segunda-feira, 11 de novembro de 2013

A Intragável Realidade

POR CARDOSO LIRA



Na “caverna”, apesar da solidariedade reinante, temos eventuais discordâncias, coisas de somenos, é claro.
Um dos mais otimistas acredita que após a Copa do Mundo, a bancarrota econômica nacional provocará uma onda de manifestações populares que mergulhará o País na desordem.
“Será a virada moral da sociedade, disposta a banir os vermes e os parasitas”.
“Isto, se o Brasil não vencer a Copa”, sublinhou o otimista, “pois se vencer, o tsunami carnavalesco será tão grandioso que qualquer reação do poviléu ficará para o próximo século”.
“Porém, em caso de derrota”, prosseguiu o otimista, “os manifestantes em massa e descaracterizados sairão pelas ruas das principais capitais e, em Brasília, invadirão o Congresso, o Palácio do Planalto e aos pontapés expulsarão os parlamentares”.
Destacou, ainda, que a descaracterização será necessária e fundamental para realizar o cerco aos “black shits” e congêneres, “que serão devidamente banhados em piche e cobertos com penas de galinhas”.
“Os mais radicais”, declarou, “deverão empalar os do PT e seus simpatizantes”.
Quanto à mandatária”, ele afirmou, “será queimada em praça pública”. Depois mudou por algum motivo, talvez por considerá - la um traste(?) para, “será incinerada”.
Mas é um sonho, pois outro indignado mais realista, não acredita em nada do que é esperado pelo otimista.
“Meus preclaros” anunciou o realista, “o fato de o País entrar na falência, não significará nem mudará nada, pois, em qualquer cenário, a alta cúpula sempre passará bem, pois com as mordomias existentes e os bons hotéis, para eles nunca faltarão os transportes adequados, os aviões de luxo e os helicópteros sofisticados”.
“Vejam Cuba, por exemplo. Lá, desde 1959, o país vive numa miséria de dar gosto, regrediu espantosamente, a economia não existe, nem a indústria, nem a agricultura, no entanto a alta cúpula está firme e forte e não abre mão de sua excelência”.
“E durante todos estes anos, mais de 50, inibiu com mão de ferro todas as denúncias e reclamações e o povinho, nem chia”
“Vamos para a Coréia do Norte, lá é a mesma coisa há dezenas de anos. Como é praxe, o nababesco luxo em que vive a alta cúpula não sofreu qualquer abalo, pois a população parece entrar em orgasmos diários diante da própria miséria”.
Logicamente, quando analisamos aqueles dois países, e até a Venezuela, que descaradamente está na berlinda econômica e ideológica, estupefatos, mas não surpresos, vemos que o populacho nem se abala e nada faz para expurgar os seusempreendedores governantes.
“Logo, podemos concluir”, asseverou o realista, “que conhecendo a fibra de nossa gente, de seu gosto por feriados e trios elétricos, por programas como o BBB, por Coliseus futebolísticos, por porta - bandeiras com traseiros colossais, e as efervescentes quadras de escolas de samba, de que nada mudará”.
Diante do silêncio, uma tristeza de doer invadiu as escuras paredes da gruta.
E fomos afiar os nossos facões de mato, pois a conclusão é que a coisa só mudará se for iniciada outra contrarrevolução para expurgar os velhacos que tanto conhecemos.
Brasília, DF, 10 de novembro de 2013
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

A Ditadura do Proletariado e o Desemprego no Brasil - Dep Jair Bolsonaro...

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Gestões petistas estão dizimando o país dos Petralhas.


Por Cardoso Lira

Passando os olhos na Folha de São Paulo de hoje, três dados mostram o câncer terminal que assola o Brasil nas mãos da terceira gestão petista.
O editorial do jornal afirma que o desempenho do Ministério dos Transportes é constrangedor. Segundo reportagem do jornal "Valor Econômico", o montante investido em rodovias e ferrovias deverá ser, neste ano, o menor desde o início do governo Dilma --R$ 9 bilhões, diante de R$ 10,4 bilhões em 2012 e R$ 12,9 bilhões em 2011. O investimento público no setor permanece estagnado em torno de 1% do PIB, enquanto outros países em desenvolvimento alocam pelo menos o dobro. O ministro da Dilma, entrevistado, aceita que falta planejamento e capacidade estratégica para o governo. Que a bagunça pública inibe investimentos privados e atrasa investimentos públicos.
No seu artigo semanal, um Senador (PSDB-MG) informa que em 2012, o número de assassinatos no país ultrapassou a espantosa casa dos 50 mil. Isso representa nada menos do que 10% dos assassinatos estimados em todo o planeta, número superior às baixas verificadas em conflitos armados na Tchetchênia, Angola ou Iraque. Que dos R$ 3,1 bilhões previstos para investimentos no ano passado, R$ 1,5 bilhão sequer foram empenhados. E apenas 23,8% do total previsto se transformaram efetivamente em ações contra a convulsão registrada na área. É inacreditável, mas é verdade: do total das despesas em segurança no país, só 13% vêm dos cofres da União. Isso sem falar das promessas que não saíram da propaganda eleitoral.
Por fim, a notícia de que nos primeiros nove meses do ano, o governo economizou apenas R$ 27 bilhões da arrecadação de impostos e outras receitas para abater a dívida pública, a metade do já modesto esforço fiscal feito no período correspondente de 2012.  A meta para este ano era de R$ 73 bilhões! Obviamente, vem aí mais maquiagem e mais contabilidade criativa. E quem vai pagar a conta são os municípios e estados.
É hora de unir as forças produtivas do país, ao lado da imprensa e de todas as instituições democráticas para impedir que o PT tenha um quarto mandato e destrua toda a economia nacional. É o que está ocorrendo hoje, corroendo o futuro das próximas gerações.


Às vésperas da sessão que realizará no Brasil, o presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos, Diego Garcia-Sayán, disse que o órgão não modifica sentenças, uma das estratégias anunciadas por réus do mensalão para tentar reverter a condenação. Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal retoma também mais uma fase recursos no processo do mensalão.
Com o julgamento de parte deles marcado para quarta-feira, existe a possibilidade de concluir o processo para alguns dos réus --entre eles Roberto Jefferson e os deputados federais Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT).
O presidente da corte evita falar sobre o caso, mas ressalta que não cabe à corte modificar sentenças. "A corte não pode modificar uma sentença. Se houve pena de prisão, ela não pode aumentá-la ou reduzi-la."A Corte Interamericana de Direitos Humanos tem por tradição nunca tratar de assuntos do mesmo país em que realiza sessões. "Qualquer coisa que aconteça no Brasil será em paralelo", disse Diego Garcia-Sayán. "Não temos elementos sobre o mensalão. Não queremos insinuar respostas", completou.
Diego Garcia-Sayán explica que a corte costuma tomar dois caminhos quando é questionada sobre violações de garantias judiciais, como é o caso dos réus do mensalão, que reclamam não ter direito a uma revisão do processo. "Na hipótese de que se afetou algum direito processual ou uma garantia judicial, a corte às vezes estabelece uma reparação econômica e em outras determina que se retifiquem as partes em que os direitos processuais foram afetados". Mesmo quando a corte entende que parte do processo deve ser corrigido, são os próprios tribunais locais que fazem a nova análise --e não o órgão internacional, afirma o presidente da corte.
Nesta semana, a Corte Interamericana de Direitos Humanos realiza sua segunda sessão no Brasil --a primeira foi em 2006. A sessão tratará de um caso colombiano de 1985 relativo ao desaparecimento de pessoas durante a retomada pelo Exército do Palácio da Justiça, ocupado pelo então grupo guerrilheiro M-19. (Folha de São Paulo)


Abin espionou jornalistas durante governo Lula

Por Robson Bonin, na VEJA:

Um documento da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que descreve detalhes de uma queda de braço travada entre um agente e seus superiores durante o governo Lula, tem valor histórico inestimável. Esse documento, hoje arquivado, é a evidência oficial mais forte até aqui de algo que agentes confidenciavam a jornalistas, mas não podiam provar: o governo Lula espionou a imprensa. O texto revela que houve uma “Operação Mídia”, ação clandestina de espionagem de jornalistas e donos de empresas jornalísticas. VEJA teve acesso ao documento de seis páginas no qual o tenente-coronel André Soares revela a existência da operação ilegal.
Soares trabalhava como analista de informações da agência havia dois anos. Estava lotado na área de contrainteligência, encarregada de vigiar suspeitos de ligação com grupos terroristas e de monitorar a ação de espiões estrangeiros em território brasileiro. Antes de chegar à Abin, tinha passado pelo Centro de Inteligência do Exército (CIE). No documento, o oficial relata que foi convocado à sala do chefe em um fim de expediente em 2004. Lá, recebeu a missão de procurar um determinado informante. Tudo o que o chefe lhe passou foi o codinome do informante, sua profissão, o lugar do encontro e, o mais importante, o título e o objetivo da missão: “Operação Mídia”.

PT dá calote em médicos estrangeiros em Goiânia.

Ouça a denúncia feita na Rádio CBN.
E do Blog Goiás 24 horas:
O programa Mais Médicos prevê que as prefeituras paguem auxílio-moradia aos profissionais estrangeiros, mas o acordo não está sendo cumprido em Goiânia. Até hoje, a prefeitura de Paulo Garcia (PT) não pagou um centavo para os 24 médicos que estão em atividade na Capital desde setembro. Pior é que, além de levar calote, eles são acusados pelo secretário municipal de Saúde, Fernando Machado, de serem “radicais”. “Eles [os médicos] entraram sabendo das condições e onde iriam trabalhar. O programa não foi feito porque estávamos com sobra de médicos, unidades bonitas e bem arrumadas. Acho que está tendo muito radicalismo”.

Petrobras e a internacionalização da corrupção do PT.

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Lula: estádios, palestras, portos, refinarias, contratos, tudo pela Odebrecht. Na foto, o sorrisão de Emílio Odebrecht no estádio do Corinthians.
http://www.bahiaalerta.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Dilma-e-empres%C3%A1rios-Odebrecht.jpg
Dilma e a diretoria da Odebrecht, em encontro na Bahia.
Graça Foster, Edison Lobão, Dilma Rousseff e bem à direita Marcelo Odebrecht, presidente do grupo, inaugurando mais uma planta da Braskem, sociedade entre a Odebrecht e a Petrobras. Tudo dominado.
O contrato firmado em 2010 entre a Petrobrás e o grupo Odebrecht, para prestação de serviços em dez países, incluiu itens com preços inflados que, em alguns casos, ultrapassavam a marca de 1.000%. Auditoria interna da petroleira comparou os preços acordados no contrato com médias de preços em cada país. O resultado mostrou que na Bolívia, por exemplo, os itens estavam entre 9% e 1.654% mais caros; no Chile, entre 14% e 598%; na Argentina o sobrepreço médio foi de 95%.
Documentos da petroleira, obtidos com exclusividade pelo Broadcasty serviço em tempo real da Agência Estado, mostram também que no contrato (PAC SMS) houve inclusão indevida de impostos na formação de preços nos Estados Unidos, Chile e Argentina, elevando o valor dos serviços em US$ 15 milhões.
Mesmo antes do início dos trabalhos, 60% dos 358 projetos de SMS, sigla referente às áreas de segurança, meio ambiente e saúde foram retirados do acordo. Mas o contrato não protegia a Petrobrás e os valores dos projetos cortados foram incluídos - e parcialmente pagos - sob outra rubrica (mobilização). Sob a descrição genérica de "passivo e gestão", sem o detalhamento do tipo de serviço, aparecem US$ 91 milhões.
As instalações onde os serviços seriam feitos incluíram a refinaria de Okinawa (Japão), refinaria de Bahia Blanca (Argentina) e Montevidéo Gás (Uruguai) e refinaria de San Lorenzo, na Argentina, vendida em 2011 para Cristóbal López, empresário com investimentos no ramo de cassinos e fortes vínculos com o governo da presidente Cristina Kirchner.
Irregularidades. A lista de irregularidades no contrato da Odebrecht com a Petrobrás começou antes da assinatura do acordo e incluiu o escopo dos serviços, composição de custos e condução da disputa. O processo licitatório já estimava gastar US$ 784 milhões com o projeto, disputado também pelas construtoras Andrade Gutierrez e O AS e vencido pela Odebrecht, por US$ 825 milhões.
O relatório dos auditores internos da Petrobrás mostra que, quando foram calculadas as estimativas de preços e assinado o contrato entre a estatal e a Odebrecht, em 26 de outubro de 2010, o detalhamento dos projetos não estava completo.
Além de destacar a ausência de um material em inglês, obrigatório diante da presença de companhias estrangeiras no processo licitatório, a auditoria ressalta que uma das empresas convidadas não tinha qualquer experiência em SMS. A auditoria conclui também que mais da metade (52%) da planilha de preços continha, escritos à mão, itens "arbitrados com quantidade 1 ou 2". A planilha foi apresentada "sem fundamentação técnica" e o fato de prever uma ou duas unidades para milhares de itens indicaria um preenchimento aleatório.
Três semanas depois da assinatura, em 11 de novembro de 2010, a Petrobrás contratou uma consultoria de Niterói (RJ) comandada por dois engenheiros aposentados da petroleira para de fato fazer o projeto. O contrato (SAP 4600323905) com a consultoria custou R$ 29 milhões e ficou pronto em setembro de 2011. A conclusão dos consultores foi que 80% dos projetos analisados não tinham dados suficientes para sua execução. Foram incluídas "instalações, projetos e serviços desnecessários, obsoletos ou incompatíveis com o propósito contratual", diz o documento da Petrobrás. Os serviços continuam em andamento e têm previsão de entrega em fevereiro de 2014, quando expira o contrato.
Outro lado. A Odebrecht disse, em nota, que "nega veementemente qualquer irregularidade nos contratos firmados com a Petrobrás, conquistados legitimamente por meio de concorrências públicas". O diretor do contrato, Marco Duran, disse que o valor contratado foi diretamente afetado pela redução de escopo do contrato decorrente do plano de desinvestimentos da Petrobrás. O diretor acrescentou que cinco dos dez países contemplados foram retirados por este motivo, restando Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e EUA. Duran disse desconhecer os cálculos de sobrepreço citados em documentos da Petrobrás.
No caso da Bolívia, o executivo disse que o país já havia sido excluído do acordo quando a Odebrecht começou seus trabalhos. "Nunca fui à Bolívia, não fiz o levantamento dos trabalhos a serem realizados. Logo, não tenho o orçamento." O processo licitatório 001/2010 diz que a Petrobrás previa gastar US$ 675,8 milhões na Bolívia. A Odebrecht ofereceu US$ 1,218 bilhão. A Andrade Gutierrez e a OAS, que perderam a licitação, ofereceram US$ 1,513 bilhão e US$ 1,548 bilhão, respectivamente, segundo documentos obtidos pelo Broadcast. Até julho de 2012, a documentação não aponta desembolsos para Bolívia, Equador, Colômbia e Japão. (Broadcast Estadão)




Entrevista de Rose Lula à Veja, jurando inocência, é tática para livrar o amigo corrupto de qualquer suspeita
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Por Jorge Serrão - 

A entrevista da futura deputada federal Rosemary Noronha à revista Veja, mereceria um prêmio de piada do século, não fosse, na verdade, uma séria estratégia de marketing político-jurídico para inocentar o ex-chefão e amigo dela. O plano é que Luiz Inácio Lula da Silva fique previamente livre de qualquer indiciamento, que poderá render uma provável condenação à ex-chefe do Escritório da Presidência da República, em São Paulo. Mas a punição, se houver, acontecerá em um futuro o mais distante possível.

A linha da fala arrumadinha de Rose à Veja foi inocentar Lula. A amiga do Presidentro alegou ser fofoca que cumprisse o papel de segunda-dama: “Minha relação com ele é de amizade, fidelidade, e totalmente profissional. As nossas famílias se conhecem desde que as crianças eram pequenas. Eu era chefe do escritório da Presidência. Nada mais natural do que encaminhar pedidos. Nunca recebi nada por isso.”

A poderosa Doutora Rose proclamou sua inocência: “Não fiz nada de errado. E tenho certeza disso. Sou inocente”. No final do ano passado, Rose foi investigada pela Polícia Federal e denunciada pelo Ministério Público Federal por formação de quadrilha, tráfico de influência e corrupção passiva, durante a Operação Porto Seguro, que flagrou o esquema de intermediação de negócios com o governo, em troca de propinas e vantagens pessoais.

Tão ou mais inocente que Rose, só um outro amigão dela. José Dirceu de Oliveira e Silva aproveitou o domingão do Processo de Eleições Diretas do PT para insistir em sua inocência no Mensalão (caso do qual o amigo Lula também foi milagrosamente poupado): “O Brasil sabe que sou inocente e eu espero que o Supremo faça justiça”. Dirceu arrematou: “Assino embaixo as palavras do Genoino na defesa dele. Como ele disse: que se faça justiça inclusive com relação ao mérito. Nós fomos condenados no mérito, não é só uma questão de redução de pena. E sendo inocentes”.

O "inocente Molusco apedeuta" também falou. Mas do futuro do Partido dos Trabalhadores: “O desafio dos próximos dirigentes do PT, além de reorganizar, é renovar o partido, porque acho que o partido precisa voltar a fazer um discurso mais para a juventude. Estou convencido de que a eleição de 2014 é uma eleição histórica para o PT. Nós temos chances de disputar as eleições em muitos estados importantes. E eu diria que o mais importante de tudo depois da presidenta Dilma é São Paulo. É por isso que nós estamos com vontade de ganhar as eleições em São Paulo”.

Em 2014, para impulsionar a candidatura de outro bandido petista Alexandre Padilha contra o tucano Geraldo Alckmin, Lula deve ser candidato ao Senado. E quem vai receber alto incentivo, pessoal e econômico, para ser candidata a deputada federal é a amiga Rosemary Noronha. Com Lula e Rose conquistando uma imunidade parlamentar, para garantir que eventuais problemas judiciais sejam tratados em foro privilegiado, o futuro fica bem mais garantido para ambos.

Dificilmente, o PT deixa de reeleger Dilma Rousseff em 2014. Além da falta concreta de oposição, inexiste um projeto alternativo para o Brasil pela via da normalidade política. Nosso País segue consolidando o Triunfo da Vontade Capimunista – que atende direitinho aos desejos da Oligarquia Financeira Transnacional que controla a Nova Ordem Mundial.

Geopoliticamente, o Brasil caminha para ser um satélite econômico dependente da China – outro país capimunista, comandado pela ideologia autoritária do comunismo, em parceria com o capitalismo selvagem dos banqueiros internacionais (os verdadeiros comandantes da economia chinesa, que se expande de forma imperialista, para fazer frente aos EUA em franca decadência).

Enquanto o PT e seus comparsas do PMDB não reinam absolutos – há muito tempo eles já têm a hegemonia -, o Brasil vai se desmilinguindo como Projeto de Nação. O que se pode esperar de um lugar que é o caos em logística, infraestrutura, ensino básico e forças armadas, mas é o paraíso da corrupção sistêmica e da midiotice política e econômica?

Uma dupla de bandidos corruptos e mal caráter!!!!




Rombo no governo da presidente Dilma será de R$ 534 bilhõesDeficit nominal nos quatro anos de mandato da petista será 73,5% maior do que o registrado na primeira gestão de Lula





Rombo no governo da presidente Dilma será de R$ 534 bilhõesDeficit nominal nos quatro anos de mandato da petista será 73,5% maior do que o registrado na primeira gestão de Lula


'As contas fiscais do Brasil têm se deteriorado devido a uma combinação do crescimento moderado das receitas com as pressões de gastos crescentes e continuados'

Shelly Shetty, diretora para América Latina da Fitch Ratings ( REUTERS/Brendan McDermid)
"As contas fiscais do Brasil têm se deteriorado devido a uma combinação do crescimento moderado das receitas com as pressões de gastos crescentes e continuados" Shelly Shetty, diretora para América Latina da Fitch Ratings

A administração Dilma Rousseff deixará uma marca nada agradável para um governante: entre 2011 e 2014, o rombo nas contas do setor público deverá totalizar R$ 534,6 bilhões, segundo as estimativas mais conservadoras do mercado e da equipe econômica. O buraco será maior do que os R$ 500 bilhões em investimentos prometidos pela presidente da República por meio das concessões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, um claro sinal de descontrole das finanças federais. Para os especialistas, o próximo ano será tão complicado, com o deficit podendo chegar a 4% do Produto Interno Bruto (PIB), que o futuro comandante do Palácio do Planalto será obrigado a aumentar impostos para manter o país governável.

Em relação ao primeiro mandato de Lula, quando houve deficit nominal (que inclui os juros da dívida pública) de R$ 308,1 bilhões, o rombo do governo Dilma será 73,5% maior. Na comparação com os últimos quatro anos do petista, nos quais faltaram R$ 336,3 bilhões para o fechamento das contas, o salto foi 59%. Não à toa, o Brasil está sob total descrença entre os investidores e pode ser rebaixado pelas agências de classificação de risco, fato que, se confirmado, elevará o custo dos empréstimos que as empresas fazem no exterior para incrementar negócios no país.

No primeiro ano de mandato, as contas de Dilma ficaram R$ 108 bilhões no vermelho. Em 2012, houve estabilidade, com deficit de R$ 109 bilhões. Neste ano, as projeções apontam para um buraco mínimo de R$ 150 bilhões, correspondente a 3% do PIB. Para 2014, ano de eleições, as estimativas apontam para rombo de R$ 167,7 bilhões, o equivalente a 3,2% do PIB. Os mais pessimistas, como o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto, falam em deficit nominal de até 4% do Produto ou R$ 210 bilhões.
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Postado pelo Lobo do mar

domingo, 10 de novembro de 2013

O direito de não ser obrigado a votar e eleger bandidos - II

Por cardoso Lira

Dilma empurra o Brasil para o mesmo buraco daquela lojinha de R$ 1,99.

A loja Pão & Circo, de Dilma Rousseff, durou apenas 18 meses, em Porto Alegre, em 1995. Vendia cacarecos e Cavaleiros do Zodíaco a R$ 1,99. Quebrou por péssima gestão. Depois de 3 anos, o governo de Dilma virou pão e circo também. Abaixo, notícia do Correio Braziliense.
 
A administração Dilma Rousseff deixará uma marca nada agradável para um governante: entre 2011 e 2014, o rombo nas contas do setor público deverá totalizar R$ 534,6 bilhões, segundo as estimativas mais conservadoras do mercado e da equipe econômica. O buraco será maior do que os R$ 500 bilhões em investimentos prometidos pela presidente da República por meio das concessões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, um claro sinal de descontrole das finanças federais. Para os especialistas, o próximo ano será tão complicado, com o deficit podendo chegar a 4% do Produto Interno Bruto (PIB), que o futuro comandante do Palácio do Planalto será obrigado a aumentar impostos para manter o país governável.

Em relação ao primeiro mandato de Lula, quando houve deficit nominal (que inclui os juros da dívida pública) de R$ 308,1 bilhões, o rombo do governo Dilma será 73,5% maior. Na comparação com os últimos quatro anos do petista, nos quais faltaram R$ 336,3 bilhões para o fechamento das contas, o salto foi 59%. Não à toa, o Brasil está sob total descrença entre os investidores e pode ser rebaixado pelas agências de classificação de risco, fato que, se confirmado, elevará o custo dos empréstimos que as empresas fazem no exterior para incrementar negócios no país.

No primeiro ano de mandato, as contas de Dilma ficaram R$ 108 bilhões no vermelho. Em 2012, houve estabilidade, com deficit de R$ 109 bilhões. Neste ano, as projeções apontam para um buraco mínimo de R$ 150 bilhões, correspondente a 3% do PIB. Para 2014, ano de eleições, as estimativas apontam para rombo de R$ 167,7 bilhões, o equivalente a 3,2% do PIB. Os mais pessimistas, como o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto, falam em deficit nominal de até 4% do Produto ou R$ 210 bilhões.

Por Jorge Serrão - 

Como previsto, vai render muita polêmica a campanha pelo “Não Voto” em 2014. Os principais argumentos contrários sustentam que isso vai ajudar o PT a conquistar o poder absoluto, igual como ocorreu com a abstenção de eleitores na Venezuela do falecido Hugo Chávez. Tal visão é ingênua, maniqueísta, parecida com a de torcedor de futebol. Os esquemas que sustentam o PT dificilmente perdem a próxima eleição.

Duas coisas decidem eleição no Brasil. Exceto a vontade real do eleitor consciente. Uma é o sistema eletrônico de votação em cujos resultados devemos confiar dogmaticamente, sem uma auditoria do voto impresso. Outra é a vontade de quem, de fato, financia e sustenta política e economicamente os eleitos previamente. O monstro é gigante. Mas a maioria só consegue ver o rabinho dele.

A Oligarquia Financeira Transnacional, que controla o Globalitarismo e promove o Capimunismo no Brasil, decide quem vence e controla seus marionetes, depois de eleitos, para que, no poder, deixem o Brasil do jeito como sempre esteve: uma colônia de exploração mantida artificialmente na miséria. Portanto, o ato obrigatório de votar apenas serve para legitimar tal esquema. O ato cívico de Não Votar apenas servirá de recado aos controladores de que existem pessoas de saco cheio e prontas para reagir contra eles, no momento histórico que for possível.

Por isso, vale reproduzir uma análise muito lúcida do leitor Robertho Camillo: “Lamento os comentários contrários a este movimento, isto prova que parte do povo acredita cegamente no que é divulgado pela imprensa corrupta e vendida. Não queiram comparar o Brasil com a Venezuela. Duvido que a maioria da população Brasileira seja petista ou que receba qualquer esmola do governo, creio sim que uma grande maioria vive assombrado pelo descalabro destes que governam o País. Também não acredito que todos que recebem esmolas, queiram continuar nesta situação, se eu pensar assim sentirei vergonha do meu Povo. Creio também nas forças armadas e no seu poder de mudar as coisas quando o Povo precisar do seu apoio. E para encerrar, acredito no poder da persuasão, na mudança de opinião, no diálogo e no poder da massa. Somos em números muito maior que os correligionários deste covil de canalhas chamado PT e até eles podem mudar de lado quando perceberem que estão perdendo”.

Independentemente de tomar a decisão de não votar, contrariando a antidemocrática obrigação que nos é imposta, devemos questionar o sistema das eleições. Não dá para engolir os argumentos dogmáticos da Justiça Eleitoral contra uma possibilidade de auditoria do voto eletrônico por um sistema que imprima o voto para posterior conferência, por amostragem ou por recontagem normal (modelo aqui proclamado como atrasado, mas que todos as Nações realmente civilizadas, do primeiro mundo, utilizam).

O Fórum do Estadão publicou, em 9 de novembro de 2013, um comentário fundamental do cidadão Fábio Figueiredo sobre este tema: “Tem havido um amplo debate sobre a confiabilidade das urnas de votação eletrônicas usadas no Brasil. Ocorreram muitas acusações de violação de urnas, contestando o número de votos sendo que um candidato que não teve nenhum voto reclama que votou em si mesmo, o que tem certeza. Segundo estudioso, muito debate ocorreu sobre o assunto, incluindo o Grupo de Debates de Perícia Forense e não está assegurada que a urna seja segura, assim como, o equipamento de contagem de votos. Foram realizados testes mas, informa-se que nenhum obedeceu a critérios técnicos adequados, como o da ABNT (ABNT NBR ISSO/IEC 17025:2005) nem a outros critérios conhecidos, o que desacredita os testes. Há muita especulação sobre o assunto e também, comentários temerosos de que atualmente não se confia na justiça comum e na eleitoral, tendo em vista os últimos acontecimentos como o processo dos “mensaleiros” e a não admissão do registro do partido Rede enquanto outro partido, denunciado com assinaturas falsas, foi aceito pela justiça eleitoral. Com relação às urnas, a piada, segundo o especialista, é que o Brasil é o único país do mundo que dispões de um sistema digital que não permite a comprovação física posterior do voto. Daí o sistema brasileiro não ser confiável”.

Reproduzido o comentário, quem quiser continuar jogando no cassino eleitoral do Al Capone que faça suas apostas em 2014. Na previsão mais pessimista, o subnitratro de pó de merda do coco do cavalo do bandido já ganhou a eleição, antecipadamente...

Postado pelo Lobo do Mar

sábado, 9 de novembro de 2013

Bryan Ferry - Slave To Love (9 1/2 Semanas de Amor) Legendado em PT- BR

http://www.youtube.com/v/B7rJ3TMsS7g?autohide=1&version=3&autohide=1&feature=share&attribution_tag=8ZzkuA8Xlxm1asYd5KyzKg&showinfo=1&autoplay=1

Beira-Mar terá calçadão ampliado e bondinho

Por Cardoso Lira


Melhorias acontecerão após construção de aterro hidráulico entre as avenidas Des. Moreira e Rui Barbosa

Um dos principais cartões-postais do Ceará, a Beira-Mar, irá receber mais uma intervenção. A Prefeitura de Fortaleza anunciou, nesta semana, que já garantiu os recursos com o governo federal para a construção de um aterro hidráulico entre os espigões das avenidas Rui Barbosa e Desembargador Moreira. A obra diz respeito à terceira etapa da reforma do local e deve ser iniciada até o fim do ano, com recursos assegurados pelo Ministério do Turismo. Os trabalhos vão permitir que seja possível alargar o calçadão da via e tornar possível a construção de uma ciclovia no local.

O aterro hidráulico deve requalificar 3,5 quilômetros da orla da praia, que receberá, ainda, obras de urbanização e paisagismo Foto: JL Rosa

Segundo explica o secretário de Turismo, Salmito Filho, o aterro hidráulico deve requalificar 3,5 quilômetros da orla da praia, que receberá, ainda, obras de urbanização e paisagismo da orla marítima, mas que devem ficar prontas somente depois da Copa do Mundo de 2014.

O espaço, em sua etapa final, também terá um bondinho para passeio contemplativo das praias. "Esse aterro vai permitir a ampliação do calçadão da avenida, resultando em mais espaço e mais conforto para as pessoas que utilizam o espaço para turismo, lazer, corridas, caminhadas e esportes diversos", explicou o secretário.

Após a Copa do Mundo de 2014, será feita a pavimentação das vias de tráfego de veículos, estacionamentos, passeios e ciclovias, além de tratamento paisagístico, requalificação da feira de artesanatos, dos embarcadouros, da área de manutenção de jangada, dos quiosques e até mesmo a instalação do bonde elétrico.

Requalificação

A primeira etapa dos trabalhos de requalificação da Beira-Mar foi iniciada em agosto deste ano, no Mercado dos Peixes, uma obra que envolve verba de R$ 5 milhões. De acordo com Salmito Filho, o serviço deve estar pronto até março do próximo ano. Enquanto a intervenção no local não termina, o Mercado dos Peixes está funcionando, provisoriamente, ao lado da Estátua de Iracema da Avenida Beira-Mar.

Já a segunda obra de requalificação da Avenida diz respeito ao Espigão do Náutico que, de acordo com o secretário, já está pronto, faltando somente a urbanização do espaço, que também deverá ser feita antes da Copa do Mundo. As três intervenções têm investimento total de R$ 231,9 milhões, sendo R$ 187 milhões vindos dos ministérios do Turismo e da Infraestrutura. Além de um novo Mercado dos Peixes, Espigão do Náutico e do aterro hidráulico, o projeto para a Beira-Mar prevê ciclovias, pavimentação das vias de tráfego de veículos, passeios, estacionamentos e passeios, além de melhora paisagístico e requalificação da feira de artesanatos, da área de manutenção de jangada, dos embarcadouros e também dos quiosques localizados no calçadão.

O pacote de obras também prevê melhoria da iluminação e equipamentos de acessibilidade, sinalização adequada, como assentamento de piso e rampas de fácil acesso.

Postado pelo Lobo do Mar