segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

REFLEXÃO PARA O NATAL

Por Cardoso Lira


Meus nobres e queridos amigos, dentro de poucos dias, em dezembro uma boa parte das nações e dos homens celebrará, o nascimento do Cristo (O natal), e á passagem do ano, e uma vez mais nos perguntamos, e o faremos pela eternidade afora: Qual é o lugar de Deus, num mundo de iniqüidades? Até quando há de permitir tamanha luta entre o Bem e o Mal? O certo e o errado? Até Deus, fechou os olhos diante das vítimas do lulismo no Brasil, do nazismo em Auschwitz, dos soviéticos que pereceram no Gulag da fome, dizimando milhões de pessoas depois da revolução chinesa? E hoje, "Senhor Deus dos Desgraçados" (como O chamou o poeta Castro Alves)? Darfur, a África Subsaariana, o Oriente Médio... Então não vê o triunfo do horror, da morte e da fúria? Por que um Deus inerme, diante das "espectrais procissões de braços estendidos", como escreveu Carlos Drummond de Andrade? Por que o Deus do, olímpico é também dos indivíduos malígnos e "molusquianos"? Olhemos a tristeza dos becos escuros, imundos e sujos do mundo de horror, onde um homem acaba de fechar os olhos pela última vez, levando estampada na retina a imagem dos seus sonhos pequeninos e ainda na sua pequenês humana, mesmo assim, frustrado...Por que governos como: Molusco, FHC e Dilma que cometem tantas atrocidades com o povo brasileiro, principalmente com as FFAA e com os militares, continuam fazendo tanto mal?


Deus, até quando haveremos de honrá-lo com nossa dor, com nossas chagas, com nosso sofrimento? Até quando pessoas miseráveis, anônimas, rejeitadas até pela morte, murcharão aos poucos na sua mísera humana e indelével insignificância, fazendo o inventário de suas grandes solidões, colecionando todas as chagas e tudo o que não têm e o que é pior: nem se revoltam? Se Ele realmente nos criou, por que nos fez essa coisa tão lastimável e abominável como espécie e como espécimes? Se ao menos tirasse de nosso coração os anseios, os desejos, para que aprendêssemos a ser pedra, a ser árvore, a ser bicho entre bichos... Mas nem isso. Somos uns primatas pelados, plenos de fúrias e delicadezas (e estas nos doem mais do que aquelas), a vagar com a cruz nos ombros e a memória em carne viva. Se a nossa alma é imortal, por que lamentamos tanto a morte? Como observou o latino Lucrécio (séc. I a.C.)? Se há um Deus, por que Ele não nos dá tudo aquilo que um mundo sem Deus nos sonega? Indubitávelmente são indagações como essas que tiram nossa fé e nos remete ao primitivismo mais abominável e selvagem.



Meus amigos, não vou tratar aqui do mistério da fé, que poderia, sim, responder a algumas perplexidades da materia. O que quero expressar neste texto é a mensagem do Cristo como uma ética entre pessoas, povos e até religiões. Não quero, com isso, solapar a dimensão mística do Salvador, mas sim dar relevo a sua dimensão com a criatura humana. 



O Cristianismo é o inequívoco fundador do humanismo moderno porque é o criador do homem universal, de quem nada se exigia de prévio para reivindicar a condição de filho de Deus e irmão dos demais homens. É o fundamento religioso do que, no mundo laico, é o princípio da democracia contemporânea. Não por acaso, a chamada "civilização ocidental" é entendida, nos seus valores essenciais, como "democrática" e "cristã". Isso tudo é história e não crença religiosa ou qualquer outra seita.



Falo aqui das iniquidades, porque é com elas que se costuma contrastar a eventual existência de uma ordem divina. O ser supremo que, segundo essa perspectiva, se o Mal subsiste, então não pode haver um Deus vingativo e carrasco, como no velho testamento, que só seria compatível com o Bem perpétuo. Ocorre que isso tiraria dos nossos ombros o peso das escolhas, das responsabilidades e do discernimento, há no entanto a necessidade de uma ética moral. E nesse caso, o homem só seria viável se isolado no Paraíso, imerso numa natureza pura e necessariamente benfazeja e generosa. 



O Cristianismo assim bem como as demais religiões (e também a ciência) existe é no mundo das imperfeições humanas e das materializações, neste planeta de expiação o mundo dos homens pós- queda. Contestar a existência do supremo criador, Deus segundo esses termos corresponde a acenar para uma felicidade perpétua somente possível num tempo místico ou próximo da luz divina.(Fiat Lux). 



E as religiões são histórias encarnadas nas fragilidades das equivocadas almas, humanas. Sócrates já dizia que, "na iminência em que me vejo para provar a existência de Deus, revela-me a sua existência". 



Em Auschwitz, no Gulag ou em Darfur, vê-se, sem dúvida, a dimensão trágica da liberdade: a escolha do Mal. E isso quer dizer, sim, a renúncia a Deus. Mas também se assiste à dramática renúncia ao homem. Esperavam talvez que se dissesse aqui que o Mal Absoluto decorre da deposição da Cruz em favor de alguma outra crença ou convicção.

A piedade cristã certamente se ausentou de todos esses palcos da barbárie cometida por tiranos. Mas, com ela, entrou em falência a Razão, salvadora e redentora da humanidade. Todavia a misericordia de Deus um dia vai nos tirar da roda das reencarnações, passaremos para à luz e todo sofrimento será extinto e a tão sonhada felicidade nos acompanhará pela eternidade afora.



Pois fé e Razão são categorias totalmente opostas, mas nasceram ao mesmo tempo e de um mesmo esforço: entender o mundo e os mistérios de Deus, que não são explicados nem pelas escolas de mistérios, que surgem a cada 700 anos com um "Hierofante" e assim estabelecendo uma hierarquia de valores que possa ser por todos interiorizada. 



As cenas bárbaras das mulheres de Darfur fugindo com suas crianças, empurradas pela barbárie, remetem, é inevitável, à fuga de Maria e do Menino Jesus para o Egito, retratada por Caravaggio (1571-1610) o carpinteiro José segura a partitura para o anjo. As representações dessa passagem, pouco importam o pintor ou a escola, nunca são tristes (estas vem até com músicas), ainda que se conheça o desfecho da história. É o cuidado materno, símbolo praticamente universal do amor de salvação, sobrepondo-se à violência irracional dos homens maus que o persegue, tornando-se assim seres selvagens, monstruosos e primitivos.



, e ao mesmo tempo contemporâneos tornados ideologias...idiotas.... São movimentos abomináveis, cada um praticando o horror a seu próprio modo, que destruíram e que destroem, sem dúvida, a autoridade divina. Mas nenhum deles triunfou sem a destruição, também, da autoridade humana, subvertendo os valores da Razão (afinal, acreditamos que ela busca o Bem) e, para os cristãos, a santidade da vida. Todas as errupções revolucionárias destruíram os valores que as animaram, como Saturno engolindo os próprios filhos. O progresso está com os que conservam o mundo, reformando-o a seu modo e ao seu bel prazer, como os petralhas.


DITADORES SANGUINÁRIOS SÃO: Mentes doentias, conflitivas é almas totalmente equivocadas, O LULISMO foi ainda muito pior do que o NAZISMO, no seu patamar mais abominável, selvagem e destruidor e corrupto. Seu idealizador o molusco um monstro de barbas com nove tentáculos, é sim a besta do apocalipse de João, não é uma criatura humana. É o Lúcifer encarnadado, que veio a terra para MATAR, ROUBAR E DESTRUIR TUDO E TODOS. 



Pedem-me que prove que um mundo com Deus é melhor do que um mundo sem Deus? Se nos pedissem, observou Chesterton (1874-1936), pensador católico inglês, para provar que a civilização é melhor do que a selvageria, olharíamos ao redor um tanto desesperados e conseguiríamos, no máximo, ser estupidamente parciais e reducionistas: "Ah, na civilização, há livros, estantes, computador..." Querem ver? "Prove, articulista, que o estado de direito, que segue os ritos processuais, é mais justo do que os tribunais MOLUSQUIANOS." E haveria uma grande chance de a civilização do estado de direito parecer mais ineficiente, mais fraca, do que a barbárie do tribunal "LULISTA". Há casos em que é mais fácil exibir cabeças do que provas. A convicção plena, às vezes, é um tanto desamparada. Pois o petismo mais selvagem consegue entre muitas coisas ruins, até cegar uma boa parte dos brasileiros, pessoas de bem principalmente aqueles com pouca cultura e menos oportunidades.



Amigos, este artigo não trata do mistério da fé, mas da força da esperança, que é o cerne da mensagem cristã, como queria o apóstolo Paulo: "É na esperança que somos salvos". O que ganha quem se esforça para roubá-la do homem, fale em nome da Razão, da Natureza ou de algum outro Ente maiúsculo qualquer? E trato da esperança nos dois sentidos possíveis da palavra: o que tenta despertar os homens para a fraternidade universal, com todas as suas implicações morais, e o que acena para a vida eterna. O ladrão de esperanças não leva nada que lhe seja útil e ainda nos torna mais pobres de anseios e de esperanças no cristianismo menos ortodóxo e paradoxal.



O cristianismo primitivo, já foi acusado de morbidamente triste, avesso à felicidade e ao prazer de viver, e também de ópio das massas, cobrindo a realidade com o véu de uma fantasia conformista, que as impedia de ver a verdade. Ao pregar o perdão, dizem, é filosofia da tibieza; ao reafirmar a autoridade divina, acusam, é autoritário. Pouco afeito à subversão da autoridade humana, apontam seu servilismo; ao acenar com o reino de Deus, sua ambição desmedida. Em meio a tantos paradoxo, subsiste como uma promessa, mas também como disciplina vivida, que não foge à verdadeira luta nunca.



Precisamos do Cristo não porque os homens se esqueceram de ter fé, mas porque, com freqüência, eles abandonam a Razão e cedem ao horror. Sem essa certeza, Darfur – a guerra do forte contra o indefeso, da criança contra o fuzil, do bruto contra a mulher –, do MOLUSCO contra à nação brasileira são tragédias, são escárnios abomináveis que o mundo simplesmente ignora. 

Covoco todos os brasileiros de bem do nosso país para salvar nossa nação com à ajuda de Deus, vamos acabar com 666. (O TERRIVEL BATRÁQÜIO MOLUSCO SANGUINÁRIO E SUA TERRÍVEL CRIATURA). O 666 A BESTA DO APOCALIPSE DE JOÃO.



Meus irmãos de farda, em meio a essa bela, profunda e forte reflexão, desejo para todos os companheiros de luta, que me deram a honra de prestigiar esse textos, um bom dia e um feliz Natal para todas as pessoas de bem do nosso país e que em 2014 pelo menos a metade dos petralhas, volte para o inferno, que é o lugar de onde eles nunca deveriam terem saído.



Postado pelo Lobo do Mar

Para evitar protestos, governo planeja maquiar a Copa para a população.


Preocupados com eventuais protestos durante a Copa de 2014, articuladores do governo começaram a preparar "antídotos" para tentar evitar impacto sobre a campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Dos obstáculos projetados, o chamado "risco Copa" é o que mais tem tirado o sono dos estrategistas. Apesar de preocupações com os rumos da economia, a aposta do Planalto é que a inflação estará sob controle e o nível de desemprego, estável. A tensão maior recai justamente sobre o que o governo não controla: as ruas.
 
No Executivo, a ordem é evitar a "reencarnação das manifestações" deste ano, conforme definiu um auxiliar. Os protestos de junho fizeram com que Dilma perdesse 27 pontos, desabando de 57% de aprovação para 30% em apenas três semanas. Avalia-se que a repetição de um mergulho dessa ordem pode ser fatal na campanha. Após a queda abrupta de junho, Dilma começou, aos poucos, a mostrar recuperação, chegando em dezembro com 41% de aprovação, de acordo com o Datafolha. Mesmo assim, continua distante do seu pico de popularidade: 65% em março deste ano.
 

Na lista de antídotos está uma campanha publicitária federal explicando aos brasileiros o legado da Copa. O governo também avalia exigir melhorias de gestão dos clubes de futebol na hora de conceder renegociações de dívidas. Os clubes queriam o perdão de dívidas previdenciárias e trabalhistas, mas, no máximo, conseguirão um refinanciamento. A ideia é que as condições contratuais, como o tamanho das prestações, dependam do grau de contrapartidas.
 
O governo também deve chamar o Bom Senso Futebol Clube --movimento que pede melhorias nas condições de trabalho dos atletas-- para discutir as dívidas. Para diminuir a resistência aos estádios, um dos deflagradores dos protestos de junho, um comitê governamental trabalha com um calendário de eventos nas arenas da Copa para que a população encare as construções como patrimônio e desfaça a ideia de que não passam de "elefantes brancos" que perderão a função após o mundial.
 
Pesquisas internas mostraram que, quanto mais a população tomou contato com os estádios, menores foram as resistências a eles. Na área de segurança, já está em curso uma ação da Polícia Federal contra alguns dos agitadores das manifestações de junho, o que levará à prisão aqueles que reincidirem em depredações. Por fim, a equipe de Dilma Rousseff fará, a partir de 2014, diagnósticos regionalizados para detectar ameaças em cada Estado.
 
Ontem, o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral da Presidência) disse que o governo planeja enviar representantes às 12 cidades-sede para monitorar demandas de movimentos sociais. "Vamos continuar persistindo teimosamente na atitude de dialogar, seja com quem for (...). Mesmo que os protestos ocorram, que ocorram de maneira civilizada, democrática, sem que se impeça o direito de ir e vir, sem que se impeça a festa popular." (Folha de São Paulo)

POSTADO PELO LOBO DO MAR

domingo, 22 de dezembro de 2013

Divaldo Franco - Mensagem de Natal

Pequenas infrações no Brasil desgovernado

POR CARDOSO LIRA





















Por Jorge Serrão - 

O maior problema imediato do Brasil é a voracidade do sistema financeiro. Os “bancos” (que não funcionam como tais) lucram, cada vez mais, sustentando um sistema capimunista corrupto, perdulário, improdutivo e inflacionário. É inviável um Estado que rouba descaradamente os cidadãos, com impostos absurdos que arrecadam trilhões e juros altíssimos que alimentam dívidas também trilionárias. Tudo isso sem gerar a devida contrapartida em infraestrutura, serviços públicos com qualidade e, acima de tudo, gestão correta da coisa pública.

Três categorias sobrevivem e, aparentemente, prosperam nesse capimunismo governado pelo crime organizado: 1) a classe política; 2) uma oligarquia do empresariado que recebe subsídios do BNDES, vantagens tributárias e remunera os parceiros no poder pela via de sofisticados mensalões; e 3) o Zé povinho que melhorou de vida com as bolsas-esmola que deveriam ser temporárias, mas que viraram um prêmio permanente a quem não precisa, necessariamente, trabalhar para produzir, e que devolve o favor no formato de voto para perpetuar a classe política no poder.

Esse é o sistema do cão danado viciado em correr atrás do próprio rabo. O bicho ensandecido aumenta a velocidade para chegar a ponto algum. E, vagando loucamente pelo círculo vicioso, vai cavando, periodicamente, um buraco para se enterrar junto com o País. Os brasileiros que não fazem parte das três categorias beneficiadas diretamente pelo sistema capimunista tupiniquim ficam no meio do picadeiro do cachorro burro, sustentando-o, gostando ou não do espetáculo de autodestruição nacional.

Daqui a alguns dias, muda o calendário gregoriano. Mas as coisas ficam do mesmo jeito – ou até piores – no Brasil – País desgovernado por infratores de toda a ordem: em geral, mais netosdaputa que ignorantes. A única certeza imediata deles é se perpetuar no poder, se possível acumulando cada vez mais dinheiro. O resto obedece à imprevisibilidade dos acontecimentos da vida. Eis o motivo pelo qual nossos supostos poderosos dão pouca importância, de verdade, aos erros que cometem que podem ser fatais para eles e para toda a sociedade que os sustenta.  

Vamos às infrações mais recentes e que ganharam notoriedade midiática. Comecemos pela Presidenta. A imprensa noticiou que Dilma Rousseff usou sua conta no Twitter para pedir desculpas por levar o neto no colo no banco traseiro de um carro, na tarde de sexta-feira, em Porto Alegre.  Dilma apenas cometeu uma infração gravíssima, passível de multa e retenção do veículo. Mas ela vai sofrer nenhuma punição. O cidadão normal leva multa e sofre repressão se cometer a  mesma barbaridade.


A fotografia de Ricardo Duarte, da Agência RBS, imortalizou o momento em que Dilma deu o péssimo exemplo de desrespeitar a lei. A máquina petralha de propaganda – que se prepara para censurar os inimigos nas redes sociais – respondeu, depressinha, solicitando um esfarrapado perdão para o deslize presidencial: “Estive hoje na casa da minha filha e, de lá, levei meu neto à casa do avô, que fica no mesmo bairro. Meu neto foi abraçado comigo no banco de trás. Foi um erro. A legislação de trânsito é clara: criança tem que andar na cadeirinha. Peço desculpas pelo erro”.

Como errar é humano, e persistir no erro é dilmais, vamos a outra infraçãozinha cometida recentemente por um poderoso. Aliás, uma infração repetida, de forma costumeira. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), usou uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) para viajar a Recife (PE), na quarta-feira passada. Renan não foi à capital pernambucana a trabalho. Foi se submeter a uma cirurgia estética, de implante de cabelos.

Por que Renan não viajou em voo comercial, pagando do próprio bolso ou até usufruindo da passagem (nada grátis) paga pelo Senado? A resposta é mais que elementar: viajar no jatinho da FAB não tem preço! O resto ainda pode se comprar com o cartão de crédito corporativo que aceita despesas secretas. Um País que funciona nessa falta de lógica republicana aceita que um político usufrua das mordomias de brigadeiro da Aeronáutica, enquanto a Força Aérea não tem sequer um caça em condições operacionais de combate ou de defesa aérea.

Outra infraçãozinha de poderoso. O Estadão e o Globo noticiam que o ex-ministro José Dirceu abriu uma filial de sua empresa de consultoria no Panamá no mesmo endereço da Truston International, proprietária do hotel St. Peter, de Brasília, que lhe ofereceu um emprego de R$ 20 mil em novembro, dez dias após ser preso, condenado no processo do mensalão. O mesmo consultor Dirceu, hospedado na Penitenciária da Papuda, que agora recebeu a generosa oferta do advogado José Gerardo Grossi para cuidar de uma biblioteca de 2 mil livros, ganhando um salário de R$ 2,1 mil para fazer pesquisas e também auxiliar na administração do escritório de advocacia...


A JD Assessoria e Consultoria fez o registro da filial em 2008 no escritório da Morgan & Morgan, que tem sede no paraíso fiscal e é conhecido por disponibilizar testas de ferro para abertura de empresas estrangeiras. A filial foi aberta três anos depois de Dirceu ter saído do governo em meio ao escândalo do mensalão. No endereço de registro panamenho da firma de Dirceu consta o 16º andar do MMG Tower, na Rua 53 E, bairro de Marbella. Algo cheira muito mal nessa estória...



Tão ruim quanto a infração do Desgoverno petralha é a inflação. A má gestão de Dilma, seu presidentro Lula e demais comparsas políticos, provoca as duas. Por esses e por tantos outros motivos que os petistas precisam ser varridos do poder em 2014. Tudo indica que eles cairão por sua incompetência e porque perderam a sustentação da Oligarquia Financeira Transnacional.

Triste resumo da desgovernança petralha: Muita infração para pouco governo, com direito à inflação.

Enquanto isso, na Bat Caserna...


 Sugestão de um amigo baiano, diante desta notícia publicada em O Globo, que roda feito doida nos e-mails dos oficiais generais da ativa e da reserva, revelando que os comandantes da Marinha e do Exército foram barrados na festinha de final de ano do governo:

Os chefes militares deviam trocar de Pai de Santo ou pedir asilo a Angola...

Lá o General Bento dos Santos Kangamba reina como herói, presidindo um time de futebol campeão e, agora, sendo acusado pela Polícia Federal do Brasil se ser o patrocinador de um esquema internacional da prostituição, envolvendo brasileiras, que teria movimentado US$ 50 milhões desde 2007...



Deixa o Pizza por lá...


Amigos em campanha

O Bandido mais covarde do PT, Gilberto Carvalho ameaça: PT "vai com tudo" para 2014.

Após participar de uma cerimônia de Natal para os funcionários do Palácio do Planalto, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, afirmou ontem não acreditar na reeleição de Dilma Rousseff em primeiro turno, na disputa do ano que vem. “Eu não tenho expectativa, não. Eu acho que vai ser uma eleição muito dura, muito suada, com muito respeito aos nossos adversários”, comentou.
 
Segundo Carvalho, o PT vai “com tudo” para a campanha nas eleições em 2014 para garantir mais quatro anos no governo, mesmo com as últimas pesquisas mostrando uma vitória de Dilma em primeiro turno. “Será uma eleição dificílima, não temos dúvida disso. Nada de salto alto”, garantiu.
 
Apesar da preocupação do partido, o ministro disse que ainda não há um plano definido para a campanha, mas sinalizou que Dilma deve intensificar os deslocamentos às vésperas das eleições. “O que vai acontecer é que ela vai continuar a viajar bastante, primeiro, porque tem o que inaugurar, tem o que visitar, obras que estavam paradas foram retomadas, como é o caso da transposição, e outras. Viajando, além de tudo, você vê melhor as coisas”, afirmou. (Correio Braziliense)

POSTADO PELO LOBO DO MAR

sábado, 21 de dezembro de 2013

ASSASSINATO DE REPUTAÇÕES

Depois da Veja, imprensa abre espaço para o livro-bomba que escancara a fábrica de dossiês do PT e acusa Lula de ser delator do DOPS.

 
Abaixo, matéria da Folha de São Paulo:
 
Um livro publicado nesta semana acusa o Palácio do Planalto de usar a máquina estatal para montar uma "usina de dossiês" contra adversários do PT e afirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi informante da ditadura militar. Com 557 páginas, "Assassinato de Reputações: um Crime de Estado" (Topbooks) traz o depoimento do ex-secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Jr., 53 anos, ao jornalista Claudio Tognolli.
 
Após três anos no cargo, Tuma Jr. foi afastado do governo em 2010 sob a suspeita de beneficiar um suposto integrante da máfia chinesa, Paulo Li. Parte do teor do livro já havia sido publicado nas duas mais recentes edições da revista "Veja". Na semana passada, governistas bloquearam um convite da oposição para Tuma Jr. no Senado, alegando que deixou o governo por suspeitas "gravíssimas".
 
No livro, Tuma Jr. afirma que ele acabou se tornando uma das vítimas da "fábrica de dossiês" petista e que, apesar de ter sido inocentado por sindicâncias internas, acabou condenado pelo "Supremo Tribunal do Google". "Se o objetivo é político, a condenação moral é muito mais importante do que a jurídica", disse Tuma Jr. ontem à Folha, por telefone. No livro, ele afirma que Lula o "usou como um fraldão, sumamente descartável".
 
Na oposição, um dos alvos do governo teria sido o ex-senador e ex-governador tucano Tasso Jereissati (CE). Em 2009, o então senador e hoje ministro da Educação, Aloizio Mercadante, lhe teria entregue um pendrive com "seriíssimas denúncias" contra Jereissati.
 
À Folha, Tuma Jr., hoje delegado aposentado, disse que sua relação com o governo petista se deteriorou por não cumprir ordens para fazer dossiês e pelo que sabia sobre o assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel (leia quadro abaixo), do qual participou da investigação. "Se eu tivesse falado: Esquece o assunto, não sei de nada', talvez não tivesse acontecido isso", disse, em referência a uma conversa sobre o caso com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.
 
O Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse na semana passada que pediu explicações aos setores de sua pasta mencionados no livro. Ele prometeu rebater todas as acusações de Tuma Jr.
 
'BARBA'
 
Uma das partes mais fortes do livro é o capítulo 4, "Lula: Alcaguete e Aprendiz do Dops [Departamento de Ordem Política e Social]", órgão de repressão do regime militar chefiado pelo pai, Romeu Tuma, morto em 2010. Na época, entre o final dos anos 1970 e início dos 1980, Lula era o principal líder sindical da região do ABC paulista e trabalhava na criação e organização do PT.
 
"Lula nos prestava informações muito valiosas: sobre as datas e locais de reuniões sindicais, quando haveria greve, onde o patrimônio das multinacionais poderia estar em risco por conta dessas paralisações", afirma Tuma Jr., na época investigador de polícia subordinado ao pai. Sempre de acordo com o livro, Lula tinha o codinome Barba e, por causa da condição de informante, "obtinha certas vantagens".
 
A principal teria sido a autorização para dormir no sofá do escritório de Tuma durante quase todo o período em que esteve preso, entre abril e maio de 1980. "O livro é uma contribuição para a história. Não tive espaço para falar, escrevi." Até ontem, Lula não havia se pronunciado sobre o livro.

POSTADO PELO LOBO DO MAR

Banda dos Fuzileiros Navais - Cisne Branco, no Festival de Edimburgo de ...

Soldado brasileiro se mata em missão no Haiti.

Brasil, País de Ladrões


Por Humberto de Luna Freire Filho

A grande maioria dos políticos e dirigentes no Brasil são corruptos e ladrões do erário, independente do partido a que estejam filiados. Esvaziam os cofres federais, estaduais e municipais. São os roubos por atacado que a imprensa publica diariamente.

Na hora que a fonte oficial secar vai ser dado início ao roubo no varejo, com assalto à propriedade particular por conta das milícias criadas pelo PT e pagas com nossos impostos, Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Movimento dos Sem Terra (MST), Black Bloc, todos já em plena fase de treinamento nas ruas das maiores cidades do país e que contam com o apoio do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República do Brasil.

Alô, Conselho Federal de Medicina (CFM). Alô, Conselhos Regionais. O hipócrita e mau caráter, travestido de Ministro da Saúde, atendendo a interesses políticos e eleitoreiros desse governo corrupto, acaba de declarar que faria uma consulta com qualquer "médico" reprovado no Revalida, sem nenhum problema.

Isso significa, de acordo com as normas que regem a profissão, uma apologia ao charlatanismo (sem Revalida e consequentemente sem registro em Conselhos), cabendo aos nossos órgãos de classe lhe dirigir uma censura pública. Meus colegas dirigentes: não vamos ficar de quatro diante de tamanha desmoralização para a nossa classe, vamos tomar atitudes mais corajosas.

Nós não somos políticos que têm caras de pau, não somos ladrões do erário, não fazemos parte de nenhuma quadrilha com sede na Esplanada dos Ministérios, não circulamos nos sujos porões desse governo, nós somos profissionais sérios e atuamos em favor da sociedade e não contra ela. Portanto temos o apoio da população.

Vamos agir com independência, dignidade e principalmente coragem, ou fechemos as portas das nossas entidades.

Em tempo: o Dr. Padilha fez a declaração acima citada nas dependências do Hospital Sírio-Libanês. Não é exagero chamá-lo de hipócrita e mau caráter, apenas uma constatação. Alguém discorda?




Humberto de Luna Freire Filho é Médico.