sábado, 4 de dezembro de 2010

Opportunity, de Daniel Dantas, doou R$ 1,5 milhão ao PT












Por Fernanda Odilla e Ruvens Valente, na Folha:

Condenado em primeira instância na Justiça Federal por suposta corrupção na Operação Satiagraha, em 2008, o banqueiro Daniel Dantas doou, por meio de suas empresas, R$ 1,5 milhão para o diretório nacional do PT nas eleições. É a primeira vez desde pelo menos 2002, quando a Justiça Eleitoral passou a divulgar as doações pela internet, que o banco Opportunity aparece na lista de financiadores de campanhas do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). As doações ao PT ocorreram por meio de três fontes: o banco e suas empresas Opportunity Gestora e Opportunity Lógica, sediadas no mesmo endereço no Rio. Os repasses ocorreram no mês de setembro, antes do primeiro turno das eleições.

Como o dinheiro entrou no caixa único do partido, por “doação oculta”, não é possível saber para qual campanha ele foi direcionado. Pela lei, os partidos podem repassar os recursos para quaisquer candidatos e partidos de sua coligação. A prática, legal, se vale de uma brecha na lei que permite aos doadores não relacionarem suas contribuições aos candidatos.
(…)
Em abril de 2008, o Opportunity selou um amplo acordo com os fundos de pensão ligados às empresas estatais, seus parceiros na companhia telefônica Brasil Telecom. Pelo acordo, os dois lados abriram mão de continuar discutindo judicialmente diversos processos em andamento, como os que tratavam de supostas irregularidades praticadas pelo comando do Opportunity. O acordo antecedeu a venda da Brasil Telecom para a Oi, o que originou a chamada Supertele. O presidente Lula assinou, em novembro de 2008, um decreto que criou as condições legais para a venda da BrT. Em paralelo a isso, o BNDES injetou R$ 2,6 bilhões em empréstimos para a Oi, o que possibilitou a transação entre as teles.

COMENTO

Muito bem, Em poucos segundos, o que este humilde escriba, publicou durante muito tempo, se torna verossímel a diversificação dos crimes, da bandidagens e parcerias, de Daniel Dantas e outros bandidos com o PT. São parcerias "diabólicas e sistêmicas” destinadas a “aperfeiçoar o multilateralismo refinado do crime organizado, corrupção generalizada e formação de quadrilha". Vindo de Daniel Dantas e do PT, não vai causar espanto a ninguem, certo?

Bem, e o rei um apedeuta psicopata político, um megalomaniaco, que continurá cometendo atrocidades. Tenho dito aqui que: o rei precisa de tratamento sério, um psicanalista que, a exemplo de todos os psicanalistas, não poderá se negar a tratar deste e outros psicopatas da república. Não seria fascinante? “Fascinante talvez, certamente perigoso e, acima de tudo, inútil”. Por mais estropiada que seja a cabeça de um sujeito, que passou a vida inteira em cima de um carro de som vociferando e excitando greves de metalúrgicos no ABC paulista, ele deverá ter um certo senso de moralidade, que lhe impõe limites: e não fazer as besteira e barbárie que lhe convém.

Molusco não deve ser um psicopata clínico. Acho que não. Mas é beneficiário da psicopatia política petralha e molusquiana. E, por isso mesmo, precisa ser visto com olhos menos convencionais. Quando inventou a fantasia da “herança maldita”, estava assinando um seguro: “Se der tudo errado, culpo FHC; se der tudo certo, dirão que sou rei, Picasso, Mozart — eu mesmo direi que sou Jesus Cristo, mas não o que vai pra cruz, e sim o que vai pra farra”, tomar muita cachaça.

Hoje, o megalomaniaco estúpido voltou a afirmar que, à diferença dele, Dilma está recebendo uma herança bendita — ela própria, neófita, já se saiu com essa. Pensemos: se der tudo certo, o responsável será Molusco; se der tudo errado, a culpada será Dilma, e Dom Sebastião pode se oferecer em 2014 para arrumar as coisas dos petistas.

No fim das contas, nas formulações e tegiversações molusquianas, nem o caudilho FHC nem Dilma existem. O psicopata político engole as biografias alheias em benefício de sua lenda pessoal. É um desorientado mental.

Não tem tratamento nem cura, o molusco juntos com outros políticos vão continuar com suas iniqüidades e sapiências telúricas, comentendo ainda mais atrocidades e fazendo mais vítimas pelo país afora. Um dia FFAA, terão que sair da inércia.

A luta continua e a vida segue. E a cada dia vamos ver mais absurdos e atrocidades desses políticos pelo país afora.

Ave Cesare.... É muito comum nos dias atuais que alguns assuntos indigestos para os nossos corruptos governantes, sejam logo arquivado e substituído por boas notícias.

Espetaculares, "científicas" na maioria das vezes nem tanto, de interesse vital para agregar valores ou não, na verdade os meios de comunicação, buscam todas as atenções, da mídia e do povo brasileiro.

Verdade seja dita, a cada dia, emergem no nosso país muitos cientistas, analistas político e "formadores de opinião", ingênuos ou sacripantas, defendendo algumas mentiras ou ações pouco ortodóxa, dos governantes, seja na escala federal, estadual e municipal.

Verdadeira guerra de noticias que bombardeam nossas vidas, nossos cérebros em nosso cotidiano.

Muito bem, no episódio do complexo de favelas do Alemão, as Forças Armadas rejeitam peremptoriamente cair na cilada do governo de fazer papel de polícia nos morros do RJ.

Os militares bateram o martelo e decidiram que não pretendem cair na cilada montada pelo governo Lula-Dilma-Cabral que queria lhes delegar a ingrata missão de fazer policiamento ostensivo em ações de enxugamento de gelo contra os bandidos e narcotraficantes da Penha, na Vila Cruzeiro e no Complexo de favelas do Alemão.

A cúpula militar do Exército e da Marinha decidiu que o Comando de Operações Terrestres (Coter), dirigido pelo provável futuro Comandante do Exército, General de quatro estrelas Antônio Gabriel Esper, ficará responsável por definir a ação e a estratégia das tropas nas favelas cariocas, além da definição de quantos homens serão empregados e como vão atuar.

Vamos aguardar para ver como vai ficar esse imbróglio facinoroso "Lulo-Petralha-Molusquiano-Bolivariano".

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

EXÉRCITO TERÁ PODER DA POLÍCIA NO COMPLEXO DO ALEMÃO

















Por Rogério Pagnan, na Folha:

As favelas do Complexo do Alemão e da Vila Cruzeiro, no Rio, que até a semana passada pertenciam ao tráfico, passarão a ser patrulhadas pelo Exército nos moldes do que ocorre no Haiti. Esta será a primeira vez, após a redemocratização, que o Exército atuará nas ruas com poder de polícia. Os militares poderão revistar casas, prender pessoas e até perseguir suspeitos e atuar em possíveis confrontos. Segundo o Exército, essa força de pacificação será empregada numa segunda etapa da operação, que pode ocorrer ainda neste ano. A primeira fase da ocupação será concluída, segundo o comandante do Exército, general Enzo Peri, quando o trabalho da polícia, que ainda procura por traficantes, armas e drogas, for concluído -não há prazo previsto.

A previsão do governo do Rio é que o Exército fique por cerca de sete meses, até que sejam implantadas as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) nessas favelas. De acordo com o comando do Exército, ainda faltam algumas questões legais. Uma delas é uma diretriz sobre os moldes da ocupação a ser feita pelo Ministério da Defesa. Para o coordenador do Centro de Estudos de Direito Militar, João Rodrigues Arruda, o uso do Exército, por meio de diretriz ministerial, é inconstitucional. “Tinham que decretar intervenção, mas fizeram uma diretriz ministerial. Isso não existe.” Relatório do Centro de Estudos Estratégicos do Exército, de 2007, sugere que haja emprego das tropas para a preservação da ordem pública só quando houver decretação de intervenção federal, estado de sítio ou estado de defesa. Nos demais casos, é indicado o apoio logístico.

ATUAÇÃO
Hoje, cerca de 800 militares fazem o cerco no Alemão e na Vila Cruzeiro. Os soldados não entram nas favelas, mas revistam suspeitos. Não há definição de como ficará o papel das outras polícias, mas não há dúvidas de quem vai mandar. “O comando é militar”, disse Peri.

COMENTO

Muito bem, Coincidência ou não, mas desde o seu descobrimento, o Brasil é um país ligado a PC :
01.. Foi descoberto por um PC (Pedro Cabral) ;
02. A primeira carta foi escrita por um PC (Pero Caminha) ;
03. É conhecido como PC (País do Carnaval) ;
04. No Rio, a sede do governo era no PC (Palácio do Catete) ;
05. Atualmente, a sede do governo é no PC (Planalto Central) ;
06. Recentemente foi governado por um PC (Presidente Collor) ;
07. Que se apaixonou por um belo par de PC (Pernas da Cunhada) ;
08. E que estava envolvido com um outro PC (PC Farias) ;
09. Que foi denunciado por um outro PC (Pedro Collor) ;
10. E nós, PC (Pobres Coitados), continuamos levando ,enquanto outros PC (Políticos Corruptos) acham que aqui é um PC-2 (País do Caixa-dois)!!!
11. Pra completar, hoje o Brasil é governado por um outro PC (Pé de Cana)...

Os fatos estão aí e não deixam dúvidas, enquanto isso os "PCs" e outros políticos, continuarão a fazer mais vítimas, pelo país a fora.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

TRÁFICO AMEAÇA MILITARES

Por Rogério Pagnan e Joel Silva, na Folha:

Em represália à ação no Complexo do Alemão, soldados do Exército que participam da ocupação dizem que estão sendo expulsos das favelas onde moram por traficantes ligados à facção criminosa Comando Vermelho. De acordo com soldados ouvidos pela Folha, pelo menos cinco deles receberam ordem de criminosos para não voltar para casa e desde sexta estão acampados no quartel improvisado próximo ao Complexo do Alemão. O Exército participa da ocupação do Alemão desde a semana passada com cerca de 800 homens -todos são lotados no Rio.

Na lista estão militares que moram em favelas como Caxias, favela da Galinha e Anchieta. Outros soldados não quiseram dizer à Folha onde moram com suas famílias. Ainda de acordo com relatos dos militares, os traficantes -todos armados- estão indo de moto e deixando a ordem para que os soldados “não voltem mais para casa”. Um soldado que mora em Caxias abandonou a casa com móveis recém-comprados, segundo os colegas. Outro militar disse que a mulher abandonou a casa onde moram após ser abordada por traficantes.O tenente-coronel Cláudio Tavares Casali, um dos comandantes da operação no Alemão, confirma que cerca de dez soldados que participam da operação foram “pressionados” por traficantes supostamente ligados aos criminosos do CV.

Ele disse saber apenas de um militar que afirmou que vai mudar de endereço após essa “pressão”. Casali disse que a Secretaria de Segurança foi informada e, agora, a polícia deve iniciar a investigação. Os militares que se sentirem ameaçados, segundo ele, estão sendo retirados da linha de frente e utilizados em outros serviços. Segundo os militares, as ameaças tiveram início na última sexta-feira quando o Exército cercou o Alemão. “Até então, ninguém mexia com ninguém. Agora, viram que estamos nas ruas e passaram a nos perseguir como se fôssemos policiais”, disse um soldado.

Não haverá mudança no Rio com corrupção policial

Por Luiz Fernando Vianna, na Folha:
Como coordenador de Segurança, Justiça e Cidadania do Estado do Rio (1999/2000) e secretário nacional de Segurança Pública (2003), o antropólogo Luiz Eduardo Soares não conseguiu implantar a maior parte de suas ideias, mas nunca deixou de expressá-las, contrariando os coros de unanimidade.


Ele, por exemplo, enxerga “uma enorme ilusão” na oposição entre bem (polícias) e mal (tráfico) pregada pelo poder público e difundida pela mídia. Soares apoia operações de repressão ao tráfico de drogas, mas acredita que, se a corrupção policial -que tem nas milícias sua forma mais organizada- não for enfrentada, as conquistas do complexo do Alemão agora celebradas se tornarão frustrações mais adiante.

Folha - Quando lançou o livro “Elite da Tropa 2″, o sr. deu declarações apontando que “o tráfico já era”. Agora, com a operação no Complexo do Alemão, chegou a ser ridicularizado, como se os fatos provassem que estava errado. O tráfico já era mesmo?
Luiz Eduardo Soares - Sim, já era como tendência. O negócio de drogas vai muito bem, obrigado, mas não o tráfico na sua forma que envolve, no Rio, controle territorial, organização de grupos armados, pagamento a policiais, conflito com facções, num contexto político crescentemente antagônico e com pressões sobre os governos, pois a consciência pública vai amadurecendo e se tornando mais refratária a conviver com o ilegal nessa magnitude. É um sistema muito pesado, caro, arriscado. Há modalidades em partes mais desenvolvidas do mundo que são mais leves, racionais e econômicas, como o comércio que se dá com deslocamento nas ruas e delivery, e no qual o traficante não deve andar armado, porque já carrega a droga ilícita, que o coloca em risco de ser preso.

Justifica uma operação do tamanho e com os custos da que aconteceu para combater um modelo em declínio?
Claro. O fato de estar em declínio não significa que esteja suspensa a sua capacidade de produzir danos à sociedade, como mortes e todo tipo de violência. A primeira medida fundamental é fazer com que a polícia pare de participar do tráfico. A parceria entre o tráfico e segmentos policiais corruptos, que vendem armas, alugam Caveirão, ganham percentuais da venda da droga, tem que ser objeto da preocupação prioritária.
(…)
Quando dá errado, acaba na chacina de Vigário Geral [em 1993, 21 inocentes foram mortos por policiais que vingavam colegas assassinados pelo tráfico].
Exatamente. Por exemplo, o conflito em São Conrado [em 21 de junho passado], não se deu em torno de uma operação policial planejada com inteligência, mas foi fruto de uma redefinição do contrato: inflação, mudança de preço, cobrança de sobrepreço. Os sócios se desentenderam. Em geral, os conflitos são desse tipo. O tráfico está em declínio, os ganhos estão se reduzindo, então precisa negociar uma redução do que se paga à polícia. E a polícia não aceita e às vezes exige aumento. Com isso, os traficantes têm que completar o ganho. O quarto estágio da economia da corrupção: é a milícia. É quando já há uma organização superior: “Nós não precisamos ser apenas sócios, podemos ser os protagonistas. Vamos buscar lucros participando de forma criminosa de tudo o que puder oferecer algum potencial econômico na vida da comunidade que estará sob nosso domínio, sob nosso terror”. Mas os milicianos são policiais. Não têm os custos da organização, do acesso às armas. Já estão cobertos. Nós pagamos a maior parte das ações, porque usam a polícia nas invasões. Muita gente diz que eles, pelo menos, se opõem ao tráfico. Não é verdade. Esperam que a polícia enfrente o tráfico e, se isso não acontece, fazem negócios com os traficantes. São muito mais fortes, numerosos, têm mais capacidade de organização, o rendimento é superior, têm visão política.
Outro ponto é a segurança privada. É uma das origens das milícias. Os salários dos policiais são insuficientes. O sujeito tem que complementar a renda. Vai buscar, como nós fazemos, na área de sua especialidade, no caso, a segurança. Isso é ilegal, as autoridades sabem disso, mas fingem que não veem. Se reprimirem, projetar-se-á a demanda sobre o governo e é possível que o orçamento da segurança entre em colapso. As autoridades toleram essa complementação. Veja que situação absurda: o Estado tem um pé na legalidade e um pé na ilegalidade.

A cobertura da mídia brasileira cobre a realidade com um véu ilusório?
Há uma enorme ilusão. Não quero me arrogar o papel do único que enxerga a realidade, pelo amor de Deus. Mas é assustador que pessoas tão inteligentes e bem intencionadas se iludam com a fábula de que o bem venceu o mal. Esse mal só existiu até esse momento porque foi alimentado por isso que chamamos de bem. E, se agora esse mal é afastado, esse bem que é parte do mal parece triunfante. Vamos nos surpreender sendo apunhalados pelas costas, porque parte dos heróis são os que estão nos condenando à insegurança, levando armas e drogas para as favelas.


COMENTO

Muito bem, não se trata de visão apocalíptica, não mas sim de lógica, esse pessoal, que se encontra no poder, não tem interesse nenhum em resolver o problema da segurança pública no nosso país.

Veja bem, o próprio "rei" aconselhou um repórter a fazer psicanálise para se tratar da “doença do preconceito”, revelou ter dito de si certa vez algo que deveria levá-lo ao divã do terapeuta mais próximo. Não fosse a inconfidência, a sua grosseria com o jornalista Leonencio Nossa, baseado no Palácio do Planalto, mereceria ser largada no aterro onde se amontoam os incontáveis rompantes, bravatas e despautérios do mais prolixo, nocivo e estúpido desprepáro dos governantes brasileiros. As cenas são constrangedoras.

Infelizmente o encadeamento das coisas obriga a revolver as palavras do digamos "presidente", em consideração ao interesse público. Pobre povo brasileiro. Será que ainda não chegou a hora de mudar isso tudo, mandar esses governantes desqualificados e corruptos para seus repectivos lugares?
Aquele lugar que Danti Aligheri descreve muito bem.

Que o diga o PT do Maranhão, obrigado este ano a desistir da candidatura própria no Estado em favor da reeleição da governadora Roseana Sarney.

A luta continua e a vida segue e esses governantes corruptos vão continuar a fazer mais vítimas pelo país a fora. "Pobre da classe trabalhadora deste país”. Nunca Antes......

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

MOLUSCO INSISTE NA FARSA DE QUE O MENSALÃO FOI TENTATIVA DE GOLPE

Por Leonencio Nossa, no Estadão.

A um mês de deixar o Planalto, o presidente Lula revelou ontem que, na crise do mensalão, em 2005, ameaçou o Congresso dizendo-se “a encarnação do povo”. Ele aproveitou um discurso de improviso durante visita ao canteiro de obras da usina hidrelétrica de Estreito para relatar encontros privados com o senador José Sarney (PMDB).

“Uma vez o Sarney foi conversar comigo e eu disse: Sarney, eu só quero que o senhor diga lá dentro (Congresso Nacional) o seguinte: Se eles (oposição) tentarem dar um passo além da institucionalidade, eles não sabem o que vai acontecer neste País”, relatou. “Este País teve presidente que foi embora, presidente que se matou ou foi cassado. Eles vão saber que eu sou diferente. Que não é o Lula que está na Presidência, mas a classe trabalhadora”.

Lula confidenciou que tinha “muita dúvida” se teria condições de governar o País. “Este País já tinha criado as condições para o Getúlio Vargas se matar, não deixar o Juscelino assumir e cassou o João Goulart. Eu falei: o que eles vão aprontar comigo? E eles tentaram em 2005. Só que eles não sabiam que este País, pela primeira vez, tinha eleito um presidente que era a encarnação do povo, lá em Brasília.”

E não é que os EUA estavam certos sobre o governo Lula!?

Por Jamil Chade, no Estadão:
Um governo permeado pela corrupção, defensor de posições polêmicas em relação ao Irã e com um profundo sentimento antiamericano. Essa era a percepção que a diplomacia americana mantinha sobre o governo Lula, de acordo com mensagens sigilosas trocada pelo embaixador no Brasil e o Departamento de Estado entre 2008 e 2009. As mensagens foram divulgadas ontem pela organização WikiLeaks.

Os documentos escancaram uma realidade de desconfiança mútua e uma acirrada disputa no interior do governo brasileiro sobre qual estratégia adotar em relação a Washington. Do lado americano, não se esconde a necessidade de contar com o Brasil como um estabilizador na América Latina, obrigando a Casa Branca a insistir em aprofundar a relação.

Isso não impediu, porém, que os diplomatas americanos fizessem avaliações duras sobre Lula, indicando uma gestão marcada pela corrupção entre seus “mais próximos aliados”, assolado pela “praga” da compra de votos e sem ter dado uma resposta ao crime no Brasil. A crítica é feita pelo ex-embaixador americano em Brasília, Clifford Sobel. “O governo Lula tem sido afetado por uma grave crise política”, afirma o documento, citando “escândalos e tráfico de influência”.

“A principal preocupação popular - crime e segurança pública - não diminuiu durante sua administração (de Lula)”, informa um telegrama enviado ao Departamento de Estado. O documento, de 2008, insinua que o Bolsa-Família o ajudou se reeleger em 2006. “Lula foi eleito em 2002 em grande parte pela promessa de promover um agenda social ambiciosa, incluindo generosos pagamentos aos pobres. Diante da popularidade dessas medidas, ele foi reeleito em 2006″, completou. Um outro documento deixa clara a percepção americana sobre o Brasil: “Cooperação amistosa. Mas não uma forte amizade.”

Para Washington, a resistência vem diretamente do Itamaraty que “mantém uma tendência antiamericana”. “O governo de centro-esquerda tem evitado uma cooperação mais estreita em temas políticos e militares e tem nos mantido a uma certa distância dos temas de segurança.”

COMENTO

Muito bem, este simples e humilde escriba, desde do início do governo Lula, vem denunciando as bandidagens, falcatruas e as maracutais deste governo.

O que os EUA, somente agora vinheram descubrir, este blog já publicava há muito tempo.
E o Brasil ainda “passa humilhação” com Aerolula, diz presidente Molusco da Silva, ao defender o “Aerodilma” ou "Aerovana".

A luta continua, e a vida segue..... E a "Geopolítica", o narcotráfico e os sujos e abomináveis PETRALHAS continuarão a fazer cada dia mais vítimas, pelo país a fora. Quando é que, esses políticos vão pagar pelos seus delírios e seus crimes: de corrupção, formaçao de quadrilha, lavagem de dinheiro, apropiação do erário público iniqüidades administrativas, sapiências telúricas e peculato?

terça-feira, 30 de novembro de 2010

UMA CÉLULA DOS TRAFICANTES DO RIO, INFILTRADA NO PAC DOS PETRALHAS

Muito bem, Traficantes mandaram trabalhadores do PAC fazer obras que os ajudaram a fugir, pelo jeito tem dedos sujos da petralhada nesse imgróglio facinoroso.

Uma das hipóteses é que a nociva e estúpida bandidagem tenha fugido do Complexo do Alemão pelas galerias pluviais. A reportagem do Jornal Nacional chegou a uma delas. Tijolos novos e cimento. Parece possível e incontestável. Na verdade esse tipo de crime, não é novidade, vindo dos petralhas pode se esperar todo tipo de maracutaia.

Na verdade, custo a crer, no entanto, as evidências, são muito claras. Um repórter da Globo afirmou que parte dessas galerias foi construída pelo pessoal do PAC sob as ordens dos… traficantes no complexo do Alemão!

A polícia não pisava no Alemão havia 25 meses! Em outubro do ano passado, a então "ministra" Dilma Vana Rousseff esteve no Alemão. A presença de autoridades foi devidamente negociada com o narcotráfico. Em 02/10/2009, o site do Ministério das Cidades informava, orgulhoso o seu estúpido feito:

Dilma e Fortes visitam obras do PAC no Complexo do Alemão.
O ministro das Cidades, Marcio Fortes de Almeida, e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, acompanhados do governador em exercício do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e do presidente da EMOP (Empresa de Obras Públicas do Estado), Ícaro Moreno Júnior, visitaram nesta sexta-feira (02) obras do PAC no Complexo do Alemão. O roteiro incluiu o Morro do Adeus, o Morro da Baiana, o terreno da antiga fábrica da Poesi (aproximadamente 80 mil m² destinados a equipamentos), o Centro Integrado de Assistência à Saúde (CIAS), obras do teleférico, a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) e as novas unidades habitacionais da Avenida Itaoca, 1833.
No início da visita, foi apresentado o andamento das obras, que começaram em março de 2008 e empregam hoje 2.400 funcionários. Destes, 80% são moradores do Complexo do Alemão. Para a ministra Dilma, “o Alemão está sendo transformado em um verdadeiro bairro, de dar inveja a muitos bairros de classe média”. Fortes lembrou que a parceria entre governos federal, estadual e municipal, em obras como essa, é fundamental para a melhoria nas condições de vida das pessoas.”

Perfeito! Já que a polícia não entrava no Complexo do Alemão, o narcotráfico e crime organizado, deu um jeitinho de fazer o PAC servir a seus criminosos propósitos.

Na verdade o PAC é muito mais abrangente, e serve para vários outros propósitos, não só para a bandidagem do Alemão, mas também para outros fins políticos eleitoreiros.

Nunca antes na história deste país, se viu tantos políticos envolvidos com o crime organizado, tergiversão, iniqüidades administrativas, sapiências telúricas e bandidagem Molusquiana.

FARC usarão PCC e aliados no Brasil para assumir narcovarejo nos morros do RJ se CV e ADA “caírem”

A “geopolítica” do narcotráfico e da bandidagem no Brasil pode sofrer profundas mudanças num curto e médio prazos. A bandidagem dos morros Cariocas deve se unir com FARC, com o propósito de ampliar seus negócios com drogas e armas vindo da Colombia.

E a luta continua a vida segue e os narcotraficantes e os políticos brasileiro continuarão a cada dia fazer mais vítimas pelo país a fora.