quinta-feira, 10 de junho de 2010

PETISTA HISTÓRICA DE MINAS DEIXA O PT, CHAMA LULA DE “CAUDILHO” E DIZ QUE JÁ VAI TARDE


























Por Reinaldo Azevedo

A mineira Sandra Starling, 66, já chegou a ser a principal referência do PT mineiro. É fundadora do partido, foi a primeira candidata da legenda ao governo do Estado, em 1982, e chegou a ser líder de bancada na Câmara. Foi secretária executiva do Ministério do Trabalho no primeiro mandato de Lula. Anteontem, pediu a sua desfiliação e escreveu uma carta expondo o seus motivos: não aceita a imposição de Helio Costa (PMDB) como o candidato da base governista no estado.

“É lamentável que o PT acabe refém de uma pessoa, que é o Lula. [Ele] Tem os seus méritos, mas todo mundo tem algum mérito; virou caudilho no partido, manda, desmanda, decide, todo mundo obedece. Não dá! (…) O PT de Minas tem pessoas e figuras importantes que poderiam ter se unido para fazer uma resistência. Não é possível que essas coisas passem assim sem que ninguém proteste”, declarou à Folha.

Leia a carta de Sandra.
MANDA QUEM PODE, OBEDECE QUEM TEM JUÍZO
Adeus ao Partido dos Trabalhadores

Ao tempo em que lutávamos para fundar o PT e apoiar o sindicalismo ainda “autêntico” pelo Brasil afora, aprendi a expressão que intitula este artigo. Era repetida à boca pequena pela peãozada, nas portas de fábricas ou em reuniões, quase clandestinas, para designar a opressão que pesava sobre eles dentro das empresas.Tantos anos mais tarde e vejo a mesma frase estampada em um blog jornalístico como conselho aos petistas diante da decisão tomada pela Direção Nacional, sob o patrocínio de Lula e sua candidata, para impor uma chapa comum PMDB/PT nas eleições deste ano em Minas Gerais.
É com o coração partido e lágrimas nos olhos que repudio essa frase e ouso afirmar que, talvez, eu não tenha mesmo juízo, mas não me curvarei à imposição de quem quer que seja dentro daquele que foi meu partido por tantos e tantos anos. Ajudei a fundá-lo, com muito sacrifício pessoal; tive a honra de ser a sua primeira candidata ao governo de Minas Gerais em 1982. Lá se vão vinte e oito anos! Tudo era alegria, coragem, audácia para aquele amontoado de gente de todo jeito: pobres, remediados, intelectuais, trabalhadores rurais, operários, desempregados, professores, estudantes.
Íamos de casa em casa tentando convencer as pessoas a se filiarem a um partido que nascia sem dono, “de baixo para cima”, dando “vez e voz” aos trabalhadores. Nossa crença abrigava a coragem de ser inocente e proclamar nossa pureza diante da política tradicional.
Vendíamos estrelinhas de plástico para não receber doações empresariais. Pedíamos que todos contribuíssem espontaneamente para um partido que nascia para não devermos nada aos tubarões. Em Minas, tivemos a ousadia de lançar uma mulher para candidata ao Governo e um negro, operário, como candidato ao Senado. E em Minas (antes, como talvez agora) jogava-se a partida decisiva para os rumos do País naquela época. Ali se forjava a transição pactuada, que segue sendo pacto para transição alguma.
Recordo tudo isso apenas para compartilhar as imagens que rondam minha tristeza. Não sou daqueles que pensam que, antes, éramos perfeitos. Reconheço erros e me dispus inúmeras vezes a superá-los. Isso me fez ficar no partido depois de experiências dolorosas que culminaram com a necessidade de me defender de uma absurda insinuação de falsidade ideológica, partida da língua de um aloprado que a usou, sem sucesso, como espada para me caluniar. Pensei que ficaria no PT até meu último dia de vida.
Mas não aceito fazer parte de uma farsa: participei de uma prévia para escolher um candidato petista ao governo, sem que se colocasse a hipótese de aliança com o PMDB. Prevalece, agora, a vontade dos de cima. Trocando em miúdos, vejo que é hora de, mais uma vez, parafrasear Chico Buarque: “Eu bato o portão sem fazer alarde. Eu levo a carteira de identidade. Uma saideira, muita saudade. E a leve impressão de que já vou tarde.”

Sandra Starling também vinha criticando a forma como Lula escolheu a “mineira” Dilma Rousseff como candidata do partido à sua sucessão. Já havia anunciado que não se engajaria na candidatura da ex-ministra, o que lhe rendeu uma espécie de reprimenda, ainda que afetiva, do deputado Virgílio Guimarães (PT-MG).

Como se nota, ela se mostra um tanto saudosista de um PT algo ingênuo, que ela imaginava puro, ainda não conspurcado pelo realismo… Sandra não percebeu que aquela é a esquerda que só existe… fora do poder!

Em briga de petista, eu não me meto. Mas sou obrigado a declarar que não entendo, mesmo!, cabeça de esquerdistas (e me pergunto se realmente fui um deles alguma vez). Sandra seguiu sendo petista durante o mensalão e de pois dele — fazia parte do governo! —, continuou petista depois dos aloprados e agora deixa a legenda porque não pode suportar a indicação de Helio Costa como o candidato de Lula (e do PT) em Minas…

Sandra Starling escreveu uma autobiografia, que está na rede, chamada “Uma eterna aprendiz no PT”. O livro termina assim:
“Mas, por que fico no partido?
Porque ainda tenho a convicção de que podemos mudar esses comportamentos e voltar a vir a ser o partido que tanta esperança acendeu nos corações e mentes dos brasileiros.
Continuo a ser uma eterna aprendiz.”

Será que ela finalmente aprendeu? Sei lá… Sua carta sugere que não aprendeu foi nada!

COMENTO

Não só ela, como muitos brasileiros, ja sabem do verdadeiro carater do mega apedeuta molusco, um (super bandido), que passa por cima de tudo e de todos. No futuro quando seus crimes vinherem atona todos vão ficar perplexo com tantas bandidagens, cometidas por esse monstro sociopata que se encontra no poder da República, locupletando-se e usurpando o erário público.

Molusco hoje é o chefe da maior facção criminosa do planeta, o PT é o hezbollah brasileiro, e suas ações são tão perigosas quanto a do hezbollah verdadeiro.

E no meio de tantos crimes e bandidagens na República nossas Forças Armadas, continuam desarmadas, militares flagelados por dois dos maiores monstro da historia da humanidade FHC e Molusco da Silva.

Pessoal vamos saír da inércia, somente com meios mais ortodoxo e a prisão dessa quadrilha de gângsters e essas hidras, que se encontram no poder, poderemos mudar esse triste quadro.


CGU vê indício de pagamento irregular a empresário que participou de reunião de novos aloprados e que pagou viagem de marqueteiros americanos que estão com a facção criminosa do PT

Por Rodrigo Rangel, no Estadão:
A Controladoria-Geral da União detectou 11 indícios de irregularidades num dos principais contratos da empresa Dialog Serviços de Comunicação e Eventos, do empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, como o governo. Até semana passada, Bené vinha atuando como espécie de gerente informal da pré-campanha da petista Dilma Rousseff.

Em análise preliminar, os auditores constataram, por exemplo, que a empresa recebeu por serviços não executados. A auditoria da CGU foi iniciada ano passado, quando ainda não eram conhecidos publicamente os laços de Bené com o PT. A investigação foi instaurada a partir de suspeitas de irregularidades num contrato da Dialog com o Ministério das Cidades, em 2007. Graças a uma brecha na Lei de Licitações, esse contrato permitiu que a empresa estendesse seus negócios, sem licitação, para vários outros ministérios.

Nos últimos quatro anos, os pagamentos do governo à Dialog somam R$ 76,3 milhões. Outra empresa administrada por Bené, a Gráfica e Editora Brasil - registrada formalmente em nome do pai e de um irmão do empresário - recorreu ao mesmo procedimento da Dialog para obter contratos na Esplanada dos Ministérios. Como o Estado mostrou na terça-feira, somados, os contratos da Dialog e da Gráfica Brasil com o governo somam R$ 214 milhões de 2006 até este ano.

Atestados
De acordo com a fiscalização da CGU, o Ministério das Cidades chegou a atestar como devidamente prestados serviços que nunca foram executados pela Dialog. Os atestados, supostamente fraudulentos, serviram de base para que a empresa recebesse por esses serviços.

As irregularidades detectadas pela CGU começam já na fase inicial do contrato. Segundo os auditores, o Ministério das Cidades aceitou proposta da empresa com preços “manifestamente inexequíveis”. É justamente onde está o principal da estratégia das empresas de Bené para obter tamanho sucesso nos negócios com o poder público.

Para ganhar a primeira concorrência, a empresa apresenta proposta com preços irrisórios. Vencida a disputa, com base num mecanismo da Lei de Licitações conhecido como “adesão a ata de preços”, aproveita para firmar contratos com outros órgãos públicos sem necessidade de passar por nova concorrência. A prática, condenada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), também é utilizada pela Gráfica Brasil, outra empresa da família de Bené que nos últimos anos conseguiu multiplicar seus negócios com o governo.

Privilégios
A fiscalização da CGU indica que a empresa de Bené gozava de privilégios. No rol de indícios de irregularidades, os auditores levantam, por exemplo, a possibilidade de a Dialog ter tido conhecimento prévio da quantidade de vezes que o ministério necessitaria de cada serviço listado no edital de licitação. O dado permite que a empresa reduza drasticamente o valor daqueles serviços que serão utilizados em menor medida e, com isso, consiga ser mais competitiva na licitação, aumentando enormemente suas chances em relação às concorrentes que não conhecem detalhes tão precisos do futuro contrato.

Esse artifício é o primeiro passo para o chamado “jogo de planilhas”: com a redução drástica dos preços daqueles serviços a serem menos solicitados, a empresa toma prejuízo naqueles itens, mas em compensação fatura nos demais, que terão maior volume.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

UM TERRORISTA, FACÍNORA DEGRADADOR DAS INSTITUIÇÕES













Por Reinaldo Azevedo

“Eu não falo disso porque a matéria que falou do dossiê é uma coisa tão absurda que, se algum de vocês parasse 30 segundos para ler, vocês falariam: ‘É mais uma armação que está em jogo (…)’. Quem está nervoso, quem está irritado, quem está preocupado que fique preocupado. Eu estou preocupado em governar o Brasil até o dia 31 de dezembro”.

São palavras do abominável e estúpido companheiro Luiz Inácio Molusco da Silva. O que vale a declaração do apedeuta em casos assim? É aquele que hoje nega a existência do mensalão do PT — segundo ele, uma armação da oposição para derrubá-lo — e que classificou de “aloprados” os petistas que participaram da tramóia de 2006. Quase todos aqueles “aloprados” tinham vínculos pessoais com ele próprio, a começar de um segurança seu. Se este "monstro maligno" entrou na história, é porque a coisa começou a pesar. Resolveu pôr a sua credibilidade para tentar mandar mais uma tramóia para debaixo do tapete.

Ele está se referindo, evidentemente, à matéria publicada por VEJA. O que há de errado com ela, (presidente)? Não tivesse sido endossada pelos fatos, até eu ficaria em dúvida: afinal, os próprios petistas confirmaram tudo o que vai lá. À reportagem da revista, deve-se somar outra, publicada pelo Estadão: o jornal noticiou a participação, na reunião que discutiu a tramóia, de Idalberto de Araújo Matias, um ex-araponga da Aeronáutica. Luiz Lanzetta o chama de “Dadá”.

A VEJA publicou ainda a entrevista com o ex-delegado Onézimo Souza em que ele informa algo ainda mais grave do que a tentativa de armar um dossiê: o pedido para que o candidato tucano à Presidência, José Serra, fosse grampeado. O caso salta do Código Penal para um crime que agride a Constituição. Onézimo confirmou tudo em nova entrevista à Folha e sugeriu que tem meios de provar o que diz: só aguarda Lanzetta ou Amaury Ribeiro Jr. processá-lo.

Atentem agora para este trecho da fala de Lula:
“Quem está nervoso, quem está irritado, quem está preocupado que fique preocupado.”
É evidente que se trata de uma referência a Serra. Lula não emprega as palavras por acaso: pretende sugerir que o candidato tucano teria motivos para estar chateado. É uma alusão ao dossiê que seus aliados estavam traficando. As razões do outro para estar “nervoso” não se limitariam à canalhice mesma do papelório. Produziu uma fala típica do mais asqueroso terrorismo político.

O Bandido percebeu que os petistas não estão dando conta do imbróglio em que se meteram e resolveu ajudar na certeza de que sua palavra é lei — inclusive quando estimula o desrespeito à lei — e de que lhe basta falar para que algo surja ou desapareça.

COMENTO

Vou repetir mais uma vez, os petralhas são viciados em ilegalidades, bandidagens e crimes, esta tentativa de coprar este dossiê, é só mais um, entre milhares de crimes praticados por essa facção criminosa que se encontra no poder da República.

MAIS UM CRIME
A candidata guerrilheira do PT à Presidência, Dilma Rousseff, deveria participar de uma sabatina promovida pelo UOL e pela Folha no dia 17. Cancelou. O corrupto governo agendou uma viagem para ela a Portugal, França e Espanha entre os dias 14 e 20. Deve se encontrar com dirigentes desses países. Acabei de denunciar mais uma ilegalidade. Perceberam ou não? Quem cuidou dessa agenda foi Marco Aurélio Top Top Garcia, com o auxílio elevado de Celso Amorim. Serão feitas imagens para a campanha eleitoral. A idéia é mostrar que a nociva e maligna guerrilheira tem apoio internacional. É o uso da máquina pública cruzando as fronteiras. E AS BANDIDAGENS CONTINUAM, UMA VEZ QUE O PT É UMA SUPER MAQUINA DE COMETER CRIMES!

DOSSIÊ – PERGUNTAS QUE NÃO QUEREM CALAR

O tempo vai passando, e perguntas sobre o dossiê dos novos aloprados e sobre a escuta telefônica que tinha sido encomendada contra o tucano e candidato da oposição vão ficando pelo caminho. Faço aqui algumas:

1 - Luiz Lanzetta foi posto para fora da campanha. Sabe-se que se encontrou com um grupo para tratar de um dossiê contra o PSDB e, diz um delegado, para encomendar escuta telefônica contra o tucano. Lanzetta era subordinado de Fernando Pimentel, que diz não saber de nada. Pimentel, na campanha, é o braço da Dilma, que também diz não saber de nada. Isso faria de Lanzetta o chefe. Lanzetta era o chefe da quadrilha?

2 - Quando Fernando Pimentel contratou Lanzetta, passou-lhe exatamente quais atribuições? A quem o jornalista se reportava?

3 - Fernando Pimentel nunca tinha se referido antes a esse dossiê? Nunca havia conversado com ninguém a respeito da “investigação”? Quais são exatamente as relações entre Pimentel e o ex-jornalista Amaury Ribeiro Júnior?

4 - Na versão dos petralhas, Lanzetta estava interessado em mandar investigar eventuais vazamentos de informação na “Casa” e, por isso, teria ido se encontrar com o delegado Onézimo Souza. O que fazia no encontro o empresário Benedito de Oliveira, que teve um progresso fabuloso trabalhando para o governo petista? Ele nem mesmo é filiado ao PT.

5 - O que justifica que tenha sido Benedito a arrumar a “Casa” onde o grupo passou a operar? Por que foi ele que pagou a vinda de consultores americanos ao Brasil? É verdade que o grupo do dossiê receberia em dinheiro vivo?


6 - Lanzetta diz que Benedito estava lá para servir de sua “testemunha”. Testemunha de quê? De que ele pretendia contratar um serviço regular para impedir vazamentos de informação? Esse tipo de coisa precisa de “testemunha”?

7 - Se o objetivo da reunião era cuidar dos supostos vazamentos, por que Amaury, o homem do dossiê, estava no encontro?

8 - Onézimo diz que o PT lhe ofereceu um trabalho de R$ 2 milhões. Isso tudo era só para investigar vazamentos de informação na “Casa”? O PT rasga dinheiro?


9 - O PT diz nada saber sobre dossiês. E o que faz abrigando Amaury, o que é do conhecimento de Dilma Rousseff? Isso significa que a candidata endossa o método?

10 - Lanzetta sustenta ter a prova de que não encomendou um escuta telefônica contra Serra. Se tem, por que não a apresenta logo em vez de esperar que o delegado aposentado Onézimo exponha as suas?

11 - Supõe-se que o PT tenha feito um contrato com a Lanza, a empresa de Lanzetta. O desligamento se deu com o pagamento de uma multa, ou o PT continuará a arcar com os honorários do jornalista?

12 - Quem assumiu as reais funções que Lanzetta tinha na campanha?

13 - Se Dilma rechaça a prática dos dossiês, por que os blogs de apoio à sua candidatura — um deles traz uma carta de agradecimento assinada pelo próprio Lula; outros são financiados por estatais — continuam a veicular a baixaria?

QUEM SERÁ O BENEDITO?

O Regime criminoso Petista — acho que já podemos falar assim — produz verdadeiros milagres. Molusco tem um filho que já chamou de “Ronaldinho” dos negócios, o Lulinha. Surge agora um “empresário Ronaldinho”, o tal Benedito Rodrigues, que participou da reunião da arapongagem — segundo Luiz Lanzetta, como sua “testemunha”.

Até 2005, informou a VEJA na edição da semana passada, Benedito era diretor da pequena empresa do pai, a Gráfica e Editora Brasil. Naquele ano, prestou serviços ao governo no valor de R$ 494 mil. Nos dois anos seguintes, o faturamento da gráfica saltou para R$ 50 milhões ao ano. Benedito é agora também dono da Dialog, uma companhia de eventos que, nos últimos dois anos, se transformou em potência do ramo em Brasília. Faturou R$ 40 milhões em contratos com ministérios, agências reguladoras e a Presidência da República.

Os tucanos vão cobrar da CGU (Controladoria Geral da União) e do TCU (Tribunal de Contas da União) informações sobre contratos celebrados entre as empresas de Benedito e o governo federal. O deputado Gustavo Fruet (PR) protocolou ainda um pedido para que a Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso convide a depor o delegado Onézimo Sousa e o ex-agente de inteligência da Aeronáutica Idalberto Matias de Araújo. Ambos estiveram naquele já famoso encontro.

Luiz Lanzetta e Amaury Ribeiro também estão doidinhos para falar. Querem que os tucanos lhes ofereçam um palco. Um quer acusar o deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), e o outro, sei lá, talvez esteja em busca de mais um canal para falar sobre o seu dossiê. Não lhes basta o espaço oferecido pela rede criminosa dos petista?

E no meio de tantos crimes e bandidagens dos petralhas, estão nossas Forças Armadas, cada dia mais demanteladas, definhadas e sucateadas, militares flagelados por duas das maiores facções criminosas do planeta PETRALHAS E TUCANOS. Somente com meios mais ortodoxos e radicais vamos conseguir mudar este caótico e abominável quadro, que se instalou na República.

"DURA LEX SED LEX"

Por Arlindo Montenegro

O Código de Hamurabi, de 1972 a.C., reflete a preocupação do rei em garantir aos homens igual direito à justiça. Assim, o médico que em sua prática cegasse o paciente, deveria ter extraído o próprio olho. Lei do talião: “ôlho por olho”. Aquelas leis eram severas e estavam gravadas em pedras e espalhadas por toda a cidade, pra ninguém dizer que “não sabia”.

Se alguém enganar o outro, será condenado à morte! Se difamar e não provar, idem.Se uma pessoa roubar ou receber o produto do roubo, será condenada à morte; Se uma pessoa sequestrar o filho menor de outra, será condenada à morte.Quem arrombar uma casa, será condenado à morte na parte da frente do local do arrombamento e enterrado ali. E vai por aí.

A historia das sandices humanas está descrita nos vários códigos conhecidos, todos voltados para arrumar o comportamento para uma vida estável em sociedade. Matar, furtar, tomar a mulher do outro, respeitar os pais, calúnia, injúria e difamação estão presentes em todas as eras e mas recentemente, entre nós, leis exponenciais como o decreto de luto oficial pelo bode que morreu ou aprovação de verba para a construção de uma pista de pouso para discos voadores.

E a à Declaração dos Direitos Humanos? Contraposição aos desumanos comportamentos universais. Mas nenhum estado, rei, presidente, conseguiu garantir integralmente o direito a vida, a liberdade e a segurança pessoal. A proteção das leis atende a uns poucos privilegiados e a realidade é a servidão total das pessoas a serviço das minorias que controlam o estado.

As prisões arbitrárias, torturas e exílio e os julgamentos secretos e as execuções sumárias continuam sendo praticadas por “revolucionários”, que se dizem libertadores. Os cristãos e outras religiões continuam sofrendo perseguição, prisão e os cultos proibidos em público. A propriedade perde a proteção, tanto quanto a liberdade de expressão. A informação é deturpada e limitada e os trabalhadores são obrigados a pagar para manter estados cada vez mais insolentes.

As pessoas almejam as “condições justas e favoráveis”, que continuam, parcialmente, no papel do direito “ assegurado pelo Art. XXV: “ um padrão de vida capaz de assegurar (ao trabalhador) e a sua família, saúde e bem-estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis, e direito à segurança em caso de desemprego, doença, invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência em circunstâncias fora de seu controle.”

No caso das crianças, nem é bom falar. É vergonhoso! Principalmente quando a referência é à instrução. Os pais não apitam nada! O estado avança em todas as áreas para formar os dependentes mentais da autoridade que controla a todos, mental e fisicamente.
Há muita coisa que a gente não aprende mais na escola: nada sobre o senso crítico, nem como desenvolver a capacidade de resistir às cores, sons e palavras hipnóticas, escolhidas, para fazer da doutrinação ideológica uma crença, uma “opinião” que parece própria.

Já é impossível provar que, apenas seguir os velhos e esquecidos mandamentos da Lei mosaica, seria suficiente para que os comportamentos, que permeiam as relações entre as pessoas em sociedade, fossem mais humanos, em obediência e veneração ao que transcende, ao que está acima de qualquer homem-estado, incapaz de alcançar o respeito e a colaboração do gênero que se proclama humano!

Hoje estou de bem comigo mesmo. Sem culpa por sentir nojo, desprezo e medo de uma realidade indesejada. Sem culpa de ser quem sou – amado ou odiado - pela impossibilidade de ser quem um dia imaginei viria a ser: bondoso, reto e justo como um santo. Guardo uma gratidão inabalável pelos antepassados, que me ensinaram a prezar a liberdade, asas para voar que nem passarinho de muitas gaiolas mentais e materiais.

Foi na prática e amparado por lições de grandes pensadores, que percebi o natural caminho da natureza a que pertenço, em busca do sol, do alimento e da sobrevivência. E pela vida afora admirei e colecionei exemplos de virtude para errar muito, sempre que agi “pesando com o coração”, muitas vezes sem refletir. Também descartei outros tantos exemplos de vício e sordidez.

O que mais se fixou como valor foi a família e a amizade, valores perdidos, esquecidos, espezinhados pela manada cega que, por conveniência aguarda a esmola dos trampolineiros políticos. Fixou-se também a oposição encarniçada dos que perderam a fé em si mesmos, contra os valores da civilização, firmados à custa de tanto sangue regando a terra. Fixou-se a observância aos “10 Mandamentos”. Hoje é impossível o respeito aos próceres de um estado que não respeita a ninguém.

Ouvi falar de um sujeito que embolou e embotou a mente das gentes, construindo uma teoria para que o estado distribuísse “a cada um segundo seu trabalho” e depois de muito juntar, “a cada um segundo sua necessidade”. Será possível? Um dia duvidei. E hoje estou convicto do jogo bêbado de palavras, que enganaram e ainda enganam tanta gente envolvida num gigantesco jogo, um quebra cabeças com regras que uns poucos conhecem e mudam a seu bel prazer, em proveito próprio.

COMENTO

Bem, pelos crimes que essa facção, exacerbadamente criminosa e danosa, que se encontra no poder, vem cometendo ao longo de oito anos na República, todos já deveriam ter sido condenados a pena de morte! É lamentavel que ainda estejam soltos para cometerem a cada dia mais crimes hediondos, corrupção e bandidagem.

terça-feira, 8 de junho de 2010

A ERA DA BOÇALIDADE, BANDIDAGEM E DO CRIME

















Por Reinaldo Azevedo

Escrevi ontem sobre a interpelação que o PT decidiu fazer ao candidato tucano por conta da afirmação de que Dilma Rousseff, sua adversária, tinha “responsabilidade” na armação do tal dossiê e na operação que estava destinada, segundo um delegado que integraria o grupo dos novos aloprados, à espionagem, inclusive com escuta telefônica. O PT, como está claro no documento, tem algumas curiosidades transcendentais, a saber: o que o candidato tucano quer dizer com “dossiê”?; que sentido atribui à palavra “bunker”? Pelo visto, a interpelação pode se transformar numa espécie de “Escolinha do Professor Tucano”. Abordagem jocosa à parte, há um trecho da interpelação que chega a assustar em razão do cinismo. Constitui em si mesmo um escândalo.

Ao analisar os motivos que teriam levado o pre-candidato a fazer aquela afirmação, a interpelação do PT resolveu fazer uma leitura do resultado das eleições de 2006, recontando assim o passado de crimes dos petralhas.

“Ao acusar Dilma, a oposição tenta desestabilizar a campanha petista, a exemplo do que ocorreu em 2006, quando a candidatura do abominável Aloizio Mercadante ao governo paulista foi abatida em meio ao escândalo dos aloprados. A idéia é reeditar o clima de 2006. Até hoje, tucanos creditam a vitória fácil em 2006 à descoberta de uma operação para compra de dossiês contra o partido. A aparição de dinheiro destinado à compra também beneficiou Geraldo Alckmin, então candidato ao Planalto.”

O leitor não se assuste que não terá cometido nenhum erro de interpretação. A interpelação petista quer dizer rigorosamente o que vai acima: o tucano estaria atuando de modo similar ao que fez em 2006, quando, segundo o documento, “a candidatura de Mercadante foi abatida em meio ao escândalo dos aloprados”. Observem que o texto não contesta que o tal escândalo tenha existido. Ao contrário: chega a lembrar que o próprio Molusco batizou aquela canalha de “aloprados”, embora pertencessem quase todos à sua cozinha política e à sua churrasqueira moral.

Se o candidato tucano atua, pois, segundo o próprio PT, do modo como atuou em 2006, então é porque as circunstâncias se repetem. Como, naquele caso, comprovou-se uma armação de petistas para abater a sua candidatura, é forçoso concluir que ela se repete agora. É mentira, evidentemente, que Mercadante tenha sido “abatido” por aquele episódio — ele foi abatido pela falta de votos mesmo! —, mas digamos que tivesse sido como dizem. Pergunto: qual teria sido, para esses valentes, o comportamento razoável do candidato em 2006? Qual seria o comportamento razoável agora?

A interpelação é um documento precioso de um tempo da política brasileira, em que aos corruptos e bandidos petistas tudo é permitido, inclusive posar (oi, Emir Sader!) de vítimas enquanto confessam abertamente um crime. Eles não negam as ações dos “aloprados”, como se pode constatar. Mas insistem na tecla de que foram os principais prejudicados. A tese fabulosa é a seguinte (exposta em primeira pessoa):
1 - nós, petistas, tentamos mesmo armar contra eles em 2006;
2 - deu tudo errado;
3 - a gente quebrou a cara, e nosso candidato ao governo de São Paulo se deu mal;
4 - a gente acha que o PSDB acabou beneficiado;
5 - logo, isso nos torna vítimas e inocentes e faz do tucano o beneficiário indireto da nossa ação destrambelhada e nossos crimes, o que é expressão de nossa… culpa!

E o que dizer deste trecho: “A aparição de dinheiro destinado à compra também beneficiou Geraldo Alckmin, então candidato ao Planalto.“? A “compra”, pois, segundo os advogados do PT, estava mesmo decidida. Onde já se viu mostrar o dinheiro? Foi uma grande injustiça com os aloprados, gente! Imaginem como poderia ser sem graça um mundo em que os petistas se obrigassem a fazer política apenas nos limites dados da Constituição e das instituições…

Tenho para mim que a interpelação significa ainda um pequeno passo para o direito, mas um grande salto, para trás, para o Homo sapiens sapiens… Se bem entendi, ao tentar caracterizar a grande “armação” dos tucanos em 2006 e em 2010, os advogados do PT os censuram por terem tentado fazer o que é um imperativo até dos culpados: defender-se!!!

Já classifiquei a tese de ridícula. Caracterizei seu aspecto assustador. E digo agora que ela também revela a face perigosa e criminosa do PT. Os advogados petralhas arranjados pelo partido realmente conseguiram extrair o que eu chamaria de o sumo — e a suma — da legenda. A culpa pelos malfeitos dos petistas está nas vítimas, que resistem a seu assédio, a suas armações, a suas lambanças e as suas bandidagens. Estamos diante de um jeito “Hamas” de ser: então a gente não pode jogar alguns milhares de mísseis naqueles caras ou tentar violar suas águas territoriais que eles vão logo reagindo? Que gente mais bruta! Essa petralhada suja e nociva!

É isto: eis o triunfo da mentalidade terrorista; os sobreviventes são culpados por não se deixarem abater. Essa interpelação petista é um retrato e uma síntese de uma era: A ERA DA BOÇALIDADE E DO CRIME DESORGANIZADO!

COMENTO

Todos os dias, este simples e humilde escriba afirma neste blog que: a facção criminosa do PT, desde do seu nascedouro é exacerbadamente viciada em ilegalidades, bandidagens e todos os tipos crimes, eles nunca vão conseguir deixar de cometer esses crimes hediondos, uma vez que já faz parte do DNA da própria facção exacerbadamente criminosa e danosa, que hoje se encontra no poder da República.

Um dia; essa super máquina de bandidagens e crimes, que está constantemente usurpando e locupletando-se do erário público, terá que ser contida de qualquer jeito, nem que seja por meios mais ortodóxos, só não podemos deixar essa hidra de corrupção, definhar, desmantelar o Estado de direito, para depois subjugá-lo, como ele fez com as FFAA, conforme pregava Vladimir Lênin no livro. O ESTADO E A REVOLUÇÃO.

Eu estou pouco me lixando se a desconstrução que costumo fazer aqui das barbaridades que Molusco diz é ou não “eficiente” no sentido de convencer este ou aquele. Não escrevo para que concordem comigo, mas porque acho necessário. Ele tem 80% de 'popularidade comprada'? Que faça bom proveito! Sempre que falar uma besteira, aparecerei para dizer: “É besteira”. Sempre que contar uma história idiota e ridícula, que é o oposto da verdade, escreverei: “É mentira!” Simples assim. Sempre que cometer mais um crime denunciarei, pois esta ABOMINÁVEL E CORRUPTA HIDRA BARBUDA COM SEUS TENTÁCULOS SUJOS, já está passando dos limites do tolerável. E agora ele está tão confiante na sua popularidade, por causa do bolsa família, que nem esconde mais seus crimes hediondos e suas bandidagens! LULO-PETRALHA-MOLUSQUIANA!

A INACREDITÁVEL INTERPELAÇÃO FEITA PELO PT: ELA CHEGA A SER CÔMICA SE NÃO FOSSE RIDÍCULA E IDIOTA!!

A maior facção criminosa do PLANETA TERRA, protagonizou ontem o que talvez seja o ato mais cômico e esdrúxulo de toda sua existência: protocolou uma interpelação contra o candidato tucano à Presidência. Por quê? O candidato de oposição, afirmou que “a principal responsabilidade [pelo dossiê que petistas armaram contra ele] é da candidata e guerrilheira Dilma”. Os petistas tentam, com esse gesto, sair da defensiva. A ação foi ajuizada do Fórum Criminal da Barra Funda. É ou não é, o que afirmo, eles realmente são viciados em ilegalidades, crimes e bandidagens!!!! Só não ver quem não quer!! Certo?

segunda-feira, 7 de junho de 2010

OS NOVOS BANDIDOS ALOPRADOS: O CRIME PREVISTO NO CÓDIGO PENAL E O CRIME CONTRA A CONSTITUIÇÃO

















Por Reinaldo Azevedo

Cuidado! O aparelho dos novos bandidos aloprados do PT foi estourado, mas eles continuam trabalhando. E a armação está em curso. E já começaram a misturar por aí alhos com bugalhos. Antes, falemos um pouco de Luiz Lanzetta, um dos sócios da Lanza. Um articulador, da abominável máquina de crimes dos Petralhas.

Lanzetta é o fusível queimado — ao menos oficialmente — no curto-circuito do dossiê petista. Está inquieto e, segundo diz, topa depor em qualquer lugar. À Folha e ao Estadão, o bandido se apresenta como VÍTIMA (!!!) de uma grande conspiração. Se, no PT, fazer dossiês não é coisa nova, tentar inverter as culpas também não. Luiz Inácio Molusco da Silva já lançou a interessantíssima teoria de que o mensalão foi uma grande armação tucana. Segundo entendi, almas puras como os chefes dessa quadrilha, José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoino repousavam, como Inês de Castro, “no sossego de seus anos”, e os tucanos, também malvados, resolveram arrastá-los para o desastre, plantando o mega bandidão, Marcos Valério em seu caminho.

A mesma tática foi usada no dossiê dos aloprados: os petistas se mobilizaram para tentar incriminar o delegado que estourou o imbróglio facinoroso. E agora se repete a ladainha: Lanzetta acusa um complô. Ele só não consegue explicar por que alguém contratado para cuidar de uma das áreas de comunicação da campanha petista se reuniu com dois arapongas, um empresário de trajetória suspeita e um jornalista metido a fazer dossiês para tratar de temas como espionagem, dossiês e afins. Voltemos àquele ponto do primeiro parágrafo.

Crimes diferentes
Os petistas insistem em misturar as coisas, e cumpre fazer as devidas distinções. O “dossiê” do tal jornalista Amaury Ribeiro — finalmente, um homem quase célebre — já está pronto faz tempo e é matéria requentada. Ninguém pagaria nada por ele um tostão. Conta que vai se transformar num livro-denúncia contra as privatizações tucanas. Segundo a rede de crimes e bandidagens dos petralha, teria sido encomendado, lá atrás, pelo então governador Aécio Neves para atingir o candidato do PSDB, tempo em que Amaury trabalhava no jornal O Estado de Minas. Como se nota, já está em curso a tática de transformar tudo num “problema de tucanos”. Uma “reportagem” sobre o livro do tal Amaury circula nos blogs petralhas — INCLUSIVE EM UM CRIADO POR LANZETTA E DIRIGIDO POR SEU SÓCIO NA LANZA!!! Cabe a pergunta: ele realmente se desligou da campanha de Dilma?

Lanzetta não se reuniu com aquela turma da pesada para tratar do livro do tal ex-jornalista. O “material” já estava pronto. O mais importante e grave é que o grupo decidiu, segundo o ex-delegado Onézimo Souza, partir para ações novas. Os petistas queriam, revelou o policial em entrevista à VEJA, GRAMPEAR os telefones de José Serra. Estamos falando da convergência de duas delinqüências: requentar o dossiê, tentando lhe dar vida nova para produzir turbulência na campanha eleitoral, e armar uma escuta telefônica tendo como alvo ninguém menos do que o candidato das oposições.

Grampo, todo mundo sabe, virou uma esculhambação no país. Faço várias vezes por dia a mesma ironia. Toca o telefone, atendo, saúdo a pessoa do outro lado da linha e brinco:
— Vamos bater um papo: eu, você e o terceiro ouvido…
Saibam, pois, os arapongas que não falo uma única vírgula ao telefone que não queira que eles também saibam. Todas as vezes que simulo uma linguagem cifrada ao telefone é porque me divirto com a idéia de que os vagabundos estão transcrevendo as palavras e tentando lhes desvendar o sentido.
— Querida, sabe aquele negócio? Acabou! Estou doidinho! Traga logo um pacote com dez!
— Rei, você precisa parar com esse vício!
É só Hollywood!

Fernando Pimentel, o chefe de Lanzetta, já declarou que não trata de nada relevante ao telefone. É… Eis aí um homem que sabe do que está falando. O crime da escuta é generalizado, não raro praticado por franjas do próprio estado. Mas não se tinha notícia, até este novo escândalo ganhar o noticiário, de que o comando de campanha da candidatura oficial decidiu grampear o candidato adversário.

O escândalo dos escândalos nessa área, o episódio verdadeiramente emblemático, é o Caso Watergate. Em 1972, Richard Nixon, então presidente dos EUA, ordenou a invasão do Comitê do Partido Democrata para fotografar documentos e instalar escutas. Os invasores foram presos, e a crise resultou na renúncia do presidente da República. No Brasil, homens da inteira confiança de Lula e um assessor de Aloizio Mercadante — os tais “aloprados” — foram flagrados tentando negociar um dossiê armado por pilantras, e nada aconteceu. Não se sabe até hoje nem mesmo a origem do dinheiro. Nos EUA, os desdobramentos do Caso Watergate fortaleceram as instituições; no Brasil, elas se conspurcaram um pouco mais. Tanto é assim que os chefes de Lanzetta e o próprio se meteram nesta outra operação.

Os novos aloprados continuam em ação, agora recorrendo à rede de blogs de aluguel e a criminosos para tentar fazer cirular o “dossiê” de anteontem. A traficância com documentos requentados, no entanto, não está na raiz daquele famoso encontro nem resume a operação que estava em curso: o grupo iria (iria?) se dedicar a novas ilegalidades: monitorar nada menos do que o candidato das oposições.

Vagabundo que organiza denúncias caluniosas e que arma dossiês é matéria para o Código Penal. É a bandidagem a serviço da política criminosa dos petralhas. Violar o sigilo telefônico e tentar impedir o livre exercício da oposição é matéria que agride a Constituição Federal, a democracia e o estado de direito.

COMENTO

Somente com a destruição, dessa facção exacerbadamente criminosa que se encontra no poder da República, voltaremos ao estado de direito e a plena democracia.
Conferme já denunciei aqui várias vezes o PT é viciado em: ilegalidades, corrupção, bandidagens e crimes. E todos sabem muito bem disso. Certo?

PF infla número de operações especiais

Por Rubens Valente, na Folha:
Ao citar, em entrevistas concedidas em abril, os feitos da Polícia Federal na gestão Lula, no contexto de uma crítica ao governo FHC, a pré-candidata Dilma Rousseff (PT) informou o número de 1.012 “operações especiais” realizadas até aquele momento no período 2003-2010. O mesmo número consta do site da PF. Contudo, levantamento feito pela Folha indica que o termo “operações” hoje serve para descrever atividades rotineiras do órgão, como fiscalização em áreas indígenas, blitz em empresas de segurança e até reforço no policiamento para o dia de eleições.

No governo Lula, a PF cresceu em pessoal (de 9.231 servidores, em 2002, para 14.295 em 2010) e investimentos (de R$ 141 milhões, em 2002, para R$ 227 milhões em 2009), alcançando repercussão inédita na história do órgão, com prisões em massa e acusações contra congressistas, juízes e ministros.

Mas, nos últimos anos, os balanços oficiais sobre as operações vêm sendo turbinados, de modo que as investigações aparecem em crescimento contínuo. Atividades que todos os governos anteriores realizaram com certa frequência são agora contabilizadas como operações, com direito a nome próprio.

Entre 2008 e 2010, período em que a PF informa ter realizado 580 operações, a reportagem contou 94 casos (ou 16% do total) que entrariam facilmente na lista de atividades corriqueiras do órgão.

RINHA DE CANÁRIOS
Grande parte das operações hoje está relacionada à prisão de narcotraficantes -atividade historicamente desempenhada pela PF, mas de difícil comparação com os governos anteriores, que não divulgavam balanços sobre operações especiais.
Cada ação para destruir pés de maconha nas regiões Norte e Nordeste, atividade realizada desde, pelo menos, os anos 80, agora é contabilizada como uma operação. Em 2008, a PF contabilizou cinco casos do gênero.

COMENTO

BEM, NO PASSADO, O PT ERA VICIADO EM TERRORISMO; NO PRESENTE, EM DOSSIÊS, OPERAÇÕES ESPECIAIS, ILEGAIS, BANDIDAGENS, CRIMES HEDIONDOS E DE TODA NATUREZA!

Quem é Luiz Lanzetta? Só mais um bandido petista, no meio de milhares, só não devemos associá-lo à figura do mordomo porque algumas profissões supõem certo physique du rôle, não? Lanzetta despediu-se da pré-campanha da guerrilheira petista Dilma Abominável Rousseff. Embora inocente como as flores, foi “caído fora” — e, como de hábito nesses casos, dando o assunto por encerrado, o caso por resolvido, e o dossiê pelo não-dossiê. A figura corrupta e bandida que interessa agora é a de Fernando Pimentel, um dos coordenadores da campanha de Dilma guerrilheira — de fato, ele é o braço pessoal dela e da quadrilha dos amaldiçoados petralhas.

Esse negócio de fabricar dossiês, recorrendo à mão-de-obra dos serviços de informação do estado — os atuais e os pregressos —, é uma agressão à democracia ao estado de direito e um crime hediondo. Essa prática de bandidagem nada tem a ver com esclarecimento ou tentativa de fazer justiça. Ao contrário: se a informação desses dossiês é verdadeira e se destina à chantagem, usa-se, então, a verdade como instrumento criminoso; se é falsa e se destina à intimidação, a delinqüência busca produzir mais delinqüência. Em qualquer dos casos, o crime fica bem claro.

No estranho organograma da máquina de crimes dos petralhas — ou sei lá que nome tinha aquilo —, a Lanza contratava a mão-de-obra da pré-campanha. Isso quer dizer que, pela empresa do notório jornalista, passava uma grana preta. E, para isso, é preciso contar com a total confiança do chefe. E o chefe do demissionário Lanzetta era o super bandido do PT, Fernando Pimentel, que emitiu uma nota dizendo que não sabia de nada etc. e tal. Como de hábito, no petismo, existem os crimes, mas jamais os criminosos.

A minha leitura sobre o petismo e os petistas, como vocês sabem, é bem menos otimista — talvez a palavra seja “generosa” — do que a de muitos colegas. E exponho uma vez mais os motivos, agora à luz do dossiê. Muitas pessoas que aderiram a grupos terroristas durante o regime militar — e o bandido Pimentel foi uma delas; pertenceu à VAR-Palmares, mesma organização de que Dilma fez parte — justificam seu ato ainda hoje afirmando que aquela era a única saída e que lutavam por democracia. Trata-se de duas mentiras, obviamente — a que a petista freqüentemente recorre, diga-se.

Vivo apontando aqui essas falácias e digo que elas têm importância ainda hoje. Por quê? Porque se trata de admitir que, sob certas circunstâncias, o vale-tudo dos petralhas é aceitável e é parte do jogo. Quem aderiu ao terrorismo não estava lutando em favor da democracia coisa nenhuma, mas de uma ditadura comunista. Se não o admite, está procurando esconder o próprio crime nos crimes alheios e demonstra justamente disposição para o vale-tudo — eximindo-se, ademais, da responsabilidade moral por isso.

Em certo sentido, o dossiê está para a democracia como o terrorismo estava para a ditadura. No regime militar, procurava-se desconstruir o inimigo por meio da ação violenta, que supostamente respondia à violência do estado; no regime democrático, tenta-se desconstruir o adversário por meio da manipulação viciosa dos instrumentos do sistema — e, nessas horas, a imprensa sempre é convocada a atuar como inocente útil dos que querem jogar no lixo o estado de direito.

Sim, estou querendo dizer isto mesmo: a prática dos dossiês, da espionagem e das escutas telefônicas ilegais é o “terrorismo possível do PT” no regime democrático.

Esta é, desde sempre, a minha principal reserva ao petismo selvagem e aos bandidos petistas: eles vão com a democracia até onde consideram que ela não atrapalha. Afinal, no seu horizonte utópico-escatológico, o regime não é um ponto de chegada na política, mas de partida. Os instrumentos são outros, mas o espírito terrorista e ciminoso é o mesmo. Não muda em nada.

Lanzetta está fora? Quem está ligando? O fato é que Pimentel continua dentro. E ele era o chefe de Lanzetta. E o Zé Dirceu o chefe de todos e o apedeuta Molusco o chefe dos chefes de todos os bandidos. E agora? Com os três poderes da República dominado pelo PT, vamos recorer a quem? Tenho dito aqui exaustivamente, que, somente as FFAA, com métodos mais ortodóxo pode salvar o nosso país. Do contrário vamos sucumbir. Só não ver quem não quer, certo?

sábado, 5 de junho de 2010

OS NOVOS ALOPRADOS
















Por Reinaldo Azevedo

Quanto mais negam, mais se enrolam. O candidato tucano à Presidência, acusou sua rival do PT. Dilma Rousseff, de ser uma das responsáveis por mais um dossiê que o partido preparava contra ele. A petista ficou indignada, claro! E nega tudo. O partido até ameaça processar a… vítima!!!

Uma das pessoas mobilizadas pelos “neo-aloprados”, no entanto, concedeu uma entrevista à VEJA em que conta tudo - ou quase tudo. Trata-se do delegado Onézimo Souza, que foi contratado pelo grupo pela módica quantia de R$ 1,6 milhão - ou R$ 160 mil por mês.

1 - Quem combinou a operação com ele?
Luiz Lanzetta.
2 - Em nome de quem Lanzetta conduziu a conversa?
De Fernando Pimentel, ex-prefeito de Belo Horizonte.
3 - Quem é Pimentel na campanha?
O braço direito de Dilma Rousseff.

Seguem, abaixo, trechos da entrevista de Onézimo a Policarpo Junior e Daniel Pereira, da VEJA. A íntegra da entrevista está aqui

O senhor foi apontado como chefe de um grupo contratado para espionar adversários e petistas rivais?
Fui convidado numa reunião da qual participaram o Lanzetta, o Amaury (Ribeiro), o Benedito (de Oliveira, responsável pela parte financeira) e outro colega meu, mas o negócio não se concretizou. Havia problemas de metodologia e direcionamento do trabalho que eles queriam.

Como assim?
Primeiro, queriam que a gente identificasse a origem de vazamentos que estavam acontecendo dentro do comitê. Havia a suspeita de que um dos coordenadores da campanha estaria sabotando o trabalho da equipe. Depois, queriam investigações sobre o governador José Serra e o deputado Marcelo Itagiba.

Que tipo de investigação?
Era para levantar tudo, inclusive coisas pessoais. O Lanzetta disse que eles precisavam saber tudo o que eles faziam e falavam. Grampos telefônicos…

Pediram ao senhor para grampear os telefones do ex-governador Serra?
Explicitamente, não. Mas, quando me disseram que queriam saber tudo o que se falava, ficou implícita a intenção. Ninguém é capaz de saber tudo o que se fala sobre alguém sem ouvir suas conversas. Respondendo objetivamente, é claro que eles queriam grampear o telefone do ex-governador.

Disseram exatamente que tipo de informação interessava?
Tudo o que pudesse ser usado contra ele na campanha, principalmente coisas da vida pessoal. Esse é o problema do direcionamento que eu te disse. O material não era para informação apenas. Era para ser usado na campanha. Na hora, adverti que aquilo ia acabar virando um novo escândalo dos aloprados.

Quem fez essa proposta?
Fui convidado para um encontro com Fernando Pimentel. Chegando lá no restaurante, estava o Luiz Lanzetta, que eu não conhecia, mas que se apresentou como representante do prefeito.

MAIS BANDIDOS ALOPRADOS – CAMPANHA DE DILMA CHAMOU ARAPONGA QUE JÁ TRABALHOU COM PROTÓGENES

Por Rodrigo Rangel, no Estadão:
A articulação para montar uma central de dossiês a serviço da campanha de Dilma Rousseff à Presidência da República contou com a participação de arapongas ligados aos serviços secretos oficiais. Um deles é o sargento da reserva Idalberto Matias de Araújo, o Dadá, recém-saído do Cisa, o serviço secreto da Aeronáutica.

Conhecido personagem de apurações sigilosas em Brasília, o sargento esteve, por exemplo, ao lado do delegado Protógenes Queiroz nas investigações que deram origem à Operação Satiagraha, que levou o banqueiro Daniel Dantas à prisão.

A participação de Idalberto de Araújo remonta às origens do plano de inteligência petista. Em abril, após ter sido procurado por emissários da campanha, o sargento disse que aceitaria o serviço, mas necessitaria de apoio. Deixou claro que, para executar a missão proposta pela campanha, seria preciso chamar mais gente.

O sargento, então, indicou um amigo de longa data, o delegado aposentado da Polícia Federal Onésimo de Souza, dono de uma pequena empresa de segurança instalada num conhecido centro comercial de Brasília. As conversas avançaram.

Outros agentes, dentre eles um araponga aposentado do extinto Serviço Nacional de Informações (SNI) e um militar que já serviu à Agência Brasileira de Inteligência (Abin), chegaram a ser contatados para integrar a equipe. O passo seguinte foi chegar a um valor para o serviço.
(…)
A proposta para contratação dos serviços do araponga e do delegado foi levada, então, para o núcleo central do comitê de Dilma. O assunto chegou a ser discutido com o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel, coordenador da campanha. Num primeiro momento, Pimentel avaliou que o preço estava alto demais. Disse que topava pagar, no máximo, R$ 60 mil.

O grupo já estava discutindo estratégias de trabalho - um dos planos era infiltrar um agente no núcleo de inteligência da campanha de José Serra - quando começaram a vazar para a imprensa informações acerca de supostos dossiês produzidos pelo bureau montado por Lanzetta na fortaleza petista do Lago Sul.
(…)
Nos bastidores, Pimentel, alçado ao comando da campanha por conta de sua velha amizade com Dilma, acusa Palocci e o deputado paulista Rui Falcão, coordenador de comunicação do comitê, de tramarem para derrubá-lo. Aliados de Pimentel afirmam que foi Falcão quem deixou vazar informações sobre o dossiê, para enfraquecer o ex-prefeito na cúpula da campanha.

COMENTO

APEDEUTA MOLUSCO: UMA MÁQUINA DE COMETER CRIME, MAIS UMA MULTA, MAIS UMA BANDIDAGEM!

O chefe desta abominável facção exacerbadamente criminosa e danosa, está convencido de que duas ou três ilegalidades podem irritar as pessoas, mas de que cem ou duzentas as deixam paralisadas. Ontem, o TSE aplicou a quinta multa no esdrúxulo, digamos "presidente", por propaganda antecipada. A quinta! É claro que ele não terá problema nenhum para pagar. Seu partido é milionário e tem muito dinheiro público desviado para seu caixa. Principalmente do PAC. Mas isso dá conta do ambiente em que se desenvolve a corrupta campanha eleitoral no país. Também evidencia que o instrumento de que dispõe a Justiça Eleitoral é, diante de um contumaz fraudador da lei, exacerbadamente pífio.

O desqualificado monstro, como já deixou bem claro em palanque, orgulha-se das multas que recebe e ainda faz chacota delas. A eleição se desenvolve sob a sombra da ilegalidade. Não há nada de corriqueiro num (presidente da República), que recebe CINCO multas de um tribunal superior. E, havendo um mínimo de rigor, não será a última. Desta feita, ele foi punido pelo seu discurso no ato de 1º de Maio organizado pela CUT. Disse então:
“Ainda falta muito por fazer neste país porque a gente não consegue consertar os erros de 500 anos apenas em oito anos. É preciso mais tempo, mas é preciso que tenha sequenciamento”.

O “seqüenciamento de corrupção e bandidagem” da genética das idéias do abominável e sujo bandido, se feito, vai apontar de modo inequívoco: ódio, revanchismo e vingança à democracia, as FFAA, os militares e ao nosso país. Ou seja o país dos PETRALHAS.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

O HOLOCAUSTO E A HIDRA DE CORRUPÇÃO E BANDIDAGEM QUE SE ENCONTRA NO PODER DA REPÚBLICA
















Por Jorge Serrão

O espectro da censura, imposta por falta de sabedoria constitucional ou por abuso de autoridade, volta a aterrorizar a Internet brasileira. Os feitores da “indústria do dano moral” agora apelam para a ignorância completa. Conseguem coagir provedores, por pressão econômica ou judicial, e tiram blogs do ar em um piscar de olhos. Assistiremos a situações obscuras nos próximos dias. Se formos vítima do holocausto jornalístico, vamos reagir. Quem censurar vai ter de rebolar.

O Alerta Total e o VISÃO MILITAR já cansaram de denunciar essas bandidagens e ações obscurantistas. Muitos poderosos de plantão – sejam políticos ou advogados de grandes empresas, exercitam sua predileção anti-republicana favorável à censura e à restrição das liberdades de pensamento, expressão e, por fim, ação. Já que se recusam a debater, no discurso, com a turma na world wide web, os censores praticam má fé contra o Judiciário. Inventam regrinhas e recursos jurídicos para tentar controlar ou impedir a livre atuação dos “cidanautas”.

A maldita máquina de processar gente (que extrapola o direito de expressar sua opinião) funciona a pleno vapor no Brasil. Rende muito dinheiro para advogados, supostas celebridades e vaidosos endinheirados. O problema é que enche ainda mais de processos o nosso atolado Poder Judiciário. E abre espaço para os vícios censórios ou para grandes holocaustos jornalísticos – como os que se avizinham.

A Internet não é um fim nela mesma. Ela é apenas um meio para armazenamento e veiculação de informações. No fundo, a web é uma mídia para a qual convergem outras mídias tradicionais. Por princípio existencial, não pode e nem deve sofrer restrições de quaisquer espécies. Isto vale para o jornalismo praticado via web. Tanto que o Supremo Tribunal Federal já confirmou a inutilidade e inaplicabilidade da Lei de Imprensa – que jamais deveria existir em ambientes democráticos.

A fórmula é simples e vale para Internet – que não precisa de marcos regulatórios, já que é uma mera mídia tecnologicamente avançada. Basta que seja sempre aplicada a ética, o equilíbrio e o bom senso. Se alguém ou alguma empresa se sente atingido pelo que é veiculado por um site, deve recorrer, antes de procurar o Judiciário, ao simples, justo e perfeito direito de resposta.

Se tal direito não for concedido e os abusos de opinião persistirem, aí sim é correto procurar a Justiça. Isto é civilização jurídica. O resto é barbarie do dano moral. Processar alguém ou tirar um site do ar sem antes recorrer ao pedido de direito de resposta ou a uma notificação extrajudicial é a mais pura bandidagem inquisitorial. Isto é muito comum no Brazil. Vide à censura ao Estadão. Um crime que perdura em um País que não tem raiz histórica democrática.

Infelizmente, pensam totalitariamente alguns legisladores à serviço do globalitarismo. Mesmo vício inqusitorial de uns poucos magistrados ignorantes em democracia e em direito constitucional. Por isso, os “cidanautas” precisam combater o despotismo por trás das regrinhas supostamente bem intencionadas.

Temos o dever moral e ético de dizer um “não rotundo” à disfarçada tentativa de nos censurar na Internet. Do contrário, vamos aprofundar o estado de trevas para o qual caminha a humanidade, sob os desígnios do globalitarismo imposto pela Oligarquia Financeira Transnacional.

COMENTO

Não é de hoje, que essa facção exacerbadamente criminosa e danosa, junto com os bandidos palhaços do planalto, tentam, colocar mordaça na internet e nos meios de comunicação do nosso país.

Cabe a todos os meios de comunicação, fazer um campanha como, nunca antes vista na história da República, desde que Cabral aqui pisou, pela primeira vez.

As autoridades devem ficar atentas a essas quadrilhas de gângters e essas hidras de corrupção e bandidagens, que se encontram no poder da República, cometendo todos os tipos de crimes hediondos, usurpando e locupletando-se do erário público.

As FFAA do nosso país tem por obrigação de usar meios mais ortodoxos e radicais, para conter esses crimes que apenas em oito anos aumentaram de forma circustancial.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

APEDEUTA E BABALORIXÁ BANALIZA O CRIME PARA VER SE NINGUÉM MAIS DÁ BOLA










Por Reinaldo Azevedo

Pouco importa quem vença a eleição de 2010 — o tucano ou a petista Dilma Rousseff —, uma coisa é certa: a legalidade já perdeu. E a bandalheira é, por enquanto, amplamente vitoriosa. E, como já afirmei aqui outras vezes, os petistas estão descobrindo que o crime, também o eleitoral, compensa. Lula já não disfarça, não tenta fingir, não tergiversa. É mesmo um homem sincero: usa a máquina e pronto! E se considera acima da lei. Abaixo, segue trecho de uma reportagem de Fernando Mello e Mirella D’Elia na VEJA.com. Não duvidem jamais: OS BANDIDOS sempre podem se superar.

O (presidente) Molusco da Silva já avisou muitas vezes que não irá poupar esforços para eleger a guerrilheira estúpida Dilma Rousseff sua sucessora. Há quatro anos, o corrupto bandido foi multado em 900.000 reais por distribuir uma cartilha que foi considerada propaganda antecipada. Em uma nova eleição, o governo repete o método: começou a distribuir no mês passado um caderno com 43 páginas que exalta programas governamentais e faz elogios à gestão "Molusquiana". A publicação é chamada “BRASIL 2009 - Estamos vivendo um novo Brasil. Feito por você. Respeitado pelo mundo”. Em todas as páginas o bordão “estamos vivendo um novo Brasil” é repetido de maneira exacerbada.

A Secretaria de Comunicação da Presidência, responsável pela publicação, diz que imprime o texto todos os anos e que, em 2010, foram produzidos 1,2 milhão de exemplares, ao custo total de 2,195 milhões de reais. A entrega do material ocorreu em 207 mil escolas municipais, estaduais e federais, universidades, federações, sindicatos, bibliotecas, governos estatuais,prefeituras, embaixadas, deputados, vereadores e ONGs.

Os corruptos bandidos quando não estão fabricando dossiês nas sombras, estão fabricando mistificações à luz do sol. Com dinheiro público. O apedeuta é assim: responde às acusações de ilegalidades com mais ilegalidades. Está convencido de que duas ou três transgressões irritam as pessoas. Centenas delas as deixam abestalhadas, e elas já não podem mais reagir. Está tudo dominado.
Molusco descobriu um caminho eficientíssimo para a impunidade: banalizar o crime.

COMENTO

"Bem meus caros amigos e leitores, como afirmo aqui todos os dias este simples e humilde escriba que vos lhes escreve: os petralhas são, assim mesmo, viciados em ilegalidade, crimes, e bandidagens de todas as formas e natureza, cabe as autoridades constituídas do nosso país dá um basta nessa máquina de corrupção e sujeira, tão poderosa que instalou no poder da República, onde seu corrupto e nocivo projeto de poder, baseado no Foro de São Paulo é, ficar pelo menos 30 anos no poder; Definhar e desmantelar o Estado de direito para depois subjugá-lo, exatamente como está no livro de Vladimir Lênin; O ESTADO E A REVOLUÇÃO. Tenho exaustivamente dito aqui que: somente com medidas mais ortodoxas e radicais, vamos acabar com essa facção exacerbadamente criminosa e essa hidra de corrupção, que se encontra no poder da República, locupletando-se e usurpando o erário público".