vezes os cuidados não estão presentes aonde deveriam estar por dever de ofício.

Imagine se um chefe militar tem esta preocupação com os seus comandados! Pelo visto não têm, não. A falta de humanidade está presente nos corações de pequenos seres em fase escolar, como a está no coração de um comandante de uma força militar.

Em recente reunião o ministro da Defesa, Celso Amorim, se disse preocupado com o descaso com o equipamento das Forças Armadas. A lembrança da situação remuneratória da tropa passou ao largo.

Na vida real, longe dos gabinetes dos chefes militares, corre a notícia do suicídio do Sub oficial enfermeiro da Marinha, Nicácio (NICK), que com dificuldade financeira, matou-se ingerindo uma quantidade de veneno. E não foi o último. Faleceu no final de setembro, dia 26, no QG da 5.ª RM - Curitiba, PR, o Cel MB R/1 (PTTC), Tsuyoshi Harada, Asp dez de 1974, nascido em 25/12/1050.

O Cel Harada suicidou-se no alojamento do quartel da RM no início do expediente, com um tiro na boca. Alguém procurou saber, por exemplo, as reais causas que levaram três oficiais generais ao suicídio, em menos de dois anos; no Haiti, Juiz de Fora e em Brasília? A história que veio à público não me convenceu. Seria humilhante para a instituição militar revelar que oficiais de alta patente se mataram por se verem em situação de extremo desespero, motivados por crises financeiras. Os nossos companheiros têm se matado para que as famílias possam usufruir de um pecúlio salvador!

Os chefes militares que estão em uma posição privilegiada, imunes a estes ’pequenos’ contratempos financeiros, pouco se lixam que a tropa ou velhos companheiros rastejem na porta de um banco implorando um empréstimo, muitas vezes negado em função da idade que não contempla um empréstimo consignado, a operação bancária em que o pagamento da dívida é descontado em folha de pagamento. O transtorno é generalizado.

A perda salarial acumulada já ultrapassa o percentual de 135 %. E daí? Dirão alguns. Militar tem que saber controlar as finanças e viver com o que ganha. O reajuste salarial quando sai, deixa de ser justo, pelas razões apresentadas pelo ex ministro da Defesa, Nelson Jobim. ‘Os militares pertencem à carreira de Estado, mas o efetivo é grande’, alegou o ministro.

A polícia de Brasília, as polícias rodoviária e federal que recebem da mesma fonte, o governo federal, não sofrem esta restrição, recebendo um delegado federal mais do que um general comandante de uma grande unidade, de um departamento, etc. Corrigir estas distorções não faz parte das preocupações de quem está no patamar da carreira, comandando uma Força.

Sabem porque um comandante do Exército, por exemplo, citando nominalmente o general Enzo Peri, não toma uma atitude pleiteando um aumento, por não querer se expor perante o governo. Faz-se de desentendido diante da roubalheira que grassa em todos nos níveis da administração pública. Não vê, não escuta, não fala!

Este senhor não difere em nada dos corruptos que comandam a nação. Veja-se o registro criminal de sua passagem pelo DEC e Instituto Militar de Engenharia. Quem tem o rabo preso não discute para não ser lembrado. Ele deveria ao menos ter um pouco de dignidade e pedir a exoneração do cargo. Mas repete o conselho do ex presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, o mais imoral e anti- ético mandatária da história republicana do país. Disse o chefe dos quarenta ladrões, assim apelidado por ex procurador da república: ‘O político tem que ter casco duro’, e resistir no cargo, sem pedir demissão!

Só vejo uma saída para tirar a tropa dessa situação de vexame. Invadir o gabinete do QG em Brasília, o ex Forte Apache, agora ‘pau de galinheiro’, destronado da Esplanada dos Ministérios e confinado nos fundos de uma favela qualquer do Distrito Federal; e arrastar pelo colarinho este comandante de merda, covarde, que está aí para enfeitar o cargo e ser esculachado pela presidente da república, que não admite que um oficial general adentre um elevador com a sua presença, ou assista a um desfile militar no mesmo palanque das autoridades civis. Ela é alérgica à presença de militar!

Os chefes militares por não se darem ao respeito passaram a ser tratados como uns cachorros. Não cães de estimação que são carregados no colo, e recebem todo o carinho!

Precisamos retomar o rumo dos acontecimentos, antes que seja irremediavelmente tarde! Quer um exemplo de como estamos dando um passo atrás? Uma ministra chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, uma garotinha mimada que à época da revolução de 1964 ainda não havia nascido, desfila pelos corredores do Congresso Nacional exigindo a aprovação de um Decreto de Lei, denominado Comissão Nacional da Verdade, com o intuito de repetir o que vem ocorrendo na Argentina, Chile e Uruguai, onde militares estão sendo presos, julgados e condenados a trinta anos e, muitos, à prisões perpétuas. A pelutância é tamanha que determinou ao governador do estado de São Paulo que mandasse a polícia militar retirar de seu site, na página da ROTA, a frase alusiva ao dia 31 de março de 1964. Os briosos policiais da ROTA acovardaram-se e cumpriram a ordem!

Atualmente uma ordinária qualquer pisa no pescoço das Forças Armadas e da Polícia Auxiliar. Não surge nenhum militar ou policial de brio para enfrentar esta manda-chuva de meia tigela. Os nossos bravos defensores da pátria medraram, e capitulam diante da idiossincrasia de qualquer ordinária que se travesti de autoridade e se julga mais importante do que organizações militares e policiais centenárias.

Os nossos militares e policiais do passado devem estar se contorcendo de raiva em suas sepulturas, envergonhados dos seus sucessores que medram covardemente diante de uma vadia qualquer!

O sonho dourado dos ex terroristas e ex guerrilheiros de plantão é colocar em prática o seu revanchismo odioso. Submeter ao vexame e execrar quantos se opuseram à marcha em direção a formação de uma república do proletariado. Os comandantes militares aprovaram a ideia, na suposição de que a comissão irá apenas fazer um registro dos acontecimentos que giraram nos anos 64/74. Entregam os companheiros de farda em uma bandeja de prata!

Se não lutarmos, dezenas de companheiros serão massacrados com o consentimento tácito dos nossos falsos líderes militares! ‘Não fizemos parte da Revolução!’ E lavam as mãos.

José Geraldo Pimentel é Capitão Reformado do Exército Brasileiro.

Postado pelo,(Lobo do Mar).

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

FORÇAS ARMADAS DO BRASIL

Publicado em Julho 25, 2011 por liciomaciel


Como os comandantes das Forças Armadas podem ainda aceitar conviver com o poder público que os tratam como uma escória de nossa pátria? Falta de vergonha deste nocivo governo, cumplicidade, subordinação a corruptos, prevaricadores, omissão, covardia ou suborno?

Diante da avacalhação moral e jurídica em que está afundado o Brasil tenho me perguntado o que está acontecendo com as Forças Armadas, que antes de se sentirem obrigatoriamente subordinadas a traidores de nossa pátria, têm a pétrea responsabilidade de não permitir a desagregação das relações sociais que implique na quebra do mínimo respeito pelos princípios de ordenamento social, econômico e legal que estão claramente definidos na Constituição.

Será que a aparente e mentirosa estabilidade econômica, fundada no endividamento irresponsável dos cidadãos assim como, e principalmente, do Estado, estabilidade pregada pelas vozes de ignorantes, cúmplices ou canalhas esclarecidos, justifica permitir a transformação do país em um Paraíso de Patifes, melhor dizendo, em um futuro falido Paraíso de Patifes, com um incontrolável aumento da dívida interna e um crescente e criminoso esfacelamento jurídico tomando conta das relações público-privadas?

Muito oportuno um documento escrito pela Juíza Dra. Marli de Nogueira que está sendo
divulgado na internet e que examina alguns aspectos da trajetória das Forças Armadas em um período recente de nossa história e como tem sido tratada durante a Fraude da Abertura Democrática.
Como cidadão, que aos sessenta anos trabalha mais de 10 horas por dia para ter
uma vida honesta e digna, e que hoje tem orgulho do papel dos militares na luta contra a canalha do comunismo genocida, pergunto aos comandantes militares:
o que aconteceu com a Instituição que, atendendo ao pedido da sociedade, evitou em 1964 uma catástrofe comunista e social no país, mas atualmente permite, em silêncio, que a sociedade seja empurrada para o desfiladeiro da degeneração
moral quase que incontrolável provocado principalmente pelo apodrecimento dos Poderes da República?

- Se acovardaram diante da horda de meliantes nascida no submundo comuno-sindical, e diante de que tipo de armas isso pode acontecer?

- Acham que não têm mais responsabilidades com o país, mesmo diante da transformação do poder público em um covil de negociações espúrias controlado por corruptos e
prevaricadores?

- Aceitam passivamente o funcionamento de uma Justiça seletiva e relativista para
tratar dos crimes dos apadrinhados pela Máfia do Poder Público que domina o país, com seus Tribunais Superiores se apresentando muitas vezes como lacaios de
interesses econômicos e sociais inconfessáveis ou criminosos?

Se corromperam de forma semelhante aos milhares de esclarecidos canalhas
subornados pelo submundo da corrupção que controla o poder público?

- Mudaram de lado e agora acham que o petismo é a ideologia a ser respeitado mesmo
sabendo que seus fundamentos são quase literalmente iguais ao decálogo de Lênin?

- Aceitam de bom grado o esfacelamento moral, material e operacional de seus
comandados e de seus instrumentos do exercício de uma nobre missão e profissão, que é defender nossa integridade territorial, econômica e social, enfim, nossa Pátria?

- Aceitam calados que as Casernas sobrevivam à mingua de recursos até para
alimentar adequadamente seus soldados, enquanto bilhões escorregam impunimente pelos ralos da patifaria da corrupção, do vergonhoso superfaturamento de
obras públicas, e da sistemática, redundante e reincidente prevaricação
como norma de comportamento, quase sempre impunes?

Não importa a escolha dentre os aspectos acima enumerados, pois todos são gravíssimos, denunciando uma postura lesa-pátria daqueles que deveriam defender o país do apodrecimento de sua integridade moral e de suas relações sociais com
seu sangue, assim como fizeram durante o Regime Militar para combater a ameaça
terrorista comunista.

É importante não confundir tropa com comandante, pois a sociedade tem demonstrado
o respeito que ainda mantém pelos militares, já começando a ficar muito claro que as bases econômicas e sociais, grandiosamente construídas pelo Regime Militar, foram e estão sendo todas destruídas ao longo da Fraude da Abertura Democrática, com os canalhas começando a se assustar com o cada vez maior reconhecimento da sociedade
pela gestão do país durante o Regime Militar, comparativamente à construção de um Paraíso de Patifes pelos desgovernos civis, sendo esse o principal
motivo da sistemática perseguição às Forças Armadas através de posturas irresponsáveis motivadas pelo petismo, uma desgraça de ideologia fascista que
procura, a qualquer preço, diminuir a reconhecida grandeza das Forças Armadas do país na sua luta contra o comunismo genocida.

Quem tem consciência crítica, mesmo que esteja sendo subornado, sabe perfeitamente que, comparativamente, o país perdeu e muito com a inoportuna e antecipada entrega do poder aos civis.

Transformar o país em um Paraíso de Patifes não era o objetivo da Abertura Democrática.

Durante o regime militar quando canalhas corruptos se atreveriam a desafiar a
autoridade de um presidente?

Durante o Regime Militar quantos comandantes ficaram milionários à semelhança
dos corruptos e prevaricadores cúmplices das Oligarquias e das Burguesias de Ladrões que se organizaram durante a Fraude da Abertura Democrática?
– Até agora ninguém apontou nenhum e, durante o Regime Militar, quem se
atrevesse, independente de patente, a praticar atos de corrupção ou prevaricação, iria parar em um presídio militar sem dó nem piedade.

Uma presidente que não respeita as Forças Armadas também não merece o seu
respeito, pois enquanto destila uma inconsequente e irresponsável hipocrisia no trato da malha de corruptos do Ministério dos Transportes, sabemos
que foi cúmplice por omissão ou participação direta na disseminação do vírus da corrupção durante o desgoverno do seu antecessor e padrinho político.

A mentira marqueteira da faxina é uma agressão, mesmo para quem tem “cérebro” de
ameba com dois neurônios tico e teco, pois a mesma presidente que se finge de durona foi uma ativa participante de tudo o que está errado no poder público central, que foi meticulosamente forjado durante sua passagem pela Casa Civil sem o seu claro ou público questionamento.

Vamos lembrar, resumidamente, com alguns dados retirados de um oportuno artigo de
Rodrigo Constantino como foram exercidos, durante o desgoverno anterior, alguns dos papéis desempenhados pela atual presidente enquanto esteve na Casa Civil do seu padrinho político:

- foi uma ministra poderosa durante o escândalo do mensalão que, provavelmente, não
via nem ouvia nada, apesar das canalhices acontecerem em gabinetes vizinhos, ou no seu próprio, durante sua gestão na Casa Civil;

- alçou, mais tarde, ao elevado posto de ministra-chefe da Casa Civil sua aliada
próxima, Erenice Guerra que caiu envolta em escândalos de corrupção e nepotismo e, mesmo assim, teve o prestígio de comparecer à posse da presidente como convidada especial da própria, demonstrando que o jogo do poder presidencial não tem fronteiras morais; foi cúmplice de Lula, que foi cúmplice de Delúbio soares e José Dirceu, tudo vinho apodrecido da mesma pipa e até hoje não deu explicações sobre o destino dos US$ 2,6 milhões roubados do cofre de Adhemar de Barros pelo grupo guerrilheiro VAR-Palmares do qual fazia parte.

Obrigado Rodrigo por refrescar a memória curta de uma sociedade que se apresenta com um índice de estupidez cada vez mais profundo, com boa parte de sua classe média sendo quase convencida de que a presidente não está enganando todo mundo com sua aparente revolta com a malha da corrupção e sua faxina de mentirinha em que ninguém vai preso ou paga a conta dos roubos praticados.

A presidente precisa, por lealdade ao seu padrinho – e profunda deslealdade à nossa
pátria e aos que voltaram na sua candidatura – proteger da Justiça a hedionda herança de corrupção e prevaricação permitida por seu antecessor, o
responsável direto pela sua subida ao poder em um vergonhoso estelionato eleitoral, durante o qual que frequentou palanques para a inauguração de pedras fundamentais que nunca deixaram de serem pedras, obras inacabadas, obras feitas a toque de
caixa para ganhar votos, e obras que já ruíram no mar da patifaria do superfaturamento calhorda e da realização de estruturas incompetentes e desonestas.

Os comandantes militares não precisam dar um Golpe de Estado para tirar o país das
trevas das trilhas da degeneração abertas pelo PT.

Basta demonstrar para a sociedade que não estão pactuando com uma traição
lesa-pátria que, de tão grave, justificaria em tempos “menos democráticos” a deportação ou o fuzilamento de no mínimo quarenta e um
meliantes mentores e executores da destruição do país. Essa demonstração deve
ser feita com a recusa dos comandantes das Forças Armadas em se postarem dentro e junto de um poder público marcado por quase diárias denúncias de
corrupção. Devem se recolher aos quartéis e cumprirem com suas obrigações profissionais, mas exigindo do desgoverno Dilma a paralização imediata e sem negociação do esfacelamento financeiro, material e moral das Forças Armadas,
pois isso representa uma agressão primária e direta a segurança externa
e interna do país e nenhum presidente pode dispor desse poder, mesmo que seja
eleito pelo voto direto em estelionatos eleitorais.

Será que o desgoverno Dilma iria invadir os quartéis com as “Forças Especiais” das
Policia Federal, da Polícia Civil e da Polícia Militar para prender seus comandantes?

Não. Ela ainda tem algum juízo.

Não adianta comprar aviões ou construir submarinos quando nas Casernas falta até
comida para uma correta alimentação de nossos soldados.
Quem discute hoje a segurança interna e externa do país? – As Forças Armadas?
Não e, no máximo, podem dar alguns pitacos para os ouvidos vazios de podres
Poderes da República Fascistas.

Com a criminosa Fraude da Abertura Democrática, o poder público, durante os
desgovernos civis, tem sido cada vez mais desqualificado pelos seus atos ou omissões como o mais corrupto de nossa história.

Enquanto em outros países os soldados são tratados como heróis, no Brasil, além de
não terem a menor consideração por parte do poder público petista, os soldados são tratados pela sociedade dos patriotas mortos como parte da escória da sociedade, o que não é compartilhado pelos cidadãos comuns dignos e honestos, que reconhecem cada vez mais nas Casernas símbolos de honra, dignidade e respeito, tendo de forma
crescente saudades do tempo em que se podia sair de casa e voltar sem o relevante risco de ser assaltado ou morto, e do tempo em que o Poder Público
servia aos contribuintes e não, preferencialmente, às quadrilhas de corruptos e prevaricadores.

No Brasil bandido na cadeia ganha mais – sem trabalhar – dinheiro preso do que um soldado a serviço da pátria.

A esquerda fétida tomou o poder no país e demonstrou, como em todos os países onde
governou, que é uma bosta de ideologia assassina, corrupta e prevaricadora.

Geraldo Almendra


Comento

Concordo plenamente com o autor deste manifesto, e ainda afirmo que; sem sangue não vamos conseguir mudar esse quadro lastimável e caótico que aí está. Precisamos saír da inércia; do contrario seremos exterminados pelo governo dos malditos petralhas, essa maldita máquina de corrupção, crimes e bandidagens que se encontra no poder da República.

E essa petralhada estúpida e covarde, ainda insiste na ideia paranóica de criar instrumentos pseudo-legais para controlar, de alguma forma, a gestão dos meios de comunicação e, por conseguinte, interferir em seu conteúdo. A Facção criminosa que se encontra no poder, volta a defender a estratégia pretensamente democrática de “Consultas Públicas” para recolocar em discussão, para aprovação goela abaixo da sociedade, do famigerado “marco regulatório da mídia” – proposto pelo ex-RM-8 o abominável e um dos mais sujos da facção do PT, Franklin Martins, a Presidente no inicio do governo, preferiu deixar de lado, mas agora algumas células desta organização criminosa, estão pressionando o nucleo central do corrupto governo dos Petralhas.

"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas corruptos, que estão no poder, nestas premissas, nenhum farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história".(Cardoso Lira).

"O futuro cobrará justiça daqueles que, tentaram falsificar a própria história".(Cardoso Lira)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Quando é que terminam as férias da Rousseff?

Muito bem, deixa estar e aí está, pagas com o erário público, as férias da Dilma não acabam nunca? Enquanto isso, aqui no Brasil dos petralhas, a inflação aumenta, os juros não caem, a economia padece e a crise financeira fabricada pela ONU, mostra as garras para o nosso país. (É a Geopolítica globalitária, fabricando uma nova religião), para manobrar as massas.

Dilma Rousseff tomou café ontem em Sófia com a prima Tsana, sua parente mais próxima na Bulgária, que a acompanharia hoje na visita a Gabrovo, cidade natal do pai da presidente.

Como diz o tio Rei, da Veja, "A Bulgária é a Mombaça de Dilma. O que ela foi fazer lá, com o avião lotado de digamos "autoridades petistas", com tudo pago pelos cofres públicos? Hum!!!Qualquer coisa que os petralhas façam tem cheiro de corrupção, bandidagem e crime.
Facçãozinha abominável essa que se encontra no poder, certo?

"O futuro cobrará justiça daqueles que tentaram falsificar a própria história".(Cardoso Lira)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

O petismo como doença moral e falta de ética com tendência a corrupção e ao crime organizado

Por Flávia Foreque e Ana Flor na Folha Online.

Servidores da Educação gritam ‘fora Dilma’ e fecham via no DF

Depois de mais de duas horas bloqueando o trânsito na avenida em frente ao Palácio do Planalto, servidores federais da área da Educação - em greve há dois meses - deixaram o local. A saída ocorreu após serem recebidos por assessores da Secretaria Geral da Presidência da República. Eles, entretanto, prometeram voltar se não forem recebidos pela ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) ou pela presidente Dilma Rousseff. Com gritos de “fora Dilma” e críticas à gestão da Educação tanto do governo atual quanto o do ex-presidente Lula, os cerca de 400 manifestantes, segundo estimativa da Polícia Militar, pedem reajuste de 14,6%. Eles passaram mais de duas horas sentados na pista do Eixo Monumental, bloqueando todas as seis pistas. Tentavam chamar a atenção dos ministros com gritos de ordem e vuvuzelas. O grupo do Sinasefe (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica) engloba professores, técnicos e servidores administrativos da área da Educação em nível federal.

São ligados ao Conlutas, que representa sindicatos dissidentes da CUT e ligados ao PSTU e PSOL. Além do “fora Dilma”, o grupo gritava “Dilma, que papelão, no país da Copa não tem educação”. Eles também carregam um caixão em tamanho real, com faixas pedindo 10% do PIB para a Educação. Na semana passada, o grupo protocolou um pedido de audiência com a presidente Dilma Rousseff e com a ministra Gleisi Hoffmann. Além do reajuste, os manifestantes pedem a destinação de 10% do PIB à Educação e melhor infraestrutura para a expansão dos institutos federais. A valorização dos servidores da Educação, em especial os professores do Ensino Básico foi promessa de campanha de Dilma. “O governo que dizia ser dos trabalhadores não aceita negociar com grevistas”, diz Érica Souza Tupirá, servidora grevista. Segundo ela, o grupo foi recebido pelo MEC (Ministério da Educação), sem sucesso. Pelo menos 50 seguranças do Planalto e policiais militares acompanham a manifestação.


Comento


Parece que os grandes déspotas da república resolveram se unir. No DF tem os petralhas, no Ceará tem um tal de Cid Gomes, em pernambuco um outro petista está fazendo a festa com o erário público, alguns ex-ministros do PT resolveram exagerar na bandidagem e na corrupção. É isso uma luta do mal contra o bem e essa batalha é desigual, por mais difícil que pareça o mal está ganhando. Vejam só o sucesso dos petralhas. Cadê e por andam as Forças Armadas? Será que um dia vão se armar novamente?


Financial Times chama Dilma de hipócrita.

O jornal Financial Times ironizou nesta terça-feira os conselhos fiscais que a presidente Dilma Rouseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, vêm dando ao mundo desenvolvido para resolver a crise. "Soa um tanto hipócrita", afirma o blog beyondbrics. O texto, de Samantha Pearson, se refere principalmente às declarações de Dilma ontem em Bruxelas, na Bélgica. "Sim, você leu certo. O país que está em 152º lugar no ranking do Banco Mundial por seu pesado sistema tributário está dando conselhos sobre impostos restritivos." O jornal também mostra a contradição entre o discurso de Dilma contra o protecionismo na ONU e a elevação do IPI dos carros importados no Brasil, dias antes. O FT também lembra que o Banco Central brasileiro interfere diretamente no câmbio através da compra de dólares, desde o começo dessa crise. Esse seria o motivo do governo ter uma expressiva reserva cambial.

"O futuro cobrará justiça daqueles que tentaram falsificar a própria história" (Cardoso Lira)

domingo, 2 de outubro de 2011

O antigo Testamento e Apocalipse

Por Cardoso Lira

O Antigo Testamento cobre milhares de anos de história. O objetivo é proporcionar uma visão panorâmica dessa história, trazendo assim uma melhor compreensão dos fatos registrados nos livros sagrados antigos. Quando lê-se o livro de Ester é quase impossível ter idéia de quando os fatos ali narrados ocorreram, visto que o livro não traz pormenores acerca do seu contexto histórico e o pouco que traz está dissimulado atrás de nomes alternativos, que de outra forma poderia estabelecer uma correlação com algum outro livro ou fato. O rei Assuero, que aparece na narrativa inicial do livro de Ester, não aparece com este nome em nenhum outro lugar do Antigo Testamento, muito embora seja mencionado em outros textos.

Assim, é imprescindível um conhecimento básico da história do Antigo Testamento. Um dos meios mais práticos de obteremos este conhecimento panorâmico do Velho Testamento é o estudo das Dispensações, ou melhor, das cinco primeiras dispensações, visto que as outras duas já estão localizadas no Novo Testamento. Quais são as dispensações que cobrem o período do Antigo Testamento? São elas: Inocência, Consciência, Governo Humano, Promessa e Lei. As duas outras, Graça e Milênio estão relacionadas ao tempo presente, o tempo da Igreja ou dos gentios e ao final dos tempos, no reino messiânico sobre a terra.

Todas as dispensações apresentam um programa que é basicamente o seguinte:

a. Uma revelação da vontade de Deus para o homem

b. O juízo divino sobre a desobediência a esta revelação

Inocência: Gênesis 1.1-3.24

Este pode ser o maior dos períodos do Antigo Testamento ainda que compreenda apenas os três primeiros capítulos de Gênesis, desde a Criação até a queda Adão. O período histórico é extenso principalmente pelo fato da crença quase que universal que os dias da criação não eram dias comuns, mas sim eras de milhares e milhares de anos, conforme subentendido pelo significado hebraico do vocábulo “YOM”, dia. Este é um fato que pode ser comprovado até mesmo no próprio Gênesis, se comparamos Gn.2.4 com o capítulo 1.

A determinação divina neste período para o homem, no caso Adão era: Não comerás do fruto da árvore da vida. O juízo seria: Porque no dia em que dela comerdes, certamente morrerás.” Além disso, Adão fora posto no jardim com o propósito de lavrar a terra e cuidar do jardim (Gn. 2.15) e, implicitamente, cuidar de sua família, composta até este instante dele e de sua esposa. Mas Adão desobedeceu as determinações divinas e o resultado foi a sua expulsão do paraíso, do jardim do Éden. As consequências do seu ato foram funestas, tanto para si, como para toda a raça humana.

Os principais fatos deste período são:

a. Criação do universo

b. Criação da terra e dos animais

c. Criação do homem

d. Instituição do matrimônio e da família

e. O primeiro pecado: Queda do homem

f. A primeira promessa messiânica: a semente da mulher

g. Instituição dos sacrifícios expiatórios

h. Maldição da serpente, da mulher, do homem e da terra.

Consciência: Gênesis: 4-8

Tendo agora consciência do pecado e do mal que ele representava, coube ao homem escolher entre o bem e o mal. Ao seu lado ele tinha sua consciência que acusava-o o aprovava-o em suas atitudes. Mas o resultado era de se esperar: longe de Deus, o gênero humano mergulhou num profundo processo de degradação moral, a ponto da própria linhagem santa se misturar com os pecadores. Diante do quadro de total depravação humana Deus anuncia o Dilúvio e chama a Noé. O juízo se deu na forma do Dilúvio e a vida que havia no seco foi varrida da face da terra. Somente Noé e sua família foram tidos por dignos de serem poupados.

Os principais fatos da Consciência são:

a. O primeiro homicídio

b. O primeiro polígamo

c. A corrupção do gênero humano

d. A separação de uma família

e. O dilúvio: as primeiras chuvas

O Governo Humano: Gn. 9-11

Com Noé Deus estabelece um novo pacto, no qual cabia ao homem espalhar-se sobre a face da terra, habitá-la, dominá-la e multiplicar-se nela; uma clara repetição dos primeiros propósitos revelados a Adão. Deus cooperaria com o homem, no sentido de que haveria nos animais o pavor do homem e assim o homem não seria dizimado pelas feras, que certamente haveria de proliferar-se rapidamente nesta nova fase do mundo.

Estabelece-se a pena capital para os crimes de sangue, sendo que ao homem foi dado autoridade para vingar a morte de alguém, ferindo da mesma forma ao agressor. Mais uma vez o homem falhou no cumprimento das prescrições divinas e o juízo se fêz manifestar na confusão das línguas de Babel. Este juízo provocou a dispersão da raça humana pela terra e assim surgiram as nações antigas do mundo.

Os destaques deste período foram:

a. O pacto noaico

b. A instituição da pena capital

b. Babel: desobediência e juízo

Promessa: Gênesis 12-50

Deus criou um homem à sua imagem, reto e este falhou. Deus recomeça seu plano de redenção da humanidade separando uma família, a de Noé, o homem falha novamente. Uma terceira tentativa é feita por Deus. Desta vez, comprometido com o pacto noaico, Deus não pode enviar um outro Dilúvio, muito embora a terra estivesse em situações semelhantes e um tanto pior, visto que após o Dilúvio formaram-se as religiões idólatras. Assim, uma nova etapa da redenção começa: Deus agora elege, segundo a graça, um homem, Abrão e o chama para fora do mar de corrupção em que vivia. Deste homem Deus que formar uma nação sacerdotal com propósitos especiais. Abrão sai de Ur dos Caldeus apenas impulsionado por uma palavra vaga, que exigia dele toda a sua fé: “Vai para a terra que eu te mostrarei.” A promessa para a obediência era enorme e de alcance mundial (Gn. 12.1-3). Abrão passa pelos testes que lhe são impostos da parte de Deus e é aprovado. Assim ele recebe a promessa da terra de Canaã para a sua semente. O único inconveniente era que a sua semente seria peregrina em terra estranha, onde sofreria os revezes da escravidão. Tudo isto, porém, com propósitos definidos.

Na Promessa temos como fatos mais importantes:

a. Abraão: o canal de benção para o mundo

b. Nasce o povo da redenção: da semente da mulher, da semente de Abrão.

c. A promessa da terra

d. Formação do povo: primeira parte

A Lei: Êxodo a Malaquias

Esta dispensação é a mais rica em fatos e elementos, bem como em informações. O povo de Israel, que havia descido ao Egito com 70 almas, tornou-se uma grande nação, capaz agora de subjugar os cananeus que estavam na terra da promessa. Esta nação, porém, não conhecia o seu Deus perfeitamente (Êx. 6.3) e agora Deus chama um outro homem, Moisés, preparado de sob sua especial supervisão para libertar o seu povo, o povo da redenção, da escravidão egípcia. Este homem, preparado para ser um Faraó detinha certamente capacidade suficiente para a realização da empreita que lhe seria confiada, porém, apenas a formação humana e secular era insuficiente e ele necessitou de mais uma etapa de aprendizado, no deserto, onde encontrou-se com o Senhor face a face.

A primeira parte da formação do povo estava completa. A nação judaica, tendo como tutora uma das maiores nações do mundo da época, estava pronta para passar à segunda fase do processo de formação. Eles eram um povo, mas ainda não tinham leis, não tinham líder, não tinham terra e, principalmente, não tinham um sistema padronizado de culto como as demais nações, apesar de idólatras, possuíam. Moisés foi o grande líder levantado por Deus, mediante quem Ele entregou ao povo de Israel as Leis que viriam regulamentar sua vida espiritual, moral e civil. Estas leis foram ensinadas ao povo enquanto estavam marchando para Canaã e, uma vez, lá estaria concluído o processo de formação do povo da redenção, o povo de Deus.

Israel em Canaã

Uma vez na terra prometida por Deus este povo passou por etapas diversas. Um resumo histórico deste período é o seguinte:

a. O período das conquistas: sucessos e fracassos

O fracasso de Israel em Canaã se deu por causa da desobediência do povo na subjugação dos cananeus. Deus havia feito advertências quanto às consequências que se seguiriam se estes povos não fossem completamente exterminados. Os cananeus fizeram errar a Israel, e com isto muitos infortúnios sobrevieram à jovem nação. Israel somente foi derrotado em momentos que se encontrava longe do seu Deus, doutra forma nenhum inimigo susteve diante dele.

b. O período dos juízes: anarquia, opressão e livramento

Estes personagens, dentre os quais temos alguns famosos como Sansão, eram os chamados SHOPHETIM. Estes homens eram mais que árbitros, constituindo-se em libertadores do povo, defensores de uma causa, responsáveis muitas vezes pela soberania da nação judaica. Eram líderes que acumulavam funções civis e muitas vezes também funções religiosas, como no caso de Samuel. Carismaticamente dotados pelo Espírito Santo para reger a nação em tempos de crise. O termo “juízes” é usado em escritos antigos dos cananeus como um sinônimo de rei.

O período regido por estes homens compreende o espaço de tempo entre a morte de Josué e a subida de Saul ao trono. Estes primeiros 300 anos na terra prometida foram uma alternância de opressão e livramento. Um período de grandes proezas. Agora que se achava em sua terra, a nação carecia de um governo forte. Era uma confederação de tribos independentes sem nenhum elemento unificador, exceto o seu Deus. O próprio livro de Juízes, que herda o seu nome destes personagens, afirma que “…nåo havia rei em Israel e cada um fazia o que parecia bom aos seus próprios olhos…”. Enfim, uma anarquia, muito embora diga-se que tratava-se de uma Teocracia. E na realidade deveria ser, se o povo levasse Deus a sério.

c. A fase de transição sob Samuel

A transição da Teocracia para a Monarquia em Israel se deu durante o tempo em que Eli e Samuel atuaram como Juízes. As condições do povo não mudara praticamente nada desde o tempo dos últimos Juízes, seja no aspecto social ou espiritual. O povo ainda continuava debaixo da opressão estrangeira e desta vez eram os filisteus que estavam às fronteiras do país ameaçando a soberania nacional.

O culto cananeu ainda permeava fortemente a vida religiosa do povo fazendo-o cair cada vez mais longe de Deus. Consequentemente estavam sofrendo as consequências de seus atos na forma da opressão da Filístia e aridez espiritual.

Neste contexto surgiu Eli, o qual centralizou a vida espiritual em Silo, onde estava o Tabernáculo. Porém, sendo fraco na liderança e tendo falhado na educação de seus filhos, os quais o sucederam no sacerdócio, perdeu o respeito das tribos, que murmuravam constantemente contra os atos irreverentes dos filhos do juíz.

Na velhice de Eli, quando já parecia que a sorte do povo era ficar debaixo da liderança corrupta de seus filhos, entra em cena Samuel. Filho de Elcana e Ana, foi consagrado ao Senhor pela sua mãe, a qual era estéril e orou insistentemente ao Senhor pela sua cura. Samuel, desde sua meninice, demonstrou sensibilidade a voz de Deus e cedo foi comissionado a advertir Eli de sua sorte.

O clímax deste período foi a derrota de Israel para os filisteus. O povo se tornara místico em sua relação com Deus e acreditavam que a simples presença da arca poderia livrá-los da derrota. mas Deus não se vende e os israelitas, além de sofrerem terrível derrota, tiveram a arca capturada pelos inimigos. Os dois filhos de Eli foram mortos na batalha. Chegada a notícia à Eli, estava este assentado à porta. Ouvindo-a, caiu para trás e, quebrando o pescoço, pereceu. findava laconicamente o juizado de Eli.

Samuel, desde os primeiros dias, incentivou o povo e conseguiu que abandonassem a influência religiosa cananéia. A grande diferença entre Samuel e os demais Juízes, é que este conseguiu dar ao povo uma certa unidade e as escaramuças envolvendo as tribos, mui comuns no livro dos Juízes, desapareceram quase que completamente. Desta unidade surgiram vitórias importantes de Israel contra os seus inimigos principais, os filisteus.

Os israelitas, ainda sob certa influência dos vizinhos ao redor, começaram a manifestar o desejo de tornarem-se uma monarquia. Isto fica bem claro no texto de I Sm. 8.1-4. Diversas razões foram apresentadas pelos líderes do povo para justificar este desejo. O primeiro e que de certa forma era justo era o fato de que, Samuel estando já velho nomeara seus filhos em seu lugar. Seus filhos, porém, a exemplo dos filhos de Eli, tornaram-se corruptos, não seguindo o bom exemplo de seu pai. Além disto, o povo desejava ser como as demais nações vizinhas, as quais todas eram lideradas por um rei. Edom, descendente de Esaú já tivera reis antes de mesmo de Israel de tornar um povo.

A atitude do povo desagradou a Samuel, não pelo fato de rejeitarem a seus filhos, mas sim esta atitude caracterizava a rejeição do governo teocrático. Eles desejavam um rei para que este os liderasse nas batalhas, mas Deus não fizera isto tantas vezes no passado? Mas como o povo recusou-se a ouvir Samuel, que expôs claramente tudo o que um rei exigiria do povo, este obedeceu a Deus e determinou-lhes um rei.

Apocalipse

O livro do Apocalipse (chamado também Apocalipse de São João), é um livro da Bíblia — o livro sagrado do cristianismo — e o último da seleção do Cânon bíblico.

A palavra apocalipse, do grego apokálypsis (termo primeiramente usado por F. Lücke,[quem?] em 1832), que significa "revelação". Um "apocalipse", na terminologia do judaísmo e do cristianismo, é a revelação divina de coisas que até então permaneciam secretas a um profeta escolhido por Deus. Por extensão, passou-se a designar de "apocalipse" aos relatos escritos dessas revelações. Devido ao fato de, na maioria das bíblias em língua portuguesa se usar o título Apocalipse e não Revelação, até o significado da palavra ficou obscuro, sendo às vezes usado como sinônimo (errôneo) de "fim do mundo".

Neste livro da Bíblia, conta-se que antes da batalha final, os exércitos se reúnem na planície abaixo de "Har Meggido" (a colina de Meggido). Entretanto, a tradução foi mal-feita e Har Meggido foi erroneamente traduzido para Armagedom, fazendo os exércitos se reunirem na planície antes do Armagedom, a batalha final.

Com a chegada no poder de muitos ditadores no planeta terra, a grande batalha final está bem próxima.

Apocalipse, e Lavagem Cerebral

Muito bem,o verdadeiro, autêntico e significado etimológico da palavra teocracia é “governo de Deus”, a realização do reino dos céus entre os homens, para o que Jesus recomendou orações ao Pai. Seria o governo ideal – democracia organizada, em harmonia com os princípios amorosos do evangelho. É isso, historicamente não é bem assim, as experiências conhecidas revelaram a usurpação do governo por uma casta sacerdotal, no exercício do poder político temporal, despótico e exacerbadamente distante da população.

Esta é a teocracia dos aiatolás no Irã, mas também tem seus fundamentos próprios, o objetivos na ordem jesuítica adotada pelos comunistas da Onu, uma quimera recheada de imoralidade e desprezo à vida, ódio aos homens comuns que constroem a riqueza e obedecem às leis universais da natureza, que oferece a reprodução do trigo, do feijão e dos frutos, homens hoje considerados “bocas inúteis”, para os que esquecem que suas panças são alimentadas pelas mãos e suor dos que lidam com a terra, amando-a e agradecendo por cada nova safra.

Sem grandes estardalhaços e poucas variações, o que encontramos na história encarnando as ideologias, religiões e as corporações de propriedade das 300 famílias que decidem sobre a vida ou morte no planeta, são os nomes de super conquistadores ferozes, ganânciosos e anômalos mobilizando forças humanas, materiais e intelectuais, armadas com as mais avançadas tecnologias para matar.

Assim foi no tempo de Alexandre, no tempo de expansão do Império Romano, no tempo de Napoleão, depois com a revolução bolchevista sob Lênin e Stalin e mais recentemente com a imposição do modelo dito democrático, pelo império norte americano, secundado pelos europeus. O objetivo de todos tem sido o mesmo: submeter e unir todas as nações sob um só império. E nos laboratórios da Onu já inventaram a religião da nova ordem econômica mundial, que irá ditar as regras nos próximos anos.

E assim caminha a humanidade, sempre a mercê de grandes déspotas.

No Brasil temos uma "Cleptocracia".

Arrecadação cresce e deve levar carga tributária a recorde de 36,5% do PIB

Por Cardoso Lira

"Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas corruptos, que estão no poder, nestas premissas, nenhum farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história".(Cardoso Lira).

Por Irany Tereza, no Estadão

A carga tributária - relação entre arrecadação de impostos e a produção econômica - deve fechar o ano em 36,5% do Produto Interno Bruto (PIB), calculam os economistas José Roberto Afonso e Marcia Monteiro Matos no estudo “Termômetro Tributário Brasileiro”, concluído esta semana. Trata-se de um recorde. Pela mesma base de cálculos, em 2010, quando a economia e a arrecadação cresceram muito, a carga ficou em 35,16% em 2010. Em 2009, havia sido de 34,68% do PIB.O recorde parece contraditório com o atual momento de esfriamento da economia, quando muitas empresas diminuem a produção, os ganhos e a arrecadação de impostos. E vai na contramão do discurso governamental, de cortar impostos para elevar a competitividade das empresas e reduzir a alta carga de tributos que pesa sobre os consumidores.

A alta da carga tributária pode ser explicada em grande parte por um crescimento excepcional dos ganhos de dez segmentos que respondem, este ano, por 72% do aumento da receita de arrecadação federal de impostos. O grupo inclui comércio atacadista e varejista, fabricação de veículos, construção de edifícios e telecomunicações. No topo da lista, está o setor financeiro (bancos, seguradoras e entidades de previdência privada), que, sozinho, explicou 27,5% do ganho total de receita. O segundo setor que mais contribuiu, o de extração mineral, chegou a recolher na primeira metade deste ano o dobro do que fez no início do ano passado, mostra o levantamento. Juntos, os dez setores cresceram 26%, contra 8% nos demais segmentos.

“Este desempenho tão díspar da arrecadação federal refletiria uma economia dual: um lado cresce em ritmo chinês, outro cresce em padrão latino tradicional”, diz o trabalho. Excetuando-se o grupo dos “dez mais”, a grande maioria dos contribuintes teve crescimento de receita em torno de metade da expansão geral. “O que está puxando a carga tributária em 2011 é a receita federal clássica. Mas não é uma coisa homogênea, igualmente distribuída na economia”, diz Afonso, especialista em finanças e economista do BNDES. O “termômetro tributário” foi elaborado com base em estatísticas de arrecadação, até agosto, divulgadas pela Receita, pela Previdência e pelo Confaz, e no acompanhamento do PIB pelo Banco Central.

O resultado se aproxima do que está sendo calculado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), que aponta para uma relação entre arrecadação e PIB de 36,04%. “Estamos caminhando para um recorde, sem dúvida”, diz Gilberto Luiz do Amaral, coordenador de estudos do IBPT. Ele lembra que, apesar de o peso das pessoas físicas representar apenas 25% do recolhimento de tributos, é sobre o consumidor que recai o maior ônus da carga tributária. “As empresas são arrecadadoras, mas repassam os custos ao consumidor”, comenta.

Comento

A exacerbada carga tributária no nosso país, é a mais alta do planeta terra, e para quê? Simples não? Sustentar uma máquina de cometer crimes, corrupção e falcatruas, que se encontra no poder da república, se locupletando do erário público. Certo?

Não obstante, alguns impostos como o (IR), chega a ser aviltante, esdrúxulo e exacerbadamente danoso para classe média. Na verdade nem caracteriza imposto e sim extorsão e usurpação, principalmente aos funcionários públicos.

Bem, ironias a parte, as tolices dos reacionários, revanchistas e arrecadadores de impostos, não para por aí. Uma da células mais radicais do petismo selvagem, que se considera filosófica, ainda acha que o país está melhorando. Fazer o quê? Eles são assim mesmo! Nocivos e abomináveis.

Fora o aumento da arrecadação, a popularidade desta organização criminosa, que se encontra no poder aumenta, principalmente no sudeste com à aflição dos ortópteros e dos blatídeos, uma vez que a região nordeste já não tem mais saída, só mesmo o fundo do poço, a lama e o aniquilamento. Do mesmo jeito que está sendo feito com as Forças Armadas. E por falar em Forças Armadas, cadê e por onde andam? Totalmente na inércia, definhadas e sucateadas, esperando apenas o aniquilamento final, "o tiro de misericordia".

"O futuro cobrará justiça daqueles que tentaram falsificar a própria história". (Cardoso Lira)

sábado, 1 de outubro de 2011

CEARÁ TAMBÉM DOMINADO POR BANDIDOS

Por Cardoso Lira

Muito bem, mais sujeiras no país dos petralhas; não faz nem um mês que, o nocivo, caudilho, déspota, sanguinário e governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), declarou, por conta da atual greve de professores que exigem melhoria salarial em seu estado, que “Quem quer dar aula faz isso por gosto, e não pelo salário. Se quer ganhar melhor, pede demissão e vai para o ensino privado”. Bem sintomático e direto o "monstro ditador", não é mesmo?

Vamos aos fatos, no dia 1º de maio de 2008, depois de estourar escândalo em uma das muitas viagens do abominável e estúpido, chefe do Executivo cearense que foi para a Europa (em jatinho pago com dinheiro do contribuinte), toda a mídia nacional veiculou absurdos praticados por sua excelência. O jornal O Estado do Paraná apontou, em editorial, a prática nefasta de ilegalidades e crimes com o dinheiro público.

“O apedeuta governador do Ceará, Cid Gomes, filiado ao PSB como seu irmão e provável candidato à Presidência da República Ciro Gomes, gosta de viajar pelo Brasil e pelo mundo em jatinhos alugados, levando consigo secretários de Estado, outros auxiliares e também suas esposas. Na viagem que fez à Europa, durante o carnaval, levou também a SOGRA.”

No Ceará, Estado que propicia o “dolce far niente” da mais alta autoridade local, os professores estão agora apanhando da polícia por não quererem dar aula por gosto e exigirem remuneração digna, compatível com sua classe social e que lhes permita pagar as contas pessoais e cuidarem de suas famílias. Dinheiro existe, o problema é que as “autoridades” carregam tudo, assim como no PT, por aqui não é nada diferente.

O Estado brasileiro caminha para catástrofe! Qualquer dia a insatisfação deverá explodir nas ruas. Mesmo com um povo tão manipulado (de forma nenhuma poderá se chamar de “dócil” uma sociedade que assassina cerca de cem mil pessoas por ano), manietado por novelas, pornografia e futebol, corrupção e muita bandidagem política.

Com as Forças Armadas totalmente definhadas e os militares passando fome, o limite do tolerável, será aquele promovido pelo colapso econômico. Quando faltar comida para a maioria, o pau vai quebrar, ora se vai! Mesmo dentro de estrutura administrativa dominada por larápios, bandidos e assaltantes dos cofres públicos que carregam tudo de forma escancarada. Quem denuncia corre o risco de amanhecer com a boca cheia de formigas.

Isso não vai acabar bem, a desmoralização do Estado de direito, atravessa todos os poderes da república. Recentemente, a juíza Patrícia Acioli foi assassinada no Rio de Janeiro e o ex-comandante de Batalhão da PM foi preso, acusado de mandante do crime. A juíza foi eliminada por PMs que se encontram presos, flagrados por câmeras em investigação detalhada.

Mas o pior de tudo mesmo, na semana que passou, foi saber que o governador de Pernambuco, Eduardo Campos do PT, juntamente com a sua senhora mãe, Ana Arraes, “já pagaram cerca de R$ 300 mil em verbas públicas a uma locadora de automóveis de uma filiada ao PSB”. Sem contar o dinheiro pago pela representação do Estado em Brasília.

Ana Arraes foi eleita para o TCU – Tribunal de Contas da União, para cuidar de quê? Do erário público! Além de filiada ao partido do governador e de sua mãe, a dona da locadora é filha de um ex-motorista do falecido pai da deputada, Miguel Arraes. A locadora não dispõe de site na internet, telefone para contatos nem veículos, nada.

E ainda o mais impressionante de tudo é que no cabeçalho das mensagens enviadas pelo fax da locadora aparece o nome do abominável petista “Eduardo Campos”. Em qualquer país com um mínimo de vergonha, que tivesse um povo, em vez dessa massa amorfa manipulada, o governador seria afastado e a indicação de Ana Arraes para o TCU seria anulada.

Mas como nada disso vai acontecer, a sujeira vai continuar a nova eleita irá cuidar do dinheiro público. O que se sabe é que um dia, tudo isso irá acabar muito mal. Não resta a menor dúvida. Certo?

No entanto as digamos "autoridades" do nosso país estão lenientes com todos crimes, com esse banditismo institucionalizado e essa corrupção edêmica, que tanto assola nosso país; ou seria o país dos petralhas?

Postado pelo lobo do mar.