segunda-feira, 3 de junho de 2013

Faroeste Caboclo com Santo Lula

A lamentável falta de memória

Por Valmir Fonseca

No antro petista revezam - se os mais radicais e os menos, mas nem por isso menos virulentos e letais para a democracia. Parece que existe um rodízio de mando, embora ambos estejam com maior ou menor violência construindo a tirania institucionalizada.
Os menos seguem comendo pelas beiradas. Com artimanhas politicamente corretas, infiltram  idéias, pensamentos e leis, lentamente, atingem os seus propósitos.
Os mais inebriados por momentos do “nada poderá nos deter”, no seu interstício de poder de mando, extrapolam, vigorosamente.
Quando alguém nos pergunta o que acontecerá no futuro, é simples, “lembrais - vos do PNDH 3”, instituído pelo Decreto nº 7. 037, de 21 de dezembro de 2009. Aquela peça denominada de “ato institucional petista” foi um laivo de desvario elucubrado pelo domínio da ala mais radical, um assustador arremedo de constituição. Não sem o apoio da ala menos violenta, é lógico.
Ela manipula a educação, os serviços de saúde, a Justiça, a preservação da propriedade, o plantio dos agricultores, a atividade legislativa, as funções da imprensa.
No Programa, a metamorfose propôs a valorização de instrumentos como "lei de iniciativa popular, referendo, veto popular e plebiscito". Usurpava - se o poder de legislar.
O arremedo tirânico propunha - se a "institucionalizar a utilização da mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos”. Ao dar razão ao invasor de propriedades rurais, que somente poderia ser atingido por liminares de reintegração depois de audiência pública entre as partes, o PNDH3 desqualificaria o Judiciário como poder capaz de dirimir questões de direito de posse.
Se as leis propostas fossem aprovadas, o governo poderia suspender programações e cassar licenças de rádios e de televisões, quando houvesse "violações" de direitos humanos, além de um ranking nacional de veículos de comunicação, baseado em seu "comprometimento" com os direitos humanos.
“A criançada ficaria sujeita, nas escolas, a uma instrução sobre direitos humanos moldada segundo os interesses do regime e apresentada muito claramente no decreto”.  O Estado de São Paulo (Roteiro para o autoritarismo) de 10/01/2010.
Hoje, muitos se esqueceram daquela excrescência institucional, embora, à época os setores mais atingidos se posicionassem indignados, para salvaguardar os seus direitos, descaradamente atingidos.
Foram os militares, arrepiados com a futura criação de uma comissão especial que se propunha a revogar a Lei de Anistia (Comissão da Verdade), foram os religiosos, os magistrados, os proprietários em particular os rurais, a mídia, todos postaram - se contra aquele achincalhe à democracia.
A “master piece” foi tão agressiva e antidemocrática que assinada pelo famigerado “Honoris Causa”, aquela triste figura lá pelas tantas admitiu que não a tivesse lido.
Hoje, após algumas mudanças no texto original, mas sem expurgar as intenções, porém escamoteando - as, quando analisamos o que acontece, concluímos que as imposições do PNDH 3 seguem de vento em popa.
Sub-repticiamente, às vezes nem tanto, pelas beiradas, na sorrelfa, lá vão eles, mordendo, anestesiando, mas em frente.
Eis a Comissão da Verdade, fato inquestionável, imbatível.
Sobre o direito de propriedade, questionado pelo PNDH 3, volta e meia com  leis de duplo sentido e interpretação, praticamente, atingiu parte de seus objetivos.
Recordem as questões religiosas (excluiu o trecho que defendia a descriminalização do aborto e revogou o artigo que proibia presença de símbolos religiosos em locais públicos,...), e vejam que direta ou indiretamente, muitas “ideias” propostas foram atingidas.
Por isso, quando alguém reclama sobre a nossa permanente ojeriza e desprezo pelo que está ocorrendo, que falamos por despeito, encarecemos que “lembrai - vos do PNHD 3”.
Lá encontramos, explicitamente, o que pretendem fazer com você e com o nosso País. Por tudo a que temos assistido, pela ausência de reações que intimidem este bando de canalhas, pedimos que releiam as tentativas iniciais do PNDH 3, que cavouquem na memória, o que eles pretendiam e até aonde já chegaram.
É triste, mas é a cruel realidade. 
Valmir Fonseca Azevedo Pereira, Presidente do Ternuma, é General de Brigada Reformado.

Postado pelo Lobo do mar

domingo, 2 de junho de 2013

Os Bandidos do judiciário nacional Brasil terra sem lei

Faroeste Caboclo com Santo Lula

África: Lula ganha U$ 200 mil por palestra e Itamaraty transforma embaixadores em boys de luxo do lobista.

Por Cardoso lira


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou de sua influência no Itamaraty para agendar reuniões privadas com presidentes africanos durante um giro por quatro países em março deste ano. Alguns encontros reuniram políticos locais e representantes de empresas patrocinadoras das viagens de Lula: as construtoras Camargo Corrêa, OAS e Odebrecht.

As informações sobre a viagem estão em telegramas do Itamaraty. Grandes empreiteiras custearam viagens do petista a 13 países desde 2011. O pedido para que o Itamaraty agendasse os encontros foi feito por Clara Ant, assessora do Instituto Lula e ex-funcionária da Presidência. Ao receber os pedidos, algumas embaixadas pediram orientação do Itamaraty, em Brasília. A ordem foi de que o pedido de agendamento fosse feito por nota verbal (um tipo de documento diplomático) aos governos locais. Servidores do Itamaraty afirmam que o apoio é uma cortesia e que pode ser estendido a outras personalidades.

A primeira parada de Lula foi Malabo, capital da Guiné Equatorial. Segundo o Itamaraty, a agenda foi acertada entre o Instituto Lula, o Cerimonial da Presidência da República local, a Odebrecht, quefinanciou a viagem de Lula, e a embaixada brasileira. Lula teve audiência de duas horas com o ditador Teodoro Obiang, no poder desde 1979. A embaixada informou ao Itamaraty que a visita iria "projetar ainda mais o potencial de nossas empresas no mercado guinéu-equatoriano".

A próxima parada foi Gana. Duas semanas antes, Clara Ant informou à embaixada, por telefone, que Lula gostaria de encontrar-se com o presidente John Dramani Mahama no dia 15 de março, já que no dia 16 tinha reunião com representantes da Embrapa e do braço da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO). A diplomata local pediu orientações a Brasília, que recomendou o envio de "nota verbal à chancelaria local".

Clara Ant também contatou a embaixada no Benin. Segundo o telegrama, expressou "o desejo do senhor ex-presidente de manter encontro amigável com o presidente Boni Yayi". A embaixada foi incumbida ainda de organizar encontros de Lula com empresários brasileiros e do Benin. O embaixador Arnaldo Caiche informou Brasília: "O ex-presidente esteve acompanhado de empresários de grandes construtoras brasileiras: Queiroz Galvão, OAS e Odebrecht. Na ocasião, ficou evidente o despertar de interesse por projetos no Benin". 

Na ocasião, o empresário Marcos Queiroz Galvão propôs a abertura de um comitê de empresas do Brasil no país, "cuja função principal será a de prospectar oportunidades de investimentos". Na Nigéria, parada final da viagem, a assessoria do ex-presidente procurou a embaixada para marcar encontros com o presidente Goodluck Jonathan e com o ex-presidente Olusegun Obasanjo. Os diplomatas viajaram para organizar os encontros, desembolsando US$ 582 de verbas do Itamaraty.(Folha de São Paulo)


Marina Feliciano Silva: usem e descartem.

Hoje, O Globo traz uma matéria em que informa que Aécio Neves, Eduardo Campos e Marina Silva estão criando uma estratégia comum para levar a eleição para segundo turno. Quem passar, terá o apoio dos outros dois. Ha, ha, ha. Marina Silva não apoiou nem mesmo o PT, de onde veio, nas eleições de 2010. E não apoiará ninguém em eventual segundo turno em 2014, pois o seu discurso é a Nova Política, seja ela o que for, mas que a única coisa concreta que produz é, justamente, não apoiar ninguém. A não ser políticos evangélicos como o Pastor Feliciano. Portanto, que Aécio e Campos façam o que bem entenderem nos bastidores, mas que não adotem o discurso selvagem e radical da xiita Marina Silva. Só perderão votos. O slogan é: Marina Silva, usem e descartem. De preferência longe de um rio para não poluir as suas águas com um dos piores lixos da política nacional.

Abaixo, a matéria de O Globo:

Adversários na corrida pelo Planalto em 2014, os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB), Marina Silva (Rede) e Eduardo Campos (PSB) estão agora, curiosamente, com os destinos entrelaçados. Sabem que só têm chance de vencer a presidente Dilma Rousseff, e o PT, se conseguirem levar a disputa para o segundo turno. Para que isso aconteça, Campos precisa garantir coligação com pelo menos um partido para ter tempo de TV. E Marina precisa criar e garantir tempo em horário nobre para seu partido, o Rede Sustentabilidade. Até que a campanha comece para valer, os três pré-candidatos estão conversando e traçando estratégias conjuntas, de ajuda mútua, para concretizar as candidaturas.

Sem chances de se coligar oficialmente com algum partido da base, Eduardo Campos vê no MD (ex-PPS) a chance mais concreta para viabilizar sua candidatura. A legenda, porém, tem um histórico de aliança com o PSDB. Mas dirigentes tucanos e o próprio Aécio já admitem, reservadamente, uma manobra que pode criar ambiente favorável para a ocorrência de segundo turno: no primeiro turno, o MD se aliaria a Campos, para lhe dar o tempo de TV. Mais tarde, quem fosse para o segundo turno aglutinaria forças.

Para o presidente do MD, deputado Roberto Freire, essa articulação já estaria mais ou menos estabelecida com Aécio e o PSDB. Ele diz ainda que seus partidários atuam na linha de frente para permitir a criação do partido de Marina Silva. Lideranças políticas do ex-PPS estão abrindo postos de coleta de assinaturas para o Rede em vários estados.

Freire avalia que a candidatura de Marina é fundamental para um segundo turno, e, depois de um confronto direto de toda a oposição, os três grupos políticos atuariam em coordenação contra a candidatura à reeleição de Dilma — Isso está mais ou menos entendido com o Aécio. Não podemos jogar todas as fichas numa candidatura única das oposições no primeiro turno. É preciso ver quem tem mais potencial de crescimento. Para chegar ao 2º turno, cada um desses três candidatos vai disputar como puder, vai ter controvérsias, mas com o trato de que o que chegar lá vai ter o apoio dos outros (candidatos) do campo oposicionista ao campo do PT, de Lula e de Dilma — afirma Roberto Freire.

Em franco distanciamento do Palácio do Planalto, Eduardo Campos tem dito que, num eventual segundo turno, não há como apoiar a reeleição da presidente, apesar da pressão de governadores do PSB pela reedição da aliança com o PT. Por isso, os tucanos alimentam a expectativa de ter os socialistas no campo de oposição em um eventual segundo turno.

Nos últimos dias, Campos vem adotando, em conversas reservadas, um tom mais agressivo em relação ao governo. Diz que há autoritarismo na relação com o Congresso e artimanhas contábeis para driblar os resultados negativos na economia — Quem espalha vento colhe tempestade — tem dito Eduardo Campos a seus interlocutores, para mostrar o grau de descontentamento com a estratégia traçada pelo PT para estrangular sua eventual candidatura.

Para ter o segundo turno, Aécio e Campos, da mesma forma que Roberto Freire, consideram fundamental a criação do partido de Marina, por isso, entraram na disputa contra o governo para derrubar o projeto que inviabiliza a criação de novos partidos — se não conseguirem evitar a aprovação do projeto no Senado, vão ingressar com Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra a lei no STF. — A solidariedade entre os três pré-candidatos se cristalizou com o “pacotaço de abril” do governo para impedir a criação do Rede. Eu avisei, da tribuna, que o PT estava criando problemas para eles no segundo turno. Que as sacanagens iriam deixar sequelas — afirmou o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ), braço-direito de Marina.

Há 15 dias, Sirkis e Marina estiveram reunidos com Eduardo Campos, em Recife. O presidente do PSB chegou a assinar a lista de apoios do Rede para ajudar na coleta das assinaturas para a criação do partido em Pernambuco. — Numa outra conversa, antes, o Eduardo reclamou muito das caneladas do governo — contou Sirkis.

Da Executiva do PSDB, o deputado Antonio Imbassahy (BA) diz que o governo persegue Marina e provoca uma aproximação dos três pré-candidatos. — Já estão acontecendo conversas entre eles três. Essa atitude de hostilidade do governo, com seguidas manifestações de desconforto, dossiês, constrangimento de governadores do PSB, isso tudo está tendo como consequência uma aproximação do campo oposicionista.

Postado pelo Lobo do Mar

sábado, 1 de junho de 2013

Faroeste Caboclo com Santo Lula

Faroeste Caboclo com Santo Lula e Novo escândalo de dólares na cueca vai chacoalhar Brasília



Por Rodrigo Rangel e Hugo Marques, na mais recente edição de VEJA:
Um passageiro flagrado no portão de embarque de um aeroporto com muito dinheiro vivo em seu poder não chega a ser uma novidade no Brasil. Tampouco causa grande surpresa se o tal passageiro tiver escolhido, como local para acondicionar as notas, suas roupas íntimas. Tudo isso já se viu – e tudo isso se repetiu na manhã do último dia 16 no Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília. Nesse dia, uma quinta-feira, a Polícia Federal flagrou dois homens que tentavam embarcar para o Rio de Janeiro com 465 000 reais escondidos em suas meias e cuecas. A dupla foi detida para esclarecimentos e o dinheiro, apreendido.
Horas depois, um terceiro homem se apresentou à polícia dizendo ser o dono da bolada. Identificou-se como Eduardo Lemos, disse que os homens eram seus funcionários e que a quantia se destinava a comprar um imóvel no Rio. Indagado sobre os motivos de ter recorrido ao método (ainda) pouco usual para transporte de dinheiro, respondeu apenas que carregar valores em espécie não é crime. E ainda esnobou os policiais: para ele, o quase meio milhão de reais apreendidos nem era “tanto dinheiro assim”. Para comprovar o que dizia, fez questão de exibir o relógio de 120 000 reais que carregava no pulso e de informar que havia chegado ao prédio da polícia a bordo de um Porsche.
O homem declarou ainda não ter nenhuma relação com políticos e disse que o dinheiro que seus empregados carregavam não provinha dos cofres públicos. A realidade é bem diferente, conforme apurou a reportagem de VEJA. Eduardo Lemos, na verdade, é Carlos Eduardo Carneiro Lemos, um operador de mercado conhecido por fazer negócios com fundos de pensão de empresas estatais, e o flagrante em que ele acaba de se envolver é o princípio de um grande escândalo.
Postado pelo Lobo do Mar