Palavras que engrandecem o nosso passado. Castello Branco é a inteligência
a serviço da Pátria. Leiam para que se orgulhem do Brasil.
VIVA 31 DE MARÇO DE 1964.
GRUPO GUARARAPES
PALAVRAS PROFERIDAS PELO GEN LUCIANO SALGADO – Homenagem ao Presidente e
Marechal Castello Branco, em Solenidade no 23º BC, à passagem dos 46 anos
da Revolução de Março (Fortaleza, 31.03.2010).
DIREÇÃO. Exmo Sr Gen Ex Domingos Miguel Antônio Gazzineo, que me
distinguiu com o encargo de aqui dizer algumas palavras, o que faço com
especial agrado.
Exmo Sr Gen Div HÉLIO CHAGAS DE MACEDO JR, Cmt da 10 RM, na pessoa e na
autoridade de quem, saúdo os demais militares das FFAA aqui presentes, da
Ativa e da Reserva - oficiais generais, oficiais superiores, capitães,
tenentes, subtenentes, sargentos, cabos e soldados, e, em especial, o Cel
Eustáquio Alves da Costa Neto, que tem a honra de comandar o 23º BC, onde
temos o privilégio de estar - o Batalhão Marechal Castelo Branco. Exmas
Autoridades Civis, Sras e Srs.
Um CIDADÃO e SOLDADO – que tinha como guia e farol a missão constitucional
das Forças Armadas, de defender a Pátria, de garantir as Instituições, a
Lei e a Ordem, sempre a serviço do Brasil?
Um homem da LEI e pela Lei? Que era pelo cumprimento da Lei? Que era pela
Ordem, pela manutenção da Ordem, que acreditava na Ordem para o Progresso –
a divisa positivista de nossa sagrada Bandeira? Que simbolizava a própria
Lei e a própria Ordem?
Um CHEFE, e um Líder inconteste, pelo que foi, pelo que fez e pelo que
legou? Um Chefe exigente, mas equânime e que não era somente justo, mas
reparava a injustiça? Que levava seus subordinados ao cumprimento
consciente e entusiasmado do dever?
Um CARÁTER, de ética irretocável, de moral sem jaça e de exemplar
patriotismo?
Um DEMOCRATA convicto? Que foi à Itália, na 2ª. Grande Guerra, lutar contra
o nazismo, lutar pela Democracia, quando no Brasil não se fazia senão uma
Ditadura, que já durava 15 anos, e que, afinal, não resistiu às glórias da
FEB?
Uma extraordinária CORAGEM física e moral, na guerra e na paz, enfrentando
os rigores e os riscos da guerra, cumprindo seu dever, no Estado Maior da
FEB, de modo excepcional, com sua reconhecida cultura, privilegiada
inteligência e inquestionável competência? Que mereceu os maiores encômios,
até de altos vultos de FFAA estrangeira? E na volta à Pátria, recusa-se a
tomar parte no constrangedor episódio da espada de ouro? E na posição que
assumiu como Chefe do EME, enfrentando com destemor a situação crítica dos
dias turbados de Março de 64? E quando teve de concordar com um movimento
para por fim a um processo contrário à tradição democrática e histórica do
País, e comandá-lo – o que fazia contra os seus próprios princípios, mas
porque era para garantir as Instituições, a Lei e a Ordem?
Um ESTADISTA que, na Presidência da República, implantou a moralidade na
Administração, a ética na política e nos demais campos do Poder, promovendo
um planejado desenvolvimento econômico e social? Um senhor Presidente, que
se impunha pela cultura, pela sabedoria, pelo patriotismo? Que reorganizou
o País, restaurou a autoridade, exercendo o Governo com dignidade e
extraordinária proficiência, dando rumos definidos para o progresso da
Nação? Que deu impulsão ao Brasil para os caminhos do primeiro mundo?
Quem somente poderia ser essa extraordinária figura cívica, no curso de
nossa História? É evidente que desde o início de nosso texto questionário,
todos aqui já sabiam, com certeza e consciência, que nele se enquadra,
somente, o cidadão-soldado Humberto de Alencar Castello Branco – o
Presidente da República austero, culto e capaz, que dignificava o Posto, o
Marechal por méritos, o verdadeiro Soldado da exação no cumprimento do
dever, o cidadão excepcional. Que engrandeceu a Pátria, na Guerra e na Paz.
Que foi o maior Estadista que já exerceu a Presidência da República do
Brasil. Que foi um exemplo único, não só para os do seu tempo, mas também
para os pósteros. Ele, que violentara suas convicções democráticas, para
evitar o pior – a Nação render-se a uma ideologia estranha às nossas
tradições históricas e culturais.
Com ele se deu continuidade à tradição das Forças Armadas. FFAA – que são o
povo em armas -, que estão e sempre estarão ao lado do povo, pelo povo e
para o povo – esse grande povo brasileiro, de uma raça cósmica e única,
nunca vencida – onde todos nós, das FFAA, de ontem e de hoje, temos, com
orgulho, a nossa origem.
Estou seguro de fazer este questionamento e revelá-lo, porque conheci o
homenageado desta solene ocasião, e pude admirá-lo de perto: fui seu
subordinado próximo, por duas vezes; e, como Ten-Cel, Cmt do então 10º GO
105, pude acompanhá-lo de perto, no meu devido e modesto lugar, quando
vinha ele a Fortaleza, como Presidente da República. Sou, pois, grato à
ordem divina por me ter colocado tão de perto deste exemplo de condutor de
homens a serviço da Pátria, com quem muito aprendi.
Esta homenagem, que hoje e aqui lhe prestamos, não é um ato simplesmente
formal. É um nosso dever, uma nossa obrigação moral. Pelo que Castello foi,
e é, para a nossa História - do Exército e da Nação Brasileira.
Além da coroa de flores aposta a seu busto, que aqui é a sua imagem, merece
uma outra homenagem. Ou seja, merece ainda a nossa continência, que todos
aqui já lhe estamos prestando, na mente e no coração. E que sugiro
prestar-lhe, também, do que, estou certo, terá aprovação do Exmo Sr Gen Cmt
da 10ª. RM., prestar-lhe também continência, ao Toque de Silêncio - na
atitude, no gesto e na duração, que vamos fazer efetivos. É o que tinha a
dizer, cumprindo o encargo, com um grato sentimento no peito de soldado.
(O Comandante da tropa comanda “Apresentar Armas!” e o Corneteiro executa o
Toque de Silêncio. A Tropa e os demais militares presentes – inclusive na
reserva ou reformados – fazem a continência regulamentar – na atitude, no
gesto e na duração).
COMENTO
BRAVO ZULÚ.......EXCELENTE.......PARABÉNS.........
quarta-feira, 31 de março de 2010
PAC É A PROVA DA INCOMPETÊNCIA E DA CORRUPÇÃO DA FACÇÃO CRIMINOSA DOS PETRALHAS!
No Estadão:
O último comício da pré-candidata Dilma Rousseff antes de sair do governo foi preparado com capricho. O governo gastou R$ 170 mil de dinheiro público para montar o espetáculo de lançamento do PAC 2, um embrulho de sobras do PAC 1 e de promessas - mais que de projetos - com custo estimado em R$ 1,59 trilhão. Ministros, altos funcionários, governadores, prefeitos e aliados de todo o País foram reunidos para compor o cenário e conferir solenidade a mais um evento de palanque destinado a promover a candidatura lançada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ministra, ungida com a missão de tomar conta do Palácio do Planalto nos próximos quatro anos, até o retorno do presidente Lula, aproveitou a ocasião como pôde e conseguiu, com algumas lágrimas, um aplauso extra de uma platéia até então fria.
Foi quando, dirigindo-se ao seu padroeiro, disse: “Este é o país que o senhor recuperou e que os brasileiros não deixarão escapar de suas mãos.” O balanço deve ter sido satisfatório para os articuladores da campanha petista. O tratamento cerimonioso foi mais uma garantia de continuísmo. Batendo nessa tecla, a maior parte de sua fala foi uma arenga previsível. Prometeu a continuidade de um governo marcado, segundo ela, pelo planejamento e pela valorização do Estado como promotor do desenvolvimento.
A candidata discursou como se o PAC 1 houvesse resultado em realizações importantes e o governo houvesse melhorado substancialmente a infraestrutura do País. Mas o primeiro PAC, ninguém pode ignorar, foi mais uma prova da incompetência gerencial do governo petista e, acima de tudo, da própria chefe da Casa Civil, designada pelo presidente para cuidar dos investimentos. Mais de metade dos projetos, 54%, não saiu do papel. Os desembolsos mal passaram de 40% do prometido. Dessa parcela, cerca de metade correspondeu a créditos imobiliários.
Se o PAC 1 foi um fracasso, o segundo é uma mistura de mistificação e de jogada política. O objetivo, segundo o presidente Lula, é dar um rumo ao próximo governo e ajudá-lo a economizar um ano de planejamento. Mas o PAC 2 não é um plano. O próprio presidente o descreveu como uma “prateleira de projetos” para o próximo governo. Também essa declaração, no entanto, desfigura os fatos. Quantos projetos foram realmente elaborados? Nessa prateleira não há sequer um estudo sobre os principais obstáculos ao desenvolvimento nem uma escala de prioridades.
A maior parte do programa não passa de um amontoado de restos do PAC 1 e de promessas destinadas a seduzir uma parte do eleitorado urbano: mais casas, transportes, água, luz, saneamento e outros serviços essenciais. Anunciaram-se 2 milhões de moradias, o dobro do número previsto no programa Minha Casa, Minha Vida, ainda quase todo no papel.
O PAC 2 contém uma lista de obras para o próximo governo e para o seguinte. É parte de um discurso continuísta, não de continuidade administrativa. Pode-se cobrar de qualquer governante a continuação das obras mais importantes iniciadas pelo anterior. Não se pode exigir de nenhum administrador a aceitação de promessas formuladas pelo antecessor, mas é essa a idéia embutida no PAC 2.
Como exercício de planejamento, essa lista de promessas não vale um tostão furado. Não há uma clara indicação das fontes de recursos nem dos passos necessários para a execução de quaisquer projetos. A política de saneamento resultou em quase nada, no período do PAC 1, porque a maior parte das prefeituras não teve condições de elaborar projetos. Como se resolverá esse problema? Não há respostas satisfatórias a essa e a outras perguntas essenciais.
Segundo o programa, haverá investimentos de R$ 958,9 bilhões até 2014. Depois disso serão aplicados R$ 631,6 bilhões. A maior fatia do total de R$ 1,59 trilhão, R$ 879,2 bilhões, será destinada a projetos na área de petróleo e gás. Como sempre, caberá ao Grupo Petrobrás investir a maior parte do previsto para as estatais e mesmo para todo o PAC. Também nisso há mistificação. A Petrobrás tem sido há muitos anos uma grande investidora e seus programas continuariam existindo sem aquele arremedo de planejamento. Mas o PAC realizado seria quase nada sem as aplicações da Petrobrás.
COMENTO
Meus amigos, as BANDIDAGENS E CORRUPÇÕES no país dos PTralhas, não tem limites e vejam que absurdo, após duas derrotas na Justiça, a MEGA, HIPER E SUPER facção criminosa do PT, propõe “trégua” à oposição.
A DEMOCRACIA SEGUNDO OS PETRALHAS E O SEGUNDO BANDIDO DA NAÇÃO BRASILEIRA, O "ZÉ QUE DERCEU" CONVOCA ATO CONTRA SÃO PAULO, ESSA FACÇÃO DA GÂNGSTER QUE ESTÁ NO PODER DA REPÚBLICA TEM QUE SER "DETONADA", DE QUALQUER JEITO, NEM QUE SEJA POR MEIOS MAIS ORTODOXO E RADICAIS.
"E no meio de tantas bandidagens, nossas Forças Armadas continuam desarmadas e militares flagelados por dois dos maiores BANDIDOS E CAUDILHOS da história da humanidade, FHC e o Monstro Molusco canalha, somente outro 64 poderá salvar nosso país".
O último comício da pré-candidata Dilma Rousseff antes de sair do governo foi preparado com capricho. O governo gastou R$ 170 mil de dinheiro público para montar o espetáculo de lançamento do PAC 2, um embrulho de sobras do PAC 1 e de promessas - mais que de projetos - com custo estimado em R$ 1,59 trilhão. Ministros, altos funcionários, governadores, prefeitos e aliados de todo o País foram reunidos para compor o cenário e conferir solenidade a mais um evento de palanque destinado a promover a candidatura lançada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ministra, ungida com a missão de tomar conta do Palácio do Planalto nos próximos quatro anos, até o retorno do presidente Lula, aproveitou a ocasião como pôde e conseguiu, com algumas lágrimas, um aplauso extra de uma platéia até então fria.
Foi quando, dirigindo-se ao seu padroeiro, disse: “Este é o país que o senhor recuperou e que os brasileiros não deixarão escapar de suas mãos.” O balanço deve ter sido satisfatório para os articuladores da campanha petista. O tratamento cerimonioso foi mais uma garantia de continuísmo. Batendo nessa tecla, a maior parte de sua fala foi uma arenga previsível. Prometeu a continuidade de um governo marcado, segundo ela, pelo planejamento e pela valorização do Estado como promotor do desenvolvimento.
A candidata discursou como se o PAC 1 houvesse resultado em realizações importantes e o governo houvesse melhorado substancialmente a infraestrutura do País. Mas o primeiro PAC, ninguém pode ignorar, foi mais uma prova da incompetência gerencial do governo petista e, acima de tudo, da própria chefe da Casa Civil, designada pelo presidente para cuidar dos investimentos. Mais de metade dos projetos, 54%, não saiu do papel. Os desembolsos mal passaram de 40% do prometido. Dessa parcela, cerca de metade correspondeu a créditos imobiliários.
Se o PAC 1 foi um fracasso, o segundo é uma mistura de mistificação e de jogada política. O objetivo, segundo o presidente Lula, é dar um rumo ao próximo governo e ajudá-lo a economizar um ano de planejamento. Mas o PAC 2 não é um plano. O próprio presidente o descreveu como uma “prateleira de projetos” para o próximo governo. Também essa declaração, no entanto, desfigura os fatos. Quantos projetos foram realmente elaborados? Nessa prateleira não há sequer um estudo sobre os principais obstáculos ao desenvolvimento nem uma escala de prioridades.
A maior parte do programa não passa de um amontoado de restos do PAC 1 e de promessas destinadas a seduzir uma parte do eleitorado urbano: mais casas, transportes, água, luz, saneamento e outros serviços essenciais. Anunciaram-se 2 milhões de moradias, o dobro do número previsto no programa Minha Casa, Minha Vida, ainda quase todo no papel.
O PAC 2 contém uma lista de obras para o próximo governo e para o seguinte. É parte de um discurso continuísta, não de continuidade administrativa. Pode-se cobrar de qualquer governante a continuação das obras mais importantes iniciadas pelo anterior. Não se pode exigir de nenhum administrador a aceitação de promessas formuladas pelo antecessor, mas é essa a idéia embutida no PAC 2.
Como exercício de planejamento, essa lista de promessas não vale um tostão furado. Não há uma clara indicação das fontes de recursos nem dos passos necessários para a execução de quaisquer projetos. A política de saneamento resultou em quase nada, no período do PAC 1, porque a maior parte das prefeituras não teve condições de elaborar projetos. Como se resolverá esse problema? Não há respostas satisfatórias a essa e a outras perguntas essenciais.
Segundo o programa, haverá investimentos de R$ 958,9 bilhões até 2014. Depois disso serão aplicados R$ 631,6 bilhões. A maior fatia do total de R$ 1,59 trilhão, R$ 879,2 bilhões, será destinada a projetos na área de petróleo e gás. Como sempre, caberá ao Grupo Petrobrás investir a maior parte do previsto para as estatais e mesmo para todo o PAC. Também nisso há mistificação. A Petrobrás tem sido há muitos anos uma grande investidora e seus programas continuariam existindo sem aquele arremedo de planejamento. Mas o PAC realizado seria quase nada sem as aplicações da Petrobrás.
COMENTO
Meus amigos, as BANDIDAGENS E CORRUPÇÕES no país dos PTralhas, não tem limites e vejam que absurdo, após duas derrotas na Justiça, a MEGA, HIPER E SUPER facção criminosa do PT, propõe “trégua” à oposição.
A DEMOCRACIA SEGUNDO OS PETRALHAS E O SEGUNDO BANDIDO DA NAÇÃO BRASILEIRA, O "ZÉ QUE DERCEU" CONVOCA ATO CONTRA SÃO PAULO, ESSA FACÇÃO DA GÂNGSTER QUE ESTÁ NO PODER DA REPÚBLICA TEM QUE SER "DETONADA", DE QUALQUER JEITO, NEM QUE SEJA POR MEIOS MAIS ORTODOXO E RADICAIS.
"E no meio de tantas bandidagens, nossas Forças Armadas continuam desarmadas e militares flagelados por dois dos maiores BANDIDOS E CAUDILHOS da história da humanidade, FHC e o Monstro Molusco canalha, somente outro 64 poderá salvar nosso país".
terça-feira, 30 de março de 2010
“É A FARSA NO ANÚNCIO E NO QUE SE ANUNCIA”
A fraca e medíocre oposição reagiu nesta segunda-feira ao lançamento do PAC 2 (segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento), Ponto alto da bandidagem dos petralhas, às vésperas da ministra guerrilheira Dilma Rousseff (Casa Civil) deixar o corrupto governo para disputar a Presidência da República. Os fracos oposicionistas acusam o presidente Molusco da Silva de lançar o programa com o objetivo de alavancar a candidatura da abominável Dilma, uma vez que as principais obras da primeira versão do PAC não foram concluídas. Até hoje só 11% dessas obras foram terminadas.
“O abominável e terrível Molusco, em mais um comício a favor da primeira guerrilheira e ministra-candidata, lançou ontem o PAC 2 (PAC DE VENTO), sem ter conseguido transformar o discurso do PAC 1 em ações concretas. E a maior prova disso está na recusa do Palácio do Planalto em dar a relação das obras que são monitoradas pela madrasta do PAC, a ministra-chefe da Casa Civil”, disse o líder do O DEM na Câmara, deputado Paulo Bornhausen (SC).
O deputado Arnaldo Jardim (SP), vice-líder do PPS na Câmara, disse que o lançamento do PAC 2 é um “pacote eleitoral” para impulsionar a candidatura da mega GUERRILHEIRA Dilma.“É um tipo de pacote eleitoral só para reforçar a imagem horrível da ministra e candidata como mãe do PAC. Não é um programa para valer, Não é nada para ser levado à sério, afirmou".
Reportagem publicada nesta segunda-feira pela Folha mostra que o governo lançou a segunda versão do PAC sem abrir a caixa-preta que sustenta a propaganda da primeira versão do Programa de Aceleração do Crescimento ou PONTO ALTO DA CORRUPÇÃO DOS BANDIDOS E CORRUPTOS PETRALHAS.
Segundo levantamento feito pela Folha, não se sabe com precisão o que aconteceu com 2.321 (94%) das 2.471 ações ditas como ‘monitoradas’ pelo programa. Como até a lista desse montante de obras é mantida sob sigilo, não há informações também sobre o andamento e a execução orçamentária de cada uma delas.
Para Jardim, o PAC reúne “obras isoladas, esparsas e maquiadas”. O site Contas Abertas realizou levantamento apontando que das ações prevista no PAC 1, 54% ainda permanecem no papel. “Por mais que o DIGAMOS "presidente" insista em engrandecer do PAC em seus discursos país afora para turbinar a candidatura da ministra Dilma, a verdade dos números demonstra que a maior parte das obras não foi executada, e as que estão em andamento tem baixo grau de desempenho”, afirmou.
Bornahusen disse, por sua vez, que a “farsa” do programa é inegável. “O comício de hoje é mais uma mentira: só participou dele quem estava devidamente convidado, ou convocado. Como nos programas de auditórios gravados antes de ir ao ar, Lula comanda a plateia com suas palavras de animador de comício: é a farsa no anúncio e no que se anuncia. É a manipulação do espetáculo e do espectador”, disse o líder da fraca e medíocre oposição.
DESMONTANDO, COM MUITA SIMPLICIDADE E VERDADE, A PICARETAGEM E BANDIDAGEM DO PAC 2 — E DO 1 TAMBÉM....
Na solenidade de lançamento do suposto PAC 2, a primeira guerrilheira da República Dilma afirmou que ele “incorpora, complementa e faz avançar o PAC 1″. Ah, entendi. Essa facção criminosa é mesmo abominável e terrível!
Então é assim: o corrupto e nocivo governo age como o caminhante que anunciasse percorrer 100 quilômetros em 10 dias”. No 10º dia, tendo percorrido apenas 11 quilômetros, ele anuncia que, nos próximos 10, pretende é avançar 200 quilômetros em relação àquele ponto inicial. “Mas e os 89 quilômetros não-percorridos?”, indagaria alguém que não se deixa impressionar. Ora, a nova meta, naturalmente, “incorpora, complementa e faz avançar aquele objetivo inicial, entenderam?”
De saída, vejam que espetáculo, o caminhante dobrou o tempo para o cumprimento da primeira meta: serão 20 dias para os mesmos 100 quilômetros. O leitor inteligente vai logo indagar: “Mas e os novos 100 quilômetros prometidos?”
Ora, meus prezados amigos e leitores deste humilde e simples blog, quem não cumpriu a primeira parte jamais vai se incomodar em não cumprir também a segunda. Certo? Esse caminhante corrupto, como atleta, é um mega picareta, super bandido e analfabeto. Ele só é um bom propagandista diante de pessoas que ignoram leis elementares da física, da matemática e da lógica. E não é atoa que ele passou a vida toda em cima de um carro de som vociferando e excitando greves no ABC Paulista, "onde fez doutorado em corrupção e bandidagem". Não é mesmo senhores?
É por isso que afirmo aqui todos os dias que: essa facção criminosa que se encontra no poder da República é a maior do planeta terra. E ainda tem pessoas e Petralhas que não gostam desta afirmação. Não posso fazer nada por essas digamos "pessoas", visto que a falta de cultura é uma doença grave no nosso país, Ou seja no país dos bandidos e corruptos PETRALHAS. Só não ver quem não quer. Certo?
“O abominável e terrível Molusco, em mais um comício a favor da primeira guerrilheira e ministra-candidata, lançou ontem o PAC 2 (PAC DE VENTO), sem ter conseguido transformar o discurso do PAC 1 em ações concretas. E a maior prova disso está na recusa do Palácio do Planalto em dar a relação das obras que são monitoradas pela madrasta do PAC, a ministra-chefe da Casa Civil”, disse o líder do O DEM na Câmara, deputado Paulo Bornhausen (SC).
O deputado Arnaldo Jardim (SP), vice-líder do PPS na Câmara, disse que o lançamento do PAC 2 é um “pacote eleitoral” para impulsionar a candidatura da mega GUERRILHEIRA Dilma.“É um tipo de pacote eleitoral só para reforçar a imagem horrível da ministra e candidata como mãe do PAC. Não é um programa para valer, Não é nada para ser levado à sério, afirmou".
Reportagem publicada nesta segunda-feira pela Folha mostra que o governo lançou a segunda versão do PAC sem abrir a caixa-preta que sustenta a propaganda da primeira versão do Programa de Aceleração do Crescimento ou PONTO ALTO DA CORRUPÇÃO DOS BANDIDOS E CORRUPTOS PETRALHAS.
Segundo levantamento feito pela Folha, não se sabe com precisão o que aconteceu com 2.321 (94%) das 2.471 ações ditas como ‘monitoradas’ pelo programa. Como até a lista desse montante de obras é mantida sob sigilo, não há informações também sobre o andamento e a execução orçamentária de cada uma delas.
Para Jardim, o PAC reúne “obras isoladas, esparsas e maquiadas”. O site Contas Abertas realizou levantamento apontando que das ações prevista no PAC 1, 54% ainda permanecem no papel. “Por mais que o DIGAMOS "presidente" insista em engrandecer do PAC em seus discursos país afora para turbinar a candidatura da ministra Dilma, a verdade dos números demonstra que a maior parte das obras não foi executada, e as que estão em andamento tem baixo grau de desempenho”, afirmou.
Bornahusen disse, por sua vez, que a “farsa” do programa é inegável. “O comício de hoje é mais uma mentira: só participou dele quem estava devidamente convidado, ou convocado. Como nos programas de auditórios gravados antes de ir ao ar, Lula comanda a plateia com suas palavras de animador de comício: é a farsa no anúncio e no que se anuncia. É a manipulação do espetáculo e do espectador”, disse o líder da fraca e medíocre oposição.
DESMONTANDO, COM MUITA SIMPLICIDADE E VERDADE, A PICARETAGEM E BANDIDAGEM DO PAC 2 — E DO 1 TAMBÉM....
Na solenidade de lançamento do suposto PAC 2, a primeira guerrilheira da República Dilma afirmou que ele “incorpora, complementa e faz avançar o PAC 1″. Ah, entendi. Essa facção criminosa é mesmo abominável e terrível!
Então é assim: o corrupto e nocivo governo age como o caminhante que anunciasse percorrer 100 quilômetros em 10 dias”. No 10º dia, tendo percorrido apenas 11 quilômetros, ele anuncia que, nos próximos 10, pretende é avançar 200 quilômetros em relação àquele ponto inicial. “Mas e os 89 quilômetros não-percorridos?”, indagaria alguém que não se deixa impressionar. Ora, a nova meta, naturalmente, “incorpora, complementa e faz avançar aquele objetivo inicial, entenderam?”
De saída, vejam que espetáculo, o caminhante dobrou o tempo para o cumprimento da primeira meta: serão 20 dias para os mesmos 100 quilômetros. O leitor inteligente vai logo indagar: “Mas e os novos 100 quilômetros prometidos?”
Ora, meus prezados amigos e leitores deste humilde e simples blog, quem não cumpriu a primeira parte jamais vai se incomodar em não cumprir também a segunda. Certo? Esse caminhante corrupto, como atleta, é um mega picareta, super bandido e analfabeto. Ele só é um bom propagandista diante de pessoas que ignoram leis elementares da física, da matemática e da lógica. E não é atoa que ele passou a vida toda em cima de um carro de som vociferando e excitando greves no ABC Paulista, "onde fez doutorado em corrupção e bandidagem". Não é mesmo senhores?
É por isso que afirmo aqui todos os dias que: essa facção criminosa que se encontra no poder da República é a maior do planeta terra. E ainda tem pessoas e Petralhas que não gostam desta afirmação. Não posso fazer nada por essas digamos "pessoas", visto que a falta de cultura é uma doença grave no nosso país, Ou seja no país dos bandidos e corruptos PETRALHAS. Só não ver quem não quer. Certo?
segunda-feira, 29 de março de 2010
BANCOOP: MANOBRA DISFARÇAVA DOAÇÕES ILEGAIS AO PT
Félix Maier
De acordo com Ministério Público de SP, cooperativa usava empresa de fachada
Brasília – O Ministério Público, com base em informações coletadas a partir da quebra do sigilo bancário da Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo), acusada de desviar dinheiro para o "caixa dois" de campanhas do PT, traz à luz nova prova da existência do escândalo. O promotor José Carlos Blat, responsável pela investigação, revela o "caminho tortuoso" percorrido pelos recursos até chegarem aos cofres do partido.
De acordo com a análise das movimentações financeiras da empresa Mizu Gerenciamento e Serviços, antes de chegar ao PT, os cheques contabilizados pela consultoria como doações passavam pela Bancoop, que, por sua vez, repassava o dinheiro ao partido.
Pela investigação do Ministério Público de São Paulo, o objetivo da manobra seria mascarar a doação e dificultar o rastreamento dos recursos. Matéria do jornal O Globo diz que, a partir de um controle bancário interno, fornecido por um ex-funcionário da Mizu, a promotoria rastreou o destino de seis cheques, classificados como "Doação PT".
Para a senadora Marisa Serrano (MS), primeira vice-presidente do PSDB, os fatos são claros e denunciam a participação do PT no esquema. "As evidências caminham para mostrar uma relação mensaleira. Portanto, é necessário ir a fundo, descobrir os mandantes, para se chegar a um final exemplar", avalia. Ela diz que "não se pode passar a mão na cabeça dos corruptos".
O esquema, coordenado pelo atual tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, prejudicou cerca de 400 famílias que compraram imóveis, pagaram prestações inflacionadas, mas não receberam suas propriedades. O desvio, segundo o Ministério Público, pode ultrapassar R$ 100 milhões, relativos ao período de 2001 a 2008.
A fim de encontrar uma solução para ajudar os mutuários lesados pelo esquema, o líder da minoria na Câmara, deputado Gustavo Fruet (PR), se reúne com o Procurador Geral da República, Roberto Monteiro Gurgel, para solicitar um posicionamento do órgão quanto às denúncias de desvio de recursos da cooperativa.
"Nós vamos levar os fatos ao procurador, verificando se existe um procedimento por parte do Ministério Público Federal. Vamos ainda comunicar os últimos acontecimentos como participação de fundos de pensão no esquema e lesão aos mutuários", afirma Fruet.
PRÉ-CAMPANHA BILIONÁRIA
Apesar do esquema de bandidagem e mega corrupção envolvendo o abominável tesoureiro do PT, a uma semana de deixar o governo, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do partido à Presidência, articula os detalhes de uma estrutura milionária preparada para os três primeiros meses da pré-campanha.
Entre outras despesas, Dilma terá à sua disposição R$ 250 mil entre abril e o final de junho, distribuídos em aluguel de uma casa no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, contrato com empresa de jatos executivos, aluguel de carros e pagamento de seguranças e assessores.
Não bastasse estrutura, montada por um partido ou facção criminosa(PT) que deve R$ 35 milhões referentes à campanha presidencial de 2006, a ministra receberá um salário de R$ 17.800, segundo reportagem do jornal O Globo. O benefício a ser recebido por Dilma a primeira geurrilheira da República, ultrapassa o de dirigentes Petralhas e dos ministros do corrupto governo federal, que recebem R$ 12 mil por mês.
COMENTO
"Essa (petralhada) suja, criminosa e covarde que está no poder da república, forma a maior facção criminosa do planeta terra. Só não ver quem não quer. Certo senhores?
É lógico que essa quadrilha de bandidos e gângster, que está no poder da República, vem uzurpando de forma vergonhosa o erário público. Mensalão, Sanguessugas, CC, PAC de vento, Bolsa esmólas, Bolsa ditadura, INAUGURAÇÕES DE TERRENOS BALDIOS e venda das teles são algumas bandidagens desta facção criminosa QUE SE ENCONTRA NO PODER DA REPÚBLICA". DESTA VEZ, VAMOS VOTAR CERTO.
De acordo com Ministério Público de SP, cooperativa usava empresa de fachada
Brasília – O Ministério Público, com base em informações coletadas a partir da quebra do sigilo bancário da Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo), acusada de desviar dinheiro para o "caixa dois" de campanhas do PT, traz à luz nova prova da existência do escândalo. O promotor José Carlos Blat, responsável pela investigação, revela o "caminho tortuoso" percorrido pelos recursos até chegarem aos cofres do partido.
De acordo com a análise das movimentações financeiras da empresa Mizu Gerenciamento e Serviços, antes de chegar ao PT, os cheques contabilizados pela consultoria como doações passavam pela Bancoop, que, por sua vez, repassava o dinheiro ao partido.
Pela investigação do Ministério Público de São Paulo, o objetivo da manobra seria mascarar a doação e dificultar o rastreamento dos recursos. Matéria do jornal O Globo diz que, a partir de um controle bancário interno, fornecido por um ex-funcionário da Mizu, a promotoria rastreou o destino de seis cheques, classificados como "Doação PT".
Para a senadora Marisa Serrano (MS), primeira vice-presidente do PSDB, os fatos são claros e denunciam a participação do PT no esquema. "As evidências caminham para mostrar uma relação mensaleira. Portanto, é necessário ir a fundo, descobrir os mandantes, para se chegar a um final exemplar", avalia. Ela diz que "não se pode passar a mão na cabeça dos corruptos".
O esquema, coordenado pelo atual tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, prejudicou cerca de 400 famílias que compraram imóveis, pagaram prestações inflacionadas, mas não receberam suas propriedades. O desvio, segundo o Ministério Público, pode ultrapassar R$ 100 milhões, relativos ao período de 2001 a 2008.
A fim de encontrar uma solução para ajudar os mutuários lesados pelo esquema, o líder da minoria na Câmara, deputado Gustavo Fruet (PR), se reúne com o Procurador Geral da República, Roberto Monteiro Gurgel, para solicitar um posicionamento do órgão quanto às denúncias de desvio de recursos da cooperativa.
"Nós vamos levar os fatos ao procurador, verificando se existe um procedimento por parte do Ministério Público Federal. Vamos ainda comunicar os últimos acontecimentos como participação de fundos de pensão no esquema e lesão aos mutuários", afirma Fruet.
PRÉ-CAMPANHA BILIONÁRIA
Apesar do esquema de bandidagem e mega corrupção envolvendo o abominável tesoureiro do PT, a uma semana de deixar o governo, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do partido à Presidência, articula os detalhes de uma estrutura milionária preparada para os três primeiros meses da pré-campanha.
Entre outras despesas, Dilma terá à sua disposição R$ 250 mil entre abril e o final de junho, distribuídos em aluguel de uma casa no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, contrato com empresa de jatos executivos, aluguel de carros e pagamento de seguranças e assessores.
Não bastasse estrutura, montada por um partido ou facção criminosa(PT) que deve R$ 35 milhões referentes à campanha presidencial de 2006, a ministra receberá um salário de R$ 17.800, segundo reportagem do jornal O Globo. O benefício a ser recebido por Dilma a primeira geurrilheira da República, ultrapassa o de dirigentes Petralhas e dos ministros do corrupto governo federal, que recebem R$ 12 mil por mês.
COMENTO
"Essa (petralhada) suja, criminosa e covarde que está no poder da república, forma a maior facção criminosa do planeta terra. Só não ver quem não quer. Certo senhores?
É lógico que essa quadrilha de bandidos e gângster, que está no poder da República, vem uzurpando de forma vergonhosa o erário público. Mensalão, Sanguessugas, CC, PAC de vento, Bolsa esmólas, Bolsa ditadura, INAUGURAÇÕES DE TERRENOS BALDIOS e venda das teles são algumas bandidagens desta facção criminosa QUE SE ENCONTRA NO PODER DA REPÚBLICA". DESTA VEZ, VAMOS VOTAR CERTO.
sábado, 27 de março de 2010
SÃO IDEOLÓGICO, POR ISSO CORROMPEM
ROBERTO JEFFERSON
________________________________________
As oligarquias aliaram-se ao PT pensando que iriam dominá-lo, mas se deu o contrário, porque elas não têm projeto
________________________________________
UM DOS traços constantes da vida brasileira é a coexistência de dois tipos heterogêneos e incomunicáveis de política: a "profissional", cuja única finalidade é o acesso a cargos públicos para a conquista de benefícios pessoais ou grupais, e a socialista (ou "capitalismo burocrático-corporativo", como define o sociólogo Fernando Henrique Cardoso), empenhada na conquista do poder total sobre a sociedade.
A segunda vale-se ocasionalmente dos instrumentos da primeira, mas, sobretudo, cria os seus próprios: os "movimentos sociais" (o adestramento de formidáveis massas militantes dispostas a tudo), a ocupação de espaços na administração federal e em áreas estrategicamente vitais e, por último, mas não menos importante, a conquista da hegemonia cultural.
As próximas eleições vão opor, numa disputa desigual, a política socialista à profissional. Esta emprega os meios usuais de propaganda, enquanto aquela utiliza todos os meios disponíveis (inclusive os heterodoxos).
O político profissional tem a seu favor somente os eleitores, que se manifestam a cada quatro anos e depois o esquecem, enquanto o socialista tem a vasta militância, pronta a matar e a morrer por quem personifica suas aspirações.
O voto, ainda que avassaladoramente majoritário, não afiança ninguém no poder. O que garante a supremacia é a massa organizada, disposta a apoiar o eleito todos os dias e por todos os meios. Vejam a situação da governadora do Rio Grande do Sul: quando a oposição se vangloriou de ter "varrido o PSDB do Estado gaúcho", não percebeu que tentara expulsá-lo apenas de um cargo público.
O maior erro que as débeis oposições cometem é não saber enfrentar o modelo político socialista.
É de acentuar que a quase totalidade do empresariado nacional já foi cooptada e aceita naturalmente o petismo, que se adonou e faz uso do histórico caráter patriarcal do Estado brasileiro -sedimentado pela ditadura militar- em seu benefício.
O estatismo foi reconfigurado. É mais fácil controlar mecanismos reguladores (em todos os níveis) e instâncias de fomento e financiamento, que tornam reféns de seus interesses os capitães da indústria privada.
Na discussão orçamentária, os políticos profissionais preocupam-se apenas com emendas que podem fortalecê-los em suas bases, proporcionando-lhes benefícios particulares.
Nenhum deles confronta a tradição doutrinária de controle da máquina pública e do exercício do poder, delineada desde Maquiavel.
Seguidor de Lênin, Trótski, Stálin e Gramsci, o petismo, por meio de seu núcleo dominante, abriu mão da luta armada, mas não do objetivo revolucionário. E valem-se da União, a garantidora de empréstimos a municípios e Estados. É o clientelismo, dos quais são porta-vozes os políticos de todos os partidos, que, assim, jogam pelas regras estabelecidas por aqueles que detêm o poder decisório.
A eventual saída do PT da Presidência, porém, não mudará esse quadro. Porque os aparatos administrativo-arrecadadores (Receita Federal, INSS) e fiscalizadores senso estrito (policial e judicial), além da órbita cultural, foram aparelhados.
O PT detém controle também sobre os sindicatos, o funcionalismo público, o aparato repressivo (MPF e PF, usados para destruir seus inimigos, fazendo terrorismo e chantagem política), os estudantes, os camponeses, a igreja, a intelectualidade artística, universitária e jurídica.
Se eleito, portanto, José Serra vai comandar uma máquina estatal dominada por adversários, muitos deles indicados para atuar em tribunais superiores. Sem esquecer o MST, que mantém acampamentos ao longo das principais rodovias (e pode, a qualquer momento, paralisar o país).
No Brasil, hoje, não há mais escândalos. Ficam uma semana nos jornais e na TV, depois ninguém mais se lembra deles. Não produzem consequências judiciais, porque o sistema é pesado e dominado por uma processualística interminável, da qual decorre a impunidade. O caso do mensalão é emblemático.
O PT deu caráter rotineiro a tudo isso na vida brasileira. As oligarquias aliaram-se ao partido pensando que iriam dominá-lo, mas se deu o contrário, porque elas não têm projeto.
O PT, contudo, tem, e o põe em prática planejadamente, sistematicamente, em todos os níveis. Segue a lógica da revolução, quer construir o socialismo (quem sabe à maneira de Fidel, que Lula e sua turma tanto incensam?). Os petistas acreditam nisso.
Não são apenas corruptos, são ideológicos e, por isso, corrompem. E, no processo de destruição, vale tudo.
Para combater a hidra, é preciso conhecê-la, armar-se e propor um projeto diferente de país. Não se enfrentam tanques com bodoques, mas com mísseis. E, se vierem mísseis em represália, joga-se a bomba atômica.
Quem vai fazer isso?
________________________________________
ROBERTO JEFFERSON , 56, advogado, é presidente nacional do PTB.
________________________________________
As oligarquias aliaram-se ao PT pensando que iriam dominá-lo, mas se deu o contrário, porque elas não têm projeto
________________________________________
UM DOS traços constantes da vida brasileira é a coexistência de dois tipos heterogêneos e incomunicáveis de política: a "profissional", cuja única finalidade é o acesso a cargos públicos para a conquista de benefícios pessoais ou grupais, e a socialista (ou "capitalismo burocrático-corporativo", como define o sociólogo Fernando Henrique Cardoso), empenhada na conquista do poder total sobre a sociedade.
A segunda vale-se ocasionalmente dos instrumentos da primeira, mas, sobretudo, cria os seus próprios: os "movimentos sociais" (o adestramento de formidáveis massas militantes dispostas a tudo), a ocupação de espaços na administração federal e em áreas estrategicamente vitais e, por último, mas não menos importante, a conquista da hegemonia cultural.
As próximas eleições vão opor, numa disputa desigual, a política socialista à profissional. Esta emprega os meios usuais de propaganda, enquanto aquela utiliza todos os meios disponíveis (inclusive os heterodoxos).
O político profissional tem a seu favor somente os eleitores, que se manifestam a cada quatro anos e depois o esquecem, enquanto o socialista tem a vasta militância, pronta a matar e a morrer por quem personifica suas aspirações.
O voto, ainda que avassaladoramente majoritário, não afiança ninguém no poder. O que garante a supremacia é a massa organizada, disposta a apoiar o eleito todos os dias e por todos os meios. Vejam a situação da governadora do Rio Grande do Sul: quando a oposição se vangloriou de ter "varrido o PSDB do Estado gaúcho", não percebeu que tentara expulsá-lo apenas de um cargo público.
O maior erro que as débeis oposições cometem é não saber enfrentar o modelo político socialista.
É de acentuar que a quase totalidade do empresariado nacional já foi cooptada e aceita naturalmente o petismo, que se adonou e faz uso do histórico caráter patriarcal do Estado brasileiro -sedimentado pela ditadura militar- em seu benefício.
O estatismo foi reconfigurado. É mais fácil controlar mecanismos reguladores (em todos os níveis) e instâncias de fomento e financiamento, que tornam reféns de seus interesses os capitães da indústria privada.
Na discussão orçamentária, os políticos profissionais preocupam-se apenas com emendas que podem fortalecê-los em suas bases, proporcionando-lhes benefícios particulares.
Nenhum deles confronta a tradição doutrinária de controle da máquina pública e do exercício do poder, delineada desde Maquiavel.
Seguidor de Lênin, Trótski, Stálin e Gramsci, o petismo, por meio de seu núcleo dominante, abriu mão da luta armada, mas não do objetivo revolucionário. E valem-se da União, a garantidora de empréstimos a municípios e Estados. É o clientelismo, dos quais são porta-vozes os políticos de todos os partidos, que, assim, jogam pelas regras estabelecidas por aqueles que detêm o poder decisório.
A eventual saída do PT da Presidência, porém, não mudará esse quadro. Porque os aparatos administrativo-arrecadadores (Receita Federal, INSS) e fiscalizadores senso estrito (policial e judicial), além da órbita cultural, foram aparelhados.
O PT detém controle também sobre os sindicatos, o funcionalismo público, o aparato repressivo (MPF e PF, usados para destruir seus inimigos, fazendo terrorismo e chantagem política), os estudantes, os camponeses, a igreja, a intelectualidade artística, universitária e jurídica.
Se eleito, portanto, José Serra vai comandar uma máquina estatal dominada por adversários, muitos deles indicados para atuar em tribunais superiores. Sem esquecer o MST, que mantém acampamentos ao longo das principais rodovias (e pode, a qualquer momento, paralisar o país).
No Brasil, hoje, não há mais escândalos. Ficam uma semana nos jornais e na TV, depois ninguém mais se lembra deles. Não produzem consequências judiciais, porque o sistema é pesado e dominado por uma processualística interminável, da qual decorre a impunidade. O caso do mensalão é emblemático.
O PT deu caráter rotineiro a tudo isso na vida brasileira. As oligarquias aliaram-se ao partido pensando que iriam dominá-lo, mas se deu o contrário, porque elas não têm projeto.
O PT, contudo, tem, e o põe em prática planejadamente, sistematicamente, em todos os níveis. Segue a lógica da revolução, quer construir o socialismo (quem sabe à maneira de Fidel, que Lula e sua turma tanto incensam?). Os petistas acreditam nisso.
Não são apenas corruptos, são ideológicos e, por isso, corrompem. E, no processo de destruição, vale tudo.
Para combater a hidra, é preciso conhecê-la, armar-se e propor um projeto diferente de país. Não se enfrentam tanques com bodoques, mas com mísseis. E, se vierem mísseis em represália, joga-se a bomba atômica.
Quem vai fazer isso?
________________________________________
ROBERTO JEFFERSON , 56, advogado, é presidente nacional do PTB.
CANDIDATA E PRIMEIRA GUERRILHEIRA DA REPÚBLICA, DILMA: jatinho, mansões, assessores e salário. O mega bandido, Vaccari assina o cheque!
À ABOMINÁVEL PETISTA E PRIMEIRA GUERRILHEIRA DA REPÚBLICA, Dilma Rousseff sairá a pé do Palácio do Planalto nesta quarta-feira para percorrer a jornada eleitoral que, daqui a nove meses, poderá conduzi-la de volta ao poder pelo elevador privativo que leva ao gabinete do presidente da República. Dilma deixará o cargo de ministra da Casa Civil para se consagrar exclusivamente à pré-campanha, que dura até o fim de junho, quando a lei eleitoral estabelece o início oficial do pleito presidencial. O PT montou uma estrutura de primeira linha para a ministra. Ela receberá salário, contará com cinco assessores, voará de jatinho e vai se hospedar em uma confortável casa em Brasília (veja o quadro). Quem fechará esses contratos e pagará todas as despesas? Ele, o novo e já notório que o super bandido e tesoureiro da facção criminosa do PT, João Vaccari Neto, um grande criminoso que, segundo depoimentos em poder da Procuradoria-Geral da República colhidos durante o mensalão, cobrava propina de quem quisesse fechar negócios com os fundos de pensão das estatais - e que, de acordo com o promotor José Carlos Blat, participou dos desvios na Bancoop, a Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo. À frente dos gastos com a pré-campanha petista, Vaccari por enquanto é o Delúbio Soares de Dilma. Pelo menos na prática.
Na semana passada, o bandido/tesoureiro deveria ter comparecido ao Congresso para prestar esclarecimentos sobre as acusações. Mas escapuliu. Argumentando que seu advogado estava em viagem ao exterior, Vaccari pediu que seu depoimento fosse adiado por duas semanas. Os senadores toparam. Na terça-feira, porém, os parlamentares da oposição puderam confirmar que a justificativa de Vaccari era apenas o que parecia ser mesmo - um álibi para tentar escapar da CPI. Coube ao líder do governo no Senado, o nocivo e desqualificado peemedebista Romero Jucá, investigado no Supremo Tribunal Federal por compra de votos, a tarefa de mostrar os dentes. Ele correu à comissão para levar recados ameaçadores. Jucá ensaiou apresentar requerimentos para convocar promotores que investigam ilegalidades cometidas por tucanos no Rio Grande do Sul e no Paraná - e também por democratas em Brasília. “Por mim, podem chamar quem eles quiserem”, respondeu o senador tucano Alvaro Dias, autor da convocação de Vaccari. A tentativa de intimidação de Jucá falhou - por enquanto. O bandido e tesoureiro da facção criminosa dos PTralhas terá de depor mesmo. São muitas bandidagens e maracutaias, neste corrupto e nocivo governo do PT, não é mesmo?
Na semana passada, o bandido/tesoureiro deveria ter comparecido ao Congresso para prestar esclarecimentos sobre as acusações. Mas escapuliu. Argumentando que seu advogado estava em viagem ao exterior, Vaccari pediu que seu depoimento fosse adiado por duas semanas. Os senadores toparam. Na terça-feira, porém, os parlamentares da oposição puderam confirmar que a justificativa de Vaccari era apenas o que parecia ser mesmo - um álibi para tentar escapar da CPI. Coube ao líder do governo no Senado, o nocivo e desqualificado peemedebista Romero Jucá, investigado no Supremo Tribunal Federal por compra de votos, a tarefa de mostrar os dentes. Ele correu à comissão para levar recados ameaçadores. Jucá ensaiou apresentar requerimentos para convocar promotores que investigam ilegalidades cometidas por tucanos no Rio Grande do Sul e no Paraná - e também por democratas em Brasília. “Por mim, podem chamar quem eles quiserem”, respondeu o senador tucano Alvaro Dias, autor da convocação de Vaccari. A tentativa de intimidação de Jucá falhou - por enquanto. O bandido e tesoureiro da facção criminosa dos PTralhas terá de depor mesmo. São muitas bandidagens e maracutaias, neste corrupto e nocivo governo do PT, não é mesmo?
sexta-feira, 26 de março de 2010
“F-se a Constituição!”
Meus amigos, o editorial do Estadão é uma exceção. MAS ESTE NÃO É UMA EXCEÇÃO! Refere-se àquele incrível discurso que Molusco fez anteontem contra a imprensa.
O abominável, terrível E DESQUALIFICADO, Molusco da Silva não é o primeiro nem será o último digamos chefe de governo, em qualquer instância e de qualquer país democrático, a se queixar da imprensa. Para não ir muito atrás, nem muito longe, o que se falava mal da mídia no Palácio do Planalto do caudilho FHC e o que se fala no Palácio dos Bandeirantes do ainda governador José Serra, por exemplo, ocupariam páginas inteiras de um periódico. Jornalistas - essa a reclamação recorrente nos palácios de todas as cores - ignoram na maior parte do tempo o que se faz de bom (e o esforço que isso demanda), só destacam o que vai mal (sem se aprofundar nas causas dos problemas) e preferem a fofoca aos fatos relevantes (porque estes dão mais trabalho para apurar).
Há, no entanto, uma diferença - não de grau, mas de natureza - entre os protestos dos que se julgam injustiçados pelos meios de comunicação e os sistemáticos ataques de Lula à imprensa a que acusa, indistintamente, de tratar o seu governo com “má-fé”. Governadores e prefeitos, ministros e secretários podem deplorar a suposta miopia do noticiário, mas reconhecem a carga inerente de tensão no seu relacionamento com o jornalismo que a eles não se subordina. Já o caso de Lula é obsessão. Desde o escândalo do mensalão, em 2005, ele está em campanha para demolir a credibilidade dos órgãos de informação. As suas diatribes, como a de anteontem, durante um evento, são uma mistura de vezo autoritário com ressentimento de classe, agravada pelo descontrole emocional diante da mera expectativa de receber críticas.
No passado, O ABOMINÁVEL Molusco dizia que não teria se tornado o que se tornou, a ponto de disputar a Presidência da República, não fosse a liberdade de imprensa no Brasil. Foi ela quem de fato propeliu o seu nome, cobrindo passo a passo a sua trajetória, fossem quais fossem os julgamentos que pudesse fazer a seu respeito. Isso não mudou, mas o que Lula hoje entende por liberdade de imprensa é uma caricatura grotesca. “É triste”, investiu, “quando as pessoas têm o direito de escrever as coisas certas e escrevem as coisas erradas.” Nas democracias, as pessoas têm o direito de escrever ? ponto. Nas ditaduras, quem diz o que é certo ou errado é o ditador. Para Lula, o certo seria a imprensa dizer que o PAC é uma maravilha. O errado, informar que apenas 11% de suas obras foram concluídas e 54% não saíram do papel.
Certo também seria a imprensa olhar para o outro lado enquanto ele promove, com assombroso despudor, a candidatura Dilma Rousseff. Na mesma ocasião em que vociferou contra a mídia, deu a deixa para a platéia gritar o nome da ministra, ao afirmar: “Eu não posso dizer quem vai ser (o sucessor), eu não posso dizer, porque, porque? vamos aguardar.” Errado é noticiar que Dilma inaugura obras que não estão concluídas. O Desqualificado afirma que a imprensa tem predileção pela desgraça “para dizer: “viu, o menino não era letrado, o menino nasceu para ser torneiro mecânico. A partir daí já é abuso”". Ele jamais se cansará de fazer praça de suas origens ? menos por justo orgulho do que para insuflar o eleitorado pobre. Mas nunca pôs a sua formidável popularidade a serviço da educação, dizendo algo como “se sou o que sou sem ter estudado, imaginem o que eu seria se tivesse”.
Os historiadores do futuro certamente terão muito a dizer sobre a contribuição do governo Lula para o prosseguimento das transformações pelas quais o País começou a passar nos anos 1990. Tampouco deixarão de registrar que a democracia lhe deve a decisão de não buscar um terceiro mandato mediante emenda constitucional. Mas haverão de lembrar que nunca antes neste país, em regime democrático, um presidente havia manifestado tanto ódio pela imprensa livre. Lula é o governante que, com pouco mais de um ano no poder, tentou expulsar do País o correspondente do New York Times por ter escrito uma reportagem (de duvidosa qualidade, por sinal) sobre o que seria o seu gosto pela bebida. Alertado pelo então ministro da Justiça, Marcio Thomaz Bastos, de que a expulsão seria inconstitucional (o jornalista era casado com uma brasileira), Lula explodiu: “F-se a Constituição.”
ABOMINÁVEL MOLUSCO VOLTA A DESRESPEITAR A LEI ELEITORAL E AINDA FAZ CHACOTA DO TSE
Vocês lerão nesta sexta nos jornais que o Tribunal Superior Eleitoral multou Lula em R$ 10 mil. É a segunda multa. Ele já recebeu outra de R$ 5 mil. O motivo é o mesmo: propaganda eleitoral antecipada, agora por declarações feitas em janeiro na inauguração do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados de São Paulo:
“Eu penso que a cara do Brasil vai mudar muito e quem vier depois de mim, eu por questões legais não posso dizer quem é, espero que vocês adivinhem, vai encontrar um programa pronto, com dinheiro no Orçamento”.
Dilma estava ao lado. Dada a deixa, alguns dos presentes gritaram o nome da petista. Por 4 votos a três, o TSE reconheceu o óbvio.
E MOLUSCO? Não está nem aí. Não apenas segue transgredindo a lei como faz pouco do tribunal e da legislação eleitoral. Ontem, depois da solenidade das ambulâncias (ver post), participou da entrega de alguns apartamentos — INACABADOS — em Osasco, numa festa organizada pelo governo e pelo prefeitura, que é do PT. E discursou:
“O que estamos fazendo aqui é reparação [em relação aos governos anteriores] e isso eu tenho certeza que vai continuar, mas eu não posso dizer o nome. Eu já fui multado em R$ 5 mil porque disseram que eu falei o nome [de Dilma].”
Não, ninguém disse que ele “falou o nome” de Dilma. O que se considerou é que recorreu a estratagemas de linguagem que resultam na mesma coisa. Adivinhem o que os presentes gritaram? Isto mesmo: “Dil-ma, Dil-ma”.
E Lula, com um risinho irônico, deu uma bronca de mentirinha na claque:
“Se eu for multado, vou a trazer a conta para vocês. Alguém aceita pagar?”
E muita gente levantou a mão: “Eu, eu, eu…”
Não é necessário contar com o concurso de lingüistas para explicar o que fez Lula. Não resta ao TSE, se provocado, outra coisa a não multá-lo de novo.
Vou tentar saber com especialistas, nesta sexta, qual é o procedimento adequado quando um presidente da República, de modo deliberado, desrespeita a lei e ainda faz chacota da legislação, chamando a atenção para o seu malfeito.
E no meio destes BANDIDOS/CAUDILHOS e desta facção exacerbadamente criminosa que se encontra no poder da República, estão nossas FFAA, totalmente Desarmadas sem poder cumprir sua missão constitucional, militares flagelados por dois dos maiores MONSTROS da história da humanidade FHC e MOLUSCO SILVA.
O abominável, terrível E DESQUALIFICADO, Molusco da Silva não é o primeiro nem será o último digamos chefe de governo, em qualquer instância e de qualquer país democrático, a se queixar da imprensa. Para não ir muito atrás, nem muito longe, o que se falava mal da mídia no Palácio do Planalto do caudilho FHC e o que se fala no Palácio dos Bandeirantes do ainda governador José Serra, por exemplo, ocupariam páginas inteiras de um periódico. Jornalistas - essa a reclamação recorrente nos palácios de todas as cores - ignoram na maior parte do tempo o que se faz de bom (e o esforço que isso demanda), só destacam o que vai mal (sem se aprofundar nas causas dos problemas) e preferem a fofoca aos fatos relevantes (porque estes dão mais trabalho para apurar).
Há, no entanto, uma diferença - não de grau, mas de natureza - entre os protestos dos que se julgam injustiçados pelos meios de comunicação e os sistemáticos ataques de Lula à imprensa a que acusa, indistintamente, de tratar o seu governo com “má-fé”. Governadores e prefeitos, ministros e secretários podem deplorar a suposta miopia do noticiário, mas reconhecem a carga inerente de tensão no seu relacionamento com o jornalismo que a eles não se subordina. Já o caso de Lula é obsessão. Desde o escândalo do mensalão, em 2005, ele está em campanha para demolir a credibilidade dos órgãos de informação. As suas diatribes, como a de anteontem, durante um evento, são uma mistura de vezo autoritário com ressentimento de classe, agravada pelo descontrole emocional diante da mera expectativa de receber críticas.
No passado, O ABOMINÁVEL Molusco dizia que não teria se tornado o que se tornou, a ponto de disputar a Presidência da República, não fosse a liberdade de imprensa no Brasil. Foi ela quem de fato propeliu o seu nome, cobrindo passo a passo a sua trajetória, fossem quais fossem os julgamentos que pudesse fazer a seu respeito. Isso não mudou, mas o que Lula hoje entende por liberdade de imprensa é uma caricatura grotesca. “É triste”, investiu, “quando as pessoas têm o direito de escrever as coisas certas e escrevem as coisas erradas.” Nas democracias, as pessoas têm o direito de escrever ? ponto. Nas ditaduras, quem diz o que é certo ou errado é o ditador. Para Lula, o certo seria a imprensa dizer que o PAC é uma maravilha. O errado, informar que apenas 11% de suas obras foram concluídas e 54% não saíram do papel.
Certo também seria a imprensa olhar para o outro lado enquanto ele promove, com assombroso despudor, a candidatura Dilma Rousseff. Na mesma ocasião em que vociferou contra a mídia, deu a deixa para a platéia gritar o nome da ministra, ao afirmar: “Eu não posso dizer quem vai ser (o sucessor), eu não posso dizer, porque, porque? vamos aguardar.” Errado é noticiar que Dilma inaugura obras que não estão concluídas. O Desqualificado afirma que a imprensa tem predileção pela desgraça “para dizer: “viu, o menino não era letrado, o menino nasceu para ser torneiro mecânico. A partir daí já é abuso”". Ele jamais se cansará de fazer praça de suas origens ? menos por justo orgulho do que para insuflar o eleitorado pobre. Mas nunca pôs a sua formidável popularidade a serviço da educação, dizendo algo como “se sou o que sou sem ter estudado, imaginem o que eu seria se tivesse”.
Os historiadores do futuro certamente terão muito a dizer sobre a contribuição do governo Lula para o prosseguimento das transformações pelas quais o País começou a passar nos anos 1990. Tampouco deixarão de registrar que a democracia lhe deve a decisão de não buscar um terceiro mandato mediante emenda constitucional. Mas haverão de lembrar que nunca antes neste país, em regime democrático, um presidente havia manifestado tanto ódio pela imprensa livre. Lula é o governante que, com pouco mais de um ano no poder, tentou expulsar do País o correspondente do New York Times por ter escrito uma reportagem (de duvidosa qualidade, por sinal) sobre o que seria o seu gosto pela bebida. Alertado pelo então ministro da Justiça, Marcio Thomaz Bastos, de que a expulsão seria inconstitucional (o jornalista era casado com uma brasileira), Lula explodiu: “F-se a Constituição.”
ABOMINÁVEL MOLUSCO VOLTA A DESRESPEITAR A LEI ELEITORAL E AINDA FAZ CHACOTA DO TSE
Vocês lerão nesta sexta nos jornais que o Tribunal Superior Eleitoral multou Lula em R$ 10 mil. É a segunda multa. Ele já recebeu outra de R$ 5 mil. O motivo é o mesmo: propaganda eleitoral antecipada, agora por declarações feitas em janeiro na inauguração do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados de São Paulo:
“Eu penso que a cara do Brasil vai mudar muito e quem vier depois de mim, eu por questões legais não posso dizer quem é, espero que vocês adivinhem, vai encontrar um programa pronto, com dinheiro no Orçamento”.
Dilma estava ao lado. Dada a deixa, alguns dos presentes gritaram o nome da petista. Por 4 votos a três, o TSE reconheceu o óbvio.
E MOLUSCO? Não está nem aí. Não apenas segue transgredindo a lei como faz pouco do tribunal e da legislação eleitoral. Ontem, depois da solenidade das ambulâncias (ver post), participou da entrega de alguns apartamentos — INACABADOS — em Osasco, numa festa organizada pelo governo e pelo prefeitura, que é do PT. E discursou:
“O que estamos fazendo aqui é reparação [em relação aos governos anteriores] e isso eu tenho certeza que vai continuar, mas eu não posso dizer o nome. Eu já fui multado em R$ 5 mil porque disseram que eu falei o nome [de Dilma].”
Não, ninguém disse que ele “falou o nome” de Dilma. O que se considerou é que recorreu a estratagemas de linguagem que resultam na mesma coisa. Adivinhem o que os presentes gritaram? Isto mesmo: “Dil-ma, Dil-ma”.
E Lula, com um risinho irônico, deu uma bronca de mentirinha na claque:
“Se eu for multado, vou a trazer a conta para vocês. Alguém aceita pagar?”
E muita gente levantou a mão: “Eu, eu, eu…”
Não é necessário contar com o concurso de lingüistas para explicar o que fez Lula. Não resta ao TSE, se provocado, outra coisa a não multá-lo de novo.
Vou tentar saber com especialistas, nesta sexta, qual é o procedimento adequado quando um presidente da República, de modo deliberado, desrespeita a lei e ainda faz chacota da legislação, chamando a atenção para o seu malfeito.
E no meio destes BANDIDOS/CAUDILHOS e desta facção exacerbadamente criminosa que se encontra no poder da República, estão nossas FFAA, totalmente Desarmadas sem poder cumprir sua missão constitucional, militares flagelados por dois dos maiores MONSTROS da história da humanidade FHC e MOLUSCO SILVA.
Assinar:
Postagens (Atom)