quinta-feira, 29 de maio de 2014

Grandes bandidos, corruptos e advogados mequetrefe que defendem a Organização criminosa dos petralhas ameaçam abandonar o PTitanic.

POR CARDOSO LIRA












Muito bem, deixa estar e aqui está, o grande pavor de perder a eleição  frustrando os planos de ocupação e perpetuação no poder por décadas, já é um sentimento real dos membros da cúpula da organização criminosa do Partido dos Trabalhadores. A tática de propaganda, baseada na chamada “Estratégia do Medo”, apenas reflete, psicologicamente, a tensão defensiva dos malditos e abomináveis petralhas, que tem tudo para se transformar, na hora do desespero diante da derrota, em atitudes ofensivas no estilo extremista, sangrento e violento de regimes totalitários (nos moldes Nazistas,  Marxista e Comunistas).



Governo Dilma mente na Bolsa Família e engana no Pronatec. Veja como programas sociais viraram uma caixa preta a serviço do marketing eleitoreiro do PT.

Dilma Rousseff e a ministra Teresa Campello: números do Pronatec são maquiados e governo não está cumprindo a legislação que criou o programa.

O governo petista entrou em pânico com a aprovação, no dia de ontem, do que chamamos de Bolsa Família Melhor, projeto do senador Aécio Neves (PSDB). É um projeto tão simples, tão justo e tão fácil de entender que feriu de morte a estratégia de terrorismo eleitoral que o PT monta a cada eleição, espalhando pelo país que os seus adversários, se vencedores, acabarão com o programa. Para que os leitores entendam, vamos reproduzir abaixo, o texto da lei. 



Crescimento fraco vira a principal preocupação da gestão Dilma

Por Valdo Cruz, na Folha:

Apesar de ainda demandar cuidados, a inflação não é mais a principal preocupação do governo Dilma, mas, sim, o crescimento da economia. Na avaliação de assessores, o risco de descontrole inflacionário neste ano está descartado, mas a produção caiu a ritmo muito fraco. Reservadamente, a equipe da presidente Dilma já trabalha com a possibilidade de o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 2014 ficar abaixo de 2%, menor do que a previsão oficial de 2,3% do Ministério da Fazenda. A equipe da Fazenda já havia reduzido sua estimativa para o desempenho da produção nacional de 2,5% para 2,3% neste ano, mais próxima da calculada pelo Banco
Central, de 2%. Acima, porém, das previsões feitas pelo mercado, que variam de 1,3% a 1,9% do PIB. Agora, porém, assessores já reconhecem em conversas reservadas que os últimos dados da economia nacional e internacional levaram a uma reavaliação das previsões, indicando que a renda nacional neste ano crescerá bem menos do que o desejado. Segundo técnicos, a revisão das estimativas de crescimento foi feita, em primeiro lugar, por causa do crescimento mundial mais lento do que o esperado, o que afeta principalmente a indústria e o agronegócio do país.
Na lista de efeitos negativos sobre a renda nacional, também figuram a seca atípica deste início de ano, que prejudicou a produção agrícola e gerou dúvidas sobre o setor elétrico, e as crises em países vizinhos, como a Argentina e a Venezuela. Fatores que estão levando o governo a trabalhar com o risco de a balança comercial brasileira encerrar o ano com deficit, ou seja, importações superando as exportações.


Você acha que já ouviu todas as piadas? Essa é nova! PMDB diz que está de portas abertas para Joaquim Barbosa.


O presidente do Senado, Renan Calheiros, cumprimenta Joaquim Barbosa ao lado do senador Eduardo Braga, do PMDB
Foto: Ailton de Freitas
O PMDB, bem como outros partidos, está de “portas abertas” para o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa. Essa foi a afirmação do presidente Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ), Vital do Rêgo (PMDB-PB), ao ser questionado sobre a notícia de que Barbosa vai anunciar sua aposentadoria. Ele disse que os partidos, como o PMDB, sempre estarão de portas abertas para o presidente.

- A decisão dele me surpreendeu. É um magistrado que honra a magistratura nacional. Desejo sucesso em sua nova vida. Todo homem honrado tem espaço em qualquer partido político, inclusive no PMDB. Mas ele nunca procurou o PMDB - disse Vital do Rego.

Barbosa passou nesta quinta-feira pela Senado e pela Câmara dos Deputados para anunciar sua aposentadoria aos presidentes das duas casas. Ele comunicou ao senador Renan Calheiros (PMDB-AL) que deixará o tribunal. Depois, conversou com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Aves (PMDB-RN). Segundo Alves, Barbosa disse que agora “vai se dedicar à vida privada”.

O ministro deve fazer um pronunciamento nesta quinta-feira na abertura da sessão plenária do Supremo. Há meses ele vinha deixando claro sua intenção de se aposentar até o fim deste ano. O presidente do Senado afirmou que a aposentadoria de Joaquim Barbosa deve se dar em junho, ainda sem data confirmada. (Estadão)


Na noite de terça passada, enquanto Brasília parava sitiada por índios e sem-teto, Dilma Rousseff era recebida por Michel Temer, vice-presidente e presidente licenciado do PMDB, para um jantar no Palácio Jaburu. Lá estavam as principais lideranças do PMDB. Um encontro político em prédio público. Nós pagamos a gasolina dos carros. A comida sofisticada. As bebidas caras. A segurança. A energia elétrica. Lá dentro, como sempre, Dilma cometeu o crime de fazer campanha eleitoral antes do prazo legal. Há gravações em que ela fala em "duas candidaturas" em São Paulo e em "derrotar os tucanos". Clique aqui. Por que os brasileiros não ficam mais escandalizados com crimes como estes? Simples. Quando PT e PMDB se reúnem, o menor dos crimes é o eleitoral. Quantos crimes mais não foram cometidos dentro do Jaburu, naquela noite?

POSTADO PELO LOBO DO MAR

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Dilma e PT combinam o atalho para chegar a tão desejada censura à imprensa.

POR CARDOSO LIRA

Enquanto afirma para consumo externo que continua contra a adoção de algum tipo de controle de conteúdo da imprensa, como defendem lideranças do PT, Dilma Rousseff faz acordo nas internas do partido, criando um atalho para chegar a tão desejada censura à imprensa:  a regulação econômica da mídia.

Segundo assessores, Dilma vai apoiar um projeto que regulamente e trate dos artigos 220 e 221 da Constituição. Eles determinam que os meios de comunicação não podem ser objeto de monopólio ou oligopólio e que a produção e a programação de rádios e TVs devem atender os princípios de produção regional e independente. Trata ainda da definição de como deve ser a publicidade.

Dilma e o PT pavimentam, assim, o mesmo caminho trilhado por Argentina. Equador, Venezuela e outros paraísos bolivarianos que estão acabando com a liberdade de expressão. Em recente reunião no Palácio da Alvorada, Dilma deixou claro a petistas : “ a regulação econômica não só é possível discutir como desejável", disse. Recebido o sinal , a Executiva do PT decidiu incluiu a regulação dos meios de comunicação no programa do partido para a campanha presidencial. 

"A democratização da sociedade brasileira exige que todas e todos possam exercer plenamente a mais ampla e irrestrita liberdade de expressão, o que passa pela regulação dos meios de comunicação --impedindo práticas monopolistas-- sem que isso implique qualquer forma de censura, limitação ou controle de conteúdos", afirma. Quem acredita que vão parar na regulação econômica?

Historicamente, o PT e setores da esquerda miram o domínio da Rede Globo. Líder de audiência, a emissora abocanha a maior fatia do mercado publicitário do setor. A forma camuflada de tratar o assunto foi definida durante reunião da cúpula de campanha com a presidente há cerca de um mês, no Alvorada.

No encontro, líderes petistas comemoraram a fala do ex-presidente Lula no encontro nacional do partido, quando ele defendeu a regulação da mídia num tom interpretado como senha para debater também um controle de conteúdo da imprensa. Segundo a Folha apurou, defensores do projeto de regulação da imprensa disseram na reunião: "Que bom que o Lula falou explicitamente que tem de regular a mídia".

Na reunião, estava presente o comando da campanha pela reeleição. Além de Dilma, o ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil), o presidente do PT, Rui Falcão, e o ex-ministro Franklin Martins. (Com informações da Folha de São Paulo)

“Copa do Jegue” deixa legado de corrupção, bandidagem, lavagem de dinheiro, corrupção generalizada, incompetência dos governos e aumento do custo de vida dos brasileiros


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

A Presidenta Dilma Rousseff garantiu ontem a empresários que não haverá baderna na Copa do Mundo da Fifa. Para sua profecia dar certo, sol falta Dilma combinar, direitinho, com os manifestantes organizados. Na maioria das cidades, o clima é de desencanto com a competição. A tradicional organização espontânea da torcida, para torcer pela Seleção Brasileira, não acontece – apesar do esforço de marketing do governo e da Rede Globo. Por enquanto, por tudo de empacado até agora, o evento já recebe o singelo apelido de “Copa do Jegue”.

POSTADO PELO LOBO DO MAR

terça-feira, 27 de maio de 2014

As manobras do bandido, Paulo Roberto Costa para enganar a Receita Federal


POR CARDOSO LIRA 

E  Por Daniel Haidar, na VEJA.com:

A Polícia Federal encontrou, em documentos armazenados pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, indícios de sonegação fiscal. Costa é, de acordo com a PF, um dos pivôs do esquema de lavagem de 10 bilhões de reais investigado pela operação Lava-Jato, paralisada desde o último dia 18, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-diretor envolveu a família – suas duas filhas e dois genros – no mecanismo de ocultação de ganhos ilícitos, de acordo com investigadores do caso. A julgar pelos documentos apreendidos e pelas declarações de bens apresentadas à Receita Federal, o ex-diretor; sua mulher, Marici Costa; as filhas, Arianna e Shanni Bachmann, e os genros, Márcio Lewkowicz e Humberto Mesquita, gastaram, nos últimos cinco anos, mais de R$ 10 milhões em imóveis e em uma lancha de alto padrão.
No notebook de Arianna os policiais federais encontraram documentos que detalham orientações sobre como escapar da mira do Fisco com justificativas para gastos elevados, como a compra de um apartamento. Em arquivo de nome IR2013, Arianna anota que, na aquisição de um imóvel, pagou R$ 580 mil “por fora” e outros R$ 100 mil procedentes de contas bancárias. Pelo valor total de R$ 680 mil, registrado em cartório, ela adquiriu um apartamento de 107 metros quadrados no edifício Saint Martin, na Península, região da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. O valor causou estranheza a corretores de imóveis, porque foi exatamente o mesmo pago pela antiga proprietária um ano antes — o imóvel vale, atualmente, R$ 1,3 milhão, como revelou reportagem do site de VEJA. “Preciso fazer caixa desse valor restante”, diz o texto.
Investigadores do caso entrevistados pelo site de VEJA explicaram que o termo “fazer caixa” é usado por sonegadores para se referir à prática de originar rendimentos com aparência lícita. O objetivo é justificar despesas para as quais o contribuinte não conseguiria apresentar fonte de custeio apenas com o patrimônio que tinha declarado à Receita Federal. No caso de Arianna, ela mencionava que uma das estratégias seria aumentar seu salário na Costa Global, a consultoria do pai, para R$ 20 mil – ou seja, para “fazer caixa”. A preocupação tinha motivo. Quando um contribuinte demonstra despesas maiores do que o patrimônio financeiro disponível em determinado ano, a Receita Federal costuma lavrar multa por “acréscimo patrimonial a descoberto”. Esse tipo de autuação ocorre quando o auditor do Fisco constata que o contribuinte omitiu rendimentos tributáveis e, por isso, conseguiu arcar com tais despesas. A punição também pode ocorrer na esfera criminal, em processo por sonegação fiscal.
Mesmo com as investigações paralisadas, Costa e a esposa, Marici, continuam com ativos financeiros bloqueados pela Justiça. Ele foi proibido de movimentar R$ 1,3 milhão nas contas bancárias que possui no Brasil. Ela teve direito a utilizar apenas a conta onde recebe uma pensão de aposentadoria da Petrobras, mas ficou com R$ 1,3 milhão de reais bloqueado por ordem judicial.
Arianna não era a única preocupada com a declaração de bens à Receita Federal. Nos documentos enviados ao Fisco nos últimos anos, diversos familiares declararam ter recebido empréstimos de terceiros, de forma a turbinar os rendimentos, de acordo com fontes que atuaram na investigação. É um expediente que também costuma ser adotado para “fazer caixa” e cometer sonegação fiscal, segundo os investigadores. Os sinais de riqueza da família de Costa ficaram mais evidentes nos últimos cinco anos. Levantamento do site de VEJA mostra que, nesse período, a família declarou gastos de R$ 6,4 milhões em imóveis somente na capital do Rio de Janeiro.
O ex-diretor também fez compras de alto padrão em áreas de elevado interesse turístico no entorno do Rio. Ele gastou parte do patrimônio na expansão de uma mansão em Petrópolis, no condomínio Quinta do Lago, avaliada, na declaração de bens de 2012, em R$ 1,4 milhão, e na compra de um terreno de 11,49 hectares em Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, com valor estipulado em R$ 300 mil. A última grande aquisição custou R$ 3,2 milhões, no ano passado: um lote no condomínio Porto Belíssimo, de frente para a Praia do Cação, em Mangaratiba, Sul Fluminense. A compra aparece registrada no notebook de Arianna e foi feita pela Sunset Global Investimento e Participações, uma das empresas da família.
Lancha

A família também comprou uma lancha Intermarine 42 pés por R$ 999.618,25, de acordo com laudo da Polícia Federal. A embarcação está registrada em nome da Sunset Global Investimento e Participações. No site da fabricante, é ressaltado que o produto é vendido como uma embarcação luxuosa com “ambientes requintados”.
A operação Lava-Jato foi paralisada depois que o ministro do STF Teori Zavascki concedeu habeas corpus requisitado pelo advogado Fernando Fernandes, que defende o ex-diretor. Pelo argumento do defensor, apenas o STF poderia julgar os crimes descobertos na Lava-Jato porque parlamentares apareceram ligados à quadrilha – os deputados Luiz Argôlo (SDD-BA), André Vargas (sem partido-PR) e Cândido Vaccarezza (PT-SP).


Investidores questionam conflito de interesse na nomeação de membros do governo para auditar a Petrobras














A Presidenta Dilma Rousseff obrou na cabeça do Exército e dos acionistas minoritários da Petrobras, com a nova composição do Comitê de Auditoria da empresa. Investidores vão acionar a estatal de economia mista na Securities and Exchange Commission dos EUA para denunciar que o governo brasileiro nomeou auditores em franco conflito de interesses. A velha jogada de escalar raposas para tomar conta do galinheiro soou péssima no mercado.

A presidente da estatal, Maria das Graças Foster, teve a ousadia de comunicar à SEC que os novos conselheiros de auditoria "atendem os requisitos de independência previstos". Graça só pode estar fazendo graça com o mercado, já que Luciano Coutinho (presidente do BNDES) e Miriam Belchior (Ministra do Planejamento) fazem parte do governo – que comanda a União, o acionista controlador. Logo, o conflito de interessesdestes auditores fica evidente.

Coutinho e Belchior – claramente ligados ao governo - substituem os representantes dos acionistas minoritários no Conselho de Auditoria: o executivo Mauro Cunha e o General de quatro estrelas, Francisco Roberto de Albuquerque, ex-comandante do Exército. Formado por integrantes doConselho de Administração da empresa, o Comitê de Auditoria cuida da fiscalização e apoio ao trabalho do auditor independente da companhia, além de analisar as demonstrações financeiras e a eficácia dos controles internos.

A saída do General Albuquerque não tem justificativa, já que ele não criava problemas para o governo. Ao contrário de Mauro Cunha que foi o únicomembro do Conselho Fiscal a se opor à aprovação dos resultados de 2013 da Petrobras. Mauro Cunha avalia que foi "expelido" do comitê em retaliação por seus questionamentos sobre a conduta financeira da empresa. E, também, pelas críticas e cobranças de informações sobre a compra da refinaria de Pasadena, no Texas – ato que compromete a imagem de “gestora eficiente” da hoje Presidenta Dilma, que apoiou a operação quando presidiu o Conselho de Administração da Petrobras.

Além de Sergio Franklin Quintella, vice-presidente da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e integrante do Conselho de Administração desde 2009, a hegemonia do acionista controlador da Petrobras fica totalmente assegurada com a chegada de Luciano Coutinho (conselheiro da empresadesde  2008) e de Miriam Belchior, conselheira desde 2011. A mudança no comitê de auditoria é mais uma jogada política para blindar a empresa nos atuais escândalos e nas novas broncas previstas para estourarem na fase eleitoral.

A Copa do campo é uma, a copa do PT e outra muito diferente.
POR CARDOSO LIRA

Muito bem, na verdade, ninguém está responsabilizando a seleção brasileira pelo fracasso da Copa do Mundo como foi prometida ao país pelos PETRALHAS e pela corrupta E AMALDIÇOADA, Dilma Vanda. À intocável seleção   cabe  apenas rolar a bola e jogar o jogo. Que, como sempre, entre em campo e faça o Brasil do bem dar as mãos. QUE O PT, ESTE LADRÃO, ESTA QUADRILHA ABOMINÁVEL e esta organização criminosa, que assalta os cofres públicos, não tente se tornar um assaltante de emoções. A Copa do PT e da Dilma é a outra bem diferente, aquela que está lá na rua que não ficou pronta por absoluta incompetência, bandidagem corrupção, crimes hediondos, assassinatos e falta de planejamento. A Copa do PT e da guerrilheira amaldiçoada e revanchista Dilma, é aquela lá do viaduto superfaturado. Do aeroporto pela metade. Do trem bala que nunca veio. Do VLT que nunca foi. Do metrô que não chegou à porta do estádio e que, na visão do apedeuta Lula Molusco, pode ser trocado por um jumento. O PT e a Dilma vão fazer de tudo para roubar a Copa do campo e da bola dos brasileiros de verde-amarelo. Assim como roubou o nosso dinheiro no Mensalão. Não, PT. Não, Dilma. A Copa do Mundo de vocês é aquela outra. Que não venham vocês buscar espaços para faturar politicamente as emoções do povo. Recolham-se à sua insignificância de preferência no inferno de Dante Aliguieri . Tenham um mínimo de decoro. A Copa do campo é a dos brasileiros de bem do nosso país.  A Copa de vocês é aquela do povo revoltado com as promessas descumpridas e as mentiras repetidas e descabidas. A Copa sem legado. A Copa da vergonha. A copa da corrupção endêmica, do banditismo institucionalizado e do superfaturamento, a copa da mentira, a copa do tráfico de drogas, da lavagem de dinheiro,  do peculato e da roubalheira.
POSTADO PELO LOBO DO MAR

segunda-feira, 26 de maio de 2014

PNDH 3 - O Brasil na Nova Ordem Mundial

Gleisi diz que ampliação do RDC voltará na reforma da Lei de Licitações

Bandidos Petralhas, corruptos e abomináveis, blindam Paulo Costa e fingem que fritam André Vargas para adiar efeitos negativos da Lava Jato

POR CARDOSO LIRA













A maldita e amaldiçoada organização criminosa do PT, produz mais um jogo de cena, digno de ganhar um Oscar de defeitos especiais, para conter os efeitos negativos da Operação Lava Jato sobre a campanha reeleitoral dos amaldiçoados e corruptos bandidos. Duas táticas são prioritárias. A primeira é manter a blindagem sobre a escória da humanidade, Paulo Roberto Costa, que sabe tudo, é já está solto. A segunda é fingir que a cúpula partidária rompeu politicamente com o bandido e deputado Federal André Vargas, elo entre muitos políticos (principalmente do partido) e o doleiro Alberto Youssef. Com isto a corrupção e bandidagem da organização criminosa do PT, continua a todo vapor mesmo em plena campanha eleitoral.


Atrasos no PAC da Dilma causaram R$ 28 bilhões de prejuízo ao país, segundo CNI.

PAC, o projeto de marketing mais caro da história deste pais. Bilhões e bilhões para construir um poste.

A demora do governo em concluir no prazo obras de infraestrutura incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) causou um prejuízo de R$ 28 bilhões à sociedade, apenas num grupo de seis projetos analisados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O valor é próximo ao que se estima gastar na realização da Copa.

O estudo procura medir os benefícios que deixaram de ser gerados para o País apenas pela demora. Leva em conta, por exemplo, o que poderia ter sido a produção agropecuária no Nordeste, caso a transposição do São Francisco tivesse ficado pronta no prazo fixado pelo governo. Ou as receitas de exportação de minérios e grãos que deixaram de ocorrer pelo atraso na construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol).

Em todos os casos foi considerado também o custo de oportunidade – o custo do dinheiro público aportado nas obras que ainda não gerou benefícios. "Se o programa deveria ficar pronto em três anos e sai em seis, isso reduz a produtividade global da economia", diz o diretor de Políticas e Estratégia da CNI, José Augusto Coelho Fernandes. Ele explica que a dificuldade em administrar megaprojetos não é exclusiva do Brasil. Porém, os prazos estourados tornaram-se praticamente uma regra, o que merece atenção.

A CNI propõe que o próximo governo, seja qual for, intensifique o programa de concessões em infraestrutura. Para Coelho, esse é um campo em que a economia pode aumentar sua produtividade, visto que as reformas trabalhista e tributária demorarão a sair e gerar efeitos. Sugere, também, iniciativas para melhorar a qualidade dos projetos e para facilitar o licenciamento ambiental. O estudo faz parte de um conjunto de 43 documentos-propostas que serão entregues aos presidenciáveis em junho, quando a entidade pretende fazer um debate dos candidatos com os industriais.

Foram analisados o aeroporto de Vitória, o principal projeto de esgotamento sanitário em Fortaleza (Bacia do Cocó), a transposição do São Francisco, a Fiol, a duplicação da BR-101 em Santa Catarina e as linhas de transmissão das usinas do Madeira. A maioria dos projetos ainda está em andamento.

Atraso. Das obras selecionadas, a que causou maior prejuízo foi a transposição do São Francisco. Originalmente estava prevista para terminar em junho de 2010 (eixo Leste) e dezembro de 2012 (eixo Norte). Como isso não ocorreu, o estudo estima quanto deixou de ser produzido pela agropecuária local, já considerando um crescimento proporcionado pela disponibilidade constante de água. E subtraiu da conta o custo da energia que deixará de ser gerada pela redução do fluxo de água para a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf).

Os economistas da CNI chegaram a um total de R$ 11,7 bilhões de 2010 a 2015. A isso, foram somados R$ 5 bilhões referentes ao custo de oportunidade do dinheiro aplicado na obra, orçada em R$ 8,2 bilhões. A história da transposição segue o roteiro clássico de obra atrasada no País. Segundo o estudo, foi iniciada em 2005, baseada num projeto pouco detalhado de 2001 – que, evidentemente, estava desatualizado. Seguiram-se vários ajustes.

Para andar mais rápido, foi dividida em 14 subcontratos. Mas o que em tese ia acelerar a construção virou um pesadelo gerencial. A própria presidente Dilma Rousseff reconheceu que o governo subestimou a complexidade do projeto.

O Ministério da Integração Nacional afirma que a licitação da obra, em 2007, passou pelo crivo do Tribunal de Contas da União. Os ajustes ocorrem principalmente porque os canais, que chegam a 477 km, passam por diferentes tipos de terreno. Foi necessária, também, a negociação com concessionárias de água e esgoto. Segundo a pasta, a obra será concluída em 2015.(Estadão)

Isso aí é uma presidente ou um "espectro fantasmagórico"?

A oposição reagiu fortemente ao discurso da presidente Dilma Rousseff, que durante a abertura da 17º Congresso da União da Juventude Socialista, do PCdoB, no sábado, voltou a recorrer ao discurso do medo para associar uma eventual vitória de Aécio Neves (PSDB) ou Eduardo Campos (PSB) ao retrocesso, ao desemprego, e à adoção de medidas impopulares, que ela qualificou de "espectros fantasmagóricos".

Para a oposição, Dilma demonstra desespero antes mesmo da campanha iniciar. Eles avaliaram que os ataques dela são fruto de marketing, e que ela não tem discurso próprio, mas segue apenas o que dizem seu marqueteiro, João Santana, ou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A participação da presidente no encontro não estava programada e foi confirmada em cima da hora no sábado. Para os militantes do PCdoB, partido que domina o Ministério do Esporte desde o governo Lula, Dilma disse que não havia sido eleita para criar desemprego, nem para acabar com a política industrial ou varrer a corrupção para debaixo do tapete. Em outro momento, afirmou:

— Quem tem lado sabe que é preciso estar atento, é preciso estar ao mesmo tempo com um olho no futuro e outro no passado. Esse olho no passado é para evitar que espectros fantasmagóricos tentem voltar com as ameaças às conquistas dos brasileiros, que eles já chamam abertamente de medidas impopulares e que significam arrocho salarial, desemprego e recessão.

O líder do PSDB na Câmara, Antônio Imabassahy (BA), contestou a presidente e disse que as afirmações dela não correspondem à verdade: — Na verdade, ela deve ter sido orientada pelo marqueteiro, porque sempre que se encontra forte dificuldades, ela convoca o marqueteiro para dizer o que ela tem de fazer. O que ela diz não corresponde à verdade. É uma fantasia. O governo é muito ruim, ela se revelou uma administradora incompetente, não demonstrou liderança para fazer transformações e reformas que o Brasil necessita, e se submete à vontade dominante do ex-presidente Lula.

Imbassahy acredita que há um desespero no governo. — O desespero invade o Palácio do Planalto e aí ela recorre a esse expediente. Mas a população cada vez dá menos importância ao que ela fala e acredita cada vez menos nela e no governo dela.

José Agripino, líder do DEM, fez uma avaliação semelhante. Mas, para ele, ao dizer que não foi eleita para colocar o país de joelhos, por exemplo, Dilma faz exatamente o contrário. — Ela não foi eleita para isso, mas está fazendo do Brasil um país sem competitividade, colocando, sim, a indústria de joelho graças a uma política econômica equivocada. Ela nega o que justamente está fazendo e os dados estão aí para provar.

E complementou: — O que ela devia ter feito no passado, para evitar o que está acontecendo agora, ela não fez. Demorou muito, por exemplo, para fazer as concessões dos aeroportos e estamos vendo o resultado.

Líder do PSB no Senado, Rodrigo Rollemberg foi irônico: ele afirmou que foram os quatro anos de governo de Dilma que podem deixar a população com medo: — A população está ficando com medo de mais quatro anos de Dilma porque o pais não cresce, a inflação aumenta e a presidente insiste no viés autoritário. O Brasil não aguenta mais isso.

Mendonça Filho (DEM-PE) também apontou desespero na presidente. — Quando bate o desespero, ela apela para o discurso do medo, ao qual está adotando mais cedo do que se imaginava. Isso demonstra que a derrota está batendo na porta dela. A campanha sequer teve início e ela está reagindo com apelação, que não tem sintonia com a realidade. Se o povo tem que ter medo é da inflação, do crescimento pífio e da corrupção na Petrobras. Esse é o medo do hoje. (O Globo)



POSTADO PELO LOBO DO MAR

domingo, 25 de maio de 2014

FORO DE SÃO PAULO É O PROBLEMA POR TRÁS DO MENSALÃO, DO PT E A CORRUPÇÃO

Por Cardoso Lira

RDC acelerou a corrupção na Copa.  

O PT defende com unhas bem pintadas e dentes branquinhos este atalho para a corrupção chamado RDC. 
A oposição está com ação no STF contra esta lei que só beneficia as construtoras doadoras do PT.

Criado para dar agilidade às obras da Copa do Mundo, o Regime Diferenciado de Contratação de Obras Públicas (RDC) não conseguiu apressar o cronograma de projetos de mobilidade urbana e de melhorias em aeroportos em três anos de existência. Segundo levantamento do Sindicato da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco) e do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU-BR), apenas quatro contratos de um total de 20 empreendimentos incluídos no regime especial foram concluídos antes do Mundial.

De acordo com o estudo, somente as melhorias na pavimentação e no acesso ao estádio Beira-Rio (em Porto Alegre), a ampliação do pátio de estacionamento de aeronaves e a construção da nova torre de controle do aeroporto de Salvador (considerados dois contratos independentes), além de contratos de serviços técnicos de apoio à Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), foram totalmente executados antes da Copa. Os outros 16 projetos que fazem parte do RDC enfrentam atrasos nas obras.

Na comparação com os valores investidos, a eficácia do RDC torna-se ainda menos relevante na medida em que apenas os projetos menos complexos e mais baratos foram concluídos a tempo para o Mundial. De um total de R$ 3 bilhões de contratações pelo regime especial (R$ 2 bilhões para aeroportos e R$ 1 bilhão para mobilidade urbana), apenas R$ 40,7 milhões – R$ 8,7 milhões das obras do entorno do Beira-Rio e R$ 32 milhões dos aeroportos – foram concluídos. Isso representa apenas 1,35% do total de recursos destinados ao RDC.

Em vigor desde 2011, o RDC simplificou as concorrências para obras públicas e permitiu a redução, de 120 para 60 dias, do prazo das licitações. No entanto, segundo as entidades autoras do levantamento, a prioridade para os menores preços em detrimento dos critérios técnicos nas licitações e a contratação de obras com base apenas no anteprojeto fizeram o RDC surtir o efeito contrário. Em vez de baratear e apressar as obras, o regime emergencial resultou em mais atrasos e sobrepreços.

Para o vice-presidente do Sinaenco, João Alberto Viol, ao simplificar as regras de licitação, o RDC cria problemas nas etapas seguintes das obras. “O governo ganha tempo na concorrência, mas não sabe direito o que contratou. Se o projeto contratado pelo menor preço for malfeito, a obra certamente vai atrasar. No fim, o Poder Público vai pagar mais, porque os trabalhos, tanto o projeto quanto a própria execução da obra, terão de ser refeitos”, critica.

Assessor para Assuntos Institucionais do CAU-BR, o arquiteto Gilson Paranhos diz que o RDC trouxe outro agravante. Segundo ele, o regime emergencial abre brechas para superfaturamentos ao permitir que, no caso de obras licitadas apenas com base nos anteprojetos (esboço de projetos), as próprias construtoras encarreguem-se da conclusão dos projetos. “Isso traz um conflito de interesse porque as construtoras têm preocupações distintas de quem contratou a obra”, adverte.

Em audiência recente na Câmara dos Deputados, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, defendeu o RDC. Para ela, o regime diferenciado não apenas trouxe agilidade às licitações como resultará em execuções mais rápidas das obras. De acordo com a ministra, os empreendimentos serão acelerados porque o RDC não permite aditivos nem a análise item a item dos contratos.

Tanto o Sinaenco quanto o CAU-BR rebatem as alegações da ministra. “Quem ler a lei, verá que a legislação usa expressões vagas como ‘caso fortuito’ ou ‘motivo de força maior’ e abre exceções para as construtoras pedirem aditivos nos contratos”, diz Paranhos. “Apenas o que impede os aditivos são excelentes projetos, mas o RDC desestimula o bom planejamento das obras públicas”, acrescenta Viol. (Congresso em Foco)


Postado pelo Lobo do Mar