terça-feira, 12 de novembro de 2013

Michael Flatley 2011

Como enfrentar o Terror Social no Brasil - Olavo de Carvalho

Por Cardoso Lira


"O Aviltamento do Marxismo pelos oportunistas e corruptos que estão no poder da República. Nenhum político farsante escapará da vala comum reservada aos falsificadores da história". (Cardoso Lira)

Mercado vaza que Jobim intermedia para que russos vendam porta-aviões para o pré-sal e caças para a FAB


PT E O SOCIALISMO GLOBALISTA:

Desgraçadamente, o STF do Brasil é, hoje, uma corte alinhada com o Projeto de Poder do PT, muito aquém da Constituição Brasileira. A Dilma Rousseff, entre aspas, age de forma suprema,como autoridade absoluta no nosso país.

Sob estratégias do Gramscismo em ação, vai executando o poder, submetendo os demais. Com estimulação e liberação das libertinagens diversas no meio da massa eleitoral ignara, manipulada para anulação da cidadania, onde a classe média é aniquilada e que servirá apenas para produzir e pagar impostos extorsivos. Então, todos seremos transformados em massa de manobra e o Brasil inviabilizado para prosperidade e incapaz de desenvolver tecnologias para suas exuberantes matérias primas.Estes são os objetivos do Socialismo Globalista.

E entre os intelectuais utopistas a soldo, o exercício do "Socialismo Caviar", na soberba de reformas do mundo entre mesas de botequins e a serviço de iludir ás massas populares, no amplo projeto globarista de anulação do povo brasileiro.

Sem dúvidas, no exercício cotidiano da alternância de poder, da prevalência da atividade parlamentar, onde não existe um dono do poder, apenas, o povo, a plenitude da cidadania, jamais do poder. Onde o Estado se rege pelo respeito aos direitos individuais, conciliando-se com todos para honrar os compromissos com os deveres coletivos, visando objetivos do bem estar e cumprindo às leis. 

Todavia, o vagabundo do Lula, agindo de forma soberana e acima da república brasileira, de forma corrupta, irresponsável e demagógica, persiste manobrando e considerando os demais brasileiros como trouxas e otários.


Os russos querem vender ao Brasil três porta-aviões para emprego civil, a fim de facilitar a logística de pousos e decolagens de helicópteros, para troca de tripulação nas plataformas de exploração no pré-sal. Este é mais um negócio intermediado pelos petistas para megainvestimentos na Petrobrás. Nos bastidores da negociação, vazou o nome do principal negociador com a indústria russa: Nelson Jobim, ex-ministro da Justiça, ex-ministro da Defesa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal e eminência parda desde sempre, com direito a quatro estrelas.

Nas Forças Armadas, vaza outra ação ousada de Nelson Jobim em favor dos russos. Ele estaria fazendo lobby para que a FAB compre caças russos e feche a parceria para desenvolvimento de aviões com os suecos. Militares da Aeronáutica até aceitam bem o negócio com a Saab para o desenvolvimento dos aviões multiemprego Gripen. Mas teme-se a reação norte-americana caso se feche um pacote de aviação com os russos. O fato objetivo é que vencem no final do ano as licenças dos dispositivos eletrônicos dos caças reformados da FAB – a maioria hoje sem condições de sair do chão.

No caso da Petrobras, a entrada dos russos pode ser atrapalhada porque a empresa tem tudo para se tornar alvo de uma devassa política, por causa de contratos sob suspeita de superfaturamento com a Odebrecht. O Ministério Público Federal, a partir do Tribunal de Contas da União, ameaça convocar diretores da Petrobras para que expliquem como autorizaram, em 2010, um contrato de US$ 825 milhões com a empreiteira.

O problema atinge, em cheio, a candidatura ao governo da Bahia do petista José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, em cuja gestão o acordo foi firmado. A “transnacional baiana” é uma das maiores doadoras de campanha do Partido dos Trabalhadores. O presidenta da empresa, Marcelo Odebrecht, é interlocutor permanente de Luiz Inácio Lula da Silva. Sempre é recebido pela Presidenta Dilma Rousseff – embora da última vez, em outubro, tenha tomado um chá de cadeira, no Palácio do Planalto.

Vai pra casa, Padilha!

Zé do outro mundo?


Mudando para ficar a mesma coisa


Quem manda em quem?
  

Difamação Pura

Por Olavo de Carvalho


Meu artigo “Nem um pouquinho” veio com um erro: o colunista Rodrigo Constantino não entrou na Folha, mas no Globo e na Veja. Quem foi para a Folhajunto com o Reinaldo Azevedo foi o Demétrio Magnoli. Qualquer que seja o caso, a observação que fiz sobre as reações indignadas dos mandarins da esquerda foi exata, apenas incompleta. Esqueci de enfatizar que essas reações não se voltavam contra isto ou aquilo que os articulistas tivessem escrito, mas contra a sua simples presença na mídia. Não se tratava de refutar opiniões, mas de cortar cabeças.

Também deixei de observar que os apelos à guilhotina não vieram todos de fora, mas alguns apareceram nos próprios jornais onde os novos colunistas estreavam. Nunca, nunca, em toda a história da mídia brasileira, se viu uma pressão coletiva de jornalistas pela expulsão de algum colega socialista ou comunista da redação de qualquer jornal, estação de rádio ou canal de TV. 

A solidariedade de classe entre os jornalistas brasileiros é só para os comunistas e seus companheiros de viagem. Até os direitistas correm para protegê-los, como se viu tantas vezes no tempo dos militares. Mas o infeliz liberal ou conservador, pego em flagrante delito de escrever artigos para a grande mídia, não tem perdão. É abandonado até pelos seus correligionários.

É verdade que os jornalistas da direita vêm ganhando algum espaço, mas no Brasil a esquerda está tão acostumada a mandar sozinha na mídia, que se escandaliza e espuma de raiva com isso. Em qualquer país decente, a direita e a esquerda repartem mais ou menos equitativamente os meios de difusão. No Brasil, quando a direita salta dos dois por cento para os cinco por cento, já é o alarma geral, em tons sinistros de quem anuncia um golpe de Estado.

Um dos indignados, o indefectível Paulo Moreira Leite, mente como um vendedor de terrenos submarinos ao dizer: "Quem estava no centro foi para a direita. Quem estava à direita foi para a extrema-direita." Constantino, Azevedo e Magnoli, desde que estrearam como colunistas, não mudaram de convicções em absolutamente nada. Foram os censores esquerdistas, como o próprio Moreira Leite, que, estreitando cada vez mais a área do direitismo permitido na mídia, passaram a rotular simples liberais de "extremistas de direita", tentando criminalizá-los. Moreira Leite confunde maquiavelicamente a régua com o objeto medido.

Mais obsceno ainda é Antonio Prata, da própria Folha, que, imaginando fazer sátira, escreve: “Como todos sabem, vivemos num totalitarismo de esquerda. A rubra súcia domina o governo, as universidades, a mídia, a cúpula da CBF e a Comissão de Direitos Humanos e Minorias, na Câmara” – uma descrição bem exata e literal do estado de coisas. Tanto que vários leitores levaram a afirmativa a sério e a aplaudiram. O autor teve de avisar, “ex post facto”, que pretendera fazer piada. No meu tempo de ginásio, quem quer que ignorasse que não se satiriza a verdade tiraria zero de redação. Mas, para expulsar os liberais e conservadores da mídia, vale até um colunista se expor ao ridículo. Tudo pela causa.

Voltando ao sr. Moreira Leite, sei que é inútil tentar levar alguém como ele a um debate sério, mas, para dar aos leitores uma idéia de quanto o uso atual do rótulo de “extrema direita” na mídia é abusivo, notem esta distinção, que toda a ciência política do mundo confirma: a diferença de esquerda e extrema esquerda é de graus e de meios, a de direita e extrema direita é de natureza, de fins e de valores.

O esquerdista torna-se extremista quando quer realizar, por meios revolucionários e violentos, o mesmo que a esquerda moderada busca fazer devagar e pacificamente: a expansão do controle estatal na economia, visando à debilitação e, no fim, à extinção da propriedade privada dos meios de produção.

Totalmente diversa é a relação entre direita e extrema direita. Ser de direita, ou liberal, é ser a favor da economia de mercado, das liberdades civis e da democracia constitucional (a versão conservadora defende essas mesmísimas políticas, mas o faz em nome da tradição judaico-cristã, que para o liberal não significa grande coisa).

Se por extrema direita se entende aquilo que o vocabulário corrente e a esquerda em especial designam por esse nome, isto é, o fascismo e o nazismo, o fato que estou assinalando salta aos olhos da maneira mais clara e inequívoca: ser de extrema direita não é querer mais economia de mercado, mais liberdades civis, mais democracia constitucional  -- é querer acabar com essas três coisas em nome da ordem, da disciplina, da autoridade do Estado, às vezes em nome do anticomunismo, do combate à criminalidade ou de qualquer outro motivo. Não houve um só governo conhecido como de extrema direita que não fizesse exatamente isso.

A conclusão é óbvia: passar da esquerda à extrema esquerda é somente uma intensificação de grau na busca de fins e valores que permanecem idênticos em essência. Passar da direita à “extrema direita” é mudar de fins e valores, é renegar o que se acreditava e, em nome de alguma urgência real ou fictícia, empunhar a bandeira do que se odiava, se desprezava e se temia.

Constantino, Azevedo, Magnoli não fizeram isso. São odiados precisamente porque defendem o que sempre defenderam. Por isso o único meio de difamá-los é trocá-los de classificação, alistá-los à força no exército dos seus inimigos, identificá-los com tudo o que abominam e combatem.

Eis aí por que uma frase como a do sr. Paulo Moreira Leite – “passaram da direita à extrema direita” – é um expediente difamatório apenas, não uma afirmação séria, pensada, digna de um intelecto respeitável.

Postado pelo Lobo do Mar

Mais um episódio aproxima homem forte de Haddad da máfia dos corruptos fiscais

 Rogério Pagnan e José Ernesto Credendio, na Folha. 

O auditor fiscal Eduardo Horle Barcellos, suspeito de participar do esquema de fraude ao ISS na Prefeitura de São Paulo, trabalhou cerca de três meses deste ano com a equipe do secretário de Governo, Antonio Donato. A sala ocupada pelo secretário petista fica no mesmo andar do gabinete do prefeito Fernando Haddad (PT), por onde passam as principais decisões da administração. Donato solicitou formalmente a transferência de Barcellos da pasta de Finanças para a sua secretaria no ofício 134/2013, de 17 de janeiro.
O auditor permaneceu na pasta até abril, quando voltou à secretaria original. Segundo a gestão petista, ele mesmo quis a transferência e não tinha “função específica” na secretaria de Donato. A transferência do auditor para a pasta do Governo ocorreu sem que tivesse sido publicada no “Diário Oficial”. Na época, havia uma apuração em andamento na prefeitura sobre a fraude no ISS, com citação ao nome de Barcellos e de outros suspeitos que acabaram sendo presos no final do mês passado –e liberados após dez dias, para responderem em liberdade. Aberta na gestão Gilberto Kassab (PSD), ela já contava com um parecer do ex-secretário de Finanças Mauro Ricardo sugerindo seu arquivamento, mas isso ocorreu apenas em fevereiro de 2013. Para a prefeitura, Barcellos “gozava de prestígio” na época, sem indícios que pudessem comprometê-lo.
Ligações
Trata-se do quinto episódio em que Donato é citado por envolvimento com integrantes do grupo suspeito. O secretário petista foi responsável pela indicação de outro auditor, Ronilson Bezerra Rodrigues, suspeito de chefiar a fraude estimada em R$ 500 milhões, para a diretoria de finanças da SPTrans (empresa municipal de transporte) –cargo que Ronilson ocupou de fevereiro a junho. Donato também foi procurado por Ronilson quando este soube que estava sendo investigado pela Controladoria Geral do Município. O nome do secretário petista foi ainda citado em depoimento ao Ministério Público por uma auditora –que mencionou colaborações à campanha dele em 2008, com dinheiro do esquema. E também em uma escuta telefônica –a ex-mulher de um dos auditores presos afirmou que ele teria recebido R$ 200 mil nas eleições. Donato nega essas referências à campanha e alega que conheceu Ronilson e Barcellos “porque ambos faziam a interação da gestão anterior com a Câmara Municipal”.



Desafiará a Câmara a vontade do povo brasileiro?

Na semana em que o Supremo Tribunal Federal pode mandar para a prisão os primeiros condenados no processo do mensalão, entre eles dois deputados federais, a Câmara ameaça retomar uma polêmica que abriu uma recente crise com o Judiciário.
A Secretaria-Geral da Mesa da Câmara, principal órgão de assessoria do presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), dará um parecer dizendo que o Congresso não deve cumprir a decisão do STF de cassar imediatamente o mandato de deputados condenados, mesmo se eles forem presos.
Para o secretário-geral da Mesa, Mozart Vianna, a Constituição reserva a palavra final sobre o mandato para o plenário da Câmara, que em votação secreta pode cassar ou absolver os deputados."Tenho a convicção plena de que, do ponto de vista institucional, não há hipótese de a Câmara cumprir eventual determinação do STF de perda imediata do mandato sem que o plenário se pronuncie, assegurada ampla defesa aos acusados", afirmou Vianna. Henrique Alves, que pode seguir ou não essa orientação, disse que só se pronunciará após a decisão do STF.
A queda de braço entre as cúpulas dos dois Poderes teve início em dezembro, quando o STF determinou que os quatro deputados condenados --Valdemar Costa Neto (PR-SP), Pedro Henry (PP-MT), José Genoino (PT-SP) e João Paulo Cunha (PT-SP)-- tenham os mandatos cassados automaticamente após a análise dos recursos e o início do cumprimento da pena. Para dois deles, Costa Neto (condenado a 7 anos e 10 meses de prisão) e Henry (7 anos e 2 meses), essa fase pode terminar nesta semana. Caberia à Câmara somente ratificar a cassação determinada pelos ministros do STF.
"A Constituição não submete a decisão do Judiciário à complementação por ato de qualquer outro órgão ou Poder da República", diz o acórdão do julgamento do mensalão, documento que resume a decisão dos ministros.
Integrantes da cúpula do Legislativo, porém, argumentam que a Constituição reserva ao plenário da Câmara a palavra final. O próprio Henrique Alves deu declarações nessa linha, recuando depois de encontro com o presidente do STF, Joaquim Barbosa. O próprio Supremo divergiu sobre o tema. Ao analisar pela primeira vez o assunto em dezembro, decidiu por 5 votos a 4 que caberia ao STF determinar a cassação.
Com a entrada de dois novos ministros na corte, o placar virou em agosto para 6 a 4 a favor da tese contrária, durante o julgamento de outro processo --mas a decisão não poderia alterar o que já havia sido definido no mensalão.
O caso do deputado Natan Donadon (ex-PMDB-RO), preso em junho por ordem do STF, pode ser uma prévia. Apesar de a corte não ter determinado a perda automática de seu mandato, ministros defenderam em público a medida. A Câmara, porém, submeteu o caso ao plenário, que em votação secreta manteve o mandato do parlamentar. Os advogados de Costa Neto e Henry disseram ter esperança de que o STF acolha nessa semana os últimos recursos apresentados por eles.
Até o início da noite de ontem, 18 dos 25 condenados apresentaram recursos conhecidos como embargos infringentes, cabíveis quando os réus receberam pelo menos quatro votos pela absolvição. Há 12 dos 25 condenados nessa situação, mas outros, como Costa Neto e Henry, enviaram esse recurso mesmo assim. A expectativa é que o STF analise esses pedidos na quarta e quinta. Se avaliar que não cabem mais recursos para parte dos réus, a corte pode determinar a execução imediata de suas penas.(Folha de São Paulo)

Lya Winckler Winckler
ENVIADO A VÁRIOS JORNAIS E REVISTAS

O Partido dos Trabalhadores (PT) elege os seus comandantes para os próximos quatro anos (2014 até 2018) e tem como desafio, segundo a direção, elaborar um programa que desperte o interesse da nova classe média. Na minha opinião o programa não deveria despertar o interesse apenas da "nova" classe média, deveria despertar o interesse de toda a sociedade, afinal o partido está governando a nação e não uma classe.

Enfim, voltando ao que interessa. Essa meta do partido não é tão difícil de ser alcançada e deve ter início com a expulsão de todos os ladrões homiziados no partido. Pincipalmente os já condenados pela Suprema Corte do país. Em seguida precisam obedecer a sequência abaixo:

Não permitir a compra de parlamentares corruptos, para serem incorporados à chamada base aliada (comprada), apesar de que eles não faltam no balcão de negócios da Câmara dos Deputados e do Senado.

Não transformar as empresas estatais (BNDES, B. do Brasil, Cx. Econômica) e de economia mista (Petrobrás) em chiqueiros do partido e também esquecer o dízimo de Eike Batista.

Contratar funcionários para cargos de confiança por meritocracia e nunca por apadrinhamento político, gente incompetente (vinte e cinco mil topeiras), que ao logo dos últimos dez anos paralisam o país.

Desatrelar a criação de novos ministérios à formação dos novos partidos (atualmente existem trinta e nove cabides de emprego, verdadeiros ralos por onde some o dinheiro público).

Direcionar nossa política externa para o primeiro mundo e nunca para o que há de mais podre na política internacional, emprestando dinheiro para inadimplentes e premiando ditadores com o perdão de dívidas (Cuba, Venezuela, Bolívia e as cleptocracias africanas).

Não segregar o país, destruindo os conceitos de família além de criar casta de minorias (índios, brancos, pretos, pobres, ricos, homossexuais) que no final tentam estabelecer regras para serem impostas às maiorias.

Deve continuar sempre falando no dia seguinte a que falou no dia anterior, mesmo contrariando a linha filosófica do Guru (coerência é também sinal de credibilidade) 

Não faltar com respeito nem tentar desmoralizar as classes profissionais (médicos, professores, engenheiros - atuais vítimas) para fazer proselitismo político.

Não contratar trabalho escravo, contrariando tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário e às leis vigentes no país (CLT, IR, INSS) para atender exclusivamente a interesse político e ideológicos jurássicos (da múmia caribenha).

Não apagar nossas fronteiras internacionais (Raposa Serra do Sol), abrindo mão das riquezas contidas no sub-solo da região, criando insegurança para a população e pondo em risco nossa unidade territorial.

Por fim deverão dedetizar a sede do partido e de preferência mudar de nome, porque todos os brasileiros são trabalhadores e nem todos pertencem ao partido. Aliás no partido poucos são trabalhadores. São anônimos beneficiários do sistema (gigolôs do bolsa-ditadura), ou fazem parte dele (vinte e cinco mil cargos públicos), inclusive os que recebem esmola em troca de votos (bolsa-família - 13.8 milhões de famílias, 50 milhões de pessoas)

Humberto de Luna Freire Filho, médico

Postado pelo Lobo do Mar

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

A Intragável Realidade

POR CARDOSO LIRA



Na “caverna”, apesar da solidariedade reinante, temos eventuais discordâncias, coisas de somenos, é claro.
Um dos mais otimistas acredita que após a Copa do Mundo, a bancarrota econômica nacional provocará uma onda de manifestações populares que mergulhará o País na desordem.
“Será a virada moral da sociedade, disposta a banir os vermes e os parasitas”.
“Isto, se o Brasil não vencer a Copa”, sublinhou o otimista, “pois se vencer, o tsunami carnavalesco será tão grandioso que qualquer reação do poviléu ficará para o próximo século”.
“Porém, em caso de derrota”, prosseguiu o otimista, “os manifestantes em massa e descaracterizados sairão pelas ruas das principais capitais e, em Brasília, invadirão o Congresso, o Palácio do Planalto e aos pontapés expulsarão os parlamentares”.
Destacou, ainda, que a descaracterização será necessária e fundamental para realizar o cerco aos “black shits” e congêneres, “que serão devidamente banhados em piche e cobertos com penas de galinhas”.
“Os mais radicais”, declarou, “deverão empalar os do PT e seus simpatizantes”.
“Quanto à mandatária”, ele afirmou, “será queimada em praça pública”. Depois mudou por algum motivo, talvez por considerá - la um traste(?) para, “será incinerada”.
Mas é um sonho, pois outro indignado mais realista, não acredita em nada do que é esperado pelo otimista.
“Meus preclaros” anunciou o realista, “o fato de o País entrar na falência, não significará nem mudará nada, pois, em qualquer cenário, a alta cúpula sempre passará bem, pois com as mordomias existentes e os bons hotéis, para eles nunca faltarão os transportes adequados, os aviões de luxo e os helicópteros sofisticados”.
“Vejam Cuba, por exemplo. Lá, desde 1959, o país vive numa miséria de dar gosto, regrediu espantosamente, a economia não existe, nem a indústria, nem a agricultura, no entanto a alta cúpula está firme e forte e não abre mão de sua excelência”.
“E durante todos estes anos, mais de 50, inibiu com mão de ferro todas as denúncias e reclamações e o povinho, nem chia”
“Vamos para a Coréia do Norte, lá é a mesma coisa há dezenas de anos. Como é praxe, o nababesco luxo em que vive a alta cúpula não sofreu qualquer abalo, pois a população parece entrar em orgasmos diários diante da própria miséria”.
Logicamente, quando analisamos aqueles dois países, e até a Venezuela, que descaradamente está na berlinda econômica e ideológica, estupefatos, mas não surpresos, vemos que o populacho nem se abala e nada faz para expurgar os seusempreendedores governantes.
“Logo, podemos concluir”, asseverou o realista, “que conhecendo a fibra de nossa gente, de seu gosto por feriados e trios elétricos, por programas como o BBB, por Coliseus futebolísticos, por porta - bandeiras com traseiros colossais, e as efervescentes quadras de escolas de samba, de que nada mudará”.
Diante do silêncio, uma tristeza de doer invadiu as escuras paredes da gruta.
E fomos afiar os nossos facões de mato, pois a conclusão é que a coisa só mudará se for iniciada outra contrarrevolução para expurgar os velhacos que tanto conhecemos.
Brasília, DF, 10 de novembro de 2013
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

A Ditadura do Proletariado e o Desemprego no Brasil - Dep Jair Bolsonaro...

http://www.youtube.com/v/uVXqBc4Sp6Q?autohide=1&version=3&attribution_tag=sAWBjusFXkZW7J812tYJTQ&showinfo=1&autohide=1&autoplay=1&feature=share

Gestões petistas estão dizimando o país dos Petralhas.


Por Cardoso Lira

Passando os olhos na Folha de São Paulo de hoje, três dados mostram o câncer terminal que assola o Brasil nas mãos da terceira gestão petista.
O editorial do jornal afirma que o desempenho do Ministério dos Transportes é constrangedor. Segundo reportagem do jornal "Valor Econômico", o montante investido em rodovias e ferrovias deverá ser, neste ano, o menor desde o início do governo Dilma --R$ 9 bilhões, diante de R$ 10,4 bilhões em 2012 e R$ 12,9 bilhões em 2011. O investimento público no setor permanece estagnado em torno de 1% do PIB, enquanto outros países em desenvolvimento alocam pelo menos o dobro. O ministro da Dilma, entrevistado, aceita que falta planejamento e capacidade estratégica para o governo. Que a bagunça pública inibe investimentos privados e atrasa investimentos públicos.
No seu artigo semanal, um Senador (PSDB-MG) informa que em 2012, o número de assassinatos no país ultrapassou a espantosa casa dos 50 mil. Isso representa nada menos do que 10% dos assassinatos estimados em todo o planeta, número superior às baixas verificadas em conflitos armados na Tchetchênia, Angola ou Iraque. Que dos R$ 3,1 bilhões previstos para investimentos no ano passado, R$ 1,5 bilhão sequer foram empenhados. E apenas 23,8% do total previsto se transformaram efetivamente em ações contra a convulsão registrada na área. É inacreditável, mas é verdade: do total das despesas em segurança no país, só 13% vêm dos cofres da União. Isso sem falar das promessas que não saíram da propaganda eleitoral.
Por fim, a notícia de que nos primeiros nove meses do ano, o governo economizou apenas R$ 27 bilhões da arrecadação de impostos e outras receitas para abater a dívida pública, a metade do já modesto esforço fiscal feito no período correspondente de 2012.  A meta para este ano era de R$ 73 bilhões! Obviamente, vem aí mais maquiagem e mais contabilidade criativa. E quem vai pagar a conta são os municípios e estados.
É hora de unir as forças produtivas do país, ao lado da imprensa e de todas as instituições democráticas para impedir que o PT tenha um quarto mandato e destrua toda a economia nacional. É o que está ocorrendo hoje, corroendo o futuro das próximas gerações.


Às vésperas da sessão que realizará no Brasil, o presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos, Diego Garcia-Sayán, disse que o órgão não modifica sentenças, uma das estratégias anunciadas por réus do mensalão para tentar reverter a condenação. Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal retoma também mais uma fase recursos no processo do mensalão.
Com o julgamento de parte deles marcado para quarta-feira, existe a possibilidade de concluir o processo para alguns dos réus --entre eles Roberto Jefferson e os deputados federais Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT).
O presidente da corte evita falar sobre o caso, mas ressalta que não cabe à corte modificar sentenças. "A corte não pode modificar uma sentença. Se houve pena de prisão, ela não pode aumentá-la ou reduzi-la."A Corte Interamericana de Direitos Humanos tem por tradição nunca tratar de assuntos do mesmo país em que realiza sessões. "Qualquer coisa que aconteça no Brasil será em paralelo", disse Diego Garcia-Sayán. "Não temos elementos sobre o mensalão. Não queremos insinuar respostas", completou.
Diego Garcia-Sayán explica que a corte costuma tomar dois caminhos quando é questionada sobre violações de garantias judiciais, como é o caso dos réus do mensalão, que reclamam não ter direito a uma revisão do processo. "Na hipótese de que se afetou algum direito processual ou uma garantia judicial, a corte às vezes estabelece uma reparação econômica e em outras determina que se retifiquem as partes em que os direitos processuais foram afetados". Mesmo quando a corte entende que parte do processo deve ser corrigido, são os próprios tribunais locais que fazem a nova análise --e não o órgão internacional, afirma o presidente da corte.
Nesta semana, a Corte Interamericana de Direitos Humanos realiza sua segunda sessão no Brasil --a primeira foi em 2006. A sessão tratará de um caso colombiano de 1985 relativo ao desaparecimento de pessoas durante a retomada pelo Exército do Palácio da Justiça, ocupado pelo então grupo guerrilheiro M-19. (Folha de São Paulo)


Abin espionou jornalistas durante governo Lula

Por Robson Bonin, na VEJA:

Um documento da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que descreve detalhes de uma queda de braço travada entre um agente e seus superiores durante o governo Lula, tem valor histórico inestimável. Esse documento, hoje arquivado, é a evidência oficial mais forte até aqui de algo que agentes confidenciavam a jornalistas, mas não podiam provar: o governo Lula espionou a imprensa. O texto revela que houve uma “Operação Mídia”, ação clandestina de espionagem de jornalistas e donos de empresas jornalísticas. VEJA teve acesso ao documento de seis páginas no qual o tenente-coronel André Soares revela a existência da operação ilegal.
Soares trabalhava como analista de informações da agência havia dois anos. Estava lotado na área de contrainteligência, encarregada de vigiar suspeitos de ligação com grupos terroristas e de monitorar a ação de espiões estrangeiros em território brasileiro. Antes de chegar à Abin, tinha passado pelo Centro de Inteligência do Exército (CIE). No documento, o oficial relata que foi convocado à sala do chefe em um fim de expediente em 2004. Lá, recebeu a missão de procurar um determinado informante. Tudo o que o chefe lhe passou foi o codinome do informante, sua profissão, o lugar do encontro e, o mais importante, o título e o objetivo da missão: “Operação Mídia”.

PT dá calote em médicos estrangeiros em Goiânia.

Ouça a denúncia feita na Rádio CBN.
E do Blog Goiás 24 horas:
O programa Mais Médicos prevê que as prefeituras paguem auxílio-moradia aos profissionais estrangeiros, mas o acordo não está sendo cumprido em Goiânia. Até hoje, a prefeitura de Paulo Garcia (PT) não pagou um centavo para os 24 médicos que estão em atividade na Capital desde setembro. Pior é que, além de levar calote, eles são acusados pelo secretário municipal de Saúde, Fernando Machado, de serem “radicais”. “Eles [os médicos] entraram sabendo das condições e onde iriam trabalhar. O programa não foi feito porque estávamos com sobra de médicos, unidades bonitas e bem arrumadas. Acho que está tendo muito radicalismo”.

Petrobras e a internacionalização da corrupção do PT.

http://lh6.ggpht.com/-4EoFZ3y-ld8/TmJ1k-yIGjI/AAAAAAAAAcQ/GMZ9TiU8fvg/s530/PRESLULAOBRA7.jpg
Lula: estádios, palestras, portos, refinarias, contratos, tudo pela Odebrecht. Na foto, o sorrisão de Emílio Odebrecht no estádio do Corinthians.
http://www.bahiaalerta.com.br/wp-content/uploads/2013/09/Dilma-e-empres%C3%A1rios-Odebrecht.jpg
Dilma e a diretoria da Odebrecht, em encontro na Bahia.
Graça Foster, Edison Lobão, Dilma Rousseff e bem à direita Marcelo Odebrecht, presidente do grupo, inaugurando mais uma planta da Braskem, sociedade entre a Odebrecht e a Petrobras. Tudo dominado.
O contrato firmado em 2010 entre a Petrobrás e o grupo Odebrecht, para prestação de serviços em dez países, incluiu itens com preços inflados que, em alguns casos, ultrapassavam a marca de 1.000%. Auditoria interna da petroleira comparou os preços acordados no contrato com médias de preços em cada país. O resultado mostrou que na Bolívia, por exemplo, os itens estavam entre 9% e 1.654% mais caros; no Chile, entre 14% e 598%; na Argentina o sobrepreço médio foi de 95%.
Documentos da petroleira, obtidos com exclusividade pelo Broadcasty serviço em tempo real da Agência Estado, mostram também que no contrato (PAC SMS) houve inclusão indevida de impostos na formação de preços nos Estados Unidos, Chile e Argentina, elevando o valor dos serviços em US$ 15 milhões.
Mesmo antes do início dos trabalhos, 60% dos 358 projetos de SMS, sigla referente às áreas de segurança, meio ambiente e saúde foram retirados do acordo. Mas o contrato não protegia a Petrobrás e os valores dos projetos cortados foram incluídos - e parcialmente pagos - sob outra rubrica (mobilização). Sob a descrição genérica de "passivo e gestão", sem o detalhamento do tipo de serviço, aparecem US$ 91 milhões.
As instalações onde os serviços seriam feitos incluíram a refinaria de Okinawa (Japão), refinaria de Bahia Blanca (Argentina) e Montevidéo Gás (Uruguai) e refinaria de San Lorenzo, na Argentina, vendida em 2011 para Cristóbal López, empresário com investimentos no ramo de cassinos e fortes vínculos com o governo da presidente Cristina Kirchner.
Irregularidades. A lista de irregularidades no contrato da Odebrecht com a Petrobrás começou antes da assinatura do acordo e incluiu o escopo dos serviços, composição de custos e condução da disputa. O processo licitatório já estimava gastar US$ 784 milhões com o projeto, disputado também pelas construtoras Andrade Gutierrez e O AS e vencido pela Odebrecht, por US$ 825 milhões.
O relatório dos auditores internos da Petrobrás mostra que, quando foram calculadas as estimativas de preços e assinado o contrato entre a estatal e a Odebrecht, em 26 de outubro de 2010, o detalhamento dos projetos não estava completo.
Além de destacar a ausência de um material em inglês, obrigatório diante da presença de companhias estrangeiras no processo licitatório, a auditoria ressalta que uma das empresas convidadas não tinha qualquer experiência em SMS. A auditoria conclui também que mais da metade (52%) da planilha de preços continha, escritos à mão, itens "arbitrados com quantidade 1 ou 2". A planilha foi apresentada "sem fundamentação técnica" e o fato de prever uma ou duas unidades para milhares de itens indicaria um preenchimento aleatório.
Três semanas depois da assinatura, em 11 de novembro de 2010, a Petrobrás contratou uma consultoria de Niterói (RJ) comandada por dois engenheiros aposentados da petroleira para de fato fazer o projeto. O contrato (SAP 4600323905) com a consultoria custou R$ 29 milhões e ficou pronto em setembro de 2011. A conclusão dos consultores foi que 80% dos projetos analisados não tinham dados suficientes para sua execução. Foram incluídas "instalações, projetos e serviços desnecessários, obsoletos ou incompatíveis com o propósito contratual", diz o documento da Petrobrás. Os serviços continuam em andamento e têm previsão de entrega em fevereiro de 2014, quando expira o contrato.
Outro lado. A Odebrecht disse, em nota, que "nega veementemente qualquer irregularidade nos contratos firmados com a Petrobrás, conquistados legitimamente por meio de concorrências públicas". O diretor do contrato, Marco Duran, disse que o valor contratado foi diretamente afetado pela redução de escopo do contrato decorrente do plano de desinvestimentos da Petrobrás. O diretor acrescentou que cinco dos dez países contemplados foram retirados por este motivo, restando Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e EUA. Duran disse desconhecer os cálculos de sobrepreço citados em documentos da Petrobrás.
No caso da Bolívia, o executivo disse que o país já havia sido excluído do acordo quando a Odebrecht começou seus trabalhos. "Nunca fui à Bolívia, não fiz o levantamento dos trabalhos a serem realizados. Logo, não tenho o orçamento." O processo licitatório 001/2010 diz que a Petrobrás previa gastar US$ 675,8 milhões na Bolívia. A Odebrecht ofereceu US$ 1,218 bilhão. A Andrade Gutierrez e a OAS, que perderam a licitação, ofereceram US$ 1,513 bilhão e US$ 1,548 bilhão, respectivamente, segundo documentos obtidos pelo Broadcast. Até julho de 2012, a documentação não aponta desembolsos para Bolívia, Equador, Colômbia e Japão. (Broadcast Estadão)




Entrevista de Rose Lula à Veja, jurando inocência, é tática para livrar o amigo corrupto de qualquer suspeita
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Por Jorge Serrão - 

A entrevista da futura deputada federal Rosemary Noronha à revista Veja, mereceria um prêmio de piada do século, não fosse, na verdade, uma séria estratégia de marketing político-jurídico para inocentar o ex-chefão e amigo dela. O plano é que Luiz Inácio Lula da Silva fique previamente livre de qualquer indiciamento, que poderá render uma provável condenação à ex-chefe do Escritório da Presidência da República, em São Paulo. Mas a punição, se houver, acontecerá em um futuro o mais distante possível.

A linha da fala arrumadinha de Rose à Veja foi inocentar Lula. A amiga do Presidentro alegou ser fofoca que cumprisse o papel de segunda-dama: “Minha relação com ele é de amizade, fidelidade, e totalmente profissional. As nossas famílias se conhecem desde que as crianças eram pequenas. Eu era chefe do escritório da Presidência. Nada mais natural do que encaminhar pedidos. Nunca recebi nada por isso.”

A poderosa Doutora Rose proclamou sua inocência: “Não fiz nada de errado. E tenho certeza disso. Sou inocente”. No final do ano passado, Rose foi investigada pela Polícia Federal e denunciada pelo Ministério Público Federal por formação de quadrilha, tráfico de influência e corrupção passiva, durante a Operação Porto Seguro, que flagrou o esquema de intermediação de negócios com o governo, em troca de propinas e vantagens pessoais.

Tão ou mais inocente que Rose, só um outro amigão dela. José Dirceu de Oliveira e Silva aproveitou o domingão do Processo de Eleições Diretas do PT para insistir em sua inocência no Mensalão (caso do qual o amigo Lula também foi milagrosamente poupado): “O Brasil sabe que sou inocente e eu espero que o Supremo faça justiça”. Dirceu arrematou: “Assino embaixo as palavras do Genoino na defesa dele. Como ele disse: que se faça justiça inclusive com relação ao mérito. Nós fomos condenados no mérito, não é só uma questão de redução de pena. E sendo inocentes”.

O "inocente Molusco apedeuta" também falou. Mas do futuro do Partido dos Trabalhadores: “O desafio dos próximos dirigentes do PT, além de reorganizar, é renovar o partido, porque acho que o partido precisa voltar a fazer um discurso mais para a juventude. Estou convencido de que a eleição de 2014 é uma eleição histórica para o PT. Nós temos chances de disputar as eleições em muitos estados importantes. E eu diria que o mais importante de tudo depois da presidenta Dilma é São Paulo. É por isso que nós estamos com vontade de ganhar as eleições em São Paulo”.

Em 2014, para impulsionar a candidatura de outro bandido petista Alexandre Padilha contra o tucano Geraldo Alckmin, Lula deve ser candidato ao Senado. E quem vai receber alto incentivo, pessoal e econômico, para ser candidata a deputada federal é a amiga Rosemary Noronha. Com Lula e Rose conquistando uma imunidade parlamentar, para garantir que eventuais problemas judiciais sejam tratados em foro privilegiado, o futuro fica bem mais garantido para ambos.

Dificilmente, o PT deixa de reeleger Dilma Rousseff em 2014. Além da falta concreta de oposição, inexiste um projeto alternativo para o Brasil pela via da normalidade política. Nosso País segue consolidando o Triunfo da Vontade Capimunista – que atende direitinho aos desejos da Oligarquia Financeira Transnacional que controla a Nova Ordem Mundial.

Geopoliticamente, o Brasil caminha para ser um satélite econômico dependente da China – outro país capimunista, comandado pela ideologia autoritária do comunismo, em parceria com o capitalismo selvagem dos banqueiros internacionais (os verdadeiros comandantes da economia chinesa, que se expande de forma imperialista, para fazer frente aos EUA em franca decadência).

Enquanto o PT e seus comparsas do PMDB não reinam absolutos – há muito tempo eles já têm a hegemonia -, o Brasil vai se desmilinguindo como Projeto de Nação. O que se pode esperar de um lugar que é o caos em logística, infraestrutura, ensino básico e forças armadas, mas é o paraíso da corrupção sistêmica e da midiotice política e econômica?

Uma dupla de bandidos corruptos e mal caráter!!!!




Rombo no governo da presidente Dilma será de R$ 534 bilhõesDeficit nominal nos quatro anos de mandato da petista será 73,5% maior do que o registrado na primeira gestão de Lula





Rombo no governo da presidente Dilma será de R$ 534 bilhõesDeficit nominal nos quatro anos de mandato da petista será 73,5% maior do que o registrado na primeira gestão de Lula


'As contas fiscais do Brasil têm se deteriorado devido a uma combinação do crescimento moderado das receitas com as pressões de gastos crescentes e continuados'

Shelly Shetty, diretora para América Latina da Fitch Ratings ( REUTERS/Brendan McDermid)
"As contas fiscais do Brasil têm se deteriorado devido a uma combinação do crescimento moderado das receitas com as pressões de gastos crescentes e continuados" Shelly Shetty, diretora para América Latina da Fitch Ratings

A administração Dilma Rousseff deixará uma marca nada agradável para um governante: entre 2011 e 2014, o rombo nas contas do setor público deverá totalizar R$ 534,6 bilhões, segundo as estimativas mais conservadoras do mercado e da equipe econômica. O buraco será maior do que os R$ 500 bilhões em investimentos prometidos pela presidente da República por meio das concessões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, um claro sinal de descontrole das finanças federais. Para os especialistas, o próximo ano será tão complicado, com o deficit podendo chegar a 4% do Produto Interno Bruto (PIB), que o futuro comandante do Palácio do Planalto será obrigado a aumentar impostos para manter o país governável.

Em relação ao primeiro mandato de Lula, quando houve deficit nominal (que inclui os juros da dívida pública) de R$ 308,1 bilhões, o rombo do governo Dilma será 73,5% maior. Na comparação com os últimos quatro anos do petista, nos quais faltaram R$ 336,3 bilhões para o fechamento das contas, o salto foi 59%. Não à toa, o Brasil está sob total descrença entre os investidores e pode ser rebaixado pelas agências de classificação de risco, fato que, se confirmado, elevará o custo dos empréstimos que as empresas fazem no exterior para incrementar negócios no país.

No primeiro ano de mandato, as contas de Dilma ficaram R$ 108 bilhões no vermelho. Em 2012, houve estabilidade, com deficit de R$ 109 bilhões. Neste ano, as projeções apontam para um buraco mínimo de R$ 150 bilhões, correspondente a 3% do PIB. Para 2014, ano de eleições, as estimativas apontam para rombo de R$ 167,7 bilhões, o equivalente a 3,2% do PIB. Os mais pessimistas, como o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto, falam em deficit nominal de até 4% do Produto ou R$ 210 bilhões.
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Postado pelo Lobo do mar