terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Triste realidade





Por Cardoso Lira

MELHOR DEFINIÇÃO DO PT

O PT é um partido orientado por
intelectuais que  estudam e não trabalham, formado por
militantes que trabalham e não estudam,
comandado por sindicalistas que não estudam
nem trabalham, que estão MUITO RICOS com o apoio de
eleitores idiotas que trabalham pra burro
e não têm dinheiro nem pra comer nem pra estudar.


Por Roberto da Matta

Quando o hígido Michel Temer vira poeta e Renan Calheiros - acusado pela Procuradoria Geral da República de peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso - é apossado (com voto secreto - o voto da covardia) na Presidência do Senado Federal no posto número 3 da sucessão republicana e entra no papel dando uma aula de ética e com apoio do PSDB, um lado meu pergunta ao outro se não estaria na hora de sumir do Brasil.
Se não seria o momento de pegar o meu chapéu e deixar de escrever, abandonar o ensino das antropologias, desistir do trabalho honesto, beber fel, tornar-me um descrente, aloprar-me, abandonar a academia (de ginástica, é claro), deixar-me tomar pela depressão, desistir de sonhar, aniquilar-me, andar de joelhos, dar um tiro no pé, filiar-me a uma seita de suicidas, mijar sentado, avagabundar-me, virar puxa-saco, fazer da mentira a minha voz; e - eis o sentimento mais triste - deixar de amar, de imaginar, de ambicionar e de acreditar. Abandonar-me a esse apavorante cinismo profissional que toma conta do País - esse inimigo da inocência -, porque minha cota de ingenuidade tem sido destroçada por esses eventos. Eu não posso aceitar viver num país que legaliza a ilegalidade, tornando-a um valor. Eu não posso aceitar um conluio de engravatados que vivem como barões à custa do meu árduo trabalho.
"A ética não é um objetivo em si mesmo. O objetivo em si mesmo é o Brasil, é o interesse nacional. A ética é obrigação de todos nós e é dever deste Senado", professa Renan Calheiros, na sua preleção de po(s)se.
Para ele, a ética, o Brasil, o dever, o interesse e as obrigações são coisas externas. Algo como a gravata italiana que chega de fora para dentro e pode ou não ser usada. Façamos uma lei que torne todo mundo ético e, pronto!, resolvemos o problema da cena política brasileira - esse teatro de calhordices.
A ética não é a lei. A lei está escrita no bronze ou no papel, mas a ética está inscrita na consciência ou no coração - quando há coração... Por isso, ela não precisa de denúncias de jornais, nem de sermões, nem de demagogia, nem da polícia! A lei precisa da polícia, o moralismo religioso carece dos santarrões e as normas, de fiscais. A ética, porém, requer o senso de limites que obriga à mais dura das coragens: a de dizer não a si mesmo e, no caso deste Brasil impaludado de lulopetisto, a de negar o favor absurdo ou criminoso à namorada, ao compadre, ao companheiro, ao irmão, ao amigo.
"O Zé é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo!", eis a cínica palavra de ordem de um sistema totalmente aparelhado e dominado pelo poder feito para enriquecer a quem o usa, sem compostura, o toma lá dá cá com tonalidades pseudoideológicas, emporcalhando a ideologia.
Quem é que pode acreditar na possibilidade de construir um mundo mais justo e igualitário no qual a esfera pública, tocada com honestidade, é um ideal, com tais atores? Justiça social, honestidade, retidão de propósito são valores que formam parte da minha ideologia; são desígnios que acredito e quero para o Brasil. Ver essa agenda ser destruída em nome dos que tentaram comprar apoio político e hoje se dizem vítimas de um complô fascista, embrulha o meu estômago. Isso reduz a pó qualquer agenda democrática para o Brasil.
O cínico - responde meu outro lado - precisa (e muito) de polícia; o ético tem dentro de si o sentido da suficiência moral. Ela ou ele sabem que em certas situações somente o sujeito pode dizer sim (ou não!) a si mesmo. Isso eu não faço, isso eu não aceito, nisso eu não entro. É simples assim. A camaradagem fica fora da ética, cujo centro é o povo como figura central da democracia.
O que vemos está longe disso. Um eleito condenado pelo STF é empossado deputado, Maluf - de volta ao proscênio - sorri altaneiro para os fotógrafos, um outro companheiro com um passado desabonado por acusações vai ser eleito presidente da Câmara; a presidente age como a rainha Vitória. E o Direito: o correto e o honesto viram "direita". Entrementes, a "esquerda" tenta desmoralizar a Justiça porque não aceita limites nem admite abdicar de sua onipotência. Articula-se objetivamente, com uma desfaçatez alarmante, uma crise entre poderes exatamente pela mais absoluta falta de ética, esse espírito de limite ausente dos donos do poder neste Brasil de conchavos vergonhosos e inaceitáveis. Você, leitor pode aceitar e até considerar normal. Eu não aceito!
Roberto da Matta é Antropólogo. Originalmente publicado nos jornais O Globo e Estadão de 6 de Fevereiro de 2013.


DEM vende caro seu apoio ao PSDB.

Os partidos brasileiros pagaram quase R$ 61 milhões para financiar campanhas de outras siglas nas eleições municipais de 2012. O dinheiro foi repassado por diretórios e comitês partidários para ajudar candidatos de legendas aliadas. Na maior parte dos casos, partidos que tinham candidatos a prefeito fizeram pagamentos para as campanhas a vereador das siglas que os apoiavam.
O Estado analisou 1.625 repasses acima de R$ 100 mil feitos pelos partidos nas eleições do ano passado e identificou 211 transferências entre as legendas – os demais repasses foram parar em contas de candidatos da mesma sigla que fez o pagamento. As transferências interpartidárias somam R$ 60,9 milhões, o que representa 5,9% do total de R$ 1 bilhão que circulou nesse universo. Os repasses são legais e foram registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante a campanha.

O PT foi quem transferiu mais dinheiro a aliados: R$ 18,5 milhões. Em São Paulo, o PT repassou quase R$ 6 milhões às campanhas de vereadores dos três partidos que apoiavam Fernando Haddad: PP (R$ 3 milhões), PC do B (R$ 2,1 milhões) e PSB (R$ 850 mil). Os repasses do PT beneficiaram siglas como o PP do Recife, que apoiava o petista Humberto Costa na disputa pela prefeitura e recebeu R$ 1,3 milhão.

Petistas também deram quase R$ 2 milhões para ajudar a eleger Gustavo Fruet (PDT) em Curitiba – a vitória de Fruet era considerada importante para a disputa pelo governo do Paraná em 2014, quando o PDT deve apoiar os petistas Gleisi Hoffman ou Paulo Bernardo.

Outra doação volumosa partiu do PT de São Bernardo do Campo (SP), que repassou R$ 5,4 milhões a 15 partidos que apoiavam a reeleição de Luiz Marinho à prefeitura. O dinheiro foi para os comitês de candidatos a vereador de siglas maiores, como o PTB (R$ 752 mil) e o PC do B (R$ 660 mil), e menores, como o PTC (R$ 40 mil) e o PSDC (R$ 19 mil). Marinho venceu a disputa e sua coligação elegeu 19 dos 28 vereadores do município.

Barganha? Cientistas políticos e especialistas em direito eleitoral divergem na avaliação desses pagamentos: alguns acreditam que os repasses representam apenas o financiamento coletivo de um projeto político; outros afirmam que as transferências contêm indícios de uma barganha por apoio eleitoral.
A quantia movimentada entre partidos é suficiente para financiar uma campanha eleitoral de grande porte. O comitê de Fernando Haddad (PT), por exemplo, desembolsou R$ 67,9 milhões para eleger o novo prefeito da capital paulista.

Segundo no ranking. O PSDB foi o segundo partido que mais ajudou siglas amigas, com repasses de R$ 10,5 milhões. Parte do dinheiro financiou campanhas de candidatos a prefeito de outros partidos, como Marcio Lacerda, do PSB de Belo Horizonte (R$ 1 milhão), Luciano Ducci, do PSB de Curitiba (R$ 264 mil), e Alex Manente, do PPS de São Bernardo do Campo (R$ 200 mil).

O PSDB paulista repassou R$ 950 mil à direção nacional do DEM, um de seus principais aliados no Estado. Em São José dos Campos, os tucanos repassaram mais R$ 142 mil ao Democratas, que apoiava o candidato do PSDB a prefeito.

Na capital paulista, o PRB apostou as fichas na eleição de Celso Russomanno (que terminou em terceiro lugar) e ajudou os aliados, distribuindo R$ 400 mil ao PT do B, ao PHS e ao PTN.

Rio. A campanha de Eduardo Paes (PMDB) no Rio fez repasses a três partidos de sua coligação: R$ 241 mil ao PSDC, R$ 150 mil ao PTB e R$ 100 mil ao PSL.
O PV de Palmas distribuiu dinheiro entre os aliados do candidato do partido à prefeitura. Campanhas a vereador do DEM receberam mais de R$ 400 mil; o PMDB foi beneficiado com quase R$ 300 mil; o PSDB recebeu duas transferências que somaram R$ 236 mil; e o PSD obteve R$ 155 mil.

Receptor universal. O DEM foi o partido que mais recebeu recursos de outras siglas: quase R$ 7 milhões. Metade desse dinheiro saiu dos cofres do PSDB, que ainda tenta manter o combalido aliado, desestruturado após a criação do PSD, no espectro de alianças para 2014.
O PDT obteve o melhor "custo-benefício". O partido fez apenas um repasse de R$ 100 mil, para o PT de Passo Fundo (RS), mas recebeu o segundo maior volume de recursos, R$ 6,6 milhões – a maior parte do PT e do PMDB. (Estadão)
Postado pelo Lobo do Mar

domingo, 10 de fevereiro de 2013

REINALDO AZEVEDO


LEI DE CAUSA E EFEITO


Reflexão



Por Cardoso Lira


 
Meus nobres e queridos amigos, este governo do PT é exacerbadamente corrrupto. E porque oas FFAA nao coloca totos els na cadeia e toma o poder novamente. Entra governo e sai governo cada um mais corrupto do que o outro e uma vez mais nos perguntamos, e o faremos pela eternidade afora: Qual é o lugar de Deus, num mundo de iniqüidades? Até quando há de permitir tamanha luta entre o Bem e o Mal? O certo e o errado? Até Deus, fechou os olhos diante das vítimas, da exacerbada corrupção do lulo-petismo no Brasil, do nazismo em Auschwitz, dos soviéticos que pereceram no Gulag da fome, dizimando milhões de pessoas depois da revolução chinesa? E hoje, "Senhor Deus dos Desgraçados" (como O chamou o poeta Castro Alves)? Darfur, a África Subsaariana, o Oriente Médio... Então não vê o triunfo do horror, da morte e da fúria? Por que um Deus inerme, diante das "espectrais procissões de braços estendidos", como escreveu Carlos Drummond de Andrade? Por que o Deus do, olímpico é também dos indivíduos malígnos e "molusquianos"? Olhemos a tristeza dos becos escuros, imundos e sujos do mundo de horror, onde um homem acaba de fechar os olhos pela última vez, levando estampada na retina a imagem dos seus sonhos pequeninos e ainda na sua pequenês humana, mesmo assim, frustrado...Por que governos como: Molusco e FHC que cometem tantas atrocidades com o povo brasileiro, principalmente com as FFAA e com os militares, continuam fazendo tanto mal?

Deus, até quando haveremos de honrá-lo com nossa dor, com nossas chagas, com nosso sofrimento? Até quando pessoas miseráveis, anônimas, rejeitadas até pela morte, murcharão aos poucos na sua mísera humana e indelével insignificância, fazendo o inventário de suas grandes solidões, colecionando todas as chagas e tudo o que não têm e o que é pior: nem se revoltam? Se Ele realmente nos criou, por que nos fez essa coisa tão lastimável e abominável como espécie e como espécimes? Se ao menos tirasse de nosso coração os anseios, os desejos, para que aprendêssemos a ser pedra, a ser árvore, a ser bicho entre bichos... Mas nem isso. Somos uns primatas pelados, plenos de fúrias e delicadezas (e estas nos doem mais do que aquelas), a vagar com a cruz nos ombros e a memória em carne viva. Se a nossa alma é imortal, por que lamentamos tanto a morte? Como observou o latino Lucrécio (séc. I a.C.)? Se há um Deus, por que Ele não nos dá tudo aquilo que um mundo sem Deus nos sonega? Indubitávelmente são indagações como essas que tiram nossa fé e nos remete ao primitivismo mais abominável e selvagem.

Meus amigos, não vou tratar aqui do mistério da fé, que poderia, sim, responder a algumas perplexidades da materia. O que quero expressar neste texto é a mensagem do Cristo como uma ética entre pessoas, povos e até religiões. Não quero, com isso, solapar a dimensão mística do Salvador, mas sim dar relevo a sua dimensão com a criatura humana.

O Cristianismo é o inequívoco fundador do humanismo moderno porque é o criador do homem universal, de quem nada se exigia de prévio para reivindicar a condição de filho de Deus e irmão dos demais homens. É o fundamento religioso do que, no mundo laico, é o princípio da democracia contemporânea. Não por acaso, a chamada "civilização ocidental" é entendida, nos seus valores essenciais, como "democrática" e "cristã". Isso tudo é história e não crença religiosa ou qualquer outra seita.

Falo aqui das iniqüidades porque é com elas que se costuma contrastar a eventual existência de uma ordem divina. O ser supremo que, segundo essa perspectiva, se o Mal subsiste, então não pode haver um Deus vingativo e carrasco, como no velho testamento, que só seria compatível com o Bem perpétuo. Ocorre que isso tiraria dos nossos ombros o peso das escolhas, das responsabilidades e do discernimento, há no entanto a necessidade de uma ética moral. E nesse caso, o homem só seria viável se isolado no Paraíso, imerso numa natureza pura e necessariamente benfazeja e generosa.

O Cristianismo assim bem como as demais religiões (e também a ciência) existe é no mundo das imperfeições humanas e das materializações, neste planeta de expiação o mundo dos homens pós- queda. Contestar a existência do supremo criador, Deus segundo esses termos corresponde a acenar para uma felicidade perpétua somente possível num tempo místico ou próximo da luz divina.(Fiat Lux).

E as religiões são histórias encarnadas nas fragilidades das equivocadas almas, humanas. Sócrates já dizia que, "na iminência em que me vejo para provar a existência de Deus, revela-me a sua existência".

Em Auschwitz, no Gulag ou em Darfur, vê-se, sem dúvida, a dimensão trágica da liberdade: a escolha do Mal. Assim como o Lulismo isso quer dizer, sim, a renúncia a Deus. Mas também se assiste à dramática renúncia ao homem. Esperavam talvez que se dissesse aqui que o Mal Absoluto decorre da deposição da Cruz em favor de alguma outra crença ou convicção.
A piedade cristã certamente se ausentou de todos esses palcos da barbárie cometida por tiranos. Mas, com ela, entrou em falência a Razão, salvadora e redentora da humanidade. Todavia a misericordia de Deus um dia vai nos tirar da roda das reencarnações, passaremos para à luz e todo sofrimento será extinto e a tão sonhada felicidade nos acompanhará pela eternidade afora.

Pois fé e Razão são categorias totalmente opostas, mas nasceram ao mesmo tempo e de um mesmo esforço: entender o mundo e os mistérios de Deus, que não são explicados nem pelas escolas de mistérios, que surgem a cada 700 anos com um "Hierofante" e assim estabelecendo uma hierarquia de valores que possa ser por todos interiorizada.

As cenas bárbaras das mulheres de Darfur fugindo com suas crianças, empurradas pela barbárie, remetem, é inevitável, à fuga de Maria e do Menino Jesus para o Egito, retratada por Caravaggio (1571-1610) o carpinteiro José segura a partitura para o anjo. As representações dessa passagem, pouco importam o pintor ou a escola, nunca são tristes (estas vem até com músicas), ainda que se conheça o desfecho da história. É o cuidado materno, símbolo praticamente universal do amor de salvação, sobrepondo-se à violência irracional dos homens maus que o persegue, tornando-se assim seres selvagens, monstruosos e primitivos.

LULO-PETISMO, DILMISMO, NAZISMO, COMUNISMO E ETC SÃO: Tribalismos aborigenes e ao mesmo tempo contemporâneos tornados ideologias...idiotas.... São movimentos abomináveis, cada um praticando o horror a seu próprio modo, que destruíram e que destroem, sem dúvida, a autoridade divina. Mas nenhum deles triunfou sem a destruição, também, da autoridade humana, subvertendo os valores da Razão (afinal, acreditamos que ela busca o Bem) e, para os cristãos, a santidade da vida. Todas as errupções revolucionárias destruíram os valores que as animaram, como Saturno engolindo os próprios filhos. O progresso está com os que conservam o mundo, reformando-o a seu modo e ao seu bel prazer, como os petralhas.
DITADORES SANGUINÁRIOS SÃO: Mentes doentias, conflitivas é almas totalmente equivocadas, O LULISMO foi ainda muito pior do que o NAZISMO, no seu patamar mais abominável, selvagem, corrupto e destruidor. (Vejam o Mensalão do PT)
Seu idealizador o molusco um monstro de barbas com nove tentáculos, é sim a besta do apocalipse de João, não é uma criatura humana. É o Lúcifer encarnadado, que veio a terra para MATAR, ROUBAR E DESTRUIR TUDO E TODOS.

Pedem-me que prove que um mundo com Deus é melhor do que um mundo sem Deus? Se nos pedissem, observou Chesterton (1874-1936), pensador católico inglês, para provar que a civilização é melhor do que a selvageria, olharíamos ao redor um tanto desesperados e conseguiríamos, no máximo, ser estupidamente parciais e reducionistas: "Ah, na civilização, há livros, estantes, computador..." Querem ver? "Prove, articulista, que o estado de direito, que segue os ritos processuais, é mais justo do que os tribunais MOLUSQUIANOS." E haveria uma grande chance de a civilização do estado de direito parecer mais ineficiente, mais fraca, do que a barbárie do tribunal "LULISTA". Há casos em que é mais fácil exibir cabeças do que provas. A convicção plena, às vezes, é um tanto desamparada. Pois o petismo mais selvagem consegue entre muitas coisas ruins, até cegar uma boa parte dos brasileiros, pessoas de bem principalmente aqueles com pouca cultura e menos oportunidades.

Amigos, este artigo não trata do mistério da fé, mas da força da esperança, que é o cerne da mensagem cristã, como queria o apóstolo Paulo: "É na esperança que somos salvos". O que ganha quem se esforça para roubá-la do homem, fale em nome da Razão, da Natureza ou de algum outro Ente maiúsculo qualquer? E trato da esperança nos dois sentidos possíveis da palavra: o que tenta despertar os homens para a fraternidade universal, com todas as suas implicações morais, e o que acena para a vida eterna. O ladrão de esperanças não leva nada que lhe seja útil e ainda nos torna mais pobres de anseios e de esperanças no cristianismo menos ortodóxo e paradoxal.

O cristianismo primitivo, já foi acusado de morbidamente triste, avesso à felicidade e ao prazer de viver, e também de ópio das massas, cobrindo a realidade com o véu de uma fantasia conformista, que as impedia de ver a verdade. Ao pregar o perdão, dizem, é filosofia da tibieza; ao reafirmar a autoridade divina, acusam, é autoritário. Pouco afeito à subversão da autoridade humana, apontam seu servilismo; ao acenar com o reino de Deus, sua ambição desmedida. Em meio a tantos paradoxo, subsiste como uma promessa, mas também como disciplina vivida, que não foge à verdadeira luta nunca.

Precisamos do Cristo não porque os homens se esqueceram de ter fé, mas porque, com freqüência, eles abandonam a Razão e cedem ao horror. Sem essa certeza, Darfur – a guerra do forte contra o indefeso, da criança contra o fuzil, do bruto contra a mulher –, do MOLUSCO contra à nação brasileira são tragédias, são escárnios abomináveis que o mundo simplesmente ignora.
Covoco todos os brasileiros de bem do nosso país para salvar nossa nação com à ajuda de Deus, vamos acabar com 666. (O TERRIVEL BATRÁQÜIO MOLUSCO SANGUINÁRIO E SUA TERRÍVEL CRIATURA). O 666 A BESTA DO APOCALIPSE DE JOÃO.
Meus irmãos, em meio a essa bela, profunda e forte reflexão, desejo para todos os companheiros e amigos de luta, que me deram a honra de prestigiar este textos, um UM BOM DOMINGO.


Postado pelo Lobo do Mar

Mensageiros da intranquilidade e da inquietação, na era do Lulo-Petismo

Por Cardoso Lira

MELHOR DEFINIÇÃO DO PT

O PT é um partido orientado por
intelectuais que  estudam e não trabalham, formado por
militantes que trabalham e não estudam,
comandado por sindicalistas que não estudam
nem trabalham, que estão MUITO RICOS com o apoio de
eleitores idiotas que trabalham pra burro
e não têm dinheiro nem pra comer nem pra estudar.


ISSO É QUE É PARTIDO DE FUTURO
PARTIDO DOS TRABALHADORES




Por Ernesto Caruso

No dia 20/12/2012 houve o almoço da presidente Dilma com os generais, rotina das festas natalinas regada de afabilidades, sorrisos, e calorosos cumprimentos de mão, fotos diferentes do ocorrido na cerimônia de posse do presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, onde a sisudez da presidente embaciava o ambiente. Constrangimento diante do relator da ação penal referente ao mensalão do PT e condenação de alguns correligionários prestigiados pelo partido.

O almoço de com/fraterni/zação (fraternal...), ocorreu poucos dias depois da solenidade de entrega da premiação, feita pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Dentre os que receberam o Prêmio Direitos Humanos, o “Levante Popular da Juventude”, que tem organizado os escrachos contra os agentes do Estado que derrotaram os torturadores/terroristas/sequestradores que infernizaram este país nas várias intentonas comunistas. E quem lhes entregou a menção honrosa foi a presidente da República com palavras elogiosas: “o prêmio homenageia pessoas lutadoras e que arriscam suas vidas em defesa dos direitos humanos”. A ministra Maria do Rosário, organizadora, diz que o troféu é o reconhecimento à generosidade de pessoas e organizações que tem como finalidade trabalhar para a humanidade.

Essa “generosidade” se deve ao aprendizado com Fidel/Che Guevara no tratamento aos opositores/presos cubanos?

Quanta generosidade e risco de vida ao insultar, cuspir e agredir os que compareceram à palestra sobre o 31 de Março no Clube Militar em 2012, militares com 70/80 anos e civis, como relata no seu blog “papodefilhinha” as agressões que sentiu uma jovem jornalista presente ao evento.

Outro exemplo de constrangimento para a família e desrespeito aos vizinhos ocorreu diante da residência do Cel Lício Maciel, 80, que como militar foi combater os terroristas no Araguaia (1972/75), cumprindo ordem. Se não o fizesse seria criminoso por insubordinação ou por deserção; levou tiro no rosto. Um período sofrido, como destacado do seu depoimento na Câmara dos Deputados: “Genoino, aquele rapaz foi esquartejado! Toda a Xambioá sabe disso,... e vocês nunca tiveram a coragem de pedir desculpa por terem esquartejado... Cortaram primeiro uma orelha na frente da família...; cortaram a segunda orelha; o rapaz urrava de dor,... e no final deram a facada que matou João Pereira.” O rapaz tinha 17 anos e tido como guia dos militares.

Não foi um passeio no parque. Tristes momentos da época e ao relembrá-los. Mas, resultado do enfrentamento de combatentes. Hoje o “levante” é a covardia, vingança sórdida ao empregarem grupos com megafones, faixas e ofensas nas calçadas frontais das residências de aposentados com mais de 80 anos. Um papelão.

Os jovens do passado que foram enganados e arrastados para a luta armada por velhos e ultrapassados comunistas, hoje iludem outros jovens e os conduzem para os escrachos, lhes dão prêmios e os adestram para a luta. O grupo defende mudanças estruturais na sociedade, com atuação em vários estados, como foi no passado, ligas camponesas, movimentos operário, estudantil, etc.

No embalo, a UNE monta a lona da sua Comissão da Verdade durante o 14º Conselho Nacional de Entidade de Base, em Recife, com a participação de Claudio Fonteles, coordenador da Comissão Nacional da Verdade e apresentação do filme “Ditadura militar”.

A entrevista de Fonteles a uma jornalista da Globonews não deixa boa impressão nas propostas que apresenta como coordenador e, não demonstrar a imparcialidade imposta na lei que tanto enfatiza, quiçá por ter integrado o grupo Ação Popular na juventude, e aos 76 anos, “se encontrar com 18 quando lutou por uma sociedade mais justa”.

O esquartejado não faz parte dessa “verdade”, mas Fonteles repete várias vezes a expressão “mazelas do estado ditatorial militar”, não acredita nos comandantes quando dizem que tudo foi destruído, assegura que não há revanchismo (oh!), que se deve alterar a formação dos militares, que os livros de História devem ser modificados no ensino militar, e como cidadão e de Ministério Público acha que os agentes públicos sejam punidos.

Falam com tal convicção a demonstrar que vão rasgar a Lei da Anistia que lhes rendeu milionárias indenizações, corromper os congressistas e tingir de vermelho a toga, mas vão encontrar velhos soldados com um pedacinho da Bandeira no coração a reverenciar os 18 do Forte, em maior número.

Ernesto Caruso é Coronel reformado do EB.
Postado pelo Lobo do Mar

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Apedeuta corrupto Lula, chefe do Mensalão do PT


Renanzistas ameaçam intervir no rito do Supremo, pedir impeachment de Gurgel e tirar poder do MP

Por Cardoso Lira


Justiça Trabalhista lesa os cofres públicos e juízes ainda vão pedir aumento salarial na OEA. Brasil!

Mediadora das disputas salariais entre patrões e empregados, a Justiça Trabalhista entrou na mira do Tribunal de Contas da União (TCU) pela generosidade com que tratou seus magistrados e servidores. O TCU mandou suspender no final de janeiro o pagamento de R$ 818,9 milhões em dívidas reconhecidas pelos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) com seu quadro de pessoal. Auditoria feita pelo Tribunal de Contas confirmou irregularidades na concessão de benefícios trabalhistas pelos TRTs. O repasse seria feito a partir de abril, conforme acordo do Judiciário com o Ministério do Planejamento, mas, por causa do bloqueio, só poderá se concretizar após o término de fiscalização do Tribunal de Contas.

 

O TCU apura desde 2010 o descontrole na folha de pagamentos dos TRTs. Pressionado, o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), órgão supervisor dos tribunais, admitiu, em 2012, que o generoso passivo trabalhista reconhecido, de R$ 2,4 bilhões, corresponde ao dobro do montante realmente devido (R$ 1,2 bilhão). Por ora, R$ 1,5 bilhão já foi pago, com base em cálculos equivocados, segundo o TCU, que permitiram a aplicação de porcentuais exorbitantes de correção monetária e juros sobre os débitos. Leia mais aqui sobre esta impressionante tramóia.
Apesar deste passivo ético diante da sociedade, os juízes ainda estão revoltados contra a falta de reajustes salariais. Segundo o Estadão, a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) denunciou o Brasil à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, sediada em Washington, sob a acusação de desrespeitar os princípios constitucionais da independência harmônica entre os Três Poderes e da revisão anual dos subsídios dos servidores públicos.
No documento de 95 páginas, entregue quarta-feira à comissão - ligada à Organização dos Estados Americanos (OEA) -, a Anamatra alega que a omissão do Executivo e do Legislativo na recomposição anual das perdas inflacionárias nos subsídios da magistratura representa uma agressão à independência do Judiciário. Além disso, a associação ressalta que foram esgotadas todas as possibilidades de reversão do problema no Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de mandados de injunção que nem sequer foram julgados.

"O Executivo e o Legislativo vêm ignorando as propostas orçamentárias do Judiciário, que preveem reajuste dos subsídios da magistratura como forma de compensar a inflação. Desde 2006, tivemos 25% de perda do poder de compra. O juiz do trabalho com 20 anos de carreira recebe hoje cerca de R$ 15 mil líquidos. No médio prazo isso pode representar uma brutal perda salarial, como ocorreu com os professores do Estado de São Paulo, por exemplo, que no passado eram bem remunerados e hoje não o são. Não estamos falando de marajás. Nós, magistrados, vivemos exclusivamente dos nossos salários. Esquisito seria se não nos preocupássemos com essa questão", afirmou Renato Henry Sant'Anna, presidente da Anamatra.

Se a comissão entender que a denúncia da Anamatra é cabível, o caso será encaminhado à Corte Interamericana de Direitos Humanos, com sede na Costa Rica. A associação solicita que se obrigue o Estado brasileiro a recompor as perdas inflacionárias da magistratura desde 2006, bem como pagar indenização, a título de danos materiais, aos juízes associados à Anamatra "à vista da diminuição dos seus patrimônios individuais e da progressiva corrosão do poder aquisitivo do valor de face dos subsídios, sem competente compensação anual". Não há prazo para a decisão.

O Brasil ratificou em 1992 o Pacto de San José da Costa Rica, de 1969, cujo objetivo é consolidar entre os países americanos o respeito aos direitos humanos. Em 1998, o País aceitou a jurisdição contenciosa da Corte Interamericana. "A denúncia é direito de todos os brasileiros, já que o Brasil aceita e reconhece a jurisdição da Corte de Direitos Humanos. A medida mostra o sentimento de esgotamento do diálogo. Em tese, o que for decidido pela corte terá de ser cumprido pelo Brasil", disse Sant'Anna.

O povo contra um bandido, um petralha, um déspota e um caudilho chamado  Renan.

Um abaixo-assinado alcançou, nesta sexta-feira, 1 milhão de assinaturas a favor do impeachment de Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado.



Reinaldo vai morrer. Flavinho VE vai morrer. Os dicionários sobreviverão a nós com expressões como “jornalista petralha, jornaleco petralha”


Viram a imagem acima? Volto a ela depois. Antes, um pequeno passeio.
A palavra “petralhas”, como sabem, já foi dicionarizada. Esta no “Grande Dicionário Sacconi da Língua Portuguesa”. Eu e o Flavinho VE, do Valor Econômico, vamos morrer, mas o dicionário vai ficar. Vejam a acepção nº 1: “Que, ou pessoa que, sem nenhum escrúpulo, não vacila em cometer todo e qualquer ato marginal à lei, como usurpar, mentir, extorquir, ameaçar, chantagear, roubar, corromper, ou que defende com ardor ladrões. Corruptos, usurpadores, mentirosos, cínicos, extorsionários, chantagistas etc. que, porém, posam de gente honesta e defensores intransigentes da ética”. Aí o dicionário dá exemplos do emprego da palavra:jornalista petralha; jornaleco petralha; há petralhas nesse governo?


Por Jorge Serrão

A vanguarda do atraso no Senado, uma nova-velha facção autobatizada de “renanzistas”, ameaça retaliações contra o Supremo Tribunal Federal e Ministério Público Federal. A boiada estoura caso a Justiça decida deliberar sobre o pedido de indiciamento do Presidente do Congresso e do Senado, Renan Calheiros. Será que a politicalha aloprou ao aprofundar o já tenso clima e alto risco de ruptura institucional?

O Globo revela que os renanzistas têm um alvo imediato. Renan vai aceitar e enviar à Comissão de Constituição de Justiça do Senado várias representações contra o Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, pedindo o impeachment dele, mesmo faltando seus meses para deixar o cargo. Além de tentar desgastar e desmoralizar Gurgel, os renanzistas também fazem terrorismo com a ameaça de aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37/2011 que retira poderes de investigação criminal do Ministério Público.

A tropa de Renan articula uma revanche contra o Supremo, se o ministro Ricardo Lewandowski não aliviar a barra de Renan Calheiros na denúncia apresentada por Gurgel. Os senadores renanzistas ameaçam aprovar uma lei obrigando que a análise de processos no STF também ocorra na ordem cronológica. Seria um troco à decisão do ministro Luiz Fux para que, no Congresso, a análise dos absurdos 3 mil vetos presidenciais obedeça a tal critério. Seria uma intervenção indireta do Congresso no Supremo – supostamente dentro da lei e da ordem republicana (coisa que parece não existir no Brasil dominado pelo Governo do Crime politicamente Organizado).

Mais raivoso

O ex-Presidente da República e atual senador alagoano, sempre amigão de Renan Calheiros, Fernando Collor de Mello é um dos que mais tem sangue na boca contra Roberto Gurgel e a esposa dele, a a subprocuradora federal Cláudia Sampaio.

Em recente defesa de Renan, na tribuna do Senado, Collor xingou Gurgel de “chantagista, ímprobo e praticante de ilícitos administrativos e de crime de responsabilidade”.

No ano passado, Collor protocolou seis representações contra o procurador-geral da República e a subprocuradora, nas esferas cível, penal e administrativa, por crimes de prevaricação, improbidade administrativa e crime de responsabilidade.

O petebista Collor ficou PT da vida porque o presidente do Senado, José Sarney, preferiu arquivar tudo – coisa que agora os renanzistas juram que seu líder máximo não fará.

Mantega sem graça

Já derreteu a relação entre o ministro da Fazenda Guido Mantega (protegido de Lula) e Maria das Graças Foster (afilhada da Dilma).

O Estadão revela que a presidente da Petrobrás apresentou nesta semana a Mantega, que preside o conselho de administração da companhia, um cenário alarmante para o endividamento da empresa neste ano, com risco de perda da recomendação de “grau de investimento”.

Graça cobra novos reajustes da gasolina e do diesel, e Mantega não topa porque isto seria combustível inflacionário.

Assim, o governo Dilma fica no dilema do cachorro que corre atrás do próprio rabo: segurar a inflação ou quebrar a maior empresa capimunista do País.

Seis por meia dúzia (menos 13) é igual a...

Interessante hipótese levantada por um leitor do Alerta Total.

E se o PMDB rifar o PT, oferecendo a cabeça de chapa da eleição presidencial de 2014 ao jovem coronel nordestino do PSB, Eduardo Campos e permanecendo com a vice presidência?

Não seria surpresa tal fórmula político-matemática, na qual o PT sairá perdendo feio, porque o lema do PMDB parece o hino do Flamengo: uma vez governo, sempre governo...

"Bem indicado os  Petralhas são uns cancer para o país, temos que acabar com esta praga"



Postado pelo Lobo do Mar