quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Brasil sem corrupção


Por Cardoso Lira

A campanha “Brasil: país rico é país sem corrupção” lançada pela Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) em outubro último, é a grande esperança da sociedade na luta contra a corrupção e a bandidagem, esses monstros que devoram os recursos públicos e as reservas éticas e moral de nosso país.

Estas ratazanas vermelhas, que se encontram nos esgotos mais sujos do planalto da corrupção e do crime organizado, precisam ser eliminadas!

Todos os bandidos dizem defender a república, até mesmo os regimes socialistas totalitários. Mas a essência do modelo republicano brasileiro na questão da representatividade, não é um modelo eficiente de representação política, com claros limites constitucionais ao poder do Estado, não é adequado chamar de República este corrupto e nocivo regime.

Hoje em dia é comum escutarmos nas ruas de todas as cidades, do agromerado em que vivemos e chamamos de país, a seguinte frase: (saúdade da época dos militares). Nesta época o respeito ao povo brasileiro com excessão dos narcoterroristas que hoje se encontram no poder, era bem melhor do que hoje.

"O futuro cobrará justiça daqueles que tentaram falsificar a própria história" (Cardoso Lira).

"Uma nação capitaneada, vilipendiada e aviltada por (piratas, ratos vermelhos e bandidos), que no passado cometeram tantos delitos, não pode atracar num Porto Seguro". (Cardoso Lira)

A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

REFLEXÃO

Por Cardoso Lira

Meus nobres queridos amigos e leitores, dentro de poucos dias, em dezembro uma boa parte das nações e dos homens celebrará, o nascimento do Cristo (O natal), e á passagem do ano, e uma vez mais nos perguntamos, e o faremos pela eternidade afora: Qual é o lugar de Deus, num mundo de iniqüidades? Até quando há de permitir tamanha luta entre o Bem e o Mal? O certo e o errado? Até Deus, fechou os olhos diante das vítimas do lulismo no Brasil, do nazismo em Auschwitz, dos soviéticos que pereceram no Gulag da fome, dizimando milhões de pessoas depois da revolução chinesa? E hoje, "Senhor Deus dos Desgraçados" (como O chamou o poeta Castro Alves)? Darfur, a África Subsaariana, o Oriente Médio... Então não vê o triunfo do horror, da morte e da fúria? Por que um Deus inerme, diante das "espectrais procissões de braços estendidos", como escreveu Carlos Drummond de Andrade? Por que o Deus do, olímpico é também dos indivíduos malígnos e "molusquianos"? Olhemos a tristeza dos becos escuros, imundos e sujos do mundo de horror, onde um homem acaba de fechar os olhos pela última vez, levando estampada na retina a imagem dos seus sonhos pequeninos e ainda na sua pequenês humana, mesmo assim, frustrado...Por que governos como: Molusco e FHC que cometeram tantas atrocidades com o povo brasileiro, principalmente com as FFAA e com os militares, continuam fazendo a mesma coisa?

Deus, até quando haveremos de honrá-lo com nossa dor, com nossas chagas, com nosso sofrimento? Até quando pessoas miseráveis, anônimas, rejeitadas até pela morte, murcharão aos poucos na sua mísera humana e indelével insignificância, fazendo o inventário de suas grandes solidões, colecionando todas as chagas e tudo o que não têm e o que é pior: nem se revoltam? Se Ele realmente nos criou, por que nos fez essa coisa tão lastimável e abominável como espécie e como espécimes? Se ao menos tirasse de nosso coração os anseios, os desejos, para que aprendêssemos a ser pedra, a ser árvore, a ser bicho entre bichos... Mas nem isso. Somos uns primatas pelados, plenos de fúrias e delicadezas (e estas nos doem mais do que aquelas), a vagar com a cruz nos ombros e a memória em carne viva. Se a nossa alma é imortal, por que lamentamos tanto a morte? Como observou o latino Lucrécio (séc. I a.C.)? Se há um Deus, por que Ele não nos dá tudo aquilo que um mundo sem Deus nos sonega? Indubitávelmente são indagações como essas que tiram nossa fé e nos remete ao primitivismo mais abominável e selvagem.

Meus amigos, não vou tratar aqui do mistério da fé, que poderia, sim, responder a algumas perplexidades da materia. O que quero expressar neste texto é a mensagem do Cristo como uma ética entre pessoas, povos e até religiões. Não quero, com isso, solapar a dimensão mística do Salvador, mas sim dar relevo a sua dimensão com a criatura humana.

O Cristianismo é o inequívoco fundador do humanismo moderno porque é o criador do homem universal, de quem nada se exigia de prévio para reivindicar a condição de filho de Deus e irmão dos demais homens. É o fundamento religioso do que, no mundo laico, é o princípio da democracia contemporânea. Não por acaso, a chamada "civilização ocidental" é entendida, nos seus valores essenciais, como "democrática" e "cristã". Isso tudo é história e não crença religiosa ou qualquer outra seita.

Falo aqui das iniqüidades porque é com elas que se costuma contrastar a eventual existência de uma ordem divina. O ser supremo que, segundo essa perspectiva, se o Mal subsiste, então não pode haver um Deus vingativo e carrasco, como no velho testamento, que só seria compatível com o Bem perpétuo. Ocorre que isso tiraria dos nossos ombros o peso das escolhas, das responsabilidades e do discernimento, há no entanto a necessidade de uma ética moral. E nesse caso, o homem só seria viável se isolado no Paraíso, imerso numa natureza pura e necessariamente benfazeja e generosa.

O Cristianismo assim bem como as demais religiões (e também a ciência) existe é no mundo das imperfeições humanas e das materializações, neste planeta de expiação o mundo dos homens pós- queda. Contestar a existência do supremo criador, Deus segundo esses termos corresponde a acenar para uma felicidade perpétua somente possível num tempo místico ou próximo da luz divina.(Fiat Lux).

E as religiões são histórias encarnadas nas fragilidades das equivocadas almas, humanas. Sócrates já dizia que, "na iminência em que me vejo para provar a existência de Deus, revela-me a sua existência".

Em Auschwitz, no Gulag ou em Darfur, vê-se, sem dúvida, a dimensão trágica da liberdade: a escolha do Mal. E isso quer dizer, sim, a renúncia a Deus. Mas também se assiste à dramática renúncia ao homem. Esperavam talvez que se dissesse aqui que o Mal Absoluto decorre da deposição da Cruz em favor de alguma outra crença ou convicção.
A piedade cristã certamente se ausentou de todos esses palcos da barbárie cometida por tiranos. Mas, com ela, entrou em falência a Razão, salvadora e redentora da humanidade. Todavia a misericordia de Deus um dia vai nos tirar da roda das reencarnações, passaremos para à luz e todo sofrimento será extinto e a tão sonhada felicidade nos acompanhará pela eternidade afora.

Pois fé e Razão são categorias totalmente opostas, mas nasceram ao mesmo tempo e de um mesmo esforço: entender o mundo e os mistérios de Deus, que não são explicados nem pelas escolas de mistérios, que surgem a cada 700 anos com um "Hierofante" e assim estabelecendo uma hierarquia de valores que possa ser por todos interiorizada.

As cenas bárbaras das mulheres de Darfur fugindo com suas crianças, empurradas pela barbárie, remetem, é inevitável, à fuga de Maria e do Menino Jesus para o Egito, retratada por Caravaggio (1571-1610) o carpinteiro José segura a partitura para o anjo. As representações dessa passagem, pouco importam o pintor ou a escola, nunca são tristes (estas vem até com músicas), ainda que se conheça o desfecho da história. É o cuidado materno, símbolo praticamente universal do amor de salvação, sobrepondo-se à violência irracional dos homens maus que o persegue, tornando-se assim seres selvagens, monstruosos e primitivos.

LULISMO, DILMISMO, NAZISMO, COMUNISMO E ETC SÃO: Tribalismos aborigenes, selvagens e ao mesmo tempo contemporâneos tornados ideologias...idiotas.... São movimentos abomináveis, cada um praticando o horror a seu próprio modo, que destruíram e que destroem, sem dúvida, a autoridade divina. Mas nenhum deles triunfou sem a destruição, também, da autoridade humana, subvertendo os valores da Razão (afinal, acreditamos que ela busca o Bem) e, para os cristãos, a santidade da vida. Todas as errupções revolucionárias destruíram os valores que as animaram, como Saturno engolindo os próprios filhos. O progresso está com os que conservam o mundo, reformando-o a seu modo e ao seu bel prazer, como os petralhas.

DITADORES SANGUINÁRIOS SÃO: Mentes doentias, conflitivas é almas totalmente equivocadas, O LULISMO COM TODAS AS SUAS CÉLULAS DE CORRUPÇAO, foi ainda muito pior do que o NAZISMO, no seu patamar mais abominável, selvagem e destruidor.
Seu idealizador o molusco um monstro de barbas com nove tentáculos, é sim a besta do apocalipse de João, não é uma criatura humana. É o Lúcifer encarnadado, que veio a terra para MATAR, ROUBAR E DESTRUIR TUDO E TODOS.

Pedem-me que prove que um mundo com Deus é melhor do que um mundo sem Deus? Se nos pedissem, observou Chesterton (1874-1936), pensador católico inglês, para provar que a civilização é melhor do que a selvageria, olharíamos ao redor um tanto desesperados e conseguiríamos, no máximo, ser estupidamente parciais e reducionistas: "Ah, na civilização, há livros, estantes, computador..." Querem ver? "Prove, articulista, que o estado de direito, que segue os ritos processuais, é mais justo do que os tribunais MOLUSQUIANOS." E haveria uma grande chance de a civilização do estado de direito parecer mais ineficiente, mais fraca, do que a barbárie do tribunal "LULISTA/MOLUSQUIANO". Há casos em que é mais fácil exibir cabeças do que provas. A convicção plena, às vezes, é um tanto desamparada. Pois o petismo mais selvagem consegue entre muitas coisas ruins, até cegar uma boa parte dos brasileiros, pessoas de bem principalmente aqueles com pouca cultura e menos oportunidades na vida.

Amigos, este artigo não trata do mistério da fé, mas da força da esperança, que é o cerne da mensagem cristã, como queria o apóstolo Paulo: "É na esperança que somos salvos". O que ganha quem se esforça para roubá-la do homem, fale em nome da Razão, da Natureza ou de algum outro Ente maiúsculo qualquer? E trato da esperança nos dois sentidos possíveis da palavra: o que tenta despertar os homens para a fraternidade universal, com todas as suas implicações morais, e o que acena para a vida eterna. O ladrão de esperanças não leva nada que lhe seja útil e ainda nos torna mais pobres de anseios e de esperanças no cristianismo menos ortodóxo e paradoxal.

O cristianismo primitivo, já foi acusado de morbidamente triste, avesso à felicidade e ao prazer de viver, e também de ópio das massas, cobrindo a realidade com o véu de uma fantasia conformista, que as impedia de ver a verdade. Ao pregar o perdão, dizem, é filosofia da tibieza; ao reafirmar a autoridade divina, acusam, é autoritário. Pouco afeito à subversão da autoridade humana, apontam seu servilismo; ao acenar com o reino de Deus, sua ambição desmedida. Em meio a tantos paradoxo, subsiste como uma promessa, mas também como disciplina vivida, que não foge à verdadeira luta nunca.

Precisamos do Cristo não porque os homens se esqueceram de ter fé, mas porque, com freqüência, eles abandonam a Razão e cedem ao horror. Sem essa certeza, Darfur – a guerra do forte contra o indefeso, da criança contra o fuzil, do bruto contra a mulher –, do MOLUSCO contra à nação brasileira são tragédias, são escárnios abomináveis que o mundo simplesmente ignora.
Covoco todos os brasileiros de bem do nosso país para salvar nossa nação com à ajuda de Deus, vamos acabar com 666. (O TERRIVEL BATRÁQÜIO MOLUSCO SANGUINÁRIO E SUA TERRÍVEL CRIATURA). O 666 A BESTA DO APOCALIPSE DE JOÃO.

Meus irmãos de farda, em meio a essa bela, profunda e forte reflexão, desejo para todos os companheiros de luta, que me deram a honra de prestigiar esse textos, um
bom dia.

Postado pelo Lobo do Mar

Falsa Esperança

Por Cardoso Lira

As Classes Sociais e o Estado

"O Estado é um Produto do Antagonismo Inconciliável das Classes". (Vladimir Lênin).

"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas, corruptos e revanchistas que estão no poder da República. Nenhum político farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história". (Cardoso Lira)

O alienamento e o completo alijamento coletivo dos militares do sagrado e democrático direito/dever de opinar encontra, portanto, respaldo interno e externamente aos muros do quartel.


Por Paulo Chagas

Há conhecidos e amigos meus que dizem que sou filho do “entulho autoritário”.

Ledo engano! Sou fruto de uma reação ao revanchismo e às mentiras de uma facção de brasileiros que enganou e espolia a Nação.

Compartilho com todos e em especial com os que me criticam o texto a seguir, escrito logo após a vitória nas urnas do presidente Lula da Silva, em seu primeiro mandato.

Este texto foi lido por mim em todas as unidades militares da 7ª Brigada de Infantaria Motorizada, Brigada Felipe Camarão, da qual, com muito orgulho, fui comandante.

Ele retrata o espírito com o qual encarei a chegada do PT e seus aliados ao poder e com o qual propus o caminho para o futuro.

Envolvi-me em uma aura de esperança, fruto do otimismo que sempre se impôs à minha personalidade e, se hoje sou crítico implacável da usurpação facciosa e fraudulenta do poder e da distorção injusta, revanchista e mentirosa da história, isto não se deve apenas ao orgulho que tenho de pertencer a uma das Instituições que participou do salvamento da Pátria nas décadas de 60 e 70, mas, principalmente, pela decepção e pela constatação do terrível engano cometido por aqueles que, mais do que eu, ousaram, por um momento, ter esperança de dias melhores para o Brasil!

Segue o texto:

“Quantas décadas os brasileiros ainda terão que perder antes de se darem conta de que ao olhar para trás não devem ver apenas erros, excessos e arbitrariedades?

Quantas décadas ainda terão que desperdiçar para aprender a olhar para o passado com os olhos da reconciliação, guardando na memória apenas o que de bom, útil e honesto pode ser visto, mesmo tendo ainda na retina a imagem cruel do conflito radical de idéias que manchou o solo da Pátria com o sangue de irmãos?

Não há mais tempo a perder com revanchismos estéreis, cegos, surdos e pouco inteligentes. É hora de negar guarida a estratégias destrutivas, importadas do pretérito, absurdas e hipócritas.

É tempo de ser humilde, de aceitar a derrota, de reconhecer virtudes e enganos, de pedir perdão, de perdoar, de somar, de unir, de ceder, de aprender, de respeitar, de ser sincero, de ser magnânimo, de dialogar, de amadurecer, de amar e de abraçar. É tempo, enfim, de recomeçar e construir!

É hora de juntar as pedras e colocá-las umas sobre as outras, harmonicamente, para erguer o futuro que queremos, merecemos e não podemos adiar.

A esperança venceu o medo, é preciso no entanto encontrar nela a fortaleza que nos imporá coragem para avançar e a generosidade para conviver com os fantasmas do passado. É tempo de abandonar as paixões, expurgar os ressentimentos de todas as cores e, de mãos dadas e alma limpa, buscarmos nosso futuro!

Nós, Soldados, devemos estar, com humildade, grandeza e altivez, preparados para sermos também, e como sempre, importantes protagonistas destes novos tempos de harmonia e paz!”

Quanta ilusão! Que me perdoem os meus subordinados de então por ter-lhes alimentado a falsa esperança...

Paulo Chagas é General de Brigada na Reserva.

Comento

Hoje em dia é comum escutarmos nas ruas de todas as cidades, do agromerado em que vivemos e chamamos de país, a seguinte frase: (saúdade da época dos militares). Nesta época o respeito ao povo brasileiro com excessão dos narcoterroristas que hoje se encontram no poder, era bem melhor do que hoje.

"O futuro cobrará justiça daqueles que tentaram falsificar a própria história" (Cardoso Lira).

"Uma nação capitaneada, vilipendiada e aviltada por (piratas, ratos vermelhos e bandidos), que no passado cometeram tantos delitos, não pode atracar num Porto Seguro". (Cardoso Lira)

A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

“A audácia dos maus, se alimenta da covardia e da omissão dos bons”.

Por Cardoso Lira

'OS POLÍTICOS E AS FRALDAS DEVEM SER MUDADOS FREQUENTEMENTE PELA MESMA RAZÃO'
(Eça de Queiroz).

"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos que estão no poder da República. Nenhum político farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história". (Cardoso Lira)

O alienamento e o completo alijamento coletivo dos militares do sagrado e democrático direito/dever de opinar encontra, portanto, respaldo interno e externamente aos muros do quartel.

Esses governantes abomináveis e corruptos, que hoje se encontram no poder, são as verdeira mazelas, deste aglomerado em que vivemos que não é um país e muito menos sério. Estas ratazanas vermelhas, cada dia que passa, cometem mais crimes.

Nós somos militares das Forças Armadas, essa é nossa marca. Todos nós somos soldados responsáveis por fazer tudo acontecer. Quem fala é a sociedade, esta é a “Nossa imagem". (Cardoso Lira)

Nas Forças Armadas, um soldado é considerado um bravo, um valente e um guerreiro, quando enfrenta o inimigo com eficiência e eficácia. A Coragem no entanto, é a capacidade de compreender as ameaças reais, mesmo as de difícil identificação, e como agir conforme as circunstâncias, para assegurar o principal objetivo, a aniquilação do inimigo.

Assim sendo, um soldado valente pode atacar, retirar-se, ou optar por lutar até a morte na defesa de um ponto estratégico vital.

No momento o nosso maior inimigo, é o governo do PT. Vamos nos retirar do campo de batalha, ou lutar até morte? Vamos sair da inércia e salvar o nosso país, ou vamos continuar no fundo do poço? Diz aí, Lobo do Mar.

"O FUTURO COBRARÁ JUSTIÇA, DAQUELES QUE TENTARAM FALSIFICAR A PRÓPRIA HISTÓRIA" (Cardoso Lira)

"Nenhum homem morrerá por afirmação de suas atitudes". (Nietzche)

"Uma nação capitaneada, vilipendiada e aviltada por (piratas e ratos vermelhos), que no passado cometeram tantos delitos, não pode atracar num Porto Seguro". (Cardoso Lira)

domingo, 13 de novembro de 2011

O ZÉ E O GREENHALGH, DOIS PETISTAS DE PESO

Por Cardoso Lira

"O aviltamento do Marxismo pelos oportunistas corruptos, que estão no poder para fazer o mal, nestas premissas, nenhum farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história".(Cardoso Lira).

“O fato de alguém ir ou não à embaixada só é notícia se o conteúdo da conversa é importante - uma informação de bastidor sobre o governo, por exemplo - ou se a própria visita à embaixada for algo que o público em geral jamais imaginaria.
(…)
o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu criticou Lula e o PT em um encontro com o ex-assessor do Departamento de Estado americano Bill Perry, isentando-se de responsabilidade pelo esquema que ficou conhecido como mensalão do PT; e o ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh, do PT, notório crítico da atuação americana e advogado de diversos integrantes bandidos do MST, contou bastidores do PT e do MST ao cônsul americano em São Paulo.”

É mesmo, é?

Quer dizer que esses notórios patriotas, esquerdistas até debaixo de outros esquerdistas, comportam-se assim no escurinho do cinema com “os gringos”? Dirceu, aquele que teria chorado pela primeira vez em anos ao saber do câncer de Lula, deu pau no Apedeuta. E Greenhalgh, esse emessetista juramentado e advogado e porta-voz de Cesare Battisti, contou bastidores do PT e do MST.

A gente ainda vai acabar descobrindo que Dirceu sempre foi agente da CIA e sempre atuou para desmoralizar a esquerda no Brasil. Convenham: o “chefe de quadrilha” (segundo a PGR) até que se saiu bem na tarefa, não é mesmo? Os fatos são claros.

Comento

Até quando a nação brasileira terá que conviver com estas ratazanas vermelhas, conturbadas, desorientadas e moribundas, na esgotosfera do corrupto e nocivo poder? No submundo dos esgotos mais sujos da República? Será que ainda vamos voltar a superfície?

Nunca antes na história deste país, existiu uma facção tão nociva, abominável e exacerbadamente criminosa como esta que hoje se encontra no poder da República, locupletando-se do erário público, sem nenhum controle. Está tudo dominado!!

"A CORRUPÇÃO é a suprema PERVERSÃO da vida de uma SOCIEDADE, uma estupidez, é a SUBVERSÃO dos valores legítimos, ela é o agente da DESORDEM SOCIAL, a negação da ética e a destruição das INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)

(Luzes, Câmeras, ação e Corrupção, com o PT no poder, o Brasil não terá
salvação). (Cardoso Lira)

"O solo petista, é propício à geração espontânea da bandidagem, da corrupção, da safadeza e do crime organizado". (Cardoso Lira)

"A natureza suja e criminosa da máquina de corrupção do PT, levará o país, ao fundo do poço". (Cardoso Lira)

E depois ainda dizem que a classe política é um espelho da sociedade. Pode ser em alguma outra sociedade, mas, definitivamente, não aqui. Os brasileiros comuns temos nossa cota de defeitos e maus costumes, porém a grande maioria dos políticos é outra coisa. E que coisa! Pode-se estender o braço mantendo os olhos fechados e, com toda a probabilidade, se agarrará um exemplo do que a política faz com as pessoas - ou do que são as pessoas que fazem da política o seu negócio.

O PT, o PSDB e o PMDB, trazem em si, o DNA do banditismo institucionalizado e da corrupção edêmica. (Cardoso Lira)

“A audácia dos maus, se alimenta da covardia e da omissão dos bons”.

"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos que estão no poder da República. Nenhum político farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história". (Cardoso Lira)

Nós somos militares das Forças Armadas, essa é nossa marca. Todos nós somos soldados responsáveis por fazer tudo acontecer. Quem fala é a sociedade, esta é a “Nossa imagem". (Cardoso Lira)

Nas Forças Armadas, um soldado é considerado um bravo, um valente e um guerreiro, quando enfrenta o inimigo com eficiência e eficácia. A Coragem no entanto, é a capacidade de compreender as ameaças reais, mesmo as de difícil identificação, e como agir conforme as circunstâncias, para assegurar o principal objetivo, a aniquilação do inimigo.

Assim sendo, um soldado valente pode atacar, retirar-se, ou optar por lutar até a morte na defesa de um ponto estratégico vital.

No momento o nosso maior inimigo, é o governo do PT. Vamos nos retirar do campo de batalha, ou lutar até morte? Vamos sair da inércia e salvar o nosso país, ou vamos continuar no fundo do poço? Diz aí, Lobo do Mar.

"O FUTURO COBRARÁ JUSTIÇA, DAQUELES QUE TENTARAM FALSIFICAR A PRÓPRIA HISTÓRIA" (Cardoso Lira)

"Nenhum homem morrerá por afirmação de suas atitudes". (Nietzche)

"Uma nação capitaneada, vilipendiada e aviltada por (piratas e ratos vermelhos), que no passado cometeram tantos delitos, não pode atracar num Porto Seguro". (Cardoso Lira)



Postado pelo Lobo do Mar

sábado, 12 de novembro de 2011

Bendita Herança Maldita!

Por Cardoso Lira

"O aviltamento do Marxismo pelos oportunistas corruptos, que estão no poder para fazer o mal, nestas premissas, nenhum farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história".(Cardoso Lira).

‎"Nobreza de quem concede, lealdade, glória, honra e continência a quem merece receber". (Cardoso Lira)

"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)

Por Claudio Bittencourt

Nunca antes na história deste país um presidente da República recebeu do antecessor condições tão benditas quanto Luiz Inácio Lula da Silva, o Lula.

Não acredita? Então vamos lá, do princípio. Tudo começou quando um jovem fidalgo português, de nome Pedro Álvares Cabral, partiu de Lisboa em busca das Índias (com I maiúsculo!) nos idos de 1500... Ok, ok, vamos pular essa parte. Passou-se o tempo, o Brasil foi descoberto, a independência declarada, a escravidão abolida, a República proclamada, a ditadura instaurada e a democracia restaurada – em tese.

Após muita instabilidade política e um breve período de vacas gordas, o Brasil mergulhou na ‘década perdida’, como ficaram conhecidos os anos oitenta do século XX, que combinava estagnação, hiperinflação e uma sucessão interminável de crises e planos econômicos fracassados.

Foi aí que um presidente da República chamado Itamar Franco, assessorado pelo ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, o FHC, lançou, em 1994, mais um plano de estabilização da moeda, o Plano Real. Só que esse, ao contrário dos anteriores, deu certo, a despeito da oposição de Lula e do seu partido, o PT, que, entre outras imprecações, o taxaram de eleitoreiro.

Os anos que se seguiram foram muito difíceis para o Plano Real, que quase deu com os burros n’água. Pode-se imaginar o que seja superar décadas de cultura inflacionária e enfrentar e corrigir as distorções acumuladas em tão longo período de desvario econômico. Mas o que tinha que ser feito foi feito, na medida do possível, às vezes aos trancos e barrancos, mas foi feito. Para começar, na esteira do Plano Real veio o Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional, o Proer, com o propósito de restabelecer a solidez e a credibilidade do sistema financeiro, grandemente abaladas pela novel estabilidade da moeda.

Na era pré-Real, os bancos se viciaram em inflação, droga alucinógena da qual tiravam a maior parte dos seus ganhos. Domado o dragão inflacionário, os bancos foram atacados por uma terrível síndrome de abstinência, privados que estavam daquela cachacinha cotidiana (inflação = 1,2% ao dia!). Segundo dados do Banco Central, 22 deles sofreram intervenção/liquidação em pouco mais de um ano. Lula e o PT foram radicalmente contra, conseguiram até uma liminar suspensiva na Justiça, felizmente cassada.

O Proer foi tão bem-sucedido que até hoje o nosso sistema financeiro é considerado um dos mais sólidos do planeta, tendo passado incólume pela crise de 2008. Na ocasião, Lula, o indefectível, estufou o peito e cantou de galo para o seu colega americano: “O Brasil tem know-how para salvar bancos. Tem o Proer. Se eles americanos precisarem podemos mandar tecnologia”. Reconhecimento tardio? Ato falho? Não, empáfia mesmo.

Se petistas e afins implicaram com o Proer, imagine-se o que não fizeram com o Programa de Incentivo à Redução da Presença do Estado na Atividade Bancária, o Proes, uma espécie de Proer dos bancos estaduais. Aí, além das costumeiras imprecações, valeu de tudo, até chute na canela, cusparada na cara e cotovelada em praça pública. A situação desses bancos, que já não era boa antes do Real, tornou-se insustentável com a estabilização da moeda. Ignorando solenemente as mais elementares regras de boa administração bancária e de prudência financeira, os bancos estaduais tinham por hábito emprestar aos seus controladores, os governos estaduais, sem garantias e até ao arrepio de leis e regulamentos.

Financiando os déficits públicos a fundo perdido e muitas vezes sem lastro, eles eram, em última análise, verdadeiras máquinas de fazer dinheiro, uma ameaça real ao Plano Real – ameaça que se multiplicava ad nauseam em ano de eleição. O nó górdio estava de tal modo embaraçado que o desenrosco não poderia ficar restrito à ponta bancária da meada. Era necessário mais, muito mais, era preciso envolver os governos endividados em programas de ajuste fiscal sérios e acima de tudo duradouros.

Os entes federativos foram então instados a aderir ao Programa de Reestruturação Fiscal e Financeira dos Estados, por meio do qual o governo federal assumia os passivos estaduais, tomando por garantia as receitas futuras e os repasses do Fundo de Participação dos Estados. Exigia, em troca, a adoção de medidas de austeridade, entre elas a desestatização dos bancos estaduais e a privatização das empresas públicas deficitárias.

Desestatização!!? Privatização??! Aaarg!! - Lula e o PT, mais uma vez, radicalmente contra. A “repactuação das dívidas estaduais”, como ficou conhecido o programa, foi lembrada recentemente, quando economistas de renome internacional recomendaram solução idêntica para a crise da dívida européia. Mais uma vez a velha Europa se curvou diante do Brasil, e dessa vez não foi por causa do futebol, nem da beleza, do charme e da simpatia da mulher brasileira.

Como coroamento das medidas moralizadoras pós-Real, foi promulgada, na virada do milênio, a Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF, que veio disciplinar a gestão financeira dos entes federativos (União, Distrito Federal, estados e municípios) não apenas no âmbito do Executivo como do Legislativo e do Judiciário. Ganhou a transparência, perdeu a gastança irresponsável.

Quem foi radicalmente contra? Ora, os de sempre, Lula e o PT. Eles até ajuizaram Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (na linguagem das siglas: o PT ajuizou ADI no STF contra a LRF do FHC). Diga-se a propósito que ainda hoje eles procuram brechas por onde enfiar um pé-de-cabra jurídico e arrombar a lei.

Note-se o tanto que se avançou, em apenas 6 anos, no sentido de tornar a gestão pública brasileira menos esculhambada, em todas as esferas. Embora muito ainda estivesse por ser feito, o pontapé inicial fora dado.

A despeito dessas iniciativas meritórias, o Brasil permanecia vulnerável a turbulências internas e externas. Foram realmente difíceis os primeiros anos do Plano Real, com a eclosão de três graves crises internacionais: México em 1995, Sudeste Asiático em 1997 e Rússia em 1998. E para completar, uma esdrúxula

moratória mineira, em janeiro de 1999, decretada por ninguém menos que o ex-presidente Itamar Franco, patrono do Plano Real – até tu Brutus? Uma paulada atrás da outra! Assim não há plano econômico que aguente. A economia brasileira foi alvo de sucessivos ‘ataques especulativos’ e quase que a vaca foi para o brejo. Salvou-a o Rhum Creosotado. Brincadeira, salvaram-na a maxidesvalorização do Real de 1999 e a reformulação da política econômica, que passou a assentar-se no tripé câmbio flutuante, metas de inflação e superávit primário. Acrescente-se a essa tríade a autonomia factual concedida ao Banco Central.

Como de hábito, Lula e o PT foram radicalmente contra. Para eles, superávit primário foi a maneira que o governo malvado e neoliberal do tucano FHC encontrou de tirar dinheiro dos pobres para entregar à ‘banca’.

Nada a lamentar. Depois de 20 anos de desempenho medíocre da economia, havíamos, finalmente, encontrado a saída. Os instrumentos de política macroeconômica então adotados, aliados ao fortalecimento do sistema financeiro, ao saneamento das contas públicas e às regras de austeridade fiscal, haviam formado o alicerce que nos permitiria alcançar a prosperidade nos anos vindouros. Após duas décadas de vacas magras, estávamos com tudo pronto para ingressar no período das vacas gordas.

Então, que vengam las vacas!

Não, ainda não. Uma ameaça pairava no ar. Lula, o indefectível, era candidato pela 4ª vez à presidência da República, desta feita com chances reais de vitória. Pelo histórico do personagem, era de se esperar que, uma vez eleito, pusesse em prática tudo aquilo que não se cansava de bravatear Brasil afora. Ou, pior, tudo que preconizava o programa do seu partido.

Céus, o que seria de todo aquele arcabouço econômico-financeiro-legal, penosamente construído nos últimos anos, com grande sacrifício do povo brasileiro? Sabe lá Deus! O ‘mercado’, que não sabia, entrou em polvorosa. À medida que o tempo passava, as eleições se aproximavam e a vantagem de Lula se firmava, as bolsas despencavam, a inflação disparava e as divisas externas se esfarinhavam.

Aí, num golpe de mestre, Lula escreveu (Lula escreveu!?) um documento chamado Carta ao Povo Brasileiro, supostamente com a intenção de acalmar o mercado e, de quebra, cooptar a classe média indecisa. O texto, um tanto repetitivo, é também descosturado, não segue uma sequência lógica de raciocínio.

Os parágrafos se sucedem ignorando-se uns aos outros, pulam de alhos para bugalhos sem a menor cerimônia, vagam erráticos da visão crítica sobre a situação presente a antevisões paradisíacas do porvir, saltam para as aspirações populares, tecem comentários superficiais sobre algum fato econômico, citam reformas muito necessárias à modernização do país, informam uma ou outra intenção do futuro governo, destacam a importância das ações sociais, mergulham novamente na avaliação crítica, citam mais algumas reformas, abordam an passant a política internacional e tornam a enfatizar o descalabro em que o país se encontra metido por culpa das más intenções dos atuais governantes.

Uma colcha de retalhos. No meio de tudo, destaca-se uma entidade mítica, denominada ‘modelo’, citada sete vezes (conta de mentiroso) ao longo do texto. O modelo esgotou-se, o modelo fracassou, o modelo isso, o modelo aquilo... Somos enfaticamente convencidos de que o ‘modelo’, seja lá isso o que for, é o grande culpado por todos os males que nos afligem.

Mas, aleluia, sob Lula, tudo será resolvido com um modelo novo, zerinho, que nos trará a tão sonhada felicidade. E como será esse modelo estalando de novo? Nada é muito claro nesse sentido, mas, pinçando aqui e ali, toma-se conhecimento de que Lula pretende aprofundar as ações de cunho social, preservar as instituições, respeitar os compromissos firmados pelo país, perseverar no combate à inflação, no controle das contas públicas, no equilíbrio fiscal e, heresia das heresias, manter a política de superávit primário.

Mas esse é o programa que aí está, ora pitombas! Onde foram parar os discursos inflamados das portas de fábrica? Onde foi parar a indignação contra as privatizações, o Proer, o Proes, a LRF e tudo mais que esse governo corrupto e neoliberal do FHC inventou para tirar dinheiro dos pobres e entregar às elites? Morreram na praia?

Claro que não, continuam vivíssimos até hoje, mas só na retórica, não nas ações de governo, como se verá adiante.

Voltando aos propósitos da Carta. Conforme dito, ela teria a intenção de acalmar o mercado e cooptar a classe média indecisa. Quanto a esta, tudo bem, a classe média, como sabemos, gosta mesmo de emprenhar pelos ouvidos. Tanto que, àquela altura da marcha eleitoral, já pendia para a candidatura lulista. Mas o mercado, convenhamos, nunca deu bola para discurso pré-eleitoral; ele tem os seus próprios parâmetros, muitas vezes insondáveis, e os petistas sempre souberam disso. Se assim era, por que assumir compromissos opostos ao ideário tão ferrenhamente defendido em anos e anos de militância política? A menos que o ideário de Lula não fosse bem aquele que ele trombeteava nos palanques. Mas quem será capaz de dizer qual é o ideário de Lula? Acho que nem ele mesmo – haja vista o que pensa de si próprio: metamorfose ambulante.

A razão secreta dessa aparente incoerência é que Lula sabia, seja por conhecimento próprio, seja por que fora convencido pelos assessores mais próximos (posso apostar que aí tem o dedo do Palocci) que o tal ‘modelo’ (novo ou velho, que diferença faz?) tinha uma boa chance de dar certo. Claro, desde que um governo

desastrado não metesse os pés pelas mãos. Um rápido balanço da situação indicava isso. O Brasil de Itamar e FHC tinha feito direitinho o dever de casa, abandonando as aventuras heterodoxas e perseguindo o receituário ortodoxo, penoso mas eficaz. Alguns indicadores econômicos vinham sofrendo piora nas últimas semanas, mas isso era mera consequência do pânico que se instalara no mercado ante a provável vitória dos petistas nas urnas - nada que o tempo e a reversão das expectativas não pudessem resolver. O importante é que o Plano Real havia passado por provas severíssimas e conseguira sobreviver; a estabilidade da moeda era um fato, estava consolidada.

É certo que algumas reformas ainda estavam por ser feitas, mas elas não eram assim tão urgentes. No que diz respeito a fatores externos, era visível que a economia americana passava por uma fase de desaceleração, ainda abalada pelo estouro da ‘bolha da internet’, mas também nada preocupante. Em compensação, despontava na Ásia, recém admitida na Organização Mundial de Comércio, a gigante China, com um apetite incomensurável por commodities. Pesados os prós e os contras, valia a pena apostar nos fundamentos econômicos do jeito que estavam.

Assim se faria no início do mandato. Depois, se alguma coisa desse errado, a culpa seria posta neles mesmos, os fundamentos econômicos herdados do FHC, e só aí se partiria para uma virada de mesa, perfeitamente justificada. Uma ruptura imediata seria um salto no escuro totalmente desnecessário, incompatível com personalidades tão lúcidas e argutas como soem ser os próceres petistas, capazes de jogadas de longo alcance, bem estudadas, diligentes, estratégicas, estruturadas, pacientemente ensaiadas. Não é mesmo? Alguém convenceu alguém lá dentro – quem disse que não há vida inteligente no PT?

E a militância, tão aguerrida, tão consciente dos seus ideais, como é que fica numa encruzilhada dessas? Aí entra em cena a Carta ao Povo Brasileiro. Mais do que acalmar o mercado e cooptar a classe média, a Carta tinha também o propósito de amansar os companheiros mais extremados, ansiosos que estavam por desmontar e jogar no lixo as iniciativas neoliberais do facinoroso FHC – justamente aquelas iniciativas que agora se pretendia preservar. Ou seja a Carta se propunha a agradar a gregos e a troianos. Melhor dizendo, agradar a uns e enganar a outros.

Com certeza essa dicotomia explica não só a pobreza da obra como a coexistência de tantas contradições num texto tão curto. Para não despertar a ira dos radicais, nada melhor que o palavrório de sempre, mas sem carregar muito nas tintas, que é para não espantar o outro lado. E, principalmente, tudo deveria ser feito sem creditar mérito ao inimigo, quer dizer, aos governos anteriores, que seria o mesmo que render-se aos seus argumentos, algo verdadeiramente impensável, passados mais de vinte anos de proselitismo petista.

Deu certo, a militância nem percebeu a jogada - ou fingiu não perceber. Esconder o mérito foi a parte mais fácil do plano, bastou maquiar dados e fatos, arte na qual Lula mostrou-se mestre insuperável. No caso em tela, foi só vender o novo e entregar o velho. Foi o que se fez na Carta ao Povo Brasileiro. Depois de desqualificar o modelo existente, falar cobras e lagartos da situação em que o país se encontrava, e repetir à exaustão que um novo modelo era preciso, o documento sugere, ainda que de forma meio envergonhada, as linhas gerais do que seria o modelo novo – igual ao velho, sem tirar nem por.

A essa altura dos acontecimentos, Lula já emitia, antes mesmo de assumir o poder, os sinais de que se apossaria do mérito pelos anos frutuosos que estavam por chegar. Tudo bem, se fosse apenas uma jogada eleitoral para consumo interno do PT. O diabo é que pegou gosto pela coisa e adotou-a como estratégia política.

Mais do que isso, como estratégia de vida, levando às últimas consequências a técnica goebbeliana de repetir uma mentira à exaustão, até que pareça verdade. Assim nasceram a “herança maldita”, o “nunca antes na história deste país” e outros chavões da retórica lulopetista. No seu delírio de grandeza, Lula terminou por assenhorear-se não apenas daquele mérito, mas de todos que lhe aprouveram, passados, presentes e futuros.

Nesse afã, não teve escrúpulos em passar uma esponja na História do Brasil, declarando-se inventor de tudo que existe de bom neste país, desde os tempos daquele jovem fidalgo português que partiu em busca das Índias etc, etc. Aos adversários, creditou a conta de tudo que é ruim. A julgar pelos níveis de popularidade que alcançou, conseguiu convencer as massas – o que se há de fazer?

Que extraordinário poder de convencimento tem o Lula! Das duas uma, ou é iluminado por Deus, ou tem parte com o Capeta - não há meio termo. Cada brasileiro que escolha o lado que lhe fala mais alto ao coração.

Antes que eu me esqueça. Eu gostaria muito de me orgulhar de um brasileiro que veio lá de baixo, do Agreste pernambucano, a bordo de um pau-de-arara, enfrentou todo tipo de privações, conheceu a fome e a miséria, começou a vida como simples operário, galgou todos os obstáculos e chegou ao posto mais alto do meu país. Ah, como eu gostaria! Não posso negar que às vezes me orgulho sim, mas aí penso um pouquinho e caio na realidade. O orgulho vira decepção, a decepção vira desgosto e o desgosto vira indignação.

- Brasil, não poderia ter sido um filho teu um pouco menos velhaco?

Voltando ao foco. Enfim, o tal modelo novo não apresentava novidade alguma, como de fato não as apresentou até hoje, passados 9 anos de governo petista – sinal de que era bom! Estão aí os instrumentos de política macroeconômica que não me deixam mentir: o câmbio flutuante, o regime de metas de inflação e o mal-falado superávit primário. Até a autonomia do Banco Central foi mantida, a despeito de ter sido a única instituição a levar um (discretíssimo) puxão de orelha no texto do Lula.

Estão aí também os frutos das execradas privatizações, nenhuma delas revertida, nem sequer contestada na justiça. Continua aí o programa de repactuação das dívidas estaduais, em pleno funcionamento, assim como a Lei de Responsabilidade Fiscal, a despeito das tentativas frustradas de desvirtuamento. E estão aí os frutos do Proer e do Proes, também jamais questionados, senão da boca pra fora.

Bem examinada a questão, constata-se que Lula, se não desfez o que estava feito, tampouco criou algo novo para melhorar o Brasil. Nem sequer as reformas citadas na Carta foram executadas a contendo. No frigir dos ovos, o seu governo apenas surfou na maré de prosperidade que bafejou os países emergentes e que, no caso do Brasil, é fruto do empenho dos seus antecessores. Lula, se mérito teve, não foi pelo que fez e sim pelo que não fez.

Mas ele promoveu a distribuição de renda, diminuindo as desigualdades sociais e resgatando da miséria milhões de brasileiros, como nunca se fez antes na história deste país - dirão os que optam pela versão divina do Lula.

Eu, que estou mais inclinado para a versão oposta, por ora não contesto, mas pergunto quantos brasileiros melhoraram de vida porque a economia mundial cresceu, quantos melhoraram porque o Brasil cresceu e quantos melhoraram por conta das iniciativas do governo. Destes, convém distinguir os que ascenderam graças a ações sociais, digamos, ortodoxas (exemplos clássicos: ações nos campos da educação, saúde, habitação, saneamento, transporte público, inclusão digital, etc) daqueles que saíram da miséria por vias heterodoxas, recebendo renda diretamente do governo.

A transferência direta de renda ameniza um problema imediato, urgente, mas não pode ser um fim em si. Para render frutos sociais tem que ser condicionada à participação em outros programas, voltados para a educação e a saúde dos assistidos bem como à sua inclusão na sociedade. Caso contrário vira esmola, que é a pior coisa que pode acontecer. “...uma esmola a um homem qui é são/Ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão” – já dizia o Rei do Baião, um pernambucano que sabia das coisas.

Ademais, vista pela ótica macroeconômica, tal distribuição carece de sustentabilidade. Se nos períodos de expansão ajuda a azeitar a economia, em épocas de fraco desempenho surte o efeito contrário. E aí as coisas se complicam, pois a economia é cíclica, como sabemos desde os tempos bíblicos. Sem falar no risco, sempre presente, de descambar para o assistencialismo paternalista de cunho eleitoreiro.

De um programa de distribuição de renda podemos dizer que será benfazejo se levar as pessoas à porta de saída e, ao contrário, será nefasto se aprisioná-las nas fronteiras da miséria.

E aí está o X da questão: no que diz respeito a essa importantíssima distinção, os números ainda estão por ser conhecidos no Brasil.

O que se conhece, e assim mesmo precariamente, são os números de uma outra distribuição de renda, oficiosa, não oficial, cujo público alvo não são os excluídos da sociedade e sim os companheiros, os aliados, os amigos e os familiares. Corrupção é o seu nome.

Mas esse é um outro capítulo da contribuição de Lula para a deseducação dos brasileiros.

Comento

"O futuro cobrará justiça, daqueles que tentaram falsificar a própria história". (Cardoso Lira)

Só uma triste constatação, o maldito FHC autor da MP 2215-10, foi quem iniciou todos os crimes hediondos, dos quais os petistas hezbollah estão se locupletando nos dias atuais.

Quando será que vamos poder falar a seguinte frase? "Vocês perderam PETRALHAS"!

"Somente com medidas mais radicais, poderemos tomar o comando desta nação, para atracar em um Porto Seguro".

Postado pelo Lobo do Mar

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Lupi, o que ama Dilma, deu verba a ONG de aliado que era alvo da PF

Por Cardoso Lira

"O aviltamento do Marxismo pelos oportunistas corruptos, que estão no poder para fazer o mal, nestas premissas, nenhum farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história".(Cardoso Lira).

‎"Nobreza de quem concede, lealdade, glória, honra e continência a quem merece receber". (Cardoso Lira)

"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)

Por Fernando Mello e Breno Costa, na Folha:

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, ajudou pessoalmente a ONG de um colega de partido mesmo depois de a Polícia Federal abrir um inquérito criminal para investigar suspeitas de irregularidades em convênio da entidade com a pasta, no valor de R$ 6,9 milhões.

A ONG Adrvale (Agência de Desenvolvimento do Vale do Rio Tijucas e Rio Itajaí Mirim), de Santa Catarina, é presidida por Osmar Boos, ex-candidato a vereador pelo PDT em Brusque. A investigação da PF, que tramita em segredo de Justiça, começou em maio de 2009, com base em um relatório da CGU (Controladoria Geral da União) que apontou o uso de funcionários e empresas-fantasmas em convênio de 2007, já sob a gestão Lupi, para qualificação de trabalhadores.

Em fevereiro de 2010, nove meses depois do início da investigação da PF, Lupi foi até Florianópolis para um evento com a participação de dirigentes da Adrvale. Na ocasião, o Ministério do Trabalho sabia das irregularidades apontadas pela CGU, mas afirma que desconhecia a existência de um inquérito policial a respeito.

Comento

"Uma nação capitaneada, vilipendiada e aviltada por (piratas e ratos vermelhos), que no passado cometeram tantos delitos, não pode atracar num porto seguro". (Cardoso Lira)

"O futuro cobrará justiça daqueles que tentaram falsificar a própria história" (Cardoso Lira).