terça-feira, 28 de julho de 2009

ATÉ O STF ESTÁ LENIENTE COM A FACÇÃO DOS PETRALHAS

STF decide, em agosto, que não há provas suficientes de que o mega corrupto e petista Palocci pediu quebra do sigilo bancário do caseiro.
Por Jorge Serrão

A inocência forçada mais requerida pelo desqualificado chefão Lula da Silva – tirando a do companheiro José Sarney – será finalmente confirmada, agora em agosto, pelo Supremo Tribunal Federal. O presidente Gilmar Mendes confirmou ontem que o plenário do STF vai apreciar, na pauta dos próximos 30 dias, a ação contra o deputado petista Antonio Palocci Filho – que Lula deseja escalar em seu gabinete de Relações Institucionais ou na Casa Civil. A única casa não recomendável para Palocci ir é a Mansão da República de Ribeirão. O resto vale tudo...

A maioria dos ministros do STF vai inocentar o super bandido Palocci da acusação de quebra de sigilo funcional pela violação dos dados bancários de Francenildo dos Santos Costa, em 2006. O caseiro denunciou Palocci como assíduo frequentador uma casa em Brasília, visitada por prostitutas de fino trato, destinada a lobby político-empresarial.

Quando era ministro da Fazenda, Palocci foi acusado de ter pedido à Caixa Econômica Federal para revelar os dados da conta do caseiro que o colocou nu perante a opinião pública. Em fevereiro de 2008, o então procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, apresentou denúncia formal ao STF contra Palocci, o então presidente da Caixa, Jorge Mattoso, e o então assessor de imprensa do ex-ministro, Marcelo Netto.

Agora, para alegria do Palhaço do Planalto, os ministros do STF julgarão que não existem provas suficientes de que Palocci teria pedido o sigilo bancário do caseiro. Logo, o petista deve ser inocentado e o caso, arquivado. O relator do processo contra Palocci é o próprio presidente Gilmar Mendes. Isso é um absurdo.


Funcionários malvados do Congresso andam espalhando e-mails e textos xerocados com a célebre contestação da ex-prostituta Gabriela Leite a uma declaração do cantor Evandro Mesquita sobre os “políticos xyzwhijp”.

A fundadora da grife de moda Daspu foi direta e até maternal em seu comentário em favor da “catiguria” que tanto presta serviço aos políticos de Brasília e adjacências:

“Mais respeito. Elas trabalham, não roubam. Não conheço puta assumida que tenha filhos no Senado. Senadores são filhos de suas próprias mães”.
E esses bandidos ainda acham que o crime compensa, não é mesmo?

O apedeuta e analfabeto é grande advogado do super corrupto Zé Sarney.
O chefão Lula afirmou ontem que a nota do líder petista no Senado, Aloizio Mercadante (SP), pedindo o afastamento de José Sarney (PMDB-AP) da presidência da Casa não reflete a posição do PT.

O ministro José Múcio (Relações Institucionais) advertiu ontem que Lula avalia que o posicionamento manifestado por Mercadante seja "de um ou dois senadores".

Eduardo Suplicy desmentiu seu companheiro Lula e assegurou que a posição expressa na nota de Mercadante é "majoritária e consistente".

O Correio Braziliense informa que o moribundo de fogo José Sarney decidiu contra-atacar na mídia.
Para isso, contratou 15 jornalistas para defendê-lo do que considera uma campanha midiática.
A equipe analisa o noticiário e municia os assessores de Sarney para rebater as denúncias.
A estratégia é ressaltar aspectos positivos e ampliar a defesa do senador por meio de sites, blogs e do Twitter.

COMENTO
Enquanto isso, o PSDB promete protocolar hoje a segunda representação contra o presidente do Senado, José Sarney, no Conselho de Ética.
O vice-líder do PSDB no Senado, senador Álvaro Dias, avalia que é melhor que ocorra uma "injustiça" com Sarney do que com o Senado.
"Um julgamento político prescinde da prova material. Mas elas existem neste caso, gravações telefônicas se constituem em prova material já que foram autorizadas judicialmente. O julgamento político não pode prescindir de indícios relevantes, eles existem no caso e sobretudo o que existe é a responsabilidade de preservar o Senado. Podemos correr o risco de cometer injustiça com qualquer senador, mas não podemos cometer injustiça com a instituição Senado".
A representação do PSDB será a segunda contra Sarney apresentada ao Conselho de Ética. A primeira foi do PSOL. Mas as representações e as quatro denúncias feitas por Virgílio terão dificuldade de avançar no colegiado. Os aliados blindaram Sarney no conselho, indicando apenas senadores fiéis ao peemedebista e sem grandes preocupações eleitorais.
É o caso do presidente do conselho, senador Paulo Duque (PMDB-RJ), que deverá arquivar as representações e as denúncias. Duque é segundo suplente do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e não pretende disputar nenhum cargo em 2010. A oposição já avisou que vai recorrer ao plenário do conselho, caso ele engavete as denúncias. Mas, dos 15 votos no conselho, dez são de governistas escolhidos a dedo para votar a favor do mega bandidão e dono do Maranhão, Zé Sarney.

Aliado deu emprego no STJ para neta de Sarney
Na Folha:

Antes de pedir emprego para o namorado no Senado, a neta de Sarney (PMDB-AP) Maria Beatriz ocupou por dois anos cargo de confiança no gabinete da presidência do STJ (Superior Tribunal de Justiça). Ainda cursando direito, recebia mais de R$ 6 mil por mês.
Na época, o STJ não exigia nível superior dos ocupantes de cargos por indicação política, informou ontem a assessoria do tribunal.
Maria Beatriz, que teve diárias pagas por duas viagens internacionais no período -aos Estados Unidos e à Austrália- trabalhou como assessora internacional de 2004 a 2006, de acordo com a assessoria.
Maria Beatriz foi nomeada pelo então presidente do STJ, Edson Vidigal. Hoje inimigo político dos Sarney, Vidigal foi nomeado pelo antigo aliado.


COMENTO
Amigos, a República pede socorro, não é possível uma facção criminosa, causar tantos danos morais e materiais para nação, que antes dos Petralhas chegar ao poder era uma nação hordeira e democratica.
Só não entendo a leniencia das Forças Armadas com essa facção exacerbadamente criminosa que hoje está no poder e cometendo inúmeras atrocidades, entre tantas, o definhamento e desmantelamento das Forças Armadas e o flagelamento dos militares.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

A PETROBRÁS, A REPÚBLICA E O ZALAIA BRASILEIRO!!

Bandidagem, Petrobras paga R$ 203 mi a empresa devedora da União
Por Fernando Barros de Mello, na Folha:

A Petrobras pagou, de 2003 a junho deste ano, R$ 203,1 milhões a um grupo de empresas de terceirização de mão de obra de Santo André (Grande ABC) que já utilizou laranjas e tem uma dívida milionária cobrada pela União, entre débitos tributários e previdenciários.
As empresas possuem o mesmo nome -Protemp-, têm fundadores ou sócios em comum, apresentam o mesmo endereço e estão abrigadas no mesmo site da internet.

A própria Petrobras enviou à Folha, em um primeiro momento, os valores como se fossem repassados a uma só empresa. Só depois confirmou que eram três diferentes CNPJs.
Dos 27 contratos com a Petrobras desde 2005, 11 foram por dispensa de licitação e 16 pelo sistema de convite, em que a estatal escolhe as empresas que apresentam propostas.
Segundo a Petrobras, a Protemp é responsável por funcionários que fazem de análise de dados meteorológicos ou fiscalização de topografia até serviços de limpeza e comunicação. A empresa diz não ter contratos com outros órgãos públicos.

A reportagem apurou que o primeiro débito previdenciário surgiu em 1999. Hoje, a União cobra dívida de R$ 16,99 milhões. A Protemp diz que os contratos foram feitos porque a empresa questiona débitos na Justiça e está parcelando a dívida. A Petrobras afirma que até o último contrato, de outubro de 2008, toda a documentação estava em ordem.
O grupo Protemp já prestava serviços à Petrobras antes de 2003, mas em volume menor: R$ 19,9 milhões entre 1995 e 2002, no governo Fernando Henrique Cardoso -crescimento de 920,3% em relação ao período da gestão Lula.

Mais bandidagem.... Pela CPI, Lula mantém aval a peemedebista corrupto
Por Valdo Cruiz e Maria Clara Cabral, na Folha:

Apesar de avaliar que a situação do senador José Sarney (PMDB-AP) ficou mais delicada nos últimos dias, o presidente Lula não pretende abandoná-lo por temer perder o apoio dos peemedebistas na CPI da Petrobras.
Lula, contudo, deve reduzir as manifestações públicas em defesa de Sarney e atuar mais nos bastidores a partir de agora. Segundo um assessor presidencial, seu chefe não quer dar motivos para que o PMDB no Senado tenha uma posição hostil aos interesses do governo.
O presidente comentou com um aliado que não deseja enfrentar, na reta final do governo, uma nova CPI no estilo da que investigou o mensalão, sobre a qual perdeu o controle e que levou assessores a recomendar que ele desistisse da reeleição.
Na avaliação de Lula, se abandonar Sarney, o PMDB pode se aliar a tucanos e democratas e minar a candidatura de Dilma Rousseff -a ministra da Casa Civil preside o conselho de administração da estatal.


2010 ameaça blindagem do chefe do clã e dono do Maranhão, Zé Sarney
Por Eugênia Lopes, no Estadão:

A uma semana do fim do recesso parlamentar, o cerco em torno do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), começa a se fechar com o aumento da pressão para que ele renuncie ao comando da Casa. Aliados de Sarney avaliam que as férias dos senadores fragilizaram ainda mais a situação do peemedebista. Afinal, 54 senadores - dois terços do total de 81 parlamentares - vão disputar as eleições em 2010 e retornam na semana que vem de suas bases com cobranças de eleitores, como a contratação do namorado da neta de Sarney por ato secreto, como relevou o Estado.
Os supostos estragos do recesso na blindagem feita pelos governistas para manutenção de Sarney no cargo começam a ser sentidos em todos os partidos da base aliada. Até o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi aconselhado a não defendê-lo mais com tanta veemência. Levantamento feito por governistas aponta que hoje Sarney conta com 45 votos seguros a seu favor, na eventualidade de processo de cassação chegar ao plenário do Senado.
Esses mesmos governistas alertam que, desses 45 senadores, nada menos do que 37 são candidatos nas eleições do ano que vem, o que os deixaria mais suscetíveis à mudança de opinião. Daí, o aumento da pressão para o afastamento.
Nessa situação encontra-se, por exemplo, o PMDB. Dos 19 senadores do partido, 16 perdem o mandato no ano que vem - apenas Jarbas Vasconcelos (PE), Pedro Simon (RS) e próprio Sarney têm mais quatro anos pela frente. Por isso, parte dos peemedebistas estaria mais preocupada agora em garantir a sua reeleição em 2010.

Grampo liga Sarney a dono de empreiteira investigado pela PF
Por Hudson Corrêa e Leonardo Souza, na Folha:

Em diálogos até agora inéditos, captados pela Polícia Federal com autorização judicial, o empreiteiro Zuleido Veras diz que não faltaria dinheiro para um empreendimento em Macapá porque “é obra de Sarney”. Em uma outra conversa, em Brasília, Zuleido diz que já estava chegando à casa do senador.
Dono da construtora Gautama, Zuleido foi o principal alvo da Operação Navalha, deflagrada em abril de 2007 para investigar fraudes em licitações de obras públicas. Ele foi preso ao lado de executivos e lobistas da empreiteira, indiciado por formação de quadrilha, corrupção e tráfico de influência e denunciado pelo Ministério Público. Por meio de sua assessoria, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), negou o conteúdo das gravações e disse que nunca recebeu Zuleido em sua casa.
As interceptações são de julho e agosto de 2006. Na época, a construtora de Zuleido ampliava o aeroporto de Macapá. Trata-se da principal obra pela qual Sarney se empenhou no Amapá, Estado pelo qual foi reeleito em 2006.
Obra do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) orçada em R$ 112 milhões, a ampliação do aeroporto de Macapá é alvo de outro inquérito, aberto em junho. A PF apura sobrepreço de R$ 17 milhões na obra, que era tocada pela Gautama e pela construtora Beter. Já tinha vindo a público menções ao envolvimento da família Sarney com Zuleido. Já se sabia, por exemplo, de referências à governadora Roseana Sarney (MA) e conversas gravadas entre o empreiteiro e Ernane Sarney, irmão do senador.
No entanto, não havia até agora um elemento que ligasse diretamente Zuleido a Sarney. Em 4 de julho de 2006, o empreiteiro fala com uma pessoa identificada pela PF apenas como Mauro Viegas. Ele afirma a Zuleido que está “uma turma aqui, o José Alcure [sem identificação no relatório], que vai estar em Brasília até amanhã sobre o assunto lá do Macapá, que você é o titular daquela coisa lá que está devagar”. Aqui

COMENTO
"Caros amigos, as bandidagens dessas facções criminosas, dos petralhas e dos peemidebistas, parecem não ter mais fim, apartir de agora elas vão sair na mídia com mais freqüencia, ainda essa semana teremos muitas noticias bombas".

Senhores oficiais das Forças Armadas, essas facções, que estão no poder, vem cometendo verdadeira atrocidades com a República, com as FFAA e os militares. Visto que elas medram o seio político, extirpando os corruptos, hipócritas e pérfidos petralhas e peemedebistas, que defraudam, usurpam e locupletam-se, as custa do erário público.

Pobres homens públicos, que vivem na obscuridão da ignorância e tem apenas propósitos nocivos e nefastos de: Maracutaias, corrupções e safadezas. Espero que as autoridades brasileiras, tomem providências, o mais rápido possível para exterminar, com essas facções criminosas, que estão no poder, cometendo tantas bandidagens.

O senhor apedeuta da Silva, se considera acima do bem e do mal, uma espécie de Zalaia brasileiro, só que o povo de Honduras foi muito mais esperto e não permitiu o golpe de popularidade, que molusco deu aqui no Brasil.

domingo, 26 de julho de 2009

AS BANDIDAGENS CONTINUAM NO PAÍS DOS PETRALHAS!!

Itaipu - Lula faz novas concessões ao Paraguai
Por Denise Chrispim Marin, no Estadão:

Ao final de três dias de negociações, Brasil e Paraguai não chegaram a um acordo sobre a venda da cota da energia paraguaia gerada em Itaipu para o mercado livre brasileiro, um dos principais pontos em discussão. Os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e do Paraguai, Fernando Lugo, assinaram ontem uma declaração que prevê a criação de um grupo de trabalho que terá 60 dias para negociar o tema e apresentar uma proposta aos presidentes.

Uma vez acertados os detalhes, o Paraguai começará a vender gradualmente a energia excedente no mercado brasileiro, algo com que o Brasil já havia concordado. Houve avanços em outros pontos. Em uma declaração intitulada “Construindo uma Nova Etapa nas Relações Bilaterais”, os dois governos chegaram a um consenso sobre seis itens. O primeiro foi o aumento do valor adicional pago pelo Brasil pela energia paraguaia, que passa de US$ 120 milhões ao ano para US$ 360 milhões.

Além disso, numa concessão importante, Lula concordou que Brasil e Paraguai possam, juntos, vender parcelas de energia de Itaipu a terceiros mercados a partir de 2023. Essa foi a fórmula encontrada para driblar, de um lado, a insistência do Paraguai em exportar imediatamente a energia para outros países e, de outro, a resistência do Brasil em acatar essa demanda. A avaliação entre assessores do governo é que essa medida não fere o Tratado de Itaipu.

O Brasil também tomou a iniciativa de oferecer obras para elevação da capacidade de transmissão de energia de três subestações paraguaias “sem custo” para os paraguaios. O governo brasileiro concordou, ainda, em comprar energia de outras duas usinas hidrelétricas paraguaias.

O documento sela também um entendimento em torno do comércio na fronteira entre os dois países pelos chamados “sacoleiros”. O regime especial de tributação criado pelo Brasil, no qual o “sacoleiro” paga uma alíquota única para legalizar a entrada da mercadoria, consta do documento. Ficou acertado que a tributação será de 25%. Aqui

MAIS BANDIDAGENS

Custo de obras do PAC sobe até 100%
Por Renée Pereira, no Estadão:

Não bastasse a lentidão na execução dos projetos, agora o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - peça-chave do segundo mandato do governo Lula - enfrenta um forte encarecimento no custo das obras. Quase metade dos projetos incluídos no pacote federal passou por revisão no volume de investimentos nos últimos dois anos, desde o lançamento do PAC, em janeiro de 2007. Há casos em que o valor da construção subiu 100%, como é o caso do Gasoduto Urucu-Coari-Manaus, da Petrobrás.

Os dados constam de levantamento feito pelo Estado com 122 empreendimentos de logística, energia, saneamento, urbanismo e transporte urbano. Desse total, 55 tiveram aumento no custo das obras - o que pode mascarar o valor real do programa e dificultar a obtenção de crédito. O resultado foi obtido com base na comparação entre o último balanço do PAC (abril de 2009) e os relatórios anteriores. Só ficaram de fora obras incluídas recentemente no programa ou que tiveram mudanças na descrição do projeto.

Alguns empreendimentos estão na mira do Tribunal de Contas da União (TCU), com indícios de irregularidades graves. Outros já passaram pelo crivo do órgão e foram liberados, com ressalvas para adequação de contratos. Há ainda casos em que as suspeitas de irregularidades não foram esclarecidas, mas a Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do Congresso Nacional optou por liberar a obra por causa do estágio avançado da construção.

Apesar de os projetos serem de diferentes setores, as justificativas para o aumento dos custos quase sempre têm o mesmo tom. Segundo os responsáveis pelas obras, as revisões decorrem de fatores como reajustes anuais dos contratos, mudança nas tecnologias e inclusão de obras não previstas no desenho original. No caso do Gasoduto Urucu-Coari-Manaus, a Petrobrás explica que o acréscimo se refere à adoção de uma tecnologia inédita no Brasil de transporte de tubos, que incluiu o uso de aeronaves especiais vindas do exterior. Além disso, houve elevação dos custos de bens e serviços por causa do aquecimento do mercado, que acrescentaram R$ 1,55 bilhão ao investimento, para R$ 3,1 bilhões.

Na avaliação de especialistas, isso tudo pode ser resumido em duas palavras: falta planejamento. “As obras são iniciadas sem projetos básicos ou com projetos de baixa qualidade. No meio do caminho, descobrem que dimensionaram mal o volume de investimentos e precisam revisar os valores”, afirma o presidente do Sindicato da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco), José Roberto Bernasconi. Aqui

A PETROBRÁS E AS BANDIDAGENS DO PAC
Petrobrás é campeã em rever custos de obras do PAC
Por Renée Pereira, no Estadão:

Os empreendimentos da Petrobrás são campeões na lista das maiores revisões de custos entre os demais projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). No total, 10 obras da empresa apresentaram elevação no valor dos investimentos, que representa acréscimo de R$ 4,7 bilhões (sem considerar a Refinaria Abreu Lima, em Pernambuco, cujo aumento foi de R$ 15,57 bilhões).

As alterações bilionárias chamaram a atenção do Tribunal de Contas da União (TCU), que não tem dado folga para a estatal. A investigação de dois empreendimentos já se tornaram públicas: Refinaria Abreu Lima e Comperj, cujos investimentos somam R$ 42 bilhões, segundo o balanço do PAC.

Em nota, a Petrobrás listou uma série de fatores para explicar os aumentos nos custos. Além do impacto da variação cambial, há questões relacionadas a aumento de serviços por causa de descobertas feitas durante as escavações, como rochas de difícil perfuração, que exigem maior esforço dos construtores.

Outra justificativa foi “o aquecimento do mercado de petróleo e gás nos últimos anos, que provocou a alta da cotação do óleo, elevação de preço de insumos, como o aço, e limitação de equipamentos disponíveis no mercado”. Essa foi a explicação da estatal para o aumento de R$ 920 milhões no investimento na plataforma P-53 (Campo de Marlin Leste).

No caso do Comperj, que está sendo investigada pelo TCU, a empresa afirma que ainda está em fase de licitação para construção das unidades. Apesar disso, já houve aumento de R$ 500 milhões no custo do projeto.

BANDIDAGENS DO CORONEL E CHEFE DO CLÃ, SARNEY

Com patrimônio estimado em R$ 250 milhões, Família Sarney agora investe em terras com gás
Por Rodrigo Rangel, no Estadão:

Dona de um patrimônio estimado em mais de R$ 250 milhões, boa parte na forma de imóveis e emissoras de rádio e televisão, a família Sarney abriu uma nova fronteira de negócios. Investe agora em terrenos situados em regiões do Maranhão onde há perspectiva de exploração de petróleo e gás natural. Os investimentos mais recentes se concentram em Santo Amaro, município localizado a 243 quilômetros de São Luís, na região dos Lençóis Maranhenses.
As áreas estão registradas em nome da Adpart Administração Ltda, empresa aberta em dezembro de 2007 e que tem como sócios o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e uma das netas dele, Ana Clara, filha do empresário Fernando Sarney. A Adpart “funciona” na casa de José Sarney, na Península dos Ministros, Lago Sul de Brasília.
O caso das terras de Santo Amaro desperta atenção pela polêmica que envolve as propriedades. Trata-se de um imbróglio que já foi parar até em delegacia de polícia. O problema é que as mesmas faixas de terra foram vendidas mais de uma vez - por pessoas diferentes e a compradores diferentes. Resultado disso: para um mesmo terreno, há mais de uma escritura e o nome do presidente do Senado está no centro da briga. Os vários “donos” das terras se acusam mutuamente de fraudar documentos. A disputa ocorre exatamente no pedaço de terra onde estariam localizadas promissoras reservas de gás natural.
A escritura em poder da família Sarney data de 2004. Pelo documento, o terreno foi comprado pelo próprio senador, representado na ocasião por procuração concedida a um de seus irmãos, Ronald Sarney. Mais recentemente, José Sarney decidiu transferir a propriedade para a Adpart, a empresa sediada em sua casa de Brasília - a mesma casa, no valor de R$ 4 milhões, que o senador deixou de declarar à Justiça Eleitoral em duas eleições consecutivas, como revelou o Estado. Aqui

Sob investigação, aliados de Sarney ainda mantêm cargos
No Globo:

As descobertas da Polícia Federal puseram em risco o cargo do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), mas não atingiram por completo o império político e financeiro do senador. Quase um ano após a divulgação de parte do conteúdo das denúncias de fraudes em licitações e desvios de recursos públicos, cinco dos principais investigados - quatro deles vinculados ao grupo de Sarney - mantêm-se em cargos estratégicos no governo federal: o ex-ministro Silas Rondeau, membro do Conselho de Administração da Petrobras; Astrogildo Quental, diretor Financeiro da Eletrobras; Ulisses Assad, diretor de Engenharia da Valec; e Fábio Lenza, um dos vice-presidentes da Caixa Econômica Federal. É o que mostra reportagem de Jailton de Carvalho e Bernardo Mello Franco na edição deste domingo em O GLOBO.

Do grupo faz parte ainda Márcia da Silva Barros, auditora da Valec. O choque mais flagrante entre as conclusões da polícia e as decisões do governo está relacionado a Silas, membro do Conselho de Administração da Petrobras. Em 8 de abril deste ano, oito meses após a PF pedir a prisão do ex-ministro, Silas foi reeleito conselheiro da estatal, com o apoio dos representantes do governo na empresa. Silas é acusado de envolvimento com o grupo de Fernando Sarney, alvo central da operação da PF.

O grupo de Silas e Fernando é suspeito de direcionar licitações e desviar recursos públicos em obras nos setores elétrico e de transporte. O caso estava sob sigilo, mas boa parte do conteúdo do inquérito tem sido divulgada desde agosto do ano passado, quando os pedidos de prisão de Silas, Fernando e outros acusados chegaram à Justiça Federal no Maranhão. Relatório do Ministério Público, que ampara os pedidos de prisão, acusa Silas de usar laranjas para criar empresas de consultoria no setor de energia.

As acusações, feitas pela procuradora Thayna Freire de Oliveira, estão baseadas em cópias de e-mails de Silas interceptados pela polícia com ordem judicial. Entre os papéis, estão mensagens trocadas entre o ex-ministro José Antônio Sobrinho, representante da Engevix Engenharia, e Luiz Villar, suposto consultor. Nas trocas de mensagens aparecem minutas de contratos da Dualcon Consultoria e da RV 2 Consultoria. Para a polícia e o Ministério Público, Silas estaria por trás dessas empresas.

Procurado pelo GLOBO, o presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, disse, por meio da assessoria, que não é o responsável pela presença de Silas no Conselho de Administração da estatal. “Cabe aos acionistas da companhia, durante a assembléia geral, eleger os membros do Conselho de Administração para um mandato de um ano. O presidente da Petrobras não tem interferência nessa decisão de um órgão superior”, diz a assessoria, em resposta à pergunta do jornal.

Charles Dias, advogado de Astrogildo Quental, disse que o cliente desconhece o conteúdo das acusações, mas está tranquilo.

- Ele não foi chamado para depor, não conhece todas as acusações. Mas está convicto de que não cometeu nenhum ato ilícito - afirma Dias.

A assessoria de imprensa da Valec não retornou as ligações do jornal. A assessoria da CEF disse que não conseguiu localizar Lenza.

MAIS BANDIDAGENS NO CLÃ
Fisco rastreia laranjas em negócios dos Sarney
Por Lenardo Souza, Maria Clara Cabral e Hudson Corrêa, na Folha:

A Receita Federal começou a rastrear a movimentação financeira de pessoas apontadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal como laranjas usados pela família Sarney para ocultar a propriedade de empresas e praticar lavagem de dinheiro, de acordo com dados do fisco aos quais a reportagem teve acesso.
Conforme a Folha publicou ontem, a Receita iniciou uma devassa em negócios do empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP), e empresas e pessoas ligadas direta e indiretamente à família.
Os auditores detectaram elementos que configuram crimes contra a ordem tributária, como envio ilegal de recursos ao exterior, contratos de câmbio falsos e lavagem de dinheiro. A investigação está em curso e ainda não houve autuações.
O caso se estende à Usimar, fabricante de autopeças conhecida no final dos anos 1990 por ter recebido recursos da extinta Sudam (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia) para um projeto no Maranhão que não saiu do papel. O episódio ocorreu na gestão da governadora Roseana Sarney, irmã de Fernando, que hoje ocupa novamente o posto.
Por meio de nota, Fernando Sarney afirmou que a fiscalização da Receita é de rotina e nada tem a ver com câmbio e lavagem de dinheiro. Ele negou qualquer ligação com a Usimar.
O empresário disse ainda que a fiscalização não tem relação com a saída de Lina Vieira do comando da Receita porque foi iniciada antes da nomeação dela para o cargo. No entanto, foi na gestão de Lina que a Justiça Federal expediu um ofício determinando celeridade na investigação. A receita constituiu então um grupo especial de fiscalização com auditores.

Empresa de Fernando Sarney vendia poste para estatal que dirigia
No Globo:

Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), há muito tempo atua com energia no Maranhão. Formado na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), na turma de 1978, ele se vangloriava, nas rodas de amigos na década de 80, de ter o melhor emprego do mundo: ao mesmo tempo que presidia a Companhia Energética do Maranhão (Cemar), era sócio de uma empresa que fabricava postes de cimento, contratada pela própria estatal. É o que mostra reportagem do enviado especial Chico de Gois na edição deste domingo em O GLOBO.

Em 1983, Fernando foi nomeado presidente da Cemar por Luis Alves Coelho Rocha, eleito governador no ano anterior e aliado de Sarney. Permaneceu na presidência da empresa até 1990, no fim do governo de Epitácio Cafeteira, outro aliado de Sarney. Durante um período, nessa época, Fernando foi sócio da Premolde Indústria de Artefatos de Cimento, que fabricava postes de cimento.

Havia uma determinação do governo federal, na ocasião, para que fossem trocados os postes de madeira que ainda existiam no Maranhão por modelos de cimento, muito mais seguros e duradouros. E Fernando viu ali uma oportunidade de negócios. O empresário permaneceu na sociedade da Premolde até 1985, quando repassou sua parte para Armando Martins Oliveira, irmão do ex-governador de Mato Grosso Dante de Oliveira.

Portanto, durante dois anos, da mesma cadeira da presidência da Cemar, ele contratava sua empresa particular e determinava os pagamentos. O outro proprietário da empresa era Miguel Nicolau Duailibe Neto, primo da mulher de Fernando, Teresa Murad, e do marido da governadora Roseana Sarney, Jorge Murad.

Fernando deixou a presidência da Cemar em abril de 1990, quando João Alberto Souza assumiu o governo do Maranhão por um ano. Mas alguns de seus amigos permaneceram. Um deles foi Silas Rondeau. O ex-ministro de Minas e Energia foi diretor de distribuição da estatal durante a gestão de Fernando e ali permaneceu até Roseana Sarney assumir seu primeiro mandato, em 1995. Silas é acusado pelo Ministério Público, entre outras coisas, de formação de quadrilha. Nos grampos telefônicos realizados pela Polícia Federal, com autorização judicial, há várias menções a seu nome por outros suspeitos de irregularidades.

O GLOBO procurou falar com Fernando na sede do grupo Mirante, mas ele não foi localizado. Eduardo Ferrão, seu advogado, também foi procurado e não retornou. Miguel Duailibe não foi localizado.

COMENTO
Meus nobres amigos, a República está doente, não é possível, tanta corrupção e bandidagem em um país que se diz democrático. Nosso país já é uma "CLEPTOCRACIA", e quem o transformou? Essa facção exacerbadamente criminosa dos petralhas que está no poder, que além de cometer inúmeros atos ilícitos, ainda não fiscaliza os outros corruptos poderes da República.

Causa-me etranheza a leniência das autoridades brasileiras e das Forças Armadas, com essa quadrilha de gatunos que está no poder, cometendo tantas barbárie, entre muitas o sucateamento das FFAA e o flagelamento dos militares.

Essa facção dos gânteres, hipócritas e corruptos PETRALHAS, além de desonesta, medra o seio político, extirpando o pérfidos bandidos que o defraudam, que usurpam e locupletam-se às custa do erário público, cometendo todos os tipos de barbárie e atrocidades no nosso país.

UM BOM DOMINGO PARA TODOS.

sábado, 25 de julho de 2009

O PMDB DE SARNEY E RENAN E A FRÁGIL REPÚBLICA!

Meus queridos amigos, o PMDB é um partido de aluguel, exacerbadamente corrupto, nocivo e pernóstico, para nação, para o povo brasileiro e para Forças Armadas.
O PMDB, o partido brasileiro com o maior número de filiados e dono da maior bancada no Congresso Nacional, entre outros indicadores de grandeza, encarna os grandes males da política ou apenas seus membros se aproveitam com mais eficiência das regras que facilitam a perpetuação da corrupção, da bandidagem e do fisiologismo. A resposta não é tão simples.
O PMDB é o retrato do que existe de mais abominável, na República, é a representação da corrupção, bandidagem e o fisiologismo, que são irmãos siameses, que ainda continuam a permear a atividade política de atrocidade e barbárie no Brasil.

DE UM PASSADO NOBRE, PARA UM PRESENTE POBRE E CORRUPTO
Ulysses Guimarães foi a encarnação do PMDB que liderou a oposição ao antigo regime.
O PMDB de hoje, o partido de aluguel, mais corrupto da República, encarna o paroxismo do fisiologismo. Há um limite na política real que é aceitável: o partido utiliza sua força para eleger grandes bancadas, pressionar o governo e conseguir inúmeros cargos públicos. Isso poderia até explicar a onipresença do PMDB no poder. Mas o partido vai além do aceitável. Afirmam os cientistas políticos: “O PMDB usa essa força para promover a corrupção, a bandidagem o compadrio e o nepotismo. Isso resvala na marginalidade e na bandidagem.

O MDB foi a encarnação do bem no combate à ditadura. Ganhou um P e virou a encarnação do mal na democracia”. Apesar disso (pois seria cinicamente impensável escrever “por causa disso”), o partido é alvo de cobiça. Está no corrupto governo Molusco assim como esteve em todos os governos nos últimos 24 anos. Se nenhuma turbulência ocorrer, já se prepara para participar do futuro governo a ser eleito em 2010. Por quê?

Porque, é quase impossível chegar ao Planalto sem o concurso do PMDB, que se tornou um partido "mercenário e de mercantil" e ligado a todas as safadezas e bandidagens na República.

O PMDB de de hoje é o PMDB de Renan, de Sarney e de outros "bandidos cabeludos", que se aproveitam da frágil República e medra o seio político extirpando os desonestos, os hipócritas que enganam a nação e ao povo; dos pérfios "homens públicos mal caráteres e falsos líderes", que usurpam e locupletam-se às custas do erário público, do nepotismo e "coronelismo".

O atual PMDB deveria ser extinto, por estar prestando um deserviço a República
e ainda, transformou o Legislativo; mergulhando este poder da República num abominável mar de lama.

Espero que o Judiciàrio brasileiro tome sérias medidas, contra esse partido de aluguel, de bandidagens, maracutaias e safadezas, que está envolvido em todas as corrupções deste nocivo governo petralha.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

BANDIDAGENS MAIS UMA VEZ DO OLIGARCA CHEFE DO CLÃ

Oposição vai ao Conselho de Ética pela 4ª vez, mas Lula ainda defende Sarney
Por Rosa Costa e Moacir Assunção, no Estadão:

Enquanto o líder do PSDB no Senado, oficializava no Conselho de Ética, em Brasília, a quarta denúncia contra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), o "presidente" Molusco Silva insistia ontem em fazer sua defesa. “É preciso saber o tamanho do crime. Uma coisa é roubar, matar, outra é pedir emprego e o tráfico de influência, o lobby. O que não se pode é vender tudo como um crime de pena de morte”, declarou o desnorteado presidente, em entrevista à Rádio Globo, em São Paulo.

Foi uma tentativa de minimizar as gravações, feitas legalmente pela Polícia Federal, reveladas pelo Estado na quarta-feira - nas quais o corrupto empresário Fernando Sarney, filho do senador, negocia um emprego no Senado para o namorado da filha Beatriz. É a quinta vez que Molusco defende o aliado desde o início do escândalo dos atos secretos.

Na contramão do presidente, contudo, a oposição reforçou ontem a pressão para que Sarney deixe o comando do Senado. Além da nova iniciativa de Virgílio, os senadores Pedro Simon (PMDB-RS) e Cristovam Buarque (PDT-DF) anunciaram que vão solicitar formalmente ao presidente do Conselho de Ética, Paulo Duque (PMDB-RJ), que antecipe a reunião (marcada para dia 4) que examinará as quatro denúncias e a representação do PSOL impetradas contra Sarney. Em férias no Rio, Duque avisou, porém, que não convocará reunião de emergência. “Não tenho como reunir 15 pessoas durante o recesso. Nem todos podem vir. Além disso, não há previsão regimental para fazer isso.”

MINC - UMA FAMÍLIA DEDICADA A SERVIR
Por Alexandre Rodrigues, da Agência Estado

Além da mulher, o desorientado "ministro do Meio Ambiente", Carlos Minc, tem um filho empregado como assessor parlamentar. O advogado José Luís Galamba Minc Baumfeld, de 27 anos, está lotado desde o início do ano no gabinete do vereador petista Adilson Pires na Câmara de Vereadores do Rio. O vereador, líder do governo do prefeito Eduardo Paes (PMDB) na Câmara, nega ter empregado o rapaz a pedido do ministro. Conhecido nos corredores da Câmara como Zezé, o filho de Minc foi nomeado para o cargo em comissão de Assistente 1, símbolo DAS-6, com salário bruto de R$ 4.587, aumentando a lista de parentes de políticos empregados nos gabinetes da Casa.

Em abril, a mulher de Minc, Maria Margarida Galamba de Oliveira, também ganhou um cargo de secretária parlamentar, mas em Brasília, onde o ministro carioca passa a maior parte da semana desde que se tornou ministro do Meio Ambiente. Conhecida como Guida, ela foi nomeada no gabinete da deputada federal Cida Diogo (PT-RJ) na Câmara, ocupando a vaga de uma funcionária que foi empregada no Ministério do Meio Ambiente, numa espécie de nepotismo cruzado que o ministro negou. O salário dela é de cerca de R$ 4 mil. Cida e Pires integram a mesma corrente petista, a Mensagem ao Partido, liderada nacionalmente pelo ministro da Justiça, Tarso Genro.


COMENTO
Meus nobres amigos, é incrível como os filhos, netos, mulheres, namorados, amantes e etc dos homens públicos brasileiros são competentes, não é mesmo senhores? O que me causa estranheza é que, sendo tão hábeis e competentes, em vez de procurar emprego na iniciativa privada, eles todos decidam ser “homens públicos” — em alguns casos, “mulheres públicas” também. São realmente muitas bandidagens e crimes, no país dos petralhas .

A leniência das autoridades brasileiras, com esses tipos de corrupção e maracutaia é lastimável. Por que só os parentes dos "chamados homens públicos", conseguem esses beneplácitos da União e dos estados brasileiros?

Essas facções criminosas, que estão nos poderes, tanto federal, como estaduais, são realmente abomináveis, pois elas medram o seio político, estirpando os desonestos, os hipócritas e os pérfidos homens públicos que usurpam e defraudam a nossa frágil e desgovernada República e ainda locupletar-se às custas do erário público e ainda querem perpetua-se no poder.

É a facção criminosa dos petralhas, essa velha hidra de corrupção que com seus tentáculos corruptos e nocivos, tenta usurpar tudo que pode do erário público, causando verdadeiro prejuízo a nação, ao povo e principalmente as Forças Armadas e aos militares, que a cada dia ficam mais pobres e fragilizados.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

CANDIDATOS COMPROMETIDO COM AS FFAA E OS MILITARES

Caros amigos, precisamos focar nossos trabalhos, em cadidatos comprometidos, com a nossa classe. Deveremos mostrar nossa força nas próximas eleições, com o objetivo de apoiarmos bons candidatos, vamos encarar essa luta de frente.

É muito importante que tenhamos nomes de consenso, tanto para presidente da República, como para o legislativo, pois os núcleos de militares em vários Estados, já estão prestando um excelente trabalho, para nossa classe.

Agora vamos para as bandidagens molusquianas de hoje.
No Globo:
Mesmo com a proibição explícita, desde 2007, do pagamento de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) pelo governo nos contratos com o setor privado, essa irregularidade vinha ocorrendo até recentemente em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Auditoria ainda não finalizada da Controladoria Geral da União (CGU) sobre obras de saneamento em Cuiabá (MT), por exemplo, detectou que os dois tributos estariam “embutidos” nos pagamentos. É o que mostra reportagem de Leila Suwwan e Regina Alvarez na edição desta quinta em O GLOBO.
O mesmo problema já havia sido constatado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) na corrupta Petrobras. Em um dos casos, de 2006, a beneficiada foi a GDK, empresa que ganhou fama no escândalo do mensalão por presentear um dirigente do PT com uma Land Rover.

Nas obras do PAC-Cuiabá, o governo federal participa com cerca de R$ 150 milhões para a construção de sistemas de esgoto e abastecimento. Durante a fiscalização, auditores da CGU constataram que o CSLL e IRPJ estariam embutidos como BDI (Bonificação e Despesas Indiretas) de algumas das empresas contratadas.
De acordo com nota técnica da CGU de abril deste ano sobre a fiscalização, ainda inconclusa, a prefeitura ainda está verificando quais tributos estavam sendo cobrados pelas empresas. E o Ministério das Cidades informou que, diante da falta de esclarecimentos do município, irá determinar que o contrato seja repactuado e que as diferenças pagas a mais sejam descontadas nos próximos pagamentos.
A Petrobras informou que, como determina o Tribunal de Contas, não permite a inclusão do IRPJ e CSLL em seus contratos. Segundo a assessoria de imprensa, o caso citado é de 2006 e possíveis falhas neste sentido são pontuais e são corrigidas. E lembrou que a empresa celebra cerca de 240 mil corruptos contratos por ano.

Mais bandidagens
Por Rodrigo Rangel, no Estadão:
Num dos diálogos gravados pela Polícia Federal durante a Operação Boi Barrica, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), telefona para avisar o filho Fernando Sarney sobre o andamento de um dos recursos apresentados pelos advogados da família ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), para ter acesso aos autos da investigação. Sarney orienta o filho a procurar um “amigo”, que poderia ajudar. Em várias conversas interceptadas pela PF com autorização judicial, os Sarney demonstram intimidade com integrantes do Poder Judiciário.
“O processo foi distribuído, o novo, para o Gallotti (ministro Paulo Gallotti, então relator do processo)”, diz Sarney a Fernando. Em seguida, o pai manda que o filho procure o tal “amigo” para tratar do assunto: “Se pudesse falar com o teu amigo pra dar uma palavrinha, tá?” Precavido, o filho sugere um encontro pessoal. “É, mas isso eu tenho que fazer pessoalmente. Pegar um avião e ir aí (a Brasília) segunda, né?” Sarney manda Fernando resolver por telefone mesmo.
A conversa ocorreu em 28 de março de 2008. Na data, um dos advogados da família, Eduardo Ferrão, dera entrada, no STJ, com o segundo recurso para tentar ter acesso ao inquérito que deu origem à Operação Boi Barrica. Obteve êxito. Em 9 de abril, o ministro Paulo Gallotti, hoje aposentado, concedeu liminar que deu ao advogado direito de vista de um dos inquéritos da operação.
Em dezembro de 2007, em substituição a Gallotti, o ministro Napoleão Nunes Maia Filho já havia autorizado a consulta a outro procedimento. Cada pedido dos investigadores à Justiça Federal do Maranhão era autuado com um número diferente. Como em toda investigação sigilosa, os números eram mantidos em segredo. Não adiantava. Os advogados de Fernando logo descobriam e impetravam recursos para ter acesso à apuração.
Não foi só uma vez que Sarney apareceu nos telefonemas tratando da investigação. Em pelo menos três diálogos, ele demonstra preocupação com o inquérito. Em agosto, quando a Polícia Federal e o Ministério Público levaram à Justiça Federal do Maranhão o pedido de prisão de Fernando, o monitoramento revelou movimentos dos Sarney que, para investigadores, demonstram que foram alertados. Num dos diálogos, o próprio Sarney pediu a Fernando que viajasse, com urgência, a Brasília.

Mais bandidagens
Por Rodrigo Rangel e Leandro Colon, no Estadão:

As gravações feitas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Boi Barrica - com autorização judicial - revelam o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), como operador atuante nos negócios e também na política. Um dos alvos preferidos dele, revelam os diálogos, é o setor elétrico - nos telefonemas, interlocutores como o diretor da Eletrobrás, Astrogildo Quental, e o assessor do ministro Edison Lobão (Minas e Energia) Antonio Carlos Lima, o Pipoca.
Responsável pelo dia a dia das empresas do clã Sarney no Maranhão, Fernando, avesso aos holofotes e único dos três filhos de Marly e José Sarney a não entrar oficialmente para o mundo da política, se mostra um eficiente articulador, sempre preocupado com dinheiro e com os interesses da família no setor público.
Apontado pela Polícia Federal como chefe de uma organização criminosa com tentáculos sobre órgãos do governo federal comandados por apadrinhados do pai, Fernando esbanja poder. Nas interceptações da Boi Barrica, é personagem de muitas conversas cifradas, pontuadas por suspeitas. Num diálogo gravado pela polícia em 26 de março de 2008, por exemplo, Fernando e o irmão deputado Zequinha Sarney (PV-MA) falam sobre uma transação pendente no Maranhão.
“Aquele assunto, Fernando, lá do Maranhão, é 900 mil, não tem nada de 5 milhões, não”, diz Zequinha. “O negócio é quente.”
“Então é tudo procedimento. Procede tudo, né?”, pergunta Fernando. O deputado responde: “Procede, mas não da maneira que tu falaste. Não era assim também não. Era nota fria.”
Com o irmão, a quem chama de Zecão, Fernando também falava frequentemente sobre pesquisas eleitorais e a cobertura política dos veículos da família, no Maranhão.
Os contatos de Fernando, que por dia costumava atender e efetuar uma média de 150 chamadas em seu celular, se concentram entre o Maranhão e Brasília. Há dezenas de ligações, por exemplo, para Astrogildo Quental - até hoje diretor financeiro da Eletrobrás, por indicação de Sarney.

Mais bandidagens
PF vê lobby de ex-ministro na Petrobras em favor dos Sarneys
Por Hudson Corrêa, Fernanda Odilla e Leonardo Souza, na Folha:

Houve tráfico de influência do ex-ministro de Minas e Energia Silas Rondeau na Petrobras, segundo a Polícia Federal. A apuração faz parte do inquérito da Operação Boi Barrica, cujo alvo principal é o empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).
Integrante do Conselho de Administração da Petrobras, Rondeau, segundo a PF, “exerce grande influência” na estatal para “beneficiar os negócios do grupo” de Fernando.
Aliado de Sarney, Rondeau deixou o ministério em maio de 2007, acusado de envolvimento com fraudes da empreiteira Gautama. Desde então, tem se dedicado a prestar consultorias para empresas que atuam na área de energia, entre elas a eólica -setor que a Petrobras deve ampliar os investimentos.
Conforme a PF, Rondeau usa empresas de consultoria para “mascarar” recebimento de dinheiro de empresas da área de energia. O ex-ministro, diz a PF, “figura como sócio oculto” da empresa RV2 Consultoria, sediada em Brasília. Ele dá expediente na empresa.
Dias depois de ser criada, em maio de 2008, a RV2 assinou um contrato de R$ 195 mil com a empresa Multiner, que atua na geração de energia.
Um dos projetos da Multiner é a construção de duas usinas eólicas em Guamaré (RN), município onde a Petrobras tem cinco projetos para o setor. Até março, Multiner e Petrobras negociavam parceria. O negócio ainda não andou.
Além disso, a Multiner garantiu em 2008 a opção de compra de ações para controlar a termelétrica de Cristiano Rocha em Manaus. A usina recebe R$ 27,7 milhões (8,8% do total) em financiamento da Petros, o fundo de pensão da Petrobras.
O inquérito da PF menciona ainda contrato da RV2 com a Abeeólica (Associação Brasileira de Energia Eólica). Rondeau é consultor da associação, que tem a Petrobras entre seus associados. Lauro Fiuza Jr., presidente da Abeeólica, descarta qualquer ingerência do ex-ministro. “Não vejo como qualquer influência do Silas na Petrobras vai beneficiar a Abeeólica, não fazemos negócio.”

Avaliação reservada do grupo de Sarney é de que Tarso deveria ter evitado o vazamento das conversas telefônicas e o direcionamento da investigação da Operação Boi Barrica para Sarney. O presidente do Senado falou com poucos interlocutores políticos. Demonstrou estar magoado com a enorme exposição de seus familiares. Mas tem sido enfático ao afirmar que não pensa em renúncia ou afastamento.

Contando com o apoio incondicional da maioria da bancada peemedebista e mesmo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Senado disse aos seus interlocutores que pretende continuar se defendendo do que classificou de campanha da mídia para derrubá-lo. E minimizou o conteúdo das gravações divulgadas:

A suspeita de Sarney é que setores do PT que estariam descontentes com a sua eleição para o comando da Casa estariam alimentando denúncias contra ele. Na época da Operação Lunus, que encontrou dinheiro num escritório de Roseana, então pré-candidata do DEM à Presidência, em 2002, o grupo de Sarney também tentou pôr a culpa no então adversário do PSDB.

COMENTO
O temor no palácio das corrupções é que a popularidade, mesmo comprada do apedeuta da Silva possa sofrer abalos ao colar a imagem dele aos escândalos do presidente do Senado. Mas a determinação maligna, ainda é de manter a corrupta blindagem por causa do necessário apoio de Sarney e do PMDB ao projeto petista da candidatura da digamos "ministra" da Casa Civil, comandate Dilma Rousseff, em 2010.
O que fica caracterizado é que esses gângsteres dessa facção criminosa dos petralhas não tem limites.
Enquanto esse mar de corrupção acontece na República, nossas Forças Armadas está a cada dia mais definhadas e desmanteladas, militares humilhados por dois dos maiores caudilhos da história da humanidade, FHC e Molusco da Silva.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

PROBLEMAS A VISTA NA REPÚBLICA DOS PETRALHAS

O BC do B já parte para “fuga do dólar” e aplica reservas onde interessa à Oligarquia Financeira Transnacional
Por Jorge Serrão

O Brasil já coloca em marcha uma estratégia de fuga do dólar – conforme deseja a Oligarquia Financeira Transnacional que aposta contra a soberania dos EUA? Tudo indica que sim. Um dia depois que a candidata Dilma Rouseff se reuniu com o Secretário do Tesouro dos EUA, durante seu lobby junto a clubes de poder em Washington, o Banco Central do Brasil vendeu US$ 24,3 bilhões em títulos americanos das reservas internacionais. O BC sinaliza que vai encurtar ainda mais os prazos dos investimentos em títulos norte-americanos.

A grana – que corresponde a quase 10 por cento das reservas brasileiras - foi reaplicada em papéis de organismos supranacionais, como o BIS (Banco de Compensações Internacionais). Com reservas de US$ 209,821 bilhões, o Brasil é o quarto maior financiador do Tesouro americano, atrás da China, do Japão e do Reino Unido. Ontem, enquanto se desmantelam as relações econômicas Brasil-EUA, Dilma Rousseff e um grupo de empresários tiveram um rápido, festivo e inútil encontro com o presidente Barack Obama.

Em tese, o Brasil corre atrás de maior rentabilidade nas reservas internacionais. Mas, na prática, pode estar beneficiando bancos que precisam, agora, das nossas reservas. É um grande segredo onde as reservas brasileiras são aplicadas. Além do BIS (o banco central privado dos bancos centrais, mecanismo da Oligarquia Financeira Transnacional), o capimunista BC do B também faz aplicações no KHW – o banco para crédito e reconstrução da Alemanha.

Ontem, Ben Bernanke alertou que os juros continuarão muito baixos por um longo período. O presidente do Banco Central (privado) dos EUA admitiu que o rendimento dos títulos do Tesouro caiu. Suas declarações estimulam a fuga do dólar, jogando contra os EUA. Bernanke também informou que o Federal Reserve estuda formas de desmontar as políticas de estímulo monetário. Suas palavras deixam claro que os interesses dos banqueiros internacionais que comandam o BC norte-americano falam mais alto que a soberania econômica dos EUA – que é assegurada, na verdade, por seu poderio militar.

Graves problemas de relacionamento econômico
O Brasil terá neste ano seu primeiro déficit comercial com os EUA na década.
De janeiro a junho, a balança pende para os EUA em US$ 2,5 bilhões e não se prevê reversão.
No período, as exportações brasileiras aos EUA caíram 44%.
Pelo visto, não vai ser o Fórum dos 20 CEOs, ocorrido ontem e anteontem em Washington, que vai resolver o problema...

Cadeia para os super bandidos e corruptos parlamentares
Parlamentares bandidos que declararem despesas falsas ou usarem fundos públicos indevidamente poderão pegar até um ano de prisão.
O que ainda é muito pouco.
A medida foi tomada como reação aos sucessivos escândalos de mau uso de verbas públicas pelos políticos corruptos.

Uma pena que será adotada apenas na INGLATERRA – onde existem muitos políticos corruptos, como aqui na República dos petralhas.

Vamos dar Nomes aos bois?
Quando será que o juiz Fausto de Sanctis vai revelar quem eram os 23 cotistas que investiam com Daniel Dantas no liquidado Opportunity Fund?


COMENTO
Essas bandidagens, nos três poderes da República, principalmente no "executivo molusquiano", já está se tornando normal.
O povo brasileiro já está se acostumando com tantas safadezas maracutaias.

Os petralhas, são uma espécie de "alquimistas do mal", pois trasformam tudo em bandidagens, corrupção e maracutaias. Essa mega facção criminosa é simplesmente abominável e ainda obriga as Estatais como: Petrobras, BB, Correios e CEF a também cometer crimes como: Doação e desvio de dinheiro público para prefeituras petistas, doação de terrenos públicos para diretores dessas Estatais, Peculato, formação de quadrilhas e muitos outros crimes.

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