terça-feira, 15 de novembro de 2011

Falsa Esperança

Por Cardoso Lira

As Classes Sociais e o Estado

"O Estado é um Produto do Antagonismo Inconciliável das Classes". (Vladimir Lênin).

"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas, corruptos e revanchistas que estão no poder da República. Nenhum político farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história". (Cardoso Lira)

O alienamento e o completo alijamento coletivo dos militares do sagrado e democrático direito/dever de opinar encontra, portanto, respaldo interno e externamente aos muros do quartel.


Por Paulo Chagas

Há conhecidos e amigos meus que dizem que sou filho do “entulho autoritário”.

Ledo engano! Sou fruto de uma reação ao revanchismo e às mentiras de uma facção de brasileiros que enganou e espolia a Nação.

Compartilho com todos e em especial com os que me criticam o texto a seguir, escrito logo após a vitória nas urnas do presidente Lula da Silva, em seu primeiro mandato.

Este texto foi lido por mim em todas as unidades militares da 7ª Brigada de Infantaria Motorizada, Brigada Felipe Camarão, da qual, com muito orgulho, fui comandante.

Ele retrata o espírito com o qual encarei a chegada do PT e seus aliados ao poder e com o qual propus o caminho para o futuro.

Envolvi-me em uma aura de esperança, fruto do otimismo que sempre se impôs à minha personalidade e, se hoje sou crítico implacável da usurpação facciosa e fraudulenta do poder e da distorção injusta, revanchista e mentirosa da história, isto não se deve apenas ao orgulho que tenho de pertencer a uma das Instituições que participou do salvamento da Pátria nas décadas de 60 e 70, mas, principalmente, pela decepção e pela constatação do terrível engano cometido por aqueles que, mais do que eu, ousaram, por um momento, ter esperança de dias melhores para o Brasil!

Segue o texto:

“Quantas décadas os brasileiros ainda terão que perder antes de se darem conta de que ao olhar para trás não devem ver apenas erros, excessos e arbitrariedades?

Quantas décadas ainda terão que desperdiçar para aprender a olhar para o passado com os olhos da reconciliação, guardando na memória apenas o que de bom, útil e honesto pode ser visto, mesmo tendo ainda na retina a imagem cruel do conflito radical de idéias que manchou o solo da Pátria com o sangue de irmãos?

Não há mais tempo a perder com revanchismos estéreis, cegos, surdos e pouco inteligentes. É hora de negar guarida a estratégias destrutivas, importadas do pretérito, absurdas e hipócritas.

É tempo de ser humilde, de aceitar a derrota, de reconhecer virtudes e enganos, de pedir perdão, de perdoar, de somar, de unir, de ceder, de aprender, de respeitar, de ser sincero, de ser magnânimo, de dialogar, de amadurecer, de amar e de abraçar. É tempo, enfim, de recomeçar e construir!

É hora de juntar as pedras e colocá-las umas sobre as outras, harmonicamente, para erguer o futuro que queremos, merecemos e não podemos adiar.

A esperança venceu o medo, é preciso no entanto encontrar nela a fortaleza que nos imporá coragem para avançar e a generosidade para conviver com os fantasmas do passado. É tempo de abandonar as paixões, expurgar os ressentimentos de todas as cores e, de mãos dadas e alma limpa, buscarmos nosso futuro!

Nós, Soldados, devemos estar, com humildade, grandeza e altivez, preparados para sermos também, e como sempre, importantes protagonistas destes novos tempos de harmonia e paz!”

Quanta ilusão! Que me perdoem os meus subordinados de então por ter-lhes alimentado a falsa esperança...

Paulo Chagas é General de Brigada na Reserva.

Comento

Hoje em dia é comum escutarmos nas ruas de todas as cidades, do agromerado em que vivemos e chamamos de país, a seguinte frase: (saúdade da época dos militares). Nesta época o respeito ao povo brasileiro com excessão dos narcoterroristas que hoje se encontram no poder, era bem melhor do que hoje.

"O futuro cobrará justiça daqueles que tentaram falsificar a própria história" (Cardoso Lira).

"Uma nação capitaneada, vilipendiada e aviltada por (piratas, ratos vermelhos e bandidos), que no passado cometeram tantos delitos, não pode atracar num Porto Seguro". (Cardoso Lira)

A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

“A audácia dos maus, se alimenta da covardia e da omissão dos bons”.

Por Cardoso Lira

'OS POLÍTICOS E AS FRALDAS DEVEM SER MUDADOS FREQUENTEMENTE PELA MESMA RAZÃO'
(Eça de Queiroz).

"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos que estão no poder da República. Nenhum político farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história". (Cardoso Lira)

O alienamento e o completo alijamento coletivo dos militares do sagrado e democrático direito/dever de opinar encontra, portanto, respaldo interno e externamente aos muros do quartel.

Esses governantes abomináveis e corruptos, que hoje se encontram no poder, são as verdeira mazelas, deste aglomerado em que vivemos que não é um país e muito menos sério. Estas ratazanas vermelhas, cada dia que passa, cometem mais crimes.

Nós somos militares das Forças Armadas, essa é nossa marca. Todos nós somos soldados responsáveis por fazer tudo acontecer. Quem fala é a sociedade, esta é a “Nossa imagem". (Cardoso Lira)

Nas Forças Armadas, um soldado é considerado um bravo, um valente e um guerreiro, quando enfrenta o inimigo com eficiência e eficácia. A Coragem no entanto, é a capacidade de compreender as ameaças reais, mesmo as de difícil identificação, e como agir conforme as circunstâncias, para assegurar o principal objetivo, a aniquilação do inimigo.

Assim sendo, um soldado valente pode atacar, retirar-se, ou optar por lutar até a morte na defesa de um ponto estratégico vital.

No momento o nosso maior inimigo, é o governo do PT. Vamos nos retirar do campo de batalha, ou lutar até morte? Vamos sair da inércia e salvar o nosso país, ou vamos continuar no fundo do poço? Diz aí, Lobo do Mar.

"O FUTURO COBRARÁ JUSTIÇA, DAQUELES QUE TENTARAM FALSIFICAR A PRÓPRIA HISTÓRIA" (Cardoso Lira)

"Nenhum homem morrerá por afirmação de suas atitudes". (Nietzche)

"Uma nação capitaneada, vilipendiada e aviltada por (piratas e ratos vermelhos), que no passado cometeram tantos delitos, não pode atracar num Porto Seguro". (Cardoso Lira)

domingo, 13 de novembro de 2011

O ZÉ E O GREENHALGH, DOIS PETISTAS DE PESO

Por Cardoso Lira

"O aviltamento do Marxismo pelos oportunistas corruptos, que estão no poder para fazer o mal, nestas premissas, nenhum farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história".(Cardoso Lira).

“O fato de alguém ir ou não à embaixada só é notícia se o conteúdo da conversa é importante - uma informação de bastidor sobre o governo, por exemplo - ou se a própria visita à embaixada for algo que o público em geral jamais imaginaria.
(…)
o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu criticou Lula e o PT em um encontro com o ex-assessor do Departamento de Estado americano Bill Perry, isentando-se de responsabilidade pelo esquema que ficou conhecido como mensalão do PT; e o ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh, do PT, notório crítico da atuação americana e advogado de diversos integrantes bandidos do MST, contou bastidores do PT e do MST ao cônsul americano em São Paulo.”

É mesmo, é?

Quer dizer que esses notórios patriotas, esquerdistas até debaixo de outros esquerdistas, comportam-se assim no escurinho do cinema com “os gringos”? Dirceu, aquele que teria chorado pela primeira vez em anos ao saber do câncer de Lula, deu pau no Apedeuta. E Greenhalgh, esse emessetista juramentado e advogado e porta-voz de Cesare Battisti, contou bastidores do PT e do MST.

A gente ainda vai acabar descobrindo que Dirceu sempre foi agente da CIA e sempre atuou para desmoralizar a esquerda no Brasil. Convenham: o “chefe de quadrilha” (segundo a PGR) até que se saiu bem na tarefa, não é mesmo? Os fatos são claros.

Comento

Até quando a nação brasileira terá que conviver com estas ratazanas vermelhas, conturbadas, desorientadas e moribundas, na esgotosfera do corrupto e nocivo poder? No submundo dos esgotos mais sujos da República? Será que ainda vamos voltar a superfície?

Nunca antes na história deste país, existiu uma facção tão nociva, abominável e exacerbadamente criminosa como esta que hoje se encontra no poder da República, locupletando-se do erário público, sem nenhum controle. Está tudo dominado!!

"A CORRUPÇÃO é a suprema PERVERSÃO da vida de uma SOCIEDADE, uma estupidez, é a SUBVERSÃO dos valores legítimos, ela é o agente da DESORDEM SOCIAL, a negação da ética e a destruição das INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)

(Luzes, Câmeras, ação e Corrupção, com o PT no poder, o Brasil não terá
salvação). (Cardoso Lira)

"O solo petista, é propício à geração espontânea da bandidagem, da corrupção, da safadeza e do crime organizado". (Cardoso Lira)

"A natureza suja e criminosa da máquina de corrupção do PT, levará o país, ao fundo do poço". (Cardoso Lira)

E depois ainda dizem que a classe política é um espelho da sociedade. Pode ser em alguma outra sociedade, mas, definitivamente, não aqui. Os brasileiros comuns temos nossa cota de defeitos e maus costumes, porém a grande maioria dos políticos é outra coisa. E que coisa! Pode-se estender o braço mantendo os olhos fechados e, com toda a probabilidade, se agarrará um exemplo do que a política faz com as pessoas - ou do que são as pessoas que fazem da política o seu negócio.

O PT, o PSDB e o PMDB, trazem em si, o DNA do banditismo institucionalizado e da corrupção edêmica. (Cardoso Lira)

“A audácia dos maus, se alimenta da covardia e da omissão dos bons”.

"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos que estão no poder da República. Nenhum político farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história". (Cardoso Lira)

Nós somos militares das Forças Armadas, essa é nossa marca. Todos nós somos soldados responsáveis por fazer tudo acontecer. Quem fala é a sociedade, esta é a “Nossa imagem". (Cardoso Lira)

Nas Forças Armadas, um soldado é considerado um bravo, um valente e um guerreiro, quando enfrenta o inimigo com eficiência e eficácia. A Coragem no entanto, é a capacidade de compreender as ameaças reais, mesmo as de difícil identificação, e como agir conforme as circunstâncias, para assegurar o principal objetivo, a aniquilação do inimigo.

Assim sendo, um soldado valente pode atacar, retirar-se, ou optar por lutar até a morte na defesa de um ponto estratégico vital.

No momento o nosso maior inimigo, é o governo do PT. Vamos nos retirar do campo de batalha, ou lutar até morte? Vamos sair da inércia e salvar o nosso país, ou vamos continuar no fundo do poço? Diz aí, Lobo do Mar.

"O FUTURO COBRARÁ JUSTIÇA, DAQUELES QUE TENTARAM FALSIFICAR A PRÓPRIA HISTÓRIA" (Cardoso Lira)

"Nenhum homem morrerá por afirmação de suas atitudes". (Nietzche)

"Uma nação capitaneada, vilipendiada e aviltada por (piratas e ratos vermelhos), que no passado cometeram tantos delitos, não pode atracar num Porto Seguro". (Cardoso Lira)



Postado pelo Lobo do Mar

sábado, 12 de novembro de 2011

Bendita Herança Maldita!

Por Cardoso Lira

"O aviltamento do Marxismo pelos oportunistas corruptos, que estão no poder para fazer o mal, nestas premissas, nenhum farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história".(Cardoso Lira).

‎"Nobreza de quem concede, lealdade, glória, honra e continência a quem merece receber". (Cardoso Lira)

"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)

Por Claudio Bittencourt

Nunca antes na história deste país um presidente da República recebeu do antecessor condições tão benditas quanto Luiz Inácio Lula da Silva, o Lula.

Não acredita? Então vamos lá, do princípio. Tudo começou quando um jovem fidalgo português, de nome Pedro Álvares Cabral, partiu de Lisboa em busca das Índias (com I maiúsculo!) nos idos de 1500... Ok, ok, vamos pular essa parte. Passou-se o tempo, o Brasil foi descoberto, a independência declarada, a escravidão abolida, a República proclamada, a ditadura instaurada e a democracia restaurada – em tese.

Após muita instabilidade política e um breve período de vacas gordas, o Brasil mergulhou na ‘década perdida’, como ficaram conhecidos os anos oitenta do século XX, que combinava estagnação, hiperinflação e uma sucessão interminável de crises e planos econômicos fracassados.

Foi aí que um presidente da República chamado Itamar Franco, assessorado pelo ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, o FHC, lançou, em 1994, mais um plano de estabilização da moeda, o Plano Real. Só que esse, ao contrário dos anteriores, deu certo, a despeito da oposição de Lula e do seu partido, o PT, que, entre outras imprecações, o taxaram de eleitoreiro.

Os anos que se seguiram foram muito difíceis para o Plano Real, que quase deu com os burros n’água. Pode-se imaginar o que seja superar décadas de cultura inflacionária e enfrentar e corrigir as distorções acumuladas em tão longo período de desvario econômico. Mas o que tinha que ser feito foi feito, na medida do possível, às vezes aos trancos e barrancos, mas foi feito. Para começar, na esteira do Plano Real veio o Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional, o Proer, com o propósito de restabelecer a solidez e a credibilidade do sistema financeiro, grandemente abaladas pela novel estabilidade da moeda.

Na era pré-Real, os bancos se viciaram em inflação, droga alucinógena da qual tiravam a maior parte dos seus ganhos. Domado o dragão inflacionário, os bancos foram atacados por uma terrível síndrome de abstinência, privados que estavam daquela cachacinha cotidiana (inflação = 1,2% ao dia!). Segundo dados do Banco Central, 22 deles sofreram intervenção/liquidação em pouco mais de um ano. Lula e o PT foram radicalmente contra, conseguiram até uma liminar suspensiva na Justiça, felizmente cassada.

O Proer foi tão bem-sucedido que até hoje o nosso sistema financeiro é considerado um dos mais sólidos do planeta, tendo passado incólume pela crise de 2008. Na ocasião, Lula, o indefectível, estufou o peito e cantou de galo para o seu colega americano: “O Brasil tem know-how para salvar bancos. Tem o Proer. Se eles americanos precisarem podemos mandar tecnologia”. Reconhecimento tardio? Ato falho? Não, empáfia mesmo.

Se petistas e afins implicaram com o Proer, imagine-se o que não fizeram com o Programa de Incentivo à Redução da Presença do Estado na Atividade Bancária, o Proes, uma espécie de Proer dos bancos estaduais. Aí, além das costumeiras imprecações, valeu de tudo, até chute na canela, cusparada na cara e cotovelada em praça pública. A situação desses bancos, que já não era boa antes do Real, tornou-se insustentável com a estabilização da moeda. Ignorando solenemente as mais elementares regras de boa administração bancária e de prudência financeira, os bancos estaduais tinham por hábito emprestar aos seus controladores, os governos estaduais, sem garantias e até ao arrepio de leis e regulamentos.

Financiando os déficits públicos a fundo perdido e muitas vezes sem lastro, eles eram, em última análise, verdadeiras máquinas de fazer dinheiro, uma ameaça real ao Plano Real – ameaça que se multiplicava ad nauseam em ano de eleição. O nó górdio estava de tal modo embaraçado que o desenrosco não poderia ficar restrito à ponta bancária da meada. Era necessário mais, muito mais, era preciso envolver os governos endividados em programas de ajuste fiscal sérios e acima de tudo duradouros.

Os entes federativos foram então instados a aderir ao Programa de Reestruturação Fiscal e Financeira dos Estados, por meio do qual o governo federal assumia os passivos estaduais, tomando por garantia as receitas futuras e os repasses do Fundo de Participação dos Estados. Exigia, em troca, a adoção de medidas de austeridade, entre elas a desestatização dos bancos estaduais e a privatização das empresas públicas deficitárias.

Desestatização!!? Privatização??! Aaarg!! - Lula e o PT, mais uma vez, radicalmente contra. A “repactuação das dívidas estaduais”, como ficou conhecido o programa, foi lembrada recentemente, quando economistas de renome internacional recomendaram solução idêntica para a crise da dívida européia. Mais uma vez a velha Europa se curvou diante do Brasil, e dessa vez não foi por causa do futebol, nem da beleza, do charme e da simpatia da mulher brasileira.

Como coroamento das medidas moralizadoras pós-Real, foi promulgada, na virada do milênio, a Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF, que veio disciplinar a gestão financeira dos entes federativos (União, Distrito Federal, estados e municípios) não apenas no âmbito do Executivo como do Legislativo e do Judiciário. Ganhou a transparência, perdeu a gastança irresponsável.

Quem foi radicalmente contra? Ora, os de sempre, Lula e o PT. Eles até ajuizaram Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (na linguagem das siglas: o PT ajuizou ADI no STF contra a LRF do FHC). Diga-se a propósito que ainda hoje eles procuram brechas por onde enfiar um pé-de-cabra jurídico e arrombar a lei.

Note-se o tanto que se avançou, em apenas 6 anos, no sentido de tornar a gestão pública brasileira menos esculhambada, em todas as esferas. Embora muito ainda estivesse por ser feito, o pontapé inicial fora dado.

A despeito dessas iniciativas meritórias, o Brasil permanecia vulnerável a turbulências internas e externas. Foram realmente difíceis os primeiros anos do Plano Real, com a eclosão de três graves crises internacionais: México em 1995, Sudeste Asiático em 1997 e Rússia em 1998. E para completar, uma esdrúxula

moratória mineira, em janeiro de 1999, decretada por ninguém menos que o ex-presidente Itamar Franco, patrono do Plano Real – até tu Brutus? Uma paulada atrás da outra! Assim não há plano econômico que aguente. A economia brasileira foi alvo de sucessivos ‘ataques especulativos’ e quase que a vaca foi para o brejo. Salvou-a o Rhum Creosotado. Brincadeira, salvaram-na a maxidesvalorização do Real de 1999 e a reformulação da política econômica, que passou a assentar-se no tripé câmbio flutuante, metas de inflação e superávit primário. Acrescente-se a essa tríade a autonomia factual concedida ao Banco Central.

Como de hábito, Lula e o PT foram radicalmente contra. Para eles, superávit primário foi a maneira que o governo malvado e neoliberal do tucano FHC encontrou de tirar dinheiro dos pobres para entregar à ‘banca’.

Nada a lamentar. Depois de 20 anos de desempenho medíocre da economia, havíamos, finalmente, encontrado a saída. Os instrumentos de política macroeconômica então adotados, aliados ao fortalecimento do sistema financeiro, ao saneamento das contas públicas e às regras de austeridade fiscal, haviam formado o alicerce que nos permitiria alcançar a prosperidade nos anos vindouros. Após duas décadas de vacas magras, estávamos com tudo pronto para ingressar no período das vacas gordas.

Então, que vengam las vacas!

Não, ainda não. Uma ameaça pairava no ar. Lula, o indefectível, era candidato pela 4ª vez à presidência da República, desta feita com chances reais de vitória. Pelo histórico do personagem, era de se esperar que, uma vez eleito, pusesse em prática tudo aquilo que não se cansava de bravatear Brasil afora. Ou, pior, tudo que preconizava o programa do seu partido.

Céus, o que seria de todo aquele arcabouço econômico-financeiro-legal, penosamente construído nos últimos anos, com grande sacrifício do povo brasileiro? Sabe lá Deus! O ‘mercado’, que não sabia, entrou em polvorosa. À medida que o tempo passava, as eleições se aproximavam e a vantagem de Lula se firmava, as bolsas despencavam, a inflação disparava e as divisas externas se esfarinhavam.

Aí, num golpe de mestre, Lula escreveu (Lula escreveu!?) um documento chamado Carta ao Povo Brasileiro, supostamente com a intenção de acalmar o mercado e, de quebra, cooptar a classe média indecisa. O texto, um tanto repetitivo, é também descosturado, não segue uma sequência lógica de raciocínio.

Os parágrafos se sucedem ignorando-se uns aos outros, pulam de alhos para bugalhos sem a menor cerimônia, vagam erráticos da visão crítica sobre a situação presente a antevisões paradisíacas do porvir, saltam para as aspirações populares, tecem comentários superficiais sobre algum fato econômico, citam reformas muito necessárias à modernização do país, informam uma ou outra intenção do futuro governo, destacam a importância das ações sociais, mergulham novamente na avaliação crítica, citam mais algumas reformas, abordam an passant a política internacional e tornam a enfatizar o descalabro em que o país se encontra metido por culpa das más intenções dos atuais governantes.

Uma colcha de retalhos. No meio de tudo, destaca-se uma entidade mítica, denominada ‘modelo’, citada sete vezes (conta de mentiroso) ao longo do texto. O modelo esgotou-se, o modelo fracassou, o modelo isso, o modelo aquilo... Somos enfaticamente convencidos de que o ‘modelo’, seja lá isso o que for, é o grande culpado por todos os males que nos afligem.

Mas, aleluia, sob Lula, tudo será resolvido com um modelo novo, zerinho, que nos trará a tão sonhada felicidade. E como será esse modelo estalando de novo? Nada é muito claro nesse sentido, mas, pinçando aqui e ali, toma-se conhecimento de que Lula pretende aprofundar as ações de cunho social, preservar as instituições, respeitar os compromissos firmados pelo país, perseverar no combate à inflação, no controle das contas públicas, no equilíbrio fiscal e, heresia das heresias, manter a política de superávit primário.

Mas esse é o programa que aí está, ora pitombas! Onde foram parar os discursos inflamados das portas de fábrica? Onde foi parar a indignação contra as privatizações, o Proer, o Proes, a LRF e tudo mais que esse governo corrupto e neoliberal do FHC inventou para tirar dinheiro dos pobres e entregar às elites? Morreram na praia?

Claro que não, continuam vivíssimos até hoje, mas só na retórica, não nas ações de governo, como se verá adiante.

Voltando aos propósitos da Carta. Conforme dito, ela teria a intenção de acalmar o mercado e cooptar a classe média indecisa. Quanto a esta, tudo bem, a classe média, como sabemos, gosta mesmo de emprenhar pelos ouvidos. Tanto que, àquela altura da marcha eleitoral, já pendia para a candidatura lulista. Mas o mercado, convenhamos, nunca deu bola para discurso pré-eleitoral; ele tem os seus próprios parâmetros, muitas vezes insondáveis, e os petistas sempre souberam disso. Se assim era, por que assumir compromissos opostos ao ideário tão ferrenhamente defendido em anos e anos de militância política? A menos que o ideário de Lula não fosse bem aquele que ele trombeteava nos palanques. Mas quem será capaz de dizer qual é o ideário de Lula? Acho que nem ele mesmo – haja vista o que pensa de si próprio: metamorfose ambulante.

A razão secreta dessa aparente incoerência é que Lula sabia, seja por conhecimento próprio, seja por que fora convencido pelos assessores mais próximos (posso apostar que aí tem o dedo do Palocci) que o tal ‘modelo’ (novo ou velho, que diferença faz?) tinha uma boa chance de dar certo. Claro, desde que um governo

desastrado não metesse os pés pelas mãos. Um rápido balanço da situação indicava isso. O Brasil de Itamar e FHC tinha feito direitinho o dever de casa, abandonando as aventuras heterodoxas e perseguindo o receituário ortodoxo, penoso mas eficaz. Alguns indicadores econômicos vinham sofrendo piora nas últimas semanas, mas isso era mera consequência do pânico que se instalara no mercado ante a provável vitória dos petistas nas urnas - nada que o tempo e a reversão das expectativas não pudessem resolver. O importante é que o Plano Real havia passado por provas severíssimas e conseguira sobreviver; a estabilidade da moeda era um fato, estava consolidada.

É certo que algumas reformas ainda estavam por ser feitas, mas elas não eram assim tão urgentes. No que diz respeito a fatores externos, era visível que a economia americana passava por uma fase de desaceleração, ainda abalada pelo estouro da ‘bolha da internet’, mas também nada preocupante. Em compensação, despontava na Ásia, recém admitida na Organização Mundial de Comércio, a gigante China, com um apetite incomensurável por commodities. Pesados os prós e os contras, valia a pena apostar nos fundamentos econômicos do jeito que estavam.

Assim se faria no início do mandato. Depois, se alguma coisa desse errado, a culpa seria posta neles mesmos, os fundamentos econômicos herdados do FHC, e só aí se partiria para uma virada de mesa, perfeitamente justificada. Uma ruptura imediata seria um salto no escuro totalmente desnecessário, incompatível com personalidades tão lúcidas e argutas como soem ser os próceres petistas, capazes de jogadas de longo alcance, bem estudadas, diligentes, estratégicas, estruturadas, pacientemente ensaiadas. Não é mesmo? Alguém convenceu alguém lá dentro – quem disse que não há vida inteligente no PT?

E a militância, tão aguerrida, tão consciente dos seus ideais, como é que fica numa encruzilhada dessas? Aí entra em cena a Carta ao Povo Brasileiro. Mais do que acalmar o mercado e cooptar a classe média, a Carta tinha também o propósito de amansar os companheiros mais extremados, ansiosos que estavam por desmontar e jogar no lixo as iniciativas neoliberais do facinoroso FHC – justamente aquelas iniciativas que agora se pretendia preservar. Ou seja a Carta se propunha a agradar a gregos e a troianos. Melhor dizendo, agradar a uns e enganar a outros.

Com certeza essa dicotomia explica não só a pobreza da obra como a coexistência de tantas contradições num texto tão curto. Para não despertar a ira dos radicais, nada melhor que o palavrório de sempre, mas sem carregar muito nas tintas, que é para não espantar o outro lado. E, principalmente, tudo deveria ser feito sem creditar mérito ao inimigo, quer dizer, aos governos anteriores, que seria o mesmo que render-se aos seus argumentos, algo verdadeiramente impensável, passados mais de vinte anos de proselitismo petista.

Deu certo, a militância nem percebeu a jogada - ou fingiu não perceber. Esconder o mérito foi a parte mais fácil do plano, bastou maquiar dados e fatos, arte na qual Lula mostrou-se mestre insuperável. No caso em tela, foi só vender o novo e entregar o velho. Foi o que se fez na Carta ao Povo Brasileiro. Depois de desqualificar o modelo existente, falar cobras e lagartos da situação em que o país se encontrava, e repetir à exaustão que um novo modelo era preciso, o documento sugere, ainda que de forma meio envergonhada, as linhas gerais do que seria o modelo novo – igual ao velho, sem tirar nem por.

A essa altura dos acontecimentos, Lula já emitia, antes mesmo de assumir o poder, os sinais de que se apossaria do mérito pelos anos frutuosos que estavam por chegar. Tudo bem, se fosse apenas uma jogada eleitoral para consumo interno do PT. O diabo é que pegou gosto pela coisa e adotou-a como estratégia política.

Mais do que isso, como estratégia de vida, levando às últimas consequências a técnica goebbeliana de repetir uma mentira à exaustão, até que pareça verdade. Assim nasceram a “herança maldita”, o “nunca antes na história deste país” e outros chavões da retórica lulopetista. No seu delírio de grandeza, Lula terminou por assenhorear-se não apenas daquele mérito, mas de todos que lhe aprouveram, passados, presentes e futuros.

Nesse afã, não teve escrúpulos em passar uma esponja na História do Brasil, declarando-se inventor de tudo que existe de bom neste país, desde os tempos daquele jovem fidalgo português que partiu em busca das Índias etc, etc. Aos adversários, creditou a conta de tudo que é ruim. A julgar pelos níveis de popularidade que alcançou, conseguiu convencer as massas – o que se há de fazer?

Que extraordinário poder de convencimento tem o Lula! Das duas uma, ou é iluminado por Deus, ou tem parte com o Capeta - não há meio termo. Cada brasileiro que escolha o lado que lhe fala mais alto ao coração.

Antes que eu me esqueça. Eu gostaria muito de me orgulhar de um brasileiro que veio lá de baixo, do Agreste pernambucano, a bordo de um pau-de-arara, enfrentou todo tipo de privações, conheceu a fome e a miséria, começou a vida como simples operário, galgou todos os obstáculos e chegou ao posto mais alto do meu país. Ah, como eu gostaria! Não posso negar que às vezes me orgulho sim, mas aí penso um pouquinho e caio na realidade. O orgulho vira decepção, a decepção vira desgosto e o desgosto vira indignação.

- Brasil, não poderia ter sido um filho teu um pouco menos velhaco?

Voltando ao foco. Enfim, o tal modelo novo não apresentava novidade alguma, como de fato não as apresentou até hoje, passados 9 anos de governo petista – sinal de que era bom! Estão aí os instrumentos de política macroeconômica que não me deixam mentir: o câmbio flutuante, o regime de metas de inflação e o mal-falado superávit primário. Até a autonomia do Banco Central foi mantida, a despeito de ter sido a única instituição a levar um (discretíssimo) puxão de orelha no texto do Lula.

Estão aí também os frutos das execradas privatizações, nenhuma delas revertida, nem sequer contestada na justiça. Continua aí o programa de repactuação das dívidas estaduais, em pleno funcionamento, assim como a Lei de Responsabilidade Fiscal, a despeito das tentativas frustradas de desvirtuamento. E estão aí os frutos do Proer e do Proes, também jamais questionados, senão da boca pra fora.

Bem examinada a questão, constata-se que Lula, se não desfez o que estava feito, tampouco criou algo novo para melhorar o Brasil. Nem sequer as reformas citadas na Carta foram executadas a contendo. No frigir dos ovos, o seu governo apenas surfou na maré de prosperidade que bafejou os países emergentes e que, no caso do Brasil, é fruto do empenho dos seus antecessores. Lula, se mérito teve, não foi pelo que fez e sim pelo que não fez.

Mas ele promoveu a distribuição de renda, diminuindo as desigualdades sociais e resgatando da miséria milhões de brasileiros, como nunca se fez antes na história deste país - dirão os que optam pela versão divina do Lula.

Eu, que estou mais inclinado para a versão oposta, por ora não contesto, mas pergunto quantos brasileiros melhoraram de vida porque a economia mundial cresceu, quantos melhoraram porque o Brasil cresceu e quantos melhoraram por conta das iniciativas do governo. Destes, convém distinguir os que ascenderam graças a ações sociais, digamos, ortodoxas (exemplos clássicos: ações nos campos da educação, saúde, habitação, saneamento, transporte público, inclusão digital, etc) daqueles que saíram da miséria por vias heterodoxas, recebendo renda diretamente do governo.

A transferência direta de renda ameniza um problema imediato, urgente, mas não pode ser um fim em si. Para render frutos sociais tem que ser condicionada à participação em outros programas, voltados para a educação e a saúde dos assistidos bem como à sua inclusão na sociedade. Caso contrário vira esmola, que é a pior coisa que pode acontecer. “...uma esmola a um homem qui é são/Ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão” – já dizia o Rei do Baião, um pernambucano que sabia das coisas.

Ademais, vista pela ótica macroeconômica, tal distribuição carece de sustentabilidade. Se nos períodos de expansão ajuda a azeitar a economia, em épocas de fraco desempenho surte o efeito contrário. E aí as coisas se complicam, pois a economia é cíclica, como sabemos desde os tempos bíblicos. Sem falar no risco, sempre presente, de descambar para o assistencialismo paternalista de cunho eleitoreiro.

De um programa de distribuição de renda podemos dizer que será benfazejo se levar as pessoas à porta de saída e, ao contrário, será nefasto se aprisioná-las nas fronteiras da miséria.

E aí está o X da questão: no que diz respeito a essa importantíssima distinção, os números ainda estão por ser conhecidos no Brasil.

O que se conhece, e assim mesmo precariamente, são os números de uma outra distribuição de renda, oficiosa, não oficial, cujo público alvo não são os excluídos da sociedade e sim os companheiros, os aliados, os amigos e os familiares. Corrupção é o seu nome.

Mas esse é um outro capítulo da contribuição de Lula para a deseducação dos brasileiros.

Comento

"O futuro cobrará justiça, daqueles que tentaram falsificar a própria história". (Cardoso Lira)

Só uma triste constatação, o maldito FHC autor da MP 2215-10, foi quem iniciou todos os crimes hediondos, dos quais os petistas hezbollah estão se locupletando nos dias atuais.

Quando será que vamos poder falar a seguinte frase? "Vocês perderam PETRALHAS"!

"Somente com medidas mais radicais, poderemos tomar o comando desta nação, para atracar em um Porto Seguro".

Postado pelo Lobo do Mar

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Lupi, o que ama Dilma, deu verba a ONG de aliado que era alvo da PF

Por Cardoso Lira

"O aviltamento do Marxismo pelos oportunistas corruptos, que estão no poder para fazer o mal, nestas premissas, nenhum farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história".(Cardoso Lira).

‎"Nobreza de quem concede, lealdade, glória, honra e continência a quem merece receber". (Cardoso Lira)

"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)

Por Fernando Mello e Breno Costa, na Folha:

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, ajudou pessoalmente a ONG de um colega de partido mesmo depois de a Polícia Federal abrir um inquérito criminal para investigar suspeitas de irregularidades em convênio da entidade com a pasta, no valor de R$ 6,9 milhões.

A ONG Adrvale (Agência de Desenvolvimento do Vale do Rio Tijucas e Rio Itajaí Mirim), de Santa Catarina, é presidida por Osmar Boos, ex-candidato a vereador pelo PDT em Brusque. A investigação da PF, que tramita em segredo de Justiça, começou em maio de 2009, com base em um relatório da CGU (Controladoria Geral da União) que apontou o uso de funcionários e empresas-fantasmas em convênio de 2007, já sob a gestão Lupi, para qualificação de trabalhadores.

Em fevereiro de 2010, nove meses depois do início da investigação da PF, Lupi foi até Florianópolis para um evento com a participação de dirigentes da Adrvale. Na ocasião, o Ministério do Trabalho sabia das irregularidades apontadas pela CGU, mas afirma que desconhecia a existência de um inquérito policial a respeito.

Comento

"Uma nação capitaneada, vilipendiada e aviltada por (piratas e ratos vermelhos), que no passado cometeram tantos delitos, não pode atracar num porto seguro". (Cardoso Lira)

"O futuro cobrará justiça daqueles que tentaram falsificar a própria história" (Cardoso Lira).

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

REVOLUÇÃO DE 64, AINDA NÃO MORREU!

Por Cardoso Lira

"O aviltamento do Marxismo pelos oportunistas corruptos, que estão no poder para fazer o mal, nestas premissas, nenhum farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história".(Cardoso Lira).

‎"Nobreza de quem concede, lealdade, glória, honra e continência a quem merece receber". (Cardoso Lira)

"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)

Muito bem, deixa estar e aí está, na verdadede eu não sou saudosista, mas, em alguns momentos, me vem o desejo de termos as forças armadas brasileiras, mais participativas em determinados assuntos que não aqueles ligados diretamente à caserna.

É isso aí, o que ficou na mente do povo brasileiro foi, uma idéia idiota de que a REVOLUÇÃO DE 64, ESSE É O SEU VERDADEIRO NOME, foi um movimento militar de simples tomada do poder para instalar uma ditadura de direita, MILITAR, no Brasil.

Os livros de história, neste particular, estão carregados de ideologia políticas esquerdistas e revanchistas, que na verdade criminaliza um ato de BRAVURA,, que foi muito importante, para o nosso país e que com toda a certeza, poderia ser chamado de contra revolução.

O que queriam os comunistas e bandidos que hoje estão no poder? Alguns anos e bem antes da deflagração da REVOLUÇÃO MILITAR, era, nada mais nada menos, que uma REVOLUÇÃO COMUNISTA, para tentar instalar no Brasil pré-64 o mesmo regime que se instalara em Cuba pela REVOLUÇÃO promovida por Che Guevara e Fidel Castro, em 59 com a deposição de Fulgêncio Batista.

Tanto lá como aqui, o financiamento direto das revoluções comunistas, se serviam do dinheiro farto, do apoio incondicional e do treinamento de guerrilheiros fornecidos tanto por Cuba quanto pela Rússia.

Chamar simplesmente o movimento militar de ditadura é falsear a verdade do que realmente aconteceu naqueles dias sombriu do governo de João Goulart.

Estes farsantes que hoje estão no poder da República, falam maravilhas de Cuba, mesmo que nunca tenham colocado as patas sujas no pedaço do inferno do comandante moribundo.

Falam das maravilhas da saúde cubana, sem terem estado frente a frente com o açougue médico que é destinado à população mais carente, mais pobre e mais necessitada.

Falam do socialismo do povo, sem nunca presenciarem de perto as construções caindo aos pedaços em que moram milhares de cubanos.

Falam da liberdade do regime de Fidel, sem nunca terem visto os paus mandados, como eLLes, que invadem as casas dos pobres que não comem nas mãos do assassino e que tentam, todos os dias de suas miseráveis vidas, escaparem da ilha, enfrentando um mar traiçoeiro, em cima de câmaras de ar, velhos carros transformados em barcos, agarrados em troncos de madeira, numa procura desesperada pela liberdade que temos aqui e que não existe lá.

Como esses canalhas querem democracia se só se preparam para a guerra?
Como é que esses ratos vermelhos, falam em liberdade, se eles se armam de explosivos pás e enxadas.
Vejam como o MST, o braço armado do PT, vive invadindo terrenos e prédios públicos? Como falam de justiça social se matam inocentes como Mário Kosel? Quantas pessoas foram mortas por esta organização criminosa que hoje se encontra no poder?

Não é fácil viver e lutar por democracia, no país dos corruptos e bandidos petralhas.
Neste país, se impõe a liberdade de desgraçados como estes, que tentarem, de todas as formas possíveis, matar a liberdade que lhes é oferecida e que lhes dá a liberdade de praticarem tantos atos de corrupção, crimes e vandalismo com o dinheiro público.

Como é difícil viver num país, onde temos que conviver com os absurdoss de ver os petistas pisar na democracia mentindo que quer defendê-la.

Hoje, totalmente diferente de 64, a corrupção desta organização criminosa, que se encontra no poder venceu a razão.

"O futuro cobrará justiça daqueles que tentaram falsificar a própria história".(Cardoso Lira).

"Nenhum homem morrerá por afirmação de suas atitudes". (Nietzche)

"Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela razão" (Eça de Queiroz)

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Ministério Público pede cassação do petista Vaccarezza, líder do governo na Câmara

Por Cardoso Lira

"O aviltamento do Marxismo pelos oportunistas corruptos, que estão no poder para fazer o mal, nestas premissas, nenhum farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história".(Cardoso Lira).

‎"Nobreza de quem concede, lealdade, glória, honra e continência a quem merece receber". (Cardoso Lira)

"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)


Por Silvia Amorim e Isabel Braga, no Globo:

O Ministério Público Eleitoral em São Paulo pediu a cassação do mandato do deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por arrecadação ilícita de recursos na campanha eleitoral de 2010. O parlamentar é líder do governo na Câmara e informou nesta terça-feira, por meio de sua assessoria, que espera que o TSE confirme a decisão que ele já obteve no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo.Para a Promotoria, R$ 350 mil foram doados ao deputado por uma concessionária de serviço público e uma entidade de classe, o que é vedado pela Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), e cuja penalidade máxima é a cassação. Vaccarezza recebeu R$ 150 mil da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisas (Interfarma) e R$ 200 mil da UTC engenharia S/A.O TRE paulista decidiu em favor do deputado por considerar que a Interfarma tem patrimônio particular e não recebe recursos públicos. No caso da UTC, a corte eleitoral considerou que a empresa não é concessionária ou permissionária de serviço público.O recurso do Ministério Público foi protocolado na sexta-feira passada. Nele, os promotores defendem que a Interfarma reúne as características de entidade de classe, ao representar 41 entidades associadas e atuar junto às autoridades competentes no sentido de certificar a exclusividade de produtos farmacêuticos a favor dos seus associados. A promotoria afirma ainda que o Supremo Tribunal Federal (STF) já se manifestou no sentido de que entidade de classe é aquela na qual se congregam associações regionais.



Comento

Já comentei muitas vezes aqui neste blog, o verdadeiro caráter deste estúpido e nocivo petista. Um sujeito abominável, totalmente desqualificado para o cargo que ocupa, que já deveria está atrás das grades há muito tempo, visto que não é de hoje, que o desnorteado comete crimes hediondos na República Federativa dos Petralhas.
Essa suja e corrupta ratazana vermelha e petista metido a burguês é de extremo radicalismo e revanchismo, este bandido comanda uma das células mais radicais e nociva, desta facção criminosa que hoje se encontra no poder, locupletando-se do erário público.


Governo corrupto do PT. 83% das obras fiscalizadas pelo TCU tem irregularidades graves. 26 devem ser paralisadas. Rombo é de R$ 2,6 bilhões.
O presidente do Senado, José Sarney, recebeu na tarde desta terça-feira (8) a visita do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Benjamin Zymler. Ele estava acompanhado de Raimundo Carreiro, ministro do TCU. Zymler e Carreiro vieram entregar a Sarney o Relatório de Fiscalização de Obras de 2011 (Fiscobras 2011), que subsidia a Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO) no que diz respeito a distribuição de recursos orçamentários para o próximo ano.

Em 2011, o TCU fiscalizou 230 obras e encontrou irregularidades graves em 190. O relatório do TCU recomenda a paralisação de 26 obras, como a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e a implantação da Linha 3 do metrô do Rio de Janeiro (RJ). De acordo com o ministro Raimundo Carreiro, relator do Fiscobras, as principais irregularidades identificadas pelo TCU em 2011 foram superfaturamento e projeto básico deficiente.

O presidente do TCU disse esperar que as recomendações do tribunal sejam atendidas, pois as correções das irregularidades podem evitar a paralisação das obras. Segundo Benjamin Zymler, as correções propostas podem gerar benefícios de até R$ 2,6 bilhões aos cofres públicos - Esse valor representa duas vezes o orçamento do próprio TCU - disse Zymler. Ao se referir ao relacionamento institucional do TCU com o Congresso Nacional e com o Executivo, Zymler disse que o TCU deve ser visto como um órgão de cooperação e fez questão de ressaltar o caráter preventivo do trabalho do tribunal.

Por Paulo Chagas

Ao ler com avidez e curiosidade a última contribuição do Gen Agnaldo Del Nero à justiça e à verdade, detalhadas em seu livro “Médici – A Verdade Histórica”, pude constatar, não sem pesar, o porquê do tratamento preliminar da obra como subversiva à situação política do Brasil atual.

O livro retrata a personalidade forte, a honestidade de propósitos e a desambição pessoal de um homem que recebeu o cargo supremo da Nação como missão e dever cívico de quem, por vocação para servir, a ela jurou dedicar-se integralmente, sem, em troca, nada pedir ou querer.

Retrata, em momento oportuno da vida nacional, os critérios do Presidente Médici para a escolha dos ministros “segundo seu próprio julgamento, seus próprios valores, sua responsabilidade total; imune a pressões de qualquer ordem – políticas, militares e econômicas”.

Retrata, mesmo sem mencionar, as diferenças fundamentais entre esses critérios e os, supostamente, “herdados” pela Presidente Dilma. Mulher tida como de personalidade forte e impositiva, mas que levada ao poder na esteira do populismo hipócrita e desavergonhado de seu antecessor, dobra a coluna e submete-se, aparentemente, sem conhecimento de causa, às mazelas dos apadrinhados do seu “Cavalo de Tróia”!

O livro, citando autores de ambos os lados da contenda ideológica que à época sangrava irmãos brasileiros, traz à lembrança dos mais velhos e ao conhecimento dos mais jovens tudo o que as “lideranças” de hoje, no poder da República, querem esconder da sociedade ou desqualificar diante da opinião pública: seqüestros, assassinatos, roubos, assaltos, pirataria aérea, atentados indiscriminados, pregação do ódio, incentivo à violência, desrespeito à vida e ao direito. Tudo o que hipocritamente, condenando, apresentam como apanágio de suas vidas públicas.

Ao recordar, no livro, as ações destrutivas e sanguinárias da esquerda radical, comunista, sinto a angústia da impotência diante de uma realidade que não posso mudar. Sinto vergonha de mim mesmo diante da obra, da coragem e da determinação dos que nos antecederam e que não permitiram, em tempos muito mais drásticos, que o Brasil fosse vítima dos que hoje subvertem as virtudes, os valores e os princípios basilares da moral e da ética, pavimentando o caminho para a tomada total do poder, caminhando sobre as cinzas da liberdade e do direito.

Revolta-me ver bandidos travestidos de homens públicos dirigindo-se à Nação como se a ela, desinteressada, honesta e patrioticamente, dedicassem o melhor de suas vidas, quando, na realidade, com o conhecimento de todos, a conivência de outros e, pior, com a esperança de muitos, estão tratando de atender aos próprios e escusos interesses de enriquecimento pessoal, quando não estão, na construção do totalitarismo, drenando fortunas para os cofres dos “partidos da base aliada”.

Angustia-me ver as instituições mais sérias e competentes do País, responsáveis pela sua defesa e segurança, dedicadas exclusivamente a seu dever profissional, limitando-se a demonstrar, sempre e a cada dia, seu arraigado espírito de missão e de sacrifício físico pela Pátria, mas, ao mesmo tempo, fazendo-se cegas, surdas e mudas para com seu dever cidadão, muito bem expresso na Constituição Federal e que as coloca como guardiãs últimas da lei e da ordem em um país governado por corruptos, coniventes com a desordem, com a impunidade e com os desmandos de indivíduos, grupos, movimentos e partidos políticos!

Constrange-me a opção pelo esquecimento do passado recente, deixando à própria sorte e defesa companheiros que, no cumprimento de ordens, estiveram na linha de frente do combate à subversão armada, como se apenas eles e não todos os militares estivessem, de alguma forma, envolvidos naquele conflito, seja instruindo e adestrando a tropa para o combate à guerrilha rural e urbana, seja estruturando e participando da guarda e da segurança dos quartéis, do armamento, dos paióis e de pontos sensíveis, seja estudando, atualizando, aperfeiçoando e treinando o desencadeamento dos planos de segurança interna, seja, no mínimo, estando prontos e disponíveis para receber ordens e ombrear com os da linha de frente!

A disciplina militar impõe ao soldado o acatamento das ordens das autoridades, mas não pode emudecê-lo diante daquilo com o que não concorda, nem tão pouco lhe faculta omitir-se diante do errado e do malfeito.

Guardo, como sempre, o respeito aos que assumem postos e responsabilidades que, por força do destino e das minhas limitações, nunca assumirei, mas reservo-me a prerrogativa de, pelo menos, continuar a opinar e a ter esperança de que o estudo de situação continuado lhes faça ver que a sua participação crítica e a expressão clara e ostensiva de suas posições patrióticas em defesa da democracia, da liberdade, da justiça, da lei e da ordem, nos limites do texto constitucional, é, além de um direito, um dever cidadão.

Paulo Chagas é General de Divisão na Reserva.

Comento

Já não era sem tempo, para que as pessoas de bem da nossa pobre República Federativa do Brasil, começassem a abril a boca. Ainda bem que os oficiais Generais, mesmo que na reserva estão saíndo da inércia. Só falta agora os da ativa, fazerem o mesmo.

"O futuro cobrará justiça, daqueles que tentaram falsificar a própria história". (Cardoso Lira)