quinta-feira, 11 de julho de 2013

PT E A TRAICAO EM NOSSO PAIS

Troca de Mantega por Meirelles, novas passeatas e brigas com PMDB pautaram secreto papo Lula-Dilma

POR CARDOSO LIRA










Por Jorge Serrão –

Pouco importa o que Luiz Inácio Lula da Silva e sua Presidenta Dilma Rousseff discutiram, ontem à noite, em reuniãozinha secreta, em Brasília. O fato objetivo é que Lula – ainda em delicado tratamento pós-câncer – tem se sentido abatido e cada vez mais nervoso com os rumos de desgaste do governo, na economia e, sobretudo, na péssima condução política. O papo entre criador e criatura foi tenso – como uma daquelas brigas caseiras, tipo baixaria, de pai irado com a filha rebelde.

Objetivamente, três assuntos tiram o sono de Lula. Primeiro, o risco de explodirem revelações comprometedoras contra ele, como refugo da tal “espionagem” norte-americana. Segundo, Lula teme que a nova onda das passeatas provoque ainda mais desgaste à imagem de Dilma, inviabilizando sua reeleição. Terceiro, Lula só aceita tirar Guido Mantega do Ministério da Fazenda para colocar Henrique Meirelles - mas o homem-forte da Friboi (qual deles mesmo?) só aceita o cargo se tiver carta branca para agir, sem Dilma interferir, no que ela reluta.

Por fim, Lula se preocupa com a falta de jogo de cintura de Dilma para evitar a guerra entre PMDB e PT – que pode melar todo o projeto de perpetuação no poder. Como o líder peemedebista Eduardo Cunha é hoje um fator de desestabilização da relação entre os partidos, os petistas partem para a suicida articulação com demais aliados para tentar neutralizar o PMDB. Como vai ser difícil tal façanha dar certo, o governo deve se preparar para novas e “surpreendentes” derrotas no Congresso.

Sempre seguro de si, o fato novo é que Lula nunca esteve com tanto medo como agora. E a reação ao temor pode levá-lo a tomar decisões erradas e precipitadas – como a de voltar a disputar o Palácio do Planalto, sem condições ideais de saúde, carente de voz para longos discursos e com a imagem bem distante dos 83% de popularidade de quando deixou (?) o governo.

Dane-se o avião Venezuelano?

A Inteligência Militar já avalia se é mesmo verdadeira a informação que circula no Facebook sobre o desembarque de venezuelanos segunda-feira à noite, no Mato Grosso do Sul.

Eis o relato resumido que rola pelas redes sociais:



“Ao fazer conexão no aeroporto de Campo Grande por volta das 20 horas , me deparei com esse mostrengo da força aérea Venezuela em pleno aeroporto brasileiro descarregando muita bagagem, até ai tudo bem, entrei no saguão pra pegar o voo pra SP e me deparo com mais de 200 venezuelanos com caras de terrorista acompanhados de uns 6 soldados fardados".



“Pois bem, de repente de minha janela observo estes que aparentavam mais alta patente e maldade saindo por uma porta especial , e se dirigindo pra o seu avião venezuelano , achei muito estranho e uma aeromoça me disse que outros mais haviam partido em outro voo pra local desconhecido".



“Essa foi a ultima foto , eles chegando no avião cargueiro , agora pra onde foram eles e pra onde foram os outros nos voos domésticos e por quê?

Obama sabe tudo


O aloprado Mercadante ameaça o Congresso.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, acha que o eleitor vai "cobrar caro" do Congresso se uma reforma política não for feita com participação popular por meio de um plebiscito. Diz também que a articulação política do governo com o Congresso "precisa" de mudanças. Em entrevista à Folha e ao UOL, o petista, que hoje é o articulador mais próximo da presidente Dilma Rousseff, faz uma previsão de "renovação forte" no Poder Legislativo na eleição de 2014 no caso de o Congresso se recusar a melhorar o sistema político.
 
Mercadante expressa em público o que em Brasília é comum ouvir nos bastidores: o Planalto está jogando para o Congresso a responsabilidade pela falência em certos aspectos do modelo de representação política no país.Dilma Rousseff quer construir uma narrativa na qual ela fez propostas para atender aos protestos das ruas, mas o Poder Legislativo não teve a mesma sensibilidade.
 
Ao falar sobre a atuação do governo no Congresso, Mercadante recomenda: "A articulação política do governo precisa ter muito mais a participação dos ministros. Os ministros precisam ter mais presença no Congresso". Sobre a liberação de emendas ao Orçamento feitas por deputados e por senadores, diz que "atrasou mesmo" e "é um erro político" da administração. "Tem que respeitar o mandato parlamentar." A seguir, trechos da entrevista:



POSTADO PELO LOBO DO MAR

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Dilma discursa XVI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios com Lula no comando.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou ontem em Brasília para discutir o momento político com Dilma Rousseff.O encontro aconteceu a dois dias da prometida paralisação dos trabalhadores, e com as maiores centrais sindicais do país divididas sobre continuar ou não apoiando o governo.O último contato pessoal, conforme assessores, ocorreu em São Paulo, no 18 de junho. Depois, Lula viajou para o exterior e só voltou na semana passada. Segundo auxiliares, eles ainda não haviam se reunido após pesquisa Datafolha apontar o desmoronamento da popularidade de Dilma, no fim de junho.
 
Se encontros da dupla são regulares, o de ontem foi tratado com extrema reserva --chegou a ser negado de forma enfática por diversos interlocutores.A expectativa de petistas era de que eles discutissem a difícil relação do Executivo com o Congresso. Interlocutores de Lula têm dito que o ex-presidente havia recomendado a Dilma mudanças no primeiro escalão do governo e reclamado da articulação política, em seu momento mais frágil nesses dois anos.
 
Durante os protestos de junho, Dilma perdeu 27 pontos percentuais de sua popularidade. A desidratação alimentou, nos bastidores do PT e da basLula no comando.e aliada, a defesa do "volta, Lula".O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) descartou que Lula tenha qualquer intenção de voltar ao Planalto."Quem já viveu aqui neste palácio, como eu estou vivendo há 11 anos, já viu o balão subir e descer tantas vezes que a gente tem que ficar sereno. Quem viu 2005, onde já era proclamado por vários editorialistas que o Lula tinha acabado, que não teria reeleição, tem que ter muita serenidade agora", completou. (Folha de São Paulo)







Eike e o dinheiro público – Senador tucano envia requerimento a Mantega, Pimentel e Alves cobrando informações

Por Reinaldo Azevedo


O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) cumpriu a sua obrigação de senador da República — e, nesse caso, pouco importa se da oposição ou da situação — e encaminhou a órgãos federais três requerimentos cobrando informações sobre as relações entre o estado brasileiro e as empresas de Eike Batista, que estão derretendo. Segundo o senador, “a sociedade não pode ficar sem conhecer as operações que foram feitos com os recursos do Tesouro Nacional, decorrentes da arrecadação de impostos”, que têm origem, lembra, “na brutal carga tributária”, que recai sobre todos. Abaixo, seguem as perguntas encaminhadas nos requerimentos a três ministros: Fernando Pimentel (Indústria e Comércio), Guido Mantega (Fazenda) e Garibaldi Alves (Previdência). O parlamentar concentra suas questões em três instituições: BNDES, Banco do Brasil e fundos de pensão de estatais. Seguem as perguntas encaminhadas a cada um dos ministros.
Ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel:
1. Existem operações de crédito ou concessão de garantia entre o BNDES – Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social em favor de empresas do Grupo do empresário Eike Batista?
2. Qual o valor total dessas operações?
3. Que empresas do Grupo teriam sido beneficiadas?
4. Quais foram as garantias recebidas?
5. Qual foi a taxa média ponderada pelo valor dos empréstimos, por instituição?
6.Qual o spread médio ponderado das operações em relação à taxa Selic do dia da concessão; o fator de ponderação deve ser o percentual do saldo de cada operação em relação ao saldo total das operações.
7. Que providências estão sendo adotadas para preservar o patrimônio do BNDES na hipótese de insolvência das empresas do Grupo?
8. Existe algum outro tipo de risco para o BNDES na hipótese de insolvência do referido Grupo, além de eventuais operações de crédito?
9.Na hipótese de existir qualquer participação, direta ou direta do BNDES nas empresas do Grupo, discriminar quais são essas participações, a evolução trimestral do valor dessas participações nos 12 últimos trimestres.
Ao ministro da Fazenda, Guido Mantega:
1 Existem operações de crédito ou concessão de garantia entre o Banco do Brasil S/A, a Caixa Econômica Federal, o Banco do Nordeste do Brasil e o Banco da Amazônia em favor de empresas do Grupo do empresário Eike Batista?
2. Qual o valor total dessas operações, discriminadas por instituição referida no item 1?
3. Que empresas do Grupo teriam sido beneficiadas?
4. Quais foram as garantias recebidas?
5. Qual foi a taxa média ponderada pelo valor dos empréstimos, por instituição?
6. Qual o spread médio ponderado das operações em relação à taxa Selic do dia da concessão; o fator de ponderação deve ser o percentual do saldo de cada operação em relação ao saldo total das operações.
7. Que providências estão sendo adotadas para preservar o patrimônio das instituições federais de crédito na hipótese de insolvência das empresas do Grupo?
8. Existe algum outro tipo de risco para as instituições federais de crédito na hipótese de insolvência do referido Grupo, além de eventuais operações de crédito?
9. Na hipótese de existir qualquer participação, direta ou direta das instituições federais de crédito nas empresas do Grupo, discriminar quais são essas participações, a evolução trimestral do valor dessas participações nos 12 últimos trimestres.
Ao ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves:1. Existem operações no âmbito do controle exercido pela Secretaria de Previdência Complementar, nos fundos de pensão, em favor de empresas do Grupo do empresário Eike Batista?
2 Que fundos de pensão realizaram operações com as empresas referidas no item 1?
3. Qual o valor total dessas operações, discriminadas por instituição referida no item 1?
4. Que empresas do Grupo teriam sido beneficiadas?
5. Quais foram as garantias recebidas?
6. Qual foi a taxa média ponderada pelo valor das aplicações, por instituição?
7. Qual o spread médio ponderado das operações em relação à taxa Selic do dia da concessão; o fator de ponderação deve ser o percentual do saldo de cada operação em relação ao saldo total das operações.
8. Que providências estão sendo adotadas para preservar o patrimônio dos fundos de pensão na hipótese de insolvência das empresas do Grupo?
9. Existe algum outro tipo de risco para os fundos de pensão na hipótese de insolvência do referido Grupo, além de eventuais operações de crédito?
10. Na hipótese de existir qualquer participação, direta ou direta dos fundos de pensão, nas empresas do Grupo, discriminar quais são essas participações, a evolução trimestral do valor dessas participações nos 12 últimos trimestres.

Postado pelo Lobo do mar

terça-feira, 9 de julho de 2013

Popularidade de Dilma vai piorar com reaproximação com invasores de terras, padres comunistas, falsos índios e ambientalistas pagos por ONGs internacionais. Vai mexer num vespeiro.

Os protestos de rua foram uma reação do meio urbano aos péssimos serviços públicos oferecidos na cidade. Não havia um só cartaz de rua apoiando o MST, o CIMI ou o Greenpeace. O Campo, que padece de males piores, ainda está em silêncio. No entanto, se continuar a ser esbulhado no seu bem maior, a terra, irá para as ruas para exigir segurança jurídica. É bom que Dilma Rousseff e seu governo não mexam com quem trabalha, ao contrário dos ditos movimentos sociais que buscam, apenas, benesses para os seus líderes. É bom não abrir guerra com o único setor que está sustentando um país em crise: a agropecuária brasileira. A matéria abaixo é da Folha de São Paulo.


Os protestos pelo país não provocaram impacto só na popularidade da presidente Dilma Rousseff. Sua agenda também sofreu uma guinada. Nos últimos dias, ela passou a receber representantes de movimentos sociais que esperavam por uma audiência desde sua posse, em janeiro 2011.Na lista dos que foram ou serão recebidos estão organizações recentes, como o MPL (Movimento Passe Livre), mas principalmente militantes com relações antigas e desgastadas com o PT, como gays, indígenas, camponeses, feministas e ativistas digitais.
 
A nova postura já rendeu as primeiras fotos para Dilma e gerou algum noticiário positivo. O histórico de desgastes com vários desses movimentos, porém, sugere que a reaproximação não deverá ser fácil. A lista de embates, reclamações e divergências em políticas públicas é extensa.Um exemplo é o que ocorre com militantes da luta antimanicomial, setor historicamente ligado ao PT, e ativistas que pedem revisão da política de combate às drogas.
 
O alvo do segmento é a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil), a quem atribuem a responsabilidade pela adoção de uma política muito conservadora, em diversos aspectos contrária ao que era defendido por petistas no passado.Esses grupos discordam de dois dos pilares do plano do governo de combate ao crack: as internações compulsórias de dependentes e os repasses de recursos para comunidades terapêuticas religiosas.
 
Dois eventos são citados como marcos do distanciamento. O primeiro foi o convite que Gleisi fez à psicóloga evangélica Marisa Lobo para o lançamento do programa. Tida como inimiga dos ativistas, Lobo é a formuladora do projeto que permitia a oferta de tratamento para homossexuais, ideia apelidada de "cura gay" derrubada na Câmara.
 
O segundo foi um e-mail repassado por Gleisi para o ministro Alexandre Padilha (Saúde) pedindo a "flexibilização" na contratação das entidades religiosas, segmento para o qual o governo reservou R$ 100 milhões. A troca de mensagens, que começa com uma cobrança do líder de uma dessas comunidades, foi revelada pelo o jornal "Correio Braziliense" em 2012.
 
DECEPÇÃO
 
Entre os gays, os eventos que causaram maior aborrecimento foram os recolhimentos de materiais de orientação após pressão de evangélicos.O caso mais conhecido foi o do kit de combate à homofobia vetado no Ministério da Educação quando a pasta era dirigida por Fernando Haddad, hoje prefeito de São Paulo. O mais recente foi o do cartaz "Eu sou feliz sendo prostituta", vetado por Padilha.Ativistas reclamam por mais empenho do governo na aprovação do PL 122, o projeto de lei que criminaliza a homofobia e sofre forte oposição de líderes evangélicos.Recém-recebido por Dilma, o ativista Toni Reis diz que a presidente se comprometeu "explicitamente" com o combate a todo tipo de discriminação: "Até então, as relações com ela estavam bem nebulosas, para dizer o mínimo".
 
Um dos setores com relações mais desgastadas com o governo e o PT é o que reúne indígenas e ambientalistas.Além de apontarem queda no ritmo de demarcações e congelamento na criação de parques, acusam o governo de falta de diálogo no processo de instalação de hidrelétricas na Amazônia, reclamam da proximidade com ruralistas e fazem críticas à atuação fracassada do governo no combate ao projeto do novo Código Florestal. A iniciativa recente de reformular os procedimentos para demarcação de terras indígenas é o capítulo mais recente das contrariedades.
 
O azedume foi sintetizado pelo filósofo Egydio Schwade, do Amazonas, teólogo com décadas de história na sigla: "O PT no poder parece que esqueceu toda a trajetória, as pessoas e a causa que o construíram", escreveu num artigo replicado entre ambientalistas na internet. "É humilhante ver uma ministra do nosso governo [Gleisi] propor a revisão de terras indígenas".O governo quer mudar o processo de demarcação de áreas indígenas para incluir órgãos como o Ministério da Agricultura nas decisões, hoje concentradas na Funai. Os indigenistas temem que isso dê mais força ao agronegócio, que vê nas terras indígenas uma ameaça à sua expansão.

Postado pelo Lobo do mar

PT DÁ 7,5 MILHÕES À ONG QUE DEFENDE QUE PLUTÃO SEJA PLANETA

Médicos acusam governo do PT de precarizar a saúde.


por cardoso lira


O Conselho Federal de Medicina (CFM), em conjunto com entidades da saúde, anunciou nesta segunda-feira que nos próximos dias as medidas do programa Mais Médicos, anunciado nesta segunda-feira pela presidente Dilma Rousseff, serão questionadas na Justiça, por contrariarem a Constituição ao estipularem “cidadãos de segunda categoria, atendidos por pessoas cuja formação profissional suscita dúvidas”. Além disso, o presidente da Federação Nacional dos Médicos (FNM), Geraldo Ferreira, fez duras críticas ao programa e falou que pode haver uma greve geral da categoria contra as medidas anunciadas. Ferreira afirmou que no próximo dia 11 a categoria vai participar de uma manifestação em que vai discutir a possibilidade de uma greve geral.
 
— Precisamos dar uma resposta forte ao governo. O sentimento do médico é de que o governo procura confronto — disse o dirigente. Para Ferreira, o programa precariza o trabalho do médico brasileiro e explora a mão de obra do profissional. O dirigente comparou as medidas à exploração de trabalho escravo. — Lamentamos profundamente a contratação do médico de forma precarizada como foi anunciada. O que o governo deveria fazer era realizar concursos e pagar decentemente o profissional, e não oferecer uma bolsa de R$ 10 mil, o que desrespeita a legislação trabalhista. Causa revolta — disse Ferreira.
 
Na carta, assinada pela Associação Médica Brasileira (AMB), Associação Nacional De Médicos Residentes (ANMR), Conselho Federal De Medicina (CFM) e Federação Nacional Dos Médicos (FNM), as entidades reconhecem que o governo precisa melhorar o acesso à saúde, mas avaliam que as medidas anunciadas mostram “incompreensão das autoridades à expectativa real da população”, e não “medidas paliativas, inócuas ou de resultado duvidoso”. Elas avaliam como “irresponsáveis” a vinda de médicos estrangeiros sem aprovação no Revalida e a abertura de mais vagas em escolas médicas “sem qualidade”.
 
Além da importação de médicos, o plano anunciado em Brasíliaprevê que curso de medicina terá mais 2 anos, com serviço obrigatório no Sistema Único de Saúde. O estudante receberá bolsa pelos serviços e a medida deve valer em 2015. As entidades da área de saúde questionaram o aumento em dois anos do tempo de formação dos médicos, o que eles chamam de “manobra que favorece a exploração de mão de obra”.
 
Fereira também criticou também a contratação de médicos estrangeiros sem necessidade do Revalida, o exame de reconhecimento do diploma. — O Revalida é o atestado desse médico. Sem ele não teremos a menor condição de saber se o profissional tem uma formação adequada. O pior de tudo é que o governo quer trazer sem o Revalida e fixá-lo num lugar de onde ele não poderá sair. Isso é trabalho escravo. Vamos denunciar na OIT (Organização Internacional do Trabalho).


Ferreira criticou também a ampliação de seis para oito anos o curso de Medicina, com a exigências que nesses dois últimos anos o profissional se dedique ao SUS. — Essa é outra exploração grosseria do trabalho médico. Não sei quem foi o cérebro que pensou nisso. É indecente. O médico não completa o curso em seis anos. Ele faz mais três ou cinco de especialização para poder entrar no mercado. Ou seja, vai pular de 11 para 13 anos de formação. É um contrassenso — disse. ( O Globo)

postado pelo Lobo do Mar