sexta-feira, 19 de julho de 2013

DILMA E SUA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA POLOP (POLÍTICA OPERÁRIA)


POR CARDOSO LIRA


A Política Operária de Dilma,(POLOP) foi uma organização criminosa de esquerda, contrária à linha do Partido Comunista Brasileiro e que deu origem a várias outras organizações terroristas como:

Comando de Libertação Nacional (COLINA)
Vanguarda Popular Revolucionária (VPR)
Partido Operário Comunista (POC)
Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-PALMARES)
Organização de Combate Marxista-Leninista- Política Operária (OCML-PO), também muito conhecida como "NOVA POLOP", esta com caracteristicas de exacerbada violência e selvageria, deixou um legado de milhares de assassinatos -Movimento Comunista Revolucionário (MCR)Assassinos crueis.
Movimento de Emancipação do Proletariado (MEP)
Coletivo Marxista. Também com um legado de muitos assassinatos.
Suas sujas e estúpidas raízes, estão na Juventude Socialista do Partido Socialista Brasileiro (PSB), que formou a Organização Revolucionária Marxista - Política Operária (ORM-POLOP) em fevereiro de 1961, a partir da fusão com círculos de digamos "estudantes criminosos" provenientes da 'Mocidade Trabalhista' de Minas Gerais, da Liga Socialista de São Paulo, simpatizantes de Rosa Luxemburgo), alguns trotskistas,Marxistas e dissidentes do PCB do Rio de Janeiro, São Paulo Minas e E.S.

Alguns dos seus desnorteados e estúpidos fundadores foram os "intelectuais" Theotonio dos Santos, Ruy Mauro Marini, ambos da Mocidade Trabalhista, Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira e Paul Singer, estes do PSB. Na verdade eram assassinos crueis.

Já em 1964, depois do golpe que derrubou o governo do presidente João Goulart, a POLOP tentou articular uma guerrilha contra o regime militar, no Vale do Rio Doce, mas foi abortada ainda na fase de planejamento, em Copacabana, pelo Centro de Informações da Marinha (CENIMAR). Esse projeto de guerrilha no Vale do Rio Doce, deu origem, em 1967, à chamada Guerrilha do Caparaó, liderada por militantes do Movimento Nacionalista Revolucionário (MNR).

Foi a partir desse mesmo ano que uma cisão da POLOP, comandado pela Dilma/Vanda, deu origem ao COLINA, em Minas Gerais, enquanto, em São Paulo, uma "ala esquerda" da organização uniu-se a militantes remanescentes do MNR para constituir a VPR. Seu legado foi: muitos assaltos, roubos, sequestros e milhares de assassinatos inclusive militares. 

Em 1969, remanescentes da VPR e do COLINA se uniram para formar a VAR-PALMARES. Por fim, os militantes restantes se aproximaram da Dissidência Leninista e Marxista do PCB, no Rio Grande do Sul, para criar o Partido Operário Comunista (POC). Também com um legado de muitos crimes, assassinatos e tráfico de todos os tipos.

Em abril de 1970, alguns integrantes desta quadrilha de bandidos, desligou-se do POC para voltar a constituir a POLOP, passando a digamos "condenar" as ações armadas e realizar um trabalho doutrinário junto aos operários e rebatizando sua organização como Organização de Combate Marxista-Leninista - Política Operária (OCML-PO).

No exílio, a OCML-PO editou, durante certo tempo, em conjunto com a Ação Popular (AP) Socialista e o MR-8, do abominável Franklin Martins, hoje um dos palhaços do Planalto mais primitivo e selvagem, e da revista de debates teóricos Brasil Socialista/ Marxista.

Finalmente, em 1976, o MEP surgiu a partir de um grupo carioca da POLOP , denominado Fração Bolchevique. É importante dizer que: A Dilma/Vanda ou Estela, esteve no comando, de quase todas essas organizações criminosas. Isto é fato verossímel. É história recente do Brasil.

Hoje os líderes e bandidos dessas quadrilhas estão quase todos no desgoverno da Dilma, querendo se perpetuar no poder. O PT é oriundo de todos esses grupos criminosos e ainda traz em sí o DNA da guerrilha, da corrupção, do crime organizado e muitos outros......ACORDA BRASIL. SALVAR O PAÍS É DEVER DE TODAS AS PESSOAS DE BEM DA NAÇÃO BRASILEIRA. ACORDA Forças Armadas. SE LIGA BRASIL.




Governo tem 10 dias para explicar ao STF programa "Mais Médicos", que condena jovens a trabalho análogo à escravidão.

 
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, deu um prazo de dez dias para que a presidente Dilma Rousseff preste informações sobre o programa Mais Médicos, criado por meio de medida provisória com o objetivo de resolver o problema de carência de profissionais da saúde no interior do País. O assunto ainda deverá ser discutido no Congresso.
 
As informações da presidente deverão servir de base para o julgamento de uma ação protocolada na terça feira no STF pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ). Nela o parlamentar questiona partes da MP e levanta uma série de supostas irregularidades.
 
Bolsonaro critica, por exemplo, a possibilidade de não exigência da revalidação do diploma para que um estrangeiro exerça a Medicina no Brasil. Ele contestou o fato de o projeto ter tratado apenas do trabalho dos médicos, desconsiderando que o atendimento a pacientes envolve profissionais de outras áreas. Além disso, o parlamentar afirmou que um programa complexo como esse deveria ter sido amplamente debatido com os profissionais da área antes de ser apresentado.
 
Curso de Medicina. O parlamentar contestou ainda outro ponto polêmico do plano lançado há dez dias pela presidente: a alteração para 8 anos do curso de Medicina, incluindo 2 anos de serviço obrigatório no Sistema Único de Saúde (SUS). As novas regras para a formação de médicos começarão a vigorar em 2015. De acordo com ele, havia tempo para que o Congresso discutisse um projeto de lei sobre o assunto e, portanto, não era necessária a edição de uma medida provisória pela presidente.
 
Na ação, Bolsonaro pede também que seja concedida uma li minar para suspender os efeitos da medida provisória de Dilma. O pedido deverá ser analisado pelo ministro Marco Aurélio Mello, que foi sorteado como relator. Como o Supremo está em recesso, um despacho sobre o assunto só deve sair em agosto.(Estadão)

POSTADO PELO LOBO DO MAR

POR QUE A CRIMINALIDADE CRESCE? ESTRATEGIA REVOLUCIONÁRIA PRESSÃO DE CIM...

Reforma Política no Brasil

POR CARDOSO LIRA



Por José Batista Pinheiro


É uma quimera, um sonho e uma vã esperança. Se as reformas politicas,
propalados por figurões do atual governo, forem executadas pelos
atuais parlamentares podem esperar aumento nas mordomias, nos efetivos
das casas parlamentares, das nomeações de parentes e apaniguados,
aumento das emendas (verbas para os seus currais eleitoreiros) e
outras mordomias entranhadas nas mentes distorcidas desses senhores.

Todo o mundo sabe que o poder legislativo existe para elaborar as leis
necessárias ao bom desempenho do executivo em prol do bem estar do
povo que é o verdadeiro dono de todos os poderes. Mas ninguém pensa
assim. Quando eleitos, os mandatários dos cargos proporcionais e
majoritários acreditam que foram ungidos para chamar para si mesmos as
benesses e as mordomias dos cargos. Para eles o povo não existe, é
pura invenção imaginativa de algum pensador que não pensava.

Portanto, o relato que tramita nas redes sociais com uma excelente
coleção de boas medidas governativas, essenciais ao interesse geral da
população é mera figura de retórica. Na verdade, não vivenciamos uma
democracia e, sim, um emaranhado de ditadura do proletariado com um
procedimento eleitoral viciado aceito e acatado por todos nós. Somos
quase todos coniventes. Quem não reage, concorda.

José Batista Pinheiro é Coronel Reformado do EB.

POSTADO PELO LOBO DO MAR

Andre Rieu - Alte Kameraden 2009

No cobertor curto da crise econômica, começa a aparecer a bunda do PT.


No cobertor curto da crise econômica, começa a aparecer a bunda do PT.

Diante da dificuldade em encontrar espaço para um corte no Orçamento que garanta o cumprimento de um superávit primário (economia para o pagamento de juros da dívida pública) de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos) em 2013, o governo começou a avaliar mais fortemente a possibilidade de abandonar esse número. Segundo técnicos da área econômica, embora o ministro da Fazenda, Guido Mantega, tenha se comprometido oficialmente com esse resultado, ele pode acabar não sendo alcançado.
Pelos cálculos do governo, para se chegar aos 2,3% do PIB hoje, o corte teria que ficar entre R$ 10 bilhões e R$ 14 bilhões. O problema é que a presidente Dilma Rousseff quer preservar investimentos e gastos sociais e há pouco a se ajustar na área de custeio.Também daria para cortar emendas parlamentares, que somam R$ 7 bilhões, mas isso pode causar insatisfação no Congresso. Somado a tudo isso está o fato de que os cortes ainda teriam um efeito ruim sobre o crescimento da economia, que deve fechar o ano em 2,5% na melhor das hipóteses.
Assim, o compromisso fiscal de Mantega só poderia ser alcançado com manobras que Dilma quer evitar a qualquer custo para não comprometer ainda mais a credibilidade da política econômica. Para conseguir fechar as contas de 2012, por exemplo, o governo fez uma série de operações pouco usuais, como sacar R$ 12,5 bilhões do Fundo Soberano e mesmo assim não cumpriu a meta cheia, de 3,1% do PIB. O superávit primário ficou em 2,38%.
Por isso, os ministérios do Planejamento e da Casa Civil começaram a defender que seria melhor para o governo cortar pouco (até R$ 5 bilhões) ou mesmo nada agora para tentar salvar o crescimento e reconhecer que fará um superávit primário ainda menor que os 2,3% prometidos, abatendo mais investimentos e desonerações da meta oficial de 3,1% do PIB. Os 2,3% significam um abatimento de R$ 45,2 bilhões da meta, mas a margem total prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) é de R$ 65,2 bilhões. Se ela for integralmente utilizada, o superávit do ano cairia para 1,8%.
Segundo os defensores do superávit primário menor, o próprio mercado já trabalha com um superávit inferior a 2% e, por isso, admitir que o número será menor este ano não seria um grande problema. Do outro lado da briga, no entanto, está Mantega, que se comprometeu pessoalmente com os 2,3%, chegando a dizer que esse resultado seria obtido “a qualquer custo”. Para ele, mudar novamente a sinalização poderia ser mais um ruído na comunicação com o mercado.
Os ajustes no Orçamento precisam ser anunciados até segunda-feira, data limite para que seja publicado o decreto bimestral com a reestimativa de receitas e despesas da União. Nele, o governo vai rever para baixo a taxa de crescimento do PIB. Ela está hoje em 3,5%, mas passará para 3%. ( O Globo)

Postado pelo Lobo do Mar

quinta-feira, 18 de julho de 2013

MAIS DE MIL FRASES DE EFEITO: A POSTAGEM DESTAQUE 3

MAIS DE MIL FRASES DE EFEITO: A POSTAGEM DESTAQUE 3: CLIQUE AQUI e veja a postagem DESTAQUE desta semana: A FORÇA DA VIDA   . Toda semana, Aqui, no blog MAIS DE MIL FRASES DE EFEITO, u...

PMDB põe Dilma na parede e quer cortar 14 ministérios. Já!


O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), recomendou ontem à presidente Dilma Rousseff que comece a preparar já uma reforma ministerial e reduza de 39 para 25 o número de pastas.Em entrevista à Folha e ao UOL, o deputado sugeriu que Dilma converse mais com os congressistas, retomando as reuniões do conselho de líderes partidários criado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Há quanto tempo não se reúne o conselho político? Eu não me lembro."
Henrique Alves acha que a reforma deve ser definida no início de agosto, quando deputados e senadores voltarão ao trabalho após o recesso de julho. A nomeação dos novos ministros seria em setembro.Quantas deveriam ser as pastas? "Com a vontade de enxugar a máquina, de fazê-la mais objetiva, em torno de 25 ministérios seria do tamanho do Brasil." Ou seja, um corte de 14 dos 39 existentes.
Há duas lógicas por trás da formulação proposta por Henrique Alves. Uma é política. Dilma até agora apenas repassou ao Congresso demandas que ela diz ter interpretado a partir dos protestos de rua ocorridos em junho.Agora, ao recomendar uma reforma ministerial, o PMDB repassa a bola para o Palácio do Planalto. "Há um consenso hoje na questão do número exagerado de ministérios", diz o presidente da Câmara.Alves afirma que "os partidos da base deveriam dar essa colaboração, delegando à presidente Dilma ampla liberdade de recompor o ministério" e "reduzir sem nenhuma nova imposição partidária".
E o PMDB? "Estamos dispostos a oferecer porque queremos encontrar uma saída", diz Alves. "Queremos um Brasil mais ágil. Que a presidente dê respostas novas. As movimentações [de rua] cessaram um pouco, mas está latente ainda a insatisfação."O PMDB, principal parceiro dos petistas na coalizão governista, controla cinco ministérios hoje: Agricultura, Minas e Energia, Previdência Social, Turismo e a Secretaria da Aviação Civil, que tem status formal de ministério. Se Dilma cortasse parte de seus ministérios, "daria uma resposta ao que o país quer: redução de quadros, mudança, portanto, de ordenamento político-administrativo".
Há também uma lógica menos política e mais operacional na proposta do PMDB. "Vem aí a desincompatibilização dos ministérios no próximo ano. Aqueles que são candidatos --me parece que de 12 a 15 ministros-- poderão sair", diz Henrique Alves. Os ministros que pretendem concorrer nas eleições de outubro de 2014 terão que deixar suas funções seis meses antes, como determina a lei.Eis o raciocínio: "Poderia ser antecipada essa desincompatibilização. Ministros deixariam o cargo em março. Quando os novos assumem, encontram o orçamento e as prioridades definidas pelo ex-ministro. Vai apenas cumprir tabela. Não consegue inovar, oxigenar, trazer ideia nova".
O presidente da Câmara diz expressar essas opiniões porque são majoritárias no PMDB e têm a concordância também do vice-presidente da República, Michel Temer, principal líder da sigla.Para Henrique Alves, "está faltando boa política" no governo. O deputado faz uma advertência: "Não há uma boa gestão sem uma boa política." Dilma vai recuperar a popularidade até o final deste ano, mas só se remanejar seu ministério já, cortando pastas, afirma o peemedebista. (Folha de São Paulo)


Dilma promete: 95% da seca do Ceará será resolvida...até 2040. É isso mesmo, você não está louco.

 
A presidente Dilma Rousseff afirmou que o Cinturão das Águas (CAC) vai atender 95% da demanda de água no Ceará até 2040. Durante a inauguração das estações do Metrofor, no Centro de Fortaleza, a presidente assinou a ordem de serviço de quatro lotes do Cinturão das Águas. O evento aconteceu na manhã desta quinta-feira, 18.

A presidente foi enfática em destacar a importância de se garantir a segurança do abastecimento de água para a população, o que, ressalta ela, depende da vontade política. “O início dessa obra faz parte de um conjunto de investimento que a gente vem fazendo em parceira com o Governo do Estado do Ceará”, destacou Dilma. “Aqui (no Ceará) há uma grande capacidade de planejamento que tem por objetivo envolver todo o Ceará e dar segurança hídrica aos moradores”, disse a presidente.

"As águas de fato vão rolar. Aqui no Ceará e em todo o Nordeste", disse Dilma, que garantiu que o CAC vai mudar a qualidade do abastecimento de água no Estado. “Mesmo na maior seca, se tivermos segurança hídrica, nós podemos plantar”, destacou. ( O Povo)

Postado pelo Lobo do Mar