Muito bem, dizem que os esquimós têm 32 diferentes palavras para descrever a neve, elemento onipresente em suas vidas. Não sei quantas temos, no Brasil, para falar de desonestidade, mas para início de conversa além de ladrão e corrupto, me ocorrem meliante, gandaia, bandalheira, larápio, picareta, usurpador, maracutaia, batedor de carteira, gatuno, trambicagem, safadeza, bandido, malandro, canalha e petralha.
Curiosidades etimológicas à parte, isso certamente confirma que a questão vem de longe, e que não por acaso permeia a vida e a língua que hoje une mais de 180 milhões de brasileiros.
É evidente que a desonestidade não é um fenômeno nativo nem recente. Existe desde que os homens desenvolveram o conceito da honestidade e seu oposto e se encontra em todas as culturas e línguas desde o início da civilização, inclusive nas leis e religiões que há tantos milênios visam a reprimi-la e puni-la.
É aí que fico fascinado com o que me parece ser uma das principais e mais urgentes questões da nossa vida pública: a impunidade. Pois, se é verdade que na vida real somos todos permanentemente tentados a cometer uma ou outra desonestidade, é também verdade que a grande maioria consegue resistir às tentações correspondentes por uma mistura de ensinamentos, princípios éticos ou religiosos e certamente receio de alguma punição por exemplo.
Como múltiplas reportagens de VEJA e tantos outros veículos vêm mostrando ao longo do tempo, o que diferencia o Brasil dos países mais avançados e desenvolvidos do planeta não é o número de casos em que nossos governantes desviam recursos públicos ou se aproveitam de seu cargo para usurpar e obter vantagens ilícitas. Isso, infelizmente, parece ser uma constante planetária. O que varia muito de um país para outro é o que acontece aos transgressores quando descobertos. É o que lhes acontece em seguida. Com os abomináveis, corruptos e nocivos petralhas acho que eles não vão ficar impunes por muito tempo. Acho que, com o apogeu da era de aquários isso terá um fim e os monstros petralhas deverão voltar para seus habitat natural o INFERNO. Lugar de onde eles nunca deveriam ter saído. Principalmente o monstro batráqüio e Orlando Silva, que atualmente são os piores monstros encarnados no planeta terra.
A progressiva é muito bem-vinda, principalmente com essa institucionalização do país vem resultando em crescente número de investigações e denúncias nessa frente por parte da Polícia Federal molusquiana, do Ministério Público e da grande imprensa. Mas o que vem acontecendo em seguida? As ações entre amigos no âmbito legislativo, o corporativismo, o nosso tortuoso e desmantelado sistema jurídico e os intermináveis recursos de muitos competentes e bem remunerados advogados pilantras que vêm se juntando para frustrar praticamente todas as tentativas de punir os governantes ladrões e mal carateres que, em todos os níveis da vida pública nacional, abusam da sua autoridade, traindo a confiança dos seus eleitores, desviando recursos públicos e se locupletando impunimente. (OS PETRALHAS SÃO MESTRES NESSA ARTE).
Sei que é virtualmente impossível esperar que todos os nossos prefeitos, vereadores, deputados, senadores, governadores e outros dirigentes políticos sejam íntegros e dedicados apenas à boa gestão da coisa pública e ao bem comum. E é exatamente por isso que urge acelerar as mudanças indispensáveis para garantir que todos os que violarem a lei sejam não apenas julgados e condenados, mas quando assim for determinado, que também passem a cumprir sua pena na prisão. Pois um bom sinônimo de desonesto é indigno. E servidor do povo indigno não pode e não deve escapar incólume. Meu sonho é ver todos esses monstros petralhas atrás das grades.
Quando vamos vê cada esses monstros corruptos atrás das grades, quando vamos poder finalmente festejar o fim da impunidade que tantos males tem trazido ao nosso país, ao povo brasileiro, principalmente os militares e as Forças Armadas.
Monstros sociopatas como molusco e Orlando Silva e sua corjas de petistas, safados e ladrões sem escrúpulos vão pagar muito caro pelo que estão fazendo com o Brasil, com os militares e com as FFAA.
Os últimos movimentos organizados pela internet em nosso país, mostra que o povo está começando a tirar essa venda terrível dos olhos e percebendo o tamanho da ganância dos larápios petralhas, seres abomináveis e decaídos, elementos do mal, que só pensam em corrupções, maracutaias e safadezas.
Vejam que coisa feia, o ministro dos esportes, por várias vezes envolvido em corrupção, bandidagem, safadeza e todo tipo de maracutaia.
Se não houver justiça dos homens haverá justiça de Deus, para fazer esses malignos e malfasejos petralhas pagarem por todas as atrocidades cometidas contra a nação brasileira e povo.
"O futuro cobrará justiça, daqueles que tentaram falsificar a própria história"
(Cardoso Lira)
Postado pelo Lobo do Mar
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
"DE NOVO?"
Por Cardoso Lira
"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)
Muito bem, pelo menos foi essa a pergunta da presidente Dilma. "Sim, é o quinto caso de corrupção, crime e bandidagem na sua conturbada gestão Molusquiana!"
A megera indomável, visivelmente contrariada com a pergunta sobre mais um mega escândalo no Ministério do Esporte, e o envolvido já é um velho conhecido no mundo da corrupção e do crime organizado.
De saída da Casa de Hóspedes da Presidência da África do Sul, não quis se pronunciar sobre as novas acusações contra o ministro Orlando Silva, aquele da tapioca, já bastante conhecido no mundo da corrupção, e nem sobre seu depoimento que ocorreu hoje as 14h30m na Câmara.
Após participar de vários encontros com o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, e o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, a presidente se limitou a dizer: - De novo? Eu estou saindo do palácio - afirmou, antes de seguir à base área de Pretória, de onde embarcou em direção a Moçambique para o terceiro dia de viagem ao continente africano.
Tenho repetido que o PT traz em si o DNA da corrupção e do crime organizado, mesmo pertencendo outra organização criminosa, o abominável ministro dos esportes, já se envolveu em muitos outros crimes de corrupção e bandidagem.
"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)
Muito bem, pelo menos foi essa a pergunta da presidente Dilma. "Sim, é o quinto caso de corrupção, crime e bandidagem na sua conturbada gestão Molusquiana!"
A megera indomável, visivelmente contrariada com a pergunta sobre mais um mega escândalo no Ministério do Esporte, e o envolvido já é um velho conhecido no mundo da corrupção e do crime organizado.
De saída da Casa de Hóspedes da Presidência da África do Sul, não quis se pronunciar sobre as novas acusações contra o ministro Orlando Silva, aquele da tapioca, já bastante conhecido no mundo da corrupção, e nem sobre seu depoimento que ocorreu hoje as 14h30m na Câmara.
Após participar de vários encontros com o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, e o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, a presidente se limitou a dizer: - De novo? Eu estou saindo do palácio - afirmou, antes de seguir à base área de Pretória, de onde embarcou em direção a Moçambique para o terceiro dia de viagem ao continente africano.
Tenho repetido que o PT traz em si o DNA da corrupção e do crime organizado, mesmo pertencendo outra organização criminosa, o abominável ministro dos esportes, já se envolveu em muitos outros crimes de corrupção e bandidagem.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Na veja desta semana
Por Cardoso Lira
O Ministério do Esporte coordena um dos programas mais bem-intencionados do governo Lula. Nos últimos cinco anos, 439 milhões de reais foram investidos no Segundo Tempo - um projeto que busca tirar das ruas crianças e jovens em situação de risco, oferecendo atividades esportivas e alimentação. Oficialmente, o programa atende 1 milhão de pessoas em todos os estados. Para implementar as ações e garantir a execução do projeto, o ministério selecionou 200 entidades filantrópicas sem fins lucrativos, as conhecidas organizações não-governamentais (ONGs). Uma bela parceria entre setores da sociedade, se a esperteza política e os aproveitadores de sempre não se unissem à empreitada. O resultado é que, além dos jovens, o programa Segundo Tempo tem ajudado também comunistas e amigos do PCdoB, o partido que comanda o Ministério do Esporte, a encher os bolsos de dinheiro. Sem controle ou nenhuma fiscalização, ONGs escolhidas a dedo receberam repasses milionários, simularam a criação de núcleos de treinamento, registraram alunos-fantasma, fraudaram as prestações de contas e surrupiaram parte dos recursos que deveriam ajudar crianças carentes.
VEJA teve acesso ao resultado de uma investigação realizada pela polícia de Brasília, e encaminhada à CPI das ONGs, no Senado, sobre a atuação de algumas entidades que receberam milhões para executar o Segundo Tempo. É uma amostra singular da farra em que se transformaram as chamadas parcerias do governo com o terceiro setor. O Ministério Público também investiga casos de entidades que receberam recursos e nem sequer existiam. Outras usavam falsos cadastros de alunos para fazer de conta que realizavam o trabalho. Apenas quatro entidades da periferia de Brasília - Associação João Dias de Kung Fu, Federação Brasiliense de Kung Fu, Associação dos Funcionários do Ceub e Associação Gomes de Matos - receberam 4,7 milhões de reais do Ministério do Esporte. Depoimentos colhidos de funcionários e ex-funcionários mostram como o dinheiro era desviado. Os donos das ONGs orientavam seus monitores a percorrer escolas públicas e colher assinaturas de estudantes para simular uma lista de freqüência nos cursos que não existiam. Recebiam o dinheiro, com–pravam notas fiscais frias para justificar as despesas e embolsavam a diferença - quase tudo. Além das histórias de fraude em comum, há mais um detalhe curioso que une as ONGs selecionadas pelo Ministério do Esporte em Brasília: elas são comandadas por pessoas ligadas ao PCdoB ou a militantes do partido. Coincidência? Talvez, mas improvável.
A suspeita é que uma parte do dinheiro desviado pelas ONGs, além de enriquecer alguns, ainda seja usada para abastecer campanhas políticas dos comunistas. Em Brasília, para onde foram destinados 71 milhões de reais do Segundo Tempo, donos de entidades se converteram ao comunismo depois de assinar os convênios com o ministério e alguns até disputaram eleições representando o PCdoB. Não por coincidência, logo no início, quando começaram as fraudes, o ministro encarregado do programa era Agnelo Queiroz, do PCdoB, que tem a capital como base eleitoral. As ONGs brasilienses, à época, receberam mais dinheiro que quaisquer outras no Brasil, apesar de a cidade registrar indicadores sociais invejáveis. Agnelo deixou o ministério para concorrer a uma vaga no Senado, sempre contando com o apoio camarada dos donos das ONGs milionárias. Em 2006, o ministro não foi eleito, e em seu lugar assumiu Orlando Silva, também do PCdoB, que redistribuiu os recursos, dessa vez privilegiando São Paulo, talvez por coincidência sua base eleitoral.
Orlando Silva admite que não havia critérios objetivos para escolher as ONGs e que também eram frágeis os mecanismos de controle sobre a destinação dos recursos e a execução do programa. A falta de fiscalização provocou situações absurdas, como a contratação de um acusado de pedofilia como monitor de crianças na periferia de Brasília. “Não podemos criminalizar as ONGs. Só que, para segurança do estado, é melhor firmar parcerias com os governos e estamos fazendo isso”, explica o ministro. O problema é que uma boa parte dos recursos públicos destinados às crianças do Segundo Tempo já foi expropriada, o Ministério do Esporte não tem a mínima idéia de onde foi parar o dinheiro e, ao que parece, também não tem muita disposição em descobrir. Até agora, apenas uma denúncia que se tornou pública foi encaminhada à Controladoria-Geral da União para apuração. Membros da CPI das ONGs reclamam que, além da má vontade do ministério, há enorme dificuldade em investigar o programa Segundo Tempo no Congresso. “O senador Inácio Arruda, relator da comissão, foi indicado ao cargo para blindar os comunistas”, diz o senador Alvaro Dias, do PSDB. Inácio Arruda, do PCdoB do Ceará, rebate: “É um escárnio. Não vou nem comentar”.
Comento
Muito bem, como se pode vê, a revista VEJA denunciou mais uma roubalheira entre tantas outras; o desvio de recursos há quase quatro anos. Orlando Silva prometeu tomar providências… A reportagem de ontem do Fantástico demonstrou claramente em que pé estão as coisas, certo? Só para que vocês não se confundam: Agnelo Queiroz, outro nocivo, corrupto, sujo e antecessor de Orlando Silva, é hoje governador do Distrito Federal pela facção criminosa do PT. Ele mudou de partido. Na época, o bandido era do PCdoB. Mudou de legenda, mas não os maus hábitos. Ou melhor: juntou ao padrão fora de ética, das células mais radicais e criminosas do PT, que já tinha o apuro que lhe foi fornecido pelos canalhas e corruptos que se encontram hoje no sujo poder da República dos bandidos petralhas. É isso, os bandidos safados não gostam de VEJA, mas as pessoas honestas gostam. Um dia vamos conseguir destruir essa máquina de crimes, que se encontra no poder da República, locupletando-se do erário público.
"O futuro cobrará justiça, daqueles que tentaram falsificar a própria história"
(Cardoso Lira)
O Ministério do Esporte coordena um dos programas mais bem-intencionados do governo Lula. Nos últimos cinco anos, 439 milhões de reais foram investidos no Segundo Tempo - um projeto que busca tirar das ruas crianças e jovens em situação de risco, oferecendo atividades esportivas e alimentação. Oficialmente, o programa atende 1 milhão de pessoas em todos os estados. Para implementar as ações e garantir a execução do projeto, o ministério selecionou 200 entidades filantrópicas sem fins lucrativos, as conhecidas organizações não-governamentais (ONGs). Uma bela parceria entre setores da sociedade, se a esperteza política e os aproveitadores de sempre não se unissem à empreitada. O resultado é que, além dos jovens, o programa Segundo Tempo tem ajudado também comunistas e amigos do PCdoB, o partido que comanda o Ministério do Esporte, a encher os bolsos de dinheiro. Sem controle ou nenhuma fiscalização, ONGs escolhidas a dedo receberam repasses milionários, simularam a criação de núcleos de treinamento, registraram alunos-fantasma, fraudaram as prestações de contas e surrupiaram parte dos recursos que deveriam ajudar crianças carentes.
VEJA teve acesso ao resultado de uma investigação realizada pela polícia de Brasília, e encaminhada à CPI das ONGs, no Senado, sobre a atuação de algumas entidades que receberam milhões para executar o Segundo Tempo. É uma amostra singular da farra em que se transformaram as chamadas parcerias do governo com o terceiro setor. O Ministério Público também investiga casos de entidades que receberam recursos e nem sequer existiam. Outras usavam falsos cadastros de alunos para fazer de conta que realizavam o trabalho. Apenas quatro entidades da periferia de Brasília - Associação João Dias de Kung Fu, Federação Brasiliense de Kung Fu, Associação dos Funcionários do Ceub e Associação Gomes de Matos - receberam 4,7 milhões de reais do Ministério do Esporte. Depoimentos colhidos de funcionários e ex-funcionários mostram como o dinheiro era desviado. Os donos das ONGs orientavam seus monitores a percorrer escolas públicas e colher assinaturas de estudantes para simular uma lista de freqüência nos cursos que não existiam. Recebiam o dinheiro, com–pravam notas fiscais frias para justificar as despesas e embolsavam a diferença - quase tudo. Além das histórias de fraude em comum, há mais um detalhe curioso que une as ONGs selecionadas pelo Ministério do Esporte em Brasília: elas são comandadas por pessoas ligadas ao PCdoB ou a militantes do partido. Coincidência? Talvez, mas improvável.
A suspeita é que uma parte do dinheiro desviado pelas ONGs, além de enriquecer alguns, ainda seja usada para abastecer campanhas políticas dos comunistas. Em Brasília, para onde foram destinados 71 milhões de reais do Segundo Tempo, donos de entidades se converteram ao comunismo depois de assinar os convênios com o ministério e alguns até disputaram eleições representando o PCdoB. Não por coincidência, logo no início, quando começaram as fraudes, o ministro encarregado do programa era Agnelo Queiroz, do PCdoB, que tem a capital como base eleitoral. As ONGs brasilienses, à época, receberam mais dinheiro que quaisquer outras no Brasil, apesar de a cidade registrar indicadores sociais invejáveis. Agnelo deixou o ministério para concorrer a uma vaga no Senado, sempre contando com o apoio camarada dos donos das ONGs milionárias. Em 2006, o ministro não foi eleito, e em seu lugar assumiu Orlando Silva, também do PCdoB, que redistribuiu os recursos, dessa vez privilegiando São Paulo, talvez por coincidência sua base eleitoral.
Orlando Silva admite que não havia critérios objetivos para escolher as ONGs e que também eram frágeis os mecanismos de controle sobre a destinação dos recursos e a execução do programa. A falta de fiscalização provocou situações absurdas, como a contratação de um acusado de pedofilia como monitor de crianças na periferia de Brasília. “Não podemos criminalizar as ONGs. Só que, para segurança do estado, é melhor firmar parcerias com os governos e estamos fazendo isso”, explica o ministro. O problema é que uma boa parte dos recursos públicos destinados às crianças do Segundo Tempo já foi expropriada, o Ministério do Esporte não tem a mínima idéia de onde foi parar o dinheiro e, ao que parece, também não tem muita disposição em descobrir. Até agora, apenas uma denúncia que se tornou pública foi encaminhada à Controladoria-Geral da União para apuração. Membros da CPI das ONGs reclamam que, além da má vontade do ministério, há enorme dificuldade em investigar o programa Segundo Tempo no Congresso. “O senador Inácio Arruda, relator da comissão, foi indicado ao cargo para blindar os comunistas”, diz o senador Alvaro Dias, do PSDB. Inácio Arruda, do PCdoB do Ceará, rebate: “É um escárnio. Não vou nem comentar”.
Comento
Muito bem, como se pode vê, a revista VEJA denunciou mais uma roubalheira entre tantas outras; o desvio de recursos há quase quatro anos. Orlando Silva prometeu tomar providências… A reportagem de ontem do Fantástico demonstrou claramente em que pé estão as coisas, certo? Só para que vocês não se confundam: Agnelo Queiroz, outro nocivo, corrupto, sujo e antecessor de Orlando Silva, é hoje governador do Distrito Federal pela facção criminosa do PT. Ele mudou de partido. Na época, o bandido era do PCdoB. Mudou de legenda, mas não os maus hábitos. Ou melhor: juntou ao padrão fora de ética, das células mais radicais e criminosas do PT, que já tinha o apuro que lhe foi fornecido pelos canalhas e corruptos que se encontram hoje no sujo poder da República dos bandidos petralhas. É isso, os bandidos safados não gostam de VEJA, mas as pessoas honestas gostam. Um dia vamos conseguir destruir essa máquina de crimes, que se encontra no poder da República, locupletando-se do erário público.
"O futuro cobrará justiça, daqueles que tentaram falsificar a própria história"
(Cardoso Lira)
domingo, 16 de outubro de 2011
No governo petista, BNDES já distribuiu US$ 5,3 bilhões na América Latina
Por Cardoso Lira
"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)
Por Lisandra Paraguassu, no Estadão:
Desde 2003, o Brasil já distribuiu na América Latina US$ 5,3 bilhões em financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a construção de hidrelétricas, estradas, portos e corredores de ônibus. De 1997 a 2008, esse montante chega a US$ 7,21 bilhões. A generosidade brasileira, no entanto, nem sempre é retribuída com agradecimentos ou gestos de boa vontade.
O recente episódio ocorrido na Bolívia, a suspensão da construção da estrada de Villa Tunari, também financiada pelo BNDES, é apenas mais um na longa lista de problemas locais que envolvem, de alguma forma, o Brasil - os atritos costumam crescer em períodos eleitorais.
Ainda assim, são poucos os governos da região que abrem mão dos recursos brasileiros na hora de financiar suas obras. Há cerca de dois meses, o ministro de Setores Estratégicos do Equador, Jorge Glass, veio ao Brasil pedir a participação do BNDES em obras de infraestrutura no valor de US$ 30 bilhões.
Foi o primeiro contato depois que a Câmara de Comércio Exterior aprovou a retomada de operações do Brasil com o país andino. Nos últimos três anos, o Equador ficou sem receber um tostão brasileiro, desde que seu presidente, Rafael Correa, decidiu ir à Corte Internacional de Comércio questionar, em 2008, o pagamento de um empréstimo de US$ 243 milhões para a construção da hidrelétrica de San Francisco.
O próprio Glass, na época assessor de Correa para assuntos da dívida externa, chegou a dizer que o contrato com o BNDES tinha “vícios de ilegalidade”. Apesar da natural condescendência brasileira com os vizinhos, a ação equatoriana, na visão do Itamaraty, passou dos limites.
Na recente crise boliviana, em que indígenas moradores da reserva Tipnis entraram em confronto com a polícia em protestos pela suspensão da estrada que cortaria suas terras, o governo brasileiro se manteve distante. Não havia ameaças ao Brasil, apesar das cobranças feitas por governo e oposição para que Brasília, de alguma forma, tomasse partido. A opção, porém, foi tratar o assunto como um tema interno da Bolívia.
Comento
Qual célula dessa organização criminosa dos petralhas, está por trás de tantos crimes? Será que o PT não sabe fazer outra coisa, a não ser farra com dinheiro público?
Na máxima do próprio apdeuta, nunca antes na história deste país, houve um governo tão exacerbadamente corrupto, quanto este que se encontra a quase nove anos no poder da república, locupletando-se do erário público, definhando o estado e as Forças Armadas, querendo matar de fome os militares a qualquer custo, só por vingança e por puro revanchismo.
"O futuro cobrará justiça, daqueles que tentaram falsificar a própria história". (Cardoso Lira)
Por Cardoso Lira
O Estado e a Revolução, de Vladimir Lênin, e o Estado petista, ou o Lulismo no poder.
O Estado e a Revolução. A doutrina do Marxismo sobre o Estado e as tarefas do Proletariado na Revolução, tal é seu título completo foi escrito em agosto e setembro de 1917 na clandestinidade.
Já o Estado petista, representa o produto de uma longa série de reflexões e estudos, registrados num longo período de quase nove anos, depois que o PT chegou ao poder, recebeu o seguinte título, "O Marxismo de um Estado Corrupto e Petista".
Em 2002, é certo que Lula encarnou Lênin e voltou a trabalhar para o Estado Burguês.
O Estado petista como categoria histórica e como produto do antagonismo inconciliável das classes brasileiras.
O Estado petista como Estado burguês.
O Estado brasileiro, é força do G-_20 e da geopolítica globalizada, imposta à sociedade brasileira, numa certa fase de seu desenvolvimento conturbado pela alta carga de impostos.
(O Estado órgão de dominação, submissão, opressão de uma classe sobre outra).
O Estado é sempre Estado da classe mais poderosa (econômica e politicamente dominante), que cria: uma "ordem" que legaliza e consolida essa submissão, procurando amortecer a colisão das classes; meios de oprimir e explorar a classe dominada.
Características gerais do Estado corrupto e petista dominação, subjugação e revanchismo.
Superioridade do Estado unitário sobre o Estado federativo e, por conseguinte, da República unitária, centralizada, sobre a República federativa.
Poder centralizado; auto-administrações locais, com funcionários eleitos por sufrágio universal (não nomeados pelo Estado).
Defesa do centralismo democrático, em oposição ao centralismo burocrático.
Atenção! Ao estudar O Estado e a Revolução precisamos estar atentos ao contexto de sua produção: época da I guerra mundial, guerra imperialista, sob a qual o capitalismo se transformava acentuadamente em capitalismo monopolista de Estado. Como o próprio Lênin assinala no Prefácio à Primeira Edição: "Os horrores e as calamidades inauditos da guerra que se prolonga tornam a situação das massas insuportável, aumentam a sua indignação. A revolução proletária internacional amadurece visivelmente. A questão da sua atitude em relação ao Estado adquire uma importância prática." (p.223) Antes da guerra, o capitalismo vivera, desde finais do século XIX, um período relativamente pacífico, o que favoreceu o desenvolvimento de tendências oportunistas no seio do movimento operário, ostentando-se posições de conciliação com a burguesia e de abandono da perspectiva revolucionária. Lênin defendia que: "A luta para libertar as massas trabalhadoras da influência da burguesia em geral, e da burguesia imperialista em particular, é impossível sem uma luta contra os preconceitos oportunistas em relação ao Estado" (p.223). É nesse clima que Lênin recupera a produção de Marx e Engels sobre o Estado, a revolução e a ditadura do proletariado e busca analisar a experiência das revoluções russas, especialmente a de fevereiro de 1917 (ainda em curso - agosto/1917), que ele entendia como "um dos elos da cadeia das revoluções proletárias socialistas provocadas pela guerra imperialista".
Compreendidas no seu contexto, as análises de Lênin não devem ser tomadas como modelo para análise da realidade brasileira atual. Nosso Partido, aliás, já aprendeu que não há caminho único para se atingir o socialismo, o qual somente pode ser construído nas condições históricas concretas de cada país. As lições que Lênin extrai da produção marxista sobre o Estado - especialmente das análises de Marx e Engels sobre as lutas operárias e camponesas, com destaque para a Comuna de Paris - apontam para a conquista do poder pelo proletariado como questão essencial para a construção do socialismo. As formas pelas quais o poder será exercido podem ser as mais diversificadas, mas terão de ser essencialmente democráticas, de modo a assegurar efetiva participação da maioria trabalhadora na direção e controle da sociedade, bem como na produção material e espiritual e na fruição dos bens e serviços socialmente produzidos/realizados. Tais são, também, as lições que extraímos das análises das experiências revolucionárias deste século XX. Tanto que nosso Programa Socialista, no item O Poder, a Questão Essencial, afirma: "Sem o poder político nas mãos das forças sociais com interesses distintos dos agrupamentos que sustentam a ordem capitalista vigente, torna-se impossível proceder às mudanças que se fazem necessárias para o atual momento na política brasileira.
O fulcro da argumentação de Lênin em O Estado e a Revolução é a categorização da organização estatal como ente histórico. O Estado não existiu sempre (nem existirá para sempre), mas a partir do momento em que a sociedade atingiu uma determinada fase de desenvolvimento, precisamente aquela em que ocorre a divisão em classes hostis com interesses antagônicos e inconciliáveis. Segundo esse ponto de vista, o Estado é a expressão da inconciliabilidade das contradições de classe.
Estado e Revolução passaram a ser termos indissociáveis nos dias atuais, quando se trata do Estado corrupto e petista.
"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)
Por Lisandra Paraguassu, no Estadão:
Desde 2003, o Brasil já distribuiu na América Latina US$ 5,3 bilhões em financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a construção de hidrelétricas, estradas, portos e corredores de ônibus. De 1997 a 2008, esse montante chega a US$ 7,21 bilhões. A generosidade brasileira, no entanto, nem sempre é retribuída com agradecimentos ou gestos de boa vontade.
O recente episódio ocorrido na Bolívia, a suspensão da construção da estrada de Villa Tunari, também financiada pelo BNDES, é apenas mais um na longa lista de problemas locais que envolvem, de alguma forma, o Brasil - os atritos costumam crescer em períodos eleitorais.
Ainda assim, são poucos os governos da região que abrem mão dos recursos brasileiros na hora de financiar suas obras. Há cerca de dois meses, o ministro de Setores Estratégicos do Equador, Jorge Glass, veio ao Brasil pedir a participação do BNDES em obras de infraestrutura no valor de US$ 30 bilhões.
Foi o primeiro contato depois que a Câmara de Comércio Exterior aprovou a retomada de operações do Brasil com o país andino. Nos últimos três anos, o Equador ficou sem receber um tostão brasileiro, desde que seu presidente, Rafael Correa, decidiu ir à Corte Internacional de Comércio questionar, em 2008, o pagamento de um empréstimo de US$ 243 milhões para a construção da hidrelétrica de San Francisco.
O próprio Glass, na época assessor de Correa para assuntos da dívida externa, chegou a dizer que o contrato com o BNDES tinha “vícios de ilegalidade”. Apesar da natural condescendência brasileira com os vizinhos, a ação equatoriana, na visão do Itamaraty, passou dos limites.
Na recente crise boliviana, em que indígenas moradores da reserva Tipnis entraram em confronto com a polícia em protestos pela suspensão da estrada que cortaria suas terras, o governo brasileiro se manteve distante. Não havia ameaças ao Brasil, apesar das cobranças feitas por governo e oposição para que Brasília, de alguma forma, tomasse partido. A opção, porém, foi tratar o assunto como um tema interno da Bolívia.
Comento
Qual célula dessa organização criminosa dos petralhas, está por trás de tantos crimes? Será que o PT não sabe fazer outra coisa, a não ser farra com dinheiro público?
Na máxima do próprio apdeuta, nunca antes na história deste país, houve um governo tão exacerbadamente corrupto, quanto este que se encontra a quase nove anos no poder da república, locupletando-se do erário público, definhando o estado e as Forças Armadas, querendo matar de fome os militares a qualquer custo, só por vingança e por puro revanchismo.
"O futuro cobrará justiça, daqueles que tentaram falsificar a própria história". (Cardoso Lira)
Por Cardoso Lira
O Estado e a Revolução, de Vladimir Lênin, e o Estado petista, ou o Lulismo no poder.
O Estado e a Revolução. A doutrina do Marxismo sobre o Estado e as tarefas do Proletariado na Revolução, tal é seu título completo foi escrito em agosto e setembro de 1917 na clandestinidade.
Já o Estado petista, representa o produto de uma longa série de reflexões e estudos, registrados num longo período de quase nove anos, depois que o PT chegou ao poder, recebeu o seguinte título, "O Marxismo de um Estado Corrupto e Petista".
Em 2002, é certo que Lula encarnou Lênin e voltou a trabalhar para o Estado Burguês.
O Estado petista como categoria histórica e como produto do antagonismo inconciliável das classes brasileiras.
O Estado petista como Estado burguês.
O Estado brasileiro, é força do G-_20 e da geopolítica globalizada, imposta à sociedade brasileira, numa certa fase de seu desenvolvimento conturbado pela alta carga de impostos.
(O Estado órgão de dominação, submissão, opressão de uma classe sobre outra).
O Estado é sempre Estado da classe mais poderosa (econômica e politicamente dominante), que cria: uma "ordem" que legaliza e consolida essa submissão, procurando amortecer a colisão das classes; meios de oprimir e explorar a classe dominada.
Características gerais do Estado corrupto e petista dominação, subjugação e revanchismo.
Superioridade do Estado unitário sobre o Estado federativo e, por conseguinte, da República unitária, centralizada, sobre a República federativa.
Poder centralizado; auto-administrações locais, com funcionários eleitos por sufrágio universal (não nomeados pelo Estado).
Defesa do centralismo democrático, em oposição ao centralismo burocrático.
Atenção! Ao estudar O Estado e a Revolução precisamos estar atentos ao contexto de sua produção: época da I guerra mundial, guerra imperialista, sob a qual o capitalismo se transformava acentuadamente em capitalismo monopolista de Estado. Como o próprio Lênin assinala no Prefácio à Primeira Edição: "Os horrores e as calamidades inauditos da guerra que se prolonga tornam a situação das massas insuportável, aumentam a sua indignação. A revolução proletária internacional amadurece visivelmente. A questão da sua atitude em relação ao Estado adquire uma importância prática." (p.223) Antes da guerra, o capitalismo vivera, desde finais do século XIX, um período relativamente pacífico, o que favoreceu o desenvolvimento de tendências oportunistas no seio do movimento operário, ostentando-se posições de conciliação com a burguesia e de abandono da perspectiva revolucionária. Lênin defendia que: "A luta para libertar as massas trabalhadoras da influência da burguesia em geral, e da burguesia imperialista em particular, é impossível sem uma luta contra os preconceitos oportunistas em relação ao Estado" (p.223). É nesse clima que Lênin recupera a produção de Marx e Engels sobre o Estado, a revolução e a ditadura do proletariado e busca analisar a experiência das revoluções russas, especialmente a de fevereiro de 1917 (ainda em curso - agosto/1917), que ele entendia como "um dos elos da cadeia das revoluções proletárias socialistas provocadas pela guerra imperialista".
Compreendidas no seu contexto, as análises de Lênin não devem ser tomadas como modelo para análise da realidade brasileira atual. Nosso Partido, aliás, já aprendeu que não há caminho único para se atingir o socialismo, o qual somente pode ser construído nas condições históricas concretas de cada país. As lições que Lênin extrai da produção marxista sobre o Estado - especialmente das análises de Marx e Engels sobre as lutas operárias e camponesas, com destaque para a Comuna de Paris - apontam para a conquista do poder pelo proletariado como questão essencial para a construção do socialismo. As formas pelas quais o poder será exercido podem ser as mais diversificadas, mas terão de ser essencialmente democráticas, de modo a assegurar efetiva participação da maioria trabalhadora na direção e controle da sociedade, bem como na produção material e espiritual e na fruição dos bens e serviços socialmente produzidos/realizados. Tais são, também, as lições que extraímos das análises das experiências revolucionárias deste século XX. Tanto que nosso Programa Socialista, no item O Poder, a Questão Essencial, afirma: "Sem o poder político nas mãos das forças sociais com interesses distintos dos agrupamentos que sustentam a ordem capitalista vigente, torna-se impossível proceder às mudanças que se fazem necessárias para o atual momento na política brasileira.
O fulcro da argumentação de Lênin em O Estado e a Revolução é a categorização da organização estatal como ente histórico. O Estado não existiu sempre (nem existirá para sempre), mas a partir do momento em que a sociedade atingiu uma determinada fase de desenvolvimento, precisamente aquela em que ocorre a divisão em classes hostis com interesses antagônicos e inconciliáveis. Segundo esse ponto de vista, o Estado é a expressão da inconciliabilidade das contradições de classe.
Estado e Revolução passaram a ser termos indissociáveis nos dias atuais, quando se trata do Estado corrupto e petista.
sábado, 15 de outubro de 2011
Manuscrito liga offshore a membro do TCE
Por Cardoso Lira
"O aviltamento do Marxismo pelos oportunistas corruptos, que estão no poder, nestas premissas, nenhum farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história".(Cardoso Lira).
Por Fausto Macedo, no Estadão:
Manuscritos do conselheiro Eduardo Bittencourt Carvalho, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), revelam movimentações financeiras milionárias por ele executadas no exterior e confirmam seu papel de verdadeiro gestor da offshore Justinian Investment Holdings, sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, paraíso fiscal do Caribe. Os documentos foram localizados pela unidade de inteligência financeira dos Estados Unidos.
Bittencourt, ex-deputado, há 21 anos no TCE, corte de contas que presidiu três vezes, é alvo de investigação da Procuradoria Geral de Justiça que, em ação civil pública, o acusa de improbidade, enriquecimento ilícito e lavagem de dinheiro. A Procuradoria requereu o afastamento cautelar do conselheiro e a indisponibilidade de seu patrimônio, calculado em R$ 50 milhões. A ação foi distribuída para a 1.ª Vara da Fazenda Pública que decidirá sobre os pedidos da Procuradoria. Bittencourt não se manifestou sobre a acusação.
A base do acervo de provas contra Bittencourt são os manuscritos que ele preencheu e endereçou, por fax, ao Lloyds Bank de Miami e de Nova York solicitando transferências em nome da Mezzanote, codinome que usou para a conta que abriu para a offshore Justinian. Em cooperação jurídica internacional solicitada pelo promotor Silvio Marques, os EUA enviaram os extratos para o Brasil. Cópias de certificados arquivados no Lloyds, datados de 16 de agosto de 1995, confirmam Bittencourt como controlador da Justinian. Ele e sua ex-mulher, Aparecida Bittencourt, compareceram pessoalmente à agência da instituição em Miami.
Uma transação ocorreu em 16 de janeiro de 2001, quando o conselheiro solicitou em documento por ele assinado, o deslocamento de US$ 250 mil para a offshore Conquest Limited. Os registros do Lloyds mostram que ele determinou pelo menos outras sete operações dessa mesma natureza e envergadura naquele ano e uma em 2002, totalizando US$ 1,96 milhão. Fantástico. Pelas contas bancárias da Justinian circularam US$ 9,7 milhões no período de abril de 1997 a fevereiro de 2005. Os apontamentos do Lloyds revelam o saldo existente nas contas da offshore de Bittencourt em determinadas ocasiões, com destaque para posições em dinheiro, bônus e fundos: US$ 1,82 milhão em 13 de novembro de 1998; US$ 2,11 milhões em 9 de novembro de 1999; US$ 1,82 milhão em 26 de fevereiro de 2001.
Comento
É sem dúvida a facção do PT, abriu as portas para o banditismo institucionalizado, para corrupção edêmica e todos esses crimes hediondos na nossa República, ou seria República dos petralhas? Nesses esquemas criminosos e fraudulentos,sempre é possível encontrar nove dedos cabeludos e sujos por trás, não tem a menor dúvida.
"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)
Postado pelo Lobo do Mar
"O aviltamento do Marxismo pelos oportunistas corruptos, que estão no poder, nestas premissas, nenhum farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história".(Cardoso Lira).
Por Fausto Macedo, no Estadão:
Manuscritos do conselheiro Eduardo Bittencourt Carvalho, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), revelam movimentações financeiras milionárias por ele executadas no exterior e confirmam seu papel de verdadeiro gestor da offshore Justinian Investment Holdings, sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, paraíso fiscal do Caribe. Os documentos foram localizados pela unidade de inteligência financeira dos Estados Unidos.
Bittencourt, ex-deputado, há 21 anos no TCE, corte de contas que presidiu três vezes, é alvo de investigação da Procuradoria Geral de Justiça que, em ação civil pública, o acusa de improbidade, enriquecimento ilícito e lavagem de dinheiro. A Procuradoria requereu o afastamento cautelar do conselheiro e a indisponibilidade de seu patrimônio, calculado em R$ 50 milhões. A ação foi distribuída para a 1.ª Vara da Fazenda Pública que decidirá sobre os pedidos da Procuradoria. Bittencourt não se manifestou sobre a acusação.
A base do acervo de provas contra Bittencourt são os manuscritos que ele preencheu e endereçou, por fax, ao Lloyds Bank de Miami e de Nova York solicitando transferências em nome da Mezzanote, codinome que usou para a conta que abriu para a offshore Justinian. Em cooperação jurídica internacional solicitada pelo promotor Silvio Marques, os EUA enviaram os extratos para o Brasil. Cópias de certificados arquivados no Lloyds, datados de 16 de agosto de 1995, confirmam Bittencourt como controlador da Justinian. Ele e sua ex-mulher, Aparecida Bittencourt, compareceram pessoalmente à agência da instituição em Miami.
Uma transação ocorreu em 16 de janeiro de 2001, quando o conselheiro solicitou em documento por ele assinado, o deslocamento de US$ 250 mil para a offshore Conquest Limited. Os registros do Lloyds mostram que ele determinou pelo menos outras sete operações dessa mesma natureza e envergadura naquele ano e uma em 2002, totalizando US$ 1,96 milhão. Fantástico. Pelas contas bancárias da Justinian circularam US$ 9,7 milhões no período de abril de 1997 a fevereiro de 2005. Os apontamentos do Lloyds revelam o saldo existente nas contas da offshore de Bittencourt em determinadas ocasiões, com destaque para posições em dinheiro, bônus e fundos: US$ 1,82 milhão em 13 de novembro de 1998; US$ 2,11 milhões em 9 de novembro de 1999; US$ 1,82 milhão em 26 de fevereiro de 2001.
Comento
É sem dúvida a facção do PT, abriu as portas para o banditismo institucionalizado, para corrupção edêmica e todos esses crimes hediondos na nossa República, ou seria República dos petralhas? Nesses esquemas criminosos e fraudulentos,sempre é possível encontrar nove dedos cabeludos e sujos por trás, não tem a menor dúvida.
"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)
Postado pelo Lobo do Mar
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