sábado, 4 de maio de 2013

Lula confessa que mentiu na "Carta aos Brasileiros".


Em livro denominado "10 Anos de Governos Pós-Neoliberais no Brasil: Lula e Dilma", que será lançado nos próximos dias, Lula confessa que mentiu ao país para se eleger. Ao lembrar a campanha de 2002 e a escolha do empresário José Alencar como vice, Lula afirma ter sido contra a Carta ao Povo Brasileiro - documento no qual se comprometia a manter contratos e a controlar a inflação e os gastos públicos -, mas admite sua importância para a vitória. "Eu era radicalmente contra a carta porque ela dizia coisas que eu não queria falar, mas hoje eu reconheço que ela foi extremamente importante." (Informações do Estadão)


No livro que está sendo lançado, pago pelas empreiteiras que compram suas palestras e sustentam seu instituto, Lula festeja o fato de que o Mensalão não destruiu o seu governo. Em toda a publicação, Lula não oferece uma só palavra de solidariedade aos mensaleiros. Não foi só Joaquim Barbosa quem condenou os quadrilheiros do PT. Lula também. O texto abaixo é do Estadão.
O ex-presidente Luiz Inácio Lu­la da Silva afirma que a oposição tentou "acabar com o PT" e com seu governo em 2005. Na única vez em que usa a palavra "mensalão", aproveita para pro­vocar o PSDB e seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso. "Tentaram usar o episódio do mensalão para acabar com o PT e, obviamente, acabar com o meu governo. Na época, tinha gente que dizia: "O PT morreu, o PT acabou". Passaram-se seis anos e quem acabou foram eles", diz o ex-presidente no li­vro 10 Anos de Governos Pós-Neoliberais: Lula e Dilma. "O DEM nem sei se existe mais. O PSDB está tentando ressuscitar o jo­vem Fernando Henrique Cardo­so porque não criou lideranças, não promoveu lideranças. Isso deve aumentar a bronca que eles têm da gente - que, aliás, não é recíproca." Era a segunda citação de Lula ao escândalo de 2005. Na primei­ra vez que menciona o episódio, ele se refere apenas à "denún­cia" e descreve como era a "sala de situação" para lidar com o ca­so. "Quando saiu a denúncia, foi uma situação muito delicada", recorda. "Eu tinha uma equipe e criamos uma sala de situação, da qual participavam Dilma (Rousseff, que foi titular de Minas e Energia e da Casa Civil no gover­no Lida), Ciro (Gomes, então mi­nistro da Integração Nacional), Gilberto (Carvalho, então chefe de gabinete de Lula) e Márcio (Thomaz Bastos, da Justiça)."

Postado pelo Lobo do Mar

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Inflação subindo, gastança aumentando, risco de apagão e balança comercial no vermelho acuam Dilma


Por Jorge Serrão 

A Presidenta Dilma Rousseff entra em sua fase vidraça com a ajuda da conjuntura desfavorável externa e internamente. Não é só o psicótico e aumento especulativo dos preços de produtos e serviços, corrosivo para o poder de compra, popularmente conhecido como inflação, que apavora a Dilma em sua aventura reeleitoral.

A gestão politicamente mal conduzida e erros conceituais primários cometidos pela equipe econômica (cuja responsabilidade a Presidenta chamou pessoalmente para si mesma) são outras pedreiras bem reais no caminho do segundo mandato da sucessora que dá continuidade ao governo Lula – rumo ao salto a alguma coisa misteriosamente deixada no ar pela propaganda eleitoreira petista.

Os principais indicadores do desempenho econômico indicam problemas no curto, médio e longo prazos. A trilionária dívida pública, herança maldita de Lula, só serve para dar lucro aos bancos que rolam os papéis do desgoverno, alimentando a inflação. A balança comercial bate um déficit recorde, por causa do consumismo interno em alta, combinado com a queda de 7,7% nas exportações (no primeiro trimestre) e o descontrole na importação de petróleo.

A evidente falta de competitividade da indústria brasileira parece um problema que o governo Lula-Dilma nunca quis resolver. A reforma fiscal de verdade nunca sai da promessa – ficando restrita a isenções e desonerações casuísticas. Na maioria dos casos, Dilma promove ilusionismos para favorecer setores com maior poder de pressão – geralmente os amigos ou sócios ocultos da petralhada que infesta a máquina capimunista tupiniquim.

Outro crime cometido contra o Brasil é o câmbio que finge flutuar. A relação dólar-real é completamente irreal. Há mais de uma década, pelo menos, o setor exportador paga o alto preço de um ilusionismo cambial criado para subdesenvolver ainda mais o Brasil. Enquanto isso, com o dólar oscilando na casa dos dois reais, fica fácil importar a bagulhada para o consumismo.

Curioso que a mesma desculpa esfarrapada vale para justificar custos supostamente menores para os insumos necessários a uma indústria que, tirando raras exceções, opera na vanguarda do atraso tecnológico – em um País que parece ter ódio em investir em Educação e Ciência & Tecnologia. Esta é a verdadeira essência de nossos problemas. O resto é consequência do nosso histórico processo de subdesenvolvimento forçado – por submissão, falta de vontade patriótica ou netodaputice em relação aos poderes globalitários.

O quadro econômico tupiniquim fica ainda mais patético com a crescente corrupção – que rouba recursos públicos e impede que projetos essenciais em infraestrutura e logística se concretizem. A máquina estatal brasileira é uma arapuca de moer gente e empreendimentos produtivos. O governo engana que investe, maquiando despesas comuns na contabilidade oficial para fingir que são “investimentos”. A gastança sem fim e sem qualidade é geradora de deficits públicos e inflação.

No campo energético – que sempre se proclamou ser a especialidade da Dilma – mais embromação. Nunca se torrou tanto dinheiro em gás, diesel e até carvão para manter ligadas todas as usinas termelétricas do País, para tentar evitar o famigerado apagão. A torração de dinheiro com a energia térmica já ultrapassa a média mensal de R$ 1 bilhão. Lógicamente, quem lucra são alguns grupos amigos da petralhada – o que pode até levar a se acreditar que tenhamos um “mensalão do apagão”.

O triste é que, no final das contas, quem paga o saldo da incomPTência é o cidadão-eleitor-contribuinte, do mais pobre ao mais rico. Todos somos sócios forçados da máquina capimunista que enriquece a petralhada, enquanto o projeto de poder de Lula, Dilma e seus mensaleiros nada amestrados acaba com o Brasil – o País de Tolos.

Diante de tanta coisa errada, soa como deboche a fala da Presidenta, no discurso televisivo do Dia do Trabalho, jurando que não descuida da inflação. Só é bom acreditar nela em um ponto da fala: “Não abandonaremos os pilares da nossa política econômica”. Ou seja, conforme admite a própria Dilma, tudo ficará como dantes na economia do Abrantes.

Subjugado pelo Governo do Crime Organizado, que controla seus marionetes de fora para dentro, o morto-vivo chamado Brasil vai se enterrar ainda mais no buraco negro do subdesenvolvimento. Isto só não vai acontecer se os segmentos esclarecidos da sociedade acordarem, levantarem do berço esplêndido, e provarem que o existe braço realmente forte para combater a mão inimiga que nos afana a felicidade geral da Nação.

Postado pelo Lobo do Mar

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Dirceu quer Barbosa fora da relatoria e pede efeitos infringentes em embargos de declaração



Por Fausto Macedo, no Estadão

O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), condenado a 10 anos e 10 meses de prisão por corrupção ativa e formação de quadrilha no processo do mensalão, quer o afastamento de seu algoz, o ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), da relatoria dos autos da ação penal 470 e sua redistribuição para outro ministro da Corte.
Em recurso de embargos de declaração, protocolado no STF na tarde desta quarta feira, 1.º de maio, a defesa de Dirceu parte para sua estratégia mais ousada e agressiva desde que o processo começou a ser julgado, em agosto de 2012. A defesa pede a reforma do acórdão do Mensalão, atribuindo ao relator Barbosa, hoje presidente do STF, “contradições, omissões e supressões inadmissíveis”.
“A supressão das manifestações dos ministros prejudicou imensamente a compreensão do acórdão, inviabilizando a plena ciência da fundamentação adotada pelos julgadores da causa”, afirma a defesa, subscrita pelos criminalistas José Luís Oliveira Lima, Rodrigo Dall’Acqua e Ana Carolina Piovesana.
A defesa pede a redução da pena-base pelo crime de formação de quadrilha imposta a Dirceu sob argumento de que é contraditória e ilegal. Alega a defesa “grave prejuízo causado pelas supressões”. “O acórdão foi contraditório ao exacerbar a pena duas vezes pelo mesmo fundamento. Tal contradição é inadmissível e viola entendimento do Supremo Tribunal Federal.”
A defesa também atribui a Barbosa contradição na fixação da pena a Dirceu pelo crime de corrupção ativa. Dirceu pede que sejam concedidos efeitos infringentes aos embargos de declaração, com “a consequente e necessária redução da pena base”.
O recurso coloca como “questão preliminar” o deslocamento da relatoria. “Considerando que o ministro relator assumiu a Presidência do Supremo Tribunal Federal estes embargos de declaração devem ser redistribuídos para outro ministro, conforme interpretação dos artigos 38 e 75 do Regimento Interno do STF.”

COMENTO

O mundo ficara um pouco melhor, quando todos estes BANDIDOS do PT forem para o inferno.
POSTADO PELO LOBO DO MAR

PT quer Vannuchi na corte de direitos humanos da OEA para derrubar anistia e salvar mensaleiros

Por Cardoso Lira




Por Jorge Serrão – 

A Presidenta Dilma Rousseff e alguns membros mais radicalóides da cúpula petista tiveram a genial ideia de aparelhar a Corte Interamericana de Direitos Humanos. O ex-secretário de Direitos Humanos na gestão Lula já está em campanha escancarada nos meios diplomáticos dos países da América Latina e Caribe para conquistar uma boquinha na comissão da OEA (Organização dos Estados Americanos).

Um bem financiado lobby em favor da eleição de Paulo Vannuchi para o posto de Comissário Interamericano de Direitos Humanos é a primeira etapa de um plano maior que permitirá ao governo brasileiro ter condições políticas futuras de derrubar a Lei de Anistia de 1979, além de obter apoio internacional para uma eventual defesa de mensaleiros condenados pelo Supremo Tribunal Federal do Brasil. A petralhada aposta no médio e longo prazo – confiante de que não deixará tão cedo o poder presidencial.

Não foi à toa que José Dirceu de Oliveira e Silva escalou um “laranja” de sua confiança para lançar, em janeiro passado, um questionamento contra o STF do Brasil, no Tribunal da OEA. A reclamação foi que a Ação Penal 470 foi um julgamento político e que não concedeu o amplo direito de defesa aos réus. Na tese petista, os condenados tiveram violadas a proteção da honra e da dignidade aos direitos políticos, sem contar com a devida proteção judicial.

Quem reclamou à CIDH da OEA foi Pedro Paulo Henrichs Neto – militante da Juventude do PT no Distrito Federal. O “jovem” foi o organizador de um fracassado jantar para arrecadar recursos para a futura defesa dos réus do mensalão, na fase pós-condenação no STF. Deliberadamente, quem patrocinou tal ação na OEA sabe que o assunto pode se arrastar por uns 10 a 15 anos, no mínimo.

Atualmente, a CIDH ainda aprecia denúncias feitas em 2008. Como só conta com dois advogados – obrigados a avaliar uma média de duas mil reclamações por ano -, a criativa petição do mensalão só deve ter seu mérito considerado “apto para análise” perto do ano de 2018 (quando os fanáticos petistas acham que Lula volta ao poder...). Se o pedido em prol dos mensaleiros, for aceito, demora mais um ano para ter o mérito julgado.

Até uma decisão final, ocorre uma novela. Se o Estado Brasileiro for considerado “violador”, a CIDH faz recomendações para “retificação dos abusos”. Se não funcionar esta espécie de “mediação extrajudicial”, o caso vai para um julgamento final na Comissão. Um resultado final deve demorar muitos anos para ser anunciado. Enquanto nada se resolve, os fundamentalistas do PT fazem sua eterna campanha de “vítimas da Ditadura” (desta vez, da “ditadura togada do STF”).

No final das contas, noves fora nada, o crime cometido acaba compensando mais ainda... E, antes do carnaval na OEA, ocorrerá o julgamento dos embargos declaratórios e infringentes movidos pelos advogados dos réus na Ação Penal 470. Previsões sombrias indicam que haverá redução das penas para os cabeças do esquema do Mensalão – que já evoluiu, aprimorou e sofisticou.

Hoje, os mensaleiros, seus familiares ou “laranjas” têm sua grana mensaleira investida em ações de grandes empresas. Como as participações acionárias são dispersas e providencialmente abaixo de 4%, a Comissão de Valores Mobiliários nunca saberá a quem pertence os papéis – que toda hora mudam de mão, por medida de segurança.

Como o Nazipetralhismo é cínico e corrupto, assim avança o capimunismo tupiniquim, com a impunidade assegurada, bem remunerada e premiada antes de qualquer juízo final...

Postado pelo Lobo do Mar

quarta-feira, 1 de maio de 2013

"Laranja" de José Dirceu aciona OEA contra STF.



O Supremo Tribunal Federal (STF) também está sendo alvo de questionamento no exterior. Uma petição protocolada em janeiro na sede da Organização dos Estados Americanos (OEA), na capital americana, denuncia o STF por julgamento político e impedimento ao amplo direito de defesa dos réus do mensalão. Assinado por Pedro Paulo Henrichs Neto, militante da Juventude do PT no Distrito Federal, o documento pede que oSistema Interamericano de Direitos Humanos revise a decisão do STF na ação penal 470 à luz da suposta violação de seis artigos da Convenção Americana de Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário.
A denúncia antecipa movimento defendido pelo ex-ministro José Dirceu, condenado como articulador do mensalão, que ameaçou levar seu caso à Corte Interamericana de Direitos Humanos, porque, no Judiciário brasileiro, estão encerradas as possibilidades de recurso, após a apresentação de agravos ao próprio STF.
Neto integra a mesma corrente petista de Dirceu e foi um dos organizadores do jantar para obter recursos destinados à defesa dos réus do mensalão, em janeiro. Ele disse que sua ação não tem caráter institucional. — Fiz como cidadão essa denúncia de cassação política e violação de direitos humanos básicos, para que a decisão seja revista, porque o STF fez do julgamento um ato político. Não foram julgados os fatos, e sim o Partido dos Trabalhadores — disse Neto.
Na petição, protocolada na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), o militante argumenta que o STF condenou os acusados ligados ao PT com base em indícios, inverteu o ônus da prova, negou direito de defesa em instâncias inferiores aos réus sem foro especial e montou o calendário de julgamento propositalmente para coincidir com as eleições municipais. Os artigos invocados na denúncia à CIDH vão da proteção da honra e da dignidade aos direitos políticos e de proteção judicial.
A iniciativa tem longo caminho a percorrer. Com apenas dois advogados e recebendo duas mil denúncias por ano, a CIDH está lendo atualmente petições de 2008. Ou seja, o caso do mensalão não deverá ser observado antes de 2018. Além disso, apenas 15% a 20% dos pedidos protocolados são considerados aptos para análise.
Se a denúncia passar por esta peneira, abre-se consulta ao país questionado e inicia-se troca de informações entre as partes. Após ao menos um ano, a CIDH decide a admissibilidade do caso, e, só depois, avalia o mérito. Se o Estado é considerado violador, a CIDH faz recomendações de medidas que retifiquem os abusos. Só após essa mediação extrajudicial, o caso vai para a CIDH. Observadores do Sistema creem que até uma decisão final possa se passar dez anos. (O Globo)


Leitora protesta contra Lula como colunista da agência do NYT. Jornal explica

Pois é… Depois que a agência do New York Times decidiu distribuir mensalmente um texto assinado por Lula — mas jamais escrito por ele, não importa o idioma —, o jornal começou a receber mensagens de protesto, como esta, que segue, publicada com uma resposta esclarecedora. Um ou outro hão de gritar: “Olha o preconceito ali, lembrando que o petista não concluiu ensino fundamental…”. O ponto é outro: a questão é saber se Lula será o autor do texto distribuído. E todos sabem que não. Seguem a carta e a resposta.
A carta
Sou brasileira e moro nos Estados Unidos, em Nova York, desde 2010. Estou realmente chocada e surpresa com o fato de um jornal com tamanha influência e informação ter [entre os colunistas] Lula, do Brasil, um presidente que mal concluiu o ensino fundamental. Estou certa de que todo mundo sabe que sua reputação, no Brasil, está desabando. Nos últimos dois anos,  o seu partido e ele próprio foram alvos de muitas investigações criminais, e muitos de seus principais colaboradores foram condenados, neste ano, pelo Poder Judiciário no Brasil.
É lamentável! E o mais lamentável é um jornal como o New York Times dar algum crédito a um político decadente como esse. Não entendo.
Resposta do NYT
Obrigado por sua mensagem. O ex-presidente Lula não está escrevendo uma coluna para o Times. Ele está escrevendo uma coluna para a Agência do Times, que têm clientes em todo o mundo e vende seus serviços para outros veículos. O Times tem muitos outros colunistas como o presidente Lula, cujos textos são vendidos por intermédio do Times, como Richard Branson, Noam Chomsky, Mikhail Gorbachev e Jack Welch. Basicamente, o Times pega seus textos, molda-os em artigos e os oferece aos clientes. O presidente Lula não aparecerá regularmente nas páginas do Times ou do nytimes.com. Mais uma vez, obrigado por escrever.

POSTADO PELO LOBO DO MAR

terça-feira, 30 de abril de 2013

Dilma é vaiada por produtores rurais em Mato Grosso do Sul



Por Luiza Bandeira, na Folha:

Durante ato em Campo Grande em que recebeu vaias de ruralistas em protesto contra a demarcação de terras indígenas, a presidente Dilma Rousseff afirmou ontem que não basta o crescimento da economia para o país se tornar uma nação desenvolvida. ”Se falarem pra vocês que é só o PIB crescer, acreditem parcialmente. [...] Tem uma coisa sem a qual não daremos nem um salto e nenhum passo à frente, e essa coisa chama-se educação”, discursou a petista em sua primeira visita ao Estado após eleita.
 A presidente começou a ser vaiada assim que seu nome foi anunciado no alto-falante pelo locutor do evento. Gritos de “demarcação não” se repetiram enquanto Dilma entregava chaves de ônibus escolares a 78 prefeitos do Estado. Constrangido, o governador André Puccinelli (PMDB) chegou a ir ao microfone pedir “respeito” à presidente. Em discurso, Dilma afagou os manifestantes: “Ô gente, eu acho bom vocês gritarem. Democracia é isso”. O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de MS, Eduardo Riedel, classificou a situação fundiária no Estado como “panela de pressão”. Ele pediu que a Funai (Fundação Nacional do Índio) suspenda demarcações de terra enquanto o Judiciário não julga a questão.
 Segundo Riedel, havia mil ruralistas na cerimônia –o governo do Estado fala em público total de 2.000 pessoas. O Planalto já havia avisado à presidente que haveria protestos. Um assessor chegou a conversar com o grupo antes da visita. Nem mesmo o anúncio de benesses para a região quebrou o clima hostil do evento, já que neste momento a petista chamou “Mato Grosso do Sul” de “Mato Grosso”, o que lhe rendeu novas vaias. “Mato Grosso do Sul. Vocês me desculpem”, corrigiu-se Dilma. Em 2005, ainda ministra, ela já havia cometido a mesma gafe em visita ao município de Sidrolândia (MS).

Postado pelo Lobo do Mar

Hélio Bicudo Desmistifica o Mito Lulla - Parte II