domingo, 23 de outubro de 2011

PARNASIANISMO

Por Cardoso Lira

O Parnasianismo foi um movimento literário que surgiu na França, mais especificamente em Paris, na metade do século XIX e se desenvolveu na literatura européia, chegando ao Brasil. Esta excelente escola literária, foi uma oposição ao romantismo, pois representou a valorização da ciência e do positivismo.

Também chamado de "movimento Parnaso", o parnasianismo com suas raizes na Europa, deriva do termo "Parnaso", que na mitologia grega era o monte do deus Apólo e das musas da poesia. Na França, os poetas parnasianos que mais se destacaram foram: Théophile Gautier, Leconte de Lisle, Théodore de Banville e José Maria de Heredia.

Características do Parnasianismo

- Objetividade no tratamento dos temas abordados. O escritor parnasiano trata os temas baseando na realidade, deixando de lado o subjetivismo e a emoção;

- Impessoalidade: a visão do escritor não interfere na abordagem dos fatos;

- Valorização da estética e busca da perfeição. A poesia é valorizada por sua beleza em sí e, portanto, deve ser perfeita do ponto de vista estético;

- O poeta evita a utilização de palavras da mesma classe gramatical em suas poesias, buscando tornar as rimas esteticamente ricas;

- Uso de linguagem rebuscada e vocabulário culto;

- Temas da mitologia grega e da cultura clássica são muito frequentes nas poesias parnasianas;

- Preferência pelos sonetos;

- Valorização da metrificação: o mesmo número de sílabas poéticas é usado em cada verso;

- Uso e valorização da descrição das cenas e objetos.

Parnasianismo no Brasil

No Brasil, o parnasianismo chegou na segunda metade do século XIX e teve força até o movimento modernista (Semana de Arte Moderna de 1922).

Os principais representantes do parnasianismo brasileiro foram:

- Alberto de Oliveira. Obras principais: Meridionais (1884), Versos e Rimas (1895), Poesias (1900), Céu, Terra e Mar (1914), O Culto da Forma na Poesia Brasileira (1916).

- Raimundo Correia. Obras principais: Primeiros Sonhos (1879), Sinfonias(1883), Versos e Versões(1887), Aleluias(1891), Poesias(1898).

- Olavo Bilac. Obras principais: Poesias (1888), Crônicas e novelas (1894), Crítica e fantasia (1904), Conferências literárias (1906), Dicionário de rimas (1913), Tratado de versificação (1910), Ironia e piedade, crônicas (1916), Tarde (1919).

- Francisca Júlia. Obras principais: Mármores (1895), Livro da Infância (1899), Esfínges (1903), Alma Infantil (1912).

- Vicente de Carvalho. Obras principais: Ardentias (1885), Relicário (1888), Rosa, rosa de amor (1902), Poemas e canções, (1908), Versos da mocidade (1909), Páginas soltas (1911), A voz dos sinos, (1916).

* Olavo Bilac, Alberto de Oliveira e Raimundo Correia formaram a chamada "Tríade Parnasiana".

sábado, 22 de outubro de 2011

Lula manda recado ao PCdoB: “Vocês e o ministro têm de resistir”

Por Cardoso Lira


"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)


Por Marcelo Rmígio, no Globo

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu nesta sexta-feira a Orlando Silva e ao PCdoB para que resistissem às pressões e não entregassem o Ministério do Esporte. No fim do dia, Lula, que trabalhou ativamente nos bastidores pela permanência de Orlando no governo , ligou para o presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, e reafirmou que o momento era de resistência. Após a conversa por telefone com Lula no início da noite, Rabelo abriu a 17ª Conferência Estadual do partido no Rio e destacou que o crescimento da pasta comandada por seu partido despertou a cobiça de vários setores. O evento se transformou em um ato de desagravo a Orlando Silva e reuniu parlamentares do PCdoB, inclusive de outros estados, e lideranças fluminenses de outros partidos da base de apoio do governo da presidente Dilma Rousseff, entre eles o PT, o PMDB e o PSB. Nas faixas espalhadas pelo auditório onde ocorreu a reunião, em um hotel no Centro do Rio, foram escritas frases de apoio ao ministro e ao partido e ataques à mídia.

“Acabei de receber uma ligação telefônica do nosso ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se solidarizando com nosso partido e com o nosso ministro Orlando Silva. Ele disse: ‘Vocês têm que resistir, o ministro tem que resistir’. E devemos. A história de nosso partido é a resistência. Nós temos que ter confiança na presidente Dilma Rousseff. Hoje nós temos uma relação de respeito mútuo com ela - afirmou Rabelo para uma plateia de cerca de 500 pessoas, entre filiados, militantes e representantes de 76 diretórios do PCdoB no estado do Rio.

Comento

Muito bem ali pelas cercanias do palácio do planalto, nos becos mais escuros de Brasília e da podridão do poder, muitos outros crimes, em breve vão vir à tona, e vai continuar tudo do mesmo jeito; sem punição e sem a devolução do que foi roubado, para os cofres públicos. Até quando o povo brasileiro vai conviver com tanta corrupção? Será que não chegou a hora de dar um basta e tanta roubalheira?
Será que não chegou a hora de fazer com esses governantes corruptos, esses criminosos que estão no poder da República, o mesmo que foi feito com o ditador corrupto Kadafi? Vamos começar a pensar nesta possibilidade.

A edição de VEJA que chegou às bancas neste sábado mostra como os corruptos assessores e diretos do ministro Orlando Silva favoreceram João Dias usando um expediente fraudulento. Em 2 de abril de 2008, o ministério havia encaminhado à Polícia Militar um ofício mostrando irregularidades cometidas por entidades controladas por Dias. Mas o delator do esquema foi até o ministério e cobrou uma mudança de posição. Aí deu certo. E cinco dias depois, o Esporte pediu à Polícia Militar que desconsiderasse o primeiro ofício.

É isso aí, todos que de alguma forma, tenham algum tipo de ligação: direta ou indireta com esta facção nociva e criminosa o (PARTIDO DOS TRAMBIQUEIROS), pagará muito caro por isso.

"O futuro cobrará justiça daqueles que tentaram falsificar a própria história".(Cardoso Lira)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

ESQUIMÓS E LARÁPIOS!

Muito bem, dizem que os esquimós têm 32 diferentes palavras para descrever a neve, elemento onipresente em suas vidas. Não sei quantas temos, no Brasil, para falar de desonestidade, mas para início de conversa além de ladrão e corrupto, me ocorrem meliante, gandaia, bandalheira, larápio, picareta, usurpador, maracutaia, batedor de carteira, gatuno, trambicagem, safadeza, bandido, malandro, canalha e petralha.

Curiosidades etimológicas à parte, isso certamente confirma que a questão vem de longe, e que não por acaso permeia a vida e a língua que hoje une mais de 180 milhões de brasileiros.

É evidente que a desonestidade não é um fenômeno nativo nem recente. Existe desde que os homens desenvolveram o conceito da honestidade e seu oposto e se encontra em todas as culturas e línguas desde o início da civilização, inclusive nas leis e religiões que há tantos milênios visam a reprimi-la e puni-la.

É aí que fico fascinado com o que me parece ser uma das principais e mais urgentes questões da nossa vida pública: a impunidade. Pois, se é verdade que na vida real somos todos permanentemente tentados a cometer uma ou outra desonestidade, é também verdade que a grande maioria consegue resistir às tentações correspondentes por uma mistura de ensinamentos, princípios éticos ou religiosos e certamente receio de alguma punição por exemplo.

Como múltiplas reportagens de VEJA e tantos outros veículos vêm mostrando ao longo do tempo, o que diferencia o Brasil dos países mais avançados e desenvolvidos do planeta não é o número de casos em que nossos governantes desviam recursos públicos ou se aproveitam de seu cargo para usurpar e obter vantagens ilícitas. Isso, infelizmente, parece ser uma constante planetária. O que varia muito de um país para outro é o que acontece aos transgressores quando descobertos. É o que lhes acontece em seguida. Com os abomináveis, corruptos e nocivos petralhas acho que eles não vão ficar impunes por muito tempo. Acho que, com o apogeu da era de aquários isso terá um fim e os monstros petralhas deverão voltar para seus habitat natural o INFERNO. Lugar de onde eles nunca deveriam ter saído. Principalmente o monstro batráqüio e Orlando Silva, que atualmente são os piores monstros encarnados no planeta terra.

A progressiva é muito bem-vinda, principalmente com essa institucionalização do país vem resultando em crescente número de investigações e denúncias nessa frente por parte da Polícia Federal molusquiana, do Ministério Público e da grande imprensa. Mas o que vem acontecendo em seguida? As ações entre amigos no âmbito legislativo, o corporativismo, o nosso tortuoso e desmantelado sistema jurídico e os intermináveis recursos de muitos competentes e bem remunerados advogados pilantras que vêm se juntando para frustrar praticamente todas as tentativas de punir os governantes ladrões e mal carateres que, em todos os níveis da vida pública nacional, abusam da sua autoridade, traindo a confiança dos seus eleitores, desviando recursos públicos e se locupletando impunimente. (OS PETRALHAS SÃO MESTRES NESSA ARTE).

Sei que é virtualmente impossível esperar que todos os nossos prefeitos, vereadores, deputados, senadores, governadores e outros dirigentes políticos sejam íntegros e dedicados apenas à boa gestão da coisa pública e ao bem comum. E é exatamente por isso que urge acelerar as mudanças indispensáveis para garantir que todos os que violarem a lei sejam não apenas julgados e condenados, mas quando assim for determinado, que também passem a cumprir sua pena na prisão. Pois um bom sinônimo de desonesto é indigno. E servidor do povo indigno não pode e não deve escapar incólume. Meu sonho é ver todos esses monstros petralhas atrás das grades.

Quando vamos vê cada esses monstros corruptos atrás das grades, quando vamos poder finalmente festejar o fim da impunidade que tantos males tem trazido ao nosso país, ao povo brasileiro, principalmente os militares e as Forças Armadas.

Monstros sociopatas como molusco e Orlando Silva e sua corjas de petistas, safados e ladrões sem escrúpulos vão pagar muito caro pelo que estão fazendo com o Brasil, com os militares e com as FFAA.

Os últimos movimentos organizados pela internet em nosso país, mostra que o povo está começando a tirar essa venda terrível dos olhos e percebendo o tamanho da ganância dos larápios petralhas, seres abomináveis e decaídos, elementos do mal, que só pensam em corrupções, maracutaias e safadezas.

Vejam que coisa feia, o ministro dos esportes, por várias vezes envolvido em corrupção, bandidagem, safadeza e todo tipo de maracutaia.
Se não houver justiça dos homens haverá justiça de Deus, para fazer esses malignos e malfasejos petralhas pagarem por todas as atrocidades cometidas contra a nação brasileira e povo.

"O futuro cobrará justiça, daqueles que tentaram falsificar a própria história"
(Cardoso Lira)

Postado pelo Lobo do Mar

terça-feira, 18 de outubro de 2011

"DE NOVO?"

Por Cardoso Lira


"A CORRUPÇÃO É A SUPREMA PERVERSÃO DA VIDA DE UMA SOCIEDADE, É UMA ESTUPIDEZ, A SUBVERSÃO DOS VALORES LEGÍTIMOS, ELA É O AGENTE DA DESORDEM SOCIAL A NEGAÇÃO DA ÉTICA E A DESTRUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS". (Cardoso Lira)

Muito bem, pelo menos foi essa a pergunta da presidente Dilma. "Sim, é o quinto caso de corrupção, crime e bandidagem na sua conturbada gestão Molusquiana!"

A megera indomável, visivelmente contrariada com a pergunta sobre mais um mega escândalo no Ministério do Esporte, e o envolvido já é um velho conhecido no mundo da corrupção e do crime organizado.

De saída da Casa de Hóspedes da Presidência da África do Sul, não quis se pronunciar sobre as novas acusações contra o ministro Orlando Silva, aquele da tapioca, já bastante conhecido no mundo da corrupção, e nem sobre seu depoimento que ocorreu hoje as 14h30m na Câmara.

Após participar de vários encontros com o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, e o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, a presidente se limitou a dizer: - De novo? Eu estou saindo do palácio - afirmou, antes de seguir à base área de Pretória, de onde embarcou em direção a Moçambique para o terceiro dia de viagem ao continente africano.

Tenho repetido que o PT traz em si o DNA da corrupção e do crime organizado, mesmo pertencendo outra organização criminosa, o abominável ministro dos esportes, já se envolveu em muitos outros crimes de corrupção e bandidagem.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

cisne branco

Na veja desta semana

Por Cardoso Lira

O Ministério do Esporte coordena um dos programas mais bem-intencionados do governo Lula. Nos últimos cinco anos, 439 milhões de reais foram investidos no Segundo Tempo - um projeto que busca tirar das ruas crianças e jovens em situação de risco, oferecendo atividades esportivas e alimentação. Oficialmente, o programa atende 1 milhão de pessoas em todos os estados. Para implementar as ações e garantir a execução do projeto, o ministério selecionou 200 entidades filantrópicas sem fins lucrativos, as conhecidas organizações não-governamentais (ONGs). Uma bela parceria entre setores da sociedade, se a esperteza política e os aproveitadores de sempre não se unissem à empreitada. O resultado é que, além dos jovens, o programa Segundo Tempo tem ajudado também comunistas e amigos do PCdoB, o partido que comanda o Ministério do Esporte, a encher os bolsos de dinheiro. Sem controle ou nenhuma fiscalização, ONGs escolhidas a dedo receberam repasses milionários, simularam a criação de núcleos de treinamento, registraram alunos-fantasma, fraudaram as prestações de contas e surrupiaram parte dos recursos que deveriam ajudar crianças carentes.

VEJA teve acesso ao resultado de uma investigação realizada pela polícia de Brasília, e encaminhada à CPI das ONGs, no Senado, sobre a atuação de algumas entidades que receberam milhões para executar o Segundo Tempo. É uma amostra singular da farra em que se transformaram as chamadas parcerias do governo com o terceiro setor. O Ministério Público também investiga casos de entidades que receberam recursos e nem sequer existiam. Outras usavam falsos cadastros de alunos para fazer de conta que realizavam o trabalho. Apenas quatro entidades da periferia de Brasília - Associação João Dias de Kung Fu, Federação Brasiliense de Kung Fu, Associação dos Funcionários do Ceub e Associação Gomes de Matos - receberam 4,7 milhões de reais do Ministério do Esporte. Depoimentos colhidos de funcionários e ex-funcionários mostram como o dinheiro era desviado. Os donos das ONGs orientavam seus monitores a percorrer escolas públicas e colher assinaturas de estudantes para simular uma lista de freqüência nos cursos que não existiam. Recebiam o dinheiro, com–pravam notas fiscais frias para justificar as despesas e embolsavam a diferença - quase tudo. Além das histórias de fraude em comum, há mais um detalhe curioso que une as ONGs selecionadas pelo Ministério do Esporte em Brasília: elas são comandadas por pessoas ligadas ao PCdoB ou a militantes do partido. Coincidência? Talvez, mas improvável.

A suspeita é que uma parte do dinheiro desviado pelas ONGs, além de enriquecer alguns, ainda seja usada para abastecer campanhas políticas dos comunistas. Em Brasília, para onde foram destinados 71 milhões de reais do Segundo Tempo, donos de entidades se converteram ao comunismo depois de assinar os convênios com o ministério e alguns até disputaram eleições representando o PCdoB. Não por coincidência, logo no início, quando começaram as fraudes, o ministro encarregado do programa era Agnelo Queiroz, do PCdoB, que tem a capital como base eleitoral. As ONGs brasilienses, à época, receberam mais dinheiro que quaisquer outras no Brasil, apesar de a cidade registrar indicadores sociais invejáveis. Agnelo deixou o ministério para concorrer a uma vaga no Senado, sempre contando com o apoio camarada dos donos das ONGs milionárias. Em 2006, o ministro não foi eleito, e em seu lugar assumiu Orlando Silva, também do PCdoB, que redistribuiu os recursos, dessa vez privilegiando São Paulo, talvez por coincidência sua base eleitoral.

Orlando Silva admite que não havia critérios objetivos para escolher as ONGs e que também eram frágeis os mecanismos de controle sobre a destinação dos recursos e a execução do programa. A falta de fiscalização provocou situações absurdas, como a contratação de um acusado de pedofilia como monitor de crianças na periferia de Brasília. “Não podemos criminalizar as ONGs. Só que, para segurança do estado, é melhor firmar parcerias com os governos e estamos fazendo isso”, explica o ministro. O problema é que uma boa parte dos recursos públicos destinados às crianças do Segundo Tempo já foi expropriada, o Ministério do Esporte não tem a mínima idéia de onde foi parar o dinheiro e, ao que parece, também não tem muita disposição em descobrir. Até agora, apenas uma denúncia que se tornou pública foi encaminhada à Controladoria-Geral da União para apuração. Membros da CPI das ONGs reclamam que, além da má vontade do ministério, há enorme dificuldade em investigar o programa Segundo Tempo no Congresso. “O senador Inácio Arruda, relator da comissão, foi indicado ao cargo para blindar os comunistas”, diz o senador Alvaro Dias, do PSDB. Inácio Arruda, do PCdoB do Ceará, rebate: “É um escárnio. Não vou nem comentar”.

Comento

Muito bem, como se pode vê, a revista VEJA denunciou mais uma roubalheira entre tantas outras; o desvio de recursos há quase quatro anos. Orlando Silva prometeu tomar providências… A reportagem de ontem do Fantástico demonstrou claramente em que pé estão as coisas, certo? Só para que vocês não se confundam: Agnelo Queiroz, outro nocivo, corrupto, sujo e antecessor de Orlando Silva, é hoje governador do Distrito Federal pela facção criminosa do PT. Ele mudou de partido. Na época, o bandido era do PCdoB. Mudou de legenda, mas não os maus hábitos. Ou melhor: juntou ao padrão fora de ética, das células mais radicais e criminosas do PT, que já tinha o apuro que lhe foi fornecido pelos canalhas e corruptos que se encontram hoje no sujo poder da República dos bandidos petralhas. É isso, os bandidos safados não gostam de VEJA, mas as pessoas honestas gostam. Um dia vamos conseguir destruir essa máquina de crimes, que se encontra no poder da República, locupletando-se do erário público.

"O futuro cobrará justiça, daqueles que tentaram falsificar a própria história"
(Cardoso Lira)