quarta-feira, 18 de agosto de 2010

MOLUSCO NÃO VAI NEM PARA SORBONNE E NEM PARA HARVARD






















Não! Lula não vai nem para a Sorbonne nem para Harvard! Continuará na Pasárgada da burguesia do capital alheio

Leiam o que vai na Folha.
Por Simone Iglesias e Fábio Guibu:

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu ontem pela primeira vez que vai ter um papel ativo em um eventual governo da sua candidata à sucessão, Dilma Rousseff (PT), chamada por ele de “minha presidenta”.

Ao fazer uma provocação ao antecessor Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em entrevista a rádios do Nordeste, Lula disse que ao deixar o cargo percorrerá o país e dará palpites em caso de “alguma coisa errada”.

Até ontem, Lula adotava o discurso de que jamais se envolveria no próximo governo porque, dizia, a melhor contribuição que um ex-presidente pode dar ao país é não incomodar ou dar palpites no governo do sucessor.

A Folha apurou que a mudança de tom tem objetivo de funcionar como uma garantia dada por Lula aos eleitores de que a escolha de Dilma não oferece riscos. Trata-se de uma contraposição ao discurso da oposição de que a ex-ministra é inexperiente.

“Quem pensa que vou deixar a Presidência e vou para Paris [FHC viajou após deixar o cargo], para Harvard, vou não sei para onde… Não, eu vou vir para o sertão brasileiro, vou viajar este país inteiro para ver o que eu fiz e o que eu não fiz”, disse Lula em Petrolina (PE), onde visitou a Universidade Federal do Vale do São Francisco.

Lula complementou: “Se tiver alguma coisa errada vou pegar o telefone e ligar para minha presidenta e dizer: “Olha, tem uma coisa aqui errada. Pode fazer, minha filha, que eu não consegui fazer”. Essa é a contribuição que um político tem que dar para o Brasil”.

Em fevereiro, declarou: “Minha tese é a seguinte: rei morto, rei posto. A Dilma tem de criar o estilo dela, a cara dela e fazer as coisas dela”.

COMENTO

Bem meus caros amigos, como se pode vê bem claro, o corrupto e sujo molusco evidencia o caráter de mero fantoche da guerrilheira e nociva candidata. Se eleita, é evidente que as coisas NÃO se darão como ele diz. Nem sempre Dilma terá tempo de consultá-lo… Só uma coisa é dada como certa. As bandidagens, os crimes e a corrupção vão continuar. No país dos PETRALHAS.

Quanto ao mais, o que fica muito claro é o seguinte: nunca antes na história deste país, houve um presidente tão fanfarão, querem que eu diga o que? O que Lula faria, afinal de contas, na Sorbonne ou em Harvard? Varrer à universidade? Melhor é Continuar na Pasárgada da burguesia do capital alheio, locupletando-se e cometendo mais crimes, ou quem sabe, até ministro do PRÉ-SAL. Não é mesmo?

Por Reinaldo Azevedo

“Lula é Minha Anta”, de Diogo, na estante de Dilma. Discriminação! E “O País dos Petralhas”???
Como grunhiriam os petralhas, “rá, rá, rá”, “huhuhu”, “quá, quá, quá”. O cenário em que Dilma Rousseff fala ao povo, que Lula quer lhe dar de presente, tem livros na estante, simulando a sua intimidade com eles. Pois bem… Denise Madueño, do Estadão, pescou uma coisa deliciosa: “Lula é Minha Anta”, de Diogo Mainardi, está lá. Eu sabia: cedo ou tarde, bateria a saudade no coração dessa mulher sensível. Veio cedo! Pô, Santana, fiquei com inveja do Diogo. E “O País dos Petralhas”?

Lula é minha Anta, o livro do crítico mais mordaz e ácido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e considerado inimigo número um dos petistas na imprensa, jornalista Diogo Mainardi, tem espaço garantido no cenário do programa de TV da candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT). Entre Mutações, o livro autobiográfico da atriz norueguesa Liv Ullmann, a preferida do diretor Ingmar Bergman, e um exemplar da Constituição brasileira, o livro de Mainardi está exposto em um dos móveis que compõem a sala de uma casa montada no estúdio de gravação do programa eleitoral da candidata petista.

O leitor que escolher o livro de Mainardi na “biblioteca” da sala de Dilma encontrará trechos críticos a Lula e ao governo que a petista pretende herdar. “O Brasil já era ruim antes de Lula. Com ele ficou ainda pior”, diz um dos textos do livro. O cenário de gravação do programa se parece com uma casa da “nova classe média”, na definição feita pela candidata em entrevista no estúdio no fim de semana.

Os livros estão dispostos com cuidadosa displicência em meio a objetos de decoração e porta-retratos. A literatura é variada. Dos Estados Unidos, com o escritor ganhador do Prêmio Nobel William Faulkner e do livro Armas, Germes e Aço, do vencedor do prêmio Pulitzer Jared Diamond, à Inglaterra de Shakespeare. A historiadora Juliet Barker está presente com o livro Agincourt, sobre a guerra travada entre dois exércitos desiguais em 1415, com vitória da Inglaterra.

Os temas vão de moda à economia, passando por livros didáticos de geografia, matemática, química, biologia e enciclopédias. Nas estantes da sala, há muitos livros sobre arte, um guia da Espanha, uma coleção de seis livros com contos de Machado de Assis, uma edição especial da obra infantil completa de Monteiro Lobato, poemas de Manuel Bandeira, o best seller O Símbolo Perdido, de Dan Brown, em meio a livro de informática para concurso público.

COMENTO

Os bandidos petralhas, como são totalmente viciados em corrupção e trazem em si o DNA do crime, do banditismo institucionalizado e da corrupção edêmica, vão continuar cometendo todo tipo de atrocidades possíveis.

No foro de São Paulo ficou determinado que esta facção criminosa, ficaria vinte anos no poder da República. Acho que isso vai se consolidar. O principal projeto e objetivo dessa super quadrilha é: aniquilar o estado de direito, definhar e subjulgar as FFAA e a nação, conforme pregava Lênin no livro, A Revolução e o Stalinismo. Os fatos são claros, certo? Só não ver, quem não quer.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

SUPERIOR TRIBUNAL MILITAR ESCONDE PROCESSO CONTRA DILMA






















Por Lucas Ferraz, na Folha:

Está trancado desde março, num cofre da presidência do Superior Tribunal Militar, todo o processo que levou a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, à prisão durante a ditadura (1964-85). A papelada, retirada dos arquivos por ordem do próprio presidente do tribunal para prevenir um eventual uso político do material, revela em fichas, fotos, depoimentos e relatórios de inteligência a militância de Dilma à época.

Até março, quando foram “escondidos”, os documentos poderiam ser consultados pelo público, como advogados, jornalistas, pesquisadores e pelas partes do processo. A liberação, quase sempre, é feita pelo ministro-presidente do tribunal, Carlos Alberto Marques Soares.

Em entrevista à Folha, ele admitiu que o processo foi parar no cofre por causa das eleições. “Não quero uso político [do STM]“, afirmou ele. “Não vou correr risco no período eleitoral.” Estão nos arquivos do STM mais de 116 mil processos. Além do material sobre a ditadura, há documentos da Intentona Comunista, de 1935, e da chegada de Getúlio Vargas ao poder, em 1930.

Só o processo referente a Dilma e “mais uns outros 50″, segundo Carlos Alberto Marques, estão no cofre. Mas o passado de Dilma em organizações da esquerda armada não é o único argumento para a retirada do material do arquivo. “Também vamos começar a restauração e a digitalização dos processos”, disse.

A digitalização, por enquanto, só existe no discurso. Uma licitação para contratar um responsável para restaurar os arquivos ainda nem saiu do papel, como reconhece o ministro. Apenas depois de restaurados, os papéis serão digitalizados. E o processo só será disponibilizado ao público após a digitalização.

A assessoria da candidata do PT diz que ela “desconhece” a guarda dos documentos em um cofre. “A mim ninguém pediu nada”, afirmou Carlos Alberto ao ser questionado se recebeu alguma solicitação para levar o material aos cofres.

O processo não traz informações somente do passado de Dilma. À época, em 1970, outras 67 pessoas tornaram-se rés no mesmo caso. Quase todos eram integrantes da VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária - Palmares), organização que Dilma integrava.

ABOMINÁVEL E CORRUPTO MOLUSCO VOLTA ÀS FÁBRICAS PARA COMÍCIOS

Por Malu Delgado, no Estadão:

Luiz Inácio Lula da Silva revestirá o figurino de sindicalista, mas, desta vez, voltará às portas de fábricas do ABC paulista para pedir votos para a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff.

A direção do PT e a coordenação política da campanha da ex-ministra Dilma Rousseff vão investir em uma série de agendas com o presidente neste mês e em setembro no Estado. Os eventos vão incluir visitas de madrugada a portas de fábricas, como a que Lula fará na próxima segunda-feira, e os tradicionais comícios no ABC paulista e na Grande São Paulo.

Nesta sexta-feira Lula fará um comício em Osasco e, no sábado, o PT estuda uma agenda em algum município do ABC paulista. O presidente estará sempre acompanhado de Dilma e do candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante.

“Vamos começar uma disputa para valer em São Paulo, com a presença de Lula e Dilma”, afirmou Mercadante, que aposta todas as fichas na campanha no horário eleitoral gratuito, que começa hoje, para viabilizar um segundo turno no Estado. Geraldo Alckmin (PSDB) é líder isolado nas pesquisas de intenção de votos e hoje venceria a disputa no primeiro turno.

A estratégia petista de tornar Lula o protagonista da campanha no Estado casa com os dados das pesquisas, que mostram o avanço da petista em São Paulo e na região Sudeste, onde o candidato do PSDB, estava na dianteira até o final de junho.

Para os corruptos dirigentes desta facção criminosa dos petistas, a aparição do presidente molusco nas fábricas, lembrando a atuação sua como sindicalista nas famosas greves da década de 70, terá uma simbologia forte que poderá conquistar ainda mais eleitores paulistas, sobretudo os que ainda permanecem indecisos.

A corrupta e super Guerrilheira Candidata do PT vai à TV de “mãe” dos pobres

Por Vera Rosa e João Domingos, no Estadão:

Dilma Rousseff vai estrear hoje no horário eleitoral gratuito dizendo que representa o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além de exibir Dilma como a única candidata capaz de dar continuidade aos programas de sua gestão, o próprio Lula vai mostrar a ex-chefe da Casa Civil como seu braço direito, uma “mãe” que cuida dos pobres.

A estratégia de investir no público feminino é considerada importante pelo marqueteiro João Santana, que não quer uma campanha “ideologizada” entre esquerda e direita. A equipe do PT tem receio de que o candidato do PSDB, José Serra, explore “de forma enviesada” o passado de Dilma como guerrilheira e líder de grupos que pregavam a luta armada na ditadura.

Com forte tom emocional, o horário gratuito de Dilma na TV será mesclado por reportagens sobre a melhoria de vida das pessoas nos últimos oito anos. Para atrair o público feminino, a propaganda também lembrará tudo o que a candidata propõe para a família e para os jovens. O programa de combate ao crack está nessa lista. A campanha petista destacará, ainda, que Dilma está prestes a ser avó.

A terceira colocada nas pesquisas, Marina Silva (PV), deve entrar em campo tratando do tema que lhe é mais caro: a bandeira da preservação ambiental. Ela falará sobre os riscos do crescimento desordenado.

COMENTO

"Bem, não resta a menor dúvida, que essa facção exacerbadamente criminosa e danosa, que se encontra no poder da República é muito organizada. Haja visto a grande quantidade de crimes e bandidagens que eles cometem e não são pegos.

Só que não existe crime perfeito; Um dia essa mega HIDRA, essa SUPER QUADRILHA de corruptos, bandidos e palhaços do planalto, vão cair do cavalo. Vamos aguardar, ninguém pode cometer tantos crimes, por tanto tempo e não ser preso. UM DIA A CASA VAI CAIR".

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

CORRUPÇÃO E BANDIDAGEM NO GOVERNO LULA


















No governo Lula, cresceu 40,63% o número de servidores contratados sem CONCURSO PÚBLICO

Por Cristiane Jungblut, no Globo:

Em meio ao bate-boca na campanha eleitoral sobre o aparelhamento da máquina pública, os dados mostram que o próximo presidente herdará uma estrutura inchada e com cerca de 21 mil cargos de confiança, os chamados DAS (cargos de Direção e Assessoramento Superior), preenchidos. Este cargo é ocupado por indicação política. Segundo o Ministério do Planejamento, o governo Lula tem 21.358 DAS. Em 2002, último ano da gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso, eram 18.374 - uma diferença de quase 3 mil vagas. Dos atuais cargos de confiança, 5,8 mil, ou 27,6% do total, são ocupados por pessoas que não prestaram concurso público. Os dados estão no último Boletim Estatístico de Pessoal, divulgado pelo Planejamento, com dados atualizados até março. O número de servidores contratados sem concurso teve um crescimento de 40,63%, de dezembro de 2002 até novembro.

No primeiro ano de gestão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reduziu o número de DAS: em 2003, eles caíram para 17.559. No entanto, a partir de 2004, voltou a aumentar a quantidade de postos de confiança. A contabilidade dos cargos DAS na atual estrutura começou a ser feita pelo Ministério do Planejamento em 1997, quando havia 17.607 deles. No ano seguinte, eles chegaram a 17.183. Em 1999, eram 16.306; em 2000, 17.389; em 2001, ficaram em 17.995; e, em 2002, chegaram a 18.374.

Decreto de 2005 limitou indicações
Em sua defesa, o governo Lula argumenta que, atualmente, mais de 70% dos DAS são ocupados por servidores públicos de carreira, mostrando que as nomeações puramente políticas são minoria. Em 2005, para rebater as acusações de aparelhamento da máquina, o governo implantou uma regra: apenas os DAS de nível 5 e 6, os mais altos, têm livre provimento, ou seja, podem ser preenchidos por pessoas de fora do serviço público. Os DAS de nível 1, 2, 3 e 4 precisam ter um percentual de servidores de carreira. Segundo o decreto, devem ser servidores de carreira 75% dos DAS 1, 2 e 3 e 50% dos DAS 4, deixando os DAS 5 e 6 para livre provimento.

COMENTO

"Bem, ninguém tem mais dúvida, que estamos diante da maior facção criminosa do planeta terra, os fatos são claros e não deixam dúvidas. SÓ NÃO VER, QUEM NÃO QUER".

Nunca antes na história deste país, houve uma facção tão exacerbadamente monstruosa e corrupta quanto esta que se encontra no poder da República, com o firme propósito de cometer mais crimes e locupletar-se do erário público. MALDITO E AMALDIÇOADO FHC, quando inventou o "BOLSA ESMOLA", OS PETRALHAS APERFEIÇOARAM ESSA BANDIDAGEM E AGORA VÃO SE PERPETUAR NO PODER. O feitiço virou contra o feiticeiro. Não é mesmo?

Somente as Forças Armadas, poderão tirar nosso país das mãos dessa super quadrilha, de super ladrões e mega gatunos que se encontra no poder.

Se não houver medidas mais ortodoxa e radicais essa HIDRA DE COORRUPÇÃO que se encontra no poder da República,(OS PALHAÇOS DO PLANALTO) vão se perpetuar no corrupto poder e vão transformar o Brasil numa (CLEPTOCRACIA). FFAA e oficiais generais, vamos pensar nisto. somente com a mobilização de todos à pátria poderá ser salva.

domingo, 15 de agosto de 2010

OS PORÕES SUJOS DO PT- SINDICALISTA CONTA TUDO:

Mais um sindicalista decidiu revelar os porões sujos do PT. A VEJA desta semana traz uma reportagem de Policarpo Junior e Otávio Cabral sobre a atuação de um grupo de sindicalistas que produzia dossiês para a campanha do PT em 2002. Um de seus expoentes era Wagner Cinchetto, que concedeu uma entrevista estarrecedora à revista. O mais espantoso é que Cinchetto não se diz santo, não. Ele confessa, por exemplo: “Eu e o Medeiros (Luiz Antônio de Medeiros, ex-dirigente da Força Sindical) trabalhávamos para o Collor e participamos da produção daquele depoimento fajuto da ex-namorada do Lula.” Isso foi em 1989.

Em 2002, ele já estava trabalhando para o PT. O mais surpreendente de sua confissão: o objetivo era atingir todos os inimigos de Lula naquela ano e jogar a culpa nas costas do tucano José Serra. E assim se fez. E assim noticiou a imprensa! A ação mais vistosa, revela o sindicalista, foi o caso Lunus, a operação da Polícia Federal que recolheu na sede da empresa do marido de Roseana Sarney a bolada de R$ 1,34 milhão em dinheiro vivo. José Sarney sempre acusou Serra de estar metido na operação, e isso foi determinante na sua aliança com… Lula — que era, na prática, o chefão dogrupo que havia destruído a chance de a filha se candidatar à Presidência. Outro alvo dos petistas foi Ciro Gomes — na verdade, seu então candidato a vice, Paulo Pereira da Silva, que também tinha a certeza de que estava sendo alvo de… Serra!

Segundo Cinchetto, Lula sempre soube de tudo. No comando da operação, ele informa, estavam Ricardo Berzoini e Luiz Marinho, hoje presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo. Leiam a entrevista:

Qual era o objetivo do grupo?
A idéia era atacar primeiro. Eu lembro do momento em que o Ciro Gomes começou a avançar nas pesquisas. Despontava como um dos favoritos. Decidimos, então, fazer um trabalho em cima dele, centrado em seu ponto mais fraco, que era o candidato a vice da sua chapa, o Paulinho da Força. Eu trabalhava para a CUT e já tinha feito um imenso dossiê sobre o deputado. Já tinha levantado documentos que mostravam desvios de dinheiro público, convênios ilegais assinados entre a Força Sindical e o governo e indícios de que ele tinha um patrimônio incompatível com sua renda. O dossiê era trabalho de profissional.

Os dossiês que vocês produziam serviam para quê?
Fotografamos até uma fazenda que o Paulinho comprou no interior de São Paulo, os documentos de cartório, a história verdadeira da transação. Foi preparada uma armadilha para “vender” o dossiê ao Paulinho e registrar o momento da compra, mas ele não caiu. Simultaneamente, ligávamos para o Ciro para ameaçá-lo, tentar desestabilizá-lo emocionalmente. O pessoal dizia que ele perderia o controle. Por fim, fizemos as denúncias chegarem à imprensa. A candidatura Ciro foi sendo minada aos poucos. O mais curioso é que ele achava que isso era coisa dos tucanos, do pessoal do Serra.

Isso também fazia parte do plano?
Como os documentos que a gente tinha vinham de processos internos do governo, a relação era mais ou menos óbvia. Também se dizia que o Ciro tirava votos do Serra. Portanto, a conclusão era lógica: o material vinha do governo, os tucanos seriam os mais interessados em detonar o Ciro, logo… No caso da invasão da Lunus, que fulminou a candidatura da Roseana, aconteceu a mesma coisa.

Vocês se envolveram no caso Lunus?
A Roseana saiu do páreo depois de urna operação sobre a qual até hoje existe muito mistério. Mas de uma coisa eu posso te dar certeza: o nosso grupo sabia da operação, sabia dos prováveis resultados, torcia por eles e interveio diretamente para que aparecessem no caso apenas as impressões digitais dos tucanos. Havia alguém do nosso grupo dentro da operação. Não sei quem era a pessoa, mas posso assegurar: soubemos que a candidatura da Roseana seria destruída com uns três dias de antecedência. Houve muita festa quando isso aconteceu.

Nunca se falou antes da participação do PT nesse caso…
O grupo sabia que o golpe final iria acontecer, e houve uma grande comemoração quando aconteceu. Aquela situação da Roseana caiu como uma luva. Ao mesmo tempo em que o PT se livrava de uma adversária de peso, agia para rachar a base aliada dos adversários… Até hoje todo mundo acha que os tucanos planejaram tudo. Mas o PT estava nessa.

Quem traçava essas estratégias?
O grupo era formado por pessoas que têm uma longa militância política. Todas com experiência nesse submundo sindical, principalmente dos bancários e metalúrgicos. Não havia um chefe propriamente dito. Quem dava a palavra final às vezes eram o Berzoini e o Luiz Marinho (atual prefeito de São Bernardo do Campo). Basicamente, nos reuníamos e discutíamos estratégias com a premissa de que era preciso sempre atacar antes.

O então candidato Lula sabia alguma coisa sobre a atividade de vocês?
Lula sabia de tudo e deu autorização para o trabalho. Talvez desconhecesse os detalhes, mas sabia do funcionamento do grupo. O Bargas funcionava como elo entre nós e o candidato. Eu ajudei a minar a campanha do Lula em 1989, com aquela história da Lurian. Eu e o Medeiros (Luiz Antônio de Medeiros, ex-dirigente da Força Sindical) trabalhávamos para o Collor e participamos da produção daquele depoimento fajuto da ex-namorada do Lula. O grupo se preparou para evitar que ações como aquelas pudessem se repetir - e fomos bem-sucedidos.

De onde vinham os recursos para financiar os dossiês?
Posso te responder, sem sombra de dúvida, que vinham do movimento sindical, principalmente da CUT. Se precisava de carro, tinha carro. Se precisava de viagem, tinha viagem. Se precisava deslocar… Não faltavam recursos para as operações. Quando eu precisava de dinheiro, entrava em contato com o Carlos Alberto Grana (ex-tesoureiro da CUT), o Bargas ou o Marinho.

Quem mais foi alvo do seu grupo?
O plano era gerar uma polarização entre o Serra e o Lula. Por isso se trabalhou intensamente para inviabilizar a candidatura do Garotinho, que também podia atrapalhar. Não sei se o documento do SNI que ligava o vice de Garotinho à ditadura saiu do nosso grupo, mas posso afirmar que a estratégia de potencializar a notícia foi executada. O Garotinho deixou de ser um estorvo. E teve o dossiê contra o próprio Serra. Um funcionário do Banco do Brasil nos entregou documentos de um empréstimo supostamente irregular que beneficiaria uma pessoa ligada ao tucano. Tudo isso foi divulgado com muito estardalhaço, sem que ninguém desconfiasse que o PT estava por trás.

MAIS BANDIDAGEM

Roseana simulou empréstimo para repatriar US$ 1,5 milhão, indica relatório

Por Leandro Colon, no Estadão:

Documentos que estão nos arquivos do Banco Santos indicam que a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), e seu marido, Jorge Murad, simularam um empréstimo de R$ 4,5 milhões para resgatar US$ 1,5 milhão que possuíam no exterior.

Os papéis obtidos pelo Estado - incluindo um relatório confidencial do banco - dão detalhes da operação, montada legalmente no Brasil, com um prazo de seis anos. Os relatórios mostram, no entanto, que o empréstimo foi pago por meio de um banco suíço cinco dias depois da liberação dos recursos no Brasil.

O dinheiro foi, segundo os documentos, investido na compra de participações acionárias em dois shoppings, um em São Luís e outro no Rio de Janeiro. O Banco Santos teria servido apenas como ponte para Roseana e Murad usarem os dólares depositados lá fora. É o que o mercado financeiro batiza de operação “back to back”.

O acordo ocorreu em julho de 2004 entre a governadora, seu marido e Edemar Cid Ferreira, até então dono do Banco Santos, que quebrou quatro meses depois e passa por intervenção judicial até hoje. Afastado do banco, Edemar é íntimo da família Sarney. Foi padrinho de casamento de Roseana e Murad. Os documentos, obtidos pela reportagem com ex-diretores do Banco Santos, reforçam os indícios que a família Sarney sempre negou: que tem contas não declaradas no exterior.

Arquivo
De posse dos documentos, o Estado procurou em São Paulo o administrador judicial do Banco Santos, Vânio Aguiar, para se certificar de que os papéis estão nos arquivos oficiais da instituição bancária. Ele confirmou a veracidade dos documentos. “Eu não sabia da existência deles. Mandei levantar e confirmo a existência desses documentos que você me mostrou nos arquivos do banco”, disse Aguiar ao Estado. “Foram encontrados na área de operações estruturadas.”

Os papéis mostram que coube à então secretária de Edemar, Vera Lucia Rodrigues da Silva, informar o patrão do pagamento lá no exterior. “Dr. Edemar. A Esther/UBS confirmou hoje o crédito de 1.499.975,00, aguarda instruções. Vera Lucia”, diz mensagem eletrônica enviada por ela às 11h56 do dia 3 de agosto de 2004.

A secretária Vera Lúcia refere-se a Esther Kanzig, diretora do banco suíço UBS em Zurique que, segundo ex-diretores do Banco Santos ouvidos pelo Estado, representava os suíços nas relações com Edemar Cid Ferreira. Edemar responde à secretária às 12h47 e mostra que essa era uma prática rotineira do banco: “Vera, proceder da mesma maneira que da vez anterior com a distribuição entre administradores qualificados. Grato, ECF.” O Banco Santos não tinha autorização para atuar no exterior e, segundo as investigações sobre sua falência, Edemar usava offshores laranjas para receber recursos fora do Brasil.

A operação com a família Sarney começou no dia 29 de julho de 2004, quando Roseana e Murad assinaram o contrato de empréstimo de número 14.375-3, no valor de R$ 4,5 milhões, em nome da Bel-Sul Administração e Participações Ltda. Na época, a governadora detinha 77,9% da Bel-Sul e seu marido, 22,1%. O dinheiro foi liberado naquele mesmo dia e investido nos dois shoppings, no Rio e em São Luís.

De acordo com o contrato, a empresa deveria pagar ao Banco Santos em cinco parcelas até 27 de dezembro de 2010. Cinco dias depois da concessão do empréstimo, em 3 de agosto de 2004, a Bel-Sul, mostram os documentos, liberou US$ 1,5 milhão para Edemar Cid Ferreira por meio de uma conta no UBS.

O Estado teve acesso a um memorando interno, sob o timbre de “confidencial”, elaborado um dia depois pelo departamento jurídico, que, conforme confirmou o administrador judicial, está nos arquivos do Banco Santos. O documento, apenas para consumo interno, foi endereçado a Edemar, Rodrigo Cid (filho) e Ricardo Ferreira (sobrinho).

COMENTO

"Bem, realmente chegamos no fundo do poço, jamais voltaremos à superficie, agora já não tem mais volta, 'o projeto de banditismo institucionalizado e corrupção edêmica' desta facção criminosa, de passar vinte anos no poder, vai se concretizar.

Com o voto da população menos favorecida e com o bolsa esmola, esta facção exacerbadamente criminosa e danosa, vai se perpetuar no poder da República, isto já é dado como certo. A menos que: as FFAA resolvam sair da longa e estúpida inércia em que se encontram".

sábado, 14 de agosto de 2010

O CORRUPTO ESTADO BRASILEIRO A SERVIÇO DA CORRUPTA CRIATURA ELEITORAL




















Leiam editorial de hoje do Estadão:

O País seria outro em muitos aspectos se o presidente Lula tivesse convocado a administração federal a fazer o que dela a sociedade cobra com a mesma determinação empregada para fazê-la trabalhar cada vez mais pela candidatura Dilma Rousseff. E a máquina pública faria jus aos volumosos impostos recolhidos da população se os devolvesse sob a forma de serviços de boa qualidade no ritmo requerido, com o mesmo empenho e assiduidade com que se engajou na campanha sucessória, a fim de suprir as notórias deficiências da ex-ministra no embate eleitoral.

Fiel à sua proclamada prioridade “como presidente” este ano, não bastou a Lula carregar a sua afilhada pelo Brasil afora em eventos ditos administrativos, pelo que já recebeu uma penca de multas aplicadas pela Justiça Eleitoral. Tampouco deve ter considerado suficiente sincronizar o anúncio de medidas na área de políticas públicas com as promessas da candidata na montagem de uma assim chamada “agenda positiva”. Foi só ela defender a intensificação do combate ao crack, por exemplo, e eis que, num primário jogo de cartas marcadas, o Planalto apresentou o que seria um programa nacional nesse sentido.

Com igual despudor, apostando na falta de informação e senso crítico da parcela do eleitorado com que conta para eleger a ex-ministra, Lula resolveu colocar o Ministério em regime de prontidão para fazer por Dilma o que ela não conseguiria por conta própria. Na terça-feira, ele reuniu o Gabinete para exigir de seus integrantes dedicação plena à campanha eleitoral. “O povo brasileiro”, avisou na véspera, “merece que nós possamos concluir o trabalho que começamos.” Naturalmente, nenhum dos mobilizados há de ter tido dúvidas sobre a natureza desse trabalho.

Coincidência ou não, no mesmo dia do comando de ordem unida dado por Lula, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, divulgou pessoalmente um boletim estatístico eivado de falsidades. A julgar pelos números manipulados, o governo Lula é ainda melhor do que o seu titular diz ser e o governo Fernando Henrique ainda pior do que o lulismo apregoa. Dados referentes ao primeiro ano da gestão FHC, por exemplo, foram omitidos para aumentar a diferença da variação da renda nacional per capita nos dois governos.

As verdades distorcidas foram parar sem demora no site da candidatura Dilma e ela mesma se valeu de uma delas (sobre a evolução do salário mínimo) na sua vez de ser sabatinada pelo Jornal Nacional. A operação casada prosseguiu nos dias seguintes, quando os Ministérios da Saúde e dos Transportes contestaram fatos e números apresentados pelo candidato oposicionista José Serra no mesmo programa. Menos de 2 horas depois, com incomum agilidade, a Saúde divulgou nota oficial respondendo à crítica do tucano à extinção dos mutirões criados quando chefiou a Pasta. “Os mutirões foram incluídos na Política Nacional de Cirurgias Eletivas, criada em 2004″, diz a nota.

Com isso, segundo o governo, o número desses procedimentos programados subiu de 1,5 milhão para 2 milhões. O texto parece ignorar relatório oficial de março passado atestando o contrário. Em 2002, último ano da gestão Serra, foram 484 mil cirurgias de 17 modalidades. Em 2009, esse total caiu para 457 mil. O governo se vangloria das 319 mil operações de catarata no ano passado, ante 309 mil há 8 anos. Mas finge desconhecer a fila de mais de 170 mil candidatos a cirurgias nas 7 maiores cidades do País, conforme revelou O Globo. Nada disso, evidentemente, impediu o PT de anunciar no seu site que a Saúde rebatera as “mentiras de Serra”.

Já o Ministério dos Transportes negou a informação do candidato de que, a contar de 2003, foram aplicados em estradas apenas R$ 25 bilhões dos R$ 65 bilhões arrecadados com o imposto para obras de infraestrutura (Cide), entre outras. A Pasta desmentiu também que a Rodovia Fernão Dias, que liga São Paulo a Belo Horizonte, estivesse “fechada”, como afirmou Serra. O ponto não é o direito (ou o dever) dos governos de contestar com fatos objetivos as acusações que lhe são dirigidas. Mas o governo Lula, a pretexto de se defender, se mobiliza para fazer propaganda enganosa com fins eleitorais.

COMENTO
Bem meus amigos, nunca antes na história deste país, houve tanta corrupção e bandidagem, chegamos realmente no fundo do poço, o país está totalmente à deriva, nas mãos de facção exacerbadamente criminosa e danosa, que se encontra no poder da República, com o propósito de locupletar-se do erário público, cometer ainda mais crimes e bandidagens.

É provável que sejamos governados por uma super guerrilheira, que participou ativamente da luta armada e que carrega um legado, de assaltos, sequestros, roubos a bancos e milhares de assassinatos, inclusive com requintes de crueldade, as fotos e os fatos estão na internet é só procurar para ver, até que ponto algumas pessoas, são capazes de chegar para usufluir do poder criminoso e bandido. Os fatos são claros, só não ver quem não quer. Até quando as FFAA, vão continuar na inercia?

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

"O CORAÇÃO DO SINDICALISMO CORRUPTO E O PODER BANDIDO DOS PETRALHAS"

Por Reinaldo Azevedo

Desta vez, o bicho pegou! Ou: O coração do sistema
Vocês notaram o silêncio sepulcral — acompanhado, no máximo, de alguns borborigmos que se ouvem como a justificativa possível — dos petistas e no geral, e dos acusados no particular, em relação a este caso do bunker montado na PREVI? Um grupo é acusado por um ex-membro da equipe de comandar uma espécie de política secreta lotada num fundo de pensão e tem uma reação verdadeiramente indignada: prefere não comentar…

A própria rede petralha ficou em silêncio. Até aqueles que recebem dinheiro público para fingir que fazem jornalismo são modestos no seu trabalho a soldo. Por que isso?

Por que os fundos de pensão são o coração do sistema? Terei de recorrer a um texto publicado no dia 3 de fevereiro do ano passado. Vocês vão ver como, modestamente, costumamos chamar as coisas pelo nome que elas têm neste blog. Havia então uma disputa entre o PT e o PMDB pelo controle do Real Grandeza, o fundo de pensão de Furnas. Tio Rei escreveu, então, o que segue em azul:

O PT TEM DOIS PODERES: O TEMPORÁRIO E O PERMANENTE. O PRIMEIRO DEPENDE DAS URNAS; O SEGUNDO É GARANTIDO PELO CIPOAL LEGAL QUE REGULA OS FUNDOS DE PENSÃO, QUE CONFERE AOS SINDICATOS O CONTROLE DE UM PATRIMÔNIO DE QUASE R$ 300 BILHÕES. E O PT COMANDA BOA PARTE DOS SINDICATOS, ESPECIALMENTE OS DE EMPRESAS ESTATAIS, O QUE LHE FACULTA O COMANDO DOS FUNDOS DE PENSÃO INDEPENDENTEMENTE DO QUE DIGAM AS URNAS.

POUCO IMPORTA QUEM SEJA O PRÓXIMO PRESIDENTE, SEM TROCADILHO, REAL GRANDEZA DO PT SE MANTÉM PRATICAMENTE INALTERADA.

Se vocês procurarem no arquivo do blog, encontrarão centenas de textos em que sustento que o poder real do PT não está no controle das verbas do Orçamento. Sem dúvida, ali se encontra uma fonte imensa de recursos, mas o partido é obrigado a dividi-los com parceiros de igual ou maior apetite, a começar pelo corrupto e sujo PMDB - que é o que é, ou não estaria junto com o petismo. O dinheiro do Orçamento disponível para investimento, além de mais escasso, está sujeito a controles e a uma maior vigilância da imprensa. Já os fundos… Na prática, ninguém controla. Como boa parte da sua capitalização é feita com recursos públicos, eles representam uma apropriação do dinheiro público pela máquina sindical.

A própria história da privatização, vista pelo ângulo da participação dos fundos de pensão, nos revelaria que a economia brasileira é bem menos privada do que parece. Não! Escrevo de outro modo: os grandes beneficiários da privatização foram os sindicatos das empresas estatais - e isso quer dizer Central Única dos Trabalhadores.

Uma das maiores lambanças do governo Lula - a disputa entre o banqueiro Daniel Dantas e o petismo pelo controle da Brasil Telecom, finalmente vendida à Oi ao arrepio da lei então vigente, mudada só para possibilitar o negócio - teve os fundos como protagonistas. Os petistas mandaram, e eles romperam com Dantas, aliando-se a seus adversários. Alijado do controle da BrT, o banqueiro acabou concordando com a venda, o que acabou sendo um bom negócio pra ele: rendeu-lhe a bagatela de R$ 2 bilhões…

Volto a 10 de agosto de 2010
Os fundos de pensão financiam a farra do petismo. A rigor, eles podem impor a sua vontade, hoje, a alguns potentados da economia, que apenas aparentemente estão sob controle privado. Só a Previ, este em que Gerardo Santiago diz ter sido montada o que chamo de polícia política para perseguir adversários do governo e do PT, tem um patrimônio de 140 bilhões.

Caso Dilma Rousseff perca a eleição, a máquina petista não ficará na chuva. Os “companheiros” continuarão a dar as cartas nos fundos; eles fizeram, assim, a acumulação primitiva do capital que financia o “estato-capitalismo” petista. São eles a melhor expressão da nova classe social que batizei de “burguesia do capital alheio”.

COMENTO

Bem, aqui está à confirmação do que escrevo todos os dias, neste humilde e simples blog. "NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS, HOUVE UMA FACÇÃO TÃO EXACERBADAMENTE CRIMINOSA, QUANTO OS PETRALHAS".
O texto do Tio Rei está impecável, muito elucidativo e fala por si, não precisa nem complementar nada! Os fatos estão muito claros; ESTA É A MAIOR FACÇÃO CRIMINOSA DO PLANETA TERRA. ISTO É INCONTESTÁVEL. Só não ver quem não quer, certo amigos?

terça-feira, 10 de agosto de 2010

A INCOMPETÊNCIA GERENCIAL EXPLÍCITA DO GOVERNO MOLUSCO


















Leia editorial do Estadão:

O governo Lula deixará a seu sucessor uma conta de restos a pagar no valor de R$ 90 bilhões, segundo estimativa de técnicos do governo divulgada no Estado de domingo. Essa conta tem crescido ano a ano, de acordo com a candidata petista à Presidência da República, Dilma Rousseff, porque a atual administração aumentou os investimentos públicos. Mas a explicação esconde a verdade. A transferência de pagamentos de um ano para outro tem aumentado seguidamente porque o governo federal tem sido incapaz de investir as verbas autorizadas no Orçamento-Geral da União (OGU).

Neste ano, até 5 de agosto, o governo federal desembolsou R$ 23,4 bilhões para investimentos custeados pelo Tesouro. Isso representa apenas 34,3% da verba de R$ 68,2 bilhões autorizada no orçamento, embora mais de metade do exercício já tenha transcorrido. Mas só R$ 7,5 bilhões foram pagos com recursos previstos para 2010. Os demais R$ 15,9 bilhões correspondem a restos a pagar de exercícios anteriores. Só na rubrica investimentos ainda há restos a pagar de R$ 33,7 bilhões. Para todos os tipos de despesas, a parcela relativa a restos chega a R$ 58,8 bilhões, de acordo com o último balanço divulgado pela ONG Contas Abertas, especializada no acompanhamento e na análise das finanças públicas.

De janeiro até o começo de agosto, portanto, a liquidação de restos a pagar foi pouco mais que o dobro dos pagamentos custeados com dinheiro previsto na programação de 2010.

Despesas são inscritas como restos a pagar quando são empenhadas num exercício e não liquidadas até 31 de dezembro. Alguma transferência desse tipo é normal, porque nem todos os gastos contratados num ano são pagáveis até dezembro. Mas esse tipo de operação contábil aumentou nos últimos sete anos, especialmente depois de lançado o primeiro Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Isso não torna verdadeira a explicação da ex-ministra e candidata Dilma Rousseff. As verbas inscritas no OGU para cada exercício devem corresponder - é razoável supor - ao andamento estimado das obras e compras de equipamentos. Mas a experiência tem desmentido repetidamente essa suposição.

O investimento esperado simplesmente não se realiza porque o governo está despreparado para elaborar projetos e para administrar sua execução. Muitos projetos empacam na avaliação de seus efeitos ambientais, seja por defeito de elaboração, seja porque os órgãos de licenciamento cumprem mal a sua tarefa. Alguns são brecados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), por defeitos técnicos na parte financeira ou por falhas em licitações.

Em muitos casos, tudo se passa como se os projetos fossem preparados por funcionários desinformados das normas financeiras aplicáveis à administração pública. Em vez de cobrar maior cuidado no desenho de projetos e nas licitações, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva protestou mais de uma vez contra o TCU, como se esse órgão fosse um entrave à realização dos investimentos públicos.

A incapacidade do governo para elaborar e executar projetos foi agravada pelo aparelhamento da administração federal, em todos os seus níveis. Exemplos de gestão deficiente ocorrem tanto na administração direta como na indireta.

O chamado PAC orçamentário é um fracasso bem conhecido. O PAC das estatais só avançou parcialmente - o Grupo Petrobrás tem sido responsável por cerca de 90% do valor investido. Nos demais setores os projetos foram tocados com muito menos eficiência. No conjunto só foram investidos, em três anos, 63% dos R$ 638 bilhões programados para 2008-2010.

Isso não impediu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de lançar o PAC 2, com um total previsto de R$ 1,6 trilhão de investimentos a partir de 2011. Para avançar nessa direção, o governo precisará, antes de mais nada, tirar o atraso do primeiro PAC. "O PAC de vento".

No caso da administração direta, a herança para o próximo governo é facilmente previsível: restos a pagar estimados em R$ 90 bilhões - na maior parte por causa de investimentos em atraso - e um orçamento cada vez mais inflexível e sobrecarregado de gastos de custeio. A moldura desse quadro é uma notável incapacidade gerencial.

COMENTO

Bem meus prezados amigos e leitores, deste humilde e simples blog, PAC de vento, bolsa esmolas, sanguessugas, cartões corporativos, negócios escusos, crimes, tráfico mensalões do PT, do PSDB e do DEM, prova que: se tratando de moral, os políticos brasileiros chegaram no fundo do poço.

O fato mais lastimável e caótico que temos de concreto, é que, "nunca antes, na história deste país, houve um governo tão exacerbadamente corrupto e nocivo, como o governo dos PETRALHAS". Os fatos estão aí na mídia, só não ver quem é cego, ou quem não quer ver. Ex. Os casos Lulinha, Varig e das teles, chegam até serem imorais e ridículos. Significa a perpetuação do banditismo institucionalizado, da corrupção edêmica e dos crimes com erário público.