quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Chefe da quadrilha do Mensalão do PT vai dar coletiva para dizer que não roubou dinheiro público.
O bandido mensaleiro e corrupto, José Dirceu convocará entrevista coletiva ainda nesta quinta-feira (5) caso o STF (Supremo Tribunal Federal) chegue ao fim do julgamento do mensalão. Vai centrar energia no argumento de que não houve dinheiro público no escândalo.
Treinando para o banho de sol...
O REALISTA
Embora nem mesmo ministros do STF arrisquem o placar da votação dos embargos infringentes, que, se aceitos, poderiam reabrir parte do julgamento, adiando o seu final, Dirceu trabalha com o pior cenário: 8 a 3 contra ele, ou até 9 a 2. O placar pode sair hoje ou na próxima quarta-feira.
Embora nem mesmo ministros do STF arrisquem o placar da votação dos embargos infringentes, que, se aceitos, poderiam reabrir parte do julgamento, adiando o seu final, Dirceu trabalha com o pior cenário: 8 a 3 contra ele, ou até 9 a 2. O placar pode sair hoje ou na próxima quarta-feira.
O Apedeuta corrupto Lula, tem manifestado a esperança de que os infringentes serão aceitos. "Ele não sofre de véspera", diz interlocutor do déspota, caudilho e ex-presidente.
o corrupto e déspota ex chefe do MR_8, a organização criminosa que mais assaltou bancos, Franklin Martins, ex-ministro da Comunicação de Lula, teve longa conversa com o bandido Zé Dirceu há alguns dias, na casa do petista, em SP.
Há alguns meses, Dirceu recebeu conselhos para que pedisse asilo a Cuba ou à Venezuela. Apresentou na época os argumentos contrários: a iniciativa criaria problema diplomático grave para esses países, que querem tudo menos se indispor com o Brasil. E também para Dilma Rousseff, a quem caberia dar o salvo-conduto para que ele saísse do país.
Zé Dirceu tem dito que, mesmo com a prisão decretada, escreverá um "livro branco" sobre o julgamento, apontando incongruências do STF. Há a ideia também de, daqui a alguns anos, fazer um júri simulado. O apedeuta bandido chefe do mensalão quer aparecer de qualquer jeito.
Já o corrupto e nocivo deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP) chorou ao conversar com um amigo sobre a hipótese de ser preso em breve. Estes bandidos deveriam passar o resto da vida na cadeia, pois já demostraram o quanto são perigosos para sociedade.
Já o ex guerrilheiro, José Genoino pedirá prisão domiciliar caso sua detenção seja determinada nos próximos dias. Alegará problemas de saúde. Foi aconselhado ainda a pedir aposentadoria por invalidez, ideia até agora descartada.
Apesar da tensão máxima entre os réus, o ministro Joaquim Barbosa não pretendia, pelo menos até ontem, pedir a prisão imediata deles caso os infringentes sejam descartados e o julgamento chegue ao fim. Prefere aguardar a publicação das decisões.
O Senado irá fatiar a PEC do voto secreto aprovada na noite de terça-feira na Câmara para agilizar a aprovação apenas do dispositivo que determina a abertura dos votos dos parlamentares em processos de cassação. Em reunião nesta quarta-feira, o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Vital do Rêgo (PMDB-PB), elaboraram a manobra regimental para driblar as resistências de senadores da base e da oposição contra o voto aberto para todas as hipóteses.
— Pegamos a PEC 349, que já foi aprovada na Câmara, e aproveitamos o que é consensual, que é o voto aberto para cassação. Daí aprovamos esse dispositivo, ele vai para promulgação, e o restante da PEC continua tramitando. Dessa forma, evitamos ter de mandar a PEC de volta para a Câmara e perder ainda mais tempo para dar essa resposta que a sociedade quer — disse Vital.
Renan Calheiros afirmou que pediu um levantamento sobre a possibilidade de executar a manobra e que encontrou ao menos um precedente: a PEC da Previdência, que também teria sido fatiada para que apenas alguns pontos fossem aprovados. De acordo com o presidente do Senado, ficou acertado que, na próxima quarta-feira, Vital do Rêgo irá levar o dispositivo à CCJ para análise dos senadores. Assim, acredita Renan, será possível aprovar a medida com rapidez.
— Abrir todas as votações fragiliza o Legislativo. As oposições históricas são contrárias a isso, porque o parlamentar pode ficar exposto ao governo de ocasião ou a autoridades. Mas, em regra geral, há um esforço para garantir a transparência e o que o Senado vai fazer é aprovar o que já aprovou antes, em outra PEC, que agora está parada na Câmara. É a resposta que temos de dar à sociedade, para evitar casos como o de Donadon e outros que ainda estão por vir — afirmou Renan.
Mais cedo, o senador Pedro Taques (PDT-MT) criticou a saída adotada pela Câmara. Ele avaliou que a proposta, com abertura dos votos em todas as votações, teria resistência no Senado.- Eu penso que a votação ( da PEC 349) pode ter resistência no Senado. A resposta (da Câmara) é só para inglês ver. A solução é a Câmara votar a nossa PEC lá, seria muito mais rápido. Nós temos que resolver de uma vez por todas essa questão sobre pena de cair na segurança jurídica – disse Pedro Taques.
O líder do PSDB, senador Aloysio Nunes (SP), disse que é um “absurdo” a PEC aprovada na Câmara . Ele é a favor do voto aberto para a cassação de mandatos.- Da parte da oposição, é mais que tiro no pé: é tiro no ouvido. A Câmara aprovou voto aberto para escolha do Procurador-Geral da República e ministros do Supremo Tribunal Federal. Um tem atribuição de propor ação penal contra parlamentar federal, o outro, de julgá-lo. É colocar todos em situação de potencial suspeição. Chega a ser indecoroso - afirmou.
Segundo Álvaro Dias (PSDB-PR), muitos senadores não concordam, por exemplo, com o voto aberto para indicações de ministros de tribunais superiores.— A visão geral é de que a preservação do voto secreto, neste caso, é benéfica para o país. Já para o voto aberto em cassações de mandatos foi alcançado o consenso, tanto no Senado como na CCJ da Câmara, e ela pode ser promulgada ainda este ano defendeu o senador. (O Globo)

Gravações que integram o dossiê que dois ex-assessores da deputada Janira Rocha (PSOL) tentaram vender à secretária estadual de Defesa do Consumidor, Cidinha Campos, mostram a parlamentar confirmando ter havido desvio de dinheiro do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência Social (Sindsprevi/Rio) para fins eleitorais. Parte dos recursos, inclusive, teria sido usado para a fundação do PSOL com a conivência de diretores do sindicato, que teriam assinado documentos atestando que receberam recursos que, na verdade, jamais chegaram ao destino final. Ela admite também que tanto ela quanto outros militantes usaram o dinheiro do sindicato para financiar a candidatura. Ex-diretora de finanças do Sindsprevi/Rio, a deputada era presidente do Diretório Estadual do PSOL e líder do partido na Assembleia Legislativa (Alerj) até esta segunda, mas se afastou dos cargos após as denúncias.
— Nós fizemos merda. Contratamos uma porrada de gente para esse sindicato. O sindicato tem orçamento de R$ 1,5 milhão e temos R$ 800 mil de folha de pagamento. Pegamos dinheiro emprestado por fora das regras do mercado. Porque pegamos direto com agiota. O que temos que fazer. Tem roubo? Não tem roubo. Mas quem tá de fora não entende, não quer saber que é para ação política. Para eles é merda, é golpe — disse a deputada.
O comercial do PT, na boca do Luiz Claudio Marcolino, afirmava:
“Você já imaginou o metrô com 26 quilômetros a mais, cruzando toda a cidade, capaz de transportar com conforto e rapidez mais de um milhão de pessoas por dia? Ou com tarifa zero? Seria assim, se não fossem os desvios bilionários do governo estadual nos escândalos do metrô e na CPTM. É necessária uma rigorosa apuração. Queremos transparência.”
Tendo em vista a mentira do PT mensaleiro, o tribunal tirou a propaganda do ar. Aliás, por que o Haddad, que é do mesmo PT do Mensalão, não dá tarifa zero para os paulistanos? Aliás, se o Alckmin e o Marcolino aí da foto oferecessem o mesmo produto, com o mesmo preço para você, de quem você compraria? Sinceridade!
O STF (Supremo Tribunal Federal) rejeitou parcialmente o recurso apresentado pelo deputado João Paulo Cunha (PT-SP) e manteve sua condenação em nove anos e quatro meses de prisão. Além disso, os ministros confirmaram que, no processo do mensalão, cabe ao tribunal decretar a cassação do mandato parlamentar, ficando a Câmara somente responsável por declarar a perda.
De acordo com o presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, os pedidos de redução de pena ou os que tratavam da perda do mandato não poderiam ser discutido através do tipo de recurso apresentado, conhecido como "embargos declaratórios".Eles servem somente para esclarecer pontos obscuro, contraditório ou omisso do acórdão (documento que resume o que foi decidido durante o julgamento). Por isso, apesar do Supremo, com sua nova composição entender, hoje, que cabe à Câmara dar a última palavra sobre a perda do mandato de um parlamentar condenado, não era esse o entendimento anterior, que deve valer para o mensalão."Os cuidadosos votos proferidos não deixaram margem para dúvida sobre a atribuição dessa matéria, cabendo a esta corte a decisão final [sobre a perda do mandato]", disse Barbosa.
O ministro Luís Roberto Barroso, que junto de Teori Zavascki foi o responsável por mudar o entendimento do STF sobre a perda do mandato ao julgar o caso do senador Ivo Cassol (PP-RO), condenado por fraude em licitações, também entendeu que o tipo de recurso apresentado não poderia reabrir o processo. Por isso, acompanhou o voto do presidente.
O ministro Ricardo Lewandowski votou no mesmo sentido. Ele explicou que, por mais que o STF hoje tenha uma posição diferente sobre quem dá a última palavra sobre a perda de mandato, na época do julgamento do mensalão ficou decidido que ela cabia ao Supremo."Naquela época, o plenário decidiu que competia ao STF estabelecer a perda do mandato, mas logo depois, no julgamento [do senador Cassol] (...) o pleno deliberou em sentido diverso, dizendo que a competência cabe ao Congresso. Mas, no acórdão [do mensalão], assim foi decidido à época e reflete o pensamento do plenário à época", destacou.
DESVIO
Os ministro acolheram um dos pedidos feitos no recurso de Cunha no que diz respeito ao montante que teria sido desviado da Câmara. Na denúncia apresentada pelo MP (Ministério Público), consta que o deputado desviou R$ 536 mil do contrato da Câmara com a agência de publicidade de Marcos Valério --a SMPB. Só que, nas alegações finais do MP, foi apresentado outro valor para o desvio: R$ 1,07 milhão. Por isso, os ministros decidiram que, para efeitos de condenação, Cunha foi condenado pelo valor de R$ 536 mil. Essa correção é positiva para o deputado, uma vez que vai influenciar no valor que ele terá de ressarcir aos cofres públicos futuramente. (Folha Poder)
STF reafirma seu poder para detonação imediata de mandato de deputados condenados no Mensalão
Por Jorge Serrão
O Legislativo levou ontem uma trombada do Judiciário, colaborando ainda mais a confusão institucional tupiniquim. E os deputados mensaleiros se deram mal. O Supremo Tribunal reafirmou sua decisão de que a perda de mandato dos parlamentares condenados na Ação Penal 470 deva acontecer automaticamente com a conclusão total do julgamento de todos os recursos.
O STF interpretou que cabe à Mesa Diretora da Câmara dos Deputados apenas declarar vago o posto do deputado condenado. Assim, tão logo o Mensalão seja considerado, de verdade, “transitado em julgado”, ficam sem emprego os deputados João Paulo Cunha (PT-SP), José Genoíno (PT-SP), Pedro Henry (PP-MT) e Valdemar Costa Neto (PR-SP). Assim que se transformarem em cidadãos comuns, sem imunidade do mandato, os quatro migrarão do paradisíaco parlamento para o infernal parlatório da cadeia – mesmo que em regime semi-aberto. Mas o grande golpe para os mensaleiros é perder os direitos políticos.
O Super Presidente do STF, Joaquim Barbosa, aproveitou para dar seu recado cuidadoso ao parlamento: “Os cuidadosos votos proferidos pelos ministros desta Corte não deixaram qualquer margem para dúvida sobre a atribuição do Supremo Tribunal Federal nessa matéria, cabendo a esta Corte a decisão final sobre a perda dos mandatos eletivos pela prática de crime contra administração pública, reservando-se à Câmara dos Deputados a providência meramente declaratória desse perda”
Agora, o grande mistério do julgamento do Mensalão é se o STF aceitará ou não os embargos infringentes como recursos válidos. Barbosa queria que a questão fosse resolvida antes dos protestos de rua marcados para o feriado de sábado, 7 de setembro, quando o Brasil comemora sua suposta Independência. Por enquanto, nada está certo para uma polêmica sessão extra de sexta-feira no STF. De repente, empurrar a decisão para semana que vem pode alimentar, ainda mais, a bronca dos manifestantes que cobram uma solução final para o caso dos mensaleiros – até agora, na prática, ainda impunes.
Pela atual pressão de opinião pública, será muito complicado, politicamente falando, se a maioria do STF resolver que os embargos infringentes podem ser aceitos para alterar sentenças do Mensalão, como prevê o regimento do STF, ao arrepio da legislação em vigor sobre o assunto. O casuísmo de fazer um regulamento ficar acima de uma lei pode ter um custo institucional muito alto. Tal golpe disfarçado, dependendo dos protestos que gerar, tem consequências imprevisíveis.
Denúncia Gravíssima: Cubanagem contra o EB
Na Amazônia é comum médicos das Forças Armadas atenderem no SUS, especialmente em São Gabriel da Cachoeira e Tabatinga.
Por isso, torna-se assustadora a Carta de Demissão de um Aspirante do Exército em São Gabriel da Cachoeira.
O médico militar foi forçado a se demitir para dar lugar a um “médico” cubano...
Mentira fora do ar
O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo decidiu ontem tirar do ar uma propaganda mentirosa do PT.
Na inserção de TV e rádio, questionada judicialmente pelo PSDB, o deputado petista Luiz Marcolino fez acusações, em tom eleitoreiro, contra o Governo do Estado de São Paulo.
Distorcendo as investigações em curso, o deputado, em sua fala, acusou o governo estadual de ter desviado dinheiro do metrô e da CPTM.
Ação judicial
O governador Geraldo Alckmin já entrou na Justiça com pedido de indenização contra a Siemens, empresa denunciante e participante do cartel.
As investigações feitas pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) apuram denúncia de formação de cartel nas obras de trens e do metrô.
Além de omitir o conluio entre as empresas participantes para fraudar licitações neste caso, o PT faz questão de não lembrar que seu governo mantém pelo menos 10 negócios com a mesma transnacional – todos eles com indícios de graves irregularidades.
Mensalão interno?
Vai encarar a cadeia?
Tudo é Possível
Batendo no Super Barbosa?
Dá pra fazer um acordo?
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Escândalo! Petista denuncia compra de 600.000 votos na eleição do Presidente do PT.
por cardoso lira
Rui Falcão, o favorito. Henrique Fontana, o acusador.
Compra de votos no PT - Esta é a denúncia mais grave desde o mensalão. O deputado Henrique Fontana (PT-RS) acusa que há compra de votos na eleição para presidente do PT."Desconfio de pagamento coletivo. Uma pessoa pagou para um grupo e isso é voto de cabresto" diz. Ele conta:"184.893 filiados estavam aptos a votar em 28/8. Ontem, eram 780 mil os filiados que estavam em dia com a tesouraria". ( Coluna Panorama Político, O Globo )
Os avanços graduais nos ambientes regulatório e econômico do Brasil levaram o país a encerrar 2012 entre as 50 economias mais competitivas do mundo, mas essa "conquista" se reverteu neste ano. No ranking de competitividade elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, o Brasil perdeu oito posições em 2013, ao passar de 48º para o 56º lugar, e voltou a ficar atrás de México, África do Sul e Costa Rica, entre alguns exemplos.
Realizado em parceria com a Fundação Dom Cabral no Brasil, o Relatório Global de Competitividade, liderado pela Suíça, é baseado em 12 pilares. Um terço dos quesitos avaliados depende de dados qualitativos, coletados por meio de entrevistas realizadas entre fevereiro e abril deste ano com cerca de 2 mil executivos.Dentre as doze competências avaliadas, o Brasil perdeu posições em onze. Embora a piora tenha sido generalizada, Carlos Arruda, coordenador da pesquisa no Brasil, ressalta os maus resultados observados em três pilares.
A posição dos fatores macroeconômicos, que mede a evolução de variáveis fiscais e da inflação, declinou 13 degraus em comparação com outros países, para o 75º lugar. "De 2000 para cá, esta foi uma das piores colocações neste quesito" diz. No caso da eficiência do mercado de bens e de trabalho, nos quais o país caiu 19 e 23 lugares, respectivamente, Arruda avalia que o desempenho ruim reflete velhos problemas, como a elevada carga tributária e a rigidez das leis trabalhistas. A taxação sobre a mão de obra, por exemplo, coloca o Brasil no fim da lista, apesar das medidas tomadas pelo governo, como a desoneração da folha de pagamentos para alguns segmentos da indústria e de serviços. "Esse tipo de medida, só para alguns setores, não surte efeito sistêmico. O que tenho observado é que o governo age experimentalmente".
O tamanho do mercado seguiu como principal ativo do Brasil. É o pilar no qual o país aparece na melhor posição, em 9º lugar, mesmo resultado observado em 2012. Arruda ressalta que não necessariamente houve retrocessos absolutos nos quesitos avaliados, mas os avanços se deram em escala inferior ao observado em outros países próximos no ranking, o que explica a perda em termos relativos. É o caso, por exemplo, da infraestrutura, no qual o país perdeu uma posição e agora aparece em 71º lugar. Houve melhoras nas notas para os portos e aeroportos, por exemplo, mas não na velocidade necessária para levar o Brasil a ultrapassar outras nações.
No geral, este não foi um bom ano para os emergentes. Entre os Brics, a China continua a ser o país mais competitivo, na 29ª colocação, mesmo resultado de 2012. A África do Sul e a Índia perderam uma posição, o México duas e a Argentina despencou dez lugares. (Valor Econômico)
Por Jorge Serrão –
O medinho de algo muito mais forte que a gritaria nas ruas falou mais alto ontem na Câmara. Por isso, os deputados federais aprovaram ontem, por unanimidade, o projeto que acaba com o voto sigiloso para todas as votações do Legislativo, sem exceções. O voto aberto foi surpreendentemente apoiado por todos líderes de partidos.
Antes da votação, o presidente da Câmara, Henrique Alves, procurou o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, para pedir que seja votada, com urgência, a liminar que permitiria à mesa diretora da Câmara cassar o deputado-presidiário Natan Donadon (que agora é o grande bode expiatório nacional). O caso pode ser apreciado pelo STF na semana que vem, em regime de urgência.
Hoje, o STF volta a cuidar de um assunto delicadíssimo na apreciação dos recursos do Mensalão. A Corte pode rediscutir a decisão que determinou a perda dos deputados que foram condenados. O pedido foi feito pelo deputado-condenado João Paulo Cunha (PT-SP) em seus embargos de declaração.
Cunha e seus colegas esperam ser beneficiados pela brecha aberta pelo STF, em 8 de agosto passado, quando foi julgada a perda de mandato do senador Ivo Cassol (PP-RO), condenado por fraude em licitação. Por 6 votos a 4, o STF resolveu que o Senado é quem deveria cuidar da cassação ou não do mandato. Cunha quer tratamento parecido, para que a maioria petralha na Câmara salve ele, José Genoíno, Valdemar Costa Neto e Pedro Henry – todos condenados na Ação Penal 470.
A polêmica vai rolar pesada, logo mais, no STF...
Tá chegando a hora...
O Super Joaquim Barbosa, herói nacional que preside o Supremo Tribunal Federal, deseja que seus outros 10 semideuses do Supremo Tribunal Federal decidam, na quinta-feira, se devem ou não serem aceitos os embargos infringentes como recursos dos condenados no Mensalão. Como deseja tudo resolvido antes de 7 de setembro, quando estão previstas mega-manifestações pelo Brasil cobrando a prisão já dos mensaleiros, Barbosa pode até convocar uma sessão extra do STF para sexta-feira. A Sala de Justiça está dividida sobre o assunto.
Contagem Regressiva
Fuga para a Vitória?
Por Paulo Roberto Gotaç
A 8 de dezembro de 1941, um dia após o ataque à base americana de Pearl Harbour pela marinha japonesa, numa ação ousada e presumivelmente inesperada, o então presidente Franklin D. Roosevelt, do partido Democrata, solicitou, através de um discurso inflamado, autorização do Congresso para declarar guerra ao Japão.
O mundo já estava em conflito e a resposta dos congressistas foi imediata e natural.
Tratava-se de uma situação que dava pouca margem a dúvidas, já que o inimigo estava perfeitamente definido e a opinião pública totalmente motivada e traumatizada pela agressão .
72 anos após, um outro presidente americano, encarnando a imagem de xerife do mundo, também democrata, prepara-se para atacar um país sobre cujo governo pesa a responsabilidade de ter empregado armas químicas, proibidas por tratado internacional, contra a população civil.
Assim como ocorreu em 1941, a ação espera autorização do Congresso, mas agora sem um apoio majoritário da opinião pública.
Hoje, o alvo do ataque, a Síria, não é inimigo declarado do povo americano, não praticou ações inesperadas contra nenhuma parte do território pátrio e luta contra outro possível inimigo que ninguém sabe identificar, que usa armas fornecidas não se sabe exatamente por quem mas que consegue também manejar armamento químico.
É evidente, portanto, que a situação de Barack Obama é infinitamente mais desconfortável que a de Roosevelt, mesmo porque o mundo 72 anos depois está irreconhecível.
A sua perplexidade e tíbia convicção são inequívocas para um observador que se disponha a analisar atentamente sua expressão facial nas aparições na TV.
Ao contrário do velho democrata que dispôs das condições ideais para amalgamar toda a sociedade americana, o atual presidente só procura desesperadamente por uma cumplicidade.
Que suas escolhas como político sejam razoáveis e que, da sua solidão, se originem decisões que visem ao alcance da melhor paz possível.
Paulo Roberto Gotaç é Capitão-de-Mar-e-Guerra, reformado.
O pedido de perdão das Organizações Globo
Por Valmir Fonseca
Nos últimos anos, tornou - se habitual alguém ou alguma entidade de cabeça baixa e denotando doloroso arrependimento pedir perdão por seus atos do passado.
A própria Igreja Católica publicamente reconheceu que durante centenas de anos havia tratado de modo imperdoável alguns de seus clérigos que se tornaram contumazes molestadores de crianças.
Este foi apenas um dos muitos exemplos de arrependimentos expostos ao público.
Para o infrator ou a sua entidade “o mea culpa”, por ser um ato de coragem ou de admissão que errara, o gesto parece ser de altíssima dignidade, e espera contar com a boa vontade de seu público pelo seu desprendimento.
Em geral, na maioria dos casos, o criminoso, o ladrão, o safado tende a demonstrar arrependimento quando pilhado em delito. Se não fosse, ficaria amoitado com as suas culpas.
Em 1964, o Brasil estava prestes a ser dominado pelos adeptos do regime comunista. Não era o desejo da população, que em geral nem sabe o que quer, mas que era repudiado pelos democratas e cidadãos esclarecidos, que acompanhavam o avanço do marxismo através do Movimento Comunista Internacional (MCI).
As Forças Armadas por sua missão na defesa externa do País acompanhavam os terríveis passos do comunismo pelo mundo.
Onde adentrava o marxismo, a tirania era implantada e o País passava a ser subordinado a uma nomenclatura, uma penca de indivíduos que se proclamavam os grandes gurus do novo território.
Neste contexto, algumas organizações eram favoráveis à nova subordinação nacional. As entidades infiltradas, os sindicatos, as agremiações estudantis e outras similares, ligadas à imprensa, e aos meios de comunicação, agressivamente apoiavam e até participavam dos atos que conduziriam à queda do governo democrático para a ascensão do comunismo
Por outro lado, outras pressentiam o caos que se aproximava e reverberaram contra o mal, e muitas empresas de jornalismo, revistas e jornais apoiavam as reações contra o perigo comunista.
Ao deter o marxismo, as Forças Armadas foram aplaudidas pelo seu corajoso gesto pelos mais respeitados meios de comunicação.
O jornal “O Globo” foi uma deles.
Talvez na época os seus responsáveis até abominassem a Contrarrevolução de 31 de março, porém para se darem bem com a situação vitoriosa da atitude militar, trataram de publicar artigos e editoriais favoráveis.
Hoje, como muitos casos de arrependimento, a Rede Globo, diz - se arrependida por ter “O Globo” aplaudido a Contrarrevolução. Um espanto.
Nunca saberemos a verdade. Na época, a sua posição de fato seria a de repudiar? Seu apoio foi forçado?
Hoje, após décadas, declara - se envergonhada de ter apoiado no citado Editorial do jornal “O Globo” a Contrarrevolução.
Por que será? O gesto é de foro interno? Um drama de consciência? É forçado? É econômico?
Nunca saberemos. Contudo, uma certeza nos atinge, a Rede Globo é conivente e deseja que o Brasil seja dominado por uma nomenclatura que a torne o seu porta - voz.
Ou seja, a Rede Globo aspira a ser a grande anunciadora do regime que invadiu a nossa pobre terra.
Lamentavelmente, é um nefasto tiro no pé, pois é um meio de comunicação que deveria preservar a sua credibilidade, e ao declarar o seu arrependimento de ter louvado a Contrarrevolução, demonstra claramente que sua linha de procedimento está subordinada aos ventos de ocasião.
Sem dúvida, seus atuais traiçoeiros e perjuros Diretores contam com a lassidão da população nativa, que não está preocupada com a sua credibilidade. Mas que estão prontos para vender ou alugar sua falta de dignidade para os atuais detentores do poder.
Valmir Fonseca Azevedo Pereira, General de Brigada na reserva, é Presidente do Ternuma.
O medinho de algo muito mais forte que a gritaria nas ruas falou mais alto ontem na Câmara. Por isso, os deputados federais aprovaram ontem, por unanimidade, o projeto que acaba com o voto sigiloso para todas as votações do Legislativo, sem exceções. O voto aberto foi surpreendentemente apoiado por todos líderes de partidos.
Antes da votação, o presidente da Câmara, Henrique Alves, procurou o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, para pedir que seja votada, com urgência, a liminar que permitiria à mesa diretora da Câmara cassar o deputado-presidiário Natan Donadon (que agora é o grande bode expiatório nacional). O caso pode ser apreciado pelo STF na semana que vem, em regime de urgência.
Hoje, o STF volta a cuidar de um assunto delicadíssimo na apreciação dos recursos do Mensalão. A Corte pode rediscutir a decisão que determinou a perda dos deputados que foram condenados. O pedido foi feito pelo deputado-condenado João Paulo Cunha (PT-SP) em seus embargos de declaração.
Cunha e seus colegas esperam ser beneficiados pela brecha aberta pelo STF, em 8 de agosto passado, quando foi julgada a perda de mandato do senador Ivo Cassol (PP-RO), condenado por fraude em licitação. Por 6 votos a 4, o STF resolveu que o Senado é quem deveria cuidar da cassação ou não do mandato. Cunha quer tratamento parecido, para que a maioria petralha na Câmara salve ele, José Genoíno, Valdemar Costa Neto e Pedro Henry – todos condenados na Ação Penal 470.
A polêmica vai rolar pesada, logo mais, no STF...
Tá chegando a hora...
O Super Joaquim Barbosa, herói nacional que preside o Supremo Tribunal Federal, deseja que seus outros 10 semideuses do Supremo Tribunal Federal decidam, na quinta-feira, se devem ou não serem aceitos os embargos infringentes como recursos dos condenados no Mensalão. Como deseja tudo resolvido antes de 7 de setembro, quando estão previstas mega-manifestações pelo Brasil cobrando a prisão já dos mensaleiros, Barbosa pode até convocar uma sessão extra do STF para sexta-feira. A Sala de Justiça está dividida sobre o assunto.
Contagem Regressiva
Fuga para a Vitória?
Mandado de segurança do PSDB cassa mandato de Donadon. Não adiantou a blindagem do PT.
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta segunda-feira (2/9) a decisão tomada na semana passada pela Câmara dos Deputados de manter o mandato do deputado federal Natan Donadon (sem partido - RO). Condenado a 13 anos de cadeia pelos crimes de peculato e formação de quadrilha, o parlamentar está detido no presídio da Papuda, em Brasília.
A liminar concedida nesta tarde pelo ministro Barroso atende a um pedido feito pelo líder do PSDB na Câmara, deputado Carlos Sampaio (SP). O tucano havia entrado com um mandado de segurança no qual questionou a decisão tomada pelo plenário da Casa Legislativa.
Postado pelo Lobo do Mar
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