segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

CHEGA AO BRASIL UMA VOZ CONTRA UM COMUNISMO DISFARÇADO DE DEMOCRACIA E QUE SE ENRIQUECE COM O CAPITALISMO.

Igor O. Fonseca


Está no Brasil visita uma ativista contra o regime de exceção imposto pelos irmãos Castro da Ilha de Cuba, que vivem sob um pseudocapitalismo e espalham o terror do autoritarismo pelo mundo comuna fascista.

Yoani Sánchez inicia no Brasil viagem internacional após anos "presa" em Cuba. Após cinco anos recebendo negativas do Governo de Cuba para poder sair de seu país, a blogueira opositora Yoani Sánchez pôde entrar em um avião neste domingo para empreender uma viagem internacional, que começará pelo Brasil e só foi possível pela reforma migratória vigente desde janeiro na ilha.



Com o logotipo de seu famoso blog "Geração Y" impresso em sua mala de mão, Yoani, de 37 anos, passou sem maiores problemas pelo controle migratório do aeroporto de Havana para tomar um voo rumo ao Brasil, primeira escala de um périplo de 80 dias que a levará a uma dezena de países da América e da Europa.

"Isto será como a volta ao mundo em 80 dias", brincou a filóloga cubana em declarações a jornalistas no Aeroporto de Havana, onde chegou esta manhã muito cedo acompanhada de um grupo de parentes e amigos.

Yoani Sánchez, cujo olhar crítico sobre a realidade cubana foi reconhecido com múltiplos prêmios internacionais que nunca pôde receber pessoalmente, disse sentir-se como em um "sonho", mas com um "sabor agridoce" pelas limitações migratórias que persistem em seu país.

"Estou muito feliz, embora com essa sensação do corredor de 110 metros com barreiras que chega esgotado, suado e até machucado, mas que no final ganha a corrida. Venci uma pequena batalha pessoal, jornalística, cidadã e jurídica", manifestou.

No entanto, lamentou que a reforma migratória ainda não contemple o fato de entrar e sair de Cuba como um "direito inerente, pelo mero fato de ter nascido nesta ilha. Isso é uma grande limitação".



Yoani Sánchez saiu hoje de Cuba, mas para voltar a seu país dentro de algumas semanas sem medo que as autoridades não a deixem retornar: "Eu reúno todos os requisitos legais para o retorno".

Nos últimos anos, a autora de "Geração Y" foi uma das vozes que mais denunciou o que ela denomina como "absurdo migratório" de Cuba, onde sair do país legalmente requeria a permissão das autoridades e de embaraçosos, caros e restritivos trâmites.

A maior parte dessas limitações foi suprimida com a reforma que entrou em vigor no último dia 14 de janeiro e agora só é necessário ter o passaporte em dia e o visto que exigir o país de destino para viajar ao exterior.

No entanto, algumas restrições foram mantidas, já que, por exemplo, podem ser negados passaportes por razões de "interesse público" ou "segurança nacional", e para determinados profissionais considerados "vitais" para o país é necessária ainda uma permissão especial das autoridades.

Nas últimas semanas, o Governo concedeu passaportes a críticos como Yoani e dissidentes como a líder das Damas de Branco, Berta Soler, mas não os autorizou para políticos que foram libertados nos últimos anos e cujas penas seguem vigentes.

"Tenho alguns amigos que não poderão sair por múltiplas razões: porque não lhes outorgaram o passaporte ou porque são prisioneiros da 'Primavera Negra'. Também há outros que não têm os recursos para viajar", destacou Yoani.

Em seu caso, a famosa blogueira se despedirá dos anos de negativas com uma grande viagem que começará no Brasil, onde cumprirá uma apertada agenda que inclui conferências sobre liberdade de expressão e direitos humanos assim como a apresentação do documentário do cineasta Dado Galvão "Conexão Cuba-Honduras".

Outros de seus destinos serão República Tcheca, Alemanha, Suécia, Suíça, Itália e Espanha.

Yoani Sánchez também visitará México, Peru e Estados Unidos, onde dará conferências em várias universidades e visitará as sedes do Google e do Twitter.



Além de reivindicações pela normalização migratória, outro pedido constante de Yoani Sánchez é por um acesso livre à internet, cujo uso particular em Cuba está fortemente restrito.

Por isso um de seus desejos nesta viagem é "navegar pela internet sem censura e sem ter de pagar US$ 6 por hora".

"Sem que ninguém olhe sobre minhas costas para saber em que site estou navegando", disse a blogueira, que é uma ativa usuária do Twitter, que acessa através de um telefone celular.

Após a flexibilização migratória, a blogueira lembrou que em Cuba ainda restam muitas reformas pendentes, como a descriminalização da divergência, a liberdade de expressão e associação ou a permissão para criar meios de comunicação livres e independentes.

       "Há muitas reformas pela frente, acho que as mais importantes estão no campo político, onde quase nenhum passo foi dado", concluiu.

REFLEXÃO : Se nada for feito, o  nosso país caminha para ter o seu Estado aparelhado e amordaçado, coisa que já existem em alguns níveis da política,  sito a comissão da verdade que é um triste exemplo desses que se tem em Cuba. Podemos citar as Forças Armadas por exemplo,  há mais de 13 anos sem reajuste salarial e não há uma voz que saia com uma justa defesa e exigências de cumprimento da Constituição Federal, tudo reservado como Direito pela regra da LDO, como instrumento que determina as reposições naturais às perdas salariais ao começo de cada ano em data básica de cada categoria, agora imaginem 13 anos sem cumprir essas ordens constitucionais.

O Brasil não pode ser mais cúmplice de uma ditadura paternalista, de irmão para irmão, que nada se trata de opção ideológica, pois existe capitalismo em Cuba que funciona muito bem para a burocracia próxima. O Brasil se quiser ser respeitado como uma democracia emergente e confiável deve ser duro no discurso e restringir relações com países que desrespeitam direitos humanos, independente de interesses econômicos. Isso é uma questão de ética, de respeito ao povo cubano, que é para ele que o Estado deveria existir, e não para mantê-los numa República pseudocomunista contra sua vontade. Pensem como pensem, no entanto, não obriguem o mundo a calar sobre estes desmandos. O Estado brasileiro não mais pode ser conivente com esse Estado de Exceção persistente em Cuba. A estratégia é ser indiferente. Uma vergonha fingirmos que está tudo bem na "Ilha de Castros". Mas não há necessidade de embargos, a população seria a mais prejudicada. Não podemos mais mostrar os dentes para esse absurdo.

Autor. Igor O. Fonseca

Exame.com
Postado pelo Lobo do mar

O PT é ou não é uma quadrilha?


O Globo

Hoje, Demétrio Magnoli publica um artigo em O Globo e em diversos jornais intitulado " O PT é uma quadrilha". Como o articulista sempre teve muitos elogios aqui no Blog, inclusive do blogueiro, submeto aos leitores e comentaristas. O PT é ou não é uma quadrilha?
"Fernando Haddad está cercado por José Dirceu e Paulo Maluf. Sobre Dirceu, aparece a palavra "condenado"; sobre Maluf, "procurado". Contaminada pelo desespero, a propaganda eleitoral de José Serra não viola a verdade factual, mas envereda por uma perigosa narrativa política. O candidato tucano está dizendo que eleger o petista equivale a colocar uma quadrilha no comando da prefeitura paulistana. A substituição da divergência política pela acusação criminal evidencia o estado falimentar da oposição no país e, mais importante, inocula veneno no sistema circulatório de nossa democracia.
Demóstenes Torres foi expulso do DEM antes de qualquer condenação, quando patenteou-se que ele operava como despachante de luxo da quadrilha de Carlinhos Cachoeira. José Dirceu foi aclamado como herói e mártir pela direção do PT depois da decisão da corte suprema de uma democracia de condená-lo por corrupção ativa e formação de quadrilha. O mensalão é um tema legítimo de campanha eleitoral e nada há de errado na exposição dos vínculos entre Haddad e Dirceu. Contudo, a linguagem da política não deveria se confundir com a linguagem da polícia.
Dirceu permanece na alta direção petista pois é um dos artífices de uma concepção da política que rejeita a separação entre o Estado e o partido. No mensalão, a imbricação Estado/partido assumiu o formato de um conjunto de crimes tipificados. Entretanto, tal imbricação manifesta-se sob as formas mais diversas desde que Lula subiu a rampa do Palácio do Planalto. O código genético do mensalão está impresso no movimento de partidarização da administração pública, das empresas estatais, dos fundos de pensão, dos sindicatos, das políticas sociais e da política externa conduzido ao longo de uma década de lulismo triunfante. Na linguagem da política, Dirceu figuraria como símbolo da visão de mundo do lulo-petismo. Mas a campanha de Serra não é capaz de escapar ao círculo de ferro da linguagem policial.
A Interpol define Paulo Maluf como um foragido da Justiça. Lula e Haddad não se limitaram a firmar um pacto eleitoral com o partido de Maluf, mas peregrinaram até a mansão do fugitivo para desempenhar o papel abjeto de cortejá-lo como liderança política. Faz sentido divulgar, no horário de campanha, as imagens da macabra confraternização. Contudo, uma vez mais, seria indispensável traduzir o evento na linguagem da política, que não é a da Interpol.
Maluf é um caso extremo, mas não um ponto fora da curva. Lula e o PT insuflaram uma segunda vida aos cadáveres políticos de Fernando Collor, Jader Barbalho, José Sarney, Renan Calheiros e tantos outros. As alianças recendem a oportunismo, um vício menor, mas a extensão da prática exige uma explicação de fundo. O paradoxo aparente do encontro entre "esquerda" e "direita" é fruto de um interesse compartilhado: a continuidade da tradição patrimonial de apropriação da "coisa pública" pela elite política.
As "estranhas alianças" lulistas funcionam como ferramentas para a repartição do imponente castelo de cargos públicos na administração direta e nas empresas estatais. Até hoje, o Brasil não concluiu o processo de criação de uma burocracia pública profissional. Na linguagem da política, a confraternização de Lula e Haddad com Maluf ajudaria a esclarecer os motivos desse fracasso. Ma s a propaganda eleitoral de Serra preferiu operar em outro registro.
A campanha do tucano oscila entre os registros administrativo, moral e policial, sem nunca sincronizar o registro político. De certo modo, ela é um reflexo fiel da falência geral da oposição, que jamais conseguiu elaborar uma crítica sistemática ao lulo-petismo. Entretanto, nas circunstâncias produzidas pelo julgamento do mensalão, a inclinação oposicionista a apelar para a linguagem policial tem efeitos nefastos de largas implicações. Na democracia, não se acusa um dos principais partidos políticos do país de ser uma quadrilha.
O PT não é igual à sua direção eventual, nem é uma emanação da vontade de Dirceu ou mesmo de Lula. O PT não se confunde com o que dizem seus líderes ou parlamentares em determinada conjuntura, nem mesmo com as resoluções aprovadas nesse ou naquele encontro partidário. Embora tudo isso tenha relevância, o PT é algo maior: uma história e uma representação. A trajetória petista de mais de três décadas inscreve-se no percurso da sociedade brasileira de superação da ditadura militar e de construção de um sistema político democrático. O PT é a representação partidária de uma parcela significativa dos cidadãos brasileiros. A crítica ao partido e às suas concepções políticas não é apenas legítima, mas indispensável. Coisa muito diferente é tentar marcá-lo a fogo como uma coleção de marginais.
O jogo do pluralismo depende do respeito à sua regra de ouro: a presunção de legitimidade de todos os atores envolvidos. Nas democracias, eleições se concluem pelo clássico telefonema no qual o derrotado oferece congratulações ao vencedor.
Em 1999, após o terceiro insucesso eleitoral de Lula, o PT violou a regra do jogo, ao desfraldar a bandeira do "Fora FHC". Serra ficou longe disso dois anos atrás, mas seu discurso de derrota continha a estranha insinuação de que a vitória de Dilma Rousseff representaria uma ameaça à democracia. Agora, na eleição paulistana, a propaganda do tucano sugere que um triunfo de Haddad equivaleria à transferência da prefeitura da cidade para uma quadrilha. Na hipótese de derrota, como será o seu telefonema de domingo à noite?
Marqueteiros designam ataques ao adversário eleitoral pela expressão "propaganda negativa". O rótulo dos vendedores de sabonete abrange tudo, desde a crítica política fundamentada até as mais sórdidas agressões pessoais. O problema da campanha de Serra não está no uso da "propaganda negativa", mas na violação da regra do jogo. Não é assim que se faz oposição."

Postado pelo Lobo do Mar

O PT e a desonestidade como essência e método. Ou: Não adianta! O que define a vida de Lula é tentar eliminar uma parte da história



NA FOLHA

A desonestidade intelectual no PT é um método. Mais do que isso: é uma essência. O partido dará início aos tais seminários para comemorar os dez anos no poder.  

A comparação de dados com as gestões do passado,  vai nortear os seminários que o PT fará, a partir desta quarta-feira, para exaltar os dez anos do partido à frente do Palácio do Planalto. O PT elaborou o documento confrontando indicadores sociais e econômicos do governo “neoliberal” do PSDB aos dos mandatos “desenvolvimentistas” de Lula e Dilma Rousseff, estrelas do evento inaugural, em São Paulo, onde a cartilha será distribuída. “O objetivo, além de resgatar o que foi realizado nos últimos dez anos, é comparar e mostrar como o Brasil mudou a partir de um outro modelo de desenvolvimento”, diz o presidente do PT, Rui Falcão.
Serão usados dados oficiais de órgãos como o Banco Central e o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Na lista, índices de inflação, desemprego, dívida pública, desigualdade e o valor do salário mínimo. Após o seminário de quarta, debates ocorrerão em dez Estados até maio, sempre com a presença de Lula. A ida de Dilma a todos os atos ainda não está confirmada.

Postado pelo Lobo do mar

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Vale muito a pena ler até o final da carta de Tereza Collor. A cidadã conhece muito bem a vida deste cidadão do mal desde 1978.









TEXTO DE TEREZA COLLOR


Publicado por Mendonça Neto, Jornal Extra - Rio de Janeiro .




Carta aberta ao Senador Renan Calheiros




... "Vida de gado. Povo marcado. Povo feliz". As vacas de Renan dão cria 24 h, por dia. Haja capim e gente besta em Murici e em Alagoas!


Uma qualidade eu admiro em você: o conhecimento da alma humana. Você sabe manipular as pessoas, as ambições, os pecados e as fraquezas.




Do menino ingênuo que eu fui buscar em Murici para ser deputado estadual em 1978 - que acreditava na pureza necessária de uma política de oposição dentro da ditadura militar - você, Renan Calheiros, construiu uma trajetória de causar inveja a todos os homens de bem que se acovardam e não aprendem


nunca a ousar como os bandidos.




Você é um homem ousado. Compreendeu, num determinado momento, que a vitória não pertence aos homens de bem, desarmados desta fúria do desatino, que é vencer a qualquer preço. E resolveu armar-se. Fosse qual fosse o preço,


Renan Calheiros nunca mais seria o filho do Olavo, a degladiar-se com os poderosos Omena, na Usina São Simeão, em desigualdade de forças e de dinheiros.




Decidiu que não iria combatê-los de peito aberto, descobriria um atalho, um mil artifícios para vencê-los, e, quem sabe, um dia derrotaria todos eles, os emplumados almofadinhas que tinham empregados cujo serviço exclusivo era abanar, durante horas, um leque imenso sobre a mesa dos usineiros, para que os mosquitos de Murici (em Murici, até os mosquitos são vorazes) não


mordessem a tez rósea de seus donos: Quem sabe, um dia, com a alavanca da política, não seria Renan Calheiros o dono único, coronel de porteira fechada, das terras e do engenho onde seu pai, humilde, costumava ir buscar o dinheiro da cana, para pagar a educação de seus filhos, e tirava o chapéu para os Omena, poderosos e perigosos.




Renan sonhava ser um big shot, a qualquer preço. Vendeu a alma, como o Fausto de Goethe, e pediu fama e riqueza, em troca.




Quando você e o então deputado Geraldo Bulhões, colegas de bancada de Fernando Collor, aproximaram-se dele e se aliaram, começou a ser Parido o novo Renan.




Há quem diga que você é um analfabeto de raro polimento, um intuitivo. Que nunca leu nenhum autor de economia, sociologia ou direito.


Os seus colegas de Universidade diziam isso. Longe de ser um demérito, essa sua espessa ignorância literária faz sobressair, ainda mais, o seu talento


De vencedor.


Creio que foi a casa pobre, numa rua descalça de Murici, que forneceu a você o combustível do ódio à pobreza e o ser pobre. E Renan Calheiros decidiu que, se a sua política não serviria ao povo em nada, a ele próprio serviria em tudo. Haveria de ser recebido em Palacios, em mansões de milionários, em Congressos estrangeiros, como um príncipe, e quando chegasse a esse ponto,


todos os seus traumas banhados no rio Mundaú, seriam rebatizados em Fausto e opulência; "Lá terei a mulher que quero, na cama que escolherei. Serei amigo


do Rei."




Machado de Assis, por ingênuo, disse na boca de um dos seus personagens: "A alma terá, como a terra, uma túnica incorruptível." Mais adiante, porém, diante da inexorabilidade do destino do desonesto, ele advertia: "Suje-se,


gordo! Quer sujar-se? Suje-se, gordo!"




Renan Calheiros, em 1986, foi eleito deputado federal pela segunda vez. Nesse mandato, nascia o Renan globalizado, gerente de resultados, ambição à larga, enterrando, pouco a pouco, todos os escrúpulos da consciência. No seu caso, nada sobrou do naufrágio das ilusões de moço!


Nem a vergonha na cara. O usineiro João Lyra patrocinou essa sua campanha com US1.000.000. O dinheiro era entregue, em parcelas, ao seu motorista Milton, enquanto você esperava, bebericando, no antigo Hotel Luxor, av. Assis Chateaubriand, hoje Tribunal do Trabalho.




E fez uma campanha rica e impressionante, porque entre seus eleitores havia pobres universitários comunistas e usineiros deslumbrados, a segui-lo nas estradas poeirentas das Alagoas, extasiados com a sua intrepidez em ganhar a qualquer preço. O destemor do alpinista, que ou chega ao topo da montanha -


e é tudo seu, montanha e glória - ou morre. Ou como o jogador de pôquer, que blefa e não treme, que blefa rindo, e cujos olhos indecifráveis Intimidam o adversário. E joga tudo. E vence. No blefe.




Você, Renan não tem alma, só apetites, dizem. E quem, na política


brasileira, a tem? Quem, neste Planalto, centro das grandes picaretagens nacionais, atende no seu comportamento a razões e objetivos de interesse público? ACM, que, na iminência de ser cassado, escorregou pela porta da renúncia e foi reeleito como o grande coronel de uma Bahia paradoxal, que exibe talentos com a mesma sem-cerimônia com que cultiva corruptos? José


Sarney, que tomou carona com Carlos Lacerda, com Juscelino, e, agora, depois de ter apanhado uma tunda de você, virou seu pai-velho, passando-lhe a alquimia de 50 anos de malandragem?




Quem tem autoridade moral para lhe cobrar coerência de princípios? O presidente Lula, que deu o golpe do operário, no dizer de Brizola, e hoje ospeda no seu Ministério um office boy do próprio Brizola?


Que taxou os aposentados, que não o eram, nem no Governo de Collor, e dobrou o Supremo Tribunal Federal?


No velho dizer dos canalhas, todos fazem isso, mentem, roubam, traem. Assim, senador, você é apenas o mais esperto de todos, que, mesmo com fatos gritantes de improbidade, de desvio de conduta pública e privada, tem a quase unanimidade deste Senado de Quasímodos morais para blinda-lo.




E um moço de aparência simplória, com um nome de pé de serra - Siba - é o camareiro de seu salvo-conduto para a impunidade, e fará de tudo para que a sua bandeira - absolver Renan no Conselho de Ética - consagre a sua carreira.


Não sei se este Siba é prefixo de sibarita, mas, como seu advogado in pectore, vida de rico ele terá garantida. Cabra bom de tarefa, olhem o jeito sestroso com que ele defende o chefe... É mais realista que o Rei. E do outro lado, o xerife da ditadura militar, que, desde logo, previne: quero absolver Renan.




Que Corregedor!... Que Senado!...Vou reproduzir aqui o que você declarou possuir de bens em 2002 ao TRE. Confira, tem a sua assinatura:




1) Casa em Brasília, Lago Sul, R$ 800 mil,


2) Apartamento no edifício Tartana, Ponta Verde, R$ 700 mil,


3) Apartamento no Flat Alvorada, DF, de R$ 100 mil,


4) Casa na Barra de S Miguel de R$ 350 mil ..




E SÒ.




Você não declarou nenhuma fazenda, nem uma cabeça de gado!!


Sem levar em conta que seu apartamento no Edifício Tartana vale, na realidade, mais de R$1 milhão, e sua casa na Barra de São Miguel, comprada de um comerciante farmacêutico, vale mais de R$ 2.000.000.Só aí, Renan, você DECLARA POSSUIR UM PATRIMONIO DE CERCA DE R$ 5.000.000.




Se você, em 24 anos de mandato, ganhou BRUTOS, R$ 2 milhoes, como comprou o resto? E as fazendas, e as rádios, tudo em nome de laranjas? Que herança moral você deixa para seus descendentes?.




Você vai entrar na história de Alagoas como um político desonesto, sem escrúpulos e que trai até a família. Tem certeza de que vale a pena? Uma vez, há poucos anos, perguntei a você como estava o maior latifundiário de Murici. E você respondeu: "Não tenho uma só tarefa de terra. A vocação de agricultor da família é o Olavinho." É verdade, especialmente no verde das mesas de pôquer!




O Brasil inteiro, em sua maioria, pede a sua cassação. Dificilmente você será condenado. Em Brasília, são quase todos cúmplices.


Mas olhe no rosto das pessoas na rua, leia direito o que elas pensam, sinta o desprezo que os alagoanos de bem sentem por você e seu comportamento desonesto e mentiroso. Hoje perguntado, o povo fecharia o Congresso. Por causa de gente como você!




Por favor, divulguem pro Brasil inteiro pra ver se o congresso cria vergonha na cara. Os alagoanos agradecem.




Thereza Collor

 

QUEM O CONHECE TEM O DIREITO DE CRITICAR ESSE CORONEL DE ALAGOAS !!!
 
Postado pelo Lobo do Mar

Prisioneiros da Covardia







“Não temos a mídia, mas temos o amigo para substituí-la.”
General Torres Mello -Grupo Guararapes


Por Waldo Luís Viana
Outro dia zapeava, despreocupado, a TV a cabo, aqui em Teresópolis, quando me deparei com o canal 21, universitário, se não me engano. Lá havia horário cedido ao Instituto Militar de Engenharia – IME. Logo parei, esperando assistir alguma coisa importante sobre as Forças Armadas ou sobre nossa política militar. Qual não foi minha surpresa, mas se apresentava um conjunto de pagode, com mulher no cavaquinho. Aliás muito afinada!



Desafinado ou deslocado era o programa, em forma e fundo. Que estaria fazendo o bom samba em horário do IME? E pensar que houve uma ditadura militar, com uma outra ditadura da Rede Globo por dentro, e os militares não tiraram nem uma lasquinha televisiva de tudo isso!

Terminou o regime militar (1985) e Exército, Marinha e Aeronáutica não receberam para si nenhum canal de comunicação privativo para externar as próprias idéias à sociedade civil, sedenta de curiosidade para saber o que fazem.
Os militares ficam hoje, por meios isolados, reclamando de que o atual governo quer cobrar a fatura das torturas e continuar perseguindo os militares de direita, anticomunistas de pijama e que ainda sobrevivem por aí, na reserva. E o povo brasileiro, por sua vez, continua alienado de propósito sobre o que fazem as nossas Forças Armadas. Não conhece os seus centros de excelência nem tem a menor idéia do grande trabalho que realizam.
Durante a minha juventude, que já vai longe, ouvia os empresários se reunirem preocupados com a “proletarização” das Forças Armadas. Hoje, não há setor da vida brasileira mais proletarizado que o militar, constituído de forma autêntica de amostras legítimas da população, mas não da opinião pública nem da opinião publicada.
Afinal de contas, os militares praticaram um contragolpe vitorioso em 1964, contra a comunidade protocomunista internacional, ficaram com a faca e o queijo na mão, e não lhes sobrou nada do antigo poder, em termos de comunicação de massa.
Os poderes executivo, legislativo e judiciário obtiveram canais de TV e rádio, alguns sindicatos e universidades, também. Católicos e evangélicos mantêm o proselitismo em vários canais abertos e a cabo, mas os militares, não. Pelo visto as Forças Armadas, do ponto de vista da comunicação, não são consideradas um poder! São censuradas por si mesmas e as tais políticas de defesa, que andam circulando por aí, não fazem qualquer menção ao domínio e exploração de canais de comunicação digital.
As Forças Armadas, em qualquer país desenvolvido, são consideradas a vanguarda tecnológica e de pesquisa das nações. Nos Estados Unidos, os militares disputam em feiras, com estandes explicativos em concorrência com grandes empresas, a atenção dos jovens para que entrem e façam carreira nas Forças Armadas.
Aqui, temos centros de beneficiamento de urânio, controlados pela Marinha, um centro aeroespacial no Maranhão, que, graças a Deus, não conseguiu ser privatizado pelo governo anterior, o Instituto Tecnológico da Aeronáutica e várias escolas superiores de Engenharia do Exército, que espalharam o melhor ensino de excelência que temos no Brasil. No entanto, todo esse trabalho silencioso, que nos faz respeitados até por outras forças armadas no exterior, não é reconhecido por nenhum folião brasileiro, que sacode os peitos e as nádegas no Carnaval, em fevereiro...
Até quando os militares irão ficar pedindo desculpas por existirem, sendo perseguidos por erros do passado? Houve torturados, sim; já embolsaram as indenizações devidas, claro que sim; alguns dizem que não, mas entraram com processos e fizeram associações e ONGs. Mas a indústria da tortura e da anistia irá até quando? Eu tinha quinze anos quando começou o governo Médici, o que é que tenho a ver com isso? E, se tenho 53 anos hoje, atrás de mim existe a maioria da população brasileira que não teve nada a ver com as brigas dos atuais ex-guerrilheiros, que estão mamando nas tetas do poder, e os velhos militares anticomunistas que sofrem, com nostalgia do passado.
Deveríamos todos dar um passo à frente e começar de novo, anistiando-nos mutuamente, e fazer um país sem cotas ou divisões. São todos brasileiros, andando no mesmo trem em alta velocidade para o futuro e a vida não comporta passar o tempo todo olhando pelo retrovisor.
Houve mortos dos dois lados, numa guerra que os ex-guerrilheiros querem retomar e vencer a qualquer custo, indo à forra, quando não há mais guerra, quer dizer, quando “o outro lado não mais existe”, é constituído por outra geração de funcionários resignados, oferecidos, acovardados e amuados pelo próprio governo representado pelos perdedores, ora vitoriosos. Essa irônica situação histórica só pode mesmo ser contada em quadrinhos, jogos de armar ou programas de humorismo, samba e pagode...
Enquanto tivermos um poder militar, contido por um Ministério da Defesa civil, que não interpreta os anseios e interesses reais dos militares brasileiros; enquanto tal ministério for bifronte, com cada pé numa jangada, servindo a dois senhores, jamais teremos doutrina de defesa, a não ser os arremedos que estão aí, construídos como protocolos de intenção teórica de civis despreparados, incompetentes e acovardados.
Nesse estado de coisas, os contingentes de homens e mulheres, que deveriam prestar à Nação as melhores aulas de cidadania e coragem, estão completamente preocupados em bancar meros técnicos em suas funções, tecnocratas neutros e servis, prisioneiros da covardia de quem se habituou a ficar em silêncio obsequioso, somente quebrado pelas nobres esposas dos representantes da caserna, quando não recebem um aumentozinho de salário. E submetidos a um poder civil que se considera onipotente, como tal, como se fosse o último bastião da decência e da moral públicas. O resultado todos vemos: é a entropia e confusão que aí está!



Para onde vamos com essa situação não sei. Sei que ao ver um sambinha gostoso, em horário militar, as questões profundas de defesa da Pátria continuarão sem ser tocadas. Houve um filósofo que nos disse que o patriotismo é o último refúgio dos canalhas. E a covardia, seria refúgio de quem?
Waldo Luís Viana é escritor, economista, poeta e tem tanta coragem quanto mulher de militar. Detalhe: Artigo originalmente escrito em 3 de junho de 2009 e que volta a circular na internet...



Brasil, paiseco bananeiro e bolivariano. Cuba e Venezuela cometem crimes aqui como se fosse seu quintal.


Dias atrás, foi o embaixador da Venezuela no Brasil, Maximilien Arveláiz que participou de um ato político em apoio ao chefe da quadrilha do mensalão, o condenado a mais de 10 anos de cadeia, José Dirceu. E que reafirmou que continuará apoiando, sem que as autoridades brasileiras exijam um mínimo de decoro diplomático do bolivariano.

A oposição no Congresso cobra explicações de integrantes do primeiro escalão do governo federal sobre um suposto plano de espionagem e pedido de divulgação de um dossiê contra a blogueira cubana Yoani Sánchez, que chega esta semana ao Brasil para lançar uma coletânea de textos próprios.
 
O dossiê foi distribuído numa reunião na Embaixada de Cuba no Brasil a militantes de esquerda, entre eles do PT e do PC do B, segundo a revista "Veja" publicou ontem. De acordo com a reportagem, no encontro também foi anunciado, sem detalhes, que está em curso um plano para monitorar a blogueira. A Secretaria-Geral da Presidência disse que irá apurar as denúncias. Durante anos, Yoani foi impedida de sair da ilha comunista, onde é acusada de trair os princípios revolucionários do governo dos irmãos Castro, Fidel e Raúl.
 
"Essa prática de dossiê é muito conhecida entre os petistas. Há uma organização a serviço da difamação alheia, em especial na internet", afirmou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que diz não ter se surpreendido com a possibilidade de Cuba e Brasil estarem tramando um plano para desmoralizar a blogueira. O senador afirmou que apresentará amanhã um requerimento para convocar ao Senado para dar explicações os ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores) e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) e convidar o embaixador cubano no Brasil, Carlos Rodríguez. "Trata-se de uma afronta à Convenção de Viena, que não permite atuação política de embaixadores estrangeiros em território nacional. É uma conspiração cubana no Brasil com a participação do governo brasileiro, já que tem funcionários envolvidos", afirma o senador.
 
De acordo com a reportagem, um dos participantes da reunião com o embaixador Rodríguez foi um funcionário da Secretaria-Geral da Presidência, comandada por Gilberto Carvalho, que foi chefe de gabinete nos dois mandatos do ex-presidente Lula. Ricardo Poppi Martins é subordinado a Carvalho e coordena novas mídias. A Secretaria-Geral confirmou ontem que Poppi esteve na embaixada de Cuba em 6 de fevereiro, mas para tratar de uma viagem que faria a Havana, onde participaria de um encontro internacional de redes sociais.
 
A secretaria ressaltou que não autorizou nenhum servidor a tratar da visita da blogueira ao Brasil e que não foi informada de uma reunião nos termos relatados pela revista "Veja". Segundo o órgão, "a suposta participação do servidor Ricardo Augusto Poppi Martins será devidamente apurada quando de seu retorno ao Brasil". A Folha não conseguiu contato na embaixada cubana, e o secretário de relações internacionais do PC do B, Ricardo Melo, não ligou de volta até a conclusão da edição Em 2007, o governo Lula foi criticado por devolver a Cuba dois boxeadores do país. (Folha de São Paulo)
Postado pelo Lobo do Mar

sábado, 16 de fevereiro de 2013

A sobrinha de Joaquim Barbosa, um rato morto no Senado, uma mensagem no Facebook e duas demissões


Por Cardoso Lira


Em Banânia, as piadas costumam nascer prontas, as metáforas brotam das coisas, sem que a gente precise fazer grandes voos interpretativos, e a crônica, às vezes, dispensa um narrador. Leiam o que segue. Volto em seguida.

Um rato, ele-mesmo, encontrado morto na Gráfica do Senado: há um erro aí…
Por Gabriela Guerreiro e Andreza Matais, na Folha Online. Volto em seguida. Uma sobrinha do presidente do STF, Joaquim Barbosa, e uma colega dela foram demitidas do Senado por compartilharem na rede social Facebook foto de um rato encontrado na gráfica da Casa com a legenda: “E a gente achou q o único problema aqui fosse o Renan Calheiros”. As duas eram estagiárias no Senado. O Senado confirmou a demissão das duas jovens, mas manteve seus nomes em sigilo. Em nota, afirmou: “O Senado agiu de acordo com as normas vigentes ao tomar conhecimento de um ato de indisciplina.”
O Senado também afirma que as duas postaram as fotos no horário de trabalho “usando ferramentas de trabalho”, o que diz ser uma infração às regras de estágio da Casa. O caso foi revelado pelo jornal “Correio Braziliense”. Ariadina Barbosa Gomes Oliveira é filha de uma irmã do ministro Joaquim Barbosa. Ela estagiava na secretaria de Recursos Humanos, que fica nas mesmas dependências da gráfica onde o rato foi encontrado. A Folha não conseguiu localizá-la. A assessoria do ministro disse que ele não irá comentar o assunto.
Segundo Laura Meirelles, a outra estagiária, as fotos foram postadas do celular e não do computador do Senado e no horário de trabalho porque o rato foi encontrado durante o expediente. O Senado tem cerca de 500 estagiários. Uma secretaria para cuidar dos estagiários foi criada na época de Agaciel Maia para acomodar a mulher dele, que não está mais no cargo. (…)
Comento
Vamos ver. A gráfica do Senado, procurem no Google, já foi sinônimo de empreguismo, ineficiência e desperdício. Confesso que não sei como a coisa anda hoje em dia. Aí aparece o rato morto. Rato? Pois é… O bicho asqueroso é metáfora de sem-vergonhice, de malandragem, de roubalheira. No Senado? O universo simbólico só pode estar de sacanagem.
Aí quem fotografa o bicho e decide pôr no Facebook? A sobrinha de Joaquim Barbosa, presidente do STF e homem odiado por uma boa penca de… ratos.  Em áreas do petismo, Barbosa é considerado um “negão traidor”.
A moça põe a foto na rede social e decide fazer uma espécie de legenda em que evoca o nome do presidente do Senado, Renan Calheiros — segundo escreveu, o senador não é o único problema na Casa. Há também os ratos… Foi demitida.
Não aprovo nem estimulo esse comportamento de funcionários públicos. Numa empresa privada, é certo, seria igualmente punido. Não há razão para que seja diferente em órgãos do estado. É evidente que a abordagem de Ariadina foi um pouco além do direito à crítica. O presidente do Senado está sendo desqualificado.
Mas não dá para ignorar as qualidades — ou a falta delas — que levaram Renan à Presidência da Casa. Tudo está fora do lugar nessa história, embora, para a tristeza do Brasil, faça um brutal sentido.
A única coisa que não se encaixa no universo dos símbolos é o fato de o rato estar morto.

Bem que os outros ratos "graúdos" poderiam também  estárem mortos  a essa altura do campeonato, uma vez que estes ratos "graúdos"abomináveis e corruptos, são muito mais nocivos para o país, do que os pequenos roedores. (Renan Calheiros) é um cancer e uma praga para o nosso país. Deveremos tira-lo do Senado e coloca-lo numa penitenciaria de sgurança máxima.

Postado plo Lobo do Mar

Rótulos Bandidagens & Consequências

Por Cardoso Lira

 "O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos que estão no poder  da  República.
. Nenhum político farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores   da   história". 
(Cardoso Lira)






Por Arlindo Montenegro
Novo, velho, bonito, feio, honesto, ladrão, filius familiae, fidaputa, rico, pobre... Os rótulos estão aí para designar o que o invólucro contém. Servem para limitar a face e a essência, utilidade ou recusa diante de coisas e pessoas. Cada rótulo está envolvido pela propaganda, que direciona proximidade, afastamento, desejo de posse ou aversão.
No que diz respeito à rotulagem de pessoas, ideias, escolas filosóficas, crenças, atitudes, a engrenagem mental desanda ou fica travada. É preciso trabalho semelhante a buscar agulha no palheiro. Como a arte de desmontar o brinquedo, que mobiliza algumas crianças para entender o segredo, o íntimo, a função de cada peça contida na coisa.
Os adultos comuns parecem ter perdido o sentido da curiosidade, do saber, da reflexão, das certezas fundamentadas, da liberdade mental sem culpas. Antes de antigamente alguns adultos ensinavam que “quem vê cara não vê coração” ou que “nem tudo que reluz é ouro”, “nem tudo que balança, cai...” Isto funcionava como incentivo para buscar entender a natureza, a essência por trás da fachada, o movimento dos bastidores.
Parece mais “seguro” seguir a manada sem importar quem a conduz para os variados destinos. Passamos pela vida, envolvidos em rótulos. Reagimos como manda a propaganda criada para limitar a liberdade de pensar e agir. Desde a concepção vem o treinamento para a intimidade e aceitação incondicional dos cheiros, sabores, toques, visões, rações que alimentam os sentimentos e mais tarde vão colorir o rótulo social.
Alguns assuntos históricos desfigurados por interesses de castas e tribos atuam na lavagem cerebral de grupos rotulados apenas por seus aspectos de crueldade e insanidade. A incoerência e a hipocrisia estão no modo, nas cores e nas justificativas, no silêncio sobre uns e barulho ensurdecedor sobre outros. Vale lembrar que a mentira repetida muitas vezes, funciona como censura para esconder a verdade.
Quando a gente fala de nazismo, aparecem as imagens do bigodinho de Hitler, os gestos dramáticos e o suplício dos judeus relatado como a maior das tragédias humanas. Omitem-se os antecedentes da revolução bolchevique que inaugurou a mais sangrenta, cruel e implacável ditadura, alicerce da forma de governo coletivista que fundamenta o atual globalismo e suas guerras, aumentando a cada instante as montanhas de cadáveres.
Ficam camufladas; pouca gente entende a associação íntima dos rótulos de “nova ordem”, “homem novo”, “governo mundial”, “Nações Unidas”, “CFR”, “Instituto Tavistock”, “FMI”, “Banco Mundial” e outras “respeitáveis” instituições, todas criadas pelos mesmos que idealizaram e financiaram o comunismo e em seguida o nazismo.
As intenções verdadeiras ficam escondidas nos bastidores, com rótulos associados à “paz”, “direitos humanos”, “convivência pacífica”, “garantias financeiras e comerciais”, “combate à drogas”, “tratados comerciais”, “tudo pelo social”, “democracia”, “direitos de minorias” – todo um arsenal de sofismas. Tudo para ser utilizado no discurso, nas promessas que reelegem pseudo heróis, os que desprezam o heroísmo dos que trabalham e constroem, obrigados a manter o novo estado feudal fascista.
Este “novo estado internacionalista”, rotulado de “globalismo”, esconde a eliminação das fronteiras econômicas após impedir a construção de economias nacionais independentes e soberanas, baseadas na exploração de riquezas territoriais, poupança e administração competente. Como aponta G. Edward Griffin: “Através do CFR -Council on Foreign Relations, (os Rockfeller, Morgan, Rothschild…) estavam à frente, na construção de um governo mundial, cujos princípios seriam o socialismo e o feudalismo. Eles não duvidavam que seus parceiros em outros países estariam no controle”.
E diz mais: “O sistema financeiro mundial controlado pela Reserva Federal – que não tem reservas, nem é federal – deve ser abolido pelas seguintes razões:
● É incapaz de seus objetivos estabelecidos
● É um cartel operando contra os interesses públicos
● É o supremo instrumento da usura
● Gera os impostos mais injustos
● Promove a guerra
● Desestabiliza a economia
● É um instrumento de totalitarismo
Somente a verdade, semeada incansavelmente, poderá romper as cadeias que escravizam a humanidade.
Arlindo Montenegro é Apicultor.
 Comento
 No meio de tudo isto, esta bandalheira sórdida, ainda particularmente aqui temos os cartões corporativos, o mais perfeito instrumento para desviar o erário público, e usar na forma mais estúpida da compra de joias carros de luxo.

Ainda no nosso país , ou ainda o país dos petralhas o "BOLSA FAMÍLIA", A MOEDA MAIS EFICIENTE DA COMPRA DE VOTO DO PLANETA TERRA.
 Não podemos esquecer a carga de impostos em torno de 48% que é a maior do mundo globalizado. O Imposto de Renda por exemplo descontado em folha, principalmente do funcionalismo público, não é simples imposto, é um assalto ao pobre funcionário que vê seu salário reduzido pela metade, sem saber o que fazer ou a quem recorrer.
Postado pelo Lobo do Mar