terça-feira, 17 de setembro de 2013

1.000.000 em Brasília - Vídeo censurado pelo facebook nessa manhã

Revelação sobre negócio com apartamento de luxo é motivo da raiva de Dilma com espionagem dos EUA

POR CARDOSO LIRA




O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) afirmou ontem que o que houve no caso do mensalão foi um esquema de caixa dois de campanha eleitoral, e não corrupção com desvio de dinheiro público.Essa é a tese que vem sendo defendida pelo PT e foi usada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para o partido, o escândalo do mensalão se resumiu ao caixa dois eleitoral, com movimentação de recursos não declarados à Justiça.

Ao condenar 25 réus, entre os quais ex-integrantes da cúpula do PT, o STF (Supremo Tribunal Federal) entendeu que eles participaram de um esquema de desvio de recursos públicos para a compra de apoio legislativo no maior escândalo do governo Lula.

O ministro disse ainda que o Palácio do Planalto aguarda "numa posição de expectativa" o desfecho do julgamento dos recursos no processo do mensalão pelo STF.Amanhã, o ministro do STF Celso de Mello irá dar o voto de desempate que definirá se a corte aceita analisar os recursos chamados de embargos infringentes. Se eles forem aceitos e deferidos, os recursos podem resultar em penas mais brandas para 12 dos 25 réus já condenados, entre eles os ex-dirigentes do partido envolvidos no caso.

"A gente tem acompanhado esse processo, mas a gente prefere não fazer nenhuma opinião, não cabe neste momento. Vamos esperar os resultados e seguir a vida. Nossa concentração é muito no nosso trabalho aqui", afirmou Carvalho.(Folha de São Paulo)

 
Por Jorge Serrão – 

Exclusivo - Um e-mail criptografado, interceptado via espionagem e traduzido, relatando uma proposta de aquisição de um apartamento, no valor de R$ 4,5 milhões, em Porto Alegre, operação que seria feita entre seu ex-marido e um corretor com sobrenome turco. Eis a causa maior da ira da Presidenta Dilma Rousseff com a Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos da América. Assim, uma venda fracassada de imóvel produz uma crise diplomática inútil que pode ter consequências péssimas para o Brasil.

Mesmo cheia de bronca pessoal, Dilma foi aconselhada a dar um basta ao episódio da espionagem norte-americana contra ela e seu governo. Dilma recebeu ontem até um telefonema de 20 minutos de duração do Presidente Barack Obama, para evitar que cancele a viagem a Washington, marcada para o dia 23 de outubro, ainda mais depois da nova tragédia de terrorismo pessoal cometida por Aaron Alexis, de 34 anos, que matou 12 pessoas em uma base da Marinha.

Caso insista no clima diplomaticamente belicoso contra os EUA, Dilma será tão ou mais louca que o atirador-assassino norte-americano. Só não se sabe ainda se Obama conseguiu convencer a Presidenta do Brasil a desistir de abordar o tema espionagem, na abertura da Assembleia-Geral da ONU, em Nova York. Na versão de propaganda petista, a corajosa Dilma teria insistido com Obama que falará do delicado tema.

Dois medos dos petralhas foram dissipados ontem pelos serviços de inteligência brasileiros. A primeira lenda desfeita foi sobre a espionagem na Petrobras. A versão de que tal fato ocorreu foi classificada como fantasiosa e inútil. O motivo é bem simples. As empresas transnacionais que prestam serviços estratégicos à estatal de economia mista, sem necessidade de qualquer espionismo empresarial, sabem absolutamente tudo sobre a empresa, seus negócios e seus dirigentes...

A segunda revelação deve ter deixado o Presidentro Luiz Inácio Lula da Silva muito magoado e gravemente ferido em sua vaidade de “grande líder”. A análise de inteligência sobre os efeitos da espionagem norte-americana confirmou que os EUA sabem absolutamente tudo sobre Lula, seus negócios e parceiros. O pequeno grande detalhe é que Lula é hoje classificado pelos norte-americanos como “uma figura sem importância no cenário tático de poder”, ao contrário de Dilma, que tem a caneta do Diário Oficial até dezembro de 2014.

A mesma análise de inteligência sobre o episódio da espionagem deixou outra figura importante do governo muito chateada. O vice-Presidente Michel Temer, na avaliação dos norte-americanos, é classificado como “um político que não merece a confiança dos EUA, no fechamento e cumprimento de acordos e negócios”. Temer também não é considerado “um substituto confiável para Dilma, em caso de necessidade”. O maçom Temer, que tem ligações estreitas com a Grande Loja Unida da Inglaterra, deve ter ficado muito PT da vida com a análise feita pela espionagem da NSA.  

A petralhada pretende continuar com a campanha do rato que ruge contra os EUA. Prova disso foi a declaração belicosa de ontem do melhor amigo de Lula e ligação direta entre o Presidentro e a Presidenta. O ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, reafirmou que o Brasil agirá nesse caso da espionagem “com a maior seriedade, não abrindo mão, de maneira alguma, da nossa soberania, mas sem fazer bravata”.

Pelo que falou o cardeal petista Gilbertinho, fica cada vez mais difícil acreditar na sinceridade dos integrantes do Governo Dilma e do partido que lhes dá sustentação.

E, assim, tudo continua como sempre em Bruzundanga - País das jabuticabas e berço da mentalidade marmota...  

Medinho Supremo



O Alerta Total já antecipou que o ministro Celso de Mello tem tudo para rasgar o longo e bem fundamentado voto que já preparou, recusando os embargos infringentes como recurso salvador para 14 dos 25 condenados no Mensalão.

Ontem, correu o boato de que a ministra Rosa Maria Weber, antes de Mello anunciar o voto de minerva, pode torná-lo inútil.

Para terror da petralhada, Rosa pode mudar seu voto e recusar os embargos infringentes.

A pressão popular, em uma estrondosa onda de protestos programada para esta quarta-feira, tem tudo para forçar o julgamento do Mensalão a terminar logo...

Chegando ao fim?



Gilberto Carvalho, que também tem explicações a dar, sai em defesa do ministro do TrabalhoPor Cardoso Lira

Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência e segundo homem mais poderoso no PT (só perde para Lula), é capaz de coisas incríveis. Queridinho de setores influentes do jornalismo — ele adora uma conversa ao pé do ouvido —, costuma falar de maneira calma, suave, pausada… Quem não conhece seria capaz de confundi-lo com um coroinha. Então tá. Estourou um escândalo no Ministério do Trabalho que pode chegar a R$ 400 milhões. A influência de uma rede criminosa na pasta é impressionante. E o que faz Carvalho? A investigação está em curso, as coisas estão sendo ainda apuradas, mas ele já decidiu dar seu veredito. O chato é que ao menos um dos fios da trama ai dar lá na pasta de Carvalho.  Leiam trecho de reportagem de Tai Nailon, da Folha
*
O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) minimizou nesta segunda-feira (16) o envolvimento do ministro Manoel Dias (Trabalho) com acusações de fraude em licitação e desvio de recursos públicos centrados em contratos do Ministério do Trabalho com a ONG Instituto Mundial de Desenvolvimento e Cidadania (IMDC). As denúncias causaram a demissão do secretário-executivo da pasta, Paulo Roberto Pinto, suspeito de ligação com o esquema. No total, os contratos ativos do ministério somam R$ 836,7 milhões, segundo a pasta. Destes, R$ 658,3 milhões foram firmados com entes da federação e R$ 178,4 milhões diretamente com ONGs e universidades.
Carvalho disse: “Sinceramente, quem conhece o Manoel Dias sabe da seriedade dele, sabe da história dele”. “Eu sinceramente não posso acreditar que haja qualquer problema com o ministro. Boa parte dos convênios que estão no Ministério do Trabalho inclusive não são da época dele. Ele tem sido uma pessoa que tomou as providências necessárias, que foi a suspensão dos convênios para análise”, completou o ministro. O Palácio do Planalto avalia, por ora, que as ações tomadas pela pasta do Trabalho foram suficientes para minimizar a situação, mas não nega que a situação de Dias é frágil.

POSTADO PELO LOBO DO MAR


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Fisica Quântica

Mais Médicos vira show de desorganização.

São 682 os médicos formados no exterior que participam desde o dia 26 de agosto de módulo de avaliação do programa
Batalhas judiciais nos estados e a exigência de documentos adicionais pelos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) devem atrasar ainda mais a entrada dos estrangeiros no programa Mais Médicos, já adiado para o dia 23. Há casos de conselhos, como os do Espírito Santo e do Amazonas, que se recusam a fornecer o registro provisório enquanto não houver decisão da Justiça. Para completar, o Ministério da Saúde não entregou a documentação de parte dos profissionais. Como os órgãos têm 15 dias para emitir a licença de trabalho, os médicos já não conseguiriam começar a atender no prazo previsto.
 
Em 14 estados pesquisados pelo GLOBO, ainda não há ninguém com o registro em mãos. A Medida Provisória 621, que criou o programa, exige dos profissionais estrangeiros ou brasileiros formados no exterior três documentos para a retirada do registro: diploma, habilitação para o exercício da medicina do país de origem e atestado de domínio da língua portuguesa. Eles estão dispensados do exame de revalidação do diploma, o Revalida.
 
Apesar disso, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os conselhos regionais entendem que é fundamental a apresentação do nome do tutor e supervisor responsáveis por cada médico, além de cidade e unidade de saúde onde vão atuar. Por isso não estão concedendo os registros. Até a última quarta-feira, 457 solicitações de registros foram encaminhadas aos conselhos. Mas os médicos selecionados somam 682.
 
De acordo com o CFM, caso o Ministério da Saúde não entregue os documentos exigidos pelos conselhos, haverá uma “briga desnecessária”: — Se o ministério negar, vamos ao Judiciário mais uma vez, que é um dever nosso; estamos protegendo a população. Queremos saber o local e os corresponsáveis. Não posso fiscalizar alguém que não sei onde trabalha. Se eles nos entregarem isso, está resolvido. Se não, será uma briga desnecessária. Se atrasar, é por incompetência desse governo, porque nunca houve pressa. O governo deixou o serviço público virar um caos, então ele que faça as coisas de maneira competente. Não temos nenhuma pressa — disse Roberto Luiz d’Avila, presidente do CFM.
 
O governo enfrenta 66 ações relativas ao Mais Médicos. Ao todo, 28 tratam sobre a concessão do registro provisório, sendo que elas foram interpostas por CRMs de 24 estados (as exceções foram Maranhão e Roraima) e pelo Distrito Federal. A Advocacia-Geral da União (AGU) obteve vitória em 14 estados: Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio, Santa Catarina, Paraná, Minas, Paraíba, Sergipe, Bahia, Pará, Ceará, Mato Grosso, São Paulo, Goiás, além do Distrito Federal. Falta vencer em outros dez.
 
Espírito Santo e Amazonas, cujas ações estão pendentes, não darão registros enquanto não sair a decisão judicial. No Amazonas, o órgão tem recebido a documentação, mas não vai conceder a licença até que se resolva o imbróglio. Já o conselho capixaba se negou a protocolar o pedido dos dois estrangeiros que atuarão no estado. O presidente do CRM-ES, Aluizio Faria de Souza, questiona a constitucionalidade da MP, que não exige o Revalida:
 
— Meu entendimento é que ela é uma medida demagógica e eleitoreira, porque fere a Constituição em vários aspectos. O gestor público não é obrigado a cumprir leis que tenham vícios. Enquanto não houver manifestação da Justiça, não serão registrados médicos sem Revalida.
 
Fora as pendências judiciais e as exigências dos conselhos, há ainda problemas com a documentação já entregue. No Rio Grande do Norte, Rio e São Paulo, as entidades médicas reclamam de ter recebido apenas cópias, e não os diplomas originais. O conselho paulista afirmou que vários documentos apresentavam problemas, como diplomas sem a tradução adequada.
 
O procurador regional da União da 3ª Região, Tércio Issani Tokano, admite que é possível que seis médicos não comecem a trabalhar em São Paulo no dia 23, já que há documentos que sequer chegaram ao conselho regional. Anteontem, Tokano se reuniu com o CRM para esclarecer supostos problemas com a documentação:— A Medida Provisória do Mais Médicos dispensa a necessidade dos conselhos obterem o diploma original dos médicos e a tradução juramentada. Podem ser tradução e cópia simples.(O Globo)

As Mentiras Contadas Sobre os Embargos Infringentes

José Dirceu, um morto-vivo para Dilma.

O ex-presidente Lula observa o ex-ministro José Dirceu no velório do ex-ministro Luiz Gushiken Foto: Thiago Herdy / Agência O Globo
Dilma Rousseff viajou de Brasília a São Paulo para se despedir de Gushiken. Quando chegou no cemitério, se deparou com o batalhão de jornalistas reunidos por sua assessoria em um “cercadinho”, na entrada do cemitério. Não quis dar entrevista. No corredor de acesso à capela, avistou Dirceu a cerca de cem metros, dando um abraço em um amigo. A presidente apertou o passo, mas Dirceu percebeu sua passagem e acenou, ao seu lado. O ex-ministro ganhou de volta um breve sinal da presidente, que seguiu em direção à capela, cumprimentando os rostos amigos de militantes que avistava.
 
O caixão deixou a capela em direção ao jazigo, a segurança da Presidência começou a se movimentar para que pudessem deixar o cemitério. Dilma caminhou em direção à saída, abraçou mais militantes e posou para fotos. No meio do caminho tinha José Dirceu. A presidente passou direto sem cumprimentá-lo. O petista não esboçou incômodo com a situação. Quem o fez foi Breno Altman, que arregalou os olhos, balançou a cabeça e mirou Dirceu, que apenas olhou de volta pra ele.
 
Ao contrário de Dilma, Lula abraçou o chefe da quadrilha do mensalão na chegada e na saída. Com direito a dois minutos de prosa ao pé do ouvido. Bons companheiros. (Informações de O Globo)


Pequenas, mas oportunas, reflexões - 2


Por Luiz Sérgio Silveira Costa

Fundador do PT, Gushiken morreu no Sírio e Libanês, preferido de dez entre dez petistas, que é pago, não se sabe, com o dinheiro de quem. Por que não no SUS, do qual Lula disse estar à beira da perfeição? Onde está a ”sociedade sem classes” que essa gente petista tanto apregoa, mas não a pratica? Na verdade, Gushiken agora é que vai encontrá-la, pois, como diz o provérbio italiano, “quando o jogo acaba, o rei e o peão voltam para a mesma caixa”...

 Escrito em negrito, em respeito ao doloroso sofrimento, seu e dos familiares.

Manchetes de jornal:

a) “Mantega diz que país pode crescer com novas privatizações”. Ué!!! O PT não foi sempre contra as privatizações? Como ficam seus ideólogos? Top top!
b) “Gushiken morre no Sirio e Libanês”. Por que lá? O Lula não disse que o SUS estava à beira da perfeição?

A verdade é que o PT está sempre reafirmando que é um partido de cínicos e aproveitadores, cujas opiniões mudam ao sabor dos interesses marqueteiros. Lançou o programaMais Médicos para, no ano que vem, acusar seus adversários de campanha de que vão acabar com o programa, que são contra o povo, ......... Mas, não lança o Mais Educação, pois perderia votos de seu cativo eleitorado...

As nossas preces e súplicas

Ô ministro Celso de Mello:

Delete os embargos infringentes. Escutai as nossas preces! Atendei às nossas súplicas!

Já que a linguagem do STF é rebuscada, “Ministro, seja exorável!!!.



Luiz Sérgio Silveira Costa é Almirante, Reformado.

COMENTO

Discordo apenas do respeito ao petista, petista não é ser humano é "PETISTA" E ESTE PRINCIPALMENTE QUE FOI PARA O OUTRO LADO, FOI UM DOS FUNDADORES DESTA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA, QUE HOJE SE ENCONTRA NO PODER DA REPÚBLICA SE LOCUPLETANDO  DO ERÁRIO PÚBLICO!! FICA PELO MENOS O RESPEITO A FAMÍLIA.


POR CARDOSO LIRA

Segundo a PF, Gilberto Carvalho era o "interlocutor" da organização criminosa que desviou R$ 18 milhões do Ministério do Trabalho.

A organização criminosa que desviou R$ 18 milhões de um convênio com o Ministério do Trabalho buscou apoio e incentivo do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, para tentar obter aditamentos e novos repasses de verbas para o Centro de Atendimento ao Trabalhador (Ceat), ONG que teria se transformado no reduto da quadrilha.
 
Relatório da Operação Pronto Emprego, da Polícia Federal, deflagrada dia 3 em São Paulo, revela que o ministro era tratado pela quadrilha como seu "interlocutor" na pasta do Trabalho. Interceptações telefônicas mostram que, em maio, o grupo estava preocupado com perda de espaço no ministério e com uma divisão na cúpula da pasta. "Gilberto Carvalho irá resolver isso", diz Jorgette Maria Oliveira, presidente da ONG, em ligação gravada.
 
Carvalho recebeu em seu gabinete muitas vezes padre Lício de Araújo Vale, a quem a PF atribui papel destacado na quadrilha, "articulador dos constantes aditamentos irregulares junto ao Ministério do Trabalho". Outros dois personagens centrais da trama foram recebidos por Carvalho - Jorgette e o advogado Alessandro Rodrigues Vieira, diretor jurídico da ONG.
 
O relatório da PF - 192 páginas com fotos, organogramas e planilhas da evolução patrimonial dos investigados - descreve os movimentos da organização e o assédio sobre o ministro. "É bastante comum a dupla (Vieira e Padre Lício) ir a Brasília para tratar da renovação junto a funcionários de alto escalão do Ministério do Trabalho e da Secretaria-Geral da Presidência da República", diz o documento, à página 82. A ONG foi criada pela Arquidiocese de São Paulo, em 2002. Depois, desvinculou-se da Cúria e virou Organização da Sociedade Civil de Interesse Público para capacitação de trabalhadores. Em 2008, firmou convênio com o Ministério do Trabalho.
 
O escoadouro do dinheiro público, diz a PF, se deu por meio de aditamentos. Nessa fase a organização pediu colaboração de Carvalho e corrompeu assessores do Trabalho - Gleide Santos Costa, da Secretaria de Políticas Públicas do ministério, foi preso em flagrante com R$ 30 mil que recebera de Jorgette.
 
Grampo de 20 de maio, 11h43, pegou Jorgette e Gleide. Ela diz que irá a uma reunião no gabinete de Carvalho. Às 12h42, Jorgette conversa com Alessandro Vieira. Ele conta que se encontrou com o secretário executivo do Trabalho, Paulo Roberto dos Santos - que caiu na Operação Esopo -, e que este pediu a Gleide que providenciasse a renovação do convênio. Vieira diz que "seria melhor ganhar a simpatia do ministro Manoel Dias (Trabalho) por intermédio de Gilberto Carvalho".
 
Vieira diz que Paulo Roberto seria "o 'gatilho' do ex-ministro Carlos Lupi dentro do Ministério do Trabalho". A PF diz que padre Lício é "sacerdote e empresário, sócio do Centro Brasil do Trabalho, que não existe de fato, e recebeu R$ 1,26 milhão do Ceat, recursos desviados por meio de prestação de serviços fictícios".
 
À página 62, o relatório mostra que Jorgette foi informada de fiscalização do TCU na ONG e ficou tensa. "A minha grande questão é: eles vão só na gente ou vão nos clientes também, nos terceirizados?" É citado Rodolfo Torelly, diretor do Departamento de Emprego e Salário do Trabalho. Ele alerta Jorgette "sobre resistências dentro do ministério, entre o grupo de Paulo Roberto e o grupo do Manoel Dias". Ressalta a "importância de se aproximar de Manoel Dias". Ela se diz confiante. "Gilberto Carvalho irá resolver isso."
 
No dia 4 de junho, às 15h25, Jorgette comenta com o padre que Manoel Dias "não está se aproximando" do Ceat porque seriam ligados a Lupi. "Está na hora do Gilberto Carvalho falar com o Manoel Dias e informar que o Ceat é do governo", diz a presidente da ONG. Ela orienta o religioso a falar com Carvalho e pedir que os ajudem porque "existe uma divisão no ministério e, de alguma forma equivocada, os associaram ao Lupi". Jorgette recomenda ao padre que diga a Carvalho que "não são ligados a ninguém, a não ser ao próprio governo, ao ministro e ao ex-presidente Lula".
 
Dia 5, às 11h11, da antessala de Carvalho, Lício telefona para Jorgette e diz que, enquanto aguardava ser atendido, encontrou-se com Manoel Dias e o convidou para visitar a entidade. O padre afirma que "o interlocutor do Ceat é Gilberto Carvalho". Depois, comenta que pediu a Carvalho para "dar um toque no Manoel Dias, pois ele acha que o Ceat é ligado ao Lupi". (Estadão)

COMENTO

GILBERTO CARVALHO, faz parte da célula mais radical e criminosa desta organização de bandidos, este déspota que quase foi padre, é mesma linha do Monsenhor Escarele, que roubou milhões de euros do banco do Vaticano, é um déspota da pior espécie de bandido que temos na República; detalhe o amaldiçoado ainda é cínico, covarde, corrupto e assassino, ele está envolvido nos assassinatos do ex prefeito de Santo André, Celso Daniel  e Toninho do PT, junto com o Zé Dirceu  faz parte da Célula mais radical desta organização nociva e criminosa que se encontra no poder da República.   

POSTADO PELO LOBO DO MAR

domingo, 15 de setembro de 2013

Aconteceu na Islândia - Dublado em português

A Decisão do STF


Por Luiz Sérgio Silveira Costa

Nos dias de hoje, regimes totalitários dispensam canhões para assumir o poder. Basta o candidato a déspota cooptar o Congresso, com cargos e benesses e  fechar os olhos para malfeitos, que logo terá apoio para que leis sejam promulgadas para satisfazer os seus intentos totalitários.

Logo depois, outras leis ajudarão a domar o Judiciário, aposentando ministros não confiáveis e nomeando correligionários ou simpáticos à causa. Foi assim na Venezuela, e não parou por aí, pois há aprendizes em outros países latino-americanos.

No Brasil, no que tange ao Legislativo, o partido no governo exagerou na dose, criando um mensalão, que dispensava os políticos de arquitetarem roubos, pois o dinheiro lhes era distribuído na boca do caixa.

Apesar do escândalo e reação que se conhece, o  Congresso permaneceu dominado, pela coalizão de partidos que apoiam o governo, que distribui cargos a quem não tem competência, ou idoneidade, desde que ofereça vantagens e vote de acordo com os desígnios do comando do partido no poder.

O exemplo recente foi o do Ministério do Trabalho, cujo ministro, que não viu a lama a seus pés, foi poupado, pois seu partido é do time, e oferece uma moeda de troca, o tempo na TV, para as próximas eleições.

No Judiciário, o ex-presidente da República, que nunca teve escrúpulos, indicou um amigo da família, de sua cidade, para o STF. E mais: indicou, ainda, um advogado, desprovido de notório saber jurídico – como reza o art 101 da Constituição, essa mesma que os ministros do STF tanto se apegam -, tendo sido duas vezes reprovado no concurso para juiz,  e que - pasmem - tinha sido advogado do partido, para o cargo de ministro do STF, um escárnio, só aceito porque o Senado, dominado, estava ali para chancelar, e os outros ministros do Tribunal, omissos e cagarolas,  não tiveram a coragem de se rebelar e rejeitar o estranho no ninho, ainda mais com as penas avermelhadas!


 Agora, nova encruzilhada se apresenta, com os embargos infringentes de alguns mensaleiros e do chefe deles. É hora de os ministros reconhecerem, apesar da arrogante peroração do “novato”-  que, se levada ao infinito, significa que o país pode arder em chamas e o telhado do tribunal cair em sua cabeça que ele vota com a Constituição -, que o STF tem, também,  responsabilidades com a nação, além de com a Constituição, leis, códigos e meros regimentos.

Se não for assim, se for só chancelar leis criadas pelo déspota, o país perde a democracia e segue o caminho das trevas, que não desejamos mais repetir. Em outras palavras: o STF tem responsabilidades políticas, sim,  fundamentais  para garantir a sobrevivência da democracia quando ameaçada seja por um partido, um candidato a ditador ou uma convulsão social!

Por isso, especialmente no caso em questão, quando há argumentos fortes para as duas correntes, mais fácil, e sem traumas, será seguir a que a nação e os homens de bem demandam, o que não causará comoção, essa, sim, que aflorará, junto com a submersão do tribunal, se a decisão for a de acolher os embargos.
Basta de tantos apelos, agravos, embargos e recursos. Os homens de bem deste país não aguentam mais essa dificuldade para punir criminosos no Brasil!




Ministro Celso de Mello: o  astronauta disse que a Terra é azul; não mude a sua cor, especialmente na latitude e longitude desta Pátria Amada, Brasil!

Luiz Sérgio Silveira Costa é Almirante, na reserva.

Por Cardoso Lira

José Dirceu, um morto-vivo para Dilma.

O ex-presidente Lula observa o ex-ministro José Dirceu no velório do ex-ministro Luiz Gushiken Foto: Thiago Herdy / Agência O Globo
Dilma Rousseff viajou de Brasília a São Paulo para se despedir de Gushiken. Quando chegou no cemitério, se deparou com o batalhão de jornalistas reunidos por sua assessoria em um “cercadinho”, na entrada do cemitério. Não quis dar entrevista. No corredor de acesso à capela, avistou Dirceu a cerca de cem metros, dando um abraço em um amigo. A presidente apertou o passo, mas Dirceu percebeu sua passagem e acenou, ao seu lado. O ex-ministro ganhou de volta um breve sinal da presidente, que seguiu em direção à capela, cumprimentando os rostos amigos de militantes que avistava.
 
O caixão deixou a capela em direção ao jazigo, a segurança da Presidência começou a se movimentar para que pudessem deixar o cemitério. Dilma caminhou em direção à saída, abraçou mais militantes e posou para fotos. No meio do caminho tinha José Dirceu. A presidente passou direto sem cumprimentá-lo. O petista não esboçou incômodo com a situação. Quem o fez foi Breno Altman, que arregalou os olhos, balançou a cabeça e mirou Dirceu, que apenas olhou de volta pra ele.
 
Ao contrário de Dilma, Lula abraçou o chefe da quadrilha do mensalão na chegada e na saída. Com direito a dois minutos de prosa ao pé do ouvido. Bons companheiros. (Informações de O Globo)

Postado pelo Lobo do Mar