domingo, 24 de junho de 2012

NA VEJA DESTA SEMANA — Aloprados: A montanha que só pariu ratos


Por Rodrigo Rangel e Otávio Cabral:

Na semana passada, a Justiça Federal abriu processo contra nove envolvidos no escândalo dos aloprados, aquele em que petistas foram presos em São Paulo, às vésperas das eleições de 2006, quando se preparavam para comprar um dossiê fajuto que serviria para enredar políticos do PSDB com a máfia que fraudava licitações no Ministério da Saúde. A decisão sugere que mais uma jogada rasteira de petistas interessados em se perpetuar no poder à base de práticas escusas — entre as quais o mensalão desponta como exemplo mais degradante — será, depois de seis anos, finalmente punida. Ledo engano. Os aloprados levados às barras dos tribunais são militantes de baixo escalão e meros tarefeiros a serviço de próceres do partido. Eles vão responder a um processo manco, que não esclarece duas das principais dúvidas relacionadas ao caso: quem encomendou a trapaça eleitoral e de onde saiu o dinheiro que financiaria a operação. Se essas questões não forem explicadas, restará a certeza de que compensa investir no vergonhoso vale-tudo que impera na política brasileira. Afinal, como castigo, só uma arraia-miúda do PT ficará pelo caminho.



Os aloprados — como foram batizados pelo ex-presidente Lula depois de descobertos pela Polícia Federal — agiram em setembro de 2006 numa tentativa de implicar o tucano José Serra, ex-ministro da Saúde e então candidato ao governo de São Paulo, com a quadrilha que desviava recursos públicos direcionados para a compra de ambulâncias. Os petistas portavam 1,7 milhão de reais para comprar papéis falsos destinados a macular a imagem do tucano. À frente da ação figuravam assessores próximos de Lula e do atual ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que à época disputavam, respectivamente, a reeleição presidencial e o governo paulista. Essa operação para atingir os adversários foi um dos muitos tiros no pé disparados pelo partido, talvez o mais exemplar deles. Em vez de ajudar o PT, o caso, ao ser revelado, contribuiu para que Lula fosse obrigado a disputar um segundo turno contra Geraldo Alckmin. Já Mercadante foi derrotado por Serra. As urnas foram as únicas penalidades impostas aos dois petistas. O caso, porém, é mais um a reforçar a suspeita de que órgãos de investigação têm sido usados com fins meramente políticos - principalmente para livrar cardeais do PT de embaraços com a Justiça.


Pressão — O delegado Edmilson Bruno, que prendeu os “aloprados”, disse que o então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, telefonou para a delegacia e perguntou se o nome do presidente Lula havia sido citado pelos presos (Tuca Vieira/ Folhapress; Dida Sampaio/ AE)

A PF concluiu o inquérito sobre o escândalo, ainda em 2006, com o indiciamento de sete pessoas. Não conseguiu apontar os mandantes do crime nem a origem do dinheiro que pagaria o dossiê fajuto. Apesar de sobrarem evidências sobre a participação de integrantes do comitê central de campanha de Lula, o personagem mais graúdo entre os indiciados foi Aloizio Mercadante. Os policiais concluíram que Mercadante seria o principal beneficiário do dossiê, que atingia seu rival direto na eleição de 2006. O indiciamento do petista foi derrubado posteriormente pelo Supremo Tribunal Federal. Restaram, então, só os militantes usados pelo partido para transportar a mala com notas de real e dólar e executar o plano. Os cérebros da empreitada ficaram de fora. No auge do episódio, a Polícia Federal foi acusada de montar uma operação limpeza para apagar os indícios que poderiam levar aos petistas graúdos. Coube a um dos delegados que participaram da investigação, Edmilson Bruno, denunciar a trama. Em depoimento ao Ministério Público, ele acusou alguns de seus principais superiores hierárquicos de ter feito pressão para impedir que o caso chegasse ao núcleo da campanha de Lula. Responsável pela apreensão do dinheiro num hotel vizinho ao Aeroporto de Congonhas, o delegado revelou que até o então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, tinha se empenhado pessoalmente no caso, indagando se os presos haviam citado o nome do presidente Lula.

A investigação da Polícia Federal deixou mais lacunas que certezas. Seguir o caminho do dinheiro, procedimento básico em investigações desse tipo, foi uma das medidas deixadas de lado. Graças a informações enviadas pelo FBI, a polícia federal americana, os agentes brasileiros souberam que os dólares que faziam parte da dinheirama apreendida foram impressos em Miami, circularam pela Alemanha e foram parar numa casa de câmbio do Rio de Janeiro. Lá, foram comprados por pessoas humildes, os conhecidos laranjas. A investigação parou por aí. Não se conseguiu sequer descobrir a mando de quem estavam esses laranjas. Já a origem dos reais nunca deixou o terreno das hipóteses, embora existissem duas pistas consistentes dentro do próprio inquérito. A primeira é que uma parte do dinheiro foi sacada em três bancos de São Paulo, provavelmente pela mesma pessoa. Essa conclusão foi possível após os agentes perceberem nas planilhas da quebra de sigilo telefônico que um mesmo celular, em nome de Ana Paula Cardoso Vieira, era usado para falar com vários envolvidos no escândalo. Ana Paula, na verdade, era Hamilton Lacerda, um dos aloprados petistas encarregados de executar a operação (o CPF da verdadeira Ana Paula foi usado pelo bando para habilitar o aparelho). No dia da prisão, Hamilton “Ana Paula” Lacerda teria passado por três bancos diferentes. “Tentamos várias formas de identificar a origem do dinheiro e não conseguimos”, justifica-se o delegado federal Diógenes Curado, responsável pela conclusão do inquérito.

A outra suspeita, de que parte do dinheiro tinha origem na Bancoop, cooperativa controlada por grão-petistas e usada em outros rolos financeiros do partido, também foi deixada de lado. Tão logo foi concluído pela PF, o inquérito seguiu para o Ministério Público Federal. Os procuradores poderiam ter solicitado diligências para sanar as deficiências da investigação original, mas os avanços foram pífios. A abertura de processo na semana passada sugere o pleno funcionamento das instituições e alimenta a esperança de punição aos culpados. Na prática, porém, fica a impressão de que, mais uma vez, tudo vai terminar na conta de um bando de inconsequentes — ou aloprados, como preferem alguns.



Aloprados de Lula vão ser processados. Finalmente.



Na semana passada, a Justiça Federal abriu processo contra nove envolvidos no escândalo dos aloprados, aquele em que petistas foram presos em São Paulo, às vésperas das eleições de 2006, quando se preparavam para comprar um dossiê fajuto que serviria para enredar políticos do PSDB com a máfia que fraudava licitações no Ministério da Saúde. A decisão sugere que mais uma jogada rasteira de petistas interessados em se perpetuar no poder à base de práticas escusas — entre as quais o mensalão desponta como exemplo mais degradante — será, depois de seis anos, finalmente punida. Ledo engano.





Os aloprados levados às barras dos tribunais são militantes de baixo escalão e meros tarefeiros a serviço de próceres do partido. Eles vão responder a um processo manco, que não esclarece duas das principais dúvidas relacionadas ao caso: quem encomendou a trapaça eleitoral e de onde saiu o dinheiro que financiaria a operação. Se essas questões não forem explicadas, restará a certeza de que compensa investir no vergonhoso vale-tudo que impera na política brasileira. Afinal, como castigo, só uma arraia-miúda do PT ficará pelo caminho.





Os aloprados — como foram batizados pelo ex-presidente Lula depois de descobertos pela Polícia Federal — agiram em setembro de 2006 numa tentativa de implicar o tucano José Serra, ex-ministro da Saúde e então candidato ao governo de São Paulo, com a quadrilha que desviava recursos públicos direcionados para a compra de ambulâncias. Os petistas portavam 1,7 milhão de reais para comprar papéis falsos destinados a macular a imagem do tucano. À frente da ação figuravam assessores próximos de Lula e do atual ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que à época disputavam, respectivamente, a reeleição presidencial e o governo paulista.





Essa operação para atingir os adversários foi um dos muitos tiros no pé disparados pelo partido, talvez o mais exemplar deles. Em vez de ajudar o PT, o caso, ao ser revelado, contribuiu para que Lula fosse obrigado a disputar um segundo turno contra Geraldo Alckmin. Já Mercadante foi derrotado por Serra. As urnas foram as únicas penalidades impostas aos dois petistas. O caso, porém, é mais um a reforçar a suspeita de que órgãos de investigação têm sido usados com fins meramente políticos — principalmente para livrar cardeais do PT de embaraços com a Justiça. Leia mais em Veja.

Postado pelo Lobo do Mar














Reajuste Militares Senador Paulo Paim responde Da tribuna.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

SEM NOMES, ATOLADO EM CORRUPÇÃO E DIVIDIDO POR LUTAS INTERNAS, PT PODE NÃO ELEGER NENHUM PREFEITO DE CAPITAL.



Nestas 15 cidades em que está certo que concorrerá, as maiores chances do PT até o momento se concentram em apenas duas: Goiânia - única onde um prefeito petista disputa a reeleição - e Recife, cujo favoritismo agora está ameaçado com a decisão tomada ontem pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos, de romper com o aliado e lançar um nome de seu partido, o PSB.

O PT ainda confiava na manutenção da aliança e apelava para a influência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre Campos - o que não adiantou Em Fortaleza - a maior capital governada pelo partido - a avaliação é que o rompimento, também com um governador do PSB, Cid Gomes, é inevitável. Pensando em disputar o governo do Estado, a prefeita Luizianne Lins, que preside o PT no Ceará, teria preferido não receber apoio agora para não devê-lo a Cid Gomes e ficar livre para se candidatar em 2014. Luizianne fez força para que o PT indicasse à sucessão seu ex-secretário Elmano Freitas, nome rejeitado pelo governador.

Em outras três capitais, o PT está na briga, mas disputa em condições acirradas. Em São Paulo, onde o partido joga todas as suas fichas - por ser a maior e mais estratégica cidade e que pode compensar eventuais derrotas pelo país - o pré-candidato Fernando Haddad está com 8% das preferências e tenta chegar perto do favorito, o ex-governador José Serra (PSDB). Salvador é uma esperança, mas o deputado federal Nelson Pelegrino tem como adversário o colega de Câmara ACM Neto, que lidera as pesquisas. Em Porto Velho, a pré-candidata é a ex-senadora Fátima Cleide, que tem todas as siglas mais à direita como concorrentes.

Em capitais importantes, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Florianópolis, o PT não terá candidatura própria. Na capital paranaense, é uma situação inédita. A política aliancista e a falta de candidatos contribuem para o quadro desfavorável. A legenda ainda negocia apoio em Aracaju e Cuiabá, onde pode ceder para o PSB, e em Manaus, para o PMDB. "Essa quantidade de casos em que o partido está abdicando de nome próprio é mais resultado do jogo regional e local do que de um grande acerto nacional", afirma o secretário nacional de organização do PT, Paulo Frateschi, que reconhece que o PT não conquistará sete capitais como em 2008.

Em Teresina, por exemplo, ele lembra que o partido teria um bom nome, o senador e ex-governador Wellington Dias. O partido na cidade, no entanto, preferiu apoiar o prefeito Elmano Férrer (PTB), que terá dificuldade para se reeleger. Por outro lado, em Cuiabá, há uma tentativa de interferência do PSB, pelo alto, via direção nacional, para que o PT apoie o empresário Mauro Mendes, que lidera as pesquisas.

Em duas capitais, apesar de os candidatos não estarem bem posicionados, Frateschi considera que eles têm condições de crescimento. Em João Pessoa, o partido tenta se aproveitar do racha ocorrido no PSB para impulsionar a candidatura do deputado estadual Luciano Cartaxo. O prefeito Luciano Agra rompeu com a sigla, ao perder a prévia e o direito à reeleição, e o PT busca seu apoio. Em Rio Branco, o líder disparado é o tucano Tião Bocalom, mas a expectativa é que a vantagem do PT de ter as máquinas municipal e estadual prevaleça.

Outro fator de otimismo é a possibilidade de os candidatos utilizarem Lula como cabo eleitoral. A participação do ex-presidente, entretanto, não está definida e é provável que ele concentre seu apoio em alguns nomes, como Haddad em São Paulo. "No Nordeste estão as típicas cidades onde nossos candidatos podem ser beneficiados com a entrada de Lula e da presidente Dilma na campanha", afirma Frateschi.

O levantamento feito pelo PT nas 118 maiores cidades mostra que a despeito de toda reclamação da militância em São Paulo, devido ao apoio do PP de Paulo Maluf a Fernando Haddad, a sigla de direita é quase sempre um acessório nas alianças petistas. O PT apoia candidato a prefeito do PP apenas em Campina Grande (PB), enquanto é apoiado em 13 dos maiores municípios. O número ainda pode aumentar já que há negociação em mais 11 cidades acima de 150 mil eleitores.(Valor Econômico)

Postado pelo Lobo do mar

quinta-feira, 21 de junho de 2012

MATÉRIA DA REVISTA VEJA RELATA A REALIDADE DAS FORÇAS ARMADAS E OS BAIXOS SOLDOS


Matéria da Revista VEJA relata a realidade das Forças Armadas e os baixos soldos

Forças Armadas do Brasil: treinados, armados e mal pagos
Revista VEJA-publicação/ 18.06

 
Neste domingo, familiares de militares marcharam a partir das 15 horas pela orla da Praia de Copacabana no Rio de Janeiro em um protesto por aumento salarial. A manifestação, batizada de “panelaço”, aproveitou a presença de autoridades do governo e representantes internacionais no Forte de Copacabana para a Conferência Rio+20 para dar visibilidade à causa. Dados levantados pelo site de VEJA mostram a discrepância salarial entre os militares – que somam um efetivo de 339 364 homens - e os demais servidores públicos federais. Um operador de máquina do Senado Federal, responsável por colocar em funcionamento as máquinas do serviço gráfico da Casa, por exemplo, recebe salário de 14 421,75 reais. A vaga, preenchida por concurso, exige apenas Ensino Fundamental completo. Enquanto isso, um capitão-de-mar-e-guerra, o quarto posto mais alto dentro da hierarquia da Marinha e responsável, por exemplo, por comandar um porta-aviões, recebe remuneração de 13 109,45 reais. Veja outras comparações salariais e quanto ganha quem comanda as tropas ao final desta reportagem.
Os militares da ativa são proibidos de se manifestar. Por isso, escalaram suas mulheres para ir às ruas. Ivone Luzardo preside a União Nacional das Esposas de Militares (Unemfa) e é uma das articuladoras do protesto deste domingo. Ela causou alvoroço em março ao subir a rampa do Palácio do Planalto, em Brasília, de uso restrito da presidente. Tudo para chamar a atenção para as reivindicações salariais da categoria. Em maio, conseguiu entregar nas mãos da presidente um ofício com um pedido de audiência. Não obteve resposta. “O governo precisa separar a história da realidade”, afirma Ivone. “Os militares assumiram o poder nos anos 1960 porque ninguém queria um país comunista. Os que hoje estão no governo eram contra os militares na época. Criou-se um revanchismo.” Leia mais..
 
Fonte: Revista VEJA
Colaboração: Cel Carlos Farias

Postado pelo Lobo do Mar

terça-feira, 12 de junho de 2012

Militares das Forças Armadas pedem aumento de salários

Por Júnia Gama, no Globo:

Mais uma vez, um evento das Forças Armadas com a presença da presidente Dilma Rousseff transformou-se em palco de cobranças por melhores condições de trabalho. Nesta segunda-feira, na comemoração do 147º aniversário da Batalha Naval do Riachuelo, em que autoridades e membros das Forças Armadas foram condecorados, a Marinha reafirmou seus pleitos de melhoria nos salários e reequipamento das tropas.
Em discurso, o comandante da Marinha, almirante Julio Soares de Moura Neto, cobrou a concretização das promessas do governo. “Cabe-me destacar a preocupação permanente com o preparo profissional, o bem- estar social e a valorização das carreiras dos homens e mulheres que integram a instituição”,  disse o almirante em seu discurso, “em sintonia com o crescimento da nação, hoje uma das maiores economias do mundo, e de acordo com as orientações emanadas da Estratégia Nacional de Defesa, permanecemos empenhados em poder contar com uma força à altura da nossa relevância no cenário internacional.”
Dilma não discursou. Em mensagem lida por um locutor, destacou a necessidade de ampliação da “capacidade dissuasória” do país, e falou novamente em compromisso com o reaparelhamento das Forças Armadas, mas passou longe da questão salarial: ” Sabemos que nosso papel na preservação da paz depende da capacidade dissuasória do Brasil (…) Diante dessa realidade, os esforços de reaparelhamento da Marinha são uma exigência estratégica”.
As negociações para reajuste salarial da caserna estão sendo conduzidas pelos ministérios do Planejamento e da Defesa, mas ainda estão em estudo técnico.

Postado pelo Lobo do Mar

Promotor confirma: PT deu rombo de R$ 100 milhões no Banco do Nordeste.


Assista aqui a reportagem do Jornal Nacional. E leia aqui a reportagem da Revista Época.

PT, com telhado de vidro, promete "pedreira" contra Perillo na CPI.

Vice-presidente da CPI do caso Cachoeira, o petista Paulo Teixeira (SP) afirmou nesta segunda-feira (11) que o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), deverá enfrentar um depoimento "pedreira" nesta terça-feira (12) na comissão. Embora o PSDB tenha proposto um pacto de não agressão aos petistas e peemedebistas em troca da blindagem de Perillo, Teixeira duvidou que a ideia seja aprovada na reunião que o PT realiza hoje para traçar a estratégia do partido.
Pesou contra Perillo a declaração de que espera uma atitude de estadista do ex-presidente Luiz Inácio da Silva. Perillo disse à Folha ter a expectativa de que Lula não guarde contra ele ressentimentos da época do escândalo do mensalão. A estratégia de se apresentar como vítima de revanchismo contrariou o PT. "Esse discurso não dura meia hora na CPI", afirmou Teixeira. 
Perillo irá prestar depoimento amanhã na comissão sobre sua relação com o empresário Carlinhos Cachoeira e se diz alvo de "perseguição política" por "episódios do passado". Em 2005, no auge do mensalão, Perillo revelou que havia avisado Lula sobre a existência do esquema. O governador disse que vai entregar e mostrar no Congresso os cheques de R$ 1,4 milhão que recebeu na venda de uma casa onde foi preso Cachoeira, em fevereiro. "Fiz um negócio legítimo", afirmou o tucano. (Folha Poder)
Observação: o deputado em questão, defensor da liberação da maconha e orador emérito dos blogs do esgoto, fala muito e, depois, amarela. O PT possui telhado de vidro e não tem moral para atirar pedras. Até porque, no dia seguinte, Agnelo estará depondo. O governador petista nem mesmo tem os cheques da super mansão subfaturada que comprou no Lago Paranoá. Muito menos das franquias que a sua família vem adquirindo,na maior laranjada da história deste país. 
 
Comento
 
O PT é isso aí, corrupção, bandididagem e crimes de toda natureza, só não vê, que não quer, certo? Depois que esses bandidos chegaram no poder, a corrupção aumentou de maneira exacerbada na República.
 
Postado pelo Lobo do Mar