Folha Online
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), recebe mensalmente ao menos R$ 52 mil dos cofres públicos, mais do que o dobro permitido pela Constituição, que estabeleceu como teto salarial o subsídio de ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), hoje de R$ 24.500, informa reportagem de Fernanda Odilla e Hudson Corrêa, publicada nesta quinta-feira pela Folha.
COMENTO
Verossimilhança – princípio que se baseia na construção de argumentos a partir de fontes diversas, através de informações fragmentárias, que não deixam dúvidas.
Meus nobres amigos,“Já se tornara impossível distinguir quem era homem, quem era bicho ou um animal, perigosamente selvagem”.
O corrupto, desnorteado e desqualificado, ex-presidente Fernando Collor, agora senador pelo PTB (AL), esteve na terça-feira, com o presidente molusco, um dia depois de protagonizar aquele espetáculo de pirotecnia e fúria animalesca no Senado, quando voltou a encarnar a figura do homem “com aquilo roxo”, olhar viperino, vamperesco, dentes cerrados, respiração ofegante, como quem está prestes a dar um daqueles golpes definitivos de morte, não é mesmo? Isto mesmo: Collor de Mello, agora me lembro, havia nos prometido dar a o “ippon” na inflação e só deu Zélia Cardoso de Mello com aquela saia que Bernardo Cabral achava “deliciosa”.,, E outros espetáculos de vulgaridade, arrivismo, maus-bofes, falta de educação e requintes de bandidagens.
O corrupto "Caçador de marajás das Alagoas", Fernando Collor, o mega valentão, olhava, prestes a explodir, com olhar nocivo e ameaçador, a um homem de 80 anos. A idade, por si, não dava razão a Pedro Simon, mas seu legado sim.
Vale apena lembrar que, na década de 60, seu pai deu um tiro em outro senador, durante uma sessão no Congresso Nacional e por este ato não ficou preso um dia se quer.
Voltando ao destemperado e desqualificado para o cargo que ocupa, Collor ele só tinha aquela fúria publicitária que o tornou tão notável; Seu irmão Pedro Collor disse realmente quem era ele. O desnorteado ainda foi recebido ontem pelo digamos "presidente da República". Como se vê, não há disfarce na suja operação de politicagem abrúpta e corrupta na República dos Petralhas.
O OUTRO CORRUPTO E EXACERBADAMENTE NOCIVO
Zé Sarney, se fosse um político um pouquinho melhor e tivesse o mínimo de caráter, teria renunciado ontem.
O chefe do Clã, Sarney discursou ontem no Senado.
Se o abominável político, fosse um pouquinho melhor e menos ganancioso depois de o, por assim dizer, “Conselho de Ética” livrá-lo de todas as acusações, renunciaria. E com Uma certa propensão para o pragmático e para os altivos gestos gratuitos de gatunagem. Mesmo sem precisar — porque endossado por seus corruptos pares, ele abriria mão do cargo. Seria uma pequena nota maiúscula na coleção de minoridades em que se transformou a sua suja e corrupta biografia. Assumiria interinamente um senador da oposição e logo se faria outra eleição e assumiria outro bandido e ficaria "tudo como dante no quartel de Abrante". Más no Senado da Reública, a sua grande obra permanece secreta. Ah, sim: ainda que fique no cargo, será só um pato manco e roco, quase sem voz.
Facção criminosa dos PETRALHAS evita engrossar coro por renúncia e fortalece o chefe das bandidagens no Legislativo, o corrupto Zé Sarney.
Por Eugênia Lopes e Christiane Samarco, no Estadão:
O PT reforçou ontem o apoio para a permanência de José Sarney (PMDB-AP) na presidência da Casa ao manter a posição pela licença temporária e não aceitar um convite de outros quatro partidos (DEM, PSDB, PDT e PSB) para pedir a renúncia do senador ao cargo. A decisão do PT acabou fortalecendo Sarney e deixando isolados os senadores que defendiam a renúncia - ao fim do dia, todos os partidos optaram por manter só o pedido de afastamento de Sarney.
Se o PT tivesse concordado com a renúncia, os demais partidos fariam o mesmo tornando inviável a permanência de Sarney no comando do corrupto e abominavel Senado da República.
Em um plenário de 81 senadores, os 5 partidos somam 46 votos - 14 do DEM, 13 do PSDB, 12 do PT, 5 do PDT e 2 do PSB. Mesmo com as dissidências (senadores francamente favoráveis a Sarney), a situação do presidente do Senado ficaria mais frágil com o pedido formal dos partidos para que renunciasse.
Em uma demonstração clara de que sua renúncia ficou mais longe, Sarney fez questão ontem de presidir a sessão do Senado por mais de duas horas e depois desfilou com desenvoltura pelo plenário cumprimentando aliados e até “inimigos”. Inicialmente, os cinco partidos haviam cogitado fazer uma nota conjunta pedindo o afastamento de Sarney da presidência do Senado, mas acabaram desistindo, reforçando sua permanência no comando da Casa.
Tropa de choque, do partido de aluguel, mais sujo da República, vasculha despesas de senadores
Por Leandro Colon, no Estadão:
A tropa de choque do presidente José Sarney (PMDB-AP) manteve ontem a tática iniciada na segunda-feira de fazer ameaças aos que pedem a renúncia do senador. A estratégia é levantar as despesas dos senadores e buscar antigas denúncias e novas informações que possam intimidar adversários. Na mira estão tucanos, peemedebistas que não fazem parte da tropa e até petistas que defendem a saída de Sarney da cadeira de presidente do Senado.
Um dos comandantes do grupo, um "selvagem bandido e cabeludo", Wellington Salgado (PMDB-MG), anunciou que deve finalizar hoje o pente-fino que mandou fazer nas centenas de atos secretos editados nos últimos anos. Aos jornalistas, avisou que os ex-presidentes Garibaldi Alves (PMDB-RN) e Tião Viana (PT-AC) são os campeões de boletins sigilosos nos últimos anos. “Meus assessores ainda encontraram muita coisa anunciada de maneira errada”, afirmou. Salgado quer apresentar o resultado na reunião de hoje do Conselho de Ética.
Em plenário, o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), disse ao próprio Sarney que esse tipo de ameaça pode prejudicá-lo. O tucano foi o primeiro alvo, após a revelação de que o Senado gastou R$ 216 mil com um assessor que passou 18 meses estudando no exterior com salário pago pela Casa. Virgílio já devolveu R$ 60 mil. “Mas eu tomo a atitude de vir a esta tribuna e fazer uma autocrítica, tomo a atitude de não mentir, tomo a atitude de não tergiversar”, afirmou ontem em plenário, dirigindo-se ao senador Sarney.
O pragmático Juiz da censura terá de explicar relações com família Sarney
Por Felipe Recondo e Mariângela Gallucci, no Estadão:
O mega e desnorteado "desembargador" Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, terá de explicar ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) suas relações com a família Sarney. O corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, vai determinar que ele se manifeste sobre a representação encaminhada ao CNJ pelo líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (PSDB-AM), que aponta a amizade do magistrado com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e com o ex-diretor da Casa Agaciel Maia.
A análise do caso pelo CNJ pode indicar se o desembargador deveria ou não se dar por suspeito para julgar o pedido de liminar feito ao TJ por Fernando Sarney. Filho do presidente do Senado, Fernando conseguiu liminar para impedir que o Estado publique informações sobre as investigações da Polícia Federal que envolvam seu nome.
Pelo Código de Processo Civil, o juiz que é “amigo íntimo” de uma das partes interessadas no processo pode ser considerado suspeito e, portanto, deveria se dar por impedido para julgar o caso. Virgílio relata na representação as relações pessoais entre Dácio Vieira, Sarney e Agaciel. Vieira foi um dos convidados para o casamento de Mayanna Maia, filha do ex-diretor do Senado, em 10 de junho em Brasília, e aparece em foto ao lado de Sarney, de Agaciel e do senador Renan Calheiros (PMDB-AL).
MAIS BANDIDAGEM "SARNEISTA X MOLUSQUIANA PETRALHA".
Secretária de Roseana recebeu verba indenizatória
Por Andreza Mais e Hudson Corrêa, na Folha:
A governadora Roseana Sarney (PMDB-MA) pagou com verba indenizatória no começo do ano, enquanto era senadora, R$ 12 mil a uma empresa que pertence à secretária de Desenvolvimento Agrário do Maranhão, Conceição Andrade.
A reportagem esteve na semana passada no endereço da Pads Assessoria de Desenvolvimento Social, em São Luís, empresa que recebeu o dinheiro. O porteiro do prédio informou que no apartamento morava Conceição Andrade e não havia ali nenhuma empresa.
Criada em dezembro de 2007, a Pads tem capital social de R$ 5.000 e Conceição possui 50% de participação na empresa, segundo documento obtido pela Folha. A outra sócia é Liana Maria Lindoso Piedade, que também trabalha no governo de Roseana como assessora de Conceição na secretaria.
A reportagem teve acesso às notas fiscais, não disponíveis no portal de transparência do Senado, relativas ao pagamento à Pads. São duas notas no valor de R$ 5.985, cada uma, de janeiro e fevereiro passados.
Procurada, Conceição disse, em um primeiro momento, que a Pads não era dela. Informada de que a empresa tem como sede o seu apartamento em um bairro nobre, afirmou que “precisava verificar porque nessa época não estava trabalhando para a senadora”.
COMENTO
O Legislativo e o Executivo da República precisam passar por uma grande reforma, não é possível que esses poderes da República, cometam tantos crimes, de corrupções e bandidagens e fiquem impunes.
Visto que os bandidos desses poderes, "medram o seio político, causando vergonha a República", esses políticos: hipócritas, medíocres e pérfidos, que locupletam-se as custa do erário público, ainda pretendem perpetuar-se no poder, passando por cima de tudo e de todos, atropelando e matando qualquer um, que por ventura venham tolhír seus passos e abscoitar seus ideais de corrupção e bandidagem "selvagem e molusquiana".
Enquanto isso nossas Forças Armadas num patamar letárgico e inerte definhadas e desmanteladas, não podem nem cumprir sua missão constitucional.
Militares flagelados e humilhados e ainda ganhando menos do que a facção da PM do DF. Isso é um absurdo vergonhoso e lastimável ver que a constituição brasileira está sendo desrespeitada dessa maneira, tão exacerbada e vexatória, por esses medíocres criminosos e bandidos, que estão hoje no poder da República, cometendo tantos crimes e maracutaias.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
"O PRAGMATISMO DA REPÚBLICA DOS PETRALHAS"!
Meus nobres amigos,“Já se tornara impossível distinguir quem era homem, quem era bicho”
O corrupto e desnorteado ex-presidente Fernando Collor, agora senador pelo PTB (AL), esteve ontem com o presidente molusco, um dia depois de protagonizar aquele espetáculo de pirotecnia e fúria animalesca no Senado, quando voltou a encarnar a figura do homem “com aquilo roxo”, olhar viperino, vamperesco, dentes cerrados, respiração ofegante, como quem está prestes a dar um daqueles golpes definitivos de morte, não é mesmo? Isto mesmo: Collor de Mello, agora me lembro, havia nos prometido dar a o “ippon” na inflação e só deu Zélia Cardoso de Mello com aquela saia que Bernardo Cabral achava “deliciosa”.,, E outros espetáculos de vulgaridade, arrivismo, maus-bofes e falta de educação.
Fernando Collor, o mega valentão, olhava, prestes a explodir, com olhar nocivo e ameaçador, a um homem de 80 anos. A idade, por si, não dava razão a Pedro Simon, mas seu legado sim.
Vale apena lembrar que, na década de 60, seu pai deu um tiro em outro senador, durante uma sessão no Congresso Nacional e por este ato não ficou preso um dia se quer.
Voltando ao destemperado e desqualificado para o cargo que ocupa, Collor ele só tinha aquela fúria publicitária que o tornou tão notável; Seu irmão Pedro Collor disse realmente quem era ele. O desnorteado ainda foi recebido ontem pelo digamos "presidente da República". Como se vê, não há disfarce na suja operação de politicagem abrúpta e corrupta na República dos Petralhas.
O OUTRO CORRUPTO E EXACERBADAMENTE BANDIDO E NOCIVO
Zé Sarney, se fosse um político um pouquinho melhor e tivesse o mínimo de caráter, renunciaria hoje.
O chefe do Clã, Sarney vai discursar hoje no Senado.
Se o abominável político, fosse um pouquinho melhor e menos ganâncioso depois de o, por assim dizer, “Conselho de Ética” livrá-lo de todas as acusações, renunciaria. E com Uma certa propensão para o pragmático e para os altivos gestos gratuitos de gatunagem. Mesmo sem precisar — porque endossado por seus corruptos pares, ele abriria mão do cargo. Seria uma pequena nota maiúscula na coleção de minoridades em que se transformou a sua suja e corrupta biografia. Assumiria interinamente um senador da oposição e logo se faria outra eleição e assumiria outro bandido e ficaria "tudo como dante no quartel de Abrante". Más no Senado da Reública, a sua grande obra permanece secreta. Ah, sim: ainda que fique no cargo, será só um pato manco e roco, quase sem voz.
Facção criminosa dos PETRALHAS evita engrossar coro por renúncia e fortalece o chefe das bandidagens no Legislativo, o corrupto Zé Sarney.
Por Eugênia Lopes e Christiane Samarco, no Estadão:
O PT reforçou ontem o apoio para a permanência de José Sarney (PMDB-AP) na presidência da Casa ao manter a posição pela licença temporária e não aceitar um convite de outros quatro partidos (DEM, PSDB, PDT e PSB) para pedir a renúncia do senador ao cargo. A decisão do PT acabou fortalecendo Sarney e deixando isolados os senadores que defendiam a renúncia - ao fim do dia, todos os partidos optaram por manter só o pedido de afastamento de Sarney.
Se o PT tivesse concordado com a renúncia, os demais partidos fariam o mesmo tornando inviável a permanência de Sarney no comando do corrupto Senado.
Em um plenário de 81 senadores, os 5 partidos somam 46 votos - 14 do DEM, 13 do PSDB, 12 do PT, 5 do PDT e 2 do PSB. Mesmo com as dissidências (senadores francamente favoráveis a Sarney), a situação do presidente do Senado ficaria mais frágil com o pedido formal dos partidos para que renunciasse.
Em uma demonstração clara de que sua renúncia ficou mais longe, Sarney fez questão ontem de presidir a sessão do Senado por mais de duas horas e depois desfilou com desenvoltura pelo plenário cumprimentando aliados e até “inimigos”. Inicialmente, os cinco partidos haviam cogitado fazer uma nota conjunta pedindo o afastamento de Sarney da presidência do Senado, mas acabaram desistindo, reforçando sua permanência no comando da Casa.
Tropa de choque, do partido de aluguel, mais sujo da República, vasculha despesas de senadores
Por Leandro Colon, no Estadão:
A tropa de choque do presidente José Sarney (PMDB-AP) manteve ontem a tática iniciada na segunda-feira de fazer ameaças aos que pedem a renúncia do senador. A estratégia é levantar as despesas dos senadores e buscar antigas denúncias e novas informações que possam intimidar adversários. Na mira estão tucanos, peemedebistas que não fazem parte da tropa e até petistas que defendem a saída de Sarney da cadeira de presidente do Senado.
Um dos comandantes do grupo, o cabeludo Wellington Salgado (PMDB-MG), anunciou que deve finalizar hoje o pente-fino que mandou fazer nas centenas de atos secretos editados nos últimos anos. Aos jornalistas, avisou que os ex-presidentes Garibaldi Alves (PMDB-RN) e Tião Viana (PT-AC) são os campeões de boletins sigilosos nos últimos anos. “Meus assessores ainda encontraram muita coisa anunciada de maneira errada”, afirmou. Salgado quer apresentar o resultado na reunião de hoje do Conselho de Ética.
Em plenário, o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), disse ao próprio Sarney que esse tipo de ameaça pode prejudicá-lo. O tucano foi o primeiro alvo, após a revelação de que o Senado gastou R$ 216 mil com um assessor que passou 18 meses estudando no exterior com salário pago pela Casa. Virgílio já devolveu R$ 60 mil. “Mas eu tomo a atitude de vir a esta tribuna e fazer uma autocrítica, tomo a atitude de não mentir, tomo a atitude de não tergiversar”, afirmou ontem em plenário, dirigindo-se ao senador Sarney.
O pragmático Juiz da censura terá de explicar relações com família Sarney
Por Felipe Recondo e Mariângela Gallucci, no Estadão:
O desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, terá de explicar ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) suas relações com a família Sarney. O corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, vai determinar que ele se manifeste sobre a representação encaminhada ao CNJ pelo líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (PSDB-AM), que aponta a amizade do magistrado com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e com o ex-diretor da Casa Agaciel Maia.
A análise do caso pelo CNJ pode indicar se o desembargador deveria ou não se dar por suspeito para julgar o pedido de liminar feito ao TJ por Fernando Sarney. Filho do presidente do Senado, Fernando conseguiu liminar para impedir que o Estado publique informações sobre as investigações da Polícia Federal que envolvam seu nome.
Pelo Código de Processo Civil, o juiz que é “amigo íntimo” de uma das partes interessadas no processo pode ser considerado suspeito e, portanto, deveria se dar por impedido para julgar o caso. Virgílio relata na representação as relações pessoais entre Dácio Vieira, Sarney e Agaciel. Vieira foi um dos convidados para o casamento de Mayanna Maia, filha do ex-diretor do Senado, em 10 de junho em Brasília, e aparece em foto ao lado de Sarney, de Agaciel e do senador Renan Calheiros (PMDB-AL).
MAIS BANDIDAGEM "SARNEISTA X MOLUSQUINA".
Secretária de Roseana recebeu verba indenizatória
Por Andreza Mais e Hudson Corrêa, na Folha:
A governadora Roseana Sarney (PMDB-MA) pagou com verba indenizatória no começo do ano, enquanto era senadora, R$ 12 mil a uma empresa que pertence à secretária de Desenvolvimento Agrário do Maranhão, Conceição Andrade.
A reportagem esteve na semana passada no endereço da Pads Assessoria de Desenvolvimento Social, em São Luís, empresa que recebeu o dinheiro. O porteiro do prédio informou que no apartamento morava Conceição Andrade e não havia ali nenhuma empresa.
Criada em dezembro de 2007, a Pads tem capital social de R$ 5.000 e Conceição possui 50% de participação na empresa, segundo documento obtido pela Folha. A outra sócia é Liana Maria Lindoso Piedade, que também trabalha no governo de Roseana como assessora de Conceição na secretaria.
A reportagem teve acesso às notas fiscais, não disponíveis no portal de transparência do Senado, relativas ao pagamento à Pads. São duas notas no valor de R$ 5.985, cada uma, de janeiro e fevereiro passados.
Procurada, Conceição disse, em um primeiro momento, que a Pads não era dela. Informada de que a empresa tem como sede o seu apartamento em um bairro nobre, afirmou que “precisava verificar porque nessa época não estava trabalhando para a senadora”.
COMENTO
O Legislativo e o Executivo da República precisam passar por uma grande reforma, não é possível que esses poderes da República, cometam tantos crimes, de corrupções e bandidagens e fiquem impunes.
Visto que os bandidos desses poderes, "medram o seio político, causando vergonha a República", esses políticos: hipócritas, medíocres e pérfidos, que locupletam-se as custa do erário público, ainda pretendem perpetuar-se no poder, passando por cima de tudo e de todos, atropelando e matando qualquer um, que por ventura venham tolhír seus passos e abscoitar seus ideais de corrupção e bandidagem "selvagem e molusquiana".
Enquanto isso nossas Forças Armadas num patamar letárgico, definhadas e desmanteladas, não podem nem cumprir sua missão constitucional.
Militares flagelados e humilhados e ainda ganhando menos do que a facção da PM do DF. Isso é um absurdo vergonhoso, ver que a constituição brasileira está sendo desrespeitada dessa maneira, tão exacerbada e vexatória por esses medíocres, bandidos e criminosos, que estão hoje no poder da República.
O corrupto e desnorteado ex-presidente Fernando Collor, agora senador pelo PTB (AL), esteve ontem com o presidente molusco, um dia depois de protagonizar aquele espetáculo de pirotecnia e fúria animalesca no Senado, quando voltou a encarnar a figura do homem “com aquilo roxo”, olhar viperino, vamperesco, dentes cerrados, respiração ofegante, como quem está prestes a dar um daqueles golpes definitivos de morte, não é mesmo? Isto mesmo: Collor de Mello, agora me lembro, havia nos prometido dar a o “ippon” na inflação e só deu Zélia Cardoso de Mello com aquela saia que Bernardo Cabral achava “deliciosa”.,, E outros espetáculos de vulgaridade, arrivismo, maus-bofes e falta de educação.
Fernando Collor, o mega valentão, olhava, prestes a explodir, com olhar nocivo e ameaçador, a um homem de 80 anos. A idade, por si, não dava razão a Pedro Simon, mas seu legado sim.
Vale apena lembrar que, na década de 60, seu pai deu um tiro em outro senador, durante uma sessão no Congresso Nacional e por este ato não ficou preso um dia se quer.
Voltando ao destemperado e desqualificado para o cargo que ocupa, Collor ele só tinha aquela fúria publicitária que o tornou tão notável; Seu irmão Pedro Collor disse realmente quem era ele. O desnorteado ainda foi recebido ontem pelo digamos "presidente da República". Como se vê, não há disfarce na suja operação de politicagem abrúpta e corrupta na República dos Petralhas.
O OUTRO CORRUPTO E EXACERBADAMENTE BANDIDO E NOCIVO
Zé Sarney, se fosse um político um pouquinho melhor e tivesse o mínimo de caráter, renunciaria hoje.
O chefe do Clã, Sarney vai discursar hoje no Senado.
Se o abominável político, fosse um pouquinho melhor e menos ganâncioso depois de o, por assim dizer, “Conselho de Ética” livrá-lo de todas as acusações, renunciaria. E com Uma certa propensão para o pragmático e para os altivos gestos gratuitos de gatunagem. Mesmo sem precisar — porque endossado por seus corruptos pares, ele abriria mão do cargo. Seria uma pequena nota maiúscula na coleção de minoridades em que se transformou a sua suja e corrupta biografia. Assumiria interinamente um senador da oposição e logo se faria outra eleição e assumiria outro bandido e ficaria "tudo como dante no quartel de Abrante". Más no Senado da Reública, a sua grande obra permanece secreta. Ah, sim: ainda que fique no cargo, será só um pato manco e roco, quase sem voz.
Facção criminosa dos PETRALHAS evita engrossar coro por renúncia e fortalece o chefe das bandidagens no Legislativo, o corrupto Zé Sarney.
Por Eugênia Lopes e Christiane Samarco, no Estadão:
O PT reforçou ontem o apoio para a permanência de José Sarney (PMDB-AP) na presidência da Casa ao manter a posição pela licença temporária e não aceitar um convite de outros quatro partidos (DEM, PSDB, PDT e PSB) para pedir a renúncia do senador ao cargo. A decisão do PT acabou fortalecendo Sarney e deixando isolados os senadores que defendiam a renúncia - ao fim do dia, todos os partidos optaram por manter só o pedido de afastamento de Sarney.
Se o PT tivesse concordado com a renúncia, os demais partidos fariam o mesmo tornando inviável a permanência de Sarney no comando do corrupto Senado.
Em um plenário de 81 senadores, os 5 partidos somam 46 votos - 14 do DEM, 13 do PSDB, 12 do PT, 5 do PDT e 2 do PSB. Mesmo com as dissidências (senadores francamente favoráveis a Sarney), a situação do presidente do Senado ficaria mais frágil com o pedido formal dos partidos para que renunciasse.
Em uma demonstração clara de que sua renúncia ficou mais longe, Sarney fez questão ontem de presidir a sessão do Senado por mais de duas horas e depois desfilou com desenvoltura pelo plenário cumprimentando aliados e até “inimigos”. Inicialmente, os cinco partidos haviam cogitado fazer uma nota conjunta pedindo o afastamento de Sarney da presidência do Senado, mas acabaram desistindo, reforçando sua permanência no comando da Casa.
Tropa de choque, do partido de aluguel, mais sujo da República, vasculha despesas de senadores
Por Leandro Colon, no Estadão:
A tropa de choque do presidente José Sarney (PMDB-AP) manteve ontem a tática iniciada na segunda-feira de fazer ameaças aos que pedem a renúncia do senador. A estratégia é levantar as despesas dos senadores e buscar antigas denúncias e novas informações que possam intimidar adversários. Na mira estão tucanos, peemedebistas que não fazem parte da tropa e até petistas que defendem a saída de Sarney da cadeira de presidente do Senado.
Um dos comandantes do grupo, o cabeludo Wellington Salgado (PMDB-MG), anunciou que deve finalizar hoje o pente-fino que mandou fazer nas centenas de atos secretos editados nos últimos anos. Aos jornalistas, avisou que os ex-presidentes Garibaldi Alves (PMDB-RN) e Tião Viana (PT-AC) são os campeões de boletins sigilosos nos últimos anos. “Meus assessores ainda encontraram muita coisa anunciada de maneira errada”, afirmou. Salgado quer apresentar o resultado na reunião de hoje do Conselho de Ética.
Em plenário, o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), disse ao próprio Sarney que esse tipo de ameaça pode prejudicá-lo. O tucano foi o primeiro alvo, após a revelação de que o Senado gastou R$ 216 mil com um assessor que passou 18 meses estudando no exterior com salário pago pela Casa. Virgílio já devolveu R$ 60 mil. “Mas eu tomo a atitude de vir a esta tribuna e fazer uma autocrítica, tomo a atitude de não mentir, tomo a atitude de não tergiversar”, afirmou ontem em plenário, dirigindo-se ao senador Sarney.
O pragmático Juiz da censura terá de explicar relações com família Sarney
Por Felipe Recondo e Mariângela Gallucci, no Estadão:
O desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, terá de explicar ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) suas relações com a família Sarney. O corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, vai determinar que ele se manifeste sobre a representação encaminhada ao CNJ pelo líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (PSDB-AM), que aponta a amizade do magistrado com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e com o ex-diretor da Casa Agaciel Maia.
A análise do caso pelo CNJ pode indicar se o desembargador deveria ou não se dar por suspeito para julgar o pedido de liminar feito ao TJ por Fernando Sarney. Filho do presidente do Senado, Fernando conseguiu liminar para impedir que o Estado publique informações sobre as investigações da Polícia Federal que envolvam seu nome.
Pelo Código de Processo Civil, o juiz que é “amigo íntimo” de uma das partes interessadas no processo pode ser considerado suspeito e, portanto, deveria se dar por impedido para julgar o caso. Virgílio relata na representação as relações pessoais entre Dácio Vieira, Sarney e Agaciel. Vieira foi um dos convidados para o casamento de Mayanna Maia, filha do ex-diretor do Senado, em 10 de junho em Brasília, e aparece em foto ao lado de Sarney, de Agaciel e do senador Renan Calheiros (PMDB-AL).
MAIS BANDIDAGEM "SARNEISTA X MOLUSQUINA".
Secretária de Roseana recebeu verba indenizatória
Por Andreza Mais e Hudson Corrêa, na Folha:
A governadora Roseana Sarney (PMDB-MA) pagou com verba indenizatória no começo do ano, enquanto era senadora, R$ 12 mil a uma empresa que pertence à secretária de Desenvolvimento Agrário do Maranhão, Conceição Andrade.
A reportagem esteve na semana passada no endereço da Pads Assessoria de Desenvolvimento Social, em São Luís, empresa que recebeu o dinheiro. O porteiro do prédio informou que no apartamento morava Conceição Andrade e não havia ali nenhuma empresa.
Criada em dezembro de 2007, a Pads tem capital social de R$ 5.000 e Conceição possui 50% de participação na empresa, segundo documento obtido pela Folha. A outra sócia é Liana Maria Lindoso Piedade, que também trabalha no governo de Roseana como assessora de Conceição na secretaria.
A reportagem teve acesso às notas fiscais, não disponíveis no portal de transparência do Senado, relativas ao pagamento à Pads. São duas notas no valor de R$ 5.985, cada uma, de janeiro e fevereiro passados.
Procurada, Conceição disse, em um primeiro momento, que a Pads não era dela. Informada de que a empresa tem como sede o seu apartamento em um bairro nobre, afirmou que “precisava verificar porque nessa época não estava trabalhando para a senadora”.
COMENTO
O Legislativo e o Executivo da República precisam passar por uma grande reforma, não é possível que esses poderes da República, cometam tantos crimes, de corrupções e bandidagens e fiquem impunes.
Visto que os bandidos desses poderes, "medram o seio político, causando vergonha a República", esses políticos: hipócritas, medíocres e pérfidos, que locupletam-se as custa do erário público, ainda pretendem perpetuar-se no poder, passando por cima de tudo e de todos, atropelando e matando qualquer um, que por ventura venham tolhír seus passos e abscoitar seus ideais de corrupção e bandidagem "selvagem e molusquiana".
Enquanto isso nossas Forças Armadas num patamar letárgico, definhadas e desmanteladas, não podem nem cumprir sua missão constitucional.
Militares flagelados e humilhados e ainda ganhando menos do que a facção da PM do DF. Isso é um absurdo vergonhoso, ver que a constituição brasileira está sendo desrespeitada dessa maneira, tão exacerbada e vexatória por esses medíocres, bandidos e criminosos, que estão hoje no poder da República.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
"A REPÚBLICA ESTÁ SUCUBINDO AOS POUCOS"!
Chefe do Clã Sarney, diz que fica e tropa de choque do PMDB, um partido de aluguél ameaça oposição com frudulentos dossiês.
Por Eugênia Lopes e Vera Rosa, no Estadão:
Apoiados pelos "Palháços do Planalto", os aliados do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), cumpriram à risca a estratégia montada na semana passada e voltaram do recesso acuando a oposição, que pede sua renúncia do cargo. O próprio Sarney, após indicar para aliados e familiares, na semana passada, que iria renunciar, ontem mudou de ideia, reforçou a corrente de resistência da tropa de choque e negou que vá deixar o cargo. “Isso não existe, isso não existe”, repetiu, ao deixar o plenário.
Na sessão, os aliados de Sarney revelaram abertamente que preparam “dossiês” sobre senadores da oposição. Também “vazaram” denúncias de irregularidades praticadas por desafetos do presidente da Casa. “Eu peguei todos os atos. Xeroquei do original. Tem a assinatura de cada um dos líderes lá avalizando as atitudes tomadas pelo presidente. Eu tenho os documentos”, avisou Wellington Salgado (PMDB-MG), da tropa de Sarney, em plenário. Pelo raciocínio do grupo, se ele cair, não será sozinho.
A senha para o ataque foi o discurso do senador Pedro Simon (PMDB-RS), que pediu a renúncia de Sarney da presidência. Liderada por Renan Calheiros (PMDB-AL), a reação contou com a adesão de Fernando Collor (PTB-AL), que reeditou o estilo “bateu levou”, da época em que presidiu o Brasil, entre 1990 e 1992, antes de ser alvo de processo de impeachment e ter o mandato cassado.
Momentos antes de o clima de beligerância tomar conta do plenário, Sarney saiu e se recolheu a seu gabinete. “Estou com um espírito muito bom. Nunca deixei de estar confiante”, afirmou, ao ser indagado se estava tranquilo para enfrentar os 11 pedidos de investigação protocolados no Conselho de Ética.
Desde que assumiu, em fevereiro, Sarney vem sendo alvo de denúncias que envolvem emprego de familiares, uso de atos secretos no Senado e desvios da fundação que leva seu nome.
Os aliados passaram o início da tarde tentando pôr panos quentes na crise e refutando a hipótese de renúncia. “Isso aqui não é como time de futebol, que troca de técnico a toda hora”, disse o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). “Não existe possibilidade de renunciar”, emendou Salgado.
Ao ser indagado sobre a nota do PMDB, divulgada anteontem, que aconselhou os dissidentes a saírem da legenda, em uma referência a Simon e Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Jucá tentou amainar a crise. “Se estamos trabalhando para desidratar a crise, não há como jogar mais combustão”, disse.
A decisão do Palácio do Planalto de apoiar Sarney foi tomada com base na certeza de que, se ele cair agora, a derrota será debitada pelo PMDB na conta do PT. O argumento é que o senador pode até não resistir à guerra e renunciar ao cargo, mas não é inteligente o PT empurrá-lo para o abismo. Ao contrário, trata-se, no diagnóstico do governo, de “tática suicida”.
Apedeuta Molusco desiste de ir ao MA, mas não de ajudar o corrupto aliado
Por Leonencio Nossa, no Estadão:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desmarcou as viagens que faria nesta semana ao Maranhão e ao Piauí. No Maranhão, na quinta-feira, ele pretendia prestigiar a governadora Roseana Sarney (PMDB), filha do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Mudou a estratégia, porém, considerando que sua presença em Brasília pode ser mais útil ao senador, cada vez mais ameaçado de perder o cargo de presidente.
Lula também deverá conversar reservadamente com o PT. Vai exigir do partido que pare de pedir a saída de Sarney.
Assessores do governo disseram que Lula desmarcou as viagens depois de receber um telefonema do presidente colombiano, Álvaro Uribe, pedindo um encontro, na quinta-feira, em Brasília. O tema da reunião seria a polêmica decisão de ceder o território da Colômbia para a construção de bases militares dos Estados Unidos.
O pedido de Uribe, porém, foi o bastante para Lula cancelar também a presença no evento de lançamento das obras da Ferrovia Transnordestina, no Piauí, na sexta-feira.
Segundo assessores do presidente, o cancelamento da visita às obras no Maranhão teria sobretudo o objetivo de preservar a imagem da ministra Dilma Rousseff - já desgastada por ter feito declarações públicas de apoio a Sarney.
Para os ministros do STF, liminar do juiz contraria a Constituição
Por Mariângela Gallucci e Fausto Macedo, no Estadão:
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), juristas, advogados e promotores do Ministério Público afirmaram ontem que a decisão do desembargador Dácio Vieira, que proibiu o Estado de publicar reportagens sobre a Operação Boi Barrica, da Polícia Federal, contraria a Constituição e recentes manifestações da corte que garantem a liberdade de imprensa e de expressão.
Os ministros avaliam que a ordem de Vieira será derrubada pelo próprio Tribunal de Justiça (TJ) do Distrito Federal ou pelas instâncias superiores do Judiciário - o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou o Supremo Tribunal Federal.
Eles consideraram “estranho” o conteúdo da decisão, já que neste ano o STF deu decisões claras no sentido de que não podem ser admitidas restrições à liberdade de imprensa.
Os ministros afirmaram que o desembargador deveria ter se negado a analisar o pedido de Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Vieira fez carreira no Senado. Foto publicada pelo Estado no sábado mostra o desembargador com Sarney na festa de casamento da filha do ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia.
ATENTADO A DEMOCRACIA E DESRESPEITO A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA
“Numa democracia consolidada não podemos admitir censura ou limitação à liberdade de expressão”, alertou Mozart Valadares, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). “Não se pode admitir no Estado Democrático de Direito decisões que censurem ou limitem a liberdade de expressão. É um atentado contra a democracia.”
O promotor de Justiça José Carlos Cosenzo, presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público, disse que pelo “princípio da tutela jurisdicional” todos podem bater às portas da Justiça. “Este caso é absurdo. Em plena vigência do Estado democrático, vetar o direito da sociedade de saber o que está acontecendo é inadmissível.”
Para o promotor não se trata de uma questão de ordem privada, mas de ordem pública. “O Estadão presta um serviço ao País. O objetivo do jornal é informar e a Constituição assegura a todos o direito à informação. A censura é desserviço. A suspeição (do desembargador) é claríssima. Não se pode impedir que a sociedade saiba dos fatos que são de interesse público. A sociedade tem sim o direito de saber o que está por trás dessa crise política do Senado.”
A assessoria do TJ do Distrito Federal informou que o desembargador, procurado pelo Estado desde sexta-feira, não vai se manifestar sobre o caso.
Virgílio aciona CNJ contra desembargador
No Estadão:
Virgílio (AM), pediu ontem ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que abra sindicância para investigar a decisão do desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, contra o Estado. Em liminar concedida na quinta-feira ao empresário Fernando Sarney, filho do senador José Sarney (PMDB-AP), o desembargador proibiu o jornal de publicar reportagens com informações sobre a Operação Boi Barrica, da Polícia Federal.
Para Virgílio, “a decisão do desembargador é flagrantemente inconstitucional, afrontando um dos princípios do Estado Democrático de Direito, que é a liberdade de imprensa”. O senador lembrou que Vieira impôs censura prévia a um veículo de comunicação e revelou parcialidade ao não se considerar impedido para julgar uma ação impetrada pela família de Sarney, de quem ele é amigo íntimo. Virgílio destacou também a ligação pessoal de Vieira com o ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia - ele esteve presente, em junho passado, no casamento da filha do ex-diretor.
“Fica claramente evidenciado que o ato praticado pelo desembargador é incompatível com a sua conduta funcional, colocando em suspeição a imparcialidade de suas decisões”, disse o tucano. O pedido de sindicância será analisado pelo corregedor do CNJ, Gilson Dipp.
“O Supremo Tribunal Federal tem o entendimento de que a liberdade de expressão, nos casos em que denuncia a prática de ilegalidades, deve ser resguardada de todas as prerrogativas possíveis, o que exclui até mesmo dano moral em função da divulgação dessas notícias”, acrescentou Virgílio.
COMENTO
Nossas instituições democráticas, estão em grave crise, onde já viu um magistrado, só por ser amigo da família, desrespeitar a constituição brasileira de forma tão vergonhosa?
Isso é um descalabro sem precedente na história da República, até porque as provas dos crimes no clã dos Sarney são incontestáveis.
O STF precisa tomar sérias medidas disciplinares contra esse digamos "desembargador", se a lei permitir, até colocá-lo atrás das grades, por ter rasgado a constituição, a carta magna da nossa República.
Será que o "Chavismo" já foi implantado aqui no Brasil? Espero que os oficiais generais das nossas Forças Armadas saiam da inércia e o povo brasileiro acorde de sua profunda letargia.
Por Eugênia Lopes e Vera Rosa, no Estadão:
Apoiados pelos "Palháços do Planalto", os aliados do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), cumpriram à risca a estratégia montada na semana passada e voltaram do recesso acuando a oposição, que pede sua renúncia do cargo. O próprio Sarney, após indicar para aliados e familiares, na semana passada, que iria renunciar, ontem mudou de ideia, reforçou a corrente de resistência da tropa de choque e negou que vá deixar o cargo. “Isso não existe, isso não existe”, repetiu, ao deixar o plenário.
Na sessão, os aliados de Sarney revelaram abertamente que preparam “dossiês” sobre senadores da oposição. Também “vazaram” denúncias de irregularidades praticadas por desafetos do presidente da Casa. “Eu peguei todos os atos. Xeroquei do original. Tem a assinatura de cada um dos líderes lá avalizando as atitudes tomadas pelo presidente. Eu tenho os documentos”, avisou Wellington Salgado (PMDB-MG), da tropa de Sarney, em plenário. Pelo raciocínio do grupo, se ele cair, não será sozinho.
A senha para o ataque foi o discurso do senador Pedro Simon (PMDB-RS), que pediu a renúncia de Sarney da presidência. Liderada por Renan Calheiros (PMDB-AL), a reação contou com a adesão de Fernando Collor (PTB-AL), que reeditou o estilo “bateu levou”, da época em que presidiu o Brasil, entre 1990 e 1992, antes de ser alvo de processo de impeachment e ter o mandato cassado.
Momentos antes de o clima de beligerância tomar conta do plenário, Sarney saiu e se recolheu a seu gabinete. “Estou com um espírito muito bom. Nunca deixei de estar confiante”, afirmou, ao ser indagado se estava tranquilo para enfrentar os 11 pedidos de investigação protocolados no Conselho de Ética.
Desde que assumiu, em fevereiro, Sarney vem sendo alvo de denúncias que envolvem emprego de familiares, uso de atos secretos no Senado e desvios da fundação que leva seu nome.
Os aliados passaram o início da tarde tentando pôr panos quentes na crise e refutando a hipótese de renúncia. “Isso aqui não é como time de futebol, que troca de técnico a toda hora”, disse o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). “Não existe possibilidade de renunciar”, emendou Salgado.
Ao ser indagado sobre a nota do PMDB, divulgada anteontem, que aconselhou os dissidentes a saírem da legenda, em uma referência a Simon e Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Jucá tentou amainar a crise. “Se estamos trabalhando para desidratar a crise, não há como jogar mais combustão”, disse.
A decisão do Palácio do Planalto de apoiar Sarney foi tomada com base na certeza de que, se ele cair agora, a derrota será debitada pelo PMDB na conta do PT. O argumento é que o senador pode até não resistir à guerra e renunciar ao cargo, mas não é inteligente o PT empurrá-lo para o abismo. Ao contrário, trata-se, no diagnóstico do governo, de “tática suicida”.
Apedeuta Molusco desiste de ir ao MA, mas não de ajudar o corrupto aliado
Por Leonencio Nossa, no Estadão:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desmarcou as viagens que faria nesta semana ao Maranhão e ao Piauí. No Maranhão, na quinta-feira, ele pretendia prestigiar a governadora Roseana Sarney (PMDB), filha do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Mudou a estratégia, porém, considerando que sua presença em Brasília pode ser mais útil ao senador, cada vez mais ameaçado de perder o cargo de presidente.
Lula também deverá conversar reservadamente com o PT. Vai exigir do partido que pare de pedir a saída de Sarney.
Assessores do governo disseram que Lula desmarcou as viagens depois de receber um telefonema do presidente colombiano, Álvaro Uribe, pedindo um encontro, na quinta-feira, em Brasília. O tema da reunião seria a polêmica decisão de ceder o território da Colômbia para a construção de bases militares dos Estados Unidos.
O pedido de Uribe, porém, foi o bastante para Lula cancelar também a presença no evento de lançamento das obras da Ferrovia Transnordestina, no Piauí, na sexta-feira.
Segundo assessores do presidente, o cancelamento da visita às obras no Maranhão teria sobretudo o objetivo de preservar a imagem da ministra Dilma Rousseff - já desgastada por ter feito declarações públicas de apoio a Sarney.
Para os ministros do STF, liminar do juiz contraria a Constituição
Por Mariângela Gallucci e Fausto Macedo, no Estadão:
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), juristas, advogados e promotores do Ministério Público afirmaram ontem que a decisão do desembargador Dácio Vieira, que proibiu o Estado de publicar reportagens sobre a Operação Boi Barrica, da Polícia Federal, contraria a Constituição e recentes manifestações da corte que garantem a liberdade de imprensa e de expressão.
Os ministros avaliam que a ordem de Vieira será derrubada pelo próprio Tribunal de Justiça (TJ) do Distrito Federal ou pelas instâncias superiores do Judiciário - o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou o Supremo Tribunal Federal.
Eles consideraram “estranho” o conteúdo da decisão, já que neste ano o STF deu decisões claras no sentido de que não podem ser admitidas restrições à liberdade de imprensa.
Os ministros afirmaram que o desembargador deveria ter se negado a analisar o pedido de Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Vieira fez carreira no Senado. Foto publicada pelo Estado no sábado mostra o desembargador com Sarney na festa de casamento da filha do ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia.
ATENTADO A DEMOCRACIA E DESRESPEITO A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA
“Numa democracia consolidada não podemos admitir censura ou limitação à liberdade de expressão”, alertou Mozart Valadares, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). “Não se pode admitir no Estado Democrático de Direito decisões que censurem ou limitem a liberdade de expressão. É um atentado contra a democracia.”
O promotor de Justiça José Carlos Cosenzo, presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público, disse que pelo “princípio da tutela jurisdicional” todos podem bater às portas da Justiça. “Este caso é absurdo. Em plena vigência do Estado democrático, vetar o direito da sociedade de saber o que está acontecendo é inadmissível.”
Para o promotor não se trata de uma questão de ordem privada, mas de ordem pública. “O Estadão presta um serviço ao País. O objetivo do jornal é informar e a Constituição assegura a todos o direito à informação. A censura é desserviço. A suspeição (do desembargador) é claríssima. Não se pode impedir que a sociedade saiba dos fatos que são de interesse público. A sociedade tem sim o direito de saber o que está por trás dessa crise política do Senado.”
A assessoria do TJ do Distrito Federal informou que o desembargador, procurado pelo Estado desde sexta-feira, não vai se manifestar sobre o caso.
Virgílio aciona CNJ contra desembargador
No Estadão:
Virgílio (AM), pediu ontem ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que abra sindicância para investigar a decisão do desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, contra o Estado. Em liminar concedida na quinta-feira ao empresário Fernando Sarney, filho do senador José Sarney (PMDB-AP), o desembargador proibiu o jornal de publicar reportagens com informações sobre a Operação Boi Barrica, da Polícia Federal.
Para Virgílio, “a decisão do desembargador é flagrantemente inconstitucional, afrontando um dos princípios do Estado Democrático de Direito, que é a liberdade de imprensa”. O senador lembrou que Vieira impôs censura prévia a um veículo de comunicação e revelou parcialidade ao não se considerar impedido para julgar uma ação impetrada pela família de Sarney, de quem ele é amigo íntimo. Virgílio destacou também a ligação pessoal de Vieira com o ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia - ele esteve presente, em junho passado, no casamento da filha do ex-diretor.
“Fica claramente evidenciado que o ato praticado pelo desembargador é incompatível com a sua conduta funcional, colocando em suspeição a imparcialidade de suas decisões”, disse o tucano. O pedido de sindicância será analisado pelo corregedor do CNJ, Gilson Dipp.
“O Supremo Tribunal Federal tem o entendimento de que a liberdade de expressão, nos casos em que denuncia a prática de ilegalidades, deve ser resguardada de todas as prerrogativas possíveis, o que exclui até mesmo dano moral em função da divulgação dessas notícias”, acrescentou Virgílio.
COMENTO
Nossas instituições democráticas, estão em grave crise, onde já viu um magistrado, só por ser amigo da família, desrespeitar a constituição brasileira de forma tão vergonhosa?
Isso é um descalabro sem precedente na história da República, até porque as provas dos crimes no clã dos Sarney são incontestáveis.
O STF precisa tomar sérias medidas disciplinares contra esse digamos "desembargador", se a lei permitir, até colocá-lo atrás das grades, por ter rasgado a constituição, a carta magna da nossa República.
Será que o "Chavismo" já foi implantado aqui no Brasil? Espero que os oficiais generais das nossas Forças Armadas saiam da inércia e o povo brasileiro acorde de sua profunda letargia.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
A GRAVE CRISE NOS TRÊS PODERES DA REPÚBLICA PIORA!
A grave crise no legislativo piora e senadores já ameaçam boicotar o chefe do clã e responsável por todas as bandidagens no congresso, Zé Sarney até a renúncia.
Por Leandro Colon, no Estadão:
Na volta do recesso parlamentar, a partir de hoje, senadores vão pressionar para que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), deixe o cargo até quarta-feira pela manhã, antes da reunião do Conselho de Ética que analisará onze ações contra o parlamentar. Caso Sarney resista, entrará em cena um movimento de boicote nas sessões presididas por ele.
Amigo de Sarney, ex-ministro no seu governo e companheiro de Academia Brasileira de Letras (ABL), o senador Marco Maciel (DEM-PE) será um dos integrantes do grupo escalado para convencer o presidente do Senado a abrir mão do cargo. Maciel terá a missão de explicar a Sarney o risco de constrangimento que sofrerá em plenário se insistir em permanecer no comando do Senado.
Procurado ontem pelo Estado, Maciel confirmou as conversas com seus colegas, mas evitou qualquer previsão. Na avaliação dele, o dia decisivo para a crise será amanhã, quando a maioria dos parlamentares estará presente em Brasília.
“Conversei com alguns senadores, mas tudo informalmente”, contou. “Não falei com o presidente Sarney. Nada se materializou ainda. Não tenho nada a declarar, é preciso sentir o clima até terça-feira.”
Senadores contrários a Sarney articulam um boicote nas sessões em plenário caso ele fique na presidência e o Conselho de Ética arquive as cinco representações e seis denúncias protocoladas - referentes a nepotismo, envolvimento em atos secretos e desvio de recursos da Petrobrás pela Fundação José Sarney.
“Não terá como fazer votação. O presidente Sarney vai perceber isso”, disse Cristovam Buarque (PDT-DF). “Não é golpe. É um direito nosso de não ir às sessões. Um desconhecimento à autoridade do senador. Ele não tem mais condições de continuar.”
Sarney retornou ontem a Brasília, depois de passar mais de uma semana em São Paulo, onde sua mulher, dona Marly, fez uma cirurgia após uma fratura no ombro. Ele pretende comandar hoje a primeira sessão de retorno aos trabalhos, mas deve retornar a São Paulo até amanhã para acompanhar sua mulher, que permanece em repouso na capital paulista.
SUPER BANDIDAGEM
Fernando Sarney tentou silenciar “Estado” e procuradores em 2008
Por Leandro Colon, no Estadão:
A estratégia de Fernando Sarney de tentar impedir o Estado de publicar informações sobre investigações a seu respeito começou em 2008, revelam documentos do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Daquela vez, porém, não deu certo. Os documentos mostram ainda que Fernando, filho do senador José Sarney (PMDB-AP), também tentou impedir procuradores da República de fornecer informações.
Sem alarde, os advogados de Fernando entraram no ano passado com uma ação no conselho, pedindo três coisas. A primeira era a convocação de um repórter do jornal, para que revelasse suas fontes de informação. A segunda, a proibição de acesso a detalhes da investigação pelo Estado. E a terceira, o impedimento aos procuradores da República de concederem entrevistas.
O filho do presidente do Senado contestou o vazamento de informações do inquérito sobre a Operação Boi Barrica que, assegurou, teriam fundamentado a reportagem assinada pelo repórter Ricardo Brandt, em 16 de janeiro do ano passado. A reportagem informava que Fernando corria o risco de ser indiciado - o que acabou se confirmando no mês passado, como apontou outro repórter do Estado, Rodrigo Rangel. O filho do presidente do Senado foi indiciado por lavagem de dinheiro, tráfico de influência e formação de quadrilha.
A ação de Fernando no CNMP foi recusada e arquivada na sessão de 22 de setembro, por unanimidade. Os motivos alegados estão no voto do então relator do recurso, promotor Diaulas Ribeiro. Ele repudiou qualquer tentativa de obrigar o jornalista a revelar a fonte da informação. Para o promotor, tratava-se de “um atentado à Constituição Federal”.
COMENTO
Meus queridos amigos e leitores, as bandidagens na nossa República, já são as maiores de todo planeta terra.
Esse mega bandido filho do Sarney, já vem cometendo milhares de crimes, não é de hoje, desde da década de 70, que Sarney e todo seu clã, vem cometendo atrocidades em todo país, principalmente no Maranhão, Amapá e toda região central do nosso país.
É lógico que todos esses crimes, tem a leniência dessa facção criminosa dos Petralhas, acho que ninguém tem dúvidas disso. Certo?
O que me causa estranheza, é a leniência do Judiciário, com essa bandidagem "Sarneista X Molusquiana".
Hoje todas as Estatáis brasileiras, principalmente: Petrobrás, BB, CEF e ainda o BNDES, estão a serviço dessa facção exacerbadamente criminosa que está no poder da República cometendo crimes, corrupções e todos os tipos de bandidagens, possíveis.
E nossas Forças Armadas definhadas, desmanteladas e sucateadas, não podem fazer nada, com essas quadrilhas de gatunos e gângsteres que medram o seio político. Esses desonestos, hipócritas e pérfidos políticos corruptos, que usurpam e locupletam-se as custas do dinheiro público.
É realmente muita bandidagem no país dos PETRALHAS. Só não ver quem não quer. Certo meus amigos?
Por Leandro Colon, no Estadão:
Na volta do recesso parlamentar, a partir de hoje, senadores vão pressionar para que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), deixe o cargo até quarta-feira pela manhã, antes da reunião do Conselho de Ética que analisará onze ações contra o parlamentar. Caso Sarney resista, entrará em cena um movimento de boicote nas sessões presididas por ele.
Amigo de Sarney, ex-ministro no seu governo e companheiro de Academia Brasileira de Letras (ABL), o senador Marco Maciel (DEM-PE) será um dos integrantes do grupo escalado para convencer o presidente do Senado a abrir mão do cargo. Maciel terá a missão de explicar a Sarney o risco de constrangimento que sofrerá em plenário se insistir em permanecer no comando do Senado.
Procurado ontem pelo Estado, Maciel confirmou as conversas com seus colegas, mas evitou qualquer previsão. Na avaliação dele, o dia decisivo para a crise será amanhã, quando a maioria dos parlamentares estará presente em Brasília.
“Conversei com alguns senadores, mas tudo informalmente”, contou. “Não falei com o presidente Sarney. Nada se materializou ainda. Não tenho nada a declarar, é preciso sentir o clima até terça-feira.”
Senadores contrários a Sarney articulam um boicote nas sessões em plenário caso ele fique na presidência e o Conselho de Ética arquive as cinco representações e seis denúncias protocoladas - referentes a nepotismo, envolvimento em atos secretos e desvio de recursos da Petrobrás pela Fundação José Sarney.
“Não terá como fazer votação. O presidente Sarney vai perceber isso”, disse Cristovam Buarque (PDT-DF). “Não é golpe. É um direito nosso de não ir às sessões. Um desconhecimento à autoridade do senador. Ele não tem mais condições de continuar.”
Sarney retornou ontem a Brasília, depois de passar mais de uma semana em São Paulo, onde sua mulher, dona Marly, fez uma cirurgia após uma fratura no ombro. Ele pretende comandar hoje a primeira sessão de retorno aos trabalhos, mas deve retornar a São Paulo até amanhã para acompanhar sua mulher, que permanece em repouso na capital paulista.
SUPER BANDIDAGEM
Fernando Sarney tentou silenciar “Estado” e procuradores em 2008
Por Leandro Colon, no Estadão:
A estratégia de Fernando Sarney de tentar impedir o Estado de publicar informações sobre investigações a seu respeito começou em 2008, revelam documentos do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Daquela vez, porém, não deu certo. Os documentos mostram ainda que Fernando, filho do senador José Sarney (PMDB-AP), também tentou impedir procuradores da República de fornecer informações.
Sem alarde, os advogados de Fernando entraram no ano passado com uma ação no conselho, pedindo três coisas. A primeira era a convocação de um repórter do jornal, para que revelasse suas fontes de informação. A segunda, a proibição de acesso a detalhes da investigação pelo Estado. E a terceira, o impedimento aos procuradores da República de concederem entrevistas.
O filho do presidente do Senado contestou o vazamento de informações do inquérito sobre a Operação Boi Barrica que, assegurou, teriam fundamentado a reportagem assinada pelo repórter Ricardo Brandt, em 16 de janeiro do ano passado. A reportagem informava que Fernando corria o risco de ser indiciado - o que acabou se confirmando no mês passado, como apontou outro repórter do Estado, Rodrigo Rangel. O filho do presidente do Senado foi indiciado por lavagem de dinheiro, tráfico de influência e formação de quadrilha.
A ação de Fernando no CNMP foi recusada e arquivada na sessão de 22 de setembro, por unanimidade. Os motivos alegados estão no voto do então relator do recurso, promotor Diaulas Ribeiro. Ele repudiou qualquer tentativa de obrigar o jornalista a revelar a fonte da informação. Para o promotor, tratava-se de “um atentado à Constituição Federal”.
COMENTO
Meus queridos amigos e leitores, as bandidagens na nossa República, já são as maiores de todo planeta terra.
Esse mega bandido filho do Sarney, já vem cometendo milhares de crimes, não é de hoje, desde da década de 70, que Sarney e todo seu clã, vem cometendo atrocidades em todo país, principalmente no Maranhão, Amapá e toda região central do nosso país.
É lógico que todos esses crimes, tem a leniência dessa facção criminosa dos Petralhas, acho que ninguém tem dúvidas disso. Certo?
O que me causa estranheza, é a leniência do Judiciário, com essa bandidagem "Sarneista X Molusquiana".
Hoje todas as Estatáis brasileiras, principalmente: Petrobrás, BB, CEF e ainda o BNDES, estão a serviço dessa facção exacerbadamente criminosa que está no poder da República cometendo crimes, corrupções e todos os tipos de bandidagens, possíveis.
E nossas Forças Armadas definhadas, desmanteladas e sucateadas, não podem fazer nada, com essas quadrilhas de gatunos e gângsteres que medram o seio político. Esses desonestos, hipócritas e pérfidos políticos corruptos, que usurpam e locupletam-se as custas do dinheiro público.
É realmente muita bandidagem no país dos PETRALHAS. Só não ver quem não quer. Certo meus amigos?
domingo, 2 de agosto de 2009
O GOVERNO DO LULA UMA VERGONHA LASTIMÁVEL!
Censura ao “Estado” aumenta pressão por renúncia de Sarney
Por Leandro Colon, no Estadão:
A decisão judicial que proibiu o Estado de publicar reportagens sobre a investigação da Polícia Federal contra Fernando Sarney foi repudiada por senadores. Na avaliação dos parlamentares, o caminho adotado pela família Sarney de censurar o jornal só agrava a situação do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), cada vez mais mergulhado em denúncias de nepotismo, envolvimento em atos secretos e desvio de verbas da Petrobrás.
“O homem da transição democrática agora comete um ato da ditadura. Ele perdeu seu último argumento. Isso é terrível. O presidente Sarney tem de renunciar”, disse Pedro Simon (PMDB-RS).
Na sexta-feira, o "péssimo e nocivo" esembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, pôs o Estado sob censura. Por meio de medida liminar, ele impediu o jornal de publicar as conversas telefônicas gravadas pela Polícia Federal, com autorização judicial, que mostram, entre outras coisas, Fernando Sarney discutindo com o pai a contratação do namorado da neta do senador por meio de ato secreto no Senado.
Para o petista Eduardo Suplicy (SP), a decisão da Justiça fere princípios constitucionais. “A Constituição assegura a liberdade de imprensa, sobretudo em casos de diálogos gravados com autorização judicial. É um direito da população ser informada pela imprensa sobre diálogos que ferem a ética.”
O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) considerou “inadequado” o caminho adotado pelo clã dos Sarney. A situação política do senador, observou, fica mais complicada com a censura ao Estado. “Isso agrava a situação dele. Não vejo o Senado votando mais. Não vai mais funcionar”, afirmou.
“Esse caminho pela Justiça é um retrocesso terrível e injustificável”, continuou. ” O Estado já viveu essa situação em plena ditadura, mas hoje isso não pode acontecer, a não ser que o Sarney se considere um homem incomum, como diz o presidente Lula.”
O Estado revelou ontem que o desembargador Dácio Vieira é do convívio social do senador Sarney e do ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia. O registro está numa foto do dia 10 de junho, na qual Vieira, Sarney e Agaciel aparecem juntos no casamento da filha do ex-diretor . O desembargador trabalhou na Gráfica do Senado durante o período em que Agaciel foi diretor deste departamento. É também ex-consultor jurídico do Senado. “O fato (censura), por ser inexplicável, suscita essas dúvidas: por que o desembargador esteve no casamento da filha do Agaciel?”, indagou Jarbas.
Senadores sentem nas ruas peso do desgaste com crise
Por Luciana Nunes Leal, no Estadão:
Na manhã da sexta-feira passada, o senador petista Eduardo Suplicy (SP) falava ao celular depois de se exercitar no Parque do Ibirapuera quando foi abordado por um eleitor. “Eu não votaria mais em você”, disse, a certa altura, o cidadão, um médico desiludido com a política que não deixou claros os motivos da insatisfação.
Calmamente, Suplicy respondeu: “Vou lhe dizer o que estou fazendo no Senado.” Citou projetos como o que prevê divulgação dos nomes, funções e salários de todos os servidores e o fim dos suplentes. Não surtiu efeito.
“O presidente Lula é a maior decepção que este país já teve”, continuou o eleitor revoltado. “Não concordo com o senhor”, respondeu o senador. Despediu-se e voltou ao telefone e à conversa com o Estado.
Suplicy, reeleito em 2006 para mais oito anos de mandato, não terá de disputar uma vaga em 2010, mas sofre os efeitos da crise instalada no Senado, com sucessivas acusações contra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), e uma guerra entre aliados e adversários do maranhense eleito pelo Amapá.
Além do desgaste que atinge os senadores em geral por causa das denúncias de uso do poder político em benefício de parentes e amigos, os petistas têm que dar explicações sobre o comportamento vacilante do PT e as reiteradas defesas de Sarney feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Uma situação desconfortável, especialmente para os nove senadores do partido que tentarão a reeleição em 2010. E agravada pela falta de unidade da bancada formada por 12 petistas.
Proibição é ”inaceitável e abominável”, diz ANJ
No Estadão:
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) divulgou ontem nota à imprensa qualificando como “inconstitucional” a liminar judicial contra o Estado. O texto é assinado pelo vice-presidente da ANJ e responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão, Júlio César Mesquita.
A nota enfatiza que o material censurado é baseado em informações resultantes de ações da Polícia Federal, na chamada Operação Faktor, mais conhecida como Boi Barrica. Trata-se de fato de “inegável interesse público”.
“A Associação Nacional de Jornais (ANJ) condena veementemente a decisão do desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), proibindo a publicação, pelo jornal O Estado de S. Paulo e pelo Portal Estadão, de reportagens contendo informações resultantes da Operação Faktor , da Polícia Federal, sobre supostas irregularidades praticadas pelo empresário Fernando Sarney. A decisão proíbe ainda os demais veículos de comunicação - emissoras de rádio e televisão, além de jornais de todo o País - de utilizarem ou citarem material publicado por O Estado de S. Paulo, sob pena de, em caso de descumprimento, incorrerem em multa de R$ 150 mil para ?cada ato de violação do presente comando judicial?.
As reportagens que O Estado de S. Paulo vinha publicando baseavam-se em gravações de conversas telefônicas entre o referido empresário e diversas pessoas, entre as quais seu pai, José Sarney, ex-presidente da República e atual presidente do Senado Federal, cuja família, entre outros negócios, controla um grupo de comunicação que inclui jornal, rádio e televisão. Diante disso, a ANJ considera que o fato se reveste de inegável interesse público e que é inaceitável que pessoas ligadas à atividade jornalística recorram a um expediente inconstitucional, conforme recente decisão do Supremo Tribunal Federal, para subtrair ao escrutínio público operações com graves indícios de ilegalidade.”
BANDIDAGEM: Zoghbi fraudou sistema de crédito no Senado, diz relatório
Por Leandro Colon, no Estadão:
Investigação do Senado mantida sob sigilo revela que o ex-diretor de Recursos Humanos da Casa João Carlos Zoghbi fraudou a folha de pagamento para aumentar o valor do crédito consignado. A empresa Contact Assessoria de Crédito, que tem uma ex-babá dele como sócia, foi, segundo a investigação, “a que mais faturou com esses empréstimos”. O relatório mostra que a fraude gerou uma indústria de empréstimos que transformou o Senado em um grande centro de “agiotagem”.
Segundo a sindicância, Zoghbi entrava no sistema e aumentava o limite de crédito a que o funcionário teria direito, ultrapassando o porcentual estabelecido de 30%. Ele gerava uma “margem adicional” de renda para o empréstimo.
Em depoimento à comissão de sindicância, Zoghbi admitiu que fraudou pelo menos 10% dos pedidos de crédito, alegando que estava atendendo a apelos dos funcionários com “problemas (financeiros) mais graves”. Ele também barrava as auditorias no Ergon - o sistema informatizado da folha de pagamento. “O caso é gravíssimo”, diz o relatório da comissão de sindicância.
Essa investigação serviu como prova para a abertura de um processo administrativo para demitir Zoghbi do serviço público. O relatório foi entregue dia 15 de junho à primeira-secretaria, mas ficou sob sigilo em meio à turbulência política provocada pelos atos secretos naquele mês. O Estado teve acesso a esse material.
AGIOTAGEM
O relatório é contundente sobre a ação de Zoghbi em ramo que movimenta R$ 12 milhões por mês no Senado. Confirma que valores dos salários ou da margem consignável foram alterados, criando dados falsos para liberar créditos com desconto na folha de pagamento.
MAIS BANDIDAGEM, Só na Norte-Sul, obra do PAC, sobrepreço de R$ 500 milhões
No Globo:
A Controladoria Geral da União (CGU) assumirá esta semana sindicância interna instaurada na Valec Engenharia, responsável pelo acompanhamento das obras da Ferrovia Norte-Sul, para apurar denúncias de várias irregularidades, inclusive sobrepreço de quase R$ 500 milhões no orçamento da obra. Seriam R$ 595 mil a mais por cada quilômetro construído. Na sexta-feira, o ministro Jorge Hage enviou ofício ao presidente da empresa, José Francisco das Neves, informando-o da decisão. A sindicância interna foi aberta em dezembro do ano passado pela estatal, até agora sem resultados. É o que informa a reportagem do enviado especial ao Maranhão, Chico de Góis, publicada na edição do GLOBO deste domingo.
Inquérito da Polícia Federal, na Operação Boi Barrica, de outubro de 2008, acusa o diretor de Engenharia da estatal, Ulisses Assad, de integrar uma “organização criminosa”, da qual faria parte Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). De acordo com a PF, o grupo teria como objetivo superfaturar e direcionar obras na Valec, além de atuar no setor de energia.
Só em dois trechos da ferrovia, auditores do Tribunal de Contas da União (TCU) detectaram sobrepreço de R$ 466 milhões, cerca de R$ 595 mil por quilômetro. Por isso, em abril conselheiros do TCU referendaram uma decisão que já haviam tomado: a retenção de parte dos pagamentos às empreiteiras.
Planejada pelo então presidente da República, José Sarney, e citada no escândalo que atropela a família por conta de flagrantes de escutas realizadas pela PF, a Ferrovia Norte-Sul teve início em março de 1987 e até 2005 vinha se arrastando vagarosamente. Com o presidente Lula, ganhou impulso. Do traçado original de 1.550 km, entre Açailândia, no Maranhão, a Anápolis, em Goiás, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) aumentou sua extensão, no ano passado, em mais 1.526 km. Até agora, a obra já consumiu R$ 1,5 bilhão, e a estimativa é que sejam necessários mais R$ 3 bilhões para a conclusão.
Fazendo Arte: compra de nota fiscal esconde sonegação na área da cultura.
No Globo
A descoberta de que a Petrobras gastou mais de R$ 12,4 milhões na sua área de abastecimento com empresas que vendem notas fiscais, que têm como endereço um canil ou um barraco numa favela, levantou a ponta de um esquema muito maior: grande parte da produção cultural do Rio vive num ambiente de sonegação sistemática de impostos e operando através das mesmas empresas. Artistas, autores, produtores e fornecedores de todos os tipos usam o esquema de notas fiscais “de favor”, obtidas destas empresas, em vez de operar como pessoa física autônoma ou abrir sua própria empresa. Assim, driblam a Receita Federal, pagando menos imposto ou simplesmente sonegando, revelam Chico Otavio, Maiá Menezese Alessandra Duarte, em reportagem publicada na edição do GLOBO de domingo.
Levantamento feito pelo jornal indica a existência de pelo menos 13 empresas fornecedoras dessas notas fiscais. As mesmas firmas também já aprovaram quase R$ 14 milhões no Ministério da Cultura em projetos enquadrados na Lei Rouanet.
Especialistas na área tributária afirmaram ao GLOBO que todas as partes envolvidas no mercado de notas fiscais para a prestação de serviços estão agindo irregularmente. “Se todo mundo fizer o correto, vai desmontar o setor”, alega um produtor. Empresas de produção de eventos que trabalharam para a Infoglobo, que edita os jornais O GLOBO e Extra, também se valeram dos expedientes de contratação de profissionais que utilizaram notas de favor.
Ao optar pelo uso da nota fiscal de terceiros, em vez de cobrar como pessoa física autônoma ou abrir a sua própria empresa, o prestador de serviços deixa de recolher os impostos previstos para esse tipo de transação como autônomo ou Pessoa Jurídica. No lugar do recolhimento da tributação, preferem recorrer ao mercado das notas de favor e pagar percentuais de 5% a 10% do valor do trabalho realizado de taxa paralela - geralmente, índices bem menores do que seria a tributação oficial.
COMENTO
Meus caros amigos e leitores, todas essas bandidagens já passou do limite do aceitável, os bandidos e corruptos PETRALHAS, extrapolaram ao máximo.
Infelizmente essa mega quadrilha de gatunos nojentos e abomináveis ainda vai continuar roubando e locupletando-se as custa do ERÁRIO PÚBLICO, por mais algúm tempo.
Tudo Isso, por conta da popularidade de um mega bandido, que está no poder da República, cometendo todos os tipos de bandidagens possíveis.
Vale apena lembrar que a popularidade de Hitler, na Alemanha era mais de 90%, o resto da história todos já sabem.
Por Leandro Colon, no Estadão:
A decisão judicial que proibiu o Estado de publicar reportagens sobre a investigação da Polícia Federal contra Fernando Sarney foi repudiada por senadores. Na avaliação dos parlamentares, o caminho adotado pela família Sarney de censurar o jornal só agrava a situação do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), cada vez mais mergulhado em denúncias de nepotismo, envolvimento em atos secretos e desvio de verbas da Petrobrás.
“O homem da transição democrática agora comete um ato da ditadura. Ele perdeu seu último argumento. Isso é terrível. O presidente Sarney tem de renunciar”, disse Pedro Simon (PMDB-RS).
Na sexta-feira, o "péssimo e nocivo" esembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, pôs o Estado sob censura. Por meio de medida liminar, ele impediu o jornal de publicar as conversas telefônicas gravadas pela Polícia Federal, com autorização judicial, que mostram, entre outras coisas, Fernando Sarney discutindo com o pai a contratação do namorado da neta do senador por meio de ato secreto no Senado.
Para o petista Eduardo Suplicy (SP), a decisão da Justiça fere princípios constitucionais. “A Constituição assegura a liberdade de imprensa, sobretudo em casos de diálogos gravados com autorização judicial. É um direito da população ser informada pela imprensa sobre diálogos que ferem a ética.”
O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) considerou “inadequado” o caminho adotado pelo clã dos Sarney. A situação política do senador, observou, fica mais complicada com a censura ao Estado. “Isso agrava a situação dele. Não vejo o Senado votando mais. Não vai mais funcionar”, afirmou.
“Esse caminho pela Justiça é um retrocesso terrível e injustificável”, continuou. ” O Estado já viveu essa situação em plena ditadura, mas hoje isso não pode acontecer, a não ser que o Sarney se considere um homem incomum, como diz o presidente Lula.”
O Estado revelou ontem que o desembargador Dácio Vieira é do convívio social do senador Sarney e do ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia. O registro está numa foto do dia 10 de junho, na qual Vieira, Sarney e Agaciel aparecem juntos no casamento da filha do ex-diretor . O desembargador trabalhou na Gráfica do Senado durante o período em que Agaciel foi diretor deste departamento. É também ex-consultor jurídico do Senado. “O fato (censura), por ser inexplicável, suscita essas dúvidas: por que o desembargador esteve no casamento da filha do Agaciel?”, indagou Jarbas.
Senadores sentem nas ruas peso do desgaste com crise
Por Luciana Nunes Leal, no Estadão:
Na manhã da sexta-feira passada, o senador petista Eduardo Suplicy (SP) falava ao celular depois de se exercitar no Parque do Ibirapuera quando foi abordado por um eleitor. “Eu não votaria mais em você”, disse, a certa altura, o cidadão, um médico desiludido com a política que não deixou claros os motivos da insatisfação.
Calmamente, Suplicy respondeu: “Vou lhe dizer o que estou fazendo no Senado.” Citou projetos como o que prevê divulgação dos nomes, funções e salários de todos os servidores e o fim dos suplentes. Não surtiu efeito.
“O presidente Lula é a maior decepção que este país já teve”, continuou o eleitor revoltado. “Não concordo com o senhor”, respondeu o senador. Despediu-se e voltou ao telefone e à conversa com o Estado.
Suplicy, reeleito em 2006 para mais oito anos de mandato, não terá de disputar uma vaga em 2010, mas sofre os efeitos da crise instalada no Senado, com sucessivas acusações contra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), e uma guerra entre aliados e adversários do maranhense eleito pelo Amapá.
Além do desgaste que atinge os senadores em geral por causa das denúncias de uso do poder político em benefício de parentes e amigos, os petistas têm que dar explicações sobre o comportamento vacilante do PT e as reiteradas defesas de Sarney feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Uma situação desconfortável, especialmente para os nove senadores do partido que tentarão a reeleição em 2010. E agravada pela falta de unidade da bancada formada por 12 petistas.
Proibição é ”inaceitável e abominável”, diz ANJ
No Estadão:
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) divulgou ontem nota à imprensa qualificando como “inconstitucional” a liminar judicial contra o Estado. O texto é assinado pelo vice-presidente da ANJ e responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão, Júlio César Mesquita.
A nota enfatiza que o material censurado é baseado em informações resultantes de ações da Polícia Federal, na chamada Operação Faktor, mais conhecida como Boi Barrica. Trata-se de fato de “inegável interesse público”.
“A Associação Nacional de Jornais (ANJ) condena veementemente a decisão do desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), proibindo a publicação, pelo jornal O Estado de S. Paulo e pelo Portal Estadão, de reportagens contendo informações resultantes da Operação Faktor , da Polícia Federal, sobre supostas irregularidades praticadas pelo empresário Fernando Sarney. A decisão proíbe ainda os demais veículos de comunicação - emissoras de rádio e televisão, além de jornais de todo o País - de utilizarem ou citarem material publicado por O Estado de S. Paulo, sob pena de, em caso de descumprimento, incorrerem em multa de R$ 150 mil para ?cada ato de violação do presente comando judicial?.
As reportagens que O Estado de S. Paulo vinha publicando baseavam-se em gravações de conversas telefônicas entre o referido empresário e diversas pessoas, entre as quais seu pai, José Sarney, ex-presidente da República e atual presidente do Senado Federal, cuja família, entre outros negócios, controla um grupo de comunicação que inclui jornal, rádio e televisão. Diante disso, a ANJ considera que o fato se reveste de inegável interesse público e que é inaceitável que pessoas ligadas à atividade jornalística recorram a um expediente inconstitucional, conforme recente decisão do Supremo Tribunal Federal, para subtrair ao escrutínio público operações com graves indícios de ilegalidade.”
BANDIDAGEM: Zoghbi fraudou sistema de crédito no Senado, diz relatório
Por Leandro Colon, no Estadão:
Investigação do Senado mantida sob sigilo revela que o ex-diretor de Recursos Humanos da Casa João Carlos Zoghbi fraudou a folha de pagamento para aumentar o valor do crédito consignado. A empresa Contact Assessoria de Crédito, que tem uma ex-babá dele como sócia, foi, segundo a investigação, “a que mais faturou com esses empréstimos”. O relatório mostra que a fraude gerou uma indústria de empréstimos que transformou o Senado em um grande centro de “agiotagem”.
Segundo a sindicância, Zoghbi entrava no sistema e aumentava o limite de crédito a que o funcionário teria direito, ultrapassando o porcentual estabelecido de 30%. Ele gerava uma “margem adicional” de renda para o empréstimo.
Em depoimento à comissão de sindicância, Zoghbi admitiu que fraudou pelo menos 10% dos pedidos de crédito, alegando que estava atendendo a apelos dos funcionários com “problemas (financeiros) mais graves”. Ele também barrava as auditorias no Ergon - o sistema informatizado da folha de pagamento. “O caso é gravíssimo”, diz o relatório da comissão de sindicância.
Essa investigação serviu como prova para a abertura de um processo administrativo para demitir Zoghbi do serviço público. O relatório foi entregue dia 15 de junho à primeira-secretaria, mas ficou sob sigilo em meio à turbulência política provocada pelos atos secretos naquele mês. O Estado teve acesso a esse material.
AGIOTAGEM
O relatório é contundente sobre a ação de Zoghbi em ramo que movimenta R$ 12 milhões por mês no Senado. Confirma que valores dos salários ou da margem consignável foram alterados, criando dados falsos para liberar créditos com desconto na folha de pagamento.
MAIS BANDIDAGEM, Só na Norte-Sul, obra do PAC, sobrepreço de R$ 500 milhões
No Globo:
A Controladoria Geral da União (CGU) assumirá esta semana sindicância interna instaurada na Valec Engenharia, responsável pelo acompanhamento das obras da Ferrovia Norte-Sul, para apurar denúncias de várias irregularidades, inclusive sobrepreço de quase R$ 500 milhões no orçamento da obra. Seriam R$ 595 mil a mais por cada quilômetro construído. Na sexta-feira, o ministro Jorge Hage enviou ofício ao presidente da empresa, José Francisco das Neves, informando-o da decisão. A sindicância interna foi aberta em dezembro do ano passado pela estatal, até agora sem resultados. É o que informa a reportagem do enviado especial ao Maranhão, Chico de Góis, publicada na edição do GLOBO deste domingo.
Inquérito da Polícia Federal, na Operação Boi Barrica, de outubro de 2008, acusa o diretor de Engenharia da estatal, Ulisses Assad, de integrar uma “organização criminosa”, da qual faria parte Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). De acordo com a PF, o grupo teria como objetivo superfaturar e direcionar obras na Valec, além de atuar no setor de energia.
Só em dois trechos da ferrovia, auditores do Tribunal de Contas da União (TCU) detectaram sobrepreço de R$ 466 milhões, cerca de R$ 595 mil por quilômetro. Por isso, em abril conselheiros do TCU referendaram uma decisão que já haviam tomado: a retenção de parte dos pagamentos às empreiteiras.
Planejada pelo então presidente da República, José Sarney, e citada no escândalo que atropela a família por conta de flagrantes de escutas realizadas pela PF, a Ferrovia Norte-Sul teve início em março de 1987 e até 2005 vinha se arrastando vagarosamente. Com o presidente Lula, ganhou impulso. Do traçado original de 1.550 km, entre Açailândia, no Maranhão, a Anápolis, em Goiás, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) aumentou sua extensão, no ano passado, em mais 1.526 km. Até agora, a obra já consumiu R$ 1,5 bilhão, e a estimativa é que sejam necessários mais R$ 3 bilhões para a conclusão.
Fazendo Arte: compra de nota fiscal esconde sonegação na área da cultura.
No Globo
A descoberta de que a Petrobras gastou mais de R$ 12,4 milhões na sua área de abastecimento com empresas que vendem notas fiscais, que têm como endereço um canil ou um barraco numa favela, levantou a ponta de um esquema muito maior: grande parte da produção cultural do Rio vive num ambiente de sonegação sistemática de impostos e operando através das mesmas empresas. Artistas, autores, produtores e fornecedores de todos os tipos usam o esquema de notas fiscais “de favor”, obtidas destas empresas, em vez de operar como pessoa física autônoma ou abrir sua própria empresa. Assim, driblam a Receita Federal, pagando menos imposto ou simplesmente sonegando, revelam Chico Otavio, Maiá Menezese Alessandra Duarte, em reportagem publicada na edição do GLOBO de domingo.
Levantamento feito pelo jornal indica a existência de pelo menos 13 empresas fornecedoras dessas notas fiscais. As mesmas firmas também já aprovaram quase R$ 14 milhões no Ministério da Cultura em projetos enquadrados na Lei Rouanet.
Especialistas na área tributária afirmaram ao GLOBO que todas as partes envolvidas no mercado de notas fiscais para a prestação de serviços estão agindo irregularmente. “Se todo mundo fizer o correto, vai desmontar o setor”, alega um produtor. Empresas de produção de eventos que trabalharam para a Infoglobo, que edita os jornais O GLOBO e Extra, também se valeram dos expedientes de contratação de profissionais que utilizaram notas de favor.
Ao optar pelo uso da nota fiscal de terceiros, em vez de cobrar como pessoa física autônoma ou abrir a sua própria empresa, o prestador de serviços deixa de recolher os impostos previstos para esse tipo de transação como autônomo ou Pessoa Jurídica. No lugar do recolhimento da tributação, preferem recorrer ao mercado das notas de favor e pagar percentuais de 5% a 10% do valor do trabalho realizado de taxa paralela - geralmente, índices bem menores do que seria a tributação oficial.
COMENTO
Meus caros amigos e leitores, todas essas bandidagens já passou do limite do aceitável, os bandidos e corruptos PETRALHAS, extrapolaram ao máximo.
Infelizmente essa mega quadrilha de gatunos nojentos e abomináveis ainda vai continuar roubando e locupletando-se as custa do ERÁRIO PÚBLICO, por mais algúm tempo.
Tudo Isso, por conta da popularidade de um mega bandido, que está no poder da República, cometendo todos os tipos de bandidagens possíveis.
Vale apena lembrar que a popularidade de Hitler, na Alemanha era mais de 90%, o resto da história todos já sabem.
sábado, 1 de agosto de 2009
"AS COISAS ERRADAS QUE MANCHAM A REPÚBLICA"!
Imprensa sob censura Ex-consultor do Senado, juiz é próximo da família SARNEY.
Por Leandro Cólon e Rodrigo Rangel, no Estadão:
Ex-consultor jurídico do Senado, o desembargador Dácio Vieira, que concedeu a liminar a favor de Fernando Sarney e pôs o Estado sob censura, é do convívio social da família Sarney e do ex-diretor-geral Agaciel Maia. Dácio Vieira foi um dos convidados presentes ao luxuoso casamento de Mayanna Cecília, filha de Agaciel, no dia 10 de junho, em Brasília. Na mesma data, o Estado revelou a existência de atos secretos no Senado. O presidente José Sarney (PMDB-AP) foi padrinho do casamento.
Em 12 de fevereiro, Sarney compareceu à posse do desembargador na presidência do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Distrito Federal.
Em sua passagem pelo Senado, Dácio trabalhou na gráfica da Casa. Lá, foi colega de Agaciel. Foi na gráfica que começou a trajetória de poder de Agaciel no Senado: de lá, pelas mãos de Sarney, em 1995, ele foi guindado ao posto de diretor-geral, onde acumulou superpoderes que culminaram com a edição dos atos secretos, revelados pelo Estado.
Dácio fez carreira no Senado. De acordo com seu currículo, disponível na página do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, ele foi designado em 1986, na condição de advogado, para ocupar o cargo de “titular da Assessoria Jurídica do Centro Gráfico do Senado”. Depois, foi promovido à condição de consultor jurídico da corrupta Casa.
Imprensa continua sob censura Entidades apontam inconstitucionalidade
No Estadão:
Inconstitucional. Censura prévia. Essas foram as expressões mais repetidas ontem entre representantes de instituições ligadas à área de imprensa e de defesa do Estado de Direito, em comentários a respeito da decisão judicial que impede o Estado de divulgar informações sobre as investigações que envolvem Fernando Sarney.
O diretor executivo da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Ricardo Pedreira, disse que a entidade condena a decisão do juiz Daniel Felipe Machado por se tratar de censura prévia. “Isso é inconstitucional”, afirmou. “A Constituição é muito clara, no sentido de que não se pode censurar previamente nenhum tipo de informação. Trata-se de um princípio fundamental da nossa Constituição e da própria democracia.”
Ainda segundo o representante da ANJ, o jornal deve recorrer e tentar reverter a decisão no Judiciário. “Infelizmente, esse tipo de decisão judicial, determinando censura prévia, tem ocorrido com frequência. Isso não é medida contra os jornais ou os jornalistas. Ela afeta sobretudo o direito do cidadão de ser livremente bem informado.”
O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cézar Britto, também condenou a censura ao Estado. “A censura prévia foi revogada expressamente na Constituição do Brasil, como forma eficaz de impedir a volta do autoritarismo. Não se pode calar a imprensa. Isto bem reconheceu o Supremo Tribunal Federal quando revogou a Lei de Imprensa. A liberdade de expressão dos meios de comunicação é uma obrigação que não pode ser frustrada por decisão judicial”, afirmou.
O POVO BRASILEIRO TEM QUE TER ACESSO À INFORMAÇÃO
O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio Murilo, também lamentou a frequência com que o Judiciário atendido aos pedidos de censura prévia. “Isso é inconstitucional. Isso é incompatível com o Estado Democrático de Direito”, afirmou. “Essa decisão prejudica o Estado, prejudica dos jornalistas, mas atinge, sobretudo, o cidadão, que tem direito de acesso à informação.”
O presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azedo, qualificou a decisão da Justiça de Brasília de absolutamente inconstitucional. “O preceito constitucional não deixa margem a dúvida e é inadmissível que um magistrado, de qualquer instância do Poder Judiciário, atropele o texto constitucional como faz essa liminar que impede O Estado de fazer referência e dar notícias sobre o senhor Fernando Sarney.”
Bandidagem, Sarney vendeu terra comprada em 2001 de morto em 1996
Por Fernanda Odilla e Alan Gripp, na Folha:
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), vendeu em 2002 terras compradas um ano antes de um comerciante MORTO em 1996.
Afirmando ser “legítimo possuidor e proprietário”, Sarney negociou o terreno registrado no nome de seu ajudante de ordem Wanderley Ferreira de Azevedo. A área, de 33,88 hectares (equivalente a 33 campos de futebol), é parte do sítio São José do Pericumã, na divisa de Goiás com o Distrito Federal.
Segundo registros em cartório de Luziânia (GO) e São Paulo, localizados pela Folha, Wanderley comprou a fazenda em junho de 2001 de Antônio Joaquim de Araújo Mello.
Tonho Mello, como era conhecido na região, foi enterrado em em Luziânia, no dia 12 de dezembro de 1996. Sua morte está registrada em certidão de óbito na cidade goiana.
O negócio pode configurar a prática de crimes como falsidade ideológica e estelionato. Se uma investigação confirmar que o objetivo era fugir de impostos ou ocultar a origem dos recursos, os envolvidos podem responder também por sonegação e lavagem de dinheiro.
Tonho Mello já havia vendido para o senador, no início da década de 1980, outros três terrenos que compõem o Pericumã, cenário de tomada de decisões no período em que Sarney era presidente da República. Aqui
Jader Barbalho, Renan Calheiros e José Sarney: mais do que riscar os homens, é preciso cancelar maus usos e péssimos costumes
Uma reportagem publicada nesta edição detalha o que pode ser o derradeiro capítulo do escândalo em torno dos atos secretos do Senado, cujo protagonista, José Sarney, é o mais antigo parlamentar em atividade no Brasil. Com Sarney, serão três os presidentes do Senado que renunciaram depois de naufragarem por falta de respostas convincentes às acusações de “quebra de decoro parlamentar” - eufemismo que embute um arco de maus comportamentos a ferir a ética e dilapidar os cofres públicos, como nepotismo, abuso de poder e corrupção. Foi assim com Jader Barbalho, em 2001, e com Renan Calheiros, em 2007. Nesses dois casos, vendeu-se a falsa impressão de que com a partida dos indivíduos purgavam-se os pecados de todos e, como corolário dela, vingou a ideia de que, tendo a Casa chegado ao fundo do poço da ética, seria inevitável que dali em diante as coisas começassem a melhorar. A realidade encarregou-se de desmanchar a ilusão - ou trapaça.
Tenta-se agora fazer o mesmo em relação ao fim da era de bandidagens Sarney. Não será por isso que os políticos brasileiros de todos os níveis, com as exceções de praxe, passarão a distinguir entre o público e o privado ou ter a mais mínima noção do que seja o interesse nacional. Mas algumas medidas precisam e podem ser tomadas já:
» Extinguir o senador sem voto. Os suplentes de senador teriam de se candidatar a esse posto e ser escolhidos individualmente pelo voto. Alternativamente, em caso de vacância do titular, o substituto do senador seria escolhido pelas respectivas Assembleias Legislativas estaduais.
» Tornar transparente via internet cada centavo de todos os gastos do Parlamento. Colocar no site os nomes, cargos, salários e benefícios de todos os servidores, bem como seus horários de expediente.
» Fazer um corte imediato e drástico no número de funcionários da Câmara e do Senado. Hoje, há 28 funcionários para cada deputado e 119 para cada senador, um abuso sem igual no mundo e sem precedentes na história.
Varrer dos conselhos de ética os integrantes que sejam eles próprios alvo de inquéritos, acusações de nepotismo e mal caratismo, ou réus de ações penais. Hoje, 70% deles o são.
Talvez seja impossível, no curso de uma geração, fazer com que práticas fisiológicas, coronelistas, seculares e tão abomináveis, passem a ser vistas com o estranhamento mental e a repulsa moral necessários à boa política. A adoção imediata das medidas acima, porém, seria um primeiro passo na direção da solução cabal para as bandalheiras e bandidagens - que só virá quando aqueles senhores tiverem vergonha na cara.
COMENTO
Meus nobres amigos e leitores, até que em fim, o bandido e presidente do Senado anuncia ao apedeuta da Silva, sua disposição de entregar o corrupto cargo para preservar o mandato, abrindo o processo de sucessão.
O que o nação e o povo espera é que ele sirva para mudar as práticas, os vícios e as bandidagens, que alimentam a corrupção, o fisiologismo e nepotismo na política ou na políticagem; sim porque no Brasil tem mais políticagem do que política.
Esses corruptos bandidos nos três poderes da República medram o seio político e ainda "consagram-se" como: os desonestos, os hipócrita, os pérfidos e os fraudadores que usurpam e locupletam-se as as custa da pobreza e do erário público. Esses falsos e corruptos líderes, que com suas máscaras de popularidade, pertendem perpetua-se no poder de qualquer jeito, a qualquer custo e ainda passando por cima de tudo e de todos.
Pobres homens públicos, que mergulhado na obscuridão da ignorância e com o propósito apenas de enrriquecimento ilícito, tentam de todas as formas, burlar as leis, principalmente a Carta Mágna da nação brasileira.
A própria MP 2-215-10 é um exemplo que a constituição não está sendo respeitada, os altos salários da PMDF, bem maior do que das FFAA, é outro exemplo gritante que contituição brasileira, foi rasgada por essa exacerbada e medíocre, facção criminosa que hoje está no poder da República, cometendo todos os tipos de crimes.
Por Leandro Cólon e Rodrigo Rangel, no Estadão:
Ex-consultor jurídico do Senado, o desembargador Dácio Vieira, que concedeu a liminar a favor de Fernando Sarney e pôs o Estado sob censura, é do convívio social da família Sarney e do ex-diretor-geral Agaciel Maia. Dácio Vieira foi um dos convidados presentes ao luxuoso casamento de Mayanna Cecília, filha de Agaciel, no dia 10 de junho, em Brasília. Na mesma data, o Estado revelou a existência de atos secretos no Senado. O presidente José Sarney (PMDB-AP) foi padrinho do casamento.
Em 12 de fevereiro, Sarney compareceu à posse do desembargador na presidência do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Distrito Federal.
Em sua passagem pelo Senado, Dácio trabalhou na gráfica da Casa. Lá, foi colega de Agaciel. Foi na gráfica que começou a trajetória de poder de Agaciel no Senado: de lá, pelas mãos de Sarney, em 1995, ele foi guindado ao posto de diretor-geral, onde acumulou superpoderes que culminaram com a edição dos atos secretos, revelados pelo Estado.
Dácio fez carreira no Senado. De acordo com seu currículo, disponível na página do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, ele foi designado em 1986, na condição de advogado, para ocupar o cargo de “titular da Assessoria Jurídica do Centro Gráfico do Senado”. Depois, foi promovido à condição de consultor jurídico da corrupta Casa.
Imprensa continua sob censura Entidades apontam inconstitucionalidade
No Estadão:
Inconstitucional. Censura prévia. Essas foram as expressões mais repetidas ontem entre representantes de instituições ligadas à área de imprensa e de defesa do Estado de Direito, em comentários a respeito da decisão judicial que impede o Estado de divulgar informações sobre as investigações que envolvem Fernando Sarney.
O diretor executivo da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Ricardo Pedreira, disse que a entidade condena a decisão do juiz Daniel Felipe Machado por se tratar de censura prévia. “Isso é inconstitucional”, afirmou. “A Constituição é muito clara, no sentido de que não se pode censurar previamente nenhum tipo de informação. Trata-se de um princípio fundamental da nossa Constituição e da própria democracia.”
Ainda segundo o representante da ANJ, o jornal deve recorrer e tentar reverter a decisão no Judiciário. “Infelizmente, esse tipo de decisão judicial, determinando censura prévia, tem ocorrido com frequência. Isso não é medida contra os jornais ou os jornalistas. Ela afeta sobretudo o direito do cidadão de ser livremente bem informado.”
O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cézar Britto, também condenou a censura ao Estado. “A censura prévia foi revogada expressamente na Constituição do Brasil, como forma eficaz de impedir a volta do autoritarismo. Não se pode calar a imprensa. Isto bem reconheceu o Supremo Tribunal Federal quando revogou a Lei de Imprensa. A liberdade de expressão dos meios de comunicação é uma obrigação que não pode ser frustrada por decisão judicial”, afirmou.
O POVO BRASILEIRO TEM QUE TER ACESSO À INFORMAÇÃO
O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio Murilo, também lamentou a frequência com que o Judiciário atendido aos pedidos de censura prévia. “Isso é inconstitucional. Isso é incompatível com o Estado Democrático de Direito”, afirmou. “Essa decisão prejudica o Estado, prejudica dos jornalistas, mas atinge, sobretudo, o cidadão, que tem direito de acesso à informação.”
O presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azedo, qualificou a decisão da Justiça de Brasília de absolutamente inconstitucional. “O preceito constitucional não deixa margem a dúvida e é inadmissível que um magistrado, de qualquer instância do Poder Judiciário, atropele o texto constitucional como faz essa liminar que impede O Estado de fazer referência e dar notícias sobre o senhor Fernando Sarney.”
Bandidagem, Sarney vendeu terra comprada em 2001 de morto em 1996
Por Fernanda Odilla e Alan Gripp, na Folha:
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), vendeu em 2002 terras compradas um ano antes de um comerciante MORTO em 1996.
Afirmando ser “legítimo possuidor e proprietário”, Sarney negociou o terreno registrado no nome de seu ajudante de ordem Wanderley Ferreira de Azevedo. A área, de 33,88 hectares (equivalente a 33 campos de futebol), é parte do sítio São José do Pericumã, na divisa de Goiás com o Distrito Federal.
Segundo registros em cartório de Luziânia (GO) e São Paulo, localizados pela Folha, Wanderley comprou a fazenda em junho de 2001 de Antônio Joaquim de Araújo Mello.
Tonho Mello, como era conhecido na região, foi enterrado em em Luziânia, no dia 12 de dezembro de 1996. Sua morte está registrada em certidão de óbito na cidade goiana.
O negócio pode configurar a prática de crimes como falsidade ideológica e estelionato. Se uma investigação confirmar que o objetivo era fugir de impostos ou ocultar a origem dos recursos, os envolvidos podem responder também por sonegação e lavagem de dinheiro.
Tonho Mello já havia vendido para o senador, no início da década de 1980, outros três terrenos que compõem o Pericumã, cenário de tomada de decisões no período em que Sarney era presidente da República. Aqui
Jader Barbalho, Renan Calheiros e José Sarney: mais do que riscar os homens, é preciso cancelar maus usos e péssimos costumes
Uma reportagem publicada nesta edição detalha o que pode ser o derradeiro capítulo do escândalo em torno dos atos secretos do Senado, cujo protagonista, José Sarney, é o mais antigo parlamentar em atividade no Brasil. Com Sarney, serão três os presidentes do Senado que renunciaram depois de naufragarem por falta de respostas convincentes às acusações de “quebra de decoro parlamentar” - eufemismo que embute um arco de maus comportamentos a ferir a ética e dilapidar os cofres públicos, como nepotismo, abuso de poder e corrupção. Foi assim com Jader Barbalho, em 2001, e com Renan Calheiros, em 2007. Nesses dois casos, vendeu-se a falsa impressão de que com a partida dos indivíduos purgavam-se os pecados de todos e, como corolário dela, vingou a ideia de que, tendo a Casa chegado ao fundo do poço da ética, seria inevitável que dali em diante as coisas começassem a melhorar. A realidade encarregou-se de desmanchar a ilusão - ou trapaça.
Tenta-se agora fazer o mesmo em relação ao fim da era de bandidagens Sarney. Não será por isso que os políticos brasileiros de todos os níveis, com as exceções de praxe, passarão a distinguir entre o público e o privado ou ter a mais mínima noção do que seja o interesse nacional. Mas algumas medidas precisam e podem ser tomadas já:
» Extinguir o senador sem voto. Os suplentes de senador teriam de se candidatar a esse posto e ser escolhidos individualmente pelo voto. Alternativamente, em caso de vacância do titular, o substituto do senador seria escolhido pelas respectivas Assembleias Legislativas estaduais.
» Tornar transparente via internet cada centavo de todos os gastos do Parlamento. Colocar no site os nomes, cargos, salários e benefícios de todos os servidores, bem como seus horários de expediente.
» Fazer um corte imediato e drástico no número de funcionários da Câmara e do Senado. Hoje, há 28 funcionários para cada deputado e 119 para cada senador, um abuso sem igual no mundo e sem precedentes na história.
Varrer dos conselhos de ética os integrantes que sejam eles próprios alvo de inquéritos, acusações de nepotismo e mal caratismo, ou réus de ações penais. Hoje, 70% deles o são.
Talvez seja impossível, no curso de uma geração, fazer com que práticas fisiológicas, coronelistas, seculares e tão abomináveis, passem a ser vistas com o estranhamento mental e a repulsa moral necessários à boa política. A adoção imediata das medidas acima, porém, seria um primeiro passo na direção da solução cabal para as bandalheiras e bandidagens - que só virá quando aqueles senhores tiverem vergonha na cara.
COMENTO
Meus nobres amigos e leitores, até que em fim, o bandido e presidente do Senado anuncia ao apedeuta da Silva, sua disposição de entregar o corrupto cargo para preservar o mandato, abrindo o processo de sucessão.
O que o nação e o povo espera é que ele sirva para mudar as práticas, os vícios e as bandidagens, que alimentam a corrupção, o fisiologismo e nepotismo na política ou na políticagem; sim porque no Brasil tem mais políticagem do que política.
Esses corruptos bandidos nos três poderes da República medram o seio político e ainda "consagram-se" como: os desonestos, os hipócrita, os pérfidos e os fraudadores que usurpam e locupletam-se as as custa da pobreza e do erário público. Esses falsos e corruptos líderes, que com suas máscaras de popularidade, pertendem perpetua-se no poder de qualquer jeito, a qualquer custo e ainda passando por cima de tudo e de todos.
Pobres homens públicos, que mergulhado na obscuridão da ignorância e com o propósito apenas de enrriquecimento ilícito, tentam de todas as formas, burlar as leis, principalmente a Carta Mágna da nação brasileira.
A própria MP 2-215-10 é um exemplo que a constituição não está sendo respeitada, os altos salários da PMDF, bem maior do que das FFAA, é outro exemplo gritante que contituição brasileira, foi rasgada por essa exacerbada e medíocre, facção criminosa que hoje está no poder da República, cometendo todos os tipos de crimes.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
UM BANDIDO E UMA MP DO MAL 2-215-10.
A retórica de outro bandido e ditador que deu início a todas as corrupções, que aí estão, FHC: “Estamos transformando o governo das leis no governo do homem, do cara”.
No Globo:
Numa sucessão de críticas indiretas ao presidente Lula e à crise no Senado, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse na quinta-feira que um dos desafios do Brasil é o resgate de valores elementares como a decência e a igualdade perante a lei. E citou a expressão popularizada pelo presidente americano, Barack Obama .
- Estamos transformando o governo das leis no governo do homem, do “cara” - disse, sob o aplauso de 700 pessoas que assistiam a sua palestra em homenagem aos 90 anos do Centro Industrial do Ceará (CIC). - Valores elementares, de decência, de igualdade perante a lei, continuam sendo desafios importantes - disse.
Em entrevista antes da palestra, o ex-presidente considerou estapafúrdia a indicação de pessoas “sujeitas a dúvidas” para compor o Conselho de Ética do Senado. Segundo Fernando Henrique, se o presidente Lula refletir melhor sobre a consequência dos seus atos, não irá interferir no julgamento do presidente do Senado, José Sarney, pelo colegiado porque “a opinião pública está olhando”.
Fernando Henrique não quis opinar sobre a possibilidade de Sarney renunciar à presidência, alegando que não deve interferir nos assuntos do Senado.
Para o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), ao defender o resgate de valores morais, Fernando Henrique referia-se não só à crise no Senado, como também a outros episódios envolvendo o partido do presidente Lula com denúncias de corrupção, citando o caso do mensalão.
COMENTO
Caros amigos, tudo começou, com as doações das estatais brasileiras ao capital especulativo e com as compras dos votos no valor de R$ 200.000,00 para reeleição, de um dos maiores bandidos, caudilhos e sociopáta da história da humanidade FHC. Visto que o nosso planeta até então, ainda não tinha visto criaturas tão abomináveis como: FHC e Molusco.
E ainda vale apena lembrar que esse amaldiçoado pelo demônio FHC, foi quem editou a MP 2215-10, em 2001 que tanto prejudicou os militares e suprimiu vantagens que eram direitos adquiridos como: posto superior por ocasião da inatividade e outras que jamais recuperaremos, visto que a mesma até hoje não foi votada, pois não existe interresse por parte dos bandidos que estão no Congresso Nacional, apenas para tirarem proveito próprio e enrriquecerem as custas do erário público e que nem cogitam votar essa maldita MP do Mal.
E o pior é que os oficiais generais, não fazem nada para mudar esse quadro caótico e lastimável que aí está. Isso eu não consigo entender.
No Globo:
Numa sucessão de críticas indiretas ao presidente Lula e à crise no Senado, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse na quinta-feira que um dos desafios do Brasil é o resgate de valores elementares como a decência e a igualdade perante a lei. E citou a expressão popularizada pelo presidente americano, Barack Obama .
- Estamos transformando o governo das leis no governo do homem, do “cara” - disse, sob o aplauso de 700 pessoas que assistiam a sua palestra em homenagem aos 90 anos do Centro Industrial do Ceará (CIC). - Valores elementares, de decência, de igualdade perante a lei, continuam sendo desafios importantes - disse.
Em entrevista antes da palestra, o ex-presidente considerou estapafúrdia a indicação de pessoas “sujeitas a dúvidas” para compor o Conselho de Ética do Senado. Segundo Fernando Henrique, se o presidente Lula refletir melhor sobre a consequência dos seus atos, não irá interferir no julgamento do presidente do Senado, José Sarney, pelo colegiado porque “a opinião pública está olhando”.
Fernando Henrique não quis opinar sobre a possibilidade de Sarney renunciar à presidência, alegando que não deve interferir nos assuntos do Senado.
Para o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), ao defender o resgate de valores morais, Fernando Henrique referia-se não só à crise no Senado, como também a outros episódios envolvendo o partido do presidente Lula com denúncias de corrupção, citando o caso do mensalão.
COMENTO
Caros amigos, tudo começou, com as doações das estatais brasileiras ao capital especulativo e com as compras dos votos no valor de R$ 200.000,00 para reeleição, de um dos maiores bandidos, caudilhos e sociopáta da história da humanidade FHC. Visto que o nosso planeta até então, ainda não tinha visto criaturas tão abomináveis como: FHC e Molusco.
E ainda vale apena lembrar que esse amaldiçoado pelo demônio FHC, foi quem editou a MP 2215-10, em 2001 que tanto prejudicou os militares e suprimiu vantagens que eram direitos adquiridos como: posto superior por ocasião da inatividade e outras que jamais recuperaremos, visto que a mesma até hoje não foi votada, pois não existe interresse por parte dos bandidos que estão no Congresso Nacional, apenas para tirarem proveito próprio e enrriquecerem as custas do erário público e que nem cogitam votar essa maldita MP do Mal.
E o pior é que os oficiais generais, não fazem nada para mudar esse quadro caótico e lastimável que aí está. Isso eu não consigo entender.
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