Por Antônio Ribas Paiva
A demissão ou a permanência de Jobim ou de Viegas ou de Élcio Álvares no Ministério da Defesa em nada altera a segurança nacional, porque o “gabinete” é só “papelada”, “conversa fiada” e “política”, o que dá no mesmo.
O dever constitucional de defender a Nação e o Brasil contra seus inimigos internos, externos ou de si mesma é dos comandantes militares. Por isso mesmo, eles não podem envolver-se no “jogo de cena” da política, porque sua missão é irrenunciável.
Vanuchi e Jobim são políticos do governo Lula, que devem colaborar entre si, sob pena de demissão “ad nutum”. Foi o que ocorreu! Vanuchi, em clara manobra diversionista, exerceu falsa pressão contra a lei de anistia. Tudo para “valorizar o papel” de Jobim diante das Forças Armadas, fazendo o “jogo de cena” do pedido de demissão, adredemente combinado.
O governo do PT não quer alterar a lei de anistia, por três motivos: impossibilidade jurídica, impossibilidade política e necessidade de proteção dos seus membros e correligionários.
De fato, a legislação brasileira não prevê a “reformatio in pejus”. A Classe Política não vê como prioritário o assunto, e o governo não quer revogar a lei de anistia, porque Dilma, José Dirceu e companhia iriam para a cadeia.
COMENTO
Senhores Comandantes, a Nação Brasileira não quer a politização de suas Forças Armadas, que institucional e constitucionalmente e que devem pairar acima de qualquer bandidagem deste corrupto e sujo governo que aí estar, acima de qualquer futricas de gabinetes, destes políticos bandidos que vivem para se locupletarem do erário público, de falcatrua e todos os tipos de bandidagens possíveis e impossíveis.
Os governos são passageiros, mas a Missão das Forças Armadas é permanente. Não é um governo petralha, abominavelmente medíocre e corrupto, que deve mudar as regras do jogo democrático.
Vejam mais uma bandidagem deste governo com os fundos de pensão:
Um fundo de pensão não nasce apenas da vontade de seus participantes. Instituições de governo se envolvem em sua criação, portanto regras são definidas. Essas regras visam a garantir que não se coloquem lucros e política antes de pessoas. Que direitos sejam respeitados. Direitos humanos. No entanto o que o corrupto governo molusco tem feito com esses fundos, é simplesmente abominável.
Quer usurpar parte deste fundos, colocando pessoas para administra-lo com um passado sujo, desonestas e desqualificadas para gerenciar esses de forma vergonhosa, com o propósito de fraudar, não só os fundos de pensão, como também as estatais como: banco do Brasil, Petrobrás, CEF e muitas outras.
Vou continuar afirmando o governo dos petralhas forma a maior facção criminosa do planeta terra. Só não ver quem não quer, certo senhores?
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
O RECADO DE BARBOSA FOI PARA QUEM?
Por Jorge Serrão
“O Poder Judiciário tem uma parcela grande de responsabilidade pelo aumento das práticas de corrupção em nosso país. A generalizada sensação de impunidade verificada hoje no Brasil decorre em grande parte de fatores estruturais, mas é também reforçada pela atuação do Poder Judiciário, das suas práticas arcaicas, das suas interpretações lenientes e muitas vezes cúmplices para com os atos de corrupção e, sobretudo, com a sua falta de transparência no processo de tomada de decisões. Para ser minimamente eficaz, o Poder Judiciário brasileiro precisaria ser reinventado”.
Talvez nem um crítico tão feroz do Judiciário brasileiro conseguisse ser tão contundente quanto foi o autor dessas palavras entre aspas, em entrevista à repórter Carolina Brígido, publicada na edição de domingo de O Globo. O interessante seria analisar: por que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Benedito Barbosa Gomes, de 55 anos, que tem mestrado em Direito do Estado, foi tão crítico com o Judiciário ao qual serve? Por que Joaquim foi tão enfático em afirmar que o “Judiciário tem parcela grande de responsabilidade pelo aumento da corrupção em nosso País"?
Joaquim Barbosa reclamou que a impunidade é hoje problema crucial do País. “A impunidade no Brasil é planejada, é deliberada. As instituições concebidas para combatê-la são organizadas de forma que elas sejam impotentes, incapazes na prática de ter uma ação eficaz”. O próprio O Globo recorda que, há dois anos, Joaquim Barbosa ganhou notoriedade por relatar o processo do mensalão do PT e do governo Lula. Em 2009, convenceu os colegas a abrir processo contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) para apurar se ele teve participação no mensalão do PSDB mineiro.
Será que Joaquim soltou o verbo porque anda sofrendo pressões em função dos “mensalões” – que são casos politicamente programados para dar em nada para a maioria dos envolvidos? Fica difícil acreditar que o ministro do STF tenha feito uma crítica tão contundente apenas para fazer média com a mídia. Por isso, vale perguntar: Para quem foi o recado de Barbosa?
COMENTO
"Meus nobres amigos e leitores, há muito tempo venho comentando nas minhas postagens, a exacerbada bandidagem e corrupção da (MÁQUINA DE CRIMES DOS AMALDIÇOADOS, CANALHAS E BANDIDOS PETRALHAS).
Bem parece que agora a nação brasileira e as autoridades começaram acordar de seu profundo e letárgico sono.
Exaustivamente coloco matérias nas minhas postagens, que provam que estamos nas mãos da maior facção criminosa do planeta terra, a facção dos bandidos e corruptos Petralhas.
Tenho recebido muito apoio de pessoas em todo território nacional reconhecem meu trabalho, como um dos mais atuantes contra esse NOCIVO E CORRUPTO governo, que transformou o nosso pais numa (CLEPTOCRACIA MOLUSQUIANA).
Só não tive apoio dos oficiais das Forças Armadas e dos comandantes militares, más parece que agora a situação ficou insustentável e eles resolveram sair da inércia onde já se encontravam há muito tempo".
“O Poder Judiciário tem uma parcela grande de responsabilidade pelo aumento das práticas de corrupção em nosso país. A generalizada sensação de impunidade verificada hoje no Brasil decorre em grande parte de fatores estruturais, mas é também reforçada pela atuação do Poder Judiciário, das suas práticas arcaicas, das suas interpretações lenientes e muitas vezes cúmplices para com os atos de corrupção e, sobretudo, com a sua falta de transparência no processo de tomada de decisões. Para ser minimamente eficaz, o Poder Judiciário brasileiro precisaria ser reinventado”.
Talvez nem um crítico tão feroz do Judiciário brasileiro conseguisse ser tão contundente quanto foi o autor dessas palavras entre aspas, em entrevista à repórter Carolina Brígido, publicada na edição de domingo de O Globo. O interessante seria analisar: por que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Benedito Barbosa Gomes, de 55 anos, que tem mestrado em Direito do Estado, foi tão crítico com o Judiciário ao qual serve? Por que Joaquim foi tão enfático em afirmar que o “Judiciário tem parcela grande de responsabilidade pelo aumento da corrupção em nosso País"?
Joaquim Barbosa reclamou que a impunidade é hoje problema crucial do País. “A impunidade no Brasil é planejada, é deliberada. As instituições concebidas para combatê-la são organizadas de forma que elas sejam impotentes, incapazes na prática de ter uma ação eficaz”. O próprio O Globo recorda que, há dois anos, Joaquim Barbosa ganhou notoriedade por relatar o processo do mensalão do PT e do governo Lula. Em 2009, convenceu os colegas a abrir processo contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) para apurar se ele teve participação no mensalão do PSDB mineiro.
Será que Joaquim soltou o verbo porque anda sofrendo pressões em função dos “mensalões” – que são casos politicamente programados para dar em nada para a maioria dos envolvidos? Fica difícil acreditar que o ministro do STF tenha feito uma crítica tão contundente apenas para fazer média com a mídia. Por isso, vale perguntar: Para quem foi o recado de Barbosa?
COMENTO
"Meus nobres amigos e leitores, há muito tempo venho comentando nas minhas postagens, a exacerbada bandidagem e corrupção da (MÁQUINA DE CRIMES DOS AMALDIÇOADOS, CANALHAS E BANDIDOS PETRALHAS).
Bem parece que agora a nação brasileira e as autoridades começaram acordar de seu profundo e letárgico sono.
Exaustivamente coloco matérias nas minhas postagens, que provam que estamos nas mãos da maior facção criminosa do planeta terra, a facção dos bandidos e corruptos Petralhas.
Tenho recebido muito apoio de pessoas em todo território nacional reconhecem meu trabalho, como um dos mais atuantes contra esse NOCIVO E CORRUPTO governo, que transformou o nosso pais numa (CLEPTOCRACIA MOLUSQUIANA).
Só não tive apoio dos oficiais das Forças Armadas e dos comandantes militares, más parece que agora a situação ficou insustentável e eles resolveram sair da inércia onde já se encontravam há muito tempo".
domingo, 3 de janeiro de 2010
Um chute no saco do Meirelles
Por Jorge Serrão
Enquanto a mídia amestrada repercute a “crise” militar – pré-fabricada ideologicamente para favorecer a campanha de Dilma Roussef, e também para criar a falsa imagem de Nelson Jobim como “defensor e paladino” dos militares -, ficam praticamente esquecidos os sinais de uma crise realmente séria, que se avizinha. A crise econômica pós-marolinha pode criar problemas para o Brasil a partir de 2011. Ignorantácio – o apedeuta mais sabido do Planeta (e da casseta) – já foi advertido sobre isto pelo presidente Henrique Meirelles.
Um indício de que algo estranho se avizinha é que o popular líder $talinácio jámandou avisar que não comparecerá ao Fórum Econômico Mundial na geladíssima cidade de Davos, nos Alpes da Suíça. No mínimo é estranho que Lula – em propagandeada fase de “enorme prestígio internacional” – deixe de aparecer na reunião anual da elite financeira do globalitarismo. Será que - como ele mesmo bem diria – tem cheiro de “merda” no ar? Só falta mandar a pobre da Dilma em seu lugar, para acostumá-la com a escatologia econômica futura.
Quem sente cheiro de merda econômica no ar é o professor Carlos Lessa. A jornalista Flávia Oliveira, da coluna “Negócios e Cia” de O Globo, publicou, no sábado, uma esclarecedora entrevista com o ex-presidente do BNDES e ex-reitor da UFRJ. Estranhamente, o jornal da Família Marinho (que ajudou a produzir o épico “Lula, o Filho do Brasil”) não deu destaque de primeira página (merecia uma manchete) para o que disse o economista Carlos Lessa na matéria “Não vejo razão para otimismo”.
O velho professor Lessa deu um violento chute no saco do futuro senador goiano Henrique Meirelles – que pode se eleger e ficar onde está, ou assumir a direção de um grande banco privado transnacional. Carlos Lessa detonou: “Vivemos uma política econômica de péssima qualidade para o futuro. Há um festival de otimismo, mas não vejo nenhuma razão para ser otimista a longo prazo. Só sou otimista com o povo brasileiro, que é maravilhoso, resiste a tudo”.
Carlos Lessa foi direto no ataque ao presidente do Banco Central do Brasil: “A política do Meirelles não está preparando o Brasil para o futuro. Na melhor das hipóteses, segura um pouquinho o curto prazo. Endividar em massa as famílias para segurar a indústria automobilística, de eletrodomésticos e o setor imobiliário só garante o presente. Se não houver retomada do investimento na siderurgia, na indústria de cimento, cerâmicas finas, fiação, o País não terá ampliação de capacidade produtiva”.
O economista Carlos Francisco Theodoro Machado Ribeiro de Lessa toca na maior armadilha de nossa política econômica, e critica o Comitê de Política Monetária do Banco Central (o Copom), também presidido por Meirelles: “O problema fundamental é que segurar a inflação com taxa de câmbio e juro alto é a pior fórmula possível. Com o câmbio muito valorizado, você barateia o importado e dificulta o que se exporta. O que dá saúde a uma economia é ampliar a agressividade no comércio internacional ou desenvolver poderosamente o mercado interno”.
Ao contrário do que divulga a máquina de propaganda de $talinácio, Carlos Lessa adverte que o País não faz isso: “O Brasil está atrofiando as exportações industriais e ampliando as primárias. Voltou a ter pauta basicamente primário-exportadora. Não estamos competitivos com o dólar a R$ 1,70. País competitivo é a China, que não permitiu a valorização do Iuan”. Lessa acrescenta que o Brasil tem aprovação internacional óbvia porque é a melhor aplicação financeira de curto prazo (com os juros altos e que podem subir ainda mais, em 2010).
Chamado pelos amigos de “Barão do Rosário” - pelo trabalho de revitalização cultural de uma área nobre do Rio Antigo -, Lessa também deixou clara a impotência do ministro Guido Mantega diante de Henrique Meirelles: “A Fazenda é prisioneira do BC. As relações estão invertidas. O Mantega disse outro dia que o dólar ideal para o Brasil é R$ 2,60. Ele parecia um cronista, não o ministro da Fazenda. Esta declaração deveria produzir especulação e uma terrível alta do dólar, o que seria uma irresponsabilidade. Não aconteceu nada. Significa que o ministro é impotente”.
A máquina do Bolcheviquepropagandaminister – que gasta milhões para vender a imagem de um Brasil cuja economia vai bem com Lula – deve ter se sentido impotente diante do chute no saco dado pelo Barão do Rosário em Henrique Meirelles – que desistiu de ser vice na chama da Dilma, porque não quer correr o risco de queimar seu filme com os problemas econômicos previstos para o governo que sucederá Ignorantácio.
COMENTO
Meus caros e nobres amigos, estamos diante da maior facção criminosa do planeta terra, a máquina de corrupção e bandidagem dos PETRALHAS, não tem limites. Somente uma intervenção militar poderia dar um jeito neste imbróglio facinoroso, criado pelos palhaços do planalto e pelos terroristas, que nas décadas de 60 e 70, barbarizaram nossa república em nome do comunismo selvagem.
Enquanto a mídia amestrada repercute a “crise” militar – pré-fabricada ideologicamente para favorecer a campanha de Dilma Roussef, e também para criar a falsa imagem de Nelson Jobim como “defensor e paladino” dos militares -, ficam praticamente esquecidos os sinais de uma crise realmente séria, que se avizinha. A crise econômica pós-marolinha pode criar problemas para o Brasil a partir de 2011. Ignorantácio – o apedeuta mais sabido do Planeta (e da casseta) – já foi advertido sobre isto pelo presidente Henrique Meirelles.
Um indício de que algo estranho se avizinha é que o popular líder $talinácio jámandou avisar que não comparecerá ao Fórum Econômico Mundial na geladíssima cidade de Davos, nos Alpes da Suíça. No mínimo é estranho que Lula – em propagandeada fase de “enorme prestígio internacional” – deixe de aparecer na reunião anual da elite financeira do globalitarismo. Será que - como ele mesmo bem diria – tem cheiro de “merda” no ar? Só falta mandar a pobre da Dilma em seu lugar, para acostumá-la com a escatologia econômica futura.
Quem sente cheiro de merda econômica no ar é o professor Carlos Lessa. A jornalista Flávia Oliveira, da coluna “Negócios e Cia” de O Globo, publicou, no sábado, uma esclarecedora entrevista com o ex-presidente do BNDES e ex-reitor da UFRJ. Estranhamente, o jornal da Família Marinho (que ajudou a produzir o épico “Lula, o Filho do Brasil”) não deu destaque de primeira página (merecia uma manchete) para o que disse o economista Carlos Lessa na matéria “Não vejo razão para otimismo”.
O velho professor Lessa deu um violento chute no saco do futuro senador goiano Henrique Meirelles – que pode se eleger e ficar onde está, ou assumir a direção de um grande banco privado transnacional. Carlos Lessa detonou: “Vivemos uma política econômica de péssima qualidade para o futuro. Há um festival de otimismo, mas não vejo nenhuma razão para ser otimista a longo prazo. Só sou otimista com o povo brasileiro, que é maravilhoso, resiste a tudo”.
Carlos Lessa foi direto no ataque ao presidente do Banco Central do Brasil: “A política do Meirelles não está preparando o Brasil para o futuro. Na melhor das hipóteses, segura um pouquinho o curto prazo. Endividar em massa as famílias para segurar a indústria automobilística, de eletrodomésticos e o setor imobiliário só garante o presente. Se não houver retomada do investimento na siderurgia, na indústria de cimento, cerâmicas finas, fiação, o País não terá ampliação de capacidade produtiva”.
O economista Carlos Francisco Theodoro Machado Ribeiro de Lessa toca na maior armadilha de nossa política econômica, e critica o Comitê de Política Monetária do Banco Central (o Copom), também presidido por Meirelles: “O problema fundamental é que segurar a inflação com taxa de câmbio e juro alto é a pior fórmula possível. Com o câmbio muito valorizado, você barateia o importado e dificulta o que se exporta. O que dá saúde a uma economia é ampliar a agressividade no comércio internacional ou desenvolver poderosamente o mercado interno”.
Ao contrário do que divulga a máquina de propaganda de $talinácio, Carlos Lessa adverte que o País não faz isso: “O Brasil está atrofiando as exportações industriais e ampliando as primárias. Voltou a ter pauta basicamente primário-exportadora. Não estamos competitivos com o dólar a R$ 1,70. País competitivo é a China, que não permitiu a valorização do Iuan”. Lessa acrescenta que o Brasil tem aprovação internacional óbvia porque é a melhor aplicação financeira de curto prazo (com os juros altos e que podem subir ainda mais, em 2010).
Chamado pelos amigos de “Barão do Rosário” - pelo trabalho de revitalização cultural de uma área nobre do Rio Antigo -, Lessa também deixou clara a impotência do ministro Guido Mantega diante de Henrique Meirelles: “A Fazenda é prisioneira do BC. As relações estão invertidas. O Mantega disse outro dia que o dólar ideal para o Brasil é R$ 2,60. Ele parecia um cronista, não o ministro da Fazenda. Esta declaração deveria produzir especulação e uma terrível alta do dólar, o que seria uma irresponsabilidade. Não aconteceu nada. Significa que o ministro é impotente”.
A máquina do Bolcheviquepropagandaminister – que gasta milhões para vender a imagem de um Brasil cuja economia vai bem com Lula – deve ter se sentido impotente diante do chute no saco dado pelo Barão do Rosário em Henrique Meirelles – que desistiu de ser vice na chama da Dilma, porque não quer correr o risco de queimar seu filme com os problemas econômicos previstos para o governo que sucederá Ignorantácio.
COMENTO
Meus caros e nobres amigos, estamos diante da maior facção criminosa do planeta terra, a máquina de corrupção e bandidagem dos PETRALHAS, não tem limites. Somente uma intervenção militar poderia dar um jeito neste imbróglio facinoroso, criado pelos palhaços do planalto e pelos terroristas, que nas décadas de 60 e 70, barbarizaram nossa república em nome do comunismo selvagem.
TERRORISTA CAÇA TORTURADOR? EM NOME DO QUÊ?
Por Reinaldo Azevedo
Fica chato ter de começar o texto lembrando as famosas “exceções de sempre”, mas é inevitável. Então vamos lá: com as famosas exceções de sempre, a chamada grande imprensa decidiu se comportar como linha auxiliar do governo Molusco. E nem por isso os “bandidos e corruptos Franklin boys” pararam de atacar os grandes veículos de comunicação, acusando-os de fazer jornalismo de oposição. Estão trabalhando. Sabem que sua patrulha é bem-sucedida. E que se note, hein: parte do jornalismo cede à vigilância, mas outra parte adere por convicção ou interesse.
Vejam o que aconteceu com o qüiproquó armado pelos revanchistas, com a anuência de Molusco, que levaram o governo a maior crise militar do país: o assunto sumiu do noticiário. E, quando esteve presente, ainda foi porcamente tratado. Todos os decretos assinados pelo presidente tem o “nihil obstat” da Casa Civil. Logo, o texto que cria a tal Comissão da Verdade tem as digitais de Dilma Rousseff, titular da pasta e candidata do PT à Presidência. O fato foi praticamente omitido. Como se omite também a participação direta de Franklin Martins, hoje uma espécie de primeiro-ministro para assuntos políticos, no imbróglio.
O assunto não está resolvido, o descontentamento entre os militares é grande - até porque foram trapaceados -, mas o assunto foi para a geladeira. Afinal, vocês sabem, ninguém quer dar a impressão de que é crítico de um governo tão… popular! Popularidade agora dá licença para o governo fazer bobagem. E a tal Comissão da Verdade é uma dessas vigarices políticas ímpares. Sua estupidez não é matéria de avaliação ou gosto: é matéria de fato. E vou demonstrar por quê.
Antes, no entanto, que me apegue às questões as mais objetivas, que não dependem de escolhas de natureza política ou ideológica, faço questão de expressar um ponto de vista que é político, que é ideológico. Não fosse por outra razão, que seja por esta: faço questão de deixar claro, no meu primeiro texto de 2010, que busco evidenciar com clareza ainda maior quais são os marcos deste blog. Então lá vai, em negrito - as questões legais vêm depois:
Ainda que houvesse sentido jurídico na revisão da Lei da Anistia e que os torturadores de então - ou seus colaboradores e/ou incentivadores - pudessem ser chamados ainda hoje de torturadores (dada a imprescritibilidade do crime), eles não poderiam ser julgados por um tribunal político composto de TERRORISTAS. Se é verdade que um torturador será torturador para sempre, então um terrorista será terrorista para sempre. E estes não podem julgar aqueles.
Aliás, na Constituição brasileira, SÓ O TERRORISMO É IMPRESCRITÍVEL. É uma falha a ser sanada. Basta ler os incisos 43 e 44 do artigo 5º da Constituição:
XLIII - a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura , o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem;
XLIV - constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático.
Aí alguns tontos escrevem: “O que é que os militares têm de se meter nessa história? Que fiquem quietos! Isso é assunto para civis”. Seria caso se tratasse de uma ação corriqueira da política, dentro dos marcos da Constituição. Mas esse decreto não resiste a dois outros incisos do próprio Artigo 5º:
XXXVI - a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada;
XXXVII - não haverá juízo ou tribunal de exceção;
A comissão se constitui num óbvio tribunal de exceção, e a Lei de Anistia produziu efeitos evidentes. Trata-se de uma proposta de inconstitucionalidade arreganhada. Mas não fiquemos só nesses aspectos. Aliás, para fazer o que quer a turma da pesada do governo Lula - Paulo Vannuchi, Dilma Rousseff, Franklin Martins e Tarso Genro -, seria preciso praticamente extinguir o Artigo 5º da Carta. Em dois outros incisos, ele estabelece:
XXXIX - não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal;
XL - a lei penal não retroagirá, salvo para beneficiar o réu;
O crime de tortura só foi definido, como pede a Constituição, em 7 de abril de 1997 (Lei nº 9455), o que já lembrei aqui em vários textos, em especial em um de 4 de novembro de 2008.
E daí que Cezar Britto, presidente da OAB, apóie a tal comissão? Desde quando ele é meu norte ético? Aliás, não é nem meu norte jurídico. Sua opinião nesse caso, como em muitos outros, não tem, entendo, nada de técnica. É pura ideologia. Ele só pode defender seu ponto de vista flagrantemente inconstitucional fazendo um tanto de demagogia. Ora, doutor Britto deveria ter um pouco mais de compostura intelectual. Se quer fazer política, o caminho são as urnas, mas não as da OAB.
Aí dizem alguns retóricos do pé quebrado: “Precisamos conhecer nosso passado para não repeti-lo: tortura nunca mais!” É? E os historiadores desse passado serão os egressos do MR-8? Da VPR? Da ALN? Os terroristas vão estufar o peito de sua moral homicida para caçar torturadores? Por que nós devemos lhes dar tal licença quando sabemos que não é justiça que buscam, mas vingança - e, como sempre, não estão nem aí se jogam ou não o país numa crise política?
Tortura nunca mais? O que faz o doutor Britto e outros amostrados que não se mobilizam para valer contra a tortura que existe nas cadeias contra presos comuns? Ou esses valentes são apenas contra a tortura de presos com bom pedigree ideológico? E o que fazem no grupo dos defensores da Comissão da Verdade alguns dos notórios amigos de Cuba, um dos países em que a tortura é prática corriqueira, cotidiana, também contra presos de consciência?
Não fosse a ilegalidade descarada dessa tal Comissão da Verdade, não fosse a sua flagrante inconstitucionalidade - e isso não é, reitero, matéria de gosto, mas de fato -, há, repito, a questão que é de fundo moral: quem aderiu ao terrorismo não julga quem aderiu à tortura. Se é para ignorar a Lei da Anistia, então que se amplie a lista. Nesse caso, Dilma, em vez de disputar a Presidência, vai para o banco dos réus; Franklin Martins, Paulo Vannuchi e até Carlos Minc, em vez de estarem por aí dando pinta de homens de estado, se juntarão à companheira.
E que se note: é mentira, trapaça, vigarice, afirmar que todos os esquerdistas que recorreram ao terrorismo foram, a seu tempo, punidos. E é um mentira em duas frentes:
A - em primeiro lugar, é mentira porque nem todos foram, de fato, punidos;
B - em segundo lugar, é mentira porque os que sofreram as conseqüências de suas escolhas (com punições legais ou ilegais) foram indenizados pelo estado. Aquela punição, pois, mesmo que legal à época, gerou uma compensação.
COMENTO
Meus caros amigos e leitores, a mega crise militar sumiu do noticiário, e seus aspectos jurídicos são solenemente ignorados em nome da “justiça super corrupta” - e, nessa particular visão do que é justo, o terrorismo e os bandidos petralhas assumem a estranha e meldicre condição de algoz exemplar da tortura. Isso é realmente muito estranho.
Seria cômico, se não fosse trágico, super bandidos, que nas décadas de 60 e 70, assaltaram, sequestraram, assasinaram, milhares de pessoas, hoje querem dar uma de honestos e democratas.
Esses canalhas, bandidos e palhaços do Planalto, não passam de meros gângster e mega assasinos, que vivem fazendo o mal ao país e ao povo brasileiro e ainda vivem locupletando-se do erário público. Todos esses bandidos amaldiçoados devem ir para cadeia, e serem condenados a prisão perpétua, pois já passaram dos limites do tolerável.
Bom Domingo para todos.
Fica chato ter de começar o texto lembrando as famosas “exceções de sempre”, mas é inevitável. Então vamos lá: com as famosas exceções de sempre, a chamada grande imprensa decidiu se comportar como linha auxiliar do governo Molusco. E nem por isso os “bandidos e corruptos Franklin boys” pararam de atacar os grandes veículos de comunicação, acusando-os de fazer jornalismo de oposição. Estão trabalhando. Sabem que sua patrulha é bem-sucedida. E que se note, hein: parte do jornalismo cede à vigilância, mas outra parte adere por convicção ou interesse.
Vejam o que aconteceu com o qüiproquó armado pelos revanchistas, com a anuência de Molusco, que levaram o governo a maior crise militar do país: o assunto sumiu do noticiário. E, quando esteve presente, ainda foi porcamente tratado. Todos os decretos assinados pelo presidente tem o “nihil obstat” da Casa Civil. Logo, o texto que cria a tal Comissão da Verdade tem as digitais de Dilma Rousseff, titular da pasta e candidata do PT à Presidência. O fato foi praticamente omitido. Como se omite também a participação direta de Franklin Martins, hoje uma espécie de primeiro-ministro para assuntos políticos, no imbróglio.
O assunto não está resolvido, o descontentamento entre os militares é grande - até porque foram trapaceados -, mas o assunto foi para a geladeira. Afinal, vocês sabem, ninguém quer dar a impressão de que é crítico de um governo tão… popular! Popularidade agora dá licença para o governo fazer bobagem. E a tal Comissão da Verdade é uma dessas vigarices políticas ímpares. Sua estupidez não é matéria de avaliação ou gosto: é matéria de fato. E vou demonstrar por quê.
Antes, no entanto, que me apegue às questões as mais objetivas, que não dependem de escolhas de natureza política ou ideológica, faço questão de expressar um ponto de vista que é político, que é ideológico. Não fosse por outra razão, que seja por esta: faço questão de deixar claro, no meu primeiro texto de 2010, que busco evidenciar com clareza ainda maior quais são os marcos deste blog. Então lá vai, em negrito - as questões legais vêm depois:
Ainda que houvesse sentido jurídico na revisão da Lei da Anistia e que os torturadores de então - ou seus colaboradores e/ou incentivadores - pudessem ser chamados ainda hoje de torturadores (dada a imprescritibilidade do crime), eles não poderiam ser julgados por um tribunal político composto de TERRORISTAS. Se é verdade que um torturador será torturador para sempre, então um terrorista será terrorista para sempre. E estes não podem julgar aqueles.
Aliás, na Constituição brasileira, SÓ O TERRORISMO É IMPRESCRITÍVEL. É uma falha a ser sanada. Basta ler os incisos 43 e 44 do artigo 5º da Constituição:
XLIII - a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura , o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem;
XLIV - constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático.
Aí alguns tontos escrevem: “O que é que os militares têm de se meter nessa história? Que fiquem quietos! Isso é assunto para civis”. Seria caso se tratasse de uma ação corriqueira da política, dentro dos marcos da Constituição. Mas esse decreto não resiste a dois outros incisos do próprio Artigo 5º:
XXXVI - a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada;
XXXVII - não haverá juízo ou tribunal de exceção;
A comissão se constitui num óbvio tribunal de exceção, e a Lei de Anistia produziu efeitos evidentes. Trata-se de uma proposta de inconstitucionalidade arreganhada. Mas não fiquemos só nesses aspectos. Aliás, para fazer o que quer a turma da pesada do governo Lula - Paulo Vannuchi, Dilma Rousseff, Franklin Martins e Tarso Genro -, seria preciso praticamente extinguir o Artigo 5º da Carta. Em dois outros incisos, ele estabelece:
XXXIX - não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal;
XL - a lei penal não retroagirá, salvo para beneficiar o réu;
O crime de tortura só foi definido, como pede a Constituição, em 7 de abril de 1997 (Lei nº 9455), o que já lembrei aqui em vários textos, em especial em um de 4 de novembro de 2008.
E daí que Cezar Britto, presidente da OAB, apóie a tal comissão? Desde quando ele é meu norte ético? Aliás, não é nem meu norte jurídico. Sua opinião nesse caso, como em muitos outros, não tem, entendo, nada de técnica. É pura ideologia. Ele só pode defender seu ponto de vista flagrantemente inconstitucional fazendo um tanto de demagogia. Ora, doutor Britto deveria ter um pouco mais de compostura intelectual. Se quer fazer política, o caminho são as urnas, mas não as da OAB.
Aí dizem alguns retóricos do pé quebrado: “Precisamos conhecer nosso passado para não repeti-lo: tortura nunca mais!” É? E os historiadores desse passado serão os egressos do MR-8? Da VPR? Da ALN? Os terroristas vão estufar o peito de sua moral homicida para caçar torturadores? Por que nós devemos lhes dar tal licença quando sabemos que não é justiça que buscam, mas vingança - e, como sempre, não estão nem aí se jogam ou não o país numa crise política?
Tortura nunca mais? O que faz o doutor Britto e outros amostrados que não se mobilizam para valer contra a tortura que existe nas cadeias contra presos comuns? Ou esses valentes são apenas contra a tortura de presos com bom pedigree ideológico? E o que fazem no grupo dos defensores da Comissão da Verdade alguns dos notórios amigos de Cuba, um dos países em que a tortura é prática corriqueira, cotidiana, também contra presos de consciência?
Não fosse a ilegalidade descarada dessa tal Comissão da Verdade, não fosse a sua flagrante inconstitucionalidade - e isso não é, reitero, matéria de gosto, mas de fato -, há, repito, a questão que é de fundo moral: quem aderiu ao terrorismo não julga quem aderiu à tortura. Se é para ignorar a Lei da Anistia, então que se amplie a lista. Nesse caso, Dilma, em vez de disputar a Presidência, vai para o banco dos réus; Franklin Martins, Paulo Vannuchi e até Carlos Minc, em vez de estarem por aí dando pinta de homens de estado, se juntarão à companheira.
E que se note: é mentira, trapaça, vigarice, afirmar que todos os esquerdistas que recorreram ao terrorismo foram, a seu tempo, punidos. E é um mentira em duas frentes:
A - em primeiro lugar, é mentira porque nem todos foram, de fato, punidos;
B - em segundo lugar, é mentira porque os que sofreram as conseqüências de suas escolhas (com punições legais ou ilegais) foram indenizados pelo estado. Aquela punição, pois, mesmo que legal à época, gerou uma compensação.
COMENTO
Meus caros amigos e leitores, a mega crise militar sumiu do noticiário, e seus aspectos jurídicos são solenemente ignorados em nome da “justiça super corrupta” - e, nessa particular visão do que é justo, o terrorismo e os bandidos petralhas assumem a estranha e meldicre condição de algoz exemplar da tortura. Isso é realmente muito estranho.
Seria cômico, se não fosse trágico, super bandidos, que nas décadas de 60 e 70, assaltaram, sequestraram, assasinaram, milhares de pessoas, hoje querem dar uma de honestos e democratas.
Esses canalhas, bandidos e palhaços do Planalto, não passam de meros gângster e mega assasinos, que vivem fazendo o mal ao país e ao povo brasileiro e ainda vivem locupletando-se do erário público. Todos esses bandidos amaldiçoados devem ir para cadeia, e serem condenados a prisão perpétua, pois já passaram dos limites do tolerável.
Bom Domingo para todos.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
CRISE MILITAR: SEU NOME É DILMA ROUSSEFF
Por Reinaldo Azevedo
Ainda que eu tivesse cometido algumas injustiças com Lula, coisa de que discordo, de uma certamente eu o teria poupado: jamais o considerei um idiota. Nunca! Até aponto a sua notável inteligência política, coisa que não deve ser confundida, obviamente, com cultura. O governo vive, a despeito das negativas, uma crise militar. Que é muito mais grave do que se nota à primeira vista. Ela foi originalmente pensada nas mentes travessas de Tarso Genro, ministro da Justiça, e Paulo Vanucchi, titular da Secretaria Nacional de Direitos Humanos. Mas tomou consistência e corpo nos cérebros não menos temerários da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), candidata do PT à Presidência, e de Franklin Martins, ministro da Comunicação Social, hoje e cada vez mais o Rasputin deste rascunho de czarina que pretende suceder Lula.
O imbróglio não deixa de ser um ensaio geral do que pode ser um governo Dilma. Se vocês acham que a ópera, com o tenor Lula, tem lá seus flertes com o desastre, vocês ainda não sabem do que é capaz a soprano. A crise atual mistura temperamento macunaímico, sordidez e trapaça. Dilma, Franklin e Vanucchi, a turma da pesada que, no passado, optou pelo terrorismo e hoje ocupa posições no alto e no altíssimo escalões da República resolveu dar um beiço nos três comandantes militares. O tiro, tudo indica, saiu pela culatra. E sobrou uma lição aos soldados. Vamos devagar.
Tratemos um pouco do que vocês certamente já sabem e um tanto do que talvez não saibam. Na semana passada, a Secretaria Nacional de Direitos Humanos publicou um decreto, devidamente assinado pelo presidente Lula. Entre outras providências, instituía uma tal Comissão Nacional da Verdade para investigar crimes contra os direitos humanos cometidos durante o regime militar.
Pois bem. A questão havia sido negociada com os comandos militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. E olhem que estes senhores tinham ido bastante longe - e fica a lição: com essa gente, ceder um braço corresponde a ceder os dois, mais as duas pernas e também a cabeça. Os militares aceitaram a criação da tal comissão desde que o texto não restringisse a apuração de violações ao governo militar: também as organizações terroristas de esquerda teriam sua atuação devidamente deslindada.
É preciso dizer com clareza, não? Dilma Rousseff pertenceu a uma organização terrorista, homicida mesmo: a Vanguarda Popular Revolucionária. Franklin Martins também praticou terrorismo. O seu MR-8 seqüestrava e matava. Vanucchi foi da Ação Libertadora Nacional, o que significa dizer que era um servo do Manual da Guerrilha, de Carlos Marighella, um verdadeiro manual de… terrorismo, que pregava até ataques a hospitais e dizia por que os bravos militantes deviam matar os soldados.
Pois bem… Quiseram os fatos que estes três se juntassem, com o conhecimento de Tarso Genro, para redigir - alguém redigiu a estrovenga; falo de aliança política -, aquele decreto. E o combinado com os militares não foi cumprido: além de especificar que a Comissão da Verdade investigaria apenas um lado da batalha, há propostas singelas como estas:
- determina que as leis aprovadas entre 1964 e 1985 sejam simplesmente revogadas caso se considere que elas atentam contra a tal “verdade”;
- determina que os logradouros públicos e monumentos que tenham sido batizados com nome de pessoas ligada ao “regime” sejam rebatizados.
Vocês entenderam direito: Lula assinou um decreto que não só dá um pé no traseiro do alto comando como, ainda, anuncia, na prática, a EXTINÇÃO DA LEI DA ANISTIA - para um dos lados, é óbvio. É isto: eles tentaram rever a tal lei. Viram que isso não é possível. Decidiram, então, dar uma de Daniel Ortega, que mandou suprimir trechos da Constituição de que ele não gosta.
LULA SABIA
Já disse: não tomo Lula por idiota - porque só um idiota não saberia. Mas admito: muita coisa tem as digitais do presidente sem que ele tenha a menor idéia do que vai lá. Isso é possível, sim. É por isso que existe uma CASA CIVIL. Não há - NOTEM BEM: NÃO HÁ - decreto presidencial que não tenha a chancela desse ministério. É uma de suas funções - a rigor, é uma de suas principais tarefas.
Logo, funcionalmente, a responsável pelo texto é Dilma Rousseff. Que já se manifestou a favor da revisão da Lei da Anistia, ainda que dê outro nome ao que quer fazer. A questão é saber se Lula se comportou como um cretino ou como um irresponsável: se assinou algo dessa gravidade na inocência, sem ter sido advertido pela Casa Civil, então foi feito de bobo e tem de demitir Dilma. Se, como imagino, sabia muito bem o que ia lá e decidiu testar a elasticidade ou complacência dos militares, agiu como um irresponsável.
Demissão
Trapaceados, os três comandantes militares decidiram pedir demissão. Os generais de quatro estrelas se reuniram para tratar de um assunto não ligado à profissão pela primeira vez em muitos anos. A tal Comissão da Verdade terá de redigir um projeto de lei para ser enviado ao Congresso dando forma e caráter à tal investigação. Lula tem quatro opções:
1 - deixa o texto como está e negocia com os militares um projeto de lei que contemple a investigação dos dois lados;
2 - muda o decreto e o devolve ao que havia sido negociado;
3 - simplesmente recua do texto na íntegra;
4 - a quarta opção é dizer o famoso “ninguém manda nimim” e deixar tudo como está. Pois é… Só que o “tudo como está” pode significar uma crise sem precedentes, grave mesmo, com possíveis atos de indisciplina.
“A Lei da Anistia é um conquista do povo brasileiro, é seu patrimônio. E de milhares de pessoas que lutaram pela democracia. Por isso, mudá-la, na forma como querem fazer alguns, ou extingui-la é um atentado contra a própria democracia. É constrangedor assistirmos a cenas como essa”, afirma o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), presidente da Frente Parlamentar de Defesa Nacional.
Terão os comandantes militares se esquecido do modo como operam as esquerdas, de sua vocação para o ato sorrateiro, para as ações solertes? Só isso pode explicar aquela primeira concordância com a tal Comissão da Verdade. Do conjunto da obra, resta, pois, essa lição. E também há uma outra: em matéria eleitoral e nessa política que precisa de voto, Dilma é uma teleguiada de Lula: sem ele, ela não existe. Mas Dilma é quem é. E também quem foi. Com um simples decreto, que passou por sua mesa de ministra da Casa Civil, criou-se o mais grave incidente militar do governo Lula. O projeto é tê-la agora na Presidência. Vimos como agem com quem tem armas. Dá para imaginar do que são capazes com quem não tem.
Encerro
O nome da comissão - “da Verdade” - só pode ser coisa de algum piadista infiltrado no grupo. Como não pensar imediatamente em 1984, de George Orwell. Essa gente tem um perfil totalitário de manual; são stalinistas do calcanhar rachado. Querem até rever o batismo de logradouros públicos, num daqueles atos típicos de reescritura da história.
Eis um país com Dilma Rousseff no topo. E com Franklin Martins no topo do topo.
COMENTO
Até que enfim os comandantes militares estão acordando, já não era sem tempo, esse corrupto molusco e toda sua facção exacerbadamente criminosa, vem causando sérios danos ao país e aos militares, um dia eles vão cair do cavalo.
Toda essa quadrilha de gatunos e gângster, que na década de 60 e 70 barbarizou, o nosso país, parece que agora eles querem fazer o mesmo.
Só espero que os oficiais generais, comecem a sair da inércia e resolva aniquilar esses larápios e bandidos de uma vez por toda.
Ainda que eu tivesse cometido algumas injustiças com Lula, coisa de que discordo, de uma certamente eu o teria poupado: jamais o considerei um idiota. Nunca! Até aponto a sua notável inteligência política, coisa que não deve ser confundida, obviamente, com cultura. O governo vive, a despeito das negativas, uma crise militar. Que é muito mais grave do que se nota à primeira vista. Ela foi originalmente pensada nas mentes travessas de Tarso Genro, ministro da Justiça, e Paulo Vanucchi, titular da Secretaria Nacional de Direitos Humanos. Mas tomou consistência e corpo nos cérebros não menos temerários da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), candidata do PT à Presidência, e de Franklin Martins, ministro da Comunicação Social, hoje e cada vez mais o Rasputin deste rascunho de czarina que pretende suceder Lula.
O imbróglio não deixa de ser um ensaio geral do que pode ser um governo Dilma. Se vocês acham que a ópera, com o tenor Lula, tem lá seus flertes com o desastre, vocês ainda não sabem do que é capaz a soprano. A crise atual mistura temperamento macunaímico, sordidez e trapaça. Dilma, Franklin e Vanucchi, a turma da pesada que, no passado, optou pelo terrorismo e hoje ocupa posições no alto e no altíssimo escalões da República resolveu dar um beiço nos três comandantes militares. O tiro, tudo indica, saiu pela culatra. E sobrou uma lição aos soldados. Vamos devagar.
Tratemos um pouco do que vocês certamente já sabem e um tanto do que talvez não saibam. Na semana passada, a Secretaria Nacional de Direitos Humanos publicou um decreto, devidamente assinado pelo presidente Lula. Entre outras providências, instituía uma tal Comissão Nacional da Verdade para investigar crimes contra os direitos humanos cometidos durante o regime militar.
Pois bem. A questão havia sido negociada com os comandos militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. E olhem que estes senhores tinham ido bastante longe - e fica a lição: com essa gente, ceder um braço corresponde a ceder os dois, mais as duas pernas e também a cabeça. Os militares aceitaram a criação da tal comissão desde que o texto não restringisse a apuração de violações ao governo militar: também as organizações terroristas de esquerda teriam sua atuação devidamente deslindada.
É preciso dizer com clareza, não? Dilma Rousseff pertenceu a uma organização terrorista, homicida mesmo: a Vanguarda Popular Revolucionária. Franklin Martins também praticou terrorismo. O seu MR-8 seqüestrava e matava. Vanucchi foi da Ação Libertadora Nacional, o que significa dizer que era um servo do Manual da Guerrilha, de Carlos Marighella, um verdadeiro manual de… terrorismo, que pregava até ataques a hospitais e dizia por que os bravos militantes deviam matar os soldados.
Pois bem… Quiseram os fatos que estes três se juntassem, com o conhecimento de Tarso Genro, para redigir - alguém redigiu a estrovenga; falo de aliança política -, aquele decreto. E o combinado com os militares não foi cumprido: além de especificar que a Comissão da Verdade investigaria apenas um lado da batalha, há propostas singelas como estas:
- determina que as leis aprovadas entre 1964 e 1985 sejam simplesmente revogadas caso se considere que elas atentam contra a tal “verdade”;
- determina que os logradouros públicos e monumentos que tenham sido batizados com nome de pessoas ligada ao “regime” sejam rebatizados.
Vocês entenderam direito: Lula assinou um decreto que não só dá um pé no traseiro do alto comando como, ainda, anuncia, na prática, a EXTINÇÃO DA LEI DA ANISTIA - para um dos lados, é óbvio. É isto: eles tentaram rever a tal lei. Viram que isso não é possível. Decidiram, então, dar uma de Daniel Ortega, que mandou suprimir trechos da Constituição de que ele não gosta.
LULA SABIA
Já disse: não tomo Lula por idiota - porque só um idiota não saberia. Mas admito: muita coisa tem as digitais do presidente sem que ele tenha a menor idéia do que vai lá. Isso é possível, sim. É por isso que existe uma CASA CIVIL. Não há - NOTEM BEM: NÃO HÁ - decreto presidencial que não tenha a chancela desse ministério. É uma de suas funções - a rigor, é uma de suas principais tarefas.
Logo, funcionalmente, a responsável pelo texto é Dilma Rousseff. Que já se manifestou a favor da revisão da Lei da Anistia, ainda que dê outro nome ao que quer fazer. A questão é saber se Lula se comportou como um cretino ou como um irresponsável: se assinou algo dessa gravidade na inocência, sem ter sido advertido pela Casa Civil, então foi feito de bobo e tem de demitir Dilma. Se, como imagino, sabia muito bem o que ia lá e decidiu testar a elasticidade ou complacência dos militares, agiu como um irresponsável.
Demissão
Trapaceados, os três comandantes militares decidiram pedir demissão. Os generais de quatro estrelas se reuniram para tratar de um assunto não ligado à profissão pela primeira vez em muitos anos. A tal Comissão da Verdade terá de redigir um projeto de lei para ser enviado ao Congresso dando forma e caráter à tal investigação. Lula tem quatro opções:
1 - deixa o texto como está e negocia com os militares um projeto de lei que contemple a investigação dos dois lados;
2 - muda o decreto e o devolve ao que havia sido negociado;
3 - simplesmente recua do texto na íntegra;
4 - a quarta opção é dizer o famoso “ninguém manda nimim” e deixar tudo como está. Pois é… Só que o “tudo como está” pode significar uma crise sem precedentes, grave mesmo, com possíveis atos de indisciplina.
“A Lei da Anistia é um conquista do povo brasileiro, é seu patrimônio. E de milhares de pessoas que lutaram pela democracia. Por isso, mudá-la, na forma como querem fazer alguns, ou extingui-la é um atentado contra a própria democracia. É constrangedor assistirmos a cenas como essa”, afirma o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), presidente da Frente Parlamentar de Defesa Nacional.
Terão os comandantes militares se esquecido do modo como operam as esquerdas, de sua vocação para o ato sorrateiro, para as ações solertes? Só isso pode explicar aquela primeira concordância com a tal Comissão da Verdade. Do conjunto da obra, resta, pois, essa lição. E também há uma outra: em matéria eleitoral e nessa política que precisa de voto, Dilma é uma teleguiada de Lula: sem ele, ela não existe. Mas Dilma é quem é. E também quem foi. Com um simples decreto, que passou por sua mesa de ministra da Casa Civil, criou-se o mais grave incidente militar do governo Lula. O projeto é tê-la agora na Presidência. Vimos como agem com quem tem armas. Dá para imaginar do que são capazes com quem não tem.
Encerro
O nome da comissão - “da Verdade” - só pode ser coisa de algum piadista infiltrado no grupo. Como não pensar imediatamente em 1984, de George Orwell. Essa gente tem um perfil totalitário de manual; são stalinistas do calcanhar rachado. Querem até rever o batismo de logradouros públicos, num daqueles atos típicos de reescritura da história.
Eis um país com Dilma Rousseff no topo. E com Franklin Martins no topo do topo.
COMENTO
Até que enfim os comandantes militares estão acordando, já não era sem tempo, esse corrupto molusco e toda sua facção exacerbadamente criminosa, vem causando sérios danos ao país e aos militares, um dia eles vão cair do cavalo.
Toda essa quadrilha de gatunos e gângster, que na década de 60 e 70 barbarizou, o nosso país, parece que agora eles querem fazer o mesmo.
Só espero que os oficiais generais, comecem a sair da inércia e resolva aniquilar esses larápios e bandidos de uma vez por toda.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Molusco tributário: fiscais controlarão movimentação financeira
Por Jorge Serrão
Usando a justificativa aparentemente justa e legal de que precisa conter a elevada sonegação de impostos, o esquema nazipetralha comete mais um grande abuso contra o Estado de Direito. A Super Receita Federal vai empregar o rigor seletivo contra empresas devedoras de tributos. A grande pergunta é: será que a medida valerá também contra os empresários “amigos” do $talinácio Molusco da Silva? Ou só os “inimigos” e “potenciais adversários” serão importunados, pela máquina de corrupção dos Petralhas.
Em um esquema de fazer inveja ao stalinismo econômico soviético, a partir de janeiro, auditores do Leão atuarão diariamente, dentro das firmas classificadas de “inadimplentes sistemáticas”. Os fiscais vão controlar, com rigor, o caixa e a movimentação financeira da empresa-alvo. A prova do abuso estatal contra os empresários fica evidente na promessa-ameaça do subsecretário da Receita, Marcos Neder: “Estão vindo algumas maldades por aí. Aos poucos, vocês vão ver”.
Neder explicitou o terror fiscal: "É uma medida de exceção pela qual a Receita vai controlar a boca de caixa da empresa". O governo $talinácio criou o Regime Especial de Fiscalização (REF) através de uma Instrução Normativa publicada ontem no Diário Oficial da União que regulamenta artigo da Lei 9.430, de 1996. Neder alega que a Receita está tentando recuperar crédito tributário de empresas que estão sempre infringindo a lei e continuam operando.
Além da fiscalização ininterrupta, as empresas alvo terão reduzidos à metade os períodos de apuração e os prazos de recolhimento dos tributos. As empresas passarão por um controle eletrônico diário. As emissões de documentos comerciais e fiscais da movimentação financeira ficarão sob controle dos auditores. A multa é de 150% do valor sonegado.
Segundo Neder, o alvo do "regime de exceção" são as devedoras contumazes, frequentemente autuadas pela Receita, mas que continuam operando, em prejuízo das concorrentes que cumprem as obrigações fiscais. O negócio é esperar para ver se não tem nenhuma empresa amiga do rei $talinácio que se enquadre neste perfil traçado pelo fisco.
COMENTO
Meus prezados amigos e leitores deste humilde blog, tudo que esse governo corrupto e bandido, poder fazer para sugar as empresas e os contribuintes, ele irá fazer, visto a ganância da máquina de corrupção e bandidagem dos PETRALHAS, não tem limites. É notório e gritante a sede de extorção duplamente qualificada, criminosa e de elevada bandidagem desta facção exacerbadamente danosa que se encontra no poder da República, cometendo todos os tipos de atrocidades e bandidagens possíveis e impossíveis. Causa-me estranheza a leniência das autoridades brasileiras com essa quadrilha de gâgster, assassinos e bandidos, que se encontra nos três poderes da República, para locupletar-se do erário público. Os Arrudas e os palhaços do planalto não tem limites memos. Só não ver quem não quer, certo senhoras e senhores?
Por Jorge Serrão
Usando a justificativa aparentemente justa e legal de que precisa conter a elevada sonegação de impostos, o esquema nazipetralha comete mais um grande abuso contra o Estado de Direito. A Super Receita Federal vai empregar o rigor seletivo contra empresas devedoras de tributos. A grande pergunta é: será que a medida valerá também contra os empresários “amigos” do $talinácio Molusco da Silva? Ou só os “inimigos” e “potenciais adversários” serão importunados, pela máquina de corrupção dos Petralhas.
Em um esquema de fazer inveja ao stalinismo econômico soviético, a partir de janeiro, auditores do Leão atuarão diariamente, dentro das firmas classificadas de “inadimplentes sistemáticas”. Os fiscais vão controlar, com rigor, o caixa e a movimentação financeira da empresa-alvo. A prova do abuso estatal contra os empresários fica evidente na promessa-ameaça do subsecretário da Receita, Marcos Neder: “Estão vindo algumas maldades por aí. Aos poucos, vocês vão ver”.
Neder explicitou o terror fiscal: "É uma medida de exceção pela qual a Receita vai controlar a boca de caixa da empresa". O governo $talinácio criou o Regime Especial de Fiscalização (REF) através de uma Instrução Normativa publicada ontem no Diário Oficial da União que regulamenta artigo da Lei 9.430, de 1996. Neder alega que a Receita está tentando recuperar crédito tributário de empresas que estão sempre infringindo a lei e continuam operando.
Além da fiscalização ininterrupta, as empresas alvo terão reduzidos à metade os períodos de apuração e os prazos de recolhimento dos tributos. As empresas passarão por um controle eletrônico diário. As emissões de documentos comerciais e fiscais da movimentação financeira ficarão sob controle dos auditores. A multa é de 150% do valor sonegado.
Segundo Neder, o alvo do "regime de exceção" são as devedoras contumazes, frequentemente autuadas pela Receita, mas que continuam operando, em prejuízo das concorrentes que cumprem as obrigações fiscais. O negócio é esperar para ver se não tem nenhuma empresa amiga do rei $talinácio que se enquadre neste perfil traçado pelo fisco.
COMENTO
Meus prezados amigos e leitores deste humilde blog, tudo que esse governo corrupto e bandido, poder fazer para sugar as empresas e os contribuintes, ele irá fazer, visto a ganância da máquina de corrupção e bandidagem dos PETRALHAS, não tem limites. É notório e gritante a sede de extorção duplamente qualificada, criminosa e de elevada bandidagem desta facção exacerbadamente danosa que se encontra no poder da República, cometendo todos os tipos de atrocidades e bandidagens possíveis e impossíveis. Causa-me estranheza a leniência das autoridades brasileiras com essa quadrilha de gâgster, assassinos e bandidos, que se encontra nos três poderes da República, para locupletar-se do erário público. Os Arrudas e os palhaços do planalto não tem limites memos. Só não ver quem não quer, certo senhoras e senhores?
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
"A AÇÃO DOS INCAPAZES E BANDIDOS PETRALHAS".
Por Jorge Serrão
Alguns traços culturais são inequívocos no Brasil: a incapacidade dos representantes eclesiásticos para reforçar a fé catequética e manter o rebanho unido; a incapacidade acadêmica para manter a ética humanística; a incapacidade política para elaborar um código mínimo de princípios e valores objetivos domésticos; a incapacidade dos empresários para defender a livre iniciativa dos assaltos do estado, cada dia maior e mais controlador.
O santo dogma da redemocratização tem um sentido pernicioso, visto por poucos observadores como malabarismo semântico, implantado pelos defensores da Nova Ordem Mundial. O objetivo da redemocratização é político. O objetivo de construir uma democracia tem características culturais, filosóficas, morais, educacionais, apoiadas no desenvolvimento econômico independente, livre das peias do estado controlador.
A Europa acaba de sacramentar o tratado de Lisboa. Os 27 estados da União Européia, passam a ser províncias, que indicam um representante ao Parlamento Europeu, um representante não eleito, mas escolhido pelos políticos “provinciais” no turno do poder. O super estado tem um super primeiro ministro, indicado, não eleito. E uma super ministra de relações exteriores que cuida também das políticas de segurança. Zero democracia participativa. O povo que integra as nações não apita sobre seu destino. O modelo é ditatorial. Globalitário.
Macaqueando a revolução política e econômica da Nova Ordem Mundial, a debilitada mente revolucionária dos americanos latinos, onde as gentes são bombardeadas pela propaganda para acreditar em partidos e políticos personalistas, tem sido desfigurada culturalmente. Já conta com o seu Parlatino, embrião da futura super união totalitária continental.
Melando mais o ambiente, os governantes (ex guerrilheiros e sócios do Foro de São Paulo na quase totalidade) ainda enfrentam outra proposta transnacional, a Alba do guerreiro armamentista Chávez, cujos métodos truculentos e corruptos têm submetido países como o Equador, Nicarágua e Bolívia, insinuando-se agora para o Uruguai.
Para o futuro, entre os blocos de países continentais seguindo este modelo, - europeus, asiáticos, norte americanos, latino americanos, africanos – viveremos num mundo bem delimitado, cada país uma província produtiva a serviço de uma estrutura transnacional, esta sim, com o poder de negociar e unir-se na forma de um super governo mundial.
Sem escolha, sem saída, sem alternativas para os que se identificam com uma nação pátria. Perdida a pátria, perdida a história, perdida a cultural, perdida a religião ancestral. A nova identidade de portugueses, franceses, italianos, etc. hoje está no passaporte da União Européia, com o patronímico “europeu”.
A gente da nação Brasil, com um índice de desenvolvimento humano (IDH) situado em 75, iludida na crença de um país alimentado por mentiras, tem 75% da malha rodoviária em precárias condições. Os governantes abandonaram os projetos ferroviários e hidroviários em benefício do petróleo. Também ocupa o 75º lugar entre os mais corruptos do planeta. E o índice de homicídios é de 26, por cada 100 mortes. Em contraposição no Chile, registra-se 1.9, na Argentina 5.2, nos cenários de guerra na Palestina 4.0.
Em cenários diferentes na Europa e na Ásia, a iniciativa privada livre, contando com investimentos em educação e utilizando amplamente a tecnologia resultante da pesquisa científica, alcançou melhores índices de produtividade o que garantiu menores custos e melhores condições de vida às populações envolvidas. Nosso benefício veio da necessidade de competir com aqueles mercados. E de investimentos externos para explorar o trabalho e as matérias primas com baixo custo.
Os governantes interferem e neste ano de 2009 estamos pagando UM TRILHÃO E 100 BILHÕES de impostos! Pagando ao estado que nos obriga a pagar pelos serviços de saúde, pela educação, pelos pedágios que mantêm algumas rodovias, pela segurança com grades, muros e vigilância eletrônica, pela manutenção das ruas, da iluminação pública, pela gasolina dos carros de polícia, pela segurança privada...
COMENTO
"Meus caros amigos e leitoree, tudo isto amputando os benefícios da economia gerada pela iniciativa privada, em benefício do estado bandido, onde corrupto e corruptor, que cobra valores por serviços que não presta aos pagantes contribuintes.
Os nacionais e homens de bem da nossa nação brasileira são empurrados para os currais da Nova Ordem Mundial. E até o momento temos sido incapazes, tanto quando os partidos, igrejas, associações, políticos, acadêmicos... de gerar uma alternativa diferente das guerras e da escravidão imposta por esses políticos corruptos, nocivos e bandidos.
Os danos causado por essa facção exacerbadamente criminosa e danosa que se encontra no poder da República, são irreversíveis, para nossa frágil nação brasileira.
Causa-me estranheza a leniência das autoridades brasileiras, dos homens de bem do nosso país e das Forças Armadas, com tanta corrupção e bandidagem. LULO-PETRALHA-MOLUSQUIANA-BOLIVARIANA".
Alguns traços culturais são inequívocos no Brasil: a incapacidade dos representantes eclesiásticos para reforçar a fé catequética e manter o rebanho unido; a incapacidade acadêmica para manter a ética humanística; a incapacidade política para elaborar um código mínimo de princípios e valores objetivos domésticos; a incapacidade dos empresários para defender a livre iniciativa dos assaltos do estado, cada dia maior e mais controlador.
O santo dogma da redemocratização tem um sentido pernicioso, visto por poucos observadores como malabarismo semântico, implantado pelos defensores da Nova Ordem Mundial. O objetivo da redemocratização é político. O objetivo de construir uma democracia tem características culturais, filosóficas, morais, educacionais, apoiadas no desenvolvimento econômico independente, livre das peias do estado controlador.
A Europa acaba de sacramentar o tratado de Lisboa. Os 27 estados da União Européia, passam a ser províncias, que indicam um representante ao Parlamento Europeu, um representante não eleito, mas escolhido pelos políticos “provinciais” no turno do poder. O super estado tem um super primeiro ministro, indicado, não eleito. E uma super ministra de relações exteriores que cuida também das políticas de segurança. Zero democracia participativa. O povo que integra as nações não apita sobre seu destino. O modelo é ditatorial. Globalitário.
Macaqueando a revolução política e econômica da Nova Ordem Mundial, a debilitada mente revolucionária dos americanos latinos, onde as gentes são bombardeadas pela propaganda para acreditar em partidos e políticos personalistas, tem sido desfigurada culturalmente. Já conta com o seu Parlatino, embrião da futura super união totalitária continental.
Melando mais o ambiente, os governantes (ex guerrilheiros e sócios do Foro de São Paulo na quase totalidade) ainda enfrentam outra proposta transnacional, a Alba do guerreiro armamentista Chávez, cujos métodos truculentos e corruptos têm submetido países como o Equador, Nicarágua e Bolívia, insinuando-se agora para o Uruguai.
Para o futuro, entre os blocos de países continentais seguindo este modelo, - europeus, asiáticos, norte americanos, latino americanos, africanos – viveremos num mundo bem delimitado, cada país uma província produtiva a serviço de uma estrutura transnacional, esta sim, com o poder de negociar e unir-se na forma de um super governo mundial.
Sem escolha, sem saída, sem alternativas para os que se identificam com uma nação pátria. Perdida a pátria, perdida a história, perdida a cultural, perdida a religião ancestral. A nova identidade de portugueses, franceses, italianos, etc. hoje está no passaporte da União Européia, com o patronímico “europeu”.
A gente da nação Brasil, com um índice de desenvolvimento humano (IDH) situado em 75, iludida na crença de um país alimentado por mentiras, tem 75% da malha rodoviária em precárias condições. Os governantes abandonaram os projetos ferroviários e hidroviários em benefício do petróleo. Também ocupa o 75º lugar entre os mais corruptos do planeta. E o índice de homicídios é de 26, por cada 100 mortes. Em contraposição no Chile, registra-se 1.9, na Argentina 5.2, nos cenários de guerra na Palestina 4.0.
Em cenários diferentes na Europa e na Ásia, a iniciativa privada livre, contando com investimentos em educação e utilizando amplamente a tecnologia resultante da pesquisa científica, alcançou melhores índices de produtividade o que garantiu menores custos e melhores condições de vida às populações envolvidas. Nosso benefício veio da necessidade de competir com aqueles mercados. E de investimentos externos para explorar o trabalho e as matérias primas com baixo custo.
Os governantes interferem e neste ano de 2009 estamos pagando UM TRILHÃO E 100 BILHÕES de impostos! Pagando ao estado que nos obriga a pagar pelos serviços de saúde, pela educação, pelos pedágios que mantêm algumas rodovias, pela segurança com grades, muros e vigilância eletrônica, pela manutenção das ruas, da iluminação pública, pela gasolina dos carros de polícia, pela segurança privada...
COMENTO
"Meus caros amigos e leitoree, tudo isto amputando os benefícios da economia gerada pela iniciativa privada, em benefício do estado bandido, onde corrupto e corruptor, que cobra valores por serviços que não presta aos pagantes contribuintes.
Os nacionais e homens de bem da nossa nação brasileira são empurrados para os currais da Nova Ordem Mundial. E até o momento temos sido incapazes, tanto quando os partidos, igrejas, associações, políticos, acadêmicos... de gerar uma alternativa diferente das guerras e da escravidão imposta por esses políticos corruptos, nocivos e bandidos.
Os danos causado por essa facção exacerbadamente criminosa e danosa que se encontra no poder da República, são irreversíveis, para nossa frágil nação brasileira.
Causa-me estranheza a leniência das autoridades brasileiras, dos homens de bem do nosso país e das Forças Armadas, com tanta corrupção e bandidagem. LULO-PETRALHA-MOLUSQUIANA-BOLIVARIANA".
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