terça-feira, 20 de abril de 2010

CHEFÃO BANDIDO DO MST DIZ QUE “SOCIEDADE TEM DE SOFRER”



Jaime Amorim, o chefão da quadrilha dos bandidos do MST em Pernambuco, um dos mais violentos assassino do movimento, comandou ontem a baderna em Recife, causando transtornos a milhares de pessoas. Ouvido pela reportagem do Jornal Nacional, ele não teve dúvida: afirmou que a “sociedade tem de sofrer” para que, enfim, os sem-terra realizem os seus desígnios. A baderna se estende a vários estados, e 68 invasões já foram feitas em vários estados no âmbito do chamado “Abril Vermelho”.

O Estadão deste domingo traz uma matéria de uma página centrada no mega bandido Jaime Amorim, o nº 2 do MST. Só perde para João Pedro Stedile. Angélica Santa Cruz foi encontrá-lo em Roraima, onde o movimento que lidera acaba de fincar a bandeira com uma invasão. Agora, só três estão livres de ao menos uma invasão do MST: Amazonas, Acre e Amapá. O Acre pode ser tirado da lista porque os movimentos todos dos chamados “povos da floresta” já têm o comando do outro bandidos petralhas.

Bem a abordagem do jornal é interessante. O catarinense Amorim, que comanda os sem-terra em Pernambuco — na verdade, em todo Nordeste —, foi enviado ao Estado como um representante de uma empresa que fosse implementar um franquia. É o gerentão. Foi lá ver se o PMSTQ — Padrão MST de Qualidade — estava sendo seguido à risca. Deixa-se fotografar orgulhoso, de boné e camisa vermelha do corrupto e estúpido movimento.

Lê-se a matéria e, infelizmente, não se revela ali o homem que, em 2000, ameaçou atear fogo num navio de bandeira liberiana porque estava carregado com milho transgênico. O nome disso é terrorismo ou bandidagem. O MST em Pernambuco, que ele lidera, é o mais violento do Brasil. Ali, carros do Incra já foram incendiados. Durante o governo do caudilho FHC, o MST do Estado, sob seu comando, jogou cocô — sim, cocô — na caixa d’água da repartição federal. Ele cuida ainda de um aparelho do MST em Caruaru, onde revela a agricultores, com suas mãos sábias, os mistérios de Marx, Hitler, Benito Mussolini, Fidel Castro, Che Guevara e Lênin.

Foi em Pernambuco que dois policiais foram feitos prisioneiros num assentamento dos sem-terra. Um deles foi barbaramente torturado e morto em fevereiro do ano passado. Como era só um pernambucano pobre e não se chamava Dorothy Stang, ninguém acendeu velas por ele, e Dom Tomás Balduíno, amigo de Amorim, não encomendou a sua alma. Escrevi sobre isso à época (clique aqui). Amorim não é nem asceta nem monge budista. Tem sido o líder das ações mais violentas de invasão e guerrilha do MST. Definitivamente, é um super bandido que tem sua origem no petismo mais selvagem e sabe endurecer fingindo não perder a ternura jamais.

O Crime anunciado os bandidos do MST invadem sede do Incra em seis Estados e no DF

Bandidos integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) invadiram nesta segunda-feira a sede do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em cinco Estados –São Paulo, Rio de Janeiro, Pará, Piauí e Paraíba. A sede nacional do instituto também foi invadida. Desde sábado, a sede do Incra em Pernambuco é ocupada pelo movimento.

“O governo não vem cumprindo os seus compromissos com a reforma agrária. Temos famílias acampadas há mais de cinco anos, vivendo em situação bastante difícil à beira de estradas”, afirma José Batista de Oliveira, da coordenação nacional do MST, em nota.

Segundo o MST, o “abril vermelho” já teve manifestações em 19 Estados. O movimento afirma que já foram ocupadas 68 fazendas: em Pernambuco (25), Bahia (15), São Paulo (11), Paraíba (5), Sergipe (4), Alagoas (2), Ceará (2), Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul (uma em cada).

O Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) deve pedir a reintegração de posse de sua sede nacional em Brasília. O pedido do Incra deve ser protocolado ainda hoje na Justiça Federal.

As invasões fazem parte da onda de ações do chamado “abril vermelho”. O MST cobra, entre outros pontos, o assentamento de todas das famílias acampadas à espera de um lote de terra. O MST afirma ter 90 mil famílias atualmente debaixo de barracos de lona.

COMENTO

Bem meus amigos, é um ato criminoso invadir um órgão público, impedindo seus funcionamento e cerceando o direito de ir e vir das pessoas de bem. E o que vai acontecer com a facção criminosa do MST? Nada!

O que é um bem público? É aquele que pertence a todos. Por isso é regulado pelo estado, o ente cuja autoridade é reconhecida pela sociedade. As esquerdas entendem de outro modo: o “público” quer dizer “de ninguém”. E, se é de ninguém, então pertence a elas, que se autoproclamam “representantes do povo”.

A polícia tem que botar esses gângsters, na cadeia debaixo de chicote se for o caso, responsabilizando-a civil e criminalmente pelo abuso, nem pensar! Isso, afirmam, seria “satanizar os movimentos sociais”. Como disse Dilma naquele discurso em ato ilegal (!) promovido em São Bernardo, os outro bandidos petralhas querem “dialogar”. No caso, “dialogar” com o crime e a bandidagem dessa quadrilha.

Se bem que é preciso reconhecer: a invasão das sedes do Incra é só um simbolismo da militância. O órgão já pertence ao MST. Todos os seus diretores foram, na prática, indicados pelo movimento. Isso quer dizer que o crime contra o estado — e, pois, contra o conjunto dos brasileiros — antecede essa patacoada. Um movimento que nem mesmo tem existência legal detém o controle de uma fatia do estado. E faz o que bem entende, ao arrepio da lei e da ordem constitucional. Assim como o PT, eles também não respeitam nada, nem a constituição.

E no meio de tantos crimes e bandidagens estão nossas Forças Armadas, cada dia mais definhadas, desmanteladas e sucateadas. Militares flagelados por dois dos maiores monstros da história da humanidade FHC e Molusco da Silva.

A Segurança pública do nosso país está entregue aos bandidos, visto que o corrupto governo do PT, não deixa os parlamentares votar as PECs,300, 245/249 e a MP 2215-10. Militares e policiais de todo país, desta vez não podemos errar, vamos votar certo.

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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Fraude dos bandidos petralhas, com recursos para festas repete a máfia dos “sanguessugas”



Por Dimmi Amora e Fernanda Odilla, na Folha:
Políticos estão fazendo, literalmente, a festa com dinheiro público. Associam-se a ONGs para conseguir recursos do Ministério do Turismo e realizar eventos festivos, num esquema que muitas vezes envolve fraudes e tira proveito de falhas de fiscalização do governo federal. A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União investigam corretagem de emendas parlamentares, pagamento de propina a quem libera a verba e uso de notas frias.

O esquema é similar ao conhecido como a máfia dos sanguessugas, que eclodiu em 2006 e consistia no superfaturamento de ambulâncias compradas com recursos provenientes de emendas apresentadas pelos congressistas ao Orçamento da União.
Entre as 50 ONGs que mais receberam dinheiro do Turismo para organizar festas entre 2007 e 2009, a Folha identificou que 26 têm relação direta com os bandidos políticos e partidos corruptos. As entidades receberam R$ 53 milhões no período.

Pelo menos nove deputados federais beneficiaram-se dos recursos, seja diretamente ou por meio de assessores ou doadores de campanha. São eles: Armando Monteiro (PTB-PE), Sandro Mabel (PR-GO), Alfredo Kaefer (PSDB-TO), Geraldo Magela (PT-DF), José Ayrton (PT-CE), Sandes Júnior (PP-GO), Rodovalho (PR-DF), Rômulo Gouveia (PSDB-PB) e Leo Alcântara (PR-CE). Além disso, há entidades contempladas e subcontratadas que são ligadas a deputados, vereadores e assessores.

É o caso do IEC (Instituto Educar e Crescer), de Brasília. Fundado em 2005, recebeu R$ 1,3 milhão para o 2º Circuito Goiano de Rodeios e subcontratou a Companhia de Rodeios Luiz Maronezzi, do filho do tesoureiro do PR de Goiás. A emenda para que o IEC realizasse a festa foi do presidente do partido no Estado, deputado Sandro Mabel.

Mais verba
Na primeira gestão do presidente Lula, o governo federal gastou R$ 116,5 milhões para a realização de festas e eventos. Nos três últimos anos do atual mandato, esse valor chegou a R$ 601,2 milhões. De 2007 a 2009, 69% da verba foi transferida diretamente para governos estaduais e prefeituras, onde rotineiramente são encontrados problemas nas prestações de contas. Os outros 31% (R$ 187,2 milhões) foram para ONGs, que podem receber recursos sem concorrência pública.

Do dinheiro destinado às festas em 2010, só 5% foi previsto pela pasta. O restante foi incluído por congressistas. A prática de inflar o orçamento do ministério com emendas começou em 2003. No ano passado, 88% de todos os recursos da pasta tiveram esta origem.

COMENTO

"Bem meus prezados amigos e leitores deste humilde e simples blog, todos estão vendo, claramente, que esta facção criminosa dos Petralhas, não vai parar nunca de cometer crimes e bandidagens, afinal de contas eles acham que já conseguiram dominar tudo e todos, principalmente as autoridades e os outros poderes da República, como: Legislativo e Judiciário, incluindo-se aí o STF, OAB e MPF.

Não vejo nenhuma saída a curto prazo, a não ser uma intervenção mais ortodoxa e radical por parte das autoridades constituídas legalmente e as Forças Armadas brasileiras.
Mudar os ministros do STF, se torna necessário, já que dos oitos ministros, sete foram indicados pelo chefe desta facçao exacerbadamente criminosa e danosa que se encontra no poder da República, cometendo crimes e locupletando-se do erário público, vejam os casos do milionário Lulinha da Silva, que se tornou (bilionário) da noite para dia, e da Raposa serra do sol, das teles Brasil telecom X OI, mensalão do PT, Os cartões corporativos e muitos outros crimes .
Bem as bandidagens, os crimes e as maracutais estão a vista de todos os brasileiros, só não ver quem realmente não quer, certo?

E no meio de tantas bandidagens e corrupção, estão nossas Forças Armadas, totalmente Desarmadas, sem poder cumprir sua missão constitucional, militares flagelados por dois dos maiores bandidos e caudilhos da história da humanidade, FHC e Molusco da Silva. Pessoal vamos saír da inércia e votar certo, desta vez não vamos mais cometer erros de votar em bandidos ou guerrilheiros com ficha suja".

domingo, 18 de abril de 2010

O BANDIDO E ADVOGADO DE AHMADINEJAD


Editorial do Estadão sobre as relações Brasil- Irã:

Se cobrasse honorários por desempenho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderia apresentar uma alentada fatura ao seu homólogo iraniano Mahmoud Ahmadinejad pelos extenuantes serviços de advocacia que lhe prestou nos últimos dias. Desacreditando a própria versão oficial de que a intenção do governo brasileiro era mediar o conflito sobre o programa nuclear do Irã, Lula se comportou como patrono de Teerã nas suas reuniões bilaterais com os líderes estrangeiros vindos a Brasília para dois encontros de cúpula: o do Ibas (Índia, Brasil e África do Sul) e o do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China).

O chinês Hu Jintao, o indiano Manmohan Singh, o russo Dmitri Medvedev e o sul-africano Jacob Zuma ouviram dele o que ouviriam de Ahmadinejad: que a adoção, pelo Conselho de Segurança (CS) da ONU, de uma nova rodada de sanções contra o Irã, buscada pelos Estados Unidos e a União Europeia, seria inútil ou contraproducente, e que o diálogo é a única via para o país prosseguir com o programa nuclear a que tem direito e a comunidade internacional se convencer dos seus fins pacíficos. Na véspera, de volta da Cúpula de Segurança Nuclear, em Washington, Lula já havia criticado abertamente o presidente Obama.

“O que acho grave é que ele até agora não conversou com o Irã”, acusou. Na realidade, o sexteto formado pelos EUA, Alemanha, Grã-Bretanha, França, Rússia e China vinha conversando intermitentemente com a República Islâmica, sem resultados. Lula, que visitará Teerã daqui a um mês, temperou a sua defesa da posição iraniana com o reparo de que o país “tem de ser mais transparente para mostrar que a finalidade de seu programa é pacífica”. Pelo visto, ele acredita nas intenções declaradas do Irã: o problema estaria apenas na sua opacidade. Como se isso não fosse indício veemente de seus planos para, no mínimo, chegar ao limiar da produção da bomba.

Lula tem afirmado que em 2003 o mundo foi induzido a crer que o Iraque tinha armas de destruição em massa - e que isso não pode se repetir com o Irã. O fato é que Saddam agia como se as tivesse, ao passo que Ahmadinejad age como se não quisesse tê-las. Lula também anunciou que falará “olho no olho” com Ahmadinejad “e, se ele disser que vai construir (a bomba), vai arcar com as consequências do seu gesto”. Só mesmo a sideral soberba do presidente para levá-lo a imaginar que o seu anfitrião poderá se confessar com ele. Saindo do terreno da galhofa, o que o Brasil propõe é ressuscitar as negociações sobre a troca de urânio iraniano enriquecido a 3% pelo equivalente russo e francês de 20% de teor, para a produção de isótopos de uso medicinal.

A ideia, discutida em outubro passado na Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), visava a reduzir os estoques iranianos de material passível de enriquecimento a 90%, necessário para a bomba. A tentativa de testar a boa-fé do Irã gorou quando Ahmadinejad exigiu que a troca fosse simultânea, o que a tornaria inócua para o objetivo desejado.

Foi a gota d’água para os Estados Unidos passarem a dar prioridade às sanções. Assim como as 3 anteriores, desde 2006, elas resultam das trapaças do Irã com a AIEA, sonegando informações requeridas e ocultando instalações e equipamentos sensíveis.

O retrospecto, é bem verdade, indica que as punições de nada serviram - ou porque saíram aguadas do Conselho de Segurança, sobretudo por obra da China, ou porque foram desrespeitadas até por empresas americanas. É incerto o efeito das próximas, se e quando forem aprovadas. Se forem robustas e receberem maciço apoio internacional, talvez levem os iranianos de volta à mesa, para uma negociação que poderia ser muito mais abrangente, como propõem especialistas em Oriente Médio e diplomatas - desde que o Irã deixe de pregar a destruição de Israel. A questão-chave é a posição da China, que mantém as suas cartas perto demais do peito para permitir prognósticos seguros do seu jogo.

Pequim reluta em punir o Irã que lhe vende 12% do seu petróleo e gás. Mas teria concordado em ao menos discutir as sanções com os outros membros do CS. Eis uma atitude mais madura - ou mais esperta - do que a do Brasil, advogando para Teerã.

MAIS BANDIDAGENS, VAMOS SAIR DO ABRIL VERMELHO

Outro dia o MST invadiu a reportagem e a primeira página do Estadão. “Só lhe falta agora invadir os editoriais”. Por enquanto, não! Por enquanto, eles continuam a burlar as leis e a produção. Segue outro deste domingo:
*
Desde que surgiu, o Movimento dos Sem-Terra (MST), sob o pretexto de realizar uma reforma agrária no País, tem se dedicado a práticas cuja ilegalidade jamais foi posta em dúvida, decerto nem por seus militantes, visto que desprezam o Direito “burguês” e a legislação penal, que considera crime as invasões de propriedades e outras formas de violência adotadas por esse movimento que se pretende social.

O problema maior, no entanto, é a grande complacência com que os governos - e, em particular, o governo Lula - têm tratado os crimes cometidos pelos sem-terra: depredações, destruição de equipamentos e plantações, matança de animais, vandalismo, cárcere privado imposto a empregados rurais, ocupação de prédios públicos e de rodovias, saques de cabines de pedágio, etc. Apesar de as operações do MST e assemelhados, especialmente as sazonais, como o “Abril Vermelho”, que ocorre há 13 anos, serem anunciadas com grande antecedência, não tem havido medida governamental alguma que as previna ou que desestimule esse desrespeito contumaz à lei, pelo menos deixando de consagrar sua já crônica impunidade.

Daí a importância da campanha denominada “Vamos tirar o Brasil do Vermelho - Invasão é crime”, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), sob o comando da senadora Kátia Abreu (DEM-TO). Ela protocolou junto ao ministro da Justiça um documento - o Plano Nacional de Combate às Invasões de Terras - solicitando apoio do governo federal contra as ações do “Abril Vermelho”, executadas pelo MST em todo o País. A CNA contratou assessoria jurídica para acompanhar todos os processos que já existem contra líderes dos movimentos de sem-terra. “Não queremos que isso caia no esquecimento. Essa farra da impunidade vai acabar nos campos, para que parem de zombar dos produtores rurais”, declarou a senadora, chamando entidades de vários setores para formar um observatório nacional, com o objetivo de dar combate à insegurança jurídica no campo.

Em São Paulo o MST deu sequência ao anunciado “Abril Vermelho” deste ano, com a invasão de 9 fazendas. Entre os alvos atuais está a Fazenda Tozan, antiga Fazenda Monte D”Este, no município de Campinas, considerada um patrimônio histórico, com instalações que datam de 1789. A propriedade, de 495 hectares, foi invadida por 150 militantes sem-terra. Em todo o País, até sexta-feira haviam sido invadidas 42 propriedades rurais: 19 em Pernambuco, 9 em São Paulo, 5 na Paraíba, 3 em Sergipe, 2 no Ceará, 1 no Rio Grande do Sul, 1 em Santa Catarina, 1 em Minas Gerais e 1 em Mato Grosso do Sul. Nesta “temporada”, só em São Paulo os emessetistas ainda invadiram escritórios regionais do Instituto de Terras do Estado em Itapeva e Araraquara, núcleos de apoio do Incra em Iaras e Araraquara e agências do Banco do Brasil em Promissão e em Teodoro Sampaio.

É claro que o respeito ao ordenamento jurídico, que é devido por todos, tem que ser entendido como benefício a todos, independentemente do valor do desempenho de qualquer atividade econômica. Nem por isso deixam de ser oportunas as palavras da senadora Kátia Abreu, a respeito da importância do agronegócio, prejudicado maior pelo sistemático desrespeito à lei perpetrado pelos movimentos de sem-terra. “Somos campeões na produção agropecuária, os maiores e melhores do planeta. O Brasil é o segundo maior exportador”, afirmou a senadora, lembrando que 1/3 do PIB e 1/3 dos empregos no País provêm da produção rural e enfatizando: “O que salvou o Brasil da crise foi o superávit de US$ 250 bilhões do nosso setor, acumulado ao longo dos últimos dez anos.”

Referindo-se ainda a quanto o segmento agropecuário poderia produzir a mais, caso os litígios no campo fossem resolvidos, a presidente da CNA apresenta este dado: “Só em Mato Grosso são 2 milhões de hectares em litígio, o equivalente a Sergipe, que, se estivessem em produção, renderiam R$ 850 milhões, somente em arrecadação tributária.”

COMENTO

"Meus prezados amigos, sem dúvida, o problema é muito mais sério, e com o alto custo da insegurança jurídica, a bandidagem e os desmandos dessa quadrilha de pilantras fica ainda mais complicada.

Sabemos que esse abominável e medíocre movimento, tem no meio, as mãos sujas dos palhaços do planalto. E as autoridades sabem muito bem disso. No entanto como essa a facção exacerbadamente criminosa dos Petralhas conseguiu dominar tudo inclusuve o Judiciário e Legislativo, incluíndo-se aí o STF. O que é uma pena, a suprema corte do país, esteja leniênte com as bandidagens desta facção super criminosa que se encontra no poder da República.
Somente uma ação mais ortodoxa e radical, poderar detonar essa facção que tantos crimes e bandidagens, tem cometido, desde que chegou ao poder da República".
BOM DOMINGO PARA TODOS.

sábado, 17 de abril de 2010

"O BISPO BABALORIXÁ LULA, A POLÍTICA E DUDA MENDONÇA"!



Diogo Mainardi -
O presidente Lula conduz o Itamaraty da mesma maneira que o bispo Romualdo conduz a Igreja Universal. Os dois recomendaram procurar os bandidos nas cadeias e negociar diretamente com eles, dizendo: “Pô, a gente está fazendo um trabalho tão bacana. Pô, todo mundo armado. Pô, a gente é companheiro ou não é?”.

O bispo Romualdo, de acordo com a Folha de S.Paulo, resumiu candidamente o espírito desse seu empenho diplomático bilateral: “Nosso problema não é o bandido, nosso problema é a polícia”. É o que Lula tem repetido insistentemente nos últimos anos, em todos os encontros internacionais. Ele recomenda procurar os bandidos em suas cadeias e negociar diretamente com eles. Porque o problema, segundo Lula, não é o bandido de Cuba, o bandido de Gaza, o bandido da Coreia do Norte, o bandido da Guiné Equatorial, o bandido da Venezuela - o problema é a polícia.

Em 16 de maio, o bispo Lula emulará o presidente Romualdo e dará o passo mais ruinoso de sua carreira. Ele procurará Mahmoud Ahmadinejad em sua cadeia iraniana e negociará com ele “olho no olho”, prometendo ajudá-lo a escapar da polícia dos Estados Unidos e da Europa. Lula retribui assim a visita de Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil, no fim do ano passado. Um de seus acompanhantes naquela visita foi Esmail Ghaani, que entrou anonimamente no país. Ele era comandante interino das Forças Quds, a unidade de elite da Guarda Revolucionária iraniana. A caminho do Brasil, Mahmoud Ahmadinejad e Esmail Ghaani fizeram uma escala no Senegal. O jornal Al Qanat, publicado no Líbano, em árabe, relatou que Esmail Ghaani usou sua passagem por Dacar para adquirir uma série de docas no porto local, em nome da companhia de fachada IRISL. Nessas docas, a Guarda Revolucionária iraniana pretende armazenar os produtos triangulados da América Latina, a fim de furar o bloqueio comercial imposto pela ONU.

O contrabando é apenas uma das bandidagens praticadas pelas Forças Quds. O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos denunciou-as por treinar, financiar e armar terroristas. O chefe de Esmail Ghaani, Qassem Suleimani, foi punido pela ONU, que congelou seus bens. A Europa acusou a Guarda Revolucionária de comandar o programa nuclear iraniano e passou a perseguir seu conglomerado de empresas por “proliferação de armas de destruição em massa”.

O que Esmail Ghaani fez no Brasil? Com quem ele se encontrou? Empresas nacionais negociaram com as empresas de fachada das Forças Quds? Para Lula, nenhuma dessas perguntas importa. Afinal, a gente é companheiro ou não é? Olho no olho com Mahmoud Ahmadinejad, em maio, Lula poderá dizer mais uma vez: “Nosso problema não é o bandido, nosso problema é a polícia”. Pô.

COMENTO

E pelo jeito as bandidagens e os crimes vão continuar no país dos BANDIDOS PETRALHAS, visto que, essa facção exacerbadamente criminosa, que se encontra no poder da República acha que está "tudo dominado", por conta dessa maldita popularidade comprada do apedeuta corrupto Molusco da Silva.


O outro super bandido agora cobra 12 milhões....

Réu por lavagem de dinheiro e evasão de divisas, o super marqueteiro corrupto Duda Mendonça retorna à arena eleitoral assediado por todos e mais valorizado do que nunca

Por Alexandre Oltramari, na VEJA:
Cristina Gallo/Bg Press

O GRANDE BANDIDO E BRUXO DAS URNAS
Duda Mendonça elegeu 2010 como o ano de sua volta ao marketing político:
depois do escândalo do mensalão, ele disse que se afastaria das campanhas

Desde que ajudou a eleger o presidente Lula, em 2002, uma maldição se abateu sobre o publicitário baiano José Eduardo Cavalcanti de Mendonça, o Duda Mendonça. Supersticioso e excêntrico, mas celebrado como um mago das urnas até pelos adversários mais críticos, Duda foi preso dois anos depois da eleição acusado de participar de um campeonato de briga de galos - hobby ilegal que ele praticava no Rio de Janeiro, mas que era pinto diante do que estava por vir. Em 2005, em depoimento à CPI que investigou o escândalo do mensalão, Duda admitiu a participação em um crime muito mais grave. Ele confessou ter recebido 10,5 milhões de reais do PT em uma conta clandestina nas Bahamas, como parte do pagamento pelo trabalho na campanha do presidente Lula. Supostamente decepcionado com a sujeira na política e réu por lavagem de dinheiro e evasão de divisas, Duda, na época, prometeu abandonar as campanhas eleitorais, mas logo mudou de ideia. Após ensaiar um retorno como consultor em 2006, o marqueteiro elegeu 2010 o ano de sua volta ao mundo das refregas eleitorais. Duda já se insinuou para dois presidenciáveis (Dilma Rousseff e Ciro Gomes), negocia com sete candidatos a governador e já está trabalhando para um deles. Entre os que pagarão pelos seus talentos deve figurar até mesmo o presidente da CPI que o investigou, o senador petista Delcídio Amaral.

COMENTO
"Bem, são realmente muitas bandidagens, safadezas e maracutaias, neste país dos Petralhas, e no meio de tanta corupção, estão nossas Forças Armadas cada dia mais definhadas, desmanteladas e sucateadas por essa facção criminosa que se encontra
no poder da República, militares flagelados por dois dos maiores caudilhos da história da humanidade e do planeta terra, os super bandidos FHC e MOLUSCO DA SILVA. Amigos desta vez, precisamos votar certo. Não podemos, mais cometer erros".

sexta-feira, 16 de abril de 2010

M.P.E RECOMENDA NOVA MULTA AO PRIMEIRO BANDIDO DA REPÚBLICA POR PROPAGANDA ANTECIPADA



Ministério Público Eleitoral recomenda nova multa ao MOLUSCO DA SILVA, por propaganda antecipada

O Ministério Público Eleitoral recomendou esta semana ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) uma nova aplicação de multa ao digamos "presidente" Molusco da Silva por propaganda eleitoral antecipada. No parecer, a vice-procuradora geral eleitoral, Sandra Cureau, afirma que o destrambelhado deve ser multado porque se aproveitou de um ato público para defender a candidatura de Dilma Rousseff (PT) ao Palácio do Planalto durante visita a Fortaleza, em setembro de 2009. Essa facção criminosa não vai parar nunca de cometer crimes, o primeiro bandido acha que "pode tudo". Certo?

“Constata-se que a propaganda não está realizada de modo direto ou explícito, mas de forma disfarçada ou dissimulada, onde seu autor procure habilmente divulgar a candidatura com burla ao dispositivo legal”, afirma a vice-procuradora.

O parecer de Sandra Cureau refere-se à ação protocolada pelo PPS no TSE contra Molusco e a primeira guerrilheira da República, Dilma por propaganda antecipada durante lançamento de obras do PAC (Ponto Alto da corrupção dos Petralhas), em Fortaleza. O partido acusa o apedeuta da Silva de ter feito campanha antecipada ao conceder entrevista a uma rádio de Fortaleza em favor da comandante guerrilheira Dilma, em setembro do ano passado.

O TSE ainda vai julgar a ação do PPS, mas a orientação do Ministério Público Eleitoral é no sentido de aplicar multa a Lula e Dilma. Pela legislação, a multa pode ser fixada entre R$ 5 mil e R$ 25 mil de acordo com a gravidade da propaganda antecipada, ou mesmo no valor da publicidade paga pelo agente político –em caso de distribuição de material eleitoral ou veiculação publicitária na mídia.

“Constitui ato legítimo a realização de discurso oficial para a divulgação de obras. Antes do discurso oficial, porém, o presidente concedeu entrevista de conteúdo nitidamente de bandidagem eleitoral”, afirma a vice-procuradora na representação.

Na entrevista, Lula defendeu continuidade do seu governo ao afirmar que o povo brasileiro “não pode arriscar a vontade de alguém que não dê continuidade às coisas que estão sendo feitas nesse país” e que a base aliada do governo “vai ganhar as eleições”.

O desqualificado e abominável chefe da facção criminosa do PT, já foi multado duas vezes este ano por propaganda antecipada, nos valores de R$ 5 mil e R$ 10 mil. Pelo menos outras oito ações da oposição tramitam no TSE contra o super bandido e a super guerrilheira por propaganda antecipada, o que pode provocar novas multas caso o tribunal acate aos pedidos do DEM, PSDB e PPS.

Pelo jeito as bandidagens vão continuar no país dos Petralhas, essa quadrilha de gângstrs, que se encontra hoje no poder da república, usurpando e locupletando-se do erário público e ainda cometendo crimes, parece não ter limites, o primeiro bandido da República acha que por conta de sua falsa e comprada popularidade ele "pode tudo", inclusive cometer crimes, bandidagens eleitoreira e muitos outros tipos de crimes como: mensalão do PT, gastos exacerbados com os cartões corporativos corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, assassinatos, tráfico de influência, peculato e vários outros crimes e bandidagens. E com a leniência das autoridades brasileiras, realmente está tudo dominado. Só não ver quem não quer, certo?

quinta-feira, 15 de abril de 2010

BANDIDAGENS DOS PETRALHAS STEDILE, COMO CABO ELEITORAL DE DILMA E FILHO DE SARNEY É ACUSADO DE FRAUDE EM OBRA DO PAC





STEDILE, COMO CABO ELEITORAL DE DILMA, EXPLICA A INTENÇÕES DE FRANKLIN MARTINS. UAU!!! AS BANDIDAGENS NO PAÍS DOS PETRALHAS NÃO PARAM NUNCA!!!!

João Pedro Stedile, o mega chefão e bandido do MST, um movimento que, sabemos, é dado a cometer crimes em série — invasões, depredações, abate de animais, destruição de plantações, cárcere privado, tráfico de armas, drogas e assassinatos também, continua cometendo os mesmos crimes de antes: “O MST não quer Tucano no poder”. Mas, então, quem o MST quer? Há uma conversa mole por aí segundo a qual vai apoiar o Plínio de Arruda Sampaio, o pré-candidato do PSOL que não conta com o apoio nem da proprietária do partido: Heloísa Helena. É puro diversionismo eleitoral, evidentemente, as pretenções de Stedile, são muito estúpidas, isto não tem nenhuma chance de dar certo.

STEDILE EXPLICA FRANKLIN MARTINS. OU: CONTRA A IMPRENSA
Stedile – O Franklin Martins teve uma sacada muito grande, que é a história da banda larga. Ele tá levantando essa tese de popularizar a banda larga: o estado brasileiro garantir banda larga de graça para o povo. Se isso acontecer, todos os entendidos no assunto dizem: acaba a televisão aberta no Brasil. Porque o sujeito vai ter na frente da tela do computador, de graça, qualquer televisão do mundo. Então, pra que ficar assistindo novelas das oito e meia? (…) Então eles estão de cabelo em pé, com medo de que a Dilma ganhe e implante a banda larga estatal popularizada.
Mais uma vez, Stedile deixa clara a importância estratégica da eleição de sua corrupta candidata — A CANDIDATA DO MST SERÁ DILMA? Ninguém conseguiu explicar tão bem o trabalho de Franklin Martins como o chefão CORRUPTO do MST.

NO ATAQUE AO JUDICIÁRIO
Stedile – O segundo campo em que ele estão se fortalecendo é no Judiciário. Aí vai ser a última trincheira (…).
A fala acima é manifestação do que está em curso. Para Stedile, a Justiça é o que ele chama “a última trincheira da burguesia”. Vamos ver: se a burguesia, segundo este revolucionário, tem de ser superada, vencida, então cumpre superar e vencer a Justiça, certo? Como Stedile a considera “a última trincheira” dos inimigos, parece dar todo o resto como território já conquistados. Não por acaso, seus amigos “REVOLUCIONÁRIOS E GUERRILHEIROS” que estão no poder tentaram cassar prerrogativas do Poder Judiciário no ESTÚPIDO Programa Nacional-Socialista dos Direitos Humanos.CERTO?

BANDIDO FILHO DE SARNEY MAIS UMA VEZ É ACUSADO DE FRAUDE EM OBRA DO PAC

Por Leonardo Souza e Renata Lo Prete, na Folha:
O empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ajudou a fechar acordo clandestino pelo qual um grupo de empreiteiras burlou o processo de licitação e é acusado de desviar dinheiro público da principal obra ferroviária do país.

A fraude, apontada pela Polícia Federal e pelo Tribunal de Contas da União, deu-se em um trecho da ferrovia Norte-Sul. Orçada em mais de R$ 1 bilhão, a construção faz parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a vitrine eleitoral da pré-candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT).

O projeto é administrado pela Valec, estatal ligada ao Ministério dos Transportes há anos sob influência direta de José Sarney. Ulisses Assad, diretor da empresa à época do esquema, foi nomeado por indicação do presidente do Senado. A licitação para o contrato 013/06, que trata do trecho entre os municípios goianos de Santa Isabel e Uruaçu, foi vencida pela Constran. Porém, numa subcontratação “ilícita” e “grave”, nas palavras do TCU, as construtoras EIT e Lupama passaram a participar da obra.

Por meio desse acerto, apelidado pelos peritos da PF de “consórcio paralelo”, empreiteiras driblam o resultado de concorrências e repartem “por fora” contratos públicos no país, conforme mostraram reportagens da Folha. Logo após vencer a licitação do lote Santa Isabel-Uruaçu, de R$ 245,5 milhões, a Constran firmou um acordo com as duas outras construtoras, repassando a cada uma 16,65% da empreitada. O combinado foi feito sem análise nem autorização da Valec, em desrespeito à Lei de Licitações (8.666/93).

Auditoria do TCU nesse trecho da Norte-Sul constatou sobrepreço de R$ 63,3 milhões na atuação desse consórcio paralelo. Segundo a perícia da PF, a fraude chegou a R$ 59milhões.

De acordo com relatório da PF na Operação Faktor (ex-Boi Barrica), a Lupama é uma empresa de fachada, que não tem capital social “nem sequer para construir uma ponte”. Seus sócios são Flávio Lima e Gianfranco Perasso, ambos amigos de Fernando Sarney. Perasso é apontado pela polícia como o operador de contas da família Sarney no exterior -a Folha revelou neste ano que o filho do senador já teve dinheiro rastreado e bloqueado pelos governos da China e da Suíça.
A Folha foi ao endereço que está no registro da sede da Lupama. Durvalina da Silva, 55, que mora na pequena casa de alvenaria há 20 anos, disse que o marido, Modesto de Freitas, apenas cedeu o endereço a Flávio Lima. Segundo ela, na casa não há atividades da empresa. “Só chega correspondência.”

A EIT, por sua vez, pagou “pedágio” para entrar no esquema, segundo revelam conversas interceptadas pela PF com autorização judicial -as mesmas escutas que indicam a participação de Fernando Sarney na formação do “consórcio paralelo” da Norte-Sul.

Em telefonema grampeado de maio de 2008, Flávio Lima cobra de um funcionário da EIT chamado Romildo parte do pagamento referente ao contrato 013/06. A expressão usada é “pagar a diferença”, interpretada pela polícia como sinônimo de propina. Romildo responde que seu chefe na EIT condicionou o pagamento à realização de uma reunião com Flávio Lima e Fernando Sarney. Flávio rebate que a EIT havia recebido o contrato “no colo”, cobra de forma enérgica o pagamento da “diferença” e ameaça recomendar a Fernando “ignorar o pessoal da EIT” enquanto a pendência não fosse resolvida. Os diálogos mostram que, sem o pagamento, a EIT não seria incluída num novo contrato que era negociado com a Valec.

Perícia da Polícia Federal avaliou em R$ 200 milhões o total do prejuízo aos cofres públicos provocado por fraudes em licitações e superfaturamento nas obras da ferrovia Norte-Sul. Isso equivale a um quinto do valor do empreendimento (aproximadamente R$ 1 bilhão). O trabalho dos peritos se concentrou no contrato 013/06, arrebatado por um “consórcio paralelo” de empreiteiras montado com a participação de Fernando Sarney.

De acordo com a PF, o edital para a construção do trecho entre os municípios goianos de Santa Isabel e Uruaçu continha exigências, sem qualquer tipo de sustentação técnica, que restringiram a competitividade do certame.

Os técnicos da PF constataram que tanto o orçamento licitado quanto a proposta vencedora (com desconto irrisório sobre o valor de partida do leilão) foram superfaturados em cerca de 24% acima dos preços de mercado. Segundo a perícia, o padrão de fraudes desse lote se repetiu nas licitações dos outros seis da ferrovia. Assim, a PF chegou à estimativa do desvio total de R$ 200 milhões.

NA BOCA DA URNA: O abominável e corrupto MOLUSCO quer remanejar recursos do PAC a 6 meses das eleições
Por Daniel Lima, na Folha:
A seis meses das eleições, o presidente Lula tenta ampliar a capacidade do governo de remanejar recursos, por decreto, para obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), plataforma eleitoral da ex-ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, pré-candidata do PT ao Palácio do Planalto.

A oposição acusa o governo de tentar direcionar os investimentos em favor da pré-candidata do PT. O governo nega -diz que o objetivo é melhorar a execução dos projetos.

Lula enviou no fim de março ao Congresso um projeto de lei que prevê a mudança de um trecho da Lei Orçamentária deste ano. A proposta dá ao governo o direito de mexer em 30% do valor total do PAC (cerca de R$ 9 bilhões), margem muito acima da prevista hoje.
Pela regra em vigor, o Executivo federal só pode alterar sem o aval dos parlamentares 25% do valor de cada empreendimento do PAC.

Uma obra com orçamento de R$ 1 milhão, por exemplo, pode receber um aditivo de, no máximo, R$ 250 mil. Se o projeto for aprovado, o governo poderá calcular livremente a necessidade de suplementações, sem limite de valor por obra, cuidando apenas para não ultrapassar o teto de R$ 9 bilhões.

O projeto enviado por Lula tenta reverter derrota sofrida pelo governo durante a votação do Orçamento deste ano. Nos Orçamentos dos últimos três anos o governo conseguiu aprovar o limite de 30%. Mas em dezembro passado, quando foi votado o de 2010, a oposição barrou o mecanismo.

“Não permitimos em dezembro, e não permitiremos agora. Não vamos dar um cheque de R$ 9 bilhões em branco para o presidente Lula”, afirmou o deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN), líder dos tucanos na Comissão Mista de Orçamento.

COMENTO

Pelo jeito Stedile, tem mesmo razão está tudo dominado, por essa facção criminosa que se encontra no poder da República, até o Legislativo e Judiciário, estão comprometidos com essa quadrilha de gângstrs que só faz bandidagens, corrupções e usurpar o erário público. Não sei onde isto vai parar. Acho que só outro 64 resolveria o problema, visto que está tudo corrompido por essa facção exacerbadamente criminosa e danosa dos Petralhas, que ainda pretendem se perpetuar no corrupto e nocivo poder. Só mesmo PENA DE MORTE OU Prisão perpétua para esses PETRALHAS bandidos e canalhas.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

O CORRUPTO MOLUSCO: FOI CINCO VEZES INFORMADO DO MENSALÃO DO PT


BEM, MOLUSCO CONFESSA QUE NÃO FALOU A VERDADE…
Meus caros amigos, no dia 14 de março, foi publicado dois posts sobre as muitas vezes em que o primeiro bandido da República, foi avisado da existência do mensalão do PT. Quando estourou o escândalo, a primeira reação do PT foi negar. Quando isso se tornou impossível, Molusco pronunciou a frase célebre: “Eu não sabia”, que acabou virando motivo de piada. Mas foi nela que se baseou a defesa do digamos presidente. A resposta que o Larápio dá agora ao STF é uma espécie de admissão: “Olhem, eu não disse a verdade; eu bem que sabia”.

O jornalismo demonstrou — com destaque para a revista VEJA — as muitas vezes, cinco!!!, em que Lula fora advertido da bandidagem e da lambança. E o que ele fez? Nada! Por que o presidente não foi incluído na denúncia do Procurador Geral da República? Vai saber… Porque...Esta facção criminosa costuma corromper as pessoas de bem, do nosso país.

E cumpre notar: a hipótese de que Lula apenas “sabia” é a benevolente. Segundo Waldemar Costa Neto, do PR, Lula estava presente a uma reunião em que ficou acertado que o PT repassaria, por fora, a seu partido, a bolada de R$ 10 milhões. Nas respostas ao STF, o presidente admite que a reunião existiu, mas disse não se lembrar de que se tenha falado em dinheiro… É o “eu não sabia” em novo contexto.

Só lembrando também que 20 dias atrás tivemos o escândalo da Bancoop. E o bandido disse novamente, "eu não sabia de nada". Isto ja virou o seu bordão "Molusquiano".

Bem, duas capas da VEJA abriram a vereda para se chegar a dois grandes mistérios da República petista: a origem da dinheirama do mensalão e a da grana que pagaria o dossiê dos aloprados. E, tudo indica, as picadas conduzem ao mega bandido, João Vaccari Neto, amigo pessoal do presidente Molusco e figura de proa do abominável petismo mais selvagem. O PT, como se tornou um hábito, nega tudo. Quanto vale uma negativa do PT? Quem vai responder a essa pergunta, como veremos, é o próprio Molusco da Silva o PBR, (PRIMEIRO BANDIDO DA REPÚBLICA).

O depoimento do corretor Lúcio Funaro à Procuradoria Geral da República é dos mais contundentes. Segundo ele, Vaccari era o homem que cuidava da corretagem junto aos fundos de pensão das estatais. O esquema corrupto e fraudulento, na sua versão, era de uma espantosa simplicidade: essas instituições bilionárias faziam pesados investimentos em alguns bancos, e estes repassavam uma comissão ao partido. Relata reportagem da revista VEJA:

Entre 2003 e 2004, os três bancos citados pelo corretor - BMG, Rural e Santos - receberam 600 milhões de reais dos fundos de pensão controlados pelo PT. Apenas os cinco fundos sob a influência do tesoureiro aplicaram 182 milhões de reais em títulos do Rural e do BMG, os principais financiadores do mensalão, em 2004. É um volume 600% maior que o do ano anterior e 1 650% maior que o de 2002, antes de o PT chegar ao governo. As investigações da polícia revelaram que os dois bancos “emprestaram” 55 milhões de reais ao PT. É o equivalente a 14,1% do que receberam em investimentos - portanto, dentro da margem de propina que Funaro acusa o partido de cobrar (entre 6% e 15%).

Os cinco fundos de pensão, no caso, são Previ (Banco do Brasil), Funcef (Caixa Econômica), Nucleos (Nuclebrás), Petros (Petrobras) e Eletros (Eletrobrás). Juntos, têm um patrimônio de R$ 190 bilhões. É ou não é uma mega quadrilha de super bandidos?

Vaccari emitiu neste sábado uma nota acusando uma espécie de conspiração contra o partido. E atacou a revista VEJA, como era de se esperar. Comentei na semana passada as formas a que o PT recorre para tentar se safar das acusações.

Como sabemos, o PT chama “mídia” àquela coisa nefasta que noticia o que o partido não gosta de ler. Já as informações que atingem seus adversários são coisas do mais refinado “jornalismo”. Na entrevista que concedeu à Folha em 2005 denunciando a existência do mensalão, o então deputado Roberto Jefferson (PTB) asseverou que havia advertido Lula sobre o esquema. O Planalto sentiu cheiro de carne queimada: era de tal sorte grave a denúncia que o imbróglio poderia resultar numa acusação de crime de responsabilidade - de que poderia decorrer o impeachment. Na versão oficial, Lula ignorava a tramóia e não se lembrava de ter sido advertido por Jefferson. Era tão inocente que, ao fazer um pronunciamento sobre o caso, orientado por Márcio Thomaz Bastos, chegou a se dizer “traído” - só não disse quem o traiu.

A facção criminosa dos PETRALHAS, começava a se popularizar o que acabou se transformando num clichê partidário e numa blague no meio político: a frase “Eu não sabia!” Pois é…assim mesmo os petista sempre usam "Eu nao sabia", isto vale para tudo inclusive para o assassinato do Celso Daniel e Toninho do PT.

Bem, lembram-se da bolada que o PT pagou a Valdemar Costa Neto, do PL? Reproduzo trecho de uma entrevista concedida pelo próprio: “A reunião foi no apartamento do deputado Paulo Rocha. Estavam lá o Lula, o José Alencar, o Dirceu e o Delúbio. O presidente sabia o que a gente estava negociando. O Lula sabia o que o Dirceu estava fazendo. O Lula foi lá para bater o martelo. Lula foi lá pra autorizar essa operação.” O PL queria, inicialmente, R$ 20 milhões, deixou por R$ 10 milhões, mas recebeu um pouco menos, segundo Valdemar. E o pagamento foi feito depois que Lula já era presidente. O corretor Funaro, diga-se, operou para o chefão do PL - leia a reportagem de capa na VEJA desta semana.

Vaccari e os outros petistas estão bastante indignados com as duas mais recentes capas da VEJA. Entendo. O partido ou a facção criminosa, também não gostou desta:

Trata-se da edição nº 1914, de 20 de julho de 2005. E se lia lá:
Nas últimas quatro semanas, VEJA conversou com 29 autoridades para responder à pergunta primordial do escândalo atual: Lula sabia? Lula foi avisado de que deputados aliados receberam dinheiro para aderir à base governista? Lula foi alertado de que aliados vinham embolsando uma mesada de 30.000 reais para votar a favor das propostas do governo? VEJA entrevistou quatro ministros, cinco assessores, seis senadores, doze deputados e dois governadores, sendo que todos eles tiveram contato direto ou indireto com o assunto, e chegou a uma conclusão: o presidente Lula soube mais do que admitiu oficialmente até agora. VEJA encontrou cinco episódios nos quais o presidente estava presente quando se falou do chamado mensalão. O primeiro episódio identificado por VEJA aconteceu em 25 de fevereiro do ano passado, e o portador da notícia da existência do pagamento de mesada foi o deputado Miro Teixeira, na época líder do governo na Câmara. A quinta ocasião foi a única que já veio a público com detalhes. O alerta foi dado pelo deputado Roberto Jefferson, em 23 de março passado, no gabinete de Lula no Planalto.
O levantamento sobre o que chegou aos ouvidos do presidente tem uma evidente lacuna nas diferentes versões. O deputado Roberto Jefferson, desde a sua primeira e explosiva entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, tem dito que levou a denúncia do mensalão ao presidente Lula “em duas conversas”. Na semana passada, por meio da assessoria de imprensa, o deputado confirmou a VEJA que a primeira conversa com Lula aconteceu em 5 de janeiro deste ano, no Palácio do Planalto, tendo sido testemunhada apenas pelo ministro do Turismo, Walfrido Mares Guia

Na estranha lógica do petismo selvagem, esses escândalos só vêm à luz porque estamos em ano eleitoral, e tudo não passaria de uma guerra entre governo e oposição. O digamos "juiz" que rejeitou, por enquanto, a quebra do sigilo bancário do super bandido Vaccari lembrou do especial cuidado que é preciso ter em tempos assim. Claro, claro… O curioso é que esses argumentos poderiam ter protegido o bando que atuou com José Roberto Arruda o outro bandido do Distrito Federal, não é mesmo?
A eleição, de resto, é um motivo a mais para denunciar as safadezas. O eleitor tem o direito de saber dos fatos para decidir com mais clareza. O presidente vai admitir agora o que VEJA estampou na capa há quase cinco anos? Assim são as coisas.

Lula é este cara: está sempre fazendo história. E tornando históricas as capas da revista. A cada semana, há uma VEJA nova nas bancas e na casa dos assinantes. E, como se nota, sob certo ponto de vista, a revista não muda. E isso é fazer história, o resto é bandidagem.

E no meio de tantas bandidagens, estão nossas Forças Armadas, cada dia mais desmanteladas, definhadas e sucateadas militares flagelados por dois dos maiores bandidos da história da humanidade FHC E MOLUSCO DA SILVA. Vamos votar certo.