domingo, 8 de dezembro de 2013
Como superar a Herança Maldita e Bandida da organização Criminosa dos Petralha!
POR CARDOSO LIRA
Citado por Tuma como um dos "assassinos de reputações" ,o bandido petista, corrupto e abominável, Gilberto Carvalho diz que vai processar o ex-Secretário Nacional de Justiça.
A propósito do livro "Assassinato de Reputações", do delegado policial aposentado Romeu Tuma Júnior, e da matéria “O livro bomba”, da revista Veja nº 2351, o ministro Gilberto Carvalhodeclarou, em nota oficial: “Repudio as acusações absolutamente falsas do senhor Romeu Tuma Júnior. Vou processá-lo imediatamente, para que ele responda na Justiça pelas calúnias que fez contra mim”.
Abaixo, a acusação de Tuma. O bicho vai pegar pra cima do coveiro do PT.
Por Jorge Serrão -
Corrupção, vagabundagem e desilusão com a política. Estas são pelo menos três heranças malditas, deixadas pelos governos petralhas, que um futuro e verdadeiro Governo do Brasil precisa superar. Para isto, é preciso que a elite pensante e produtiva elabore um Projeto de Nação que possa ser colocado em prática, com objetivos bem claros, metas realistas e prazos corretos, com foco em resultados baseados em ética, responsabilidade e patriotismo.
O PT já era! Vai ser tirado do poder na eleição de 2014. Os fantoches que comandam o partido perderam a sustentação dada pela Oligarquia Financeira Transnacional. Assim que Dilma Rousseff perder a eleição, os marginais que infestam a máquina capimunista tupiniquim se transformarão em alvo da Justiça. O Governo do Crime Organizado está com os dias contados. Por sorte, a petralhada vai para o saco de lixo da História pelos erros primários que cometeram no assalto ao Brasil.
Alguns chefetes petralhas já brilham como estrelas. Claro, no firmamento lúgubre da penitenciária. Outros petralhas ainda impunes sabem que a estrela a brilhar, a partir de 2014, será a dos xerifes que começarão a processar, julgar e mandar prender os criminosos responsáveis pelo festival de Heranças Malditas que assolam o Brasil. Isto vai acontecer porque a maioria de cidadãos honestos e de bem cansou de tanta safadeza, promiscuidade e vagabundagem improdutiva.
Quem produz de verdade não aguenta mais o desgoverno como um indesejável sócio que rouba, via extorsão tributária, em média, 40% do que o trabalho consegue gerar. Números escandalizam: 47% do orçamento do governo federal é direcionado ao pagamento dos juros. Ou seja, o Brasil rasga dinheiro. Os bancos lucram alto, emprestando dinheiro para o crédito consumista, irresponsável, que só fabrica sujeitos endividados...
Ninguém com bom senso consegue mais aguentar a retórica vazia da politicagem, que ganha muito (cerca de R$ 100 mil de salário mensal) para gerar pouco ou nada, enquanto ainda aproveita para roubar a sociedade. O dinheiro público é desperdiçado ou gasto criminosamente. Por isso, não dá mais para suportar a falta de infraestrutura básica necessária a um desenvolvimento real e sustentável.
Assim que Dilma for formalmente derrotada, quem vai sentir a perda é o chefão maior do PT. Luiz Inácio Lula da Silva será rapidamente convocado a explicar, na Justiça, os desdobramentos do Mensalão e do até agora abafado Rosegate. Lula não tem como fugir de justificar, nas barras dos tribunais, todas as ações movidas contra sua íntima amiga e super-assessora Rosemary Nóvoa Noronha. Como se diz no popular, trata-se de “batom na cueca vermelha”.
Se a coisa evoluir como parece, o PT terá de mudar de nome. Deixará de ser o “Partido dos Trabalhadores” (ironia no país em que 17% do que o governo arrecada é direcionado para bolsas vagabundagem) para se transformar no “Partido dos Trambiqueiros”. E vem por aí coisa muito pior para o PT que o livro do delegado aposentado Romeu Tuma Júnior – que cansou de ser vítima do que chama de “máquina de difamação petista que assassina reputações”.
Tuminha vai manchar a biografia de "democrata" de Lula. Na obra "Assassinato de Reputações - Um Crime de Estado" (Editora Topbooks), o filho do falecido senador e delegado Romeu Tuma confirma que Lula, quando era sindicalista no ABC, foi informante do Departamento da Ordem Política e Social. Tuma pai era o homem da inteligência do DOPS, que tinha o delegado Sérgio Paranhos Fleury como chefe operacional. No livro, Tuma se refere ao informante "Barba". Mas agentes do DOPS já cansaram de revelar que o codinome do ilustre líder sindical, parceiro da repressão, era "Boi".
Bovinices à parte, nos bastidores do poder econômico, existem dossiês altamente comprometedores. E também imagens de altíssima pornografia da corrupção petralha. Um dos mais cotados a vir à tona é patético. Flagra uma arrogante senhora abraçando um pacotão de grana da corrupção. A mesma personagem do indiscreto flimete já teve sua privacidade quebrada até em um motel. Foi filmada ilegalmente quando traia o otário marido. Pobre corno político prestes a ser vítima de uma traição de seu partido...
O submundo petralha é repleto de podridões tão abjetas e nojentas quanto à corrupção. Felizmente, o império de sacanagens entra em decadência. Os bandidos precisam ser contidos e punidos porque o Brasil corre sério risco de desintegração moral, política e econômica. Não dá para aceitar que o mundo evolua, enquanto nós seguimos na vanguarda do atraso.
Precisamos romper, imediatamente, com o pacto da mediocridade criminosa e instituir um Projeto de Nação baseado na produção, na educação e na honestidade de objetivos, metas e ações concretas para superar a mentirada ideológica em vigor. Ver José Dirceu grudado na cadeia não tem preço. O resto nem o cartão de crédito corporativo do governo consegue comprar... Dirceu, si-fu... O que não dá para entender é o silêncio do Marcos Valério...
O Brasil é o único País do mundo com capacidade de se consertar, imediatamente, com resultados no curto prazo. Basta cumprirmos a nossa vocação econômica: produzir alimentos para o mundo. Só nós temos como fazer 4 colheitas por ano. E como todo mundo precisa comer, todos dependem do Brasil. Só a Austrália depende menos que os outros neste quesito. O resto do planeta é dependente do Brasil, e não tiramos proveito de tal vantagem estratégica.
O Brasil tem de ser redescoberto e reinventado urgentemente. Tal missão é para os brasileiros de verdade. Primeiro, vamos tirar o PT e seus comparsas do poder. Também temos de fazer uma autocrítica e decretar um basta a todos os tipos de corrupção com que somos coniventes. Temos de exigir que a Justiça funcione. E que cada um cumpra deveres e exerça seus direitos com respeito, disciplina e ordem.
Em ação imediata, vamos formular e definir o Projeto de Nação – com planos plurianuais bem definidos e viáveis de serem realizados. Vamos acabar com gastos estatais inúteis e reaprender a poupar e investir, principalmente em infraestrutura, no médio e longo prazos. Temos de acabar com a mania de que tudo se resolve imediatamente, como mágica. Isto é golpe ilusionista.
Vamos cobrar a implantação de uma reforma política imediata, com ampla liberdade de escolha dos elegíveis e com o fim do nada democrático voto obrigatório. Vamos manter a urna eletrônica, mas com a possibilidade de recontagem impressa dos votos. Vamos escolher o melhor entre os melhores para nos governar. Os bons existem e precisam ser socialmente identificados e valorizados como lideranças capazes de gerenciar mudanças qualitativas.
Se a petralhada acha que está tudo bem, deixa eles acreditarem na mentira que eles mesmos contam, pensando que todo mundo é otário... A Globo já declarou guerra ao PT. Os militares estão PTs da vida, na reserva e agora na ativa... Nos bastidores econômicos, Itaú e Bradesco prometem se vingar do governo... Investidores da Petrobras ameaçam comer o fígado de Dilma, Lula, Mantega e demais companheiros... Muitos escândalos vão estourar até outubro de 2014... Aliados de ontem já se transformam em traidores para agora e para o ano que vem... E o fantasma de Celso Daniel assombra o PT, na véspera de toda eleição, ameaçando revelar quem o sequestrou, torturou, seviciou e matou, hediondamente, o prefeito petista de Santo André...
Por enquanto, a regra é clara: Chega de PT! Aonde a vaca vai, o Boi deve ir atrás... E o brejo não é o limite... O mais importante, agora, é ter fé de que tudo de bom será feito por cada um de nós, cidadãos de bem.
A vontade de fazer bem feito e a ação concreta neste sentido promoverão as mudanças para melhor. O resto será consequência natural das coisas acertadas para consertar mais de 500 anos de bombagens.
Dura Lição da História
Militares na reserva mandam via internet um e-mail com um link do YouTube, advertindo que os petralhas devem se lembrar dessas imagens dramáticas de 1989. O corrupto ditador da Romênia, Nicolae Ceausescu e sua mulher, foram julgados e sentenciados à morte. Tudo devidamente flimado, até o momento derradeiro.
Se a História se repete como farsa – como dizia o velho Kark Marx – é bom os bandidos daqui botarem as barbas de molho...
Por Cardoso Lira
O LIVRO-BOMBA – Tuma Jr. revela os detalhes do estado policial petista. Partido usa o governo para divulgar dossiês apócrifos e perseguir adversários. Caso dos trens em SP estava na lista. Ele tem documentos e quer falar no Congresso. Mais: diz que Lula foi informante da ditadura, e o contato era seu pai, então chefe do Dops
O “estado policial petista” não é uma invenção de paranoicos, de antipetistas militantes, de reacionários que babam na gravata dos privilégios e que atuam contra os interesses do povo. Não! O “estado policial petista” reúne as características de todas as máquinas de perseguição e difamação do gênero: o grupo que está no poder se apropria dos aparelhos institucionais de investigação de crimes e de repressão ao malfeito — que, nas democracias, estão submetidos aos limites da lei — e os coloca a seu próprio serviço. A estrutura estatal passa a servir, então, à perseguição dos adversários. Querem um exemplo? Vejam o que se passa com a apuração da eventual formação de cartel na compra de trens para a CPTM e o metrô em São Paulo. A questão não só pode como deve ser investigada, mas não do modo como estão agindo o Cade e a PF, sob o comando de José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça. As sentenças condenatórias estão sendo expedidas por intermédio de vazamentos para a imprensa. Pior: as mesmas empresas investigadas em São Paulo se ocuparam das mesmas práticas na relação com o governo federal. Nesse caso, não há investigação nenhuma. Escrevi a respeito nesta sexta.
Quando se anuncia que o PT criou um estado policial, convenham, não se está a dizer nenhuma novidade. Nunca, no entanto, alguém que conhece por dentro a máquina do governo havia tido a coragem de vir a público para relatar em detalhes como funciona o esquema. Romeu Tuma Junior, filho de Romeu Tuma e secretário nacional de Justiça do governo Lula entre 2007 e 2010, rompe o silêncio e conta tudo no livro “Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado”, publicado pela Editora Topbooks (557 págs., R$ 69.90). O trabalho resulta de um depoimento prestado ao longo de dois anos ao jornalista Cláudio Tognolli. O que vai ali é de assustar. Segundo Tuma Junior, a máquina petista:
1: produz e manda investigar dossiês apócrifos contra adversários políticos;
2: procura proteger os aliados.
1: produz e manda investigar dossiês apócrifos contra adversários políticos;
2: procura proteger os aliados.
O livro tem um teor explosivo sobre o presente e o passado recente do Brasil, mas também sobre uma história um pouco mais antiga. O delegado assegura que o sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva — que nunca negou ter uma relação de amizade com Romeu Tuma — foi informante da ditadura. A VEJA desta semana traz uma reportagem sobre o livro e uma entrevista com o ex-secretário nacional da Justiça. Ele estava lá. Ele viu. Ele tem documentos e diz que está disposto a falar a respeito no Congresso. O delegado é explícito: Tarso Genro, então ministro da Justiça, o pressionou a divulgar dados de dossiês apócrifos contra tucanos. Mais: diz que a pressão vinha de todo lado, também da Casa Civil. A titular da pasta era a agora presidente da República, Dilma Rousseff.
Segue um trecho da reportagem de Robson Bonin na VEJA desta semana. Volto depois.
(…)
Durante três anos, o delegado de polícia Romeu Tuma Junior conviveu diariamente com as pressões de comandar essa estrutura, cuja mais delicada tarefa era coordenar as equipes para rastrear e recuperar no exterior dinheiro desviado por políticos e empresários corruptos. Pela natureza de suas atividades, Tuma ouviu confidências e teve contato com alguns dos segredos mais bem guardados do país, mas também experimentou um outro lado do poder — um lado sem escrúpulos, sem lei, no qual o governo é usado para proteger os amigos e triturar aqueles que sio considerados inimigos.
(…)
Segundo o ex-secretário, a máquina de moer reputações seguia um padrão. O Ministério da Justiça recebia um documento apócrifo, um dossiê ou um informe qualquer sobre a existência de conta secreta no exterior em nome do inimigo a ser destruído. A ordem era abrir imediatamente uma investigação oficial. Depois, alguém dava urna dica sobre o caso a um jornalista. A divulgação se encarregava de cumprir o resto da missão. Instado a se explicar, o ministério confirmava que, de fato, a investigação existia, mas dizia que ela era sigilosa e ele não poderia fornecer os detalhes. O investigado”, é claro, negava tudo. Em situações assim, culpados e inocentes sempre agem da mesma forma. 0 estrago, porém, já estará feito.
(…)
Durante três anos, o delegado de polícia Romeu Tuma Junior conviveu diariamente com as pressões de comandar essa estrutura, cuja mais delicada tarefa era coordenar as equipes para rastrear e recuperar no exterior dinheiro desviado por políticos e empresários corruptos. Pela natureza de suas atividades, Tuma ouviu confidências e teve contato com alguns dos segredos mais bem guardados do país, mas também experimentou um outro lado do poder — um lado sem escrúpulos, sem lei, no qual o governo é usado para proteger os amigos e triturar aqueles que sio considerados inimigos.
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Segundo o ex-secretário, a máquina de moer reputações seguia um padrão. O Ministério da Justiça recebia um documento apócrifo, um dossiê ou um informe qualquer sobre a existência de conta secreta no exterior em nome do inimigo a ser destruído. A ordem era abrir imediatamente uma investigação oficial. Depois, alguém dava urna dica sobre o caso a um jornalista. A divulgação se encarregava de cumprir o resto da missão. Instado a se explicar, o ministério confirmava que, de fato, a investigação existia, mas dizia que ela era sigilosa e ele não poderia fornecer os detalhes. O investigado”, é claro, negava tudo. Em situações assim, culpados e inocentes sempre agem da mesma forma. 0 estrago, porém, já estará feito.
No livro, o autor apresenta documentos inéditos de alguns casos emblemáticos desse modus operandi que ele reuniu para comprovar a existência de uma “fábrica de dossiês” no coração do Ministério da Justiça. Uma das primeiras vítimas dessa engrenagem foi o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Senador época dos fatos, Perillo entrou na mira do petismo quando revelou a imprensa que tinha avisado Lula da existência do mensalão. 0 autor conta que em 2010 o então ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, entregou em suas mãos um dossiê apócrifo sobre contas no exterior do tucano. As ordens eram expressas: Tuma deveria abrir urna investigação formal. 0 trabalho contra Perillo, revela o autor, havia sido encomendado por Gilberto Carvalho, então chefe de gabinete do presidente Lula. Contrariado, Tuma Junior refutou a “missão” e ainda denunciou o caso ao Senado. Esse ato, diz o livro, foi o primeiro passo do autor para o cadafalso no governo, mas não impediu novas investidas.
(…)
(…)
Celso Daniel, trens, mensalão…
Vejam o que vai acima em destaque. Qualquer semelhança com os casos Alstom e Siemens, em São Paulo, não é mera coincidência. O livro traz revelações perturbadoras sobre:
a: o caso do cartel de trens em São Paulo:
b: o dossiê para incriminar Perillo;
c: o dossiê para incriminar Tasso Jereissati (com pressão de Aloizio Mercadante);
d: a armação para manchar a reputação de Ruth Cardozo;
e: o assassinato do petista Celso Daniel, prefeito de Santo André;
f: o grampo no STF (todos os ministros foram grampeados, diz Tuma Junior);
g: a conta do mensalão nas Ilhas Cayman…
Vejam o que vai acima em destaque. Qualquer semelhança com os casos Alstom e Siemens, em São Paulo, não é mera coincidência. O livro traz revelações perturbadoras sobre:
a: o caso do cartel de trens em São Paulo:
b: o dossiê para incriminar Perillo;
c: o dossiê para incriminar Tasso Jereissati (com pressão de Aloizio Mercadante);
d: a armação para manchar a reputação de Ruth Cardozo;
e: o assassinato do petista Celso Daniel, prefeito de Santo André;
f: o grampo no STF (todos os ministros foram grampeados, diz Tuma Junior);
g: a conta do mensalão nas Ilhas Cayman…
E muito mais. Tuma Júnior está com documentos. Tuma Junior quer falar no Congresso. Tuma Junior tem de ser ouvido. Abaixo, seguem trechos de sua entrevista à VEJA.
(…)
Por que Assassinato de Reputações?
Durante todo o tempo em que estive na Secretaria Nacional de Justiça, recebi ordens para produzir e esquentar dossiês contra uma lista inteira de adversários do governo. 0 PT do Lula age assim. Persegue seus inimigos da maneira mais sórdida. Mas sempre me recusei. (…) Havia uma fábrica de dossiês no governo. Sempre refutei essa prática e mandei apurar a origem de todos os dossiês fajutos que chegaram até mim. Por causa disso, virei vítima dessa mesma máquina de difamação. Assassinaram minha reputação. Mas eu sempre digo: não se vira uma página em branco na vida. Meu bem mais valioso é a minha honra.
Por que Assassinato de Reputações?
Durante todo o tempo em que estive na Secretaria Nacional de Justiça, recebi ordens para produzir e esquentar dossiês contra uma lista inteira de adversários do governo. 0 PT do Lula age assim. Persegue seus inimigos da maneira mais sórdida. Mas sempre me recusei. (…) Havia uma fábrica de dossiês no governo. Sempre refutei essa prática e mandei apurar a origem de todos os dossiês fajutos que chegaram até mim. Por causa disso, virei vítima dessa mesma máquina de difamação. Assassinaram minha reputação. Mas eu sempre digo: não se vira uma página em branco na vida. Meu bem mais valioso é a minha honra.
De onde vinham as ordens para atacar os adversários do PT?
Do Palácio do Planalto, da Casa Civil, do próprio Ministério da Justiça… No livro, conto tudo isso em detalhes, com nomes, datas e documentos. Recebi dossiês de parlamentares, de ministros e assessores petistas que hoje são figuras importantes no atual governo. Conto isso para revelar o motivo de terem me tirado da função, por meio de ataque cerrado a minha reputação, o que foi feito de forma sórdida. Tudo apenas porque não concordei com o modus operandi petista e mandei apurar o que de irregular e ilegal encontrei.
(…)
Do Palácio do Planalto, da Casa Civil, do próprio Ministério da Justiça… No livro, conto tudo isso em detalhes, com nomes, datas e documentos. Recebi dossiês de parlamentares, de ministros e assessores petistas que hoje são figuras importantes no atual governo. Conto isso para revelar o motivo de terem me tirado da função, por meio de ataque cerrado a minha reputação, o que foi feito de forma sórdida. Tudo apenas porque não concordei com o modus operandi petista e mandei apurar o que de irregular e ilegal encontrei.
(…)
O Cade era um dos instrumentos da fábrica de dossiês?
Conto isso no livro em detalhes. Desde 2008, o PT queria que eu vazasse os documentos enviados pela Suíça para atingir os tucanos na eleição municipal. O ministro da Justiça, Tarso Genro, me pressionava pessoalmente para deixar isso vazar para a imprensa. Deputados petistas também queriam ver os dados na mídia. Não dei os nomes no livro porque quero ver se eles vão ter coragem de negar.
Conto isso no livro em detalhes. Desde 2008, o PT queria que eu vazasse os documentos enviados pela Suíça para atingir os tucanos na eleição municipal. O ministro da Justiça, Tarso Genro, me pressionava pessoalmente para deixar isso vazar para a imprensa. Deputados petistas também queriam ver os dados na mídia. Não dei os nomes no livro porque quero ver se eles vão ter coragem de negar.
O senhor é afirmativo quando fala do caso Celso Daniel. Diz que militantes do partido estão envolvidos no crime.
Aquilo foi um crime de encomenda. Não tenho nenhuma dúvida. Os empresários que pagavam propina ao PT em Santo André e não queriam matar, mas assumiram claramente esse risco. Era para ser um sequestro, mas virou homicídio.
(…)
Aquilo foi um crime de encomenda. Não tenho nenhuma dúvida. Os empresários que pagavam propina ao PT em Santo André e não queriam matar, mas assumiram claramente esse risco. Era para ser um sequestro, mas virou homicídio.
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O senhor também diz no livro que descobriu a conta do mensalão no exterior.
Eu descobri a conta do mensalão nas Ilhas Cayman, mas o governo e a Polícia Federal não quiseram investigar. Quando entrei no DRCI, encontrei engavetado um pedido de cooperação internacional do governo brasileiro às Ilhas Cayman para apurar a existência de uma conta do José Dirceu no Caribe. Nesse pedido, o governo solicitava informações sobre a conta não para investigar o mensalão, mas para provar que o Dirceu tinha sido vítima de calúnia, porque a VEJA tinha publicado uma lista do Daniel Dantas com contas dos petistas no exterior. O que o governo não esperava é que Cayman respondesse confirmando a possibilidade de existência da conta. Quer dizer: a autoridade de Cayman fala que está disposta a cooperar e aí o governo brasileiro recua? É um absurdo.
(…)
Eu descobri a conta do mensalão nas Ilhas Cayman, mas o governo e a Polícia Federal não quiseram investigar. Quando entrei no DRCI, encontrei engavetado um pedido de cooperação internacional do governo brasileiro às Ilhas Cayman para apurar a existência de uma conta do José Dirceu no Caribe. Nesse pedido, o governo solicitava informações sobre a conta não para investigar o mensalão, mas para provar que o Dirceu tinha sido vítima de calúnia, porque a VEJA tinha publicado uma lista do Daniel Dantas com contas dos petistas no exterior. O que o governo não esperava é que Cayman respondesse confirmando a possibilidade de existência da conta. Quer dizer: a autoridade de Cayman fala que está disposta a cooperar e aí o governo brasileiro recua? É um absurdo.
(…)
O senhor afirma no livro que o ex-presidente Lula foi informante da ditadura. É uma acusação muito grave.
Não considero uma acusação. Quero deixar isso bem claro. O que conto no livro é o que vivi no Dops. Eu era investigador subordinado ao meu pai e vivi tudo isso. Eu e o Lula vivemos juntos esse momento. Ninguém me contou. Eu vi o Lula dormir no sofá da sala do meu pai. Presenciei tudo. Conto esses fatos agora até para demonstrar que a confiança que o presidente tinha em mim no governo, quando me nomeou secretário nacional de Justiça, não vinha do nada. Era de muito tempo. 0 Lula era informante do meu pai no Dops (veja o quadro ao lado).
Não considero uma acusação. Quero deixar isso bem claro. O que conto no livro é o que vivi no Dops. Eu era investigador subordinado ao meu pai e vivi tudo isso. Eu e o Lula vivemos juntos esse momento. Ninguém me contou. Eu vi o Lula dormir no sofá da sala do meu pai. Presenciei tudo. Conto esses fatos agora até para demonstrar que a confiança que o presidente tinha em mim no governo, quando me nomeou secretário nacional de Justiça, não vinha do nada. Era de muito tempo. 0 Lula era informante do meu pai no Dops (veja o quadro ao lado).
O senhor tem provas disso?
Não excluo a possibilidade de algum relatório do Dops da época registrar informações atribuídas a um certo informante de codinome Barba.
(…)
Não excluo a possibilidade de algum relatório do Dops da época registrar informações atribuídas a um certo informante de codinome Barba.
(…)
Encerro
Encerro por ora. É claro que ainda voltarei ao tema. Tuma Junior estava lá dentro. Tuma Junior viu e ouviu. O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) quer que o delegado preste depoimento à Câmara sobre o que sabe.
Encerro por ora. É claro que ainda voltarei ao tema. Tuma Junior estava lá dentro. Tuma Junior viu e ouviu. O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) quer que o delegado preste depoimento à Câmara sobre o que sabe.
O estado policial petista tem de parar. E parte da imprensa precisa deixar de ser o seu braço operativo.
Postado pelo Lobo do Mar
sábado, 7 de dezembro de 2013
Recado de General na ativa: “Não há nenhuma modificação em relação ao Exército na História”
Por Cardoso Lira
Oito anos após sua primeira greve de fome contra a transposição do rio São Francisco, o bispo de Barra (BA), dom Luiz Cappio, 67, aponta uso eleitoral da obra pelo governo Dilma Rousseff. "O que está caminhando é uma propaganda política usando a transposição em vista das eleições do ano que vem, porque obras mesmo não estão acontecendo."
Em 2005, Cappio passou 11 dias sem comer em protesto contra o projeto. Pelo mesmo motivo, ficou 23 dias em jejum em 2007. Ele diz que seu protesto foi um "grito" que motivou uma "compreensão diferente" da realidade do rio. "Ele [protesto] aconteceu no momento certo e atingiu os objetivos." Frade franciscano formado em economia, Cappio diz acreditar que a obra iniciada em 2007 nunca será concluída. A mais recente previsão do governo federal é terminá-la em 2015, após o fim do governo Dilma.
"Ela é economicamente errada, ecologicamente errada, juridicamente anticonstitucional, socialmente é um absurdo prejudicial. Não é aprovada em nenhum quesito", afirmou o bispo. Apesar de o governo federal já ter gastado mais de R$ 3,5 bilhões e prever consumir outros R$ 4,2 bilhões até o fim de 2014, dom Cappio sugere que a obra seja refeita de maneira diferente. (Folha Poder)
Por Jorge Serrão
Não bastasse a gravíssima crise na Petrobras – cujos desdobramentos têm grande chance de levar o governo a nocaute, em curto prazo -, a Presidenta Dilma Rousseff já começa a sentir as primeiras manifestações públicas de um descontentamento, literalmente, “Generalizado”. Militares da ativa rompem o silêncio obsequioso. Em gestos simbólicos e em discursos cirúrgicos, Generais já começam a impor limites aos ataques assimétricos da turma do Foro de São Paulo que infesta o poder no Brasil.
Por trás da bronca, os oficias de quatro estrelas exigem mais verbas, rotatividade nos comandos das forças e, sobretudo, respeito pelas Forças Armadas como instituição garantidora da Pátria. A Comandanta em chefe das FFAA já foi informada, claramente, por assessores próximos que “a insatisfação militar começa a crescer e fugir do controle”. Acontece que Dilma, na costumeira arrogância e autossuficiência, já avisou que prefere “pagar para ver” e não acredita que os “militares percam a linha”.
Ontem, em São Borja, no Rio Grande do Sul, foi emitido o primeiro sinal de que a paciência da caserna está se esgotando. O Comandante Militar do Sul, General de Exército Carlos Bolivar Goellner, deixou claro, publicamente, que a recepção aos restos mortais do ex-Presidente João Goulart, com honras militares, represente uma retratação histórica do EB com Jango (conforme sugere o governo). O Oficial de quatro estrelas e membro do Alto Comando do Exército foi direto: “Nenhum erro histórico. A História não comete erro. A História é a História. As instituições não mudam na história. Não há nenhuma modificação em relação ao Exército”.
O General Bolivar aproveitou para desmentir outra mentira repetida pela reformada historiografia do governo petralha, segundo a qual Jango fora enterrado em dezembro de 1976, às pressas, sem honra de chefes de Estado a que teria direito como ex-Presidente da República. Bolivar foi claro, novamente: “Ele não foi enterrado como cidadão comum. Ele nunca deixou de ser presidente. Estamos prestando as honras regulamentares, nada mais do que isso. Não tem nenhuma outra ilação além disso, nem a favor nem contra”.
Nos bastidores do poder, a declaração pública do General Bolivar pode ser interpretada como um recado. Nos bastidores, ele é citado como o favorito a substituir o General Enzo Peri no posto de Comandante do Exército. A Presidenta Dilma, no entanto, nada fala sobre troca dos três oficiais generais que comandam o EB, a Marinha e a FAB desde o governo Lula – em uma incomum falta de rotatividade que desrespeita a carreira militar. Nem nos tempos da “dita-dura” se descumpriu o princípio da alternância de comandos – e os chefes militares tinham status de ministros, até que Fernando Henrique Cardoso instituiu o Ministério da Defesa.
O breve recado do General Bolivar pode até lhe custar o futuro comando do EB. Mas deixou clara que a insatisfação dos militares com a guerra irregular promovida pela petralhada contra as Forças Armadas tem um limite.
O Alerta Total de ontem continua valendo. O desgoverno petralha nunca esteve sob tanta pressão. Qualquer erro – e eles cometem muitos – pode ser fatal para o projeto de perpetuação no poder. Por isso, releia: Oligarquia Financeira Transnacional jádecidiu que PT deve ser tirado do Palácio do Planalto em 2014
Atenção! Não existe “golpe em marcha” – como podem supor alguns que sonham com uma reedição de 1964. Mas tudo pode acontecer quando um governo perde sua base de sustentação na geopolítica globalitária. O desgoverno petralha está órfão. Por isso, será substituído. O problema é se a troca atenderá aos verdadeiros interesses do Brasil.
O cenário mais provável é uma mudança para substituir apenas as marionetes titulares. É a sina de um país subdesenvolvido, sem soberania e projeto de Nação...
Mensaleiragem
Em livro, ex-Secretário Nacional de Justiça, acusa Gilberto Carvalho de tentar plantar dossiês contra tucanos.

Vai ser uma correria, um turbilhão de desmentidos indignados, um grande auê quando, nas próximas horas, começar a circular a edição de VEJA contendo uma longa entrevista do delegado Romeu Tuma Junior, ex-secretário Nacional de Justiça, na qual, entre outras coisas, ele conta que uma figura política de dimensões nacionais era informante do pai, Romeu Tuma, quando chefe do DOPS — a polícia política de São Paulo durante a ditadura.
Delegado concursado da Polícia Civil de São Paulo, Tuma Junior foi demitido a Secretaria Nacional de Justiça em junho de 2010, último ano do governo Lula, pelo então ministro Luiz Paulo Barreto. “Tuminha”, como é conhecido, teve conversas telefônicas gravadas com Li Kwok Kwen, comerciante acusado de ser contrabandista e suposto integrante da máfia chinesa em São Paulo. Até agora, nada se comprovou de irregular na conduta do delegado, que, pretendendo limpar o nome, decidiu escrever um livro, Assassinato de Reputações — Um Crime de Estado.
Além da revelação-bomba referida no início deste texto, Tuma conta outras passagens nada dignificantes ocorridas no seio do poder. Como, por exemplo, quando recebeu do Planalto um suposto dossiê e a incumbência, que tiveram como pombo-correio o atual secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, de dar um jeito para “fulminar” um governador da oposição.
Ele narra também um episódio em foi chamado ao Congresso para reunir-se com um deputado e um senador do PT — este, hoje, é ministro de Dilma — para, supostamente, tratar de projetos de interesse do governo Lula. Na verdade, o encontro se destinava a entregar ao delegado um pendrive que conteria um dossiê (mais um) contra um eminente senador da oposição. “A exigência era que eu plantasse uma investigação em cima dele”, revela Tuma.
O que Tuma Junior diz saber sobre circunstâncias envolvendo o assassinato do prefeito Celso Daniel também dará o que falar… Como se vê, vale a pena esperar mais algumas horas para ler a entrevista do delegado. (Do Blog do Ricardo Setti, na Veja)
Apartamentos do Minha Casa, Minha Vida, na Baixada Fluminense, são inundados
Na VEJA.com:
Moradores de três conjuntos habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida, em Queimados, na Baixada Fluminense, tiveram suas casas invadidas pela água da chuva que atingiu o estado do Rio na noite de quinta-feira. Revoltados com a inundação e com falta de ajuda do governo durante esta sexta-feira, cerca de 300 pessoas fecharam a Rodovia Presidente Dutra, principal ligação rodoviária entre Rio e São Paulo, durante duas horas. A interdição causou um engarrafamento de mais de dez quilômetros nos dois sentidos da via.
Moradores de três conjuntos habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida, em Queimados, na Baixada Fluminense, tiveram suas casas invadidas pela água da chuva que atingiu o estado do Rio na noite de quinta-feira. Revoltados com a inundação e com falta de ajuda do governo durante esta sexta-feira, cerca de 300 pessoas fecharam a Rodovia Presidente Dutra, principal ligação rodoviária entre Rio e São Paulo, durante duas horas. A interdição causou um engarrafamento de mais de dez quilômetros nos dois sentidos da via.
De acordo com as pessoas que participaram da manifestação, a água invadiu os apartamentos através dos ralos e atingiu cerca de um metro de altura. Proprietários dos apartamentos térreos foram os mais prejudicados: perderam fogões, geladeiras, sofás e roupas. No fim da tarde, a Prefeitura de Queimados decretou estado de emergência devido aos danos causados pela chuva. Em nota, a prefeitura informou que a tempestade foi uma das piores na história da cidade. O pluviômetro localizado no Morro da Caixa D’Água, no Centro da cidade, mediu 90,5 milímetros de chuva em quatro horas, o equivalente ao que choveu em todo o mês de janeiro de 2012.
De acordo com levantamento preliminar da Defesa Civil, seis casas foram interditadas, 440 pessoas ficaram desalojadas e 70 desabrigadas. Foram registrados 13 deslizamentos de terra.
Mensaleiros perdem as mordomias na Papuda.
Familiares do Dirceu, Delúbio e outros mensaleiros vão ter que chegar cedo para pegar ficha na Papuda. Começa o castigo, essencial para a recuperação dos criminosos.
Após a visita fora do horário regular de parlamentares e familiares aos presos do mensalão causar a revolta de parentes de outros detentos em Brasília, a Justiça determinou ontem tratamento igual a todos os visitantes. Com isso, suspendeu a permissão dos encontros às sextas-feiras, quando parentes de detentos especiais, como ex-policiais, vão ao Complexo Penitenciário da Papuda. Os familiares e amigos de José Dirceu, Delúbio Soares e outros condenados no mensalão deverão, agora, enfrentar a longa fila em frente ao presídio e terão de se submeter ao cadastro prévio, como qualquer parente de preso.
A decisão do juiz Bruno Ribeiro, da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, veio após pressão da Promotoria e da Defensoria Pública. Juízes da vara, incluindo Ribeiro, haviam determinado em novembro, de forma genérica, o tratamento igualitário. Mas, como as visitas aos presos do mensalão fora do horário continuaram a ocorrer, o magistrado emitiu a nova ordem, mais específica.
"O Ministério Público do Distrito Federal noticiou a esta vara que os sentenciados receberam novamente visitas em dia em que os outros internos não podem receber, o que fere o tratamento isonômico que deve ser conferido aos sentenciados", escreveu. Ribeiro não tratou das visitas de congressistas. A Secretaria de Segurança do DF diz que eles podem entrar na prisão a qualquer momento por ser prerrogativa do cargo.
O dia normal de visitas é quarta ou quinta. Pelas regras da Papuda, podem se cadastrar dez pessoas, mas só quatro fazem a visita por vez. Dos dez cadastrados, nove devem ser familiares dos presos. O tratamento aos condenados do mensalão irritou familiares de detentos comuns. Mulheres de presos organizam um abaixo-assinado por melhorias e dizem já ter quase 1.000 adesões. O documento será entregue na próxima semana ao Ministério Público do Distrito Federal. "Por que eles podem tudo e a gente nada?", questiona uma delas, que pediu para não ter o nome publicado.
As visitas são um dos pontos abordados. As mulheres defendem que sejam distribuídas senhas dois dias antes. Atualmente, isso ocorre só na manhã do dia da visita. Parentes costumam pernoitar para conseguir uma senha cedo e frequentemente há desorganização e correria. Os familiares querem ainda permissão para montar barracas perto da entrada da Papuda, onde pernoitam. Militantes do PT haviam instalado tendas quando os presos do mensalão chegaram.
Outras reivindicações são o retorno do banho de sol aos fins de semana e feriados, que elas relatam ter sido cortado, melhora na qualidade da comida e a presença de médicos --os detentos contam que geralmente são atendidos por enfermeiros. O coordenador do núcleo de execução penal da Defensoria Pública, Leonardo Moreira, diz que já enviou ofícios à Justiça e à Secretaria de Segurança sobre descumprimento dos banhos de sol. "O argumento apresentado é que falta efetivo." Ele também tem relatos de refeições cruas e insuficiência de médicos.
A secretaria afirmou que o banho de sol é feito todos os dias e que "em algum caso pontual" pode não ocorrer. Disse ainda que a comida é a mesma para todos os detentos e que há atendimento de médicos, enfermeiros, dentistas e psicólogos. Sobre o atual sistema de visitas, diz que é "o melhor para organizar a entrada". (Folha de São Paulo)
POSTADO PELO LOBO DO MAR
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Hora da grande mudança.
por cardoso lira
Todos os analistas nacionais ou internacionais com alguma credibilidade apontam que 2014 será um ano muito difícil, mas que 2015 tende a ser caótico para o Brasil. O país pagará a conta das maquiagens econômicas do PT, de Lula e Dilma produzidas com um único objetivo: a continuidade do projeto de poder da esquerda. O Brasil conseguiu sobreviver à manipulação dos projetos sociais, que renderam o segundo mandato de Lula e o primeiro de Dilma, mas agora está ameaçado por outro tipo de mentira: a mentira na economia. Os pilares da estabilidade estão ruindo e tudo indica que, se reeleita, Dilma completará o estrago, pois aí mesmo que não ouvirá ninguém. PIB de menos de 2%, congelamento de preços públicos, subsídios que desgraçam os municípios, descumprimento do superávit primário, enfraquecimento do real, inflação e juros subindo. O Brasil já viveu este drama. A continuidade de Lula, Dilma e o PT no poder condena o país a passar por tudo isso. De novo, pois quem criou o problema não irá resolvê-lo. É hora de mudança. O que nos resta é o voto.
Entre uma viagem e outra, Dilma descobre que há uma crise lá fora e que petistas se engalfinham em volta do cofre.
Oligarquia Financeira Transnacional já decidiu que PT deve ser tirado do Palácio do Planalto em 2014
Estado Policial 2 – Tentem achar onde está a ação criminosa no que vai abaixo. Ou: A declaração de guerra de Cardozo
O ministro Gilberto Carvalho tem suas preferências jornalísticas. Ok. Todos temos. A diferença é que ele é ministro de estado e não pode ter a ambição de dizer o que a imprensa deve ou não deve publicar. Mas ele tem. Há umareportagem no Estadão intitulada “Lobista aconselhou tucano a conseguir recurso no exterior para obra do metrô”. Está sendo reproduzia na rede petista de comunicação, financiada com dinheiro público, como se ali estivesse a prova de um crime, de uma grande safadeza. Vou fazer o que não faço quase nunca: reproduzir o texto na íntegra (em vermelho). Comento em azul.
Atenção! A reportagem é escrita a partir de um e-mail que integra o inquérito aberto pela Polícia Federal. Vem a público dois dias depois de José Eduardo Cardozo ter prestado um depoimento no Senado e um dia depois do depoimento à Câmara. Nos dois casos, ele foi questionado sobre a condução política da apuração feita pelo Cade e pela PF. Ele, claro!, negou que esteja havendo direcionamento e, acreditem vocês!, lamentou os vazamentos. É provável que, ao mesmo tempo, o tal e-mail, que integra um inquérito sigiloso, estivesse sendo… vazado!
“Até aí, se o e-mail revela um crime…” Bem, peço que vocês leiam a reportagem. Acionem aí um marcador de texto na tela e tentem colorir a passagem que indica uma ação criminosa. Vamos ver.
*
Por Ricardo Chapola, Fausto Macedo e Fernando Gallo:
Cópia de e-mail em posse da Polícia Federal mostra que Jorge Fagali Neto, apontado como lobista da multinacional francesa Alstom e intermediador de propinas, fez sugestões, no fim de 2006, sobre como o governo estadual deveria agir no setor metroferroviário ao tucano Aloysio Nunes Ferreira, então coordenador da campanha de José Serra (PSDB) ao comando do Estado. Uma dessas sugestões — a busca de dinheiro externo para obras de uma linha do Metrô — acabou concretizada depois de Serra ser eleito e Aloysio assumir a Casa Civil do Estado. A obra foi tocada por um consórcio que tinha a Alstom como sócia.
O verbo “dever” é sempre complicado: pode indicar uma relação de subordinação ou simplesmente uma sugestão: “Acho que você deve parar de fumar…”. O tal Fegali estaria dando uma “ordem” a Aloysio ou fazendo uma sugestão, no contexto, óbvia: “Acho que vocês devem procurar financiamento externo…”. Afirmar que, em obras do metrô, deve-se buscar dinheiro no exterior sugere ação criminosa? E daí que a Alstom fosse sócia do consórcio? A questão é saber se houve irregularidade. É isso o que existe de mais grave no e-mail? “E se houver outra coisa?” Ah, bom, aí vamos ver.
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Por Ricardo Chapola, Fausto Macedo e Fernando Gallo:
Cópia de e-mail em posse da Polícia Federal mostra que Jorge Fagali Neto, apontado como lobista da multinacional francesa Alstom e intermediador de propinas, fez sugestões, no fim de 2006, sobre como o governo estadual deveria agir no setor metroferroviário ao tucano Aloysio Nunes Ferreira, então coordenador da campanha de José Serra (PSDB) ao comando do Estado. Uma dessas sugestões — a busca de dinheiro externo para obras de uma linha do Metrô — acabou concretizada depois de Serra ser eleito e Aloysio assumir a Casa Civil do Estado. A obra foi tocada por um consórcio que tinha a Alstom como sócia.
O verbo “dever” é sempre complicado: pode indicar uma relação de subordinação ou simplesmente uma sugestão: “Acho que você deve parar de fumar…”. O tal Fegali estaria dando uma “ordem” a Aloysio ou fazendo uma sugestão, no contexto, óbvia: “Acho que vocês devem procurar financiamento externo…”. Afirmar que, em obras do metrô, deve-se buscar dinheiro no exterior sugere ação criminosa? E daí que a Alstom fosse sócia do consórcio? A questão é saber se houve irregularidade. É isso o que existe de mais grave no e-mail? “E se houver outra coisa?” Ah, bom, aí vamos ver.
Anexada nos autos da investigação sobre o cartel de trens suspeitos de atuar nas gestões do PSDB entre 1998 e 2008, a correspondência é de 26 de setembro daquele ano eleitoral. Faltavam cinco dias para a votação e as pesquisas demonstravam que Serra venceria no 1º primeiro turno, o que de fato ocorreu. Na ocasião, além de coordenar a campanha de Serra, o hoje senador Aloysio era secretário de Governo de Gilberto Kassab (PSD) na prefeitura paulistana.
Sim, tudo isso é fato. E daí? Há a sugestão de um esquema eleitoral ou algo assim, ou, nesse caso, dados referenciais aparecem apenas para tentar adensar o clima de denúncia do texto?
Sim, tudo isso é fato. E daí? Há a sugestão de um esquema eleitoral ou algo assim, ou, nesse caso, dados referenciais aparecem apenas para tentar adensar o clima de denúncia do texto?
Fagali é um dos 11 indiciados pela Polícia Federal por suspeita de ilegalidades envolvendo contratos de energia da Alstom com o governo estadual. Os investigadores afirmam que ele cometeu os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Fagali nega. Antes de se transformar em consultor do setor metroferroviário, no qual a Alstom também atua e é suspeita de formar cartel, ele havia sido secretário de Transportes do governo Luiz Antonio Fleury Filho por um ano: em 1994. Fagali sucedeu no cargo justamente Aloysio, que foi secretário de Transportes de Fleury entre 1991 e 1993. Ou seja, Fagali e Aloysio se conhecem “há muitos anos”, nas palavras do próprio senador tucano, segundo quem o e-mail de 2006 foi apenas um “alerta de um amigo” sobre a situação do setor metroferroviário naquele momento.
Se Fegali é isso tudo, que se leve a apuração adiante e que a Justiça atue. O ponto é outro: o que, até agora, caracteriza crime? Alguém que é ligado à área de transportes, que conhece o setor, seja lobista ou consultor, pouco importa, sugerir que se busque financiamento externo para o metrô constitui indício de crime?
Se Fegali é isso tudo, que se leve a apuração adiante e que a Justiça atue. O ponto é outro: o que, até agora, caracteriza crime? Alguém que é ligado à área de transportes, que conhece o setor, seja lobista ou consultor, pouco importa, sugerir que se busque financiamento externo para o metrô constitui indício de crime?
O irmão do consultor, José Jorge Fagali, foi escolhido por Serra para presidir o Metrô, estatal do governo, cargo que ocuparia entre os anos de 2007 e 2010. Fagali, o consultor que mandou o e-mail com as sugestões para Aloysio, está hoje com os ativos bloqueados na Suíça. São US$ 6,5 milhões travados pela Justiça do país europeu por suspeita de lavagem de dinheiro.
Tudo isso éfato, que vem endossar o… O quê? Cadê a evidência do crime, a sugestão que seja. Reitero a pergunta: no resto do e-mail estaria a prova do crime? Ou o crime está no próprio e-mail?
Tudo isso éfato, que vem endossar o… O quê? Cadê a evidência do crime, a sugestão que seja. Reitero a pergunta: no resto do e-mail estaria a prova do crime? Ou o crime está no próprio e-mail?
No e-mail, Fagali sugeriu, entre outras coisas, que Aloysio acionasse o Banco Mundial para angariar recursos para a Linha 4-Amarela do Metrô. “Para a linha 4, acredito ser possível um aditamento ao contrato do Banco Mundial”, escreveu o consultor no e-mail. Em abril de 2008, no segundo ano da gestão Serra, o governo assinaria com o Banco Mundial, conforme sugerido pelo consultor, um aditamento de US$ 95 milhões ao contrato de US$ 209 milhões de 2002 para a construção da linha 4-Amarela do Metrô.
E daí? Esse aditamento contém alguma irregularidade? O que há de exótico em que alguém faça essa sugestão?
E daí? Esse aditamento contém alguma irregularidade? O que há de exótico em que alguém faça essa sugestão?
O dinheiro extra foi usado para obras de ampliação da linha e aquisição de equipamentos, como trens e trilhos. Responsável pela construção da Linha 4, o consórcio Via Amarela tinha entre seus sócios a Alstom. A multinacional francesa forneceu toda a infraestrutura dessa linha do Metrô, como sistema de alimentação de energia e sistemas de controle e de comunicação.
Era e é uma das gigantes do setor. A questão, de novo, é saber se, nesse processo, houve fraude.
Era e é uma das gigantes do setor. A questão, de novo, é saber se, nesse processo, houve fraude.
O e-mail de Fagali ao tucano chegou às mãos da Polícia Federal por meio de uma ex-funcionária do consultor chamada Edna da Silva Flores. Ela foi secretária pessoal de Fagali entre 2006 e 2009 e prestou depoimento aos federais no dia 9 de outubro passado. Edna disse que “Fagali trocava e-mails com Aloysio Nunes acerca de licitações de metrô em SP”. Ainda em seu depoimento, a ex-funcionária de Fagali fala da amizade do consultor com outros políticos, como Serra. Segundo relatou Edna, Fagali era “muito amigo” do tucano. “Jorge Fagali Neto (…) viajou com Serra para o Japão com a finalidade de tratar de assuntos financeiros do metrô de São Paulo”, disse no depoimento anexado aos autos da polícia. O ex-governador diz que nunca esteve no Japão com Fagali.
Vocês acham mesmo que quem pretende fazer, para usar a palavra óbvia, sacanagem fica combinando essas coisas por e-mail? Tudo o que vai no texto é fato. Todos os fatos estão encadeados para sugerir que houve um grande conluio. Mas conluio em torno de quê?
Vocês acham mesmo que quem pretende fazer, para usar a palavra óbvia, sacanagem fica combinando essas coisas por e-mail? Tudo o que vai no texto é fato. Todos os fatos estão encadeados para sugerir que houve um grande conluio. Mas conluio em torno de quê?
Edna também relatou ao delegado a relação de Fagali com os irmãos Arthur e Sérgio Teixeira, também consultores apontados como intermediadores de propinas do cartel de trens. Sérgio já morreu e Arthur está indiciado sob suspeita de atuar ilegalmente para as multinacionais do setor metroferroviário. “Fagali tinha contato quase diário com Sergio Teixeira e Arthur Teixeira.”
Não entendi o “também consultores”. Então os Teixeira são consultores, mas Fegali é lobista, é isso? Para usar o “também”, ou Fegali também é consultor, ou os Teixeira também são lobistas.
Não entendi o “também consultores”. Então os Teixeira são consultores, mas Fegali é lobista, é isso? Para usar o “também”, ou Fegali também é consultor, ou os Teixeira também são lobistas.
Em outra parte do inquérito, há um relatório não assinado, mas escrito em abril deste ano pelo ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer, em que Aloysio é citado como sendo próximo de Teixeira. No mesmo relatório, o ex-diretor da empresa alemã sugere que o chefe da Casa Civil do governo Geraldo Alckmin, Edson Aparecido, foi destinatário de propina. Aparecido chama a acusação de “absurda”.
E pronto! Estamos de volta às cartas de Everton, aquele que confessa ter combinado a denúncia com o chefe do Cade, que pediu a proteção “do partido” e até um emprego.
E pronto! Estamos de volta às cartas de Everton, aquele que confessa ter combinado a denúncia com o chefe do Cade, que pediu a proteção “do partido” e até um emprego.
Vocês acharam o crime? Reitero: esse e-mail é parte do inquérito conduzido pela Polícia Federal. O chefe da Polícia Federal é José Eduardo Cardozo. José Eduardo Cardozo é aquele que depôs na Câmara e no Senado e que lamentou os vazamentos. É claro que se trata de uma declaração de guerra.
E a campanha eleitoral, oficialmente, ainda nem começou. Tem tudo para ser uma das mais sujas da história. Aguardem pra ver.
Por Jorge Serrão -
Embora as pesquisas amestradas e a propaganda chapa-branca vendam o “fato consumado” de que Dilma Rousseff se reelege (inclusive no primeiro turno), a conjuntura política e econômica real demonstra o exatamente o contrário. A Oligarquia Financeira Transnacional, que controla de fato o Brasil, já decidiu que o ciclo de poder presidencial do PT no Brasil precisa ser encerrado em 2014 – contrariando as previsões ufanistas de Lula da Silvade uma hegemonia petista até 2022.
A Petrobras é o calcanhar de Aquiles do governo. Na Assembleia Geral Extraordinária marcada para o próximo dia 16, às 15 horas, no Rio de Janeiro, o PT sofrerá um dos ataques diretos mais contundentes aos seus esquemas. Outro fator que tende a ser decisivo para a derrota do PT ano que vem é a oposição econômica que lhe será promovida pelos maiores bancos. Itaú e Bradesco vão apostar na oposição: Aécio Neves ou Eduardo Campos. Postura idêntica a da Rede Globo (que já começou a pancadaria tirando o emprego de José Dirceu no hotel que seria o QG da campanha de 2014).
A sabotagem dos controladores globalitários, promovida nos bastidores econômicos, contra Dilma Rousseff já começou e tende se ampliar no decorrer de 2014. Acusada midiática e justamente de ter derrubado o crescimento brasileiro e aumentado a inflação e a dívida interna, bagunçando as contas públicas, Dilma vai ser alvo de ataques diretos ao seu modelo nada eficiente de gestão em suas empresas símbolos do capimunismo no Brasil: a Petrobras e o BNDES.
Dilma corre até o risco de ser responsabilizada, judicialmente, por várias decisões que causaram, vem causando e devem causar ainda mais prejuízos aos investidores da Petrobras. Antes de ser alçada pelo Presidentro Lula para o trono do Palácio do Planalto, Dilma foi a “presidenta” do Conselho de Administração da Petrobras – cargo que é ocupado pelo desgastado Guido Mantega – que já pode ser pintado como o gestor do fracasso econômico da própria presidenta que tenta a reeleição.
Investidores da Petrobras – principalmente os internacionais – apostam que o governo não resiste a uma auditoria judicial, séria e independente, em vários negócios: nas refinarias Abreu Lima e Passadena, no Comperj, na Companhia de Recuperação Secundária (CRSec), na Petrobras InternationalFinance Company S.A (PFICO) e na Gemini (caso que agora, surpreendentemente, aparece no noticiário que sempre o abafou. As fragilidades na Petrobrás atingem mortalmente Dilma, Mantega e Lula – padrinho do ex-presidente da empresa, José Sergio Gabrielli, e de seu diretor financeiro Almir Barbassa (no cargo há três governos).
Só a petralhada canalha e os petistas fanáticos fingem não perceber que o PTitanic já bateu no iceberg que irá afundá-lo a partir de outubro de 2014. A próxima traição programada contra o PT é o rompimento do pacto com PMDB (partido que funciona igualzinho à Rede Globo: sempre apoia quem está no governo). O movimento de rompimento com o PT será comandado pelo vice-Presidente Michel Temer (maçom que obedece ao que seus mestres britânicos da oligarquia transnacional ordenam) e pelo desesperado Sérgio Cabral Filho (que dará o troco ao “amigo” Lula por investir na candidatura ao governo do Rio do petista Lindberg Farias).
O PT não resistirá a 2014. Esta é a aposta dos agentes econômicos internacionais. E se o Brasil não vencer a Copa da Fifa, a derrota programada será socialmente ainda mais desgastante para petistas e petralhas que, a partir de agora, devem investir na procura do bote salva-vidas no PTitanic. Na língua dos controladores globalitários, “the game is over”.
Demitido
Haja peito
Argumento do vereador Jorge Babu (PT) para propor um projeto de lei municipal que autoriza o famoso topless nas praias do Rio de Janeiro, entre o calçadão e o mar:
“Se a mulher expõe os seios para amamentar, por que não fazer o mesmo para tomar sol”.
Enquanto a lei não sai, pelo Facebook, duas cariocas já agendaram um “Toplessaço” para a abertura oficial do verão, no próximo dia 21 de dezembro, a partir das 10 horas da manhã, na praia de Ipanema – o que deve dar visibilidade mundial aos peitos de milhares de cariocas que prometem comparecer ao ato.
Gesto esperado
Dupla Dinâmica
Transposição é eleitoreira e nunca será concluída, afirma bispo.
Oito anos após sua primeira greve de fome contra a transposição do rio São Francisco, o bispo de Barra (BA), dom Luiz Cappio, 67, aponta uso eleitoral da obra pelo governo Dilma Rousseff. "O que está caminhando é uma propaganda política usando a transposição em vista das eleições do ano que vem, porque obras mesmo não estão acontecendo."
Em 2005, Cappio passou 11 dias sem comer em protesto contra o projeto. Pelo mesmo motivo, ficou 23 dias em jejum em 2007. Ele diz que seu protesto foi um "grito" que motivou uma "compreensão diferente" da realidade do rio. "Ele [protesto] aconteceu no momento certo e atingiu os objetivos." Frade franciscano formado em economia, Cappio diz acreditar que a obra iniciada em 2007 nunca será concluída. A mais recente previsão do governo federal é terminá-la em 2015, após o fim do governo Dilma.
"Ela é economicamente errada, ecologicamente errada, juridicamente anticonstitucional, socialmente é um absurdo prejudicial. Não é aprovada em nenhum quesito", afirmou o bispo. Apesar de o governo federal já ter gastado mais de R$ 3,5 bilhões e prever consumir outros R$ 4,2 bilhões até o fim de 2014, dom Cappio sugere que a obra seja refeita de maneira diferente. (Folha Poder)
Postado pelo Lobo do Mar
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