As cenas de um helicóptero em chamas no ar, abatido por tiros de fuzil, deram ao mundo a dimensão trágica que o banditismo institucionalizado que atingiu no Rio de Janeiro. A sede da Olimpíada 2016 já tem seu maior desafio: desbaratar as quadrilhas, prender os criminosos e suas respectivas facções e libertar os bairros sob seu comando
O VISÃO MILITAR VER OS ÚLTIMOS ACONTECIMENTOS NO RJ, COMO: VISÃO DO INFERNO
Por Ronaldo França e Ronaldo Soares
Tiroteios com armas de guerra, corpos carregados e o morto no carrinho de compras -saldo de mais um confronto da polícia carioca com traficantes - tomaram as páginas de jornais e assustaram o mundo: organizar a Olimpíada de 2016 será um enorme desafio a ser vencido.
Será difícil. Será doloroso. Os fatos ocorridos na semana passada, no Rio de Janeiro, ilustram o tamanho e a complexidade do desafio de elevar a níveis satisfatórios a segurança na cidade que sediará os Jogos Olímpicos de 2016. A dimensão do problema é abismal. Das 1 020 favelas da cidade, 470 estão nas mãos de bandidos. A dificuldade de acesso pelas vielas, a topografia montanhosa e a alta densidade populacional as transformaram em trincheiras. Na cidade, são vendidas 20 toneladas de cocaína por ano, comércio que produz 300 milhões de reais e financia a corrida armamentista das quadrilhas que disputam territórios a bala. Diante dessa realidade - e de cenas assombrosas, como a de um corpo despejado em um carrinho de supermercado e de policiais queimados nos escombros do helicóptero derrubado -, a pergunta que se estampou na imprensa mundial foi: será possível para a cidade sediar a Olimpíada? A resposta existe. Sim, é possível. Mas para isso precisa tomar como norte as palavras do secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame. “Foi o nosso 11 de Setembro.” A alusão aos ataques terroristas nos Estados Unidos, em 2001, se justifica. Não tanto pela semelhança e gravidade dos acontecimentos, mas pela necessidade de o país inteiro se mobilizar para resolver o problema da segurança do Rio.
Nunca antes os traficantes haviam chegado tão longe. Incumbido do resgate de feridos no confronto - que se estendeu pelos dias seguintes, produzindo 39 mortos, 41 presos e dez ônibus incendiados -, o helicóptero se preparava para pousar pela terceira vez na favela. Alvejado, caiu em chamas, matando três ocupantes. O armamento pesado, capaz até de perfurar blindagens, já está em poder das quadrilhas há mais de dez anos, como demonstram as apreensões feitas pela polícia. Como essas armas chegaram ao topo dos morros e por que continuam ali é a questão central. A polícia carioca tem um histórico de conivência com a bandidagem que a faz a mais corrupta do Brasil. Essa promiscuidade criminosa mina o ambiente de trabalho dos policiais e fortalece os bandidos. Se restavam dúvidas, elas se dissiparam, na semana passada, nas cenas de policiais flagrados em mais um crime. Em vez de prenderem os homens que acabaram de cometer um assassinato, tomaram deles os pertences roubados da vítima, que não socorreram. Uma suposta participação dos policiais será ainda investigada. O governador Sérgio Cabral tem uma avaliação realista sobre a situação de sua polícia. “Estamos longe, muito longe do ideal”, diz. Mas garante que isso não interferirá na realização dos Jogos. “Se eles fossem daqui a três meses, não haveria problema. A mobilização das forças de segurança em eventos assim é muito grande. O desafio é construir uma segurança de fato.”
O reconhecimento pelos encarregados da tarefa é um bom sinal. Ajuda a desentupir as artérias que levam a uma solução. Muitos dos passos a serem dados são conhecidos, há anos, pelos profissionais de segurança. Fazem parte disso as ocupações permanentes de favelas, iniciadas no ano passado, com resultados animadores. Outra medida em curso é a neutralização de qualquer influência política na indicação de delegados e comandantes de batalhões. São avanços importantes, porém insuficientes. A dificuldade maior, daqui para diante, será admitir que, para mudar, é preciso enfrentar velhos problemas, e assumir responsabilidades sobre eles. Nas próximas páginas, estão expostos quinze pontos sistematicamente varridos para debaixo do tapete quando se discutem soluções para a prevalência do crime no Rio. Trazê-los ao debate é a contribuição de VEJA para a reconstrução de uma cidade maravilhosa.
CIDADANIA AO AVESSO
Manifesto pela paz em praia carioca: parte da classe média presente nas passeatas não enxerga relação entre drogas e violência
QUEM CHEIRA MATA, ISSO NÃO RESTA DÚVIDAS.
O usuário de cocaína financia as armas e a munição que os traficantes usam para matar policiais, integrantes de grupos rivais e inocentes.
• A venda de cocaína aos usuários cariocas rende 300 milhões de reais por ano aos bandidos. Os usuários de drogas financiam a corrida armamentista nos morros. Cada tiro de fuzil disparado tem também no gatilho o dedo de um comprador de cocaína. Essa realidade não é facilmente admitida. A tendência é tratar o usuário com leniência. Alguns países — o México é um exemplo — deixaram de considerar crime o porte de pequenas quantidades de cocaína. É uma medida temerária que aumenta a arrecadação dos bandidos e, como resultado, o seu poder de fogo.
COMENTO
AGORA VAMOS FALAR DE OUTRAS BANDIDAGENS AINDA MAIS GRAVES.
"Meus amigos, a comandante Dilma Rousseff busca apoio político para sua candidatura à Presidência da República em outras facções envolvidas em escândalos, como o PMDB, o PR e o PP.
À abominável Dilma, num palanque em Belo Horizonte, quer a companhia de peemedebistas, como os megas corruptos senadores Renan Calheiros e José Sarney mas, por enquanto, sem fotos para não prejudicar sua estúpida e medíocre imagem.
No evangelho político do digamos 'presidente' Molusco, se Judas Iscariotes, o apóstolo traidor, fosse brasileiro, Jesus Cristo teria de fazer com ele uma aliança tática para governar. A analogia é muito estranha, mas deriva de uma receita testada nos últimos anos pelo próprio caudilho.
Para garantir uma maioria folgada no Congresso, o corrupto Molusco, lançou-se nos braços dos fariseus históricos da suja política brasileira.
Dá-lhes cargos, verbas e visibilidade. Em troca, recebe apoio e proteção. Apesar dos escândalos que fraternidades assim estão fadadas a produzir - e já produziram aos borbotões -, os altíssimos índices de popularidade do governo sustentam a convicção oficial de que esse é o caminho certo, o modelo mais apropriado para viabilizar ambiciosos, corruptos e nocivos projetos de poder e bandidagem, para fazer o mal ao povo brasileiro e a República.
A digamos 'ministra' Dilma Rousseff, nociva e despreparada candidata do governo à sucessão do apedeuta da Silva, já assimilou os ensinamentos do nocivo mestre. Nas últimas semanas, ela selou pactos de fidelidade com algumas facções, entre os quais o PMDB de José Sarney, Renan Calheiros e Jader Barbalho, o PR do mensaleiro Valdemar Costa Neto e do deputado Edmar Moreira, o homem do castelo, e o PP de Paulo Maluf.
Bem, isso deixa claro que as bandidagens no país dos Petralhas vão continuar a todo vapor e que o banditismo institucionalizado e a corrupção edêmica, vão continuar a fazer parte da administração dos petralhas, caso eles consigam perpetuar-se no poder. Está tudo muito claro, só não ver quem não quer. Certo? Esta é a maior facção criminosa o planeta terra.
Causa-me estranheza a leniência das autoridades brasileiras com essa facção exacerbadamente criminosa e danosa, que se encontra no poder da República, com o firme propósito de locupletar-se do erário público.
Enquanto isso nossas Forças Armadas cada dia mais definhadas, desmanteladas e sucateadas, militares flagelados por dois dos maiores caudilhos a história da humanidade, FHC e Molusco".
sábado, 24 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
O DIABO E A POLÍTICA NO BRASIL
Por Reinaldo Azevedo
A declaração estúpida de Lula, segundo a qual, no Brasil, é preciso fazer aliança até com Judas para governar, merece reflexões novas. É preciso ir além da firula, da aparência, da desconstrução da metáfora chula e, obviamente, desinformada para captar o sentido político da fala. Cumpre perguntar: com quem, então, ele jamais se aliaria? Antes de responder, alguma digressão.
Judas era um dos seguidores de Jesus. Ele se tornou um símbolo da traição, o que lhe custou muito caro. Acabou se enforcando, dada a enormidade do seu ato, perseguido por sua consciência. No Brasil, os Judas não se arrependem. E ainda mandam enforcar. Lula, como afirmei no primeiro texto sobre o caso, nunca foi traído por ninguém. A depender da abordagem que se faça, ele fica melhor é no papel de traidor. A foto de Alan Marques na primeira página da Folha (em si, muito boa), com o presidente de mãos postas, olhos fechados, como quem ora, buscou um diálogo com a manchete: “No Brasil, Cristo teria de se aliar a Judas, diz Lula”.
A intenção da edição era fazer um pacote religioso. Por que alguém que defende a aliança com um símbolo da traição merece ser retratado como quem está sendo tocado pelo Espírito Santo é um desses mistérios que ou é explicado pela ignorância religiosa ou por um refinado senso de humor. Minha aposta? Bem… Se é para passar a impressão de que Lula está orando, dada a aliança confessa com Judas, então ele deve ser o sacerdote de alguma Missa Negra. O conjunto — Lula, sua fala e a foto que a ilustra — dá notícias de um tempo bárbaro. Agora vamos voltar ao ponto lá do primeiro parágrafo para exorcizar o demônio da má política já que não há o que exorcize o demônio da má consciência.
E com o capeta, Lula faria acordo? É bem provável que sim. O bicho pode ter chifres, rabo, pés virados para trás, recender a enxofre, bigode, peito estufado, olhos trincados de tão arregalados… Não importa! Só não pode ter pena colorida, bico grande e, bem, chamar-se FHC. O que estou querendo dizer, queridos leitores, é que uma declaração em si mesma infeliz; de notável ignorância específica — e não há especificidade que este generalista não despreze com a nonchalance típica dos ignorantes convictos —; grosseira até, revela a disputa pela hegemonia do processo político, sim, mas também uma concepção autoritária de poder.
Peço-lhes um esforço brutal, sei disso, mas é só por alguns segundos: imaginem-se no lugar de Lula, comandante máximo do PT. Esqueçam só um pouco de que o olhamos de fora para dentro, de que enxergamos sua trajetória como críticos e como analistas. Neste breve instante em que estamos vendo o partido com os olhos de seu criador, certamente divisamos nele virtudes únicas, redentoras, salvadoras. Pois bem: quais seriam as qualidades que fazem de José Sarney, Renan Calheiros, Fernando Collor e Jader Barbalho companheiros de trajetória, mas de FHC um inimigo cuja história, se possível, deva ser eliminada da memória brasileira ou permanecer como anátema? Lembrem-se: ainda estamos na, vá lá, mente de Lula: a que solução moral ele chegou para vituperar de modo obsessivo contra o antecessor, mas a se abraçar com aquelas outras personalidades?
Eis a questão que interessa. Não é só Judas, não! Judas, vá lá, não deixava de fazer parte dos planos do Altíssimo. À sua maneira, era alguém que tinha uma função naquela narrativa. E acaba se dando muito mal. É uma personagem trágica, triste! Lula poderia se aliar também ao capeta porque o que está em disputa é a hegemonia do processo político. Há forças políticas no país que, por enquanto ao menos, ele não pode subordinar — e tampouco elas se submeteriam voluntariamente à sua liderança. Então vale literalmente tudo. Judas é só o elemento menos deletério do ajuntamento. Todos os outros têm um preço que pode ser perfeitamente pago. E como Lula paga! Paga com ministérios! Paga com estatais! Paga com cargos de segundo escalão! Paga com juros! Paga até com o real supervalorizado! Ele só não aceita pagar o preço da alternância do poder. Porque, de fato, este é um dos preços que cobra a democracia.
Huuummm… As coisas começam a ficar mais claras. Aquela defesa desavergonhada que Lula fez das alianças — até com Judas! — não é um testemunho de realismo político, não! É a expressão de uma concepção autoritária de poder. E é isso que muitos se negam a entender. É evidente que ele não acredita que o país estaria em piores mãos se dividisse o poder com, sei lá, o PSDB; é claro que ele sabe qual foi o papel de FHC na história do país e qual foi o de Sarney — “o homem especial”. Ocorre que Sarney não ambiciona uma troca de guarda, de comando, e o PSDB, sim.
É por isso que o homem que não tem pejo de fazer coligação com Judas — e o capeta pode vir também — só não aceita que as oposições voltem ao poder. Porque aceitá-lo, coisa corriqueira em países civilizados, implica acatar o princípio da democracia. Não! Não estou cobrando que Lula se quede passivamente diante de uma eventual derrota eleitoral . Estou cobrando que ele, ao menos, respeite a lei, o que obviamente não faz. Mais do que isso: anuncia que continuará a desrespeitá-la.
COMENTO
"Meus caros amigos, todos sabem muito bem, o que eu penso deste elemento nocivo, corrupto e pernóstico, que está no poder da República, com o propósito de transformar o Brasil numa 'CLEPTOCRACIA PETISTA'.
Agora quem aceita Judas, como um dado da realidade política não vai se subordinar, evidentemente, a um código legal ou à Carta Magna isso é notório. O exemplo mais claro disso, é a PM do DF.
Há naquela metáfora destrambelhada e aloprada, um grande absurdo e como se vê, é muito mais do que ignorância episódica e analfabetismo: há a truculência metódica e sistemática disfarçada de realismo político das ideologias bandidas e convicções estúpidas desta facção exacerbadamente criminosa dos 'monstros e bandidos Petralhas'.
Bem, talvez o elemento desnorteado, estivesse mesmo recebendo uma mensagem do além. A ser assim, não vinha das Luzes. Isto é mais do que certo.
É notório que só poderia estar vindo dos lugares mais obscuros ou das trevas, certamente do inferno, onde este caudilho revanchista e corrupto, certamente está sendo muito esperado e aguardado por todas as entidades do mal".
A declaração estúpida de Lula, segundo a qual, no Brasil, é preciso fazer aliança até com Judas para governar, merece reflexões novas. É preciso ir além da firula, da aparência, da desconstrução da metáfora chula e, obviamente, desinformada para captar o sentido político da fala. Cumpre perguntar: com quem, então, ele jamais se aliaria? Antes de responder, alguma digressão.
Judas era um dos seguidores de Jesus. Ele se tornou um símbolo da traição, o que lhe custou muito caro. Acabou se enforcando, dada a enormidade do seu ato, perseguido por sua consciência. No Brasil, os Judas não se arrependem. E ainda mandam enforcar. Lula, como afirmei no primeiro texto sobre o caso, nunca foi traído por ninguém. A depender da abordagem que se faça, ele fica melhor é no papel de traidor. A foto de Alan Marques na primeira página da Folha (em si, muito boa), com o presidente de mãos postas, olhos fechados, como quem ora, buscou um diálogo com a manchete: “No Brasil, Cristo teria de se aliar a Judas, diz Lula”.
A intenção da edição era fazer um pacote religioso. Por que alguém que defende a aliança com um símbolo da traição merece ser retratado como quem está sendo tocado pelo Espírito Santo é um desses mistérios que ou é explicado pela ignorância religiosa ou por um refinado senso de humor. Minha aposta? Bem… Se é para passar a impressão de que Lula está orando, dada a aliança confessa com Judas, então ele deve ser o sacerdote de alguma Missa Negra. O conjunto — Lula, sua fala e a foto que a ilustra — dá notícias de um tempo bárbaro. Agora vamos voltar ao ponto lá do primeiro parágrafo para exorcizar o demônio da má política já que não há o que exorcize o demônio da má consciência.
E com o capeta, Lula faria acordo? É bem provável que sim. O bicho pode ter chifres, rabo, pés virados para trás, recender a enxofre, bigode, peito estufado, olhos trincados de tão arregalados… Não importa! Só não pode ter pena colorida, bico grande e, bem, chamar-se FHC. O que estou querendo dizer, queridos leitores, é que uma declaração em si mesma infeliz; de notável ignorância específica — e não há especificidade que este generalista não despreze com a nonchalance típica dos ignorantes convictos —; grosseira até, revela a disputa pela hegemonia do processo político, sim, mas também uma concepção autoritária de poder.
Peço-lhes um esforço brutal, sei disso, mas é só por alguns segundos: imaginem-se no lugar de Lula, comandante máximo do PT. Esqueçam só um pouco de que o olhamos de fora para dentro, de que enxergamos sua trajetória como críticos e como analistas. Neste breve instante em que estamos vendo o partido com os olhos de seu criador, certamente divisamos nele virtudes únicas, redentoras, salvadoras. Pois bem: quais seriam as qualidades que fazem de José Sarney, Renan Calheiros, Fernando Collor e Jader Barbalho companheiros de trajetória, mas de FHC um inimigo cuja história, se possível, deva ser eliminada da memória brasileira ou permanecer como anátema? Lembrem-se: ainda estamos na, vá lá, mente de Lula: a que solução moral ele chegou para vituperar de modo obsessivo contra o antecessor, mas a se abraçar com aquelas outras personalidades?
Eis a questão que interessa. Não é só Judas, não! Judas, vá lá, não deixava de fazer parte dos planos do Altíssimo. À sua maneira, era alguém que tinha uma função naquela narrativa. E acaba se dando muito mal. É uma personagem trágica, triste! Lula poderia se aliar também ao capeta porque o que está em disputa é a hegemonia do processo político. Há forças políticas no país que, por enquanto ao menos, ele não pode subordinar — e tampouco elas se submeteriam voluntariamente à sua liderança. Então vale literalmente tudo. Judas é só o elemento menos deletério do ajuntamento. Todos os outros têm um preço que pode ser perfeitamente pago. E como Lula paga! Paga com ministérios! Paga com estatais! Paga com cargos de segundo escalão! Paga com juros! Paga até com o real supervalorizado! Ele só não aceita pagar o preço da alternância do poder. Porque, de fato, este é um dos preços que cobra a democracia.
Huuummm… As coisas começam a ficar mais claras. Aquela defesa desavergonhada que Lula fez das alianças — até com Judas! — não é um testemunho de realismo político, não! É a expressão de uma concepção autoritária de poder. E é isso que muitos se negam a entender. É evidente que ele não acredita que o país estaria em piores mãos se dividisse o poder com, sei lá, o PSDB; é claro que ele sabe qual foi o papel de FHC na história do país e qual foi o de Sarney — “o homem especial”. Ocorre que Sarney não ambiciona uma troca de guarda, de comando, e o PSDB, sim.
É por isso que o homem que não tem pejo de fazer coligação com Judas — e o capeta pode vir também — só não aceita que as oposições voltem ao poder. Porque aceitá-lo, coisa corriqueira em países civilizados, implica acatar o princípio da democracia. Não! Não estou cobrando que Lula se quede passivamente diante de uma eventual derrota eleitoral . Estou cobrando que ele, ao menos, respeite a lei, o que obviamente não faz. Mais do que isso: anuncia que continuará a desrespeitá-la.
COMENTO
"Meus caros amigos, todos sabem muito bem, o que eu penso deste elemento nocivo, corrupto e pernóstico, que está no poder da República, com o propósito de transformar o Brasil numa 'CLEPTOCRACIA PETISTA'.
Agora quem aceita Judas, como um dado da realidade política não vai se subordinar, evidentemente, a um código legal ou à Carta Magna isso é notório. O exemplo mais claro disso, é a PM do DF.
Há naquela metáfora destrambelhada e aloprada, um grande absurdo e como se vê, é muito mais do que ignorância episódica e analfabetismo: há a truculência metódica e sistemática disfarçada de realismo político das ideologias bandidas e convicções estúpidas desta facção exacerbadamente criminosa dos 'monstros e bandidos Petralhas'.
Bem, talvez o elemento desnorteado, estivesse mesmo recebendo uma mensagem do além. A ser assim, não vinha das Luzes. Isto é mais do que certo.
É notório que só poderia estar vindo dos lugares mais obscuros ou das trevas, certamente do inferno, onde este caudilho revanchista e corrupto, certamente está sendo muito esperado e aguardado por todas as entidades do mal".
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
O BANDITISMO INSTITUCIONALIZADO E A CORRUPÇÃO EDÊMICA
"GOVERNO NOCIVO DOS CORRUPTOS PETRALHAS. NÃO CONSEGUE IMPEDIR CPI DO MST, E A SUJA E ABOMINÁVEL BASE ALIADA AGORA FAZ AMEAÇAS RIDÍCULAS".
Por Reinaldo Azevedo
O governo Lula se esforçou até a 0h desta quinta-feira para tentar retirar assinaturas da CPI Mista do MST, mas não conseguiu, e a comissão deve der criada hoje. O objetivo é investigar o repasse de verbas oficiais para entidades de fachada criadas pelo movimento, que não tem nem existência legal e, por isso, está impedido de receber dinheiro público.
Embora não exista oficialmente, o MST tem o controle do Incra é a voz mais influente no Ministério do Desenvolvimento Agrário. O governo já anunciou que pretende ter a presidência e a relatoria da comissão, a exemplo do que fez com a CPI da Petrobras, que não consegue investigar nada. No caso do MST, talvez a coisa seja um pouco diferente. Parlamentares da base, ligados ao setor rural, também estão indignados com os crimes cometidos pelos sem-terra e têm a quem prestar contas.
Parlamentares do governismo diziam ontem à noite, em Brasília, que vão tentar investigar também a CNA — Confederação Nacional da Agricultura. É uma ameaça ridícula de retaliação contra a entidade presidida pela senadora Kátia Abreu (DEM-TO), que se tornou uma das principais referências da questão agrária no país — E NÃO DA “QUESTÃO RURALISTA”.
A senadora tem conseguido retirar do debate o glacê de ideologia cretina e de mistificação vagabunda. O MST prospera porque boa parte das pessoas se nega a enxergar a realidade do campo. Kátia também tem levado adiante O debate ambiental fora dos parâmetros dos naturebas do miolo mole. Ninguém quer devastar a natureza, é claro. Ou será que os agricultores são maus, mas os ambientalistas são bonzinhos? É preciso saber de onde vem a comida que se compra do Pão de Açúcar, no Carrefour e no armazém do Seu Manuel.
O MST é hoje uma indústria de produzir ideologia e números falsos. E o Incra se tornou a sua fachada oficial. E é bom que os governistas fiquem atentos. Se é fácil inventar mentiras sobre a Petrobras — como a vigarice segundo a qual alguns gostariam de privatizá-la (o único que gostaria, creio, sou eu…) —, no caso do MST, as coisas são um tanto diferentes. O MST conta a sua própria verdade por meio de seus atos. E a maioria dos brasileiros está com o saco cheio dos seus crimes.
Investigar o CNA? Por quê? Por acaso a entidade, que congrega o setor privado, recebe verba pública, como recebe o MST? “Ah, mas ela tem caráter sindical…” Excelente! Então que se investiguem também as centrais sindicais. Vamos ver quem passa por um crivo sério de apuração no uso de recursos. Sem contar que a CUT e congêneres recebem, por exemplo, uma parcela do Imposto Sindical, que é obrigatório mesmo aos não-sindicalizados. É dinheiro do público. E não aceita que suas contas sejam acompanhadas pelo TCU. Aliás, quem vetou o artigo da lei que previa que o tribunal fizesse a verificação foi o companheiro Luiz Inácio Lula da Silva.
Essa história é puro terrorismo. Se as esquerdas querem investigar a CNA ou qualquer outra confederação, que apresentem uma proposta de CPI com fato determinado. Como é determinado o fato de que dinheiro público e de ONGs estrangeiras vai parar no cofre do MST. E, com ele, financiam-se crimes em penca.
"Um dos Petralhas mais abominável do país, Antonio Palocci nega ter conhecimento do mensalão e elogia o outro nocivo e corrupto Zé Dirceu em depoimento à Justiça".
Por Márcio Falcão, na Folha.
O deputado federal Antonio Palocci (PT-SP) afirmou nesta quarta-feira que só tomou conhecimento do mensalão pela imprensa e que nunca ouviu falar que parlamentares exigiam vantagens em troca de apoio ao governo durante votações no Congresso.
Em depoimento à Justiça Federal como testemunha do presidente do PTB, Roberto Jefferson no processo do mensalão, o ex-ministro da Fazenda disse que as reformas tributária e da Previdência realizadas no início do governo Lula exigiram intensas negociações políticas, mas sem troca de favores. Palocci disse que “nunca conheceu pessoalmente” o publicitário Marcos Valério, apontado como operador do suposto esquema.
“Tive conhecimento dos fatos divulgados em jornais da época e televisão. Não tenho conhecimento algum além do que fui publicado”, disse.
Palocci negou ter conhecimento de um esquema de compra de votos no Congresso, ao ser perguntado se o ex-deputado Jose Janene (PP-PR) –investigado no inquérito do mensalão– tinha exigido nos bastidores alguma vantagem para votar a favor do governo.
“Nem o deputado José Janene nem nenhum outro parlamentar exigiu recompensa financeira para apoiar o governo. As reuniões eram de cunho político para saber como realizar uma reforma tributária e da previdência. Nunca tratavam de coisa alheia a esse tipo de discussão.”
Questionado sobre a influência do ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), que é um dos réus do mensalão e acabou com o mandato de deputado federal cassado, Palocci disse que tinha um “bom conceito” sobre ele e que o ex-ministro não exercia funções partidárias desde que foi para o primeiro-escalão do governo.
“Não [ tinha influência]. Desde que se tornou ministro em 2003, ele [Dirceu], até onde eu tenho conhecimento, não desempenhava funções partidárias”, afirmou.
Segundo Palocci, o relacionamento dos dois começou há 29 anos motivado pela fundação do PT e que foi intensificado pelos cargos que ocupavam. “Tínhamos um relacionamento partidário e no governo porque participávamos de áreas fundamentais. Ele era bastante profissional. Se dedicava intensamente ao governo. Nosso contato era frequente por causa da crise econômica que exigia um trabalho político e econômico. Ele era um homem bastante responsável em suas atribuições e bastante dedicado”, disse.
O ex-ministro da Fazenda reconheceu que ocorreram reuniões no Palácio do Planalto, na Casa Civil, no Ministério da Fazenda, na residência oficial da Câmara para tratar da reforma. Segundo Palocci, não havia espaço para nenhuma discussão que fugisse do caráter político da tramitação das matérias.
“Eram reuniões públicas que compareci algumas dezenas. Reuniões com lideranças para negociações das reformas tributária e da Previdência”, disse.
Para o deputado, a aprovação das reformas foi motivada pelo compromisso do governo, de governadores e lideranças partidárias. “Eram reformas muito difíceis e as negociações envolviam todas as lideranças e ministros da área. Nunca se pode falar em consenso em reformas dessa natureza, mas houve um compromisso de governadores, líderes para levar essas reformas juntos ao Congresso. Todos assumiram o compromisso político.”
Palocci usou a expressão “não me recordo” para as perguntas dos advogados sobre a posição da bancada do PP durante a votação da reforma tributária e ainda sobre uma possível ligação de Janene, durante uma reunião no Palácio do Planalto, para saber o posicionamento do governador Roberto Requião (Paraná) sobre a reforma tributária.
A comandante da facção Val paraíso Dilma
O depoimento de Palocci ocorre um dia depois da digamos "ministra" Dilma Rousseff (Casa Civil) também ser ouvida pela Justiça Federal no caso do mensalão. Dilma foi testemunha de Janene e Roberto Jefferson e disse que não sabia da existência do mensalão. Ela ainda saiu em defesa do abominável Zé Dirceu dizendo que ele era injustiçado.
COMENTO
"Meus caros amigos, além da digamos comandante e ministra, outros corruptos integrantes do primeiro-escalão da facção do governo Molusco terão que dar esclarecimentos à Justiça por causa do mensalão.
O desnorteado presidente Molusco também foi indicado como testemunha do mega pilantra Janene e Roberto Jefferson. Também serão ouvidos o vice-presidente José Alencar e os ministros Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) e José Pimentel (Previdência).
São muitas bandidagens desta facção criminosa que está no poder. Certo?
E daquela casa de lobby em Brasília? Será que Antonio Palocci já ouviu falar dela? E do caseiro Francenildo, já? E da quebra de sigilo do caseiro Francenildo será que ele sabe de alguma coisa?
Esses depoimentos, vá lá, fazem parte do jogo sujo dos nocivos petralhas, mas são inúteis, não? Ou alguém imagina um 'mega bandido petista dos mais graúdo' chegando lá e afirmando: “É, verdade, sim! Havia mensalão mesmo!”? Eles vão negar até o fim, cabe ao judiciário colocar esses bandidos sujos atrás das grades e ponto final.
Enquanto isso, as megas bandidagens dos petralhas continuam a todo vapor, na nossa República e o banditismo institucionalizado e a corrupção edêmica, já está fazendo parte da administração dos energúmenos Petralhas.
Causa-me estranheza a leniência das autoridades brasileiras com essa facção exacerbadamente criminosa, que se encontra no poder da Republica, com o firme propósito de locupletar-se do erário público e ainda pretendem perpetuar-se.
Está tudo muito nítido, só não ver que realmente não quer ou aqueles que fazem parte desta quadrilha de escróques que estão desmontando nosso país, baseados no Foro de São Paulo e o livro de Lênin O Estado e a Revolução
Nossas Forças Armadas cada dia mais definhadas e desmanteladas, militares flagelados e humilhados, por dois dos maiores caudilhos da história da humanidade, FHC e Molusco, o judiciário e o legislativo, tão problemático quanto o corrupto 'executivo molusquiano', estamos literalmente no fundo do poço, realmente na lama preta. Será que ainda vamos conseguir sair dessa"?
Por Reinaldo Azevedo
O governo Lula se esforçou até a 0h desta quinta-feira para tentar retirar assinaturas da CPI Mista do MST, mas não conseguiu, e a comissão deve der criada hoje. O objetivo é investigar o repasse de verbas oficiais para entidades de fachada criadas pelo movimento, que não tem nem existência legal e, por isso, está impedido de receber dinheiro público.
Embora não exista oficialmente, o MST tem o controle do Incra é a voz mais influente no Ministério do Desenvolvimento Agrário. O governo já anunciou que pretende ter a presidência e a relatoria da comissão, a exemplo do que fez com a CPI da Petrobras, que não consegue investigar nada. No caso do MST, talvez a coisa seja um pouco diferente. Parlamentares da base, ligados ao setor rural, também estão indignados com os crimes cometidos pelos sem-terra e têm a quem prestar contas.
Parlamentares do governismo diziam ontem à noite, em Brasília, que vão tentar investigar também a CNA — Confederação Nacional da Agricultura. É uma ameaça ridícula de retaliação contra a entidade presidida pela senadora Kátia Abreu (DEM-TO), que se tornou uma das principais referências da questão agrária no país — E NÃO DA “QUESTÃO RURALISTA”.
A senadora tem conseguido retirar do debate o glacê de ideologia cretina e de mistificação vagabunda. O MST prospera porque boa parte das pessoas se nega a enxergar a realidade do campo. Kátia também tem levado adiante O debate ambiental fora dos parâmetros dos naturebas do miolo mole. Ninguém quer devastar a natureza, é claro. Ou será que os agricultores são maus, mas os ambientalistas são bonzinhos? É preciso saber de onde vem a comida que se compra do Pão de Açúcar, no Carrefour e no armazém do Seu Manuel.
O MST é hoje uma indústria de produzir ideologia e números falsos. E o Incra se tornou a sua fachada oficial. E é bom que os governistas fiquem atentos. Se é fácil inventar mentiras sobre a Petrobras — como a vigarice segundo a qual alguns gostariam de privatizá-la (o único que gostaria, creio, sou eu…) —, no caso do MST, as coisas são um tanto diferentes. O MST conta a sua própria verdade por meio de seus atos. E a maioria dos brasileiros está com o saco cheio dos seus crimes.
Investigar o CNA? Por quê? Por acaso a entidade, que congrega o setor privado, recebe verba pública, como recebe o MST? “Ah, mas ela tem caráter sindical…” Excelente! Então que se investiguem também as centrais sindicais. Vamos ver quem passa por um crivo sério de apuração no uso de recursos. Sem contar que a CUT e congêneres recebem, por exemplo, uma parcela do Imposto Sindical, que é obrigatório mesmo aos não-sindicalizados. É dinheiro do público. E não aceita que suas contas sejam acompanhadas pelo TCU. Aliás, quem vetou o artigo da lei que previa que o tribunal fizesse a verificação foi o companheiro Luiz Inácio Lula da Silva.
Essa história é puro terrorismo. Se as esquerdas querem investigar a CNA ou qualquer outra confederação, que apresentem uma proposta de CPI com fato determinado. Como é determinado o fato de que dinheiro público e de ONGs estrangeiras vai parar no cofre do MST. E, com ele, financiam-se crimes em penca.
"Um dos Petralhas mais abominável do país, Antonio Palocci nega ter conhecimento do mensalão e elogia o outro nocivo e corrupto Zé Dirceu em depoimento à Justiça".
Por Márcio Falcão, na Folha.
O deputado federal Antonio Palocci (PT-SP) afirmou nesta quarta-feira que só tomou conhecimento do mensalão pela imprensa e que nunca ouviu falar que parlamentares exigiam vantagens em troca de apoio ao governo durante votações no Congresso.
Em depoimento à Justiça Federal como testemunha do presidente do PTB, Roberto Jefferson no processo do mensalão, o ex-ministro da Fazenda disse que as reformas tributária e da Previdência realizadas no início do governo Lula exigiram intensas negociações políticas, mas sem troca de favores. Palocci disse que “nunca conheceu pessoalmente” o publicitário Marcos Valério, apontado como operador do suposto esquema.
“Tive conhecimento dos fatos divulgados em jornais da época e televisão. Não tenho conhecimento algum além do que fui publicado”, disse.
Palocci negou ter conhecimento de um esquema de compra de votos no Congresso, ao ser perguntado se o ex-deputado Jose Janene (PP-PR) –investigado no inquérito do mensalão– tinha exigido nos bastidores alguma vantagem para votar a favor do governo.
“Nem o deputado José Janene nem nenhum outro parlamentar exigiu recompensa financeira para apoiar o governo. As reuniões eram de cunho político para saber como realizar uma reforma tributária e da previdência. Nunca tratavam de coisa alheia a esse tipo de discussão.”
Questionado sobre a influência do ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), que é um dos réus do mensalão e acabou com o mandato de deputado federal cassado, Palocci disse que tinha um “bom conceito” sobre ele e que o ex-ministro não exercia funções partidárias desde que foi para o primeiro-escalão do governo.
“Não [ tinha influência]. Desde que se tornou ministro em 2003, ele [Dirceu], até onde eu tenho conhecimento, não desempenhava funções partidárias”, afirmou.
Segundo Palocci, o relacionamento dos dois começou há 29 anos motivado pela fundação do PT e que foi intensificado pelos cargos que ocupavam. “Tínhamos um relacionamento partidário e no governo porque participávamos de áreas fundamentais. Ele era bastante profissional. Se dedicava intensamente ao governo. Nosso contato era frequente por causa da crise econômica que exigia um trabalho político e econômico. Ele era um homem bastante responsável em suas atribuições e bastante dedicado”, disse.
O ex-ministro da Fazenda reconheceu que ocorreram reuniões no Palácio do Planalto, na Casa Civil, no Ministério da Fazenda, na residência oficial da Câmara para tratar da reforma. Segundo Palocci, não havia espaço para nenhuma discussão que fugisse do caráter político da tramitação das matérias.
“Eram reuniões públicas que compareci algumas dezenas. Reuniões com lideranças para negociações das reformas tributária e da Previdência”, disse.
Para o deputado, a aprovação das reformas foi motivada pelo compromisso do governo, de governadores e lideranças partidárias. “Eram reformas muito difíceis e as negociações envolviam todas as lideranças e ministros da área. Nunca se pode falar em consenso em reformas dessa natureza, mas houve um compromisso de governadores, líderes para levar essas reformas juntos ao Congresso. Todos assumiram o compromisso político.”
Palocci usou a expressão “não me recordo” para as perguntas dos advogados sobre a posição da bancada do PP durante a votação da reforma tributária e ainda sobre uma possível ligação de Janene, durante uma reunião no Palácio do Planalto, para saber o posicionamento do governador Roberto Requião (Paraná) sobre a reforma tributária.
A comandante da facção Val paraíso Dilma
O depoimento de Palocci ocorre um dia depois da digamos "ministra" Dilma Rousseff (Casa Civil) também ser ouvida pela Justiça Federal no caso do mensalão. Dilma foi testemunha de Janene e Roberto Jefferson e disse que não sabia da existência do mensalão. Ela ainda saiu em defesa do abominável Zé Dirceu dizendo que ele era injustiçado.
COMENTO
"Meus caros amigos, além da digamos comandante e ministra, outros corruptos integrantes do primeiro-escalão da facção do governo Molusco terão que dar esclarecimentos à Justiça por causa do mensalão.
O desnorteado presidente Molusco também foi indicado como testemunha do mega pilantra Janene e Roberto Jefferson. Também serão ouvidos o vice-presidente José Alencar e os ministros Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) e José Pimentel (Previdência).
São muitas bandidagens desta facção criminosa que está no poder. Certo?
E daquela casa de lobby em Brasília? Será que Antonio Palocci já ouviu falar dela? E do caseiro Francenildo, já? E da quebra de sigilo do caseiro Francenildo será que ele sabe de alguma coisa?
Esses depoimentos, vá lá, fazem parte do jogo sujo dos nocivos petralhas, mas são inúteis, não? Ou alguém imagina um 'mega bandido petista dos mais graúdo' chegando lá e afirmando: “É, verdade, sim! Havia mensalão mesmo!”? Eles vão negar até o fim, cabe ao judiciário colocar esses bandidos sujos atrás das grades e ponto final.
Enquanto isso, as megas bandidagens dos petralhas continuam a todo vapor, na nossa República e o banditismo institucionalizado e a corrupção edêmica, já está fazendo parte da administração dos energúmenos Petralhas.
Causa-me estranheza a leniência das autoridades brasileiras com essa facção exacerbadamente criminosa, que se encontra no poder da Republica, com o firme propósito de locupletar-se do erário público e ainda pretendem perpetuar-se.
Está tudo muito nítido, só não ver que realmente não quer ou aqueles que fazem parte desta quadrilha de escróques que estão desmontando nosso país, baseados no Foro de São Paulo e o livro de Lênin O Estado e a Revolução
Nossas Forças Armadas cada dia mais definhadas e desmanteladas, militares flagelados e humilhados, por dois dos maiores caudilhos da história da humanidade, FHC e Molusco, o judiciário e o legislativo, tão problemático quanto o corrupto 'executivo molusquiano', estamos literalmente no fundo do poço, realmente na lama preta. Será que ainda vamos conseguir sair dessa"?
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
UMA GUERRA ASSIMÉTRICA DA NARCOGUERRILHA NO BRASIL
Guerra Assimétrica: narcoguerrilha ameaça derrubar aviões comerciais principalmente no Rio de Janeiro, e crise preocupa Stalinácio Molusco da Silva.
Por Jorge Serrão
Depois de derrubar, facilmente, um helicóptero da Polícia Militar (com direito à repercussão na mídia internacional), os narcoguerrilheiros urbanos do Rio de Janeiro fazem novas ameaças de terror. Em conversas captadas por serviços de inteligência das Forças Armadas e da Secretaria de Segurança do RJ, os marginais já especulam que podem usar armamento terra-ar para atingir aviões em decolagem nos aeroportos Santos Dummont e Internacional Tom Jobim.
Devidamente abafada para não gerar pânico, tal ameaça do narcovarejo transforma em meros reféns os comandantes dos organismos de segurança militares e civis. A narcoguerrilha urbana usa e abusa de instrumentos de comunicação da guerra assimétrica – mesma tática usada por grupos terroristas transnacionais. O clima de medo - “tudo pode acontecer, só não se sabe quando e nem onde, com precisão” - se transforma na arma mais eficiente do braço operacional do Crime Organizado.
Doutrinariamente, tal ameaça já exigiria uma ação direta das Forças Armadas no desmantelamento da narcoguerrilha urbana – que se aproveita da fragilidade operacional da Polícia Federal para reprimir, com mais eficiência e rapidez, o comércio ilegal de armas e drogas. A atuação das Forças Armadas tem respaldo constitucional e doutrinário. Mas as sutilezas políticas – e a própria fragilidade gerada pela falta de verbas ou o complexo de inferioridade em termos de armamento – inibem os militares que fazem um belo trabalho de Garantia da Lei e da Ordem no Haiti – mas não por aqui.
Agora, a inoperância no combate ao “quarto elemento” do crime se transforma em crise política entre os governos estadual e federal. Em conversa reservada com líderes empresariais cariocas, na noite de segunda-feira, o secretário de Segurança Pública soltou o verbo. José Mariano Beltrame reclamou da sobrecarga de tarefas da polícia fluminense, que estaria executando afazeres de responsabilidade do governo federal. Beltrame chegou a comentar que gostaria que os ataques do último sábado fossem vistos como os atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, dando origem a uma política de segurança de Estado, não de governos.
Em repentina linha de ataque ao governo Lula, o presidente do Supremo Tribunal Federal repetiu ontem o mesmo discurso do delegado Beltrame. Gilmar Mendes pregou que que é preciso articular melhor a divisão de responsabilidades entre os governos federal e estaduais. Gilmar Mendes foi explícito, advertindo que é hora de se discutir o emprego das Forças Armadas na segurança pública. O ministro sugeriu a criação de um plano nacional para combater o crime.
Responsabilidade de quem?
Gilmar Mendes indicou, sem rodeios, que as Forças Armadas e a Polícia Federal têm responsabilidade direta pela entrada de drogas e armas pelas fronteiras mal guarnecidas:
COMENTO
Prezados amigos se as fronteiras estão mal guarnecidas é culpa desta facção que está no poder, apenas para locupletar-se do erário público.
Hora, todos sabem que: desde do governo do outro caudilho FHC, as Forças Armadas vem sendo sucateadas, desmanteladas e desmontadas.
O revanchismo destas facções petralhas e tucanas é notória e gritante.
O grave problema é a leniência das autoridades brasileira principalmente, com essa facção criminosa que hoje está no poder da república, visto que, PETRALHAS, só são pessoas normais. Quando não estão tentando assaltar algum cofre público, invadir alguma terra alheia ou justificar o crime de algum companheiro.
Por Jorge Serrão
Depois de derrubar, facilmente, um helicóptero da Polícia Militar (com direito à repercussão na mídia internacional), os narcoguerrilheiros urbanos do Rio de Janeiro fazem novas ameaças de terror. Em conversas captadas por serviços de inteligência das Forças Armadas e da Secretaria de Segurança do RJ, os marginais já especulam que podem usar armamento terra-ar para atingir aviões em decolagem nos aeroportos Santos Dummont e Internacional Tom Jobim.
Devidamente abafada para não gerar pânico, tal ameaça do narcovarejo transforma em meros reféns os comandantes dos organismos de segurança militares e civis. A narcoguerrilha urbana usa e abusa de instrumentos de comunicação da guerra assimétrica – mesma tática usada por grupos terroristas transnacionais. O clima de medo - “tudo pode acontecer, só não se sabe quando e nem onde, com precisão” - se transforma na arma mais eficiente do braço operacional do Crime Organizado.
Doutrinariamente, tal ameaça já exigiria uma ação direta das Forças Armadas no desmantelamento da narcoguerrilha urbana – que se aproveita da fragilidade operacional da Polícia Federal para reprimir, com mais eficiência e rapidez, o comércio ilegal de armas e drogas. A atuação das Forças Armadas tem respaldo constitucional e doutrinário. Mas as sutilezas políticas – e a própria fragilidade gerada pela falta de verbas ou o complexo de inferioridade em termos de armamento – inibem os militares que fazem um belo trabalho de Garantia da Lei e da Ordem no Haiti – mas não por aqui.
Agora, a inoperância no combate ao “quarto elemento” do crime se transforma em crise política entre os governos estadual e federal. Em conversa reservada com líderes empresariais cariocas, na noite de segunda-feira, o secretário de Segurança Pública soltou o verbo. José Mariano Beltrame reclamou da sobrecarga de tarefas da polícia fluminense, que estaria executando afazeres de responsabilidade do governo federal. Beltrame chegou a comentar que gostaria que os ataques do último sábado fossem vistos como os atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, dando origem a uma política de segurança de Estado, não de governos.
Em repentina linha de ataque ao governo Lula, o presidente do Supremo Tribunal Federal repetiu ontem o mesmo discurso do delegado Beltrame. Gilmar Mendes pregou que que é preciso articular melhor a divisão de responsabilidades entre os governos federal e estaduais. Gilmar Mendes foi explícito, advertindo que é hora de se discutir o emprego das Forças Armadas na segurança pública. O ministro sugeriu a criação de um plano nacional para combater o crime.
Responsabilidade de quem?
Gilmar Mendes indicou, sem rodeios, que as Forças Armadas e a Polícia Federal têm responsabilidade direta pela entrada de drogas e armas pelas fronteiras mal guarnecidas:
COMENTO
Prezados amigos se as fronteiras estão mal guarnecidas é culpa desta facção que está no poder, apenas para locupletar-se do erário público.
Hora, todos sabem que: desde do governo do outro caudilho FHC, as Forças Armadas vem sendo sucateadas, desmanteladas e desmontadas.
O revanchismo destas facções petralhas e tucanas é notória e gritante.
O grave problema é a leniência das autoridades brasileira principalmente, com essa facção criminosa que hoje está no poder da república, visto que, PETRALHAS, só são pessoas normais. Quando não estão tentando assaltar algum cofre público, invadir alguma terra alheia ou justificar o crime de algum companheiro.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
"SÓ ISSO JÁ É MOTIVO PARA O IMPEACHMENT DE LULA"
ADESISTAS E PETRALHAS, COVARDES OU IGNORANTES?
Por Reinaldo Azevedo
“Mas os políticos e os partidos, afinal de contas, não são iguais? Não agem todos da mesma forma?” Caminharei para a resposta com uma pequena digressão.
A oposição vai recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral contra aquela lambança às margens do São Francisco, a que não faltaram uísque, camarão e acepipes variados. Por alguns instantes, imaginem outro político no lugar de Lula presidindo esse rega-bofe. A abordagem de boa parte do jornalismo seria preguiçosamente óbvia. De um lado, a população ribeirinha, pobre, mas cheia de esperanças; no outro, os nababos refestelando-se com camarões. Tudo sempre convergia, naqueles tempos, como sabemos, para uma versão chinfrim da luta de classes — ou do arranca-rabo, como costumavamos dizer. Agora não! Agora os petistas é que estão no lugar nos nababos. Mas deixo isso pra lá para tratar do principal.
Basta ler a Lei Eleitoral. Lula a violou de maneira miserável. O TSE vai tomar alguma providência? Não sei. A Justiça Eleitoral tem sido bastante severa com governadores e vereadores. Será que severidade com o presidente da República é coisa que não se deve ter? Pega mal? É o que vamos ver. Em sua própria defesa, o presidente atacou as oposições, que, segundo ele, falam muito e fazem pouco. Este é Lula; este é o seu partido.
Lembro que não foi só a Justiça Eleitoral a padecer as piores afrontas. O demiurgo também malhou o Tribunal de Contas da União e o Judiciário — e Dilma Rousseff, sua candidata, reforçou as críticas. Essas instâncias da República seriam as responsáveis pelo atraso escandaloso das obras do PAC à medida que apontam irregularidades e sugerem providências. A eficiência do lulo-petismo está em não ser vigiado por ninguém e em não ter limites de qualquer natureza. O próprio recurso da oposição virará motivo de proselitismo. Lula vai dizer que ela tenta impedi-lo de governar porque está com medo. E sua fala será reproduzida por aí, e os criticados serão convocados a contra-argumentar, transformando-se, então, a reação apenas num gesto de defesa.
Então voltemos lá à pergunta inicial. Sustentar que assim fazem todos é puro rigor dos vigaristas, que não abrem mão da vigarice nem mesmo diante da evidência de que há diferenças importantes entre este governo e os que o antecederam — refiro-me à fase democrática.
Que governo, antes, atacou de maneira tão frontal e direta um outro Poder da República e o TCU? A rigor, eu diria que nem mesmo o Primeiro Lula poder ser igualado ao Segundo Lula. Está começando a ficar claro que o uso da máquina para se reeleger terá sido um elogio do rigor legal perto do aparato que está sendo mobilizado para tentar emplacar o nome de Dilma. Explica-se, não? Lula tinha rodinhas; Dilma, por enquanto, pesa muito e não tem alça. Ou vai nos ombros do presidente ou não sai do lugar.
É claro que isso degrada as instituições, não é? Seu sucessor ou sucessora pode tomar o cuidado de devolver as coisas para o seu leito; mas também pode decidir avançar sempre mais um pouco, pegando de onde ele largou. Não é um bom futuro. Lula, já escrevi aqui, não usa a sua formidável popularidade para fortalecer a democracia, mas para torná-la mais dependente dos arroubos pessoais do mandatário.
Em seu delírio de potência, nada escapa. A agressão troglodita à direção da Vale demonstra que temos uma alma de soberano absolutista contido pelas leis. Se não pode fazer como Chávez, que as muda a seu bel-prazer, parece nos dizer que nada nem ninguém podem impedi-lo de transgredi-las. Afinal, ele foi eleito pelo povo e tem a aprovação da maioria.
Chegamos, assim, a um dos entendimentos que esses neoabsolutistas têm das urnas: eles se submetem, temporariamente, ao crivo democrático para tentar sabotar as regras da democracia que garantem a permanência do regime. Se este deixa de ser o modelo das leis para ser o do soberano — seja um homem ou um partido —, já não é mais democracia.
Lamento por aqueles que vivem buscando congruências entre o que temos e o que tivemos com o propósito de justificar seu adesismo, sua covardia ou sua ignorância. Não estamos diante de mais do mesmo, não! Sarney entregou o poder a Collor; Collor o entregou, no porrete, ao Congresso (e a Itamar); estes o entregaram ao outro caudilho, que o entregou a Lula. E Lula deixa claro que considera inadmissível entregá-lo a quem não seja do seu “corrupto partido”.
É por isso que Dona Dilma Rousseff voltou ontem com a cascata de que a vitória da oposição significaria um retrocesso. Para esses iluminados, alternância de poder é atraso. Alternância de poder é coisa do tempo em que a democracia era um valor. Agora não é mais.
É isto: a melhor indagação a fazer à turma do “é tudo igual”, é esta: “Fulano, você é adesista, covarde ou burro?”
COMENTO
"Meus prezados amigos e leitores deste humilde blog, a fraca e medíocre oposição vai recorrer ao TSE contra a lambança às margens do 'velho chico', com o nocivo e corrupto Molusco celebrando a transposição que até agora são pequenas obras feitas pelo exército brasileiro e só isto.
Até aí tudo bem, só que ainda aconteceu um grande absurdo lastimável, uma festinha eleitoreira que é um dado verificável por suas próprias palavras. Admitiu que estava lá a fazer “comício”. O marketing presidencial é de tal sorte meio agressivo visto que o DESNORTEADO MOLUSCO, FEZ POUCO CASO DAS OPOSIÇÕES JUSTAMENTE POR TEREM RECORRIDO À JUSTIÇA. Vai dizer que tentam impedí-lo de governar. O elemento é pernóstico nocivo e abominável e ainda se considera acima do bem e do mal.
Mais: afirmará que, como elas não têm nada a mostrar — como se houvesse um Brasil paralelo administrado por elas —, então tentam impedí-lo de divulgar as suas obras. Obras que, olhem que coisa!, ainda não existem, tem apenas obras de terraplanagem, feitas pelos militares.
Quero deixar registrado aqui o papel deletério exercido por MOLUSCO: é um depredador de Leis e das instituições democráticas, VISTO QUE NEM A CONSTITUIÇAO ELE RESPEITA.
A oposição vai protocolar um pedido de informações à Casa Civil para ter acesso aos gastos da viagem do digamos 'presidente' Luiz Inácio Molusco da Silva ao Vale do São Francisco, no Nordeste do país.
É lógico que o despreparado e nocivo presidente está usando indevidamente da máquina pública para antecipar a campanha eleitoral durante a viagem em favor dos 'Palhaços' da base governista ao Palácio do Planalto.
No requerimento que será entregue à Casa Civil, será questionado o custo da viagem, se havia previsão orçamentária e quais autoridades fazem parte da comitiva e a função de cada uma delas na viagem uma vez que houve antecipação de campanha eleitoral de 2010 e porque HOUVE UMA SUPER FARRA REGRADA COM UÍSQUE E CAMARÃO A 'BALDE' NAS MARGENS DO VELHO CHICO".
Por Reinaldo Azevedo
“Mas os políticos e os partidos, afinal de contas, não são iguais? Não agem todos da mesma forma?” Caminharei para a resposta com uma pequena digressão.
A oposição vai recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral contra aquela lambança às margens do São Francisco, a que não faltaram uísque, camarão e acepipes variados. Por alguns instantes, imaginem outro político no lugar de Lula presidindo esse rega-bofe. A abordagem de boa parte do jornalismo seria preguiçosamente óbvia. De um lado, a população ribeirinha, pobre, mas cheia de esperanças; no outro, os nababos refestelando-se com camarões. Tudo sempre convergia, naqueles tempos, como sabemos, para uma versão chinfrim da luta de classes — ou do arranca-rabo, como costumavamos dizer. Agora não! Agora os petistas é que estão no lugar nos nababos. Mas deixo isso pra lá para tratar do principal.
Basta ler a Lei Eleitoral. Lula a violou de maneira miserável. O TSE vai tomar alguma providência? Não sei. A Justiça Eleitoral tem sido bastante severa com governadores e vereadores. Será que severidade com o presidente da República é coisa que não se deve ter? Pega mal? É o que vamos ver. Em sua própria defesa, o presidente atacou as oposições, que, segundo ele, falam muito e fazem pouco. Este é Lula; este é o seu partido.
Lembro que não foi só a Justiça Eleitoral a padecer as piores afrontas. O demiurgo também malhou o Tribunal de Contas da União e o Judiciário — e Dilma Rousseff, sua candidata, reforçou as críticas. Essas instâncias da República seriam as responsáveis pelo atraso escandaloso das obras do PAC à medida que apontam irregularidades e sugerem providências. A eficiência do lulo-petismo está em não ser vigiado por ninguém e em não ter limites de qualquer natureza. O próprio recurso da oposição virará motivo de proselitismo. Lula vai dizer que ela tenta impedi-lo de governar porque está com medo. E sua fala será reproduzida por aí, e os criticados serão convocados a contra-argumentar, transformando-se, então, a reação apenas num gesto de defesa.
Então voltemos lá à pergunta inicial. Sustentar que assim fazem todos é puro rigor dos vigaristas, que não abrem mão da vigarice nem mesmo diante da evidência de que há diferenças importantes entre este governo e os que o antecederam — refiro-me à fase democrática.
Que governo, antes, atacou de maneira tão frontal e direta um outro Poder da República e o TCU? A rigor, eu diria que nem mesmo o Primeiro Lula poder ser igualado ao Segundo Lula. Está começando a ficar claro que o uso da máquina para se reeleger terá sido um elogio do rigor legal perto do aparato que está sendo mobilizado para tentar emplacar o nome de Dilma. Explica-se, não? Lula tinha rodinhas; Dilma, por enquanto, pesa muito e não tem alça. Ou vai nos ombros do presidente ou não sai do lugar.
É claro que isso degrada as instituições, não é? Seu sucessor ou sucessora pode tomar o cuidado de devolver as coisas para o seu leito; mas também pode decidir avançar sempre mais um pouco, pegando de onde ele largou. Não é um bom futuro. Lula, já escrevi aqui, não usa a sua formidável popularidade para fortalecer a democracia, mas para torná-la mais dependente dos arroubos pessoais do mandatário.
Em seu delírio de potência, nada escapa. A agressão troglodita à direção da Vale demonstra que temos uma alma de soberano absolutista contido pelas leis. Se não pode fazer como Chávez, que as muda a seu bel-prazer, parece nos dizer que nada nem ninguém podem impedi-lo de transgredi-las. Afinal, ele foi eleito pelo povo e tem a aprovação da maioria.
Chegamos, assim, a um dos entendimentos que esses neoabsolutistas têm das urnas: eles se submetem, temporariamente, ao crivo democrático para tentar sabotar as regras da democracia que garantem a permanência do regime. Se este deixa de ser o modelo das leis para ser o do soberano — seja um homem ou um partido —, já não é mais democracia.
Lamento por aqueles que vivem buscando congruências entre o que temos e o que tivemos com o propósito de justificar seu adesismo, sua covardia ou sua ignorância. Não estamos diante de mais do mesmo, não! Sarney entregou o poder a Collor; Collor o entregou, no porrete, ao Congresso (e a Itamar); estes o entregaram ao outro caudilho, que o entregou a Lula. E Lula deixa claro que considera inadmissível entregá-lo a quem não seja do seu “corrupto partido”.
É por isso que Dona Dilma Rousseff voltou ontem com a cascata de que a vitória da oposição significaria um retrocesso. Para esses iluminados, alternância de poder é atraso. Alternância de poder é coisa do tempo em que a democracia era um valor. Agora não é mais.
É isto: a melhor indagação a fazer à turma do “é tudo igual”, é esta: “Fulano, você é adesista, covarde ou burro?”
COMENTO
"Meus prezados amigos e leitores deste humilde blog, a fraca e medíocre oposição vai recorrer ao TSE contra a lambança às margens do 'velho chico', com o nocivo e corrupto Molusco celebrando a transposição que até agora são pequenas obras feitas pelo exército brasileiro e só isto.
Até aí tudo bem, só que ainda aconteceu um grande absurdo lastimável, uma festinha eleitoreira que é um dado verificável por suas próprias palavras. Admitiu que estava lá a fazer “comício”. O marketing presidencial é de tal sorte meio agressivo visto que o DESNORTEADO MOLUSCO, FEZ POUCO CASO DAS OPOSIÇÕES JUSTAMENTE POR TEREM RECORRIDO À JUSTIÇA. Vai dizer que tentam impedí-lo de governar. O elemento é pernóstico nocivo e abominável e ainda se considera acima do bem e do mal.
Mais: afirmará que, como elas não têm nada a mostrar — como se houvesse um Brasil paralelo administrado por elas —, então tentam impedí-lo de divulgar as suas obras. Obras que, olhem que coisa!, ainda não existem, tem apenas obras de terraplanagem, feitas pelos militares.
Quero deixar registrado aqui o papel deletério exercido por MOLUSCO: é um depredador de Leis e das instituições democráticas, VISTO QUE NEM A CONSTITUIÇAO ELE RESPEITA.
A oposição vai protocolar um pedido de informações à Casa Civil para ter acesso aos gastos da viagem do digamos 'presidente' Luiz Inácio Molusco da Silva ao Vale do São Francisco, no Nordeste do país.
É lógico que o despreparado e nocivo presidente está usando indevidamente da máquina pública para antecipar a campanha eleitoral durante a viagem em favor dos 'Palhaços' da base governista ao Palácio do Planalto.
No requerimento que será entregue à Casa Civil, será questionado o custo da viagem, se havia previsão orçamentária e quais autoridades fazem parte da comitiva e a função de cada uma delas na viagem uma vez que houve antecipação de campanha eleitoral de 2010 e porque HOUVE UMA SUPER FARRA REGRADA COM UÍSQUE E CAMARÃO A 'BALDE' NAS MARGENS DO VELHO CHICO".
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
OS GENERAIS DO JANGO
Por Ernesto Caruso
Pinçando os fatos históricos, cada um com as suas observações e convicções, vejamos alguns aspectos e procedimentos da cúpula militar no entorno do dia 31 de março de 1964.
Assim como o governo Lula/Dilma/Tarso vem fazendo sistematicamente, quer fazendo massiva propaganda sobre os desaparecidos políticos e diz aos militares que se deve esquecer o passado (dito pelo Gen Albuquerque, excomandante do EB, em palestra no Clube Militar), quer alimentando as invasões pelo MST, afrontando o direito de propriedade, como parte da pressão de base, quer se imiscuindo nos outros Poderes, com a capa protetora da democracia, mas usando-a de forma fraudulenta, impondo amarras na cúpula do Judiciário, nomeando a sua maioria pelo longo período de governo, advindo da famigerada reeleição, e outras amarras no Legislativo, como no recente escândalo envolvendo o presidente do Senado, já na gaveta, abafado pela mudança de foco para o caso Zelaya e o espetáculo teatral das Olimpíadas de 2016.
Na Chefia do Gabinete Militar estava o Gen Bda Argemiro de Assis Brasil, de 18/10/63 até 31/03/64. Segundo consta, montara um plano para colocar oficiais generais nos principais cargos que fossem ideologicamente afinados com o presidente Jango, garantindo o tal Dispositivo Militar, que, no momento crucial fracassou totalmente.
Em 30 de março de 1964, houve a reunião no Automóvel Clube do Brasil do presidente Jango com os sargentos. Embora mais um fundamento para o desenlace do dia seguinte, não foi a gota d'água, pelo exíguo tempo entre esse acontecimento e o seguinte, com as tropas do Gen Mourão em marcha para o combate.
A despeito do rastilho de pólvora já aceso, pairou dúvida quanto à ida de Jango ao evento. Observe a entrevista de Raul Riff: “Quando o Jango estava se arrumando para ir à reunião dos sargentos no Automóvel Clube, estavam no quarto com ele o Tancredo, o general Assis Brasil e eu. Não me lembro se ele convocou ou se foi ocasional o fato de nós três estarmos lá. Quando ele já estava quase saindo virou-se para nós e perguntou: "O que é que vocês acham? Vou ou não ao comício?" Tancredo foi contra: "Não deve ir porque realmente é uma coisa que não agrada à hierarquia militar. Politicamente não é aconselhável."
Aí o Jango virou-se para o Assis Brasil: "O que é que você acha?" Assis Brasil, que como militar tinha uma opinião que pesava muito, disse: "Não; acho que não pode deixar de ir, porque seria uma falta de consideração, de atenção com os sargentos que promoveram essa reunião." Por fim, virou-se para mim: "Ryff, o que é que tu achas?" Respondi: "Estou de acordo com o Tancredo. Acho que não é oportuno." Ele acabou indo.”
Apesar de toda a lealdade do Gen Assis a Jango, as palavras da filha do ex-presidente, Denize Goulart, não demonstram reconhecimento, nem respeito: “Depois do golpe, quando estávamos no exílio, o general Assis Brasil foi nos visitar no Uruguai. Minha mãe, ao encontrá-lo diante dela, não se conteve e falou: "Piá merece é isso!" e esbofeteou o general!!!” E arrasa: “Ainda há pouco citei o Castello Branco, que era conspirador, mas estava próximo ao presidente. No Chile aconteceu igual: o Augusto Pinochet era o general mais submisso ao Salvador Allende, mas derrubou-o...” (Portal do PDT)
Obviamente, confunde, no militar, a lealdade às pessoas, com concordância ou discordância aos atos postos em prática pela autoridade.
Cargos militares têm que ser ocupados por militares, sem que isso signifique, por um lado, subserviência, prevalência dos interesses pessoais, prêmios de consolação, acomodação, omissão, fraqueza, ou por outro, respaldo, afinamento com as posturas de governo e coparticipação nos riscos. Ter percepção sobre os desvios de conduta no macro e no micro, aceitar ou reagir, gerando uma pequena crise, pela saída, esclarecendo as razões, ou uma crise à altura do desvio constitucional, aceito mansamente pelos outros Poderes, alijando o Executivo infrator, em respeito concepção do Estado.
O Gabinete Militar, criado em 1938 foi designado Casa Militar em 1992, e em 1999, Gabinete de Segurança Institucional. O desmonte das Forças Armadas.
Como ministro da Marinha estava o Almirante Sylvio B. Motta (15/06/63 a 27/03/64) que substituíra o Alte Pedro Paulo Suzano (24/01/63 a 14/06/63), quando ocorreu uma reunião de marinheiros no Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro no dia 25 de março de 1964, em prol de uma associação de classe, reivindicações, apoio às reformas de base, etc. Não concordando com a ocorrência, o ministro emitiu ordem de prisão dos infratores para execução por parte dos fuzileiros navais, cujo efetivo aderiu aos demais, apoiado pelo Alte Cândido Aragão. Afinados Jango e Aragão forçaram o pedido de demissão do ministro que foi substituído pelo Alte Paulo Mário da Cunha Rodrigues (27/03/64 a 31/03/64).
Acomodação, liberdade aos presos, manifesto de repúdio pelo Clube Naval; almirantes e oficiais contra a anarquia reinante, demonstrando a insatisfação, dando a lição, não só refutando a indisciplina, incentivada ostensivamente, diferente de hoje, camuflada pelo viés ideológico de juízes, exarando sentenças não compatíveis com as atividades militares em tempo de paz, como preparação, por serem próprias e adequadas aos momentos de guerra. Avançar sob os fogos, zumbido da morte dos rojões e a metralha das armas inimigas serão o desafio a vencer, fora dos gabinetes, togas, cafezinho e ar condicionado.
No Ministério da Guerra, o Gen Ex Jair Dantas Ribeiro (15/06/63 a 31/03/64) e no Ministério da Aeronáutica, o Brigadeiro Anysio Botelho (15/06/63 a 31/03/64) que estavam presentes, juntamente com Alte Sylvio Motta, ministro da Marinha, no comício da Central do Brasil em 13 de março de 1964, onde os discursos e as faixas empunhadas pelos manifestantes, "Jango em 65 - Presidente da República: Trabalhadores querem armas para defender o seu governo". "Sexta Feira, 13, mas não é de agosto", "Brizola 65 - Solução do povo", "Jango - Abaixo com os latifúndios e os trustes", "Jango - Defenderemos as reformas à bala". (...)
As Ligas Camponesas, espúrias como o MST de hoje, invadiam as propriedades e barbarizavam. Guerra civil, fechamento do Congresso e plebiscito foram temas.
Oficiais e sargentos foram designados para representares as suas organizações. Aproximadamente 2.500 soldados da Polícia do Exército e do Corpo de Fuzileiros Navais guarneciam o dispositivo.
Dos ministros, nem todos se curvaram. O das Relações Exteriores, Araújo Castro, declarou que comparecer a comícios não era sua obrigação e ficou no Itamaraty.
Do Gen Jair Dantas Ribeiro, há que se buscar um depoimento, ao que parece isento: “A 14 de setembro de 1962, uma greve nacional, articulada com o apoio do comandante do III Exército, general Jair Dantas Ribeiro, obrigou o Congresso a aprovar a emenda Valadares, que determinou a antecipação para janeiro de 1963 da realização do plebiscito sobre o parlamentarismo, marcado para 1965.” Em “A sociedade cindida”, por Jacob Gorender que completa: “O que chamamos de golpe militar teve inequívoco e poderoso apoio social. Funcionou como contra-revolução preventiva.”
O militar não jura fidelidade aos homens no governo, mas à Pátria; se compromete em solene juramento a defendê-la, com o sacrifício da própria vida.
A continência à Bandeira Nacional consubstancia esse respeito ao símbolo, mas é impessoal quando se presta à autoridade, civil ou militar, que obrigatoriamente deve estar no mesmo contexto de defesa da concepção do Estado brasileiro, nascido da conjunção entre o homem e a natureza, gestado ao longo de mais de 500 anos de História, parido com sacrifício e portador da verdadeira e primeira certidão de nascimento, definido por suas primordiais características. Deve ser considerada para preservar a sua identidade, diante de qualquer ameaça, sem sofrer transfigurações e mutilações. Dever do militar como parte integrante da sociedade, una indivisível; abominada a expressão sociedade civil organizada, como se na resultante do Poder Nacional, não existisse a componente fardada.
Legitimidade no poder não é só ser eleito, como tem dito Lula na questão de Honduras do afastamento de Zelaya, como exigência do Estado de Direito, que em si, será democrático se for mantida a independência dos Poderes.
Aprender com o passado, tomar decisões no presente de acordo com a sua consciência e ser bem lembrado no futuro, sem pretender que a unanimidade lhe seja fiel.
Ernesto Caruso é Coronel da reserva do EB.
COMENTO
Prezados amigos temos aqui uma excelente e brilhante máteria, que neste momento vem elucidar muitos acontencimentos da nossa história recente.
Ainda bem, que temos muitos patriótas e militares exemplares como esse Coronel.
Só que precisamos de muitos patriótas e homens de bem da nossa República, para que no momento certo, em que formos convocados, não deveremos hesitar para cumprirmos nosssa difícil e árdua missão, de tirarmos o Brasil das mãos desta abominável facção criminosa que se encontra no poder da República, com o propósito de perpetuar-se e locupletar-se do erário público.
Pinçando os fatos históricos, cada um com as suas observações e convicções, vejamos alguns aspectos e procedimentos da cúpula militar no entorno do dia 31 de março de 1964.
Assim como o governo Lula/Dilma/Tarso vem fazendo sistematicamente, quer fazendo massiva propaganda sobre os desaparecidos políticos e diz aos militares que se deve esquecer o passado (dito pelo Gen Albuquerque, excomandante do EB, em palestra no Clube Militar), quer alimentando as invasões pelo MST, afrontando o direito de propriedade, como parte da pressão de base, quer se imiscuindo nos outros Poderes, com a capa protetora da democracia, mas usando-a de forma fraudulenta, impondo amarras na cúpula do Judiciário, nomeando a sua maioria pelo longo período de governo, advindo da famigerada reeleição, e outras amarras no Legislativo, como no recente escândalo envolvendo o presidente do Senado, já na gaveta, abafado pela mudança de foco para o caso Zelaya e o espetáculo teatral das Olimpíadas de 2016.
Na Chefia do Gabinete Militar estava o Gen Bda Argemiro de Assis Brasil, de 18/10/63 até 31/03/64. Segundo consta, montara um plano para colocar oficiais generais nos principais cargos que fossem ideologicamente afinados com o presidente Jango, garantindo o tal Dispositivo Militar, que, no momento crucial fracassou totalmente.
Em 30 de março de 1964, houve a reunião no Automóvel Clube do Brasil do presidente Jango com os sargentos. Embora mais um fundamento para o desenlace do dia seguinte, não foi a gota d'água, pelo exíguo tempo entre esse acontecimento e o seguinte, com as tropas do Gen Mourão em marcha para o combate.
A despeito do rastilho de pólvora já aceso, pairou dúvida quanto à ida de Jango ao evento. Observe a entrevista de Raul Riff: “Quando o Jango estava se arrumando para ir à reunião dos sargentos no Automóvel Clube, estavam no quarto com ele o Tancredo, o general Assis Brasil e eu. Não me lembro se ele convocou ou se foi ocasional o fato de nós três estarmos lá. Quando ele já estava quase saindo virou-se para nós e perguntou: "O que é que vocês acham? Vou ou não ao comício?" Tancredo foi contra: "Não deve ir porque realmente é uma coisa que não agrada à hierarquia militar. Politicamente não é aconselhável."
Aí o Jango virou-se para o Assis Brasil: "O que é que você acha?" Assis Brasil, que como militar tinha uma opinião que pesava muito, disse: "Não; acho que não pode deixar de ir, porque seria uma falta de consideração, de atenção com os sargentos que promoveram essa reunião." Por fim, virou-se para mim: "Ryff, o que é que tu achas?" Respondi: "Estou de acordo com o Tancredo. Acho que não é oportuno." Ele acabou indo.”
Apesar de toda a lealdade do Gen Assis a Jango, as palavras da filha do ex-presidente, Denize Goulart, não demonstram reconhecimento, nem respeito: “Depois do golpe, quando estávamos no exílio, o general Assis Brasil foi nos visitar no Uruguai. Minha mãe, ao encontrá-lo diante dela, não se conteve e falou: "Piá merece é isso!" e esbofeteou o general!!!” E arrasa: “Ainda há pouco citei o Castello Branco, que era conspirador, mas estava próximo ao presidente. No Chile aconteceu igual: o Augusto Pinochet era o general mais submisso ao Salvador Allende, mas derrubou-o...” (Portal do PDT)
Obviamente, confunde, no militar, a lealdade às pessoas, com concordância ou discordância aos atos postos em prática pela autoridade.
Cargos militares têm que ser ocupados por militares, sem que isso signifique, por um lado, subserviência, prevalência dos interesses pessoais, prêmios de consolação, acomodação, omissão, fraqueza, ou por outro, respaldo, afinamento com as posturas de governo e coparticipação nos riscos. Ter percepção sobre os desvios de conduta no macro e no micro, aceitar ou reagir, gerando uma pequena crise, pela saída, esclarecendo as razões, ou uma crise à altura do desvio constitucional, aceito mansamente pelos outros Poderes, alijando o Executivo infrator, em respeito concepção do Estado.
O Gabinete Militar, criado em 1938 foi designado Casa Militar em 1992, e em 1999, Gabinete de Segurança Institucional. O desmonte das Forças Armadas.
Como ministro da Marinha estava o Almirante Sylvio B. Motta (15/06/63 a 27/03/64) que substituíra o Alte Pedro Paulo Suzano (24/01/63 a 14/06/63), quando ocorreu uma reunião de marinheiros no Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro no dia 25 de março de 1964, em prol de uma associação de classe, reivindicações, apoio às reformas de base, etc. Não concordando com a ocorrência, o ministro emitiu ordem de prisão dos infratores para execução por parte dos fuzileiros navais, cujo efetivo aderiu aos demais, apoiado pelo Alte Cândido Aragão. Afinados Jango e Aragão forçaram o pedido de demissão do ministro que foi substituído pelo Alte Paulo Mário da Cunha Rodrigues (27/03/64 a 31/03/64).
Acomodação, liberdade aos presos, manifesto de repúdio pelo Clube Naval; almirantes e oficiais contra a anarquia reinante, demonstrando a insatisfação, dando a lição, não só refutando a indisciplina, incentivada ostensivamente, diferente de hoje, camuflada pelo viés ideológico de juízes, exarando sentenças não compatíveis com as atividades militares em tempo de paz, como preparação, por serem próprias e adequadas aos momentos de guerra. Avançar sob os fogos, zumbido da morte dos rojões e a metralha das armas inimigas serão o desafio a vencer, fora dos gabinetes, togas, cafezinho e ar condicionado.
No Ministério da Guerra, o Gen Ex Jair Dantas Ribeiro (15/06/63 a 31/03/64) e no Ministério da Aeronáutica, o Brigadeiro Anysio Botelho (15/06/63 a 31/03/64) que estavam presentes, juntamente com Alte Sylvio Motta, ministro da Marinha, no comício da Central do Brasil em 13 de março de 1964, onde os discursos e as faixas empunhadas pelos manifestantes, "Jango em 65 - Presidente da República: Trabalhadores querem armas para defender o seu governo". "Sexta Feira, 13, mas não é de agosto", "Brizola 65 - Solução do povo", "Jango - Abaixo com os latifúndios e os trustes", "Jango - Defenderemos as reformas à bala". (...)
As Ligas Camponesas, espúrias como o MST de hoje, invadiam as propriedades e barbarizavam. Guerra civil, fechamento do Congresso e plebiscito foram temas.
Oficiais e sargentos foram designados para representares as suas organizações. Aproximadamente 2.500 soldados da Polícia do Exército e do Corpo de Fuzileiros Navais guarneciam o dispositivo.
Dos ministros, nem todos se curvaram. O das Relações Exteriores, Araújo Castro, declarou que comparecer a comícios não era sua obrigação e ficou no Itamaraty.
Do Gen Jair Dantas Ribeiro, há que se buscar um depoimento, ao que parece isento: “A 14 de setembro de 1962, uma greve nacional, articulada com o apoio do comandante do III Exército, general Jair Dantas Ribeiro, obrigou o Congresso a aprovar a emenda Valadares, que determinou a antecipação para janeiro de 1963 da realização do plebiscito sobre o parlamentarismo, marcado para 1965.” Em “A sociedade cindida”, por Jacob Gorender que completa: “O que chamamos de golpe militar teve inequívoco e poderoso apoio social. Funcionou como contra-revolução preventiva.”
O militar não jura fidelidade aos homens no governo, mas à Pátria; se compromete em solene juramento a defendê-la, com o sacrifício da própria vida.
A continência à Bandeira Nacional consubstancia esse respeito ao símbolo, mas é impessoal quando se presta à autoridade, civil ou militar, que obrigatoriamente deve estar no mesmo contexto de defesa da concepção do Estado brasileiro, nascido da conjunção entre o homem e a natureza, gestado ao longo de mais de 500 anos de História, parido com sacrifício e portador da verdadeira e primeira certidão de nascimento, definido por suas primordiais características. Deve ser considerada para preservar a sua identidade, diante de qualquer ameaça, sem sofrer transfigurações e mutilações. Dever do militar como parte integrante da sociedade, una indivisível; abominada a expressão sociedade civil organizada, como se na resultante do Poder Nacional, não existisse a componente fardada.
Legitimidade no poder não é só ser eleito, como tem dito Lula na questão de Honduras do afastamento de Zelaya, como exigência do Estado de Direito, que em si, será democrático se for mantida a independência dos Poderes.
Aprender com o passado, tomar decisões no presente de acordo com a sua consciência e ser bem lembrado no futuro, sem pretender que a unanimidade lhe seja fiel.
Ernesto Caruso é Coronel da reserva do EB.
COMENTO
Prezados amigos temos aqui uma excelente e brilhante máteria, que neste momento vem elucidar muitos acontencimentos da nossa história recente.
Ainda bem, que temos muitos patriótas e militares exemplares como esse Coronel.
Só que precisamos de muitos patriótas e homens de bem da nossa República, para que no momento certo, em que formos convocados, não deveremos hesitar para cumprirmos nosssa difícil e árdua missão, de tirarmos o Brasil das mãos desta abominável facção criminosa que se encontra no poder da República, com o propósito de perpetuar-se e locupletar-se do erário público.
O NOSSO ESPORTE OLÍMPICO É MATAR
Por Reinaldo Azevedo
O helicóptero da polícia do Rio atingido por traficantes caiu, ironicamente, na chamada Vila Olímpica do Sampaio, antigo Clube do Sampaio, um local com estrutura e equipamentos dedicados aos esportes. Estamos em tempos de surpreender e assombrar o mundo, conforme reza a propaganda ufanista do ex(?)-MR-8 Franklin Martins. Podemos reivindicar a tropicalização dos esportes olímpicos, acrescentando Tiro ao Helicóptero e Inocente Atingido por Bala Encontrada — já que as perdidas são aquelas das quais nem ficamos sabendo. Há um pouco de amargo deboche nisso? É óbvio que sim. Contra o Rio? Ora! Por que ser modesto? Podem colocar logo aí: “Contra o Brasil” — nome de um livro de Diogo Mainardi. Esse Brasil que “eles” fazem e que têm feito por aí. Ou alguém seria contra o Brasil ideal? Eu não sou contra nem a Suíça ideal, entendem? Não, alguns não vão entender.
A violência escancarada do Rio — nem é a cidade que mais mata no país; a mais violenta é Recife, capital de Pernambuco, um dos locais onde estaria em curso a revolução lulo-petista — é só um episódio na conta dos 50 mil homicídios que ocorrem por ano no Brasil. Na maioria das vezes, trata-se de pobre matando pobre — a pobreza que, tudo indica, está sendo oficialmente extinta pela propaganda. Nos tempos em que Marilena Chaui fazia suas rasantes teóricas pilotando a vassoura mais ligeira da filosofia brasileira, o ufanismo era certamente coisa da direita (leia Do Kotscho à Chaui, de Diogo). O Brasil experimenta agora a boçalidade do patriotismo de esquerda. Veio bater nas nossas praias, na versão stalinismo de mercado, com uns 50 anos de atraso…
Podem-se encontrar dezenas de explicações para as cenas a que assistimos diariamente, mas a mais evidente e menos abordada é esta: miséria moral. O establishment político e econômico se acostumou a esta nossa “verdade”. Assisti a uma reportagem que contava os bastidores do filme oficial da candidatura do Brasil à Olimpíada de 2016. Muita gente deu seu testemunho. O de um publicitário-cineasta — não era Fernando Meirelles; não me lembro o nome; pouco importa — me encantou particularmente. Reproduzindo o que seria uma indagação da “turma do contra”, considerou: “Ficam perguntando por que a gente não falou da violência do Rio. Ora, Tóquio não falou dos seus terremotos, e Madri não falou dos atentados terroristas”. Entenderam?
A bandidagem que faz refém 20% da população da cidade do Rio, que mora em favelas, é como os terremotos de Tóquio: um dado da natureza. Ou então é com um atentado terrorista da Al Qaeda — é coisa que não nos pertence. Não que um filme-propaganda devesse tratar das modalidades olímpicas nativas como Tiro a Helicóptero, mas o argumento é boçal e expressa uma certa má consciência segundo a qual a cidade é obrigada a conviver com isso. Há o Pão de Açúcar, as praias e os traficantes. E não custa lembrar. Tóquio usa a tecnologia contra os terremotos; Madri tomou medida adicionais de segurança contra o terror. O Brasil costuma levar a “cultura” da bandidagem dos morros para ser exaltada na televisão na forma de “produção do povo”.
É por isso que os terremotos não matam em Tóquio, mas os bandidos matam milhares de pessoas no Brasil. O Japão odeia seus terremotos; nós adoramos os nossos marginais; nós adulamos as nossas catástrofes.
Dá para resolver? Acho que dá, não é? Há um fato, não menos lastimável do que o narcotráfico, que evidencia que é, sim, possível alterar essa equação desde que exista uma política pública voltada para esse fim, que não se esgota no confronto da polícia com os bandidos, embora ele seja inevitável e necessário. Refiro-me às milícias.
As milícias são mais uma evidência de que a segurança pública no Rio está doente — e não se enganem: existem justiceiros em outras cidades do país. É evidente que elas têm de ser combatidas. São também criminosas. Mas, curiosamente, estão a nos dizer que é balela essa história de que é impossível combater a bandidagem original. O que não pode, evidentemente, é combater o crime com outros crimes; ele tem de ser enfrentado é com a lei. O que estou evidenciando é que, se uma milícia consegue desalojar grupos pertencentes a facções do crime organizado, por que não conseguiria o Estado, que dispõe de mais recursos?
Não consegue porque as políticas públicas de segurança, no Brasil, já foram infiltradas pela poetização do banditismo. Sei que muita gente chia nessas horas — “Lá vem você com isso! Mas que paranóia!”; falem à vontade; não ligo — , mas o fato é que todo o entendimento de segurança pública no país passa pelo filtro das esquerdas. E cabe constatar: elas são especialistas históricas em produzir violência, não em combatê-la.
De fato, transformaram a violência em teoria política. Nem é preciso lembrar aqui que o crime organizado em comandos hierarquizados é produto da fusão da teoria de homicidas marxistas (em nome da história) com a prática de homicidas comuns (em nome da sua carteira).
Ninguém entra no morro hoje sem pedir licença a uma miríade de ONGs e organizações que representam a tal “comunidade”. Começam convivendo com os “donos” do lugar e terminam como seus aliados e porta-vozes. O problema, reitero, é federal. Certas áreas do país não podem mais ficar por conta apenas das polícias estaduais. Mas a segurança pública, como se nota, não vira tema de campanha de jeito nenhum. Não podemos nos dar a esse luxo, não é? Vai que, enquanto tratamos disso, os piratas somalis roubem o petróleo do pré-sal com seus canudinhos mágicos.
Aí o petralha cretino manda ver: “Rá, rá, rá, Lula tem 80% de popularidade e trouxe a Olimpíada”. E daí? Nem por isso o país deixa de produzir todo ano os seus 50 mil presuntos. Sem uma política de segurança na esfera federal que combata a bandidagem e recupere os pedaços de território do país que foram tomados pelo narcotráfico, isso não muda. No mínimo, para que se faça a Olimpíada em paz, será preciso chamar à mesa de negociação a parte que ainda não foi chamada: a bandidagem — a dos morros…
O Estado brasileiro terá de celebrar um acordo com o Estado do Narcotráfico; acordo mesmo; coisa entre países, entenderam? Não será nenhuma novidade. Certa feita, o então ministro da Cultura, Gilberto Gil, só conseguiu participar de uma solenidade em área dominada pelo tráfico depois de uma negociação. Como um ministro representa o presidente, era como se Lula tivesse negociando com o seu homólogo daquele outro país; algumas obras do PAC só são tocadas com autorização dos donos do pedaço.
Vetei comentários de alguns leitores que afirmaram que o carioca tem uma cultura tolerante com o crime etc e tal. Queridos, neste blog, não existem cariocas, fluminenses, paulistanos, paulistas, mineiros. Nada me aborrece mais — porque acho burrice ou vigarice — esse negócio de “São Paulo gosta disso, Minas quer aquilo, o Rio reivindica aquilo outro…” Acho que São Paulo, Rio, Minas e o Brasil querem o que quer toda gente: viver em paz, de acordo com as leis democraticamente pactuadas. Vá ver se o trabalhador do Rio, morador das favelas, vê com bons olhos o mito da cultura do morro. Ele quer o que queremos todos: os filhos estudando em escolas decentes, tentando melhorar de vida.
Quem transformou a população do morro num “outro ser”, numa espécie de extra-terrestre, que tem sua própria visão de mundo, não foram os “conservadores”; ao contrário, isso é obra dos “progressistas”, que os vêem com olhos de antropólogos tolerantes, que não querem interferir naquela “cultura”.
De vez em quando, aqueles seres estranhos começam a trocar balas, e isso incomoda um pouco… Não! Isso não é “coisa de carioca”. Isso é fruto da irresponsabilidade do Poder Público e, no fundo, da impiedade transformada numa ética.
Numa ética e num esporte. O verdadeiro esporte olímpico nativo tem sido o Tiro ao Homem.
COMENTO
"Meus caros amigos e leitores, a matéria do tio Rei está irretocável, essa é a mais pura verdade, enquanto esse governo que está no poder, só pensa em locupletar-se do erário público, seja com programas eleitoreiros ou com bandidagens e mentiras, a segurança pública, não só no RJ, como em todo país está lastimável, lamentável e caótica.
Não é possível que as autoridades do nosso país e os oficiais generais, estejam leniêntes com o banditismo institucionalizado e a corrupção edêmica 'Lulo-Petralha-Molusquiana'.
Todos os dias surgem dezenas de novas denuncias seja de corrupção, bandidagem, nepotismo Lulo-Petralha e não acontece absolutamente nada.
Infelizmente já está passando da hora de uma intervenção, pois esse desgoverno corrupto e bandido do PT não tem limites e a tendência é essas bandidagens aumentarem cada vez mais, até a República não suportar e explodir de uma vez por toda".
O helicóptero da polícia do Rio atingido por traficantes caiu, ironicamente, na chamada Vila Olímpica do Sampaio, antigo Clube do Sampaio, um local com estrutura e equipamentos dedicados aos esportes. Estamos em tempos de surpreender e assombrar o mundo, conforme reza a propaganda ufanista do ex(?)-MR-8 Franklin Martins. Podemos reivindicar a tropicalização dos esportes olímpicos, acrescentando Tiro ao Helicóptero e Inocente Atingido por Bala Encontrada — já que as perdidas são aquelas das quais nem ficamos sabendo. Há um pouco de amargo deboche nisso? É óbvio que sim. Contra o Rio? Ora! Por que ser modesto? Podem colocar logo aí: “Contra o Brasil” — nome de um livro de Diogo Mainardi. Esse Brasil que “eles” fazem e que têm feito por aí. Ou alguém seria contra o Brasil ideal? Eu não sou contra nem a Suíça ideal, entendem? Não, alguns não vão entender.
A violência escancarada do Rio — nem é a cidade que mais mata no país; a mais violenta é Recife, capital de Pernambuco, um dos locais onde estaria em curso a revolução lulo-petista — é só um episódio na conta dos 50 mil homicídios que ocorrem por ano no Brasil. Na maioria das vezes, trata-se de pobre matando pobre — a pobreza que, tudo indica, está sendo oficialmente extinta pela propaganda. Nos tempos em que Marilena Chaui fazia suas rasantes teóricas pilotando a vassoura mais ligeira da filosofia brasileira, o ufanismo era certamente coisa da direita (leia Do Kotscho à Chaui, de Diogo). O Brasil experimenta agora a boçalidade do patriotismo de esquerda. Veio bater nas nossas praias, na versão stalinismo de mercado, com uns 50 anos de atraso…
Podem-se encontrar dezenas de explicações para as cenas a que assistimos diariamente, mas a mais evidente e menos abordada é esta: miséria moral. O establishment político e econômico se acostumou a esta nossa “verdade”. Assisti a uma reportagem que contava os bastidores do filme oficial da candidatura do Brasil à Olimpíada de 2016. Muita gente deu seu testemunho. O de um publicitário-cineasta — não era Fernando Meirelles; não me lembro o nome; pouco importa — me encantou particularmente. Reproduzindo o que seria uma indagação da “turma do contra”, considerou: “Ficam perguntando por que a gente não falou da violência do Rio. Ora, Tóquio não falou dos seus terremotos, e Madri não falou dos atentados terroristas”. Entenderam?
A bandidagem que faz refém 20% da população da cidade do Rio, que mora em favelas, é como os terremotos de Tóquio: um dado da natureza. Ou então é com um atentado terrorista da Al Qaeda — é coisa que não nos pertence. Não que um filme-propaganda devesse tratar das modalidades olímpicas nativas como Tiro a Helicóptero, mas o argumento é boçal e expressa uma certa má consciência segundo a qual a cidade é obrigada a conviver com isso. Há o Pão de Açúcar, as praias e os traficantes. E não custa lembrar. Tóquio usa a tecnologia contra os terremotos; Madri tomou medida adicionais de segurança contra o terror. O Brasil costuma levar a “cultura” da bandidagem dos morros para ser exaltada na televisão na forma de “produção do povo”.
É por isso que os terremotos não matam em Tóquio, mas os bandidos matam milhares de pessoas no Brasil. O Japão odeia seus terremotos; nós adoramos os nossos marginais; nós adulamos as nossas catástrofes.
Dá para resolver? Acho que dá, não é? Há um fato, não menos lastimável do que o narcotráfico, que evidencia que é, sim, possível alterar essa equação desde que exista uma política pública voltada para esse fim, que não se esgota no confronto da polícia com os bandidos, embora ele seja inevitável e necessário. Refiro-me às milícias.
As milícias são mais uma evidência de que a segurança pública no Rio está doente — e não se enganem: existem justiceiros em outras cidades do país. É evidente que elas têm de ser combatidas. São também criminosas. Mas, curiosamente, estão a nos dizer que é balela essa história de que é impossível combater a bandidagem original. O que não pode, evidentemente, é combater o crime com outros crimes; ele tem de ser enfrentado é com a lei. O que estou evidenciando é que, se uma milícia consegue desalojar grupos pertencentes a facções do crime organizado, por que não conseguiria o Estado, que dispõe de mais recursos?
Não consegue porque as políticas públicas de segurança, no Brasil, já foram infiltradas pela poetização do banditismo. Sei que muita gente chia nessas horas — “Lá vem você com isso! Mas que paranóia!”; falem à vontade; não ligo — , mas o fato é que todo o entendimento de segurança pública no país passa pelo filtro das esquerdas. E cabe constatar: elas são especialistas históricas em produzir violência, não em combatê-la.
De fato, transformaram a violência em teoria política. Nem é preciso lembrar aqui que o crime organizado em comandos hierarquizados é produto da fusão da teoria de homicidas marxistas (em nome da história) com a prática de homicidas comuns (em nome da sua carteira).
Ninguém entra no morro hoje sem pedir licença a uma miríade de ONGs e organizações que representam a tal “comunidade”. Começam convivendo com os “donos” do lugar e terminam como seus aliados e porta-vozes. O problema, reitero, é federal. Certas áreas do país não podem mais ficar por conta apenas das polícias estaduais. Mas a segurança pública, como se nota, não vira tema de campanha de jeito nenhum. Não podemos nos dar a esse luxo, não é? Vai que, enquanto tratamos disso, os piratas somalis roubem o petróleo do pré-sal com seus canudinhos mágicos.
Aí o petralha cretino manda ver: “Rá, rá, rá, Lula tem 80% de popularidade e trouxe a Olimpíada”. E daí? Nem por isso o país deixa de produzir todo ano os seus 50 mil presuntos. Sem uma política de segurança na esfera federal que combata a bandidagem e recupere os pedaços de território do país que foram tomados pelo narcotráfico, isso não muda. No mínimo, para que se faça a Olimpíada em paz, será preciso chamar à mesa de negociação a parte que ainda não foi chamada: a bandidagem — a dos morros…
O Estado brasileiro terá de celebrar um acordo com o Estado do Narcotráfico; acordo mesmo; coisa entre países, entenderam? Não será nenhuma novidade. Certa feita, o então ministro da Cultura, Gilberto Gil, só conseguiu participar de uma solenidade em área dominada pelo tráfico depois de uma negociação. Como um ministro representa o presidente, era como se Lula tivesse negociando com o seu homólogo daquele outro país; algumas obras do PAC só são tocadas com autorização dos donos do pedaço.
Vetei comentários de alguns leitores que afirmaram que o carioca tem uma cultura tolerante com o crime etc e tal. Queridos, neste blog, não existem cariocas, fluminenses, paulistanos, paulistas, mineiros. Nada me aborrece mais — porque acho burrice ou vigarice — esse negócio de “São Paulo gosta disso, Minas quer aquilo, o Rio reivindica aquilo outro…” Acho que São Paulo, Rio, Minas e o Brasil querem o que quer toda gente: viver em paz, de acordo com as leis democraticamente pactuadas. Vá ver se o trabalhador do Rio, morador das favelas, vê com bons olhos o mito da cultura do morro. Ele quer o que queremos todos: os filhos estudando em escolas decentes, tentando melhorar de vida.
Quem transformou a população do morro num “outro ser”, numa espécie de extra-terrestre, que tem sua própria visão de mundo, não foram os “conservadores”; ao contrário, isso é obra dos “progressistas”, que os vêem com olhos de antropólogos tolerantes, que não querem interferir naquela “cultura”.
De vez em quando, aqueles seres estranhos começam a trocar balas, e isso incomoda um pouco… Não! Isso não é “coisa de carioca”. Isso é fruto da irresponsabilidade do Poder Público e, no fundo, da impiedade transformada numa ética.
Numa ética e num esporte. O verdadeiro esporte olímpico nativo tem sido o Tiro ao Homem.
COMENTO
"Meus caros amigos e leitores, a matéria do tio Rei está irretocável, essa é a mais pura verdade, enquanto esse governo que está no poder, só pensa em locupletar-se do erário público, seja com programas eleitoreiros ou com bandidagens e mentiras, a segurança pública, não só no RJ, como em todo país está lastimável, lamentável e caótica.
Não é possível que as autoridades do nosso país e os oficiais generais, estejam leniêntes com o banditismo institucionalizado e a corrupção edêmica 'Lulo-Petralha-Molusquiana'.
Todos os dias surgem dezenas de novas denuncias seja de corrupção, bandidagem, nepotismo Lulo-Petralha e não acontece absolutamente nada.
Infelizmente já está passando da hora de uma intervenção, pois esse desgoverno corrupto e bandido do PT não tem limites e a tendência é essas bandidagens aumentarem cada vez mais, até a República não suportar e explodir de uma vez por toda".
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