Na Folha Online:
A Justiça Federal do Acre pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) abertura de inquérito para investigar o senador Jorge Viana (PT-AC) por crimes contra Lei das Licitações. Relator do caso, o ministro Joaquim Barbosa encaminhou o pedido para a avaliação do Ministério Público Federal. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, vai analisar se a denúncia precisa tramitar no Supremo ou se deve continuar com a Justiça do Acre. Por ser senador, Viana tem direito a foro privilegiado. O pedido de investigação de Viana no STF está sob sigilo. A ação trata de indícios de direcionamento na licitação feita pelo governo do Acre, na gestão do petista Binho Marques (2007-2010), para beneficiar a Helibras na compra de um helicóptero.
A Folha mostrou em fevereiro que um laudo da Polícia Federal identificou que, além da suspeita de direcionamento, os preços também tinham sido inflados. O contrato teria sido negociado por Viana, que presidia o conselho de administração da empresa. O congressista é irmão do atual governador Tião Viana (PT) e líder do grupo político que comanda o Estado há 12 anos. Viana, no entanto, não estaria entre os indiciados na ação, mas teria vínculo político com o esquema. O nome do senador também teria sido citado em interceptações telefônicas realizadas pela Polícia Federal.
A perícia, a que a reportagem teve acesso, foi anexada no fim de janeiro a um processo em que o Ministério Público Federal pede a anulação do negócio e a devolução de seu valor atualizado, R$ 9,2 milhões, aos cofres públicos. Para os técnicos da PF, houve sobrepreço de 38% e o edital do governo acriano exigiu a compra de helicóptero com as mesmas características do Esquilo AS 350 B2, da empresa. Isso teria reduzido as chances da TAM, que se inscreveu na concorrência com o modelo Bell 407.
A PF também constatou que o Acre pagou mais do que outros Estados pela mesma aeronave, descontados os valores de itens adicionais e treinamento de pilotos. O governo do Acre e a Helibras negaram qualquer irregularidade na compra do helicóptero. A defesa do senador disse que está tentando ter acesso ao processo.
COMENTO
O PT, é isso aí, a maior facção do planeta, existe até um ditado popular que diz o seguinte: "petista bom, só morto", é a sabedoria popular, concordo plenamente.
" O presente é a sombra que se move separando o ontem do amanhã. Nele repousa a esperança". Frank Lloyd.
OS LUGARES MAIS QUENTES DO INFERNO, ESTÃO RESERVADOS PARA AQUELES, QUE EM TEMPO DE CRISE MORAL, OPTAM POR FICAR NA NEUTRALIDADE. (Dante Alighieri)
MEDIDA PROVISÓRIA 2215/2001 - LEI DE REMUNERAÇÃO DOS MILITARES:
Confira abaixo a integra do abaixo assinado que pede votação ou revogação da MP 2215 de 2001, que alterou a remuneração militar:
"Destinatário: PRESIDENTE DO CONGRESSO NACIONAL
Nós abaixo assinados, brasileiros, residentes e domiciliados nas mais variadas partes do Brasil, solicitamos a Excelentíssimos Senhores Presidente do Congresso Nacional e demais Deputados e Senadores que coloquem na pauta de votação a MP 2215/01. Que trata da Lei de Remuneração dos Militares das Forças Armadas. Excelências ela esta aguardando votação no Congresso desde o governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso. Já se passaram mais de oito anos. É inviável uma Medida Provisória que mexeu com toda a estrutura da remuneração de uma classe fiquem todos esses anos aguardando ser votada. Têm Militares e pensionistas que já morreram sem ver seus direitos renovados. Se o Executivo fosse mais pragmático e lógico esses absurdos não ocorreriam no Brasil. Na época da edição da Medida Provisória bastava ter criando um período de transição entre a Lei vigente e a nova. A MP 2215/01 recebeu mais de 600 emendas. Mas hoje a maiorias das emendas estão sem seus defensores pelos anos que ela se encontra no congresso muitos não conseguiram de reeleger ao congresso Nacional. Essas emendas estão órfãs nos dias de hoje.
O mais vergonhoso e pode se disser falta de Ética o Executivo fechar os olhos para o Art. 24 do Decreto-Lei 667/69 que segue:
""Art. 24. Os direitos, vencimentos, vantagens e regalias do pessoal, em serviço ativo ou na inatividade, das Polícias Militares constarão de legislação especial de cada Unidade da Federação, não sendo permitidas condições superiores às que, por lei ou regulamento, forem atribuídas ao pessoal das Forças Armadas... "(grifo nosso).
É o que ocorre hoje com a Policia Militar do Distrito Federal que quem paga os vencimentos dos Policiais Militares é a União. É um soldado recebe mais que um Suboficial das Forças Armadas. Assim nosso Chefe supremo que pela constituição é o Presidente da Republica se omite duas vezes nas suas funções.
As Forças Armadas merecem ser tratadas com a devida importância que elas representam para a Nação. Quem protegerá a Nação e a Sociedade em casos de violação da soberania ou insurgências sociais? Quem resgata quando não há mais chances? Quem socorre a população quando a Saúde Pública não suporta mais? Quem mantém a segurança quando a polícia não consegue mais? Contamos com a sensibilidade dos brasileiros responsáveis deste país para esse importante pleito.
"Na tragédia brasileira não existem inocentes.
Somos todos cúmplices por omissão, covardia ou conivência."
(Ricardo Bergamini).
"DEUSA" DOS MARES, LEO PIRATA, GATO DO MAR E ZÉ DO NORTE, ATENÇÃO! TOMONEIRO MANTER O RUMO, ARTILHEIRO SUSTENTA O FOGO, QUE A VITÓRIA É NOSSA. E A LUTA CONTINUA, PARA RETIRAR ESSE PESSOAL "BARRA PESADA" DO PODER DA RUPÚBLICA.
sábado, 19 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Exímio corrupto do esquema do mensalão do PT, Delúbio já tem os votos para retornar a facção
Por Vera Rosa, no Estadão:
A exímia cúpula do PT já se prepara para aprovar a anistia ao ex-tesoureiro Delúbio Soares na reunião do Diretório Nacional dos dias 29 e 30 de abril. Se a votação fosse hoje, ele teria apoio de 59 dos 84 integrantes do diretório, segundo apurou o Estado (70,2% do total).
O perdão a Delúbio faz parte de uma estratégia ampla, que inclui a campanha pela reforma política, liderada no PT pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a simpatia do Planalto. O objetivo é usar o discurso da reforma como salvo-conduto para o retorno de Delúbio, expulso do partido em 2005, no rastro do escândalo do mensalão.
“O PT tem um lado forte cristão e sabe perdoar. Por isso, mais de 70% apoiam a volta do Delúbio”, afirmou o deputado Jilmar Tatto (PT-SP). “Ele cometeu erros, foi punido e agora o clima é tranquilo. Ninguém quer briga.”
Em reunião da Executiva Nacional, ontem, o PT abriu caminho para empunhar essa bandeira ao criar um comitê que tentará quebrar resistências ao financiamento público das campanhas eleitorais. Composto por dirigentes do partido, senadores e deputados, o comitê vai produzir uma cartilha sobre pontos polêmicos da reforma política, que tramita no Congresso.
“Vamos convidar Lula para encabeçar o movimento em defesa do financiamento público, do voto em lista e da fidelidade partidária”, contou o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE). Lula batizou a maior crise de seu governo, em 2005, como “farsa do mensalão” e prometeu desmontá-la o quanto antes.
Embora Costa diga que o movimento pela reforma política não tem ligação com a anistia a Delúbio, o PT quer deixar implícito que os réus do processo do mensalão - em curso no Supremo Tribunal Federal - foram injustiçados. O argumento é o de que não houve compra de parlamentares, mas caixa 2 de campanha. Por esse raciocínio, Delúbio seria só operador de um sistema falido, abastecido pelo financiamento privado nas eleições.
COMENTO
Muito bem, costumo dizer que, nada vindo desta facção vai me surpreender mas, entretanto, bandidagem como esta, ainda me causa um certa revolta, mas é isso aí, fazer o que?
Pelo menos existe outra notícia melhor, espero que seja aprovado no congresso o fim da reeleição e do voto obrigatório, que mesmo não sendo válido para este mandato, mas já é um bom início e uma forma de começar a desmontar essa quadrilha de gângsteres e essas hidras de corrupção, que hoje se encontram no poder da República.
" O presente é a sombra que se move separando o ontem do amanhã. Nele repousa a esperança". Frank Lloyd.
LOBO DO MAR, TIGRE DO CARIBE E LEÃO DOS MARES, ATENÇÃO! TIMONEIRO MANTER O RUMO, ARTILHEIRO SUSTENTA O FOGO QUE A VITÓRIA É NOSSA, E A LUTA CONTINUA PARA RETIRAR ESTA FACÇÃO DO PODER.
A exímia cúpula do PT já se prepara para aprovar a anistia ao ex-tesoureiro Delúbio Soares na reunião do Diretório Nacional dos dias 29 e 30 de abril. Se a votação fosse hoje, ele teria apoio de 59 dos 84 integrantes do diretório, segundo apurou o Estado (70,2% do total).
O perdão a Delúbio faz parte de uma estratégia ampla, que inclui a campanha pela reforma política, liderada no PT pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a simpatia do Planalto. O objetivo é usar o discurso da reforma como salvo-conduto para o retorno de Delúbio, expulso do partido em 2005, no rastro do escândalo do mensalão.
“O PT tem um lado forte cristão e sabe perdoar. Por isso, mais de 70% apoiam a volta do Delúbio”, afirmou o deputado Jilmar Tatto (PT-SP). “Ele cometeu erros, foi punido e agora o clima é tranquilo. Ninguém quer briga.”
Em reunião da Executiva Nacional, ontem, o PT abriu caminho para empunhar essa bandeira ao criar um comitê que tentará quebrar resistências ao financiamento público das campanhas eleitorais. Composto por dirigentes do partido, senadores e deputados, o comitê vai produzir uma cartilha sobre pontos polêmicos da reforma política, que tramita no Congresso.
“Vamos convidar Lula para encabeçar o movimento em defesa do financiamento público, do voto em lista e da fidelidade partidária”, contou o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE). Lula batizou a maior crise de seu governo, em 2005, como “farsa do mensalão” e prometeu desmontá-la o quanto antes.
Embora Costa diga que o movimento pela reforma política não tem ligação com a anistia a Delúbio, o PT quer deixar implícito que os réus do processo do mensalão - em curso no Supremo Tribunal Federal - foram injustiçados. O argumento é o de que não houve compra de parlamentares, mas caixa 2 de campanha. Por esse raciocínio, Delúbio seria só operador de um sistema falido, abastecido pelo financiamento privado nas eleições.
COMENTO
Muito bem, costumo dizer que, nada vindo desta facção vai me surpreender mas, entretanto, bandidagem como esta, ainda me causa um certa revolta, mas é isso aí, fazer o que?
Pelo menos existe outra notícia melhor, espero que seja aprovado no congresso o fim da reeleição e do voto obrigatório, que mesmo não sendo válido para este mandato, mas já é um bom início e uma forma de começar a desmontar essa quadrilha de gângsteres e essas hidras de corrupção, que hoje se encontram no poder da República.
" O presente é a sombra que se move separando o ontem do amanhã. Nele repousa a esperança". Frank Lloyd.
LOBO DO MAR, TIGRE DO CARIBE E LEÃO DOS MARES, ATENÇÃO! TIMONEIRO MANTER O RUMO, ARTILHEIRO SUSTENTA O FOGO QUE A VITÓRIA É NOSSA, E A LUTA CONTINUA PARA RETIRAR ESTA FACÇÃO DO PODER.
quinta-feira, 17 de março de 2011
O ESTADO, AS CLASSES SOCIAIS E AS FORÇAS ARMADAS
Por Cardoso Lira
Enquanto as Forças Armadas brasileiras, continuam sendo sucateadas, não podemos deixar de pensar uma teoria do Estado, e nos remetemos a Karl Marx, que desenvolveu a mais interessante e provocativa teoria econômica do Estado.
Muito bem, Para Marx o Estado como produto do antagonismo inconsiliável das massas, é o instrumento no qual uma classe domina, escraviza e explora outra classe. O Estado deveria proteger a sociedade e adotar política de geração de emprego e destribuição honesta da renda, mas na verdade funciona totalmente o contrário, como: o comitê executivo da burguesia. Ex- Eike Batista, Daniel Dantas e tantos outros.
Bem, no manifesto comunista, Marx e engels, explicitam que o sujo poder político, adequadamente assim denominado, é meramente o poder organizado de uma classe governante para oprimir as outras classes.
Assim como estamos vendo o Estado Brasilero oprimir as FFAA e os militares sendo tratados como simples proletariado. A teoria de Estado elaborada por Marx, é derivada do que Marx teorizava como classes sociais, a luta entre as mais variadas classes é o configura a história de toda sociedade, uma história construída por grupos de interesse organizados, as classes sociais. Classes que são egoístas, não lhe importam os interesses nacionais, seus interesses estão acima do nacional, muito menos as classes opositoras.
Qualquer semelhança com os petralhas, não é só mera coincidência, Para Marx as classes não seriam somente um grupo de que compartilha de um certo status social, mas é definida em relações de propriedade, nessa premissa, o Estado brasileiro é dominante. Para ele havia aqueles que possuíam o capital produtivo, mesmo sendo roubado do Estado, com o qual expropriavam a mais-valia, constituindo assim a classe exploradora, de outro lado estava os simples assalariados, os quais não possuíam a propriedade, constituindo assim o proletariado.
Deixa estar e aí está, desta maneira vemos que Marx definiu a classe, ao invés de relacionada com a posição social ou do prestigio de seus membros, relacionou esta com a propriedade produtiva, ou seja detentores de capital ou não. Isto porque se fossem relacionadas como a posição social, as classes de renda distintas não comungariam dos mesmos interesses.
Numa sociedade capitalista os membros desta, ou as classes sociais, perdem ou ganham, a partir do momento em que os preços e salários se alteram, assim seus interesses estariam ligados a estas perdas e ganhos, reunindo desta forma neste interesses de uma classe. Interesses estes que seriam econômicos, e que para sua superação em relação a outra classe são usados todos os métodos, inclusive a violência, que poderia ser usada na revolta dos explorados contra os exploradores que controlam a expropriação da mais-valia.
Muito bem, Marx desprezava qualquer grupo que considerava a natureza do homem como sendo benevolente, pois se a classe é egoísta o individuo também é, que era atribuído segundo Marx, a ideologia burguesa e ao sistema capitalista, visto que a burguesia não deixou que restasse nenhum outro nexo entre homem e homem além de um cru interesse individual, de um invisível pagamento à vista.
O corrupto governo e os ricos na grande maioria bandidos com suas ideologias mascaram todo o processo de exploração, onde por exemplo se leva a evangelização, lavagem cerebral, que por sua vez transformaria o bárbaro em trabalhador disciplinado, e submisso àqueles que Deus aprovou em colocar acima dos explorados.
Em síntese, Marx via os indivíduos agindo para satisfazer seus interesses, pois estes teriam interesses próprios egoístas, mas muitos críticos acreditam que muitas pessoas não se interessam com classe, e nem sabem quais são os interesses de sua classe. Já para um membro da burguesia, o importante é concentrar-se em interesses pessoais,
Enquanto isto o Estado Brasileiro; esta hidra de corrupção e crimes, que hoje se encontra no poder, segue com seu revanchismo oprimindo algumas classes como: os militares e tantas outras.
Precisamos mudar o destino da nação brasilera, nem que para isto seja necessário empregar métodos mais radicais e pouco ortodoxo, pois sem isto este governo que aí está, continuará a fazer mais vítimas pelo país afora.
LOBO DO MAR E TIGRE DO CARIBE, ATENÇÃO! TIMONEIRO MANTER O RUMO, ARTILHEIRO SUSTENTA O FOGO QUE A VITÓRIA É NOSSA. A LUTA CONTINUA, PARA TIRAR ESTA SUJA FACÇAO DO PODER.
Enquanto as Forças Armadas brasileiras, continuam sendo sucateadas, não podemos deixar de pensar uma teoria do Estado, e nos remetemos a Karl Marx, que desenvolveu a mais interessante e provocativa teoria econômica do Estado.
Muito bem, Para Marx o Estado como produto do antagonismo inconsiliável das massas, é o instrumento no qual uma classe domina, escraviza e explora outra classe. O Estado deveria proteger a sociedade e adotar política de geração de emprego e destribuição honesta da renda, mas na verdade funciona totalmente o contrário, como: o comitê executivo da burguesia. Ex- Eike Batista, Daniel Dantas e tantos outros.
Bem, no manifesto comunista, Marx e engels, explicitam que o sujo poder político, adequadamente assim denominado, é meramente o poder organizado de uma classe governante para oprimir as outras classes.
Assim como estamos vendo o Estado Brasilero oprimir as FFAA e os militares sendo tratados como simples proletariado. A teoria de Estado elaborada por Marx, é derivada do que Marx teorizava como classes sociais, a luta entre as mais variadas classes é o configura a história de toda sociedade, uma história construída por grupos de interesse organizados, as classes sociais. Classes que são egoístas, não lhe importam os interesses nacionais, seus interesses estão acima do nacional, muito menos as classes opositoras.
Qualquer semelhança com os petralhas, não é só mera coincidência, Para Marx as classes não seriam somente um grupo de que compartilha de um certo status social, mas é definida em relações de propriedade, nessa premissa, o Estado brasileiro é dominante. Para ele havia aqueles que possuíam o capital produtivo, mesmo sendo roubado do Estado, com o qual expropriavam a mais-valia, constituindo assim a classe exploradora, de outro lado estava os simples assalariados, os quais não possuíam a propriedade, constituindo assim o proletariado.
Deixa estar e aí está, desta maneira vemos que Marx definiu a classe, ao invés de relacionada com a posição social ou do prestigio de seus membros, relacionou esta com a propriedade produtiva, ou seja detentores de capital ou não. Isto porque se fossem relacionadas como a posição social, as classes de renda distintas não comungariam dos mesmos interesses.
Numa sociedade capitalista os membros desta, ou as classes sociais, perdem ou ganham, a partir do momento em que os preços e salários se alteram, assim seus interesses estariam ligados a estas perdas e ganhos, reunindo desta forma neste interesses de uma classe. Interesses estes que seriam econômicos, e que para sua superação em relação a outra classe são usados todos os métodos, inclusive a violência, que poderia ser usada na revolta dos explorados contra os exploradores que controlam a expropriação da mais-valia.
Muito bem, Marx desprezava qualquer grupo que considerava a natureza do homem como sendo benevolente, pois se a classe é egoísta o individuo também é, que era atribuído segundo Marx, a ideologia burguesa e ao sistema capitalista, visto que a burguesia não deixou que restasse nenhum outro nexo entre homem e homem além de um cru interesse individual, de um invisível pagamento à vista.
O corrupto governo e os ricos na grande maioria bandidos com suas ideologias mascaram todo o processo de exploração, onde por exemplo se leva a evangelização, lavagem cerebral, que por sua vez transformaria o bárbaro em trabalhador disciplinado, e submisso àqueles que Deus aprovou em colocar acima dos explorados.
Em síntese, Marx via os indivíduos agindo para satisfazer seus interesses, pois estes teriam interesses próprios egoístas, mas muitos críticos acreditam que muitas pessoas não se interessam com classe, e nem sabem quais são os interesses de sua classe. Já para um membro da burguesia, o importante é concentrar-se em interesses pessoais,
Enquanto isto o Estado Brasileiro; esta hidra de corrupção e crimes, que hoje se encontra no poder, segue com seu revanchismo oprimindo algumas classes como: os militares e tantas outras.
Precisamos mudar o destino da nação brasilera, nem que para isto seja necessário empregar métodos mais radicais e pouco ortodoxo, pois sem isto este governo que aí está, continuará a fazer mais vítimas pelo país afora.
LOBO DO MAR E TIGRE DO CARIBE, ATENÇÃO! TIMONEIRO MANTER O RUMO, ARTILHEIRO SUSTENTA O FOGO QUE A VITÓRIA É NOSSA. A LUTA CONTINUA, PARA TIRAR ESTA SUJA FACÇAO DO PODER.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Dilma usa ministro Cardozo de laranja para atacar militares contrários à Comissão da Verdade
Por Jorge Serrão
Enquanto se preparam para sofrer uma tsunâmica reengenharia funcional, as Forças Armadas brasileiras sofrem mais um golpe ideológico-assimétrico do esquema revanchista pós-1964. A Presidenta Dilma Rousseff usou ontem seu ministro da Justiça como “laranja” para desferir mais um ataque aos militares, principalmente do Exército, contrários à instalação da Comissão da Verdade – que visa apenas a investigar exclusivamente os crimes (mortes, torturas, desaparecimentos, perseguições) atribuídos aos militares na repressão à luta armada que sonhava implantar o comunisno no Brasil, nas décadas de 60-70.
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, mandou um recado direto aos militares que ainda resistem à constituição da Comissão: “Quem quiser resistir à busca da verdade, o fará nos termos da exposição democrática. A sociedade brasileira hoje quer a verdade. Se alguém é contra, que se expresse. Vamos apoiar esse projeto”. A nova tática do governo, combinada com a Chefona-em-comando Dilma, é que os “opositores” botem a cara para bater, publicamente. Quem se expuser, será enquadrado hierarquicamente e punido regulamentarmente.
Cardozo aproveitou para manifestar a posição da Presidenta Dilma, que assumiu o compromisso de implantar a Comissão da Verdade, durante evento realizado ontem, em Brasília, para homenagear mulheres perseguidas pelo regime militar e que foram presas e torturadas. Além de defender o pagamento de indenização para as “vítimas”, entre elas a Dilma, Cardozo exibiu a costumeira retórica revanchista, a pretexto de fazer justiça histórica:
“Essa homenagem a mulheres que estiveram na luta contra o período do obscurantismo do governo militar. Muitas mulheres tombaram, lutaram e algumas sobreviveram. Temos que resgatar essa memória e assumir os erros do Estado no passado para que isso não mais aconteça”. Cardozo homenageou, na cerimônia, três amigas de cela da guerilheira-terrorista Dilma Rousseff: Rose Nogueira, Rita Sipahi e Sônia Hipólito.
COMENTO
Na verdade, não há o que se comentar, dizer o que, deste abominável Puxassaquismo e revanchismo exacerbado, com as Forças Armadas e com os Militares, os oficiais Generais e superiores é quem precisam tomar uma posição mais radical com relação a essa corja e essas hidras de corrupção, que hoje se encontram no poder da República, cometendo milhares de crimes, desmantelando, definhando e sucateando as FFAA.
"LOBO DO MAR, FIRMEZA! TIMONEIRO MANTER O RUMO, CCN ATENÇÃO AS MÁQUINAS, ARTILHEIRO SUSTENTA O FOGO QUE A VITÓRIA É NOSSA! A LUTA CONTINUA PARA TIRAR ESTA SUPER FACÇÃO CRIMINOSA DO PODER DA REPÚBLICA".
Enquanto se preparam para sofrer uma tsunâmica reengenharia funcional, as Forças Armadas brasileiras sofrem mais um golpe ideológico-assimétrico do esquema revanchista pós-1964. A Presidenta Dilma Rousseff usou ontem seu ministro da Justiça como “laranja” para desferir mais um ataque aos militares, principalmente do Exército, contrários à instalação da Comissão da Verdade – que visa apenas a investigar exclusivamente os crimes (mortes, torturas, desaparecimentos, perseguições) atribuídos aos militares na repressão à luta armada que sonhava implantar o comunisno no Brasil, nas décadas de 60-70.
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, mandou um recado direto aos militares que ainda resistem à constituição da Comissão: “Quem quiser resistir à busca da verdade, o fará nos termos da exposição democrática. A sociedade brasileira hoje quer a verdade. Se alguém é contra, que se expresse. Vamos apoiar esse projeto”. A nova tática do governo, combinada com a Chefona-em-comando Dilma, é que os “opositores” botem a cara para bater, publicamente. Quem se expuser, será enquadrado hierarquicamente e punido regulamentarmente.
Cardozo aproveitou para manifestar a posição da Presidenta Dilma, que assumiu o compromisso de implantar a Comissão da Verdade, durante evento realizado ontem, em Brasília, para homenagear mulheres perseguidas pelo regime militar e que foram presas e torturadas. Além de defender o pagamento de indenização para as “vítimas”, entre elas a Dilma, Cardozo exibiu a costumeira retórica revanchista, a pretexto de fazer justiça histórica:
“Essa homenagem a mulheres que estiveram na luta contra o período do obscurantismo do governo militar. Muitas mulheres tombaram, lutaram e algumas sobreviveram. Temos que resgatar essa memória e assumir os erros do Estado no passado para que isso não mais aconteça”. Cardozo homenageou, na cerimônia, três amigas de cela da guerilheira-terrorista Dilma Rousseff: Rose Nogueira, Rita Sipahi e Sônia Hipólito.
COMENTO
Na verdade, não há o que se comentar, dizer o que, deste abominável Puxassaquismo e revanchismo exacerbado, com as Forças Armadas e com os Militares, os oficiais Generais e superiores é quem precisam tomar uma posição mais radical com relação a essa corja e essas hidras de corrupção, que hoje se encontram no poder da República, cometendo milhares de crimes, desmantelando, definhando e sucateando as FFAA.
"LOBO DO MAR, FIRMEZA! TIMONEIRO MANTER O RUMO, CCN ATENÇÃO AS MÁQUINAS, ARTILHEIRO SUSTENTA O FOGO QUE A VITÓRIA É NOSSA! A LUTA CONTINUA PARA TIRAR ESTA SUPER FACÇÃO CRIMINOSA DO PODER DA REPÚBLICA".
segunda-feira, 14 de março de 2011
Inventário revela sucateamento das Forças Armadas
Metade dos principais equipamentos das Forças Armadas, como blindados, aviões e navios, está sucateada, mostra inventário da Defesa obtido pela Folha. Sul e Sudeste concentram 48% da tropa; a Amazônia, suposta prioridade, tem só 13% do efetivo.
Metade dos armamentos do país está indisponível
Estudo do Ministério da Defesa revela fragilidade das Forças Armadas
Blindados, navios e caças sem condições de combate e concentração de tropas no Sudeste expõem deficiência
FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA
IGOR GIELOW
SECRETÁRIO DE REDAÇÃO
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Um levantamento reservado com uma detalhada radiografia das Forças Armadas brasileiras mostra o sucateamento do equipamento militar do país. Explicita também as conhecidas distorções na distribuição de tropas no território nacional, confrontando o discurso oficial de que a Amazônia é uma prioridade.
O estudo ao qual a Folha teve acesso é produzido pelo Ministério da Defesa e atualizado todo mês. Ele mostra que metade dos principais armamentos do país, como blindados, aviões e navios, está indisponível para uso.
O levantamento é usado provisoriamente pelo governo, enquanto não é elaborado o chamado "Livro Branco", que trará, segundo decreto assinado neste ano, todo esse diagnóstico.
O livreto obtido pela Folha tem 76 páginas e traz dados orçamentários, operacionais e de pessoal que são difíceis de encontrar com esse grau de detalhe.
Quando alguém precisa elaborar comparações com outros países, como fez a Folha em sua edição de 20 de fevereiro, a praxe é buscar fontes externas -confiáveis, mas não tão detalhadas.
O documento usado nesta reportagem traz um inventário dos chamados meios de cada Força, ou seja, os principais equipamentos para uso em guerra.
O resultado dá argumentos aos defensores do reequipamento militar, um processo caro, demorado e que costuma esbarrar em obstáculos como pressões políticas.
O caso da Marinha é paradoxal. Especialistas consideram a Força a mais bem aparelhada, mas 132 dos seus 318 principais equipamentos estão parados. Metade dos 98 navios está no estaleiro.
A aviação naval é figurativa: apenas 2 de seus 23 caças voam, e só para treino. Isso no fim de 2010 -hoje, só um funciona. O porta-aviões São Paulo ficou anos parado e agora está em testes.
DEFICIÊNCIA CRÔNICA
O Exército contribui para que o resultado geral de disponibilidade de meios atinja ilusórios 68% -isso porque a Defesa coloca na conta as "viaturas sobre rodas", que basicamente são quaisquer veículos. Dessas, 5.318 das 6.982 estão funcionando.
Dos 1.953 blindados do Exército, só metade está à disposição. Metade dos helicópteros está no chão, isso sem contar a deficiência crônica de defesa aérea, maior fragilidade militar do país.
Por fim, a Força Aérea tem indisponíveis 357 dos seus 789 meios, que incluem 48 lançadores portáteis de mísseis, todos funcionando. O governo avalia ter 85 dos seus 208 caças disponíveis, o que parece algo otimista. Seja como for, a renovação da frota de combate, unificada em um modelo, está postergada novamente por causa de cortes orçamentários.
Fica também explícito um problema que a Estratégia Nacional de Defesa editada em 2008 promete combater.
Na Estratégia, a Amazônia aparece como prioridade do Exército. Só que a disposição das tropas ainda reflete a ideia de que o país um dia poderia entrar em guerra com sua antiga rival, a Argentina, hoje longe de representar uma ameaça militar.
A região Sul concentra 25% das forças terrestres do Brasil, enquanto a área amazônica só tem 13% do efetivo. Outros 23% estão estacionados na área do Comando Militar do Leste, no Rio.
A concentração no Rio também é perceptível no poderio aéreo. Nada menos que um terço do efetivo da FAB está por lá, enquanto a enorme região Norte não soma 15% com dois comandos aéreos separados.
A Marinha também está baseada no Rio, de forma avassaladora: 71% do efetivo está lá. Há planos para criação de uma segunda esquadra no Nordeste e no Norte.
Essa concentração no Rio é uma herança dos tempos em que a cidade centralizava o poder no país.
ASSIMETRIA
A Estratégia critica essa assimetria na disposição geográfica das tropas, mas a mudança depende de vontade política e de recursos cuja justificativa sempre é difícil num país de tradição pacífica e cheio de problemas sociais.
Por fim, o mapa lembra também detalhes do comprometimento financeiro. Em outubro de 2010, o governo gastou quase igualmente com pessoal ativo, aposentados e pensionistas, somando uma folha salarial de R$ 2,9 bilhões naquele mês.
No Orçamento de 2011, antes do corte anunciado recentemente pelo governo, a despesa com pessoal representava 72% do gasto total.
Ainda sobre pessoal, destaca-se a alta proporção de oficiais-generais. Há um deles para cada 971 homens. No mais poderoso exército do mundo, o americano, esse número salta para um para cada 1.400 soldados.
Despreparo militar marca história do país
ANÁLISE DEFESA
Num mundo de comunicação rápida, onde conflitos surgem a toda hora, falta de prontidão é receita de fracasso
RICARDO BONALUME NETO
DE SÃO PAULO
Despreparo crônico em tempo de paz e, portanto, no começo de conflitos, é uma constante na história militar luso-brasileira. Por que seria diferente em pleno século 21?
No passado, houve tempo para as Forças Armadas "pegarem no tranco" e terminarem bem-sucedidas em combate.
Mas em um mundo de comunicações rápidas, de mísseis balísticos, de guerra eletrônica, essa tradicional demora na prontidão é uma receita perfeita para o fracasso.
Uma rara exceção no despreparo das Forças são as chamadas tropas de "pronto emprego" ou "ação rápida".
São núcleos de excelência que podem agir em emergências pontuais, como a aviação do Exército, os paraquedistas, os fuzileiros navais, os batalhões de selva.
Um bom exemplo foi a rápida e eficiente reação em 1991, após guerrilheiros colombianos atacarem um posto de fronteira no rio Traíra e matarem três militares.
Em 1711, o francês René Duguay-Trouin tomou o Rio de Janeiro em ousado golpe.
A cidade estava despreparada. Reforços vieram do interior -rapidamente, para os padrões da época-, mas já era tarde demais.
Em 1808, os franceses tomam Portugal e a família real foge para o Brasil -mas o comboio precisou de escolta da Marinha britânica.
Na guerra com a Argentina pela província Cisplatina (Uruguai), de 1825 a 1828, o Brasil começou colhendo fracassos, até se afirmar -principalmente no mar- e terminar o conflito em "empate".
O exército paraguaio estava mais preparado que o brasileiro e até invadiu território do país na Guerra da Tríplice Aliança (1865-1870). A falta de preparo inicial levou a cinco anos de guerra.
Em 1897 em Canudos, Bahia, o Exército também sofreu derrotas para os "jagunços" do líder religioso Antonio Conselheiro e mostrou sérias falhas de logística.
Não havia tropas bem treinadas e equipadas para participar da Primeira Guerra Mundial (1914-1918); a Revolução Constitucionalista de 1932 foi uma série de improvisos do início ao fim pelos dois lados.
O Brasil entrou na Segunda Guerra Mundial (1939-1945) em agosto de 1942, mas só em julho de 1944 a Força Expedicionária Brasileira desembarcou na Itália -e, mesmo assim, era apenas uma das três divisões de infantaria inicialmente planejadas, e seu armamento era todo de origem americana.
As Forças Armadas do país têm operado bem em missões de paz ou na recente ajuda à polícia do Rio. Mas, como demonstrou o terremoto no Haiti, foi a rápida intervenção dos EUA que evitou uma tragédia ainda maior.
COMENTO
Na máxima de um apedeuta corrupto e nocivo, que passou oito anos no poder e ainda é o resposável por este sucateamento, "Nunca antes na história deste país, as Forças Armadas, estiveram tão desarmadas".
Dedicando-lhe o "Paraíso" escrevia Dante a cangrande della Scala; "O sentido desta obra não é simples; Ao contrário ela é "polisensa", pois outro é o sentido literal, outro aquele das coisas significadas".
(Dante Alighieri)
"LOBO DO MAR, FIRMEZA, TIMONEIRO MANTER O RUMO, CCN ATENÇÃO COM AS MÁQUINAS, ARTILHEIRO SUSTENTA O FOGO QUE A VITÓRIA É NOSSA. E A LUTA CONTINUA PARA TIRAR ESTA FACÇÃO CRIMINOSA DO PODER DA REPÚBLICA".
Metade dos armamentos do país está indisponível
Estudo do Ministério da Defesa revela fragilidade das Forças Armadas
Blindados, navios e caças sem condições de combate e concentração de tropas no Sudeste expõem deficiência
FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA
IGOR GIELOW
SECRETÁRIO DE REDAÇÃO
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Um levantamento reservado com uma detalhada radiografia das Forças Armadas brasileiras mostra o sucateamento do equipamento militar do país. Explicita também as conhecidas distorções na distribuição de tropas no território nacional, confrontando o discurso oficial de que a Amazônia é uma prioridade.
O estudo ao qual a Folha teve acesso é produzido pelo Ministério da Defesa e atualizado todo mês. Ele mostra que metade dos principais armamentos do país, como blindados, aviões e navios, está indisponível para uso.
O levantamento é usado provisoriamente pelo governo, enquanto não é elaborado o chamado "Livro Branco", que trará, segundo decreto assinado neste ano, todo esse diagnóstico.
O livreto obtido pela Folha tem 76 páginas e traz dados orçamentários, operacionais e de pessoal que são difíceis de encontrar com esse grau de detalhe.
Quando alguém precisa elaborar comparações com outros países, como fez a Folha em sua edição de 20 de fevereiro, a praxe é buscar fontes externas -confiáveis, mas não tão detalhadas.
O documento usado nesta reportagem traz um inventário dos chamados meios de cada Força, ou seja, os principais equipamentos para uso em guerra.
O resultado dá argumentos aos defensores do reequipamento militar, um processo caro, demorado e que costuma esbarrar em obstáculos como pressões políticas.
O caso da Marinha é paradoxal. Especialistas consideram a Força a mais bem aparelhada, mas 132 dos seus 318 principais equipamentos estão parados. Metade dos 98 navios está no estaleiro.
A aviação naval é figurativa: apenas 2 de seus 23 caças voam, e só para treino. Isso no fim de 2010 -hoje, só um funciona. O porta-aviões São Paulo ficou anos parado e agora está em testes.
DEFICIÊNCIA CRÔNICA
O Exército contribui para que o resultado geral de disponibilidade de meios atinja ilusórios 68% -isso porque a Defesa coloca na conta as "viaturas sobre rodas", que basicamente são quaisquer veículos. Dessas, 5.318 das 6.982 estão funcionando.
Dos 1.953 blindados do Exército, só metade está à disposição. Metade dos helicópteros está no chão, isso sem contar a deficiência crônica de defesa aérea, maior fragilidade militar do país.
Por fim, a Força Aérea tem indisponíveis 357 dos seus 789 meios, que incluem 48 lançadores portáteis de mísseis, todos funcionando. O governo avalia ter 85 dos seus 208 caças disponíveis, o que parece algo otimista. Seja como for, a renovação da frota de combate, unificada em um modelo, está postergada novamente por causa de cortes orçamentários.
Fica também explícito um problema que a Estratégia Nacional de Defesa editada em 2008 promete combater.
Na Estratégia, a Amazônia aparece como prioridade do Exército. Só que a disposição das tropas ainda reflete a ideia de que o país um dia poderia entrar em guerra com sua antiga rival, a Argentina, hoje longe de representar uma ameaça militar.
A região Sul concentra 25% das forças terrestres do Brasil, enquanto a área amazônica só tem 13% do efetivo. Outros 23% estão estacionados na área do Comando Militar do Leste, no Rio.
A concentração no Rio também é perceptível no poderio aéreo. Nada menos que um terço do efetivo da FAB está por lá, enquanto a enorme região Norte não soma 15% com dois comandos aéreos separados.
A Marinha também está baseada no Rio, de forma avassaladora: 71% do efetivo está lá. Há planos para criação de uma segunda esquadra no Nordeste e no Norte.
Essa concentração no Rio é uma herança dos tempos em que a cidade centralizava o poder no país.
ASSIMETRIA
A Estratégia critica essa assimetria na disposição geográfica das tropas, mas a mudança depende de vontade política e de recursos cuja justificativa sempre é difícil num país de tradição pacífica e cheio de problemas sociais.
Por fim, o mapa lembra também detalhes do comprometimento financeiro. Em outubro de 2010, o governo gastou quase igualmente com pessoal ativo, aposentados e pensionistas, somando uma folha salarial de R$ 2,9 bilhões naquele mês.
No Orçamento de 2011, antes do corte anunciado recentemente pelo governo, a despesa com pessoal representava 72% do gasto total.
Ainda sobre pessoal, destaca-se a alta proporção de oficiais-generais. Há um deles para cada 971 homens. No mais poderoso exército do mundo, o americano, esse número salta para um para cada 1.400 soldados.
Despreparo militar marca história do país
ANÁLISE DEFESA
Num mundo de comunicação rápida, onde conflitos surgem a toda hora, falta de prontidão é receita de fracasso
RICARDO BONALUME NETO
DE SÃO PAULO
Despreparo crônico em tempo de paz e, portanto, no começo de conflitos, é uma constante na história militar luso-brasileira. Por que seria diferente em pleno século 21?
No passado, houve tempo para as Forças Armadas "pegarem no tranco" e terminarem bem-sucedidas em combate.
Mas em um mundo de comunicações rápidas, de mísseis balísticos, de guerra eletrônica, essa tradicional demora na prontidão é uma receita perfeita para o fracasso.
Uma rara exceção no despreparo das Forças são as chamadas tropas de "pronto emprego" ou "ação rápida".
São núcleos de excelência que podem agir em emergências pontuais, como a aviação do Exército, os paraquedistas, os fuzileiros navais, os batalhões de selva.
Um bom exemplo foi a rápida e eficiente reação em 1991, após guerrilheiros colombianos atacarem um posto de fronteira no rio Traíra e matarem três militares.
Em 1711, o francês René Duguay-Trouin tomou o Rio de Janeiro em ousado golpe.
A cidade estava despreparada. Reforços vieram do interior -rapidamente, para os padrões da época-, mas já era tarde demais.
Em 1808, os franceses tomam Portugal e a família real foge para o Brasil -mas o comboio precisou de escolta da Marinha britânica.
Na guerra com a Argentina pela província Cisplatina (Uruguai), de 1825 a 1828, o Brasil começou colhendo fracassos, até se afirmar -principalmente no mar- e terminar o conflito em "empate".
O exército paraguaio estava mais preparado que o brasileiro e até invadiu território do país na Guerra da Tríplice Aliança (1865-1870). A falta de preparo inicial levou a cinco anos de guerra.
Em 1897 em Canudos, Bahia, o Exército também sofreu derrotas para os "jagunços" do líder religioso Antonio Conselheiro e mostrou sérias falhas de logística.
Não havia tropas bem treinadas e equipadas para participar da Primeira Guerra Mundial (1914-1918); a Revolução Constitucionalista de 1932 foi uma série de improvisos do início ao fim pelos dois lados.
O Brasil entrou na Segunda Guerra Mundial (1939-1945) em agosto de 1942, mas só em julho de 1944 a Força Expedicionária Brasileira desembarcou na Itália -e, mesmo assim, era apenas uma das três divisões de infantaria inicialmente planejadas, e seu armamento era todo de origem americana.
As Forças Armadas do país têm operado bem em missões de paz ou na recente ajuda à polícia do Rio. Mas, como demonstrou o terremoto no Haiti, foi a rápida intervenção dos EUA que evitou uma tragédia ainda maior.
COMENTO
Na máxima de um apedeuta corrupto e nocivo, que passou oito anos no poder e ainda é o resposável por este sucateamento, "Nunca antes na história deste país, as Forças Armadas, estiveram tão desarmadas".
Dedicando-lhe o "Paraíso" escrevia Dante a cangrande della Scala; "O sentido desta obra não é simples; Ao contrário ela é "polisensa", pois outro é o sentido literal, outro aquele das coisas significadas".
(Dante Alighieri)
"LOBO DO MAR, FIRMEZA, TIMONEIRO MANTER O RUMO, CCN ATENÇÃO COM AS MÁQUINAS, ARTILHEIRO SUSTENTA O FOGO QUE A VITÓRIA É NOSSA. E A LUTA CONTINUA PARA TIRAR ESTA FACÇÃO CRIMINOSA DO PODER DA REPÚBLICA".
O petismo revê o milagre de Jesus e multiplica o… custo do peixe!
Reportagem de Leandro Colon e Tânia Monteiro, publicada no Estadão de domingo, demonstra que o corrupto governo federal gasta, por ano, R$ 100 milhões com aluguéis, em Brasília, para abrigar a estrutura dos novos ministérios inventados por Lula. O Apedeuta recebeu 26 pastas de FHC e entregou 37 à sua sucessora, Dilma Rousseff. Ela não demonstra a mínima disposição de reverter o inchaço e pretende criar mais duas: a da Micro e Pequena Empresa e a da Infraestrutura Aeronáutica.
O compromisso do petismo com a austeridade se revela em outros números: em oito anos, aumentou em 204 mil o número de empregados da União. FHC entregou a Lula uma folha de pagamentos de R$ 75 bilhões; em 2010, ela chegou a R$ 179,5 bilhões, um crescimento de 139,3%. A justificativa é mais do que conhecida: isso tudo aconteceu porque o governo teria passado a oferecer novos serviços. Será mesmo?
Vocês já devem ter ouvido falar, por exemplo, do Ministério da Pesca e Aqüicultura, aquela pasta que foi dada como compensação a Ideli Salvatti, ex-senadora e candidata derrotada do PT ao governo de Santa Catarina. O brinquedinho custa uma fábula. Seu ministério aluga um prédio de 14 andares, “chique no úrtimo”, com fachada espelhada, ao custo de R$ 7 milhões por ano, onde se aboletam 374 servidores. A ministra não fica ali, não. Ela e os 67 assessores que a ajudam a identificar a diferença entre uma tilápia e um pirarucu dão expediente na Esplanada.
A esta altura, o petralha já ficou indignado com a abordagem do Tio Rei: “Que absurdo! O Brasil precisa de um Ministério da Pesca, ora essa! Então este setor da economia não merece atenção?” Claro que sim! Em oito anos, os recursos destinados à pasta de Ideli saltaram de R$ 11 milhões para R$ 803 milhões, crescendo 70 vezes! E o que aconteceu com a produção de pescado no período? Era de 990 mil toneladas em 2002 e continuou em 990 mil toneladas em 2010! É o verdadeiro milagre da multiplicação do custo do peixe!
Outro exemplo de expansão do latifúndio improdutivo é o Ministério do Desenvolvimento Agrário, aquele que cuida de um problema que não existe, mas que faz barulho e custa caro: os sem-terra. A Pasta tem o Bloco A na Esplanada, com nove andares, mais o prédio do Incra. É pouco. Por R$ 128 mil mensais, alugou cinco andares de um edifício no Setor Bancário Norte. Precisa ter onde enfiar 144 servidores que não encontram lugar na sede oficial. São muitos os exemplos da gastança. A Advocacia Geral da União, que tem sede própria, também precisou de outro edifício: R$ 1,3 milhão por mês. O Ministério das Cidades aluga um prédio inteiro por R$ 7,7 milhões anuais. E assim vai.
O aluguel de edifícios e andares — R$ 100 milhões por ano! — é decidido pelos respectivos ministérios, sem licitação ou coisa parecida. O PT realmente sabe como acelerar o crescimento. Imaginem a festa que essa gente não representa para o setor imobiliário de Brasília! Deve ser a área da economia brasileira que mais se expandiu nos últimos oito anos! Eis aí evidenciado o compromisso do PT com a… austeridade!
O modo petista de governar é um escândalo de dimensões bíblicas!
COMENTO
Não é atoa, que o PT é considerada a maior facção criminosa do planeta terra, as provas estão aí todos os dias nos jornais e nas TVs, só não vê quem realmente não quer, certo? Fazer o que? Num país onde o povo, vende seu voto ou troca por uma simples bolsa família. E ainda existem aqueles que defendem este corrupto e abominável governo. Cada povo tem o governo que merece, assim diz o ditado popular.
TIMONEIRO ESTAMOS NO RUMO CERTO, ARTILHEIRO SUSTENTA O FOGO, QUE A VITÓRIA É NOSSA, E A LUTA CONTINUA PARA TIRAR ESTA FACÇÃO CRIMINOSA DO PODER DA REPÚBLICA.
O compromisso do petismo com a austeridade se revela em outros números: em oito anos, aumentou em 204 mil o número de empregados da União. FHC entregou a Lula uma folha de pagamentos de R$ 75 bilhões; em 2010, ela chegou a R$ 179,5 bilhões, um crescimento de 139,3%. A justificativa é mais do que conhecida: isso tudo aconteceu porque o governo teria passado a oferecer novos serviços. Será mesmo?
Vocês já devem ter ouvido falar, por exemplo, do Ministério da Pesca e Aqüicultura, aquela pasta que foi dada como compensação a Ideli Salvatti, ex-senadora e candidata derrotada do PT ao governo de Santa Catarina. O brinquedinho custa uma fábula. Seu ministério aluga um prédio de 14 andares, “chique no úrtimo”, com fachada espelhada, ao custo de R$ 7 milhões por ano, onde se aboletam 374 servidores. A ministra não fica ali, não. Ela e os 67 assessores que a ajudam a identificar a diferença entre uma tilápia e um pirarucu dão expediente na Esplanada.
A esta altura, o petralha já ficou indignado com a abordagem do Tio Rei: “Que absurdo! O Brasil precisa de um Ministério da Pesca, ora essa! Então este setor da economia não merece atenção?” Claro que sim! Em oito anos, os recursos destinados à pasta de Ideli saltaram de R$ 11 milhões para R$ 803 milhões, crescendo 70 vezes! E o que aconteceu com a produção de pescado no período? Era de 990 mil toneladas em 2002 e continuou em 990 mil toneladas em 2010! É o verdadeiro milagre da multiplicação do custo do peixe!
Outro exemplo de expansão do latifúndio improdutivo é o Ministério do Desenvolvimento Agrário, aquele que cuida de um problema que não existe, mas que faz barulho e custa caro: os sem-terra. A Pasta tem o Bloco A na Esplanada, com nove andares, mais o prédio do Incra. É pouco. Por R$ 128 mil mensais, alugou cinco andares de um edifício no Setor Bancário Norte. Precisa ter onde enfiar 144 servidores que não encontram lugar na sede oficial. São muitos os exemplos da gastança. A Advocacia Geral da União, que tem sede própria, também precisou de outro edifício: R$ 1,3 milhão por mês. O Ministério das Cidades aluga um prédio inteiro por R$ 7,7 milhões anuais. E assim vai.
O aluguel de edifícios e andares — R$ 100 milhões por ano! — é decidido pelos respectivos ministérios, sem licitação ou coisa parecida. O PT realmente sabe como acelerar o crescimento. Imaginem a festa que essa gente não representa para o setor imobiliário de Brasília! Deve ser a área da economia brasileira que mais se expandiu nos últimos oito anos! Eis aí evidenciado o compromisso do PT com a… austeridade!
O modo petista de governar é um escândalo de dimensões bíblicas!
COMENTO
Não é atoa, que o PT é considerada a maior facção criminosa do planeta terra, as provas estão aí todos os dias nos jornais e nas TVs, só não vê quem realmente não quer, certo? Fazer o que? Num país onde o povo, vende seu voto ou troca por uma simples bolsa família. E ainda existem aqueles que defendem este corrupto e abominável governo. Cada povo tem o governo que merece, assim diz o ditado popular.
TIMONEIRO ESTAMOS NO RUMO CERTO, ARTILHEIRO SUSTENTA O FOGO, QUE A VITÓRIA É NOSSA, E A LUTA CONTINUA PARA TIRAR ESTA FACÇÃO CRIMINOSA DO PODER DA REPÚBLICA.
sábado, 12 de março de 2011
Com controle de 26 superintendências, o PT transforma o Incra em um latifúndio desta facção criminosa
Por João Domingos, no Estadão:
Embora já exista uma proposta de reforma da estrutura do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que tem por objetivo acabar com o loteamento político dos cargos na autarquia, o governo não cumpre esse objetivo. Levantamento feito pelo Estado apurou que das 30 superintendências 26 estão nas mãos do PT. As quatro restantes estão com um técnico do próprio instituto, um representante da Confederação dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), um afilhado do PMDB e outro do PTB.
Entre as 26 superintendências controladas ou por petistas militantes ou por técnicos ligados ao partido, várias foram entregues à Democracia Socialista (DS), tendência interna do PT à qual pertence o ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence. Ele substituiu Guilherme Cassel, da mesma ala, que havia entrado no lugar do gaúcho Miguel Rossetto, outro importante nome da corrente.
Esse setor petista posiciona-se mais à esquerda do que a ala majoritária, a Construindo um Novo Brasil (CNB), à qual pertence o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O Ministério do Desenvolvimento Agrário é um feudo da DS. Quando a presidente Dilma Rousseff resolveu tirar Cassel, ela convidou em primeiro lugar para dirigir a pasta o senador Walter Pinheiro (BA), mas ele preferiu ficar no Congresso e indicou o nome de Florence. Procurado pelo Estado, Afonso Florence não quis se manifestar.
O domínio que a DS tem do setor agrário do governo é tão grande que pode tirar da presidência do Incra o petista Rolf Hackbart. Ele é ligado à ala da Igreja que atua no campo, como a Comissão Pastoral da Terra (CPT). A substituição não ocorreu ainda porque a presidente Dilma Rousseff resistiria a ceder tanto espaço à DS num setor tido como problemático, violento e cujas metas de assentamento de trabalhadores rurais não é cumprida, informaram assessores do Palácio do Planalto.
Tradição. O domínio petista no Incra tem sido uma tradição desde a posse de Lula, em 2003. Mas outros partidos aliados vinham conseguindo ocupar algum espaço ali, como o PTB.
O superintendente de Goiás, Rogério Arantes, é sobrinho do líder do partido na Câmara, Jovair Arantes. Como o tio, ele é dentista. Há uma forte pressão do PT para que ele seja substituído. O argumento apresentado ao ministro Florence é que não há nenhuma lógica em ter um dentista no comando do Incra.
No Maranhão, a superintendência era controlada por um consórcio do PTB com o PMDB. Por influência do senador Epitácio Cafeteira (PTB-AM) e do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o Incra maranhense foi tocado durante o governo de Lula por Benedito Terceiro. No início do ano ele acabou preso pela Polícia Federal, durante a Operação Donatário.
De acordo com a PF, Terceiro seria um dos cabeças de uma quadrilha que desviava recursos destinados à construção de casas nos assentamentos. Houve um rombo de R$ 4 milhões em cinco anos. A Controladoria-Geral da União (CGU) calcula que os desvios chegaram a R$ 150 milhões. Para o lugar de Terceiro foi nomeado Luiz Alfredo Soares da Fonseca, técnico sem filiação partidária.
COMENTO
Muito bem, a facção do PT é isso aí, todos os brasileiros já estão se acostumando, com tantos crimes, com tanto banditismo institucionalizado, tanta corrupção edêmica e tanta bandidagem. Fazer o que? O povo não sabe votar! Troca voto por bolsa família.
TIMONEIRO MANTER O RUMO! ARTILHEIRO SUSTENTA O FOGO QUE VITÓRIA É NOSSA, E A LUTA CONTINUA PARA TIRAR ESTA FACÇÃO CRIMINOSA DO PODER DA REPÚBLICA.
Embora já exista uma proposta de reforma da estrutura do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que tem por objetivo acabar com o loteamento político dos cargos na autarquia, o governo não cumpre esse objetivo. Levantamento feito pelo Estado apurou que das 30 superintendências 26 estão nas mãos do PT. As quatro restantes estão com um técnico do próprio instituto, um representante da Confederação dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), um afilhado do PMDB e outro do PTB.
Entre as 26 superintendências controladas ou por petistas militantes ou por técnicos ligados ao partido, várias foram entregues à Democracia Socialista (DS), tendência interna do PT à qual pertence o ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence. Ele substituiu Guilherme Cassel, da mesma ala, que havia entrado no lugar do gaúcho Miguel Rossetto, outro importante nome da corrente.
Esse setor petista posiciona-se mais à esquerda do que a ala majoritária, a Construindo um Novo Brasil (CNB), à qual pertence o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O Ministério do Desenvolvimento Agrário é um feudo da DS. Quando a presidente Dilma Rousseff resolveu tirar Cassel, ela convidou em primeiro lugar para dirigir a pasta o senador Walter Pinheiro (BA), mas ele preferiu ficar no Congresso e indicou o nome de Florence. Procurado pelo Estado, Afonso Florence não quis se manifestar.
O domínio que a DS tem do setor agrário do governo é tão grande que pode tirar da presidência do Incra o petista Rolf Hackbart. Ele é ligado à ala da Igreja que atua no campo, como a Comissão Pastoral da Terra (CPT). A substituição não ocorreu ainda porque a presidente Dilma Rousseff resistiria a ceder tanto espaço à DS num setor tido como problemático, violento e cujas metas de assentamento de trabalhadores rurais não é cumprida, informaram assessores do Palácio do Planalto.
Tradição. O domínio petista no Incra tem sido uma tradição desde a posse de Lula, em 2003. Mas outros partidos aliados vinham conseguindo ocupar algum espaço ali, como o PTB.
O superintendente de Goiás, Rogério Arantes, é sobrinho do líder do partido na Câmara, Jovair Arantes. Como o tio, ele é dentista. Há uma forte pressão do PT para que ele seja substituído. O argumento apresentado ao ministro Florence é que não há nenhuma lógica em ter um dentista no comando do Incra.
No Maranhão, a superintendência era controlada por um consórcio do PTB com o PMDB. Por influência do senador Epitácio Cafeteira (PTB-AM) e do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o Incra maranhense foi tocado durante o governo de Lula por Benedito Terceiro. No início do ano ele acabou preso pela Polícia Federal, durante a Operação Donatário.
De acordo com a PF, Terceiro seria um dos cabeças de uma quadrilha que desviava recursos destinados à construção de casas nos assentamentos. Houve um rombo de R$ 4 milhões em cinco anos. A Controladoria-Geral da União (CGU) calcula que os desvios chegaram a R$ 150 milhões. Para o lugar de Terceiro foi nomeado Luiz Alfredo Soares da Fonseca, técnico sem filiação partidária.
COMENTO
Muito bem, a facção do PT é isso aí, todos os brasileiros já estão se acostumando, com tantos crimes, com tanto banditismo institucionalizado, tanta corrupção edêmica e tanta bandidagem. Fazer o que? O povo não sabe votar! Troca voto por bolsa família.
TIMONEIRO MANTER O RUMO! ARTILHEIRO SUSTENTA O FOGO QUE VITÓRIA É NOSSA, E A LUTA CONTINUA PARA TIRAR ESTA FACÇÃO CRIMINOSA DO PODER DA REPÚBLICA.
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