terça-feira, 6 de abril de 2010

A CANDIDATA DO PT É DIL-MA/DIL-MA”, E NÃO “LU-LA/LU-LA”

Por Reinaldo Azevedo

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, não vai recorrer ao terrorismo na campanha eleitoral. De jeito nenhum! Ela só afirmou ontem que, caso a oposição vença as eleições, “vai acabar com tudo”: com o PAC (como acabar com o que não existe?), com o Bolsa Família e com o que houver de bom no Brasil. Mas ela promete não “baixar o nível”. Isso nunca!!!

Dilma decidiu fazer uma parceria com Esopo, recorrendo à zoologia para tentar extrair uma espécie sentido moral do jogo político. Em altíssimo nível, afirmou ela em visita ao Paraná, onde recebeu o apoio do mui ideológico PR (Partido da República), aquele do mensaleiro Valdemar Costa Neto: “[as oposições] são lobos em pele de cordeiro, fáceis de identificar. Muitas vezes, as mãozinhas de lobo aparecem debaixo da pele. Num dia, dizem que vão continuar o trabalho do presidente Lula; no outro, mostram as patinhas de lobo e aí ameaçam acabar com tudo”.

Nível elevadíssimo!

A fala, como se nota, é meio atrapalhada. Dilma é ainda neófita nesse terreno das metáforas. Não consegue criá-las com a naturalidade de um Lula, que não apela a nenhuma tentativa de sofisticação, como faz a sua “criatura eleitoral”. Ele teria recorrido a algo mais direto, corrente nas ruas. Lula ser quem é ajuda, claro, a popularizar uma candidatura. Mas também atrapalha um tanto. Ele é um fenômeno irrepetível. Tentar mimetizá-lo deixa sempre um rastro de ridículo. O presidente tem ao menos a memória real de como é o povo. Dilma o conhece dos manuais — alguns bem pouco recomendáveis, daí esse vôo ainda desajeitado. Vai encontrar o tom? Vamos ver.

Como vocês podem ver posts abaixo, um partido milionário chamado PT contratou nada menos do que a turma que cuidou da campanha de Obama na Internet. Não se sabe a que preço. Barato não foi. A tropa já está na ativa. E tudo isso por quê? Dilma deu uma resposta no Paraná: “Estamos juntos na luta para não deixar que aqueles que sempre governaram o país para os ricos voltem para excluir os pobres”. Ela não estava se referindo a aliados seus como os ex-presidentes José Sarney e Fernando Collor ou o deputado Paulo Maluf (PP). Não! O inimigo do povo, no caso, era Serra. Dilma quer governar para os pobres com notórios “pobrófilos” como Renan Calheiros.

Elevação de tom
Por que essa elevação de tom? Porque, até agora, a despeito de certos setores da imprensa insistirem na polarização inexistente - FHC X Lula -, Serra não caiu na cilada de confrontar quem não vai disputar as eleições. E não cometeu o erro de ficar debatendo miudezas ou grandezas sobre o… passado!

O PT está irritado porque Serra está se candidatando a governar o Brasil do futuro, e Dilma, até agora, é candidata a governar a biografia — e a mitologia — de Lula. É como se a existência de um candidato de oposição fosse uma ofensa pessoal ao presidente. Daí ela ter insistido: “Muito antes de eles poderem encenar o enredo do pós-Lula, eles são e sempre foram anti-Lula”.

Errado! Em muitos aspectos, o governo Lula é que “anti-Lula”, já que boa parte das escolhas que fez estava na categoria dos anátemas do lulismo. Em muitos aspectos, caso Serra prometesse a continuidade, estaria apenas tomando de volta o software que os petistas roubaram dos tucanos. E o ex-ministro Antonio Palocci, um dos coordenadores da campanha de Dilma, sabe disso melhor do que ninguém.

Assim, há um movimento curioso em curso. Dilma não tem biografia para contrastar com a do outro candidato. Não sou a sustentar isso, mas os próprios petistas. Quem deixou isso claro, ainda que por meio de palavras oblíquas, foi a própria candidata naquele seu discurso de despedida de impressionante subserviência. A principal tarefa do PT é tentar esconder a trajetória política do adversário, maculá-la se possível — com a colaboração das Bebéis da vida e da rede suja da Internet — para que o confronto se dê entre dois mitos criados pelo PT: os corruptos e sujos bandidos FHC e Lula. Um, evidentemente, apresentado como o demiurgo, e o outro, como o ogro. Parte da imprensa faz esse jogo duplo.

O PT pretende esconder o óbvio: se eleita, quem vai governar é Dilma, não Lula.
O presidencialismo brasileiro e forte e centralizador o bastante para impedir que ela seja mera funcionária do antecessor. Dilma é a candidata, como deixaram claro os arruaceiros que tentaram provocar a polícia na semana passada. A candidata do PT é “Dil-ma/ Dil-ma”; não é “Lu-la/ Lu-la”.

COMENTO

"Bem, a corrupta e nociva candidata do governo, dispensa apresentações, certo?
A primeira guerrilheira do país, carrega um legado, nada bom para seu sujo e abominável currículo.
Nas décadas de 60 e 70 ela simplesmente barbarizou à República, com milhares de assaltos, sequestros, tráfico e milhares de assassinatos até de inocentes, e sua justificativa era: a implantação do comunismo no Brasil, por esse motivo houve o golpe militar de 64.

Os brasileiros que vão votar nesta senhora, a esmagadora maioria recebe bolsa esmolas e acham que, se ela não ganhar vai acabar a digamos 'esmola eleitoreira'.
Isso não é verdade porque não foram os bandidos Petralhas que inventaram o bolsa esmolas, foi inventado por outro corrupto bandido e caudilho, tão nocivo quanto os larápios Petralhas.
Por isso precisamos ter muita atenção na hora de votarmos, para não cometermos os mesmos erros de antes, visto que: colocamos no poder da República os dois maiores bandidos e caudilhos da história da humanidade, FHC e o abominável 'sapo' Molusco".

segunda-feira, 5 de abril de 2010

JUIZ DIZ QUE "ALOPRADO" LEVOU MALA DE DINHEIRO

Por Hudson Corrêa, na Folha:

Um documento da Justiça Federal afirma que o petista Hamilton Lacerda é o homem da mala de dinheiro no caso do dossiê contra tucano -o episódio que manchou a campanha de reeleição de Lula em 2006.

Ontem a Folha revelou que o petista virou fazendeiro no sul da Bahia. Ele administra capital social de R$ 1,5 milhão.

Lacerda, que sempre negou ter transportado mala de dinheiro, já era acusado pela Polícia Federal, mas nenhuma manifestação do juiz do caso tinha vindo à tona ainda.
A Folha teve acesso a uma decisão de 2009 de Jefferson Schneider, da 2ª Vara Federal de Cuiabá (MT), que diz “existir evidência suficiente” de que o petista levou R$ 1,7 milhão a um hotel em São Paulo.

O dinheiro foi entregue a um funcionário da campanha de Lula para a compra do dossiê para envolver o ex-governador José Serra (PSDB) com fraudes na venda de ambulâncias.
A transação não deu certo pois a PF apreendeu o dinheiro e abriu inquérito, mas nunca descobriu a origem da quantia. Para o juiz, as evidências contra Lacerda são as imagens das câmeras do hotel que o mostram entregando o dinheiro.

O entendimento da Justiça contradiz lideranças petistas, que avalizaram, em fevereiro, a volta de Lacerda ao partido. O argumento foi o de que não havia provas contra ele no caso.

Bem de vida, Lacerda e os demais “aloprados”, como Lula chamou os envolvidos no episódio, vivem despreocupados com a investigação do dossiê.

O inquérito do caso repousa na Procuradoria da República em Mato Grosso, que, em 2009, para tentar descobrir a origem do dinheiro, pediu à Justiça nova quebra de sigilo telefônico de quem manteve contato com Lacerda na época.

O juiz negou o pedido, alegando que há provas de que Lacerda levou o dinheiro ao hotel. A Procuradoria estuda denunciá-lo mesmo sem apontar a origem do valor apreendido.

COMENTO

"É lógico, que essa quadrilha de gângster, que vem usurpando o erário público vive cometendo todos os tipos de crimes e bandidagens no nosso país, essa é só mais uma. Esses super bandidos, vão continuar cometendo crimes de toda espécie, visto que as autoridades brasileiras, já perderam o controle com esses ladrões e essa máquina de bandidagem e corrupção que assola nosso país.

Causa-me estranheza a leniência das autoridades brasileiras e das FFAA com essa mega quadrilha que se encontra no poder da República, cometendo tantos crimes, principalmente um dos maiores delitos dessa super facção criminosa, é desmantelar, definhar e sucatear as FFAA e ainda humilhar os militares com um revanchismo sem precedente na história deste país, desde que Cabral aqui pisou pela primeira vez.

Precisamos, sair da inércia e colocarmos esses bandidos em seus devidos lugares, junto com o Zé Arruda, principalmente o primeiro e segundo bandidos da República, a primeira guerrilhera, o primeiro compadre, o primeiro bigode e muitos outos bandidos que fazem parte desta que é a maior facção criminosa do planeta terra. Só não ver quem realmente não quer. Certo"?

domingo, 4 de abril de 2010

"PT UMA MÁQUINA DE COMETER CRIMES"

Pivô dos “aloprados”, ex-braço direito de Mercadante vira fazendeiro no sul da Bahia!!!

Por Hudson Corrêa e Leonardo Souza, na Folha:
Apontado pela Polícia Federal como o homem da mala de dinheiro que seria usado na compra de um dossiê contra tucanos, o empresário petista Hamilton Lacerda virou fazendeiro no sul da Bahia.

De assessor parlamentar do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), com salário de cerca de R$ 5.000, Lacerda passou a tocar há dois anos uma fazenda com plantação de eucalipto e uma revenda de produtos agrícolas -negócios com capital social de R$ 1,5 milhão.

Na propriedade, Lacerda tem como sócio Juscelino Dourado, ex-assessor de Antonio Palocci envolvido com um suposto negociador de propina para o PT. Foi Lacerda quem entregou a mala com R$ 1,7 milhão de origem ilícita para emissários petistas comprarem o dossiê que tentava ligar José Serra, então candidato a governador, a um esquema de venda fraudulenta de ambulâncias a prefeitos.

O caso ficou conhecido como o escândalo dos “aloprados” -termo usado por Lula para classificar os petistas envolvidos- e contribuiu para que a eleição presidencial entre ele e o tucano Geraldo Alckmin fosse levada para o 2º turno.

A PF indiciou Lacerda sob acusação de lavagem de dinheiro, mas não descobriu de onde veio o R$ 1,7 milhão -apreendido com dois emissários petistas num hotel em São Paulo. O petista nunca revelou a origem dos recursos. Na época, Lacerda era um dos coordenadores da campanha de Mercadante a governador. Com o escândalo, perdeu o cargo e deixou o PT.

Em fevereiro deste ano, voltou ao partido. Em São Caetano do Sul, onde mora, é conhecido pelos companheiros petistas apenas como professor universitário de vida social discreta.

Seus vizinhos desconhecem seu lado empresarial. Ele é fundador e um dos sócios da Bahia Reflorestamento, que mantém plantações de eucalipto na fazenda Olho d’Água, no município de Encruzilhada (BA).

Com 247 hectares de área, a propriedade está avaliada em aproximadamente R$ 500 mil.
Dourado, seu sócio mais ilustre, foi chefe de gabinete de Palocci até setembro de 2005. Ele deixou o cargo devido às suas ligações com um advogado que afirmou ter negociado propina de R$ 6 milhões para o PT em troca da renovação de um contrato da Caixa Econômica.

O ex-assessor de Palocci entrou na empresa sete meses após ela ter sido criada por Lacerda. É o “aloprado” quem está registrado na Junta Comercial como administrador do negócio, com poder para movimentar a sua conta bancária.

O que aconteceu com os outros bandidos aloprados? Adivinhem…

Ainda na Folha:
O ex-petista Jorge Lorenzetti -funcionário da cúpula da campanha de Lula que negociou o dossiê- responde por um débito de R$ 18,1 milhões no Basa (Banco da Amazônia). A dívida se refere a empréstimos feitos pelo banco à Nova Amafrutas, uma fábrica de sucos no Estado do Pará -da qual Lorenzetti era um dos diretores- que faliu no fim de 2006.
Quase um ano após o dossiê, o Basa passou a cobrar na Justiça dos então diretores da empresa, entre eles Lorenzetti.

Documento obtido pela Folha mostra que ele foi avalista no Basa de ao menos três empréstimos a partir de 2005 que somam R$ 1,3 milhão. O último contrato é de fevereiro de 2007, após a falência da empresa. Procurada, a assessoria do Basa disse que não há registro da participação de Lorenzetti nos empréstimos.

Três meses após o Basa iniciar ação judicial de cobrança, Lorenzetti passou a administrar uma empresa especializada em venda de sanduíches em shoppings da região de Florianópolis e Camboriú. A Mage Sanduicheria foi aberta em nome da ex-mulher e da filha. Seu irmão, Silvestre Lorenzetti, disse que o negócio foi paralisado há um ano. Entretanto, a empresa continua ativa na Receita Federal.

Osvaldo Bargas, outro envolvido no escândalo, abriu em Brasília a MB Consultoria para atuar nas áreas de comércio, recursos humanos e sindical. A empresa tem como sede uma sala constantemente fechada e sem placa de identificação. O porteiro informa que “seu Bargas” aparece apenas para pegar correspondências. O sócio de Bargas na MB é seu filho Helder, nomeado em abril de 2009 para um cargo na prefeitura de São Bernardo do Campo, comandada por Luiz Marinho (PT) -que foi quem deu o aval para Hamilton Lacerda voltar ao partido.

Aparentemente o único punido no episódio ao perder o emprego de diretor de Gestão e Risco do Banco do Brasil, Expedido Veloso voltou ao banco no cargo de gerente e foi promovido a diretor-superintendente da subsidiária BB Previdência em setembro de 2008. Veloso administra 41 planos de previdência complementar de empresas ou entidades privadas, com ativos totais de R$ 1,37 bilhão, de acordo com balanço da empresa.

COMENTO

"Essa super facção criminosa, essa hiper máquina e mega quadrilha de cometer crimes não tem limites e não vão parar nunca, eles vão continuar cometendo muitos crimes, mesmo que saiam do poder da República.

Os bandidos e corruptos petralhas já se acostumaram, com esse tipo de bandidagem e corrupção no país, a ponto de não terem mais controle, eles acham que por conta da popularidade do Molusco podem fazer de tudo, que nunca serão pegos. Só que, um dia a casa vai cair e todos eles irão para cadeia, fazer companhia ao ex-governador de Brasilia o Zé Arruda ou Zé Arruela".

sábado, 3 de abril de 2010

DO MARÇO AZUL AO ABRIL VERMELHO

Artigo no Alerta Total
Por Arlindo Montenegro

No dia 30 de Março, em cerimônia oficial no QG do Exército, em Brasília, o General Heleno, disse: "Hoje, fora do contexto, é fácil falar sobre abusos na luta contra a subversão. Como deveriam ter agido as forças legais? Na Colômbia, "coincidentemente", a guerra subversiva se iniciou na mesma época da que aqui eclodiu e o Estado colombiano vacilou em tomar decisões duras. O resultado são mais de 40 anos de guerra civil, quase 50.000 mortos..."

Verdade cristalina. E outra verdade é que vencido o terrorismo armado, a nação brasileira pensou por um momento que iria, afinal sacudir e acordar "o gigante adormecido". Mas por obra e graça do General Golbery do Couto e Silva, foi permitida a "valvula de escape" para o ensino do marxismo nos campus universitários. A rendição cultural abriu o espaço para o assassinato da alma brasileira.

Uma síntese da gênese desta implacável guerra mundial contra os princípios e valores da ex-civilização cristã ocidental, é dada numa aula do Pe. Paulo Ricardo, que pode ser vista no endereço - http://video.google.com/videoplay?docid=-7307097961801134682 – nos conduz a Rosa de Luxemburgo, que logo após a tomada do poder pelos bolcheviques na Russia, liderava os comunistas para tentar fazer o mesmo na Alemanha.

Fracassou. Por quê? Marx, Engels, Lenin, Stalin, Trotsky, todos os criadores e líderes do catecismo comunista garantiam que (os trabalhadores) o povo unido, jamais seria vencido. E por que não deu certo na Alemanha de então? A resposta encontrada foi: o empecilho é a moral burguesa. E o que a "moral" burguesa? Princípios e valores, conduta ética, toda a estrutura incutida pela civilização cristã. Logo, moral burguesa = moral cristã.

Então começaram a elaborar a guerra cultural, que substitui nos nossos dias a guerra quente. Em toda a Europa, os comunistas pensantes queimaram as pestanas durante anos, para chegar a Gramsci e na sequência a Althusser, Sartre, Foucault - um sujeitinho que morreu com a peste da Aids e que declarou ter sido a maior emoção da sua vida um quase atropelamento – W. Reich e Marcuse, que disseminaram as idéias da revolução cultural.

A escola inicial destes estudos foi o Instituto de Pesquisas Sociais, conhecido como Escola de Frankfurt, fundada em 1924, responsável pela publicação do primeiro volume das obras completas de Marx e Engels. Esta escola dedicou-se a esmiuçar o funcionamento do pensamento ocidental, estruturado na moral cristã, que todos passaram a denominar "repressiva". E este pensamento chega aos nossos dias como verdadeiro, depois de tanta repetição.

Marcuse fugiu do nazismo para os EUA, onde lançou sua obra, destacando-se "Eros e Civilização". A orientação dada: "faça amor, não faça a guerra", encaminhou na década de 60, parte da juventude americana ao Woodstock do rock, drogas e sexo livre. A "repressão" da moral burguesa (moral cristã) começava a ser superada pela juventude. As drogas, o sexo livre e o rock, abriram caminho para a dissolução da família, divorcio, aborto, feminismo, homossexualismo, camisinha e todas as "liberdades".

Com a “redemocratização” do Brasil, a cultura universitária predominante aderiu abertamente ao que se preparava desde os anos 70: “modernização”, superação da moral burguesa (moral do cristianismo), liberar geral. Foucault ministrou aulas na USP! E puxava um fuminho junto com os alunos! O marxiano Fernando Henrique foi eleito Presidente, um uspiano emérito que foi para o exílio nos EUA e depois no Chile do socialista castrista Allende.

Lá também estava o estudante José Serra, aquele que tinha sido preso num congresso da UNE em Ibiúna, junto com Aldo Rebelo do PC do B, José Dirceu e outros estelares que dão as cartas no atual governo e na política nacional. Desde então as Ongs “pacifistas” internacionais ocuparam o espaço brasileiro, para reduzir a natalidade no primeiro momento, aliciar caboclos e aborígenes, mapear o Brasil interior, traficar com a bio diversidade e influir nos gabinetes decisórios.

O Brasil, aquele país conservador que derramou nas ruas centenas de milhares de donas de casa, estudantes, operários nas marchas da família com Deus pela liberdade, contra a ameaça comunista nos últimos dias do governo Goulart foi virado de ponta cabeça. A produção cultural, a imprensa, a literatura incipiente (pra que ler quando tudo está na tela da rede Globo?) foi totalmente dominada pelo “politicamente correto”, isto é, avacalhar com a individualidade, massacrar pessoas conservadoras e prestigiar o coletivismo, tornar todos iguais em pensamento e ação.

Conseguiram! Com auxílio das novelas e do Roberto Marinho que pediu aos militares: “Deixem meus comunistas em paz”. Ele referia entre outros, o sr. Boni, amigo de infância do Sr. Dias Gomes, comunista de carteirinha, marido da Sra. Janete Clair. O casal dominou o horário nobre das novelas, disseminando em cada uma o ideário da revolução cultural comunista para que todos os videotas pensassem igual: divórcio para desmoralizar o casamento e a família, celibato dos padres (Roque Santeiro) para incutir a repressão da igreja católica.

Hoje temos a educação tomada por livros com mentiras sobre história, alunos que são promovidos por decreto e não por saber, drogas e violência nas escolas, professores amedrontados, greves políticas, profissionais que recebem um canudo mas aos quais é negado o saber, a informação, a formação necessária. Temos um país de analfabetos funcionais, cultura rede globo, marca internacional. Governo e mídia, perversos e mendazes aliados a serviço da nova ordem mundial globalitária.

COMENTO

Sem dúvida nenhuma, muitas coisas precisam mudar neste país, principalmente a educação, visto que essas duas facções criminosas, que estiveram no poder nos últimos anos, 'detonaram' a educação, no Brasil. Também definharam, desmantelaram e reduziram as Forças Armadas brasileiras a meras sulcatas, flagelaram e humilharam muito os militares.
Hoje um Coronel das FFAA tem um soldo igual a um simples soldado da PMDF. O que é totalmente inconstitucional e uma humilhação sem precedente na hitória deste país.

PECs 245/249 e a votação da MP 2215-10, não sai porque? Por um motivo simples, o corrupto e nocivo governo do PT tem a maioria no Congresso Nacional e não deixa que as referidas matérias sejam apreciadas.

Estamos a merçê de muitos bandidos, que formam o primeiro escalão do governo Petralha e que nas décadas de 60 e 70 brabarizaram e queriam implantar o comunismo no Brasil a qualquer custo. Até com assaltos, principalmente a bancos, sequestros e assassinatos de milhares de inocentes. E essa facção criminosa e danosa a República, ainda quer se perpetuar no poder, custe o que custar passando por cima de tudo e de todos.
BEM MEUS AMIGOS, ESSE É O RETRATO DO BRASIL DE HOJE.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

NOVO ESCÂNDALO DO DF, COM PRISÕES, CHEGA PERTO DO PT E DO PC DO B

Por Rodrigo Rangel, da Agência Estado:

Ainda escaldada pela crise que arrebatou o ex-governador José Roberto Arruda, a Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou hoje uma operação com potencial para desarrumar ainda mais o já complicado tabuleiro político local.

A Operação Shaolin, que levou à prisão cinco pessoas, teve como alvo duas organizações não-governamentais que receberam R$ 2,9 milhões do Programa Segundo Tempo, do Ministério dos Esportes. Até 2006, a pasta era comandada por Agnelo Queiroz, pré-candidato do PT ao governo do DF.

Dirigente das duas ONGs investigadas, o policial militar João Dias Ferreira, um dos presos hoje, foi candidato a deputado em 2006 pelo PCdoB, partido ao qual Agnelo era filiado à época.

Um dos delegados encarregados do caso, Giancarlos Zuliani, admitiu que investiga a suspeita de que o esquema tenha servido para financiar campanhas eleitorais. Ele afirmou, no entanto, que os dados referentes a essa vertente da investigação ainda estão sendo mantidos em sigilo.

A Polícia Civil nega que a operação, deflagrada num dia em que não havia expediente na corporação, tenha por objetivo atingir a possível candidatura de Agnelo Queiroz.

Durante a sucessão de denúncias contra o governo do DF, a Polícia Civil foi acusada de ter agido politicamente em favor do então governador, José Roberto Arruda, atualmente preso. Em depoimentos à Polícia Federal e ao Ministério Público, delegados afirmaram ter sido pressionados a impedir investigações contra aliados de Arruda.

Com a operação deflagrada hoje, a Polícia Civil afirma ter descoberto fortes indícios da existência de uma rede de ONGs, quase todas com ligações partidárias, criadas para desviar dinheiro de convênios com o governo federal. Contratos de pelo menos quatro dessas entidades já foram mapeados pelos investigadores. Uma delas possui convênio também com o Ministério da Ciência e Tecnologia.

Do valor repassado pelo Ministério às ONGs, a Polícia Civil diz ter detectado o desvio de R$ 1,9 milhão. O delegado Giancarlos Zuliani disse que a investigação começou em julho de 2008, após ação de busca e apreensão numa empresa de Brasília investigada exatamente por vender notas fiscais frias a entidades não-governamentais.

Na operação foram presos ainda um assessor e um suposto “laranja” do policial João Dias, o administrador de suas ONGs e o responsável pela empresa que fornecia as notas frias incluídas na prestação de contas apresentada ao Ministério dos Esportes. Bens de João Dias, dentre eles um carro de luxo, a casa e uma das academias supostamente construídas com o dinheiro desviado, foram sequestrados por ordem judicial.

DILMA PRECISA ESCONDER FRANKLIN MARTINS E ZÉ DIRCEU

De Daniel Pereira, na VEJA, na reportagem intitulada “Prateleira eleitora:

a candidata petista [Dilma Rousseff] vai precisar de muita habilidade para convencer que é real uma decisão que já teria sido tomada por seus assessores - tirar da linha de frente da campanha dois pesos-pesados do petismo: o conselheiro político e ministro de Comunicação Social, Franklin Martins, e o deputado cassado e lobista José Dirceu, ex-chefe da Casa Civil. A ideia partiu dos ex-ministros Antonio Palocci e Márcio Thomaz Bastos e conta com a simpatia do ex-prefeito Fernando Pimentel, coordenador da campanha de Dilma. Para eles, Franklin é um foco permanente de tensão e Dirceu uma fonte inesgotável de problemas. (…) Dirceu e Franklin continuarão na trincheira, articulando e cumprindo variadas tarefas. Para o grande público, ficarão na prateleira.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

EM DISCURSO, DILMA EXALTA MOLUSCO E O CHAMA DE “SENHOR” 28 VEZES

A PRIMEIRA GUERRILHEIRA DA REPÚBLICA, EM SEU DISCURSO SE IMPROVISAR, ESQUECE E CHORA!

Queria dizer para vocês que eu fiz um imenso esforço para falar de improviso, mas se eu falar de improviso, presidente, vai acontecer uma coisa, ou duas coisas: uma parte eu vou esquecer. E a outra parte eu vou chorar muito. Então, vou seguir um roteiro, pode ser que continue esquecendo e chorando, mas pelo menos eu tenho roteiro aonde eu vou me segurar.

“O GOVERNO DO SENHOR”

O governo do senhor é um momento muito importante porque é um momento de ápice, um momento de vitória, talvez o mais longo momento de vitória que todos esses que lutaram experimentaram ao longo de suas vidas. Sim, presidente, com o senhor nós vencemos. E vamos vencendo a cada dia. Vencemos a miséria, a pobreza, ou parte da miséria e da grande pobreza desse país. Vencemos a submissão, vencemos a estagnação, vencemos o pessimismo, vencemos o conformismo e vencemos a indignidade. Talvez nós tenhamos vencido, inclusive, esse pesado resquício da escravidão que esse país carrega, ou que carregou tão forte. E aí o ministro da Integração Racial, ele sabe do que eu estou falando, porque nesse processo nós continuamos vencendo mais de 400 anos de peso e de exclusão que pesa e que oprime o nosso país. Vencendo, sim, porque esse país aprendeu que a melhor forma de crescer é distribuir. Que a melhor forma de desenvolver é fazer com que todos participem dos fruto do desenvolvimento.

“APRENDEMOS COM O SENHOR”
Vencemos, presidente, e nesse processo aprendemos muita coisa com o senhor, com esse encontro que o senhor, o mais autêntico dos líderes populares desse país, propiciou que nós tivéssemos com o povo brasileiro. E o povo brasileiro, ele sempre nos ensina a ser forte, mas no governo nós aprendemos também a ser persistentes. Com a alegria do nosso povo, nós aprendemos muito. Com o senhor, nós aprendemos que temos que ser otimistas. Nós aprendemos também com o nosso povo que nós temos que ter resistência, e com o senhor nós aprendemos que temos que ser corajosos.

“ATÉ BREVE”

Nós nos despedimos, mas não somos aqueles que estão dizendo adeus, somos aqueles que estamos dizendo até breve. Nós não vamos nos dispersar. Nós, cada um dos ministros aqui presentes, temos um legado a defender, onde quer que estejamos, exercendo a militância que tivermos que exercer. Sob a sua inspiração, presidente, quem fez tanto está pronto para fazer muito mais e melhor. Estamos simplesmente dizendo até breve. Hoje sabemos que o Brasil é um país pronto para dar um novo passo de prosperidade ao desenvolvimento econômico e social, trilhando rotas já abertas, explorando novas riquezas, como o pré-sal. Sempre buscando gerar milhões de novos empregos.

“O SENHOR DIALOGA”

No seu governo criamos uma base sólida. Com ela, nós podemos erradicar a miséria e nos tornar a quinta economia do mundo dentro de alguns anos. É mais do que a minha geração podia sonhar. Não que a minha geração não sonhasse alto, mas é mais do que ela podia sonhar olhando para as possibilidades reais sob as quais nós vivemos. Mais uma vez eu repito, presidente, o senhor nos deu, pela primeira vez, aquele gosto de vitória que se tem só depois não da vitória fácil, mas da vitória que só se tem depois de muito suor, muito esforço e muita dificuldade. É a crença também no diálogo que nós aprendemos. O senhor sempre dialoga, é a crença no acordo, é a crença na democracia Como o senhor sempre disse, e sempre eu gostei muito dessa síntese que o senhor faz: que a democracia não é a consolidação do silêncio, mas a manifestação de múltiplas vozes. É por tudo isso que nós podemos dizer em alto e bom: nós nos orgulhamos de ter participado do seu governo. Eu falo por todos os ministros, os que saem e os que estão entrando e os que estão ficando.

“O SENHOR É ALEGRE”

Querido presidente, o senhor também é uma pessoa alegre, afetiva, com senso de humor, que mostra que acima de tudo a gente pode enfrentar os revezes, as dificuldades. Na hora que a coisa endurece, como diz os jovens, o bicho pega, nós temos que ter coragem e alegria de enfrentar a vida, a política e achar sempre as soluções. Eu tive o privilégio de conviver com o senhor, de privar dos momentos duros e dos momentos de vitórias e conquistas. Ser honrada por sua confiança. E quero dizer que eu, como os outros ministros, saímos maiores e melhores do que entramos.

OBRIGADA, SENHOR!
Para finalizar, presidente, eu gostaria de agradecer também a todos aqueles que nos ajudaram a realizar essa travessia e que eu vejo aqui presentes. A base aliada, os movimentos sociais, os empresários, os trabalhadores que acreditaram que era possível construir o novo Brasil. Em meu nome, e em nome de todos os ministros que participaram e participam desse processo, só tenho a dizer: obrigado, presidente Lula, pela oportunidade de nos fazer parceiros do maior projeto de transformação econômica e social que esse país viu nas últimas décadas. Obrigado também por permitir esse encontro com o povo brasileiro, que fez o Brasil mais próximo do seu povo, por provar aquilo que sempre acreditamos, que o nosso povo é um povo extraordinário, que só precisava de apoio, oportunidade e atenção para mostrar do que é capaz, para mostrar a sua capacidade, a sua inventividade, a sua criatividade, o seu empreendedorismo. Este é o principal sentimento que nós levamos conosco, o de ter lutado ao lado de um grande líder, em favor de um grande povo. Obrigada, presidente.

Bem, meus prezados amigos, é lógico que essa facção criminosa, quer continuar no poder, com o firme propósito de: cada vez mais uzurpar, locupletar-se do erário público e contunuar com essa bandidagem que vemos todos os dias. Cabe ao povo brasileiro dar um basta em tanta corrupção, maracutaia e safadeza.

quarta-feira, 31 de março de 2010

PREITO AO MÉRITO. Doc. nº 71 - 2010

Palavras que engrandecem o nosso passado. Castello Branco é a inteligência
a serviço da Pátria. Leiam para que se orgulhem do Brasil.
VIVA 31 DE MARÇO DE 1964.

GRUPO GUARARAPES

PALAVRAS PROFERIDAS PELO GEN LUCIANO SALGADO – Homenagem ao Presidente e
Marechal Castello Branco, em Solenidade no 23º BC, à passagem dos 46 anos
da Revolução de Março (Fortaleza, 31.03.2010).

DIREÇÃO. Exmo Sr Gen Ex Domingos Miguel Antônio Gazzineo, que me
distinguiu com o encargo de aqui dizer algumas palavras, o que faço com
especial agrado.
Exmo Sr Gen Div HÉLIO CHAGAS DE MACEDO JR, Cmt da 10 RM, na pessoa e na
autoridade de quem, saúdo os demais militares das FFAA aqui presentes, da
Ativa e da Reserva - oficiais generais, oficiais superiores, capitães,
tenentes, subtenentes, sargentos, cabos e soldados, e, em especial, o Cel
Eustáquio Alves da Costa Neto, que tem a honra de comandar o 23º BC, onde
temos o privilégio de estar - o Batalhão Marechal Castelo Branco. Exmas
Autoridades Civis, Sras e Srs.

Um CIDADÃO e SOLDADO – que tinha como guia e farol a missão constitucional
das Forças Armadas, de defender a Pátria, de garantir as Instituições, a
Lei e a Ordem, sempre a serviço do Brasil?

Um homem da LEI e pela Lei? Que era pelo cumprimento da Lei? Que era pela
Ordem, pela manutenção da Ordem, que acreditava na Ordem para o Progresso –
a divisa positivista de nossa sagrada Bandeira? Que simbolizava a própria
Lei e a própria Ordem?

Um CHEFE, e um Líder inconteste, pelo que foi, pelo que fez e pelo que
legou? Um Chefe exigente, mas equânime e que não era somente justo, mas
reparava a injustiça? Que levava seus subordinados ao cumprimento
consciente e entusiasmado do dever?

Um CARÁTER, de ética irretocável, de moral sem jaça e de exemplar
patriotismo?

Um DEMOCRATA convicto? Que foi à Itália, na 2ª. Grande Guerra, lutar contra
o nazismo, lutar pela Democracia, quando no Brasil não se fazia senão uma
Ditadura, que já durava 15 anos, e que, afinal, não resistiu às glórias da
FEB?

Uma extraordinária CORAGEM física e moral, na guerra e na paz, enfrentando
os rigores e os riscos da guerra, cumprindo seu dever, no Estado Maior da
FEB, de modo excepcional, com sua reconhecida cultura, privilegiada
inteligência e inquestionável competência? Que mereceu os maiores encômios,
até de altos vultos de FFAA estrangeira? E na volta à Pátria, recusa-se a
tomar parte no constrangedor episódio da espada de ouro? E na posição que
assumiu como Chefe do EME, enfrentando com destemor a situação crítica dos
dias turbados de Março de 64? E quando teve de concordar com um movimento
para por fim a um processo contrário à tradição democrática e histórica do
País, e comandá-lo – o que fazia contra os seus próprios princípios, mas
porque era para garantir as Instituições, a Lei e a Ordem?

Um ESTADISTA que, na Presidência da República, implantou a moralidade na
Administração, a ética na política e nos demais campos do Poder, promovendo
um planejado desenvolvimento econômico e social? Um senhor Presidente, que
se impunha pela cultura, pela sabedoria, pelo patriotismo? Que reorganizou
o País, restaurou a autoridade, exercendo o Governo com dignidade e
extraordinária proficiência, dando rumos definidos para o progresso da
Nação? Que deu impulsão ao Brasil para os caminhos do primeiro mundo?

Quem somente poderia ser essa extraordinária figura cívica, no curso de
nossa História? É evidente que desde o início de nosso texto questionário,
todos aqui já sabiam, com certeza e consciência, que nele se enquadra,
somente, o cidadão-soldado Humberto de Alencar Castello Branco – o
Presidente da República austero, culto e capaz, que dignificava o Posto, o
Marechal por méritos, o verdadeiro Soldado da exação no cumprimento do
dever, o cidadão excepcional. Que engrandeceu a Pátria, na Guerra e na Paz.
Que foi o maior Estadista que já exerceu a Presidência da República do
Brasil. Que foi um exemplo único, não só para os do seu tempo, mas também
para os pósteros. Ele, que violentara suas convicções democráticas, para
evitar o pior – a Nação render-se a uma ideologia estranha às nossas
tradições históricas e culturais.

Com ele se deu continuidade à tradição das Forças Armadas. FFAA – que são o
povo em armas -, que estão e sempre estarão ao lado do povo, pelo povo e
para o povo – esse grande povo brasileiro, de uma raça cósmica e única,
nunca vencida – onde todos nós, das FFAA, de ontem e de hoje, temos, com
orgulho, a nossa origem.

Estou seguro de fazer este questionamento e revelá-lo, porque conheci o
homenageado desta solene ocasião, e pude admirá-lo de perto: fui seu
subordinado próximo, por duas vezes; e, como Ten-Cel, Cmt do então 10º GO
105, pude acompanhá-lo de perto, no meu devido e modesto lugar, quando
vinha ele a Fortaleza, como Presidente da República. Sou, pois, grato à
ordem divina por me ter colocado tão de perto deste exemplo de condutor de
homens a serviço da Pátria, com quem muito aprendi.

Esta homenagem, que hoje e aqui lhe prestamos, não é um ato simplesmente
formal. É um nosso dever, uma nossa obrigação moral. Pelo que Castello foi,
e é, para a nossa História - do Exército e da Nação Brasileira.

Além da coroa de flores aposta a seu busto, que aqui é a sua imagem, merece
uma outra homenagem. Ou seja, merece ainda a nossa continência, que todos
aqui já lhe estamos prestando, na mente e no coração. E que sugiro
prestar-lhe, também, do que, estou certo, terá aprovação do Exmo Sr Gen Cmt
da 10ª. RM., prestar-lhe também continência, ao Toque de Silêncio - na
atitude, no gesto e na duração, que vamos fazer efetivos. É o que tinha a
dizer, cumprindo o encargo, com um grato sentimento no peito de soldado.

(O Comandante da tropa comanda “Apresentar Armas!” e o Corneteiro executa o
Toque de Silêncio. A Tropa e os demais militares presentes – inclusive na
reserva ou reformados – fazem a continência regulamentar – na atitude, no
gesto e na duração).

COMENTO

BRAVO ZULÚ.......EXCELENTE.......PARABÉNS.........