segunda-feira, 2 de novembro de 2009

LULA, A IMPRENSA E O PT.

Moacyr Lopes Junior/

Por que Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa e o casal Kirchner tratam a imprensa como inimiga? Porque na Venezuela, na Bolívia, no Equador e na Argentina de seus sonhos não há lugar para jornais, revistas e redes de televisão independentes. Para essa gente, notícia é só aquilo que seus ministros da propaganda dizem que é notícia. Todos eles suprimiram a liberdade de imprensa ou estão em via de fazê-lo. Esperam um dia atingir o controle total da informação obtido pelas grandes ditaduras do século passado, prática que é mantida ainda por seus irrelevantes sobreviventes atuais: Cuba e Coreia do Norte. Nesses países não existe imprensa. Não existem repórteres. Não existem jornais. Não existe democracia. Não existe liberdade. Portanto, não existe notícia. Cubanos e norte-coreanos vivem vidas miseráveis, privados das mínimas exigências da subsistência civilizada, mas os papéis pintados periódicos daqueles países não relatam a triste realidade.

Por onde se olha na América Latina, há um governante com a ideia fixa de que seus fracassos seriam menos gritantes se só existisse a imprensa oficial. O Brasil vinha sendo a excepcionalidade na região. Agora o próprio presidente Lula está desenhando o que ele imagina ser a imprensa ideal. “Não acho que o papel da imprensa é fiscalizar. É informar”, disse Lula há duas semanas. Na quinta-feira passada, ele voltou à carga com o seguinte discurso, direcionado a repórteres que cobriam uma cerimônia que reunia catadores de papel, em São Paulo: “Hoje vocês têm a oportunidade de fazer a matéria da vida de vocês. Se vocês esquecerem a pauta do editor de vocês e se embrenharem no meio dessa gente (…) Publiquem apenas o que eles falarem. Não tentem interpretar”.

É espantoso. Lula não lê jornais. Mas quer ensinar como editar jornais. Má notícia, senhor presidente. Ter 80% de popularidade não credencia ninguém a ser repórter ou editor. Não existe jornalismo a favor. Não existe jornalismo feito pelo estado. Não é atributo do Poder Executivo traçar limites para o exercício da imprensa. A liberdade de expressão não pertence ao universo oficial dos gabinetes executivos, não tangencia os planos de governo e não obedece às orientações dos ministérios da propaganda. Seus limites estão estabelecidos na Constituição e eternizados na cultura dos países democráticos. Os próprios leitores e a Justiça punem os jornalistas que ultrapassam os limites éticos.

A imprensa tem sido vilanizada no Brasil por duas razões principais. A primeira decorre da noção primitiva que alguns ideólogos do petismo têm do Brasil, que para eles é uma grande e simplória terra ideal: a “PTópolis”, habitada por pessoas que têm papéis claramente definidos, como a Patópolis, de Walt Disney. Os habitantes de PTópolis também são divididos em classificações rígidas. Existem os que ocupam o andar de cima e os do andar de baixo; os pretos e os brancos; os ricos e os pobres; os bons e os maus; os produtores e os usurários; os amigos e os inimigos do rei… A segunda razão é o fato de que, quando a cúpula de PTópolis e seus corruptos do coração produzem escândalos - e eles os produzem aos montes -, a culpa nunca pode ser do líder ou de seus próximos. A imprensa livre é um estorvo em PTópolis. Ela insiste em investigar, fiscalizar e dar nome aos bois. Em PTópolis, idealmente, só deveriam exercer o jornalismo as pessoas designadas para isso pelo estado. No mundo perfeito de PTópolis não há lugar para algo imperfeito, barulhento, enxerido, investigativo, teimoso, livre, falível e, algumas vezes, até irresponsável como é a imprensa. PTópolis: ame-a ou deixe-a!

COMENTO
"Meus prezados amigos, esse 'governo dos Petralhas', vai fazer tudo que pode e o que não pode para eleger sua abominável e nociva candidata, que todos conhecem muito bem suas atuações políticas desde da década de 60. Isso não é nenhuma novidade. Certo?

Em dezembro, faz dois anos que estreou a televisão pública de Lula, a TV Brasil. É um bom momento para falar de números. Em setembro, no Rio de Janeiro, segundo o Ibope, a média de audiência da TV Brasil foi de 0,4 ponto porcentual entre 7 da manhã e meia-noite. Achou pouco? Em Brasília, foi de 0,3 ponto porcentual. Isso significa dinheiro público jogado fora.

Esse governo dos petralhas, onde o banditismo institucionalizado e a corrupção edêmica, são os seus alicerces mais importantes, vai fazer coisas tão absurdas para conseguir o terceiro mandado do Molusco, através de sua candidata; que a nação brasileira, ficará estática e jamais voltará a ser como antes.

Recebo muitos e-mails por dia perguntando, quem eu indico para presidente, ora não posso indicar ninguém, visto que a campanha ainda não começou e não conhecemos os outros candidatos, por enquanto de certo só temos a desnorteada candidata da facção do PT.

O que mais preocupa, não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos e nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons. (Martim Luther King).

O PT é uma facção que não tem organização e nem métodos, se a exacerdada bandidagem e corrupção existem, é porque tem quem à mantenha de forma impune e imune.

Esse monstro de nove cabeças e nove tetácúlos, onde certamente uma dessas cabeças é a de Lenine e está no Livro o Estado e a Revolução de 1918. Outra cabeça é a do caudilho FHC 'o pai' de 90% das das bandidagens que estão acontecendo hoje na República.

Causa-me estranheza a leniência das autoridades brasileiras com essa facção que se encontra no poder da República, cometendo todos os tipos de bandidagens possíveis e impossíveis". Bom feriado para todos.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

LULA, O BISPO E O PT

Por Reinaldo Azevedo

Na visita que fez quarta-feira, a um centro de produção da TV Record, do autoproclamado “bispo” Edir Macedo, Lula afirmou que a Igreja Universal também é alvo de preconceitos. O “também” quer dizer que o presidente acredita que ele próprio é alvo deste sentimento mesquinho. Uma das melhores frases que cravei, há muitos anos, é esta: “A Igreja Universal é o PT da religião, e o PT é a Igreja Universal da política”. Cada vez mais isso se confirma.

Hoje, esses dois, como chamarei?, entes estão mais juntos do que nunca. O grupo Record de comunicação tornou-se uma espécie de extensão do petismo. É uma verdadeira sucursal da Lula News, o brinquedinho caro e sem audiência de Franklin Martins. O “jornalismo” que presta serviço ao governo ou está lotado na tal TV pública ou está na Record. A disputa para saber quem é mais oficialista é acirrada. Pode haver um ou outro independentes nos dois lugares? Pode, sim. Mas são exceções.

Essa união entre a Record e Lula, tornada ainda mais estreita depois que Franklin Martins chegou oficialmente ao poder — a propósito: ele sempre foi muito alto; agora, está cada vez mais largo; espaçoso mesmo, uma verdadeira metáfora de sua importância no esquema lulo-petista —, não deixa de marcar a história das duas organizações: a da Universal e a de Lula.

A dita “igreja” buscou laicizar a sua atuação, tentando fazer de parte de seu esquema de comunicação algo independente da religião. Refiro-me à programação. No financiamento, não dá: a “Igreja” ainda é uma das grandes clientes da emissora. Isso significa que a contribuição dos fiéis, que é isenta de impostos, acaba se transformando em receita publicitária. Em priscas eras, pastores da seita viam na figura de Lula quase a encarnação do capeta. Mas Lula foi provando, com o tempo, que, para os interesses de Macedo, os demônios, na verdade, eram anjos. Macedo descobriu como Lula pode ser generoso com todo aquele que aceite as regras do jogo que ele gosta de jogar. E se tornaram amigos desde a infância.

Franklin, que foi demitido das Organizações Globo, põe gás nessa relação porque, sei lá, nos seus sonhos nada secretos, vislumbra o dia que a Record e sua ética darão as cartas. E, claro, quando se é Franklin Martins, o sonho sempre vira ação — no caso, inutilmente. Isto, sem dúvida, ele é: um homem de ação. O embaixador Charles Burke Elbrick experimentou a coisa de perto.

Muitos me perguntam: “Será que um dia a racionalidade gerará frutos no Brasil?” Pois é, queridos… O único Burke que passou por aqui foi seqüestrado e quase lhe meteram um pitoco na cabeça, mas as coisas continuam acontecendo.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve, como sabem, na inauguração de estúdios da TV Record. A seqüência, que eu saiba, não apareceu em TV nenhuma. Ela é bastante reveladora do Lula real, não daquele que em breve fará correr rios de lágrimas nos cinemas. Alguém, fora do enquadramento, dirige-lhe algumas palavras. Como o microfone da câmera está voltado para a estrela do evento, ouve-se perfeitamente o que ele diz, mas não se pode apostar na exatidão das palavras do seu interlocutor. O conjunto, no entanto, não deixa a menor dúvida. Reproduzo o que consigo ouvir. Confiram.

VOZ MASCULINA - Ei, Lula, um abraço pro senhor…
LULA - Tchau, tchau, meu querido!
VOZ MASCULINA - Não voto no senhor, muito obrigado, aí…
LULA - Fica com Deus! Não tou precisando do seu voto!

Aquela gargalhada, uma reação exagerada de quem se esforça para agradar o chefe, é do governador do Rio, Sérgio Cabral. As outras pessoas também se divertem. É como se dissessem: “Isso mesmo, presidente! Responde para esse descontente!”. O que se tem aí é um flagrante, alguns segundos apenas, de quem é Lula de fato, não a personagem construída por seus marqueteiros e pelo cada vez mais redondo Franklin Martins, que parece reproduzir no próprio corpo a onipotência de que se julga dotado.

Um idiota da objetividade diria que Lula realmente não precisa do voto daquele “atrevido” porque não é candidato a nada. Não oficialmente. Como é público e notório, ele pretende disputar o que considera o seu terceiro mandato por meio da comandante Dilma Rousseff, o seu títere. E, como se nota, é arrogante o bastante para dispensar votos. Acredita já ter aqueles de que precisa. Daí a fanfarronice.

No discurso feito na Record, vocês se lembram, Lula atacou os que, segundo ele, não aceitam a derrota e tentam sabotar o governo. Não disse com clareza a quem se referia.

Ontem, enquanto Lula estava na Venezuela, aquele país em que ele diz haver democracia até demais, os governistas da Comissão de Reações Exteriores do Senado votaram a favor do ingresso da Venezuela no Mercosul, jogando no lixo os protocolos que exigem que os países-membros do bloco sejam democracias de direito e DE FATO. Lula saudou a votação como um grande avanço. Isso é um absurdo.

COMENTO

Meus amigos, Molusco e seus magos da comunicação, especialmente o gigantesco, mega arrogante e abominável, Franklin Martins, estão convictos de que o bom caminho é mesmo confrontar a imprensa que consideram inimiga e incentivar a que consideram amiga. NÃO É A IMPRENSA SUPOSTAMENTE ANTILULISTA QUE IRRITA LULA E FRANKLIN MARTINS. É A IMPRENSA NORMAL.

O Apedeuta mais uma vez, voltou ontem a atacar a imprensa, não a Record do grande bispo Macedo, é óbvio, muito claro e gritante.
Só não custa lembrar que a Universal está sendo investigada pelo Ministério Público e pela Polícia Federal. Molusco disse que seus amiguinhos são alvos de preconceito. Será que, ele estaria se referindo às investigações? Eu particularmente acho que sim. Certo meus amigos?

Tenho postado aqui, quase todos os dias e tenho chamado atenção dos leitores, para a gravidade dos fatos, pelo qual passa nossa fágil República.
No entanto, acho que muitos, não conseguem ver o que está muito nítido.
Bem, apartí do ano que vem, muitas coisas que ainda estão obscura, virão à tona, aí talvez o povo brasileiro comece a sair da inécia.

Enquanto isso, nossas Forças Armadas, cada dia mais definhadas, desmanteladas e sucateadas, militares flagelados, passando fome e humilhados por dois dos maiores caudilhos da história da humanidade, FHC e Molusco Silva. Pessoal precisamos votar certo, não podemos mais cometer erros.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

OS MILITARES E A DEMOCRACIA

OS MILITARES E A DEMOCRACIA

Por Reinaldo Azevedo

Leitores me perguntam como foi a palestra de ontem no Comando Militar do Sudeste. Excelente! No dia 7 deste mês, falei no Clube Militar, no Rio. Encontro igualmente agradável. Não chego a dizer que é “impressionante” a formação intelectual dos oficiais — inclusive a dos jovens — porque isso faria supor que eu esperasse coisa diferente, tendo sido surpreendido. E não esperava. Estão mais bem-informados, e pensam segundo modelos de precisão freqüentemente mais atilados, do que muitas categorias profissionais das quais se deveria cobrar especial apuro intelectual — jornalistas, por exemplo. Minha palestra desta quarta encerrou o “III Estágio de Comunicação Social — Exército na Sociedade: Conhecer, Integrar, Comunicar”. É a segunda vez que sou convidado para o evento.

A petralhada chiou pra chuchu. “Aí, hein?, está querendo dar golpe!”.Os mediocremente informados procuraram me associar a Carlos Lacerda. Vocês imaginam o rol de bobagens de que essa gente é capaz. Pois é… Nas duas vezes — ou três, se eu levar em conta o convite do ano passado —, falei em defesa das instituições democráticas e da Constituição. Dos militares, em suas intervenções nos debates, só ouvi palavras de defesa da Carta que rege o país. E nem poderia ser diferente.

Se existe alguma tentação golpista no Brasil, ela não veste uniforme. Se existem pessoas que hoje desrespeitam abertamente as leis que nos regem, elas não estão nos quartéis. Na América Latina — e também por aqui, ainda que de modo um tanto mitigado —, as tentações autoritárias partem daqueles que pretendem que as urnas abram caminho para uma espécie de absolutismo do voto. Querem alguns que, porque eleitos, podem fazer da Constituição e das leis o que bem entendem. E eu existo, entre outras razões, para dizer: “NÃO PODEM!!!”

Sinto-me honrado com tais convites. E participarei quantas vezes me convidarem. O Exército entende hoje em dia a imprensa com muito mais clareza e propriedade do que a imprensa entende o Exército. Ademais, vale a minha frase que deixa alguns irritadinhos: as Forças Armadas são a democracia de farda. E são, como em todas as democracias, as garantidoras últimas do regime de liberdades. Os absolutistas das urnas não gostam de pensar que algo possa ser superior à sua vontade — as leis, por exemplo. Mas elas são.

É sobre isso que falo nessas palestras.

DE DEBOCHADOS E DEMOCRATAS – OU: DA ARTE DE DISCORDAR

Molusco foi inaugurar a reforma de uma quadra poliesportiva no morro na Mangueira, no Rio, nesta quarta. Um evento dessa magnitude — a reforma de uma quadra! — contou com a presença da candidata Dilma Rousseff, do governador Sérgio Cabral (PMDB) e do prefeito Eduardo Paes (PMDB), a quem coube, em tom debochado, fazer alusão à campanha eleitoral antecipada, num clima de visível euforia. O evento todo escarnecia, de maneira desavergonhada, da Lei Eleitoral. É nessas horas que um sujeito como o tal FB deve pensar: “Como se nota, eu não sou o único a mandar à lei às favas por aqui”. Ele atira em helicópteros; estes, em instituições.

É… A situação está realmente para o deboche. Nota: Paes era, há dois anos, secretário-geral do PSDB, o segundo cargo mais importante do partido. Tinha vindo do então PFL, o de César Maia. Em outubro de 2007, um dos mais destacados parlamentares da CPI da Mensalão se converteu ao, digamos, “cabralismo” radical. A performance de ontem, mangando da Lei Eleitoral e do decoro que ela enseja, provou que não se tornou apenas um lulista pragmático — “Tudo pelo Rio!!!” —, mas um verdadeiro lulista de comício. Parece que vai se dedicar a essa tarefa com a energia dos recém-convertidos. É uma pena! Tão moço e, na verdade, tão velho! Sigamos para o principal.

Molusco também participou ontem da inauguração de estúdios da TV Record, de Edir Macedo. E mandou ver: “Há um certo tipo de gente que, no exercício da democracia, não aceita perder. Ele quer que quem ganhe não faça nada para justificar os discursos feitos durante a campanha”. É verdade! Existe melhor definição para o Lula, quando oposição, do que essa que ele próprio dá? Lula nunca reconheceu a obra de seu antecessor quando estava na oposição e não a reconhece ainda hoje, quando já é governo. Ademais, de quem ele está falando?

Lula, que nunca se cansa de culpar os governos do passado por tudo o que há de ruim no país — as coisas boas são obras suas, é claro — lembrou os presentes que Cabral e Paes não podiam ser acusados pelos atos de violência. Estava dizendo, na prática, que ele próprio não tem nada com isso. Então ficamos assim: as mazelas que estão aí decorrem de ações que não foram levadas a efeito por governos anteriores. No poder há sete, Lula, ele próprio, se isenta de qualquer responsabilidade. Os petralhas ficam satisfeitíssimos: “Pode reclamar, Reinaldo, ele tem 80% de popularidade”. Eu sei. E isso não torna decente esse modo de fazer política.

Num entrevista coletiva depois de inaugurar a quadra, Lula afirmou que os governadores e prefeitos já podem procurar a ministra Dilma neste fim de 2009 e início de 2010 para falar — atenção! — sobre o PAC de 2011 a 2015!!! Como ele disse, é preciso ter projetos. Se saem do papel, aí é outra coisa. Lembram-se das cifras gigantescas do PAC? R$ 646 bilhões até o fim de 2010. Uau! Até agora, o governo desembolsou, por meio do Orçamento da União, pouco mais de 4% desse valor. Mas Lula já quer pensar do período de 2011 a 2015.

É inútil falar dessas coisas todas? Como querem os petralhas, “Lula continua popular mesmo assim?” E daí? Como não sou político — ou não sou membro de uma parcela ao menos —, não preciso mudar de idéia nem torcer os números porque, afinal, o presidente é uma quase unanimidade. Aliás, até por isso, faço aqui questão de dissentir.

Como bem sabe o digamos "prefeito" Eduardo Paes, que é um moço inteligente, concordar com governos é fácil. Aliás, nem as ditaduras fazem restrições à adesão. É fácil concordar com o poder no Brasil, em Cuba, na Coréia do Norte, nos Estados Unidos ou na China. Diria até que os métodos para a concordância são sempre os mesmos, pouco importa a cultura do país. Difícil é discordar. E a forma como o dissenso é tratado é que define e evidencia o grau de democratização da sociedade.

O Brasil não dispõe, felizmente — não ainda, ao menos — de mecanismos para punir a discordância. Está em curso, é verdade, o desenvolvimento de uma espécie de método para satanizar o dissenso. O lulo-petismo, como uma cultura política, dispõe hoje de esbirros no jornalismo e no subjornalismo para tentar estigmatizar os que se negam a brandir o livrinho de Lula — um livro em branco, onde só se escreve o pensamento do dia. E o próprio Lula, com esse discurso mequetrefe sobre, sei lá, os inimigos da pátria busca deslegitimar o direito do “outro” de ser outro. O “outro” é qualquer um que não o apóie, já que é esse apoio que define as pessoas de bem; afinal, Dilma tenta atrair a todo custo o PP de Paulo Maluf. É uma junção de éticas como massas negativas. A soma é menor do que cada uma das partes. Os tempos não são os mais iluminados. Anteontem, Barack Obama afirmou que estava com um “esfregão” limpando a sujeira que os outros fizeram… A América precisava de um estadista e elegeu alguém com Síndrome de Faxineiro… Nos EUA, a receita começou a desandar. Falta muito atraso àquele país para cair em truque imbecil. Por aqui, vai dando certo.

Lula brutaliza a política. Continuarei a apontar seu óbvio desrespeito à lei e seu discurso que desmoraliza as instituições. Eles vão vencer, como asseguram os petralhas? Pode ser. Vamos ver. Uma coisa é certa: podem contar comigo! Continuarei firme no meu propósito de evidenciar que concordar com o governo é coisa que qualquer coreano do Norte faz. A discordância é que testa a democracia. Só lamento que o governo Lula não seja o que Lula diz.

Seria glorioso discordar de um governo perfeito só para escandalizar e testar a democracia!

“Nós somos seres normais, um bandido não é normal’, diz Lula no Rio

Do Portal G1.
O presidente Molusco Silva disse, nesta quarta-feira (2, em entrevista no Rio de Janeiro, que “um bandido não é normal” e que é “ilusão” achar que é fácil enfrentar grupos criminosos.

“Nós somos seres normais, um bandido não é normal. Então achar que é fácil enfrentar uma quadrilha organizada é apenas ilusão. É difícil, é preciso investimento na inteligência. É preciso melhorar o salário”, disse.

Ao lado do 'desnorteado' governador do estado, Sérgio Cabral (PMDB), ele afirmou que pediu ao ministro da Justiça, Tarso Genro, para que se reúna com o peemedebista para estabelecer uma “programação de investimentos no Rio” e que o estado tem que ser tratado de forma especial por ser, segundo Lula, ”uma caixa de ressonância para o mundo inteiro”.

“Irresponsabilidade”
Antes, no discurso de inauguração de um ginásio na Vila Olímpica da Mangueira, Lula disse que o Rio de Janeiro vem sofrendo um “desmonte” desde quando deixou de ser a capital federal e que não é possível culpar o governador e o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), pelos problemas atuais.

“Foram surgindo comunidades cada vez mais pobres, que antes eram de dez pessoas, depois passou para quinze, depois para duas mil, trinta mil, cinqüenta mil, e aí deixou de ser uma pequena comunidade para ser um baita de um problema social para quem governa a cidade do Rio de Janeiro. Então, seria irresponsabilidade o governo federal dizer que é um problema do Sérgio Cabral. Seria irresponsabilidade o governo federal dizer que é um problema do Eduardo Paes”, disse.

E continuou com uma metáfora. ”Não sou daqueles que só aparecem para comer na hora em que o prato está feito. Eu sou daqueles que ajudam a fazer o prato.” Ele afirmou depois que, em 2016, gostaria de ver o Rio voltando a ocupar as primeiras páginas dos jornais com notícias de medalhas para o Brasil. Em 2016, o Rio de Janeiro irá sediar os Jogos Olímpicos.

COMENTO
"Meus nobres amigos, se isso não for propaganda eleitoreira antecipada, nao sei realmente o que é! Só sei que em véspera de eleição, no país dos petralhas, tudo vira comício eleitoreiro, Lulo-Petralha-Bolivariano.

Bem, cabe ao TSE, dar um basta nisso tudo, que vem acontecendo na República, as vista de todos, cabe também as autoridades brasileiras tomar uma decisão radical, e não ser leniêntes com os crimes dos petralhas e tomar alguma providência séria, para acabar de uma vez por toda, com essas propagandas e mentiras eleitoreiras do PT.

Está tudo muito claro, só não ver quem realmente não quer, ou aqueles que fazem parte desta facção exacerbadamente criminosa, que tanto vem prejudicando a Nação, o povo brasileiro e especialmente as nossas Forças Armadas, que no momento estão totalmente DESARMADAS, certo"?

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

"SE UM JÁ É ABSURDO E MONSTRUOSO IMAGINEM DOIS"

Adams, o outro Luiz Inácio da Advocacia Geral, e a venda da Varig, uma das maiores bandidagens na República do governo Molusco da Silva.

Por Reinaldo Azevedo

Ontem, Adams, novo advogado geral da União e mais recente representante da família Luiz Inácio, concedeu uma entrevista em que “absolveu” o outro Luiz Inácio, o da Silva, e a ministra Dilma Rousseff de qualquer, vamos dizer, exorbitância eleitoreira nos “comícios” (segundo Da Silva) que ambos têm feito por aí.

Luiz Inácio Adams, Luiz Inácio Adams, Luiz Inácio Adams… De onde mesmo, meu Deus? Ah, lembrei. Já sei onde li antes este nome. Leiam esta reportagem a Folha de 9 de junho de 2008:

Procurador discutiu caso Varig com Dilma
Hoje na Folha O ex-procurador-geral da Fazenda Nacional e um dos poucos opositores à venda da Varig nos moldes desejados pelo governo, Manoel Felipe Brandão, 46, disse, em entrevista a Leonardo Souza (íntegra restrita para assinantes do jornal e do UOL), que foi chamado pela ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), por diversas vezes, para tratar do assunto.
Ele negou ter sofrido pressão, mas disse que havia uma “polêmica muito grande na Casa Civil” e forte resistência contra sua posição, incluindo da número dois de Dilma, Erenice Guerra.
Brandão deu parecer pelo qual as dívidas da Varig teriam de ser assumidas pelo comprador da empresa. Esse era o maior empecilho à venda da companhia. Ele foi substituído por Luiz Inácio Adams, que deu parecer exatamente como queria o Palácio do Planalto, ou seja, a dívida não seria da responsabilidade do novo controlador da companhia aérea.
“Eu não acho que eu tenha sofrido pressão, eu sofri resistências ao meu pensamento. E eu resisti dignamente, porque eu achava que estava correto e mantive meu pensamento até o final. Se alguém se sentiu pressionado e fez o que não acreditava, eu não tenho nada a ver com isso”, disse o ex-procurador-geral da Fazenda.

Denúncias
Segundo acusações da ex-diretora da Anac, Denise Abreu, a Casa Civil favoreceu a venda da VarigLog e da Varig ao fundo Matlin Patterson e aos três sócios brasileiros (Marco Antonio Audi, Luiz Eduardo Gallo e Marcos Haftel).
Segundo ela, Dilma a desestimulou a pedir documentos que comprovassem a capacidade financeira dos três sócios para comprar a empresa, já que a lei proíbe estrangeiros de possuir mais de 20% do capital das companhias aéreas.
A ex-diretora, que se disse vítima de uma armação, afirmou ainda que a filha e o genro do advogado Roberto Teixeira –amigo do presidente Lula e cujo escritório era representante dos compradores à época– usaram sua influência para pressioná-la.
A ministra Dilma Rousseff negou as acusações. “As acusações feitas pela doutora Denise Abreu são falsas”, disse a ministra.
“Eu queria destacar que este tema foi tratado no âmbito da Anac e também no âmbito do processo de falência da Varig. O governo teve uma grande preocupação com a falência da Varig e com a descontinuidade do serviço. As acusações serão respondidas no âmbito da Anac e do processo de falência”, afirmou Dilma.

COMENTO
Meus caros amigos, eu até lembrava que esse mais novo, sujo, abominável e intergrante da facção dos petralhas, Luiz Inácio Adams, não era tão novo assim e já tinha estado nos mesmos textos de corrupção e bandidagem, que tratavam na época da venda da Varig, onde Dilma e do Primeiro-Compadre, mais corrupto da República, Roberto Teixeira. Só não me lembrava dos sórdidos detalhes. Agora estou me lembrando, na verdade, esse sujeito mais do que nocivo já era infiltrado na facção criminosa dos petralhas, há muito tempo e já participou de muitas falcatruas Lulo-petralha-Molusquiana. Adams, mais um nome da grande, corrupta e nociva família Luiz Inácio, que governa o Brasil, a quase oito anos. Convenhamos: é abominável e nojento isso, a gente pode até se indignar, mas jamais se surpreender com tantas bandidagens, maracutaias e safadezas , no país dos petralhas. Só não ver quem realmente não quer. Certo meus amigos?

terça-feira, 27 de outubro de 2009

"AS DROGAS, O PT E O PACTO COM O DEMÔNIO"

O Prefeito mineiro do PT, da cidade de Raposo, na região metropolitana de BH, João Carlos Aparecida, foi preso neste domingo, com uma grande quantidade de CRACK e outras drogas.

É por esse e outros motivos que afirmo aqui todos os dias que o PT é a maior facção criminosa do planeta terra e alguns idiotas do PT, ainda acha que sou radical.

Agora, Por Reinaldo Azevedo

As drogas estão se tornando um flagelo no país. Sob o olhar cúmplice das autoridades brasileiras e principalmente dos petralhas. Mais do que isso: há uma cultura de tolerância com o consumo — e, por conseqüência, com o tráfico. Quem cheira mata! No Ministério da Justiça, há um estudo, que deve se converter num projeto de lei assinado por um deputado do PT, que tira da cadeia o chamado “pequeno traficante”. Um corrupto usuario de drogas e ministro de Estado, Carlos Minc, não só participou de uma tal “Marcha da Maconha” como subiu num palco e discursou em defesa da descriminação das drogas num ambiente visivelmente muito relaxado e descontraído… O vídeo está publicado na internet. Um ministro de estado é a representação do presidente da República. Minc continuou ministro.

No Rio, fica evidente que o narcotráfico domina vastos territórios, onde a polícia não entra a não ser em operações que lembram ações de guerra. O Complexo do Alemão — que chamo “Complexo da Ideologia Alemã — não recebe a visita da Polícia há 13 meses para não atrasar as obras do PAC… O narcotráfico, como deixarei claro aqui nos próximos dias, desenvolveu até uma estética, que se confunde com uma ética, que chegou à industria do entretenimento: o funk. “O que o funk tem com isso, Reinaldo?” Ok. Tentar combater o mal exaltando os seus valores e sua visão de mundo é perda de tempo. Muitas ONGs, todo mundo sabe, mas ninguém diz, se tornaram fachadas legais do poder paralelo do tráfico. Estamos começando a colher os efeitos da incúria, da irresponsabilidade, do erro de análise e da ideologização do crime.

A droga é, sem dúvida, um flagelo. A maioria dos brasileiros acompanhou a história terrível de Bárbara, uma jovem de 18 anos, assassinada pelo namorado, Bruno Prôa, de 26, que havia acabado de consumir crack. Foi o próprio pai do rapaz, Luiz Fernando, quem chamou a polícia. Numa carta ao jornal O Globo e, ontem, no Jornal Nacional, ele reclamou da impossibilidade de se internar, contra a vontade, um viciado em drogas.
A lei que força a internação existe, mas todos sabem que não é aplicada.

O Jornal Nacional resolveu debater o assunto com dois especialistas: o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, considerado uma das maiores autoridades sobre o assunto no país, e Pedro Gabriel Delgado, coordenador da área de Saúde Mental do Ministério da Saúde. Basta assistir à entrevista de ambos para se contatar que Laranjeira tem razão: “Essa lei não é seguida aqui no Brasil. O sistema público de saúde não tolera esse tipo de atitude. Então acaba desassistindo uma parte da população. O crack é uma doença grave, em que é preciso uma série de recursos, inclusive a internação involuntária, em que as pessoas que não têm recursos no Brasil estão sendo privadas de receber o tratamento necessário para essa doença tão incapacitante.“

O representante do Ministério da Saúde tentou contestá-lo sem sucesso e só evidenciou que é mesmo impossível internar, contra a vontade, um drogado que esteja fora do controle. Sem ter saída, o valente se aproveitou do fato de Laranjeira ser de São Paulo e fez o quê? Ora, política!!! Atacou o sistema de saúde paulista, como se isso estivesse em debate. É com gente assim que o Brasil está lidando. Isso explica por que chegamos aqui. As reportagens do Jornal Nacional estão aqui e aqui.

O país brinca com fogo. Seja num drama quase privado, uma tragédia que colhe de modo avassalador duas famílias — mas que representam milhares —, seja no episódio do abate do helicóptero e das mais de 40 mortes do Rio, estamos constatado a falência do… Não! Estamos constatando a inexistência de políticas oficiais que cuide do assunto, que abrange, como se nota, várias áreas: da segurança pública à saúde mental. E as falácias vão se acumulando.

Imaginar que se possa combater o grande tráfico de drogas sem combater o consumo e os pequenos traficantes é dessas bobagens que vão se tornando influentes apenas porque ganham uma roupagem de “progressismo”. A tese prospera não porque comprovadamente eficiente, mas porque parece apelar a um senso de Justiça superior, que as pessoas comuns não alcançariam. Imaginar que se pode descriminar a maconha, por exemplo, mas manter na ilegalidade as demias drogas, é outra dessas vigarices influentes que adquirem ares de fina sapiência. Considerar que a política de redução danos — que levaria a um consumo mais “responsável” das drogas, com um manual de instrução — substitui a política de repressão é outra dessas vigarices que tentam ser convincentes. Lembro-me do embate aqui com um grupo que dizia defender tal procedimento no consumo de ecstasy. Raramente li tanta bobagem. Naqueles dias, o professor Laranjeira foi um dos que se colocaram ao lado deste blogueiro na censura a certas considerações que eram nada menos do que apologia das drogas — sob o pretexto de combatê-las.

Estudos demonstram, por exemplo, que boa parte dos moradores de rua de São Paulo — e isso deve ser verdade em todas as grandes cidades — são doentes mentais. Em alguns casos, a doença é efeito da droga; em outro, os males se conjugaram. Não há local para recolher e tratar essas pessoas ainda que a Prefeitura se dispusesse a tirá-las das ruas. Ao contrário: aqui em São Paulo, certa Escatologia da Libertação, cobrindo o rabo da capeta com a batina, advoga justamente o contrário: o “direito” que essas pessoas teriam de morar nas ruas. ONGs chegam ao requinte de distribuir cachimbos para o consumo de crack e um kit com seringa, água esterilizada e outros apetrechos para o uso de drogas injetáveis. Só falta fornecer mesmo a droga. A suposição, sempre, é a de que, já que o consumo é inevitável, que seja feito de maneira segura. Iniciativas como essas costumam contar com ajuda oficial.

Entenderam a perversidade da coisa? Já que o Estado brasileiro não pode estatizar a segurança e o combate às drogas, então ele, na pratica, estatiza o drogado, a doença. Não deriva o Bem do Mal. Não há hipótese. Cedo ou tarde, o que se supõe um Bem, derivado do Mal, vai cobrar o seu preço. Estamos começando a pagá-lo agora. Os anos todos de tolerância com a cultura da droga já corroeram também as instituições.

A tolerância com o estado paralelo, principalmente petista, da droga e os flertes com a sua “cultura alternativa” não poderiam dar em outra coisa. Diante do crime, há duas alternativas: combatê-lo ou fazer com ele o pacto que o demônio costuma fazer com seus eternos subordinados. O Brasil tem escolhido reiteradamente o rabudo.

Mas Dilma disse que outros bairros ainda ficarão com inveja do Complexo do Alemão, lá onde a polícia não entra e onde o presidente, FB, nem precisa de eleição.

COMENTO

"O BRASIL E AS RELAÇÕES COM “FB”, O PRESIDENTE DO COMPLEXO DA IDEOLOGIA ALEMÃ, TEM APOIO IRRESTRITO DÁ MÁQUINA CRIMINOSA DOS PETRALHAS, ATRAVÉS DO PAC.

Meus caros amigos, se já estivesse toda a infra-estrutura necessária já instalada, a Olimpíada que vai acontecer no Rio em 2016 poderia começar amanhã. Não acho que ela corra riscos — não por causa da segurança pública. Pensar, aliás, a questão apenas segundo essa perspectiva não deixa de ser uma rendição ao 'humanismo nocivo' abraçado pelo lulo-petismo-Molusquiano.

É claro que é possível ocupar militarmente a cidade e garantir a segurança de que os atletas e o público precisam. Isso já foi feito em outros eventos, como no Pan, por exemplo.

Pior do que a ocupação oportunista da cidade, por razões que apelam ao puro e abominável marketing político e só para mostrar ao mundo — o palco de Lula é o “planetinha”, né?, como ela chamou certa feita a Terra, num rasgo de intimidade com seus pares do Sistema Solar — seria um acordo com o narcotráfico, garantindo a “Pax” enquanto os jogos estivessem sendo disputados. Vejam que paradoxo, o Estado ia pagar aos traficantes pela segurança no RJ. E isso seria inédito? Não!

Mas isso, naturalmente, tem um preço. FB exige o fim das hostilidades do país visitante, não é? Afinal, trata-se da paz dos fortes. No Complexo da Ideologia Alemã, os “alemão” (que é como o narcotráfico chama a polícia) não entram. É uma das exigências para que se possam realizar por lá as obras do PAC, (PONTO ALTO DA CORRUPÇÃO DOS PETRALHAS), um presente generoso de um maldito, corrupto, bandido e mandatário do país vizinho.

A VERDADEIRA ESSÊNCIA CRIMINOSA DOS INTELECTUAIS E BANDIDOS, CONTRA A CPI DO MST.

Na ótica dos setores dominantes e dos Petralhas, os milhares pés de laranja arrancados em protesto representam uma imagem mais chocante do que as famílias que vivem em acampamentos precários desejando produzir alimentos.

Essa é a cara do Primeiro Comando dos intelectuais esse negócio sujo, não? Em São Paulo, o PCI é a voz, digamos, acadêmica do PCC; no Rio, do Comando Vermelho e dos Amigos do Amigos, né? Essas bestas cúbicas não negam a sua origem. É ou não é, a maior facção criminosa da terra?
Não existe organização socialista na história, o que existe é uma facção tentado locupletar-se de todas as formas possíveis e ainda querendo perpetuar-se no poder bandido dos petralhas.

E a causa ainda é, pasmem!, o “socialismo”. Como o socialismo não virá não como eles anseiam, sem poder chegar ao fim, ao grande crime, contentam-se com os meios mais criminosos e a máquina de bandidagens do governo do PT. E pior, o corrupto governo Molusco, ainda acusa seus adversários de “criminalizar os movimentos sociais”. Trata-se, evidentemente, de mais uma mega vigarice-Petralha-Molusquiana".

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O MANIFESTO DAS BESTAS CÚBICAS

Por Reinaldo Azevedo

Todos sabemos o que é uma besta quadrada, não? Não tenho certeza nem pesquisei, mas creio que a expressão seja uma derivação de “besta elevada ao quadrado”. Seria, assim, uma besta multiplicada por si mesma, incapaz de sair de seu próprio mundo de ignorância e irrelevância, dona daquela burrice que mais apela à nossa piedade do que à nossa fúria. Quem não conhece uma “besta quadrada”? É, confesso, um dos meus xingamentos prediletos se quero dizer que o sujeito é uma… besta quadrada!

Mas “besta quadrada” é o homem comum, aquele sem o apuro acadêmico, que não ambiciona a profundidade, que não pretende se fazer reconhecer por seus dotes de pensamento, que se satisfaz só com o eventual domínio de seu quintal. Há um outro tipo de besta, que vou batizar aqui: é a BESTA CÚBICA. A besta cúbica pretende ter profundidade, densidade, volume. Ambiciona ter uma visão tridimensional do mundo e se quer realmente apta a ensinar e a transmitir o seu legado moral. Boa parte dos nossos ditos “intelectuais” está nessa categoria. São as bestas diplomadas — algumas delas não chegam a ter diploma, mas gozam do prestígio de celebridades de esquerda.

Pois bem… Uma tropa de bestas cúbicas assinou, como noticiei aqui, um “Manifesto” contra a CPI do MST. Não é a primeira vez que isso acontece. Na tentativa anterior de instalar a comissão, também houve um protesto organizado — aquele que contou até com a anuência da sambista Beth Carvalho. Desta vez, Beth não está, mas Emir Sader, por exemplo, sim. Isso só quer dizer que a tese do documento continua imoral, mas o samba conseguiu piorar.

O Brasil tem PCC, Comando Vermelho e Amigos dos Amigos entre as organizações mais famosas. Já pode fundar o Primeiro Comando dos Intelectuais. A universidade brasileira, com as exceções de praxe, é um verdadeiro Complexo do Alemão da ideologia. Isto: fazendo um trocadilho para quem é do ramo: essa gente já pode escrever a sua própria versão de “A Ideologia Alemã”. “A Ideologia Alemã”, na versão brasileira, explica por que a polícia não pode subir no Complexo do Alemão e por que, vejam só, o Congresso está proibido de investigar a destinação do dinheiro público que é repassado ao MST.

Assinam a lista alguns “suspeitos de sempre”, como diria Louis, o policial de Casablanca que conhecia bem os delinquentes e vagabundos da cidade — ele próprio, diga-se, não era flor que se cheirasse. Manifesto de esquerda que não conte com a assinatura de Antonio Candido, por exemplo, não tem validade, não é? Ele endossará o que aparecer. Sader, de quem já falei, idem. Paulo Arantes, que já sonhou ter seu próprio morro intelectual nos tempos em que FHC era presidente, desistiu e resolveu aderir à tradição do Complexo do Alemão. Chico de Oliveira continua a delirar com o socialismo, agora no PSOL, cuidando de uma “comunidade” do lado de lá da ponte… Mas se é para tentar impedir que o Congresso exerça uma PRERROGATIVA CONSTITUCIONAL, eles todos se juntam. Eles todos se colocam numa trincheira no Complexo do Alemão mental e se armam de imposturas até os dentes.

Alguns “intelectuais” de outros países também assinam o manifesto, como o inimputável Eduardo Galeano, autor da obra mais cretina escrita no século passado: “As Veias Abertas da América Latina”. Mas até aí, vá lá. Comovido mesmo eu fiquei quando vi a assinatura da cubana Isabel Monal, tida como uma — segurem-se na cadeira — “renovadora do marxismo”. Alguém que se propõe a renovar o marxismo em Cuba mereceria o hospício não fosse uma vigarista.

Esta senhora nada mais é do que parte do apparatchik castrista, apoiadora e apologista de uma das ditaduras mais assassinas da história. Isabel Monal — e, por conseqüência, todos aqueles que assinam com ela o manifesto — apóia um regime que impede uma blogueira de deixar o país, a exemplo do que acontece com Yoani Sanchez, mas quer impedir um dos Poderes da República, numa democracia, de exercer a sua prerrogativa.

Não que o manifesto não fale por si mesmo, trazendo entre os signatários o humorista Luis Fernando Verissimo. Este rapaz se autodefiniu numa palestra que conferiu na Festa Literária Internacional de Paraty, em 2005 — eu já o tinha bem definido muito antes, mas ali ele se entregou. Havia acabado de estourar o escândalo dos dólares na cueca. Indagado pelo público sobre seu apoio ao PT, Verissimo disse que se sentia muito mal — claro, claro —, mas se declarou impossibilitado de atacar o partido que tanto defendera. Então, disse, a sua decisão era não mais escrever sobre política em suas colunas. É ou não é um humorista?

Ah, sim: há gente por ali anônima até entre seus pares, cuja produção é desconhecida até no Complexo do Alemão Acadêmico. É que, desta feita, não quiseram sambistas entre os signatários. Talvez seja por isso que o Chico Buarque ainda não assinou. Também notei a falta da Tati Quebra-Barraco da filosofia: Marilena Chaui. Mas ela ainda assina. E, dada a sua virada ideológica, manifesto de intelectuais de esquerda sem Gabriel Chalita não vale.

O tal manifesto traz uma mentira após outra, mas seu trecho mais significativo é certamente este:
Uma informação essencial, no entanto, foi omitida: a de que a titularidade das terras da empresa é contestada pelo Incra e pela Justiça. Trata-se de uma grande área chamada Núcleo Monções, que possui cerca de 30 mil hectares. Desses 30 mil hectares, 10 mil são terras públicas reconhecidas oficialmente como devolutas e 15 mil são terras improdutivas. Ao mesmo tempo, não há nenhuma prova de que a suposta destruição de máquinas e equipamentos tenha sido obra dos sem-terra.

COMENTO

Meus caros amigos, o stalinismo, banditismo, petralha e molusquiano é assim: mentiroso, vigarista, delinqüente e corrupto. A informação não foi omitida coisa nenhuma.
Ao contrário: deu-se grande destaque à questão judicial. A titularidade é contestada pelo Incra NA Justiça -não “pela Justiça”. O que dizer de um grupo de ditos intelectuais digamos petistas que nega o que todos viram? O MST o braço armado dos petralhas, depredou a fazenda. É questão de fato, não de gosto. Certo?
Chamem FB, refugiado lá no outro Complexo do Alemão, para assinar o manifesto. Ele é um super bandido do tipo assumido e, ao menos, esse corre um certo riscos.

POLÍCIA FEDERAL "MOLUSQUIANA" NÃO FAZ A SUA PARTE E AINDA DIZ BOBAGENS.

A Polícia Federal e particular do governo dos corruptos petralhas é incapaz de combater o tráfico de armas e de drogas, como a gente sabe muito bem. E não custa relembrar que o Brasil não produz cocaína; ela vem da Bolívia — a maior parte da maconha tem origem no Paraguai. É a Bolívia do “querido” Evo Morales, como o molusco chama o índio de araque e cocaleiro, que vai disputar a reeleição e ainda ser reeleito.

O Brasil através dos petralhas, dá apoio incondicional a Bolívia, a refinaria da Petrobras foi um presente para Evo, e ele nos paga criando uma nova área para o cultivo de folha de coca, na fronteira com o Brasil.
Um tipo muito especial de folha de coca, que os bolivianos não gostam de mascar. Ela serve mesmo para fazer cocaína, para ser vendida no Brasil. Certo? Vejam aqui o que noticia a imprensa boliviana.

Na Folha deste domingo, a chamada área de inteligência da PF planta — com mais sucesso do que os amigos de Evo plantam folhas de coca para colher cocaína — a seguinte versão.

As análises do setor de inteligência do CGPRE (Coordenação Geral de Polícia de Repressão a Entorpecentes), da Polícia Federal, apontam que a principal diferença no tráfico de drogas entre o Rio de Janeiro e São Paulo está no número de facções criminosas que atuam em cada Estado.

Enquanto o Rio convive há anos com as disputas entre CV (Comando Vermelho), ADA (Amigos dos Amigos) e TC (Terceiro Comando), em São Paulo existe o domínio dos traficantes do PCC (Primeiro Comando da Capital).
Além disso, poucas regiões de São Paulo, como Santos, no litoral, têm os morros que caracterizam o Rio.

A PF do molusco sabe que, em comum, Rio e São Paulo têm apenas a origem da droga vendida em seus territórios. A maconha vem do Paraguai e 90% da cocaína tem origem na Bolívia.

O estranho disso tudo é que, mesmo a 'PF molusquiana', tendo todas essas informações, não consegue fazer nada e nem reduzir o tráficos de drogas e armas no Brasil, uma vez que o problema já se espalhou para todos os estados da federação.

E por que isso? Porque, a prioridades do governo dos CORRUPTOS E NOCIVOS PETRALHAS, são outras bem diferentes e todos que acompanham este blog, sabem muito bem quais são: BANDIDAGEM, CORRUPÇÃO, MARACUTAIA E AINDA QUEREM SE PERPETUAR NO PODER DA REPÚBLICA A QUALQUER CUSTO, SÓ PENSAM NAS ELEIÇÕES DE 2010.

domingo, 25 de outubro de 2009

LULA, CRISTO E JUDAS

POR JOSÉ RIBAMAR BESSA FREIRE

“Se Jesus Cristo nascesse no Brasil e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão”. (Lula, em entrevista a Folha de S. Paulo, 22/10/2009).

Vamos ver se isso é verdade. Supunhetamos que Jesus nasceu em Belém. Podemos imaginar as circunstâncias. Foi assim: estamos na periferia de Belém do Pará, em 1980. Uma caboca bonita, do pé roxo e de olhar triste, chamada Maria, e seu marido Zé, trabalhador de uma serraria, visitam a prima Isabel. É de noite. Faz um calor amazônico. Eles sintonizam a Rádio Aurora, emissora concedida à cunhada do senador Gilvan Borges (PMDB/AP–vixe!). Eis que de repente o programa “Alô Alô Amazônia”, entre tantos avisos para os ouvintes do interior, coloca no ar um anúncio surpreendente:

- Alô, alô, Dona Maria! Alô, alô, Dona Maria, no bairro do Jurunas, Rua Mundurucus, esquina com a Travessa dos Apinagés! Gabriel, o Anjo do Senhor, anuncia que a senhora vai conceber e dar à luz um filho, e lhe porá o nome de Jesus. Ele será grande e reinará eternamente na casa de Jacó e seu reino não terá fim.

O último que soube da notícia foi seu Zé, coitado, ali, num cantinho, fumando um Continental sem filtro. Tentando disfarçar, Maria disse pra prima:

- Erraste, maninha! Eu, hein! A buchuda aqui és tu!

Acontece que uma buchuda sempre reconhece a outra. Bebel, grávida de seis meses de Zacarias, ex-jogador do Paissandu, avaliou com um olho clínico a barriga da prima e saudou:

- Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre.

A caboca Maria confessou, então, a recente gravidez e cantou o mais belo carimbó já gravado pelo Pinduca - o Magnificat:

- Dona Maria chegou, chegou, com a mandioca / Glorificando ao Senhor, Senhor, com a tapioca”.

E completou:

- O Senhor fez em mim maravilhas / Santo é seu nome. Saciou com tapioca os famintos / deixou os ricos sem nada. Derrubou do trono os poderosos / e exaltou os humildes.

Esse era o programa de vida da criança que ia nascer.

Entre os doutores

Pronto! Acabamos de parir o Cristo brasileiro do Lula. Ele nasceu num casebre, perto do Forte do Presépio, no dia 25 de dezembro de 1980, no segundo ano da presidência do general Figueiredo, sendo governador do Pará o coronel Alacid Nunes. O tetrarca de Ananindeua era Jader Barbalho, conde de Abacatal. Naquele mesmo ano, nasceu o PT, comandado por Lula, líder das greves históricas de quase 200 mil trabalhadores do ABC paulista, com piquetes e assembléias gigantescas em estádios de futebol.

Os pais de Jesus iam todos os anos, em outubro, para as festas do Círio de Nazaré. Numa dessas, o menino, que tinha apenas doze anos, se perdeu no meio de dois milhões de romeiros que seguiam à procissão. Maria e José registraram o desaparecimento na Delegacia do Jurunas, na av. Roberto Camelier. Três dias depois o acharam num auditório do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA), no Campus Universitário do Guamá, sentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os.

Todos os que o ouviam ficavam maravilhados com a sabedoria dele. E sua mãe lhe disse:

- Meu filho, que nos fizeste? Eis que teu pai e eu andávamos à tua procura, cheios de aflição.

Ele respondeu, conjugando o verbo saber como nenhum brasileiro o faz:

- Não sabíeis que devo ocupar-me das coisas de meu País? Estava conversando com doutores formados na França - Rosa Acevedo, Edna Castro, Raul Navegantes – mostrando pra eles meu compromisso com os famintos, os humildes, os cativos.

O menino cresceu em estatura, em sabedoria e graça, diante de Deus e dos homens. Fez tudo o que tinha de fazer. Foi batizado no bosteiro do rio Guamá, viajou pelo Marajó e baixo Amazonas, operou milagres – o maior deles foi sobreviver em condições de extrema miséria. Falou em comício, um deles com o palanque armado em cima de uma montanha:

- Bem-aventurados vós que agora tendes fome, porque sereis fartos! Bem-aventurados vós que agora chorais, porque vos alegrareis!

Eram promessas carregadas de esperanças, sonhos, utopias. Esse era seu programa! Para difundi-lo, arregimentou doze militantes, entre eles alguns pescadores e feirantes do Ver-o-Peso.

Foi aí que o conde de Abacatal resolveu tentá-lo, levando-o para a Jaderlândia, em Castanhal. Mostrou-lhe, o viveiro de rãs, os bois no pasto, as terras e as fazendas Rio Branco e Campo Maior, os cofres cheios de grana desviada do Banpará, e disse-lhe, com mesóclise e tudo:

- Dar-te-ei todo este poder e a glória desses reinos e todos os projetos financiados com dinheiro da Sudam, que agora são meus. Tudo isso será teu, se renunciares a teu programa, te prostares diante de mim e beijares minha mão.

Beijo de Judas

Jesus Paraense respondeu, então, ao conde de Abacatal:

- Saca fora, capiroto! O meu reino não é o deste imundo. Está escrito: o Espírito do Senhor paira sobre mim, porque me ungiu e enviou-me para anunciar a boa nova aos pobres, para anunciar aos cativos a libertação e a redenção.

Com essa atitude, Jesus Paraense recusou a coligação, mostrando que Lula se equivocou, não sobre a necessidade de fazer aliança, sem a qual não existe vida política, mas com a escolha dos parceiros.

Coligar é saudável. Mas com quem? Para que? O próprio Jesus Nazareno fez isso. Ele não precisou vir ao Brasil para atrair Judas, com quem de fato se aliou. Judas Iscariotes se tornou militante de seu partido, era o apóstolo responsável pelas finanças. Afinal, custa dinheiro fazer campanha pela Galiléia, Cafarnaum, Nazaré, etc. Judas, o cara que arrecadava fundos para as viagens, era uma espécie de delúbio sem mensalão. Mas quando Judas contrariou o programa traçado no Sermão da Montanha, Cristo rejeitou a aliança com ele e preferiu ser crucificado entre dois ladrões.

O erro de Lula, portanto, foi não definir os limites das alianças. Quando ele afirma que, aqui no Brasil, Cristo se aliaria a Judas, está tentando justificar seu pacto com Renan Calheiros, Sarney, Collor, Jader Barbalho, não em torno de princípios, mas do mais abominável fisiologismo, do toma-lá-dá-cá, trocando apoio por cargos, prebendas e favores, exatamente como fez o FHC.

Lula –eu acho– foi o melhor presidente do Brasil. Quem não concordar, que me indique outro: Deodoro ou Floriano? Prudente de Moraes? Sarney, Collor, Itamar? No entanto, Lula foi só isso: um presidente um pouco melhor que os seus antecessores. Mas ele não inovou, não avançou, não reformou, não revolucionou nada, como a gente esperava de um metalúrgico nordestino, sofrido e inteligente, num país sempre governado por doutores. Ao contrário, manteve e fortaleceu as forças políticas retrógradas, não tocou nas estruturas corrompidas, podres e arcaicas do Brasil.

Lula governou, renunciando a muitos itens do programa do PT, numa aliança na qual quem tem a hegemonia em diversas áreas é o Judas, que matou a utopia e impôs suas práticas políticas, sua metodologia, sua falta de princípios. O dano que isso causa à juventude não tem tamanho. Sinceramente, Lula poderia fazer muito mais na oposição, cobrando, exigindo, fiscalizando.

Se Cristo, imitando o Lula, aceitasse beijar a mão de Judas, a Última Ceia seria a primeira de tantos rega-bofes e acordos políticos. Através de decretos secretos, Pilatos nomearia tia Isabel para a Direção Geral de Creches, o primo João Batista para a Superintendência dos Cemitérios e até o Anjo Gabriel para o Conselho da ANAC, ganhando uma baba. Com o pacto, a governabilidade estaria garantida e Cristo não seria crucificado - é verdade - mas também não mudaria o mundo. Com essa base governista, sua gestão seria medíocre e seu reino teria fim, como o de Lula terá".

COMENTO
"Meus prezados amigos, essa postagem diz tudo, exatamente como se comporta um dos maiores caudilhos a historia da humanidade. Excelente matéria e muito elucidativa.
Apartí de janeiro de 2010, muitas coisas que ainda estão obscuras, vão vir à tona, aí o povo brasileiro vai ter uma ideia, quem é realmente esse elemento nocivo e pernostico que se encontra no poder da República, cometendo tantas bandidagens, corrupções e maracutaias".