domingo, 22 de novembro de 2009

Quem é o “Filho do Brasil”

Por Diogo Mainardi

“O chefe da propaganda de Benito Mussolini era seu genro, Galeazzo Ciano. Lula, por sua vez, tem de se arranjar com Franklin Martins”
Luiz Carlos Barreto, o Filho do Brasil.” Ele, Luiz Carlos Barreto, é um personagem um tantinho menos oco do que aquele outro, canonizado em sua última obra, Lula, o Filho do Brasil. Quem é Lula? Eu o resumiria numa única linha: um retirante maroto que sonha em se transformar em José Sarney. Ele é Vidas Secas sem Graciliano Ramos. Ele é Antônio Conselheiro sem Euclides da Cunha. Ele é, citando outra patetice sertaneja produzida por Luiz Carlos Barreto, quarenta anos atrás - os filhos do Brasil repetem-se tediosamente de quarenta em quarenta anos -, o cangaceiro Coirana, sem Antônio das Mortes.

Quem já assistiu a um cinejornal do “Istituto Luce” sabe perfeitamente o que esperar de Lula, o Filho do Brasil. Benito Mussolini, em Roma, conclamando as massas, é igual a Lula, no ABC, imitando Bussunda. O chefe da propaganda de Benito Mussolini era seu genro, Galeazzo Ciano. Lula, por sua vez, tem de se arranjar com Franklin Martins, coordenador do MinCulPop lulista. Mas o fato é que, a cada dia mais, o “filho de Dona Lindu” macaqueia o “filho do ferreiro de Predappio” - só que num cenário mais indigente e embolorado.

Se o crack de 1929 consolidou aquilo que Benito Mussolini chamou de “estado empreendedor”, o crack de 2008 fez o mesmo com Lula. A economia fascista tinha IMI e IRI, bancos públicos que forneciam crédito à indústria italiana, privilegiando os aliados do regime. A economia lulista tem Banco do Brasil e BNDES, que desempenham um papel semelhante. Benito Mussolini era celebrado na propaganda oficial por ter “restringido as desigualdades sociais”. Lula? Também. Os triunfos italianos nas Copas do Mundo de 1934 e 1938 foram creditados ao Duce, que compareceu aos jogos finais, assim como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 foram creditadas a Lula. Recentemente, Lula arrumou até seu próprio ditador antissemita, que promete repetir o holocausto: o iraniano Mahmoud Ahmadinejad, recebido com pompa na capital do lulismo. Os “anos do consenso” de Benito Mussolini duraram de 1929 a 1936. Quanto podem durar os de Lula?

Luiz Carlos Barreto, em 1966, produziu um curta-metragem de propaganda para José Sarney. O curta-metragem foi dirigido por um conhecido marqueteiro: Glauber Rocha. Desde aquele tempo, Luiz Carlos Barreto, “o Filho do Brasil”, é quem melhor sintetiza o caráter nacional. Durante a ditadura militar, ele tomou conta da Embrafilme. No período de Fernando Henrique Cardoso, ele fez propaganda para a Embratur e para o BNDES. Quando o lulismo foi desmascarado, em 2006, ele disse: “O mensalão não era mensalão. Era uma anuidade. Faz parte da ética política. E a ética política é elástica”. A ética cinematográfica é igualmente elástica. E, no caso de Luiz Carlos Barreto, é uma anuidade.

COMENTO

"Meus caros amigos e leitores deste humilde blog, como dizer não?
Lula, o Filho do Brasil foi patrocinado e apoiado por um grupo de empresas super corruptas, a maioria delas com negócios sujos e nocivos com esse desnorteado governo, pois doaram 10,8 milhões de reais.
É ou não é, esse desgoverno dos petralhas a maior facção criminosa da terra?

Vejam as corruptas empresa envolvidas nessa 'bandidagem Lulo-Petralha-Molusquiana': AmBev - Em 2005, o BNDES destinou 319 milhões de reais para a suja e nociva empresa de bebidas.

Camargo Corrêa - A construtora é lider das bandidagens no governo participa das obras do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, e todas as falcatruas deste governo, tendo recebido, em 2008, 102,7 milhões de reais.

CPFL Energia - O controle da distribuidora de energia está dividido entre a Camargo Corrêa, o BNDES e os corruptos fundos de pensão de estatais.

EBX - Os empréstimos feitos pelo BNDES às empresas de Eike Batista ultrapassam 3 bilhões de reais só neste ano, este corrupto empresário dispensa comentários, todos já o conhecem muito bem, certo? .

GDF Suez - A empresa faz parte do consórcio responsável pelas obras da hidrelétrica de Jirau e recebeu do BNDES empréstimo de 7,2 bilhões de reais.

Grendene - O BNDES aprovou, em 2008, financiamento de 314 milhões de reais para a aquisição total do controle acionário da Calçados Azaléia pela Vulcabrás dos mesmos controladores da Grendene.

Hyundai - Em 2007, o corrupto e destrambelado governo federal deu uma mãozinha para a implantação da grande fábrica da montadora em Goiás.

Neoenergia - O Banco do Brasil e a Previ (fundo de pensão dos funcionários do BB) detêm, juntos, 61% da companhia. Em 2008, o BNDES aprovou crédito superior a 600 milhões de reais para a construção de usinas pelo grupo. Bem o BB todos sabem que é o maior canal das bandidagens deste governo molusco.

OAS - Foi uma das financiadoras da campanha de reeleição do Molusco. Participa das obras do PAC, tendo recebido, em 2007, 107 milhões de reais.

Odebrecht - Venceu em 2007, em parceria com a estatal Furnas, a licitação para a construção da usina de Santo Antônio, no Rio Madeira. O valor do investimento foi definido em 9,5 bilhões de reais, com 75% do total financiado pelo BNDES.

Oi do Lulinha, O BNDES aprovou, na semana passada, financiamento de 4,4 bilhões de reais, o maior valor já concedido para uma empresa de telecomunicações. Desde a aquisição da Brasil Telecom (BrT), bancos públicos já aprovaram empréstimos de mais de 11 bilhões de reais ao grupo Oi. O BNDES e a Previ têm participação no bloco de controle da companhia de telefonia.

Volkswagen - Tem contrato com o governo para o programa Caminho da Escola para a renovação da frota de ônibus escolares. Em agosto, entregou o primeiro lote de 1/100 veículos, pelo qual recebeu 223 milhões de reais do corrupto governo, e ainda tem muito mais bandidagens, visto que estamos falando da maior facção criminosa do planeta terra. Certo senhores?

Vamos lá meus amigos e leitores. A VEJA desta semana diz tudo o que precisa ser dito sobre “Lula, O Filho do Brasil”.
Seguem alguns trechos da reportagem de Diego Escosteguy e Otávio Cabral:
Lula, o Filho do Brasil, a cinebiografia que estreará nos cinemas no começo do próximo ano, é o primeiro filme de ficção sobre a vida do presidente. A LC Barreto, responsável pelo projeto, enviará 500 cópias ao circuito comercial - o maior lançamento da história do cinema brasileiro. As centrais sindicais, como a CUT e a Força Sindical, planejam projetar a fita para espectadores das áreas mais pobres do país. Os trabalhadores sindicalizados poderão comprar ingressos subsidiados a 5 reais. As estimativas mais conservadoras indicam que, somente nas salas comerciais, 5 milhões de pessoas assistirão ao longa. É pouco diante do que se seguirá. O DVD do filme será lançado no dia 1º de maio, feriado do trabalhador. Em seguida, a Rede Globo levará a fita ao ar, editada como uma minissérie.

Antes mesmo de ser lançado em rede comercial, o filme (ELEITOREIRO), já está agitando os bastidores da política. Assessores envolvidos na campanha presidencial da comandante Dilma Rousseff, a candidata escolhida pelo corrupto governo para suceder o molusco ou o terceiro mandato dele, veem na película um super poderoso instrumento eleitoral, capaz de fazer diferença na luta dos petralhas para se manterem no corrupto poder, custe o que custar, mesmo passando por cima de tudo e de todos, é a maior companha eleitoral já feita no nosso país até hoje, desde que Cabral aqui pisou pela primeira vez. Está tudo errado neste país, só não ver quem não quer. Certo"?

sábado, 21 de novembro de 2009

"OS PODRES E MONSTRUOSOS PODERES DE UM MOLUSCO"

Por Reinaldo Azevedo

São autoritários e são brutais.

Nada escapa a seu projeto de poder. Nem as vidas privadas. Nem as famílias. Nem a intimidade. Que seja Lula o chefe disso que já se pode chamar um “regime” é particularmente asqueroso. É porque ele próprio foi vítima da exploração política de uma invasão de privacidade em 1989, quando Fernando Collor, hoje seu aliado, levou ao horário eleitoral o caso Miriam Cordeiro. E, basta pesquisar, o expediente foi unanimemente rejeitado.

A que me refiro? Lula ligou para Dona Canô, 102 anos, mãe do cantor e compositor Caetano Veloso, para dizer que estava tudo bem. Era o nosso Sumo Sacerdote perdoando os pecadores. Por quê? Por causa deste trecho de uma entrevista de Caetano ao Estadão, segundo a transcrição: “Não posso deixar de votar nela [Marina Silva]. É por demais forte, simbolicamente para eu não me abalar. Marina é Lula e é Obama ao mesmo tempo. Ela é meio preta, é uma cabocla, é inteligente como o Obama, não é analfabeta como o Lula que não sabe falar, é cafona falando, grosseiro.”

O contexto não ameniza a palavra “analfabeta”, mas, se me permitem a aparente tautologia, “contextualiza-a”. Há implícita, ou bem explícita, a idéia de que Marina venceu uma limitação de origem, enquanto Lula preferiu transformá-la em ativo eleitoral e em ideologia.

Já reagi a uma crítica de Caetano. Ele afirmou em entrevista que considerava “cafajeste” certo jornalismo de São Paulo (ou coisa assim) que acusava parte dos professores da USP de “esquerdopatas”. O “jornalismo de São Paulo” que faz isso sou eu. Ele falou, eu reagi, as coisas estão ditas. É assim na democracia. Não precisamos ser amigos nem inimigos. PRECISAMOS DE UM REGIME EM QUE AS PESSOAS DIGAM AS COISAS SEM SE TRANSFORMAREM EM ALVO DE PERSEGUIÇÃO E, EVENTUALMENTE, DE CENSURA MORAL MANIPULADA PELO ESTADO.

Eu mesmo, comentando o imbróglio todo, fiz uma leitura bastante severa da opção de Caetano por Marina, uma vez que se diz admirador de Mangabeira Unger. No plano das idéias e das escolhas, são opções antitéticas. Mas reitero: ele fala, eu falo, os outros falam. A democracia também se define por essa pluralidade de vozes.

Não sob o lulismo. O petismo, como já está claro, infiltrou-se também na família Veloso. Era inevitável. Esse vírus se espalha com tanta facilidade quanto a gripe suína. Trata-se de um agente patogênico que se adapta com facilidade às mais diversas circunstâncias. É dotado de múltiplas portas de conexão. “Você não gosta de injustiças?” Então é petista. “É a favor da igualdade?” Então é petista. “É a favor dos ditos oprimidos?” Então é petista. Só que há um preço para sê-lo: deixar que o partido e o demiurgo cuidem dessas coisas por você. Eles vão fazer algumas coisas estranhas — como juntar num mesmo imbróglio político-partidário movimentos sociais, fundos de pensão, empreiteiras, BNDES etc. Também vão dar de ombros para o ordenamento jurídico. Mas tudo para o bem da causa.

E, claro, é preciso adorar o líder. No petismo, pode-se tirar o crucifixo da parede na suposição de que isso pode pegar mal — já trato do assunto. Mas é proibido não adorar o retrato de Lula.

Não fazia sentido, claro!, porque exporia a brutalidade na sua crueza, levar Dona Canô — 102 anos, muito admirada, com justiça, na Bahia e em boa parte do Brasil — a ligar para Lula para pedir perdão. Então é Lula quem liga para Dona Canô para perdoar a família, o que ressalta, ademais, a generosidade do líder.

Lula tenta, assim, o que nem a ditadura militar tentou: desautorizar Caetano junto a seu próprio público e, pior e mais grave, à sua família. Duvido que o cantor reaja. O esquema “franklinstein” não tem qualquer pejo em avançar no território do sagrado.

O lulo-petismo privatizou as vidas privadas. Na cabeça dessa gente, pertencemos todos ao partido, queiramos ou não.

Deve ser tarde demais para que Caetano e eu venhamos a concordar, mas, quando cravei o termo “esquerdopatia”, referia-me justamente a essa doença do espírito que não reconhece o direito de um indivíduo ser aquilo que é. O “ser” se define apenas como afirmação ou negação do partido e seu líder. No caso de a definição se dar pela negativa, a máquina é acionada para esmagar o rebelde.

COMENTO
Meus caros amigos, estamos diante de uma super máquina de cometer CRIMES e BANDIDAGENS, um dos maiores psicopatas e megalomaníaco da história da humanidade. Alguns membros desta facção criminosa petralha diz que sou um pouco radical, só que os graves e nocivos acontecimentos do seu governo, o seu ar de superioridade e os seus discursos pedantes, não deixam nenhuma dúvida, e se for preciso, o apedeuta desorientado começa a vociferar e põem até a senhora sua mãe no meio de qualquer imbróglio facinoroso.

Bem a Revolução dos Bichos, está aí, o vírus da praga suína está aí, os porcos estão com tudo e os moluscos estão a todo vapor, várias super hidras com seus tentáculos e suas nocivas bactérias contaminam tudo em sua volta, principalmente quando pretendem transformar o proletariado em burguesia, popularidade em perpetuação no corrupto poder, esmolas em moedas eleitoreiras de compra de votos, definhar o Estado burguês, as Forças Armadas e os militares, para depois subjugá-los.

Na verdade este apedeuta nocivo, desqualificado e desnorteado, que nunca trabalhou e que passou a vida toda em cima de um carro de som viciferando e excitando greves no ABCD paulista e que hoje se encontra no poder da Republica, é simplesmente uma marionete dos ILUMINNATIS.

CERTAMENTE OS LUGARES MAIS QUENTES DO INFERNO ESTÃO RESERVADOS PARA AQUELES QUE EM TEMPO DE CRISE MORAL, ÓPTAM POR FICAR NA NEUTRALIDADE. (Dante Alighieri).

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

"UM POÇO DE MENTIRAS E PROPAGANDAS ELEITOREIRAS"!

Meus caros amigos e leitores deste humilde blog, Para a história dos discursos, o nocivo molusco fez um realmente histórico.

Na cerimônia eleitoreira e um quanto meio acabrunhada para as expectativas que gerou, onde anunciou o envio ao Congresso dos projetos para exploração e regulação do petróleo do pré-sal, uma cerimônia muito mais eleitoreira do que cívica e ecnômica, onde as inverdades do que dizia iam ficando patéticas. Raramente vi uma fala, tão estúpida que vai sendo desautorizada por seus próprios termos à medida que vai sendo anunciada as medidas eleitoreiras da facção dos petralhas, realmente Ali Kamel tem razão, o sujeito é um multifacetário, um macunaíma autêntico.

Antes que prossiga, uma discrição sobre a pajelança em si, o banditismo institucionalizado e corrupção edêmica, fazia parte do comício eleitoreiro.
Parece que a coisa não saiu exatamente conforme o esperado.

Das anunciadas três mil pessoas, na maioria petistas, é lógico deveria haver lá pouco mais de um terço. Os discursos foram protocolarmente aplaudidos, pelos membros da facção criminosa. O de molusco, um pouco mais, como é natural. Ao da comandante e digamos "ministra" Dilma Rousseff, seguiu-sem aquele entusiasmo burocrático que ela costuma despertar nos ouvintes. Coroando trapalhadas, corrupção, avaliações eleitoreiras e bandidagens molusquianas.

Uma mudança importante no marco regulatório será a adoção do modelo de partilha de produção no pré-sal e em outras áreas de potencial e características semelhantes. É uma mudança absolutamente necessária e justificada.
Estamos vivendo hoje um cenário totalmente diferente daquele que existia em 1997, quando foi aprovada a Lei 9.478, que acabou com o monopólio da Petrobrás na exploração do petróleo e instituiu o modelo de concessão.
Bem com esse modelo bem próprio, acredito que a petrobrás vai poder investir mais capital, principalmente nas prefeituras petistas e no próprio núcleo da organização criminosa dos petralhas.

Segundo molusco, estamos vivendo hoje um cenário totalmente diferente daquele que existia em 1997, quando foi aprovada a Lei 9.478, que acabou com o monopólio da Petrobras na exploração do petróleo e instituiu o modelo de concessão.
ATENÇÃO AMIGOS PARA O EVENTO SENSACIONAL DESTA FALA: o Brasil está perto de conquistar a auto-suficiência de petróleo (perto: porque, de fato, ainda não a conquistou). E como isso foi conseguido? Acertou quem afirmou: graças à Lei 9.487, que permitiu que mais empresas entrassem no ramo da exploração. Entenderam a maracutaia? A situação que o país vive é fruto das decisões erradas tomadas no passado.

Naquela época, na década de 90, o mundo vivia um contexto bem próprio e diferente em que os adoradores do mercado estavam em alta e tudo que se referisse à presença do Estado na economia estava em baixa. Aí está a grande diferença.

Molusco decidiu, então, satanizar o modelo que lhe permite bater no peito e dizer que está em curso uma revolução no país. Pior: o seu discurso reconhece isso. Quanto à deselegância e estupidez óbvia de atacar seus antecessores, mesmo sabendo que havia, entre os presentes, aliados do antigo e também corrupto governo caudilho do FHC.

Franklin, o mega radical! O sub-comandante da Dilma, nas organizações VAL PALMARES E PARAÍZO, nas décadas de 60 e 70,
Três notas no Painel, da Folha:

Pressa no pré-sal
No domingo à noite, véspera da reunião em que líderes da base defenderam a manutenção do regime de urgência para tramitação dos projetos do pré-sal, uma voz fincou pé nessa mesma posição durante o encontro entre Lula e governadores: Franklin Martins.
O fim da urgência foi reivindicado por José Serra (PSDB-SP) sob o argumento de que, se o governo teve dois anos para elaborar o marco regulatório, não fazia sentido dar ao Congresso 90 dias para discuti-lo e aprová-lo. O ministro da Comunicação Social rebateu dizendo que seria adequado encerrar tudo antes da campanha eleitoral. Lula concordou com o fim da urgência. Ressuscitada, porém, na manhã seguinte, em reunião da qual Franklin também participou.

Dos Protagonistas MEGAS bandidos, abomináveis e corruptos..
Franklin teve papel mais destacado que o de outros ministros na reunião de Lula com os governadores. Num dado momento, travou diálogo áspero com o outro.... Sérgio Cabral (PMDB-RJ) a propósito dos royalties.

Decidida a concessão aos Estados produtores, coube ao ministro Nelson Jobim (Defesa) redigir o artigo que mantém tal como está a partilha de receitas, deixando a mudança de regras para um outro projeto ainda mais corrupto.

"MAIS BANDIDAGENS MOLUSQUIANAS"
TCU contesta gasto da festa de posse de Lula
Por Lucas Ferraz, na Folha:

Parte dos gastos da festa de posse do segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 1º de janeiro de 2007, foi contestada pelo TCU (Tribunal de Contas da União).
Relatório preliminar do órgão aponta irregularidades nas despesas de R$ 759 mil que se destinavam a custear atividades culturais realizadas na Esplanada dos Ministérios.
O custo total da festa foi de R$ 1,7 milhão, pago pela Presidência da República (R$ 178 mil), Partido dos Trabalhadores (R$ 600 mil) e Ministério da Cultura (R$ 1,08 milhão).
O valor contestado pelo TCU no relatório ao qual a Folha teve acesso saiu dos cofres da Cultura -com o consentimento da Secretaria Especial da Presidência. A empresa responsável pelo serviço foi a Aplauso, que atua no ramo de organização de eventos.
Segundo a auditoria, R$ 759 mil gastos com o aluguel de cadeiras estofadas e painéis de isolamento não estavam previstos na ata de registros de preço nem foram comprovados nas notas fiscais apresentadas.
Procurados pela reportagem, o Ministério da Cultura e a Aplauso disseram ter ciência da autoria do TCU, mas informaram que não iriam comentá-la por ainda não terem tido acesso à investigação.
De acordo com o relatório, foram contratadas seis mil cadeiras estofadas, ao valor diário de R$ 8 cada, durante três dias, ao custo de R$ 144 mil. “Não aparentou ser razoável a utilização de tamanho quantitativo de cadeiras, até porque eventos dessa natureza não costumam dispor de assentos para os espectadores”, diz o documento.
Sobre os painéis (serviço que custou R$ 615.450), os auditores apontam irregularidades como: 1) “descrição constante da proposta da Aplauso destoa do objeto previsto”; 2) “não estava justificada a necessidade de 8.206 unidades de painéis para fixação de pôsteres em shows musicais”.
A Aplauso, portanto, contratou os painéis para serem utilizados como isolamento, incluindo sua montagem e instalação, enquanto a proposta da empresa previa a “decoração e sinalização” com serviços de “jardineiras, arranjos florais, faixas, banners, prismas, placas de sinalização e painéis para fixação de pôsteres”.
O TCU afirma que procurou o Ministério da Cultura, mas que o órgão não deu reposta às “indagações”.

COMENTO
Nos últimos sete anos, todos os dias aperecem indícios de bandidagens, corrupções, maracutais de todas os formas, como: PAC, inaugurações de terrenos baldios, empresários recebendo bolsa família e etc..
E não acontece absolutamente nada, nossa autoridades lenientes com isso tudo, os três poderes da República mergulhados em grandes lamaçais, o povo brasileiro anda meio desenludidos com os corruptos e nocivos políticos brasileiros.

Nossas Forças Armadas estão a cada dia mais definhada, desmanteladas e sucateadas, militares flagelados por dois dos maiores caudilhos da história da humanidade, FHC e Molusco.
Nossa Carta Magna não está sendo respeitada uma vez que um desqualificado e despreparado PM do DF ganha três vezes mais do militar das FFAA, isso é lastimável e caótico, tanta podridão na nossa República.
Senhores GENERAIS, vamos dar um basta nesta situação. Senhores deputados vamos saír da inércia e salvar nossa nação.

Lá vai Lula distorcendo a verdade, como sempre

Por Reinaldo Azevedo, da Agência Brasil.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que a digamos ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) tem mais direito de viajar pelo país do que governadores que têm saído de seus Estados para visitar outras unidades da federação. A afirmação foi feita por Lula ao responder pergunta sobre as críticas da oposição às viagens que Dilma tem feito em sua companhia.
“Eles têm menos direito de viajar do que uma ministra, que tem direito de visitar as obras que ela coordenou”, disse Lula, durante entrevista à Rádio Clube de Natal.O presidente também falou sobre seus planos para depois do fim do seu segundo mandato. Lula disse que não vai se aposentar da política, porque o ser humano faz política a vida inteira. “Não existe a possibilidade de um homem se aposentar em política. O ser humano começa fazer política de sobrevivência quando ele nasce.”Lula repetiu, no entanto, ter a consciência de que um ex-presidente não pode dar palpites para quem está governado.

Bem em entrevista ao Jornal de Hoje, o presidente afirmou que o eleitor deverá escolher nas próximas eleições um candidato que tenha compromisso com a continuidade das políticas sociais.”Acho que o eleitor deve escolher quem tenha uma história de compromisso com as políticas que estamos implementando e que estão devolvendo aos cidadãos o orgulho de serem brasileiros”.Lula disse também que para garantir a continuidade dos projetos do governo, tem defendido a união dos partidos da base aliada nos planos regional e nacional.
O presidente ainda citou os avanços econômicos dos últimos anos e disse que em crises passadas o Brasil reduzia investimentos, aumentava impostos e juros, mas que, desta vez, diante da crise, o país expandiu os investimentos públicos e reduziu os juros e os impostos.

COMENTO

Tenho sido repetitivo, só que não tenho como deixar de ser, é que:
O BANDITISMO ISTITUCIONALIZADO E A CORRUPÇÃO EDÊMICA SÃO OS ALICERCES MALÍGNOS DA ADMINISTRAÇÃO LULO-PETRALHA-MOLUSQUIANA.

São muitas bandidagens e corrupções diariamente no país dos petralhas,
Se eu fosse humorista, processaria os políticos por desrespeito ao direito de propriedade intelectual e dumping. Ontem o horário político gratuito do PSC, Partido Social Cristão, foi algo abominável, ridículo, sem precedente, com várias mentiras, descalabros e de pobreza de espírito abominável, o que é peculiar dessa classe política, principalmente os que estão do Congresso Nacional. Bem adiante, no ano que vem muitas sujeiras que ainda estão em baixo do tapete virão à tona principalmente para detonar a candidata da facção dos petralhas e toda sua base aliada, como o PMDB, o maior partido de aluguel do planeta terra.

Para variar, Molusco o apedeuta do Brasil, fala o que lhe dá na telha e obscurece a verdade com desfaçatez impressionante e mau caratismo exacerbado. Ele próprio, a rigor, não tem “direito” de falar muitas coisas, uma vez que, caracteriza, está fazendo campanha com dinheiro público, o corrupto valente. Dado que Molusco se considera inventor e monopolista das obras sociais, quem será “a candidata”, que encarnará a continuidade dessas obras corruptas e eleitoreiras? Tenham paciência, que no ano que vem muitas bandidagens, vão ser denunciadas e virão a luz da ribalta!

Quanto a ele não se aposentar, quem acreditou que se aposentaria? Quem acreditou que o maldito e desnorteado vai ficar de boca fechada, pouco importa quem o suceda, Dilma ou outro candidato qualquer? Se for a comandante petista, da década de 60, o desnorteado apedeuta comparecerá ao debate para justificar as suas (dela) ações sempre que isso for necessário, não tenham dúvidas.

É Por isso que não me canso de repetir essa é a maior facção criminosa da terra, ou alguém com a saúde mental, normal e perfeita pode ter duvida? Acho que não, certo meus caros amigos e leitores?

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Marx, o best-seller

Em voga, o pensador alemão agita o mercado editorial
Eduardo Fonseca

Não por acaso, uma série de lançamentos e relançamentos editorias envolvendo Karl Marx (1818-1883) vem ocupando as prateleiras das livrarias do país. Já faz tempo que de todos os lados brotam opiniões propagando o renascimento do grande pensador alemão que, em meados do século 19, realizou uma análise fundamental sobre o modo de produção capitalista.

O que poucos poderiam imaginar é que ele ganharia novo vigor mediante novos contextos, que ele ressurgiria não mais como substantivo, o marxismo, mas como sujeito. Desta forma, ele conseguiu romper os discursos ideológicos entre esquerda e direita e reaparecer com nova indumentária. Hoje, principalmente depois da crise do mercado financeiro, a obra do pensador alemão voltou à tona do debate. Do mega-investidor George Soros, que confessou ter lido a obra de Marx para ter uma visão mais abrangente de mercado, a estudantes recém-ingressados nas universidades e colóquios no mundo inteiro, Marx está em voga.

Tamanha ascensão fez com que Marx ressurgisse também na imprensa internacional (ver quadro abaixo). De uma hora para outra, o paladino do comunismo passou a ser apontado como uma espécie de guru para se entender o universo complexo do mercado. Como trunfo, sua teoria traz uma visão sóbria e bem alicerçada a respeito das estruturas do capitalismo, sem o fanatismo da teoria liberal que imperou no mundo desde a década de 80, uma teoria que reivindicava a não-regulamentação e o livre-mercado.

Karl Marx: obra viva capaz de reconfigurar hoje o próprio marxismo

Abaixo, separamos alguns lançamentos editorias no Brasil que corroboram para esse ressurgimento daquele que, para o historiador inglês Eric Hobsbawn, em entrevista concedida a revista Carta Maior, previu a natureza da economia mundial com 150 anos de antecedência. Segundo suas palavras, "Não é surpreendente que os capitalistas inteligentes, especialmente no setor financeiro globalizado, fiquem impressionados com Marx, já que eles são necessariamente mais conscientes que outros sobre a natureza e as instabilidades da economia capitalista na qual eles operam".

Marx em partes

Um livro pequeno e acessível para se contextualizar Marx no mundo contemporâneo se chama "10 lições sobre Marx", de Fernando Magalhães, professor de filosofia da Universidade Federal de Pernambuco. E logo na primeira de suas lições o professor já nos introduz às temáticas eleitas por Marx que fazem dele tão atual quanto era. Pois se, em sua época, a relação D-M-D (dinheiro-mercadoria-dinheiro) ainda predominava no capitalismo, devido a sua grande sensibilidade, Marx já antevia que essa relação estava sendo substituída por outra, D-D (dinheiro-dinheiro). Assim, conforme aponta Magalhães, ele apontava a iminência de um grau de fetichismo ainda mais radical que dispensava a presença da mercadoria para se materializar, algo que ele denominou de capital fictício, um conceito trabalhado no terceiro dos volumes que compõem "O Capital". Nele, "Marx nota uma dupla disposição com a nova composição do capital: o poder para modificar a materialidade dos objetos e a inclinação cada vez maior para a expansão mundial das finanças, devido ao colossal aumento dos meios de comunicação". Desta forma, ele "descreve, quase que ´premonitoriamente´, o processo de mundialização ao qual assistimos hoje".

Se tal "premonição" não deixa de ser admirável, para o autor, esse exemplo é apenas um pequeno apontamento do quanto Marx enxergou o capitalismo como um sistema complexo que opera mediante fundamentos sólidos. Para o professor, a atualidade de Marx se sustenta uma vez que "A história se repete como farsa", sendo que os "alicerces do capitalismo permanecem em suas estruturas essenciais (...), ainda que sua reestruturação seja de fundo formal". Como conclusão de suas lições, o autor sugere que não há como pensar na morte de Marx se o objeto de seu estudo rompeu o tempo e se disseminou com uma naturalidade brutal em pleno século 21.

Homem vs Objeto

Sempre foi pública a aversão que Marx tinha de ver sua teoria ser transformada em objeto de culto. O pensador possuía muitas reservas quanto ao emprego do termo "marxista", sendo que ele mesmo dispensava ser taxado como tal. Uma relação conflituosa entre o homem e seu objeto. Pois, se por um lado, o termo é um legado inevitável diante do vigor de sua teoria, por outro, como substantivo, ele vulgariza as idéias, ficando aquém do conteúdo delas, unicamente para alimentar algum tipo de discurso ou militância. É justamente essa relação conturbada o ponto de partida da obra "Marx: além do marxismo", de José Arthur Giannotti. Trata-se de uma segunda edição da obra "Marx, vida e obra", agora, com novo prefácio. Sobre o novo título, o professor emérito da USP diz: "ele tenta sublinhar que a base a ser negada é o marxismo cristalizado numa profissão de fé ou numa corrente de pensamento que não se deixa correr".

Giannotti nos apresenta então a um Marx do terceiro milênio, um pensador que dispensa bandeiras e se infiltra nos mais variados ambientes, ressurgindo como filósofo atemporal, longe de lutas ideológicas que demarcam fronteiras entre esquerda e direita. Para o pesquisador, "depois de uma longa hegemonia do pensamento liberal (...), Marx passa a ser olhado sob novas perspectivas", sendo que aquele que insiste em se afirmar como marxista, "sem dizer em que sentido afirma tal proposição", nada mais quer do que "fazer política sem sujar as mãos no seu jogo efetivo".

Motivos para tanto são vários, entre eles o fato de que o mundo "explodiu" em várias direções e não há mais a figura do proletariado como "vetor da história" que poderia contestar o capitalismo pela raiz. Ciente da polêmica gerada por esse posicionamento, o Giannotti aproveita para adiantar críticas contrárias a esse "novo" Marx: "Meus críticos irão dizer que tento confinar o marxismo aos muros das universidades, que apenas sublinho o lado filosófico da obra de Marx, quando a tarefa, antes de compreender, é transformar o mundo combatendo o capital". Diante da argumentação, o autor retruca: "Nunca as vi (as teses de Marx) como um sistema fechado, até mesmo O Capital, sua obra máxima, atira em várias direções, e tenho fortes suspeitas de que não foi por falta de tempo que restou inacabada", para concluir que suas teses, antes de serem seguidas, merecem, antes de tudo, serem "prosseguidas".

Além de um novo prefácio, o livro traz também três textos de Marx: o ensaio "Contradição entre o fundamento da produção burguesa (medida-valor) e seu próprio desenvolvimento", as "Teses sobre Feuerbach" e o manuscrito "Formas que precedem a produção capitalista".

O bom e velho companheiro

Como contrapeso a essas duas obras, que aproximam Marx de um contexto menos doutrinário, encontramos o livro "Os marxismo do novo século", do pesquisador argentino, César Altamira, que nos anos 70 se exilou no México. Como suporte de seus argumentos, Altamira recorre à seguinte afirmação do filósofo alemão Frederic Jameson: "Quaisquer que sejam as vicissitudes do presente, um capitalismo pós-moderno exige necessariamente que se lhe contraponha um marxismo pós-moderno". Palavras que, de acordo com sua análise, reforçam a necessidade de uma praxis marxista. Para tanto, quem assina o prólogo da obra é Antonio Negri, um filósofo político marxista que ganhou notoriedade internacional após o lançamento do livro "Império", uma espécie de manifesto do movimento anti-globalização. Para Negri, o capitalismo está em crise e "o retorno à esperança do comunismo espalhou-se entre muitos".

Ao contrário do discurso predominante que integra Marx a um mundo globalizado, Altamira é da "escola" anti-globalização, acreditando que a luta também é possível na pós-modernidade. Como exemplos dessa luta, ele desenvolve sua obra sob a ótica de três movimentos sociais que estão em curso nos últimos vinte anos, são eles: a Escola Francesa da Regulação, a Escola de Edimburgo e o Operaísmo Italiano.



Marx, o analista de mercado

Três artigos publicados na imprensa internacional dão o tom de como o pensador alemão voltou à cena mundial, mas com uma nova roupagem. Agora, o pai teórico do comunismo já não é mais tido como a fagulha do movimento revolucionário proletariado, mas, sim, como um pensador cujas idéias podem posicionar o capitalismo para longe do fanatismo dos pressupostos liberais, que nas últimas décadas tomaram conta de maneira hegemônica do discurso global.

No diário The Independent, Mark Steel fala dessa mudança de abordagem. Para ele, Karl Marx está definitivamente na boca do povo, sendo que a maior parte dos jornais possuem artigos publicados sobre ele em suas seções de negócios. Soma-se a isso o fato de que as vendas da bíblia comunista, "O Capital", "atingiram um pico histórico". E isso não se deve somente à raiva do cidadão comum aos "gurus" da economia liberal, que levaram meio mundo a uma crise sem precedentes. Deve-se também, segundo afirma, às análises de Marx sobre o capitalismo, principalmente a sua proposição de que tal modo de produção vive crises cíclicas.

Na mesma linha de ressurgimento, o tradicional periódico inglês, o "The Times", nos pergunta: "Será que Marx realmente acertou na mosca?". Em seu artigo, Philip Collins nos conta sobre diversas evidências que levam todos a afirmar e reafirmar a ressurreição de Marx, tais como os 40.000 peregrinos que ano passado se encaminharam à pequena cidade de Trier, cidade onde o pensador alemão nasceu, em 1818, e as edições de "O Capital" que "voam" das prateleiras nas livrarias, "como nunca antes na história, apesar de não ser um livro de fácil leitura". Mas o artigo, com tendência conservadora, pontua também o quanto ainda estamos longe do que o autor de "O Manifesto Comunista" imaginou para o fim do capitalismo. Apesar da crise, aponta Collins, o capitalismo está longe de acabar. O artigo traz também opiniões distintas de pensadores de esquerda, como Martin Jacques, Eric Hobsbawn, Frank Furedi, entre outros.

Mas quem adiantou mesmo o ressurgimento de Karl Marx foi a revista The New Yorker que, em 1997, já o apontava com um "novo pensador". A reportagem trazia uma curiosa confidência de um analista de mercado que dizia "quanto mais tempo passo em Wall Street, mais me convenço que Marx estava certo". Não satisfeito, ele ainda acrescentava, para assombro do repórter: "Há um prêmio Nobel esperando para o economista que ressuscitar Marx e colocá-lo num modelo coerente com o nosso tempo", mostrando-se realmente convencido de que a análise do pensador alemão era a melhor maneira de olhar para o capitalismo.

Confira as matérias na íntegra:

http://www.independent.co.uk/opinion/commentators/mark-steel/mark-steel-so-karl-marx-was-right-after-all-1636864.html
http://www.newyorker.com/archive/1997/10/20/1997_10_20_248_TNY_CARDS_000379653 http://www.timesonline.co.uk/tol/news/politics/article4981065.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

“LULA, O FILHO DO BRASIL”, É CAMPANHA PETISTA!

Por Reinaldo Azevedo

“LULA, O FILHO DO BRASIL” E A ESTÉTICA INAUGURADA PELO PT

Foi o maior fuá ontem em Brasília. Mil e quatrocentas pessoas deveriam estar no Teatro Nacional para a pré-estréia de “Lula, O Filho do Brasil”, filme da família Barretão que inaugura a estética do lulo-petismo — sim, uma verdadeira revolução, como queria Trotsky, tem uma estética também revolucionária. Já volto ao ponto. Imaginem se onde cabem 1.400 puxa-sacos não se amontoam no mínimo 1.800! E foi o que aconteceu. Os adoradores de Lula se espalhavam pelos corredores. Barretão pai, o Luiz Carlos, tentou chamar os fiéis à razão: “Não há bombeiros aqui. Se estourar uma lâmpada, as pessoas estarão todas correndo risco de vida”. Foi vaiado. Barretão filho, Fábio, o diretor, reclamava: “Nós, equipe e atores, estamos sem lugar para sentar”. Inútil. Ficou todo mundo no mesmo lugar. Era o dia de celebrar a igualdade.

Ao fim da seção, aplausos e tal, como seria de se esperar numa platéia esmagadoramente petista — exceção feita a alguns jornalistas, poucos não-petistas, é verdade. Relata um amigo que a reação, no entanto, foi fria. Segundo ele, há momentos no filme, em especial alguns diálogos, que são constrangedores. Por que a relativa frieza? Não sei. Preciso ver o filme primeiro. A minha hipótese é a de que não há Lula de ficção que possa superar o de verdade na dor e na alegria. Que humorista tentaria sacanear o petista especulando sobre as eventuais vantagens que teria a Terra se fosse quadrada? E, no entanto, Lula se deu a tais divagações.

O filme, diz-me esse amigo, é feito para emocionar, para chorar — e não para chorar pouco. Pode estar aí um problema? Um clichê, escreveu Umberto Eco, incomoda; cem clichês podem comover — duzentos, acrescento eu, podem narcotizar. De todo modo, “Lula, O Filho do Brasil” não foi feito para sensibilizar aquela platéia. Ao contrário até: a esmagadora maioria se considera parte da construção do mito. Lá se encontravam o apparatchik e aquele misto de lobistas e homens de negócios que tão bem caracteriza Brasília. Muitos ali terão seus cineastas do coração — e não é a família Barretão. Devem achar que o filme é importante “para o povo”, entenderam?, apostando, obviamente, no seu efeito eleitoral.

Financiamento ilegal de campanha
A platéia estava coalhada de ministros. Quem deu o tom adequado para a coisa foi o do Planejamento, Paulo Bernardo. Respondendo a críticas dos que antevêem uso eleitoral do filme, mandou ver: “Não tem nada ilegal ou irregular nisso. Eles [os oposicionistas] também que façam um filme. Se procurarem, acham alguma história interessante”. Quanta delicadeza d’alma! Vamos pensar: o contrário de “oposição”, nesse contexto, é “governo”. Se Bernardo desafia a oposição a fazer um filme, então admite que se trata de um trabalho do… governo, de uma manifestação de oficialismo. A divulgação massiva do filme se dará em ano eleitoral. Assim como dois mais dois são quatro, estamos falando de uma peça da propaganda eleitoreira.

Persigamos a lógica de tal raciocínio, o que acabará me levando àquela questão sobre a inauguração de uma nova estética. Barretão se orgulha de não ter recorrido a leis de incentivo. Huuummm… Pra quê? O filme mais caro até agora feito no Brasil — R$ 16 milhões ao todo — contou com o apoio generoso das seguintes empresas: AmBev, Camargo Corrêa, Embraer, Suez, Nestlé, OAS, Odebrecht, Oi e Volkswagen. Eike Batista, o coruscante, contribuiu com R$ 1 milhão, mas como pessoa física. Consta que nem foi preciso pedir. As empresas fizeram questão de colaborar.

Há uma lei maior e bem mais importante operando aí: a Lei do Poder. Vejam o caso da Oi, antiga Telemar. Se deu R$ 10 milhões para a empresa de Lulinha, por que não daria uma graninha para o filme sobre a vida do pai de Lulinha, que é quem manda? A contribuição estética certamente será irrelevante. Mas a contribuição ética de Barretão ao cinema e à política já é inigualável!” Estaríamos diante de uma sofisticada maneira de financiamento irregular de campanha?

As centrais sindicais entraram na parada e vão levar o filme aos trabalhadores. Hugo Chávez já foi convidado para distribuí-lo — e financiar essa distribuição — entre seus companheiros bolivarianos da América Latina. Tenta-se comprometer o próprio Barack Obama com o apoio à fita nos EUA. Nesse caso, é bem possível. Sabem como é este moço. Já Chávez… Vai que Lula tome o lugar de Bolivar no coração dos chavistas…

Estética
Stálin era um conservador em estética. Teria dito certa feita: “Fizemos a revolução, mas conservamos a bela língua russa”. Lula não diria o mesmo sobre o português — especialmente com a expansão, do modo como se dá, de certo ensino universitário. A nossa revolução atinge a língua também. Trotsky, no exílio, chegou a flertar com uma arte transgressora. Mas, na URSS stalinista, triunfou o analfabetismo cafona do Realismo Socialista: os “homens do povo” passaram a ser as personagens da produção cultural, que tinha de ter uma mensagem edificante, que contribuísse para solidificar a moral revolucionária.

Não vi o filme, mas parece que não se encaixaria bem nessa definição — e as fontes de financiamento, somada à confissão involuntária de Bernardo, sugerem outra estética: o lulo-petismo criou o Vitimismo Triunfalista Estato-Capitalista. O estado não põe dinheiro na propaganda petista. Quem faz isso é a iniciativa privada que ou faz negócios com esse estado ou não quer ficar de mal…

A expectativa é a de que o povo saia chorando de emoção com Lula e, de coração “lavado e enxaguado”, vá votar em Dilma. Será? A mitificação do presidente contribui para fortalecê-la ou só reforça o contraste existente entre ambos? Verei certamente o filme — é obrigação profissional — e escreverei aqui as minhas impressões. Nos cinemas, os trailers têm sido recebidos com uma vaia meio preguiçosa — um muxoxo, um “hannn” de insatisfação. É uma vaia também fria, como o aplauso.

“O filme é para o povo, não é pra você, Reinaldo”. Tá… Eu juro que preferiria chorar de raiva a chorar de melancolia.

COMENTO
Bem meus caros amigos e leitores, em meio a tantas bandidagens Lulo-Petralha-Molusquiana, uma a mais ou a menos, não vai fazer nenhuma diferença, talvez, com esse estúpido e melancólico filme, o PT consiga angariar alguns poucos votos, para sua nociva e desnorteada candidata, que nas décadas de 60 e 70, barbarizou nossa República e cometeu inúmeras atrocidades no nosso país.

Quando a gente pensa que a delinqüência exacerbada, desta facção que está no poder da República, chegou ao fim, logo percebe-se que está só no início, uma vez que a máquina de bandidagem petista não tem limites e não para nunca de babarizar.

Enquanto isso, está aumentado sistematicamente a evasão de oficiais e Praças nas nossas Forças Armadas em função do descontentamento nos soldos.
Há em muitas OMs e Quarteis de todo país, do Oiapóque ao Chuí, uma inquetação, que eu, esse simples e humilde escriba considera muito justa por parte de militares totalmente insastisfeitos com a carreira militar por conta dos baixos soldos, muito inferior aos da PM do DF, o que é totalmente inconstitucional.

Bem, tenho afirmado que, sem uma atitude mais radical por parte dos oficiais generais, não vamos conseguir nada, todavia a união faz a força e ainda temos todos os armamentos que sabemos operar muito bem, é só querer e termos vontade política que mudaremos toda essa situação lastimável, caótica, trágica e abominável, que os Petralhas e Tucanos instalaram nas nossas Forças Armadas e no nosso país.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

ONDE É QUE LULINHA ESTUDOU MESMO, SENHOR LULÃO?

Reinaldo Azevedo

Olhem, como se diz por aí, "na boa", não sei como Lula consegue se olhar no espelho depois de fazer certos discursos. Tá bom, vá lá, eu sei. Eu mesmo já identifiquei aqui uma possível patologia psíquica: Lula é destituído de superego. Por que isso agora? Ontem, esse gênio da raça descobriu os culpados pela baixa qualidade do ensino: a classe média: "Uma das razões pelas quais a escola pública foi se deteriorando é porque grande parte da classe média se afastou dela. Para não brigar [por qualidade], decidiu colocar os filhos na escola particular. E pagar na mensalidade de 3º ano primário o mesmo preço de uma universidade particular".

Não está sozinho nessa avaliação. Há alguns teóricos da educação — também de classe média ou acima disso, que jamais pisaram numa escola pública — que acham a mesma coisa. É a velha tese de que os responsáveis por seus problemas são as vítimas. Ora, a classe média se afastou da escola pública porque ela era ineficiente. Claro, claro: o pai e a mãe poderiam ter-se convertido em militantes da causa. Enquanto isso, os filhos ficariam comendo grama; enquanto isso, a esquerdopatia reinante nos sindicatos de professores ficariam promovendo greves. "Ah, os sindicatos só são assim porque as condições são ruins". Mentira! Em São Paulo, a Apeoesp se opôs a um programa de qualificação do corpo docente. É gente que promove queima de livro. Mas me afastei um pouco.

Lula, quando ainda dirigente da oposição, poderia ter dado o exemplo. Poderia ter posto os filhos para estudar na escola pública. Quem melhor do que ele para liderar o movimento, não é mesmo? Pois se preparem para uma revelação. Sabem o Fábio Luiz da Silva, o Lulinha, o Ronaldinho de Lula? ESTUDOU EM ESCOLA PARTICULAR. É, em escola particular. Mais precisamente, no Colégio Singular, em Santo André, uma das mais conceituadas da região. Como eu sei? EU DAVA AULA LÁ.

Mas é claro que a coisa foi feita à moda Lula. Fábio estudou no Colégio Singular, mas com bolsa de estudos, entenderam? Lula, o burguês do capital alheio, pôs o seu prestígio político a serviço da concessão de um privilégio — ou vocês acham que ele não tinha dinheiro para pagar a escola do seu gênio empresarial? Tinha. Mas, vocês sabem, onde há uma mamata, Lula está lá, mamando. "O cara" até recebe pensão por ter lutado contra a ditadura, ora essa!!! Enquanto ele "lutava", construía o PT, que o faria chegar à Presidência, constituía um patrimônio que nenhum outro trabalhador com o seu nível de instrução tem e garantia a melhor escola para os filhos — sem desembolsar um tostão por isso.

Do Singular, já saíram alunos que se transformaram em profissionais de primeiro time, alguns com renome internacional. Volta e meia, um ex-aluno de lá manda um comentário a este velho professor… Só tenho 47. É que comecei a dar aula muito cedo. Pois bem, não foi o caso de Lulinha. Cursou biologia, vagou aqui e ali etc. Quando o pai alcançou a Presidência, era monitor de Jardim Zoológico: "Lulinha, onde fica a zebra?" Ele indicava. "Lulinha, onde fica a anta?" Ele mostrava. "Lulinha, onde fica o jumento?" Ele dava o caminho. O pai chegou lá, e ele se transformou num empresário de enorme sucesso, não é? A Telemar — atual Oi, de que Sérgio Andrade, o principal financiador das campanhas do seu pai, é sócio — logo descobriu o seu talento para o mundo dos negócios. A fala a seguir é pura imaginação benevolente deste escrita: "Que é isso, Lulinha? Alguém com o seu talento em, bem…, em seja lá o que for, merece ser empresário". E Lulinha virou empresário. A família Andrade gosta da família Lula. Custeou a educação de Lurian em Paris.

Como a gente vê, o Brasil continua mesmo a ser um país injusto. É preciso pôr um fim nesse regime que garante a existência de fidalgos — sejam eles da antes chamada "burguesia", seja da antes chamada "classe operária". O que o Brasil ainda não conseguiu ser, de fato, é uma República. É preciso pôr fim ao regime dos aristocratas. E Lula é o seu mais pançudo representante.

COMENTO

"E mais uma vez, este senhor apedeuta, abominável, desnorteado e nocivo, é flagrado a fazer o exato oposto do que enuncia e anuncia. Não é mesmo, meus caros amigos?

É ou não é uma esculambação sem precedente na história deste país, dos corruptos e bandidos Petralhas, desde que Cabral aqui pisou pela primeira vez?

É uma exacerbação de corrupção e bandidagem, como nunca antes visto na nossa frágil e desmantelada República. Só não ver quem não quer, ou quem é cego. Certo senhores militares?

É o cúmulo de uma estupidez, da arrogância e da vigarice essa história desse governo de comemorar o suposto declínio da digamos fraca, estúpida e medíocre oposição. Isso não é bom para o nosso país, ter uma oposição tão lastimável, e porque? Simplesmente pelos exacerbados erros do passado, cometidos pelo caudilho, sociopáta e mentor de todas essas bandidagens existente hoje no nosso país, o monstro FHC, autor da MP 2215-10.

É totalmente ilógico, irracional e contrário de uma sociedade livre que os méritos ou o bom desempenho de uma Nação tão consolidada quanto a Brasileira, seja tomada para si, por uma equipe ou facção de um governo ou ainda mérito pessoal de um desnorteado, desequilibrado, psicopáta e apedeuta, que se encontra no poder da República, com o firme propósito de locupletar-se, do erário público, isto é abominável e sem precedente na história deste país.

Será que as nossas Forças Armadas e os oficiais Generais não estão percebendo a gravidade dos sucessivos fatos de bandidagens e corrupções que estão assolando nossa esculambada e desmantelada República"? Fica esta indagação para ser refletida, pelos senhores".