segunda-feira, 13 de maio de 2013

Sem estrutura, TCU deixa R$ 20 bilhões sem fiscalização.



Estudos do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a fiscalização de convênios federais consideram "sistêmicas" falhas na estrutura da União, destacando como problemas mais sérios o baixo número de servidores e a falta de qualificação de parte deles. Nesse contexto de fraca vigilância, convênios patrocinados por parlamentares já estiveram no centro de vários escândalos que atingiram os governos Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva. 
Em 2011, o então ministro do Esporte, Orlando Silva, teve de pedir demissão após a revelação de que convênios irregulares ajudaram a abastecer ONGs ligadas a seu partido, o PC do B. No mesmo ano, a chamada "farra dos convênios" para patrocinar eventos em cidades do interior derrubou o então ministro do Turismo, Pedro Novais. Investigações da Polícia Federal constataram uma série de desvios e ausência de controle sobre a aplicação dos recursos.

Em 2010, o TCU analisou a estrutura de fiscalização dos convênios e detectou a existência de estoque de R$ 16 bilhões em prestações de contas não analisadas. Além disso, havia quase R$ 2 bilhões de convênios cuja prestação de contas não havia sido apresentada no prazo legal. O órgão com situação mais frágil era o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com mais de 15 mil prestações de contas não analisadas, cujo valor chegava a cerca de R$ 4 bilhões. Para fiscalizar esses convênios havia apenas 89 servidores efetivos.

Em 2011, em um novo relatório sobre as contas do governo, o órgão constatou que as prestações de contas com análise atrasada já somavam quase R$ 20 bilhões. O atraso médio das análises era de pouco mais de cinco anos. O número de prestações de contas não apresentadas no prazo devido era de 3.179, 14% maior do que o registrado no ano anterior. Desde então o TCU não atualizou esses dados, mas atrasos e a falta de funcionários persistem, segundo o presidente da instituição, Augusto Nardes. (Estadão)

Postado pelo Lobo do Mar

domingo, 12 de maio de 2013

Lula e Dilma: manual de destruição do Brasil (palestra de Rodrigo Consta...


O desempenho da indústria brasileira em 2012 foi o pior entre 25 nações emergentes e importantes economias da América Latina. A queda de 2,6% na produção industrial do país foi, de longe, a mais acentuada do grupo. O Egito, segundo pior colocado, registrou contração de 1,9%.
A indústria brasileira como componente do PIB (Produto Interno Bruto) -que, além da produção de manufaturados, inclui setores como construção civil e energia elétrica- também amargou a maior contração no mundo emergente. A queda desse indicador foi de 0,8%. Os dados são da consultoria britânica EIU (Economist Intelligence Unit) e mostram que o retrato de crise no setor é renitente. Em 2011, o resultado da produção industrial brasileira já figurava entre os três piores do grupo analisado.
Segundo especialistas, os números confirmam que problemas domésticos têm exercido maior influência sobre a trajetória da indústria do que a crise externa. "Esses dados causam muita preocupação. A crise externa existe e afetou todos, mas fomos piores do que os demais", afirma Flávio Castelo Branco, gerente de política econômica da CNI (Confederação Nacional da Indústria).
Robert Wood, analista da EIU, diz que a expansão do comércio global de produtos manufaturados desacelerou de 6,3%, em 2011, para 2,5% no ano passado. Esse movimento, afirma Wood, levou a uma perda de fôlego da indústria mundial. "Em um cenário de oferta excedente de produtos manufaturados, países com competitividade baixa, como o Brasil, sofreram mais."
O encolhimento da indústria brasileira em 2012 contrasta com a expansão robusta do setor em alguns países asiáticos. O desempenho também foi inferior ao dos principais mercados latino-americanos e até ao de países emergentes da Europa, região que está no epicentro da crise internacional.
Em 2013, a indústria deve ter melhor desempenho, de acordo com economistas. Mas os dados já divulgados apontam uma recuperação ainda frágil. Segundo Castelo Branco, da CNI, a confiança dos empresários brasileiros, que ensaiou uma retomada no início deste ano, já mostra sinais de arrefecimento. "Este ano será melhor, mas é uma recuperação fraca, considerando o resultado muito ruim de 2012." (Folha de São Paulo)

A assessora adjunta de comunicação do governo do Acre, Andrea Zilio, informou na manhã deste sábado, que o governador Sebastião (vulgo Tião) Viana vai manter nos cargos os secretários de estado Wolvenar Camargo (Obras) e Gildo César (Depasa). Eles foram presos pela Polícia Federal, durante a Operação G-7, nesta sexta-feira, acusados de facilitar licitações públicas. Também com cargo no governo do Estado foi preso o ex-secretário de habitação, Aurélio Cruz, atual coordenador da Comissão Interinstitucional de Acompanhamento das Obras e Serviços das Zonas de Atendimento Prioritário – ZAP’s. “O governador está aguardando mais informações sobre a investigação. A princípio ele não vai tomar nenhuma medida”,disse a assessora.
O governo também deve manter, apesar das denúncias de desvio de R$ 4 milhões de recursos do programa Ruas do Povo, o contrato com as empresas executoras dos serviços de pavimentação. “As obras continuam em andamento. A priori o trabalho continua com as empresas que executam o programa Ruas do Povo”, informou Zilio. De acordo com a Polícia Federal, o G-7, grupo de empreiteiros que continuará executando o Ruas do Povo, desviou 10%, relativo à R$ 40 milhões das obras do mais importante programa de pavimentação do governo de Sebastião Viana (vulgo Tião). - Acre 24 Horas.


A Arte de Mentir: mania ideocrática?



“Nossos inimigos dizem: mesmo que ainda se conheça a verdade, ela não pode mais ser divulgada. Mas nós a divulgaremos” (Bertold Brecht, in “Nossos Inimigos Dizem”)    


Por Jorge Serrão – 

Zona Sul do Rio de Janeiro: um malandro velho, bem vestido, com uma bombinha de asma, senta no chão para implorar uma ajudinha qualquer. O cara alega que precisa de pouco para viajar ao trabalho, em outra cidade, e os generosos passantes lhe dão dinheiro.

Puro golpe – que rende uma boa grana por dia. Esta é a manifestação pública da arte de mentir, muito comum nos grandes centros urbanos. Mentir virou um negócio no Brasil. Do simples mortal 171 ao mais picareta político empregado e bem remunerado, graças ao nosso voto.

Vide o Lula. Mandou soltar o factóide de que pode ser candidato a Presidente em 2014. E sempre deixa em aberto que, se não vier agora, vem em 2018. Pura mentira para assustar adversários e aliados pouco confiáveis – principalmente Eduardo Campos, que não deseja enfrentá-lo abertamente. Lula vem mesmo é candidato a senador por São Paulo. Em busca da impunidade parlamentar...

O conceito de Verdade torna-se vítima fácil da malandragem – política ou não. Verdade é a realidade universal permanente. “A Verdade é concreta” – no conceito do filósofo alemão Johann Wolfgang Goethe. Mais fácil é definir a Mentira: opinião, ação ou omissão contrárias à verdade.

No mundo, a maioria das mentiras resulta das ideologias (conjunto coletivo de ideias, pensamentos, doutrinas e visões de mundo). Ainda mais quando se manifestam as ideocracias – os modelos ideológicos aplicados na prática política para a conquista e manutenção do poder. É o império das ideias mentirosas ou fora do lugar.

A ideocracia cria uma “falsa consciência” sobre a realidade que visa a reforçar e perpetuar o controle, a dominação e manipulação. As “idéias fora do lugar” servem como mecanismos políticos de controle, dominação e manipulação das massas, através da padronização e simplificação do discurso retórico. Os políticos usam e abusam desta conversa fiada – matéria-prima da Engenharia Social.

Ciência originária de grandes centros de inteligência, como o famosoInstituto Tavistoc de Londres e seus congêneres, a Engenharia Social é o processo artificial e político-ideológico de construção psicossocial de regras padronizadas de conduta humana para a influência, manipulação e controle da sociedade.

A engenhosidade dos poderosos de plantão descobriu, cientificamente, qual o uso ideocrático da mercadoria informação (que tem valores de uso, troca e estima. A informação ideológica,  “formadora de opinião”, circula, globalmente, obedecendo a programas neurolinguísticos focados em enganar, manipular e influenciar as pessoas - principalmente com conceitos errados ou mentirosos.

Assim, a Engenharia Social prepara “a maioria”, psicologicamente, para adoção de comportamentos programados e padronizados, induzindo opiniões isentas de informação verdadeira e propensas a pouco ou nenhuma reflexão correta. O cenário fica perfeito para os mitomaníacos de plantão. Desde aqueles que se autoenganam até os que se tornam profissionais, militantes, da arte de mentir.

A Engenharia Social cumpre três objetivos fundamentais. Primeiro, acirra os confrontos e diferenças que não existem para impedir a livre unidade social. Segundo, gera temas polêmicos para desviar a atenção da opinião pública de questões políticas mais fundamentais. Terceiro, força ainda mais a modificação do senso comum, disseminando conceitos errados ou fora da tradição. O coletivismo sobrepondo-se ao individualismo é um deles.

Nossos políticos parecem PHDs em Engenharia Social. O pior é que a massa ignara anda fazendo escola com eles. A onda de cinismo pragmático atinge o Brasil como um tsunami escatológico. Tanta mentira, além de feder muito, representa a destruição dos valores de Ética, Justiça e Honestidade.

Apesar do fedor violento, a maioria prefere se autoenganar, fingindo que nem sente o cheiro bostejante. Poucos se habilitam a limpar a sujeira da corrupção. Pelo contrário, a maioria parece aderir a ela. Mesmo que pela via da covardia, da omissão ou da mais cômoda posição em uma suposta zona de conforto (que nada tem de confortável, de verdade).

Quem não reage rasteja! Quem aceita o jogo dos mitomaníacos e sociopatas no poder acabará vítima fácil deles. O Estado de Bosta vai se cristalizando. A hora do basta está passando...  

A Pátria Amada – mãe gentil que também merecia hoje uma homenagem – veste luto permanente, porque os filhos dela fogem da luta. Quem trai a mãe faz qualquer negócio... Até o dia em que a casa cai...


POSTADO PELO LOBO DO MAR

sábado, 11 de maio de 2013

Coronel Alberto Ustra diz que Dilma era uma Terrorista a favor do comunismo

Ustra e aquilo que a “Omissão da Verdade” precisava ouvir



Por Jorge Serrão – 

O Estado Brasileiro, representado pelo Exército, é o único e total responsável por absolutamente tudo que aconteceu na guerra oficial ao terror e ao banditismo da guerrilha urbana e rural que tentou implantar um regime totalitário-comunista no Brasil, nas décadas de 60 e 70 do século 20.

Eis a principal e mais importante mensagem passada ontem pelo Coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, em depoimento à Comissão Nacional da Verdade – que deveria se chamar “Omissão da Verdade”, pois só quer ouvir e aceitar as versões (muitas vezes fantasiosas e inverídicas) do lado ideológico esquerdista da História, e não dos militares ostensivamente desmoralizados por uma campanha revanchista de desconstrução de imagem.

Ustra foi bem objetivo no depoimento: “Nunca fui punido, repreendido. Recebi os melhores elogios na minha vida militar e a mais alta condecoração do Exército, a Medalha do Pacificador. Com muito orgulho digo que cumpri a minha missão. Quem deve estar aqui não é o Ustra, mas o Exército brasileiro. Não sou eu, não senhor. O Exército assumiu por ordem do presidente da República o combate ao terrorismo. E cumpri todas as ordens. Ordens legais. Nunca, como se diz, ocultei cadáver, cometi assassinato. Vou em frente nem que morra assim. Lutei, lutei e lutei”.

O Coronel Reformado deixou bem claro seu papel na História: “Lutamos contra o terrorismo. Eles atacavam quartéis, roubavam armas, incendiavam rádio patrulhas e explodiram dezenas de bombas. Enfrentei várias organizações de esquerda, entre elas quatro nas quais a atual presidente da República (Dilma Rousseff) atuou. Estávamos cientes que lutávamos para preservar a democracia e lutando contra o comunismo. Do contrário, íamos virar um Cubão”.

Autor do livro “A Verdade Sufocada”, que já está na oitava edição, inspirado no Projeto Orvil, o Coronel Ustra acrescentou: “Se não fosse nossa luta não estaria aqui hoje. Teria ido para o paredón. Não existiria democracia hoje em nosso país. Estaríamos num regime de Fidel Castro. Mas estou aqui porque nós vencemos. E nossos inimigos terroristas foram eleitos pelo voto e pela democracia que nós preservamos”.

Os membros do atual governo do crime organizado, que patrocinam as bem remuneradas atividades da (c)Omissão da Verdade, não têm compromisso com a Democracia. Bandidos políticos, que manipulam figurinhas ideológicas que se comportam como inocentes inúteis, não têm qualquer compromisso com a segurança do Direito ou com o pleno exercício da razão pública.

Os imbecis coletivistas apenas querem desmoralizar a única instituição nacional permanente com capacidade real para defender a Pátria que a esquerdalha deseja destruir, para implantar uma “Nova Ordem”. Os imbecis coletivistas – que tentam destruir a liberdade individual e a democracia – trabalham, como agentes conscientes ou inconscientes, para a Oligarquia Financeira Transnacional que não quer um Brasil livre, desenvolvido e soberano.

O que explica que os grandes bandidos que infestam o mundo da politicagem tupiniquim, seus familiares ou “laranjas” fiquem ricos da noite para o dia e se transformem, de repente, em sócios das maiores empresas e empreendimentos tocados no Brasil? O Governo do Crime Organizado é patrocinado de fora para dentro do Brasil.

A (c)omissão da verdade e mecanismos ideológicos afins cumprem apenas o papel tático de desviar a atenção dos miliares para o verdadeiro papel que eles têm como legítimo poder moderador republicano, sem necessidade de intervenções ou “quarteladas” (como ironiza a esquerda pseudointelectual). Os militares – principalmente na ativa – só não podem ser coniventes com o Crime Organizado que nos governa.

Eis a verdade que não pode jamais ser omitida. Do contrário, o Brasil será fatalmente tragado pelo buraco negro da História. Antes que isto aconteça, releia o Padre Antônio Vieira...

A maioria das pessoas de bem já está ficando de saco cheio de tanta safadeza.

Sempre que isto acontece, uma hora, o rumo da História muda... Eis a verdadeira esperança...



Rejeite-se os embargos, prenda-se os mensaleiros.

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, enviou ontem ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer pedindo a rejeição de todos os embargos de declaração apresentados pelos condenados no processo do mensalão. Na semana passada, depois que os 25 condenados recorreram à Corte, o relator do caso, ministro Joaquim Barbosa, pediu um parecer ao chefe do Ministério Público Federal antes de julgar as apelações. Para Gurgel, as decisões tomadas pelo STF foram claras o suficiente, e não há necessidade de haver qualquer reexame.

"As razões apresentadas pelos embargantes não evidenciaram os pressupostos de admissibilidade dos embargos de declaração. E não o fizeram porque a presente ação penal foi julgada com profundidade e com detalhamento inegáveis" escreveu Gurgel, em seu parecer. Segundo o procurador, durante as 53 sessões de julgamento, "todos os fatos e provas foram cabalmente examinados em todos os votos proferidos, não se podendo falar em omissão, contradição ou obscuridade no acórdão. A justiça ou injustiça da decisão não autoriza os embargos de declaração". O procurador também ressaltou que os embargos declaratórios não devem ser recebidos pelo tribunal porque têm efeitos infringentes, ou seja, os réus pedem que a condenação seja convertida em absolvição.
Recurso não muda sentença
Gurgel defende a tese de que esse tipo de recurso não tem o poder de mudar as sentenças. Ele tinha dez dias para enviar o documento ao tribunal, mas usou apenas quatro dias. O texto é único para todos os réus. Com a opinião de Gurgel em mãos, Barbosa pode levar o caso ao plenário da Corte, ou decidir sozinho. A assessoria do STF não informou que providência será tomada. O procurador analisou vários pontos levantados nos recursos pelos advogados. Primeiro, rebateu o argumento de que Barbosa deveria deixar a relatoria do processo para o julgamento de recursos. Isso porque o ministro assumiu a presidência do tribunal durante o julgamento.
Gurgel também refuta a tese da defesa de que o acórdão, o documento com o resumo das decisões tomadas no julgamento, deve ser anulado, porque suprimiu falas dos ministros do STF durante as discussões ocorridas em plenário. O procurador lembra que apenas embargos infringentes podem mudar o resultado do julgamento. E nem todos os réus têm direito ao recurso."Os embargos de declaração constituem recurso voltado à integração do julgado, com a finalidade de corrigir possíveis imprecisões, de modo a inteirar a prestação jurisdicional, torná-la lógica e desprovida de máculas que impeçam a sua compreensão", diz o parecer.
Depois do julgamento dos embargos de declaração, começa o prazo para os réus apresentarem embargos infringentes, um tipo de recurso com o poder de mudar as condenações. Em tese, têm direito a esse recurso réus condenados que tiveram ao menos quatro votos pela absolvição. "Com o indisfarçável objetivo de contornar os evidentes óbices que se põem à admissibilidade dos embargos infringentes na hipótese, os embargos de declaração opostos pelos réus veiculam, todos, questões que não se enquadram nos pressupostos do recurso, sendo próprias dos embargos infringentes", explicou o procurador. (O Globo)



Esquema de fraudes no Acre, que envolve sobrinho de Tião Viana, mirava verba do SUS

Gildo Cesar (camisa rosa), diretor do Depasa preso pela PF e casado com uma prima do governador, é o responsável pelo programa Ruas do Povo, um dos carros-chefes do governo do Acre (Agência de Notícias do Acre)
Por Kalleo Coura, na VEJA.com:

Dentre as fraudes identificadas pela Polícia Federal na Operação G-7, que desmontou um esquema de desvios no governo do Acre, chama especial atenção uma na área da saúde, envolvendo o sobrinho do governador Tião Viana (PT), Thiago Paiva, diretor de análises clínicas da Secretaria Estadual de Saúde. Segundo a polícia, contratos estavam sendo fraudados para desviar recursos provenientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Uma das empresas contratadas pelo governo teve o atestado de capacidade técnica assinado por um de seus próprios sócios.
Além de Thiago Paiva, também foi preso o secretário estadual de Obras do Acre, Wolvenar Camargo Filho. Os dois e outras treze pessoas presas, entre elas empreiteiros e funcionários públicos, são acusados de cometer fraudes em licitação de diversas obras públicas, inclusive casas populares. Cento e cinquenta agentes da polícia cumprem ainda 34 mandados de busca e apreensão, nos municípios de Tarauacá e Rio Branco.
Também foram presos João Francisco Salomão, ex-presidente da Federação das Indústrias do Acre, o empresário Sergio Nakamura, afilhado político do senador Jorge Viana (PT-AC), irmão do governador, e Gildo Cesar Rocha, diretor do Departamento de Pavimentação e Saneamento do estado, que é casado com uma prima de Tião Viana.
Fraudes
A operação foi batizada de G-7 porque era assim que o grupo de sete empreiteiras se autodenominava, já que sempre vencia as licitações que concorriam. A descoberta dos 4 milhões de reais desviados até o momento é apenas a ponta do iceberg. Com as buscas e apreensões, a polícia irá se debruçar sobre dezenas de outros contratos firmados com essas empresas.
A maior parte das fraudes foi detectada em obras de pavimentação. Há casos em que a empresa recebeu todo o valor do contrato, mas só realizou a terraplanagem, outros em que a pavimentação teve início, mas ficou inacabada e há até mesmo locais em que o asfalto se encontra em péssimo estado de conservação três meses depois da conclusão da obra. Segundo a polícia, um pavimento deve durar em torno de vinte anos. Algumas das obras investigadas fazem parte do programa Ruas do Povo, um dos carros-chefes publicitários do governo Viana, que anunciou em abril a pavimentação de mais de 600 quilômetros de ruas em todo estado, ao custo de 370 milhões de reais.
Segundo a polícia, os presos são acusados de cometer os crimes de falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha, fraude à licitação e desvio de recursos públicos.
O governador Tião Viana divulgou nota de apoio à operação policial, mas fez questão de dizer que “enquanto não houver um juízo condenatório, quer seja na esfera judicial, quer seja na esfera administrativa, é justo fazer, com absoluta consciência, a defesa à integridade moral de secretários e técnicos de governo supostamente envolvidos em fatos tornados públicos”.
Comento

Quadrilha da ladrões e assassinos, esta organização criminosa traz na alma o DNA da corrupção, da bandidagem e do crime organizado. O mundo ficará um pouco melhor quando todos este gângster forem para o inferno de Dante Alighieri. 


Triste Retrato

Postado pelo Lobo do Mar






sexta-feira, 10 de maio de 2013

Mensalão: a hora dos recursos

Momento vergonhoso.


por cardoso lira


"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos, bandidos,  criminosos  e   déspotas   que estão no poder da República. Nesta premissa nenhum político, assassino e farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores e caudilhos da história". (Cardoso Lira)



Ontem, o usurpador Nicolas Maduro, presidente golpista da Venezuela, esteve em visita ao Brasil. O nosso país vem dando total apoio ao golpe de estado lá cometido, onde as eleições foram fraudadas e roubadas da oposição, sem direito a recurso. Maduro trouxe um quadro com a foto de Chávez para Dilma. Resta saber qual parede da frágil estrutura da democracia brasileira a foto deste ditador que jogou a Venezuela na miséria, na inflação e na falta de futuro vai decorar.




Joaquim: prisão imediata dos mensaleiros do PT.

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, sinalizou nesta quinta-feira (9) que poderá votar pela prisão imediata de alguns réus do mensalão assim que os chamados embargos de declaração forem julgados. Durante análise do primeiro recurso do ex-deputado federal José Tatico (PTB-GO), condenado em 2010 por sonegação fiscal, Barbosa entendeu que o pedido era meramente "protelatório" e defendeu a execução imediata da pena, independentemente da finalização formal do caso.
"Os presentes embargos declaratórios têm intento protelatório. Se limitam a reproduzir questões já apreciadas no mérito da ação penal. [...] Determino a imediata execução da pena", afirmou. O mesmo entendimento será aplicado pelo presidente do Supremo aos condenados do mensalão. Durante o debate, o ministro chegou a dizer que se o tribunal não der o cumprimento imediato à pena, isso poderia "jamais acontecer".
No final do ano passado, Barbosa negou pedido de prisão imediata no caso do mensalão feito pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, ao entender que, apesar de raros, os recursos podem modificar a decisão do Supremo. Hoje, porém, ele argumentou que, não havendo possibilidade de mudança, a prisão pode sim acontecer. (Folha Poder)

POSTADO PELO LOBO DO MAR