quarta-feira, 6 de março de 2013
Lula joga pesado contra Dilma.
Por CARDOSO LIRA
Deixa estar e aqui está, não foi por acaso que o mega déspota e Caudilho Lula antecipou a campanha eleitoral. Só fazendo isso o apedeuta corrupto e nocivo, poderia voltar a ter alguma importância no processo político do país dos petralhas. O "Amaldiçoado" caudilho tomou esta atitude sem dó e nem piedade, acabando com o mandato de Dilma, dois anos antes do prazo, em plena crise econômica, que ele torce para que se aprofunde e muito. Não esqueçam que o desnorteado Molusco disse que só voltaria em caso de grave crise econômica ou política. Decidiu criá-la. Um governo que já era muito ruim, tende a ficar ainda pior. O que vemos, nos últimos dias, é uma presidente completamente perdida, tornando-se refém dos partidos políticos de aluguel, principalmente o PMDB e dos sindicatos e de lobbies empresariais. Tudo planejado por Lula o maior apedeuta da terra no momento. Tudo organizado pelo caudilho. Esta campanha antecipada, baseada na compra de apoios, vai mergulhar o país num poço sem fundo. Os apoios ficarão caríssimos e o fisiologismo correrá solto. Lula destruiu o segundo mandato de Dilma. Agora organiza rachas na base aliada. Lula aposta no caos. É no caos que ele pretende voltar, como o salvador da pátria. Observem bem o que está acontecendo.
A mentira do fim da miséria.
Dilma Rousseff anda dizendo que acabou com a miséria absoluta. Afirma isso porque garantiu que 2.500.000 brasileiros receberão R$ 70 mensais, no mínimo. O acréscimo representará mais R$ 773 milhões em 2013. O programa Bolsa Família já consome cerca de R$ 20 bilhões por ano. Não é muito para um PIB de R$ 4,4 trilhões. Se considerarmos que os brasileiros pagaram R$ 1,55 trilhão de impostos em 2012, o bolsismo consome apenas 1,29% do bolo tributário. Uma vergonha!
É uma grande mentira afirmar que a miséria acabou. Ela está apenas mascarada pela Bolsa Família. E é uma safadeza falar no valor mínimo de R$ 70. O que este governo desavergonhado deveria informar aos incautos é que o valor máximo da Bolsa Família não ultrapassa R$ 306. Só aquelas raras famílias numerosas, com muitos filhos estudando, com muitas bocas para alimentar, recebem tal valor. Só estas poucas conseguem chegar aos R$ 306 mensais, que é menos da metade de um salário mínimo que cada cidadão brasileiro deveria receber, segundo a Constituição Federal.
Com o benefício máximo da Bolsa Família, de R$ 306, uma mãe cheia de filhos não consegue comprar uma cesta básica na cidade de São Paulo. O valor, em janeiro, alcançou R$ 318,40. A cesta básica em Florianópolis, Porto Alegre, Vitória e Brasília também ultrapassa o teto da Bolsa Família. E falam que acabaram com a miséria.
Em Aracaju, onde a cesta básica tem o preço mais baixo do Brasil (R$ 231,60), uma família que recebe o teto máximo da Bolsa Família tem que dedicar 76% do que recebe apenas para pagar este mínimo mensal de alimentos. Sobram cerca de R$ 80 para farmácia, roupa, aluguel, transporte e todas as outras necessidades básicas. Quanta fartura!
Mas há outra realidade atroz: a média nacional da Bolsa Família é de R$ 97. Para comprar uma cesta básica na mesma Aracaju, a família beneficiária precisa poupar três meses o valor integral recebido.
Mas há outra realidade atroz: a média nacional da Bolsa Família é de R$ 97. Para comprar uma cesta básica na mesma Aracaju, a família beneficiária precisa poupar três meses o valor integral recebido.
Para que se tenha noção do poder aquisitivo de R$ 70, este valor compra apenas 22% de uma cesta básica em São Paulo e somente 30% em Aracaju. E representa pouco mais do que 10% de um salário mínimo. Qualquer vendedor de bugiganas ganha isso pedindo no semáforo. É por isso que as ruas estão cheias deles. Para Dilma Rousseff e seu governo de mentiras, quem ganha R$ 70 mensais deixou de ser miserável. É muita ambição eleitoral e pouca consideração pelo ser humano.
A propósito, em janeiro, a cesta básica aumentou 17,85% em Salvador, segundo o Dieese. Os R$ 70 da Bolsa Família continuam os mesmos. Não é Dilma quem vai "acabar" com os miseráveis do Brasil. É a inflação que o PT está trazendo de volta.
A propósito, em janeiro, a cesta básica aumentou 17,85% em Salvador, segundo o Dieese. Os R$ 70 da Bolsa Família continuam os mesmos. Não é Dilma quem vai "acabar" com os miseráveis do Brasil. É a inflação que o PT está trazendo de volta.
Lincolmania adaptada
Postado pelo Lobo do Mar
terça-feira, 5 de março de 2013
Conselho do Ministério Público decide se mantém investigações contra Chalita
Por Fausto Macedo e Bruno Boghossian, no Estadão.
O Conselho Superior do Ministério Público vai julgar nesta terça feira, 5, os dois primeiros recursos da defesa do deputado federal Gabriel Chalita (PMDB-SP) que pede trancamento de inquéritos civis abertos pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e Social para investigar supostos atos de improbidade administrativa, enriquecimento ilícito e fraudes envolvendo sua gestão na Secretaria de Estado da Educação (2002/2006). É muito raro o Conselho decretar o arquivamento de investigações das promotorias de Justiça. Isso só ocorre nos casos de inquéritos instaurados sem base nenhuma. Mas uma tese da defesa pode mudar o rumo das investigações.
O argumento central do advogado Alexandre Moraes, defensor do ex-secretário de Educação, é que Chalita não violou os preceitos da Lei de Improbidade Administrativa. Experiente, ex-promotor de Justiça com passagem pela própria Promotoria de Defesa do Patrimônio, Moraes assinala preliminarmente que eventual ato de improbidade já está prescrito. O esgotamento do prazo para punição a violações à Lei de Improbidade se dá em 5 anos – Chalita deixou a Educação há 8 anos. Se o Conselho Superior reconhecer a prescrição, ainda assim a investigação poderá ter seguimento para analisar eventual dano ao patrimônio público, que é imprescritível. Neste caso, a promotoria poderá requerer apenas ressarcimento da lesão ao Tesouro. A Promotoria do Patrimônio abriu 11 inquéritos a partir do relato do analista de sistemas Roberto Grobman, delator do deputado.
Grobman atribui ao ex-secretário de Educação uma sucessão de irregularidades nas pasta da Educação durante o governo Geraldo Alckmin (PSDB). Chalita nega categoricamente desvio de recursos e já avisou que abre mão espontaneamente de seu sigilo bancário, fiscal e telefônico.
Postado pelo Lobo do Mar
segunda-feira, 4 de março de 2013
Maçonaria se prepara para escolher seu novo grão-mestre
RICARDO MENDONÇA
No próximo dia 9, cerca de 40 mil homens que frequentam rituais secretos
semanais, usam códigos para reconhecimento mútuo e se tratam
socialmente como "irmãos" irão às urnas para escolher seu líder máximo.
Em quase 3.000 lojas maçônicas pelo país, os maçons que ostentam o
título de "mestre" do Grande Oriente do Brasil (GOB) --o maior ramo da
maçonaria brasileira-- irão escolher seu próximo soberano grão-mestre
geral.
Cheia de simbolismos, a organização reproduz internamente a hierarquia
institucional da República, com deputados, juízes, governadores e
outros. Dentro da instituição, e guardadas as proporções, o cargo em
disputa equivale ao da presidente Dilma Rousseff.
A maçonaria costuma ser definida pelos próprios maçons como um clube que
reúne "homens livres e de bons costumes", patrióticos e engajados em
promover os princípios do lema "liberdade, igualdade e fraternidade".
Os rituais secretos são feitos em templos decorados com imagens
celestes, falsas colunas gregas e símbolos do zodíaco. Lojas são os
grupos fixos de maçons que se reúnem para os rituais.
Dentro da ordem há várias designações, usadas conforme o status do
filiado: chanceler, guardião, soberano, venerável, eminente e
sapientíssimo são algumas delas.
Em certos locais, maçons são reconhecidos pelo engajamento em ações
filantrópicas. No senso comum, levam a fama de homens influentes e
misteriosos que se ajudam para enriquecer, "um estereótipo bem distante
da realidade", diz o engenheiro Francisco Anselmo, deputado maçom e
estudioso do assunto.
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
DISPUTA
Na eleição do GOB, o Grande Oriente do Brasil, o candidato mais
conhecido é o senador (da República mesmo) Mozarildo Cavalcanti, do PTB
de Roraima. Como maçom, ele é deputado da Assembleia Federal Legislativa
da entidade. "Sou o único brasileiro deputado e senador ao mesmo
tempo", gosta de repetir.
Concorrendo pela terceira vez --ele perdeu em 1993 e 1998--, Mozarildo
tirou quatro meses de licença do Senado para dedicar-se com mais afinco à
campanha. Com isso, deixou de participar da eleição de Renan Calheiros
(PMDB-AL) para presidente do Congresso, por exemplo.
O nome de Mozarildo ganhou algum destaque no noticiário
na época da demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol, em
Roraima. Ele era contra a remoção dos fazendeiros da área, mas acabou
derrotado quando o Supremo Tribunal Federal bateu o martelo sobre o
tema.
Mozarildo ainda costuma ser citado como o campeão do uso da Cota para
Exercício da Atividade Parlamentar, a verba para reembolso de viagens,
consultorias e outros gastos. Em 2012, ele usou R$ 464 mil contra uma
média de R$ 268 mil de seus colegas. Em 2011, também liderou.
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
Na maçonaria, porém, ele é mais conhecido como o maior propagador da
ideologia maçônica no Congresso. Uma pesquisa simples no site do Senado
lista 87 pronunciamentos de Mozarildo sobre o assunto. Para efeito de
comparação, o site informa que Eduardo Suplicy (PT-SP) fez 77
pronunciamentos com a expressão "renda básica".
No plenário, Mozarildo já leu o Manifesto da Grande Loja Maçônica de
Roraima, já prestou homenagem ao Dia do Pai Maçom e já fez "uma análise
do papel histórico da maçonaria no mundo, ressaltando a operosidade da
instituição no contexto social".
Um dos maiores orgulhos do senador no parlamento é o livro "O Senado e a
Maçonaria" (472 páginas), assinado por ele e pelo ex-senador Efraim
Morais (DEM-RN), também maçom. Impressa na gráfica do Senado, a obra
reúne 44 discursos de atuais e ex-senadores sobre o tema.
TRADIÇÃO
Em campanha, Mozarildo faz discurso pela abertura do Grande Oriente. "A
maçonaria precisa sair da clausura, ser menos conservadora", diz. "Não
pode se contentar em ser uma entidade só de cerimônias e condecorações."
Suas ideias de abertura, porém, não contemplam a revisão de algumas
regras discriminatórias da entidade, como a recusa à participação de
mulheres e o veto à filiação de deficientes físicos, tradições herdadas
da Idade Média, dos primeiros grupos de pedreiros de templos, muralhas e
castelos na Europa--a origem da instituição.
Outra cláusula fundamental da maçonaria é a não aceitação de ateus. Todo
filiado é obrigado a acreditar em algum ser superior, independentemente
da religião. Como pode ser qualquer deus, esse ser superior é chamado
internamente de Grande Arquiteto do Universo, simbolizado pela letra
"G".
Um dos concorrentes de Mozarildo na disputa é o atual grão-mestre geral
do Grande Oriente do Brasil, o servidor público aposentado do Banco
Central Marcos José da Silva, candidato à reeleição.
| Editoria de Arte/Folhapress |
Silva faz campanha ressaltando realizações de sua gestão, sempre dando
ênfase aos aspectos financeiros. Além da manutenção de anuidade de R$ 90
por cinco anos "sem reajuste", o destaque é a construção de um centro
cultural maçônico de 4.900 m² em Brasília, "obra de R$ 12 milhões
totalmente paga à vista", ressalta João Guimarães, seu chefe de
gabinete.
O terceiro aspirante é o advogado Benedito Marques Ballouk, membro do
Tribunal de Contas do Município de São Paulo na "vida profana", como diz
o jargão maçom; ex-grão-mestre de São Paulo na "vida maçônica", o
equivalente a governador.
Na disputa, Ballouk também clama por modernização. Depois de exaltar a
participação de maçons ilustres na Independência, na Proclamação da
República e na Abolição da Escravatura --exaltações, aliás, feitas por
todos os maçons ouvidos para esta reportagem--, Ballouk repete o mantra
de sua campanha: "A maçonaria precisa voltar a ser parte da elite
estratégica do país; hoje somos só uma elite convencional".
INFLUÊNCIA
Fundado em 1822, o Grande Oriente do Brasil é uma das três maiores
"potências" maçônicas do país. Em 1927, por divergências eleitorais, um
grupo saiu e fundou uma ordem concorrente, conhecida como Grandes Lojas.
Em 1973, após nova ruptura, surgiu a "obediência" Grandes Orientes
Independentes. Estima-se que, juntas, as três tenham 220 mil maçons.
O próximo comandante do Grande Oriente deverá assumir o controle da entidade num momento histórico paradoxal em seus 190 anos.
O próximo comandante do Grande Oriente deverá assumir o controle da entidade num momento histórico paradoxal em seus 190 anos.
Contando mestres (os únicos votantes), companheiros e aprendizes --os
três estágios internos--, são 78 mil maçons associados à ordem. A
entidade nunca teve tanta gente. Mas, numa avaliação bastante comum
entre os próprios adeptos, nunca foi tão pouco influente.
Entre os notáveis sempre louvados estão figuras como José Bonifácio,
Patriarca da Independência e primeiro grão-mestre da instituição, D.
Pedro I, Rui Barbosa, marechal Deodoro da Fonseca e Joaquim Nabuco.
Hoje, o mais ilustre é o vice-presidente da República, Michel Temer
(PMDB), que, no entanto, não costuma ser citado com muito entusiasmo por
seus "irmãos". "Faz tempo que ele não aparece por aqui, acho que está
inativo", diz o coronel aposentado da Polícia Militar de São Paulo
Antonio Carlos Mendes, maçom oficial de gabinete do Grande Oriente
paulista.
Nas contas de Mozarildo, há hoje 58 deputados federais maçons no
Congresso Nacional e outros seis senadores. "Uma das minhas propostas é
organizar a bancada da maçonaria", afirma. "Imagine só: seria maior que a
de muitos partidos de hoje."
Enquanto a bancada não se organiza, os maçons da Câmara e do Senado só
são notados quando sobem à tribuna para prestar homenagens à organização
quando é 20 de agosto, o Dia do Maçom. No Senado, os seis que sempre
comparecem, além de Mozarildo, são Alvaro Dias (PSDB-PR), Cícero Lucena
(PSDB-PB), Gim Argelo (PTB-DF), Jayme Campos (DEM-MT), Sérgio Souza
(PMDB-PR) e Valdir Raupp (PMDB-RO).
Postado pelo Lobo do Mar
domingo, 3 de março de 2013
A Primavera Brasileira, Veja denuncia que um dos expoentes da esgotosfera que trabalha dentro do gabinete do vice-presidente da Câmara e Secretário de Comunicação do PT.
Por Cardoso Lira |
Por Paulo Chagas
Pesquisando sobre a chamada “Primavera Árabe”,
movimento em busca da democracia nos países islâmicos do norte da África e do
Oriente Médio, deparei-me com o conhecimento de que a ONU estabeleceu o direito
à democracia como fundamento da autodeterminação dos povos e dos princípios da
Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Para a ONU, a democracia é baseada na liberdade de
manifestação e de escolha dos indivíduos, ou seja, ela encontra sustentação na
ideia de que os indivíduos têm o direito de determinar seus sistemas políticos,
econômicos, culturais e sociais.
Para isto, entende como essenciais as liberdades de
expressão, de pensamento, de consciência, de religião, de associação, de
assembleia, de obter informações e de imprensa.
Por outro lado, a democracia somente estará apta a
se desenvolver em um Estado em que o Executivo se submeta às leis e que o
Judiciário seja independente e imparcial, supondo, obviamente, que o
Legislativo cumpra as leis que ele próprio cria como necessárias ao harmônico convívio
social, à garantia dos direitos e à imposição dos deveres de todos.
A democracia é, assim, um direito legítimo a ser
conquistado e preservado por todas as nações, particularmente pelas oprimidas
por facções e líderes inescrupulosos que as mantém, ou pretendem manter,
absurdamente, submetidas pela desinformação em plena era da informação!
A Primavera Árabe é, segundo pude constatar, um
movimento democrático consequente da facilidade de acesso ao conhecimento,
devido aos novos meios de comunicação, em especial, a internet.
A informação, em nossos dias, tem sido, portanto, o
pesadelo dos regimes totalitários, pois lhes retira o controle sobre a
sociedade. Causa-lhes calafrios a capacidade esclarecedora e de mobilização dos
meios de comunicação.
A preservação e a construção de Estados
democráticos passa por todas as liberdades entendidas e citadas pela ONU, daí a
obstinada busca dos governos corruptos pelo controle das mídias e o esforço do
modelo cubano para manter a “peçonha” do acesso à rede mundial de computadores
longe de suas praias.
É por isto que a democracia só encontra respaldo em
países onde haja eleições livres e a possibilidade, além do direito, de que
qualquer cidadão seja candidato a cargos eletivos e só se torna efetiva quando
as instituições governamentais são transparentes e se submetem ao controle
eficiente das suas atividades.
Ao analisar estas afirmações, comentários, direitos
e princípios, constatamos que, no Brasil, estamos nos distanciando deste ideal
democrático, haja vista a compra de votos ou a sua troca por empregos e esmolas
públicas, descaracterizando a liberdade de escolha; a condição plutocrática
imposta a quem quiser candidatar-se a cargo eletivo, o que pressupõe ter
recursos ou, no mínimo, comprometer-se a, no poder, devolvê-los na forma de
favorecimentos ilícitos; e a evidência de que os governantes e as mais
importantes instituições republicanas estão desligadas do interesse público, do
cumprimento da lei, da garantia dos direitos constitucionais do cidadão de bem
e, principalmente, da transparência em suas ações, abominando e desqualificando
qualquer tipo de controle externo das suas atividades, inclusive da imprensa,
fazendo com que a gestão fraudulenta da coisa pública perca a característica de
crime para tornar-se uma pré-condição da governabilidade.
A continuar assim, mais cedo ou mais tarde, teremos
que promover a nossa própria “primavera”!
Paulo Chagas é General de Brigada na Reserva.
Postado pelo Lobo do Mar
sábado, 2 de março de 2013
Por que Lula está 100 dias sem falar sobre Rose?
Por Cardoso Lira
"O Aviltamento do Marxismo pelos
oportunistas, políticos, corruptos e bandidos que estão no poder da República. Nesta premissa, nenhum
político farsante escapará da vala comum reservada, aos caudilhos, aos déspotas e aos falsificadores da
história". (Cardoso Lira)
PT insiste em trazer "carniceiros" cubanos para o Brasil.
Vejam, abaixo, a esperteza petista. Trazer médicos formados fora
do país para atuar no Brasil. Não falam em Cuba, mas o objetivo é este.
E que médicos são estes, que para exercerem a profissão precisam de
monitores? A vida dos brasileiros virou lixo? Estes médicos
cubanos informarão que farão "estágio" no corpo dos pacientes do SUS?
O Ministério da Saúde quer a ajuda de universidades federais para
viabilizar a importação de médicos estrangeiros e brasileiros formados
no exterior. A ideia é conceder um registro profissional provisório de
dois anos a quem for trabalhar no Sistema
Único de Saúde (SUS), em áreas remotas ou na periferia das grandes
cidades, onde o governo avalia que faltam médicos. As universidades
iriam supervisionar os médicos, numa espécie de tutoria.
A proposta foi apresentada a reitores na quarta-feira, no MEC, em
reunião com representantes das duas pastas, incluindo o ministro da Saúde,
Alexandre Padilha. O governo estuda lançar editais indicando os países
de onde viriam os médicos. Estão na mira Portugal e Espanha, que
sofrem com a crise econômica. Os editais seriam para barrar
profissionais de universidades que o governo considera de baixa
qualidade. Dependendo do país, os médicos fariam curso para aprender
português.
A reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Angela Paiva Cruz, diz que não ficou claro
quando o governo pretende adotar a proposta. Segundo ela, a
participação de universidades se dará voluntariamente, por adesão: — Só
vamos aderir se houver professores disponíveis para serem supervisores e
tutores. (O Globo)
Por Jorge Serrão –
Por que Lula está 100 dias sem falar sobre
Rose? A perguntinha idiota é um dos maiores mistérios políticos da nossa
atualidade. O Rosegate é um escândalo em alto processo de abafamento – por envolver
a cúpula petralha de forma tão ou mais grave que o Mensalão.
Portanto,
o silêncio de Lula não apenas é comprometedor. Também reflete a falta de compromisso
dele com a Verdade. E a falta de vergonha da maior parte de nossa mídia – que não
lhe cobra uma posição moral, honesta e transparente.
Lula
já definiu que vai disputar o Senado pelo Estado de São Paulo em 2014. A chance
dele conquistar a vaga é muito grande – até por falta de concorrentes de peso
para derrotá-lo. Lula só teme hoje pela própria saúde – única coisa capaz
realmente de derrotá-lo, tal qual acontece com o companheiro do Foro de São
Paulo, Hugo Chávez, moribunda vítima de um violento câncer.
Lula
conseguiu até driblar a terrível doença. O Brasil é que não consegue se livrar
dos diferentes tipos de câncer impostos pela ambição, vaidade e corrupção dos
petralhas que infestam nossa política.
postado pelo Lobo do mar
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