A JUSTIÇA O MST E AS FACÇÕES PETRALHAS X SANTANDER
Justiça ordena reintegração de posse da fazenda
Na Folha:
A Justiça de São Paulo determinou ontem a reintegração de posse da fazenda da multinacional Cutrale, em Iaras (271 km de São Paulo), que teve parte do laranjal destruído com um trator por integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) para o plantio de feijão. Desde 28 de setembro, cerca de 250 famílias do MST estão no local.
A Polícia Militar estimou que foram destruídos cerca de 7.000 pés de laranja. Já o movimento afirmou que a derrubada não chegou a 3.000 pés. “Não pode ser monocultura, tem que plantar comida para o povo, embora a gente entenda que laranja também é alimento”, disse Claudete Souza, líder do movimento no local.
O MST argumenta que as terras pertencem à União e são usadas há dez anos ilegalmente pela Cutrale -uma das maiores produtoras de laranja do Brasil. Em nota, o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) condenou a ação, mas disse que a área integra conjunto de terras públicas. O órgão disse que reivindicou as terras em 2006 e que aguarda decisão da Justiça Federal.
A multinacional apresentou documentos à Justiça estadual nos quais afirma ser proprietária da área.
SANTANDER, outra super mega facção que deriva dos corruptos bandidos petralhas, leva até R$ 14 bi em oferta recorde.
Por Toni Sciarretta, na Folha:
O SANTANDER Brasil, o quarto maior banco em operação no país, concluiu ontem a maior captação de recursos do ano no Brasil e possivelmente no mundo com a venda de novas ações.
A unidade brasileira do banco espanhol deve levar até R$ 14,1 bilhões com a venda de papéis, se for confirmada a venda integral de um lote suplementar de ações, que saíram a R$ 23,50 -abaixo do teto de R$ 25 que o mercado previa. O banco já garantiu R$ 12,337 bilhões.
Com isso, a captação do Santander deve superar a abertura de capital da construtora chinesa CSCEC, que levantou US$ 7,34 bilhões (R$ 12,8 bilhões) em julho, a maior operação do ano. Os papéis estreiam hoje na BM&F Bovespa e na Bolsa de Nova York em meio a grande expectativa dos investidores.
Com a operação, o Santander brasileiro se torna um banco quase do porte do Bradesco em valor de mercado. Segundo a consultoria Economática, o Santander chega à Bolsa hoje com valor de pelo menos R$ 93,972 bilhões, acima dos R$ 78,2 bilhões do Banco do Brasil, mas abaixo dos R$ 100,2 bilhões do Bradesco e dos R$ 147 bilhões do Itaú xyzwhijp. No ranking por ativos, o BB é o líder, seguido por Itaú xyzwhijp, Bradesco e Santander.
Segundo as corretoras, a oferta do Santander foi uma das que mais atraíram o interesse do investidor pessoa física desde a abertura de capital da antiga BM&F, em novembro de 2007, que teve a adesão de 260,9 mil pequenos investidores. O Santander chegou a anunciar a operação na televisão e em jornais e revistas.
COMENTO
Caros amigos, as atrocidades cometidas com os clientes desta abominável instituição financeira, são as piores que já vi até hoje na República. Nunca antes na história deste país, teve uma digamos "instituição financeira", tão exacerbadamente corrupta, nociva e pernóstica com seus pobres clientes. Aconselho a todos a não passarem nem perto destes Bancos.
Incra condena invasão do MST, o braço armado do PT, no interior de SP.
Por José Maria Tomazela e Maíra Teixeira, no Estadão Online.
O presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Rolf Hackbart, disse estar “indignado” com a destruição de laranjais da fazenda Santo Henrique, do grupo Cutrale, em Borebi, no interior de São Paulo. A área foi invadida no último dia 28 e os sem-terra usaram tratores da empresa para arrancar 7 mil pés de laranja.
“Condeno com veemência esse comportamento que não contribui para a reforma agrária e para o diálogo”, afirmou. Ele disse ter ficado chocado com as imagens da destruição que circularam pela internet.
De acordo com Hackbart, o Incra cumpriu seu papel ao questionar na Justiça Federal a titularidade das terras. “O polígono de Iaras tem 40 mil hectares e quem vai decidir é a Justiça.” Enquanto isso, segundo ele, deve haver respeito por quem está produzindo. “Há no mínimo uma presunção de boa fé por parte da empresa e atitude como aquela não contribui para o avanço da reforma agrária.”
Nota
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) divulgou nesta tarde uma nota sobre a ocupação da fazenda de produção de laranja na região central do Estado de São Paulo. O movimento acusa a Cutrale de utilizar terras griladas da União para a monocultura de laranja.
Segundo o MST, a ocupação visa denunciar que a empresa está sediada em terras da União utilizadas de forma irregular. Cerca de 250 famílias do movimento permanecem acampadas na área de cerca de 2,7 mil hectares.
COMENTO
Esses sujos bandidos do MST, são financiados com dinheiro público, por esse corrupto e nocivo, desgoverno dos petralhas que estão no poder da República. E ainda com o firme propósito de se perpetuarem.
Molusco e os caças de mentiras - O universo mental dos gibis
Da Folha Online.
O presidente Luiz Inácio Molusco da Silva defendeu hoje a licitação brasileira para compra de 36 caças para a FAB (Força Aérea Brasileira). Participam da licitação caças americanos (F-18, da Boeing), franceses (Rafale, da Dassault) e suecos (Gripen, da Saab).
Lula disse que o país precisa de caças para proteger riquezas como a Amazônia e o pré-sal dos piratas. “Está cheio de piratas. Hoje eu vi, aí, na televisão, piratas sequestrando navio aí, pelo lado da Somália, daqui a pouco aparece um pirata para pegar o nosso pré-sal. Então, nós temos que nos cuidar”, disse ele em Estocolmo.
“Nós temos que tomar conta do nosso pré-sal, nós temos que tomar conta da nossa Amazônia, nós temos 15 mil quilômetros de fronteiras secas e 8 mil quilômetros de costa marítima”, afirmou ele.
Lula disse que só conhece a proposta da França. O prazo para entrega das propostas acabou no último dia 2. “A única proposta que eu recebi textualmente, que queria negociar, foi a visita do [presidente da França, Nicolas] Sarkozy ao Brasil. Certamente, nos próximos dias ou, quem sabe, nas próximas semanas, eu deverei receber, do Ministério da Defesa, uma análise. Nós temos algumas condições. E vamos ver o que vai acontecer.”
Ele negou que tenha conversado sobre os caças com o primeiro-ministro da Suécia, Fredrik Reinfeldt. “Eu não conversei ainda com o primeiro-ministro, recebi uma carta do primeiro-ministro. Oficialmente, eu não conheço a proposta.”
COMENTO
O desnorteado e desqualificado Molusco, ainda não saiu do universo das histórias em quadrinhos. Não há mal nenhum em o Brasil ter caças. Deve até tê-los. Ocorre que ele próprio não sabe por quê. Fosse em outro governo, esse medíocre sociopata, estaria pedindo que esse dinheiro fosse convertido em pratos de comida e sopa. Alguma dúvida? Ele tem receio de que alguém acabe fazendo com ele o que ele faria com os outros. Então se sai com essa fantasia de que podem roubar o petróleo do pré-sal. Isso é uma grande mentira.
As Forças Armadas vem sendo sucateadas desde do governo do outro caudilho medíocre e sociopata FHC, autor da MP 2215-10 que tanto nos prejudicou.
Banditismo institucionalizado e corrupção edêmica no PT e no MST. A estúpida, abominável e desorientada Comissão de Agricultura reage.
Meus caros amigos e leitores o banditismo institucionalizado pelo PT através e protagonizado pelo MST seu braço armado,(MAIS UM CRIME ESCANCARADO DO MST. ATÉ QUANDO?) mereceu o apoio unânime da Comissão de Agricultura do Senado. A leitura foi transmitida pela emissora da Casa. Informo isso aqui por uma única razão: está na hora de o Legislativo acordar para o que está em curso. Eu nem acredito que o tal movimento consiga atingir de modo significativo a produtividade da agroindústria, embora estes obscurantistas já tenham destruído anos de pesquisas invadindo e depredando, por exemplo, um laboratório da Aracruz. Inaceitável é que o setor mais virtuoso da economia brasileira continue a ser alvo do banditismo institucionalizado. Ademais, essa corja de bandidos usa inocentes úteis como massa de manobra de sua causa, financiada pelo leite de pata do dinheiro público e de ONGs estrangeiras que não saberiam dizer onde fica o Brasil no mapa.
É o país dos petralhas, está tudo dominado por essa super facção exacerbadamente criminosa e danosa que está no poder da República.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
BRASIL INJETA US$ 10 BILHÕES NO BÔNUS DO FMI
Brasil injeta US$ 10 bilhões no bônus do FMI e repete discurso medíocre, estúpido e ilusório que passa de credor a “emprestador”. Isso é corrupção bandidagem Lulo-Petralha-bolivariano.
Por Jorge Serrão
O Brasil deu ontem sua cota de sacrifício financeira para colaborar com o plano da Oligarquia Financeira Transnacional de transformar o Fundo Monetário Internacional em uma espécie de “banco central” ou “fundo de ajuda” contra crises econômicas. O País cumpriu o que foi determinado no recente encontro do G-20, em Istambul, comprou US$ 10 bilhões em Direito Especial de Saque (SDR) – que é uma espécie de “moeda” do FMI.
Na operação, comanda pelo presidente-presidenciável Henrique Meirelles e por Guido Mantega (ministro da Fazenda), o Brasil mexeu em parte de seus US$ 220 bilhões das reservas cambiais – grana secreta e estrategicamente aplicada em bancos escolhidos a dedo pelo Poder Real Global. Mantega até ensaiou ontem o discurso demagógico e mentiroso já usado pelo chefão Lula para enganar bobo: "É a primeira vez que o Brasil empresta para o FMI. Estamos passando de um país devedor para credor. É um momento histórico”.
Pura retórica. Na verdade, o Brasil continua credor do FMI. Em acordo sempre vantajoso para o FMI, o governo Stalinácio, na gestão Antonio Palocci Filho no Ministério da Fazenda, apenas pagou, adiantado, os juros da dívida com o Fundo. Na operação pouco transparente, o FMI substituiu o contrato do empréstimo - que era em dólar com os juros de 6% ao ano – por uma cotação em real, com juros mensais em torno de 18%. O valor da dívida só Deus sabe quanto é. O Brasil tem um diretor no FMI: Murilo Portugal, ex-secretário do Tesouro Nacional.
Na realidade, em troca do “direito de entrar no G-20”, os países do Bric - Brasil, Rússia, Índia e China – concordaram em pagar um “pedágio” de US$ 80 bilhões para aumentar os recursos do FMI – sob o argumento de colaborar no combate à crise global. A China fornecerá a maior parte: US$ 50 bilhões. Curiosamente, os capimunistas chineses vão botar grana no FMI, depois de repetirem o discurso de que não teriam interesse em fazer aportes ao fundo. Retórica idêntica à usada pelos EUA – cujo banco central privado, o Federal Reserve – também pode mudar de ideia.
COMENTO
"Esse abominável, corrupto e terrível 'governo bandido', vai fazer de tudo, para se popularizar ainda mais, principalmente em cima dos menos esclarecidos, tanto no cenário nacional como internacional.
Algumas instituições internacionais, já começaram a perceber as verdadeiras intenções do governo, Lulo-petismo-bolivariano e o que realmente esse bandido pretende fazer com o nosso país, com as Forças Armadas e com os militares em geral.
Uma vez que esse canalha governa sem respeitar a constituição do nosso país. Pois pagar para a desqualificada PM do DF três vezes mais o que para os militares das Forças Armadas, só isso já seria motivo suficiente para ele passar o resto da vida atrás das grades. Está tudo muito claro, só não ver, quem realmente não quer".
Por Jorge Serrão
O Brasil deu ontem sua cota de sacrifício financeira para colaborar com o plano da Oligarquia Financeira Transnacional de transformar o Fundo Monetário Internacional em uma espécie de “banco central” ou “fundo de ajuda” contra crises econômicas. O País cumpriu o que foi determinado no recente encontro do G-20, em Istambul, comprou US$ 10 bilhões em Direito Especial de Saque (SDR) – que é uma espécie de “moeda” do FMI.
Na operação, comanda pelo presidente-presidenciável Henrique Meirelles e por Guido Mantega (ministro da Fazenda), o Brasil mexeu em parte de seus US$ 220 bilhões das reservas cambiais – grana secreta e estrategicamente aplicada em bancos escolhidos a dedo pelo Poder Real Global. Mantega até ensaiou ontem o discurso demagógico e mentiroso já usado pelo chefão Lula para enganar bobo: "É a primeira vez que o Brasil empresta para o FMI. Estamos passando de um país devedor para credor. É um momento histórico”.
Pura retórica. Na verdade, o Brasil continua credor do FMI. Em acordo sempre vantajoso para o FMI, o governo Stalinácio, na gestão Antonio Palocci Filho no Ministério da Fazenda, apenas pagou, adiantado, os juros da dívida com o Fundo. Na operação pouco transparente, o FMI substituiu o contrato do empréstimo - que era em dólar com os juros de 6% ao ano – por uma cotação em real, com juros mensais em torno de 18%. O valor da dívida só Deus sabe quanto é. O Brasil tem um diretor no FMI: Murilo Portugal, ex-secretário do Tesouro Nacional.
Na realidade, em troca do “direito de entrar no G-20”, os países do Bric - Brasil, Rússia, Índia e China – concordaram em pagar um “pedágio” de US$ 80 bilhões para aumentar os recursos do FMI – sob o argumento de colaborar no combate à crise global. A China fornecerá a maior parte: US$ 50 bilhões. Curiosamente, os capimunistas chineses vão botar grana no FMI, depois de repetirem o discurso de que não teriam interesse em fazer aportes ao fundo. Retórica idêntica à usada pelos EUA – cujo banco central privado, o Federal Reserve – também pode mudar de ideia.
COMENTO
"Esse abominável, corrupto e terrível 'governo bandido', vai fazer de tudo, para se popularizar ainda mais, principalmente em cima dos menos esclarecidos, tanto no cenário nacional como internacional.
Algumas instituições internacionais, já começaram a perceber as verdadeiras intenções do governo, Lulo-petismo-bolivariano e o que realmente esse bandido pretende fazer com o nosso país, com as Forças Armadas e com os militares em geral.
Uma vez que esse canalha governa sem respeitar a constituição do nosso país. Pois pagar para a desqualificada PM do DF três vezes mais o que para os militares das Forças Armadas, só isso já seria motivo suficiente para ele passar o resto da vida atrás das grades. Está tudo muito claro, só não ver, quem realmente não quer".
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
DILMA, A VANUSA DA POLÍTICA
Por Reinaldo Azevedo
Bem, Dilma Rousseff concedeu a tal entrevista a Jorge Bastos Moreno falando sobre as banalidades desta vida besta. Devemos entender que ela não é apenas aquela máquina de empacar o PAC. Ela também é um coração. O conjunto da obra poderia se chamar “Dilma, Coração e Mente”, parafraseando o título do livro que Tarso Genro escreveu para Lênin. Tarso encontrou o coração de Lênin, e Moreno, o de Dilma.
Ela gosta de literatura, de novela e de Chico Buarque. É gente como a gente, gente! E chegou a cantarolar. Ela tem das letras do ídolo o domínio que a cantora Vanusa exibiu do Hino Nacional em vídeo célebre. Moreno a apertou muito ao longo de toda a entrevista, fazendo um insaciável e longo Questionário Proust. Vão me acusar de ironia. Jamais! Entrevistas sempre são úteis. Só li e ouvi uma coisinha ou outra nesta madrugada, mas o suficiente. E os analistas simbólicos (!) deixaram escapar um ato falho magnífico de Dilma. Vamos ver?
Uma das músicas de sua predileção é João e Maria, de Chico Buarque e Sivuca, aquela do tempo em que até cavalo falava inglês. Vocês se lembram:
COMENTO
"Meus nobres amigos, as principais bandeiras e logomarcas da corrupta e nociva candidata da facção criminosa dos PETRALHAS são: o selvagem banditismo institucionalizados, corrupções edêmicas, obras super faturadas, táticas de guerrilhas, sequestros, assassinatos e ainda com requintes de enrriquecimentos ilícitos e perpetuação no poder, uma vez que esses bandidos e canalhas desta suja facção estão com a bola cheia. Certo?
Qualquer eleição pode ser vista como uma entrevista de emprego ou algo como: uma oportunidade do candidato vir a loculpetar-se do erário público, isso é notório e gritante.
Os postulantes ao cargo, seja de presidente, governador ou deputado, se apresentam ao eleitor pedindo o voto. Os candidatos pedem um emprego para o eleitor, no caso de uma eleição nacional é um mega emprego de presidente da República.
Por que o passado do candidato(a) importa? Você meu caro eleitor, confiaria em promessas de quem não tem passado? Confiaria em quem não tem um passado vinculado àquela vaga de emprego que você oferece? E quando esse candidato(a), tem um passado sujo como: sequestros, milhares de asassinatos inclusive de militares e roubos a bancos e de todas as formas possíveis, você confiaria num candidato desses?
Em 2010 os candidatos a presidente pedirão o seu voto. Eles vão fazer promessas para o futuro, dizer e mostrar como vão melhorar a sua vida. Porém, você só vai acreditar nas promessas, por melhor que sejam, se eles derem motivos para que acredite e de acordo com seu passado. Certo?
Senhores, por se tratar de uma eleição sem candidato a reeleição, esses motivos virão, em grande parte, do currículo da pessoa e de seu legado na política Nacional.
Ser desconhecido, porém, não é somente ser desconhecido, é muito mais do que isso. O recall ou nível de conhecimento é uma forma de sintetizar o currículo do candidato, a avaliação da pessoa, seu reconhecimento, suas virtudes políticas. Por que a corrupta e nociva candidata do governo vem caindo nas pesquisas desde maio? Porque não é conhecida do eleitorado. E por que seu sujo e nocivo passado vai vir à tona e todos os brasileiros terão conhecimentos dos fatos e dos crimes praticados por ela?
O que acontecerá com a digamos comandante Dilma quando Molusco tiver que deixar sua candidata voar sozinha? Isso é inevitável. Será Dilma, e não Molusco, quem irá aos debates. Será Dilma que terá que responder aos jornalistas em entrevistas coletivas ou situações de pressão. O currículo dela contribui para que tenha um bom desempenho em tais situações? A resposta é fácil: certamente não. Molusco é o vento que sopra a sua pipa, mas para voar e permanecer no alto ela precisa ser leve, o que ela certamente não é.
No próximo ano, quando a campanha começar de fato, muitas sujeiras cometidas por ela, nas décadas de 60 e 70 virão à tona, certamente só isso já será suficiente para detoná-la, somando com seu mau humor, sua antipatia e as exacerbadas mentiras mentiras serão suficientes para extingui-la de uma vez por toda, do cenário e da política Nacional".
Bem, Dilma Rousseff concedeu a tal entrevista a Jorge Bastos Moreno falando sobre as banalidades desta vida besta. Devemos entender que ela não é apenas aquela máquina de empacar o PAC. Ela também é um coração. O conjunto da obra poderia se chamar “Dilma, Coração e Mente”, parafraseando o título do livro que Tarso Genro escreveu para Lênin. Tarso encontrou o coração de Lênin, e Moreno, o de Dilma.
Ela gosta de literatura, de novela e de Chico Buarque. É gente como a gente, gente! E chegou a cantarolar. Ela tem das letras do ídolo o domínio que a cantora Vanusa exibiu do Hino Nacional em vídeo célebre. Moreno a apertou muito ao longo de toda a entrevista, fazendo um insaciável e longo Questionário Proust. Vão me acusar de ironia. Jamais! Entrevistas sempre são úteis. Só li e ouvi uma coisinha ou outra nesta madrugada, mas o suficiente. E os analistas simbólicos (!) deixaram escapar um ato falho magnífico de Dilma. Vamos ver?
Uma das músicas de sua predileção é João e Maria, de Chico Buarque e Sivuca, aquela do tempo em que até cavalo falava inglês. Vocês se lembram:
COMENTO
"Meus nobres amigos, as principais bandeiras e logomarcas da corrupta e nociva candidata da facção criminosa dos PETRALHAS são: o selvagem banditismo institucionalizados, corrupções edêmicas, obras super faturadas, táticas de guerrilhas, sequestros, assassinatos e ainda com requintes de enrriquecimentos ilícitos e perpetuação no poder, uma vez que esses bandidos e canalhas desta suja facção estão com a bola cheia. Certo?
Qualquer eleição pode ser vista como uma entrevista de emprego ou algo como: uma oportunidade do candidato vir a loculpetar-se do erário público, isso é notório e gritante.
Os postulantes ao cargo, seja de presidente, governador ou deputado, se apresentam ao eleitor pedindo o voto. Os candidatos pedem um emprego para o eleitor, no caso de uma eleição nacional é um mega emprego de presidente da República.
Por que o passado do candidato(a) importa? Você meu caro eleitor, confiaria em promessas de quem não tem passado? Confiaria em quem não tem um passado vinculado àquela vaga de emprego que você oferece? E quando esse candidato(a), tem um passado sujo como: sequestros, milhares de asassinatos inclusive de militares e roubos a bancos e de todas as formas possíveis, você confiaria num candidato desses?
Em 2010 os candidatos a presidente pedirão o seu voto. Eles vão fazer promessas para o futuro, dizer e mostrar como vão melhorar a sua vida. Porém, você só vai acreditar nas promessas, por melhor que sejam, se eles derem motivos para que acredite e de acordo com seu passado. Certo?
Senhores, por se tratar de uma eleição sem candidato a reeleição, esses motivos virão, em grande parte, do currículo da pessoa e de seu legado na política Nacional.
Ser desconhecido, porém, não é somente ser desconhecido, é muito mais do que isso. O recall ou nível de conhecimento é uma forma de sintetizar o currículo do candidato, a avaliação da pessoa, seu reconhecimento, suas virtudes políticas. Por que a corrupta e nociva candidata do governo vem caindo nas pesquisas desde maio? Porque não é conhecida do eleitorado. E por que seu sujo e nocivo passado vai vir à tona e todos os brasileiros terão conhecimentos dos fatos e dos crimes praticados por ela?
O que acontecerá com a digamos comandante Dilma quando Molusco tiver que deixar sua candidata voar sozinha? Isso é inevitável. Será Dilma, e não Molusco, quem irá aos debates. Será Dilma que terá que responder aos jornalistas em entrevistas coletivas ou situações de pressão. O currículo dela contribui para que tenha um bom desempenho em tais situações? A resposta é fácil: certamente não. Molusco é o vento que sopra a sua pipa, mas para voar e permanecer no alto ela precisa ser leve, o que ela certamente não é.
No próximo ano, quando a campanha começar de fato, muitas sujeiras cometidas por ela, nas décadas de 60 e 70 virão à tona, certamente só isso já será suficiente para detoná-la, somando com seu mau humor, sua antipatia e as exacerbadas mentiras mentiras serão suficientes para extingui-la de uma vez por toda, do cenário e da política Nacional".
domingo, 4 de outubro de 2009
O PAPEL DO PASSADO NAS ELEIÇÕES BRASILEIRAS
Por Alberto Carlos de Almeida
A história é resultado da ação das instituições, do contexto e das pessoas. A interação entre instituições e pessoas é bem conhecida e mapeada. Jean Monet, político francês tido como o arquiteto da Comunidade Europeia, afirmou uma vez que as pessoas fazem as coisas acontecer, ao passo que as instituições fazem as coisas permanecer no tempo. As pessoas agem, decidem, tocam, mudam de rumo. As instituições conservam.
Foi preciso haver líderes de fibra para que a Comunidade Europeia tivesse sido fundada. Cabe aqui uma breve menção ao terceiro elemento-chave na história: o contexto. A decisão de unir os países europeus foi levada a cabo pelas pessoas, mas motivada pelo contexto: uma Europa cansada de se destruir depois de passar por duas grandes guerras. A união dos países, em particular da França e da Alemanha, poderia contribuir para evitar a repetição da tragédia.
As pessoas importam não apenas para tomar decisões que alterem o rumo da história, mas também, e isso é muito importante, para motivar o eleitor a escolhê-las. Exatamente isso. Pessoas diferentes atraem motivações diferentes. Um bom candidato é uma pessoa reconhecida pelo eleitorado. Reconhecida por vários atributos positivos. Um candidato sem chances é, na maioria das vezes, alguém sem tais atributos.
As pessoas e seus atributos são mais importantes quando a reeleição não é possível. Esse é o caso da eleição presidencial de 2010: O abominável Lula da Silva não pode se candidatar novamente. Em 1994, primeira vitória do caudilho Fernando Henrique Cardoso, as características pessoais do candidato foram mais importantes do que a avaliação que o eleitorado tinha do governo.
Qual é a base empírica para tal afirmação? A comparação entre o FHC de 1994 e o FHC de 1998. Em 1994, aproximadamente 60% dos eleitores que avaliavam positivamente Itamar Franco votaram em Fernando Henrique. Quatro anos mais tarde, esse mesmo porcentual subiu para incríveis 80%. Quando é o próprio governante quem disputa a eleição, o eleitor olha mais para o seu governo do que para a sua personalidade. Quando a reeleição não é possível, o eleitor olha para os candidatos, nenhum deles exercendo o cargo que está em disputa, e avalia suas características pessoais. Isso é algo lógico.
COMENTO
Meus amigos, qualquer eleição pode ser vista como uma entrevista de emprego ou algo como: uma oportunidade do candidato vir a loculpetar-se do erário público, isso é notório e gritante.
Os postulantes ao cargo, seja de presidente, governador ou deputado, se apresentam ao eleitor pedindo o voto. Os candidatos pedem um emprego para o eleitor, no caso de uma eleição nacional é um mega emprego de presidente da República.
Por que o passado do candidato(a) importa? Você meu caro eleitor, confiaria em promessas de quem não tem passado? Confiaria em quem não tem um passado vinculado àquela vaga de emprego que você oferece? E quando esse candidato(a), tem um passado sujo como: sequestros, milhares de asassinatos inclusive de militares e roubos a bancos e de todas as formas possíveis, você confiaria num candidato desses?
Em 2010 os candidatos a presidente pedirão o seu voto. Eles vão fazer promessas para o futuro, dizer e mostrar como vão melhorar a sua vida. Porém, você só vai acreditar nas promessas, por melhor que sejam, se eles derem motivos para que acredite e de acordo com seu passado. Certo?
Senhores, por se tratar de uma eleição sem candidato a reeleição, esses motivos virão, em grande parte, do currículo da pessoa e de seu legado na política Nacional.
Ser desconhecido, porém, não é somente ser desconhecido, é muito mais do que isso. O recall ou nível de conhecimento é uma forma de sintetizar o currículo do candidato, a avaliação da pessoa, seu reconhecimento, suas virtudes políticas. Por que a corrupta e nociva candidata do governo vem caindo nas pesquisas desde maio? Porque não é conhecida do eleitorado. E por que seu sujo e nocivo passado vai vir à tona e todos os brasileiros terão conhecimentos dos fatos e dos crimes praticados por ela?
O que acontecerá com a digamos comandante Dilma quando Molusco tiver que deixar sua candidata voar sozinha? Isso é inevitável. Será Dilma, e não Molusco, quem irá aos debates. Será Dilma que terá que responder aos jornalistas em entrevistas coletivas ou situações de pressão. O currículo dela contribui para que tenha um bom desempenho em tais situações? A resposta é fácil: certamente não. Molusco é o vento que sopra a sua pipa, mas para voar e permanecer no alto ela precisa ser leve, o que ela certamente não é.
No próximo ano, quando a campanha começar de fato, muitas sujeiras cometidas por ela, nas décadas de 60 e 70 virão à tona, certamente só isso já será suficiente para detoná-la, somando com seu mau humor, sua antipatia e as mentiras serão suficientes para extingui-la de uma vez por toda, do cenário e da política Nacional.
Jaques Wagner, um abominável e nocivo PETRALHA, inventa o “CABRA FAMÍLIA”.
Por Sergio Torres, na Folha:
O governo Jaques Wagner (PT) difunde seu lema e sua logomarca em brincos pregados nas orelhas de 26.640 cabras, bodes, ovelhas e carneiros distribuídos neste ano a 5.505 famílias de pequenos criadores que moram em municípios pobres da Bahia.
Já apelidado de Cabra Família, em alusão ao Bolsa Família do governo Lula, o programa Sertão Produtivo se propõe a melhorar a qualidade do rebanho caprino e ovino do Estado.
Famoso na região do semiárido, onde mora a maioria dos beneficiados pelo programa, o brinco é amarelo, com letras em tom escuro.
Feito com material plástico, o adorno traz escrita a frase “Terra de todos nós”, antecedido de “Governo da Bahia”, em letras grandes, e precedido de “Secretaria de Agricultura” e “Suaf”, sigla da Superintendência de Agricultura Familiar, criada por Wagner.
“Governo da Bahia - Terra de todos nós” é o lema da administração petista, iniciada em janeiro de 2007. No alto do brinco, ao lado do lema, aparece a logomarca do governo: um triângulo de lados desiguais, como a vela das tradicionais embarcações que singram o litoral baiano.
A logomarca e o lema já são bastante conhecidos na Bahia. Estão em outdoors, laterais de carros públicos, bonés distribuídos ao funcionalismo e fachada de obras -como na sede da empresa de turismo do Estado, a Bahiatursa, ao lado do elevador Lacerda, atração turística de Salvador.
Para prender o brinco, técnicos do governo furam a orelha dos animais, como se faz com seres humanos. Na face do adorno voltada para o couro, de visualização difícil, aparece uma numeração, registro oficial da inscrição daquele caprino ou ovino no programa.
Com um nome novo, o Sertão Produtivo deu continuidade e ampliou o projeto Cabra Forte, criado na gestão de Paulo Souto (DEM), antecessor de Wagner. A proposta do governo é, até o final deste ano, ter distribuído cerca de 38.265 caprinos e ovinos para 7.560 famílias em 128 dos 417 municípios baianos.
E as cabrinhas de Wagner deram bode…
Na Folha:
Pequenos criadores no semiárido baiano reclamam dos animais recebidos. Muitos dizem que tinham em seus rebanhos bodes, cabras, ovelhas e carneiros de melhor qualidade que os doados pelo governo.
Em Araci (210 km de Salvador), os beneficiados recusaram em janeiro 150 animais da Secretaria de Agricultura.
“Não aceitamos. A criação era péssima. A gente achava que ia melhorar”, afirmou Jonas de Oliveira, presidente do Centro Comunitário Beneficente do Distrito de Fubá.
O segundo lote chegou em setembro. “Também veio ruim, mas aceitamos. Fazer o quê? Ficamos com medo de não vir outra criação”, disse.
O criador Osvaldo dos Santos Ferreira contou que as cinco cabras que recebeu “chegaram fracas, acabadas, cheias de verme”.”Uma pariu dois cabritos que morreram logo depois”.
A falta de orientação técnica prevista no edital do programa é outra reclamação. Os criadores de Araci falam que não foram instruídos sobre como estocar alimentos na seca e como, na época das chuvas, plantar espécies para o consumo na entressafra, como palma e sorgo.
Sem infraestrutura, dizem os criadores, a tendência é que o rebanho doado continue subnutrido e venha a morrer, como acontece com parte do rebanho convencional.
Em Santa Bárbara (150 km de Salvador), foco de criação de ovinos, o pecuarista Onelito Silva, 50, não reclama. “Já criava ovelhas. Essas estão me satisfazendo”, diz.
COMENTO
Meus prezados amigos e leitores deste humilde blog, tudo que essa mega super facção exacerbadamente criminosa, puder fazer para comprar votos, ela vai fazer com certeza.
Não resta nenhuma dúvida que essa é só mais uma campanha eleitoreira, com o propósito de comprar ou trocar votos por cabras, ovelhas, jumentos e outros animais.
Cabem as autoridades do nosso país, vericar se esta compra de votos está correta.
Aqui no nordeste até bem pouco tempo era comum trocar votos por dentaduras, rapaduras, farinha, tijolos, feijão e etc
O petistas baiano e sua facção exacerbadamente danosa ao país encontraram algo mais original, não é mesmo senhores? Está tudo bem claro, só não ver quem realmente não quer.
A história é resultado da ação das instituições, do contexto e das pessoas. A interação entre instituições e pessoas é bem conhecida e mapeada. Jean Monet, político francês tido como o arquiteto da Comunidade Europeia, afirmou uma vez que as pessoas fazem as coisas acontecer, ao passo que as instituições fazem as coisas permanecer no tempo. As pessoas agem, decidem, tocam, mudam de rumo. As instituições conservam.
Foi preciso haver líderes de fibra para que a Comunidade Europeia tivesse sido fundada. Cabe aqui uma breve menção ao terceiro elemento-chave na história: o contexto. A decisão de unir os países europeus foi levada a cabo pelas pessoas, mas motivada pelo contexto: uma Europa cansada de se destruir depois de passar por duas grandes guerras. A união dos países, em particular da França e da Alemanha, poderia contribuir para evitar a repetição da tragédia.
As pessoas importam não apenas para tomar decisões que alterem o rumo da história, mas também, e isso é muito importante, para motivar o eleitor a escolhê-las. Exatamente isso. Pessoas diferentes atraem motivações diferentes. Um bom candidato é uma pessoa reconhecida pelo eleitorado. Reconhecida por vários atributos positivos. Um candidato sem chances é, na maioria das vezes, alguém sem tais atributos.
As pessoas e seus atributos são mais importantes quando a reeleição não é possível. Esse é o caso da eleição presidencial de 2010: O abominável Lula da Silva não pode se candidatar novamente. Em 1994, primeira vitória do caudilho Fernando Henrique Cardoso, as características pessoais do candidato foram mais importantes do que a avaliação que o eleitorado tinha do governo.
Qual é a base empírica para tal afirmação? A comparação entre o FHC de 1994 e o FHC de 1998. Em 1994, aproximadamente 60% dos eleitores que avaliavam positivamente Itamar Franco votaram em Fernando Henrique. Quatro anos mais tarde, esse mesmo porcentual subiu para incríveis 80%. Quando é o próprio governante quem disputa a eleição, o eleitor olha mais para o seu governo do que para a sua personalidade. Quando a reeleição não é possível, o eleitor olha para os candidatos, nenhum deles exercendo o cargo que está em disputa, e avalia suas características pessoais. Isso é algo lógico.
COMENTO
Meus amigos, qualquer eleição pode ser vista como uma entrevista de emprego ou algo como: uma oportunidade do candidato vir a loculpetar-se do erário público, isso é notório e gritante.
Os postulantes ao cargo, seja de presidente, governador ou deputado, se apresentam ao eleitor pedindo o voto. Os candidatos pedem um emprego para o eleitor, no caso de uma eleição nacional é um mega emprego de presidente da República.
Por que o passado do candidato(a) importa? Você meu caro eleitor, confiaria em promessas de quem não tem passado? Confiaria em quem não tem um passado vinculado àquela vaga de emprego que você oferece? E quando esse candidato(a), tem um passado sujo como: sequestros, milhares de asassinatos inclusive de militares e roubos a bancos e de todas as formas possíveis, você confiaria num candidato desses?
Em 2010 os candidatos a presidente pedirão o seu voto. Eles vão fazer promessas para o futuro, dizer e mostrar como vão melhorar a sua vida. Porém, você só vai acreditar nas promessas, por melhor que sejam, se eles derem motivos para que acredite e de acordo com seu passado. Certo?
Senhores, por se tratar de uma eleição sem candidato a reeleição, esses motivos virão, em grande parte, do currículo da pessoa e de seu legado na política Nacional.
Ser desconhecido, porém, não é somente ser desconhecido, é muito mais do que isso. O recall ou nível de conhecimento é uma forma de sintetizar o currículo do candidato, a avaliação da pessoa, seu reconhecimento, suas virtudes políticas. Por que a corrupta e nociva candidata do governo vem caindo nas pesquisas desde maio? Porque não é conhecida do eleitorado. E por que seu sujo e nocivo passado vai vir à tona e todos os brasileiros terão conhecimentos dos fatos e dos crimes praticados por ela?
O que acontecerá com a digamos comandante Dilma quando Molusco tiver que deixar sua candidata voar sozinha? Isso é inevitável. Será Dilma, e não Molusco, quem irá aos debates. Será Dilma que terá que responder aos jornalistas em entrevistas coletivas ou situações de pressão. O currículo dela contribui para que tenha um bom desempenho em tais situações? A resposta é fácil: certamente não. Molusco é o vento que sopra a sua pipa, mas para voar e permanecer no alto ela precisa ser leve, o que ela certamente não é.
No próximo ano, quando a campanha começar de fato, muitas sujeiras cometidas por ela, nas décadas de 60 e 70 virão à tona, certamente só isso já será suficiente para detoná-la, somando com seu mau humor, sua antipatia e as mentiras serão suficientes para extingui-la de uma vez por toda, do cenário e da política Nacional.
Jaques Wagner, um abominável e nocivo PETRALHA, inventa o “CABRA FAMÍLIA”.
Por Sergio Torres, na Folha:
O governo Jaques Wagner (PT) difunde seu lema e sua logomarca em brincos pregados nas orelhas de 26.640 cabras, bodes, ovelhas e carneiros distribuídos neste ano a 5.505 famílias de pequenos criadores que moram em municípios pobres da Bahia.
Já apelidado de Cabra Família, em alusão ao Bolsa Família do governo Lula, o programa Sertão Produtivo se propõe a melhorar a qualidade do rebanho caprino e ovino do Estado.
Famoso na região do semiárido, onde mora a maioria dos beneficiados pelo programa, o brinco é amarelo, com letras em tom escuro.
Feito com material plástico, o adorno traz escrita a frase “Terra de todos nós”, antecedido de “Governo da Bahia”, em letras grandes, e precedido de “Secretaria de Agricultura” e “Suaf”, sigla da Superintendência de Agricultura Familiar, criada por Wagner.
“Governo da Bahia - Terra de todos nós” é o lema da administração petista, iniciada em janeiro de 2007. No alto do brinco, ao lado do lema, aparece a logomarca do governo: um triângulo de lados desiguais, como a vela das tradicionais embarcações que singram o litoral baiano.
A logomarca e o lema já são bastante conhecidos na Bahia. Estão em outdoors, laterais de carros públicos, bonés distribuídos ao funcionalismo e fachada de obras -como na sede da empresa de turismo do Estado, a Bahiatursa, ao lado do elevador Lacerda, atração turística de Salvador.
Para prender o brinco, técnicos do governo furam a orelha dos animais, como se faz com seres humanos. Na face do adorno voltada para o couro, de visualização difícil, aparece uma numeração, registro oficial da inscrição daquele caprino ou ovino no programa.
Com um nome novo, o Sertão Produtivo deu continuidade e ampliou o projeto Cabra Forte, criado na gestão de Paulo Souto (DEM), antecessor de Wagner. A proposta do governo é, até o final deste ano, ter distribuído cerca de 38.265 caprinos e ovinos para 7.560 famílias em 128 dos 417 municípios baianos.
E as cabrinhas de Wagner deram bode…
Na Folha:
Pequenos criadores no semiárido baiano reclamam dos animais recebidos. Muitos dizem que tinham em seus rebanhos bodes, cabras, ovelhas e carneiros de melhor qualidade que os doados pelo governo.
Em Araci (210 km de Salvador), os beneficiados recusaram em janeiro 150 animais da Secretaria de Agricultura.
“Não aceitamos. A criação era péssima. A gente achava que ia melhorar”, afirmou Jonas de Oliveira, presidente do Centro Comunitário Beneficente do Distrito de Fubá.
O segundo lote chegou em setembro. “Também veio ruim, mas aceitamos. Fazer o quê? Ficamos com medo de não vir outra criação”, disse.
O criador Osvaldo dos Santos Ferreira contou que as cinco cabras que recebeu “chegaram fracas, acabadas, cheias de verme”.”Uma pariu dois cabritos que morreram logo depois”.
A falta de orientação técnica prevista no edital do programa é outra reclamação. Os criadores de Araci falam que não foram instruídos sobre como estocar alimentos na seca e como, na época das chuvas, plantar espécies para o consumo na entressafra, como palma e sorgo.
Sem infraestrutura, dizem os criadores, a tendência é que o rebanho doado continue subnutrido e venha a morrer, como acontece com parte do rebanho convencional.
Em Santa Bárbara (150 km de Salvador), foco de criação de ovinos, o pecuarista Onelito Silva, 50, não reclama. “Já criava ovelhas. Essas estão me satisfazendo”, diz.
COMENTO
Meus prezados amigos e leitores deste humilde blog, tudo que essa mega super facção exacerbadamente criminosa, puder fazer para comprar votos, ela vai fazer com certeza.
Não resta nenhuma dúvida que essa é só mais uma campanha eleitoreira, com o propósito de comprar ou trocar votos por cabras, ovelhas, jumentos e outros animais.
Cabem as autoridades do nosso país, vericar se esta compra de votos está correta.
Aqui no nordeste até bem pouco tempo era comum trocar votos por dentaduras, rapaduras, farinha, tijolos, feijão e etc
O petistas baiano e sua facção exacerbadamente danosa ao país encontraram algo mais original, não é mesmo senhores? Está tudo bem claro, só não ver quem realmente não quer.
sábado, 3 de outubro de 2009
"OS MILITARES E AS CRISES"!
Meus prezados amigos, se os militares de outros países e principalmente do Brasil, em outros momentos da história, tivessem agido como os hondurenhos de agora, muito horror teria sido evitado
Por Reinaldo Azevedo:
Honduras venceu. Hugo Chávez perdeu. Este é o verdadeiro confronto que se trava naquele pequeno país da América Central: entre o chavismo e o antichavismo. Todas as armas são válidas contra o bolivarianismo, essa exótica mistura de esquerdismo velho, populismo novo e antissemitismo delirante? A resposta é não. Só as armas que a democracia representativa oferece e que são, não por acaso, as mais eficientes contra essa trapaça política.
O único desdobramento, a esta altura improvável, que daria a vitória ao tiranete venezuelano seria a reinstalação, com plenos poderes, de Manuel Zelaya na Presidência e a realização do plebiscito inconstitucional que detonou a crise. Era essa a proposta do socialista chileno José Miguel Insulza, secretário-geral da OEA, e de Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores do PT, ideólogo e operador do desastrado “Imperialismo Megalonanico”, cruza patética de Gigante Adormecido com Anão Hiperativo.
A despeito de muito sofrimento, Honduras sairá desta crise com o triunfo de dois princípios. O primeiro é o da subordinação dos Poderes a uma Constituição democraticamente instituída. O segundo é o princípio da alternância do poder. Os bolivarianos só dão por realizado seu propósito quando conseguem sabotar esses dois pilares. Negue-se isso a eles e suas bravatas, suas bandeiras, suas tropas de choque, seus jornalistas de aluguel vão se desbotando até sumir na paisagem da própria insignificância.
A pobre Honduras foi o primeiro país a dizer “Não!”, para escândalo das entidades multilaterais, imensas burocracias repletas de si mesmas e de antiamericanismo. A resistência dos hondurenhos nos alerta para o fato de que a democracia tem direito legítimo à rebelião. A democracia tem direito de se rebelar contra a mentira, contra a conspiração bem concertada da “esquerda”, esse chapelão sob o qual se abrigam o latifundiário Zelaya, o liberticida clássico Robert Mugabe, do Zimbábue, o coronel Chávez e até ambientalistas e o segundo time vasto dos que “lutam por um mundo melhor”, desatentos ao fato de que o remédio é muito pior do que os males que pretendem combater. A esquerda pode negar o golpe sem que isso caracterize simpatia pelo golpismo?
EXCLUSIVO: Micheletti aponta os vínculos entre o governo Zelaya e o tráfico de drogas
Por Thaís Oyama:
O presidente interino de Honduras, Roberto Micheletti, tem 65 anos de idade, 29 de Congresso e o sangue quente que se costuma atribuir aos descendentes de italianos. No início da entrevista que concedeu à editora Thaís Oyama, elogiou o presidente Lula, o “encantador povo brasileiro” e reiterou que, ao contrário do que havia sugerido, não mais ordenará nenhuma medida contra a Embaixada do Brasil, mesmo depois de terça-feira, quando se esgota o prazo dado por seu governo para que o país defina o status do “hóspede” Manuel Zelaya. Ao longo da conversa, porém, Micheletti foi dando vazão à contundência, até deixar clara a sua opinião sobre a quem cabe a culpa pela situação em que se meteu Honduras: o presidente venezuelano Hugo Chávez e, também, o governo brasileiro.
No cafofo do Zelaya
Na embaixada do Brasil, o presidente deposto lê livro de autoajuda, insufla a violência e protege-se dos “raios nocivos” que a mando de alguém, de algum lugar e de alguma maneira estariam sendo emitidos para prejudicar a sua saúde. Pois é
Manuel Zelaya encerrou sua segunda semana como “hóspede” da embaixada brasileira em Honduras com o entourage reduzido a um quinto, as ideias de perseguição elevadas ao cubo e nenhuma mostra de que está disposto a desistir de voltar ao poder, de onde foi apeado no último dia 28 de junho por determinação da Suprema Corte de Justiça. Ao longo da semana, com o beneplácito do governo brasileiro, ele conclamou à insurreição, convocou a população para a “ofensiva final” e pediu que seus apoiadores fizessem greve de fome.
Só quem chia é o governo corrupto e bandido do PT
O Tribunal de Contas da União recomenda a paralisação de 41 obras públicas repletas de irregularidades - e o Palácio do Planalto acha ruim.
Por Fábio Portela
SANGRIA DE DINHEIRO
Obra incipiente de uma fábrica de hemoderivados, em Pernambuco: uma das construções bloqueadas por causa do custo abusivo
No Brasil, há muitos ralos por onde o dinheiro público escorre sem parar. Quando o governo não consegue fechar as torneiras do desperdício, é preciso que alguém assuma o papel de encanador e tente estancar os vazamentos. É isso que vem fazendo o Tribunal de Contas da União (TCU). Sediado em Brasília, o órgão tem a missão de fiscalizar as obras tocadas com dinheiro do governo federal e evitar, assim, a malversação de recursos. Seus auditores são especializados em descobrir maracutaias em licitações, aumentos de preço inexplicáveis, superfaturamento, desvios… Enfim, tudo aquilo que os administradores estatais juram não existir. Um grupo de nove ministros analisa, depois, os relatórios e põe um carimbo em cada obra. As que recebem a chancela “sem irregularidades”, infelizmente, são minoria.
Na semana passada, o TCU divulgou o balanço anual de seus trabalhos e ficou patente a frouxidão do governo na hora de controlar seus gastos. Das 219 obras analisadas, apenas 35 (ou 16%), estavam “sem irregularidades”. Outras 35 tinham entraves burocráticos nos contratos, mas a maioria (149, ou 68% do total) apresentava problemas graves. A mais lesiva das fraudes é o sobrepreço. Ele ocorre quando o custo dos materiais usados em uma obra fica acima da média praticada pelo mercado, fazendo com que o governo, ao comprá-los, pague mais do que uma empresa privada. Para além da fraude contra os contribuintes, ao pagar mais por uma obra, o governo fica sem dinheiro para realizar outros investimentos. Neste ano, das 149 obras com encrencas sérias, o TCU enxergou casos agudíssimos em 41 delas, e recomendou ao Congresso que sejam paralisadas até que as empreiteiras aceitem reduzir seu preço a patamares aceitáveis. Outros 22 projetos terão pagamentos retidos. Nos demais, o TCU liberou a continuidade das obras enquanto a investigação avança, pois poderia haver prejuízo ainda maior ao Erário se o trabalho fosse interrompido.
Por Reinaldo Azevedo
Lula e a moral do colonizado…
Dane-se o que diz a gente asnal. Não deixarei de me divertir com as cretinices ditas por Lula. Nunca!
“Sempre achei que havia uma coisa que faltava para o Brasil. Somos um país que foi colonizado. Por esse fato, tínhamos mania de ’ser pequeno’. Mania de não sermos importantes. Achávamos que os outros podiam e nós podíamos (…). O Brasil ganhou definitivamente sua cidadania internacional. Nós não somos mais de segunda classe, somos de primeira classe”
Bem, queridos, de algum modo, todos os países foram “colonizados” em algum momento de sua história. Sei lá: pode-se dizer que Teodorico, o Grande, o rei ostrogodo, transformou Roma numa colônia… É claro que estou brincando com o tédio. Lula deve chamar de “colonização” o domínio longínquo de terras, fora do continente, por nações européias a partir da século 16. É… Antes do Brasil, nesse sentido, as seguintes ex-colônias já sediaram jogos: EUA (4 vezes), Austrália (2), México (1) e Canadá (2).
Evidentemente, os respectivos governos não incentivaram este surto de nacionalismo bocó porque o importante não é tirar a metrópole de cima de nós, mas tirar a colônia de dentro da gente, entendem? Quanto a não ser mais “segunda classe”, aí depende: do que ele está falando?
“Disse que, se ele [Obama] não viesse, eu iria ganhar. Ele veio, e, quis Deus, eu ganhei mesmo assim.”
Como se nota, era uma disputa de Lula com Obama, Venceu “o cara de pau”.
COMENTO
"Bem amigos, foi realmente muito bom para o RJ, mas ótimo para alguns clãns, que saberão tirar bom proveito dessa grande quantidade de erário público que será jogado fora.
De todo dinheiro que será gasto com as obras, para a copa de 2014 e para as olimpíadas de 2016, mais de 50% dos recursos serão desviados.
Isso ninguém tem dúvidas.
Se as obras do PAC a grande maioria estão com sobrepreço de mais e 40%, imaginem o que vai acontecer com essas outras, que serão feitas a 'toque de caixa'.
Essa facção exacerbadamente criminosa e danosa de bandidos corruptos que estão no poder da República, cada vez mais ficará fortalecida e com isso vai roubar mais ainda, isso é notório e gritante. Só não ver quem não quer? Certo meus amigos?
O papel do passado nas eleições brasileiras.
Por Alberto Carlos de Almeida
A história é resultado da ação das instituições, do contexto e das pessoas. A interação entre instituições e pessoas é bem conhecida e mapeada. Jean Monet, político francês tido como o arquiteto da Comunidade Europeia, afirmou uma vez que as pessoas fazem as coisas acontecer, ao passo que as instituições fazem as coisas permanecer no tempo. As pessoas agem, decidem, tocam, mudam de rumo. As instituições conservam.
Foi preciso haver líderes de fibra para que a Comunidade Europeia tivesse sido fundada. Cabe aqui uma breve menção ao terceiro elemento-chave na história: o contexto. A decisão de unir os países europeus foi levada a cabo pelas pessoas, mas motivada pelo contexto: uma Europa cansada de se destruir depois de passar por duas grandes guerras. A união dos países, em particular da França e da Alemanha, poderia contribuir para evitar a repetição da tragédia.
As pessoas importam não apenas para tomar decisões que alterem o rumo da história, mas também, e isso é muito importante, para motivar o eleitor a escolhê-las. Exatamente isso. Pessoas diferentes atraem motivações diferentes. Um bom candidato é uma pessoa reconhecida pelo eleitorado. Reconhecida por vários atributos positivos. Um candidato sem chances é, na maioria das vezes, alguém sem tais atributos.
As pessoas e seus atributos são mais importantes quando a reeleição não é possível. Esse é o caso da eleição presidencial de 2010: O abominável Lula da Silva não pode se candidatar novamente. Em 1994, primeira vitória do caudilho Fernando Henrique Cardoso, as características pessoais do candidato foram mais importantes do que a avaliação que o eleitorado tinha do governo.
Qual é a base empírica para tal afirmação? A comparação entre o FHC de 1994 e o FHC de 1998. Em 1994, aproximadamente 60% dos eleitores que avaliavam positivamente Itamar Franco votaram em Fernando Henrique. Quatro anos mais tarde, esse mesmo porcentual subiu para incríveis 80%. Quando é o próprio governante quem disputa a eleição, o eleitor olha mais para o seu governo do que para a sua personalidade. Quando a reeleição não é possível, o eleitor olha para os candidatos, nenhum deles exercendo o cargo que está em disputa, e avalia suas características pessoais. Isso é algo lógico.
COMENTO
Meus amigos, qualquer eleição pode ser vista como uma entrevista de emprego ou algo como: uma oportunidade do candidato vir a loculpetar-se do erário público, isso é notório e gritante.
Os postulantes ao cargo, seja de presidente, governador ou deputado, se apresentam ao eleitor pedindo o voto. Os candidatos pedem um emprego para o eleitor, no caso de uma eleição nacional é um mega emprego de presidente da República.
Por que o passado do candidato(a) importa? Você meu caro eleitor, confiaria em promessas de quem não tem passado? Confiaria em quem não tem um passado vinculado àquela vaga de emprego que você oferece? E quando esse candidato(a), tem um passado sujo como: sequestros, milhares de asassinatos inclusive de militares e roubos a bancos e de todas as formas possíveis, você confiaria num candidato desses?
Em 2010 os candidatos a presidente pedirão o seu voto. Eles vão fazer promessas para o futuro, dizer e mostrar como vão melhorar a sua vida. Porém, você só vai acreditar nas promessas, por melhor que sejam, se eles derem motivos para que acredite e de acordo com seu passado. Certo?
Senhores, por se tratar de uma eleição sem candidato a reeleição, esses motivos virão, em grande parte, do currículo da pessoa e de seu legado na política Nacional.
Ser desconhecido, porém, não é somente ser desconhecido, é muito mais do que isso. O recall ou nível de conhecimento é uma forma de sintetizar o currículo do candidato, a avaliação da pessoa, seu reconhecimento, suas virtudes políticas. Por que a corrupta e nociva candidata do governo vem caindo nas pesquisas desde maio? Porque não é conhecida do eleitorado. E por que seu sujo e nocivo passado vai vir à tona e todos os brasileiros terão conhecimentos dos fatos e dos crimes praticados por ela?
O que acontecerá com a digamos comandante Dilma quando Molusco tiver que deixar sua candidata voar sozinha? Isso é inevitável. Será Dilma, e não Molusco, quem irá aos debates. Será Dilma que terá que responder aos jornalistas em entrevistas coletivas ou situações de pressão. O currículo dela contribui para que tenha um bom desempenho em tais situações? A resposta é fácil: certamente não. Molusco é o vento que sopra a sua pipa, mas para voar e permanecer no alto ela precisa ser leve, o que ela certamente não é.
No próximo ano, quando a campanha começar de fato, muitas sujeiras cometidas por ela, nas décadas de 60 e 70 virão à tona, certamente só isso já será suficiente para detona-la, somando com seu mau humor e sua antipatia será suficiente para extingui-la de uma vez por toda da política Nacional.
Por Reinaldo Azevedo:
Honduras venceu. Hugo Chávez perdeu. Este é o verdadeiro confronto que se trava naquele pequeno país da América Central: entre o chavismo e o antichavismo. Todas as armas são válidas contra o bolivarianismo, essa exótica mistura de esquerdismo velho, populismo novo e antissemitismo delirante? A resposta é não. Só as armas que a democracia representativa oferece e que são, não por acaso, as mais eficientes contra essa trapaça política.
O único desdobramento, a esta altura improvável, que daria a vitória ao tiranete venezuelano seria a reinstalação, com plenos poderes, de Manuel Zelaya na Presidência e a realização do plebiscito inconstitucional que detonou a crise. Era essa a proposta do socialista chileno José Miguel Insulza, secretário-geral da OEA, e de Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores do PT, ideólogo e operador do desastrado “Imperialismo Megalonanico”, cruza patética de Gigante Adormecido com Anão Hiperativo.
A despeito de muito sofrimento, Honduras sairá desta crise com o triunfo de dois princípios. O primeiro é o da subordinação dos Poderes a uma Constituição democraticamente instituída. O segundo é o princípio da alternância do poder. Os bolivarianos só dão por realizado seu propósito quando conseguem sabotar esses dois pilares. Negue-se isso a eles e suas bravatas, suas bandeiras, suas tropas de choque, seus jornalistas de aluguel vão se desbotando até sumir na paisagem da própria insignificância.
A pobre Honduras foi o primeiro país a dizer “Não!”, para escândalo das entidades multilaterais, imensas burocracias repletas de si mesmas e de antiamericanismo. A resistência dos hondurenhos nos alerta para o fato de que a democracia tem direito legítimo à rebelião. A democracia tem direito de se rebelar contra a mentira, contra a conspiração bem concertada da “esquerda”, esse chapelão sob o qual se abrigam o latifundiário Zelaya, o liberticida clássico Robert Mugabe, do Zimbábue, o coronel Chávez e até ambientalistas e o segundo time vasto dos que “lutam por um mundo melhor”, desatentos ao fato de que o remédio é muito pior do que os males que pretendem combater. A esquerda pode negar o golpe sem que isso caracterize simpatia pelo golpismo?
EXCLUSIVO: Micheletti aponta os vínculos entre o governo Zelaya e o tráfico de drogas
Por Thaís Oyama:
O presidente interino de Honduras, Roberto Micheletti, tem 65 anos de idade, 29 de Congresso e o sangue quente que se costuma atribuir aos descendentes de italianos. No início da entrevista que concedeu à editora Thaís Oyama, elogiou o presidente Lula, o “encantador povo brasileiro” e reiterou que, ao contrário do que havia sugerido, não mais ordenará nenhuma medida contra a Embaixada do Brasil, mesmo depois de terça-feira, quando se esgota o prazo dado por seu governo para que o país defina o status do “hóspede” Manuel Zelaya. Ao longo da conversa, porém, Micheletti foi dando vazão à contundência, até deixar clara a sua opinião sobre a quem cabe a culpa pela situação em que se meteu Honduras: o presidente venezuelano Hugo Chávez e, também, o governo brasileiro.
No cafofo do Zelaya
Na embaixada do Brasil, o presidente deposto lê livro de autoajuda, insufla a violência e protege-se dos “raios nocivos” que a mando de alguém, de algum lugar e de alguma maneira estariam sendo emitidos para prejudicar a sua saúde. Pois é
Manuel Zelaya encerrou sua segunda semana como “hóspede” da embaixada brasileira em Honduras com o entourage reduzido a um quinto, as ideias de perseguição elevadas ao cubo e nenhuma mostra de que está disposto a desistir de voltar ao poder, de onde foi apeado no último dia 28 de junho por determinação da Suprema Corte de Justiça. Ao longo da semana, com o beneplácito do governo brasileiro, ele conclamou à insurreição, convocou a população para a “ofensiva final” e pediu que seus apoiadores fizessem greve de fome.
Só quem chia é o governo corrupto e bandido do PT
O Tribunal de Contas da União recomenda a paralisação de 41 obras públicas repletas de irregularidades - e o Palácio do Planalto acha ruim.
Por Fábio Portela
SANGRIA DE DINHEIRO
Obra incipiente de uma fábrica de hemoderivados, em Pernambuco: uma das construções bloqueadas por causa do custo abusivo
No Brasil, há muitos ralos por onde o dinheiro público escorre sem parar. Quando o governo não consegue fechar as torneiras do desperdício, é preciso que alguém assuma o papel de encanador e tente estancar os vazamentos. É isso que vem fazendo o Tribunal de Contas da União (TCU). Sediado em Brasília, o órgão tem a missão de fiscalizar as obras tocadas com dinheiro do governo federal e evitar, assim, a malversação de recursos. Seus auditores são especializados em descobrir maracutaias em licitações, aumentos de preço inexplicáveis, superfaturamento, desvios… Enfim, tudo aquilo que os administradores estatais juram não existir. Um grupo de nove ministros analisa, depois, os relatórios e põe um carimbo em cada obra. As que recebem a chancela “sem irregularidades”, infelizmente, são minoria.
Na semana passada, o TCU divulgou o balanço anual de seus trabalhos e ficou patente a frouxidão do governo na hora de controlar seus gastos. Das 219 obras analisadas, apenas 35 (ou 16%), estavam “sem irregularidades”. Outras 35 tinham entraves burocráticos nos contratos, mas a maioria (149, ou 68% do total) apresentava problemas graves. A mais lesiva das fraudes é o sobrepreço. Ele ocorre quando o custo dos materiais usados em uma obra fica acima da média praticada pelo mercado, fazendo com que o governo, ao comprá-los, pague mais do que uma empresa privada. Para além da fraude contra os contribuintes, ao pagar mais por uma obra, o governo fica sem dinheiro para realizar outros investimentos. Neste ano, das 149 obras com encrencas sérias, o TCU enxergou casos agudíssimos em 41 delas, e recomendou ao Congresso que sejam paralisadas até que as empreiteiras aceitem reduzir seu preço a patamares aceitáveis. Outros 22 projetos terão pagamentos retidos. Nos demais, o TCU liberou a continuidade das obras enquanto a investigação avança, pois poderia haver prejuízo ainda maior ao Erário se o trabalho fosse interrompido.
Por Reinaldo Azevedo
Lula e a moral do colonizado…
Dane-se o que diz a gente asnal. Não deixarei de me divertir com as cretinices ditas por Lula. Nunca!
“Sempre achei que havia uma coisa que faltava para o Brasil. Somos um país que foi colonizado. Por esse fato, tínhamos mania de ’ser pequeno’. Mania de não sermos importantes. Achávamos que os outros podiam e nós podíamos (…). O Brasil ganhou definitivamente sua cidadania internacional. Nós não somos mais de segunda classe, somos de primeira classe”
Bem, queridos, de algum modo, todos os países foram “colonizados” em algum momento de sua história. Sei lá: pode-se dizer que Teodorico, o Grande, o rei ostrogodo, transformou Roma numa colônia… É claro que estou brincando com o tédio. Lula deve chamar de “colonização” o domínio longínquo de terras, fora do continente, por nações européias a partir da século 16. É… Antes do Brasil, nesse sentido, as seguintes ex-colônias já sediaram jogos: EUA (4 vezes), Austrália (2), México (1) e Canadá (2).
Evidentemente, os respectivos governos não incentivaram este surto de nacionalismo bocó porque o importante não é tirar a metrópole de cima de nós, mas tirar a colônia de dentro da gente, entendem? Quanto a não ser mais “segunda classe”, aí depende: do que ele está falando?
“Disse que, se ele [Obama] não viesse, eu iria ganhar. Ele veio, e, quis Deus, eu ganhei mesmo assim.”
Como se nota, era uma disputa de Lula com Obama, Venceu “o cara de pau”.
COMENTO
"Bem amigos, foi realmente muito bom para o RJ, mas ótimo para alguns clãns, que saberão tirar bom proveito dessa grande quantidade de erário público que será jogado fora.
De todo dinheiro que será gasto com as obras, para a copa de 2014 e para as olimpíadas de 2016, mais de 50% dos recursos serão desviados.
Isso ninguém tem dúvidas.
Se as obras do PAC a grande maioria estão com sobrepreço de mais e 40%, imaginem o que vai acontecer com essas outras, que serão feitas a 'toque de caixa'.
Essa facção exacerbadamente criminosa e danosa de bandidos corruptos que estão no poder da República, cada vez mais ficará fortalecida e com isso vai roubar mais ainda, isso é notório e gritante. Só não ver quem não quer? Certo meus amigos?
O papel do passado nas eleições brasileiras.
Por Alberto Carlos de Almeida
A história é resultado da ação das instituições, do contexto e das pessoas. A interação entre instituições e pessoas é bem conhecida e mapeada. Jean Monet, político francês tido como o arquiteto da Comunidade Europeia, afirmou uma vez que as pessoas fazem as coisas acontecer, ao passo que as instituições fazem as coisas permanecer no tempo. As pessoas agem, decidem, tocam, mudam de rumo. As instituições conservam.
Foi preciso haver líderes de fibra para que a Comunidade Europeia tivesse sido fundada. Cabe aqui uma breve menção ao terceiro elemento-chave na história: o contexto. A decisão de unir os países europeus foi levada a cabo pelas pessoas, mas motivada pelo contexto: uma Europa cansada de se destruir depois de passar por duas grandes guerras. A união dos países, em particular da França e da Alemanha, poderia contribuir para evitar a repetição da tragédia.
As pessoas importam não apenas para tomar decisões que alterem o rumo da história, mas também, e isso é muito importante, para motivar o eleitor a escolhê-las. Exatamente isso. Pessoas diferentes atraem motivações diferentes. Um bom candidato é uma pessoa reconhecida pelo eleitorado. Reconhecida por vários atributos positivos. Um candidato sem chances é, na maioria das vezes, alguém sem tais atributos.
As pessoas e seus atributos são mais importantes quando a reeleição não é possível. Esse é o caso da eleição presidencial de 2010: O abominável Lula da Silva não pode se candidatar novamente. Em 1994, primeira vitória do caudilho Fernando Henrique Cardoso, as características pessoais do candidato foram mais importantes do que a avaliação que o eleitorado tinha do governo.
Qual é a base empírica para tal afirmação? A comparação entre o FHC de 1994 e o FHC de 1998. Em 1994, aproximadamente 60% dos eleitores que avaliavam positivamente Itamar Franco votaram em Fernando Henrique. Quatro anos mais tarde, esse mesmo porcentual subiu para incríveis 80%. Quando é o próprio governante quem disputa a eleição, o eleitor olha mais para o seu governo do que para a sua personalidade. Quando a reeleição não é possível, o eleitor olha para os candidatos, nenhum deles exercendo o cargo que está em disputa, e avalia suas características pessoais. Isso é algo lógico.
COMENTO
Meus amigos, qualquer eleição pode ser vista como uma entrevista de emprego ou algo como: uma oportunidade do candidato vir a loculpetar-se do erário público, isso é notório e gritante.
Os postulantes ao cargo, seja de presidente, governador ou deputado, se apresentam ao eleitor pedindo o voto. Os candidatos pedem um emprego para o eleitor, no caso de uma eleição nacional é um mega emprego de presidente da República.
Por que o passado do candidato(a) importa? Você meu caro eleitor, confiaria em promessas de quem não tem passado? Confiaria em quem não tem um passado vinculado àquela vaga de emprego que você oferece? E quando esse candidato(a), tem um passado sujo como: sequestros, milhares de asassinatos inclusive de militares e roubos a bancos e de todas as formas possíveis, você confiaria num candidato desses?
Em 2010 os candidatos a presidente pedirão o seu voto. Eles vão fazer promessas para o futuro, dizer e mostrar como vão melhorar a sua vida. Porém, você só vai acreditar nas promessas, por melhor que sejam, se eles derem motivos para que acredite e de acordo com seu passado. Certo?
Senhores, por se tratar de uma eleição sem candidato a reeleição, esses motivos virão, em grande parte, do currículo da pessoa e de seu legado na política Nacional.
Ser desconhecido, porém, não é somente ser desconhecido, é muito mais do que isso. O recall ou nível de conhecimento é uma forma de sintetizar o currículo do candidato, a avaliação da pessoa, seu reconhecimento, suas virtudes políticas. Por que a corrupta e nociva candidata do governo vem caindo nas pesquisas desde maio? Porque não é conhecida do eleitorado. E por que seu sujo e nocivo passado vai vir à tona e todos os brasileiros terão conhecimentos dos fatos e dos crimes praticados por ela?
O que acontecerá com a digamos comandante Dilma quando Molusco tiver que deixar sua candidata voar sozinha? Isso é inevitável. Será Dilma, e não Molusco, quem irá aos debates. Será Dilma que terá que responder aos jornalistas em entrevistas coletivas ou situações de pressão. O currículo dela contribui para que tenha um bom desempenho em tais situações? A resposta é fácil: certamente não. Molusco é o vento que sopra a sua pipa, mas para voar e permanecer no alto ela precisa ser leve, o que ela certamente não é.
No próximo ano, quando a campanha começar de fato, muitas sujeiras cometidas por ela, nas décadas de 60 e 70 virão à tona, certamente só isso já será suficiente para detona-la, somando com seu mau humor e sua antipatia será suficiente para extingui-la de uma vez por toda da política Nacional.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
GOVERNISTAS IMPEDEM CPI DO MST NO CONGRESSO.
Nocivos, corruptos e bandidos governistas retiram assinaturas e conseguem impedir CPI do MST no Congresso Nacional, Isso é um absurdo
Por Gabriela Guerreiro, na Folha.
O corrupto governo molusco mobilizou sua base aliada na Câmara e impediu nesta quinta-feira a criação da CPI mista para investigar repasses federais a ONGs ligadas ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). Após conferir o número de assinaturas do requerimento de criação da CPI, técnicos da Secretaria Geral do Congresso confirmaram que apenas 168 parlamentares mantiveram o apoio à comissão –três a menos que o mínimo necessário para que a comissão fosse instalada.
Dos 210 deputados e senadores que assinaram a criação da CPI, 42 retiraram o seu apoio à comissão apoio. Para ser instalada, a CPI precisaria das assinaturas de, no mínimo, 171 parlamentares. O recuo ocorreu na Câmara, uma vez que, no Senado, os 36 parlamentares que assinaram inicialmente o requerimento da CPI não retiraram o seu apoio.
“O governo deve ter usado o seu arsenal de liberação de emendas parlamentares e distribuição de cargos para conseguir esse grau de retirar assinaturas. Como conseguimos manter o apoio de 36 senadores à CPI, isso mostra que estamos consolidados no Senado”, disse o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS).
Ontem, a oposição aproveitou um cochilo da base governista na sessão do Congresso e conseguiu fazer com que o vice-presidente do Congresso, deputado Marco Maia (PT-RS), fizesse a leitura do requerimento criando a CPI mista para investigar o MST.
Pelas regras do Congresso, após a leitura do requerimento, os parlamentares que assinaram o pedido de investigação têm prazo para retirar o apoio. Como 42 parlamentares recuaram no apoio à comissão, automaticamente a sua instalação fica prejudicada.
Segundo a senadora e presidente da CNA (Confederação Nacional da Agricultura), Kátia Abreu (DEM-TO), o foco das investigações seria a origem e o destino dos recursos da União para ONGs envolvidas com o MST em São Paulo, Pernambuco, Pará e Mato Grosso, “onde o MST é mais forte e se manifesta com mais violência e mais força”.
A oposição suspeita que ao menos R$ 60 milhões tenham sido desviados pelo movimento de convênios com o governo. A senadora disse que, se a comissão fosse instalada, uma das primeiras investigações da CPI mista seria em cima do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) de São Paulo.
Três coordenadores dos núcleos de apoio do órgão no Pontal do Paranapanema exerceram funções na Cocamp, uma cooperativa criada pelo MST que é alvo de investigação da polícia por mau uso de recursos públicos.
Lorenzoni disse à Folha Online que, apesar da derrota, a oposição vai insistir na criação de uma CPI para investigar conflitos e crimes no campo.
“Não é possível que a intranquilidade desse movimento guerrilheiro continue levando pavor ao campo brasileiro. Vamos levantar novos fatos, reestruturar a proposta [de CPI] e ir à luta”, afirmou.
COMENTO
POR QUE O GOVERNO DO CORRUPTO MOLUSCO SABOTOU A CPI DO MST?
É muito simples, porque é um governo de bandidos, dando apoio a outros bandidos. Os PETRALHAS e o Lula não morrem de amores pelo MST. Quando o movimento assume a sua face real, bandida, rombuda, maoísta, os petistas temem que o mega e exacerbado vandalismo arranhe a sua imagem. Mas daí a permitir uma CPI… Bem, aí já é demais. A máquina corrupta, nociva e bandida oficial foi acionada para impedir a investigação. É ou não é, o país dos PETRALHAS?
A razão é muito óbvia. O grande repasse criminoso de verba pública, porque ilegal, ao movimento, por meio de suas entidades de fachada, não requer comprovação - já está comprovado. Não só isso: o movimento também recebe farto financiamento internacional. Todo ele passa, como deve, pelo Banco Central? É Lógico que não, o BC do B faz vistas grossas, quando se trata de alguma coisa relacionada com essa facção exacerbadamente criminosa e danosa que está no poder da República.
Essa mega quadrilha do MST, a despeito dos problemas que cria para o próprio petismo selvagem, continua a ser uma eficiente arma de mobilização contra os adversários do partido. Trata-se de uma organização armada política e criminosa. Nada mais tem de “social”. O Censo Agropecuário divulgado pelo IBGE com dados de 2006, escoimada a distorção “messetista” da imprensa, deixa evidente que o campo brasileiro não é um problema. Tem sido a permanente solução para os problemas do Brasil. O MST é na verdade, uma espécie de braço armado da outra facção criminosa do PT.
E o que quer o MST? Oficialmente, muitas terras e muito dinheiro público. De fato, para manter a própria máquina bandoda do governo Petralha com o leite de pata do dinheiro público e das falsas ONGs petistas. E isso não pode vir à luz, mas bem que poderia vir, para a sociedade tomar conhecimento de tantas bandidagens, safadezas e maracutaias deste governo LULO-PETRALHA-BOLIVARIANO.
"O GOVERNO LULA E O FIM DO MUNDO"!
Vale à pena ler novamente..... blog postado em 17/06/2008, traduzido em vários idiomas esse blog tem mais de 100.000 visualizações.
Meus amigos o livro CONSPIRAÇÃO DE PORTAS ABERTAS, diz como o movimento revolucionario ressurgiu na America Latina através do foro de São Paulo. Neste livro existe coisas tão absurdas, que parece o fim do mundo. O governo do molusco será o maior responsável, por quase todas as atrocidades no nosso planeta.
Vejam o avanço da estatização da economia desde a chegada do PT ao poder. Em 2002, a participação acionária do estado no setor petroquímico era de 46%; no ano passado, já estava em 63%; nas termelétricas, saltou de 11% para 44%; na distribuição de combustíveis, foi de 24% para 32%. Os dados ilustram uma reportagem de Marcio Aith e Giuliano Guandalini, publicada na edição nº 2024 de VEJA, em 5 de setembro do ano passado.
Bem vamos aos fatos, se “Voltaram com força as concepções, de resto testadas a reprovadas no passado, do ‘estado empresário’ e do ‘controle estratégico’ sobre setores econômicos. O capitalismo selvagem de estado fez sentido e teve seu auge no governo do general Ernesto Geisel (1974-1979). Hoje se tornou anacrônico por perdulário, ineficiente e por criar terreno fértil para a exacerbada e monstruosa corrupção. Um sinal claro e recente do inchaço do estado surgiu de um número simbólico, a chegada a 1 milhão do número de funcionários da União.” Só para registro à margem: o texto lembrava a contratação do funcionário público federal de número 1.000.000. Isto mesmo: um milhão. Quando Lula chegou ao poder, havia 810 mil. Sozinho, ele aumentou o funcionalismo em 23,45%.
Não podemos menosprezar a capacidade de corrupção “molusquiana”.
Uma corrupção monstruosa dessa é ou não é o fim do mundo?
Há existe uma questão que é, vamos dizer assim, estrutural, que é independe, em larga medida, do caráter do governante: quanto maior é o estado, quanto mais ele se mete na economia, quanto mais interfere na produção e na distribuição de bens ou na oferta de serviços, tornando-se um agente, não apenas um ente regulador, maiores são as chances de monstruosa corrupção. E nem poderia ser diferente: aumentam enormemente os poros por onde entram as demandas político-partidárias. Ora, por que os partidos querem tanto cargos de direção na Petrobras, na Eletrobras, nos Correios? Porque querem serviços exemplares? Não! Cargo nessas empresas significa a chance de negociar com fornecedores, entenderam? E a roubalheira se institucionaliza. Não custa lembrar que o grande mensalão, que quase derruba o Molusco, nasceu de uma capilé merreca cobrado por um funcionário dos Correios. Se mesmo um caráter reto corre o risco de se corromper num estado gigante, imaginem o que acontece quando ele é torto já de natureza. E com o carater dos Petralhas!
O que está em curso senhores, de a opção pelo CAPITALISMO DE ESTADO, que vem embalado numa cascata ideológica de aparente nacionalismo: “Precisamos ter uma grande empresa nacional de telefonia”; “Precisamos ter uma (ou duas) grande empresa de aviação”; “Precisamos ter o controle do setor petroquímico porque é estratégico”. Precisamos… Em suma, eles querem ter o controle da economia, também a privada, por intermédio do controle do que chamam “setores estratégicos”. E por que o empresariado, que deveria concentrar os nossos “liberais”, não reclama? Porque esse estado forte também é um negociante e gosta de vender facilidades, em troca de proveito de seus corruptos governantes.
Isso tudo é feito assim, à matroca, sem nenhuma teoria? Um tanto à matroca é, mas teoria existe. É bastante influente na América Latina, hoje, uma tese denominada “Quarta Via”, formulada por um economista alemão que dá aula na Universidade Autônoma do México e é grande guru de Hugo Chávez: Heinz Dieterich. Sua teoria comporta certa elasticidade para compreender tanto o estatismo mais xucro e quase pueril do presidente venezuelano como o estatismo mais profissionalizado e aparentemente menos hostil ao mercado do lulo-petismo-molusquiado.
A “Quarta Via”, como o nome sugere, descarta as outras três: o socialismo (nos moldes soviético ou cubano), o capitalismo à americana e a social-democracia de modelo europeu. O que seria a alternativa pressupõe isto mesmo que se está construindo (ou reconstruindo, já que tivemos o geiselismo, né?) no Brasil: o estado disciplina o mercado, mas não por causa da sua força normativa. Ele passa a ser também um jogador. Mais: este não é um estado qualquer, aquele que Dietrich acusaria de “burguês”. Ao contrário: ele deve estar sob o chamado “controle popular”. A “sociedade organizada” — no caso de chavismo, Fidelismo e os “bolivarianos”; no caso do Brasil, os sindicatos — é que comanda a super máquina de corrupção. ESTADO PROLETARIADO X ESTADO BURGUES.
Vamos avançar um pouco mais. Dietrich não fica apenas nos considerandos de natureza econômica. A Quarta Via deve buscar a união da América do Sul — inclusive a militar — para fazer frente aos Estados Unidos. Sua proposta é um pouco mais ousada do que o Conselho de Defesa Sul-Americano proposto por Nelson Jobim: ele defende a união militar sul-americana. Lembrem-se que era exatamente o que Chávez queria. De toda sorte, a retórica brasileira na defesa do tal Conselho, se bem se lembram, pretende que as questões locais sejam resolvidas fora do âmbito da OEA — porque, afinal, os Estados Unidos estão na Organização dos Estados Americanos… Quando se formou o alinhamento contra a Colômbia por conta da morte do terrorista pançudo, foram os EUA que livraram Uribe no massacre diplomático. As FARC são iguais aos petralhas alguém tem dúvidas?
Meus nobres amigos é preciso denunciar de maneira inequívoca a mega, monstruosa e exacerbada roubalheira como método de um governo sociopata e corrupto. E é preciso que se atente para o molde mais geral em que se encaixa a política lulista. “Um estado gigante é também um estado mais poroso à ‘companheirização’e a compadres, Na esfera política, com muito mais habilidade do que seus pares menos evoluídos na América Latina — os simiescos Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Corrêa e Jean Bertan Aristidi —, Lula e seu partido petralha atuam para tornar irrelevante a alternância de poder no país. Em certa medida, a sua anunciada pretensão de ser um novo Getúlio Vargas tem um quê além da bravata: o pisicopata corrupto e sociopata petista é realmente fascinado pelos defeitos do ex-ditador.”
Causa-me estranheza quando esse monstro vem para a TV dizer que vai fazer o próximo presidênte, “doa a quem doer”. Com seus tentáculos amarelos é o mesmo que dizer: Está tudo dominado e com a leniência do MPF, STF e OAB.
Muita luz para todos.
TEXTO:CARDOSO LIRA
Amigos, a revista Veja, da Editora Abril, NÃO deve indenizar a facção criminosa dos PETRALHAS, por parcialidade e perseguição. A decisão é do Tribunal de Justiça de São Paulo, que negou pedido do PT. Nesta quinta-feira (1º/10), a 4ª Câmara de Direito Privado descartou a tese de conspiração, apresentada pela defesa do PT, e manteve entendimento de primeira instância. Cabe recurso.
A ação movida pela CORRUPTA E NOCIVA QUADRILHA, se fundamentou na alegação de que a revista Veja teria aberto campanha sistemática com o intuito de denegrir a imagem do PT. A perseguição teria tomado forma em capas com chamadas e reportagens ofensivas, escandalosas e tendenciosas.
O partido (Facção criminosa), contestou reportagens de, pelo menos, oito capas da revista. Sustentou que a revista Veja vem desde janeiro de 2005 repetindo reportagens de capas de forma sucessiva com o objetivo de mostrar negativamente a imagem do partido e de seus militantes, constituindo um robusto conjunto de ofensas. A defesa alega que a revista teve “a nítida intenção em ferir a imagem e o nome do partido”.
As edições da revista trataram de temas como a suposta contribuição das Farc para campanhas de políticos ligados ao partido, do escândalo do mensalão, da quebra da imagem ética do PT, de suposto financiamento de Cuba à campanha presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva e do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, e de possíveis implicações de membros do partido com a morte. (Aqui, todos os links • 26/1/2005; • 16/3/2005; • 25/5/2005; • 8/6/2005; • 15/6/2005; 21/9/2005; • 19/10/2005; • 2/11/2005)
Em primeira instância, a juíza Ana Carolina Vaz Pacheco de Castro, da 5ª Vara Cível do Fórum de Pinheiros, negou indenização por dano moral ao partido pela série de reportagens supostamente ofensivas. Insatisfeito, o partido apelou ao Tribunal de Justiça para pedir a reforma da sentença.
A 4ª Câmara de Direito Privado reconheceu que as chamadas de capa das edições da revista eram fortes, somadas às graves denúncias e críticas severas não apenas ao partido como a políticos integrantes do governo. A turma julgadora, no entanto, entendeu que as reportagens estavam acobertadas pelo direito da liberdade de informação e expressão.
“O ponto fundamental para o julgamento do recurso, assim, está em saber não propriamente se as capas e reportagens são ofensivas, mas sim se as ofensas estão cobertas por excludente de antijuricidade de estrutura constitucional”, declarou no início de seu voto o desembargador Francisco Loureiro, relator da apelação.
Loureiro entendeu que a ilicitude de reportagem, do ponto de vista da responsabilidade civil, não acontece pela intenção ou isenção de quem escreve e divulga, mas pelo interesse público, somado à veracidade da informação e da pertinência do conteúdo.
Ele disse o quanto é relativa a imparcialidade da imprensa e aproveitou para lembrar a posição do jornal New York Times, que dias antes da última eleição presidencial americana recomendou expressamente aos seus leitores o voto em determinado candidato, expondo as razões de sua posição.
“Nem por isso, todas as matérias veiculadas em tais jornais, com assumida defesa de certa linha ideológica ou política, ou acirrada crítica à posição oposta, são por si só ilícita”, defendeu o relator. “Pode-se discordar ou concordar com os textos, fatos, tom das matérias, temperatura das críticas e chamadas de capa, mas inegavelmente todos eles se revestem de inegável interesse público”, completou Loureiro agora se referindo às reportagens contestadas pelo Partido ou melhor facção petista. Obs. Isso porque o PT não é um partido político e sim uma facção criminosa.
O relator também entendeu que estava presente o requisito de veracidade nos textos jornalísticos. Segundo ele, as reportagens tiveram como lastro fatos objetivos, com origem em fitas gravadas por órgãos do próprio governo, em inquéritos policiais, prisões em flagrante e conclusão de Comissão Parlamentar de Inquérito.
“Não foram mera conjecturas desprovidas de qualquer fundamento, mas, ao contrário, calçadas em fatos concretos ou em investigações policiais e judiciais em andamento”, completou o relator.
O desembargador Ênio Zuliani, revisor do recurso, destacou que a imprensa não julga, apenas informa fatos e sua função primária é difundir ideias e pensamentos para que o público, a partir da leitura, reflita sobre os temas de interesse público e os julgue. Para ele, o papel da imprensa no fortalecimento da cidadania, apesar das queixas contra jornais e revistas que atuam no combate da corrupção, é extremamente vantajoso para o fortalecimento do estado democrático de direito.
Zuliani reconheceu que a imprensa erra e que quando assim se comporta destrói reputações, com lesões de valores morais que não são remediados satisfatoriamente. Mas destacou que esse não é o caso discutido nos autos. Para o revisor, ficou provado no processo movido pelo PT que as reportagens não tinham o sentido predatório de uma campanha aberta e sistemática com o objetivo único de destruir a imagem da agremiação política.
Zuliani lembrou que a revista Veja foi igualmente vigilante com outros governos, como o de Fernando Collor de Mello e o de Fernando Henrique Cardoso.
Meus caros amigos e leitores, será que essa facção exacerbadamente criminosa e danosa, que está no poder da República, ainda quer amordaçar o pouco que resta da imprensa nacional?
O corrupto governo do "CLEPTOMOLUSCO E DOS BANDIDOS PETRALHAS", transformaram o Brasil na maior CLEPTOCRACIA do mundo, um governo de super "GATUNOS" que nas décadas de 60 e 70, assaltaram, sequestraram e asassinaram milhares de pessoas em todo país.
Hoje esta facção que está no poder além de ser revanchista com as Forças Armadas e com os militares ainda vem cometendo os mesmos crimes que cometeram do passado como: mensalão, sanguessugas, CC, enriquecimento ilícito e milhares de asassinatos como nos casos Celso Daniel e Toninho do PT.
Por Gabriela Guerreiro, na Folha.
O corrupto governo molusco mobilizou sua base aliada na Câmara e impediu nesta quinta-feira a criação da CPI mista para investigar repasses federais a ONGs ligadas ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). Após conferir o número de assinaturas do requerimento de criação da CPI, técnicos da Secretaria Geral do Congresso confirmaram que apenas 168 parlamentares mantiveram o apoio à comissão –três a menos que o mínimo necessário para que a comissão fosse instalada.
Dos 210 deputados e senadores que assinaram a criação da CPI, 42 retiraram o seu apoio à comissão apoio. Para ser instalada, a CPI precisaria das assinaturas de, no mínimo, 171 parlamentares. O recuo ocorreu na Câmara, uma vez que, no Senado, os 36 parlamentares que assinaram inicialmente o requerimento da CPI não retiraram o seu apoio.
“O governo deve ter usado o seu arsenal de liberação de emendas parlamentares e distribuição de cargos para conseguir esse grau de retirar assinaturas. Como conseguimos manter o apoio de 36 senadores à CPI, isso mostra que estamos consolidados no Senado”, disse o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS).
Ontem, a oposição aproveitou um cochilo da base governista na sessão do Congresso e conseguiu fazer com que o vice-presidente do Congresso, deputado Marco Maia (PT-RS), fizesse a leitura do requerimento criando a CPI mista para investigar o MST.
Pelas regras do Congresso, após a leitura do requerimento, os parlamentares que assinaram o pedido de investigação têm prazo para retirar o apoio. Como 42 parlamentares recuaram no apoio à comissão, automaticamente a sua instalação fica prejudicada.
Segundo a senadora e presidente da CNA (Confederação Nacional da Agricultura), Kátia Abreu (DEM-TO), o foco das investigações seria a origem e o destino dos recursos da União para ONGs envolvidas com o MST em São Paulo, Pernambuco, Pará e Mato Grosso, “onde o MST é mais forte e se manifesta com mais violência e mais força”.
A oposição suspeita que ao menos R$ 60 milhões tenham sido desviados pelo movimento de convênios com o governo. A senadora disse que, se a comissão fosse instalada, uma das primeiras investigações da CPI mista seria em cima do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) de São Paulo.
Três coordenadores dos núcleos de apoio do órgão no Pontal do Paranapanema exerceram funções na Cocamp, uma cooperativa criada pelo MST que é alvo de investigação da polícia por mau uso de recursos públicos.
Lorenzoni disse à Folha Online que, apesar da derrota, a oposição vai insistir na criação de uma CPI para investigar conflitos e crimes no campo.
“Não é possível que a intranquilidade desse movimento guerrilheiro continue levando pavor ao campo brasileiro. Vamos levantar novos fatos, reestruturar a proposta [de CPI] e ir à luta”, afirmou.
COMENTO
POR QUE O GOVERNO DO CORRUPTO MOLUSCO SABOTOU A CPI DO MST?
É muito simples, porque é um governo de bandidos, dando apoio a outros bandidos. Os PETRALHAS e o Lula não morrem de amores pelo MST. Quando o movimento assume a sua face real, bandida, rombuda, maoísta, os petistas temem que o mega e exacerbado vandalismo arranhe a sua imagem. Mas daí a permitir uma CPI… Bem, aí já é demais. A máquina corrupta, nociva e bandida oficial foi acionada para impedir a investigação. É ou não é, o país dos PETRALHAS?
A razão é muito óbvia. O grande repasse criminoso de verba pública, porque ilegal, ao movimento, por meio de suas entidades de fachada, não requer comprovação - já está comprovado. Não só isso: o movimento também recebe farto financiamento internacional. Todo ele passa, como deve, pelo Banco Central? É Lógico que não, o BC do B faz vistas grossas, quando se trata de alguma coisa relacionada com essa facção exacerbadamente criminosa e danosa que está no poder da República.
Essa mega quadrilha do MST, a despeito dos problemas que cria para o próprio petismo selvagem, continua a ser uma eficiente arma de mobilização contra os adversários do partido. Trata-se de uma organização armada política e criminosa. Nada mais tem de “social”. O Censo Agropecuário divulgado pelo IBGE com dados de 2006, escoimada a distorção “messetista” da imprensa, deixa evidente que o campo brasileiro não é um problema. Tem sido a permanente solução para os problemas do Brasil. O MST é na verdade, uma espécie de braço armado da outra facção criminosa do PT.
E o que quer o MST? Oficialmente, muitas terras e muito dinheiro público. De fato, para manter a própria máquina bandoda do governo Petralha com o leite de pata do dinheiro público e das falsas ONGs petistas. E isso não pode vir à luz, mas bem que poderia vir, para a sociedade tomar conhecimento de tantas bandidagens, safadezas e maracutaias deste governo LULO-PETRALHA-BOLIVARIANO.
"O GOVERNO LULA E O FIM DO MUNDO"!
Vale à pena ler novamente..... blog postado em 17/06/2008, traduzido em vários idiomas esse blog tem mais de 100.000 visualizações.
Meus amigos o livro CONSPIRAÇÃO DE PORTAS ABERTAS, diz como o movimento revolucionario ressurgiu na America Latina através do foro de São Paulo. Neste livro existe coisas tão absurdas, que parece o fim do mundo. O governo do molusco será o maior responsável, por quase todas as atrocidades no nosso planeta.
Vejam o avanço da estatização da economia desde a chegada do PT ao poder. Em 2002, a participação acionária do estado no setor petroquímico era de 46%; no ano passado, já estava em 63%; nas termelétricas, saltou de 11% para 44%; na distribuição de combustíveis, foi de 24% para 32%. Os dados ilustram uma reportagem de Marcio Aith e Giuliano Guandalini, publicada na edição nº 2024 de VEJA, em 5 de setembro do ano passado.
Bem vamos aos fatos, se “Voltaram com força as concepções, de resto testadas a reprovadas no passado, do ‘estado empresário’ e do ‘controle estratégico’ sobre setores econômicos. O capitalismo selvagem de estado fez sentido e teve seu auge no governo do general Ernesto Geisel (1974-1979). Hoje se tornou anacrônico por perdulário, ineficiente e por criar terreno fértil para a exacerbada e monstruosa corrupção. Um sinal claro e recente do inchaço do estado surgiu de um número simbólico, a chegada a 1 milhão do número de funcionários da União.” Só para registro à margem: o texto lembrava a contratação do funcionário público federal de número 1.000.000. Isto mesmo: um milhão. Quando Lula chegou ao poder, havia 810 mil. Sozinho, ele aumentou o funcionalismo em 23,45%.
Não podemos menosprezar a capacidade de corrupção “molusquiana”.
Uma corrupção monstruosa dessa é ou não é o fim do mundo?
Há existe uma questão que é, vamos dizer assim, estrutural, que é independe, em larga medida, do caráter do governante: quanto maior é o estado, quanto mais ele se mete na economia, quanto mais interfere na produção e na distribuição de bens ou na oferta de serviços, tornando-se um agente, não apenas um ente regulador, maiores são as chances de monstruosa corrupção. E nem poderia ser diferente: aumentam enormemente os poros por onde entram as demandas político-partidárias. Ora, por que os partidos querem tanto cargos de direção na Petrobras, na Eletrobras, nos Correios? Porque querem serviços exemplares? Não! Cargo nessas empresas significa a chance de negociar com fornecedores, entenderam? E a roubalheira se institucionaliza. Não custa lembrar que o grande mensalão, que quase derruba o Molusco, nasceu de uma capilé merreca cobrado por um funcionário dos Correios. Se mesmo um caráter reto corre o risco de se corromper num estado gigante, imaginem o que acontece quando ele é torto já de natureza. E com o carater dos Petralhas!
O que está em curso senhores, de a opção pelo CAPITALISMO DE ESTADO, que vem embalado numa cascata ideológica de aparente nacionalismo: “Precisamos ter uma grande empresa nacional de telefonia”; “Precisamos ter uma (ou duas) grande empresa de aviação”; “Precisamos ter o controle do setor petroquímico porque é estratégico”. Precisamos… Em suma, eles querem ter o controle da economia, também a privada, por intermédio do controle do que chamam “setores estratégicos”. E por que o empresariado, que deveria concentrar os nossos “liberais”, não reclama? Porque esse estado forte também é um negociante e gosta de vender facilidades, em troca de proveito de seus corruptos governantes.
Isso tudo é feito assim, à matroca, sem nenhuma teoria? Um tanto à matroca é, mas teoria existe. É bastante influente na América Latina, hoje, uma tese denominada “Quarta Via”, formulada por um economista alemão que dá aula na Universidade Autônoma do México e é grande guru de Hugo Chávez: Heinz Dieterich. Sua teoria comporta certa elasticidade para compreender tanto o estatismo mais xucro e quase pueril do presidente venezuelano como o estatismo mais profissionalizado e aparentemente menos hostil ao mercado do lulo-petismo-molusquiado.
A “Quarta Via”, como o nome sugere, descarta as outras três: o socialismo (nos moldes soviético ou cubano), o capitalismo à americana e a social-democracia de modelo europeu. O que seria a alternativa pressupõe isto mesmo que se está construindo (ou reconstruindo, já que tivemos o geiselismo, né?) no Brasil: o estado disciplina o mercado, mas não por causa da sua força normativa. Ele passa a ser também um jogador. Mais: este não é um estado qualquer, aquele que Dietrich acusaria de “burguês”. Ao contrário: ele deve estar sob o chamado “controle popular”. A “sociedade organizada” — no caso de chavismo, Fidelismo e os “bolivarianos”; no caso do Brasil, os sindicatos — é que comanda a super máquina de corrupção. ESTADO PROLETARIADO X ESTADO BURGUES.
Vamos avançar um pouco mais. Dietrich não fica apenas nos considerandos de natureza econômica. A Quarta Via deve buscar a união da América do Sul — inclusive a militar — para fazer frente aos Estados Unidos. Sua proposta é um pouco mais ousada do que o Conselho de Defesa Sul-Americano proposto por Nelson Jobim: ele defende a união militar sul-americana. Lembrem-se que era exatamente o que Chávez queria. De toda sorte, a retórica brasileira na defesa do tal Conselho, se bem se lembram, pretende que as questões locais sejam resolvidas fora do âmbito da OEA — porque, afinal, os Estados Unidos estão na Organização dos Estados Americanos… Quando se formou o alinhamento contra a Colômbia por conta da morte do terrorista pançudo, foram os EUA que livraram Uribe no massacre diplomático. As FARC são iguais aos petralhas alguém tem dúvidas?
Meus nobres amigos é preciso denunciar de maneira inequívoca a mega, monstruosa e exacerbada roubalheira como método de um governo sociopata e corrupto. E é preciso que se atente para o molde mais geral em que se encaixa a política lulista. “Um estado gigante é também um estado mais poroso à ‘companheirização’e a compadres, Na esfera política, com muito mais habilidade do que seus pares menos evoluídos na América Latina — os simiescos Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Corrêa e Jean Bertan Aristidi —, Lula e seu partido petralha atuam para tornar irrelevante a alternância de poder no país. Em certa medida, a sua anunciada pretensão de ser um novo Getúlio Vargas tem um quê além da bravata: o pisicopata corrupto e sociopata petista é realmente fascinado pelos defeitos do ex-ditador.”
Causa-me estranheza quando esse monstro vem para a TV dizer que vai fazer o próximo presidênte, “doa a quem doer”. Com seus tentáculos amarelos é o mesmo que dizer: Está tudo dominado e com a leniência do MPF, STF e OAB.
Muita luz para todos.
TEXTO:CARDOSO LIRA
Amigos, a revista Veja, da Editora Abril, NÃO deve indenizar a facção criminosa dos PETRALHAS, por parcialidade e perseguição. A decisão é do Tribunal de Justiça de São Paulo, que negou pedido do PT. Nesta quinta-feira (1º/10), a 4ª Câmara de Direito Privado descartou a tese de conspiração, apresentada pela defesa do PT, e manteve entendimento de primeira instância. Cabe recurso.
A ação movida pela CORRUPTA E NOCIVA QUADRILHA, se fundamentou na alegação de que a revista Veja teria aberto campanha sistemática com o intuito de denegrir a imagem do PT. A perseguição teria tomado forma em capas com chamadas e reportagens ofensivas, escandalosas e tendenciosas.
O partido (Facção criminosa), contestou reportagens de, pelo menos, oito capas da revista. Sustentou que a revista Veja vem desde janeiro de 2005 repetindo reportagens de capas de forma sucessiva com o objetivo de mostrar negativamente a imagem do partido e de seus militantes, constituindo um robusto conjunto de ofensas. A defesa alega que a revista teve “a nítida intenção em ferir a imagem e o nome do partido”.
As edições da revista trataram de temas como a suposta contribuição das Farc para campanhas de políticos ligados ao partido, do escândalo do mensalão, da quebra da imagem ética do PT, de suposto financiamento de Cuba à campanha presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva e do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, e de possíveis implicações de membros do partido com a morte. (Aqui, todos os links • 26/1/2005; • 16/3/2005; • 25/5/2005; • 8/6/2005; • 15/6/2005; 21/9/2005; • 19/10/2005; • 2/11/2005)
Em primeira instância, a juíza Ana Carolina Vaz Pacheco de Castro, da 5ª Vara Cível do Fórum de Pinheiros, negou indenização por dano moral ao partido pela série de reportagens supostamente ofensivas. Insatisfeito, o partido apelou ao Tribunal de Justiça para pedir a reforma da sentença.
A 4ª Câmara de Direito Privado reconheceu que as chamadas de capa das edições da revista eram fortes, somadas às graves denúncias e críticas severas não apenas ao partido como a políticos integrantes do governo. A turma julgadora, no entanto, entendeu que as reportagens estavam acobertadas pelo direito da liberdade de informação e expressão.
“O ponto fundamental para o julgamento do recurso, assim, está em saber não propriamente se as capas e reportagens são ofensivas, mas sim se as ofensas estão cobertas por excludente de antijuricidade de estrutura constitucional”, declarou no início de seu voto o desembargador Francisco Loureiro, relator da apelação.
Loureiro entendeu que a ilicitude de reportagem, do ponto de vista da responsabilidade civil, não acontece pela intenção ou isenção de quem escreve e divulga, mas pelo interesse público, somado à veracidade da informação e da pertinência do conteúdo.
Ele disse o quanto é relativa a imparcialidade da imprensa e aproveitou para lembrar a posição do jornal New York Times, que dias antes da última eleição presidencial americana recomendou expressamente aos seus leitores o voto em determinado candidato, expondo as razões de sua posição.
“Nem por isso, todas as matérias veiculadas em tais jornais, com assumida defesa de certa linha ideológica ou política, ou acirrada crítica à posição oposta, são por si só ilícita”, defendeu o relator. “Pode-se discordar ou concordar com os textos, fatos, tom das matérias, temperatura das críticas e chamadas de capa, mas inegavelmente todos eles se revestem de inegável interesse público”, completou Loureiro agora se referindo às reportagens contestadas pelo Partido ou melhor facção petista. Obs. Isso porque o PT não é um partido político e sim uma facção criminosa.
O relator também entendeu que estava presente o requisito de veracidade nos textos jornalísticos. Segundo ele, as reportagens tiveram como lastro fatos objetivos, com origem em fitas gravadas por órgãos do próprio governo, em inquéritos policiais, prisões em flagrante e conclusão de Comissão Parlamentar de Inquérito.
“Não foram mera conjecturas desprovidas de qualquer fundamento, mas, ao contrário, calçadas em fatos concretos ou em investigações policiais e judiciais em andamento”, completou o relator.
O desembargador Ênio Zuliani, revisor do recurso, destacou que a imprensa não julga, apenas informa fatos e sua função primária é difundir ideias e pensamentos para que o público, a partir da leitura, reflita sobre os temas de interesse público e os julgue. Para ele, o papel da imprensa no fortalecimento da cidadania, apesar das queixas contra jornais e revistas que atuam no combate da corrupção, é extremamente vantajoso para o fortalecimento do estado democrático de direito.
Zuliani reconheceu que a imprensa erra e que quando assim se comporta destrói reputações, com lesões de valores morais que não são remediados satisfatoriamente. Mas destacou que esse não é o caso discutido nos autos. Para o revisor, ficou provado no processo movido pelo PT que as reportagens não tinham o sentido predatório de uma campanha aberta e sistemática com o objetivo único de destruir a imagem da agremiação política.
Zuliani lembrou que a revista Veja foi igualmente vigilante com outros governos, como o de Fernando Collor de Mello e o de Fernando Henrique Cardoso.
Meus caros amigos e leitores, será que essa facção exacerbadamente criminosa e danosa, que está no poder da República, ainda quer amordaçar o pouco que resta da imprensa nacional?
O corrupto governo do "CLEPTOMOLUSCO E DOS BANDIDOS PETRALHAS", transformaram o Brasil na maior CLEPTOCRACIA do mundo, um governo de super "GATUNOS" que nas décadas de 60 e 70, assaltaram, sequestraram e asassinaram milhares de pessoas em todo país.
Hoje esta facção que está no poder além de ser revanchista com as Forças Armadas e com os militares ainda vem cometendo os mesmos crimes que cometeram do passado como: mensalão, sanguessugas, CC, enriquecimento ilícito e milhares de asassinatos como nos casos Celso Daniel e Toninho do PT.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
TJ MANOBRA E ENVIA CASO DE CENSURA AO MARANHÃO
ESSA É MAIS UMA BANDIDAGEM LULO-BOLIVARINA NO PAÍS DOS PETRALHAS, PARA SALVAR O CLÃ DO SARNEY.
Por Mariângela Gallucci, no Estadão:
Os desembargadores da 5ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal decidiram ontem manter o Estado sob censura. Depois de ter tomado três decisões a respeito da proibição requerida pelo empresário Fernando Sarney, o TJ-DF determinou que o caso seja transferido para a Justiça Federal Cível de primeira instância no Maranhão. Os juízes consideraram que o tribunal de Brasília não é foro competente para julgar o assunto.
Fernando, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), conseguiu há 62 dias uma liminar do desembargador Dácio Vieira que proíbe o jornal de noticiar as investigações da Polícia Federal na Operação Boi Barrica. O empresário, responsável por dirigir os negócios da família do parlamentar, está sob investigação há quase três anos.
A operação, depois desdobrada em cinco inquéritos, mapeou transações financeiras suspeitas das empresas do grupo, detectadas às vésperas da eleição de 2006. Em julho, ao final de quase seis horas de depoimento na Superintendência da PF do Maranhão, em São Luís, o empresário foi indiciado por lavagem de dinheiro, tráfico de influência, formação de quadrilha e falsidade ideológica.
O nome da operação, alusivo ao grupo folclórico maranhense que tem os Sarney como patronos, foi modificado depois para Faktor. É uma referência a uma factoring, descoberta no início das investigações da Polícia Federal, que movimentou R$ 40 milhões em cinco anos.
No julgamento de ontem, a portas fechadas - assistido apenas pelos advogados do jornal -, os desembargadores da 5ª Turma concluíram que o Tribunal de Justiça do DF não era competente para julgar o caso, porque as decisões sobre a Operação Boi Barrica foram tomadas pela Justiça maranhense.
Apesar de terem chegado a essa conclusão, os juízes mantiveram a liminar que instaurou a censura, em decisão criticada por juristas e entidades de defesa da liberdade de imprensa. Em sessão anterior, os desembargadores já haviam decidido afastar Vieira do caso. Os advogados do Estado sustentaram que o desembargador não era mais isento para relatar o processo porque atribuíra ao jornal “ação orquestrada mediante acirrada campanha com o nítido propósito de intimidação”.
“Pré-sal virou questão entre nacionalistas e entreguistas”
No Estadão:
O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) sinalizou ontem que é hora de a oposição subir o tom em relação às propostas para o novo marco regulatório do pré-sal. Em sua apresentação no Debate Estadão “O Futuro do Pré-Sal”, Jereissati fez coro às críticas das petroleiras privadas contra a exclusividade de operação da Petrobrás e alertou para riscos a outros setores da indústria. Também presente no encontro, o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, voltou a defender o papel proposto pelo governo para a companhia.
Indagado sobre a atitude pouco incisiva da oposição após a apresentação dos projetos de lei, Jereissati disse que o governo criou um clima ideológico desfavorável a críticas. “A questão foi colocada de forma muito emotiva, como disputa entre nacionalistas e entreguistas. A oposição quer colocar o debate um pouco mais no chão, para que possa ser feito com maior clareza. Não queremos levar a discussão para o “somos contra porque somos contra”.”
A crítica de Jereissati encontrou eco no governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, do governista PMDB. Para ele, o debate está sendo feito de maneira “açodada” e com forte componente eleitoral. A oposição e as petroleiras privadas, porém, já conseguiram uma vitória, com a retirada do pedido de urgência na tramitação dos projetos.
Ontem, o senador disse que a estratégia de nacionalização de equipamentos corre o risco de repetir medidas que fracassaram no passado, citando como exemplo a reserva de mercado para a informática. O risco, disse, é que a falta de competição beneficie empresas ineficientes.
O presidente do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), João Carlos de Luca, alertou ainda para a necessidade de troca de experiências, que pode levar ao desenvolvimento de novas tecnologias.
“A presença de diferentes operadoras é fundamental para o desenvolvimento da tecnologia. Muita coisa do que foi introduzido na exploração do petróleo no Brasil veio do exterior”, concordou o consultor Wagner Freire, diretor da Petrobrás na década de 70. O IBP ainda espera derrubar a medida no Congresso.
COMENTO
Meus amigos, no país dos PETRALHAS, mais um no STF, José Antonio Dias Toffoli bem, essa é a maior prova que realmente está tudo dominado, por essa facção que está no poder da República, uma vez que até na suprema corte do país eles conseguem infiltrar seus partidários, isso prova que realmente estamos no fundo do poço.
Uma oposição medíocre e apática, sim, fez uma “sabatina”, como não poderia ser diferente, foi um sucesso. O único a indagá-lo com firmeza foi o senador Álvaro Dias (PSDB-PR). Como o governo tem maioria no Senado, todos dão por certa a aprovação do indicado, e parece que ninguém pretende ter o que seria um potencial adversário no tribunal. Não que Toffoli vá se vingar de quem o considera impróprio para o cargo, é claro.
Há cadia dia que passa, a nossa República mergulha mais ainda num mar de lama, de onde não voltará nunca mais a superfície.
O futuro do Brasil como uma nação próspera independente, está comprometido pelas corrupções, maracutais e bandidagens LULO-PETRALHA-BOLIVARIANA.
Vejam só o absurdo exacerbado, aos 41 anos, SEM PÓS-GRADUAÇÃO, com duas reprovações para juiz de primeira instância, sem um único livro publicado, sem nem mesmo escrever regularmente para jornais, o que levou Toffoli à Advocacia Geral da União? O seu trabalho como advogado da facção do PT e, em particular, de Lula.
Pela primeira vez na história deste país que um presidente da República indica seu advogado pessoal e particular, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal. Isso não aconteceu nem na chamada ditadura militar. Está tudo realmente dominado, por essa facção abominavelmente criminosa que está no poder da República, para locupletar-se e ainda com o firme propósito de se perpetuar no poder.
Por Mariângela Gallucci, no Estadão:
Os desembargadores da 5ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal decidiram ontem manter o Estado sob censura. Depois de ter tomado três decisões a respeito da proibição requerida pelo empresário Fernando Sarney, o TJ-DF determinou que o caso seja transferido para a Justiça Federal Cível de primeira instância no Maranhão. Os juízes consideraram que o tribunal de Brasília não é foro competente para julgar o assunto.
Fernando, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), conseguiu há 62 dias uma liminar do desembargador Dácio Vieira que proíbe o jornal de noticiar as investigações da Polícia Federal na Operação Boi Barrica. O empresário, responsável por dirigir os negócios da família do parlamentar, está sob investigação há quase três anos.
A operação, depois desdobrada em cinco inquéritos, mapeou transações financeiras suspeitas das empresas do grupo, detectadas às vésperas da eleição de 2006. Em julho, ao final de quase seis horas de depoimento na Superintendência da PF do Maranhão, em São Luís, o empresário foi indiciado por lavagem de dinheiro, tráfico de influência, formação de quadrilha e falsidade ideológica.
O nome da operação, alusivo ao grupo folclórico maranhense que tem os Sarney como patronos, foi modificado depois para Faktor. É uma referência a uma factoring, descoberta no início das investigações da Polícia Federal, que movimentou R$ 40 milhões em cinco anos.
No julgamento de ontem, a portas fechadas - assistido apenas pelos advogados do jornal -, os desembargadores da 5ª Turma concluíram que o Tribunal de Justiça do DF não era competente para julgar o caso, porque as decisões sobre a Operação Boi Barrica foram tomadas pela Justiça maranhense.
Apesar de terem chegado a essa conclusão, os juízes mantiveram a liminar que instaurou a censura, em decisão criticada por juristas e entidades de defesa da liberdade de imprensa. Em sessão anterior, os desembargadores já haviam decidido afastar Vieira do caso. Os advogados do Estado sustentaram que o desembargador não era mais isento para relatar o processo porque atribuíra ao jornal “ação orquestrada mediante acirrada campanha com o nítido propósito de intimidação”.
“Pré-sal virou questão entre nacionalistas e entreguistas”
No Estadão:
O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) sinalizou ontem que é hora de a oposição subir o tom em relação às propostas para o novo marco regulatório do pré-sal. Em sua apresentação no Debate Estadão “O Futuro do Pré-Sal”, Jereissati fez coro às críticas das petroleiras privadas contra a exclusividade de operação da Petrobrás e alertou para riscos a outros setores da indústria. Também presente no encontro, o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, voltou a defender o papel proposto pelo governo para a companhia.
Indagado sobre a atitude pouco incisiva da oposição após a apresentação dos projetos de lei, Jereissati disse que o governo criou um clima ideológico desfavorável a críticas. “A questão foi colocada de forma muito emotiva, como disputa entre nacionalistas e entreguistas. A oposição quer colocar o debate um pouco mais no chão, para que possa ser feito com maior clareza. Não queremos levar a discussão para o “somos contra porque somos contra”.”
A crítica de Jereissati encontrou eco no governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, do governista PMDB. Para ele, o debate está sendo feito de maneira “açodada” e com forte componente eleitoral. A oposição e as petroleiras privadas, porém, já conseguiram uma vitória, com a retirada do pedido de urgência na tramitação dos projetos.
Ontem, o senador disse que a estratégia de nacionalização de equipamentos corre o risco de repetir medidas que fracassaram no passado, citando como exemplo a reserva de mercado para a informática. O risco, disse, é que a falta de competição beneficie empresas ineficientes.
O presidente do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), João Carlos de Luca, alertou ainda para a necessidade de troca de experiências, que pode levar ao desenvolvimento de novas tecnologias.
“A presença de diferentes operadoras é fundamental para o desenvolvimento da tecnologia. Muita coisa do que foi introduzido na exploração do petróleo no Brasil veio do exterior”, concordou o consultor Wagner Freire, diretor da Petrobrás na década de 70. O IBP ainda espera derrubar a medida no Congresso.
COMENTO
Meus amigos, no país dos PETRALHAS, mais um no STF, José Antonio Dias Toffoli bem, essa é a maior prova que realmente está tudo dominado, por essa facção que está no poder da República, uma vez que até na suprema corte do país eles conseguem infiltrar seus partidários, isso prova que realmente estamos no fundo do poço.
Uma oposição medíocre e apática, sim, fez uma “sabatina”, como não poderia ser diferente, foi um sucesso. O único a indagá-lo com firmeza foi o senador Álvaro Dias (PSDB-PR). Como o governo tem maioria no Senado, todos dão por certa a aprovação do indicado, e parece que ninguém pretende ter o que seria um potencial adversário no tribunal. Não que Toffoli vá se vingar de quem o considera impróprio para o cargo, é claro.
Há cadia dia que passa, a nossa República mergulha mais ainda num mar de lama, de onde não voltará nunca mais a superfície.
O futuro do Brasil como uma nação próspera independente, está comprometido pelas corrupções, maracutais e bandidagens LULO-PETRALHA-BOLIVARIANA.
Vejam só o absurdo exacerbado, aos 41 anos, SEM PÓS-GRADUAÇÃO, com duas reprovações para juiz de primeira instância, sem um único livro publicado, sem nem mesmo escrever regularmente para jornais, o que levou Toffoli à Advocacia Geral da União? O seu trabalho como advogado da facção do PT e, em particular, de Lula.
Pela primeira vez na história deste país que um presidente da República indica seu advogado pessoal e particular, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal. Isso não aconteceu nem na chamada ditadura militar. Está tudo realmente dominado, por essa facção abominavelmente criminosa que está no poder da República, para locupletar-se e ainda com o firme propósito de se perpetuar no poder.
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