quarta-feira, 12 de agosto de 2009

"SALADA DE MOLUSCO COM PIZZA UM PRATO INDIGESTO"!

Em meio à crise, o mega corrupto Molusco propõe concessão de rádio a filho do super bandido "RENAN CANALHEIROS".
Por Elvira Lobato, na Folha:

No meio do turbilhão da crise no Senado, o presidente Lula encaminhou ao Congresso o processo para aprovação de uma concessão de rádio FM para a família de Renan Calheiros, líder do PMDB e um dos comandantes da tropa de choque para a manutenção de José Sarney na presidência da Casa.
A concessão, em nome da empresa JR Radiodifusão, é para o município de Água Branca, uma cidade de 20 mil habitantes no sertão de Alagoas. Lula enviou a mensagem ao Congresso na sexta, um dia após violento bate-boca, no plenário, entre Renan e Tasso Jereissati (PSDB-CE). Renan nega ter influenciado a tramitação.
No site do Ministério das Comunicações, as informações sobre o andamento do processo são contraditórias. Consta que em 5 de março deste ano foi enviado à Presidência da República, onde não teria sido recebido, e voltou para a pasta.
Não há registro no sistema de consultas on-line do ministério sobre a data em que se deu a entrada na Presidência. Desde a Constituição de 1988, é obrigatória a aprovação das concessões e das renovações das concessões de radiodifusão pela Câmara e pelo Senado, e cabe ao presidente da República enviar os processos ao Congresso.
O senador não figura como acionista da JR Radiodifusão, mas sim seu filho, José Renan Calheiros Filho, prefeito de Murici (AL). O principal acionista, Carlos Ricardo Santa Ritta, é assessor de Calheiros no Senado. Outro acionista, Ildefonso Tito Uchoa, também foi seu assessor no Senado.
Por causa da JR Radiodifusão, o mandato de Renan esteve em risco, em 2007. Ele foi acusado de ser dono da empresa por meio de laranjas e de quebra de decoro parlamentar. Sofreu processo no Conselho de Ética, mas foi absolvido pelo plenário do Senado.
Durante a investigação, o ex-senador e usineiro alagoano João Lyra afirmou ao corregedor do Senado que Calheiros era “”sócio oculto” das rádios. Quotas das emissoras foram pagas com cheques dele. O senador justificou os cheques dizendo que deu dinheiro para o filho se tornar sócio.

Desmoralização no Congresso Nacional
Acordo pode dar absolvição definitiva a Sarney e Virgílio
Senadores governistas costuraram ontem um acordo para livrar tanto o corrupto presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), como o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), de punições.
Enquanto a oposição decidia baixar a temperatura da crise no plenário, líderes governistas e petistas buscavam uma saída negociada, que passa, num primeiro momento, pela abertura de processo no Conselho de Ética contra Sarney e Virgílio. Depois, os processos seriam arquivados definitivamente.
A ideia dividiu a base aliada. O corrupto líder do PMDB, Renan "Canalheiros", não concorda com esse procedimento, tanto que foi se queixar dos petistas com o presidente Lula no final da noite.
O grupo de Renan acenou com outra proposta: aceitava arquivar o processo contra Virgílio desde que os 11 impetrados contra Sarney ficassem arquivados, como decidiu o presidente do Conselho de Ética, o desqualificado e louco Paulo Duque (PMDB-RJ).

Por Roberto Almeida, no Estadão:
O Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ), entidade global em defesa do jornalismo e da liberdade de expressão, com sede em Nova York, nos Estados Unidos, tornou-se a 7ª organização internacional a condenar a censura ao Estado. Seu coordenador para a América Latina, Carlos Lauria, aposta em uma resposta da sociedade para o “absurdo” da situação. “A censura é um importante chamado para a cidadania.”

Lauria conhece bem a situação da imprensa brasileira. Seus relatórios anuais são um termômetro da liberdade de expressão e de ataques a jornalistas no País. “São questões muito sérias porque afetam diretamente os brasileiros, não apenas os jornalistas, mas os cidadãos que deixam de conhecer informações importantes sobre a veracidade dos casos”, anota o coordenador do CPJ.

O Estado foi proibido, no dia 30 de julho, de divulgar informações referentes à Operação Faktor, conhecida como Boi Barrica, da Polícia Federal. Seu conteúdo traz diálogos entre Fernando Sarney e seu pai, o presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP), sobre loteamento de cargos no Senado por meio de atos secretos.

“São acusações sérias sobre corrupção contra importantes figuras do Senado brasileiro. Este caso de censura evidentemente vai contra os princípios básicos da democracia, de debates de temas de interesse público”, afirma Lauria. “Quem precisa saber o que está acontecendo é quem votou - a favor ou contra os políticos. Quando há uma decisão que diz que não se pode mais publicar, deve-se criar uma sensação de indignação”, explica.

O ENCONTRO DE DILMA E LINA PARA QUEM SABE LER E QUER CONHECER OS FATOS.

Lina Vieira, ex-secretária da Receita, reafirmou nesta terça, agora em entrevista ao Jornal Nacional, que se encontrou, sim, com Dilma Rousseff e que a ministra tentou interferir na investigação das empresas da família Sarney. E lembrou algumas coisinhas óbvias: a ex-chefe de gabinete dela sabe disso, a de Dilma também, o motorista sabe… Dilma, suponho, mesmo sendo Dilma, deve ter oferecido uma cafezinho à então secretária. O garçom do ministério deve saber…

O que é que Dilma vinha afirmando? Que jamais havia se encontrado a sós com Lina. A negativa está, por exemplo, na submanchete da Folha desta terça. Aliás, quem editou a primeira página do jornal decidiu dar mais espaço para a negativa de Dilma (duas colunas) do que para a afirmação da ex-secretária (uma coluna). É um critério engraçado: ou a primeira notícia foi subestimada com uma coluna, ou a negativa foi superestimada, com duas… Mas isso agora é o de menos. Importante é o furo jornalístico publicado pelo jornal.

Alguém deve ter lembrado a Dilma que negar o encontro era uma fria. Sempre há um subalterno para desmentir. Então a ministra, hoje, mudou a sua fala: “Não teve essa discussão”. Entenderam? Antes, não havia acontecido o encontro; agora, não aconteceu a discussão.

A razão da mudança é simples: não seria difícil provar que o encontro aconteceu; mas é praticamente impossível provar que houve a discussão. Tanto é assim que, com a simpatia habitual, referindo-se a Lina, disse: “A gente não afirma, a gente prova”. Ah, bom!

Pronto! Dilma começou negando o encontro e desistiu. Em seguida, negou a existência da discussão. De certo modo, desistiu também. Agora, ela se contenta em afirmar: “Ela [Lina] que prove”.

COMENTO
Meus amigos todos, conhecem muito bem o caráter dos petralhas, que são pessoas abomináveis, corruptas e bandidas. Principalmente essa digamos "ministra" que todos conhecem seus feitos nas décadas de 60 e 70.
Ela era a comandante Dilma, da organização Val palmares, que tanto barbarizou a República na época, com vários sequestros, roubos a bancos e assassinatos em massa, principalmente de militares.

É lógico que Lina Vieira está falando a verdade, isso eu não tenho nenhuma dúvida.
O que me causa estranheza é a leniência das autoridades com pessoas de caráter tão abominável, como essa digamos "ministra" dos petralhas.

O momento é muito grave, o banditismo intitucionalizado, a corrupção edêmica e a bandidagem dessa corja de escroques que está no poder, mancha a República e acaba com as esperanças do povo brasileiro.
Senhores oficiais das Forças Armadas, devemos fazer uma reflexão do atual momento, pelo qual passa nosso frágil e pobre país.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

"AS MARACUTAIAS DO GOVERNO LULA X DILMA"

Lina reafirma encontro Dilma: “Não custava nada ela ter dito a verdade. Qual a dificuldade”. PORQUÊ OS PETRALHAS SÃO TÃO DESCARADOS E MENTIROSOS?
Por Andreza Matais e Leonardo Souza, na Folha:

A ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira reiterou ontem que esteve no gabinete de Dilma Rousseff (Casa Civil) e que a ministra lhe pediu para encerrar logo o processo de investigação nas empresas da família Sarney.
“Ela sabe que eu estive lá e sabe que falou comigo. A Erenice [Guerra, secretária-executiva da Casa Civil] também, porque esteve no meu gabinete para marcar. Não custava nada ela ter dito a verdade. Qual a dificuldade? Na minha biografia não existe mentira.”
Ela afirmou que confirmou o encontro à Folha porque foi procurada pela reportagem. “Não preciso disso, estou passando um momento muito difícil por causa da entrevista. Não tenho costas quentes, não tenho ninguém para me defender. Não sou candidata a nada, não preciso de palanque.”
Lina disse que “Erenice pediu o encontro e que era para ser sigiloso”, por isso não foi acompanhada de assessores. “Estive lá, antes a chefe de gabinete dela foi ao meu gabinete, agendou isso para ser uma coisa informal, que não constasse nem da minha agenda nem da dela. Eu cheguei pela garagem, entrei sem identificação, conversei com ela e voltei.”
Lina está de mudança para o Rio Grande do Norte. Foi demitida em 9 de julho pelo nocivo ministro Guido Mantega (Fazenda).

Oposição fraca e medíocre tenta reabrir as acusações contra o super bandido Sarney no corrupto Conselho de Ética.
Na Folha:

A oposição entrou ontem com recursos no Conselho de Ética do Senado para tentar abrir ao menos um processo por quebra de decoro contra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP). Não há data ainda para votação pelo órgão.
Na semana passada, o presidente do conselho, Paulo Duque (PMDB-RJ), havia arquivado sumariamente as 11 acusações contra Sarney.
Com 5 dos 15 membros do conselho, a oposição precisa dos votos dos três petistas do órgão para aprovar os recursos. O PT vem sinalizando que deve votar a favor do desarquivamento de um dos requerimentos, o que trata de atos secretos.
A posição petista irritou o PMDB. Segundo a Folha apurou, o partido discutiu ontem se deve reagir caso o PT vote pelo desarquivamento. Um setor do PMDB defende como retaliação votar a favor da convocação da ex-secretária da Receita Lina Vieira. À Folha ela disse ter sido chamada pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, a fim de que investigações sobre empresas de Sarney fossem agilizadas.
Os recursos apresentados ontem por PSDB, DEM e PSOL tentam desengavetar quatro pedidos de investigação contra o presidente do Senado: envolvimento com atos secretos, suposto favorecimento a empresa do neto de crédito consignado, mentira ao negar responsabilidade administrativa na Fundação José Sarney e desvio de verbas da Petrobras.

Também houve um quinto, referente a processo que envolve o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), pela existência de atos secretos. Até o final da semana, serão mais sete recursos.
Neles, a oposição afirma que Duque “usurpou a competência regimentalmente atribuída aos conselheiros ao fazer uma análise do mérito, e não apenas de admissibilidade”. Duque não marcou reunião do colegiado para analisar os recursos.
A Folha apurou que a secretaria geral da Mesa encomendou parecer à consultoria da Casa que considera a decisão do conselho como definitiva, não cabendo recurso dela.
A corrupta bancada petista se reúne hoje para definir se haverá mudanças na composição do conselho. A Folha revelou que os senadores Ideli Salvatti (SC) e Delcídio Amaral (MS), suplentes, cobraram do líder da bancada, Aloizio Mercadante (SP), que indique os titulares para as duas vagas da cota abertas. Alinhados com o Planalto e candidatos em 2010, Ideli e Delcídio não querem ter de votar.

Guerra diz que devolverá diárias pagas à filha
Por Carol Pires, no Estadão:

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), disse ontem que, se ficar comprovada a ilegalidade do pagamento de diárias de uma viagem feita por sua filha a Nova York, ele devolverá o dinheiro.

Reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo revelou que a filha do senador Helena Olympia de Almeida Brennand Guerra foi para os Estados Unidos, em fevereiro de 2007, e gastou R$ 4.580,40 em diárias pagas com dinheiro público para acompanhar o pai, que foi a Nova York fazer exames médicos.

Guerra explicou que teve um problema no intestino e foi aconselhado por médicos brasileiros a consultar um médico norte-americano. Segundo o senador, ele recebeu autorização do Senado para ser acompanhado na viagem pela filha e nunca foi informado sobre a necessidade de devolver o dinheiro.

Na manhã de ontem, o diretor da Secretaria de Controle Interno do Senado, Eduardo Torres, encaminhou ofício a Guerra explicando que o Senado nunca pediu a devolução do dinheiro gasto na viagem de Helena Olympia porque um ato da Mesa Diretora permite ao Senado pagar despesas de alimentação e pousada de colaboradores eventuais quando fora de Brasília.

Indagado se atribuía a revelação do fato aos aliados do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), Guerra disse que não iria atribuir responsabilidades, mas achava “no mínimo estranho” que essa história tenha vindo à tona neste momento. “Estamos desgovernados. A tendência é nivelar por baixo para tentar atribuir a crise a todos”, disse.

PF indicia ex-diretor de RH do Senado por três crimes
Na Folha:

O ex-diretor de Recursos Humanos do Senado o mega bandidão João Carlos Zoghbi foi indiciado ontem pela Polícia Federal pelos crimes de concussão (extorsão praticada por funcionário público), inserção de dados falsos em sistemas de informação e formação de quadrilha.
Ele foi responsabilizado pela atuação no mercado de empréstimo consignado em folha de pagamento de servidores da Casa. Segundo a PF, Zoghbi autorizou negociações acima do limite permitido -30% dos rendimentos de cada funcionário- para favorecer a empresa do filho Marcelo, a Contact Assessoria de Crédito Ltda.
Registrada em nome de uma ex-babá do ex-diretor do Senado, a Contact era recomendada por ele a servidores para intermediar as negociações -com o benefício de ter o empréstimo acima do permitido. De acordo com o Senado, o mercado de crédito consignado na instituição movimentou R$ 1,2 bilhão nos últimos três anos.
Zoghbi prestou depoimento ontem pela manhã. Se condenado, a pena máxima pode resultar em 23 anos de prisão.
Antônio Carlos de Almeida Castro, advogado de Zoghbi, alega que não havia no Congresso um limite estipulado para o empréstimo consignado. Castro diz que não há ligação de Zoghbi com os bancos que concediam empréstimos.
O ex-diretor é o primeiro dos envolvidos nos escândalos do Senado a ser indiciado pela PF. Em abril, ele havia sido indiciado pela Polícia Legislativa (que também apurou o caso) pelos crimes de formação de quadrilha e falsidade ideológica.
A investigação da PF deve ser concluído ainda neste mês -outras cinco pessoas devem ser indiciadas, segundo o órgão.

COMENTO
"Caros amigos, nosso país está sem rumo e à deriva; diferentes correntes e ventos fortes que sopram em várias direções podem joga-lo, em lugares inóspitos onde, nunca antes navegados".

Nossas instituições democráticas, mergulhadas no fundo em mares de lama onde nunca jamais tinham estado.

Um executivo e um legislativo totalmente corruído pela corrupção, nepotismos e bandidagem SARNEISTA, CALHEIRISTA E MOLUSQUIANA.

Nossas forças Armadas (DESARMADAS). Militares flagelados e humilhados por dois dos maiores caudilhos da história da humanidade FHC e Molusco.

Precisamos nos unir, com os homens de bem e patriótas do nosso país, para tirarmos a República deste buraco negro em que ela se encontra.
E cabar de vez, com maior facção criminosa do planeta terra. A facção dos BANDIDOS E CORRUPTOS PETRALHAS.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

"O GOVERNO LULA E O FIM DO MUNDO"!

VALE APENA LER NOVAMENTE, ESTA POSTAGEM FOI PUBLICADA NO INÍCIO DO ANO E ATÉ HOJE É UMA DAS MAIS LIDAS DA WEB.

Meus amigos o livro CONSPIRAÇÃO DE PORTAS ABERTAS, diz como o movimento revolucionario ressurgiu na America Latina através do foro de São Paulo. Neste livro existe coisas tão absurdas, que parece o fim do mundo. O governo do molusco será o maior responsável, por quase todas as atrocidades no nosso planeta.

Vejam o avanço da estatização da economia desde a chegada do PT ao poder. Em 2002, a participação acionária do estado no setor petroquímico era de 46%; no ano passado, já estava em 63%; nas termelétricas, saltou de 11% para 44%; na distribuição de combustíveis, foi de 24% para 32%. Os dados ilustram uma reportagem de Marcio Aith e Giuliano Guandalini, publicada na edição nº 2024 de VEJA, em 5 de setembro do ano passado.

Bem vamos aos fatos, se “Voltaram com força as concepções, de resto testadas a reprovadas no passado, do ‘estado empresário’ e do ‘controle estratégico’ sobre setores econômicos. O capitalismo selvagem de estado fez sentido e teve seu auge no governo do general Ernesto Geisel (1974-1979). Hoje se tornou anacrônico por perdulário, ineficiente e por criar terreno fértil para a exacerbada e monstruosa corrupção. Um sinal claro e recente do inchaço do estado surgiu de um número simbólico, a chegada a 1 milhão do número de funcionários da União.” Só para registro à margem: o texto lembrava a contratação do funcionário público federal de número 1.000.000. Isto mesmo: um milhão. Quando Lula chegou ao poder, havia 810 mil. Sozinho, ele aumentou o funcionalismo em 23,45%.
Não podemos menosprezar a capacidade de corrupção “molusquiana”.
Uma corrupção monstruosa dessa é ou não é o fim do mundo?

Há existe uma questão que é, vamos dizer assim, estrutural, que é independe, em larga medida, do caráter do governante: quanto maior é o estado, quanto mais ele se mete na economia, quanto mais interfere na produção e na distribuição de bens ou na oferta de serviços, tornando-se um agente, não apenas um ente regulador, maiores são as chances de monstruosa corrupção. E nem poderia ser diferente: aumentam enormemente os poros por onde entram as demandas político-partidárias. Ora, por que os partidos querem tanto cargos de direção na Petrobras, na Eletrobras, nos Correios? Porque querem serviços exemplares? Não! Cargo nessas empresas significa a chance de negociar com fornecedores, entenderam? E a roubalheira se institucionaliza. Não custa lembrar que o grande mensalão, que quase derruba o Molusco, nasceu de uma capilé merreca cobrado por um funcionário dos Correios. Se mesmo um caráter reto corre o risco de se corromper num estado gigante, imaginem o que acontece quando ele é torto já de natureza. E com o carater dos Petralhas!

O que está em curso senhores, de a opção pelo CAPITALISMO DE ESTADO, que vem embalado numa cascata ideológica de aparente nacionalismo: “Precisamos ter uma grande empresa nacional de telefonia”; “Precisamos ter uma (ou duas) grande empresa de aviação”; “Precisamos ter o controle do setor petroquímico porque é estratégico”. Precisamos… Em suma, eles querem ter o controle da economia, também a privada, por intermédio do controle do que chamam “setores estratégicos”. E por que o empresariado, que deveria concentrar os nossos “liberais”, não reclama? Porque esse estado forte também é um negociante e gosta de vender facilidades, em troca de proveito de seus corruptos governantes.

Isso tudo é feito assim, à matroca, sem nenhuma teoria? Um tanto à matroca é, mas teoria existe. É bastante influente na América Latina, hoje, uma tese denominada “Quarta Via”, formulada por um economista alemão que dá aula na Universidade Autônoma do México e é grande guru de Hugo Chávez: Heinz Dieterich. Sua teoria comporta certa elasticidade para compreender tanto o estatismo mais xucro e quase pueril do presidente venezuelano como o estatismo mais profissionalizado e aparentemente menos hostil ao mercado do lulo-petismo-molusquiado.

A “Quarta Via”, como o nome sugere, descarta as outras três: o socialismo (nos moldes soviético ou cubano), o capitalismo à americana e a social-democracia de modelo europeu. O que seria a alternativa pressupõe isto mesmo que se está construindo (ou reconstruindo, já que tivemos o geiselismo, né?) no Brasil: o estado disciplina o mercado, mas não por causa da sua força normativa. Ele passa a ser também um jogador. Mais: este não é um estado qualquer, aquele que Dietrich acusaria de “burguês”. Ao contrário: ele deve estar sob o chamado “controle popular”. A “sociedade organizada” — no caso de chavismo, Fidelismo e os “bolivarianos”; no caso do Brasil, os sindicatos — é que comanda a super máquina de corrupção. ESTADO PROLETARIADO X ESTADO BURGUES.

Vamos avançar um pouco mais. Dietrich não fica apenas nos considerandos de natureza econômica. A Quarta Via deve buscar a união da América do Sul — inclusive a militar — para fazer frente aos Estados Unidos. Sua proposta é um pouco mais ousada do que o Conselho de Defesa Sul-Americano proposto por Nelson Jobim: ele defende a união militar sul-americana. Lembrem-se que era exatamente o que Chávez queria. De toda sorte, a retórica brasileira na defesa do tal Conselho, se bem se lembram, pretende que as questões locais sejam resolvidas fora do âmbito da OEA — porque, afinal, os Estados Unidos estão na Organização dos Estados Americanos… Quando se formou o alinhamento contra a Colômbia por conta da morte do terrorista pançudo, foram os EUA que livraram Uribe no massacre diplomático. As FARC são iguais aos petralhas alguém tem dúvidas?

Meus nobres amigos é preciso denunciar de maneira inequívoca a mega, monstruosa e exacerbada roubalheira como método de um governo sociopata, bandido e corrupto. E é preciso que se atente para o molde mais geral em que se encaixa a política lulista. “Um estado gigante é também um estado mais poroso à ‘companheirização’e a compadres, Na esfera política, com muito mais habilidade do que seus pares menos evoluídos na América Latina — os simiescos Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Corrêa e Jean Bertan Aristidi —, Molusco e seu partido "petralha", atuam para tornar irrelevante a alternância de poder no país. Em certa medida, a sua anunciada pretensão de ser um novo Getúlio Vargas tem um quê além da bravata: o pisicopata corrupto e sociopata petista é realmente fascinado pelos defeitos do ex-ditador.”

Causa-me estranheza quando esse bandido e monstro vem para a TV dizer que vai fazer o próximo presidente, “doa a quem doer”. A hidra, Com seus tentáculos corruptos e amarelos é o mesmo que dizer: Está tudo dominado e com a leniência do MPF, STF e OAB.

Muita luz para todos.
TEXTO:CARDOSO LIRA

CENSURA AO ESTADÃO É ABUSO DE PODER E COVARDIA!

CENSURA AO ESTADÃO É ABUSO DE PODER!

Censura ao Estadão é abuso de poder, alerta Repórteres Sem Fronteiras
Por Roberto Almeida, no Estadão:

“A liberdade de imprensa enfrenta dias sombrios.” Esta é a avaliação feita pela organização Repórteres Sem Fronteiras sobre a situação brasileira. A entidade, que defende o jornalismo e luta contra a censura em 120 países, condenou a decisão do desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, que censurou o Estado, classificando-a de “abuso de poder”.

De acordo com Repórteres Sem Fronteiras, o Grupo Estado foi “forçado ao silêncio após ter divulgado informações envolvendo autoridades públicas”. Em sua decisão, Vieira proibiu o Estado de divulgar informações referentes à Operação Boi Barrica, que envolve Fernando Sarney, filho do presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP). Os áudios em que ambos falam sobre distribuição de cargos no Senado tiveram de ser retirados do portal estadao.com.br.

“Quanto à decisão da Justiça que proíbe O Estado de S.Paulo de publicar notícias sobre Fernando Sarney, constitui um ato de censura que lesa a liberdade de expressão”, anota a entidade.

O advogado Manuel Alceu Affonso Ferreira, do Grupo Estado, pediu na última quarta-feira que Vieira se afaste do caso. Ex-consultor jurídico do Senado, o desembargador é do convívio social da família Sarney e do ex-diretor-geral Agaciel Maia. Ele foi fotografado ao lado de Sarney no casamento de Mayanna Maia, filha de Agaciel, da qual o presidente do Senado foi padrinho.

Oposição quer explicações sobre suposta ajuda de Dilma a Sarney
No Estadão:
A oposição quer que a ex-secretária da Receita Federal Lina Maria Vieira explique no Congresso o pedido que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) lhe teria feito, no final do ano passado, para “agilizar a fiscalização do filho do Sarney”.

Parlamentares ouvidos ontem classificaram como “gravíssima” a afirmação da ex-chefe do Fisco, demitida no mês passado, e não descartaram a possibilidade de convocar a ministra para esclarecer as acusações. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Lina disse que entendeu o pedido de Dilma como um recado “para encerrar” as investigações.

O pedido da ministra teria sido feito em reunião no Planalto, depois de o juiz Ney Bello Filho, da 1ª Vara Federal do Maranhão, ter autorizado uma ampliação das investigações da Operação Boi Barrica - estavam sob auditoria da Receita as empresas da família Sarney, que são geridas por Fernando, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

A assessoria de Dilma negou ontem ao Estado que a reunião com Lina tenha ocorrido e disse que a ministra jamais teria feito tal pedido.

O juiz autorizou o aprofundamento das investigações em setembro de 2008. Meses depois, Sarney decidiu sair candidato ao comando do Legislativo, sendo eleito em fevereiro de 2009.

O senador José Agripino (DEM-RN) defendeu a convocação da ex-secretária para depor na Comissão Parlamentar de Inquérito que investigará contratos de patrocínio da Petrobrás e supostas irregularidades da estatal na construção e reforma de plataformas, além da mudança contábil feita pela empresa que teria, com isso, deixado de recolher R$ 1,14 bilhão aos cofres públicos.

“É um fato gravíssimo porque é uma insinuação para que não se investigasse”, disse Agripino. “Essa reportagem reforça a necessidade de a Lina ir à CPI da Petrobrás”, acrescentou. Na semana passada, o relator da CPI, senador Romero Jucá (PMDB-RR), rejeitou o requerimento que pedia a convocação de Lina.

Senadores da oposição defendem a ida da ex-secretária à comissão para que ela explique a investigação que o órgão começou a fazer na Petrobrás após o anúncio de que a empresa havia feito a operação de compensação tributária. A Receita chegou a se manifestar formalmente contra a operação da estatal - essa foi uma das justificativas para a demissão de Lina, no mês passado.

Agripino sugere cautela porque o governo estaria querendo a “politização” da CPI, o que enfraqueceria a comissão. “Por enquanto, tem que fazer a investigação preliminar. Se isso ficar comprovado, Dilma terá contas a prestar”. O senador Álvaro Dias (PSDB-PR), autor do requerimento arquivado por Jucá, disse que a oposição vai insistir na convocação de Lina. “Ela tem muita coisa a dizer”, avaliou. Se a oposição não conseguir, a ex-secretária poderá comparecer a uma audiência pública de uma das comissões permanentes da Casa. “Por essa declaração, ela não precisa necessariamente depor na CPI, tem de depor no Senado”, defendeu o senador Sérgio Guerra (PSDB-PE). Um depoimento na Comissão de Fiscalização e Controle foi defendido pelo líder tucano, Arthur Virgílio (AM).

Governo não aceita convocação de ministra COMANDANTE DESTA FACÇÃO NAS DÉCADAS DE 60 E 70.
Por Tânia Monteiro, no Estadão:

O governo não quer a CPI da Petrobrás envolvida na investigação da suspeita levantada pela ex-secretária da Receita Lina Vieira. E também não aceitará a convocação da ministra-chefe da Casa Civil para explicar um assunto que, para a assessoria de Dilma Rousseff, “é de palavra contra palavra”. Ontem, a assessoria da ministra disse que “não houve reunião” entre Dilma e Lina e que “jamais a ministra fez tal pedido” - para agilizar e encerrar as investigações das empresas da família Sarney.

O ministro José Múcio (Relações Institucionais) disse que esse assunto não pode politizar a CPI da Petrobrás. “É preciso que as coisas sejam despartidarizadas. Conhecendo a ministra Dilma como conheço, não acredito que ela tenha feito tal pedido.”

Para ele, “está aberta a temporada de ressentimentos e denuncismo”. “Os assuntos políticos já foram separados. A CPI da Petrobrás vai ser esclarecedora, mas é preciso despolitizar e desemocionalizar os temas”, avaliou o ministro. Ele aposta em uma semana “ótima”. “Porque nada pode ser pior do que a semana passada, quando as tensões chegaram, na quinta-feira, à temperatura máxima”, disse, lembrando o bate-boca envolvendo a tropa de choque do PMDB e os líderes da oposição. Na ocasião, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) chamou Tasso Jereissati (PSDB-CE) de “coronel de xyzwhijps”; o tucano devolveu com “coronel cangaceiro”.

Governo já admite reabrir ação contra Sarney

Os corruptos Palhaços do Planalto já admite que as investigações sobre o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), no Conselho de Ética, serão reabertas quando for a julgamento o recurso que a oposição apresentará nos próximos dias, conforme reportagem de Gerson Camarotti na edição desta segunda-feira do jornal O GLOBO.

Na última semana, o presidente do Conselho, o abominável e louco Paulo Duque (PMDB-RJ), determinou o arquivamento sumário de todas as ações contra o senador . Apesar de contar com a retomada da apuração, o governo recebeu indicações de que sua base, inclusive o PT, não permitirá que a análise das representações seja transformada num processo de cassação.

Segundo a reportagem, Governistas e integrantes da oposição tentam agora levar a crise do plenário do Senado para o Conselho. Senadores ouvidos pelo GLOBO no fim de semana apontaram que essa pode ser a “saída honrosa” para tentar diminuir o clima de tensão que tomou conta da Casa. O digamos "desnorteado presidente" Molusco foi informado de que a bancada dos petralhas trabalhará para solucionar a grave crise.

COMENTO
"A República está pedindo socorro, não é possível tantas bandidagens, maracutaias e safadezas, num patamar tão esdrúxulo e exacerbado.
Tudo isso é culpa desta facção abominável e criminosa que hoje está no poder, apenas para locupletar-se, as custa do erário público e cometer os mais diversos e abomináveis crimes de corrupção, nepotismo e etc.
E essa mega quadrilha de bandidos e gatunos ainda quer se perpetuar no poder de qualquer jeito e a qualquer custo. Isto é imoral e falta de respeito com a nação e o povo brasileiro.
Senhores oficiais generais das nossas definhadas e desmanteladas Forças Armadas, isso é um absurdo. Vamos acabar com essa facção criminosa dos bandidos PETRALHAS". Vamos ser mais radical com esses canalhas.

domingo, 9 de agosto de 2009

"O BRASIL E A FACÇÃO CRIMINOSA DONA DO PODER"!

A Comandante Dilma Rousseff, tentou interferir em investigação em empresas dos Sarneys, diz ex-secretária da Receita
Por Leonardo Souza e Andreza Matais, na Folha:

A ex-secretária da Receita Federal Lina Maria Vieira diz que, em um encontro a sós no final do ano passado, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) pediu a ela que a investigação realizada pelo órgão nas empresas da família Sarney fosse concluída rapidamente.
A Folha obteve há três semanas a informação sobre o encontro e o pedido. Procurada pela reportagem, a ex-secretária confirmou. Ressaltou que não poderia dar detalhes sobre a auditoria, em respeito ao sigilo fiscal previsto no Código Tributário Nacional. Mas aceitou contar como teria sido a conversa com a ministra e pré-candidata à Presidência da República. A assessoria de Dilma diz que o encontro nunca ocorreu.
“Falamos sobre amenidades e, então, ela me perguntou se eu podia agilizar a fiscalização do filho do Sarney.” A ex-secretária disse que entendeu como um recado “para encerrar” a investigação, o que se recusou a fazer. “Fui embora e não dei retorno. Acho que eles não queriam problema com o Sarney”, que usado a máquina do Congresso em favor de parentes e aliados. Continua no cargo com o apoio de Lula.

Petrobras é que “abriu o verbo”, diz Lina
Na Folha:

Responsabilizada no governo por não ter conduzido corretamente a polêmica sobre a manobra contábil adotada pela Petrobras para pagar menos impostos, a ex-secretária da Receita Lina Maria Vieira alega que foi a própria estatal que trouxe a público o assunto.
Segundo Lina, nem ela nem o fisco deram informações sobre o artifício, que permitiu à Petrobras deixar de pagar R$ 2,14 bilhões em impostos neste ano e que serviu de estopim para a criação de uma CPI no Senado.
Em entrevista à Folha, Lina disse que foi repreendida pelo líder do PT no Senado, Aloizio Mercadante (SP), que a acusou de ter “cometido um crime” e municiado a oposição com dados sobre a compensação de tributos.
A responsabilidade, segundo ela, foi do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli. “Em momento algum, da minha boca saiu essa palavra [Petrobras]. Estávamos na comissão de acompanhamento da crise no Senado, e me limitei a mostrar a arrecadação e por que ela tinha caído, pela utilização da compensação. Agora, quem abriu o verbo foi o presidente da Petrobras, quem veio [ao Senado] e falou da mudança do regime foi ele.”
A ex-secretária contou que o ministro Guido Mantega (Fazenda) demitiu-a, no dia 9 de julho, dizendo que o episódio da estatal pesou na decisão dos Palhaços do Planalto. Mercadante confirmou que conversou com Lina sobre a Petrobras.
Lina Vieira afirmou que procurou o ministro Guido Mantega, da Fazenda, para dizer que não aceitava a forma como Aloizio Mercadante havia falado com ela sobre a Petrobras.

A sra. teve uma conversa dura com Aloizio Mercadante (PT-SP) e com outras pessoas do governo sobre o caso da Petrobras. Como foram essas discussões?
LINA VIEIRA - No final de abril, fomos a uma reunião no Senado. Os senadores queriam entender por que a arrecadação vinha caindo. Mostramos que se devia à queda industrial e a algo que não acontecia, que eram muitas compensações [tributárias]. O senador Tasso [Jereissati, PSDB-CE] perguntou por que o repasse da Cide para os Estados estava tão pequeno. Um assessor meu disse: “Houve compensações [na Cide] de R$ 4 bi e não sei quanto”. Tasso perguntou: “De quem, foi a Petrobras?” Eu disse que não podíamos falar o nome do contribuinte. Dias depois, o presidente da Petrobras foi lá e abriu, falou. Nós não falamos nada.

”Censura e crise podem levar a autoritarismo”
Por Wilson Tosta, no Estadão:

Doutora em sociologia com especial interesse pela área de história da imprensa, a pesquisadora Alzira Alves de Abreu, da Fundação Getúlio Vargas, se escandalizou com a proibição ao Estado de veicular informações sobre Fernando Sarney - filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) -, imposta pelo desembargador Dácio Vieira, do Distrito Federal, no último dia 30. A pesquisadora lembra que, no passado, as restrições aos meios de comunicação brasileiros partiram do Executivo e ocorreram em regimes de exceção. E vê perigo de a censura à imprensa e a crise do Senado apontarem para um regime autoritário, com restrições ao exercício do jornalismo, como, segundo ela, começa a ocorrer em outros países da América Latina, como a Venezuela. “Esses políticos não estão se dando conta do que estão preparando para o futuro”, diz, alarmada.

VOLTA DA CENSURA POR UM INFELIZ E DESONESTO MAGISTRADO
“Acho lamentável. Lembro de uma frase do (filósofo italiano) Norberto Bobbio, que diz que a regra da democracia é a publicidade e não o segredo; a luz, não a escuridão. Me parece que (as sentenças proibindo jornais de abordar certos assuntos) são decisões muito complicadas, que comprometem muito o regime democrático. Isso me assusta muito.”

Lula, Sarney, Collor e Renan… por Lula, Sarney, Collor e Renan
Por Daniel Bramatti, no Estadão:
A crise dos atos secretos evidenciou o compadrio de quatro figuras públicas que, há cerca de duas décadas, trocavam acusações de corrupção, incompetência e desequilíbrio. Em diversos momentos, Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Collor, José Sarney e Renan Calheiros se portaram mais como inimigos que como adversários. Com o tempo, conveniências políticas fizeram com que todos gravitassem para o mesmo lado.

“Gostaria de tratar o senhor José Sarney com elegância e respeito, mas não posso, porque estou falando com um irresponsável, um omisso, um desastrado, um fraco. (…) O senhor sempre foi um político de segunda classe, nunca teve uma atitude de coragem.”

As frases são de Collor, no horário gratuito de TV da campanha eleitoral de 1989, quando acusava Sarney de patrocinar, a 15 dias da eleição, uma manobra para incluir o apresentador Silvio Santos entre os candidatos a presidente. “O senhor passou boa parte de seu governo apadrinhando seus amigos, seus familiares, muitos dos quais hoje estão sendo processados por atos de corrupção”, disse o então representante do PRN.

Passadas duas décadas, Sarney é novamente acusado de apadrinhar amigos e parentes, mas Collor agora está entre seus principais defensores - após ter conquistado, com o apoio do novo aliado, a presidência da Comissão de Infraestrutura do Senado.

Hoje Renan e Sarney são unha e carne. Ao liderar a tropa de choque que busca evitar a queda do presidente do Senado, o alagoano retribui a solidariedade que recebeu do colega quando seu próprio mandato esteve a perigo, em 2007, por causa das acusações de que teria contas pagas por um lobista da empreiteira Andrade Gutierrez.

Em relação a Collor e Lula, a trajetória de Renan também é oscilante. Rompeu com o primeiro em 1990, depois de disputar - e perder - as eleições para o governo de Alagoas sem a esperada ajuda da máquina federal. Chegou a ser processado pelo antigo amigo, depois de acusá-lo na CPI que deflagrou o impeachment. “O presidente da República tinha pleno conhecimento das ações do senhor PC Farias porque foi por mim advertido e informado, enquanto fui líder de seu governo na Câmara dos Deputados”, disse, ao prestar depoimento à comissão parlamentar de inquérito, em 1992.

Na CPI, Renan ainda comparou o ex-aliado aos “perversos” imperadores romanos Nero e Calígula. Não era a primeira comparação entre Collor e figuras históricas com trajetórias nada louváveis. Em 1988, no governo Sarney, o ainda ativo Serviço Nacional de Informações (SNI) produziu um relatório que qualificava o então governador de Alagoas como “um Al Capone moderno e discípulo aplicado de Goebbels”.

Tropa de choque relativiza até a diferença entre público e privado
Por Leandro Colon, no Estadão:

Os recentes discursos, em plenário, da tropa de choque do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), demonstram a defesa de uma doutrina política avessa a reformas e a favor da manutenção do atual padrão de comportamento dos senadores. As entrelinhas das falas oficiais dos aliados de Sarney - sejam lideranças experientes ou suplentes sem currículo - revelam justificativas para os erros cometidos e repúdio a questionamentos sobre temas polêmicos.

A começar pela ética. Na noite de quinta-feira, o senador Wellington Salgado (PMDB-MG), da tropa de Sarney, revelou o que pensa sobre o tema. Suas palavras foram ofuscadas pela repercussão do bate-boca envolvendo pouco antes Renan Calheiros (PMDB-AL) e Tasso Jereissati (PSDB-CE). “O padrão de ética não está muito bem definido. Digo isso todo dia”, discursou. “A ética praticada aqui é fruto da organização errada desta Casa. A ética que for criada eu vou aderir. Se a ética de vossa excelência é tida como errada, talvez eu tenha alguns erros também.”

Pouco antes, Renan havia explicado o que entende por ética. “A ética não tem dono. Ninguém é dono da ética, ninguém se convence com a retórica. As pessoas só se convencem com a prática”, disse. No mesmo discurso, o senador alagoano defendeu a situação de suplência vivida por Salgado e outros aliados, entre eles Paulo Duque (PMDB-RJ), presidente do Conselho de Ética, que arquivou as 11 ações contra Sarney.

Salgado, Duque e os demais suplentes assumiram a vaga de senador sem ter conquistado um único voto - foram indicados pelos titulares durante a eleição. O Senado discute projetos para acabar com isso, mas, na opinião de Renan, não há motivos para mudança. “O suplente existe porque há um mandamento constitucional. Essa coisa de discutir legitimidade de suplente tem de acabar nesta Casa, precisa acabar, porque as pessoas se legitimam na atividade política, no dia a dia. A comunicação virtual obriga que façamos isso todos os dias, todas as horas”, argumentou.

Os superpoderosos sem voto
Por Luciana Nunes Leal, no Estadão:

Se valessem no Senado as regras da Câmara, o senador Paulo Duque (PMDB-RJ) não seria presidente do Conselho de Ética e o petista João Pedro (AM) não comandaria a CPI da Petrobrás. Por serem suplentes, eles poderiam ocupar uma vaga, mas não o cargo mais importante desses colegiados.

Ao proibir que assumam cargos na Mesa Diretora, presidência ou vice-presidência de comissões (o que inclui o Conselho de Ética e CPIs), a Câmara evidencia a fragilidade dos suplentes, que podem ser substituídos a qualquer hora se o titular reassumir o mandato, por vontade própria ou por manobra do partido a que pertence. Para evitar esse troca-troca, o artigo 243 do regimento interno da Câmara restringe a atuação dos suplentes.

O presidente do Conselho de Ética da Câmara, José Carlos Araújo (PR-BA), elogia a norma, mas ainda acha pouco. Ele apresentou projeto que proíbe suplentes de participarem do conselho. “Se um partido não está satisfeito com o comportamento do conselheiro que é um deputado suplente, convoca de volta o titular do cargo, mesmo que seja por alguns dias. Essa brecha não pode continuar. O mandato do conselheiro tem que ir até o fim. O suplente fica na mão do líder de seu partido.”

No Senado - onde os suplentes não têm votos - não há qualquer impedimento à atuação desses parlamentares. Ao contrário. Sem contas a prestar aos eleitores, muitas vezes eles são peças importantes no rolo compressor da maioria. Integrante da tropa de defesa do senador José Sarney (PMDB-AP), Paulo Duque - suplente do suplente do governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB) - não apenas assumiu o Conselho de Ética como mandou arquivar boa parte das denúncias da oposição contra Sarney.

João Pedro - substituto do ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (PP) - terá sua atuação avaliada com o início dos trabalhos da CPI, que já deu aos governistas a primeira vitória ao impedir a investigação do convênio firmado entre a Petrobrás e a fundação que leva o nome de José Sarney.

Em 2007, a escolha do petista Sibá Machado (AC), suplente da senadora Marina Silva (PT-AC) - na época ministra do Meio Ambiente - para a presidência do Conselho de Ética da Casa motivou protesto de senadores como Pedro Simon (PMDB-RS). “O senador Sibá, se amanhã resolver tomar alguma atitude que o presidente Lula não goste, a ministra Marina Silva volta e ele não é mais presidente do conselho.”


Crise leva Senado à paralisia e trava votação de projetos
No Estadão:
A semana de intenso tiroteio imobilizou o Senado e evidenciou ainda mais as suas deficiências. Projetos de grande repercussão - divórcio, maioridade penal e cotas raciais - foram escanteados na volta do recesso. “O Senado está completamente anestesiado”, alerta José Agripino Maia, líder do DEM.

Votar, porém, não é o único problema. A absolvição de José Sarney (PMDB-AP) não elimina a lista de problemas estruturais, que exigem soluções intrincadas, difíceis. Líderes buscam “choque de ordem”, mas têm grandes barreiras à frente, como os suplentes - grupo dos sem-voto que já galgam cargos com poder de enterrar CPIs e representações.

Vem à tona, ainda, a doutrina política da tropa de choque de Sarney. No ideário do grupo há explicação para tudo e disposição de sobra para sustentar o “bateu, levou”. “O padrão de ética não está muito bem definido”, chegou a dizer o mega bandido e abominável Wellington Salgado (PMDB-MG). “A ética que for criada, vou aderir.”

COMENTO
"É muito triste, ver a República mergulhada em tantas bandidagens, maracutaias, nepotismo e safadeza Sarneista X molusquiana.
Só não entendo é a leniência das autoridades brasileiras, com essa facção criminosa, que está no poder, cometendo todos os tipos de corrupção possível e impossível.
Nossas Forças Armadas estão amordaçadas, definhadas e desmanteladas não podem fazer nada para salvar a nação brasileira.
E quanto mais corrupção e bandidagem, mais a popularidade do apedeuta aumenta, alguma coisa está errada, certo meus amigos? Só não ver quem não quer", QUEM RECEBE BOLSA FAMÍLIA OU QUEM TEM CARGOS COMISSIONADOS NA FACÇÃO CRIMINOSA DOS PETRALHAS.

sábado, 8 de agosto de 2009

MOLUSCO, O VERDADEIRO CHEFE DE RENAN "CANALHEIROS".

Molusco, o verdadeiro chefe do corrupto bandido e canalha Renan Calheiros...

Molusco endossa, assim, o espetáculo de arrogância, truculência e baixo calão protagonizado por Renan. A coisa não pára por aí. Ele também gostou daquela frase emblemática do seu aliado: a oposição é “minoria com complexo de maioria”.

A nação brasileira está com vergonha dos seus sujos políticos, que a cada dia cometem, mais bandidagens e crimes principalmente no senado da República.

"Ninguém, na tropa de choque de Renan, tem algo a perder, visto que só tem bandido de alta periculosidade, alguns dos seus soldados nem mesmo têm votos, já que são suplentes. Ele próprio não ambiciona mais ser algo além do que já é. Sabe que, na corrupta carreira, chegou ao topo. E conta com a máquina bandida que montou em seu estado para lhe garantir os mandatos. Renan, Collor, Wellington Salgado… Eis a guarda pretoriana de Sarney. São esses monumentos imorais que hoje tentam protegê-lo da própria suja, corrupta e nociva biografia".

O país assiste, estupefato e impotente, a mais um espetáculo vexaminoso que se desenrola em Brasília. Para garantir-se na presidência do Senado, José Sarney, afogando-se em revelações de nepotismo e corrupção, recorreu à “tropa de choque” - um lumpesinato parlamentar de biografia encardida, sem nada a perder e que usa como armas da chantagem à intimidação física. A tropa de choque que tenta blindar Sarney é capitaneada por Renan Calheiros, derrubado da mesma cadeira em 2007, depois que vieram à tona a pensão da filha paga por um lobista e outros ilícitos bem mais constrangedores. Seu lugar-tenente é Fernando Collor de Mello, um ex-presidente da República cuja folha corrida dispensa apresentações. Ao alistar gente dessa espécie para formar sua linha de ataque, Zé Sarney aceitou pagar o preço que esses corruptos serviços de proteção cobram e muito alto.

É lógico que molusco e toda sua facção criminosa estão por trás dos desagradáveis fatos. É esse sentimento que os senhores símbolos da falência do atual modo de vida parlamentar arriscam matar.

A bandidagem, a corrupção e a bandalheira contunua a todo vapor no país dos petralhas e nossas Forças Armadas, assistindo tudo de braços cruzados, isso é lastimável e nos envergonha bastante; ver tanto bandido usurpando e locupletando-se as custa da nação brasileira de forma tão vexatória e imoral.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

BRASIL COBRA GARANTIAS SOBRE BASES NA COLÔMBIA

Por Letícia Sander, na Folha:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou para o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, o mal-estar do Brasil com a ampliação da presença militar americana no seu país, que pode chegar a sete bases e não foi previamente comunicada aos vizinhos da região. Também pediu garantias a Uribe de que as operações se limitem ao território colombiano.
Uribe encerrou ontem no Brasil uma ofensiva diplomática que o levou a outros seis países da região sem conseguir pôr fim à polêmica em torno do acordo militar ampliado que seu país negocia com os EUA.
Reunido por pouco mais de duas horas com Lula, ele ouviu as cobranças e explicou os objetivos do acordo, mas não acatou o pedido brasileiro para participar da reunião da Unasul (União de Nações Sul-Americanas) no Equador, na segunda-feira, e dar informações sobre as bases aos 12 países do grupo.
“Não posso responder pelo Uribe. Minha impressão é de que ele não vai”, disse o chanceler Celso Amorim, que participou do encontro.
O assessor especial da Presidência, Marco Aurélio Garcia, também confirmou a negativa de Uribe: “Evidente que gostaríamos que todos fossem, mas entendemos os motivos de a Colômbia não ir”, disse ele.
Resumindo a conversa, Amorim disse: “Voltamos a reiterar que um acordo com os EUA que seja específico e delimitado ao território colombiano é matéria naturalmente da soberania colombiana, sempre quando os dados gerais de que se disponham sejam compatíveis com esta delimitação das ações ao território colombiano”.
E continuou: “Isso foi colocado, Uribe reiterou que este é o propósito, mas naturalmente isso vai exigir outras consultas e conversas, não só com a Colômbia, mas com os EUA”.

Baixaria no Congresso Nacional

Tasso para Renan: “Não aponte esse dedo sujo para mim, cangaceiro de terceira categoria”
Agência Estado

Os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Tasso Jereissatti (PSDB-CE) travaram um agressivo e tumultuado bate-boca no plenário da Casa no fim da tarde desta quinta-feira, 6, depois que Renan, líder do PMDB no Senado, pediu a cassação do líder tucano, Arthur Virgílio (AM), por quebra do decoro parlamentar.

A briga fez com que o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), interrompesse por alguns instantes a sessão, e a TV Senado suspendeu momentaneamente a transmissão da reunião.

O tumulto começou assim que Renan terminou o pronunciamento e retornou à sua cadeira. Nesse momento, um estranho invadiu a tribuna e passou a fazer declarações de apoio a Renan. O senador Tasso pediu a Sarney que o intruso fosse retirado. Renan, por sua vez, passou a defender a permanência do manifestante e, enquanto falava, apontava um dedo para o senador cearense. Começou o bate-boca: “Não aponte esse dedo sujo para cima de mim”, bradou Tasso.

“Dedo sujo é o do senhor, que paga jatinho com dinheiro do Senado”, retrucou Renan.

“O dinheiro é meu, o jatinho é meu. Não é igual ao que você anda com seus empreiteiros. Coronel, cangaceiro de terceira categoria!”, devolveu Tasso.

Em seguida, fora do microfone, Renan falou uma frase, que, segundo alguns senadores, teria sido: (“CORONEL DE MERDA!”). Isso foi legal e verossímel, visto que ambos são: abomináveis e corruptos.

“Me respeite!”, disse Tasso. “Me respeite!”, respondeu Renan. Por fim, Renan aponta para Tasso: “Você é minoria com complexo de maioria.”

Após o bate boca, Tasso disse ao presidente Sarney que Renan lhe dirigiu palavras de baixo calão, e pediu que seja feita representação contra ele por falta de decoro.

Por fim, Renan pediu a Sarney a retirada a expressão “minoria com complexo de maioria”.

Sarney nega elo com nomeado e é desmentido
Por Leandro Cólon e Rosa Costa, no Estadão:

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), reuniu argumentos ontem para rebater novas acusações de ter mentido em plenário - o que pode caracterizar quebra de decoro parlamentar. Sarney atribuiu a um homônimo do genro de Agaciel Maia, Rodrigo Cruz, o fato de na véspera ter declarado na tribuna que não o conhece.

Em nota divulgada ontem por sua assessoria de imprensa, Sarney disse que, na verdade, se referiu a outra pessoa, chamada “Rodrigo Miguel Cruz”. Segundo o senador, o rapaz seria ex- funcionário de Roseana Sarney e seu nome é o que aparece na representação protocolada pelo PSOL no dia 30 de junho. “É este que está relacionado na denúncia do PSOL, que se baseia em O Estado de S. Paulo”, informa a nota.
Os documentos, contudo, desmentem a versão do senador. A representação do PSOL não cita nenhum “Rodrigo Miguel Cruz”. Na página 4, está o nome de “Rodrigo Cruz” e uma referência a um endereço do portal estadao.com.br com a lista de apadrinhados e parentes de Sarney envolvidos em atos secretos. Ao acessar o nome de “Rodrigo Cruz”no site, surge a descrição de que ele é a pessoa que se casou com Mayanna Maia, filha de Agaciel, no dia 10 de junho. Sarney foi padrinho do casamento.

Reportagem publicada pelo Estado no dia seguinte à festa revelou que o noivo ganhou emprego no Senado por meio de ato secreto. Rodrigo Cruz foi nomeado em 19 de janeiro de 2006. Trabalhou no gabinete de Maguito Vilela e na Secretaria Especial do Interlegis. O “Rodrigo Miguel Cruz” citado por Sarney trabalhou entre 2003 e 2007 no gabinete de Roseana e do então senador e hoje ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA). Ele não aparece em atos secretos, nem na representação do PSOL.

Ontem, em plenário, o senador José Nery (PSOL-PA) afirmou que Sarney pode ter quebrado o decoro parlamentar novamente. “O senador Sarney faltou com a verdade”, disse. Irritado, Sarney chegou a levantar a suspeita de que o PSOL possa ter fraudado a representação para incluir o endereço do estadao.com.br. Nery pediu respeito a Sarney e exigiu que o Conselho de Ética comprove que não houve alteração no documento.

Tropa de choque livra Sarney de CPI
Por Eugênia Lopes, no Estadão:

Em seu primeiro dia de trabalho, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás começou do jeito esperado: o governo acionou o rolo compressor e escanteou a oposição ao impedir a investigação do convênio da Petrobrás com a Fundação José Sarney e evitar o depoimento da ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira, que foi demitida depois de divulgar nota em que considerou irregular a manobra contábil feita pela estatal para alterar seu regime tributário, no ano passado.

Ao mesmo tempo que blindou o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a comissão de inquérito aprovou um plano de trabalho que prevê a investigação de contratos de patrocínios da Petrobrás, no período de 1998 a 2009, atingindo os convênios firmados no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

O relator da CPI, senador Romero Jucá (PMDB-RR), fez um extenso plano de trabalho, no qual propôs a rejeição de 66 dos 88 requerimentos apresentados à comissão. Diante das reclamações da oposição, que apresentou a maioria dos requerimentos, Jucá contemporizou. Ele concordou em aprovar 22 requerimentos de convite e de envio de documentos, deixando sem votar os 66 requerimentos por ele previamente rejeitados. Entre eles, o convite a Lina Vieira e o pedido de informações sobre patrocínios da Petrobrás à Fundação José Sarney.

Jucá argumentou que o depoimento, na próxima terça-feira, do secretário interino da Receita Federal, Otacílio Dantas Cartaxo, deverá suprir as explicações sobre a manobra contábil feita pela estatal.

Também foram aprovados os requerimentos de convite do presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, e de oito diretores da estatal, além do presidente da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, quatro diretores da ANP, entre eles, Victor de Souza Martins, irmão do ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins.

Entre os requerimentos rejeitados por Jucá está o de Josênia Bourguignon Seabra, mulher de Victor Martins, e sua sócia na empresa Análise Consultoria e Desenvolvimento. Segundo denúncia publicada na revista Veja, a assessoria teria se beneficiado com ganhos de R$ 260 milhões de comissão com o aumento do repasse de royalties do petróleo para prefeituras que contrataram a Análise Consultoria.

“O relator fez um roteiro competente, mas parcial. Ele optou por convidar apenas aqueles que supostamente defenderão a causa governista. O relator eliminou preliminarmente aqueles que eventualmente possam denunciar. Teremos aqui um tribunal só com advogado de defesa e sem promotor. Assim não investigaremos as causas das irregularidades que a CPI se propõe a fazer”, reclamou o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), autor do pedido de criação da comissão de inquérito.

COMENTO
Amigos, o corrupto Congresso Nacional, está desmoralizado, e por este motivo deve ser fechado imediatamente, visto que este, está prestando um deserviço a nação brasileira, ao povo e a pátria.

Só não entendo, é como as autoridades brasileiras podem assistir aos tristes espetáculos abomináveis, como os dos últimos dias e ficarem leniêntes com essa "esculhambação" que assola a nossa República.

Os oficiaias generais das nossas Forças Armadas, em suas letargias profundas perderam a capacidade de se indignarem, com essas facções exacerbadamente criminosas que estão nos três poderes da República. Principalmente a facção dos corruptos, sujos e bandidos Petralhas, que estão cometendo tantas atrocidades e bandidagens no nosso país.

Os três poderes da República estão desmoralizando nossa nação brasileira e nos envergonhando, diante de todos os países do mundo.