segunda-feira, 26 de março de 2012

O Desconforto Moral








Por Cardoso Lira


"Uma nação capitaneada por, guerrilheiros, bandidos, revanchistas e corruptos, que no passado cometeram tantas atrocidades, não pode atracar num porto seguro" (Cardoso Lira).

"Revanchismo, falsas premissas, iniquidades administrativas, sapiências tulúricas, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha ou bando, apropriação indébita e peculato, este é jeito desta organização criminosa, desta horda de malfazejos, malfeitores, ignóbeis, repugnantes, pragmáticos, amaldiçoados, comunistas e bandidos que se encontram no poder da República, governar nosso país. Ou seria o país dos petralhas"?

"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos que estão no poder da República. Nestas premissas nenhum político farsante escapará da vala comum reservada aos bandidos e falsificadores da história". (Cardoso Lira).


Forças Armadas Desmotivada, Segurança Nacional Ameaçada. 135% JÁ!


Os militares das Forças Armadas, por questão de princípio, primam pela obediência e disciplina; com o rigor que a ordem castrense exige. Em contrapartida, o mínimo que esperam é que sejam respeitados. Este equilíbrio foi quebrado quando a esquerda assumiu o poder através o governo FHC, se estendeu no governo Lula e permanece no atual e corrupto governo Dilma. Esta situação se arrasta por dezessete anos, onde intencionalmente os soldos militares, não estão sendo revisados conforme insculpido em Lei. Por estrita obediência à disciplina, nossas famílias estão quase à míngua. Até quando? Um Exército mal remunerado não é aliado de quem o humilha...

Muito bem, ao longo da história, isto é, a que antecede estes negros dezessete anos, os presidentes nunca tiveram ideologia ofensiva à Tropa. Ah! O que teve foi deposto! Nossos Comandantes estavam alinhados com a Tropa. Hoje estamos entregues à sanha ideológica de súditos de Fidel Castro; governo e Comandantes das Forças.

O momento atual é muito grave e exige ação extrema daqueles que honram o “sagrado Juramento”. As regras estão quebradas, rasgaram a Constituição Federal. Não existem Homens para fazer valer a Lei? Pensem nisso!

Enquanto os PATRIOTAS das FFAA, não nos defende, sem ferir o regulamento, vamos buscar nosso amparo, alie-se ao movimento:FFAA 135%JÁ! Vamos lutar por essa causa justa.



Governo revanchista, corrupto e truculento


Forças Armadas, definhadas, sucateadas, desmanteladas e milicos passando fome, este é o país dos bandidos petralhas.

A PF não quer ir pra fronteira porque a diária é pouca? Chamem os milicos.
A PM não quer subir o morro porque é perigoso? Chamem os milicos.
A PM faz greve porque o salário é baixo? Chamem os milicos.
A Anvisa não quer inspecionar gado no campo? Chamem os milicos.
O Ibama não dá conta de fiscalizar os desmatamentos? Chamem os milicos.
Os corruptos ganham milhões e não constroem as estradas? Chamem os milicos.
As chuvas destroem cidades? Chamem os milicos.
Caiu avião no mar ou na selva? Chamem os milicos.
Em caso de calamidades públicas, a Defesa Civil não resolve? Chamem os milicos.
Desabrigados? Chamem os milicos.
A dengue ataca? Chamem os milicos.
O Carnaval, o Ano Novo ou qualquer festa tem pouca segurança? Chamem os milicos.
Certeza de eleições livres? Chamem os milicos.
Presidentes, primeiros-ministros e visitantes importantes de outros países? Chamem os milicos.

Adicional noturno? Não temos!
Periculosidade? Não temos!
Escalas de 24 por 72 horas? Não temos!
Hora extra, PIS, PASEP? Não temos!
Residência fixa? Não temos!
Certeza de descanso no fim de semana? Não temos!
Salário adequado? Não temos!

Acatar todas as ordens para fazer tudo isso e muito mais, ficando longe de nossas famílias, chama-se respeito à hierarquia.
Aceitar tudo isso porque amamos o que fazemos chama-se disciplina.
Quer conhecer alguém que ama o Brasil acima de tudo? Chame um milico!
 


Por  Valmir Fonseca


Todos, salvo raríssimas exceções, já tivemos aquela dorzinha chata que não passa, não tem remédio ou benzedura que dê jeito, e nem sabemos exatamente do que se trata.

Dói aqui e ali, mas passar, não passa.



Um belo dia, um luminar deu nome ao indigesto incômodo, é o tal de DESCONFORTO muscular.



Mas a dorzinha dá na cabeça, e no cérebro, também. No cérebro deve ser o DESCONFORTO CEREBRAL.



Sentimos o desconforto cerebral aumentando desde que passamos a ouvir uma vozinha insinuante a sussurrar, “ESQUECE”.



Mas esquecer o quê? “O passado”, respondeu a melíflua. Mas que passado? O da subversão, o do terrorismo, o do revanchismo? “Sim, e deixa de ser chato”, respondeu a donzela.



Mas por quê? “Meu caro irmão”, prosseguiu a maviosa sereia, “porque agora, eles estão no poder, eles estão no governo”.



“Mas esquecer como?” “As feridas não estão na carne, elas estão no coração, na dignidade maculada, na injustiça, no revanchismo sem quartel, no salário miserável, na perda de soberania, no loteamento da Nação”.



“Mas meu amigo, não olhe o retrovisor”, avisa a lânguida figura. “Não leva a nada. Esqueça o passado, viva a nova realidade, não chie, não reclame, de preferência não viva, e não perturbe os superiores”.



Ouvindo sem cessar estes conselhos que recrudesceram atualmente, o meu DESCONFORTO CEREBRAL, e creio que o de muitos tem aumentado, significativamente.



Ao que parece uma insinuação está sendo plantada nos corações e mentes dos desavisados, de forma a desarmar espíritos, e aceitar por cooptação de autoridades uma passividade perigosa.



Particularmente, preferimos ficar com as barbas de molho. É preciso olhar o presente, o passado, no mais distante, e no recente, para verificarmos que estamos num ninho de cobras.



A passividade pode atender a algumas autoridades, mas temos experiências funestas de que o que as atende significa apenas a quebra de galho, delas, que se deleitam com a abdicação da vontade livre e racional, com o silêncio e a pusilanimidade; quanto ao restante, em particular para os “agentes da repressão”, não significou nada, nem mesmo o menor apoio.



Não consta que a Comissão da Verdade será encerrada, que não serão proibidas as comemorações de 31 de março, e que as ações revanchistas terão fim, muito pelo contrario, elas prosseguirão, nos salários, nos equipamentos sucateados, nos baixos orçamentos, etc.



Por isso, encarecemos que as melosas vozinhas se calem, e de preferência nos esqueçam, pois muito aprendemos com o passado, que vivemos entre cobras peçonhentas, e a qualquer momento, elas darão o seu bote e, então, será muito pior, pois ao conviver com tal corja, padeceremos, eternamente de DESCONFORTO MORAL.



Valmir Fonseca Azevedo Pereira, Presidente do Ternuma, é General de Divisão Reformado.

domingo, 25 de março de 2012

"Não há crise nenhuma", diz Dilma em entrevista à revista Veja



  • Agência Brasil
    "Perder ou ganhar votações faz parte do processo democrático e deve ser respeitado", disse a presidente Dilma Rousseff em entrevista à revista semanal
    "Perder ou ganhar votações faz parte do processo democrático e deve ser respeitado", disse a presidente Dilma Rousseff em entrevista à revista semanal


Por Cardoso Lira
A presidente Dilma Rousseff comentou os recentes conflitos com a base aliada em uma entrevista publicada na edição desta semana da revista Veja. “Não há crise nenhuma. Perder ou ganhar votações faz parte do processo democrático e deve ser respeitado”, afirmou em sua primeira declaração sobre o assunto.
A presidente tem enfrentado retaliações dos partidos aliados no Congresso, com parlamentares insatisfeitos com a demora na nomeação de cargos do segundo escalão e na liberação de emendas, alegando falta de interlocução com o governo.
“Crise existe quando se perde a legitimidade. Você não tem de ganhar todas. O Parlamento não pode ser visto assim. Em alguma circunstância sempre vai emergir uma posição de consenso do Congresso que não necessariamente será a do Executivo”, completou Dilma. A presidente disse que o "momento tenso" é "natural em um ano de eleições municipais".
No dia 7 de março, o plenário do Senado rejeitou a recondução de Bernardo Figueiredo à direção-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Figueiredo era indicação pessoal da presidente e homem considerado importante para o projeto do trem-bala. A rejeição aconteceu dia depois de parlamentares do PMDB assinarem um manifesto pedindo mais espaço no governo.
O ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, chegou a afirmar que o governo vivia um "momento tenso" com a base aliada no Congresso Nacional.
A crise resultou na troca dos líderes do governo na Câmara e no Senado. Dilma substituiu Cândido Vaccarezza (PT-SP) e Romero Jucá (PMDB-RR) pelo deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) e pelo senador Eduardo Braga (PMDB-AM), respectivamente.
No último dia 14, mesmo ofuscados pela crise do governo com o PMDB e pela substituição dos líderes no Congresso, os sete senadores do PR anunciaram que migrariam para a oposição depois do fracasso das negociações para emplacar um novo ministro dos Transportes. O atual ocupante do cargo, Paulo Sérgio Passos (BA), é filiado ao PR, mas não é próximo do principal dirigente da legenda, o ex-ministro e senador Alfredo Nascimento (AM), afastado por suspeitas de corrupção.
Durante esta semana, a votação da Lei Geral da Copa, agendada para a quarta-feira e prioritária para o governo, foi adiada depois da manobra dos deputados que queriam votar antes o Código Florestal –o que é o contrário ao desejo do Planalto.
Dilma afirmou ainda não gostar do termo "faxina" para referir-se às mudanças, principalmente nos ministérios, após suspeitas de corrupção. "Parece preconceituoso. Se o presidente fosse um homem, vocês falariam de faxina? Isso é bobagem."

Economia

Na entrevista, a presidente também comentou a reunião que teve com os 28 grandes empresários do país na última quinta-feira. “Tivemos uma conversa séria. Coisa de país que sabe onde está no mundo e aonde quer chegar”, disse. “Ficamos todos de acordo que os impostos têm de cair, os investimentos privados e estatais têm de aumentar e o que precisar ser feito para elevar a produtividade da economia brasileira e sua competitividade externa será feito.” 
Sobre a visita à Alemanha, quando responsabilizou a crise nos países desenvolvidos pela desaceleração econômica nos países emergentes, a presidente disse que o Brasil já pode se impor aos países ricos. “O Brasil está em uma situação agora em que podemos dizer aos países ricos que não queremos o dinheiro deles. Eu disse isso com toda a clareza à chanceler Angela Merkel durante minha visita à Alemanha. Aqui se noticiou que eu estava querendo dar lições à Alemanha. Não foi nada disso. Eu quis deixar claro que o Brasil não quer mais ser visto como destinação de capital especulativo ou apenas como mercado consumidor dos produtos que eles exportam”, alegou.
Comento

Hum!!!! Sei não!!!! Aí tem alguma coisa de muito estranha, no reino da petralhada. Entrevista a Veja?
"O futuro cobrará justiça de  todos os políticos, que tentaram falsificar a própria história".


"NENHUM HOMEM MORRERÁ POR AFIRMAÇÃO DE SUAS ATITUDES". (NIETZCHE)  


"Uma nação capitaneada por, guerrilheiros, bandidos, revanchistas e corruptos, que no passado cometeram tantas atrocidades, não pode atracar num porto seguro" (Cardoso Lira). 


Revanchismo, falsas   premissas,         iniquidades   administrativas,    sapiências tulúricas, corrupção ativa   e   passiva, formação de   quadrilha       ou       bando,  apropriação indébita e  peculato,     este é  jeito desta    organização    criminosa, desta horda        de   malfazejos,       malfeitores,          ignóbeis,      repugnantes,  pragmáticos,       amaldiçoados,     comunistas e bandidos   que se      encontram     no poder da República, governar  nosso pobre    país.  Ou seria     o   país    dos bandidos petralhas?

Postado pelo Lobo do Mar

sábado, 24 de março de 2012

A trama dos falsários e de uma organização criminosa

Corte de verba na Esplanada atinge aliados e poupa o PT

Por Cardoso Lira

"Uma nação capitaneada por, guerrilheiros, bandidos, revanchistas e corruptos, que no passado cometeram tantas atrocidades, não pode atracar num porto seguro" (Cardoso Lira).

Revanchismo, falsas premissas, iniquidades administrativas, sapiências tulúricas, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha ou bando, apropriação indébita e peculato, este é jeito desta organização criminosa, desta horda de malfazejos, malfeitores, ignóbeis, repugnantes, pragmáticos, amaldiçoados, comunistas e bandidos que se encontram no poder da República, governar nosso país. Ou seria o país dos petralhas?

"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos que estão no poder da República. Nestas premissas nenhum político farsante escapará da vala comum reservada aos bandidos e falsificadores da história". (Cardoso Lira).

Por Gustavo Patu, na Folha:

O endurecimento do controle de gastos na administração de Dilma Rousseff pesa mais sobre os ministérios entregues aos sócios minoritários da coalizão governista, o que ajuda a explicar a crise na base de sustentação parlamentar do Planalto. Uma análise do recente bloqueio de R$ 55 bilhões em despesas previstas no Orçamento deste ano mostra que as dez pastas entregues a PMDB, PSB, PR, PP, PDT, PC do B e PRB perderam quase um quarto das verbas de livre aplicação -exatos 23,9%. Dono da segunda maior bancada do Congresso, o PMDB do vice-presidente Michel Temer teve corte de nada menos que a metade das verbas disponíveis em seus quatro ministérios.



Já nas 14 pastas ocupadas pelo PT ou por indicações diretas de Dilma, o impacto dos cortes ficou em apenas um décimo dos recursos destinados a compras e investimentos -o levantamento não considera gastos obrigatórios, como o pagamento de salários e aposentadorias. Os dados explicitam a assimetria da divisão de poder na Esplanada, mais aguda na atual administração. Os petistas assumem áreas mais prioritárias e, portanto, menos sujeitas a ajustes, caso de Saúde e Educação, além de postos de decisão, como Fazenda e Planejamento.



Os aliados ficam com a periferia orçamentária destinada ao varejo político, cujos exemplos principais são as obras e projetos de interesse de deputados e senadores distribuídas entre Turismo, Integração Nacional, Esporte, Cidades e Agricultura. Essa lógica já vigorava, com contrastes mais amenos, sob o ex-presidente Lula. Mas o antecessor de Dilma pôde relaxar controles fiscais e expandir gastos, prioritários ou não, ao longo de todo o seu segundo mandato. A generosidade do período, em especial no ano eleitoral de 2010, contribuiu para alimentar a alta da inflação e deixou como herança a necessidade de reequilibrar as contas do Tesouro -ainda mais porque a crise internacional tornou menos provável a sucessão de recordes na arrecadação tributária.



A FORÇA DO PT

Com a escassez de dinheiro, tornou-se mais evidente a hierarquia de órgãos, programas e forças políticas. Os ministérios do Esporte (PC do B) e do Turismo (PMDB) sofreram cortes superiores a 70% de suas verbas livres, formadas principalmente por despesas incluídas no Orçamento pelos congressistas e conhecidas como emendas parlamentares.

Comento

Na máxima de um apedeuta que ficou oito anos no corrupto poder da República, se locupletando do erário público e ainda continua dando as "cartas", nos dias de hoje, mesmo depois de ter vindo atona o maior esquema de corrupção do planeta terra chamado.... O MENSALÃO DO PT. "Nunca antes na história deste país, existiu uma organização tão exacerbadamente criminosa, quanto esta que se encontra no poder. 

Armada, Esquadra ou Flotilha

Por Paulo Ricardo da Rocha Paiva

Os aficionados na história universal já ouviram falar na “invencível armada”, mobilizada por Felipe II da Espanha, que enfrentou a esquadra britânica de Sir Francis Drake, para variar um velho lobo do mar que fez e aconteceu com os 130 navios “bem artilhados” de comando do Duque de Medina-Sidônia, facilmente superados pelo maior poder de disparo das ágeis e leves belonaves de Sua Majestade. Senhores, uma força naval séria custa caro. Acontece que precisamos de uma muito mais do que séria para guarnecer litoral que ultrapassa os 7000 km de extensão, depositário de riquezas incalculáveis, que temos de manter de nossa posse para usufruto das gerações que estão por vir.

Eis que novamente a pasta da defesa é alvo de cortes no orçamento, em volta de R$ 3,3 bilhões, sobrando para manutenção, não só da Marinha, como das demais Forças Armadas, a bagatela de 13 bilhões. Curiosamente a sangria corresponde à metade do preço de custo de um submarino nuclear francês da classe “suffren” que, sem prejuízo do negociado com a França com transferência de tecnologia, poderia ser adquirido o mais cedo possível para adestramento das tripulações dos 6 submergíveis do tipo, os quais o chefe do estado-maior da armada visualiza serem incorporados apenas a partir de 2030.



E agora não é o oficial do Exército leigo no assunto quem fala, mas, sim, um brasileiro interessado como qualquer outro na sua Marinha, que não pertence apenas aos marinheiros, posto que ela é de todos nós. Estou me baseando em fontes fidedignas que se manifestam quanto ao gasto com supérfluos/paliativos em um discutível plano de reaparelhamento da força. É de se pensar se estaríamos interessados na criação de um memorial aeronaval operacional para visitação pública? Seria possível acreditar que o País ainda procurasse adquirir aeronaves S-2 Tracker desativadas? Isto seria de pasmar na medida em que a marinha dos EUA passou a operar com o avião em meados dos anos de 1950, tendo-os colocado na reserva já na década de 1970. Não seria temerária, para o Brasil do pré-sal, a equipagem de nossos meios aeronavais com esses refugos do “irmão Caim do norte”?

Mas o tributo aos “anos da brilhantina” não para por aí. O caça A4KU, “prima dona” das aeronaves embarcadas, com missão de ataque e proteção da esquadra, é o McDonnel Douglas, algumas poucas unidades, não chegam a 16, compradas em 1997 dos estoques do Kuwait. Estes se encontrariam em modernização pela EMBRAER, onde devem receber nova suíte de aviônicos, incluindo novo radar e dotação com mísseis ar-ar Python 4 e Derby de origem israelense. A pergunta que o vivente quer respondida é se esses modernismos vão capacitar o caça a enfrentar um correspondente de última geração lançado pelos aeródromos dos grandes predadores militares? Afinal de contas queremos ser mártires ou heróis?

Como destinar recursos e otimizá-los da melhor maneira para se obter, com o menor custo, melhor ganho operacional? Por certo, as migalhas que a politicalha descomprometida concede às “Desarmadas Forças”, para o pão de cada dia que se diga, não devem ser empenhadas em equipamentos obsoletos, espécimes que já se constituem em autênticos antológicos dos tempos do onça. Em sendo assim, ao que tudo indica, a ênfase prioritária faz pender novamente para a mais imediata incorporação de submergíveis nucleares à Força Naval.

Mas o cidadão quer saber a razão. Quais as reais vantagens de um submarino nesses moldes que, para nós, não poderia lançar mísseis nucleares, signatários que somos do vil TNP? Ah! Essa belonave é capaz de permanecer por muito mais tempo submersa, tem uma autonomia a perder de vista e pode engajar e desengajar o combate com rapidez inusitada. Todavia, o leigo não quer saber disso. Para nós, marujos de primeira viajem que pagam impostos, queremos saber: qual a capacidade maior que se terá em termos de poder de retaliação ao oponente; se sua construção nos viabiliza o lançamento de mísseis, mesmo que convencionais, na situação de submerso.

Em suma, como principais financiadores de uma nação armada, queremos e devemos exigir material que inflija danos ao inimigo e não apenas um tubo que nos permita fugir do combate como o diabo foge da cruz!

Paulo Ricardo da Rocha Paiva Coronel de Infantaria e Estado-Maior na reserva. Originalmente publicado no “CORREIO DO BRASIL/RJ” em 21 de março de 2012

Comento

Com todo revanchismo, com todo sucateamento e com todo definhamento, as  Forças Armadas Brasileiras: ainda tem,  75% da Confiança Nacional

É  inequivoco,  cada vez com mais frequência, surgem indícios de instabilidade institucional no País dos petralhas, devido à ação de eternos inconformados com as derrotas do passado, que, agora, tentam reabrir ultrapassadas dissensões ideológicas, com evidente espírito revanchista, estúpido a despeito dos prejuízos que possam causar à sociedade nacional. Caracterizando assim que: no rol de suas boçalidades, suas indigências intelectual e política, estão acima do bem e do mal.

 Esta organização criminosa se fortalece a cada dia por conta do assistencialismo, a moeda mais forte para compra de votos no mundo globalizado e atual geopolítica  do capitalismo selvagem.

Com o direito e o dever de pronunciar-se, a Academia Brasileira de Defesa, constituída, não só, de militares das Forças Armadas, instituições de maior credibilidade em nossa Sociedade,  como também de destacadas personalidades civis, não poderia estar insensível a essas descabidas e perigosas ameaças à paz social do Brasil.

"O futuro cobrará justiça de todos os políticos,  governantes e farçantes, que tentaram falsificar a própria história" (Cardoso Lira)


 
Postado pelo Lobo do Mar

sexta-feira, 23 de março de 2012

Modo petista de planejar - Custo da transposição do São Francisco aumenta 71% e vai superar R$ 8 bilhões






Por Cardoso Lira

 "NENHUM HOMEM MORRERÁ POR AFIRMAÇÃO DE SUAS ATITUDES". (NIETZCHE)  


"Uma nação capitaneada por, guerrilheiros, bandidos, revanchistas e corruptos, que no passado cometeram tantas atrocidades, não pode atracar num porto seguro" (Cardoso Lira). 


Revanchismo, falsas   premissas,iniquidades administrativas,  sapiências tulúricas, corrupção ativa   e   passiva, formação de   quadrilha   ou   bando,  apropriação indébita e  peculato, este é  jeito desta    organização criminosa, desta horda  de   malfazejos,       malfeitores,          ignóbeis,      repugnantes,  pragmáticos,       amaldiçoados, comunistas e bandidos que se      encontram     no poder da República, governar  nosso pobre    país.  Ou seria     o   país  dos bandidos petralhas?




Por Marta Salomon, no Estadão:

Vencido o prazo original em que a transposição do Rio São Francisco deveria estar pronta e funcionando no semiárido nordestino, a obra registrou aumento de R$ 3,4 bilhões - ou 71% - em seus custos em relação à previsão inicial, segundo a mais recente estimativa feita pelo Ministério da Integração Nacional. Desde o início do governo Dilma Rousseff, o custo total da obra pulou de R$ 4,8 bilhões para R$ 8,2 bilhões. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva previa inaugurar a obra em 2010.
Isso significa que, se a transposição fosse uma aplicação financeira, teria rendido 65% acima da inflação do período. Para essa comparação, o Estado usou a variação de preços medida pelo IPCA, índice usado no regime de metas de inflação do governo. A alta foi de 8,2% entre dezembro de 2010 e março de 2012.
A construção de cerca de 600 quilômetros de canais de concreto que desviarão parte das águas do rio ainda deve consumir mais 45 meses. O preço aumentou com a renegociação dos contratos originais e o lançamento programado de mais de R$ 2,6 bilhões em novas licitações.
Iniciada em 2007 como a mais cara a ser paga com dinheiro dos tributos entre os projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a obra da transposição do São Francisco está parada em três trechos: em Salgueiro (PE), Verdejante (PE) e São José das Piranhas (PB). Os contratos originais referentes a esses trechos serão rompidos e haverá nova licitação. Também serão licitados trechos de obras “remanescentes” ao longo de quase toda a extensão do projeto.
Há dois outros trechos em reforma, pois placas de concreto que haviam sido colocadas racharam, registraram fissuras, ou se deslocaram, supostamente por falhas na drenagem de canais que não suportaram chuvas fortes.
Todos os demais trechos tocados pela iniciativa privada tiveram os preços aumentados em até 25%, limite fixado pela lei de licitações.
Novos editais. Só neste mês, o Ministério da Integração Nacional lança quatro novos editais para a licitação de R$ 2 bilhões em obras. Até junho, outros dois editais serão lançados, ao custo estimado em R$ 645 milhões. O total é superior ao previsto pelo ministro Fernando Bezerra Coelho menos de três meses atrás, quando revelou ao Estado que a obra custaria R$ 1,2 bilhão extra.
Responsável pela obra, o Ministério da Integração atribuiu o aumento do custo da obra a adaptações no empreendimento, em decorrência do detalhamento dos projetos. As obras começaram de forma apressada, sem os respectivos projetos executivos. Além disso, segundo o ministério, “a forte demanda” sobre a construção civil e a construção pesada pressionou os custos.
No mesmo período em que o preço da transposição aumentou 71%, os custos da construção civil no Brasil cresceram 6,9%. No Nordeste, local da obra, os custos cresceram 7,2%.
O Ministério do Planejamento, que coordena o PAC, autorizou o aumento do custo da obra. “Os aditivos são explicados pelo avanço dos projetos executivos, que têm identificado, com maior grau de precisão, as intervenções necessárias para a completude (sic) do projeto de interligação (sic) do São Francisco”, informou em nota a assessoria da ministra Miriam Belchior.
O início das obras, em 2007, sem o projeto executivo, não seria um caso único entre os projetos do PAC, continua a nota, que classifica o projeto como “estratégico, desafiador e fundamental” para 390 cidades dos Estados de Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte.
O Ministério da Integração evita criticar abertamente o início das obras sem um projeto detalhado porque isso aconteceu sob a gestão do então ministro Ciro Gomes, correligionário no PSB do atual ministro Fernando Bezerra e padrinho do novo secretário de recursos hídricos da pasta, Francisco Teixeira, principal executivo da transposição. No início das obras, Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil, era citada como a “mãe” do PAC.

"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos que estão no poder da República. Nestas premissas nenhum político farsante escapará da vala comum reservada aos bandidos e falsificadores da história". (Cardoso Lira). 

"O futuro cobrará justiça de todos os políticos bandidos que tentaram falsificar a própria história".

Postado pelo Lobo do Mar

quinta-feira, 22 de março de 2012

Jair Bolsonaro

Crise demonstra que Dilma ainda não existe. E, sem Lula, quem não existe é o PT

Por Cardoso Lira

 "Nenhum homem morrerá por afirmação de suas atitudes". (Nietzche)  


"Uma nação capitaneada por, guerrilheiros, bandidos, revanchistas e corruptos, que no passado cometeram tantas atrocidades, não pode atracar num porto seguro" (Cardoso Lira). 


Números oficiais confirmam que governos Lula e Dilma gastaram ainda menos que FHC em Defesa Nacional


Por Jorge Serrão

Os números das gestões Lula da Silva e Dilma Rousseff confirmam que a gestão petista do Foro de São Paulo cumpre fielmente seu papel de enfraquecer as Forças Armadas. No primeiro ano de Dilma, investiu-se apenas 1,51% do PIB na área de Defesa. Um estudo do economista Ricardo Bergamini constatou uma queda real de 12,72%, em relação ao PIB, na comparação com o governo FHC – que também desprestigiou a área militar.

O professor Bergamini denuncia a brutal queda de gastos com Defesa desde a metade da década de 90 – o que reflete o sucateamento do Exército, Marinha e Aeronáutica, comprometendo diretamente a soberania brasileira. Investia-se 1,73% do PIB em Defesa no governo FHC (1995/2002). O percentual caiu para 1,55% do PIB no período do governo Lula (2003/2010). A Queda real em relação ao PIB foi de 10,40%.

Em meio ao desprestígio orçamentário, para tentar conter os efeitos diretos de uma crise literalmente generalizada de insatisfação na área militar, o governo volta a propagandear, nos bastidores da caserna, com o factóide dos reajustes salariais. Alguns generais já foram escalados para espalhar, entre oficiais e sargentos, que o comandante do Exército, Enzo Peri, teria aproveitado uma reunião com generais da ativa e da reserva para prometer que, ainda este ano, haveria “melhoria nos salários”. Na versão propagandeada, o comandante Enzo teria se referido até a um “estudo pronto” para implementar o reajuste no momento oportuno.
Comento

Revanchismo,         falsas       premissas,    iniquidades          administrativas,  sapiências tulúricas, corrupção ativa e passiva, formação    de quadrilha ou  bando,  apropriação indébita e peculato, este é  jeito     desta     organização criminosa,               desta horda  de   malfazejos,       malfeitores,      ignóbeis, repugnantes,  pragmáticos,       amaldiçoados,     comunistas e bandidos que se encontram   no poder da República, governar  nosso país.         Ou  seria  o   país   dos petralhas?




"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos que estão no poder da República. Nestas premissas nenhum político farsante escapará da vala comum reservada aos bandidos e falsificadores da história". (Cardoso Lira).
Por Reinaldo Azevedo

Alguém andou soprando maus conselhos aos ouvidos da presidente Dilma Rousseff: “Mande bala, Soberana; não dê bola pra esse pessoal do Congresso, não, um bando de fisiológicos! Todos curtidos na cultura do toma lá da cá, sem ideologia, sem valor, que jamais pensam no bem comum!”
E a Soberana esqueceu, então, as juras de amor que havia feito justamente a esses que passaram a ser demonizados por parte ao menos da turma que a cerca. Atenção, hein: não é que muitos ali não mereçam… Há gente que não vale mesmo um tostão furado! Mas foi a eles que Dilma apelou para vencer as eleições, não? Foi quando conquistou essa turma que o petismo, lá atrás, constituiu a maioria necessária para vencer a eleição. Ou alguém já esqueceu que parte do PMDB, em 2002, debandou da candidatura Serra, migrando pra Lula?
Se vocês procurarem, encontrarão um discurso em que o Apedeuta se jactava, justamente diante de peemedebistas, de ser muito diferente de FHC; com um petista no poder, sugeria, era pedir e levar! O lulo-petismo — e a eleição de Dilma fez parte desse pacote — alçou o modo peemedebista de fazer política à condição de coisa sublime. Lula era o arquiteto desse arranjo.
“Mas me diga, Reinaldo, Dilma faz mal em querer moralizar?” Vênia máxima, “moralizar exatamente o quê?” A presidente diga qual é o pleito ilegítimo da tal “base aliada”, que não fizesse parte do pacote, e eu, então, teria condições de responder. Por enquanto, o que se tem é certo conversê dos que advogam a existência de um “jeito Dilma de governar”, segundo o qual ela não condescenderia com práticas danosas para a República. Quais “práticas danosas”? Eu, até agora, não entendi, por exemplo, o sentido da ida de Marcelo Crivella (PRB) para o Ministério da Pesca, por exemplo. A ação faz parte do pacote moralizante da presidente ou foi só um ato de vontade? Até agora, o máximo que deu para saber é que ele pretende aprender a botar minhoca no anzol (uma metáfora, Pedrinho…).
Lula, com efeito, sabia fazer mais agrados à tal base aliada e coisa e tal, mas isso certamente tem menos peso do que o fato de que ele estava com o caixa mais gordo para gastar, o que é sempre uma farra, dada a forma como o estado brasileiro é loteado entre os partidos. Com a grana curta, a receita desandou. Mas não se deve menosprezar o fator “incompetência”, não. A forma como Dilma substituiu os líderes na Câmara e no Senado era evidência de que estava sob a influência de um mau conselho. Apontei isso aqui — apenas por amor à lógica. Se a base lhe tinha mandado um pequeno recado com a recusa de um nome para uma agência reguladora, cumpria ver até que ponto não tinha condições objetivas de dar um recado mais duro. E tinha.
TrapalhõesQue o governo reúna hoje um bom grupo de trapalhões, isso é inegável. O episódio da liberação da venda de bebida alcoólica nos estádios o prova mais do que qualquer outra coisa. Há tempos não se via algo semelhante. Mas nem mesmo aquela que parecia ser a solução — uma estupenda manifestação de covardia — bastou.
O governo anda um tanto descolado da realidade. Hoje, antes da derrota sofrida na Câmara, Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência e homem mais importante no PT depois de Lula, previa um dia tranquilo. Pois é…
Essa crise tem nomes: “Lula e Dilma”. Certa feita, em 2010, o então presidente da República afirmou que, pela primeira vez desde 1989, a urna não traria o seu nome entre os postulantes à Presidência da República — evidência de que o PT não se renovava, não é? E emendou que, onde se leria “Dilma”, dever-se-ia ler “Lula”. Ocorre que ela, como se vê, definitivamente, não é ele. A rigor, ela ainda não é nem mesmo “Dilma”, como personalidade política autônoma e capaz de liderar o processo político. Vai ser algum dia?
Torço para que o indivíduo Lula se recupere — há quem não acredite nisso, claro! Paciência! Quem me conhece sabe que falo a sério. Minha torcida tem um aspecto humano, nada instrumental. Os petistas, no entanto, sem prejuízo de eventualmente compartilharem desse sentimento altruísta, têm motivos pragmáticos, muito oportunistas, para ansiar pela volta do seu líder.
Sem Lula, o PT, definitivamente, não existe.
PS: Os fazedores de notícia do Planalto já espalham que novas pesquisas indicam      que      a popularidade de Dilma aumentou: estaria sendo vista como aquela que, depois de combater a corrupção, combate também a fisiologia. Já escrevi a respeito. Se os “dilmistas” acham   que esse tipo de proselitismo é um bom caminho, dou a maior força, hehe. Noto, até em   benefício da governanta, que Lula sempre usou a sua popularidade contra a oposição. Se alguém   acha uma boa idéia usá-la contra os aliados, só me resta dizer: “Vá em frente, Soberana!


Postado  pelo  Lobo do Mar