Mortos e políticos recebem benefícios do Bolsa Família, indica auditoria do TCU
Por Demétrio Weber, no Globo Online:
Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) aprovada nesta quarta-feira constatou indícios de fraude no pagamento do Bolsa Família, principal programa do governo para combater a pobreza. O levantamento indica o pagamento de 110.697 benefícios a mortos (3.791), políticos (577), donos de carros, caminhões, tratores ou motos importadas (106.329). Ainda de acordo com o TCU, 1,1 milhão de benefíciarios tem renda acima do permitido. (Leia mais: TCU também constata irregularidade no ProUni)
O Ministério do Desenvolvimento Social divulgou nota nesta quarta-feira contestando os dados da auditoria. A nota informa que, ao contrário do que argumenta o TCU, "não há qualquer irregularidade em que sejam encontradas no cadastro famílias com renda per capita superior a meio salário mínimo". Mas admite que 172 benefícios pagos pelo Bolsa Família a políticos já estão cancelados, e que outros 404 foram bloqueados e serão alvo de fiscalização.
Nardes diz que mais de 300 mil famílias recebem irregularmente
Em seu voto, o relator do caso, ministro Augusto Nardes, afirmou que, contabilizando-se apenas os casos mais evidentes de irregularidades, pelo menos 312.021 famílias estão recebendo recursos de forma irregular, causando um prejuízo mensal de R$ 26,5 milhões - o equivalente a 3,11% da folha do Bolsa Família em fevereiro de 2008, mês analisado.
Ao cruzar os nomes da lista de beneficiários do Bolsa Família com a relação de candidatos nas eleições de 2004 e 2006, os auditores identificaram 577 políticos eleitos. Considerando-se os suplentes, isto é, quem foi derrotado nas eleições, o número totaliza 39.937 beneficiários. O relatório não especifica qual eleição os 577 políticos venceram. Em 2004, foram disputados cargos de vereador, prefeito e vice; em 2006, deputado estadual, deputado federal, senador, governador, vice e presidente da República. O TCU constatou que os quase 40 mil suplentes e eleitos pertencem a 22,6 mil famílias, contempladas com R$ 1,5 milhão em fevereiro do ano passado.
(...)
Família tem sete caminhões
A auditoria levantou suspeitas de diversos tipos de irregularidades. O cruzamento da lista de beneficiários com o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) mostrou que 106,4 mil famílias atendidas pelo programa têm veículos novos - ou mesmo uma moto importada, no valor de R$ 63.800 - em seus nomes.
No caso de caminhões, tratores e ônibus, só entraram no cálculo veículos fabricados a partir de 2000; caminhonetes, a partir de 2002; carros, 2004; e motos, 2007.
Segundo o TCU, uma família que declarou ter renda mensal por pessoa de R$ 35 - o que lhe dava direito a um repasse mensal de R$ 94 - tinha sete caminhões, avaliados em R$ 756,4 mil. Outra que informou ter renda per capita de R$ 60 era dona de três tratores, avaliados em R$ 538,5 mil.
A auditoria recorreu a outras bases de dados para fiscalizar o Bolsa Família. Uma consulta ao Sistema Informatizado de Controle de Óbitos (Sisobi), do Dataprev, revelou que 299 mil pessoas registradas no Cadastro Único constam como mortas. Os auditores são cautelosos em afirmar que se trata de fraude, temendo estarem diante de homônimos, erros de digitação ou informação.
Dos 299 mil mortos, 3.791 estavam na folha do Bolsa Família de fevereiro de 2008. Todos eles são os únicos membros de suas famílias. Assim, o pagamento não deveria mais estar sendo feito, se eles de fato estão mortos.
(...)
Segundo os auditores, 1,1 milhão de famílias tinham renda acima de R$ 120 (o limite máximo em fevereiro de 2008; hoje esse valor está em R$ 137). Desse total, os técnicos desconfiam que 195,3 mil podem ter agido de má-fé, informando uma renda familiar menor do que a real. Esse contingente de beneficiários recebeu R$ 10,9 milhões em fevereiro de 2008.
Segundo os auditores, o Bolsa Família continuava pagando os benefícios para jovens, mesmo depois que eles completavam 16 anos. Até fevereiro do ano passado, essa modalidade de pagamento era restrita a quem tinha no máximo 15 anos - hoje quem tem 16 e 17 anos também ganha um extra. O governo, porém, só suspende os repasses no mês de janeiro, de modo que um jovem com idade acima do permitido pode ficar 11 meses recebendo o acréscimo.
COMENTO
Todos sabem muito bem, o que eu penso a respeito do "bolsa esmolas". Moeda de compra de voto da máquina de corrupção dos Petralhas. Agora fica provado que é também um grande instrumento de maracutaias dessa mega facção.
Em vários lugares do Brasil, existem inúmeros casos de empresários, que suas famílias também recebem o tal benefício.
Isso é um grande paradoxo, visto que nestas localidades existem muitas pessoas que precisam e que não recebem. Configurando assim moeda de corrupção e maracutaia.
Más como tudo neste desgoverno gira em torno de enrriquecimento ilícito, corrupção e perpetuação no poder, isso não poderia der diferente. Certo senhores militares? Cadê o Congresso que mergulhado em denuncias de corrupção, não pode fazer nada? Cadê as Forças Armadas que definhadas e desmanteladas também não podem fazer nada. Está tudo dominado por essa facção dos petralhas.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
UMA HECATOMBE O DESGOVERNO DO GEORGE W. LULA SILVA!!!
ATENÇÃO MOLUSCO: A NOVA CORRUPTA E NOCIVA TRADIÇÃO DE UM APEDEUTA QUE CONTINUA FAZENDO MARACUTAIAS NO PODER E ACABANDO DE VEZ COM A INSTITUIÇÃO MAIS SÉRIA DO NOSSO PAÍS QUE SÃO AS FORÇAS ARMADAS.
O ciclo de escândalos do Congresso parece que ainda não terminou, e o foco agora se desloca, uma vez mais, para o Senado. E assim caminhamos, ora numa concha, ora na outra, mas sempre com o Legislativo à beira da desmoralização, enquanto o Executivo governa como quer. Quem retratou bem o espírito do tempo, como não poderia deixar de ser, foi ele, “O Cara”, o Apedeuta da Silva.
Resumiu a onda de críticas de que vem sendo alvo o Congresso como “hipocrisia”. E disse que assim se faz há mais de 40 anos. E admitiu que deu passagens para sindicalistas quando era deputado. Nem era necessário tal rasgo de sinceridade tão pretérita. Teria bastado ser sincero no presente: dá um avião inteiro de presente para um filho levar os amigos para o Palácio — coisa que Maria Victoria Benevides (aquela que fica nervosa quando lê a palavra “ditabranda”) julgou estar fora do alcance da Comissão de Ética Pública, que ela presidia — e vê a empresa do outro rebento receber uma injeção de R$ 10 milhões de uma concessionária de serviço público, de que o BNDES é sócio.
Uma geração — na verdade, duas — de sociólogos das universidades brasileiras se perdeu tentando explicar a “novidade” que o PT representaria na política brasileira. Lula foi mais sintético e exato do que todos eles — sejamos francos: ele nunca foi com a cara dos intelectuais e sempre os desprezou solenemente. No mais das vezes, fez um bem a si mesmo e ao país, diga-se.
Aquele discurso ideológico que tanto encantava os doutores do radicalismo, Lula o definiu como “bravata”. O discurso “denuncista”, que fez do PT suposto porta-voz da “ética na política”, tornou-se agora “hipocrisia”. O que mudou de um tempo para o outro? Simples: Lula passou a ser beneficiário dos usos e costumes aos quais supostamente se opunha. Mas também inaugurou a sua própria tradição de desmandos. Por razões que jamais suspeitaram, os talebans uspianos estava certos: o PT realmente inovou.
Ah, quantos tratados se escreveram e ainda se escrevem nas universidades brasileiras demonstrando que a “direita” e os “conservadores” tornaram “naturais” as diferenças “sociais”. Essa suposta “naturalização” da desigualdade seria um dos truques mais visíveis da Dona Zelite para conservar o poder. A patronesse dessa acusação, entre nós, é Marilena Chaui, mas a fala está em toda parte — no jornalismo, então, é mais freqüente do que errar a conjugação do verbo “ver” no futuro do subjuntivo. Lula, o “intelectual orgânico” — e reciclável — de sua classe não agiu como as antigas elites, não. Ele “naturalizou” a lambança e, por extensão, a corrupção. Pronto! Agora é traço do nosso caráter. Para Lula — o homem que viria mudar “tudo isso que está aí” —, a lambança no Congresso (e no Brasil) sempre foi e sempre será assim.
Muitos criticaram a fala presidencial. Mas, com efeito, nem todos criticam o lulo-petismo da mesma forma. Remanescentes ou herdeiros de certo pensamento de esquerda, sobretudo no jornalismo — eu disse “pensamento”; tirem o PSOL daqui, por favor —, pretendem que este Lula que aí está representa uma espécie de traição ou de variação teratológica do pensamento “progressista” — nem me perguntem o que eles acham que o Apedeuta deveria estar fazendo para não ser, então, um traidor. Lula teria, em suma, se acomodado ao velho patrimonialismo.
A acomodação aconteceu, claro. Mas é injusto não reconhecer que ele inovou a tradição e encarna, também, uma ruptura. De fato, expressões daquela tal “Zelite” continuam a capturar o estado, mas a mediação que importa é outra. Se, no velho modelo, os intermediários da transferência do público para o privado eram os políticos da “burguesia” ou da classe média, os novos mascates que negociam a coisa pública vêm dos sindicatos e das corporações. De fato, reformar a sociedade naquele velho modelo não era tarefa fácil. Na sociedade estamental-petista, a tarefa se mostra quase impossível. Porque esse modelo lulo-petista aniquilou também a crítica.
A imprensa é um bom exemplo de rendição — com as exceções de sempre. De fato, há certa fúria seletiva com o Legislativo (o “Velho Brasil) na exata medida em que há condescendência com o Executivo (o novo Brasil de Lula). A severidade, num caso, não é necessariamente evidência de severidade com a coisa pública. Imaginem um governo tucano ou democrata que retomasse um licitação da década de 80 para tocar Angra 3. E imaginem o dono da construtora como o maior financiador individual da campanha do presidente. Haveria um escarcéu. Seria um pandemônio. Por aqui, tudo está sendo encarado com, lá vai a palavra, “naturalidade”.
Lula inovou: ele funda uma nova dinastia patrimonialista: a sindical. E é ela que está no centro do poder agora — daí eu me incomodar com essa tese de que o Apedeuta da Silva apenas reciclou o antigo. Ele representa, de fato, uma inovação. Os velhos atores, como vocês notam, são apenas base de apoio do lulismo e nem mesmo ambicionam um vôo próprio. Lula inaugura uma tradição. E esse novo patrimonialismo, que permite à máquina sindical assenhorear-se do que é público e tratá-lo como coisa privada, conta com a simpatia de amplos setores da imprensa e do pensamento no Brasil.
COMENTO
"Há muito tempo, desde de 2006 venho tentando mostrar o verdadeiro caráter e as maracutaias e corrupções do apedeuta chefe da nação, no entanto acho que o povo brasileiro está anestesiado pelas esmolas dadas por esse degoverno malígno do PT.
Esse senhor do mal é um verdadeiro monstro, já postei num blog mostrando a relação entre ele e o 666 do Apocalipse de João. No entanto o seu poder malígno é tão exacerbado a ponto de "cegar" as autoridades do nosso país.
Não entendo mesmo, o Collor rodou por muito menos que isso. MENSALÃO, S.S E CC. E este destemperado nocivo que fica vociferando diante de qualquer TV ou jornal não acontece absolutamente nada. Até nossas FFAA estão amordaçadas, definhadas e desmanteladas, isso é um verdadeiro escárnio sem precedentes. Esse senhor das maldades Jorge.W.Lula um dia vai cair do cavalo. Serei candidato a carcereiro deste senhor apedeuta do do mal e todos os líderes desta corrupta e nociva quadrilha, que estão a se lambuzar no corrupto poder"...É ou não é uma HECATOMBE?
O ciclo de escândalos do Congresso parece que ainda não terminou, e o foco agora se desloca, uma vez mais, para o Senado. E assim caminhamos, ora numa concha, ora na outra, mas sempre com o Legislativo à beira da desmoralização, enquanto o Executivo governa como quer. Quem retratou bem o espírito do tempo, como não poderia deixar de ser, foi ele, “O Cara”, o Apedeuta da Silva.
Resumiu a onda de críticas de que vem sendo alvo o Congresso como “hipocrisia”. E disse que assim se faz há mais de 40 anos. E admitiu que deu passagens para sindicalistas quando era deputado. Nem era necessário tal rasgo de sinceridade tão pretérita. Teria bastado ser sincero no presente: dá um avião inteiro de presente para um filho levar os amigos para o Palácio — coisa que Maria Victoria Benevides (aquela que fica nervosa quando lê a palavra “ditabranda”) julgou estar fora do alcance da Comissão de Ética Pública, que ela presidia — e vê a empresa do outro rebento receber uma injeção de R$ 10 milhões de uma concessionária de serviço público, de que o BNDES é sócio.
Uma geração — na verdade, duas — de sociólogos das universidades brasileiras se perdeu tentando explicar a “novidade” que o PT representaria na política brasileira. Lula foi mais sintético e exato do que todos eles — sejamos francos: ele nunca foi com a cara dos intelectuais e sempre os desprezou solenemente. No mais das vezes, fez um bem a si mesmo e ao país, diga-se.
Aquele discurso ideológico que tanto encantava os doutores do radicalismo, Lula o definiu como “bravata”. O discurso “denuncista”, que fez do PT suposto porta-voz da “ética na política”, tornou-se agora “hipocrisia”. O que mudou de um tempo para o outro? Simples: Lula passou a ser beneficiário dos usos e costumes aos quais supostamente se opunha. Mas também inaugurou a sua própria tradição de desmandos. Por razões que jamais suspeitaram, os talebans uspianos estava certos: o PT realmente inovou.
Ah, quantos tratados se escreveram e ainda se escrevem nas universidades brasileiras demonstrando que a “direita” e os “conservadores” tornaram “naturais” as diferenças “sociais”. Essa suposta “naturalização” da desigualdade seria um dos truques mais visíveis da Dona Zelite para conservar o poder. A patronesse dessa acusação, entre nós, é Marilena Chaui, mas a fala está em toda parte — no jornalismo, então, é mais freqüente do que errar a conjugação do verbo “ver” no futuro do subjuntivo. Lula, o “intelectual orgânico” — e reciclável — de sua classe não agiu como as antigas elites, não. Ele “naturalizou” a lambança e, por extensão, a corrupção. Pronto! Agora é traço do nosso caráter. Para Lula — o homem que viria mudar “tudo isso que está aí” —, a lambança no Congresso (e no Brasil) sempre foi e sempre será assim.
Muitos criticaram a fala presidencial. Mas, com efeito, nem todos criticam o lulo-petismo da mesma forma. Remanescentes ou herdeiros de certo pensamento de esquerda, sobretudo no jornalismo — eu disse “pensamento”; tirem o PSOL daqui, por favor —, pretendem que este Lula que aí está representa uma espécie de traição ou de variação teratológica do pensamento “progressista” — nem me perguntem o que eles acham que o Apedeuta deveria estar fazendo para não ser, então, um traidor. Lula teria, em suma, se acomodado ao velho patrimonialismo.
A acomodação aconteceu, claro. Mas é injusto não reconhecer que ele inovou a tradição e encarna, também, uma ruptura. De fato, expressões daquela tal “Zelite” continuam a capturar o estado, mas a mediação que importa é outra. Se, no velho modelo, os intermediários da transferência do público para o privado eram os políticos da “burguesia” ou da classe média, os novos mascates que negociam a coisa pública vêm dos sindicatos e das corporações. De fato, reformar a sociedade naquele velho modelo não era tarefa fácil. Na sociedade estamental-petista, a tarefa se mostra quase impossível. Porque esse modelo lulo-petista aniquilou também a crítica.
A imprensa é um bom exemplo de rendição — com as exceções de sempre. De fato, há certa fúria seletiva com o Legislativo (o “Velho Brasil) na exata medida em que há condescendência com o Executivo (o novo Brasil de Lula). A severidade, num caso, não é necessariamente evidência de severidade com a coisa pública. Imaginem um governo tucano ou democrata que retomasse um licitação da década de 80 para tocar Angra 3. E imaginem o dono da construtora como o maior financiador individual da campanha do presidente. Haveria um escarcéu. Seria um pandemônio. Por aqui, tudo está sendo encarado com, lá vai a palavra, “naturalidade”.
Lula inovou: ele funda uma nova dinastia patrimonialista: a sindical. E é ela que está no centro do poder agora — daí eu me incomodar com essa tese de que o Apedeuta da Silva apenas reciclou o antigo. Ele representa, de fato, uma inovação. Os velhos atores, como vocês notam, são apenas base de apoio do lulismo e nem mesmo ambicionam um vôo próprio. Lula inaugura uma tradição. E esse novo patrimonialismo, que permite à máquina sindical assenhorear-se do que é público e tratá-lo como coisa privada, conta com a simpatia de amplos setores da imprensa e do pensamento no Brasil.
COMENTO
"Há muito tempo, desde de 2006 venho tentando mostrar o verdadeiro caráter e as maracutaias e corrupções do apedeuta chefe da nação, no entanto acho que o povo brasileiro está anestesiado pelas esmolas dadas por esse degoverno malígno do PT.
Esse senhor do mal é um verdadeiro monstro, já postei num blog mostrando a relação entre ele e o 666 do Apocalipse de João. No entanto o seu poder malígno é tão exacerbado a ponto de "cegar" as autoridades do nosso país.
Não entendo mesmo, o Collor rodou por muito menos que isso. MENSALÃO, S.S E CC. E este destemperado nocivo que fica vociferando diante de qualquer TV ou jornal não acontece absolutamente nada. Até nossas FFAA estão amordaçadas, definhadas e desmanteladas, isso é um verdadeiro escárnio sem precedentes. Esse senhor das maldades Jorge.W.Lula um dia vai cair do cavalo. Serei candidato a carcereiro deste senhor apedeuta do do mal e todos os líderes desta corrupta e nociva quadrilha, que estão a se lambuzar no corrupto poder"...É ou não é uma HECATOMBE?
segunda-feira, 4 de maio de 2009
INDICAÇÃO DE COMUNISTA PARA DEFESA ACUAM MILITARES
Busca de corpos da Guerrilha do Araguaia, cortes de verbas e indicação de comunista para Defesa acuam militares.
Por Jorge Serrão
Obedecendo à estratégia globalitária programada pelo Diálogo Interamericano de desmoralizar, desmobilizar e desvalorizar as Forças Armadas Brasileiras, para impedir que cumpram o papel de defesa da soberania nacional, o desgoverno revanchista aplica mais um golpe moral e ideológico nos militares. O Ministério da Defesa ordenou que o comandante do Exército, General Enzo Perri, designe, em 10 dias, para indicar quem fará parte de um grupo de trabalho para buscar corpos de desaparecidos da Guerrilha do Araguaia.
O atual esquema de depreciação do Exército emprega, como agentes conscientes e intermediários, os membros do PC do B – partido cujos guerrilheiros foram derrotados pelas tropas do EB, nos anos 70. A próxima manobra para deixar os militares descontentes e acuados será a nomeação do deputado federal comunista Aldo Rebello para titular do Ministério da Defesa, em substituição ao Genérico Nelson Jobim, que migraria para a Justiça. Para pavimentar seu caminho, Aldo hoje já é visto até com simpatia por alguns membros da cúpula das Forças Armadas como um “defensor dos Militares” na polêmica questão da Raposa do Sol e da defesa da Amazônia.
A presente missão ordenada para o Exército no Araguaia será localizar, recolher e identificar os corpos de guerrilheiros, militares e agricultores mortos durante os combates entre opositores do regime militar - mobilizados pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB) - e tropas do Exército, no início da década de 70. Não se sabe o número exato dos que morreram durante os conflitos. Na versão do PC do B, pelo menos 58 militantes desapareceram e seus corpos nunca foram localizados. Seus familiares cobram indenização da Comissão de Anistia.
Na missão quase impossível de buscar corpos na selva, o EB terá de vasculhar localidades próximas ao Rio Araguaia, na divisa entre os atuais estados do Pará, Maranhão e Tocantins (então, ainda parte do estado de Goiás). Os trabalhos de busca deverão durar um ano, mas o prazo pode ser ampliado. Os militares terão sua atuação acompanhada por observadores independentes - convidados pelo próprio EB.
Não será surpresa se a Comissão do Exército for obrigada a intimar, para depoimentos oficiais, todos os militares que participaram da Guerrilha do Araguaia. Será mais uma provocação ideológica aos militares. A intenção do Ministério da Defesa é tornar públicas as informações sobre a guerrilha que continuam sob sigilo. O ministério tira proveito de uma decisão do Superior Tribunal de Justiça em setembro de 2007. O STJ considerou que é obrigação da União localizar e resgatar os corpos ainda não encontrados da guerrilha.
Já prejudicado por um corte de 40% no orçamento, com a ordem para procurar os mortos do Araguaia, o EB fica mais uma vez acuado diante das pressões dos seus “inimigos internos” que agem em nome dos grandes interesses globais contra a soberania do Brasil. A sorte é que Aldo Rebello está chegando, para alegria de poucos oficiais “melancias”.
Pretensa motivação
A criação do grupo de trabalho para a “Procura do Araguaia” foi publicada no Diário Oficial da União da última quinta-feira.
O Ministério da Defesa justifica a iniciativa criticando "a limitação dos resultados alcançados nas expedições já realizadas".
O ministério, comandado por Nelson Jobim, reconhece a necessidade de novos trabalhos de campo, com os meios logísticos e necessários.
Metas cobradas
O grupo terá representantes do Exército, dos governos do Pará e do Distrito Federal, além de outros órgãos e entidades a serem indicados pelo Comando do Exército.
O EB terá de apresentar um plano de trabalho com procedimentos e metas a serem adotadas.
Além de apresentar relatórios trimestrais, ao fim de um ano o grupo, deverá elaborar um relatório final sobre os resultados das buscas.
COMENTO
A determinação do desgoverno do PT é, humilhar os militares ao extremo, ao máximo, além de continuar com o desmantelamento e o definhamento das FFAA, custe o que custar e passando por cima de tudo e de todos que venham a interferir nos ideais de perpetuação no poder dos corruptos PETRALHAS.
Até onde isso vai dar? O que mais o desgoverno Lula quer fazer para acabar com os militares? Quando será que os oficiais generais vão começar a agir? Ficam essas indagações para serem pensadas. Senhores comandantes dos clubes militares, vamos fazer alguma coisa para mudar esse quadro caótico das FFAA.
Por Jorge Serrão
Obedecendo à estratégia globalitária programada pelo Diálogo Interamericano de desmoralizar, desmobilizar e desvalorizar as Forças Armadas Brasileiras, para impedir que cumpram o papel de defesa da soberania nacional, o desgoverno revanchista aplica mais um golpe moral e ideológico nos militares. O Ministério da Defesa ordenou que o comandante do Exército, General Enzo Perri, designe, em 10 dias, para indicar quem fará parte de um grupo de trabalho para buscar corpos de desaparecidos da Guerrilha do Araguaia.
O atual esquema de depreciação do Exército emprega, como agentes conscientes e intermediários, os membros do PC do B – partido cujos guerrilheiros foram derrotados pelas tropas do EB, nos anos 70. A próxima manobra para deixar os militares descontentes e acuados será a nomeação do deputado federal comunista Aldo Rebello para titular do Ministério da Defesa, em substituição ao Genérico Nelson Jobim, que migraria para a Justiça. Para pavimentar seu caminho, Aldo hoje já é visto até com simpatia por alguns membros da cúpula das Forças Armadas como um “defensor dos Militares” na polêmica questão da Raposa do Sol e da defesa da Amazônia.
A presente missão ordenada para o Exército no Araguaia será localizar, recolher e identificar os corpos de guerrilheiros, militares e agricultores mortos durante os combates entre opositores do regime militar - mobilizados pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB) - e tropas do Exército, no início da década de 70. Não se sabe o número exato dos que morreram durante os conflitos. Na versão do PC do B, pelo menos 58 militantes desapareceram e seus corpos nunca foram localizados. Seus familiares cobram indenização da Comissão de Anistia.
Na missão quase impossível de buscar corpos na selva, o EB terá de vasculhar localidades próximas ao Rio Araguaia, na divisa entre os atuais estados do Pará, Maranhão e Tocantins (então, ainda parte do estado de Goiás). Os trabalhos de busca deverão durar um ano, mas o prazo pode ser ampliado. Os militares terão sua atuação acompanhada por observadores independentes - convidados pelo próprio EB.
Não será surpresa se a Comissão do Exército for obrigada a intimar, para depoimentos oficiais, todos os militares que participaram da Guerrilha do Araguaia. Será mais uma provocação ideológica aos militares. A intenção do Ministério da Defesa é tornar públicas as informações sobre a guerrilha que continuam sob sigilo. O ministério tira proveito de uma decisão do Superior Tribunal de Justiça em setembro de 2007. O STJ considerou que é obrigação da União localizar e resgatar os corpos ainda não encontrados da guerrilha.
Já prejudicado por um corte de 40% no orçamento, com a ordem para procurar os mortos do Araguaia, o EB fica mais uma vez acuado diante das pressões dos seus “inimigos internos” que agem em nome dos grandes interesses globais contra a soberania do Brasil. A sorte é que Aldo Rebello está chegando, para alegria de poucos oficiais “melancias”.
Pretensa motivação
A criação do grupo de trabalho para a “Procura do Araguaia” foi publicada no Diário Oficial da União da última quinta-feira.
O Ministério da Defesa justifica a iniciativa criticando "a limitação dos resultados alcançados nas expedições já realizadas".
O ministério, comandado por Nelson Jobim, reconhece a necessidade de novos trabalhos de campo, com os meios logísticos e necessários.
Metas cobradas
O grupo terá representantes do Exército, dos governos do Pará e do Distrito Federal, além de outros órgãos e entidades a serem indicados pelo Comando do Exército.
O EB terá de apresentar um plano de trabalho com procedimentos e metas a serem adotadas.
Além de apresentar relatórios trimestrais, ao fim de um ano o grupo, deverá elaborar um relatório final sobre os resultados das buscas.
COMENTO
A determinação do desgoverno do PT é, humilhar os militares ao extremo, ao máximo, além de continuar com o desmantelamento e o definhamento das FFAA, custe o que custar e passando por cima de tudo e de todos que venham a interferir nos ideais de perpetuação no poder dos corruptos PETRALHAS.
Até onde isso vai dar? O que mais o desgoverno Lula quer fazer para acabar com os militares? Quando será que os oficiais generais vão começar a agir? Ficam essas indagações para serem pensadas. Senhores comandantes dos clubes militares, vamos fazer alguma coisa para mudar esse quadro caótico das FFAA.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
EXCELENTE, VALE A PENA LER NOVAMENTE!!
Há anos venho acompanhando as notícias sobre o desmantelamento das Forças Armadas e sobre a relutância dos governos de FHC e de Lula em reajustar dignamente os salários dos militares.
O cidadão ingênuo até pensaria que os sucessivos cortes no orçamento do Ministério da Defesa e a insistência em negar os reajustes salariais à categoria poderiam, mesmo, decorrer de uma contenção de gastos, dessas que as pessoas honestas costumam fazer para manter em equilíbrio o binômio receita/despesa, sem comprometer a dignidade de sua existência.
Mas depois de tanto acompanhar o noticiário nacional, certamente já ficou fácil perceber que não é esse o motivo que leva o governo a esmagar a única instituição do país que se pauta pela ampla, total e irrestrita seriedade de seus integrantes e que, por isso mesmo, goza do respaldo popular, figurando sempre entre as duas ou três primeiras colocadas nas pesquisas sobre credibilidade.
A alegação de falta de dinheiro é de todo improcedente ante os milhões (ou bilhões?) de reais que se desviaram dos cofres públicos para os ralos da corrupção política e financeira, agora plenamente demonstrada pelas CPMIs em andamento no Congresso Nacional.
O reajuste salarial concedido à Polícia Militar do Distrito Federal, fazendo surgir discrepâncias inadmissíveis entre a PM e as Forças Armadas para os mesmos postos, quando o dinheiro provém da mesma fonte pagadora - a União -, criar uma situação constrangedora para os que integram uma carreira que sempre teve entre suas funções justamente a de orientar todas as Polícias Militares do país, consideradas forças auxiliares e reserva do Exército (art. 144, § 6º da Constituição Federal).
Mas agora a charada ficou completamente desvendada. E se você, leitor, quer mesmo saber por que raios o governo vem massacrando as Forças Armadas e os militares, a ponto de o presidente da República sequer receber seus Comandantes para juntos discutirem a questão, eu lhe digo sem rodeios: é por pura inveja e por medo da comparação que, certamente, o povo já começa a fazer entre os governos militares e os que os sucederam. Eis algumas das razões dessa inveja e desse medo:
1) Porque esses políticos (assim como os 'formadores de opinião'), que falam tão mal dos militares, sabem que estes passam a vida inteira estudando o Brasil - suas necessidades, os óbices a serem superados e as soluções para os seus problemas - e, com isso, acompanham perfeitamente o que se passa no país, podendo detectar a verdadeira origem de suas mazelas e também as suas reais potencialidades. Já os políticos profissionais - salvo exceções cada vez mais raras - passam a vida tentando descobrir uma nova fórmula de enganar o eleitor e, quando eleitos, não têm a menor idéia de por onde começar a trabalhar pelo país porque desconhecem por completo suas características, malgrado costumem, desde a candidatura, deitar falação sobre elas como forma de impressionar o público. Sem falar nos mais desonestos, que, além de não saberem nada sobre a terra que pretendem governar ou para ela legislar, ainda não têm o menor desejo de aprender o assunto.. Sua única preocupação é ficar rico o mais rápido possível e gastar vultosas somas de dinheiro (público, é claro) em demonstrações de luxo e ostentação.
2) Porque eles sabem que durante a 'ditadura' militar havia projetos para o país, todos eles de longo prazo e em proveito da sociedade como um todo, e não para que os governantes de então fossem aplaudidos em comícios (que,aliás, jamais fizeram) ou ganhassem vantagens indevidas no futuro.
3) Porque eles sabem que os militares, por força da profissão, passam, em média, dois anos em cada região do Brasil, tendo a oportunidade de conhecer profundamente os aspectos peculiares a cada uma delas, dedicando-se a elaborar projetos para o seu desenvolvimento e para a solução dos problemas existentes. Projetos esses, diga-se de passagem, que os políticos, é lógico, não têm o mínimo interesse em conhecer e implementar.
4) Porque eles sabem que dados estatísticos são uma das ciências militares e, portanto, encarados com seriedade pelas Forças Armadas e não como meio de manipulação para, em manobra tipicamente orwelliana, justificar o injustificável em termos de economia, educação, saúde, segurança, emprego, índice de pobreza, etc.
5) Porque eles sabem que os militares tratam a coisa pública com parcimônia, evitando gastos inúteis e conservando ao máximo o material de trabalho que lhes é destinado, além de não admitirem a negligência ou a malícia no trabalho, mesmo entre seus pares. E esses políticos por certo não suportariam ter os militares como espelho a refletir o seu próprio desperdício e a sua própria incompetência.
6) Porque eles sabem que os militares, ao se dirigirem ao povo, utilizam um tom direto e objetivo, falando com honestidade, sem emprego de palavras difíceis ou de conceitos abstratos para enganá-lo.
7) Porque eles sabem que os militares trabalham duro o tempo todo, embora seu trabalho seja excessivo, perigoso e muitas vezes insalubre, mesmo sabendo que não farão jus a nenhum pagamento adicional, que, de resto,jamais lhes passou pela cabeça pleitear.
Porque eles sabem que para os militares tanto faz morar no Rio de Janeiro ou em Picos, em São Paulo ou em Nioaque, em Fortaleza ou em Tabatinga porque seu amor ao Brasil está acima de seus anseios pessoais.
9) Porque eles sabem que os militares levam uma vida austera e cultivam valores completamente apartados dos prazeres contidos nas grandes grifes, nas mansões de luxo ou nas contas bancárias no exterior, pois têm consciência de que é mais importante viver dignamente com o próprio salário do que nababescamente com o dinheiro público.
10) Porque eles sabem que os militares têm companheiros de farda em todos os cantos do país, aos quais juraram lealdade eterna, razão por que não admitem que deslize algum lhes retire o respeito mútuo e os envergonhe.
11) Porque eles sabem que, por necessidade inerente à profissão, a atuação dos militares se baseia na confiança mútua, vez que são treinados para a guerra, onde ordens emanadas ou cumpridas de forma equivocada podem significar a perda de suas vidas e as de seus companheiros, além da derrota na batalha.
12) Porque eles sabem que, sofrendo constantes transferências, os militares aprendem, desde sempre, que sua família é composta da sua própria e da de seus colegas de farda no local em que estiverem, e que é com esse convívio que também aprendem a amar o povo brasileiro e não apenas os parentes ou aqueles que possam lhes oferecer, em troca, algum tipo de vantagem.
13) Porque eles sabem que os militares jamais poderão entrar na carreira pela 'janela' ou se tornar capitães, coronéis ou generais por algum tipo de apadrinhamento, repudiando fortemente outro critério de ingresso e de ascensão profissional que não seja baseado no mérito e no elevado grau de responsabilidade, enquanto que os maus políticos praticam o nepotismo, o assistencialismo, além de votarem medidas meramente populistas para manterem o povo sob o seu domínio.
14) Porque eles sabem que os militares desenvolvem, ao longo da carreira, um enorme sentimento de verdadeira solidariedade, ajudando-se uns aos outros a suportar as agruras de locais desconhecidos - e muitas vezes inóspitos -,além das saudades dos familiares de sangue, dos amigos de infância e de sua cidade natal.
15) Porque eles sabem que os militares são os únicos a pautar-se pela grandeza do patriotismo e a cultuar, com sinceridade, os símbolos nacionais notadamente a nossa bandeira e o nosso hino, jamais imaginando acrescentar-lhes cores ideológico-partidárias ou adulterar-lhes a forma o conteúdo.
16) Porque eles sabem que os militares têm orgulho dos heróis nacionais que,com a própria vida, mantiveram íntegra e respeitada a terra brasileira e que esses heróis não foram fabricados a partir de interesses ideológicos, já que, não dependendo de votos de quem quer que seja, nunca precisaram os militares agarrar-se à imagem romântica de um guerrilheiro ou de um traidor revolucionário para fazer dele um símbolo popular e uma bandeira de campanha.
17) Porque eles sabem que para os militares o dinheiro é um meio, e não um fim em si mesmo. E que se há anos sua situação financeira vem se degradando por culpa de governos inescrupulosos que fazem do verbo inútil - e não de atos meritórios - o seu instrumento de convencimento a uma população em grande parte ignorante, eles ainda assim não esmorecem e nem se rendem à corrupção.
1 Porque eles sabem que se alguma corrupção existiu nos governos militares, foi ela pontual e episódica, mas jamais uma estratégia política para a manutenção do poder ou o reflexo de um desvio de caráter a contaminá-lo por inteiro.
19) Porque eles sabem que os militares passam a vida estudando e praticando,no seu dia a dia, conhecimentos ligados não apenas às atividades bélicas, mas também ao planejamento, à administração, à economia o que os coloca em um nível de capacidade e competência muito superior ao dos políticos gananciosos e despreparados que há pelo menos 20 anos nos têm governado.
20) Porque eles sabem que os militares são disciplinados e respeitam a hierarquia, ainda que divirjam de seus chefes, pois entendem que eles são responsáveis e dignos de sua confiança e que não se movem por motivos torpes ou por razões mesquinhas.
21) Porque eles sabem que os militares não se deixaram abater pelo massacre constante de acusações contra as Forças Armadas, que fizeram com que uma parcela da sociedade (principalmente a parcela menos esclarecida) acreditasse que eles eram pessoas más, truculentas, que não prezam a democracia, e que por dá cá aquela palha estão sempre dispostos a perseguir e a torturar os cidadãos de bem, quando na verdade apenas cumpriram o seu dever, atendendo ao apelo popular para impedir a transformação do Brasil em uma ditadura comunista como Cuba ou a antiga União Soviética, perigo esse que já volta a rondar o país.
22) Porque eles sabem que os militares cassaram muitos dos que hoje estão envolvidos não apenas em maracutaias escabrosas como também em um golpe de Estado espertamente camuflado de 'democracia' (o que vem enfim revelar e legitimar, definitivamente, o motivo de suas cassações), não interessando ao governo que a sociedade perceba a verdadeira índole desses guerrilheiros-políticos aproveitadores, que não têm o menor respeito pelo povo brasileiro. Eles sabem que a comparação entre estes últimos e os governantes militares iria revelar ao povo a enorme diferença entre quem trabalha pelo país e quem trabalha para si próprio.
23) Porque eles sabem que os militares não se dobraram à mesquinha ação da distorção de fatos que há mais de vinte anos os maus brasileiros impuseram à sociedade, com a clara intenção de inculcar-lhe a idéia de que os guerrilheiros de ontem (hoje corruptos e ladrões do dinheiro público) lutavam pela 'democracia', quando agora já está mais do que evidente que o desejo por eles perseguido há anos sempre foi - e continua sendo - o de implantar no país um regime totalitário, uma ditadura mil vezes pior do que aquelas que eles afirmam ter combatido.
24) Porque eles sabem que os militares em nada mudaram sua rotina profissional, apesar do sistemático desprezo com que a esquerda sempre enxergou a inegável competência dos governos da 'ditadura', graças aos quais o país se desenvolveu a taxas nunca mais praticadas, promovendo a melhoria da infra-estrutura, a segurança, o pleno emprego, fazendo, enfim,com que o país se destacasse como uma das mais potentes economias do mundo, mas que ultimamente vem decaindo a olhos vistos.
25) Porque eles sabem que os militares se mantêm honrados ao longo de toda a sua trajetória profissional, enquanto agora nos deparamos com a descoberta da verdadeira face de muitos dos que se queixavam de terem sido cassados e torturados, mas que aí estão, mostrando o seu caráter abjeto e seus pendores nada democráticos.
26) Porque eles sabem que os militares representam o que há de melhor em termos de conduta profissional, sendo de se destacar a discrição mantida mesmo frente aos atuais escândalos, o que comprova que, longe de terem tendências para golpes, só interferem - como em 1964 - quando o povo assim o exige.
27) Porque eles sabem que os militares, com seus conhecimentos e dedicação ao Brasil, assim como Forças Armadas bem equipadas e treinadas, são um estorvo para quem deseja implantar um regime totalitarista entre nós, para tanto se valendo de laços ilegítimos com ditaduras comunistas como as de Cuba e de outros países, cujos povos vêem sua identidade nacional se perder de forma praticamente irrevogável, seu poder aquisitivo reduzir-se aos mais baixos patamares e sua liberdade ser impiedosamente comprometida.
2 Porque eles sabem que os militares conhecem perfeitamente as causas de nossos problemas e não as colocam no FMI, nos EUA ou em qualquer outro lugar fora daqui, mas na incompetência, no proselitismo e na desonestidade de nossos governantes e políticos profissionais.
29) Porque sabendo que ninguém pode enganar todo mundo o tempo todo,o governo temia que esses escândalos, passíveis de aflorar a qualquer momento pudessem provocar o chamamento popular da única instituição capaz de colocar o país nos eixos e fazer com que ele retomasse o caminho da competência, da segurança e do desenvolvimento.
30) Porque eles sabem, enfim, que todo o mal que se atribui aos militares e às Forças Armadas - por maiores que sejam seus defeitos e limitações – não tem respaldo na Verdade histórica que um dia há de aflorar.
Juíza Dra. Marli Nogueira, Juíza do Trabalho em Brasília
O cidadão ingênuo até pensaria que os sucessivos cortes no orçamento do Ministério da Defesa e a insistência em negar os reajustes salariais à categoria poderiam, mesmo, decorrer de uma contenção de gastos, dessas que as pessoas honestas costumam fazer para manter em equilíbrio o binômio receita/despesa, sem comprometer a dignidade de sua existência.
Mas depois de tanto acompanhar o noticiário nacional, certamente já ficou fácil perceber que não é esse o motivo que leva o governo a esmagar a única instituição do país que se pauta pela ampla, total e irrestrita seriedade de seus integrantes e que, por isso mesmo, goza do respaldo popular, figurando sempre entre as duas ou três primeiras colocadas nas pesquisas sobre credibilidade.
A alegação de falta de dinheiro é de todo improcedente ante os milhões (ou bilhões?) de reais que se desviaram dos cofres públicos para os ralos da corrupção política e financeira, agora plenamente demonstrada pelas CPMIs em andamento no Congresso Nacional.
O reajuste salarial concedido à Polícia Militar do Distrito Federal, fazendo surgir discrepâncias inadmissíveis entre a PM e as Forças Armadas para os mesmos postos, quando o dinheiro provém da mesma fonte pagadora - a União -, criar uma situação constrangedora para os que integram uma carreira que sempre teve entre suas funções justamente a de orientar todas as Polícias Militares do país, consideradas forças auxiliares e reserva do Exército (art. 144, § 6º da Constituição Federal).
Mas agora a charada ficou completamente desvendada. E se você, leitor, quer mesmo saber por que raios o governo vem massacrando as Forças Armadas e os militares, a ponto de o presidente da República sequer receber seus Comandantes para juntos discutirem a questão, eu lhe digo sem rodeios: é por pura inveja e por medo da comparação que, certamente, o povo já começa a fazer entre os governos militares e os que os sucederam. Eis algumas das razões dessa inveja e desse medo:
1) Porque esses políticos (assim como os 'formadores de opinião'), que falam tão mal dos militares, sabem que estes passam a vida inteira estudando o Brasil - suas necessidades, os óbices a serem superados e as soluções para os seus problemas - e, com isso, acompanham perfeitamente o que se passa no país, podendo detectar a verdadeira origem de suas mazelas e também as suas reais potencialidades. Já os políticos profissionais - salvo exceções cada vez mais raras - passam a vida tentando descobrir uma nova fórmula de enganar o eleitor e, quando eleitos, não têm a menor idéia de por onde começar a trabalhar pelo país porque desconhecem por completo suas características, malgrado costumem, desde a candidatura, deitar falação sobre elas como forma de impressionar o público. Sem falar nos mais desonestos, que, além de não saberem nada sobre a terra que pretendem governar ou para ela legislar, ainda não têm o menor desejo de aprender o assunto.. Sua única preocupação é ficar rico o mais rápido possível e gastar vultosas somas de dinheiro (público, é claro) em demonstrações de luxo e ostentação.
2) Porque eles sabem que durante a 'ditadura' militar havia projetos para o país, todos eles de longo prazo e em proveito da sociedade como um todo, e não para que os governantes de então fossem aplaudidos em comícios (que,aliás, jamais fizeram) ou ganhassem vantagens indevidas no futuro.
3) Porque eles sabem que os militares, por força da profissão, passam, em média, dois anos em cada região do Brasil, tendo a oportunidade de conhecer profundamente os aspectos peculiares a cada uma delas, dedicando-se a elaborar projetos para o seu desenvolvimento e para a solução dos problemas existentes. Projetos esses, diga-se de passagem, que os políticos, é lógico, não têm o mínimo interesse em conhecer e implementar.
4) Porque eles sabem que dados estatísticos são uma das ciências militares e, portanto, encarados com seriedade pelas Forças Armadas e não como meio de manipulação para, em manobra tipicamente orwelliana, justificar o injustificável em termos de economia, educação, saúde, segurança, emprego, índice de pobreza, etc.
5) Porque eles sabem que os militares tratam a coisa pública com parcimônia, evitando gastos inúteis e conservando ao máximo o material de trabalho que lhes é destinado, além de não admitirem a negligência ou a malícia no trabalho, mesmo entre seus pares. E esses políticos por certo não suportariam ter os militares como espelho a refletir o seu próprio desperdício e a sua própria incompetência.
6) Porque eles sabem que os militares, ao se dirigirem ao povo, utilizam um tom direto e objetivo, falando com honestidade, sem emprego de palavras difíceis ou de conceitos abstratos para enganá-lo.
7) Porque eles sabem que os militares trabalham duro o tempo todo, embora seu trabalho seja excessivo, perigoso e muitas vezes insalubre, mesmo sabendo que não farão jus a nenhum pagamento adicional, que, de resto,jamais lhes passou pela cabeça pleitear.
Porque eles sabem que para os militares tanto faz morar no Rio de Janeiro ou em Picos, em São Paulo ou em Nioaque, em Fortaleza ou em Tabatinga porque seu amor ao Brasil está acima de seus anseios pessoais.
9) Porque eles sabem que os militares levam uma vida austera e cultivam valores completamente apartados dos prazeres contidos nas grandes grifes, nas mansões de luxo ou nas contas bancárias no exterior, pois têm consciência de que é mais importante viver dignamente com o próprio salário do que nababescamente com o dinheiro público.
10) Porque eles sabem que os militares têm companheiros de farda em todos os cantos do país, aos quais juraram lealdade eterna, razão por que não admitem que deslize algum lhes retire o respeito mútuo e os envergonhe.
11) Porque eles sabem que, por necessidade inerente à profissão, a atuação dos militares se baseia na confiança mútua, vez que são treinados para a guerra, onde ordens emanadas ou cumpridas de forma equivocada podem significar a perda de suas vidas e as de seus companheiros, além da derrota na batalha.
12) Porque eles sabem que, sofrendo constantes transferências, os militares aprendem, desde sempre, que sua família é composta da sua própria e da de seus colegas de farda no local em que estiverem, e que é com esse convívio que também aprendem a amar o povo brasileiro e não apenas os parentes ou aqueles que possam lhes oferecer, em troca, algum tipo de vantagem.
13) Porque eles sabem que os militares jamais poderão entrar na carreira pela 'janela' ou se tornar capitães, coronéis ou generais por algum tipo de apadrinhamento, repudiando fortemente outro critério de ingresso e de ascensão profissional que não seja baseado no mérito e no elevado grau de responsabilidade, enquanto que os maus políticos praticam o nepotismo, o assistencialismo, além de votarem medidas meramente populistas para manterem o povo sob o seu domínio.
14) Porque eles sabem que os militares desenvolvem, ao longo da carreira, um enorme sentimento de verdadeira solidariedade, ajudando-se uns aos outros a suportar as agruras de locais desconhecidos - e muitas vezes inóspitos -,além das saudades dos familiares de sangue, dos amigos de infância e de sua cidade natal.
15) Porque eles sabem que os militares são os únicos a pautar-se pela grandeza do patriotismo e a cultuar, com sinceridade, os símbolos nacionais notadamente a nossa bandeira e o nosso hino, jamais imaginando acrescentar-lhes cores ideológico-partidárias ou adulterar-lhes a forma o conteúdo.
16) Porque eles sabem que os militares têm orgulho dos heróis nacionais que,com a própria vida, mantiveram íntegra e respeitada a terra brasileira e que esses heróis não foram fabricados a partir de interesses ideológicos, já que, não dependendo de votos de quem quer que seja, nunca precisaram os militares agarrar-se à imagem romântica de um guerrilheiro ou de um traidor revolucionário para fazer dele um símbolo popular e uma bandeira de campanha.
17) Porque eles sabem que para os militares o dinheiro é um meio, e não um fim em si mesmo. E que se há anos sua situação financeira vem se degradando por culpa de governos inescrupulosos que fazem do verbo inútil - e não de atos meritórios - o seu instrumento de convencimento a uma população em grande parte ignorante, eles ainda assim não esmorecem e nem se rendem à corrupção.
1 Porque eles sabem que se alguma corrupção existiu nos governos militares, foi ela pontual e episódica, mas jamais uma estratégia política para a manutenção do poder ou o reflexo de um desvio de caráter a contaminá-lo por inteiro.
19) Porque eles sabem que os militares passam a vida estudando e praticando,no seu dia a dia, conhecimentos ligados não apenas às atividades bélicas, mas também ao planejamento, à administração, à economia o que os coloca em um nível de capacidade e competência muito superior ao dos políticos gananciosos e despreparados que há pelo menos 20 anos nos têm governado.
20) Porque eles sabem que os militares são disciplinados e respeitam a hierarquia, ainda que divirjam de seus chefes, pois entendem que eles são responsáveis e dignos de sua confiança e que não se movem por motivos torpes ou por razões mesquinhas.
21) Porque eles sabem que os militares não se deixaram abater pelo massacre constante de acusações contra as Forças Armadas, que fizeram com que uma parcela da sociedade (principalmente a parcela menos esclarecida) acreditasse que eles eram pessoas más, truculentas, que não prezam a democracia, e que por dá cá aquela palha estão sempre dispostos a perseguir e a torturar os cidadãos de bem, quando na verdade apenas cumpriram o seu dever, atendendo ao apelo popular para impedir a transformação do Brasil em uma ditadura comunista como Cuba ou a antiga União Soviética, perigo esse que já volta a rondar o país.
22) Porque eles sabem que os militares cassaram muitos dos que hoje estão envolvidos não apenas em maracutaias escabrosas como também em um golpe de Estado espertamente camuflado de 'democracia' (o que vem enfim revelar e legitimar, definitivamente, o motivo de suas cassações), não interessando ao governo que a sociedade perceba a verdadeira índole desses guerrilheiros-políticos aproveitadores, que não têm o menor respeito pelo povo brasileiro. Eles sabem que a comparação entre estes últimos e os governantes militares iria revelar ao povo a enorme diferença entre quem trabalha pelo país e quem trabalha para si próprio.
23) Porque eles sabem que os militares não se dobraram à mesquinha ação da distorção de fatos que há mais de vinte anos os maus brasileiros impuseram à sociedade, com a clara intenção de inculcar-lhe a idéia de que os guerrilheiros de ontem (hoje corruptos e ladrões do dinheiro público) lutavam pela 'democracia', quando agora já está mais do que evidente que o desejo por eles perseguido há anos sempre foi - e continua sendo - o de implantar no país um regime totalitário, uma ditadura mil vezes pior do que aquelas que eles afirmam ter combatido.
24) Porque eles sabem que os militares em nada mudaram sua rotina profissional, apesar do sistemático desprezo com que a esquerda sempre enxergou a inegável competência dos governos da 'ditadura', graças aos quais o país se desenvolveu a taxas nunca mais praticadas, promovendo a melhoria da infra-estrutura, a segurança, o pleno emprego, fazendo, enfim,com que o país se destacasse como uma das mais potentes economias do mundo, mas que ultimamente vem decaindo a olhos vistos.
25) Porque eles sabem que os militares se mantêm honrados ao longo de toda a sua trajetória profissional, enquanto agora nos deparamos com a descoberta da verdadeira face de muitos dos que se queixavam de terem sido cassados e torturados, mas que aí estão, mostrando o seu caráter abjeto e seus pendores nada democráticos.
26) Porque eles sabem que os militares representam o que há de melhor em termos de conduta profissional, sendo de se destacar a discrição mantida mesmo frente aos atuais escândalos, o que comprova que, longe de terem tendências para golpes, só interferem - como em 1964 - quando o povo assim o exige.
27) Porque eles sabem que os militares, com seus conhecimentos e dedicação ao Brasil, assim como Forças Armadas bem equipadas e treinadas, são um estorvo para quem deseja implantar um regime totalitarista entre nós, para tanto se valendo de laços ilegítimos com ditaduras comunistas como as de Cuba e de outros países, cujos povos vêem sua identidade nacional se perder de forma praticamente irrevogável, seu poder aquisitivo reduzir-se aos mais baixos patamares e sua liberdade ser impiedosamente comprometida.
2 Porque eles sabem que os militares conhecem perfeitamente as causas de nossos problemas e não as colocam no FMI, nos EUA ou em qualquer outro lugar fora daqui, mas na incompetência, no proselitismo e na desonestidade de nossos governantes e políticos profissionais.
29) Porque sabendo que ninguém pode enganar todo mundo o tempo todo,o governo temia que esses escândalos, passíveis de aflorar a qualquer momento pudessem provocar o chamamento popular da única instituição capaz de colocar o país nos eixos e fazer com que ele retomasse o caminho da competência, da segurança e do desenvolvimento.
30) Porque eles sabem, enfim, que todo o mal que se atribui aos militares e às Forças Armadas - por maiores que sejam seus defeitos e limitações – não tem respaldo na Verdade histórica que um dia há de aflorar.
Juíza Dra. Marli Nogueira, Juíza do Trabalho em Brasília
quinta-feira, 30 de abril de 2009
MINISTÉRIO DA DEFESA NÃO PODE EXERCER AUTORIDADE SOBRE FFAA!
M.D. NÃO PODE EXERCER AUTORIDADE SOBRE FFAA!
Prezados amigos, Constituição mostra que Ministério da Defesa não pode exercer qualquer autoridade sobre as Forças Armadas.
Por Jorge Serrão
O Ministério da Defesa não pode exercer nenhuma autoridade sobre as Forças Armadas. É indelegável a “autoridade suprema” do Presidente da República, na destinação das Forças Armadas, prevista no art. 142 da Constituição Federal. O alerta é dado aos militares pelo advogado Antônio José Ribas Paiva, presidente do grupo de estudos União Nacionalista Democrática (UND). Nelson Jobim vai detestar tal constatação.
Antônio Ribas comprova que o parágrafo único do artigo 84 da Constituição Federal não prevê a delegação da autoridade do Presidente da República no que diz respeito ao comando das Forças Armadas. Ministério da Defesa foi criado em 10 de junho de 1999, na gestão Fernando Henrique Cardoso, cumprindo os desígnios do Diálogo Interamericano de exterminar com a soberania nacional – enfraquecendo o papel das Forças Armadas guardiãs constitucionais da soberania.
Quando o Ministério da Defesa foi oficialmente criado, o então Estado-Maior das Forças Armadas se extinguiu e os Ministérios da Marinha, do Exército e da Aeronáutica acabaram transformados em meros Comandos. Em um primeiro momento, foi o golpe revanchista contra os militares que perderam a guerra ideológica pós-64. Na realidade, o plano globalitário era enfraquecer o Poder Nacional, reduzindo o papel das Forças Armadas.
Antônio Ribas Paiva adverte para o risco de responsabilidade criminal, que os comandantes militares estão correndo, se não impedirem a tentativa de politização da defesa externa do Brasil, através da famigerada END, Estratégia Nacional de Defesa, produzida pelos ministros Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos) e Nelson Jobim (Defesa). Ribas lembra um fato histórico assustador que não merece replay: “Em 1.904 o Brasil perdeu parte do seu território para a Guiana Inglesa. Queria Deus que isso não se repita com a Raposa Serra do Sol”.
Ribas Paiva destaca o papel dos Comandantes Militares: “É bom marcar, que o Presidente da República, de acordo com o artigo 85 da mesma Constituição, não é responsável pela segurança externa do País, que é dever constitucional dos Comandantes das Forças Armadas. Por este motivo, o recente acordo entre a Marinha do Brasil e a República Francesa foi assinado pelo Comandante da Marinha e não pelo Ministro da Defesa brasileiro”.
Leia, abaixo, o artigo de Antônio Ribas: Destinação das Forças Armadas: Autoridade indelegável
Destruição programada
O projeto de depreciação das Forças Armadas no Brasil é imposto por trilateralistas, pelo Consenso de Washington, pela turma do Diálogo Interamericano e pelos radicalóides do Foro de São Paulo que são a favor de um governo mundial único, controlado pela Oligarquia Financeira Transnacional.
Quem quiser conhecer detalhes do processo global de destruição das Forças Armadas brasileiras deve ler o livro "Complô para aniquilar as Forças Armadas e as Nações da Ibero-América", publicado pela EIR e pela Chantal Editora.
O projeto de Estratégia Nacional de Defesa (END), ampliando os poderes do Ministério da Defesa sobre o Exército, Marinha e Aeronáutica, peca por inconstitucionalidade e quem o patrocina, no caso o Presidente da República, pode acabar enquadrado por Crime de Responsabilidade por desrespeitar a Lei Maior.
Vale o que está escrito?
Confira, na íntegra, os artigos constitucionais citados pelo advogado Ribas Paiva, incluindo o que já foi mudado e remendado desde a promulgação da Carta de 1988:
Das Atribuições do Presidente da República
Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:
I - nomear e exonerar os Ministros de Estado;
II - exercer, com o auxílio dos Ministros de Estado, a direção superior da administração federal;
III - iniciar o processo legislativo, na forma e nos casos previstos nesta Constituição;
IV - sancionar, promulgar e fazer publicar as leis, bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução;
V - vetar projetos de lei, total ou parcialmente;
VI - dispor sobre a organização e o funcionamento da administração federal, na forma da lei;
VI - dispor, mediante decreto, sobre:(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)
a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos; (Incluída pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)
b) extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos;(Incluída pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)
VII - manter relações com Estados estrangeiros e acreditar seus representantes diplomáticos;
VIII - celebrar tratados, convenções e atos internacionais, sujeitos a referendo do Congresso Nacional;
IX - decretar o estado de defesa e o estado de sítio;
X - decretar e executar a intervenção federal;
XI - remeter mensagem e plano de governo ao Congresso Nacional por ocasião da abertura da sessão legislativa, expondo a situação do País e solicitando as providências que julgar necessárias;
XII - conceder indulto e comutar penas, com audiência, se necessário, dos órgãos instituídos em lei;
XIII - exercer o comando supremo das Forças Armadas, promover seus oficiais-generais e nomeá-los para os cargos que lhes são privativos;
XIII - exercer o comando supremo das Forças Armadas, nomear os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, promover seus oficiais-generais e nomeá-los para os cargos que lhes são privativos; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 23, de 02/09/99)
XIV - nomear, após aprovação pelo Senado Federal, os Ministros do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores, os Governadores de Territórios, o Procurador-Geral da República, o presidente e os diretores do banco central e outros servidores, quando determinado em lei;
XV - nomear, observado o disposto no art. 73, os Ministros do Tribunal de Contas da União;
XVI - nomear os magistrados, nos casos previstos nesta Constituição, e o Advogado-Geral da União;
XVII - nomear membros do Conselho da República, nos termos do art. 89, VII;
XVIII - convocar e presidir o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional;
XIX - declarar guerra, no caso de agressão estrangeira, autorizado pelo Congresso Nacional ou referendado por ele, quando ocorrida no intervalo das sessões legislativas, e, nas mesmas condições, decretar, total ou parcialmente, a mobilização nacional;
XX - celebrar a paz, autorizado ou com o referendo do Congresso Nacional;
XXI - conferir condecorações e distinções honoríficas;
XXII - permitir, nos casos previstos em lei complementar, que forças estrangeiras transitem pelo território nacional ou nele permaneçam temporariamente;
XXIII - enviar ao Congresso Nacional o plano plurianual, o projeto de lei de diretrizes orçamentárias e as propostas de orçamento previstos nesta Constituição;
XXIV - prestar, anualmente, ao Congresso Nacional, dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa, as contas referentes ao exercício anterior;
XXV - prover e extinguir os cargos públicos federais, na forma da lei;
XXVI - editar medidas provisórias com força de lei, nos termos do art. 62;
XXVII - exercer outras atribuições previstas nesta Constituição.
Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações.
Da Responsabilidade do Presidente da República
Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:
I - a existência da União;
II - o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação;
III - o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;
IV - a segurança interna do País;
V - a probidade na administração;
VI - a lei orçamentária;
VII - o cumprimento das leis e das decisões judiciais.
Parágrafo único. Esses crimes serão definidos em lei especial, que estabelecerá as normas de processo e julgamento.
DAS FORÇAS ARMADAS
Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.
§ 1º - Lei complementar estabelecerá as normas gerais a serem adotadas na organização, no preparo e no emprego das Forças Armadas.
§ 2º - Não caberá "habeas-corpus" em relação a punições disciplinares militares.
§ 3º Os membros das Forças Armadas são denominados militares, aplicando-se-lhes, além das que vierem a ser fixadas em lei, as seguintes disposições: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
I - as patentes, com prerrogativas, direitos e deveres a elas inerentes, são conferidas pelo Presidente da República e asseguradas em plenitude aos oficiais da ativa, da reserva ou reformados, sendo-lhes privativos os títulos e postos militares e, juntamente com os demais membros, o uso dos uniformes das Forças Armadas; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
II - o militar em atividade que tomar posse em cargo ou emprego público civil permanente será transferido para a reserva, nos termos da lei; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
III - O militar da ativa que, de acordo com a lei, tomar posse em cargo, emprego ou função pública civil temporária, não eletiva, ainda que da administração indireta, ficará agregado ao respectivo quadro e somente poderá, enquanto permanecer nessa situação, ser promovido por antigüidade, contando-se-lhe o tempo de serviço apenas para aquela promoção e transferência para a reserva, sendo depois de dois anos de afastamento, contínuos ou não, transferido para a reserva, nos termos da lei; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
IV - ao militar são proibidas a sindicalização e a greve; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
V - o militar, enquanto em serviço ativo, não pode estar filiado a partidos políticos; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
VI - o oficial só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível, por decisão de tribunal militar de caráter permanente, em tempo de paz, ou de tribunal especial, em tempo de guerra; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
VII - o oficial condenado na justiça comum ou militar a pena privativa de liberdade superior a dois anos, por sentença transitada em julgado, será submetido ao julgamento previsto no inciso anterior; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
VIII - aplica-se aos militares o disposto no art. 7º, incisos VIII, XII, XVII, XVIII, XIX e XXV e no art. 37, incisos XI, XIII, XIV e XV; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
IX - aplica-se aos militares e a seus pensionistas o disposto no art. 40, §§ 4º,5º e 6º; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998) IX - aplica-se aos militares e a seus pensionistas o disposto no art. 40, §§ 7º e 8º; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 11998)(Revogado pela Emenda Constitucional nº 41, de 19.12.2003)
X - a lei disporá sobre o ingresso nas Forças Armadas, os limites de idade, a estabilidade e outras condições de transferência do militar para a inatividade, os direitos, os deveres, a remuneração, as prerrogativas e outras situações especiais dos militares, consideradas as peculiaridades de suas atividades, inclusive aquelas cumpridas por força de compromissos internacionais e de guerra. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
COMENTO
Na verdade essa bagunça toda foi tramada pelos americanos, com vários intúitos, pricipalmente, de olho na Amazônia. No entanto os generais, que poderíam fazer alguma coisa, não estão pensando no país, só pensam em sí próprio ou nos cargos que terão quando forem para reserva. Isso é muito pequeno e perigoso, pois uma nação sem FFAA, é uma nação "FRACA", qualquer um pode querer tirar proveito disso. Certo?
Prezados amigos, Constituição mostra que Ministério da Defesa não pode exercer qualquer autoridade sobre as Forças Armadas.
Por Jorge Serrão
O Ministério da Defesa não pode exercer nenhuma autoridade sobre as Forças Armadas. É indelegável a “autoridade suprema” do Presidente da República, na destinação das Forças Armadas, prevista no art. 142 da Constituição Federal. O alerta é dado aos militares pelo advogado Antônio José Ribas Paiva, presidente do grupo de estudos União Nacionalista Democrática (UND). Nelson Jobim vai detestar tal constatação.
Antônio Ribas comprova que o parágrafo único do artigo 84 da Constituição Federal não prevê a delegação da autoridade do Presidente da República no que diz respeito ao comando das Forças Armadas. Ministério da Defesa foi criado em 10 de junho de 1999, na gestão Fernando Henrique Cardoso, cumprindo os desígnios do Diálogo Interamericano de exterminar com a soberania nacional – enfraquecendo o papel das Forças Armadas guardiãs constitucionais da soberania.
Quando o Ministério da Defesa foi oficialmente criado, o então Estado-Maior das Forças Armadas se extinguiu e os Ministérios da Marinha, do Exército e da Aeronáutica acabaram transformados em meros Comandos. Em um primeiro momento, foi o golpe revanchista contra os militares que perderam a guerra ideológica pós-64. Na realidade, o plano globalitário era enfraquecer o Poder Nacional, reduzindo o papel das Forças Armadas.
Antônio Ribas Paiva adverte para o risco de responsabilidade criminal, que os comandantes militares estão correndo, se não impedirem a tentativa de politização da defesa externa do Brasil, através da famigerada END, Estratégia Nacional de Defesa, produzida pelos ministros Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos) e Nelson Jobim (Defesa). Ribas lembra um fato histórico assustador que não merece replay: “Em 1.904 o Brasil perdeu parte do seu território para a Guiana Inglesa. Queria Deus que isso não se repita com a Raposa Serra do Sol”.
Ribas Paiva destaca o papel dos Comandantes Militares: “É bom marcar, que o Presidente da República, de acordo com o artigo 85 da mesma Constituição, não é responsável pela segurança externa do País, que é dever constitucional dos Comandantes das Forças Armadas. Por este motivo, o recente acordo entre a Marinha do Brasil e a República Francesa foi assinado pelo Comandante da Marinha e não pelo Ministro da Defesa brasileiro”.
Leia, abaixo, o artigo de Antônio Ribas: Destinação das Forças Armadas: Autoridade indelegável
Destruição programada
O projeto de depreciação das Forças Armadas no Brasil é imposto por trilateralistas, pelo Consenso de Washington, pela turma do Diálogo Interamericano e pelos radicalóides do Foro de São Paulo que são a favor de um governo mundial único, controlado pela Oligarquia Financeira Transnacional.
Quem quiser conhecer detalhes do processo global de destruição das Forças Armadas brasileiras deve ler o livro "Complô para aniquilar as Forças Armadas e as Nações da Ibero-América", publicado pela EIR e pela Chantal Editora.
O projeto de Estratégia Nacional de Defesa (END), ampliando os poderes do Ministério da Defesa sobre o Exército, Marinha e Aeronáutica, peca por inconstitucionalidade e quem o patrocina, no caso o Presidente da República, pode acabar enquadrado por Crime de Responsabilidade por desrespeitar a Lei Maior.
Vale o que está escrito?
Confira, na íntegra, os artigos constitucionais citados pelo advogado Ribas Paiva, incluindo o que já foi mudado e remendado desde a promulgação da Carta de 1988:
Das Atribuições do Presidente da República
Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:
I - nomear e exonerar os Ministros de Estado;
II - exercer, com o auxílio dos Ministros de Estado, a direção superior da administração federal;
III - iniciar o processo legislativo, na forma e nos casos previstos nesta Constituição;
IV - sancionar, promulgar e fazer publicar as leis, bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução;
V - vetar projetos de lei, total ou parcialmente;
VI - dispor sobre a organização e o funcionamento da administração federal, na forma da lei;
VI - dispor, mediante decreto, sobre:(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)
a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos; (Incluída pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)
b) extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos;(Incluída pela Emenda Constitucional nº 32, de 2001)
VII - manter relações com Estados estrangeiros e acreditar seus representantes diplomáticos;
VIII - celebrar tratados, convenções e atos internacionais, sujeitos a referendo do Congresso Nacional;
IX - decretar o estado de defesa e o estado de sítio;
X - decretar e executar a intervenção federal;
XI - remeter mensagem e plano de governo ao Congresso Nacional por ocasião da abertura da sessão legislativa, expondo a situação do País e solicitando as providências que julgar necessárias;
XII - conceder indulto e comutar penas, com audiência, se necessário, dos órgãos instituídos em lei;
XIII - exercer o comando supremo das Forças Armadas, promover seus oficiais-generais e nomeá-los para os cargos que lhes são privativos;
XIII - exercer o comando supremo das Forças Armadas, nomear os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, promover seus oficiais-generais e nomeá-los para os cargos que lhes são privativos; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 23, de 02/09/99)
XIV - nomear, após aprovação pelo Senado Federal, os Ministros do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores, os Governadores de Territórios, o Procurador-Geral da República, o presidente e os diretores do banco central e outros servidores, quando determinado em lei;
XV - nomear, observado o disposto no art. 73, os Ministros do Tribunal de Contas da União;
XVI - nomear os magistrados, nos casos previstos nesta Constituição, e o Advogado-Geral da União;
XVII - nomear membros do Conselho da República, nos termos do art. 89, VII;
XVIII - convocar e presidir o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional;
XIX - declarar guerra, no caso de agressão estrangeira, autorizado pelo Congresso Nacional ou referendado por ele, quando ocorrida no intervalo das sessões legislativas, e, nas mesmas condições, decretar, total ou parcialmente, a mobilização nacional;
XX - celebrar a paz, autorizado ou com o referendo do Congresso Nacional;
XXI - conferir condecorações e distinções honoríficas;
XXII - permitir, nos casos previstos em lei complementar, que forças estrangeiras transitem pelo território nacional ou nele permaneçam temporariamente;
XXIII - enviar ao Congresso Nacional o plano plurianual, o projeto de lei de diretrizes orçamentárias e as propostas de orçamento previstos nesta Constituição;
XXIV - prestar, anualmente, ao Congresso Nacional, dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa, as contas referentes ao exercício anterior;
XXV - prover e extinguir os cargos públicos federais, na forma da lei;
XXVI - editar medidas provisórias com força de lei, nos termos do art. 62;
XXVII - exercer outras atribuições previstas nesta Constituição.
Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações.
Da Responsabilidade do Presidente da República
Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:
I - a existência da União;
II - o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação;
III - o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;
IV - a segurança interna do País;
V - a probidade na administração;
VI - a lei orçamentária;
VII - o cumprimento das leis e das decisões judiciais.
Parágrafo único. Esses crimes serão definidos em lei especial, que estabelecerá as normas de processo e julgamento.
DAS FORÇAS ARMADAS
Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.
§ 1º - Lei complementar estabelecerá as normas gerais a serem adotadas na organização, no preparo e no emprego das Forças Armadas.
§ 2º - Não caberá "habeas-corpus" em relação a punições disciplinares militares.
§ 3º Os membros das Forças Armadas são denominados militares, aplicando-se-lhes, além das que vierem a ser fixadas em lei, as seguintes disposições: (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
I - as patentes, com prerrogativas, direitos e deveres a elas inerentes, são conferidas pelo Presidente da República e asseguradas em plenitude aos oficiais da ativa, da reserva ou reformados, sendo-lhes privativos os títulos e postos militares e, juntamente com os demais membros, o uso dos uniformes das Forças Armadas; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
II - o militar em atividade que tomar posse em cargo ou emprego público civil permanente será transferido para a reserva, nos termos da lei; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
III - O militar da ativa que, de acordo com a lei, tomar posse em cargo, emprego ou função pública civil temporária, não eletiva, ainda que da administração indireta, ficará agregado ao respectivo quadro e somente poderá, enquanto permanecer nessa situação, ser promovido por antigüidade, contando-se-lhe o tempo de serviço apenas para aquela promoção e transferência para a reserva, sendo depois de dois anos de afastamento, contínuos ou não, transferido para a reserva, nos termos da lei; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
IV - ao militar são proibidas a sindicalização e a greve; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
V - o militar, enquanto em serviço ativo, não pode estar filiado a partidos políticos; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
VI - o oficial só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível, por decisão de tribunal militar de caráter permanente, em tempo de paz, ou de tribunal especial, em tempo de guerra; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
VII - o oficial condenado na justiça comum ou militar a pena privativa de liberdade superior a dois anos, por sentença transitada em julgado, será submetido ao julgamento previsto no inciso anterior; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
VIII - aplica-se aos militares o disposto no art. 7º, incisos VIII, XII, XVII, XVIII, XIX e XXV e no art. 37, incisos XI, XIII, XIV e XV; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
IX - aplica-se aos militares e a seus pensionistas o disposto no art. 40, §§ 4º,5º e 6º; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998) IX - aplica-se aos militares e a seus pensionistas o disposto no art. 40, §§ 7º e 8º; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 11998)(Revogado pela Emenda Constitucional nº 41, de 19.12.2003)
X - a lei disporá sobre o ingresso nas Forças Armadas, os limites de idade, a estabilidade e outras condições de transferência do militar para a inatividade, os direitos, os deveres, a remuneração, as prerrogativas e outras situações especiais dos militares, consideradas as peculiaridades de suas atividades, inclusive aquelas cumpridas por força de compromissos internacionais e de guerra. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
COMENTO
Na verdade essa bagunça toda foi tramada pelos americanos, com vários intúitos, pricipalmente, de olho na Amazônia. No entanto os generais, que poderíam fazer alguma coisa, não estão pensando no país, só pensam em sí próprio ou nos cargos que terão quando forem para reserva. Isso é muito pequeno e perigoso, pois uma nação sem FFAA, é uma nação "FRACA", qualquer um pode querer tirar proveito disso. Certo?
quarta-feira, 29 de abril de 2009
BRASIL UMA MONARQUIA ABSOLUTISTA"!
"Prezados amigos, o boa-vida, Ingnóbio e verossímel molusco, é um grande ícone do mal, o nosso grande apedeuta malígno da nação brasileira e monarca absolutista. Pois como tenho afirmado, vivemos uma CLEPTOCRACIA MOLUSQUIANA E PETRALHA". E as provas estão todos os dias nos noticiários da imprensa nacional e internacional.
A mega facção criminosa dos PETTRALHAS, pagou, como vocês podem ver abaixo, contas particulares do terrivel molusco e seus familiares com dinheiro público.
Bem, até aí isso não é surpresa para ninguém, dado o costume, más não deixa de ser impressionante. Por quê? O Abominável e nocivo Molusco é um animal de posses. Seu patrimônio, hoje, certamente ultrapassa R$ 1 milhão entre propriedades e dinheiro aplicado. Poucos metalúrgicos do ABC tiveram essa sorte, não é mesmo? Não obstante, essa gente, torra dinheiro do erário por qualquer merreca. Mas, então, é preciso avançar na consideração: a “merreca”, o valor pequeno, é só a revelação jocosa do vício. Das exacerbadas compras molusquianas que vão: De carros de luxos a Joias certamente passando por Iates, plásticas, teles e outras coisinhas ainda mais nocivas e danosas, para os cofres da pobre nação brasileira.
Há quanto tempo o desprezível e desqualificado molusco não sabe o que é suar para ganhar a vida? “Oh, lá vai o moralismo udenista!” Se for, paciência. Mas o fato é que, desde 1975, ele passou a ser sustentado por terceiros — primeiro pelo sindicato e depois pelo facção do PT. Agora, tem os benefícios dispensados ao digamos "presidente da República". Isso é lastimável e lamentável. Certos amigos?
Só aqueles que são próprios e inerentes ao cargo? Quem é que sabe? Seus exacerbados gastos pessoais e os de sua grande e numerosa família, que são considerados matéria de segurança nacional. Os quais já denunciei em muitos blogs, anteriores. (FFAA vamos salvar a nação brasileira).
Investigue-se a vida do nocivo molusco, e sempre vai aparecer algum abnegado corrupto e bandido pagando-lhes as contas. Primeiro foi o primeiro compadre Roberto Teixeira, que lhe cedia, de graça, a casa. Teixeira é tão bem enfronhado em negócios ilícitos, que envolvem o governo, que o empréstimo, claro, sempre valeu por um investimento. Depois apareceu outro bandido doador universal Paulo Okamotto, aquele que teria paga uma dívida do presidente que o próprio não reconhecia. Isso é ou não é um grande escárnio e sem precedente no país?
A CPI do Mensalão bem que tentou quebrar seu sigilo bancário, mas o então ministro do Supremo Nelson Jobim, hoje titular da Defesa, não deixou.
Com os sanguessugas não foi diferente. Com os CC a história se repetiu.
Uma parte da política brasileira vive em regime de monarquia absolutista, e o rei, claro, o Ingnóbio molusco. O empresário ou o banqueiro mais ricos do país precisam suar a camisa para manter o sua atividade. O molusco não! É um animal que sempre conseguiu botar feijão em casa com suas idéias. Seu negócio nunca vai à falência porque ele vive de vender futuros e ilusões e de superfaturar o vento e as obras do PAC. Ou seja vive enganando o sofrido e pobre povo brasileiro.
O nocivo lançou duas siglas novas, a Unasul e PAC. Que não existem. É o PAC da diplomacia da corrupção, da maracutaia, da roubalheira. Mas e daí? Volto à facilidade do Molusco para ganhar dinheiro, principalmente público. Este senhor é um gênio na arte de enganar o povo, com mentiras absurdas e mau-caratismo absoluto.
Desde que iniciou sua trajetória sindical, não deixou de receber seu salário, um miserável dia. Chegou até a ser o presidente de uma ONG, o Instituto da Cidadania, que recebia doações. Na reta final da ditadura, mesmo afastado do sindicato, continuou a ter as contas pagas pelo “movimento”. Mas o molusco achou que era pouco. Requereu uma pensão mensal e vitalícia como perseguido do antigo regime, porque passou menos de um dia preso.
Assim, reitero, mesmo sem jamais ter deixado de receber salário uma miserável vez, nós pagamos para ele, todo mês, quase R$ 5 mil — além do salário que recebe como presidente. Do primeiro café da manhã ao papel higiênico, ele não precisa gastar um tostão — passando pelas cigarrilhas holandesas que fuma, mesmo assim ainda gasta R$16.000,00 diariamente.
Dá pra entender a celeuma que se criou no país quando os cartões corporativos fizeram acender a luz vermelha e despertaram a curiosidade sobre os gastos da família "Molusquiana" da Silva. A cada enxadada, uma minhoca — como se diz lá em Dois Córregos MG.
E a facilidade do Molusco para se dar bem na vida revela um componente genético. Até o fim de 2002, o notório Molusquinho, por exemplo, era monitor de jardim zoológico. “Moço, onde ficam as antas”. E ele mostrava onde ficavam as antas. Em 2006, no fim do primeiro mandato do pai, iniciado em 2003, o rapaz já era um milionário. Nunca a intimidade com antas foi antes tão bem remunerada. O Planalto tem uma resposta? Tem sim.
A resposta acima dá uma idéia do que se poderia encontrar se as contas do terrivel monstro molusco fossem abertas. Volto à minha máxima: “No país, são inimputáveis as crianças, os idiotas clínicos e os petistas”. Os que faz-me ser repetitivo, É sem dúvida a maior facção criminosa de toda história da humanidade. "Será que alguém ainda tem dúvidas das bandidagens, safadezas e maracutaias dos ignóbios monstros PETRALHAS"?
E Tudo isso com a leniência do STF, MPF, OAB e PF. Isso é muito vergonhoso para um grande país do porte do nosso querido Brasil. FFAA vamos saír da inércia.
E no meio de tanta corrupção e covardia estão nossas FFAA cada dia mais definhadas e desmanteladas, militares flagelados por dois dos maiores caudilhos da história da humanidade FHC e Lula. Certo meus amigos?
A mega facção criminosa dos PETTRALHAS, pagou, como vocês podem ver abaixo, contas particulares do terrivel molusco e seus familiares com dinheiro público.
Bem, até aí isso não é surpresa para ninguém, dado o costume, más não deixa de ser impressionante. Por quê? O Abominável e nocivo Molusco é um animal de posses. Seu patrimônio, hoje, certamente ultrapassa R$ 1 milhão entre propriedades e dinheiro aplicado. Poucos metalúrgicos do ABC tiveram essa sorte, não é mesmo? Não obstante, essa gente, torra dinheiro do erário por qualquer merreca. Mas, então, é preciso avançar na consideração: a “merreca”, o valor pequeno, é só a revelação jocosa do vício. Das exacerbadas compras molusquianas que vão: De carros de luxos a Joias certamente passando por Iates, plásticas, teles e outras coisinhas ainda mais nocivas e danosas, para os cofres da pobre nação brasileira.
Há quanto tempo o desprezível e desqualificado molusco não sabe o que é suar para ganhar a vida? “Oh, lá vai o moralismo udenista!” Se for, paciência. Mas o fato é que, desde 1975, ele passou a ser sustentado por terceiros — primeiro pelo sindicato e depois pelo facção do PT. Agora, tem os benefícios dispensados ao digamos "presidente da República". Isso é lastimável e lamentável. Certos amigos?
Só aqueles que são próprios e inerentes ao cargo? Quem é que sabe? Seus exacerbados gastos pessoais e os de sua grande e numerosa família, que são considerados matéria de segurança nacional. Os quais já denunciei em muitos blogs, anteriores. (FFAA vamos salvar a nação brasileira).
Investigue-se a vida do nocivo molusco, e sempre vai aparecer algum abnegado corrupto e bandido pagando-lhes as contas. Primeiro foi o primeiro compadre Roberto Teixeira, que lhe cedia, de graça, a casa. Teixeira é tão bem enfronhado em negócios ilícitos, que envolvem o governo, que o empréstimo, claro, sempre valeu por um investimento. Depois apareceu outro bandido doador universal Paulo Okamotto, aquele que teria paga uma dívida do presidente que o próprio não reconhecia. Isso é ou não é um grande escárnio e sem precedente no país?
A CPI do Mensalão bem que tentou quebrar seu sigilo bancário, mas o então ministro do Supremo Nelson Jobim, hoje titular da Defesa, não deixou.
Com os sanguessugas não foi diferente. Com os CC a história se repetiu.
Uma parte da política brasileira vive em regime de monarquia absolutista, e o rei, claro, o Ingnóbio molusco. O empresário ou o banqueiro mais ricos do país precisam suar a camisa para manter o sua atividade. O molusco não! É um animal que sempre conseguiu botar feijão em casa com suas idéias. Seu negócio nunca vai à falência porque ele vive de vender futuros e ilusões e de superfaturar o vento e as obras do PAC. Ou seja vive enganando o sofrido e pobre povo brasileiro.
O nocivo lançou duas siglas novas, a Unasul e PAC. Que não existem. É o PAC da diplomacia da corrupção, da maracutaia, da roubalheira. Mas e daí? Volto à facilidade do Molusco para ganhar dinheiro, principalmente público. Este senhor é um gênio na arte de enganar o povo, com mentiras absurdas e mau-caratismo absoluto.
Desde que iniciou sua trajetória sindical, não deixou de receber seu salário, um miserável dia. Chegou até a ser o presidente de uma ONG, o Instituto da Cidadania, que recebia doações. Na reta final da ditadura, mesmo afastado do sindicato, continuou a ter as contas pagas pelo “movimento”. Mas o molusco achou que era pouco. Requereu uma pensão mensal e vitalícia como perseguido do antigo regime, porque passou menos de um dia preso.
Assim, reitero, mesmo sem jamais ter deixado de receber salário uma miserável vez, nós pagamos para ele, todo mês, quase R$ 5 mil — além do salário que recebe como presidente. Do primeiro café da manhã ao papel higiênico, ele não precisa gastar um tostão — passando pelas cigarrilhas holandesas que fuma, mesmo assim ainda gasta R$16.000,00 diariamente.
Dá pra entender a celeuma que se criou no país quando os cartões corporativos fizeram acender a luz vermelha e despertaram a curiosidade sobre os gastos da família "Molusquiana" da Silva. A cada enxadada, uma minhoca — como se diz lá em Dois Córregos MG.
E a facilidade do Molusco para se dar bem na vida revela um componente genético. Até o fim de 2002, o notório Molusquinho, por exemplo, era monitor de jardim zoológico. “Moço, onde ficam as antas”. E ele mostrava onde ficavam as antas. Em 2006, no fim do primeiro mandato do pai, iniciado em 2003, o rapaz já era um milionário. Nunca a intimidade com antas foi antes tão bem remunerada. O Planalto tem uma resposta? Tem sim.
A resposta acima dá uma idéia do que se poderia encontrar se as contas do terrivel monstro molusco fossem abertas. Volto à minha máxima: “No país, são inimputáveis as crianças, os idiotas clínicos e os petistas”. Os que faz-me ser repetitivo, É sem dúvida a maior facção criminosa de toda história da humanidade. "Será que alguém ainda tem dúvidas das bandidagens, safadezas e maracutaias dos ignóbios monstros PETRALHAS"?
E Tudo isso com a leniência do STF, MPF, OAB e PF. Isso é muito vergonhoso para um grande país do porte do nosso querido Brasil. FFAA vamos saír da inércia.
E no meio de tanta corrupção e covardia estão nossas FFAA cada dia mais definhadas e desmanteladas, militares flagelados por dois dos maiores caudilhos da história da humanidade FHC e Lula. Certo meus amigos?
terça-feira, 28 de abril de 2009
LULA JÁ LEVA CÂNCER DA DILMA AO PALANQUE DE OBRAS DO PAC.
Lula já leva câncer da Dilma ao palanque de obras do PAC, e petistas cometem mais uma grave e nociva ilegalidade em Manaus. Está tudo errado e dominado.
Por Jorge Serrão
O mega e esperto chefão Lula da Silva já tira proveito político da anunciada “doença grave” da sua ministra-candidata ao Planalto Dilma Rousseff. Ontem, durante inauguração de obras em Manaus, sempre no permanente tom de campanha, Lula já pediu ao séqüito popular que fizesse orações pela ministra. O mágico Lula até minimizou o problema de saúde de Dilma, marketeiramente anunciado no sábado, advertindo que “ela não tem nada”.
Mais cedo, em outro evento, no Terminal Hidroviário São Raimundo, petistas cometeram uma ilegalidade eleitoreira. Dois alto-falantes usados para anunciar o horário das embarcações, tocaram, o tempo inteiro, o famoso e velho jingle de campanha do petista de 2002. Mas o Tribunal Superior Eleitoral nada fará contra tal ilegalidade – como já é de costume. Os ministros do TSE parecem surdos em relação às ilegalidades cometidas pelos petistas ainda longe da campanha eleitoral oficial.
No último evento da longa agenda de ontem no Amazonas, a inauguração do Conjunto Habitacional Cidadão IX, Lula tirou todo proveito político, como era esperado, do câncer de Dilma Rousseff. No fim do discurso, tal qual um líder messiânico-religioso-político, Lula mandou Dilma se levantar, ergueu a mão dele e pediu que todos rezassem por ela. Em seguida, ordenou à candidata a candidata: “Quero que você olhe para as pessoas, porque a partir delas vem a sua força. Vem a força que você precisa para ser forte. Esse povo vai precisar muito de você daqui para a frente”.
Confirmada?
Lula reafirmou em Manaus que Dilma será sua candidata à sucessão presidencial em 2010:
"Ela é a minha candidata, mas eu não sou o partido [o PT]. Tem que passar pela base aliada".
Se Dilma não puder ser a candidata, certamente os petistas encontrarão algum linfoma para substituí-la.
Se ela for mesmo a escolhida, terá muito linfoma brigando para ser seu vice...
Dilma curada...
Em entrevista coletiva após visita às obras do Terminal Hidroviário de São Raimundo, o doutor Lula aconselhou que Dilma deve ter como sua "prioridade zero" cuidar da saúde:
Lula receitou que sua ministra deve continuar trabalhando para ajudar a superar a doença que, na visão do oncologista Luiz Inácio, nem existe mais:
"Na verdade, a Dilma não tem mais nada, segundo os médicos, e agora precisa fazer o tratamento para que não volte mais a ter a doença. Penso que ela está se comportando profissionalmente do mesmo jeito, e não tem porque fraquejar. Espero não vê-la faltar ao trabalho".
Ilegalidade
Nos trinta minutos da visita de Lula e sua comitiva às obras do Terminal Hidroviário São Raimundo, em Manaus, todo mundo só ouviu o “Lula Lá” da campanha de 2002:
"Bota essa estrela no peito/ não tenha medo ou pudor. É só você querer/ que amanhã assim será/ bote fé e diga Lula/ bote fé e diga Lula/ Eu quero Lula".
Junto com Lula estavam a ministra Dilma Rousseff e os ministros Nelson Jobim (Defesa), Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos) e Alfredo Nascimento (Transporte).
Seguia coladinho na comitiva o governador do Amazonas, Eduardo Braga (PMDB), que espalhou outdoors pela capital anunciando as parcerias com o governo federal.
Dança da candidata
A ministra Dilma cantou com as quebradeiras de coco de Manaus, ensaiou alguns passos da dança regional e tirou muitas fotos com populares presentes no Centro Cultural dos Povos Indígenas.
Num discurso de meia hora, Dilma, num tom emocional, agradeceu a solidariedade dos manauaras.
“Fiquei muito emocionada pela imensa solidariedade de vocês e tenham certeza que vocês me dão muita força e determinação. Agradeço a todos o carinho e também por torcerem por mim. Para mim, isso é muito importante”.
COMENTO
É Lógico que a Petralhada nociva vai tirar proveito, da doença da digamos "ministra", eles são mestres nesta arte de enganar o povo. Não importa o método para tal, o importante é tirar proveito seja lá do que for, até mesmo da morte. Certo meus amigos? Essa petralhada corrupta um dia vai cair do cavalo, podem acreditar.
CARTA PUBLICADA NO ESTADÃO RECEBI DE UM AMIGO POR E-MAIL
Carta-resposta de um Juiz ao Presidente Lula publicada no Estadão.
Veja a carta que um juiz colocou no jornal de hoje:
Carta do Juiz Ruy Coppola (2º TAC) .
Mensagem ao presidente!
Estimado presidente, assisti na televisão, anteontem, o trecho de seu discurso criticando o Poder Judiciário e dizendo que V. Exa. e seu amigo Márcio, ministro da Justiça, há muito tempo são favoráveis ao controle externo do Poder Judiciário, não para 'meter a mão na decisão do juiz', mas para abrir a 'caixa-preta' do Poder.
Vi também V. Exa. falar sobre 'duas Justiças' e sobre a influência do dinheiro nas decisões da Justiça.
Fiquei abismado, caro presidente, não com a falta de conhecimento de V.Exa., já que coisa diversa não poderia esperar (só pelo fato de que o nobre presidente é leigo), mas com o fato de que o nobre presidente ainda não se tenha dado conta de que não é mais candidato.
Não precisa mais falar como se em palanque estivesse; não precisa mais fazer cara de inconformado, alterando o tom da voz para influir no ânimo da platéia. Afinal, não é sempre que se faz discurso na porta da Volks.
Não precisa mais chorar.
O eminente presidente precisa apenas mandar, o que não fez até agora.
Não existem duas Justiças, como V. Exa. falou. Existe uma só.
Que é cega, mas não é surda e costuma escutar as besteiras que muitos falam sobre ela.
Basta ao presidente mandar seu amigo Márcio tomar medidas concretas e efetivas contra o crime organizado.
Mandar seus demais ministros exercer os cargos para os quais foram nomeados.
Mandar seus líderes partidários fazer menos conchavos e começar a legislar em favor da sociedade.
Afinal, V. Exa. foi eleito para isso.
Sr. presidente, no mesmo canal de televisão, assisti a uma reportagem dando conta de que, em Pernambuco (sua terra natal), crianças que haviam abandonado o lixão, por receberem R$ 25 do Bolsa-Escola , tinham voltado para aquela vida (??) insólita simplesmente porque desde janeiro seu governo não repassou o dinheiro destinado ao Bolsa-Escola . E a Benedita, sr. presidente?
Disse ela que ficou sabendo dos fatos apenas no dia da reportagem.
Como se pode ver, Sr. presidente, vou tentar lembrá-lo de algumas coisas simples.
Nós, do Poder Judiciário, não temos caixa-preta. Temos leis inconsistentes e brandas (que seu amigo Márcio sempre utilizou para inocentar pessoas acusadas de crimes do colarinho-branco).
Temos de conviver com a Fazenda Pública (e o Sr. presidente é responsável por ela, caso não saiba), sendo nossa maior cliente e litigante, na maioria dos casos, de má-fé.
Temos os precatórios que não são pagos.
Temos acidentados que não recebem benefícios em dia (o INSS é de sua responsabilidade, Sr. presidente).
Não temos medo algum de qualquer controle externo, Sr. presidente.
Temos medo, sim, de que pessoas menos avisadas, como V. Exa. mostrou ser, confundam controle externo com atividade jurisdicional (pergunte ao seu amigo Márcio, ele explica o que é).
De qualquer forma, não é bom falar de corda em casa de enforcado.
Evidente que V. Exa. usou da expressão 'caixa-preta' não no sentido pejorativo do termo.
Juízes não tomam vinho de R$ 4 mil a garrafa.
Juízes não são agradados com vinhos portugueses raros quando vão a restaurantes.
Juízes, quando fazem churrasco, não mandam vir churrasqueiro de outro Estado.
Mulheres de juízes não possuem condições financeiras para importar cabeleireiros de outras unidades da Federação, apenas para fazer uma 'escova'.
Cachorros de juízes não andam de carro oficial.
Caixa-preta por caixa-preta (no sentido meramente figurativo), sr. presidente, a do Poder Executivo é bem maior do que a nossa.
Meus respeitos a V. Exa. e recomendações ao seu amigo Márcio.
P.S.: Dê lembranças a 'Michelle'.
(Michelle é cachorrinha do presidente que passeia em carro oficial)
Ruy Coppola, juiz do 2.º Tribunal de Alçada Civil do Estado de São Paulo, São Paulo
COMENTO
É um grande absurdo, sem precedente na história da República, só não ver quem não quer, certo?
''Farra das passagens'' leva Câmara dos Deputados à semiparalisia e a inércia.
Com a Câmara asfixiada por escândalos provocados pelo uso inadequado de dinheiro público e por medidas provisórias que impedem seu trabalho regular, o presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), enfrenta um embate na terça-feira que pode resultar em seu enfraquecimento político. Um dos expoentes peemedebistas e nome cotado para ser o vice da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, na sucessão presidencial em 2010, Temer corre o risco de ser desautorizado pelo plenário da Casa na votação do projeto de resolução proposto para acabar com a farra das passagens aéreas. Temer anunciou medidas restritivas na semana passada, mas será desafiado no plenário com emendas para afrouxar as regras.
Para tirar a Casa da paralisia, Temer e líderes partidários buscam criar uma agenda positiva, mas o que se verifica é que, depois de 83 dias de iniciados os trabalhos do ano, apenas quatro projetos de lei foram votados, enquanto o número de medidas provisórias analisadas foi três vezes maior. Nesse período, a pauta esteve livre, sem MPs obstruindo as demais votações, em apenas dois dias - 18 e 19 de fevereiro. Foi quando os deputados votaram o projeto que pune com mais rigor o trote estudantil, o que obriga a instalação de airbags nos carros, o que regularizou a situação de imigrantes ilegais e o que criou a semana de mobilização nacional para a doação de medula óssea.
Ainda com duas medidas provisórias trancando a pauta, a perspectiva é que uma nova janela de votação seja aberta apenas no próximo mês, comprometendo mais da metade do semestre. Outras MPs passarão a obstruir os trabalhos nos dias 10 e 15 de maio. Há três semanas, Temer e os líderes prometeram que a pauta estaria livre até quinta-feira passada, o que não ocorreu. A Câmara segue votando em torno de duas MPs por semana.
A grave crise de ética e moral que atinge os três poderes da República, já está passando dos limites do tolerável. No entanto as autoridades brasileiras estão fazendo "vistas grossas" a essa bagunça exacerbada.
Nossas FFAA estão fragilizadas, definhadas, sucateadas e humilhadas por isso que os governos FHC e Lula queriam tanto acabar com as FFAA. Foi tudo pensado bem direitinho. Certo meus amigos? Por isso é que afirmo que o maior erro dos militares foi ter deixado vivos esses dois nocivos caudilhos.
"CORRUPÇÃO MOLUSQUIANA"
Senadores vazam que Presidência torra R$ 270 mil/mês com passagens aéreas para filhos e parentes de Lula.
Exclusivo - Não é só o Congresso Nacional quem promove a farra de gastos com as passagens aéreas para parentes, amigos, assessores ou lobistas. A Presidência da República torra uma média de R$ 270 mil reais por mês com despesas de viagem em vôos comerciais para filhos, parentes ou agregados do chefão Lula da Silva. Não se usa o Aerolula e os sucatinhas para não dar na pinta.
Já vaza nos corredores do Congresso que a Presidência manda emitir de 40 a 65 passagens por mês para o deslocamento dos filhos de Lula pelo Brasil. Senadores ironizam que a turma do Planalto parece ter instituído uma ponte aérea subsidiada com Santa Catarina – onde moram a filha de Lula e o genro dele. Há registros de viagens emitidas para a Inglaterra, França, Grécia e Itália (país onde a primeira-dama Marisa Letícia e os filhos de Lula também têm nacionalidade reconhecida).
A denúncia sobre a farra de passagens promovida pela turma do Lula pode vazar (ou não) a qualquer momento no Congresso. Os senadores e deputados ficaram pts da vida de se transformar nos únicos alvos da campanha da imprensa contra a farra das passagens. E já ameaçam divulgar, oficialmente, que o Presidente da República também comete seus pequenos abusos com as passagens subsidiadas pelo dinheiro público.
Se a pequena farra vazar, Lula tem dois comportamentos previsíveis. Primeiro, negará que saiba de alguma coisa. Mas, caso seus aspones considerem tal procedimento normal, certamente vão utilizar argumentos de “segurança nacional” para justificar o financiamento de passagens aéreas para parentes do presidente. O General Jorge Armando Félix, do Gabinete de Segurança Institucional, que se prepare para mais dor de cabeça.
Tudo pelo Pessoal.... Comento
Quando eu afirmo, que o governo do PT é uma grande facção criminosa, eles ficam meio que aborrecidos. Qual outro nome que eu posso dar a isso? Se não for bandidagem, é o que então?
Infelizmente, os fatos não deixam dúvidas, estamos diante de uma mega teia de corrupção e bandidagem, jamais vista no planeta terra.
De agora em diante, vamos ver muito isso. O legislativo acusando o executivo e o executivo fazendo vistas grossas para que o próprio legislativo venha a se auto destruir, com tanta bandidagem, corrupção e safadeza. Onde estão as nossas FFAA? Será que os generais estão leniêntes com isso? Acho que não. Certo Bolsonaro?
Por Jorge Serrão
O mega e esperto chefão Lula da Silva já tira proveito político da anunciada “doença grave” da sua ministra-candidata ao Planalto Dilma Rousseff. Ontem, durante inauguração de obras em Manaus, sempre no permanente tom de campanha, Lula já pediu ao séqüito popular que fizesse orações pela ministra. O mágico Lula até minimizou o problema de saúde de Dilma, marketeiramente anunciado no sábado, advertindo que “ela não tem nada”.
Mais cedo, em outro evento, no Terminal Hidroviário São Raimundo, petistas cometeram uma ilegalidade eleitoreira. Dois alto-falantes usados para anunciar o horário das embarcações, tocaram, o tempo inteiro, o famoso e velho jingle de campanha do petista de 2002. Mas o Tribunal Superior Eleitoral nada fará contra tal ilegalidade – como já é de costume. Os ministros do TSE parecem surdos em relação às ilegalidades cometidas pelos petistas ainda longe da campanha eleitoral oficial.
No último evento da longa agenda de ontem no Amazonas, a inauguração do Conjunto Habitacional Cidadão IX, Lula tirou todo proveito político, como era esperado, do câncer de Dilma Rousseff. No fim do discurso, tal qual um líder messiânico-religioso-político, Lula mandou Dilma se levantar, ergueu a mão dele e pediu que todos rezassem por ela. Em seguida, ordenou à candidata a candidata: “Quero que você olhe para as pessoas, porque a partir delas vem a sua força. Vem a força que você precisa para ser forte. Esse povo vai precisar muito de você daqui para a frente”.
Confirmada?
Lula reafirmou em Manaus que Dilma será sua candidata à sucessão presidencial em 2010:
"Ela é a minha candidata, mas eu não sou o partido [o PT]. Tem que passar pela base aliada".
Se Dilma não puder ser a candidata, certamente os petistas encontrarão algum linfoma para substituí-la.
Se ela for mesmo a escolhida, terá muito linfoma brigando para ser seu vice...
Dilma curada...
Em entrevista coletiva após visita às obras do Terminal Hidroviário de São Raimundo, o doutor Lula aconselhou que Dilma deve ter como sua "prioridade zero" cuidar da saúde:
Lula receitou que sua ministra deve continuar trabalhando para ajudar a superar a doença que, na visão do oncologista Luiz Inácio, nem existe mais:
"Na verdade, a Dilma não tem mais nada, segundo os médicos, e agora precisa fazer o tratamento para que não volte mais a ter a doença. Penso que ela está se comportando profissionalmente do mesmo jeito, e não tem porque fraquejar. Espero não vê-la faltar ao trabalho".
Ilegalidade
Nos trinta minutos da visita de Lula e sua comitiva às obras do Terminal Hidroviário São Raimundo, em Manaus, todo mundo só ouviu o “Lula Lá” da campanha de 2002:
"Bota essa estrela no peito/ não tenha medo ou pudor. É só você querer/ que amanhã assim será/ bote fé e diga Lula/ bote fé e diga Lula/ Eu quero Lula".
Junto com Lula estavam a ministra Dilma Rousseff e os ministros Nelson Jobim (Defesa), Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos) e Alfredo Nascimento (Transporte).
Seguia coladinho na comitiva o governador do Amazonas, Eduardo Braga (PMDB), que espalhou outdoors pela capital anunciando as parcerias com o governo federal.
Dança da candidata
A ministra Dilma cantou com as quebradeiras de coco de Manaus, ensaiou alguns passos da dança regional e tirou muitas fotos com populares presentes no Centro Cultural dos Povos Indígenas.
Num discurso de meia hora, Dilma, num tom emocional, agradeceu a solidariedade dos manauaras.
“Fiquei muito emocionada pela imensa solidariedade de vocês e tenham certeza que vocês me dão muita força e determinação. Agradeço a todos o carinho e também por torcerem por mim. Para mim, isso é muito importante”.
COMENTO
É Lógico que a Petralhada nociva vai tirar proveito, da doença da digamos "ministra", eles são mestres nesta arte de enganar o povo. Não importa o método para tal, o importante é tirar proveito seja lá do que for, até mesmo da morte. Certo meus amigos? Essa petralhada corrupta um dia vai cair do cavalo, podem acreditar.
CARTA PUBLICADA NO ESTADÃO RECEBI DE UM AMIGO POR E-MAIL
Carta-resposta de um Juiz ao Presidente Lula publicada no Estadão.
Veja a carta que um juiz colocou no jornal de hoje:
Carta do Juiz Ruy Coppola (2º TAC) .
Mensagem ao presidente!
Estimado presidente, assisti na televisão, anteontem, o trecho de seu discurso criticando o Poder Judiciário e dizendo que V. Exa. e seu amigo Márcio, ministro da Justiça, há muito tempo são favoráveis ao controle externo do Poder Judiciário, não para 'meter a mão na decisão do juiz', mas para abrir a 'caixa-preta' do Poder.
Vi também V. Exa. falar sobre 'duas Justiças' e sobre a influência do dinheiro nas decisões da Justiça.
Fiquei abismado, caro presidente, não com a falta de conhecimento de V.Exa., já que coisa diversa não poderia esperar (só pelo fato de que o nobre presidente é leigo), mas com o fato de que o nobre presidente ainda não se tenha dado conta de que não é mais candidato.
Não precisa mais falar como se em palanque estivesse; não precisa mais fazer cara de inconformado, alterando o tom da voz para influir no ânimo da platéia. Afinal, não é sempre que se faz discurso na porta da Volks.
Não precisa mais chorar.
O eminente presidente precisa apenas mandar, o que não fez até agora.
Não existem duas Justiças, como V. Exa. falou. Existe uma só.
Que é cega, mas não é surda e costuma escutar as besteiras que muitos falam sobre ela.
Basta ao presidente mandar seu amigo Márcio tomar medidas concretas e efetivas contra o crime organizado.
Mandar seus demais ministros exercer os cargos para os quais foram nomeados.
Mandar seus líderes partidários fazer menos conchavos e começar a legislar em favor da sociedade.
Afinal, V. Exa. foi eleito para isso.
Sr. presidente, no mesmo canal de televisão, assisti a uma reportagem dando conta de que, em Pernambuco (sua terra natal), crianças que haviam abandonado o lixão, por receberem R$ 25 do Bolsa-Escola , tinham voltado para aquela vida (??) insólita simplesmente porque desde janeiro seu governo não repassou o dinheiro destinado ao Bolsa-Escola . E a Benedita, sr. presidente?
Disse ela que ficou sabendo dos fatos apenas no dia da reportagem.
Como se pode ver, Sr. presidente, vou tentar lembrá-lo de algumas coisas simples.
Nós, do Poder Judiciário, não temos caixa-preta. Temos leis inconsistentes e brandas (que seu amigo Márcio sempre utilizou para inocentar pessoas acusadas de crimes do colarinho-branco).
Temos de conviver com a Fazenda Pública (e o Sr. presidente é responsável por ela, caso não saiba), sendo nossa maior cliente e litigante, na maioria dos casos, de má-fé.
Temos os precatórios que não são pagos.
Temos acidentados que não recebem benefícios em dia (o INSS é de sua responsabilidade, Sr. presidente).
Não temos medo algum de qualquer controle externo, Sr. presidente.
Temos medo, sim, de que pessoas menos avisadas, como V. Exa. mostrou ser, confundam controle externo com atividade jurisdicional (pergunte ao seu amigo Márcio, ele explica o que é).
De qualquer forma, não é bom falar de corda em casa de enforcado.
Evidente que V. Exa. usou da expressão 'caixa-preta' não no sentido pejorativo do termo.
Juízes não tomam vinho de R$ 4 mil a garrafa.
Juízes não são agradados com vinhos portugueses raros quando vão a restaurantes.
Juízes, quando fazem churrasco, não mandam vir churrasqueiro de outro Estado.
Mulheres de juízes não possuem condições financeiras para importar cabeleireiros de outras unidades da Federação, apenas para fazer uma 'escova'.
Cachorros de juízes não andam de carro oficial.
Caixa-preta por caixa-preta (no sentido meramente figurativo), sr. presidente, a do Poder Executivo é bem maior do que a nossa.
Meus respeitos a V. Exa. e recomendações ao seu amigo Márcio.
P.S.: Dê lembranças a 'Michelle'.
(Michelle é cachorrinha do presidente que passeia em carro oficial)
Ruy Coppola, juiz do 2.º Tribunal de Alçada Civil do Estado de São Paulo, São Paulo
COMENTO
É um grande absurdo, sem precedente na história da República, só não ver quem não quer, certo?
''Farra das passagens'' leva Câmara dos Deputados à semiparalisia e a inércia.
Com a Câmara asfixiada por escândalos provocados pelo uso inadequado de dinheiro público e por medidas provisórias que impedem seu trabalho regular, o presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), enfrenta um embate na terça-feira que pode resultar em seu enfraquecimento político. Um dos expoentes peemedebistas e nome cotado para ser o vice da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, na sucessão presidencial em 2010, Temer corre o risco de ser desautorizado pelo plenário da Casa na votação do projeto de resolução proposto para acabar com a farra das passagens aéreas. Temer anunciou medidas restritivas na semana passada, mas será desafiado no plenário com emendas para afrouxar as regras.
Para tirar a Casa da paralisia, Temer e líderes partidários buscam criar uma agenda positiva, mas o que se verifica é que, depois de 83 dias de iniciados os trabalhos do ano, apenas quatro projetos de lei foram votados, enquanto o número de medidas provisórias analisadas foi três vezes maior. Nesse período, a pauta esteve livre, sem MPs obstruindo as demais votações, em apenas dois dias - 18 e 19 de fevereiro. Foi quando os deputados votaram o projeto que pune com mais rigor o trote estudantil, o que obriga a instalação de airbags nos carros, o que regularizou a situação de imigrantes ilegais e o que criou a semana de mobilização nacional para a doação de medula óssea.
Ainda com duas medidas provisórias trancando a pauta, a perspectiva é que uma nova janela de votação seja aberta apenas no próximo mês, comprometendo mais da metade do semestre. Outras MPs passarão a obstruir os trabalhos nos dias 10 e 15 de maio. Há três semanas, Temer e os líderes prometeram que a pauta estaria livre até quinta-feira passada, o que não ocorreu. A Câmara segue votando em torno de duas MPs por semana.
A grave crise de ética e moral que atinge os três poderes da República, já está passando dos limites do tolerável. No entanto as autoridades brasileiras estão fazendo "vistas grossas" a essa bagunça exacerbada.
Nossas FFAA estão fragilizadas, definhadas, sucateadas e humilhadas por isso que os governos FHC e Lula queriam tanto acabar com as FFAA. Foi tudo pensado bem direitinho. Certo meus amigos? Por isso é que afirmo que o maior erro dos militares foi ter deixado vivos esses dois nocivos caudilhos.
"CORRUPÇÃO MOLUSQUIANA"
Senadores vazam que Presidência torra R$ 270 mil/mês com passagens aéreas para filhos e parentes de Lula.
Exclusivo - Não é só o Congresso Nacional quem promove a farra de gastos com as passagens aéreas para parentes, amigos, assessores ou lobistas. A Presidência da República torra uma média de R$ 270 mil reais por mês com despesas de viagem em vôos comerciais para filhos, parentes ou agregados do chefão Lula da Silva. Não se usa o Aerolula e os sucatinhas para não dar na pinta.
Já vaza nos corredores do Congresso que a Presidência manda emitir de 40 a 65 passagens por mês para o deslocamento dos filhos de Lula pelo Brasil. Senadores ironizam que a turma do Planalto parece ter instituído uma ponte aérea subsidiada com Santa Catarina – onde moram a filha de Lula e o genro dele. Há registros de viagens emitidas para a Inglaterra, França, Grécia e Itália (país onde a primeira-dama Marisa Letícia e os filhos de Lula também têm nacionalidade reconhecida).
A denúncia sobre a farra de passagens promovida pela turma do Lula pode vazar (ou não) a qualquer momento no Congresso. Os senadores e deputados ficaram pts da vida de se transformar nos únicos alvos da campanha da imprensa contra a farra das passagens. E já ameaçam divulgar, oficialmente, que o Presidente da República também comete seus pequenos abusos com as passagens subsidiadas pelo dinheiro público.
Se a pequena farra vazar, Lula tem dois comportamentos previsíveis. Primeiro, negará que saiba de alguma coisa. Mas, caso seus aspones considerem tal procedimento normal, certamente vão utilizar argumentos de “segurança nacional” para justificar o financiamento de passagens aéreas para parentes do presidente. O General Jorge Armando Félix, do Gabinete de Segurança Institucional, que se prepare para mais dor de cabeça.
Tudo pelo Pessoal.... Comento
Quando eu afirmo, que o governo do PT é uma grande facção criminosa, eles ficam meio que aborrecidos. Qual outro nome que eu posso dar a isso? Se não for bandidagem, é o que então?
Infelizmente, os fatos não deixam dúvidas, estamos diante de uma mega teia de corrupção e bandidagem, jamais vista no planeta terra.
De agora em diante, vamos ver muito isso. O legislativo acusando o executivo e o executivo fazendo vistas grossas para que o próprio legislativo venha a se auto destruir, com tanta bandidagem, corrupção e safadeza. Onde estão as nossas FFAA? Será que os generais estão leniêntes com isso? Acho que não. Certo Bolsonaro?
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