sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

"A DASSAULT EMPRESA QUE FABRICA O RAFALE TENTA EXPLICAR O INESPLICÁVEL"

Meus prezados amigos os ABOMINÁVEIS PETRALHAS, sempre abrem uma janela para o crime, seja nos negocios, ou metendo a mão no erário público literalmente. Vejam o absurdo.

A Dassault, que fabrica francesa do Rafale, reagiu ontem ao que chamou de “ataque das concorrentes” etc e tal e acabou respondendo, vejam que coisa, a uma continha de dividir feita por aqui. “Ataque das concorrentes”??? É um grande absurdo essa máquina de crime dos Petralhas, não conversei com os fabrincantes do Gripen ou do F-18…!!! Só que eu tenho é um calculadora. Vamos ao imbróglio do corruptos do PT. Leiam um trecho de reportagem do Estadão.
Ontem, a Dassault contestou as versões de que estaria fora da concorrência aberta pela Força Aérea Indiana (IAF) e de que sua oferta de preço para a Índia seria quase a metade da apresentada ao Brasil. A empresa alegou que não há definição oficial do valor total da concorrência — extra-oficialmente, avalia-se que chegará a US$ 10 bilhões. O Ministério da Defesa confirmou ontem que o valor dependerá da escolha a ser tomada e que não foi definido um teto.
Depois, a Dassault reconheceu que, em abril de 2009, foi excluída da concorrência da IAF. Mas, em maio, pôde voltar à disputa, que ainda está em fase de avaliação técnica. O governo indiano observa o processo de decisão brasileiro.
Por fim, a Dassault explicou que, em cada contrato de venda, a dimensão do estoque de peças de reposição e o período do apoio logístico variam, conforme os requisitos do comprador, e alteram o cálculo do preço final. De acordo com essa argumentação, comparações ligeiras não seriam confiáveis. Principalmente pela máquina de crimes dos PETRALHAS.

Bem, como se pode notar, era verdadeira a informação de que tinha, sim, sido excluída da concorrência pela Força Aérea Indiana. Voltou depois. Quanto ao dinheiro, nota-se que a Dassault foi menos enfática do que alguns, idiotas, larápios bobalhões que decidiram defender essa facção exacerbadamente criminosa, que se encontra no poder da República. Eu classifico os monstros petralhas como: “bobalhões, bandidos, agressivos, criminosos e idiotas", ainda tentam substimar a inteligência do povo brasileiro.

A Dassault diga o que quiser, o fato é que a Índia anunciou que seu pacote para caças era de US$ 10 bilhões — para 126 unidades. Assim como o do Brasil é de R$ 10 bilhões (DE REAIS, HEIN!) para 36. É ou não muita bandidagem desses amaldiçoados e corruptos petralhas.

E isso torna inevitável a constatação de que, para o Brasil, um Rafale sai quase pelo dobro do preço. A empresa fala das muitas variáveis que entram no preço final, como “a dimensão do estoque de peças de reposição e o período do apoio logístico”. Apesar de ser, assim, uma coisa quase etérea, compreendo.

Mas do que o dobro do preço normal? Só mesmo essa facção exacerbadamente criminosa e danosa, que se encontra no poder da República, para cometer tamanha bandidagem.

Bem meus caros amigos e leitores, já que a decisão está tomada, quem sabe a gente contribua, ao menos, para baixar o preço de cada unidade, não é mesmo senhores? Parece que a máquina de corrupção e bandidagem dos Palhaços do planalto não tem limites mesmo, certo? Espero que as autoridades brasileiras e as Forças Armadas, não aceitem isto. Pelo bem da nação brasileira.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

UMA MISTURA DE BANDIDOS NA CLEPTOCRACIA DO ABOMINÁVEL MOLUSCO

Bem meus amigos, o primeiro bandido da nação brasileira, cujas as bandidagens são elaboradas juntos com o primeiro compadre, a primeira guerrilheira e o primeiro bigode da República, devem voltar a luz da ribalta durante esta semana.

A PANCADA FOI BOA, MAS É PRECISO TOMAR CUIDADO. OS CARAS DE PAU DEVEM ENTRAR NO RINGUE.
Muito bem dada, sem dúvida excelente, a pancada do senador Sérgio Guerra, na esdrúxula e nociva candidata do PT à Presidência, Dilma + que Rousseff. Para os que estavam acostumados à linguagem sempre cálida das medíocres oposições, intimidadas pela popularidade de um apedeuta molusco, parece um sopro de ar fresco ou quente, a depender de como se leia a questão. Mas é bom tomar cuidado com o entusiasmo. Uma vez que esse molusco gatuno, parece que tem sete vidas.

Mas não há como ignorar que os bandidos PETRALHAS querem essa gritaria toda. E o segundo tempo deve vir logo. Não ficará restrito às chicanas do mega corrupto Ricardo Berzoniev, presidente da facção criminosa dos petralhas, que não tem importância nenhuma. Vamos apostar o mindinho que vem falação do “Cara”? As oposições tem toda razão em chamar a fala de Dilma de “baixaria”. É baixaria mentir. É baixaria usar o dinheiro público para fazer campanha. É baixaria precipitar o debate eleitoral. É baixaria cometer bandidagens e locupletar-se do erário público.

Mas convém ter cuidado, reitero. Quem precisa de algum fato novo, hoje, é a comandante guerrilheira Dilma. Quem tem de romper o atual status, é a facção do PT. E, pois, o bate-boca interessa mais aos petistas do que as oposições. A nota de conteúdo correto de Guerra não anula o fato de que ele se expôs ao contra-ataque na entrevista à VEJA. Respondeu com dureza. Agora é hora de esfriar o confronto.

Por enquanto, quem está perdendo a eleição é a facção criminosa dos PETRALHAS. Caso se ignore esse fato, caindo na conversa mole deles e do jornalismo amigo, as oposições correm o risco de se deixar pautar pela arruaça bandida e eleitoreira, o que é bem próprio da máquina criminosa dos PETRALHAS.

SÉRGIO VAI À GUERRA: “DILMA MENTE, OMITE, DISSIMULA E TOMA PARA SI OBRAS ALHEIAS”
O Senador Sérgio Guerra (PE), emitiu uma dura nota criticando afirmações recentes da candidata do PT à Presidência, COMANDANTE GUERRILHEIRA Dilma Rousseff, que, circunstancialmente, também é digamos ministra da Casa Civil. Segundo a petista, se os tucanos ganharem a eleição em 2010, vão extinguir o PAC e o Bolsa Família. “Dilma mente”, reage Sérgio Guerra. Leia íntegra da nota:

NOTA À IMPRENSA

Dilma Rousseff mente. Mentiu no passado sobre seu currículo e mente hoje sobre seus adversários. Usa a mentira como método. Aposta na desinformação do povo e abusa da boa fé do cidadão.

Mente sobre o PAC, mente sobre sua função. Não é gerente de um programa de governo e, sim, de uma embalagem publicitária que amarra no mesmo pacote obras municipais, estaduais, federais e privadas.

Mente ao somar todos os recursos investidos por todas essas instâncias e apresentá-los como se fossem resultado da ação do governo federal. Apropria-se do que não é seu e vangloria-se do que não faz.

Dissimulada, Dilma Rousseff assegurou à Dra. Ruth Cardoso que não tinha feito um dossiê sobre ela. Mentira! Um mês antes, em jantar com 30 empresários, informara que fazia, sim, um dossiê contra Ruth Cardoso.

A mega guerrilheira durante anos, mentiu sobre seu currículo. Apresentava-se como mestre e doutora pela Unicamp. Nunca foi nem uma coisa nem outra. Só foi doutora de crimes, Além de mentir, Dilma Rousseff omite. Esconde que, em 32 meses, apenas 10% das obras listadas no PAC foram concluídas - a maioria tocada por estados e municípios. Cerca de 62% dessa lista fantasiosa do PAC (PONTO ALTO DA CORRUPÇÃO DOS PETRALHAS), 7.715 projetos ainda nem saíram do papel. São super bandidos que mentem o tempo todo.

Outra característica da guerrilheira Dilma Rousseff é transferir responsabilidades. A culpa do desempenho medíocre é sempre dos outros: ora o bode expiatório da incompetência e da bandidagem gerencial são as exigências ambientais, ora a fiscalização do Tribunal de Contas da União, ora o bagre da Amazônia, ora a perereca do Rio Grande do Sul. Essa quadrilha de gângster sempre arruma um culpado para suas bandidagens.

Assume a obra alheia que dá certo e esconde sua autoria no que dá errado. Dilma Rousseff se escondeu durante 21 horas após o apagão. Quando falou, a ex-ministra de Minas e Energia, chefe do PAC, promovida a gerente do governo, não sabia o que dizer, além de culpar a chuva e de explicar que blecaute não é apagão.

Até hoje, Dilma Rousseff também se recusou a falar sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos, com todas as barbaridades incluídas nesse Decreto, que compromete a liberdade de imprensa, persegue as religiões, criminaliza quem é contra o aborto e liquida o direito de propriedade. Um programa do qual ela teve a responsabilidade final, na condição de ministra-chefe da Casa Civil.

Está bem claro, portanto, que mentir, omitir, esconder-se, dissimular e transferir responsabilidades são a base do discurso da máquina de corrupção do PT e da abominável comandante das várias facções criminosas dos anos 60, Dilma Rousseff. Mas, ao contrário do que ela pensa, o Brasil não é um país de bobos, a sociedade brasileira está ficando atenta as bandidagens LULO-PETRALHAS-MOLUSQUANAS. E as autoridades brasileiras e as nossas Forças Armadas muito em breve sairão da inércia.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

DILMA, E A FANTASIA DO PAC: (PONTO ALTO DA CORRUPÇÃO DOS PETRALHAS).

Por Reinaldo Azevedo

O PAC, como é óbvio, como é notório, como revelam os números, não existe. Nunca existiu. O “1″ sempre foi uma ficção, e o “2″ é só uma piada. Para relembrar: o governo chamou PAC a um conjunto de obras de infra-estrutura públicas e privadas e da área social. O que é bobagem é a suposição de que houve um “Programa de Aceleração do Crescimento”. De fato, um conjunto de incompetências mais concorreu para retardá-lo do que para apressá-lo.

A comandante Dilma foi à inauguração de uma barragem em Jenipapo de Minas, no Vale do Jequitinhonha, e deitou falação: “O próprio presidente do partido de oposição disse que acabaria com o PAC como uma das medidas que seriam tomadas, porque o PAC não existe. O que é muito grave, porque nós estamos aqui inaugurando uma obra concreta e essa é uma questão que nós não podemos deixar”. Sua fala merece censura porque faz supor que a tal barragem não existiria sem o suposto programa. Ora, quer dizer que, não existisse essa marca-fantasia, o governo ficaria de braços cruzados? Então teria sido eleito pra quê? Dilma está enganando o público.

Mas ela não pode ser criticada por explorar um erro grotesco cometido pelo presidente do PSDB, Sérgio Guerra, na entrevista concedida à VEJA na semana passada. Raramente alguém disse tantas inconveniências em espaço tão curto. A que se refere a candidata do PT? A esta fala de Guerra: “O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) não se realizou. Não há prioridades programáticas, só números inflados. Apenas os projetos eleitoreiros, os que têm padrinhos políticos, estão andando. As estradas estão esburacadas, os aeroportos estão na iminência de outro apagão, a infraestrutura de transportes, como os portos, foi entregue a políticos e a grupos de pressão. Isso é o PAC na realidade - e nós vamos acabar com ele.”

Ele está certíssimo. Só que afirmar o “Nós vamos acabar com ele” é de uma ingenuidade espantosa para alguém com a sua experiência. Em primeiro lugar, porque está chutando. Já há, por acaso, programa de governo redigido? Em segundo, porque é claro que o PT faria o que está fazendo Dilma: “Olhem, essa barragem é PAC; eles querem acabar com o PAC”; “Esse apartamento é PAC; eles querem acabar com o PAC…” A petista aproveitou até para dizer que o PSDB já quis extinguir o Bolsa Família, o que é apenas uma mentira. Até porque foi o criador dos programas reunidos sob este apelido. O Bolsa Família e o PAC são, na prática, a mesma coisa: dois nomes-fantasia.

Naquela mesma entrevista, na resposta anterior, Sérgio Guerra ainda fez especulações, nada além disso, sobre mudanças na política monetária e na política cambial… Erro, erro, erro atrás de erro. E que se note: quando escrevo isso, não estou sugerindo que os tucanos devam esconder o que vão fazer. Estou recomendando que parem de especular sobre o nada. Porque ainda não há nada.

Querem se opor ao governo Lula? Eles têm aí o Programa Nacional dos Direitos Humanos, por exemplo. Por que não separam do texto o que presta — até se defendem direitos humanos ali… — e colaboram para desmoralizar o que não presta? A reação até agora foi, para dizer pouco, medíocre. A única figura da oposição que entrou para valer no debate foi a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), mas o fez como presidente da CNA. O DEM também ficou comendo mosca. Houve reação de desagrado aqui e ali, uma nota, mas nada correspondente à gravidade da questão.

O PSDB ainda não entrou pra valer na campanha, como é notório, mas já cometeu um erro monumental. É bom alguém reunir a tigrada para decidir uma estratégia. Sair falando pelos cotovelos o que dá na telha é expor-se ao contra-ataque. Pode-se, pois, criticar Dilma pelas mentiras ditas, mas não por jogar no erro do adversário.

COMENTO
Bem meus amigos, o PSDB é um partido tão medíocre, que não serve nem para fazer oposição a super facção criminosa dos bandidos, canalhas e gângster dos petralhas.

Desde do início deste digamos 'programa' PAC, que tenho afirmando que ele é puramente eleitoreiro, e seus corruptos e bandidos idealizadores tem como propósito: enganar o povo, cometer corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha e peculato.

Nos primordios deste programa, o abominável, terrivel e desqualificado molusco por diversas vezes inaugurou vários terrenos baldios, onde não existia nada, apenas uma máquina limpando o terreno. Alguns integrantes do PT, pagos por esta facção exacerbadamente criminosa que se encontra no poder da República, agrumeravam-se em torno do primeiro bandido e amigo do primeiro compadre da nação brasileira, para aplaudi-lo. Isso foi simplesmente, substimar a inteligência do povo do nosso país.
Até que esse tipo de bandidagem abrúpta foi percebido pelo Judiciário brasileiro, e foi proibida.

Más as bandidagens deste governo corrupto, não para por aí, todos os dias surgem dezenas de outras maracutaias, cometidas pelos palhaços do planalto, e a nação brasileira assiste tudo isso estarrecida e de forma impotente, sem nada poder fazer, somente a espera das Forças Armadas para dar um basta nisto tudo que aí está.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

DE STÁLIN AOS PETRALHAS, COMO DEFENSORES DOS DIREITOS HUMANOS

Por Reinaldo Azevedo

Já não temos a menor dúvida sobre o que querem os besouros que o povo chama carinhosamente de “rola-bosta”: censurar a imprensa e mamar nas tetas do estado. Mas, em breve, eu lhes mostrarei essa verdade pela boca dos próprios, numa nada surpreendente, mas sempre espantosa, confissão. Vocês vão adorar. Aguardem um pouco.

Esses notáveis, abomináveis e sujos, petistas democratas fizeram o debate regredir à Rússia de 1918, no ano seguinte ao golpe bolchevique. Mostram-se ainda mais ortodoxos, nas sua defesa da doutrina liberticida, do que o Stálin de 1936 ou a burocracia soviética de 1977.

Na primeira constituição soviética, de 1918 — na verdade, ainda da República Socialista Federativa Soviética da Rússia (Íntegra aqui) —, lia-se sobre a imprensa:
Com o objetivo de assegurar a liberdade de expressão às massas trabalhadoras, a República Socialista Federativa Soviética da Rússia abole a dependência que a imprensa tem do capital e transfere aos trabalhadores e aos camponeses os meios técnicos necessários para a publicação de jornais, panfletos livros etc e garante sua livre circulação em todo o país.

Sim, os besourões sonham com o verbo “abolir” aplicado no contexto acima. E se apresentam como os “trabalhadores e camponeses” que receberão, então, os meios técnicos adequados para fazer a “imprensa popular”. A maioria não trabalha e vive do dinheiro público. E a totalidade deles, incluindo João Pedro Stédile, deve imaginar que melancia nasce em árvore. Estes são os nossos “proletários” e os nossos “camponeses”.

Se o camarada Stálin lesse as propostas da tal Confecom (Conferência de Comunicação) ou do Programa Nacional dos Direitos Humanos, versão 3.0, ou, ainda, os textos preliminares da Conferência de Cultura, talvez dissesse: “O que é isso, companheiro? Vamos mais devagar. A Constituição soviética de 1936 (íntegra aqui) conseguia ser mais mansa com a liberdade de expressão do que a turma de Paulo Vannuchi, Dilma Rousseff e Franklin Martins. Leiam o Artigo 125:
Em conformidade com os interesses dos trabalhadores e com objetivo de fortalecer o sistema socialista, a lei garante aos cidadãos da URSS:
Liberdade de expressão;
Liberdade de imprensa;
Liberdade de reunião;
Liberdade de manifestação de rua;
Esses direitos civis estão garantidos porque se encontram à disposição dos trabalhadores e de suas organizações impressoras, papel, prédios públicos, ruas, meios de comunicação e outras condições materiais necessárias para o exercício desses direitos.

A Carta elaborada pela burocracia socialista em 1977 (aqui) foi um pouco mais sintética, mas também desagradaria aos nossos esquerdistas em sua mansidão:
De acordo com o interesse do povo e com o objetivo de fortalecer e fomentar o sistema socialista, é garantida aos cidadãos da URSS a liberdade de expressão, de imprensa, de reunião e de manifestação.

Também esse texto afirma que os trabalhadores têm à sua disposição os meios técnicos e aparelhos do estado para disseminar informações e a oportunidade de usar a imprensa, a TV e o rádio.

Mentira essencial
Bem, qual era a mentira essencial da URSS nesse particular — sempre observando que todo o sistema era fraudulento? Onde se lê “trabalhadores” ou “camponeses”, deve-se ler a burocracia do Partido Comunista. E isso era verdade em 1918, em 1936 ou em 1977. Também os nossos esquerdistas se querem porta-vozes dos trabalhadores. Quando pregam o “controle social da mídia”, estão falando de uma mídia que seja controlada por eles próprios — que passam a ser, então, a sociedade. Exagero? Vou provar que não! Vou exibir aqui uma formidável confissão.

A lembrança desses trechos de constituições soviéticas nos é útil porque dá, vamos dizer, paternidade histórica às proposta feitas pelos besourões — e todos sabemos o paraíso que lá se construiu. E olhem que afetavam bons propósitos, hein!? Os nossos stalinistas pançudos já não se dão o trabalho de disfarçar suas pretensões. Querem arreganhar os dentes já no texto legal — o que nem Stálin ousou fazer.

Vão conseguir? Não sei. Dilma Rousseff na Presidência da República é a melhor promessa que eles têm de lograr o seu intento. O Programa Nacional de Direitos Humanos passou pela Casa Civil. Ela é mais responsável pelo conteúdo final do documento do que Paulo Vannuchi. Ela é a esperança dos besourões. É a chance da revanche com que contam esquerdistas, oportunistas e dinheiristas vivaldinos de serviços. O tal programa é só uma espécie de síntese das pretensões da ex-militante da VPR e seus aliados oriundos da ALN e do MR-8.

COMENTO

Meus caros amigos e leitores, estes bandidos, canalhas e amaldiçoados PETRALHAS que estão no poder da República tem como metas principais de suas administrações o: banditismo institucionalizado e a corrupção edêmica.

Isto já está muito claro para toda sociedade brasileira, até o Judiciário já está entendendo os métodos nocivos e corruptos, dessa abominável quadrilha de gângster que está no poder, cometendo todos os tipos de bandidagens possíveis.

Ainda causa-me estranheza a leniência de algumas autoridades brasileiras, com esses super bandidos ezecráveis que estão no poder da República com o próposito de locupletar-se do erário público, conforme vem sendo mostrado nos telejornais de todo país, desde do ano passado.

Bem a máquina de corrupção, gatunagem e bandidagem do PT, certamente não vai parar nunca, vai chegar uma hora que as autoridades brasileiras e as Forças Armadas terão que dar um basta, nisto tudo que estamos vendo no nosso país. Só não ver quem não quer. Certo?

sábado, 16 de janeiro de 2010

O SAMBA-DO-ESQUERDISTA-DOIDO

Por Reinaldo Azevedo

Nesta edição, A VEJA traz uma reportagem sobre um assunto que, desde o fim do ano passado, está presente no noticiário e ao qual você, leitor, talvez não tenha prestado atenção suficiente: a crise detonada pelo lançamento do terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos. Sim, já estamos no terceiro programa. O primeiro foi lançado em 1996 e o segundo, em 2002, ambos no governo de Fernando Henrique Cardoso. A ideia de ter um programa desses, atualizado de tempos em tempos, surgiu depois que o Brasil presidiu o comitê de redação da Conferência Mundial de Direitos Humanos, realizada em Viena, em 1993, que legou uma orientação nesse sentido aos países participantes. A primeira versão, com 228 itens, propunha basicamente ações capazes de proteger índios, negros, crianças, detentos ou pessoas submetidas a trabalho forçado, entre outros grupos. Uma de suas consequências foi a criação da Secretaria Nacional de Direitos Humanos. Seis anos depois, em 2002, o segundo programa trazia 518 metas, mais específicas e detalhadas. Incluía melhorar a vida de dependentes químicos e portadores do vírus HIV, por exemplo.

O terceiro plano, feito sob os auspícios do secretário Paulo Vannuchi e assinado pelo presidente Lula, elevou o número de ações programáticas para 523. O catatau conta com seis eixos, 25 diretrizes e 82 objetivos estratégicos. Como só quem participou de sua confecção o leu antes, as reações foram surgindo ao longo dos dias que se seguiram ao seu lançamento. Descobriu-se que foram contrabandeadas para o programa propostas estarrecedoras, inconstitucionais. Uma delas revoga a Lei da Anistia, de 1979, conquista da sociedade brasileira que permitiu o retorno ao estado de direito depois de duas décadas de regime militar. Outra contém claras ameaças à liberdade de imprensa. Uma terceira limita o papel da Justiça nos conflitos entre proprietários e invasores de terras - o que favorece estes últimos e representa um atentado contra o direito à propriedade. E por aí vai. A maneira como o programa foi elaborado está errada, evidentemente. Ninguém ouviu os reais interessados. Espera-se, agora, que o Congresso tenha a sabedoria de dividir esse calhamaço em partes a ser analisadas minuciosamente, visto que tanto aprová-lo como rejeitá-lo por inteiro renderiam grandes problemas mais à frente. Que se acate o que é direito humano, de fato, e se enterre o que não passa de proselitismo, revanchismo e tentação autoritária.

OS COVARDES E BANDIDOS PETRALHAS - ELES TÊM OUTROS PLANOS

Por trás do polêmico Programa Nacional de Direitos Humanos está a recorrente tentativa dos radicais do governo de impor medidas autoritárias. Só que agora esses bandidos miram o futuro pós-Lula.
A CUT, O MST, a UNE e muitas outras entidades lançaram ontem um manifesto em defesa do Programa Nacional de Direitos Humanos III — aquele, vocês sabem — e do ministro Paulo Vannuchi. O texto é longo longuíssimo. Reproduzo abaixo um paragrafão, conforme o original, que é o verdadeiro samba-do-esquerdista-doido-holístico-jurássico-pré-moderno. Leiam e vejam se vocês consideram que é o caso de ministrar Haldol ou se basta dar uma moedinhas. Ah, sim: o texto desanca aqueles que disseram não ter lido o documento antes que ele viesse a público. Vai ver estão se referindo ao Molusco e Dilma, né?

Explicitando alguns outros detalhes que envolvem a integralidade do PNDH 3, nós, organizações, movimentos e militantes de São Paulo, entendemos que as reações veiculadas pela grande mídia comercial, com origem, em sua maioria, nos mesmos setores conservadores de sempre, devem ser tomadas como expressão de que o Programa tocou em temas fundamentais e substantivos, fazendo cair a máscara anti-democrática desses setores. Essas posições põem em evidência para toda a sociedade as posturas refratárias aos Direitos Humanos, ainda lamentavelmente tão disseminadas, e que se manifestam no patrimonialismo - que quer o Estado exclusivamente a serviço de interesses dos setores privados; no apego à propriedade privada, mas apenas para alguns - sem que seja cumprida a exigência constitucional de que ela cumpra sua função social; no revanchismo de setores civis e militares - que insistem em ocultar a verdade sobre o período da ditadura militar e em inviabilizar a memória como bem público e direito individual e coletivo; na permanência da tortura até hoje- mesmo que condenada pela lei; na impunidade - que livra “colarinhos brancos” e condena “ladrões de margarina”; no patriarcalismo - que violenta crianças e adolescentes, e serve de alicerce para o machismo - que mantém a violência contra a mulher e sua submissão a uma ordem que lhes subtrai o direito de decisão sobre seu próprio corpo (como a descriminalização do aborto), lhes impõe salários sempre menores que os dos homens, ou a situações de violência em sua própria casa; no racismo - que discrimina negros, indígenas, ciganos e outros grupos sociais; nas discriminações contra outras orientações sexuais que não sejam apenas a heterossexualidade (considerada o único padrão de “normalidade” em termos sexuais) - estigmatizando a homossexualidade (masculina ou feminina), a bissexualidade, os travestis ou transexuais, e todas as demais manifestações de homoafetividade - o que impede o reconhecimento dos casamentos, ligações e constituição de famílias fora das “normas” (atualizadas ou não) do velho patriarcado supostamente sempre heterossexual, monogâmico e monândrico; na falta de abertura para a liberdade e diversidade religiosa - que impede o cumprimento do preceito constitucional da laicidade do Estado; no elitismo - que se traduz na persistência da desigualdade em nosso País como uma das piores do mundo e, enfim, na criminalização da juventude e da pobreza, e na desmoralização e criminalização de movimentos sociais e de defensores de direitos humanos.

Que mundo horrível! O negócio é a gente se mudar para Cuba, onde não existem manifestos como esse — se é que vocês me entendem. Ah, sim: o evento aconteceu no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, devidamente decorado com um cartaz promocional do filme “Lula, o Filho do Brasil“. O sindicato apóia o plano, claro. Afinal, o texto considera a obrigatoriedade do diploma de jornalista um “direito humano” e defende a censura à imprensa. O que mais pode esperar um jornalista de sindicato? Ora, um cartório que exija carteirinha e que decida o que pode e o que não pode ser escrito…

Destaco algumas outras entidades que assinam esse maravilhoso manifesto:
Ilê Asé Orisá Osun Dewi; Ilê Ase Oju Omi Iya Ogunte - SP; Ilê Iyalase Iyalode Osun Apara Oromilade - Praia Grande; Tupã Oca Do Caboclo Arranca Toco; Núcleo Caboclo Flecha Dourada.


COMENTO

"MEUS PREZADOS AMIGOS, O ÓDIO E O REVANCHISMO DOS PETRALHAS É SIMPLESMENTE ABOMINÁVEL

Fico a imaginar o ódio e o revanchismo desses petistas canalhas e estas quadrilhas de esquerda têm de alguns setores da sociedade. Imaginem: os bandidos não estão aparelhados para entender a democracia. Certo? A sua equação é muito simples: se ganharam as eleições, então podem fazer o que lhes dá na telha - afinal, obtiveram a maioria… Aí vêm alguns chatos e dizem: “Errado! Não ganharam para impor a sua vontade, mas para governar segundo regras”. E eles ficam ensandecidos: “Mas como?” Pois é: esses bandidos e canalhas vão ter de seguir a Constituição. Não tem outro jeito.

BEM PROCESSO IRREGULAR É PARCEIRO DA IMPUNIDADE, CERTO MEUS AMIGOS?
Rigorosamente quando parte da Operação Satiagraha foi suspensa eu afirmei que tinha sido um grande erro. Estamos vivendo um momento particularmente infeliz em parte da Justiça e da Polícia Federal. Autoridades que têm a obrigação de fazer SÓ O QUE ESTÁ NA LEI estão recorrendo a métodos heterodoxos. Esses métodos fatalmente serão condenados em tribunais superiores; mesmo assim, são empregados. Quando os ministros fazem o óbvio, os que recorreram a irregularidades, alguns inocentes úteis e algumas notórias expressões do subjornalismo saem gritando: “Impunidade!”, e os canalhas e bandidos (PETRALHAS DANTAS), ainda saem fortalecidos dos crimes que praticaram. ISTO É UM ABSURDO SEM PRECEDENTE NA HISTÓRIA DO NOSSO PAÍS.

A máquina de bandidagem e de crimes da facção dos petralhas continua a todo vapor desta vez cometendo outras atrocidades como: tiraram do ar os blogs que fazem oposição ao corrupto governo. LULO-PETRALHA-MOLUSQUIANO".

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

MILITARES IMPUSERAM A LULA A MAIOR DERROTA DESDE A REDEMOCRATIZAÇÃO. E NÃO FOI SEM MOTIVO!

Por Reinaldo Azevedo

Ontem, eu apontei uma óbvia derrota do governo ao ter de mudar o famigerado decreto — na verdade, editou um outro reformando o primeiro — que supostamente trata dos direitos humanos. Estou contente com o que ainda está naquela porcaria? É claro que não! Deixei claro lá: é só o começo. A evidência de que Lula foi obrigado a fazer o que não queria está no fato de que alguns blogueiros de aluguel insistem na tese de que nada mudou; de que Lula venceu, e Jobim e os militares teriam sido derrotados. É ridículo!

Em relação aos militares, o recuo não poderia ter sido mais vexaminoso. A investigação das violações dos direitos humanos “no contexto da repressão política” virou “violações de direitos humanos praticadas no período fixado no art. 8º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição”. Oba! Alguém se lembrou só um pouquinho da Constituição! Sabem o que isso significa? Que a tal comissão se dedicará a um levantamento arqueológico — sem revisão da Lei da Anistia, conseqüências legais ou afins — de crimes políticos cometidos entre, calculem!, 1946 e 1988!!!

Alguém perguntará: “Reinaldo, qual a chance de uma comissão como essa examinar também os crimes da esquerda?” Reposta: zero! Seja o governo vindouro petista ou tucano, a ladainha será a mesma. Os adoradores de falsos mártires e de cadáveres continuarão a contar a sua gesta falsificada, fingindo-se de grandes defensores da liberdade, da democracia e da paz. Mas isso os aparelhos culturais ocupados pelas esquerdas já fazem, não?

O importante é que o bolchevismo bolorento da VPR, do MR-8 e da ALN não vai ajustar contas com os “inimigos”. Lula achou que podia tudo. E VIU QUE SUA VARA É CURTA PARA CUTUCAR AS LEIS E A CONSTITUIÇÃO. Por enquanto ao menos. O NOVO DECRETO FAZ O FAVOR DE CITAR A CARTA. Assim, sim: o presidente da República e os bolchevistas bolorentos são seus servos, gostem ou não. Eles não gostam.

Ademais, não se escreverá por aí, eu sei, mas é fato: desde a redemocratização do Brasil, essa é a maior derrota que os militares impõem ao governo civil. Lula não passaria o vexame se a situação não fosse grave. Tutela? Não! Quem desrespeitava a lei era o decreto. É preciso parar com essa, como posso escrever?, tara fetichista de que aquele que enverga uniforme está sempre errado. Às vezes, um prosaico isopor nos ombros pode ser mais autoritário do que os temidos galões.

Atenção! O fato de os dinossauros bolchevistas terem corrido dos militares com seus fuzis simbólicos entre as pernas não quer dizer que tenha cessado o risco. O decreto continua:
- a ameaçar o direito de propriedade;
- a ameaçar a liberdade de expressão;
- a ameaçar a liberdade religiosa;
- a ameaçar a autonomia do ensino;
- a, em suma, defender a substituição da sociedade pelo PT e seus ditos “movimentos sociais”.

À boca nem tão pequena, os petistas asseguram que ninguém no partido vai querer se ocupar das medidas propostas no decreto. Os mais espertos dizem, sem cerimônia, que isso é só espasmo para agradar a extrema esquerda, mas não haverá conseqüências práticas. Não interessa! As intenções, muito más, estão todas reveladas no texto e valem por uma espécie de programa de governo de Dilma Rousseff. É certo que as disposições lá elencadas poderiam ser apresentadas na forma de projetos de lei a qualquer tempo. Ninguém precisa de decreto para isso. Mas o fato é que ele existe e que ninguém precisa interpretar a vontade dos petistas: elas foram arreganhadas no texto.

A Associação Nacional dos Editores de Revista (Aner) e a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) voltaram a afirmar que o decreto fere a liberdade de expressão. A senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) emitiu um dura e curta nota, a saber:
As notícias de que o Governo recuou e alterou dispositivos do polêmico PNDH 3 devem ser recebidas com reserva e atenção.
É verdade que a reação da sociedade impede o Governo de seguir em seus propósitos autoritários. Mas os conflitos estabelecidos pelo Decreto da Presidência da República não se esgotam com a revisão da referência à questão militar.
Todas as outras declarações de intenção contidas no PNDH 3 permanecem. Foram mantidas as ameaças às instituições democráticas, ao estado de direito e à liberdade de expressão.
Em conseqüência, mantenho meu protesto e insisto na indignação e no apelo ao bom senso.

Kátia Abreu está certa. Uma primeira derrota do governo não é o suficiente, como deixei claro no texto de ontem, para tranqüilizar os que defendem o estado de direito e as leis. Os petistas deixaram claro, com a versão 3.0 do Programa Nacional de Direitos Humanos, que a democracia, para eles, tem valor não mais do que tático. Tendo conquistado as instâncias do Estado, a própria democracia que os conduziu ao poder começa a ser tratada como inimiga. A razão é simples: ela enseja alternância de poder, pluralidade, liberdade de opinião, tudo aquilo que a esquerda abomina.

Hora de celebrar a grande derrota que sofreram. E, CONVENHAM, NINGUÉM VAI TIRAR ESTE GOSTINHO DESTE BLOG POR RAZÕES ÓBVIAS. Hora de mobilizar os democratas para lhes impor novas derrotas. Sempre que esses caras perdem, o Brasil ganha. O que é bom para eles será sempre ruim para o país.

COMENTO

Meus prezados amigos, acuado pela ampla reação contrária ao Programa Nacional dos Direitos Humanos — criticado até por ministros e por todos os militares, o digamos "presidente" Molusco da Silva decidiu recuar para evitar custos políticos maiores, mas procurou poupar a ex-guerrilheira amaldiçoada e atual ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, sua estúpida candidata à Presidência da maior facção criminosa do planeta terra.

Ela é, no entanto, pelo menos tão inresponsável quanto o mega, hiper, super bandido e secretário de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, pelo embaraço causado ao "presidente". De certo modo, sua inresponsabilidade é muito maior, porque cabe à Casa Civil a avaliação final de qualquer projeto encaminhado ao chefe do governo ou a CLEPTOCRACIA LULO-PETRALHA-MOLUSQUIANA.

Segundo informações daquela SUB-FACÇÃO CRIMINOSA, só os aspectos legais do programa foram analisados. Isso equivale à confissão de uma grande falha. É função do gabinete civil não só a “verificação prévia da constitucionalidade e da legalidade dos atos presidenciais”, mas também a “análise do mérito, da oportunidade e da compatibilidade das propostas, inclusive das matérias em tramitação no Congresso Nacional, com as diretrizes governamentais”. Não é preciso pesquisar a legislação para descobrir esses dados. Tudo isso está nas páginas da Casa Civil, facilmente acessíveis pelo site do Palácio do Planalto.

No entanto, no primeiro escalão do governo petralha, só tem: canalhas e bandidos imcompetentes, que nas décadas de 60 e 70 aterrorizaram e barbarizaram o nossa República do Oiapóque ao Chuí.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

O 120º ASSASSINADOS PELOS COMPANHEIROS PETRALHAS

Por Reinaldo Azevedo

A lista publicada com os 119 assassinados pelas esquerdas estava incompleta - e é bem provável que ainda falte muita gente. Como lembrou o leitor Guilherme Lamb, faltou listar o assassinato do civil Manoel da Silva Dutra durante assalto ao banco Andrade Arnaud, no Rio, no dia 31 de março de 1969. O caso é particularmente importante porque um dos então terroristas que participaram da operação se chamava Carlos Minc - sim, este mesmo que hoje veste coletes coloridos e conversa com as toras da floresta. Ele vinha do Colina, que se fundiu com a VPR para formar a VAR-PALMARES. Foi companheiro de armas de Dilma Rousseff. Antes de Minc defender a descriminação da maconha em showzinho em homenagem a “Jah”, ele se dedicava a drogas bem mais pesadas, como se vê. Foram roubados R$ 45 milhões. O grupo depois planejou e executou o famoso “assalto ao cofre do Adhemar”. Minc estava na operação. Dilma ficou nos bastidores. Já então ela era comandava, mas não aparecia. Mais ou menos como fez com o tal decreto dos direitos supostamente humanos. Para todos os efeitos, ela não tem nada com isso. A lista, não tenham dúvida, pode e deve ser atualizada — ou corrigida.

QUANDO OS ESQUERDISTAS MATARAM SEUS PRÓPRIOS COMPANHEIROS

A lista das 120 vítimas das esquerdas pode ser ampliada a depender do critério que se use. E o total conhecido pode passar de 130. E, nesse caso, são os próprios esquerdistas que surgem como vítimas. Os tribunais revolucionários dos “companheiros” decretaram a pena de morte de alguns de seus pares.

Sabem o que impressiona? Nesse caso, os “reparadores” não cobram justiça. Tampouco pretendem levar os que ainda estão vivos e respondem por aquelas mortes para o banco dos réus. A canalha se protege de tal modo que acha crime de lesa humanidade que um militar mate um dos seus, mas considera que esquerdista matando esquerdista, em nome da causa, é parte legítima do jogo.

Destaco uma vítima da ALN morta por seus pares. É a organização a que pertenceu ao mega bandido Paulo Vannuchi. Acompanhem meus amigos.

O militante Márcio Leite Toledo manifestou descontentamento com os rumos da ALN e fez críticas à direção do grupo terrorista. Foi assassinado com oito tiros. Em comunicado, a organização admitiu: “A Ação Libertadora Nacional (ALN) executou, dia 23 de março de 1971, Márcio Leite Toledo. Esta execução teve o fim de resguardar a organização… Uma organização revolucionária, em guerra declarada, não pode permitir a quem tenha uma série de informações como as que possuía, vacilações desta espécie, muito menos uma defecção deste grau em suas fileiras… Tolerância e conciliação tiveram funestas conseqüências na revolução brasileira… Ao assumir responsabilidade na organização cada quadro deve analisar sua capacidade e seu preparo. Depois disto não se permitem recuos… A revolução não admitirá recuos!”.

Seguem os outros “justiçados” - isto é, terroristas mortos por seus próprios “companheiros”, conforme está sintetizado no site “Quinto Poder”:

1 - Antonio Nogueira da Silva Filho, da VAR-Palmares, condenado ao “justiçamento” em 1969 (a sentença não foi efetivada por ter o “condenado” fugido para o exterior);

2 - Geraldo Ferreira Damasceno, militante da Dissidência da VAR-Palmares (DVD), “justiçado”em 29 de maio de 1970, no Rio de Janeiro;

3- Ari Rocha Miranda, militante da Ação Libertadora Nacional (ALN), “justiçado” em 11 de junho de 1970, por seu companheiro Eduardo Leite, codinome “Bacuri”, durante uma “ação”, em São Paulo;

4 - Antonio Lourenço, militante da Ação Popular (AP), “justiçado” em fevereiro de 1971, no Maranhão;

5 - Márcio Leite Toledo, da Ação Libertadora Nacional (ALN), “justiçado” em 23 de março de 1971 (ver primeiro parágrafo);

6 - Amaro Luiz de Carvalho, codinome “Capivara”, militante do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário(PCBR) e, posteriormente, do Partido Comunista Revolucionário (PCR), “justiçado” em 22 de agosto de 1971, em Recife, dentro do presídio onde cumpria pena;

7 - Carlos Alberto Maciel Cardoso, da Ação Libertadora Nacional (ALN), “justiçado” em 13 de novembro de 1971, no Rio de Janeiro;

8 - Francisco Jacques Moreira de Alvarenga, da Resistência Armada Nacionalista (RAN), “justiçado” em 28 de junho de 1973, dentro da Escola onde era professor, por um comando da (ALN). Maria do Amparo Almeida Araujo, então militante da Organização e, bem mais tarde, presidente do “Grupo Tortura Nunca Mais”, em Pernambuco, participou dos levantamentos que permitiram a realização do referido “justiçamento”. Hoje, em depoimento no livro “Mulheres que Foram a Luta”, do jornalista Luis Maklouf de Carvalho-1998, ela declara não saber quem realizou a ação, embora seja evidente que, para que o “justiçamento” pudesse ter sido realizado, ela devesse ter passado este levantamento para alguém;

9 - Salatiel Teixeira Rolins, do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR), “justiçado” em 22 de julho de 1973 por militantes da Organização. Segundo Jacob Gorender, que em 1967 foi um dos fundadores do PCBR, em seu livro “Combate nas Trevas”, os assassinos não poderiam intitular-se “militantes do PCBR”, pois nessa época o “o PCBR não mais existia”.

No Araguaia, o PC do B justiçou Osmar, Pedro Mineiro e João Mateiro (estão na lista que já publiquei) e também o guerrilheiro (10) Rosalino Cruz Souza. Um outro de nome (ou codinome) (11) Paulo também teria sido assassinado, mas não há provas.

DO ASSALTO A BANCOS E COFRES AO ASSALTO AO ERÁRIO PÚBLICO

Deixo essa tarefa para os senhores: cruzem os nomes dos assassinos que aparecem na lista com pessoas indenizadas pela tal “Começão” (de dinheiro público). Vocês verão o escárnio: para os bandidos de um lado, eles querem cadeia; para os bandidos de outro, uma polpuda conta bancária. Ah, sim: a dita Comissão agora avalia pedidos de indenização de filhos e netos - !!! - de exilados. Entre os que pleiteiam uma grana, está até o filho do milionário Leonel Brizola. A Bolsa Ditadura começa a entrar agora na sua fase construção da Aristocracia da Indenização. Os privilégios de fidalguia vão passando de pai para filho. E depois pretendem que eu os leve a sério. Antes, assaltavam bancos e cofres; agora, assaltam o erário público, são os mesmos petralhas.

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA E O ALTO GRAU DE LETALIDADE DAQUELES SUPER BANDIDOS PETRALHAS QUE SE DIZEM HUMANISTAS…

Abaixo, a conclusão da lista de pessoas assassinadas por aqueles pacifistas de esquerda, que tanto lutaram pela democracia no Brasil… Voltarei a falar sobre esse assunto na madrugada. A questão fundamental: por que o Brasil praticamente ignora essa história, embora viva uma espécie de transe político por causa da tal “Comissão da Verdade?”

O Brasil, sem dúvida, vivia uma ditadura, onde operaram grupos paramilitares. Havia milhares de agentes do estado empenhados em conter a subversão. E o número de mortos, reconhecido pelas próprias esquerdas, é 424. Os esquerdistas, na comparação, eram meia-dúzia de gatos pingados. Mesmo assim, mataram 119 pessoas. Isso indica o, digamos assim, alto grau de letalidade daqueles humanistas.

81 - 01/07/71 - Jaime Pereira da Silva - Civil - RJ
Morto por terroristas na varanda de sua casa durante tiroteio entre terroristas e policiais.

82 - 02/09/71 - Gentil Procópio de Melo -Motorista de praça - PE
A organização terrorista denominada Partido Comunista Revolucionário determinou que um carro fosse roubado para realizar um assalto. Cumprindo a ordem recebida, o terrorista José Mariano de Barros tomou um táxi em Madalena, Recife. Ao chegar ao Hospital das Clínicas, quando fingia que ia pagar a corrida, apareceram seus comparsas, Manoel Lisboa de Moura e José Emilson Ribeiro da Silva, que se aproximaram do veículo. Emilson matou Procópio com dois tiros.

83 - 02/09/71 - Jayme Cardenio Dolce - Guarda de segurança - RJ
Assassinado pelos terroristas Flávio Augusto Neves Leão Salles, Hélio Pereira Fortes, Antônio Carlos Nogueira Cabral, Aurora Maria do Nascimento Furtado, Sônia Hipólito e Isis Dias de Oliveira, durante assalto à Casa de Saúde Dr. Eiras.

84 - 02/09/71 - Silvâno Amâncio dos Santos - Guarda de segurança - RJ
Assassinado na operação relatada acima.

85 - 02/09/71 - Demerval Ferreira dos Santos - Guarda de segurança - RJ
Assassinado na operação relatada no item 83

86 - –/10/71 - Alberto da Silva Machado - Civil - RJ
Morto por terroristas durante assalto à Fábrica de Móveis Vogal Ltda, da qual era um dos proprietários.

87 - 22/10/71 - José do Amaral - Sub-oficial da reserva da Marinha - RJ
Morto por terroristas da VAR-PALMARES e do MR-8 durante assalto a um carro transportador de valores da Transfort S/A. Foram feridos o motorista Sérgio da Silva Taranto e os guardas Emílio Pereira e Adilson Caetano da Silva.
Autores: James Allen Luz (Ciro), Carlos Alberto Salles (soldado), Paulo Cesar Botelho Massa, João Carlos da Costa.

88 - 01/11/71 - Nelson Martinez Ponce - Cabo PM - SP
Metralhado por Aylton Adalberto Mortati durante um atentado praticado por cinco terroristas do MOLIPO (Movimento de Libertação Popular) contra um ônibus da Empresa de Transportes Urbano S/A, em Vila Brasilândia, São Paulo

89 - 10/11/71 - João Campos - Cabo PM - SP
Morto na estrada de Pindamonhangaba, ao interceptar um carro que conduzia terroristas armados.

90 - 22/11/71 - José Amaral Vilela - Guarda de segurança - RJ
Neste dia os terroristas Sérgio Landulfo Furtado, Norma Sá Ferreira, Nelson Rodrigues Filho, Paulo Roberto Jabour, Thimothy William Watkin Ross e Paulo Costa Ribeiro Bastos assaltaram um carro-forte da firma Transfort, na Estrada do Portela, em Madureira.

91 - 27/11/71 - Eduardo Timóteo Filho - Soldado PM - RJ
Morto por terroristas, durante assalto contra as Lojas Caio Marti.

92 - 13/12/71 - Hélio Ferreira de Moura - Guarda de Segurança - RJ
Morto, por terroristas, durante assalto contra um carro transportador de valores da Brink’s, na Via Dutra.

93 - 18/01/72 - Tomaz Paulino de Almeida - Sargento PM - São Paulo / SP
Morto a tiros de metralhadora no bairro Cambuci quando um grupo terrorista roubava o seu carro. Autores do assassinato: João Carlos Cavalcante Reis, Lauriberto José Reyes e Márcio Beck Machado, todos integrantes do Molipo.

94 - 20/01/72 - Sylas Bispo Feche - Cabo PM São Paulo / SP
O cabo Sylas Bispo Feche integrava uma Equipe de Busca e Apreensão do DOI/CODI/II Exército. Sua equipe executava uma ronda quando um carro VW, ocupado por duas pessoas, cruzou um sinal fechado quase atropelando uma senhora que atravessava a rua com uma criança no colo. A sua equipe saiu em perseguição ao carro suspeito, que foi interceptado. Ao tentar aproximar-se para pedir os documentos dos dois ocupantes do veículo, o cabo Feche foi metralhado. Dois terroristas, membros da ALN, morreram.

95 - 25/01/72 - Elzo Ito - Estudante - São Paulo / SP
Aluno do Centro de Formação de Pilotos Militares, foi morto por terroristas que roubaram seu carro.

96 - 01/02/72 - Iris do Amaral - Civil - Rio de Janeiro
Morto durante um tiroteio entre terroristas da ALN e policiais. Ficaram feridos nesta ação os civis Marinho Floriano Sanches, Romeu Silva e Altamiro Sinzo. Autores: Flávio Augusto Neves Leão Salles (”Rogério”, “Bibico”) e Antônio Carlos Cabral Nogueira (”Chico”, “Alfredo”.)

97 - 05/02/72 - David A. Cuthberg - Marinheiro inglês - Rio de Janeiro
A respeito desse assassinato, sob o título “REPULSA”, o jornal “O Globo” publicou:
“Tinha dezenove anos o marinheiro inglês David A. Cuthberg que, na madrugada de sábado, tomou um táxi com um companheiro para conhecer o Rio, nos seus aspectos mais alegres. Ele aqui chegara como amigo, a bordo da flotilha que nos visita para comemorar os 150 anos de Independência do Brasil. Uma rajada de metralhadora tirou-lhe a vida, no táxi que se encontrava. Não teve tempo para perceber o que ocorria e, se percebesse, com certeza não poderia compreender. Um terrorista, de dentro de outro carro, apontara friamente a metralhadora antes de desenhar nas suas costas o fatal risco de balas, para, logo em seguida, completar a infâmia, despejando sobre o corpo, ainda palpitante, panfletos em que se mencionava a palavra liberdade. Com esse crime repulsivo, o terror quis apenas alcançar repercussão fora de nossas fronteiras para suas atividades, procurando dar-lhe significação de atentado político contra jovem inocente, em troca da publicação da notícia num jornal inglês. O terrorismo cumpre, no Brasil, com crimes como esse, o destino inevitável dos movimentos a que faltam motivação real e consentimento de qualquer parcela da opinião pública: o de não ultrapassar os limites do simples banditismo, com que se exprime o alto grau de degeneração dessas reduzidas maltas de assassinos gratuitos”.

A ação criminosa foi praticada pelos seguintes terroristas, integrantes de uma frente formada por três organizações comunistas:
- ALN - Flávio Augusto Neves Leão Salles (”Rogério”, “Bibico”), que fez os disparos com a metralhadora, Antônio Carlos Nogueira Cabral (”Chico”, “Alfredo”), Aurora Maria Nascimento Furtado (”Márcia”, “Rita”), Adair Gonçalves Reis(”Elber”, “Leônidas”, “Sorriso”);
- VAR-PALMARES - Lígia Maria Salgado da Nóbrega (”Ana”, “Célia”, “Cecília”), que jogou dentro do táxi os panfletos que falavam em vingança contra os “Imperialistas Ingleses”; Hélio Silva (”Anastácio”, “Nadinho”), Carlos Alberto Salles(”Soldado”);
- PCBR - Getúlio de Oliveira Cabral(”Gogó”, “Soares”, “Gustavo”)

98 - 15/02/72 - Luzimar Machado de Oliveira - Soldado PM - Goiás
O terrorista Arno Preiss encontrava-se na cidade de Paraiso do Norte, que estava incluída no esquema de trabalho de campo do MOLIPO. Usava o nome falso de Patrick McBundy Comick. Arno tentou entrar com sua documentação falsa no baile carnavalesco do clube social da cidade. Sua documentação levantou suspeita nos policiais, que o convidaram a comparecer à delegacia local. Ao deixar o clube, julgando-se desmascarado, Arno sacou seu revólver e disparou à queima roupa contra os policiais, matando o PM Luzimar Machado de Oliveira e ferindo gravemente o outro PM que o conduzia, Gentil Ferreira Mano. Acabou morto.

99 - 18/02/72 - Benedito Monteiro da Silva - Cabo PM - São Paulo
Morto quando tentava evitar um assalto terrorista a uma agencia bancária em Santa Cruz do Rio Pardo.

100 - 27/02/72 - Napoleão Felipe Bertolane Biscaldi - Civil - São Paulo
Morto durante um tiroteio entre os terroristas Lauriberto José Reyes e José Ibsem Veroes com policiais, na rua Serra de Botucatu, no bairro Tatuapé. Nesta ação, um policial foi ferido a tiros de metralhadoras por Lauriberto. Os dois terroristas morreram no local.

101 - 06/03/72 - Walter César Galleti - Comerciante - São Paulo
Terroristas da ALN assaltaram a firma F. Monteiro S/A. Após o assalto, fecharam a loja, fizeram um discurso subversivo e assassinaram o gerente Walter César Galetti e feriram o subgerente Maurílio Ramalho e o despachante Rosalindo Fernandes.

102 - 12/03/72 - Manoel dos Santos - Guarda de Segurança - São Paulo
Morto durante assalto terrorista à fábrica de bebidas Charel Ltda.

103 - 12/03/72 - Aníbal Figueiredo de Albuquerque - Coronel R1 do Exército - São Paulo
Morto durante assalto à fábrica de bebidas Charel Ltda., da qual era um dos proprietários

104 - 08/05/72 - Odilo Cruz Rosa - Cabo do Exército - PA
Morto na região do Araguaia quando uma equipe comandada por um tenente e composta ainda, por dois sargentos e pelo Cabo Rosa foram emboscados por terroristas comandados por Oswaldo Araújo Costa, o “Oswaldão”, na região de Grota Seca, no Vale da Gameleira. Neste tiroteio foi morto o Cabo Rosa e feridos o Tenente e um Sargento.

105 - 02/06/72 - Rosendo - Sargento PM - SP
Morto ao interceptar 04 terroristas que assaltaram um bar e um carro da Distribuidora de Cigarros Oeste LTDA.

106 - 29/06/72 - João Pereira - Mateiro-região do Araguaia - PA
“Justiçado exemplarmente” pelo PC do B por ter servido de guia para as forças legais que combatiam os guerrilheiros. A respeito, Ângelo Arroyo declarou em seu relatório: “A morte desse bate-pau causou pânico entre os demais da zona”.

107 - 09/09/72 - Mário Domingos Panzarielo - Detetive Polícia Civil - RJ
Morto ao tentar prender um terrorista da ALN.

108 - 23/09/72 - Mário Abraim da Silva - Segundo Sargento do Exército - PA
Pertencia ao 2º Batalhão de Infantaria de Selva, com sede em Belém. Sua Companhia foi deslocada para combater a guerrilha na região do Araguaia. Morto em combate, durante um ataque guerrilheiro no lugarejo de Pavão, base do 2º Batalhão de Selva.

109 - 27/09/72 - Sílvio Nunes Alves - Bancário - RJ
Assassinado em assalto ao Banco Novo Mundo, na Penha, pelas organizações terroristas PCBR - ALN - VPR - Var Palmares e MR8. Autor do assassinato: José Selton Ribeiro.

110 - –/09/72 - Osmar… - Posseiro - PA
“Justiçado” na região do Araguaia pelos guerrilheiros por ter permitido que uma tropa de pára-quedistas acampasse em suas terras.

111 - 01/10/72 - Luiz Honório Correia - Civil - RJ
Morto por terroristas no assalto à empresa de Ônibus Barão de Mauá

112 - 06/10/72 - Severino Fernandes da Silva - Civil - PE
Morto por terroristas durante agitação no meio rural.

113 - 06/10/72 - José Inocêncio Barreto - Civil - PE
Morto por terroristas durante agitação no meio rural.

114 - 21/02/73 - Manoel Henrique de Oliveira - Comerciante - São Paulo
No dia 14 de junho de 1972, as equipes do DOI de São Paulo, como já faziam há vários dias, estavam seguindo quatro terroristas da ALN que resolveram almoçar no restaurante Varela, no bairro da Mooca. Quando eles saíram do restaurante, receberam voz de prisão. Reagindo, desencadearam tiroteio com os policiais. Ao final, três terroristas estavam mortos, e um conseguiu fugir. Erroneamente, a ALN atribuiu a morte de seus três companheiros à delação de um dos proprietários do restaurante e decidiu justiçá-lo. O comando “Aurora Maria do Nascimento Furtado”, constituído por Arnaldo Cardoso Rocha, Francisco Emanuel Penteado, Francisco Seiko Okama e Ronaldo Mouth Queiroz, foi encarregado da missão e assassinou, no dia 21 de fevereiro, o comerciante Manoel Henrique de Oliveira, que foi metralhado sem que pudesse esboçar um gesto de defesa. Seu corpo foi coberto por panfletos da ALN, impressos no Centro de Orientação Estudantil da USP por interveniência do militante Paulo Frateschi.

115 - 22/02/73 - Pedro Américo Mota Garcia - Civil - Rio de Janeiro
Por vingança, foi “justiçado” por terroristas por haver impedido um assalto contra uma agência da Caixa Econômica Federal.

116 - 25/02/73 - Octávio Gonçalves Moreira Júnior - Delegado de polícia - São Paulo
Com a tentativa de intimidar os integrantes dos órgãos de repressão, um “Tribunal Popular Revolucionário” decidiu “justiçar” um membro do DOI/CODI/II Exército. O escolhido foi o delegado de polícia Octávio Gonçalves Moreira Júnior.

117 - 12/03/73 - Pedro Mineiro - Capataz da Fazenda Capingo
“Justiçado” por terroristas na Guerrilha do Araguaia.

118 - Francisco Valdir de Paula - Soldado do Exército-região do Araguaia - PA
Instalado numa posse de terra, no município de Xambioá, fazendo parte de uma rede de informações montada na área de guerrilha, foi identificado pelos terroristas e assassinado. Seu corpo nunca foi encontrado.

119 - 10/04/74 -Geraldo José Nogueira - Soldado PM - São Paulo
Morto numa operação de captura de terroristas.

COMENTO

Meus caros amigos, essa relação de pessoas assassinadas pela máquina criminosa e danosa dos bandidos petralhas, é completa e fala por si. Não é mesmo?

Todos os dias afirmo que: quem está no poder da República é a maior facção criminosa do planeta terra. Parece que as pessoas não entendem bem ou não querem entender, no entanto os fatos e os registros não deixam dúvidas.

Ainda existe uma grande quantidade de materias, relativa aos crimes dos bandidos petralhas, que virão a tona durante a campanha eleitoral. Certamente irá chocar a República, principalmente as fotos das pessoas assasinadas e os métodos usados pelo primeiro escalão do governo molusco para assassinar e destruir todas as pessoas que eles consideravam inimigas.