sexta-feira, 3 de julho de 2009

Sarney oculta da Justiça Eleitoral casa de R$ 4 milhões

Por Rodrigo Rangel, Leandro Cólon e Rosa Costa, no Estadão:

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ocultou da Justiça Eleitoral a propriedade da casa avaliada em R$ 4 milhões onde mora, na Península dos Ministros, área mais nobre do Lago Sul de Brasília. De acordo com documentos de cartório, o parlamentar comprou a casa do banqueiro Joseph Safra em 1997 por meio de um contrato de gaveta. Em nenhuma das duas eleições disputadas por ele depois da compra - 1998 e 2006 - o imóvel foi incluído nas declarações de bens apresentadas à Justiça Eleitoral.
Sobre a ausência da casa nas declarações registradas na Justiça Eleitoral, a assessoria de Sarney informou ao Estado, por escrito, que ocorreu um “erro do técnico que providencia a documentação do presidente Sarney junto aos órgãos competentes”. Afirmou ainda que o imóvel consta das “declarações anuais de Imposto de Renda do presidente, entregues também ao TCU com frequência anual”.
Dois documentos do próprio senador, arquivados no Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP), deixam dúvidas sobre a declaração da casa à Receita Federal. Num dos documentos, apresentado na campanha de 2006, Sarney listou seus bens, mas sem nenhuma referência à casa de R$ 4 milhões em Brasília. Ao final, ele escreveu de próprio punho que aquela lista de bens declarados à Justiça Eleitoral é a reprodução fiel de sua declaração à Receita. “De acordo com minha declaração de bens à Receita Federal em 2006″, registrou o presidente do Senado no rodapé, que leva sua assinatura.
O outro documento é da campanha anterior, a de 1998. Na ocasião, Sarney juntou ao registro de candidatura uma cópia da sua declaração de IR apresentada à Receita naquele ano. O imóvel avaliado em R$ 4 milhões ficou de fora. Por ter sido comprado em 1997, o imóvel deveria constar da declaração de renda apresentada em 1998, ano-base 1997.
Por lei, as declarações de Imposto de Renda de qualquer cidadão são protegidas por sigilo fiscal. Por ser parlamentar e receber dinheiro público, Sarney envia cópia ao Tribunal de Contas da União (TCU), que também mantém esses dados em segredo. O único meio de o eleitor conhecer o patrimônio de um candidato é a declaração apresentada à Justiça Eleitoral. É quando essas informações se tornam públicas - e, ao divulgá-las, Sarney deixou a casa de fora.

Lula diz a Sarney que crise é guerra contra seu governo

Para presidente, situação no Senado se deve à tentativa da oposição de desestabilizar aliança entre PMDB e PT em 2010

Após conversa com o petista, senador disse que, diante da mudança no discurso do PT, ficaria “fora de cogitação” deixar a presidência da Casa

Por Valdo Cruz e Andreza Matais, na Folha:
Depois de ameaçar renunciar ao cargo, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse ontem ao presidente Lula que o PT precisa assumir sua responsabilidade política e dar apoio ao PMDB -dando sequência à sua estratégia para se manter no comando da Casa. Disposto a enquadrar seu partido, Lula concordou com Sarney e prometeu cobrar dos senadores petistas respaldo ao peemedebista contra o que classifica de “guerra política” visando enfraquecer seu governo e desestabilizar uma aliança entre PMDB e PT para 2010. Os dois se falaram no final da manhã por telefone, quando Lula avisou a Sarney que o receberia hoje. O encontro, a princípio agendado para ontem, foi adiado para que o presidente tivesse tempo de costurar o enquadramento de seu partido -estava programado um jantar, ainda ontem, entre Lula e a bancada dos senadores do PT no Palácio da Alvorada. Segundo a Folha apurou, o presidente fez questão de lembrar a Sarney que defendeu sua permanência no cargo em duas entrevistas durante sua viagem à África. O peemedebista agradeceu e ouviu de Lula um apelo para se manter na presidência. Após conversar com o presidente, Sarney confidenciou a aliados que, diante da mudança de tom no discurso petista e caso o partido passe a apoiá-lo, ficaria “fora de cogitação” renunciar.


“MOLUSCO quer confundir a opinião pública”
Por Ana Paula Scinocca, no Estadão:

O senador Álvaro Dias (PSDB/PR) acusou ontem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ter sido “desonesto” e “irresponsável” ao declarar que o PSDB quer “ganhar o Senado no tapetão”. A fala de Lula foi uma reação ao fato de o tucanato defender o afastamento de José Sarney (PMDB-AP) do comando da Casa.
Sarney integra o principal partido de sustentação da base de apoio do Planalto no Congresso. Para Dias, a crise só interessa ao Planalto. “Enquanto a crise está concentrada no Senado, os desvios, os desmandos e eventuais falcatruas do Executivo estão acobertadas”, disse ele em entrevista ao Estado. Autor do requerimento de instalação da CPI da Petrobrás, adiada até agora, Dias já estuda até a possibilidade de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para pô-la em funcionamento.
Abaixo, os principais trechos da entrevista.

Seu partido, o PSDB, já defendeu o afastamento do presidente José Sarney (PMDB-AP). O senhor acha que esse é o caminho para pôr fim ao processo de desgaste do Senado?

O afastamento do Sarney seria um ato político que teria algum impacto externo, mas não seria por si só a solução. O que pode solucionar são medidas objetivas transformadoras. Medidas essenciais, é bom fazer justiça, já foram adotadas. Denúncias de corrupção acabaram por ensejar a convocação do Ministério Público, da Polícia Federal (PF) e do Tribunal de Contas. De início, havia uma certa resistência a isso e, ao final, o próprio Sarney convocou a PF.

O presidente Lula disse que o PSDB quer “ganhar o Senado no tapetão”. Como vê essa declaração?

É a velha estratégia do presidente Lula, que é confundir a opinião pública. Ele fala, mas não explica. Se houver uma licença (do Sarney), o vice-presidente (o tucano Marconi Perillo) assume provisoriamente. Se houver renúncia, ele não assume, mas sim comanda, por cinco sessões, o processo eleitoral. A palavra do presidente é irresponsável. O presidente foi desonesto ao tentar colocar o PSDB mal diante da opinião pública. O PSDB deseja o fim da crise. Ela não interessa à oposição. A crise só pode interessar ao governo porque, enquanto a crise está concentrada no Senado Federal, os desvios, os desmandos e eventuais falcatruas do Executivo estão acobertadas, inclusive a CPI da Petrobrás, que tem sido adiada. O interesse não é nosso.

COMENTO

MEUS AMIGOS VEJAM O DISCURSO DO CORRUPTO ANTES DA POSSE!

O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.

VEJAM O DISCURSO DO CORRUPTO DEPOIS DA POSSE
Basta ler o mesmo texto, DE BAIXO PARA CIMA.

É ou não é, uma facção que está no poder só para fazer o mal?

quinta-feira, 2 de julho de 2009

A MÁFIA DOS BANDIDOS E CORRUPTOS PETRALHAS!

MÁFIA OU PRÉ-MÁFIA doc. nº 166 – 2009

WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES

O AMIGO É NOSSA MÍDIA
REPASSE, POR FAVOR PELO BEM DO BRASIL
Estamos preocupados com o destino do Brasil e ainda mais pela apatia
dos
homens de bem. Calados e descrentes de tudo.
Assistimos o País afundar e a Defesa dos corruptos feitos pelas mais
elevadas autoridades do País. Revistas falam em MÁFIA outras em PRÉ-MÁFIA e
alguns jornalistas afirmam que estamos num escalão acima da MÁFIA, que é o
domínio do CRIME ORGANIZADO com participação dos poderosos de Bancos e do
governo.
Não somos especializados no assunto e por isso iremos apenas vamos
apontar o que acontece por aqui e que cada um tire sua conclusão e
classifique a situação do BRASIL no crime.
No caso do MENSALÃO tivemos de tudo. Envolvimento de Banco. Dólar do
estrangeiro. Participação de órgãos do governo. Partidos políticos e
políticos envolvidos até ao gargalo no crime. Mulheres lindas e cafetina a
disposição. O fim deste crime, que ainda não terminou, mereceu a defesa do
Presidente da República de Paris.
Nos casos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal vamos
encontrar de
tudo. Cheque como propina, casas milionárias, amantes, dinheiro grosso e
envolvimentos de firmas e etc. e etc.
A revista VEJA de nº2118, num artigo intitulado – À SOMBRA DA
CONSTITUIÇÃO
- aponta 9 casos graves que envolvem políticos e casos de dinheiro
defendidos pelo Presidente, que não tendo base forte no Congresso tem que
segurar as pontas com a defesa de pessoas que estão envolvidas em crimes do
colarinho branco.
Para não nos alongar apenas estamos informando aos nossos amigos que
na
FOLHA DE SÃO PAULO, CADERNO B na Folha B7 aparece a figura do bilionário
americano ALLEN STANFORD sendo levado para depor em tribunal em HOUSTON
(TEXAS) e com roupa de presidiário e algemado nas mãos e nos pés. Parece
que lá é uma democracia
Aqui quase o mundo vem abaixo por ter a Policia Federal utilizado algema e
no caminhar da carruagem o FRANCENILDO acaba sendo preso por ter visto
gente importante entrando na casa da luz vermelha.
PERGUNTA A SER RESPONDIDA: SOMOS: PRÉ-MÁFIA, MÁFIA OU JÁ SOMOS CRIME
ORGANIZADO? O AMIGO É QUEM SABE.
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº 12 58
93, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos
1.747 CIVIS – 49 da Marinha – 469 do Exército – 49 DA Aeronáutica; total
2.314 In memoriam30 militares e 2 civis. batistapinheiro30@yahoo.com.br
http://www.fortalweb.com.br/grupoguararapes.


COMENTO
Nobres amigos, ainda bem que temos patriotas e pessoas honestas no nosso país. Que ao contrário dos bandidos petralhas, querem o bem da nação brasileira.

Não consigo entender, como uma facção exacerbadamente criminosa pode cometer, tantas atrocidades e por muito tempo, com o nosso país.
As autoridades brasileiras, parecem que estão anestesiadas com tanta corrupção e bandidagem, ninguém faz nada para acabar com essa mega quadrilha que está no poder.

Precisamos fazer uma intervenção urgente, nessa facção criminosa que está usurpando e dilacerando os cofres públicos, trocando esmolas por voto, popularidade e obras eleitoreiras chamadas de PAC DA BANDIDAGEM.
Precisamos colocar o chefe dessa facção na cadeia, juntos com outros corruptos, que estão soltos por aí como: Daniel Dantas, Marcos Valério, Luis Eduardo Greenhalgh, Primeiro Compadre da República e muitos outros nocivos.


MEUS AMIGOS VEJAM O DISCURSO DO CORRUPTO ANTES DA POSSE!

O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.


VEJAM O DISCURSO DO CORRUPTO DEPOIS DA POSSE
Basta ler o mesmo texto, DE BAIXO PARA CIMA

FORÇAS ARMADAS PRECISAMOS AGIR.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

MARACUTAIA, CORRUPÇÃO E BANDIDAGEM NO PAÍS DOS PETRALHAS!!

Sarney e neto vão depor à PF sobre crédito consignado
Por Vannildo Mendes, no Estadão:

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e seu neto, José Adriano Cordeiro Sarney, serão ouvidos no inquérito da Polícia Federal que apura denúncias de irregularidades na intermediação de empréstimos consignados a funcionários do Legislativo. Na condição de suspeito, Adriano será alvo de intimação, em data a ser definida nos próximos dias pelos investigadores. Sarney, mesmo não figurando no rol de suspeitos, será ouvido como testemunha e, como tem prerrogativa de função, poderá marcar local e data.
A PF informou ontem que está realizando um pente fino nos contratos com as instituições financeiras que operavam o crédito consignado do Senado para verificar indícios de crimes e estabelecer a cadeia de responsabilidades. O próximo passo é fechar a agenda de depoimentos e definir possíveis indiciamentos. Para a polícia, é cedo para falar nos desdobramentos do caso, mas se as acusações forem confirmadas, Adriano corre o risco de ser indiciado por tráfico de influência, corrupção e formação de quadrilha.
O neto de Sarney é dono de uma das empresas que intermediavam o crédito, a Sarcris Consultoria, conforme revelou reportagem publicada no Estado na última quinta-feira. Destinados aos 14 mil servidores ativos e aposentados do Senado, os empréstimos, descontados em folha, movimentaram R$ 1,2 bilhão em três anos junto a 20 instituições bancárias. Em nota distribuída aos colegas, Sarney negou qualquer vínculo com os negócios do neto no Congresso.


MAIS BANDIDAGEM
Petebista paga condomínio no Maranhão com verba do Senado
Por Hudson Corrêa, na Folha:

O senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA) pagou com verba indenizatória do Senado o condomínio do edifício Granville onde tem um apartamento em São Luís (MA). O pagamento foi registrado na prestação de contas como despesa com “aluguel de imóveis para escritório político, compreendendo despesas concernentes a eles”.
Conforme o próprio gabinete do senador, o escritório funciona em uma sala de outro edifício na capital maranhense, cujo condomínio, de R$ 288, também é pago pelo Senado.
O recém-lançado site da transparência do Senado (http://www.senado.gov.br/sf/portaltransparencia) aponta que foram pagos R$ 1.835 em abril e R$ 2.075 em maio ao condomínio do edifício Granville.
Em meses anteriores, o Senado não detalhava quais empresas ou pessoas recebiam dinheiro referente à verba. Por isso, não é possível saber se houve outros pagamentos.
A verba indenizatória, de R$ 15 mil por mês, é usada para reembolsar despesas como aluguel de escritórios nos Estados, combustível e divulgação da atividade parlamentar.
Aliado de José Sarney (PMDB-AP), Cafeteira é um dos personagens da crise pela qual passa o Senado. João Fernando Sarney, 22, neto do peemedebista, foi exonerado do gabinete dele em 2 de outubro de 2008, mas a publicação do ato de exoneração só ocorreu em 16 de abril de 2009. João Fernando recebia R$ 7.600. Aqui

AINDA MAIS BANDIDAGEM
CPI da Petrobrás é adiada outra vez
Por João Domingos, no Estadão:

A confusão que tomou conta do Senado por causa da retirada de apoio ao presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), por parte de PSDB, DEM e PDT, resultou em mais um adiamento da instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar a Petrobrás. O requerimento de instalação dessa CPI foi protocolado na Mesa Diretora do Senado há 47 dias.
Desde então, os partidos de oposição tentam instalá-la e os governistas impedem, com as mais variadas manobras. Com a crise na Casa agravada desde o dia 10, quando o Estado revelou a existência de atos secretos que beneficiaram parentes e apaniguados de senadores e diretores, a CPI está em segundo plano. Por enquanto, os senadores estão mais preocupados em salvar a própria imagem, com discursos seguidos em que acusam dois ex-diretores - Agaciel Maia e João Carlos Zoghbi - até de “ladrões” e pedem o afastamento de Sarney, mesmo que temporário.
Na procura de algo que possa tirar o Senado da crise, o vice-líder do governo, Gim Argello (PTB-DF), e o senador Geraldo Mesquita (PMDB-AC), um antipetista histórico, tiveram ontem uma ideia. Procuraram o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), com uma proposta inusitada de instalar não só a CPI da Petrobrás e a do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), mas também criar mais umas duas, sobre qualquer assunto. O objetivo é desviar a atenção do público e dos meios de comunicação e tirar o foco de Sarney.
Renan, no entanto, rechaçou a proposta. Disse aos defensores da iniciativa que o maior aliado de Sarney hoje no Senado é o governo.
Então, provocar o governo com mais uma crise política para quê? “Não haverá nem CPI da Petrobrás nem CPI do DNIT”, disse Renan. “Se as investigações pelos caminhos normais, como Tribunal de Contas (TCU), Polícia Federal e Ministério Público já caminham a contento, para que arrumar uma crise política com CPIs?”

COMENTO AS BANDIDAGENS
Meus nobres amigos, não vejo outra saída para nossa República, a não ser o mesmo destino de Honduras.
Vejamos, os três poderes da República mergulhado em exacerbada corrupção, no executivo petralha, temos um governo que rasgou a constituição e ainda pretende se perpetuar no poder, a qualquer custo, passando por cima de tudo e de todos. Visto que, Molusco pretende voltar ao "Palhaço do planalto", em 2014.
Um governo que não respeita a constituição e paga três vezes mais a PM e BM do DF do que as Forças Armadas, não é um governo sério e sim uma mega facção criminosa.
Todos os dias surge dezenas de novos casos de corrupção, bandidagem e maracutaia no Brasil, e nossas autoridades estão lenientes com essa baderna exacerbada, que se instalou nos poderes da República.
Não temos outra saída a não ser uma interveção militar, Já que o nosso país está sem rumo certo e ainda à deriva.

Comentários são permitidos pelo autor

segunda-feira, 29 de junho de 2009

"MOLUSCO, O NEOLIBERAL"

Molusco apedeuta da Silva, é uma triste realidade política e fraudulenta tão surpreendente, que só pode ser apreendido como objeto e designado como sujeito (epa! Hoje tô chique de semiótica no úrtimo…) por meio de um neologismo molusquiano.
Molusco não dá conta da língua portuguesa, mas a língua portuguesa também não dá conta do Molusco. É preciso singrar outros mares significantes em busca de significados novos para essa aparição.

Nosso pensador do mal (e já digo o efeito que suas iluminações tiveram em Marilena Chaui, por exemplo) mandou brasa na sexta-feira e encontrou a razão por que o PAC está, bem…, empacado: a culpa, segundo ele, é da “FISCALIZAÇÃO”. Isto mesmo: Molusco acha que o Brasil é um país em que há fiscais demais! Nas suas próprias palavras: “A máquina de fiscalização é muito mais eficiente que a máquina de execução. É só ver quanto é que ganha um engenheiro do Dnit para fazer uma estrada e quanto é que ganha um auditor do Tribunal de Contas para fiscalizar a estrada que o engenheiro vai fazer.” Como sempre, há uma base verossímil nas coisas que o apedeuta diz.

O verossímil é aquela coisa na qual a gente tende a acreditar porque tem uma superfície aparentemente óbvia, mas que, em essência, pode não ser verdade. Aliás, leitor, a mentira que funciona é sempre verossímil. Se não fosse, não funcionaria. O diabo, por exemplo, é o rei da verossimilhança. Ou não enganaria ninguém.

Adiante depois da digressão. O apedeuta da Silva não estava se referindo a uma fiscalização qualquer. Ele resolveu enroscar com o Tribunal de Contas da União porque o TCU andou percebendo irregularidades (não me digam!) em algumas obras que receberam a rubrica-fantasia “PAC”. Vamos ver. Analisadas com rigor, de toda as obras listadas como pertencentes ao Programa de Aceleração da Candidatura, 70% ainda não saíram nem mesmo do papel. Isto mesmo: não existe nada além de uma declarada intenção. Das 30% que tiveram início, a maioria está atrasada. Andou um pouco mais o que dependia da iniciativa privada e das estatais. Do dinheiro que o Tesouro prometeu colocar no tal programa, foram gastos, até agora, escandalosos… 3%!!! Digam-me: o que o TCU tem a ver com isso?

Talvez, de fato, o tribunal tivesse mais trabalho e até lhe faltassem auditores se tudo realmente estivesse em curso. Mas não é assim. E parte do que anda está eivado de irregularidades, e o TCU tem mesmo de exercer o seu papel constitucional: apontar o que está errado. Mas, aí, o desqualificado e medíocre Pensador Iluminista da Mestre Lelé da Cuca decreta: o país não anda porque há… fiscalização demais! Ésse sujeito é realmente uma assumidade, certo?

Não há! Todos sabemos que, no Brasil, ao contrário, há é fiscalização de menos. As agências reguladores, que deveriam cumprir a função de zelar pela qualidade das concessionárias de serviços públicos, são exemplos flagrantes de ineficiência — quando não são surpreendidas em, como direi?, atitudes exóticas, como se viu na Agência Nacional de Petróleo, aquela que tem um irmão de Franklin Martins como diretor. Seria a Anatel um portento de serviço prestado à comunidade, com sua “fiscalização demais”? E a Agência Nacional de Saúde?

Acontece que Molusco não está falando do cidadão. O coitado que se lixe. Ele está é reclamando de algumas exigências que o TCU faz ao governo. E ele não aceita ser fiscalizado. Também reclama quando o Supremo lembra que a Presidência tem limites. No tempo em que o Senado existia, reclamou do fim da CPMF. Até hoje não passa na cabeça do nosso corrupto iluminista que, numa República, o chefe do Executivo não pode tudo. Aliás, numa democracia, não há um Poder soberano. Eles se equilibram e se vigiam. E assim tem de ser.

E notem meus amigos, que o TCU, na prática, pode ser um órgão de assessoramento do próprio governo, embora ligado ao Congresso Nacional. Alguém disse a Lula que ele e o governo não podem fazer tudo o que lhes dá na telha. E nada deixa o nosso filósofo mais irritado do que haver alguém que lhe imponha limites. Já identifiquei aqui a causa: Lula não tem superego.

"Neoneoliberal"
Nunca houve neoliberalismo no Brasil. Isso é uma boçalidade inventada pelo PT, com o apoio de setores da imprensa que não abriam um livro havia uns 40 anos, para satanizar o também corrupto governo FHC. Ou, então, o neoliberalismo à moda tucana era mais uma das grandezas nativas, como jabuticaba, pororoca e a Escrava Isaura. Neoliberalismo que aumenta, em vez de diminuir, a assistência social do Estado realmente seria coisa única. Neoliberalismo com câmbio fixo, como tínhamos, era a quadratura do círculo das “forças de mercado”; neoliberalismo com quebra de patentes de remédio, então, clama aos céus por reconhecimento… Nunca tinha havido outro no mundo.

O corrupto FHC, um pouco mais esclarecido, jamais ousou atacar a fiscalização do estado. Aliás, não consta que Ronald Reagan ou Margaret Thatcher o tenham feito. E olhem que esses dois, com efeito, foram “liberais” — “neoliberalismo”, reitero, é linguagem militante, aqui ou lá fora. É por isso que Molusco é um “neoneoliberal”: esse ódio ao estado fiscalizador é mais uma contribuição sua à ciência política molusquiana.

E não é que Molusco e o PT não gostem de Estado. Eles o adoram. E gostam também da iniciativa privada. Na verdade, ele e sua facção, folgam, como diria o Marquês de Sade, com “o sítio” das duas forças, entendem? É como um corretor de imóveis que facilita negócios, apresentando quem quer comprar a quem quer vender. Com uma vantagem: tem a caneta que pode mudar as leis. Lembram-se da venda da Brasil Telecom para a Oi? Uma queria comprar, a outra queria vender, e Lula aproximou os dois, criando uma lei só para viabilizar o corrupto negócio. (MARACUTAIA, BANDIDAGEM E SAFADEZA).

MOLUSCO APEDEUTA DA SILVA e sua mega facção criminosa, gostam é desse estado, sempre metido em grandes empreitas de CORRUPÇÃO E BANDIDAGEM.
O seu “neoneoliberalismo” se opõe é a estrutura de fiscalização que impede o governante fazer tudo o que quer; que lhe lembra os limites impostos pelas leis e pela Carta Magna.
Pelo seu triste e caótico passado, em cima de um carro de som, viciferando com um megafone, com mais as bandidagens aprendidas no Foro de São Paulo, ele acha que pode tudo. É um corrupto, desnorteado e pobre animal marinho.

domingo, 28 de junho de 2009

NEUROLINGUISTICA É FERRAMENTA DE OTÁRIO!!!!!

Meus nobres e queridos amigos, o “milagre” era mais que previsível.
A comandante Dilma Rousseff já está completamente curada do câncer linfático.
O caminho para suceder Molusco apedeuta da Silva, continua livre – a não ser que algum linfoma político atrapalhe.
Agora, o Bolcheviquepropagandaminister é mais que nunca o dono da bola. Se a crise econômica se agravar - tudo indica que tem tudo para - isso só deve acontecer pra lá de 2011. A turma do Palhaço do Planalto só precisa ficar esperta. Depois do milagre às vezes vem o malogro.

Como o azar já está lançado, o próximo passo da marketagem política da sucessão também é absolutamente previsível. O chefão Lula vai aproveitar algum “grande encontro com os simplórios”, em alguma inauguração 171 do PACo, para proclamar: “Agradeço as orações do meu povo, unido, pela cura da nossa amada mãe Dilma. E como a voz do povo é a voz de Deus, a reza e os votos do povo também são divinos, o negócio é eleger a Dilma primeira presidenta do Brasil”.

Pois, agora, o imortal chefe do clã, Sarney enfrenta problemas com seu corrupto e sujo passado. Adversários extremamente desleais resolveram destronar o poderoso senhor feudal do Maranhão, com ramificações pelo Amapá e adjacências da Ilha da Fantasia. Nessa ação conspiratória, resolveram mexer no santo passado do velho chefe Zé do Sarney e seus familiares. Aliás, domingo passado, o infame José Simão advertiu que Sarney seria indiciado por formação de família! Este é o país dos petralhas.

A turma do oligarca, chefe do clã Sarney foi vítima de um erroestratégico.
Arrumaram briga com inimigos sem noção de limite na hora de se vingar. Tudo vazou sobre Sarney graças a uma vingança. Foi atribuído ao pessoal de Sarney – justa ou injustamente – a inconfidência de que o adversário deles na disputa pelo Senado, Tião Viana (PT-AC) emprestou o celular funcional do Senado para a filha viajar, durante 20 dias, pelo México. A conta telefônica foi de R$ 14.758,07 – que o zeloso pai foi obrigado a depositar na conta da administração do Senado, depois que o escandalozinho veio à tona.

O mega Petralha, Tião foi ríspido em sua reação. Primeiro, verbalmente, fazendo referência ao dinheiro apreendido pela Polícia Federal, que seria usado na pré-campanha presidencial de Roseana Sarney, em 2002: “Se querem me intimidar com isso, quero deixar claro que, pela minha filha, respondo eu. Felizmente, ela não tem sobre a mesa R$ 2 milhões e nem tem a Polícia Federal à sua volta”. Mas a verdadeira reação vingativa de Tião contra o Zé do Sarney teria sido o vazamento, na surdina, de todos os rolos que agora explodem o Senado.

Nada teria vindo à tona se os briguentos tivessem seguido um cuidadoso ensinamento de um influente e falecido membro do parlamento brasileiro. Sempre que algum assessor mais brabo pensava em arrumar uma confusão com algum adversário ou inimigo, o deputado Luiz Eduardo Magalhães (filho do também falecido ACM, que cultivava uma relação de aliança e ódio com Sarney) costumava pontificar um de seus “provérbios” preferidos, para desaconselhar qualquer começo de uma briga sem fim:

Essa de neurolinguistica e desculpa esfarrapadas, não dar mais certo.
Eis um conselho útil para o Brasil, um País de tolos e muitos corruptos e otários - sobretudo na política brasileira.
Ocupado em proteger seu Filho, o Pai ficará sem tempo para salvar Sarney... Melhor ele renunciar...Logo antes que a coisa fique pior.
É o apedeuta da Silva, sempre aerio ainda diz: Eu não sabia de nada......

Molusco, o “neoneoliberal”

Molusco apedeuta da Silva, é uma triste realidade política e fraudulenta tão surpreendente, que só pode ser apreendido como objeto e designado como sujeito (epa! Hoje tô chique de semiótica no úrtimo…) por meio de um neologismo molusquiano.
Molusco não dá conta da língua portuguesa, mas a língua portuguesa também não dá conta do Molusco. É preciso singrar outros mares significantes em busca de significados novos para essa aparição.

Nosso pensador do mal (e já digo o efeito que suas iluminações tiveram em Marilena Chaui, por exemplo) mandou brasa na sexta-feira e encontrou a razão por que o PAC está, bem…, empacado: a culpa, segundo ele, é da “FISCALIZAÇÃO”. Isto mesmo: Molusco acha que o Brasil é um país em que há fiscais demais! Nas suas próprias palavras: “A máquina de fiscalização é muito mais eficiente que a máquina de execução. É só ver quanto é que ganha um engenheiro do Dnit para fazer uma estrada e quanto é que ganha um auditor do Tribunal de Contas para fiscalizar a estrada que o engenheiro vai fazer.” Como sempre, há uma base verossímil nas coisas que o apedeuta diz.

O verossímil é aquela coisa na qual a gente tende a acreditar porque tem uma superfície aparentemente óbvia, mas que, em essência, pode não ser verdade. Aliás, leitor, a mentira que funciona é sempre verossímil. Se não fosse, não funcionaria. O diabo, por exemplo, é o rei da verossimilhança. Ou não enganaria ninguém.

Adiante depois da digressão. O apedeuta da Silva não estava se referindo a uma fiscalização qualquer. Ele resolveu enroscar com o Tribunal de Contas da União porque o TCU andou percebendo irregularidades (não me digam!) em algumas obras que receberam a rubrica-fantasia “PAC”. Vamos ver. Analisadas com rigor, de toda as obras listadas como pertencentes ao Programa de Aceleração da Candidatura, 70% ainda não saíram nem mesmo do papel. Isto mesmo: não existe nada além de uma declarada intenção. Das 30% que tiveram início, a maioria está atrasada. Andou um pouco mais o que dependia da iniciativa privada e das estatais. Do dinheiro que o Tesouro prometeu colocar no tal programa, foram gastos, até agora, escandalosos… 3%!!! Digam-me: o que o TCU tem a ver com isso?

Talvez, de fato, o tribunal tivesse mais trabalho e até lhe faltassem auditores se tudo realmente estivesse em curso. Mas não é assim. E parte do que anda está eivado de irregularidades, e o TCU tem mesmo de exercer o seu papel constitucional: apontar o que está errado. Mas, aí, o desqualificado e medíocre Pensador Iluminista da Mestre Lelé da Cuca decreta: o país não anda porque há… fiscalização demais! Ésse sujeito é realmente uma assumidade, certo?

Não há! Todos sabemos que, no Brasil, ao contrário, há é fiscalização de menos. As agências reguladores, que deveriam cumprir a função de zelar pela qualidade das concessionárias de serviços públicos, são exemplos flagrantes de ineficiência — quando não são surpreendidas em, como direi?, atitudes exóticas, como se viu na Agência Nacional de Petróleo, aquela que tem um irmão de Franklin Martins como diretor. Seria a Anatel um portento de serviço prestado à comunidade, com sua “fiscalização demais”? E a Agência Nacional de Saúde?

Acontece que Molusco não está falando do cidadão. O coitado que se lixe. Ele está é reclamando de algumas exigências que o TCU faz ao governo. E ele não aceita ser fiscalizado. Também reclama quando o Supremo lembra que a Presidência tem limites. No tempo em que o Senado existia, reclamou do fim da CPMF. Até hoje não passa na cabeça do nosso corrupto iluminista que, numa República, o chefe do Executivo não pode tudo. Aliás, numa democracia, não há um Poder soberano. Eles se equilibram e se vigiam. E assim tem de ser.

E notem meus amigos, que o TCU, na prática, pode ser um órgão de assessoramento do próprio governo, embora ligado ao Congresso Nacional. Alguém disse a Lula que ele e o governo não podem fazer tudo o que lhes dá na telha. E nada deixa o nosso filósofo mais irritado do que haver alguém que lhe imponha limites. Já identifiquei aqui a causa: Molusco não tem superego.

Neoneoliberal
Nunca houve neoliberalismo no Brasil. Isso é uma boçalidade inventada pela facção do PT, com o apoio de setores da imprensa que não abriam um livro havia uns 40 anos, para satanizar o também corrupto governo FHC. Ou, então, o neoliberalismo à moda tucana era mais uma das grandezas nativas, como jabuticaba, pororoca e a Escrava Isaura. Neoliberalismo que aumenta, em vez de diminuir, a assistência social do Estado realmente seria coisa única. Neoliberalismo com câmbio fixo, como tínhamos, era a quadratura do círculo das “forças de mercado”; neoliberalismo com quebra de patentes de remédio, então, clama aos céus por reconhecimento… Nunca tinha havido outro no mundo.

O corrupto e nocivo FHC, um pouco mais esclarecido e menos desnorteado, jamais ousou atacar a fiscalização do estado. Aliás, não consta que Ronald Reagan ou Margaret Thatcher o tenham feito. E olhem que esses dois, com efeito, foram “liberais” — “neoliberalismo”, reitero, é linguagem militante, aqui ou lá fora. É por isso que Molusco é um “neoneoliberal”: esse ódio ao estado fiscalizador é mais uma contribuição sua à ciência política molusquiana.

E não é que Molusco e o PT não gostem de Estado. Eles o adoram. E gostam também da iniciativa privada. Na verdade, ele e seu partido folgam, como diria o Marquês de Sade, com “o sítio” das duas forças, entendem? É como um corretor de imóveis que facilita negócios, apresentando quem quer comprar a quem quer vender. Com uma vantagem: tem a caneta que pode mudar as leis. Lembram-se da venda da Brasil Telecom para a Oi? Uma queria comprar, a outra queria vender, e Lula aproximou os dois, criando uma lei só para viabilizar o corrupto negócio. (MARACUTAIA, BANDIDAGEM E SAFADEZA).

MOLUSCO APEDEUTA DA SILVA e sua mega facção criminosa, gostam é desse estado, sempre metido em grandes empreitas de CORRUPÇÃO E BANDIDAGEM.
O seu “neoneoliberalismo” se opõe é a estrutura de fiscalização que impede o governante fazer tudo o que quer; que lhe lembra os limites impostos pelas leis e pela Carta Magna.
Pelo seu triste e caótico passado, em cima de um carro de som, viciferando com um megafone, com mais as bandidagens aprendidas no Foro de São Paulo, ele acha que pode tudo. É um corrupto, desnorteado e pobre animal marinho.Neoneoliberal
Nunca houve neoliberalismo no Brasil. Isso é uma boçalidade inventada pelo PT, com o apoio de setores da imprensa que não abriam um livro havia uns 40 anos, para satanizar o também corrupto governo FHC. Ou, então, o neoliberalismo à moda tucana era mais uma das grandezas nativas, como jabuticaba, pororoca e a Escrava Isaura. Neoliberalismo que aumenta, em vez de diminuir, a assistência social do Estado realmente seria coisa única. Neoliberalismo com câmbio fixo, como tínhamos, era a quadratura do círculo das “forças de mercado”; neoliberalismo com quebra de patentes de remédio, então, clama aos céus por reconhecimento… Nunca tinha havido outro no mundo.

O corrupto FHC, um pouco mais esclarecido, jamais ousou atacar a fiscalização do estado. Aliás, não consta que Ronald Reagan ou Margaret Thatcher o tenham feito. E olhem que esses dois, com efeito, foram “liberais” — “neoliberalismo”, reitero, é linguagem militante, aqui ou lá fora. É por isso que Molusco é um “neoneoliberal”: esse ódio ao estado fiscalizador é mais uma contribuição sua à ciência política molusquiana.

E não é que Molusco e o PT não gostem de Estado. Eles o adoram. E gostam também da iniciativa privada. Na verdade, ele e seu partido folgam, como diria o Marquês de Sade, com “o sítio” das duas forças, entendem? É como um corretor de imóveis que facilita negócios, apresentando quem quer comprar a quem quer vender. Com uma vantagem: tem a caneta que pode mudar as leis. Lembram-se da venda da Brasil Telecom para a Oi? Uma queria comprar, a outra queria vender, e Lula aproximou os dois, criando uma lei só para viabilizar o corrupto negócio. (MARACUTAIA, BANDIDAGEM E SAFADEZA).

MOLUSCO APEDEUTA DA SILVA e sua mega facção criminosa, gostam é desse estado, sempre metido em grandes empreitas de CORRUPÇÃO E BANDIDAGEM.
O seu “neoneoliberalismo” se opõe é a estrutura de fiscalização que impede o governante fazer tudo o que quer; que lhe lembra os limites impostos pelas leis e pela Carta Magna.
Pelo seu triste e caótico passado, em cima de um carro de som, viciferando com um megafone, com mais as bandidagens aprendidas no Foro de São Paulo, ele acha que pode tudo. É um corrupto, desnorteado e pobre animal marinho.




Por Arlindo Montenegro


Lá bem longe, no passado, há uma caixa de verdades escondida nas brumas. Um continente de realidades que exigem tratamento científico. Uma coleção de verdades distorcidas de modo brutal. Buscando respostas para as dúvidas, cometo o atrevimento de pensar que o propósito do poder é perpetuar o medo e a incerteza. E as verdades escondidas.

As ferramentas do poder são as mentes e os veículos de mídia controladores, que repetem a mesma publicidade, a mesma propaganda, de modo simplificado, para uma população de simples – ou simplórios. Reproduzem “slogans” ou palavras de ordem, sem confirmar documentos e testemunhos próximos do ambiente original, próximos da verdade.

Ninguém tem como voltar ao passado, verificar cada detalhe. Mas o que está acontecendo agora tem raízes profundas. A ciência persegue “verdades” parciais sabendo que nunca vai conhecer a verdade total.

Já os poderosos posam como conhecedores de verdades absolutas, como ditadores do caminho a seguir. Impedem o debate e camuflam as hipóteses contraditórias. Ocultam os bastidores da cena. Criam como distração o espetáculo diário da crueldade e do desastre. Medo, incerteza e perplexidade.

A história recente da luta brasileira contra os comunistas treinados em Cuba, assim como a história da mesma guerrilha cubana, deificando personalidades cruéis e sanguinárias como heróis, tem muitos cantos escuros, sombreados, apagados. Verdades, mentiras e muita ficção são entrelaçados para sustentar interesses políticos e econômicos ocultos por trás da cena.

Há um livro na praça, que não aparece entre os “10 mais vendidos”, nem mesmo é indicado por qualquer dos jornalistas críticos: ‘O VERDADEIRO CHE GUEVARA’, de Humberto Fontova, Editora “É Realizações”, 2009. Acompanha este livro, um dvd com imagens e testemunho de pessoas que atuaram na revolução cubana e no primeiro governo, antes do regime declarar-se comunista.

São ex combatentes, ex comandantes da guerrilha, profissionais liberais que atuavam na área da justiça, economia, arquitetura, todos descrevendo seus encontros com Guevara na condição de comandante militar da guerrilha, ministro da indústria, ministro da economia... e todos concordam que tratavam com um boçal, niilista, racista, preconceituoso e assassino a sangue frio.

Até o ano de 1957, Castro e seus rebeldes se declaravam anti comunistas, democratas. E muitos o eram, de fato. Firmou-se e se repete até hoje, que a virada para o comunismo se deu em razão da “ameaça ianque”. Castro, que mantinha em seu acampamento a “barraca da imprensa”, freqüentada por jornalistas americanos, sem a ajuda dos quais seria difícil tomar o poder. A National Review o mostrou dizendo: “Sou o que sou devido ao New York Times”

“Pretender que a guerrilha castrista tenha vencido... com apoio de camponeses e trabalhadores é uma das fábulas acadêmicas mais difundidas e persistentes do século XX.” Na mesma linha de raciocínio, pretender que os assaltantes de bancos e homicidas alinhados a Lamarca, Marighella, Dilma e pc do b no Araguaia defendiam o país contra uma ditadura e a favor da democracia é a nossa fábula doméstica, a falsidade histórica mais difundida e entranhada no imaginário da maioria menos informada.

Outros ângulos que merecem crivo científico entre nós situam-se na “rambice” dos inocentes heróis armados em defesa de “ideais”. Atrevo-me a situar a “rambice” como traço de caráter de sociopatas, escolhidos pelos poderosos do planeta, para integrar as tais guerrilhas, mesmo aquela que vitimou o “comandante che” na Bolívia. Os exércitos regulares são tropas enviadas compulsoriamente para a matança, com desvantagens e sem “rambice”.

A ideologia e crenças, sim, essas têm sido manipuladas como excelentes ferramentas do poder, para explorar sentimentos juvenis heróicos e aventureiros. As crenças e ideologias mobilizam velhos poderosos, que não ultrapassaram a primeira infância e continuam arrotando “rambices” para deturpar verdades históricas.

O diálogo livre pode abrir caminhos para terceiras conclusões. Hipóteses, as mais variadas, podem conduzir a terrenos mais humanos e amadurecidos. Terrenos onde as mentiras sejam substituídas por fatos mais próximos das verdades que estão retidas em algum lugar do passado. Verdades que estão no fundo de um poço que não tem fundo.

Enquanto a mídia oficial impedir o diálogo, vamos anotando as decisões dos notáveis sobre “crise financeira”, “pac”, “CPIs”, “maconha e cocaína”, “ciência alarmista”, “fobias”, “roubalheira”, “fraudes”, “retrocesso educacional”, “preconceitos e intolerância”, “racismo”... lembrando sempre as bundas, cachaça e futebol. E o humor essencial, melhor que o rancor oficial.

COMENTO
Meus queridos amigos, este é o país dos petralhas, um país desgovernado à deriva da própria sorte, corrupção, bandidagem nos três poderes da República, um Senado totalmente desmoralizado e o executivo, que dispença maiores comentários.

As Forças Armadas, definhadas e desmanteladas, milionários são fabricados da noite para o dia, como Lulinha da Silva, as maracutaias nos Palhaços do Planalto a todo vapor, um país sem rumo certo, é o país dos corruptos e bandidos Petralhas. Um país que está doente. Por culpa de uma facção que está no poder. FFAA vamos agir, antes que seja tarde demais.

BOM DOMINGO PARA TODOS!!!!!!!!!! VEJAM O BLOG PORTAL MILITAR.

sábado, 27 de junho de 2009

CORRUPÇÃO, MARACUTAIA E BANDIDAGEM.....

O Senado Federal tem em seus quadros motoristas, ascensoristas e seguranças com salários superiores ao do presidente da República. Apesar da crise que abalou o mundo, lá não existem vestígios de desemprego. Mesmo com mais de 8 000 funcionários, há sempre uma vaga disponível para um parente, amigo ou correligionário dos parlamentares. O Senado também é invejado pelo tratamento que dá a seus servidores. Sua direção tem carta branca para aumentar os próprios vencimentos e se conceder privilégios, como promoções, plano de saúde vitalício e pagamento de horas extras, inclusive para quem não trabalha. E o mais impressionante: tudo pode ser feito na surdina, completamente às escondidas, de modo a manter as irregularidades longe dos olhos dos eleitores. Há cinco meses, o Senado Federal está se submetendo a um processo de implosão com revelações de casos de nepotismo, tráfico de influência, mordomias e corrupção envolvendo parlamentares e funcionários. Restou evidente que, há anos, o templo da democracia abriga um gigantesco mausoléu de más práticas políticas que não condizem mais com a realidade de um país que mira um ponto mais alto na escala de civilidade.

Vânia Lins Uchôa Lopes, que recebe sem dar expediente, é mulher de um primo de Renan suspeito de ser “laranja” do senador

Assessora técnica de Sarney vive em Maceió; Renan nega ser o proprietário das rádios compradas em nome de Tito Uchôa -que é seu primo

Por Fábio Zanini, na Folha:
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), emprega na sua assessoria uma funcionária fantasma da instituição, protegida do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), casada com um suposto “laranja” dele, que é suspeito de integrar um esquema irregular do alagoano.
Vânia Lins Uchôa Lopes foi contratada como assessora técnica da presidência do Senado em 8 de abril de 2005, quando Renan ocupava o cargo que hoje é de Sarney. Ela recebe sem dar expediente no local. Vânia é mulher de Tito Uchôa, primo de Renan. Em 2007, Tito foi apontado como comprador de emissoras de rádio em Alagoas em nome de Renan, que seria o verdadeiro proprietário.
Na mesma época, a agência pertencente ao casal, a Costa Dourada Veículos Ltda., foi investigada pela Polícia Federal por ter emprestado a ele R$ 178 mil não declarados ao fisco.
Tanto o empréstimo como o caso das rádios embasaram processos contra Renan que quase lhe custaram o mandato -e o levaram a renunciar à presidência do Senado em 2007.
Ninguém conhece Vânia na presidência do Senado: ela fica em Maceió e nunca vai a Brasília, segundo informação dada por uma empregada em sua casa na capital alagoana.
Assessores do senador José Sarney, informalmente, admitiram à Folha que ela não trabalha onde está lotada.
No Senado, Renan mantém pelo menos mais um aliado que recebe sem trabalhar pela Casa, além de outros personagens dos escândalos que há dois anos ameaçaram seu mandato.

COMENTO
"Os poderes da República estão doentes, tudo isso, por causa da mega facção criminosa dos Petralhas, que tornaram a corrupção e a bandidagem na Repúbica numa coisa quase banal.
Só não entendo, a leniência das autoridades brasileiras, com essa mega facção criminosa que está no governo.
Também não entendo porque os oficiais generais das nossas Forças Armadas, estão lenientes, com esse governo, exacerbadamente corrupto.
O definhamento e o demantelamento das Forças Armadas e as humilhações impostas aos militares fazem parte de um plano muito maior do que podemos imaginar.
Após o definhamento das FFAA, começará o definhamento do Estado de Direito, para depois subjugar, a classe média, este é o plano diabólico dos corruptos e nocivos PETRALHAS.
Atenção senhores deputados da bancadada militar no Congressso, vamos votar as PEC 245, 249 e a MP 2.215-10, do outro corrupto FHC.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

AINDA HÁ MUITO MAIS CRIMES NO PAÍS DOS PETRALHAS.

Meus nobres amigos, a Família do corrupto oligarca e chefe do Clã, Sarney emprega mais nove aliados.
Entre os beneficiados está Chiquinho Escórcio, “faz-tudo” do clã em Brasília, cujas filha e mulher também têm cargos no corrupto Senado.
Responsável pelo blog de Sarney, Said Dib está lotado na Direção Geral, segundo ele, por decisão de Agaciel Maia, do grupo do senador. São muitas bandidagens no país dos Petralhas.

Por Fábio Zanini, na Folha:
A teia de nomeações políticas nos gabinetes do grupo liderado pelo senador José Sarney (PMDB-AP) mostra pelo menos nove novos casos de aparelhamento envolvendo o clã. Os dados estão disponíveis desde anteontem na página do Senado na internet.
Principal “faz-tudo” da família em Brasília, o ex-deputado Chiquinho Escórcio foi recompensado com empregos para sua mulher, Alba Leide Nunes Lima, e sua filha, Juliana.
Alba trabalha desde março de 2008 no gabinete pessoal de Sarney. Juliana acaba de ganhar uma nomeação no gabinete do senador Mauro Fecury (PMDB-MA), que assumiu a vaga deixada por Roseana Sarney (PMDB), que assumiu o governo do Maranhão.
Escórcio também está de emprego novo. Foi nomeado por Roseana representante do governo em Brasília, cargo com status de secretário estadual.
Há dois anos, ele foi acusado de espionar os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO) e Marconi Perillo (PSDB-GO) por orientação do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), de quem era assessor especial. Escórcio negou a denúncia.
Usando um mecanismo regimental polêmico, Sarney encaixou na estrutura da Direção Geral seu assessor de imprensa para o Amapá, Said Dib. Sem vagas disponíveis em seu gabinete, ele pediu ajuda ao então diretor-geral Agaciel Maia, segundo Dib. “O presidente Sarney pediu para o Agaciel encontrar uma solução para me manter como assessor, e a solução foi uma lotação na Direção Geral”, afirmou o assessor, que cuida do blog de Sarney.
Na Direção Geral, ninguém conhece Dib. O regimento interno do Senado é omisso quanto a assessores lotados em um lugar que trabalham em outro. Segundo a assessoria da Casa, casos assim “podem” ser autorizados, mas não houve resposta sobre esse exemplo.
Em seu gabinete, Sarney deu emprego ainda para três antigos aliados políticos: seu suplente Jorge Nova da Costa (conforme revelou ontem a coluna “Painel”), o ex-presidente do PMDB do Amapá Raimundo Azevedo Costa e o ex-secretário estadual no Maranhão Wilson Ramos Neiva.

Mais bandidagens e Maracutaias, nova diretora de Recursos Humanos entrou no Senado em um super, mega, hiper, trem da alegria.....

No Globo:
Dóris Marize Romarize Peixoto, nomeada pelo presidente José Sarney (PMDB-AP) como diretora da poderosa Secretaria de Recursos Humanos, entrou no Senado, em 1984, num dos maiores trens da alegria que já passaram pelo Congresso. O GLOBO teve acesso ao processo judicial em que Dóris Marize aparece numa longa lista de servidores contratados sem concurso público para trabalhar no Senado. Na mesma lista de “passageiros” estão o ex-diretor Agaciel Maia, pivô da crise, e a governadora do Maranhão e filha de Sarney, Roseana Sarney. É o que mostra reportagem de Jailton de Carvalho na edição desta sexta em O GLOBO.
O processo foi aberto a partir de ação popular assinada pelo advogado Pedro Calmon contra 1.554 pessoas contratadas no apagar das luzes de 1984, sem concurso público, para trabalhar na gráfica do Senado. Na ação, o advogado relata que o trem da alegria foi acionado pelo então presidente do Senado, Moacyr Dalla, “à revelia do plenário e da própria Mesa da Casa” para “beneficiar filhos, afilhados e esposas de políticos influentes”. A ação foi protocolada em 22 janeiro de 1985. Procurada pelo GLOBO, Dóris disse, por meio da assessoria, que não comentaria.

Ato secreto beneficiou Roseana em 1985
Há 23 anos, a descoberta de uma decisão mantida em segredo por mais de um ano criou constrangimentos para o então presidente da República, José Sarney, e sua família, além de envolver o Senado numa onda de polêmicas. Em maio de 1986, veio a público a existência de um trem da alegria que efetivou 60 funcionários contratados sem concurso público, entre os quais Roseana Sarney.

O ato que efetivou os servidores foi assinado em janeiro de 1985, e não foi divulgado oficialmente pela Casa. Um ano depois, com a publicação de um almanaque de funcionários do Senado, descobriu-se o que foi considerado à época um “grande trem da alegria”.

Mais bandidagens, PF busca indício de crime no caso do neto de Sarney

Por Leandro Colon e Rodrigo Rangel, no Estadão:
A Polícia Federal vai buscar indícios de tráfico de influência e corrupção nas operações feitas no Senado pela empresa do neto do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP). A Sarcris Consultoria, Serviços e Participações Ltda, registrada em nome de José Adriano Cordeiro Sarney, de 29 anos, faz intermediação de empréstimo consignado a servidores do Senado desde 2007, conforme revelou a edição de ontem do Estado.
O surgimento da Sarcris despertou atenção dos investigadores. O negócio dos créditos consignados no Senado estava na mira da PF desde a revelação de que grandes bancos pagaram cifras milionárias a empresas ligadas a familiares do ex-diretor de Recursos Humanos da Casa, João Carlos Zoghbi.
A polícia suspeita que empresas de intermediação de crédito, como as de José Adriano e dos parentes de Zoghbi, dividiam o ramo no Senado, em uma espécie de loteamento. De acordo com fonte da PF ligada às investigações do tema, há possibilidade de abertura de um inquérito exclusivo para o caso do neto de Sarney. Aqui


Ministro do STF vê ”relações conflituosas”
Por Mariângela Gallucci, no Estadão:

O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello, afirmou ontem que no Brasil “ainda infelizmente, lamentavelmente, se evidenciam relações antagônicas e conflituosas que tendem a patrimonializar a coisa pública, confundindo-a com a esfera privada de terceiros”.
Celso de Mello fez essa crítica, sem citar nomes nem a crise dos atos secretos no Senado, durante discurso lido no plenário do STF em homenagem ao procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, que encerra o seu segundo mandato como chefe do Ministério Público da União no próximo domingo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não escolheu o substituto de Souza.
O decano do Supremo disse ainda que “regimes autocráticos, governantes ímprobos e cidadãos corruptos temem um Ministério Público independente”.
Nos quatro anos à frente do Ministério Público, Souza propôs perante o STF 130 ações diretas de inconstitucionalidade, 45 denúncias e 141 pedidos de instauração de inquérito. O destaque de sua atuação foi o caso do mensalão. Ele denunciou 40 pessoas, inclusive ex-ministros, suspeitos de envolvimento no esquema.
Ontem, o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, afirmou que a crise do Senado pode afetar a democracia.
“Se a instituição, que tem esse poder, não resolver a crise, podemos fomentar um dos maiores agravos à democracia, que é acabar com o parlamento”, afirmou.

DEM estuda retirar apoio a Sarney
Por Christiane Samarco, no Estadão:

O DEM ameaça abandonar o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e entregá-lo à própria sorte caso ele não dê “esclarecimentos convincentes” sobre a atuação de uma empresa de seu neto, José Adriano Cordeiro Sarney, no agenciamento de empréstimos consignados a funcionários da Casa.
Em conversas reservadas com Sarney ontem, o líder do PMDB, senador Renan Calheiros (AL), garantiu-lhe que a bancada peemedebista vai se manter firme em seu apoio, a despeito das dissidências de sempre - os senadores Pedro Simon (RS) e Jarbas Vasconcelos (PE). Mas, sem os 13 votos do DEM, o maior aliado do PMDB no Senado, Sarney corre o risco de perder a cadeira de presidente.
“Esta denúncia é grave e tem de ser explicada à opinião pública e à Casa”, disse ontem o líder do DEM no Senado, José Agripino (RN), para quem está “nas mãos dele, Sarney, a manutenção do apoio não só do DEM, como da Casa”.
Um dirigente nacional do partido explica que não há interesse em derrubar o presidente do Congresso, mas ele tem de “ajudar” o DEM a manter seu apoio. Segundo o dirigente, o entendimento geral é que a sucessão de denúncias envolvendo familiares de Sarney está tornando a situação “insustentável”.
A estratégia do PMDB é segurar Sarney no cargo pelas próximas duas semanas, até o recesso parlamentar de julho, que começa no dia 18. Sarney conta com o fator Lula, que não só contribui para aplacar a opinião pública como força o PT a seguir a linha do Planalto, em sua defesa. Mas não será tarefa fácil mantê-lo na cadeira. O DEM já avisou que aguarda o desdobramento do caso até segunda-feira e que não negociará prazo algum com o PMDB se não houver argumentos convincentes.
Um amigo de Sarney conta que ele está “muito abalado física e emocionalmente”. Um peemedebista experiente acredita que, neste momento, a maior vantagem do PMDB na administração da crise é o temor geral do clima de vingança que sempre se acentua em tempos de sucessão. Além disso, os principais partidos do Senado - DEM, PSDB, PT e PMDB - têm suas fragilidades e temores de enfrentar a guerra de mais um processo sucessório.


OAB apura cobrança de taxa por indenização
Por Felipe Recondo, no Estadão:

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai investigar a cobrança de porcentual das indenizações pagas pelo governo a camponeses perseguidos pelo Exército durante a guerrilha do Araguaia e a ex-militares que lutaram na região. O administrador de empresas, Elmo Sampaio, anistiado político e ex-funcionário da Comissão de Anistia, cobra dos camponeses 10% do total das indenizações e 30% dos ex-militares - sendo 20% para custear advogados. A prática, revelada na terça-feira pelo Estado, indicaria intermediação para a contratação de advogado, o que é vedado por lei.
“Como é proibida a prática de intermediação de serviços advocatícios, que somente podem ser prestados diretamente por advogados, entendeu-se que a reportagem traz indícios da prática de ilícito, o que deve ser apurado na sede daquele que o praticou; por isso, encaminhou-se à OAB-DF pedido de apuração dos fatos divulgados pelo jornal”, disse o presidente da OAB, Cezar Britto.
Os contratos com os camponeses firmados por Elmo Sampaio foram denunciados ao Ministério Público Federal na semana passada por integrantes da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça. O órgão quer que procuradores acompanhem o recebimento das indenizações pelos anistiados para evitar desvio de recursos. Porém, os integrantes da comissão admitem não haver indícios de ilegalidade nesse caso.
Por outro lado, o fato de o administrador arregimentar clientes entre ex-militares que lutaram no Araguaia e posteriormente contratar advogados para buscar na Justiça Federal o direito a indenizações violaria o Estatuto da Advocacia e o código de ética da categoria. A prática configuraria captação de clientela. Tanto Elmo Sampaio quanto os advogados contratados poderão ser processados caso a irregularidade seja comprovada.

Ainda mais bandidagens, Supersalários da Petrobrás são alvo da CPI.
No Estadão:

Diante da revelação que os integrantes da cúpula da Petrobrás recebem supersalários, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) cobrou ontem a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás já na próxima semana. De acordo com reportagem do jornal Correio Braziliense, documentação enviada pela Petrobrás ao Ministério da Previdência e à Receita Federal mostra que os vencimentos - salários mais bônus - de cada um dos diretores e do presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, fecharam 2007 em torno de R$ 710 mil, uma média mensal salarial de R$ 60 mil.
O senador, autor do requerimento de criação da CPI, criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, por autorizarem reajustes de até 90%, entre 2003 e 2007, para a diretoria executiva da estatal. A diretoria é em boa parte loteada entre nomes do PT e do PMDB. Indicado pelo PT, o diretor de Operações e Exploração da empresa, Guilherme de Oliveira Estrella, por exemplo, teve rendimentos aumentados de R$ 368.711,36 em 2003, para R$ 701.764,79 em 2007.
“É evidente que dirão: ?Mas isto é legal?. Não há dúvida, deve ser legal; afinal, os atos foram praticados em função de normas estabelecidas pela empresa, com o aval do Poder Executivo, já que quem preside o Conselho da Petrobrás é a ministra da Casa Civil. Nós não estamos discutindo a legalidade: nós estamos questionando a moralidade”, afirmou Dias.
Para ele, a necessidade da CPI estaria mais do que justificada pela irregularidades reveladas nas operações Águas Profundas, Royalties e Castelo de Areia da Polícia Federal. “São fatos relevantes que justificam investigação em profundidade, para a necessária responsabilização civil e criminal, se os ilícitos forem confirmados. A CPI tem a função de colocar o mal à luz para chegar ao conhecimento da população, que pressiona e exige providências” , disse ele, referindo-se a denúncias de superfaturamento e pagamentos indevidos nas obras da refinaria de Pernambuco e na construção de plataformas para exploração de petróleo em alto mar.

COMENTO
Todos os dias são descobertos, dezenas, centenas e até milhares de novos casos de exacerbada corrupção na República dos Tupiniquins e Petralhas.
No entanto a leniência das autoridades brasileiras com essas facções criminosas que estão nos poderes da República causa-me muita estranheza.

Não entendo o motivo pelo qual as Forças Armadas brasileiras ainda não tomaram o "Timão deste braco" que está na eminência de afundar, com todos abordo.

Um corrupto governo, que não repeita a mágna carta e paga três vezes mais a PMDF e BMDF do que as FFAA, não é um governo e sim uma mega super facção criminosa, que apenas está no poder, onde ainda pretende se perpetuar.

Meus nobres amigos militares, vamos ter muita atenção, para que nas próximas eleições não votarmos nesses bandidos e criminosos que estão aí, cometendo todos os tipos de atocidades possíveis, no nosso país.